Ah, Thunderbolts, que filminho, hein? É do Frederick Nietzs a frase quando você olha muito tempo para um abismo, o abismo olha para você. Essa frase se aplica perfeitamente ao filme Thunderbolts, que não é nem é um título do filme mais, né?
Um filme que é a própria metanarrativa sobre o estúdio, a mesma Marvel que trouxe salas lotadas e gritos de catarse com vigadores Guerra Infinita e Ultimato, mas que depois deles apresentou uma queda profunda que foi muito bem expressa pelos fãs, agora tenta sobreviver como que por aparelhos e tenta se reerguer na sua narrativa. Thunderbolts surge numa fase de perda de expectativas e de desesperança pra produtora aqui analisando em si mesmo. É um filme bom, mas quando visto no quadro geral de um passado recente, parece um respiro necessário para trazer alguma sensação de superação os rotistas e produtores e atores Marável.
E é por isso que a gente vai falar dele aqui no mundo CPIA. É um filme que fala sobre os abismos que todos nós possuímos. abismos nos quais nós podemos fixar os olhos por muito tempo.
E tudo que precisamos às vezes é só de algum vislumbre esperançoso pra gente dar meia volta e caminhar para longe do buraco. Um vislumbre suficiente que tire nossos olhos do abismo. Um respiro suficiente que nos dê fôlego para mais um dia, mesmo em meio a lutas que parecem insuperáveis.
No universo da Marvel, a era dos super soldados acabou. a fase de pessoas que são desprezadas e então superam a si mesmas, se tornando heróis e heroínas. É uma era que não volta mais, ou pelo menos parece que não.
O que temos agora é um grupo de degenerados, parias, aqueles quem o mundo se envergonharia e que operam feito sem nunca terem recebido os créditos. São pessoas cansadas, são pessoas que até fazem muito bem o que executam, mas como Helena sem ânimo, ou como Walker, com uma autoconfiança que não passa de uma frágil casca e tá ali para esconder frustrações consigo, frustrações pela família que perdeu, frustrações por causa do trabalho ou também a Sar, aquela para quem você olha e pergunta quem é você mesmo, hein? Eu não lembro você não.
E filme nenhum, pera aí, não lembrei. Lembrei qual o filme dessa mulher? ou o próprio Alexei Shostakov, que passa os dias numa casa desorganizada, ainda em busca de uma glória platônica infactível dentro de uma realidade que ele nunca vai conseguir viver de verdade.
São pessoas com abismos profundos, abismos que os olham de volta. O pensamento de Niet tem a ver com a temática do filme, por mais clichê que isso seja, porque fala de um profundo e interno questionamento sobre a relação entre o ser humano e o vazio existencial. pro Niet, a pessoa que busca incessantemente um propósito absoluto vai acabar se deparando cedo ou tarde com o abismo da falta de sentido.
Eu não sei se você leu Niet, mas essa frase tem um contexto muito particular sobre a busca por identidade. Niets fala que ao confrontar esse abismo interior, o indivíduo é transformado, é alterado em sua essência e em sua percepção de si mesmo. São indivíduos que buscam um sentido na vida, mas se enxergam presos a uma rotina meramente automática, sem propósito, sem razão.
Esse não é o dilema de Helena e de Walker? Não seria esse talvez o seu dilema? Você se vê preso a essa busca como se corresse numa esteira, num quarto vazio, sempre tentando chegar em algum lugar que nunca vem.
Você se vê sem fôlego, sem rumo, cansado, sobrecarregado. Isso é o abismo te olhando com seus olhos sugadores de todo propósito. É o vórtex do abismo te sugando para um poço cujo fundo você não vê, mas que lá dentro você sabe qual é.
É como o Walker olhando pro poço do qual acabaram de subir e o encarando como se estivesse prestes a se jogar, querendo acabar com toda aquela angústia de uma vez. Você se identifica com esse sentimento? A equipe surge pela união do sem sentido, pela união do sem propósito e do sem ninguém.
Nenhuma narrativa pode ser mais moderna do que essa. Eles são descartáveis, eles podem morrer e o mundo nem sequer saberia que um dia eles estiveram vivos. Mesmo tendo Jesus, tendo a religião, tendo fé, não são poucos de nós que podem ser confrontados com esse terrível vazio da existência.
Eu sei que muitos de vocês já pensaram que são irrelevantes pro mundo, que são insuportavelmente invisíveis, que não fazem diferença para nada, para ninguém. Se eu posso morrer e ninguém vai se lembrar de mim, então qual é o sentido de estar vivo? Esse é o mesmo conflito do Bob ou o sentinela.
Bob se entrega a empregos vergonhosos, se entrega às drogas porque o abismo lhe transformou e ele foi tomado por ele. Sem conseguir lidar com os abusos do pai, ele se retrai, ele se fecha em si como alguém que tá preso num labirinto, igual ao Hamster, que a Helena vê no laboratório. Mas diferente do Hamster, não há quem o puxe para fora.
