oi oi sejam bem-vindos Sou professora Vanessa Méier e nessa aula nós vamos ver sobre posicionamento e mobilizações São Paulo falaremos sobre posicionamento terapêutico e mobilização articular e junto com a força a resistência EA potência equilíbrio e coordenação a amplitude de movimento ela desempenha um papel extremamente importante na capacidade física então para gerar os movimentos funcionais precisamos que essas articulações gerem movimento TAM para todos os movimentos são gerados no corpo humano precisa então que haja uma mobilidade das articulações uma noção Ampla dessa amplitude ela vem Justamente esse funcionamento é umas umas um sistema ele Depende de
outro então sistema músculo-esquelético ele acorda dependente né então os músculos dependem das mobilidade articular para oxigênio então esses movimentos do corpo humano então isso influencia diretamente na qualidade Global dessas funções físicas é do ser humano a mecânica alguns termos utilizados né que são necessários alguns conceitos necessários para que nós consigamos entender o funcionamento do corpo humano e de que forma nós podemos trabalhar com a mobilidade articular nós temos que entender um pouquinho sobre alguns conceitos é dentro da amplitude de movimento dentro da mobilização articular então a amplitude de movimento que chamada de adm amplitude de
movimento ela é um movimento que é gerado nas articulações né esse movimento como eu comentei para ser gerado nessas articulações ele necessariamente precisa de um comando central para esses músculos para que eles recebam as informação e gerem o movimento então Oi Sami Clínica né A funcional do que nosso corpo ela é dividida em estática e dinâmica essa parte de Nami que é justamente essa parte do funcionamento do movimento corporal EA dinâmica ela vai ser dividida em cinemática que ela vai escrever Justamente esse movimento do corpo em relação a tempos o locamento a velocidade aceleração Nós
estudamos o desenho dos movimentos Né desde os micromovimentos até os movimentos maiores né que são os movimentos que nós e são visíveis que são os movimentos que nós realizamos com os membros superiores com a coluna né com tronco que são movimentos visíveis a cinemática ela também vai fazer uma subdivisão e essa subdivisão ela é Oi e a osteocinematica então na artrocinemática são movimentos pequenos são movimentos que acontecem dentro da articulação Então artrocinemática ela influencia na osteocinematica que são os movimentos que nós conseguimos visualizar então na artrocinemáticos são os movimentos de dentro da articulação que facilitam
os movimentos osteocinemáticos alguns movimentos artrocinemáticos são movimentos de rolamento movimentos de giro movimento de deslizamento durante a execução do movimento Então intra-articular já osteocinemáticos são esses movimentos produzidos pelo corpo humano né então são os visíveis o que a gente consegue quantificar em graus através de uma variação de um único e teria e na maioria das vezes eles acontecem de uma forma harmoniosa de uma forma simultânea nós temos um soma e de movimentos para se executar uma função então alguns exemplos os movimentos osteocinemáticos e é são justamente os movimentos de abdução adução né E já dos
artrocinemáticos como eu comentei são os movimentos de deslizamento de giro de rolamento então se você observar mais ao lado nós observamos ali e para que aconteça o movimento osteocinematico por exemplo de flexão e extensão do joelho quando esse movimento vai acontecer do fêmur em relação à tíbia nós teremos um movimento de deslizamento de rolamento da estrutura óssea sobre o parto tive ao para que gere movimento osteocinematico de flexão e extensão do joelho então o fêmur ele faz se deslizamento esse rolamento sobre a tíbia para que aconteça Então esse outro movimento osteocinematico E então como eu
comentei nos osteocinemáticos que são os movimentos visíveis né é para que aconteça então uma forma tranquila de uma forma é sem compensações e nós teríamos que ter bons uma boa relação articular para que ele aconteça de uma forma mais perfeita né bom nós teremos então aqui alguns movimentos importantes do corpo humano então aqui nesse momento nós temos como a imagem ao lado os movimentos de membros superiores nós temos movimentos de abdução o movimento de adução o movimento de rotação medial rotação lateral os movimentos de flexão e extensão então todos os movimentos que a gente consegue
