Salve salve família, bem-vindos a mais um flow. Eu sou o Igor e hoje eu vou conversar com vários sargentos. Tem aqui o sargento Castro. E aí cara, estamos junto. Boa noite a todos aí iniciando mais um podcast aí top. Vamos bater aquele papo top, né, mano? >> Esse é o sargento Castro mesmo. Que que tá calmo assim? Meio esquisito. Meio esquisito. Tá meio esquisito. >> Especialista em segurança. Saudade desse óculos. Tava do meu lado aqui coincidentemente. Tamamos junto galera. E tem o sargento Faru também. Obrigado por vir aí. Estamos à disposição. Força e honra. Tudo
bom? Como é que vocês estão? É assim que fala. Como é que é? Força e honra. >> Força e honra. >> A tem o rack. >> Tem que ter o ra. >> O rack que é para tirar, expulsar as energias, >> que é pro cara acordar de vez. Entendi, entendi. >> Olha, >> eu achava engraçado lá os comandos de Ordem Unida no meu tempo lá, mas a minha parada era completamente da de você, completamente diferente da de vocês, né? Ah, >> é >> assim, pô. O meu era, a gente ficava lá, na verdade, fazendo cri
cri, que é arrancar o matinho do meio dos paralepípedo, eh, fazendo uma limpeza braba. Ou seja, o meu brevê lá era o vassouras e rastelos. Vassouras e >> esse era o meu brevê láudou, viu? >> Lá no pé preto. Gramática e matomática. É isso aí. Eu era bom, meu irmão. Era especialista em pintar o forte que eu servi lá no forte do Leme. Era os porque Os cara, eu não sei, acho que para não deixar o soldado à toa, ele não deixava o soldado fazer direito também. Então a gente pintava tinta em cima de tinta
e o resultado era ter que pintar toda semana porque descascava, ficava uma merda, né? Mas eu acho que era intencional, era pra gente pra gente não ficar sem fazer nada, entendeu? Porque o o o o soldado ali, o recruta, se ele não tiver fazendo nada, ele vai estar procurando alguma coisa para desgraçar a vida de alguém. Então, dá trabalho para ele que >> Mas que é pior? É aluno ou é recruta? >> Aluno, >> as duas coisas acho. >> Não, não, mas eu recruta aluno não sabe por que que eu é aluno? Eu vou te
explicar por que é aluno. Porque eu quando fiz o CAS, eu já tinha mais de 20 anos de polícia. O que que eu era? aluno aí volta desgraça. >> Aí mas eu aprontei tudo que tinha que Aprontar. Ô, eu levei um o levei um saco daquele forca gato manja. >> E eu era qtsando você o cara que fica anotando as aulas, né? E na hora de de entrar em forma eu falei pro tenente: "Ô chefe, >> isso aí é macete para pegar folga, para não pegar serviço, né? QTS. Isso aí vai continuei. Você tá ligado,
eu era QTS, eu anotava as aulas. Aí eu falei pro tenente: "Ô chefe, eu tô indo levar as aulas lá quando hora que eu tô voltando Aqui para entrar em forma, tô tomando a comida de rabo aí do tenente, né? Porque eu chego atrasado, ele falou: "Vou fazer o seguinte, você não precisa mais entrar em forma, mas não vai embora, você se troca e espera no alojamento. Quando der o fora de forma aí você vai, né? Aí o que que eu ficava no alojamento? Sem fazer nada. Comprei, arrumei um saco de forca gato, ficava colocando
forca gato no armário dos cara. Filha da [ __ ] >> Imagina fora de for mais aí lá o enfoca Gato. Você socota se você tiver uma faca desgraça. Eu acho que o cara vai arrumar uma faca na escola, mano. Que uma desgraça. >> Aluno, cara. Aluno. Meti um cagato. Não, não. Você fez lembrar da história também. Eu no fap também. >> Aí, ó. >> Todo mundo vende de polícia, pô. É, eu sei de é escola de sargentos. >> Agora agora é >> escola superior de sargento. Agora Mudou. Antigamente era Paraná. Cfap. É, é centro
de formação e aperfeiçoamento de praças. >> Isso é isso aí. É, é mesmo, é o mesmo, é o mesmo termo aqui também. E eu lembro que eu tava lá no CFAP, escola de terceira, escola de sargentos, tal. Primeira semana, cara, os desgraçados do aluno, os cara enfiaram uma pelota de papel higiênico e e travaram a descarga com o palitinho, mano. Aou a escola inteira, velho. >> [ __ ] >> E para achar quem fez essa desgraça, velho. >> Aluno, cara. aluno >> 80 alunos de LC no final de semana, todo mundo preso, mano. Aí os
caras recorreram, foram pro TJM, conseguiram abasc preventivo para não puxar o L. O o LC é licença escolar caçada, né? >> Tá. Licença caçada. >> É licença caçada. Licença escolar caçada. Então todo final de semana você Pode, desde que seja autorizado, tirar uma licença de dois dias, que é o final de semana. Então caçaram a nossa licença. 80 aluno preso. >> Que merda. Foram pro TJM, conseguiram um abias corpus abas na segunda. Não, não, não, não, não, não. Durou o abias corpos durou 5 horas, mano. >> Aí, ó, >> 5 horas quebraram abas corpos, foi
julgado e falou: "Não, vai ficar preso sim". Aí você imagina aquele bando de Aluno, aquela desgraceira. >> [ __ ] que pariu. >> É. E hoje acho que já prescreveu, então posso falar. Mas na época os cara fizeram esquema com os polícia que tava de fora, os amigos levaram até uns cooler na época nos carros entraram todo mundo louco. Deus me >> tinha uns peixes da coronel que nva lá umas tilápias. Um beijo para ela, coronel era da hora. Os caras pegaram a tilápia e ainda fizeram chassashimi, Mano. No meio da LC. >> Puto, cara,
por você é aluno. É realmente eu tenho que concordar com você. Alun é a imagem do do cão. >> Aluno é imagem do cão. >> É, eu nunca fui aluno nunca foi. Foi recruta, né, meu? Recruta é sinistro também. >> Não, recruta é sinistro. Recruta é sinistro. >> Recruta dá trabalho também, mano. >> Não dá trabalho. >> Recruta quer dar tiro e cachorro na rua. É >> lá no quartel, no meu, eu servi em 2004, eh, lá no quem quem formava os recrutas eram os sargentos, né? Eles ensinavam Ordem Unida, eh, ensinav, na verdade, eles
cuidam tipo meu, nossos pais, eles cuidavam da gente, era quem apertava nosso crânio também, né? Na polícia é a mesma coisa. É o sargento que treina o o o recruta. >> É o sargento e o oficial, né? Mas tem, inclusive tem cabo soldado também da aula. Tem cabo soldado também que d aula também. É o cabo, o cabo soldado que tiver uma habilidade aí, >> é porque na verdade tem o o os instrutores e tem o os coordenadores. O coordenador geralmente no, pelo menos na escola de soldado era um tenente e um sargento. Eles são
os coordenadores da escola. Só que o o tal do do aluno soldado, ele leva esporro até do do da Angola que tem. Tinha uma Angola lá, dava esporro. Então >> aluno no trocado por merda é caro. E tinha carneiro cagando e aluno varrendo. E o e o nosso coordenador era o hoje é finado o Major Abelardo era o tenente Abelardo. É um dos caras mais Caxias, mas ele era um cara justo, sabe? Falar mal dele. Já morreu. A gente pode falar dele. >> Que ano que era isso aí? F que ano que era? >> Que
ano que era isso aí? >> 83. >> Ver, >> mas era um cara que era um cara Caxias. Você chegava para se apresentar para ele, por exemplo. Com licença, senhor tenente, tá horrível essa bota. Tá horrível. Não deixava nem você falar. Fala, mas que homem filha da [ __ ] Você virava. Só que o seguinte, depois eu fui, depois eu fui acompanhar quem era o cara. Pô, Polícia se envolvia com embriaguez, problema, mulher ia lá, falava: "Não tenho o que comer." Ele providenciava tudo, ele cuidava do alguém. Ele, ele, ele é um cara, só que
o recruta, e ele tratava no, no bico da bota. Ele ele era ele era [ __ ] Até eu contei essa história pro pro Castro e pro Landes aquela vez. Ele ele pedia tinha um albergue lá em Maringat até hoje e ele tinha esse essas participações. Aí pegava a escola de Soldados. Fala: "Eu preciso de 10 voluntários para lavar o albergue sábado". Falei: "Vou lavar [ __ ] de albergue cara sábado eu de segunda a sexta o dia inteiro ralando numa escola de soldado. Sábado eu quero descansar e tal". aparecia 10 voluntários lá, demorava para
aparecer e levantava a mão. Aí ele falava: "Os 10 estão dispensados, os demais amanhã às 8 horas lavar o alber". Mas que [ __ ] é essa? Aí na outra semana 10 voluntários. Eu levantei a mão, falei: "Agora é a hora. >> Faú é um sábado aqui de manhã. Eu falei: "Porra, agora eu só sou voluntário para comer e para ir embora. Eu só tomo no cu, [ __ ] Quando eu sou, eu vou. Quando e eu não sou, eu vou. Que [ __ ] de albergue? E aquele albergo é grande, hein, rapaz. Aí parei
com esse negócio de voluntário. Aí um cara falou para mim: "Faura, o esquema aqui é só voluntário para comer e para ir embora". E olha lá ainda que ainda perigoso você se ferrar. >> Mas na polícia, entendi. Então >> na polícia quando tu entra lá e tu recruta, tem os macetes também, porque no meu ano lá e eu não tinha um padrinho, né? Então eu fui, eu fui entendendo que era importante, é que o pé preto é diferente, né? Mas era importante eu ser amigo do cara da sargentiação, do cara da saúde e do cara
do rancho. >> O rancho >> é rancho é importante. >> Esses três cara eram importantes pro recruta. >> Castro já pegou o QTS. É esse macete aí, mano. >> Não é não. Você tem que ser macete. Você tem que pegar as funções ali que você não faz >> administrativas. Quando e eu dei sorte por eu era o mais recruta da sala. Aí falou: "Quem é uma recruta?" Falei: "Eu Falei: "Tomei no cu, né?" Falei: "Eu você é QTS". Aí eu falei, aí os cara, [ __ ] mano, [ __ ] maior sorte. Eu falei, fica
na sua aí, cara. Não atrapalhando minha não. Aí QTS é o cara que notas a então chegava lá, eu ia lá, levava o trem, o capitão tr, >> não pega escala de final de semana, não pega nada, não é? Só porque a nota >> é >> não. E eu e >> porque tem uma responsabilidade, o cara Tem uma responsabilidade. >> Eu sempre fui, eu sempre fui folgado, né, meu? >> Sério? Nem parece, cara. >> Não, nem parece, né, meu? E lá na eu eu eu sempre fui forgado para [ __ ] E lá na academia
eu fiz o caso na academia porque o CFP temu um problema lá na academia. Academia você entra aí uma descida assim, ó, lá na uma descidão mesmo. Aí sobe e nosso nossa aula era lá Em cima e eu descia com a moto, só que os caras falou assim, ó: "Auno não pode pôr a moto lá em cima, é só aqui embaixo. Tinha que subir, cara, tudo aquele negócio a pé, né? Ah, falei: "Caralho, quem que vai saber um monte de moto? Quem que vai saber quem é? Quem é? É, >> você fez o caso na
academia?" >> Na academia. Aí eu pão, descia, subia, né, meu? Mas aí, né, meu, eu não me contia, né? Não me não ficava contigo. Subia vai seus trouxa, só me a pé, seus otários, eu vou de moto aí os caras me caguetaram, car. >> Aí um dia eu tô lá na sala de aula, o cara falou assim, chegou um capitão, falou assim: >> "Quem é o dono da CB, tal?" Falou a placa. Eu falei: "Que que sua moto tá fazendo aqui em cima?" Ela falei: "Então tem que fazer vistoria para pegar o cartão". E eu
trouxe ela para fazer vistoria, né, mano? Falou: "Tá bom, a Hora do almoço você desce com ela lá". Aí eu falei: "Tá bom". Sim, senhor. Aí deu hora do almoço, desce os cara e [ __ ] Falei: "Vocês me caguetaram, né, seus filha da puta?" Os caras me caguetaram, mano. Lá, mano, >> ainda bem que te caguetaram, né? Porque existe uma, existia também um outro tipo de tratamento, né? Dentro do vestiário lá. Vestiário não, do alojamento, que era os caras jogavam a manta em cima do filh, ch manta. Tá de mata. Mete-lhe a Porrada. >>
