O Olá bem-vindos e bem-vindos a segunda aula do nosso curso de teoria estética de que eu agora durmo e hoje a gente começa a falar especificamente do texto principal nosso que é a teoria estética é será capa de uma das edições originais do texto com este livro O infelizmente não Foi completado pelo autor o Adorno infelizmente faleceu quando ainda estava para fazer os ajustes finais e E ele disse que em termos de conteúdo já estava tudo lá então a gente não perde muita coisa ao ler tal como ele está hoje e talvez ele fizesse algumas
correções de estilo retirasse algumas repetições que porventura for assim consideradas as políticas como excessivas fizesse alguns ajustes de rearranjo do material a ordem etc mas de qualquer forma nós temos uma versão já bem avançada no texto Então não tem muito problema E o texto contém um corpo principal dividido em 12 seções cada copo caracol com vários ensaios ensaios que a gente fala são seus parágrafos enormes três quatro páginas e que configure unidade temática específica e tem uma miscelânea de tópicos que não se ajustaram totalmente esta primeira parte agrupada sob o título de paralipomena o preâmbulo
formas preliminares e depois uma introdução preliminar ou texto tem um corpo Principal essas duas sessões viram com diversos assuntos e múltiplas formas de abordagem muitas vezes são repetitivas e algumas partes é o caso de a gente pensar o quanto é que ele poderia de alguma maneira reagrupar essas falas relativas a determinados temas em qualquer forma o corpo principal do texto contém uma abordagem bastante com custa da aborda diversas questões desdes os aspectos mais subjetivos até as questões formais de sociedade fazer uma Abordagem que mescla diversas correntes estéticas racistas EA epistemologia fenomenológica e ele diabo o
seguinte ao longo de todo o texto com duas estéticas adiante e à direita uma medida em que for necessário fazer alguma referência a ela tá no tocante a forma regra as estéticas eu vou poder falar alguma coisa mas com a gente aqui está fazendo o curso as introdutório a este livro eu vou fazer essas observações só mesma medida em que forem Necessárias e pontuar alguma coisa ou outra para poder continuar o fluxo da Leitura estudaremos alguns ensaios representativos de grandes grupos temáticos o da relação entre arte e sociedade linguagem de Sofrimento novo negatividade tobihime meses
e racionalidade expressão dissonância sujeito-objeto e expressão bloqueie transcendência interrompido caráter inigmar conteúdo de verdade o absoluto Sobre o conteúdo de verdade com as obras de arte forma e conteúdo caráter de linguagem e sujeito coletivo E aí e estes são temas de garotas e muito levando como contraponto aquilo que a gente falou com a primeira aula e quando nós enfatizamos a crítica de Adorno ao esclarecimento ao processo de racionalização acidental que combina na ideia de um mundo totalmente administrado racionalidade instrumental E o novo tópico que a gente não em abordou que é a indústria cultural Este
é um tema muito relevante dentro dessa filosofia da arte doador mas ela tem uma núcleo temático muito específico então eu vou evitar de abordar o procurador não faz algumas menções ao longo aí do texto e qualquer forma vai ser viável a gente escapar totalmente deste tema E aí e como dissemos na primeira aula a escrita de alunos é muito peculiar pois O argumento na maior parte do texto não sucede o outro como sua consequência parecendo ambos justapostos sem concatenação argumentativa esse estranho número quem tá lendo porque a gente normalmente a costumam a ler o ter
seguindo uma ordem expositiva em que uma fala completa a outra em uma estrutura subordinativa quando há duas orações coordenadas Normalmente eles estão conectadas por algum tipo de passagem argumentativa o caso de a dor não é Muito caso trata-se de uma escrita constellatory que temos constelação agrupando penas e conceitos em um mesmo plano textual ausência de divisão em parágrafos também causa certa estranheza como ocorre geral pois a leitura exige o fôlego Extra o labor da é é fazer essa divisão por conta própria marcando no texto a título indicativo não apenas no conteúdo Mas da forma a
saber uma teoria que seja a mesma estética em seu tecido Conceitual suas ressonâncias temáticas suas tensões internas seus ritornelos isso setores seus serviços suas dissonâncias e suas resoluções então um tópico bastante recorrente nos comentários deste texto é enfatizado quanto que Tito teoria estética a ponta não apenas como um estudo sobre um objeto que ele estético mas como se a própria teoria fosse sintetizada ou seja ela trouxesse para dentro desse em sua articulação conceitual algo da Minnie ou Algo do jogo das representações no plano em que acontece e não apenas como uma referência conceitual a um
objeto de estudo de reflexão a própria teoria ela se faz estética nessa articulação com o relatório então nós temos uma escrita que o próprio aluno falou sobre holderlin conhecendo para tática ele traz isso da polícia de ver dele em termos uma escrita que não seja subordinativa o tempo todo algumas vezes sim claro no Meio de uma frase existem relações de subordinação o que você tem uma relação ao conjunto de conclusiva por exemplo em que ele usa portanto assim Observe Você tem uma relação de subordinação Mas normalmente entre uma frase e outra a coordenação Eles estão
no mesmo plano de afirmação então muitas vezes a gente espera da frase que ela desemboca numa Conclusão o que ela desemboque numa adversativa qualquer outro tipo de conexão Mas interessantemente isso não Acontece que a gente então fica digamos assim achando que o tempo todo vem novas ideias que se sucedem sem que a gente tenha um vínculo oclusivo definitivo e é assim nesse aspecto da percepção de que se trata de um novo tem provas que é de algo quer dizer geral que é sempre feito refeito e de alguma maneira isso é próprio de algo da nossa
experiência estética ou seja sempre em Devir Como disse o frei Líder que é o teor romântico muito importante o que ele Disse que deve é característica própria da poesia Ou seja que ela não se fecha não seja conclusiva é necessário tem um tipo de atenção no tipo de abordagem com esse texto muito específico nos gêneros uma coisa que eu gosto de fazer eu fiz ao longo de todo o texto que é pegar um cada um sai com duas três quatro cinco seis a 17 páginas e dividindo o que seria uma paragrafação dentro desses ensaios a
divisões temáticas que poderiam nos fornecer uma Bobagem e de parágrafos E aí micro temas dentro do o ensaio podem ser localizados e por nós e isso é uma boa coisa porque isso envolve uma intervenção Nossa uma leitura atenta muitas vezes o texto de a dor nem sequer nos dá a dica por exemplo de a que se refere uma convenção como o que por exemplo é muito difícil a gente ter assim todos os que cês igualmente Claros aqueles se referem Qual pneu e a gente tem algum que diz respeito ao Artigo feminino a masculina neutro e