ali quantificar são movimentos osteocinemáticos e baseados neles na verdade que nós conseguimos aí ver uma evolução em relação à mobilidade articular o nosso paciente então é a capacidade Justamente que essas articulações em conjunto quando esses dois movimentos realizados na íntegra artrocinemáticos e aos cinemáticos acontecem e a gente conseguem uma efetividade na execução desses movimentos bom e o que é mobilidade articular então nos falamos sobre a forma que esse movimento acontece no nosso paciente nós vamos analisar se existe alguma alteração na mobilidade da articulação da amplitude de movimento e na mobilidade articular essa mobilidade articular Então
ela é definida como a capacidade que as articulação tem de executar o movimento tanto de pequenos amplitudes como Imigrantes amplitudes bom então mostrando até na imagem abaixo aquilo que eu comentei com vocês nessa imagem nós temos o fêmur a tíbia EA patela que tá anterior se vocês observarem nós notamos que a patel ela vai fazer um deslizamento sobre o fêmur o côndilo femural desliza sobre o platô tibial que são os artrocinemáticos para gerar o movimento de flexão e extensão que serão Então os movimentos osteocinemáticos Oi e o grau de amplitude de uma articulação ele vai
ter vários fatores que vão influenciar nesse movimento então quando nós avaliamos um paciente identificamos que existe uma alteração de amplitude de movimento nós temos mais uma pergunta que vem na sequência essa pergunta é Qual é a causa além da redução de mobilidade do meu paciente você extremamente importante Porque dependendo da causa nos vamos tratar de uma forma e aqui vão entrar forma e congruência das superfícies ósseas articuladas o que seria isso então muitas vezes se tem algumas alterações anatômicas que possam vir a Gerar uma alteração de movimento essas alterações anatômicas podem ser já como uma
Chrome Curvo podem ser alterações que se geraram após um trauma alterações Por patologias que geraram processo com osteófitos que acabaram gerando uma redução Então dessa desse movimento devido algumas condições justamente de formato articular a própria artrose vai fazer a degeneração dessa articulação o gerando então uma dica uma dificuldade uma redução desse movimento força e flexibilidade primeiro ou falar sobre a força então um paciente com redução de força muitas vezes ele não consegue Executar a amplitude de movimento na sua Plenitude porque ele não consegue vencer a gravidade Isso quer dizer um exemplo num movimento de flexão
de cotovelo o meu paciente tem uma redução muito grande de força do músculo bíceps braquial ele não consegue completar o arco de movimento não porque ele tem uma problema articular Então veja a diferença já que o item anterior e sim porque ele tem uma redução de força muscular e não consegue completar o movimento e flexibilidade tô flexibilidade muscular é importantíssima para a mobilidade quando você tem um cortamento muscular esse importamento não te permite que você realize um movimento em toda sua amplitude porque ele vai restringir esse movimento então ele vai restringir porque essas fibras musculares
estão encurtados então um exemplo disso um encurtamento da musculatura posterior de coxa que são os músculos isquiotibiais eles não geram uma limitação no movimento de flexão do quadril com a perna estendida então quando o nosso paciente tem essa dificuldade muitas vezes não é para um problema na articulação do quadril e sim por um problema de importamento muscular bom então demissão dessa flexibilidade do músculo e vai impedir que você realize na sua amplitude Total esse movimento outros a tua volume muscular ou tecido adiposo então o volume muscular o indivíduo que tenha uma hipertrofia dessa musculatura logicamente
com músculo hipertrofiado acontece em dois fatores primeiro fator ele vai impedir que você consiga realizar um movimento na sua Plenitude porque ele preenche o espaço e que você não consegue mais executar esse movimento além desse limite desse do músculo hipertrofiado segundo. Nossa podemos ter junto com essa a hipertrofia Esse aumento dessa massa muscular nós podemos ter um comportamento dessas fibras o que também gera uma dificuldade de mobilidade por exemplo num movimento contrário onde se exige a extensão das fibras musculares gerando uma redução do movimento tecido adiposo o excesso de gordura subcutânea o excesso de gordura