Ele se voluntaria ao experimento secreto que é promovido por Valentina em busca de uma autossuperação, mas cai no esquecimento também, tanto dos que lhe prometeram a melhora, como num tipo terrível de autoesquecimento. Pior do que ser esquecido pelos outros é quando nós nos esquecemos de nós mesmos. Quando ele acorda, ele não sabe mais onde ele tá, mas lembra quem é, entre outras coisas que ele não queria se lembrar.
Ele lembra apenas que continua sendo o Bob. Só Bob. Mas a gente descobre que o experimento teve lá os seus efeitos.
Bob não é mais só Bob, ele é o sentinela, um tipo deus naquele universo, alguém com poder para vencer todos os Vingadores e que vence Thunderbolt sem nenhuma dificuldade. Quando Valentino ordena que ele os mate, ele retruca por eles não ofereciam risco nenhum, né? E além disso, por que é que eu tenho que lhe obedecer, né?
ele começa a encontrar alguma identidade quando a Valentina tenta desligar ele, né, como se fosse simplesmente uma máquina, que é a forma como ela trata todos os que ela quer controlar, algo pior acaba surgindo. O abismo ou o void surge. O void em inglês não significa só vácu.
Há uma palavra para vácuo em inglês, é vácuum normal, é a mesma palavra usada em vacuum cleaner, né? O aspirador de pó que suga o pó para dentro de um recipiente por meio de fazer vácuo. Até criando essa diferença de pressão que suga a poeira.
Vácu cleaner com termo comum no inglês, né? Mas void, void é outra coisa, não é só vácuo, é a ausência total de tudo. Void é o absoluto vazio.
Esse void é o nada que nos transforma, que na expressão niteniana é o abismo potencializado por meio de um indivíduo que passa a viver de modo automático, olhando para esse abismo, né? É um indivíduo que cumpre funções, obedece rotinas, mas sem engajamento real, sem ligação existencial com suas ações. O void é esse esse nada total que parece ser para onde a vida muitas vezes quer nos levar.
Quando vivemos anestesiados e alienados de nós mesmos. É lá que o vo tá do filme, o Sentinela se transforma no Void e ele não é simplesmente escuro, ele é como se alguém tivesse recortado uma parte do cenário. Ao olharmos para ele, contemplamos um abismo, né?
Nós contemplamos o vazio absoluto e total. O Tolstoy também lidou com esse modo de viver automatizado e sem sentido de que Nietzs fala. Eu acho que os russos são muito bons em fazer isso.
Na sua confissão, o autor russo diz: "Parecia que eu tinha vivido e andado para lá e para cá até chegar à beira de um abismo". e via com clareza que não havia nada na minha frente, a não ser a ruína. E é impossível parar, é impossível voltar, é impossível fechar os olhos e deixar de ver que não existe nada à frente, a não ser a ilusão da vida, da felicidade, os sofrimentos verdadeiros e a morte verdadeira.
A aniquilação completa. O Tolstoy é sabe sofrer, não é? Dá para complementar o Tolstoy, afirmando que numa existência sem sentido, o que vai estar à frente é isso.
Sempre, sempre, sempre será o void, sempre será o vazio. Em Thunderbolts, ao contemplar Void, nós lidamos justamente com aquilo que o abismo suga, com tudo aquilo que a gente quer esquecer, com tudo aquilo que simplesmente queremos deixar para lá e continuar vivendo como se aquilo não existisse. É como aquilo que a Helena fala quando vê o Bob pela primeira vez, esse vazio, à medida que traz à tona os nossos traumas, que nos afunda como se pudéssemos fazer nada, representa justamente o destino de um homem que não tem um propósito para além dessa vida.
Quando o vo surgir, ele toma conta da cidade. As pessoas, uma a uma são tragadas e se tornam o próprio void. A destruição física que ele provoca é ínfima frente ao apagamento do indivíduo que ele proporciona.
É o abismo olhando de volta de forma muito literal. Bo é essa pessoa bipolar que vive entre a apoteose do sentinela e o vazio existencial do Void, que o faz como uma criança presa no sóton, revivendo constantemente os abusos do pai, sem nada poder fazer e sendo aquele melhor dos quartos. Imagine o pior.
Se a gente voltar pro texto do Niets, ele vai dizer que o vazio é superado quando o indivíduo aceita a ausência de verdades eternas e a partir desse reconhecimento se torna o criador de seus próprios valores, transformando a existência em uma obra própria. Ou seja, pro Niet não há nenhum sentido recebido na vida, apenas o sentido que nós damos a ela. Perceber isso dói, perceber isso é sofrimento.