Você tem ideia? Eu zoei tanto no CAS que meu, eu tenho foto do meu caso, a formatura foi careca. Os caras me juntaram no alojamento, rasparam meu cabelo, careca. Cheguei em casa, minha mulher falou: "O que aconteceu?" Eu falei: "Ah, ah, juntaram lá, mas você não resistia." Eu falei: "Era 15, pô". >> Eu consegui derrubar meia dúzia, né? Você tem que ser, >> mas essa essa tipo essa zoação ela ela Faz um pouco parte do do militarismo, porque eu tive na operação verão já como graduado e o e um inferno, rapaz. Agora a última na
Polícia Rodoviária até que não mais, mas na na operação verão pelo batalhão nós tínhamos três alojamentos com 20 policiais cada um, rapaz. O cara amanhecia com unha pintada de esmalte. Aí os caras começou a ter, todo mundo tinha acetona para tirar. Olha o que que os caras tava fazendo. Os cara misturava Tinta de caneta, super bonder e e esmalte. Não saía nem com cão. >> Aí saía, eu vi que saiu dois caras correndo. Vem, vem pintar aqui, filha da [ __ ] e tropicando em cima das camas. Aí o cara fugiu, né? Que que ia
pintar a unha do de um tal de santão. Ele juntou a farda do cara, rapaz. A roupa do cara. Parecia um andarilo. Juntou tudo assim, jogou dentro do tanque, quebrou a torneira em cima. Você vai pintar a unha dos outros, seu filha da [ __ ] Eu falei: "Puta, esse se fodeu. A farda dele ficou toda encharcada. A >> na hora entrar em forma. >> Eu eu já eu nós usava um tênis, né? E a bermuda porque operação verão e eu já ia pra praia, tava de tênis mesmo com a unha pintada". Eu falei: "Eu
vou tirar a [ __ ] aqui." O cara vinha pintar minha unha de no aqui já tá. Começaram a pintar as mãos, cara. Eu falei: "Ah, aí aí vocês são foda." E operação e teve um foi dormir bêbado. É meu amigo, cara. Meu amigo da minha turma foi dormir bêbado lá em na na em Guaratuba. >> E pegaram o colchão dele de noite em cinco, seis caras, levaram lá no meio do gramado >> com ele dormindo. >> Com ele dormindo. Ele acordou debaixo de chuva, cara. Chegou, deu três tiros para cima, ficou preso lá no
xadrez em Paranaguá uns 15 dias. E e além de tudo ainda tiraram o bilal dele para fora e Pintaram com errorex. Cara ficou [ __ ] cara. Cara ficou [ __ ] cara. Falei: "Rapaz do céu, bêbado, como é que ia acordar?" Pegaram o colchão, espuma, soltaram lá na grama. Choveu à noite. >> [ __ ] >> esse cara acordou, mas ele nem sabia o que tava acontecendo, bicho. Caindo água nele. Ele falou: "Pelo amor, aí que ele se tocou, ele falou: "Eu mato". Só que na hora de matar ele não teve coragem, Deu só
os tiros para cima. ficou preso lá em Paranaguá. E lá em Paranaguá disse que xadrez você viu os navios chegando. Eu falei: "Rapaz, >> então e já é tudo cara antigo de polícia. Você volta a ser criança de novo, >> né? >> Aluno, você volta a ser criança de novo, cara." Até porque assim, quando você tá no no ambiente que você é um aluno ou que você é um recruta, que você tá em Qualquer tipo de treinamento, é completamente diferente do dia a dia que você tá na na estrada, que você tá na rua, correndo
atrás dos outros, dentro de um de um de um de uma viatura, você tá em uma outra situação ali, né, junto com um monte de cara do com a mesma cultura que pensa mais ou menos parecido e que gosta mais ou menos da mesma coisa. Aí vocês aí acontece o quê? acontece desses dos caras ficar amigo rápido e >> muito rápido, >> viu? Mas >> e aí fodeu, né? Mas você analisa >> eu trabalhando na polícia rodovária agora até 2017, quando eu aposentei, a gente fazia muita apreensão de de contrabanda, que exagero, sabe? O cara
queria trazer metade do Paraguai em ônibus e nós pegamos um contrabando que veio de de para pet shop, para sex shop. >> Mas ô Farr, você pita? Eu pitei muito já agora. Parou, >> viu? Com infarto. Nós pegamos, nós pegamos mercadorias vindo pr sex shop. >> Tudo que você pensar tinha lá uns pinto de borracha, rapaz, desse tamanho. Aí lacramos tudo mandar pra receita, né? Beleza. Cheguei, cheguei em casa, rapaz, abri minha bolsa que levava uma blusa de garantia, tal, o bicho desse tamanho na bolsa. >> Hã? >> Um bicho. >> Falei: "Rapaz, que que
você faz? Eu vou fazer o que com um pino de borracha desse aí? Eu vou vou levar lá, vou pôr o lixeiro, vai falar: "Pô, o cara que coleta ali vai falar: "Esse cara é [ __ ] tá descartando." Eu peguei e coloquei num guarda-roupa para pensar, rapaz. No outro dia meu amigo Tonhão do Corpo de Bombeiro, é marceneiro, >> foi lá. Falei: "Tonhão, meu guarda-roupa tá soltando". Ele foi lá daquele abriu, Eu falei: "Tonhão, eu posso explicar?" Ele falou: "Eu espero aquele pinto desse tamanho, rapaz. Até hoje eu acho que ele pensou: "Pô, eu
conheço o cara desde de moleque, não sabia". Aí um dia eu criei coragem, enrolei aquele pinto com mod de papel, soltei lá na frente, falei: "Vai com Deus desgaste esse pinto aqui". Mas os cara >> que nem esse aqui, cara, >> dufro ainda, >> justamente, cara. Aí eu falei no outro Dia eu queria matar os polícia, cara. Não, eu até hoje eu não descobri qual dos dois que foi, mas é Josias e Paulo César, rapaz. Duas desgraças. Eu falei, rapaz, >> os dois juntos. Ele falei ou os dois juntos. Eu falei [ __ ] merda.
>> Não é zoeira para [ __ ] meu. E e assim e é um lugar tão saudável. Ah, mesmo não é precisa ser aluno, não. Tava aqui trabalhando aqui, ó, aqui na perto Daqui. >> E aí o polícia chegou com a com a bolsa, né, mano? O o meu filho até trabalhava lá, era temporário. Chegou com a bolsa, não minto. Chegou na na hora do almoço, ele passou com duas marmitas, pá, desceu o alojamento, né, mano? Mano, duas marmitas, foi pro alojamento. Daqui a pouco ele voltou com uma só. E esse cara era daquele cara
que queria comer um bagulho, ele comia lá no cantinho para não oferecer para ninguém. Manja? >> Regulado, >> regulado. Miguelão, Miguelão. Aí eu falei assim, >> chamava de desunido, >> desunido. Aí eu falei, uma vez eu falei o nome dele, ele ele falou, ele ficou bravo para car no final da históri saber que ele falou: "Ah, então quer dizer que foi o senhor, mano". Aí escuta. Aí falei assim, ó, deix guardar uma marmita para levar para casa. Mano, absurdo. Falei, Vamos deixar ele ele comeu para falou, foi pra rua. Aí nós fomos lá, falei do
jeito que ele é vagabundo, era um ar cadeado de segredo, né? Falei ele só dá uma. Aí eu fui, abriu. >> Aí pegamos a marmita, dei pro pessoal do servid comer, né? Come aí. Os caras comeu. Falei: "E aí chefe". Falei: "Vamos na rua". Aí fui na rua, levei uma garrafinha de água vacia, areia. Você tinha que dar peso, né, meu? Peguei a marmita dele, enchemos de areia e p uns Ossos de frango, colocamos lá uns bagulhos lá para dar po. Ficou, ficou no mesmo peso. Fechamos, pegamos a sacolinha, amarramos do jeito que tá. Coloquei
no armário dele, fechei. Aí falei: "O embora aí terminou o serviço, falou, falou, a gente pegou a bolsinha dele, falou, falou, falou, falou, vai lá. Aí pá, foi embora. Aí no outro dia a gente tava de folga, né? Aí no outro dia ele veio, falou: "Sor gente, precisa Falar com o senhor". Foi comigo? Ele falou: "É, Sgento, abriram o meu armário, certo? Do mesmo jeito que o cara abriu meu armário, ele pode colocar alguma coisa lá dentro dele para me incriminar." Falei: "Mas sumiu alguma coisa, né?" Falou: "Não, não sumiu nada. Vou explicar pro senhor
o que aconteceu, né? Eu falei: "Hum, hum". Aí falou assim: "Sargento, pô, meu, eu trago duas marmitas, um almoço, a outra eu vou pro bico à noite, eu levo pro bico, né, Mano, para mim comer lá no bico." Cheguei lá no bico, tirei da sacolinha, colocando no microondas na cobia e osso. Falei: "Você tá de brincadeira, mano". Aí falou assim: "Eu tô desconfiado de fulano". Eu falei: "Não, fulano não pode ser porque fulano é meu motorista, né, meu? Se você tá incriminando ele, você tá me incriminando também." Não, não, não, não tô incriminando o senhor,
né, meu? Mas Eu, ele é que tem essa. Falei: "Não, não, pá, fica em paz, meu. Isso é zoeira, pá. Ô, mas eu fiquei com fome." Falei: "Não, isso daí acontece pô não vai morrer, né?" Aí vamos embora. Aí bom dia eu tava contando essa história, cara, e eu falei o nome dele, me ligou no outro dia. Foi o senhor, então, né? Não precisava nem não precisava nem falar o nome, uma história específica dessa daí, né? [ __ ] >> [ __ ] Areia na comida do cara. Meu Irmão, >> não tir comida. Comida. Os
caras comeram a comida. Ficou a marmita vazio. Eu coloquei a areia só para dar peso. >> Filha da [ __ ] >> [ __ ] isso é coisa de filha da [ __ ] cara. >> Não é de Isso aí é coisa de filha da [ __ ] >> Já mexeram na tua comida também, >> cara? Qual comida você tá falando? >> A comida. >> Já meteram na tua marmita? >> Já mexeram na tua marmita? Já >> outra vez? >> Sim ou não? >> O cara não. Vamos mexer com isso daí. Na outra vez o
cara esqueceu, esqueceu o Facebook dele aberto. >> Hum. >> Aí fodeu. >> E eu trabalhei à noite. Aí chegou os cara falou: "Che fulano esqueceu o Facebook dele aberto". Falei: "Não Fecha, cara. À noite passei a noite inteira, cadastrei ele em todos comunidade gay que tem no país, cara. No Sul tem muita comunidade gay, né? Cadastrei ele em todas, mano. Pessoal, sou policial militar em São Paulo, saí do armário. Aí o pessoal: "Nossa, aí biba". Ah, qu [ __ ] mano. Aí marquei uma festa gay na casa dele. >> Não acredito. >> Eu não sabia
o endereço dele. Sabia a Rua, mas não sabia o número. Pegamos a viatura, fomos lá, pegamos o número, voltamos. >> Não acredito, cara. Se empenhou. >> Me empenhei. Mas que é uma festa gay. Isso já fazem mais de 10 anos. Ele falou que até hoje >> o pessoal entra em contato com ele ainda mesmo. >> Então ele gostou, pô. Você não bloqueou todo mundo. Ele gostou. >> Não, não bloqueou. Ah, sobrinha dele. Eu Mandei uma sobrinha dele, vi sobrinha, eu falei: "Ô, fia, saí do armário pá." Ô, tio, já desconfiava no senhor, >> [ __
] que vacilo, mané. >> Aí é [ __ ] hein? >> [ __ ] que pariu. >> Na escola de soldado, cara, eu lembrei agora do tio o sargento Júnior, mano. >> Hã? Sargento Júnior era aquele, ele falava mansinho, mas era o cara que fodia nós com força, mano. Zoava o barraco, mano, dos recrutas. Aí um dia Tá passando ele lá e ele que fazia escala da faxina, do alojamento. Aí eu lembro que eu tava do lado, aí chegou um o aluno, o Ricardo, >> hã, >> mandar até um abraço para ele. Aí o Ricardo
chegou e falou: "Sargento, que era cinco alunos por dia para fazer a faixinha de alojamento. Sargento, sargento, o senhor esqueceu, ó, tem quatro nomes só aqui, ó, na escala. O senhor esqueceu, tá errada a escala aí. Aí o sargento olhou para ele e falou: "Muito bom, hein? Você é bom observador, hein, aluno? Muito bom. Como que é seu nome? É Ricardo, senhor. Aí ele pegou com a caneta assim, ó, escreveu: "Ricardo, agora não falta mais. >> Toma, otário. Luna é feito para se [ __ ] cara. Também tem que ser meio eu, eu sou acho
eu acho, eu sou a favor disso aí. Eu acho que é didático o seguinte. Uma coisa que eu aprendi lá no quartel que Era forte era o seguinte. Se a galera não tiver unida, fodeu um pouco, entendeu? >> Então é importante que a galera esteja unida. >> Todas as, não todas, mas várias dinâmicas que eu vivi depois de velho olhando para trás, eu percebo que elas tinham uma finalidade que era ou respeitar o o o cara que tá lá mais tempo ou tá mais eh eh ser um uma um sentimento de unidade com a Galera.