circunscrita a esse músculo próximas articulação e também gera um fator limitante então a circunferência desse membro ela está maior gerando então uma dificuldade de aproximação máxima de afastamento máximo dessa articulação do corpo muitas vezes como no caso de membros inferiores um excesso de gordura na região da coxa isso pode gerar em que nosso paciente já fique permanentemente numa leve abdução não chegando almado são no o neutro de análise Então já parte sido uma redução de movimento em adução devido a tecido adiposo outros fatores a idade Então como passar do tempo nos diminuímos a produção de
líquido sinovial E com isso também é uma aproximação dessa articulação né dessas estruturas ósseas que formam a articulação Então como passar da idade nós temos uma diminuição do tônus muscular nós temos um aumento da camada de gordura e nós temos uma diminuição do espaço articular esses fatores em conjunto vão gerando uma redução de mobilidade articular junto com isso também podemos pensar né com o processo de envelhecimento podemos pensar nas em algumas doenças articulares algumas alterações Art O que são comuns com idade mais avançada uma delas é artrose e vai gerar essa degeneração articular rearticular é
a propósito por 11 que também pode gerar uma redução de movimento nosso paciente né é e acaba então alterando a sua função né E aí nós temos algumas doenças articulares que não são exclusivas da terceira idade e essas doenças articulares nós podemos incluir a Artrite reumatoide é um processo inflamatório né chamado a ser triste também processo inflamatório que vai gerar uma redução então não espessamento digamos assim dessa membrana sinovial e vai gerar esse processo inflamatório que acaba gerando dor no nosso paciência edema limitando então seu movimento a última por si só o edema ele é
um aumento Então dessa estrutura né então Digamos que você de Maastricht articular com alguma patologia inflamatória algum trauma ele vai gerar uma limitação devido esse acúmulo de líquido próximo articulação entre limita é só amplitude de movimento dentro da sua totalidade também e o processo fibrótico então na fibrose nós vamos ter aderências tecidos que estão aderidos fibrosados na em alguma região específica que acabam gerando então é aderências no tecido colagenoso né e acabam gerando das atrofias também musculares gerando com isso essa redução do movimento contraturas musculares também a contratura é uma contração excessiva do músculo devido
é uma causa específica você já uma atividade trauma uma atividade física em si né excessiva um trauma que acaba gerando então a redução dessa dessa extensibilidade do tecido e com isso reduzindo o movimento dessa articulação também Oi e aí entra como nós vamos solucionar os filmes que existem e causas que acabam giro não da redução dessa mobilidade articular e qual é a importância EA diferença em relação a identificarmos as possíveis causas e após a identificação sabemos como trabalhar então quando o problema por exemplo um edema para aumentar essa mobilidade articular temos que pensar na redução
do edema quando eu tenho uma redução de força no meu paciente não vence a gravidade quando eu comentei para melhorar a sua amplitude de movimento também temos que trabalhar força quando eu tenho encurtamento muscular temos que melhorar a flexibilidade então quando identificamos através da avaliação uma redução da mobilidade da nossa articulação da nossa amplitude de movimento temos que junto com isso idem a causa específica cada causa ela acaba nos ligando a uma forma de trabalho então não podemos generalizar tenho redução de amplitude de movimento ou trabalhar da forma X então não existe essa receita nós
temos aqui identificar exatamente as causas tentar sanar o problema e aí com isso conseguir ganhar a amplitude de movimento nosso paciente novamente Então são somatórias de informações né Oi e essa mobilização Então essa essa técnica de imobilização agora que nós vamos trabalhar Existem várias técnicas né Elas vão trabalhar justamente um ganho dessa amplitude fisiológica e terapêutico Então nós vamos agora baseado no que nós observamos vamos trabalhar o nosso paciente no intuito então de melhorar sua amplitude de movimento toda a mobilização articular nós temos alguns objetivos a serem atingidos né então quando nós identificamos o problema