E a resposta dele é criar um sentido para si. no sentido nitiniano é tomar o nome Thunderbolts, que era o nome de um time que nunca ganhou a única partida sequer e fazer dele o nome de uma equipe de degenerados que não consegue fazer muito mesmo. As habilidades que se destacam entre os normais parecem inúteis ali na naquela equipe, não é?
Mas Thunderbolts é recriado, ou melhor, ressignificado. Eles podem até não fazer muito, mas eles fazem o que eles podem. No filme, isso é isso é maravilhoso, vemos que todos eles têm esse abismo dentro de si.
Eles eles carregam um void na própria alma, né? Sozinhos a gente não consegue superar esse vazio. Claro, superamos o poço da falta de significado quando nós nos apoiamos naqueles que estão à nossa volta.
A mensagem do filme é muito clara. Quando Helena, Walker, Eva e Bob estão no poço e mesmo que há pouco tempo estivessem tentando se matar, precisam agora apoiar os pés nas paredes do poço e apoiando as costas uns nos outros, subir passo a passo e uma ilustração óbvia do que é apoiar uns aos outros, né? superar o poço com essa mutualidade.
Ou então quando a Helena percebe que não tem força para vencer o Void e só existe uma pessoa que poderia vencê-lo, que é o próprio Bob. Ela adentra na ausência de significado do Bob para ser uma presença ativa e dá a ele o significado da existência para que ele consiga sair do próprio vazio. Ali ela revive seus traumas, atravessa paredes, enfrenta suas dores em nome do outro.
Ela luta contra o próprio vazio para tirar Bob do vazio dele. Ela o vê por um espelho e invade aquele sótam refúgio de trauma. O espelho, que é um símbolo para olhar para si mesmo e se contemplar, era o espelho que prendia Bob numa imagem, sem ter um objeto real na existência ali com a qual lidar.
Bobo esse espelho. O Bob tá preso nessa imagem que tinha de si mesmo. A imagem de uma pessoa fraca, a imagem de uma pessoa desprezível, em que o melhor que ele poderia fazer é ficar calado naquele soltam e viver uma eternidade de sofrimento, talvez, né?
Mas a própria Helena só consegue tirar Bob de lá quando os outros adentram no vazio e abraçam Bob para juntos tirá-lo de lá e tirar a si mesmo de lá. O paralelo é muito óbvio, não tem nada muito profundo aí de obviedades, mas é um paralelo muito bonito do poço. Foi Bob quem deu a ideia deles escalarem apoiando as costas uns nos outros com os pés nas paredes.
Agora é Helena quem chama o time a ação para tirar a Bob daquele poço e assim tirar todos eles, todos unidos também. O Alexi diz o seguinte para ela: "Você queria ser a goleira do time não porque você não queria correr muito, mas porque me disse: "Eu quero ser alguém em quem o time pode confiar se todos falharem". Vai lá, é uma mensagem bonita.
Se é alguém com quem se pode contar se todos falharem, é uma expectativa muito boa. E Helena, que desaponta aqui como a líder dos Thunderbolts, mostra que liderança não é agir sozinha, mas é chamar os companheiros à ação. Ela se mostra como alguém com quem se pode contar, mas também aprende que não pode resolver tudo sozinha.
É como uma música a tema do filme, né? Não sei se você conhece uma música tema do filme, se chama Notpens G Stop us Now, que canta Deixem dizerem que estamos loucos. Não me importo com isso.
Coloque a sua mão na minha mão. Meu bem, não olhe mais para trás, meu bem. Nós podemos fazer isso se somos de coração para coração que nós podemos construir este sonho juntos, permanecendo fortes para sempre.
Nada vai nos parar. A criação de significado em Thunderbolts acontece por meio da ajuda mútua. Pro Niet é só quando o indivíduo chega nesse patamar da criação de significado que ele se torna o Bers match.
Desculpa aí pela minha meu alemão ruim, né? É o além do homem ou como comumente é traduzido, o superhomem. O problema é que a resposta de Niet se constrói em uma premissa explicitamente anticristã, explicitamente falsa.
E Niet não percebe que o que ele propõe é corresponder ao olhar do abismo. O superhomer nitiniano é uma antítese de Cristo. Ele chegou a escrever uma obra chamada O anticristo, na qual ele afirma que bom é tudo que aumenta no homem a sensação de poder, a vontade de poder, o próprio poder.
O mal é tudo que se origina na fraqueza. Felicidade, segundo o Niet, lá no anticristo, é a sensação de que o poder aumenta, de que uma resistência foi superada. Pro Niet, a compaixão cristã posta em prática é mais nociva que qualquer vício.
Eu lembro quando eu li esse livro antes de vir pro seminário, eu ainda fazia ciências contábeis em Fortaleza e eu sempre dizia: "Niet percebeu bem o cristianismo. Ele entendeu que pra gente a fraqueza é força. Ele só odeia profundamente aquilo que nós somos.