Então, o papo, uma dos um dos piores xingamentos que tinha no meu ano, assim, que que a gente ficava, [ __ ] pera aí, isso aqui é [ __ ] Era o cara falar assim: "Ô, você é um desunido". >> Ah, desunido, >> você é um desunido que era o cara que ele ele ele tava fora da parada, ele não ele não ele não protegia o grupo, sabe qual é? >> Sim. >> [ __ ] Eh, o problema é quando isso daí acaba se corrompendo também no Olha o que aconteceu no ano que eu tava,
já que estamos todos contando histórias. Claro. Sim. >> Eh, teve um alguém em algum em alguma noite daqu normal do que tava daquele ano de 2004, invadiu o escritório do do comando. Então ficava lá o tenente coronel que era o comandante, um outro tenente coronel que era o subcomandante e a Administração do quartel ficava ali. Os caras invadiram pelo buraco do ar condicionado e roubaram o notebook. >> [ __ ] >> Aí fodeu, né, meu irmão? Fodeu. Aí, aí bota todo mundo informa quem foi que roubou o notebook, não sei o quê. Ninguém nunca se
acusou. A gente ficou numa escalinha um por um maior tempão. Quem não sabia não procurou saber. >> Sim. >> Tá ligado? E quem sabia não falou [ __ ] Nenhuma, entendeu? Então é bom e ruim às vezes o lance do da união, né? Ou seja, amarguei. Eu cons não fui eu e eu tanquei, amarguei uma escalinha um por um lá. desgraçada, meu irmão. Vocês não sabem nem o que que é isso, né? Uma escala um por um. >> Ah, >> é uma é uma é uma por uma escovada de dente. Só escovente. >> É um
por um seria 24 por 24, né? Depende. A, >> então é no nosso caso lá é fica de serviço, aí no outro dia faz o faz o expediente, >> vai paraa casa dormir, volta, tá de serviço de novo. >> Então é, tá de serviço, expediente, serviço expediente, serviço expediente. >> Um inferno, assim, chega uma semana não tá mais vivo. >> Sim, >> né? É, a gente a gente cumpre isso daí quando cumpria, quando era ficava preso, Né? Quando ficava preso, você cumpria corretiva. Hoje eu compri 4 por24 na guarda do batalhão, mas não era castigo,
não. Era falta de efetivo mesmo. >> É, >> como é que como é que funciona uma uma escala dessa daí? Como é que como é que tu se mantém >> ativo e apto para desempenhar o teu papel ali? Porque tu fica [ __ ] cansado, né? >> Ou não? >> No >> pegado lá tinha o cara trabalhava com na época do frio, tinha aquele >> uma japona. sobretudo, né? Uma japona, tipo um poncho. E o e a metralhadora tinha que ficar aqui, o oficial chegava, você tinha que apresentar a arma, né? >> Uhum. >> Tive
um polícia lá que tava lá em cima da coisa com a com o poncho com a metralhadora aqui. O coronel falou: "Deixa eu ver sua arma". Fal: "Ah, Coronel, não sei, deixa eu ver sua arma". Ele tava com os dedos aqui. A metralhadora tava debaixo do tablo. A >> é mais leve. É mais leve. >> Mais lev tava assim. >> Ele tava assim segurando só com os dedos. Ele colocou a metralhador, tinha um tabrado assim. Aí o coronel falou assim: "Eu já tinha denúncia já desse que vocês estavam fazendo isso. Deu dois dias de cadê
para ele além da escala desgraçada que ele tava. E aí eu falei, Rapaz, tem várias histórias. Tem a história também do cara, né, que tava em pé lá, né, encostado, pai, né? Aí o comandante vinha, ele deu uma olhada aí. >> Aí você tava, você tava dormindo, aí falou: "Não, chefe, toda esse horário aqui é o horário que eu faço a minha oração pá, né? É, mas alige jeito. Tem também os antigão, né, que era que metia uma jurubeba, né, >> pau carta. >> É, aí tava metia jurubeba no copão, né? Pintava algum superior a
os carros. >> Café >> na jurubba. >> Cafezinho. Mais história. >> É só história. >> Mas é só história, né? Você não viveu isso aí? >> Só hisó nunca. >> Nunca. >> Nunca vivi isso daí, cara. Isso daí eu Ouvi falar, né, meu son, né? na França. Na França. E já, mas vocês já tiveram também nas duas posições, na posição do aluno recruta e na posição do cara que tá ali também. >> É a pior coisa que tem, cara, porque eu dirigia para um cabo e o e eu eu quando eu dirigia, eu era louco,
né, mano? Dirigia e p modéstia parte dirigia muito bem. Aí uma vez eu tava indo com a viatura, pá, e a gente tinha ganhado um, tinha vindo uma uma C20 daquelas da Rota, aquelas quadradonas, né, meu? Aí o pai nós estava indo apoiar um um roubo, aí eu subi na calçada de um lado, saí lá na frente de um posto de gasolina e o e e ele e ele já até morreu, né? Final do Paulinho, ele deu uma balançada e veio pro meu lado, falei: "O Paulinho, se segura aí". Aí ele falou assim: "Porra, a
carta, ele era baixinho, eu não consigo pôr os pés no açoalho, cara. Eu não consigo pôr os pés noalho. Você que nem um louco essa barca aí, como é que Eu vou me segurar, pô? Pega no [ __ ] que pariu aqui. Eu fou: "Qebrou o [ __ ] que pariu já, pô". Aí f tr outra vez. Beleza. >> Outra vez ele falou: "Porra, tô com a dor de cabeça aqui na nuca, mano". Falei: "Vamos no hospital, cara. Isso de pressão, né, mano?" Aí nós estava disse suma, vamos para hospital, Dermelino. Cheguei lá, entrei, aí
falei, vou lá, vou acompanhar ele aqui, né? Aí fui acompanhando ele, ficou recruta lá na Barca. Chegou o médico olhou, [ __ ] mano, 20, acho que 23 por 17 a pressão dele, cara. O médico, você é louco, mano. Pega o cumprimento para colocar debaixo da língua. Vai rapidinho, rapidinho. Deita aqui. A a flocha bota pá, né, meu? Aí pá, colocou um comprimido, ó, você fica aqui imóvel, cara, uma hora. Ele ficou lá e eu fiquei lá do lado dele, né, meu? Aí já falei pro, mandei o recruta, falou: "Avisa que nós estamos no hospital
aí, Paulinho tá Passando mal." Aí voltou de novo, dep uma hora o médico mediu novo 17 por assim por nove mais um comprimido. Aí colocou um comprimido, acabou, aí baixou, conseguiu baixar, né? Aí ele falou assim: "Porra, cara, você precisa se cuidar, mano. O que que tá acontecendo? Que que tá deixando sua pressão alta assim?" F esse filha da [ __ ] aqui, doutor, vai trabalhar com ele. Esse cara vai me matar, doutor. Esse cara vai me matar com essa viatura Aí, meu. Parece um louco aí, ó. Ele vai me matar do maior escândalo lá
dentro. Aí ele fou, vou jogar praga em você, cara. Quando você tiver, agente, você não dirigir mais, porque ag gente você não dirige mais, né? Você tiver na função de dirigir mais, você vai pegar o motorista mais louco que você. >> Pegou? >> Batemos em cima do viaduto Pacheco Chaves. Aí, >> uma praga desgraçada. >> Quase morri, cara. Eu sargentão lá. Bur de boa. Vamos apoiar. Ô, ô chefe, pediram um apoio lá na na Juventus. Falei, cola. Vamos lá, ó. Nós vamos aqui pelo viador do Pacheco Sáv que é mais rápido. Falei, toca. Não conhecia
a área, né? Eu com a pistola aqui na mão, né? A aquela aquela eh 100, como é que é? PT100, né? PT 100. Eu com ela aqui aço puro. >> Aí eu p daqui a pouco eu olhei assim e vi um carro fazia assim, né, mano? Aí eu Daqui a pouco o carro rodou, cara, um pá e veio na contramão. Porque o viaduto Pacheco Chaves, ele é mão dupla, né? E ele não tem no meio, não tem nada aqui. O cara rodou e veio na contramão, cara. Mas deu uma sabugada na frente da viatura, cara.