a frase anterior tem às vezes 2 neutros três masculinos e cinco femininos e ele usa o que que no caso aí né conjunto relativa lá o alemão servir que diz respeito ao femininas às vezes é estranha Ou ele se refere isso é muito paradigmático desses escritores que são e exigentes para seus leitores quer dizer eles exigem que a gente Leia com atenção de modo a água solicitar uma atenção Extra tem um verde e flutuando Emendo normalmente atento como nós já sempre fazendo a gente é solicitada a todo tempo interliga uma atenção específica para receber passagem
de tema para receber esse tipo de relação de referência dentro de cada prazer etc então pra ler esse texto tem tem um pouco de paciência e uma dedicação e boa vontade além daquele que a gente normalmente já tem contextos usuários que nós já estamos acostumados e eu comecei a o primeiro item aí Primeiro ensaio que a gente vai ver este da relação entre arte e sociedade e eu fiz a minha divisão que eu falei de parágrafos internos aí este grande ensaio ensaio grande tem seis paga E hoje nós vamos ficar só nele enquanto os outros
a gente vai andar mais rápido esse pouquinho já primeira aula é necessário eu ir com lavagem E aí não como uma lembro mais rápido então é o primeiro bim temático dentro dessa desse ensaio e fala obviamente da Relação entre a sociedade é de refração identidade estética este primeiro tópico fala de um tema tradicional da estética e é significativo parado autonomia estética autonomia da arte o argumento Central A se repetir neste ensaio lá na sua nele mais uma outros também é que as obras de arte tem uma vida em segunda potência apenas se refratam para as
terças a vida e segundo potência a pena tão somente se refratam quebra modificam a relação dos seres uma relação empírica E ao mesmo tempo Conserva o algo dessa mesma realidade e o conselho Central na argumentação é outra sublimação curso com cuja origem e seu emprego na Química mas principalmente na psicanálise em caso de Prado não existe uma sublimação Total ou se ela existisse fracassaria o que foi sublimado permanece mesmo retratado em outro pelo elemento Fundamental e que merecemos ser usado aqui como o primeiro top porque é um grama de toda a estética Doador não só
o público mas toda a filosofia da arte de por quê e apesar de hoje em dia nós já estamos acostumar a falar que não é totalmente conectada à vida nós queríamos falar da como vinculado aos nossos modos de relação com a realidade que acha não deve ser algo totalmente desconectado da nossa realidade sua coluna devido entendo de histórico editor especial etc adorro nessa época já 79 falava aqui a Arte precisa se desconectar na realidade Para que ela seja o que ela é separação é necessária para que a arte diga algo sobre o ideal diferente do
que seja a própria realidade não consegui refração demonstrar isso mas pede quebra nós sabemos que a recreação na física significa o hard luz que incide no outro mês ele quebra a sua direção Então essa reparação significa a mutação significados das coisas que na realidade empírica e migram para dentro para o interior para o plano próprio da Arte pela arte de gora e a outra forma de vida que não essa da realidade empírica por isso ele fala na vida em segunda potência uma vida própria específica que somente existe como tal pelo fato de que sublima o
que é vigorante na realidade empírica como tendo a sua vida historicamente condicionada sublimação nós sabemos foi usado em São conceito usado Originalmente da quinta para falar da passagem direta de um meio sólido para o Gasoso em que a gente tem e não só uma passagem tu sólido para o líquido no caso da fusão da água e depois do Estado de líquido para o gasoso é preparação nós temos a passagem direta com o degelo para vapor imediatamente o meu caso adaptar linda nós estaremos subindo porque ela passa direto do estado sólido para o gasoso estão Note
que esse conceito aponta para uma metamorfose essencial o caso da psicanálise para sublimação significa o Fato de quem uma opção sexual que Originalmente se dirige à satisfação sexual passa a se satisfazer com objetos culturalmente elevados não mais vinculados diretamente a essa satisfação com o objeto de ouro explicitamente sexual então o trabalho intelectual a religião à ciência por um pedidos a praia de como exemplos dessas sublimação essa passagem radical de um plano outro então no caso do Adorno a sublimação não é só do âmbito sexual por Causa da psicanálise em diz que tudo da realidade empírica
é sublimado ao passar para a obra de ar que então insere articula um complexo energético representacional em que todos os particular ganha uma vida própria ao se inserir em uma totalidade que confere a eles um sentido específico Oi e o elemento fundamental aqui é o fatos que não existe uma sublimação Total A sublimação necessariamente corpo ferro no caso da estética conserva Aquilo que foi sublimado a sublimação EA refração não significam altura total um significa um deixar para trás tudo aquilo que houve a de significação de sentido empírico social já estabelecido pela obra de arte nunca
consegue uma aceleração Total se ela conseguisse ela iria anular a sua diferença perante a realidade empírica é só uma conceituação difícil mas a gente precisa acompanhar se a gente entender o pensamento de Adorno a sua especificidade essa força Aliás que é isso se a obra de arte fosse 100% sobre nada se ela fosse sem por cento refratada quebrada Comprida em relação à realidade curiosamente ela ia deixar de ser diferente em relação à realidade física e ela iria se tornar uma coisa como outra qualquer ela ele se transformar em mais uma das coisas que não têm
atividade então é muita diferença da arte em relação a tudo mais que existe na realidade seres humanos formas Culturais objetos só essa diferença da artista fundado o fato de que ela não tem um diálogo com aquilo que ela subindo e essa e esse diálogo é essa inter-relação da arte de marca autoria própria E aí e eu fiz a ser divisão interna aqui só para facilitar a relação a identidade estética o veículo aqui já demonstra eles conhece aponta para essa primeiro slide o segundo dele dessa temática essa Sublimação implica a Constituição de uma identidade estética diferente
da que impera na realidade empírica nesta todas as coisas são identificadas pelos conceitos de forma exógena de fora para dentro e assim violento n vela e portanto abstrair das particularidades e diferenças e contradições obra de arte Diferentemente é Idêntica a si mesma ou seja não tem seu sentido absorvido por conceitos prévios à novelas Funda seu próprio conceito em termos kantianos Cada uma é um exemplo de uma regra Universal impossível de ser conceituada e comunicado é isso não consigo difícil aqui para teoria estética que adoram vai dizer o seguinte todas as coisas da realidade empírica incluindo
Nós seres humanos gente mas é a obter uma identidade por algo que lhe é exterior o conceito sentido a linguagem toda a Trama que nós temos em termos de pensamento abstrato é usada Para identificar a coisa a partir do modo como Nós pensamos percebemos assinamos todas essas coisas objetos conhecimento identidade de toda a realidade é dado por algo que não é a própria coisa ela identificada a medida em que a gente toma todas as suas categorias se as suas características e etc unifica a partir de uma rede categorial eu que Adorno chama de pensamento classificatório