nós vamos então baseado nisso objetivos nessa fundamentação fisiológica nós vamos então trabalhar o nosso paciente um desses desses objetivos estimular a atividade biológica então quando nós temos movimento na articulação nós temos produção de líquido sinovial então um paciente com a imobilidade prolongada ele a nossa produção de líquido 1 bom e quando a gente já era movimento seja ele ativo ou quando necessário passivo que já vou falar sobre isso nós estimulamos a produção desse líquido sinovial E com isso nós levamos mais nutrientes para essa cartilagem articular a cartilagem leva vascular Então ela depende da nutrição que
vem justamente desse líquido sinovial e quando trabalhamos movimento melhoramos a na a nutrição dessa cartilagem articular e melhoramos a lubrificação nessa articulação favorecendo então o movimento né a mobilidade e a mobilização articular ela também mantém a extensibilidade a força dos tecidos tanto articulares com prere articulares e que tecido seriam esses eu consigo Então fazer a manutenção de uma cápsula articular e com a imobilidade pode se retrair se eu consigo mobilizar os músculos que estão envolvidos nessa articulação fazendo então com que haja uma melhor é o melhor movimento né na sua extensão é articular os impulsos
nervosos aferentes de receptores articulares esses impulsos são esses sim é esses impulsos são gerados de dentro da articulação e vou justamente e transmitir informação para o sistema nervoso central é e que nós temos a percepção de posicionamento do membro no espaço o posicionamento articular né e de movimento controlar a é e quais são os benefícios então uma forma geral de se utilizar a técnica de imobilização articular então como eu dei o exemplo onde é anteriormente na imagem enrolada a gente já observa uma imagem do espaço articular normal no ombro então nós temos Ele é cabeça
do úmero bom e na segunda imagem a gente observa uma redução do espaço articular Então até colocando é como exemplo ali na visualização esse tendão que está no espaço articular e ele seria o tendão dos músculos né na junção de tendões são os músculos do manguito rotador Mais especificamente do supra-espinhoso como uma redução desse espaço na articulação por qualquer causa específica vai acabar a vendo na compreensão dessa estrutura e um dos nossos objetivos inclusive para sanar um processo inflamatório é tentar aumentar esse espaço articular uma mobilização e reduzir o processo inflamatório reduzindo processo inflamatório e
temos um maior espaço né então Relembrando um pouco da fisiologia processo inflamatório ele gera dor calor rubor e edema tão quando temos um edema em particular eu já era uma alimentação ainda maior de movimento e o paciente com dor acaba gerando um processo limitante ao se o paciente tem dor ele reduz o movimento Ah e quanto menos movimento - produção de líquido sinovial - produção de líquido a cápsula também que está em volta começa então se retrair diminuindo ainda mais essa esse estímulo né a produção EA ao movimento na articulação e aqui então entre os
benefícios nós temos o alívio da do quadro álgico dança diminuição do quadro álgico da dor ela vai se dar justamente para alguns fatores Um dos fatores uma diminuição da compressão sobre algumas estruturas Então nós vamos diminuir essa essa compressão gerando menos dor e também uma geral - dor é por aumentar a produção de líquido e gerar um movimento mais harmonioso né Ah vai haver uma melhora da nutrição Então essa nutrição articular ela se dá pela produção do líquido sinovial então mais movimento mais produção de líquido melhor nutrição e para alongar um tecido conjuntivo então ligamentos
cápsula articular reposicionamento das superfícies articulares Então vai estimular esse posicionamento articular reverter a hipomobilidade que que é hipomobilidade uma redução do movimento é um nosso paciente por uma causa x entre nós falamos teve uma redução desse movimento da articulação e isso Acabou gerando uma alteração na sua função que ela sua função Nas suas nas suas atividades de vida diária na sua função dentro do seu trabalho dentro do seu lazer e nós vamos tentar fazer a reversão desse hipomobilidade então estimular esse movimento e estimula a cicatrização dos tecidos porque nós temos mais nutrientes né mas temos