>> Era uma blaz se cilindro. Ainda bem. Na hora que vai bater é reflexo também. Só faz isso daqui. Fui no no para-brisa, quebrei o para-brisa. O distintivo da da viatura furou minha cabeça até hoje. Ó, Aqui, ó. A a mão virou, ó. >> Aham. >> A pistola bateu aqui, quebrou sete dentes, me fodeu a boca, tudo. Ah, me me lasquei todo, cara. Lascamos. Morreu dois que tava no carro na hora. Dois morreu na hora. O outro foi socorrido. Não sei nem se morreu. Aí quem me veio na cabeça? O Paulinho, cara. Final do Paulinho,
>> filha da [ __ ] fez a a praga dele funcionou. Morreu, cara. E eu tô eu tô Sofrendo isso daqui, né, meu? >> Aí quando eu melhorei, eu fui lá, o o capitão falou assim: "E aí co tá pronto para combater o crime?" Falei: "Então, chefe, eu queria ver que o senhor me colocasse na Rocan, né? Que a Rocan é mais tranquilo. Eu fou assim, ó: "A Rocan é mais tranquila". Eu falei: "É, pelo menos eu mesmo que piloto para mim, né?" Eu mesmo que tô na moto ali, né? Se eu me arrebentar, pelo
menos a culpa é minha, Né, mano? Eu fou, tem sentido. Você vai para Rocan. >> Obrigado. Nunca sofri um acidente na Rocan. >> É, >> trabalhei vários anos, nunca sofri. Agora de barca foi uma sabugada. Nossa senhora. Mas quando você falou que estava lá e recebe um pedido de apoio, pelo que eu entendi já o quem responde o pedido de apoio é a galera que tá ali patrulhando mais suave, não tá numa Missão, né? >> Como é que era para tu lá na na nas rodovias, né? Como é que como é que funciona o dia
a dia? ficava lá. >> Porque eu no meu caso, eu era rotã. Eu não, eu não, não, não tinha por obrigação atender acidente e praticamente não fazia fiscalização de trânsito, era para combater criminalidade. Então o, mas só que nós tínhamos uma orientação de todo acidente mais grave que o os postos atendem, né, Depende a área, a gente tinha que dar eh apoio. >> Ou então a apreensão de drogas feito por um posto, que o posto faz a fiscalização. pode abordar tanto um infrator de trânsito quando pode abordar um carro carregado de maconha. Então a gente
trabalhava na Honda, a gente não tinha um ponto fixo. Aonde tivesse a ocorrência na área da companhia, a gente tentava chegar, só que tem área que é 2 horas para para chegar. É grande a Companhia é grande e, né, rodovia e tal, mas a gente sempre procurava chegar, f uma apreensão aqui, o acidente grave com ônibus, com várias vítimas, aí deslocava para lá para ajudar a sinalização e tal. Mas o o dia a dia nosso era rotã. Eu até falo aqui, muitas vezes a gente a gente faz vista grossa com determinadas infrações de trânsito, porque
numa rodovia de madrugada, se você levar ferro e fogo, você não trabalha. O que tem de cara com habilitação vencida, Cara que não pagou e PVA, esse tipo de de infração, eh, tirando a embriaguez que o cara tá colocando em risco ali, vidas, questão de embriaguez, já teve caso de eu pegar e tomar a chave do cara, deixar o carro estacionado no meio do do mato, tomar a chave do cara e patrulhar. Isso 3 horas da manhã, quando for 7 horas voltar e dar a chave pro cara e falar: "Some da minha frente". Porque se
você for fazer um fragmento de embriaguez, você acabou teu plantão. >> Então se se você for levar ferra e fogo, tudo que você aborda, esses cara parece uma pragma, o tal do Monza Velho, rapaz. >> É, >> você tem a história com o Monza conta várias essa do Monza. Aquela do Monza vai embora. >> A Monza tem o cigarro, tem a a droga que eu peguei no no no com a cocaína que eu peguei no Monza. tal do Monza é uma desgraça. Eu acho que é porque os o Bicho era bom de canela, né? Porque
é 1.8 ou 2.0 >> e igual o Vector, os cara usa para para essas desgraças aí, contrabando, para traficar droga. >> E o porta-mala é grande também, né, meu? >> É, mas você pega o esses carros de madrugada, é cara sem habilitação, habilitação vencida, é uma desgraça, cara. Aí você tá no num num serviço para pegar droga, para pegar armamento, eh, contrabando grande e você tem que Perder tempo com infrator de trânsito. Então, muitas vezes tem que fazer vista grossa até >> a madrugada, a madrugada é é pelo visto a madrugada é complicada também nas
rodovias, né? A madrugada é esquisita também na cidade, né? >> Sim, sim. Eu eu passei eu tinha uma moto, rapaz, toda lazarenta, não tinha uma sinalização. Essa aí nós levamos pro posto, não tinha jeito. Eu nós abordamos, o cara falei, falei: "Ó, não Tem documento, vou levar pro posto, então quer dizer que eu vou perder minha minha minha bezerra que eu dei na moto". Eu falei: "Você vai perder". Ele trocou numa bezerra, cara, uma moto. Aí >> é melhor ter ficado com a bezerra. >> É, até hoje deve est lá no no pátio lá. Mas
é risco desgraçado de acidente, sabe? Porque rodovia, o cara vacilou. Eu vi muito acidente em rodovia. Eu vi um eu vi um acidente com um Vectra e um e um Pointer desses Volkswagen Pointer antigo. Os cara bateu, cara. A menina, a menina tinha vindo, ficou no Japão alguns anos, adolescente, tinha chegado, estavam indo no Paraguai, dois tios e e a menina para para ir pro Paraguai. Bateu o Vector e pegou fogo. O um dos tios morreu na hora com a pancada, o outro saiu do carro e a menina não fez nada, cara. E ficou, ninguém
entende isso aí, morreu queimado e o pé ficou preso. Aí chegou um monte de gente, Extintor, tudo. A gente chegou >> e nada, rapaz. Depois que o carro consumiu tudo, que acabou com tudo, foi pegar a menina, tinha nem preso não tava o pé. Eu acho que conforme queimou, sabe? Mas aquilo deu uma tristeza muito grande, cara. Aquilo ali eu me baqueou bem, hein? Aquela menina, os cara 15 anos, ela ficou com o pé preso atrás e o carro incendiou. Os motoristas ficaram desesperados. Até um caminhão tanque que tem extintor bom, parou, mas não teve
Jeito, cara, da gente tirar. Teve uma hora que você não conseguia chegar perto mais. Você tá maluco, deve ter, deve ter realmente assim uma porrada de acidente horroroso mesmo. >> Eu pegamos muito, peguei ônibus que bateu e teve um ônibus que o cara vinha acelerar demais. Chegando na ponte ali do do Ivaí, o cara viu os carros na frente dele, ia bater na traseira. Que que ele fez? Ele tirou, cara. Ele tirou e jogou o ônibus na barranca, na beira Do rio. E aí tem um um fone que ele fala com os passageiros. Ele falou:
"Não se não se mexam que nós estamos na beira do rio não sabendo de onde eu tá, cara. Os caras não chegav, não piscava nem o rabo dentro daqu daquele e o ônibus parado na beira do coiso. Aí nós fomos um dos primeiros que chegamos. Tinha dois bombeiro viajando dentro do ônibus, abriram porta de emergência, saíram em cima e foi tirando gente, cara, na beira da pista. Aí passou um cara com um Caminhão fenemão velho, meteu no no numa árvore lá na frente também. Falei, manda mais equipe do de bombeiro aqui que tá o caos
aqui. >> Tivemos que tirar os caras numa fila indiana. pista mão simples saindo da ponte numa curva. [ __ ] >> pensa num numa desgraça e gente tudo [ __ ] e minha mala falou: "Que [ __ ] de mala, cara? Esquece mala, vamos sair daqui primeiro." A gente vai saber se esse ônos vai pegar fogo ou se vai Desbarrancar e cair dentro do rio. Mas pensa num sufoco, cara. E pegando assim vários. Teve um carro que rodou na pista, barberirou e rodou, ele parou de frente na pista, contramão. Aí nós chegamos, né? Vimos aquele
carro parado, tal, falou: "Que aconteceu?" "Cabei de rodar e tal". Aí ele contando para nós depois ele falou, fiquei gritando. Ah, eu falei mas por quê? Não, pros outros não bater em mim. Falei: "Rapaz, você acha que alguém como se fosse >> carreta vai vir, vai ouvir você gritando ele já não viu você. Mas pensa, rapaz, vira até comédia, mas pensa num numa desgraça de gente. Ele queria parar no grito. Devia. >> Teve um cara que empinou a moto ali no >> na 317 ali. O ônibus da Garcia ainda viu, rapaz, pelo retrovisor, parou no
pedágio e falou: "Ó, a moto, motoqueiro caiu ali." Ele empinou não, ele tava deitado na moto assim. >> É Superman. Fazendo Superman. >> É. Aí o pedágio avisou nós. Nós fomos lá, rapaz. A primeira coisa que eu achei foi um dente. Eu falei: "Ih, o negócio não". Mas não sobrou nada do cara, não sobrou nada. O primeiro carro que passou em cima dele quebrou e ficou. Não conseguiu ir embora. O resto passava a mesma coisa pass. Mas sobrou só o trapo dele, rapaz. >> Ó a perspicaça do polícia. Achou o dente. >> Eu vi o
dente ainda. Falei: "Meu pai do Céu". Aí ele ele ele trabalha ele morava em Floresta e saía de Maringá à noite, eu acho que para pegar mais velocidade ele deitava para cortar o vento. Foi, ele perdeu o equilíbrio. O cara da, eu falei pro cara da Garcia: "Porra, mas se você tivesse parado e sinalizado, falei: "Ah, mas só vi um monte de fogo levantando lá e a moto rodando. Eu nem sabia que ele tinha que cair. Aí ele, o cara andou uns 5 km para avisar no pedágio." Aí Super >> bagaçaram ele. Carreta passa em
cima ali. Meu Deus. tivesse andando de boa, nada disso tinha acontecido. >> Eu atendi um acidente. Eu atendi um acidente, rapaz. >> O ali tinha um pesqueiro ali em Maringá e ameaçou chuva aquele escureceu o céu, cara. Tinha um japonês velinho ficava pescando lá. O japonês foi pegar o ônibus do outro lado da pista. Pista simples. >> O japonês botou o pé assim, ó. A moto veio, bateu, o cara rodou. Resultado, matou o japonês, arrancou a perna do japonês, o motoqueiro morreu lá na frente e nós chegamos, falei: "Puta merda". Aí a perna do japonês