a gente pega espécies gêneros âmbitos maiores menor Espaço relações abstratas entre as cores entre conjunto de coisas etc e chega a conceituações estabelecidas demarcadas segundo a nossa gramática segundo as formas linguísticas que nós usamos em cada caso pois bem a obra de arte diferente de o quê é uma pintura é identificável a partir do conceito pintura a partir do conceito quadro coisa objeto artístico artefatos a vários conceitos prévios que demarcam o objeto tem dura como sendo isso aí a Pintura uma coisa objeto certo um quadro tudo mais pesado só que aquilo que é interno a
coisa como você já tô dimensão artística propriamente dita a sua configuração estática e não obedece a esses conceitos como aquilo que alcança identidade a partir deles o que aqui esférico dentro deste objeto ou seja a sua articulação das Linhas das cores dos objetos representados das cores da superfície da rugosidade da pele Pequim eu tive que Caracteriza propriamente o ambiente estético artístico somente da ter uma identidade garantido ou pelo menos almejada em estúdio da articulação interna desses elementos Então o que acontece é plástico cada obra ou menos já se criar um conceito que vale só para
ela o Kant havia dormido algo parecido quando ele disse que cada coisa dela é única e essa sua unicidade parece traduzir na ideia de que é como se cada uma possui um exemplo de uma regra É universal porque entretanto só vale para essa própria coisa de modo que não há uma possibilidade de a gente aplicar essa regra ninguém só para outras coisas estão cada obra parece constituir um conceito que seria Universal este o paradoxo próprio da obra de arte pelo disso identidade como esta identidade vai ser dada pela conexão pensa pouco resolvido a mal resolvida
entre os elementos particulares e essa percepção Universal esse proxel do conceito único Para própria coisa logo as obras de artes e Riam segundo essa leitura de adoro as outras coisas que tenha identidade consigo mesmas porque elas não são identificadas por algo alheio a ela ela na sua singularidade na sua multiplicidade c* o que diz a constituição de um conselho que as identificas em seu próprio interior por isso que elas são idênticas a ela conheça o passo que um copo uma mesa computador materno carro etc são Identificados por algo externo à própria coisa bom Então essa
é você de refração de Marco espaço da identidade estética Municipal refratar em relação arrendado ao quebrar a relação à realidade a obra de arte consegue esse tipo de identidade sugenes próprio E aí muito intensamente a dor vai ser um igual elogio a em e um dos elementos desse dessa atitude de elogio é essa aí hein que somente a obra de arte consegue ou pelo menos almejo Impossibilidade de TS identidade em relação a si mesmo e três em função disso a obra de arte resgata a dignidade do que é não identificando as coisas o que escapa
a Amália conceitual linguística simbólica tornam expressivo com uma realidade de direito próprio retirando da condição de algo Marginal insignificante e racional a lei o plano cognitivo em sentido estrito é o nome dele como conceito importante a Dor ele havia tratado desse conceito no livro anterior que é dialética negativa Esse é um conceito difícil de equacionar é sujeito a múltiplas interpretações a divergência de leituras em relação a Lilica que significa algumas pessoas falam que não idêntico é vinculado a coisa em si de Kant Ou seja aquele que estava totalmente a conhecimento outros falam que o ambiente
quer dimensão é de multiplicidade radical das coisas é difícil de entender mas de qualquer Forma para para os nossos propósitos a gente pode interpretar o nome idêntico ou no quarto como aquilo que nas coisas não é captado pelo conceito não é inteligível a completamente preconceito ou não Ou não é satisfatória a vinculação conceitual com a própria coisa em termos de suas dissonâncias contradições etc Ah e tudo essa malha conceitual deixe escapar aquilo que na realidade é tenso é contraditório diz respeito ao Sofrimento diz respeito à dimensão Vital propriamente dita E aí o que a obra
de arte faz nesse processo de ganhar uma nova vida em segunda potência é da roça a isso que escapa totalmente a malha conceitual de modo a tornar expressivo aquilo que no âmbito da nossa vida cotidiana é apenas Marginal é apenas periférico é uma espécie de elemento residual na nossa relação com a realidade do a tudo aquilo que não se presta a essa unificação conceitual no O hábito da realidade empírica é trazido o nome da obra de arte aprendida própria voz própria expressividade pela potência e então a que resgata e se não idêntico das coisas pelo
fato de colocar em jogo em sua totalidade essa vibração de significados e sentidos e consonâncias dissonances que normalmente se perdem na nossa relação com a realidade usual entre cultura dizer que a nossa realidade a nossa percepção da realidade é sempre interessada dirigida Condicionada já habituado a uma inércia de concepção de mim que faz com que a realidade já seja sempre esquadrinhada segundo modelo específico tipos muito bem estabelecido muito bem articulados dentro de uma loja social coletiva historicamente sedimentada isso faz com que ir nós sejamos sempre a nossa percepção de valor a nossa oportunidade a nossa
percepção a nossa sensibilidade sentimentos as nossas emoções existe um oceano de Significações a cada segundo da nossa percepção Consciente e inconsciente de vigia e do som que fica fora daquilo que nós podemos perceber como as cores a suficiente vivacidade muita coisa é colocada na lata de lixo de nossa percepção e não é trazido a uma consciência de seu significado por gente próprio tecido no caso a arte Ela traz para o âmbito consciente traz para o apê da nossa percepção vivenciada como tão esses restos esse tudo aquilo que é Deixado de lado a nossa percepção sensível
E aí o segundo enfim temático desse sábio a vida das obras de arte as obras de arte não apenas representam ou figura uma forma de vida diferentes da equipe pois elas mesmas possuem uma dinâmica Vital própria elas não existem de forma aluno que ele definitiva pois seu ser próprio depende do modo como são recebidas interpretadas concebidas avaliadas ao Longo da história todas elas possuem núcleo temporal sendo processuais o fato de serem adeptos refere-se menos ou seu ser criado provavelmente a referência que árvore e mais a sua constituição própria sua dinâmica de significados que se sucedem
ao longo do tempo e é sobre de arte Elas têm uma vida própria específica do começo do texto ele fala que a obra já sublima essa percepção dos essa e conservar de Ao que se conservam por si mesmo de modo agora Subir nada se a gente segunda potência uma vida própria ao longo do texto alguma conversa falando diversos aspectos dessa vida em segunda potência é difícil ser logo no início com poucas indicações com poucos elementos entender de forma Cabal que significam essas vidas em segundo tem as relações a sublimação é necessário caminhar um pouco mais