" Sim, o Niet tem alguma razão, né? Para cristãos, os valores e as forças do mundo não representa os nossos valores e as nossas forças. O erro principal do Niet é tentar construir uma racionalidade a parte de Deus.
Como ensina o Francis Shafer, quando ele interpreta o Niet, ele vai dizer que o Niet foi o primeiro homem que se apregou no sentido moderno que Deus está morto. Porém, se Deus está morto, então tudo está perdido. Nós precisamos então nos voltar para esse Deus, nos voltar pra Bíblia em busca da melhor resposta para aquilo que os Thunderbs queriam encontrar.
Uma resposta pro Bob, uma resposta para Niet, uma resposta para você que tá muito tempo tomado por esse vazio. E a resposta é que quando está escuro e ninguém te ouve, quando chega a noite e você pode chorar, há uma luz no túnel dos despreparados. Falando sério agora, a Bíblia nos ensina que essa sensação de vazio vem como consequência da queda, uma consequência da perda do relacionamento com Deus.
Quando o casal primordial tentou se elevar à divindade, eles encontraram desumanidade. Perderam Deus, perderam um ao outro e perderam a si mesmos. O vazio adentrou na criação.
O vazio adentrou em nós e ele ele nos consome em tudo que somos. Como diz aquela frase que é atribuída ao Dostoyevsk: "O vazio no homem é do tamanho de Deus". Mas há uma esperança, gente.
Não simplesmente a esperança no outro que vai vir nos ajudar, ainda que o outro seja uma excelente forma de encontrarmos algo para superar os nossos próprios vazios. O que nós precisamos, na verdade, é de alguém de fora desse poço do pecado que venha nos tirar dele. É preciso que alguém adentre no vazio para nos tirar desse vazio.
É preciso uma luz que resplandeça nas trevas e a esperança possível, a pessoa que pode nos tirar do poço é Cristo. Felizmente, o Tstoy não encerrou sua jornada na contemplação do vazio. No livro que eu citei dele aqui, o a sua confissão, né, ele narra sobre ele tem encontrado Cristo.
Ele afirma no final da sua obra, cheguei à fé porque fora da fé eu não encontrei nada, rigorosamente nada. senão destruição. Cristo vive no meio dos cansados e sobrecarregados.
Cristo cura. Cristo chama. Cristo segura em nossas mãos para que vivamos os sonhos de Deus e vivamos no mundo que o Pai construirá.
Ele morre, mas a morte não o vence. Ele ressuscita e assim vence o vazio. Porque ele é o nosso cais no porto.
Ele é o nosso sentinela, no qual não há sombra alguma. Ele é quem transforma nossos abismos num caminho para o céu. Ele é quem confere sentido à nossa existência e dá significado ao amor ao próximo.
Como afirma Víctor Frank, eu vivo citando ele aqui, a busca do indivíduo por um sentido é a motivação primária na sua vida. E nós podemos afirmar, com base na nossa fé que o sentido maior dessa existência é o Cristo, que encarna como um rejeitado, que é crucificado como um desprezível, mas que ressuscita em poder e retornará em glória, mesmo que vaguemos por vales da sombra da morte. Ele é o bom pastor que nos guia.
Ele é a voz da esperança. Ele é o braço forte que nos sustenta. Ele é o acalento para todo sofrimento.
Ele é a vitória sobre o mundo de aflições. Ele é a luz que resplandece no vazio. Ele é quem o vazio não consegue tragar.
É com ele que podemos contar quando todos falharem, porque ele é o socorro bem presente no momento da aflição. Se achegue a ele, corra para ele. Se não consegue correr para ele, ande para ele.
Se não consegue andar para ele, rasteja até ele. Se não consegue rastejar até ele, clame. Se não consegue clamar, grite.
Se não consegue gritar, sussurre. Ace. Se não consegue acenar, ore.
Basta um salva-me, Senhor. Para que ele estenda a sua mão poderosa e nos tire do mar tempestuoso que nos afogaria. Basta um salve-me para sair do abismo.
Basta um salve-me para sair do vazio. Venha a Cristo e viva em abundância para além do nada que tantas vezes está diante de nós. Essa é a nossa leitura cristã de Thunderbolts.
Esse mundo cópia a mais que a gente fez nessa semana. A gente tá fazendo mundo cópia toda terça-feira, 10 horas da manhã comentando episódio a episódio de The of Us nessa segunda temporada. Mas aí Thunderbol Boltson deu para evitar.
Tive que fazer um mundo cópia a mais pra gente poder falar dele essa semana. Se você gosta desse programa, você sabe o que fazer. Não deixa de se inscrever no canal.
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Um cheiro no seu cangote e até a próxima. M.