ficou no meio da pista, tá? Mas ninguém nem viu na hora. Aí o o capacete do cara eu levei, coloquei em cima do balcão da polícia rodoviária. O pai do moleque chegou, falou: "Ah, isse é o capacete do meu filho". Quando ele pegou, escorreu Aquele melado, ele p o cara grudava numa numa grade lá e chorava, rapaz. O filho dela, hein? >> Morreu porque tava tentando fugir fugir da chuva com uma com uma umas twist de 300 e bateu no japonês. Aí de madrugada o japonês, o delegado ligou para mim e falou: "Vl tá querendo
a perna do homem aqui". Falei: "Porra, perna, rapaz". Aí eu fui lá no local, >> achou perna os uns couro lá no no na Pista lá. Falei, tem um couro aqui. Fale, não, junta aí com a pazinha e e traz aqui, porque daí o cara coloca aqui. Falei, pensa no rodovia é [ __ ] cara. Eu peguei um pouco de trauma, sabe? Porque >> cal, mas aí tu foi lá e juntou com a pazinha, Farú. >> Uma pazinha, rapaz. A gente pega um pouco de trauma. Sabe o que que é o trauma que a gente
pega de rodovia? >> Hã? Eh, isso é um pouco coisa da pessoa. Você vai tendência acidente na rodovia, você quando você vê o tudo capotado, você vê que tem vítima fatal, você fica pensando, pô, será que não é alguém meu da minha? É a primeira coisa que você chega, não é que você se alivia quando você vê que é porque é um ser humano, mas você fica pensando, cara, [ __ ] você tem neto, filho, amigo, você vê aquela quando vê que é desgraceira, sabe? que Já avisa óbito no local e atropelamento, eh, motociclista, que
esbagaça, cara. Não sobra nada. Você chega no local, rodovia é [ __ ] cara. Eu trabalhei alguns anos na Rotan e a Rotan anda muito a noite inteira na rodovia. Então, a possibilidade de um posto atender um acidente, ela se multiplica 10 vezes a Rotamp, porque são todos os postos, né? Toda a área você sai e é tudo área movimentada aqui. Agora que essa R323 que liga Maringá Guaira tá melhorando, Mas ali, rapaz, ali era um matadouro. >> É, >> é pista simples e os cara metia borracha. Saiu um cara com uma menina ali com
um carro aqui, ó. A carreta pegou ele aqui, só que não matou, mas levou ele 100 m, cara. Levou ele 100 m. A menina aqui, ó, a carreta levando e o cara cagando de bêbado. >> Eu cheguei, fui tentar tirar a menina, aí o polícia falou: "Salient, é bom não pôr a mão nela, não, tá chegando no Socorro, tal". Falei: "Mas pô, essa trouxe pegar fogo aqui dentro aqui". Aí acabei esperando o socorro, sabe? Mas ela tava prensada em banco, porta, tudo. É desgraceira, cara. É, >> é que a na rodovia é funciona assim. Eu
viajo muito de moto, né, cara? Eu viajo muito de moto. Vou a rodovia funciona assim. O caminhão ele se acha como se fosse um leão. Ele é o rei da floresta. Ele que domina, falar: "A rodovia é minha, moto e carro é intruso. Então Você quer ter um bom trânsito na rodovia, respeita o caminhão, cara". >> Mas na moral, man, >> porque se você não respeitar o caminhão, ele te joga para fora da pista sem dor nenhuma na consciência. Eu sei, eu vii um cara de moto. A minha equipe, a minha equipe >> quando eu
quando eu fui candidato em 2014 e a gente pega três meses de dispensa para pra candidatura, né? Eu tava na ativa, não fui eleito. >> No primeiro serviço que a minha equipe, os três polícias que trabalhava comigo fizeram e eu sem na primeira dia da dispensa, eles fizeram uma apreensão de mercadoria contrabandeada, foram na receita, entregaram, lacraram, né? Você só entrega o saco lacrado. Aí 3 horas da manhã, vamos, vamos dar mais uma patrulhada. Vamos. Saíram, rapaz. E o Paulo teve lá um problema de saúde, bateu na traseira de um caminão. A a Hilux, o
cara, o motorista falou só, ouviu o barulho, o impacto, bateu, arregaçou tudo. O Josias, que era o que tava no lugar do comandante da equipe, é cap tava no meu lugar. E lá tem um uma tecnologia embarcada, um computador assim na na frente da vi cheio de ferro, igual isso aqui, ó. >> E o Josias tava dormindo na viatura assim, ele dorme assim, ó. Ele entrou para dentro daquilo lá, rapaz. E o Paulo deu volta, o Josias tudo ensanguentado Ali, ele falou: "Picoloto, me ajuda que Mateus Josias". O Josias abraçou o Paulo, queria trazer, não
sabia o que tá acontecendo, queria trazer o Paulo para dentro da da viatura. Nem sabia que tava em rodovia uma hora daquela, quebrou as quadril, as pernas, ele fez umas 10 cirurgias já, rapaz. >> Aí os caras ligou para mim, eu tava fazendo campanha para falei: "Puta que pariu, >> todo quebrado". >> Falei, "Rodovia, você vacilou, você morre, cara". Fala tá falando Campinas aí tava falando. Eu eu durante 13 anos eu fiz esse percurso, né? Morava em Campinas e trabalhava aqui na rota. Então motocicleta, né, mano? O guarda não tem dinheiro, motinha barato, combustível e
eu fazia esse trajeto. Mas na reta final, eu lembro que isso aí em 2018 mais ou menos, eu lembro que eu tava aí essa época eu tava trabalhando, fiquei uns meses trabalhando em Campinas, então terminava o serviço 18 hor e entrava 19 horas na faculdade. Então eu vinha, estilo engano, um dia na rodovia, por isso que eu falo que nem sempre depende do condutor, principalmente motocicleta na rodovia. Aí eu lembro que eu tava tava na Anguera, aí eu observei que tava meio escuro já. Daqui a pouco eu vi em boleiro assim, uns 500 m pra
frente. Aí já fui freiando, tal, tal, segurando carreta, ônibus. Aí fui parando assim, Cara, vi tipo um cachorro no canto, não sei se era um cachorro, se era uma capivara no dia, uma moto, uma 300 já toda estourada e o cara parecia que tinha passado na máquina de lavar roupa, cara. Parecia uma roupa torcida mesmo, o cara assim. E o cara, mano, ele tava até com equipamento, cara. Aí um negócio que chamou minha atenção no dia que eu ajudei sinalizar e fiquei ali dando um suporte. Aí viu o crachado da empresa dele assim, O cara
provavelmente tava indo trabalhar, era umas 19, devia est entrar às 19 na empresa assim e o celular dele começou a tocar assim, amor, a mulher acho que pressentiu, cara, e o telefone tocando assim e o cara eu olhei e falei: "Ixe, já era". Então assim, aquele >> cara tava >> não, ele já era. Não, não, ele já tava agonizando. Agonia da morte já. >> Agonia da morte. Já bati o olho, falei: "Puta, já era." Mas ele tava todo Retorcido porque passou o ônibus e passou a carreta. Entendi. >> E ele bateu, >> [ __ ]
>> ele bateu tipo num cachorro, mano, na rodovia. Não sei se era o cachorro ou a capivara, mas ele deu uma pancada. Não, mas >> e aí, aí eu fiquei no pensamento assim, aquele dia eu travei, mano. Eu falei assim, caramba, mano, diferença de segundos poderia ter sido Eu ter batido aqui, ter morrido. Sua hora irmão. >> Não, eu sei, mas é embaçado. Eu vim de lá de Campinas até aqui em São Paulo aquele dia. Vocêsam, eu não passei de 50 por hora, mano. Eu vi aqui, ó, com na mão, trancado, man. Regão minha lá,
tem muito gado na pista. >> É vaga. Perigoso, vaga. Ah, tanto que você lembra que eu falei no começo da conversa do tenente, que era instrutor da minha escola, ele Quando ele foi promovida a capitão, ele foi comandar a polícia rodoviária, a companhia de polícia rodoviária, onde eu posteriormente fui servir. Ele tava indo pro posto de de Marialva e com o motorista, né, com a viatura da Polícia Rodoviária, tava indo fiscalizar lá e viu alguns animais, cavalos na pista. Aí ele parou, parou a viatura aqui, ele desceu, foi espantar os cavalos lá, caminhão veio, bateu
na viatura, projetou a viatura em cima dele e matou Ele na pista. >> Hoje o o contorno nosso lá chama contorno major Abelardo, porque ele foi promovido pós morte, ele era capitão tenente da minha escola. A viatura projetou em cima dele assim. >> [ __ ] cara, >> eu lembro que eu vi na Chega hora do cidadão, man. É, eu lembro que eu vi no vídeo até o bombeiro falando: "Pega a arma dele aí, pega a arma". Tá toda embolada no meio de coisa, matou o Major. >> Ó, mas é >> foi, >> eu eu
fui pr para São José dos Campos, agora falando de rodovia, fui para São José fazer um rolê na Honda lá. Aí eu tava voltando com as motos, nós estava numas 15 moto, né? Aí eu tava voltando, meu, caiu o para-choque do caminhão, >> então, >> e ficou atravessado assim, ó, o para-choque. Aí eu vinha com a moto, deu Para ver, eu desviei, cara, parei a moto, tá até gravado que eu tô gravando os motovlog agora. Tá gravado lá para quem quiser ver. Falei, mano, eu vou tirar isso daqui da pista porque ia causar um acidente,
cara. O bagulho, aquela, aquele para-choque atravessado ali com tava inclusive com a placa. Aí eu tô aqui, né, para parar. Quase que eu morro, cara. Parar aqui a pista, né? Aí eu tô aqui parando. Você vai parando Por pista, né? Aí eu aqui pá pá pá, um caminhãozão veio, parou, né, meu? Aí eu fui aqui, aí o outro parou. Quando eu fui para cá, lá veio o carro na na na direita, cara, no maior pau, ultrapassou e aí pegou, tava eu, eu, outro ponto aqui, pegamos e saímos correndo, cara. Mas foi por por segundos, cara.
