[Música] Josefina aponta uma arma para Renata. Ao perceber a ameaça, Roberta se coloca à frente da irmã para protegê-la. O tiro atinge Roberta em cheio.
Josefina se desespera ao perceber que acabou atirando na própria filha. Matias e Jerônimo agem rapidamente dominam Josefina e tiram a arma de suas mãos. Gonçalo ordena que a deixem livre, permitindo que ela se aproxime de Roberta.
Com dificuldade, Roberta afirma que sempre foi prejudicada pela mãe e que seu amor foi o que a matou. Josefina tenta se defender, dizendo que tudo o que fez foi por ela, mas Roberta rebate dizendo que perdeu tudo por culpa da mãe, inclusive o carinho de Renata. Com suas últimas forças, pede perdão à irmã, a quem nunca aprendeu a amar.
Em seguida, morre, deixando todos tomados pela dor. Honório comenta que Josefina está recebendo o castigo mais duro por tudo que provocou, enquanto Isidro observa que ela perdeu a única pessoa que realmente amava e por culpa dela mesma, Constança comovida sente compaixão. Josefina grita em desespero, arrasada, enquanto todos permanecem imóveis, paralisados pelo impacto.
Meses depois, Josefina aparece encolhida em um canto de uma cela conchoada, balbuciando palavras enquanto embala uma boneca como se fosse um bebê. Uma médica informa Gonçalo e Regina que Josefina permanece em estado de choque, que dificilmente voltará à razão após uma tragédia tão devastadora. Gonçalo lança um último olhar para ela e se despede definitivamente enquanto Josefina chora acariciando a boneca como se fosse Roberta.
Na bonita, Manuela e Matilde montam um berço decorado em azul. Renata terá um menino que receberá o nome de Rafael. Alisson está animada para vê-lo correndo por todos os lados.
Matude comenta que se o pai é o bonitão, o pequeno Rafael será o divino maravilhoso. De repente, a bolsa de Renata se rompe. Ela se preocupa, já que ainda faltam dois meses para o parto, mas as mulheres a acalmam e ajudam a chegar ao carro.
Enquanto isso, Jerônimo e Carlos ensinam a Niba o processo de produção do vinho, preparando-se para se tornar o melhor enólogo depois de Carlos. Aníbal expressa o desejo de que Jerônimo um dia lhe venda as terras que pertenceram a Augusto e foram arrematadas por ele em um leilão do governo. Giron promete refletir sobre isso.
Matilde chega apressada e avisa a Jirônimo que o bebê está a caminho. Os rapazes saem às pressas. Na casa paroquial, Marina também entra em trabalho de parto.
Padre Severino e Antônio a levam rapidamente ao hospital. Carlos dirige em direção ao hospital com Matilde no banco ao lado, enquanto Jirônimo segue atrás com Renata. Durante o trajeto, ele fala com Regina ao telefone, avisando que Renata está prestes a dar a luz.
Logo em seguida, Antônio liga para o celular de Jerônimo para avisar que Marina também entrou em trabalho de parto. Jerônimo diz que se encontrarão no hospital. Já no hospital, Renata está quase dando a luz e pergunta por Jerônimo.
Ele chega a tempo de acompanhar o nascimento. O pequeno Rafael nasce saudável e cheio de vida mesmo antes do tempo. O casal emocionado recebe o filho com alegria.
Em outra sala, a Marina enfrenta complicações e os médicos decidem fazer uma cesariana de urgência, pois os bebês estão em sofrimento. Uma enfermeira comunica a Jerômo que Marina será levada para a cesárea e o convida a acompanhá-la. Renata beija seu filho e diz com carinho que as irmãzinhas dele vão ficar bem.
O médico informa Jerônimo que está bastante preocupado com o quadro clínico de Marina. Ele explica que os tecidos dela são muito porosos e absorvem muito líquido, o que pode comprometer seriamente os pulmões. Ainda assim, garante que as gêmeas estão fora de perigo.
Enquanto isso, Renata conversa contente com Matilde Carlos. Matilde comenta que ela aparenta estar muito bem para alguém que acabou de dar a luz. Renata responde que ao se tornar mãe, todo o resto perde importância.
Matilde pergunta pelo recém-nascido e Renata diz que Rafael está na incubadora, mas passa bem. Carlos reflete que deve ser incrível experimentar a paternidade e Matilde sugere que eles pensem em começar uma família. Renata observa o momento fofo entre os dois, encantada com a ternura do momento.
Logo depois, Gonçalo e Regina telefonam para o celular de Carlos e Renata compartilha a novidade de que eles são oficialmente à voz. Emocionada, Regina avisa que já estão a caminho. Gonçalo explica que ligou para Carlos porque Jerônimo não atendeu e Renata esclarece que ele está acompanhando Marina no centro cirúrgico.
Ela comenta que parece que o destino está se repetindo, pois ela e Marina tiveram seus filhos quase ao mesmo tempo. Regina, no entanto, afirma que essa coincidência não significa que o passado se repetirá. Diz que tanto Renata quanto Marina são grandes mulheres que entenderam o verdadeiro valor da união e do cuidado com os outros.
Renata reconhece que tudo isso é mesmo uma coincidência. Enquanto isso, Jerona sussurra sobre suas filhas recém-nascidas quando Marina desperta ansiosa para conhecê-las. Com carinho ele coloca as meninas em seus braços.
Com dificuldade para respirar, Marina pede que lhe chame Renata, pois precisa falar com ela com urgência. Sem perder tempo, Jerônimo vai buscá-la com uma cadeira de rodas, explicando que Marina está muito mal. Carlos Mati e Jerônimo ajudam Renata a se acomodar.
Assim que entram no quarto, Renata segura a mão de Marina e tenta acalmá-la, dizendo que tudo vai melhorar. Mas Marina, consciente de sua condição por ser médica, sabe o que está por vir. Jormo tenta convencê-la de que é apenas cansaço, mas Marina olha para Renata e faz um pedido comovente, que ela cuide de suas filhas como se fossem suas.
Mesmo diante da gravidade, Jirmo e Renata tentam negar o pior, mas Marina, firme e serena, diz que adoraria viver para acompanhar o crescimento das filhas. Ainda assim, sente-se realizada por ter sido mãe e por ter conhecido suas princesas. Jerônimo insiste que ela sobreviverá para criá-las, mas Marina afirma que, embora ela fique no passado das meninas, Jerônimo e Renata farão parte do presente e do futuro delas, e isso a conforta.
Renata jura que amará e protegerá as filhas de Marina como se fossem dela, sem qualquer diferença entre os seus implora para que Marina não desista. Marina acredita que ter se reconciliado com Renata foi parte de seu destino. Com a respiração ainda mais difícil, Jerônimo tenta acalmá-la.
Ele se aproxima e a conforta acariciando seus cabelos. Ela confessa que ele foi o grande amor de sua vida e que lhe deu o presente mais precioso que alguém poderia receber, ser mãe. Por isso, pede que ele proteja as meninas com todo o cuidado que só ele é capaz de oferecer.
Girono promete que as filhas sempre saberão o quanto foram amadas por sua mãe. Antes de partir, Marina faz um último desejo, que uma das bebês receba seu nome e a outra seja batizada de Marlene em homenagem à mãe de Jerônimo. Com lágrimas nos olhos, Jerônimo e Renata garantem que atenderão ao pedido.
Os três se unem as mãos e Marina parte em paz. Desesperado, Jerônimo chama a enfermeira, mas ninguém aparece. Renata o acolhe em seus braços e os dois se abraçam em meio à dor, compartilhando o luto da despedida.