não só através do líquido sinovial o movimento ativo também estimula a circulação periférica Então nós vamos ter uma melhora dos nutrientes naquele local e com isso estimular a melhora da cicatrização dos tecidos e também mudando o cara que gradativa os tecidos né quando você melhora Esse é essa mobilidade nós temos então um movimento ativo né de uma forma mais é uma forma progressiva e de uma forma mais natural então sem compensações sem grandes esforços E aí Oi e essa mobilização articular ela vai ser realizada de três formas principais Então como que o silencioso né como
é que nós vamos fazer essa mobilização articular a execução vai depender dessa avaliação que nos faremos nosso paciente da capacidade do nosso pacientes quer dizer esse meu paciente um paciente acamado um paciente de UTI é um paciente fez uma cirurgia é um paciente que tem redução de força aquilo que eu comentei qual é a causa da imobilidade ou da redução da mobilidade nesse caso nós vamos analisar existe a possibilidade do Movimento Ativo esquece do movimento voluntário que o paciente Execute o movimento sozinho não paciente tem muita dificuldade o paciente está no pós-operatório que não pode
realizar Movimento Ativo então é aí com essas informações é que nós vamos ver qual é a capacidade no nosso paciente realizar da forma ativa ativa assistida ou passivo estão sempre e para escolhermos a forma temos que ter uma boa avaliação do nosso paciente no caso ativo é um movimento voluntário o paciente executa o movimento sobre nosso orientação sobre orientação do fisioterapeuta nos Vamos demonstrar como esse movimento tem que ser realizado e o nosso paciente então vai realizar essa mobilização estão dentro dos movimentos osteocinemáticos Eu Vou estabelecer alguns exercícios de mobilização articular ativa e que o
meu paciente vai realizar sempre Sob orientação não fiz terapeuta sobre o cuidado do fisioterapeuta para não fazer movimentos compensatórios então nós vamos está é tô mostrando o nosso paciente repetindo e realizando os movimentos que nós vamos solicitar tão um exemplo uma mobilização de ombro posso solicitar que faz um movimento de flexão extensão e rotação medial rotação lateral abdução adução com diversos recursos que nós podemos utilizar as bolas as faixas elásticas alguns movimentos pendulares bastão Então vamos utilizar alguns recursos para realizar aí esses movimentos ativo-assistidos aqui o nosso paciente executa o movimento mas com auxílio do
fisioterapeuta Então nós vamos direcionar Mas vamos auxiliar na execução o nosso paciente ele pode conseguir executar até um ponto o movimento e aí teve dificuldades dá continuidade até o final onde nós o ou desce de coordenação onde nós vamos estimular esse movimento no seu alinhamento normal auxiliando nosso paciente Então nesse caso diferente do ativo que ele faz sozinho só demonstro ele vai se precisar da nossa ajuda mas ele também executa uma parte sozinho aí nós temos o passivo ou passivo ele é controlado 100% pelo fisioterapeuta então o fisioterapeuta vai executar o movimento no paciente então
quando o nosso paciente não tem a possibilidade de executar os movimentos sozinho é e nem um auxílio nós vamos entrar para fazer o movimento algumas cirurgias no pós-operatório imediato nos pacientes Não pode realizar Movimento Ativo e nem ativo-assistido porque pode estragar a cirurgia então o movimento é somente o passivo né Sem exercer sobrecarga sobre a musculatura em outros casos que ele não conseguem realizar é um paciente é acamado que não consegue realizar o movimento ativo não consegue controlar esse movimento nós vamos executar se fosse escolher entre os três qual seria o melhor para o meu
paciente logicamente que o movimento ativo Ele sempre vai ser melhor mas nem sempre possível nós podemos almejar chegar a esse movimento ativo é mas para isso em alguns pacientes nós vamos ter que passar por um movimento passivo ativo assistido para chegar no ativo é o nosso objetivo se o paciente consegue fazer ativo pode fazer nativo e tem indicação de ativos vai fazer ativos e os passivos quando nós temos que o justamente realizar por ele então uma coisa extremamente importante em todas as aulas vou comentar é que a avaliação do nosso paciente e ela é o