Mas eu sou muito daquele cara que eu penso assim, o homem lá em cima tem um livrão, ele virou a página, quem tiver naquela página ali, meu irmão, tchau. Não tem Conversa. Eu penso assim, não adianta sem choro nem vela. Mas, mas dá um jeito do cara morrer. Não, o jeito que o cara do cara morrer é só uma uma desculpa, mas quem tiver naquela página ali, meu irmão, >> já era. >> Então você eu eu trabalhei com um cara, rapaz, o o Cabo Rodrigues, ele até hoje a gente tem, ele trabalhava na minha equipe,
eu fui no domingo, eu ia trabalhar na Espoingá, >> que é uma exposição agropecuária lá. Aí ele ligou para mim, falou: "Sargento, eu não vou estar com o senhor hoje à noite no serviço. A gente trabalhava primeiro na Espangai e depois ia pra rodovia. A Espingá é mais um marketing, né? Tinha a o estande da polícia rodoviária ali. Aí foi eu e o e o e o Paulo e o Josias. E na segunda-feira ele assumiu um comando de uma equipe. Ele entrou no lugar de um, eles estavam indo para pra Tapejara lá. faz a as
primeiras Fiscalizações ali mais ou menos umas 9 horas da noite, fica até meia-noite, depois vai para para Perobalu. Ele tava indo e ele falou pro motorista assim: "Dá uma aceleradinha". E o motorista deu uma aceleradinha, chegou em Tapejara, motorista manobra a viatura e para de réiro. Ele desceu e foi pro eixo da pista, aonde fica a faixa ali. >> Aham. >> Aí veio uma carreta aqui e uma aqui. Os motores só ouviu o barulho. Falei, P. Passou em cima da cabeça dele. >> [ __ ] que pariu, >> ninguém sabe até o cara esperto de
pista, o cara, o cara ninja, lutador de de de moitai e tal, ninguém sabe o que aconteceu. Se uma bateu e derrubou, a outra passou. E o incrível que a que vinha de de sentido cruzeiro para Maringá, ficou 25 minutos conversando com um polícia rodoviário num num posto de combustível e veio. Parece que tudo cronometrado, >> saiu de lá, ele dá uma aceleradinha. as duas carretas cruzou, cara, passou em cima da cabeça dele. E eu tava na exposição de folga no outro dia, ligaram para mim, o Adriano ligou para mim, falou: "É, o cabo Rodrigo
sofreu um acidente". Eu falei: "Ele tá bem". Falou: "Ele morreu". Falei: "Rapaz, pensa num num". Aí nós fomos, nós fomos a noite inteira no velório dele. O capitão determinou fôssemos fardados. >> A mulher dele falou: "Não, abre o caixão Que eu quero ver ele pela última vez". O coronel Mioso falou: "Vê, você vai ver o que aí?" Aí ainda diz que >> é [ __ ] hein? >> É coisa, né? Diz que na hora que o pessoal tirou do Nicrotér, tirou a cabeça dele assim do chão, tava dava para ver os olhos assim. Ficou uma
coisa horrível, cara. Aí o o tenente na época chegou e pegou o armamento dos polícias, dispensou os polícias, falou: >> "Sabe como é que tá o psicológico?" Dois políticos, cara vendo ali, >> lembra uns filmes que tinha nos anos 90 que era Face da morte, que era uns vídeos das pessoas? >> Então vocês estão descrevendo um monte aqui para mim, pô. Isso daí horroroso, cara. Coisa horrível, >> meu amigo. Pessoal, o negócio aquele filme premonição. Eu não ando atrás de caminão com carga de madeira, nem [ __ ] na rodovia, mano. Eu sai da Hora,
irmão. Depois daquele filme lá, mano. Eu aqui, ó. >> Então, mas aí sabe o que que é? É bom isso daí, o pessoal escutar isso daí, porque os caras pensam que a vida de polícia é fácil, irmão. Acha que é que é obaoba, né, meu? Você vê é turismo daí que a gente vê aí o cara vê um um cara que não é polícia, um um civil vê um negócio disso daí, ele fica traumatizado pro resto da vida. A gente não tem tempo para se traumatizar. Você tem que ver um Bagulho desse, no outro dia
você vai ver outro pior e vai indo aí, Mas eu acredito que, tipo assim, rodovia, porque, por exemplo, você lida, no caso assim, trabalhar na na rota, na força tática da vida, você lida muito com a morte, mas é a morte do bandido que atirou em você segundos atrás, irmão. Então, você tá cagando, mano, de verdade. Desculpa, mano. Você vai no outro dia, toma café, toma uma cerveja e [ __ ] >> Mas você lidar com a morte de pessoas inocentes é [ __ ] Teve um fato em Campinas também, eu tava fazendo bico lá,
aí eu lembro que no bico nós fazíamos segurança de um bairro e tinha um bairro vizinho que a gente tinha contato com os outros polícia e era Nexttel. Aí eu lembro que o polícia me chamou, falou: "Meu, acabei de trocar tiro aqui". E o bairro era bem pertinho, gastei 2 minutos para chegar lá. >> E tu não gosta de um tiro, né? >> Então tirotei. Ele falou: "Tô trocando tiro aqui e já fui a milhão para lá". Quando eu chego lá, os caras tinha vazado, os caras tavam no i30 e eu vi uma mina caída
no chão assim, uma japonesinha, cara, 24 anos a menina tinha. Aí eu lembro que o polícia falou: "Mano, o que aconteceu, né, na na situação lá? Os caras iam sequestrar essa menina. A menina foi pedir o apoio da viatura, aí deram um gogó, tavam tentando arrastar ela com a arma na Cabeça dela. E aí na hora que estavam tentando arrastar ela, o polícia viu. Aí um tava arrastando ela aqui e esse daqui começou a trocar tiro com polícia aqui. >> Esse de cá que tava com a mina no gogó, tentou atirar no polícia, deu três
tiros na nuca na menina, no apavor e caiu com a mina. >> Meu Deus. >> Aí eu lembro que quando eu cheguei assim, cara, eu grudei a mina, né, mano? E pá, eu já olhei, comecei a fazer uma Análise assim, que eu vi um monte de sangue, tava tentando ver onde que era. Aí eu vi os ferimentos aqui na nuca dela assim, ó. Mas eu lembro que ela olhou no meu olho assim, ó. Você via que era um olhar tipo, mano, ela não falava, mas eu entendi. Tipo, me tira daqui, me salvauda, >> cara. [
__ ] mano, eu vou falar para você, ó. >> Ficou na >> E ela morreu, mano. Isso aí. A menina Tinha 24 anos, tava para casar, final do ano, arquiteta, >> toda uma menina bonita. E assim, cara, isso aí ficou na minha cabeça, ó. Fica muito tempo, >> mano. Eu trabalhava no bico à noite, eu vi a menina andando na rua, cara. Bagulho louco. Eu vi assim, caramba, mano, tipo, no meio da madrugada, >> traumatiza quando é uma pessoa de bem, uma pessoa que, [ __ ] você fala, tinha tudo, tinha um futuro brilhante. Aí
eu Falo, então é diferente muitas vezes. A rodovia eu acho muito mais traumático, porque você chega lá é família, é criança, >> a maioria é gente boa, né? >> Pessoa do bem. E aí quando você vê algumas regras rigorosas, principalmente como como lei seca, quando se fala de rodovia, mas me desculpa, eu acho importante catar um cara bêbado na rodovia dirigindo, irmão, saco. Eu quero que ele se [ __ ] >> Olha, eu eu sou 100% a favor da lei seca, na verdade. >> É, cara, porque na moral, ah, um monte de gente reclama, mas
eu vou falar, cara, quando tem um acidente é rápido para acontecer e é trágico. Seca, né? Mas na da na maconha você não não fala nada, né? Vai tomar no seu cu. Todo moralista. Eu sou a favor da lei seca. Pera aí, deixa falar por lei seca. >> Ah, eu tive que falar isso. Eu não aguentei, cara. No Brasil se tiver na mente não dá nada, né? Mas o qual que é o problema da da cachaça da da do álcool? é que o cara que bebe o álcool e vai dirigir, ele ele já tem a
gente já tem incontáveis estudos, incontáveis evidências que o cara ele vai, ele aumenta muito a chance dele fazer uma merda, pô. Aumenta de um jeito que é impossível o cara correr esse risco de forma eh o que eu quero dizer que é sempre um risco. Então, nesse sentido, eh, o cara que bebe e vai Dirigir, ele é um risco para mim, pra minha filha, família, para você, para você. Por isso que eu tô falando, ó, ontem mesmo aparece esses vídeos pra gente. Eu tava vendo um vídeo de uma mulher bêbada abordada lá e e dando
risada e não sei o que e tal. Aí fui ler os comentários, uma pessoa falando, mas e quem que não bebe? Tipo assim, querendo defender, sabe? Falei sim, por exemplo, eu eu não bebo nada de álcool, mas enfim, mas Também teria que ter no mínimo a consciência para não dirigir embreagado. Mas o que a gente já viu, cara, de acidente grave provocado por embreaguez, nossa senhora, a rodovia, a rodovia já é uma desgraça. E e nós estamos falando em embriaguez, porque tem cara que toma lá um copo de cerveja, se você fizer um bafondo pega,
é, >> pega, >> mas você sabe que o cara tá inteiro, mas Tem cara que ele não aguenta andar, cara. Ele não aguenta andar, ele vai e pega o carro e vai. >> Eu vi uma vez na rodovia o cara, o cara falando pro cara fôito e ele pensando que era um microfone cantando. Zoado, mano. Zoado. >> Nós saímos do canteiro com a a viatura da Rotan. Nós do canteiro, olhando pros lados, tal, saiu na nossa traseira, criou aquele pulo. Esse cabo >> enchira, encheira a sua traseira. >> Esse, esse encheira a traseira da viatura.