um texto para ele ficando mais claro mas a ideia da dona que ia falar o seguinte Olha a obra de arte tem Uma vida própria e ela não é algo estabelecido de último definir de forma definitiva para todo sempre o que é digamos uma cantata de bar é aquilo que foi feito em 1737 não é a mesma coisa que tal Como ela foi ouvida recebida em 1800 também não 1900 também não hoje em 2020 obra de arte o processo entre a coisa objetos só a Quadro é o livro e aqui que nós lemos o brecha
a obra de arte processo em outro item do Texto que é importante também e se der tempo eu passo até incluir na nosso comentário se chama interpretação comentário crítica ele vai dizer que a obra de arte não é meia coisa e nem a nossa interpretação da coisa e sim o processo entre essas duas coisas e em virtude disso a obra de arte do núcleo temporal porque ao longo do tempo essa correlação entre Nossa leitura nossa assim seres humanos em geral e a obra essa com relação vai mudando ao Longo do tempo por isso que ele
fala que estratos temáticos surgem e desaparecem as obras de arte podem morrer quer dizer elas podem não mais representar ao que seja significativo ao mesmo tempo em que elas podem ser resgatados podem ser retomadas e portanto elas ganham novos significados ganha uma nova vida e por isso que a obra de arte não é minha coisa tal como ela é estocada percebida como o quadro mas também não é o conjunto de nossos verduras dessa coisa É este meio do caminho que é processual e para quem tem uma maior dentro dessa vez ensaio que é linguagem comunicação
e Vida no primeiro slide aqui talvez influenciado por Kant a dupla circula antigamente Arte e Vida mas o faz a partir dos conceitos de linguagem expressão e comunicação as obras vivo pelo modo com que os particulares nela comê-lo pênis falamos conhecidos em vosso próprio fala como se quisessem dizer algo ou si mesmos exprimindo sua Particularidade cada um dele com única ao outro este seu ser próprio ao mesmo tempo em que adquirem essa eloquência por sua vinculação a totalidade da obra esta totalidade por sua vez alcance sua inocência em virtude de sua recusa de comunicação com
a realidade somente por seu nudismo a acetona realmente conhecia o outro ponto importante aqui da filosofia de Adorno e particularmente empregada aqui em a e aqui antes tem a ver com Expressividade e o que é expressivo na obra de arte tem a ver com seu ser vivo com fato de viver no vários momentos aqui desse texto ele vai falar do quanto que é obra de arte pessoa o ser vivo isso Kant já havia falar quando ele escreve um texto crítica da faculdade de julgar e a primeira parte é sobre ideia é que a e a
segunda parte é sobre a vida em algo que irmana esses dois planos que é o fato de ambos dizem respeito a uma finalidade Imanente alto teria uma finalidade que não é externa a própria configuração seja de objeto artístico convênio seja de um organismo organismo entendimento em uma finalidade imanente a ele pelo fato de que é ele tem uma lógica própria Constituição de suas funções de seus órgãos etc da mesma maneira a obra a personalidade Marins uns orquestração dos seus elementos materiais e não se submergindo a uma finalidade externa é aquele que Kant havia falado como
uma Finalidade sem fim não quis tração finalística de todos os elementos internos de uma coisa dela seja objecto da natureza como uma rosa uma orgânico e seja objecto artístico partículas finalisticamente sem serviram que interno como é o caso de uma casa na igreja uma mesa e etc e aqui o Adorno vai falar dessa dimensão e finalidade intrínseca do objecto a lan vai falar disso a partir do conceito de comunicação de eloquência de linguagem Ele vai dizer muito que caracteriza propriamente a vida é o fato de que o ser vivo que a falar que assim exprimir
quer dizer de sua condição só O que quer dizer de suas contribuições numa vida sem oposição construtiva entre demorar ser devorado ocuparão o mesmo espaço de modo que tudo que tem vida existe em inclusão de inúmeras formas de contradição seja interna do seu organismo porque nós sabemos que todo organismo é composto de uma miríade de Elementos mesmo que seja unicelular e tem diversos organelas citoplasmáticas que fazem com que a vida seja um aglomerado de outros elementos intenção constante o a vida é o acúmulo de tensão devido ao fato que os diversos componentes que animam esse
ser no tão reciprocamente para ocupar seus espaços para consumir energia em relação aos outros atletas dão a vida significa questionamento constante de elementos contraditórios que lutam pouco ocupar um Mês e olha isso vai para as também início aspecto Ok diferente da do organismo que tem uma concretude específica da sua articulação interna obra de arte a metragem ela tem outro plano de significa atividade que ele faz com que ela tem uma vida própria específica E no caso da vida o sentido literal de organismos os seres vivos é esses são mudos em relação aquilo que os acomete
internos de sua compreensão em sua Dinâmica de vida própria o modo menos sobrevivem insiste em viver subsistem ou morre o que as obras de arte Diferentemente ela quer dar eloquência aquele que na vida permanece mudo ou permanece com suficientemente eloquente em sua dimensão Vital em sentido estrito a obra de arte é uma vida em outro plano em que a multiplicidade não é a e na materialidade desses conflitos porque a obra de arte a mesma imagem Então ela tem uma de potenciação em Relação à Vida que faz com que ela tenha na verdade uma segunda potência
quer dizer em outro plano que o que é vital nela é o padre que ela é capaz de exprimir essas tensões contraditórias que animam a relação entre os particulares e por isso eles se tornam europeia eles são trazidos à tona em termos de sua vivacidade de experiência das suas formas de articulação é tanto internas entre si quando deles para com a totalidade então nós temos uma Expressividade do particular cultural e em sua relação com a totalidade esse uma conceituação difícil de acompanhar um grande medida mas o princípio geral não é difícil de articular que é
o que os elementos particulares na obra de arte ganhou uma vivacidade específica em suas diferenças contradições dissonances pelo modo com que se inserem numa totalidade constituída de tal maneira que a sua unidade é extraída dessa mesma multiplicidade sua maneira a retornar Para essa multiplicidade um sentido próprio novo diferente daquilo que houve existia na realidade empírica então nós temos uma relação propriamente dialética no sentido técnico do tempo entre os particulares EA totalidade um não vive sem o outro é faz com que ambos sejam reciprocamente dependentes e o que é próprio da obra de arte que a
totalidade não é imposta aos particulares ela é né e essa é uma outra forma de dizer que a gente havia falado antes que a obra de Arte é Idêntica à ela mesma ele fábrica sua totalidade é médico particular eles do aves confere a suficiente inteligibilidade compreensibilidade diferente daqui que acontece os particulares na realidade empírica Ah e não essa última frase aqui é toca num ponto importante para dor em todo matemática da teoria estética que é a obra de arte só a expressiva porque ela tem mutismo que ela é muda um certo sentir ela falta de