diferencial para identificação do problema e para prescrição da solução do problema então extremamente importante para definirmos de forma Vamos trabalhar com nosso paciente então é aqui que vocês vão escolher se vocês vão fazer ativo ativo-assistido ou passivo e e vamos falar agora sobre posicionamento terapêutica então na mobilização só concluído nós estamos trabalhando o movimento com diversos recursos né mas para que a gente utiliza esses esses recursos nós temos que também saber não só de mobilização como qualquer tratamento na fisioterapia Mas temos que aprender sobre posicionamento terapêutico como que foi Resumindo como é que nós vamos
colocar o nosso paciente durante o atendimento como nós vamos orientar o nosso paciente a ficar em casa como nós vamos orientar e porque vamos orientar a família do paciente sobre como colocar este paciente em casa é e quais são os objetivos por que que eu não posso deixar o paciente só na cama Mas será que isso gera algum tipo de influência sobre o estado de saúde geral do paciente daqui isso gera algum dano meu paciente Mas será que isso gera alguma complicação significado uma postura única com certeza Então tudo isso a gente pensar em posicionar
e orientar o familiar em relação ao posicionamento terapêutico é justamente nesse ponto que ele vai influenciar então o que que é esse posicionamento só algumas posturas ou posições que nós vamos colocar para tentar evitar alguns danos ao nosso paciente em alguns casos para tentar sanar algum problema ou estimular o nosso paciente estimular uma função uma atividade né É sempre dando enfoque ao bem-estar geral nos paciente então não ter várias posturas que nós vamos ter como objetivo então resumindo tentar sanar tentar evitar alguns o e tentar estimular nos passeios é tão desses objetivos principais e nós
temos manter o alinhamento corporal tão manter uma postura Então até que uma imagem do próprio slide tá mostrando nós utilizamos algumas almofadas algumas unhas alguns triângulos né para tentar posicionar da melhor forma por exemplo uma criança neurológica que não tem o controle de tronco para permanecer sentada mas puxando sabe por quê que interessante ao permaneci sentada justamente para ter uma visão melhor estimular a visão estimula a função estimular é essa percepção do ambiente uma criança na posição deitada Ela vai enxergar somente o teto Então esse posicionamento ele gera um estímulo diferenciado para alimentação desse paciente
Então temos diversos objetivos alinhamento postura estimula a contração da musculatura é para posicionamento para e para nos quatro estática para postura corporal para evitar algumas contraturas então pacientes que ficam por longos tempos um longo tempo numa mesma posição É principalmente Alguns alguns pacientes mais acamados que se mantém uma posição fixa eles acabam gerando contraturas musculares e essa contratura como nós comentamos anteriormente elas geram redução do movimento da articulação E com isso diminuir sua qualidade de vida é dificulta o cuidado de fico do processo de reabilitação fica muito mais difícil e nós conseguimos alguma função com
esse passinho corrigir alguns defeitos algumas alterações de né postura tão estimular alguns posicionamentos para estimular a postura correta aliviar a pressão sobre uma área do corpo para evitar justamente as isquemia sem algumas partes o que me disseram que as ulcerações é um paciente por exemplo acamado paciente UTI um paciente de leite não é mesmo se ele ficar com o tornozelo apoiado sempre no mesmo ponto isso vai gerar uma isquemia que acaba gerando uma alteração na região do quadril e isso é muito comum também então essa pressão ela vai girando uma isquemia e acaba então gerando
a morte do tecido né Essa morte do tecido vai fazer abertura que são as ulcerações então estimular a circulação nosso paciente de mim nessas áreas de compressão e pressão fazer os seus mobilizações e os posicionamentos né posicionamento nós vamos variar depois eu faço os posicionamentos variar a posição do nosso paciente proporcionar a estimulação motora cognitiva e sensorial ou motora movimento como eu falei do exemplo da imagem Onde eu consigo posicionar meu passe é uma melhor visão uma melhor percepção do ambiente em que está E até para própria processo né de reabilitação cognitivo que tem lá