A minha não. >> Aí >> o cabo falou assim: "Bateram, bateram em nós". >> Aí fomos olhar lá, rapaz, um gordão mijou, cara. Mijou, desceu da Ai, meu Deus. Mijando, cara, bêbado. >> Olha que desgraçado. >> Deu uma cacetada na bunda da viatura. E eu falei, vamos prender esse cara em fragrante, não, gente, vamos não sei o Quê, não sei o resultado. Chamamos os parentes dele para levar e ele se comprometeu a pagar a traseira da viatura que que que arregaçou e foi embora. Mas o cara o cara urinou nas calças, juntou o susto com
a com a cachaça. Falei: "Rapaz, você bater na traseira de uma viatura da Rotan, cara, da polícia rodoviária." Eu falei: "Nem nem pro meu pior inimigo eu desejo isso daí". >> A cachaça quando ela não mata ela Humilha. Outro dia nós na nós na rodovia, não é? É isso mesmo. >> Ela me humilhou, por isso que eu parei de por isso que eu parei de beber. >> Antes ela matar, ela humilha. Eu não é que eu não bebo. Se eu sair, se eu for para um lugar que Mas eu mas eu tenho isso é uma
parada que eu que eu sou meio que eu sou bem cuidadoso, que é cara é muito, eu não bebo e dirijo porque eu tenho muito medo da merda que pode dar para valer mesmo. Então outro dia a Gente tava numa festa e todo mundo bebendo para [ __ ] não sei o que, mas eu não, se eu sei que eu vou dirigir e eu fui numa festa, eu não bebo, não tem jeito. E aí a gente descendo aqui assim, era uma rua de só tinha um lado para poder sair e ir embora. E aí tinha
ali uma uma dura, né, uma uns polícia ali. E aí vieram, não só para aqui que não sei o que. Eu soprei amarradão. >> Felizão. >> Felizão, cara. E é e é que eu já vi Tanta gente se [ __ ] por causa de um outro cara, tá ligado? O cara o o cara que morreu nem tinha nada a ver, mano. >> Tinha nada a ver. >> Que a maioria maioria das cara além de cara que tá em outro carro inteiro, cara. além de cara que tá em outro carro, como pessoas também que responsavelmente entra
no carro do bêbado. Esses tempos atrás o cara bateu o carro bêbo lá, matou duas meninas que tava aquelas Meninas lá morreu >> porque entrou no carro elas beberam, não sei se elas beberam, mas elas não tava dirigindo. >> Então você vai fazer o quê? Eh, complicado, cara. Eu não bebo nada de álcool. E E >> por que que tu parou? Eu parei, eu parei. >> Humilhou muito ele. >> Eu tava, eu tava começando a ter problemas dentro da da Polícia Militar e Não era nada assim, eh, se perdia a razão por por uma vez
e eu eu tava tomando umas cachaças num boteco lá e fui no banheiro mijar, entrou um cara do lado e do nada começou a falar: "Seu policinha de merda, seu não sei o que, não sei o que". >> Aí dá merda, hein, mano? Aí dá, aí dá ruim, hein, mano? Eu peguei, soquei a mão na cara dele. O que que ele fez? >> Só que eu tinha tomado umas. O que que ele fez? Ele foi no módulo da polícia Que tinha 150 m dali, disse que o polícia embriagado tinha batido nele. Aí o pessoal do
módulo falou: "Ah, é o Faú que tá lá". Mandou o rondante, veio o rondante. O Rondante hoje é meu amigo. >> Sab já sabia. >> Aí veio e me prendeu. Me prendeu por quê? Porque eu tinha bebido, ele viu que eu tava bêbado, então eu perdi a razão. Se eu tivesse são ali, eu tinha dado voz de prisão pro cara, eu não tinha me complicado. Eu falei: "Até certo, quando Eu tô bêbado, eu tô errado." Eu falei: "Então eu vou parar com isso." Comecei a pegar a cadeia, pegar a cadeia. Uma vez eu fui, uma
vez eu fui na na os caras ligou, falou: "Ó, tá tendo um som alto >> numa casa lá, tá perturbando os vizinhos". Nós chegamos lá, entramos, churrasco, rapaz. Churrasquem os caras umas 2 horas. O rondante foi lá al nós estamos tentando ainda. >> Estamos na luta aqui. Estamos tentando. Quem não sabe beber bebe leite, [ __ ] Aí eu parei. Eu parei dia 4 de dezembro de 1989. Eu parei de de 1979. Parei de tomar cachaça. >> 4 de dezembro de 1979 >> eu tomei uma Antártica e uma pinga cheia. E aí quinta-feira comecei a
cumprir uma cadeia no batalhão de 15 dias de de prisão. Ó, para você ver que quando eu eu eu mesmo tando certo, eu eu tava na guarda do presídio, nós tomamos cachaça o dia inteiro. Quando à noite eu cheguei e falei, tava Tendo um bailinho na frente do presídio. Eu falei para um cara, vamos tomar uma Coca para dar uma para rebater um pouco isso aqui. Vamos. Chegamos lá, por Deus que tá no céu. Pedimos duas cocas de garrafinha, tomamos. Uma hora que eu saí, tinha um carrinho de cachorro quente, tinha um muro. E o
cara do carrinho de cachorro quente falou: "Seu polícia, esse cara não tá deixando eu trabalhar". O cara sentado no muro fazendo assim, ó, metendo as pernas no Cara do cachorro quente, um velinho. Aí eu fui lá, né? Falei: "Rapaz, demônio, >> falei: "Por que que você tá atrapalhando o homem de trabalhar?" Falei: "Ah, tomar no seu cu, polícia". E veio com o pé também. Do jeito que ele veio, eu puxei. Aí, couro nele, rapaz. Atravessamos, atravessamos aquela avenida ali da da frente do presídio caceteando ele. Para nosso azar, quem tava na rua? Coronel Aparício, >>
[ __ ] >> Aí os caras ligou, tá tendo fuga que os polícios tá embolado com os presos aqui. >> Hum. >> Chegou lá que preso era o vagabundo e nós estava levando ele pr pra delegacia. Resultado, >> peguei 15 dias de cadeia porque eu era cabo e o soldado pegou 10 >> e nós estava certo, mas o nosso erro que nós tinha abandonado o posto, deu abandono de posto, deu tudo que você pensar. >> Nossa, dá uma merda. >> É, peguei 15 dias de cadeia. Outra vez o polícia, o polícia chegou para me render,
ele veio da faculdade, vi. >> Tá me convencendo a parar de beber também, cara. Ele veio paisando, >> mas agora, mano, depois de Ó, o polícia, Igor, o polícia chegou na guarita do do presídio para me render cabo da guarda. Chegou paisando, vem dar aula com a bolsa com uniforme. Falou: "Faur, pode ir." Olhei o relógio, falei: "Minha Circular passa daqui uma hora". Tem a associação da polícia civil embaixo ali, jogar uns nuquin e tomar uma cerveja, tomar >> ia pegar circular para ir embora. O rondante chegou. >> Cadê o o cabo da guarda? Ah,
é o Faú, porque ele tava paisando, >> filha da [ __ ] >> O Rondante foi lá embaixo, me pegou, eu bebendo e jogando. Aí no outro dia. >> Fora do do horário de serviço. >> Fora do horário. Eu tava, eu eu tinha aí como é que eu passei o serviço para um cara paisano? >> Aí eu cheguei no quartel no outro dia de manhã para ser ouvido, o major gritou lá bola oito no canto falei: "Tomar no cu". Então falei: "Não adianta, cara, me mexeu com merda". Não falei, falei: "Então não adianta, pai, >>
tem que parar". Parou não, >> o cara podia ter falado, né? Eu assumi o serviço e a minha farda tá aqui, já tô Colocando. Ele ia levar uma fumada, mas era menos grave do que a minha, que tava bebendo em em tese, em serviço. >> Mas eu não tava em serviço. Mas >> depois tu tinha que dar uma porrada nesse filha da [ __ ] aí, pô. >> É, é mão de sapo, apelido. >> Dá um chá de manta nele. [ __ ] >> cara, me me fodeu, cara. Não assumiu o bo. Aí fiquei preso.
>> O mão de >> Aí parou de beber. >> Aí é [ __ ] Mão de >> Aí parei. Chegou um dia que eu falei hoje a partir de hoje eu não beo mais de pitar >> pitar de pitar. Eu parei. Eu parei na na máca para indo pra UTI. >> Mas tu já pitou muito? >> Muito. Comecei mais ou menos com com uns 13 anos. >> Aquele cara, aquele cara do Monza é vó. Você não pita? >> Eu pito. Pito muito. Você para quem é para mim? >> Você não pinta não? Aquele cara mandou
mensagem para mim depois falou sargento, nosso vídeo tá bombando. Socorro, rapaz. >> Ele mandou mensagem, >> mandou, entrou no Messenger, naquele vídeo nosso, tá bombando. >> Qual que é o fim dele? Qual que foi o fim desse cara? Foi preso. Esse cara, Esse cara foi preso, ele foi autuado, só que depois ele foi liberado para responder em liberdade. E muitos anos depois ele comentou lá que tinha ido na Polícia Federal para na Justiça Federal. Eu acho que ele acabou sofrendo uma multa, >> tá? >> É só uma multa. Ele foi candidato a vereador na cidade
dele, >> [ __ ] >> Teve 125 votos. >> E agora ele vai nos podcast e fala que eu bati nele com pacote de cigarro. >> Mas tu bateu nele com pacote de cigarro? >> Já já caducou já, pô. Já bati. Eu bati mais no outro que tava com ele porque é mentiroso. >> Vou colocar o cigarro na >> mentiroso é pior, né? Tá vendo que o cara tá com a [ __ ] de Monza entupida de cigarro? O cara vai falar, >> nós pegamos. Foi assim, ó. Essa ocorrência foi uma bosta, cara. Eu não
Sou motorista da viatura. Eu eu não sou motorista da viatura. Eu tava eu tava dirigindo a viatura pro pro motorista descansar para quando chegar lá e ele trazer a viatura de volta, porque é quase 200 km. Aí eu falei, desescanse e vou. Tem dois polícias descansando e tal. Aí eu cruzei com Monza e com Fiat, um no Vermelho e um Monza. Eu manobrei a viatura e os polícia acordou e falei: "Vamos atrás". O Monza é 1.8, sumiu. Aí abordei o Fiat, Aperta aqui, aperta lá. O cara falou: "Não, ele tá levando alguma coisa, eu não
sei o que que é. Eu tô batendo alguma coisa aqui e tal e eu dou o que eu tenho no bolso para vocês. O cara tinha R$ 902. Eu tenho memória muito boa. Falei: "Você tá preso em fragante". Aí passou um carro e falou assim, ó: "Tem um carro capotado na curva ali. E eu tinha uma S10 particular e eu tava com a Hilux. Que que eu fiz? Peguei, soltei o freio De mão da S10. Você solta aqui, ó. Eu soltei o freio de mão e saí. >> Eu tinha aberto o capu. Quando ela andou
uns 200 m, capu fez assim, ó. Vat, as polícia queria me matar, sargento, seu filha da [ __ ] E eu aqui, ó. >> Aí cheguei, consegui chegar vivo lá onde tava o cara. O cara tava desse jeito, tentando desvirar o Monz. As veias do pescoço estufada. >> Sozinho tentando esparramar de cigarro para todo lado. >> Pegamos, demos um [ __ ] nele lá no meio do mato. Os polícia descontou tudo a raiva que ele estava de mim. Descontou no cara, passou um caminão de boia fria. Eu falei: "Ó, ajuda eu juntar esses pacotes de
cigarro tudo dentro desse carro aqui e desvirar ele que eu dou um adianto para vocês." Jogaram tudo, tá? Desvirou. Demos uns 10 pacotes de cigarro sem. pessoal >> trabalhador rural de can de cana >> entraram tudo no ônibus, tudo sorrindo, tudo pitando. Aí chamamos um guincheiro chamava Faustão, gordão lá de Camorão, >> levou o Monza. Aí chegou lá no pátio da Polícia Rodoviária, o Salsicha, que é um repórter lá da Record hoje chegou e foi entrevistar o cara. Falou: "Você não pita não?" Eu não, eu pito, eu pito muito aí. Aí começou, foi aonde que
isso daí pegou >> daí no outro dia saiu sargento Faur prende o maior fumante do mundo. Eu Falei: "Nossa, >> então foi exército". Tem, mas ele tem várias enquanto é aquela daquele que que ele foi testar e fiquei até chapado. >> Então, mas aquela lá então até hoje tem um filha das [ __ ] aqui para me xingar. >> Tem um capitão, cara. Um capitão tava num grupo. >> Pass, você foi passar, pô, na língua. Então, o cara, tem um capitão que estava num grupo comigo >> e ele ele dá reserva, ele falou assim: "Eu
vou sair do do grupo por causa da presença do Faur, porque além dos palavrão a cocaína". Como se eu fosse viciado em cocaína, sabe? Eu falei: "Rapaz, >> eu peguei aquela [ __ ] daquela cocaína e eu peguei e e tal". Aí eu na entrevista eu falei, eu peguei cheireio. Aí na entrevista eu falei, eu cheirei a cocaína. Meu cérebro falou: "Pô, cheirar cocaína é mal, você vai se foder." Aí eu brinquei, tô chapado até agora. Viro, Fiz virar um meme, mas não sabia da repercussão que ia dar. Então, quem vê pensa que eu consumi
cocaína, tal. Eu falei: "Rapaz, >> não tem que ser meio burro para achar isso. >> É, eu fui criado na beira da água Maringá e falo para você de coração: Não sou melhor que ninguém, mas por uma questão até de sei lá se por destino, eu nunca usei nem maconha. Eu nunca usei nem maconha. Fumei cigarro, comecei Cedo. Uma vez comecei com 13, 14 anos na escola. Uma vez eu tinha um cigarro dentro da bolsa. Eu circuitei que a minha mãe tinha visto e o meu irmão. E eu peguei, entrei em casa, falei: "Nossa, minha
bolsa deve est fedida. Que o moleque pediu para mim trazer um mro dentro da bolsa. Porque >> a mãe dele não sabia a minha mãe. Eu sabia que não era dele. >> Coitada, mano. [ __ ] enganou até a mão. >> Ela tá vendo agora? Ela tá vendo agora. Mas ela ficou sabendo depois. Ficou sabendo depois. Ela sabendo agora. Aí >> depois de 50 anos descobriu a verdade. >> Aí os cara aí os caras me xinga até hoje. Isso aí é cheira cheira cocaína e ele é tem que fazer exame rapaz. Falei falem de mim
bem ou mal, mas falem de mim. Então o capitão saiu do grupo, cara, por causa disso. Eh, >> mas é um cara, sabe? >> Cara que ele não foi por causa disso, não. Velho, ar motivo que ele arrumou Moral. ass que nem eu não tenho coragem de atacar mulher de Lula nem nada com as coisas que ele usa, sabe? Que ele fala da Michele. Eu até pensei já até em denunciar ele pro comando. [ __ ] ele é um capitão. Mas daí eu pensei, falei: "Rapaz, eu se eu prego a liberdade de expressão, tem que
ser essa [ __ ] da liberdade de expressão". Aí, então os cara me xinga de tudo quanto é coisa na na internet, eh, usam muito, até por não Ter muito que falar da gente, até pela minha e bigode branco, aparência, eu tive cinco infarto. Então, eu eu, né, e trabalhei a vida inteira na noite, trocando noite pelo dia. Então, os caras usam muito etarismo, esse velho nojento, esse velho sujo, esse velho vai sair preso daqui. Picaau, como é que é o do pica-pau lá, cara? Leôcio, >> Leôcio que é uma muito >> é falo assim,
ó, enquanto vocês estão me xingando, isso aí é porque vocês não têm O que me o que falar verdadeiramente, porque o meu mandato é um mandato limpo, sabe assim? Então, eu eu sou um cara que eu me policio muito, tenho experiência de vida, eu vejo esses caras tomando no cu, eu eu fico pensando, falei assim: "O cara, você acha que eu vou entrar em certas frias, cara? >> Não vai." >> Eu eu cheguei lá na Câmara, até o dia que eu cheguei lá na Câmara, os caras falou assim, eu quando eu fui eleito, Né? E
tem as comissões, né, de segurança, de de tal. Falou: "Qual comissão você quer?" Falei: "Não, não, eu vim aqui para trabalhar certo". Não, a comissão de segur Ah, bom, eu sei que já era. Falei: "Não, mas falou 30%." Falei: >> Falei, então eu quero a de segurança. >> Celus do PT, 30%. >> Então você entendeu? Então eu sou um cara que eu me cuido muito, assim, eu falo pro Zanete, dinheiro público, claro Que a gente a gente tem uma verba para usar em favor do mandato e você usa dentro do que é aceitável e tal,
mas tem uns que abusam. A a imprensa vai, veja os deputados que mais gastaram, jamais vouar numa lista dessa. Então sou um cara cuidadoso, sabe? Eh, >> boa. Ó, o Nantes, ele tá cultivando o bigode porque quando ele chegar nos 60 e poucos, ele quer tá assim também. Igual seu, >> não tá? Tá no caminho. Tá no caminho. Mas a cara que fala que é filho dele, né? >> Aí eu falei, Fur, uma pensãozinha não é nada mal, né? >> Aí falou já querendo uma pensão sua. Já >> é >> filha da pensão. É bom.