comunicação é que Faz com que ou é falta no sentido de falha não completude é a parcialidade da comunicação é que faz com que ela seja expressiva é pelo fato de recusar comunicar uma intenção específica o conteúdo previamente estabelecido segundo uma consciência que você tem é que a obra de arte pode alcançar mais perecividade a expressividade é necessariamente algo difuso que não cabe nessa um direcionamento conceitual prévio um medicamento estruturado e Simbolicamente legível é na realidade empírica ao contrário em natureza por assim dizer uma ordem caótica que é um conceito bastante paradoxal contraditório é mas
é fácil de entender esse conceito Oi tudo sim com uma unidade que violenta as particularidades encontro nada Aparece unificar ao redor de incentivo de estimação ou razão ser em outras palavras trata-se de uma ordem que não Celestino por seus próprios meios não Strass sua razão de ser da aquilo sobre o qual ela é exercida eu adolo não chega dizer ordem caótica pelo menos não me lembro o dia que ter usado essa expressão eu tô entregando aqui para pontuar essa ideia desse texto essa parte do texto que me parece significativa em relação ao que está sendo
falado porque na realidade porque nós temos uma ordem caótica porque é uma ordem imposta sobre as coisas estão maneira que entre elas não Existe uma articulação viva que eles confiram o sentido em sentido enfático o sentido é segundo uma ordem harmônica é trata-se de uma ordem unitária que não deixa espaço para que as particularidades se explicam como tal em suas diferenças e singularidades E essas diferenças e essas são realidades possam constituir por elas mesmo uma unificação que não seja essa já a prévia em seguida pelos conselhos então pensamento classificatório conceitual a Racionalidade instrumental o número
a lógica formal enfim todos os âmbitos linguísticos matemáticos lógicos e de articulação simbólica da nossa realidade tudo isso por mais detalhado o mais vivo que seja na nossa relação usual Cumbica social-histórico a realidade impõe uma ordem exógena em relação aos objetos e paz com que esta ordem é não é essa hora impede que os objetos têm uma conexão seja harmônica e aí ele ideia do aluno é que quanto mais intera uma ordem - Harmonia a a ordem ela o me fica sem deixar espaço para o que surja uma harmonização que seja perpassado pelo complexo enriquecedor
das Diferenças não e esse modalidades por ser uma ordem que é um caos é uma ordem imposta e que abafa as diferenças que portanto elas ficam sem essa unificação de sentido entre as uma ordem são discutidos na ordem absurda uma ordem que não tem essa vida cidade de sentido que seria próprio de Nós seres humanos é uma ordem Desumano isso pode ser muito comparado aquilo que o Freud falava do recalque táxi de o caso do recalque um tipo de abafamento de soterramento de representações que fazem com que implan aparente da vida da consciência da vida
desperta tudo esteja bem mas no oceano de conteúdos inconscientes reinam o absurdo carros acontecer com tradições e formas que vão se focarmos sintomas neuróticos na Alucinação nas psicoses neuroses e etc de modo que aí no caso Existe uma e conceitual é conscientemente estabelecida sobre Luciano de coisas que são cá logicamente situadas em que a gente do ponto de vista consciente em relação direta consciente princípio com este oceano de representações caóticas competitivas neuróticas e psicóticas uma série de outras coisas a forma e conteúdo conteúdo aqui em Heart umas veremos mais à frente existe uma outra palavra
para conteúdo que aqui Raio e uma própria gente vai falar da diferença entre esses dois conceitos aí é mas por enquanto todas as relações são só de artes mesmo e esse conteúdo e seguir hard designa tudo aquilo que é pra step social-histórico linguisticamente já estruturado de 15 conteúdo sócio um bico historicamente já pré-existente a obra de arte então articulação formal das obras é o que estabelece o plano de refração perante a realidade empírica não toque e até de Refração volta e a ideia de ir é articulação por Mauá que vai retratar a relação da obra
com a realidade ou vai retratar o significado dos das coisas da realidade pré hein eu espero que fica ao adentrarem na obra cada uma delas cabelo gasóleo institui como tal em virtude dessa unidade alcançada pelos particulares em cada uma ao contrário de técnicas jornalísticas como a de Kant EA de Roger Fryer e insistem em um valor quase absoluto Destes componentes formais a estética de Adorno diz que eles esses componentes formais são frutos da sedimentação Histórica de conteúdos socialmente vírus exemplo da música é de dar mesmo sendo uma arte não figurativa com o jogo de de
impressões sonora ela deriva sua lógica com Positiva em grande parte dos rituais de culto de dança que passam por um processo de depuração formal ao longo de séculos até chegarem as suas configurações puramente musicais a Pintura abstrata pode ser compreendida a partir de um raciocínio análogo a experiência da pura visualidade geométrica ou gestual o livro de uma longa tradição da pintura figurativa em diálogo intenso com a natureza as obras de arte são desde Campo qualificadas muito pelo fato de que são conjunto articulado de elementos formais onde havia dito que o que interessa que é valorizado
pela presente no objeto estético artístico Belo é a Sua fórmula EA sua articulação formal seus elementos que compõem essa totalidade do quadro como centro desenho a composição ritmo na música de modo que a cor na pintura por exemplo ou timbre dos instrumentos musicais propriamente dito não contribuiria para a forma e os objetos comer Fryer insistir bastante no fato que que conta de valor prova de arte não pode ela representaram uma pessoa é coisa da realidade um Palácio e sim o Fato de que existem relações de claro-escuro uma linha ascendente uma linha descendente ou seja importa
para esse as duas estéticas a articulação propriamente dos elementos e não aquilo que é articulado Ou seja a cor timbre as relações cênicas aquilo que é representado Em que ano de uma realidade histórica como Castelo a casa parte sapato no caso do Armênia cálculo ele comentou na origem da obra de arte e o calor não vai dizer o seguinte a obra de Arte por mais que possa ser formalista puramente constituído por essa articulação de elementos que não tem referência a idade como por exemplo a música sem texto a música sem texto pode dar uns beijo
aí essas leituras da obra de arte com um puro jogo se satisfaz a si mesmo ele vai dizer mesmo uma a o significado de qualquer tipo de referência representacional figurativa da realidade é um sedimento de experiências coletivas a música Dizer-lhe e hoje essa decoração formal que nós percebemos nela mas ela surgir de relações culturais de danças de relações que não são apenas da ordem esse conjunto de sons articulados em si mesmos segundo uma loja que aparentemente é algo satisfatório ela é um resultado de um processo de depuração formal vai ficar regra para dentro desse toda