no estímulo esse melhor só compreensão a interação dentro do ambiente de tratamento e dentro do ambiente familiares e a parte de sensações né então reflexo Sensações que vão ser estimulados facilita a circulação periférica então teremos alguns posicionamentos que vão favorecer a drenagem de edemas é tão shiloh ao retorno linfático então seremos estimulando esse processo de circulação e para promover a expansão pulmonar drenagem de secreção respiratória então teremos posicionamentos para se justamente evitar diversas alterações e até tentar sanar como eu falei algumas alterações de existência em algumas variáveis que vão influenciar a frequência do posicionamento quer
dizer o que que eu tenho que pensar para fazer orientação em relação ao posicionamento meu paciente o conforto do paciente essencial Inclusive durante o nosso tratamento quando nós temos estamos dentro do consultório da clínica nós temos alguns locais que a gente pode posicionar o nosso paciente formas Então não é um paciente que tem que ser de qual fisioterapeuta é o Fisio que tem que fazer com ar ao paciente então o que acontece nós temos que a de qual o paciente de uma forma que eles se sintam mais confortável possível o menor dor né então nós
vamos estimular um posicionamento ou é colocar nossos pacientes não posicionamentos deve se sente então mais confortável para isso nós vamos utilizar o tatame baixo a marca cadeira posicionamentos em decúbito lateral direito e esquerdo a central dorsal então aí vem essa variação de posições pela quantidade de movimento espontâneo que o paciente tem também vai ser um dos motivos da escolha de posicionamento terapêutica edema não falei então não é dema Essa é a para facilitar o retorno venoso nós vamos então posicionar né o paciente para que favor essa Inclusive durante a execução de algum movimento algum exercício
mas favor essa essa redução do edema o estado físico do paciente global e mental a compreensão deles sobre o que nós vamos é realizar né então a parte cognitiva do paciente a parte física se ele suporta ficar sem apoio ou necessita de uma apoio Então nós vamos analisar dentro do seu estado geral e outra um tempo impossível tempo para posicionamento podemos fazer uma variação de posicionamento terapêutico a cada duas horas três horas fazer uma variação dependendo de alguns momentos do dia nós vamos né estimular esse essa postura esse novo posicionamento Oi E para isso nós
podemos utilizar alguns auxiliares de posicionamento bom então os mais tradicionais os recursos elas vamos tirar algumas almofadas é rolos travesseiros mesmo né quando o paciente está em casa suporte para os pés para não lá né não deixar aquele pé caído talas unhas então nós temos a próprio lençol a gente faz enrolado para fazer um copo um posicionamento alguma dobradura então nós utilizamos diversos recursos para favorecer o posicionamento no paciente Então dependendo do que dependendo do Objetivo nós vamos utilizar alguns desses recursos ou alguns recursos como falei adaptados né e nas posições eu posso colocar o
paciente em ventral O que é postura avental é o paciente com ventre ao solo o ventre na marca esquece de barriga para baixo na postura dorsal que é com a barriga para cima então com o dorso apoiado na marca posicionamento lateral eu paciente vai estar deitado do lado Pode ser lateral-direito lateral-esquerdo ou levemente inclinado na lateral onde ele vai ser considerado um semilateral que não é o lateral completo ele fica na metade do caminho e você me lateral também direito esquerdo e uma posição específica aquela a postura de falo essa postura de fowler é uma
postura que paciente fica semi-sentado então ele ficou os joelhos levemente fletidos ele fica com o tronco numa semiflexão de 45 graus mais ou menos e ele tem uma indicação grande por paciente com dispneia tão paciente dispneia paciente em pós-operatório ele favorece então a respiração e ele alivia também a pressão sobre a cavidade torácica então o pulmão alma permite que o paciente tem uma expansibilidade maior do pulmão então isso favorece bastante essa relação da ventilação e perfusão pulmonar né é diminuindo shampoo monar E aí bom obrigada são as referências dessa aula bom obrigada acesse então ao
Ava para leitura complementar e faça os exercícios para melhor fixação e [Música] E aí