essa significatividade então as danças e os rituais públicos de alguma Maneira ainda permanece na obra de ar musical puramente constituída como articulação abstrata de sons o que a gente ouvido contestação na música como este pulso A e B dor daquilo que um dia a obra de arte Oi como ao Obra de Arte Musical foi como aquilo que acompanhada toda a ritualística só invocação dos Deuses com os tambores o que pude é a alegria que desperta a flauta que restou a Silvinho de quem Alegre vai assobiando uma Melodia pela rua tudo isso demonstra que aquele que
hoje é uma articulação meramente formal segundo determinado a leitura na verdade acaba demonstrando é uma vinculação de uma herança de algo que foi conteúdo socialmente libido comum relação de culto com um deles a cultura e continuidade entre arte e sociedade a separação EA proximidade entre arte e ele dali brilho ocorre de forma polêmica sempre situada nos contextos de cada obra em alguns Momentos pesa mais a desse continuidade crítica à cultura e outras o prolongamento do conteúdo social em cada caso é necessário perceber tantos salto qualitativo para especificamente estético quanto à herança e dívida para pode
dimensão histórica definida Ártica na posição de uma esfera autônoma exclusivo ou pela circulação com extratos de experiências individuais e coletivos Descubra o que constitui a arte ou um produto único do espelho a Saber como posicionamento crítico de sua identidade perante autoridade social Então o que um de marca própria mente a autonomia da obra de arte é aquele é polêmica é melhor estabelecida de uma vez por todas cada obra de arte segundo o segundo sua qualidade estética se tudo os meios e os materiais de que elas eram procura se colocar perante a realidade algumas vezes a
gente tem como por exemplo tem por exemplo uma obra que não de Mondrian da sua fase final e o que Você tem linha pretas dividindo espaços Trancos e de cores que mais uma absoluta relação e distanciamento em relação à realidade em outros momentos nós temos uma vinculação crítica específica própria como é o caso da pop há entre nós temos uma apropriação crítica de da cultura de massa como elementos internos a as próprias obras em todos os casos o que está em jogo é o fato de que é necessário perceber quanto a obra de arte é
se descola em relação à realidade Empírica e passa a constituir uma linguagem própria e precisa ser decodificada segundo essa linguagem própria e ao mesmo tempo quanto era que ela ter ido o anteriores que fazem com que ela ganha um sentido específico nessa sua esse salto para uma nova realidade então a ideia de que se trata de uma forma pública de relação com a realidade é importante aqui pelo fato que o tempo todo as obras de arte tem que digamos Assim gravar o seu espaço próprio tem que de marcar o seu espaço e isso é feito
com mais e menos aproximação com os conteúdos de modo que cada obra de arte precisa se o garoto espaço próprio segundo o modo com que ela intervir na realidade no sentido de se apropria de determinados alimentos a realizar e os ressituando em outro plano de significação então refração que logo falar em relação à realidade estabelecida pelas obras de arte não é o Conselho que se estabelece uma definitivo cada um de arte de fazer sua própria relação segundo seus meios segunda dinâmica localizar o histórico pela demanda que é feita em que um dos problemas que são
colocados para cada artista no seu fazer um determinado momento artistas são elevadas levados a propor uma linguagem absolutamente depurado e outros momentos ela e eles são levados a um diálogo com formas específicas de líder modo com que Nós vivemos especificamente a nossa realidade é histórica a força e relação produtiva estética em graus e formas variadas cada obra de arte fica exercia o domínio sobre a natureza é necessário modelar a argila cinza dar o mármore mesclado e separar as tintas cores harmonizar e tencionar os sons particulares fazer Ressoar as palavras é estranho porém que Adorno diga
que a força produtiva estética é igual a do trabalho mude e tem esse a Mesma teleológica essa igualdade somente parece fazer sentido no plano puramente material o lidar com a natureza em seu sentido mais imediato ocorre que sendo qualificada como estética esta força produtiva já deveria ser pensado a partir do que se quer com Tais materiais para além da mera exposição empírica da matéria a ideia fica mais estranho pela falta de Adorno ter imprimido a própria tecnologia ao igualar a força produtiva a antiga estou aqui adoro vai enfatizar Algo que outros filósofos já haviam falado
com meu caso de raiva queria ter o próprio Kant já havia falado que toda Bela Arte tem uma dimensão mecânica precisa lidar com a matéria precisa se alguém com fatos que toda obra de arte tem uma matéria a ser transformada E aí a palavra esclarecimento processo de racionalização Ocidental um conceito que aparece muito é o domínio da natureza a dominação da natureza um conceito Perpassa mundo da dialética do esclarecimento e aluna dizer aqui também precisa de uma dominação da natureza precisa dominar a natureza tô quem faz música quem dança qem faz pintura sabe perfeitamente que
precisa se a ver com fato que no caso da da dançarina do Dançarino o corpo tem peso os músculos aguentam determinada movimentação ou não aguenta uma outra movimentação o peso impede um determinado salto quer dizer existe matéria existe a natureza EA sua Natureza Com certeza que precisa ser dominada até meninas ótimo Talvez ele menos com a natureza aqui em casa poesia aí não existe a dimensão material hoje O que é a Patos que nós lidamos com palavras sejam elas representadas graficamente sejam elas representadas no plano da sala porque a forma existir no dimensão material de
natureza que precisa ser terminar agora aqui é estranho e eu fiz questão de enfatizar o Quanto que essa expressão a força produtiva estética é igual ao do trabalho boot inicia a mesma tecnologia porque essa igualdade só faz sentido se a gente pensar na minha relação é útil onde nós nos apropriarmos de um determinado material no caso de uma escultura ou pintura da mesma forma que nós pagamos para fazer um objeto útil ou para fazer uma alguma outra coisa que não seja propriamente a e igual da mesma maneira que isso poderia igualar a uma Obra de
arte hora esse tipo de equalização não faz muitos e é o que o que conta como força de produtos vez teste quer já qualificada como estética significa que não tenha mesma terminologia ou seja finalidade com a finalidade do domínio da natureza na arte não é de produzir algo que tem um sentido pelo modo com que vai servir a uma determinada finalidade a um determinado propósito Então essa expressão do adulo aqui me causou Estranheza e eu quis pontuar para poder de marcar a arte estabelecimento e ao mesmo tempo fato social transcendente EA imanente ao ver ela
significa uma neutralização na secularização do que outrora foi experimentado pelos seres humanos como forças anímicas tanto Sobrenaturais quanto mescladas a natureza ao contrário porém os rituais Mágicos que proporcionavam esta vivência bico de forma positiva literal a se mostra Produto do estabelecimento ou não simular esta presença corpórea concreto do estremecimento mítico diante da presença do radicalmente outro aqui e agora e essa parte do texto ela pode ficar muito confusa estranha e inteligível se a gente não entra como uma consideração filosófica de adulto mobilizada por ele na na dialética do esclarecimento Porque lá ele fala que a
concepção de mundo nasceu de forma dialética quando uma Sociedade primitiva uma árvore é visto ao mesmo tempo como uma coisa árvore e com emanação de uma força Sobrenatural é um dos conceitos usados por diversas civilizações para demarcar isso que é o sobrenatural ou mana mana seria o espírito que move não é propriamente em deles é uma força cósmica que emana nas coisas pontualmente percebidas como tema uma postecipa como o jejum tigre a força de trovão o impacto de um raio aposta para seladora de mar A avalanche etc e o corpo o que que significa propriamente
essa experiência anímica com a Natureza é de perceber que a natureza é ela e não é ela ao mesmo tempo essa é uma vez pedir duplicidade coisa natural e ao mesmo tempo Sobrenatural ela incorpora uma uma força que não é ela e isso é que é propriamente estremecimento médico que as coisas sejam tão tá somáticas estão fazendo harmônicas que ela sejam elas não sejam mesmo tempo e isso foi era Percebida de forma literal na realidade todos seres humanos hora arte faz uma secularização das experiências na neutralização das experiência esta ambiguidade da presença do radicalmente outro
na tive que é aqui agora singular específico então muito da experiência religiosa consiste nisso de perceber o quanto que aqui agora e faz em oculto nos corpo do outro etc alguma coisa que não é essa coisa corpo não é esse espaço etc estando uma hóstia No ritual religioso Enfim uma imagem sagrada se vive isso ainda essa experiência primitiva a carga que é o que o fato que a coisa singular mas não é ela ao mesmo tempo e o que que faz a ela neutraliza o que é e a obra de arte é ao mesmo tempo
esse conjunto de sons mas não é um conjunto de só a arte tem um significado do que transcende substancialmente a sua singularidade mas de forma centralizada porque ele dizem no final desse trecho que ela não simula A positividade das experiências mais que a Mística mítico-religiosa ela não é ela não simula para dou uma magia essa relação com a transcendência e daqui agora é pura e simplesmente tira a falsidade mas a obra EA obra de arte não simula isso ela circulares ela neutraliza esse impacto do religioso e passa a erigir como elemento de sua própria linguagem
de sua identidade essa relação ambígua mente misticamente cam tal como era bebido no símbolo religioso Obra de arte não é o símbolo religioso porque ela não simula este impacto da ambiguidade estremecedora dinheiro a força Universal que se em cápsulas e se manifesta na singularidade aqui agora por isso a obra de arte é dita como fazer um parte do esclarecimento é uma forma de racionalização é uma forma de racionalização sugenes muito próprio porque ela é não simplesmente Mega de forma radical essa dimensão mágica Mística então com meu Caso da ciência que quer negar toda e qualquer
relação de alteridade na particularidade O que é uma coisa é uma coisa não ama outra passagem dela para uma planta significa de idade o Buzz que a arte conserva atenuada neutralizada essa experiência estremecedora da presença do Universal no particular o reflexo estético das contradições sociais e são tema clássico espesso e vai se repetir a ideia da forma como conteúdo histórico social sedimentado Agora é requerido de modo mais específico pois essa sedimentação se dá como resposta da arte há uma interação social os antagonismos não resolvidos da realidade Retornam nas obras de arte como problemas eminentes de
sua porta isso pode ser compreendido de várias maneiras e a novela é que a relação entre cada elemento particular da obra e sua totalidade é uma reconfiguração do vínculo entre indivíduo e sociedade exprimindo ao mesmo tempo desejo de Liberdade estado de pressão a consciência relativas a este estado de coisas a impotência do indivíduo a força de sua reflexão etc e não que tudo isso esteja sempre igualmente Expresso em uma determinada obra mas cada uma delas atender as ter importância papel explicado estético pelo modo com que se move em meio a tais questionamentos estão cada obra
em seguida a gente vai vir exemplo mas em cada obra está em jogo uma articulação Formal escrita rigorosa que que tem como problema intrínseco de dessa sua articulação formal é uma forma de tradução de conflitos socialmente vírus todo o conteúdo social que é bebido de forma conflituosa é insatisfatoriamente resolvida esta malteada recalcadas e esse conjunto de elementos que torna a obra e se transforma quando o problema semana antes da forma como problemas formais de cada obra é os conteúdos sociais Eu Apenas entendimento como algo que quer encontra uma ressonância ali mas é eles são questionadas
ele obra de arte responde como problemas e sua forma como tensões inerentes a essa sua articulação Comunitária ela responde a tudo isso com esses problemas dessa articulação Comunitária fazendo com que então asma mutação substantivo daquilo que a bebida na realidade como problemas torque sociais etc e aquilo que exibido na obra os problemas de articulação estética Pulmão um problema de forma lusco articula determinados elementos formais musicais puramente sonoros e como resposta para determinar o tipo de tensionamento social que é bebido no âmbito da história no âmbito da nossa sociedade tal como nós experimentamos o nosso dia
a dia então Aqui só tem um beijo música eu peguei dois pintores para falar dele se for mais fácil aqui primeiro Casimiro um barrete as minhas manda eles vão pintou curso que nasceu No final do século 19 e essas pinturas se deram por volta de 915 e até 1940 e elas demonstram uma informalismo radical as formas puramente geométricas dispostas em plan assim uma referência figurativa para além dessa articulação de índice geométricos abstratos não é uma pintura abstrata feita com alimentos que são ele também abstratos cores chapadas com muito pouca significa atividade a variação dos tons
interior de cada uma dessas obras geométricas e Nós podemos traduzir branquinho interpretar ler esta obra que é uma construção suprematismo e a partir das tensões que cada massa produz como por exemplo esse traço no meio pode ser lido como uma espécie de apoio visual para todas essas massas são dispostas em termos é diagonais a e essa barra preta ela seria uma espécie de contraponto de repouso para tudo aquilo que é visto lido percebido como o movimento pela sua dimensão diagonal Só que bom vamos passar para o outro também que o suprematismo dinâmico perto do limite
também é a próxima manhã e Aqui nós temos também esses elementos perto e eles na sua geometria são seres abstratos também não tem nenhuma relação figurativa com a realidade externa só que agora eles todos por assim dizer estão articulados todos assim a maioria em particular ao redor desse Triângulo com uma tonalidade mais clara que unifica grande parte este movimento de Dissolução desses componentes formados e aqui a outra composição super Batista e agora a gente um peso muito grande de uma figura que congrega condensa muito da visualidade ângulo quadro que também ainda é muito dinâmico e
tal como aquele primeiro contém esse elemento é o intermediário que esse ano listra azul aí que tô sem dizer tanto no momento de repouso em meio a essa a toda velocidade de movimento que é sugerido e evocado por essas por essas Formas geométricas pois bem tudo isso a gente poderia ler desses quadros como sendo propriamente uma articulação por mal puramente geométrica cerebral que não tem nada a ver com a realidade só que os outros problemas de configuração dessas obras aí e soro um espírito de tempo da época que é propriamente a Dilma Rússia que estava
saindo de uma forma de vida essencialmente do cabelo Senado do socialismo para uma nova forma Que culminou na Revolução bolchevique que fez com que se tornasse o socialismo comunismo naquele país e Fumaça a união das repúblicas socialistas soviéticas tornozelos aqui uma espécie de refração numa espécie de retorno formal e um complexo de vida socialmente estabelecido que é o de um ângulo que se lembra que se disfarçar e ao mesmo tempo o mundo que é o mesmo umas pertinho notificação as modificação que ele não estava nada tava estabelecida Nossa Sabia como era e logo que aqui
a gente percebe uma espera de ânsia por uma modificação que ainda é precária quer dizer logo minha daqui de solução parece tão forte quanto o movimento de unificação EA unificação parece ser mais dinâmica do que estática ou seja não há uma unificação que Estabeleça um ponto a partir do qual todo o quadro Seja claro no que caves ou seja existe indicação de uma unificação em virtude da aglutinação das diferenças Das formas e pelo modo com que elas dispõem elementos dinâmicos de movimentos no próprio quatro já que São Paulo no mesmo sempre sua tela é uma
obra mais Inicial dele e ela demonstra claramente um movimento ruim Alencar movimento rumo a uma desfazimento os compromissos de figuração e de articulação comunitária A partir de uma concepção prévia do que Estabeleça essa unidade quer dizer aqui a obra parece é entregar aos seus próprios meios e Parece confiar a ele a tarefa de constituir uma unidade sem o que cê Saga propriamente o que que vai resultar de Unificado dessa obra e isso já fica mais claro nesta outra que a obra belíssima é enorme tem mais de 5 metros de comprimento porque o artista usou a
sua famosa técnica da rede ou do gotejamento em que ele furava latas de tinta e dando as latas e formando essas figuras e sobrepondo camadas de vernizes e de esmaltes acrílicos pela terra e aí é Muito caro se é que existe uma vinculação do que é caótica mente vivido EA unificação que não se sabe de onde virá e a obra parece apostar em uma unificação que é é colocado com eterna incógnita E aí que nós podemos perceber é uma espécie de sedimentação de uma experiência de mundo em que vigora uma ruptura radical do indivíduo em
relação à unificação coletiva significa a individualidade como deixada ao seu Próprio destino sem que haja uma garantia prévia de subsistência sabemos que o Polo que ele teve problemas com alcoolismo é a e suspeita-se de que ele sofria de escolas médicas depressivo ou conflito de Polar e mundo das obras de arte parecem testemunhar isso que é uma condição social próprio do século 20 que é percepção do quanto o que o sentido próprio da vida devido ao estarem sempre um cheque não é salvaguardado e aqui a sociedade seja capaz de Conferir o prestar a nos previamente uma
espécie de abandono do sujeito ao seu próprio caos funcional psíquico-emocional sem que haja uma percepção de unificação previamente estabelecido é como se houvesse uma espécie de desespero pela articulação de um sentido que nunca é alcançado de bagulho admitir o cavalo e positivamente instituída como tal E aí a lidar com problema de ponteira Expressão e desafio de contribuições sociais historicamente sedimentaram a obra de arte ultrapassa o princípio conhecido como articular ar pela arte criticada várias vezes por aluno este Princípio não deve ser atacados de forma moralista como se fosse um dever da referência diretamente a situação
social sem levar em conta a mediação formal qualquer leitura da ar ele é input algum compromisso moral político social etc necessariamente de retira sua Especificidade e assim sua importância em outras palavras para falar do vínculo entre a ti realidade é preciso também dizer de sua separação então Esse princípio da arte pra lá foi defendido por exemplo por um pelo por vallery e de cada onda eu vi estética do aluno logo logo simplesmente paus em si e que não mereço você considerar que ele vai dizer que a obra de arte necessariamente precisa dessa ruptura é precisa
se abrir com a imanência do seu os seus elementos Desse jogo seus elementos materiais internos só que ele vai dizer aqui e a ligação deste princípio da hasta la não pode vir por moralizar o debate em relação a t dizer a preciso dizer da realizar antes precisa falar do mundo do modo como vocês vamos rir antes totalmente abstrata puramente formal desconectados seus elementos de conteúdo Store é uma arte que não tem valor nenhum ele vai dizer não a arte segundo nome a grande ar necessariamente tem Vinculação com a realidade necessariamente ela sempre vai dizer de
contradições sedimentares seu interior e essa forma de fazer essa vinculação com a realidade nessa relação e salto para o âmbito interno da obra de ar Demonstra o quanto que a obra de arte nunca se desconecta totalmente dessa realidade no qual ela está e o que pode e é como se fazer percebi uma desconexão total em relação à obra de arte é um Determinado a forma de leitura dela como é o caso desse princípio da Dica lá de fechar os olhos a esta herança social histórica que toda grande obra de arte necessariamente tem então que a
dona está nos dizendo é o seguinte a gente não deve cobrar no de nenhuma arte um compromisso social prédio é como se a obra de arte pudesse ter um jogo que se satisfazem si mesmo por si mesmo e pode ser essa auto-satisfação da obra de arte consigo mesa somente existe na teoria Sobre a ah e não na própria E aí ele vai dizer era essa a grande a sempre vai ser uma forma de sedimentação desses conteúdos sociais E aí é Sim chegamos ao final esse aqui é o é o último slide eu não quis avançar
muito hoje pelo fato de que ir como nós estamos no início né e eu coloquei e disponibilizei ter o texto para turma é ontem então certamente você se não tiver um tempo para mim e para quem não está Na turma que não tiver a ver este vídeo Apenas no canal do YouTube Eu vou deixar nos comentários o link com o texto em que eu fiz a revisão da tradução Originalmente existentes na tradução portuguesa vou disponibilizar hoje a primeira parte primeiras páginas do conjunto partir do arquivo todo e depois no no próximo vídeo eu coloco as
outras páginas na 2ª Parte a classe