Polícia é famoso também por ser cheio de filho, né? >> É. >> [ __ ] é verdade, cara. Eu entrevistei um um antigão da rota lá, cara. Ele foi lá no meu podcast, falei: "Quantos Filhos você tem?" Falou: "1". >> 12? >> Aí eu falei: "Caralho, mano, 12?" Falou: "É". Aí, pá, fui fazer a parte dois com ele depois de um tempo. Falei: "Quantos filhos você tem?" Aí falou 13. Aí eu falei assim, mas você da outra vez você falou que tinha dois. Falou, apareceu um depois que eu vim aqui no podcast. Falei: "Porra, [
__ ] mano, mas já tá grande, já não preciso mais pagar pensão não." Falei: "Ai, que bom, caralho." Mas É, eu, eu mesmo, eu acho, eu não tenho muito, eu tenho quatro. >> Quatro é filho para [ __ ] pô. >> Não, tá bom, pô. Quatro filhos, tá bom. >> Tenho três, mas eu vou aumentar esse time aí. >> Aí, ó. E o e o Farru já pode contar os netos também, né? Neto, eu tenho sete. >> Tu já pode contar Neto também? >> Eu tenho sete, pô. Net >> sete neto, >> [ __ ]
Teus netinhos. também lá. >> Quem que vai ser polícia dessa galera inteira aí? Ninguém, >> cara. Por incrível que pareça, até agora ninguém na minha família. O meu Eric aí, que é o mais velo do meu casamento, aí ele tentou, foi polícia temporário, mas tentou, não deu. Eu, eu, eu nunca eu nunca, eh, eh, vamos dizer assim, forcei a barra, mas também nunca trazei o lado. Falei: "Vai lá, cara, vai lá". Porque eu eu fui assim, né? Fui lá, ninguém, meu pai não foi lá, deu a mão para mim. Eu Te falo uma coisa para
você, cara. É claro que nós não estamos falando nem o cara que estuda uma profissão, engenheiro, médico, dentista, que tá inserido no mercado de trabalho. Mas a gente falava, os oficiais falavam muito pra gente quando a gente entrava, entrou na polícia, quando era mais novo, o melhor lugar ainda é aqui. Tipo assim, né? Hoje eu eu se um filho meu entrar na polícia, tivesse na polícia como soldado Da polícia, eu teria maior orgulho e e outra, uma tranquilidade de saber que se você não fizer cagada, você tá garantido pro resto da sua vida, cara. É
um salarinho aqui, mas ali você come, bebe, paga tuas continhas. Eu vivi do salário da polícia e apertado. Teve época que eu caí nas financeira, sujei meu nome, depois se recupera, aí vai, vai, vai graduando, vai passando o tempo, vai subindo um pouco. Mas o meu salário hoje como policial militar no Paraná, eu não Tenho nenhum primeiro sargento que ganha mais que eu no Paraná. Por quê? Porque eu fechei no topo com 35 anos. Eu tenho todos os quinquênios, eu ganho líquido R$ 8.300. É pouco, mas se você vê, eu vejo os caras aí fora,
cara, ganhando 2500, 2800, três pessoas que trabalham no no atendente, é coisa pesada. Então eu penso assim, eh, hoje tô vivendo uma outra realidade. Hoje tô vivendo uma realidade, realidade de deputado Federal. Mas eu falo assim, eu vivi eu ontem mesmo eu peguei uma bolsa de couro velha que eu tenho lá, arranquei os contracheque de 80 e o mais velho que tem lá é 84. Eu tenho contracheque de 84 já mudou umas quatro vezes. >> 296.800 cruzeiro por um tal. Aí eu ainda vou >> vou tentar fazer uma umas contas para ver. Eu tenho lá
um um papel anotado que eu falo quantos mais cigarro eu comprava Com salário de cabo. Quantos mais cigarro? Sabe quantos litros de gasolina? Bacana, hein? >> Sabe quantos litros de gasolina eu comprava? >> Eu comprava 504 L de gasolina com o salário de cabo. Faz a conta. 504 L de gasolina hoje, quanto que dá? 5 4 5 x 6 30 dá dá >> três pacu. >> Três pacu. Então hoje eu ganho 7 82 Líquido. Teve um reajustinho agora. Um >> é só de gasolina. >> Então de gasolina eu já tô comprando o dobro do que
eu comprava quando era capa. Só que >> é o seguinte, no Paraná é o seguinte, você tem o quinqueno de 5 anos, de 10, de 15, de 20, de 25, depois de 27, 29, 31, 33 e 35. teu topo aí quem saiu antes por por um motivo ou outro não tem. Tem primeiro sargento que ganha 7500, 7400. >> Aham. >> Porque ele saiu antes ou para fazer um bico ou porque não quis. Eu fiquei até o topo. Eu eu não fiquei mais porque eu não não dava. Eu eu eu ainda falei, graças a Deus que
eu consegui depois de um ano, né, que eu saí, fiquei fazendo palestra e tal, veio a eleição, eu fui eleito, mas eu não sei o que seria de mim, porque eu eu quando eu aposentei obrigatoriamente saí no boletim um mês antes, falar ó, dia tal, fulano de tal, se você tiver de serviço meia-noite, o Comandante manda embora. Meia-noite ele manda embora. Aí eu trabalhei, como eu trabalhei um dia antes, no sábado, minha a minha aposentadoria venceria domingo, meia-noite. Como eu trabalhei no sábado à noite, eu eu pude amanhecer, até o tenente falou assim: "Eu quero
trabalhar o último plantão com você, você é uma lenda". Aí nós pegamos, pegou uma menina no ônibus, poltrona 16, uma menina novinha. Mano, ele é [ __ ] A memória dele, >> então ele pode estar inventando e a gente não sabe. Ele >> não tá, mano. Ele é [ __ ] mano. >> Ele é [ __ ] Tem bo. Poo, até eu tô brincando, [ __ ] Eu >> tenho bo. >> Tem bo. >> Tem bo. Número 315. Aí eu falei para ela, >> eu falei para ela porque eu era o responsável por entrar No
salão de passageiro. O primeiro que entrava era eu, comandante de equipe, >> e os outros iam no bagageiro e o e fazer e o outro ficava na na contenção. >> Entrei, tá, olhei para lá e para cá, menina ali e tal, falei: "Você tem bagagem?" Ela falou: "Não". Falei: "Muito bem, não tem bagagem, não tem." Olhei tudo ali, fui lá no motorista, ele tem um monte de de ticket de de bagagem. Eu falei assim: "Vê a poltrona 16 para mim?" Ele pegou e começou, começou. Ele Virou, tinha uma etiquetinha carimbada. Falei: "Ela tem uma bolsa?"
"Tem". Eu falei: "Adivinha o que que tem dentro?" Lindas rosas. Se ela tá refugando? Fui lá, era 10 kg de maconha. Aí tocou o telefone dela, nós atendemos, falou: "Quem?" "Ah, menina, quem que é?" Não sei o quê, não sei o quê? Falou assim: "E que é da empresa de ônibus, tal?" Nós estamos aí. É porque eu tô esperando a minha amiga chegar aqui. Eu tô aqui em Maringá e tal. Aí liguei lá na Guarda Municipal na na rodoviária, pegaram mais 10 kg lá. As duas amigas vieram de ônibus separado. Se caísse uma não caía
outra. O último flante duas quem fez o quem fez o flagrante foi o Dr. Luiz Alves, delegado de polícia. Hoje ele é secretário de segurança do Rio de Janeiro. Ele ele ele era tira lá e fez >> fez concurso paraa delegada aqui. Fez o fragante, falou: "Faú, nunca esqueço o último fragante que isso amanhecer no domingo." Aí na segunda noite eu deitado No sofá [ __ ] meus amigos ligou, nós estamos assumindo a viatura aqui. Falei: "Puta que pariu, que vontade de estar aí com vocês, rapaz". Porque a rodovia é é um tesão você abordar
e e desconfiar e e sabe >> investigar, né? V que tem. Mas e que? Cadê seu cérebro, rapaz? É um é uma coisa. >> Ou foi tu que me contou uma que tu ficou procurando, tu tinha certeza que tinha um troço num caminhão e ficou Procurando? Foi tu que me contou essa [ __ ] Não lembro, mané. Mas teve um cara que me contou uma história que ele eh olhou para um caminhão, ele era polícia, ele tinha certeza que tinha coisa naquele camião, mas ele não conseguia achar. Procurou tudo quanto era coisa, [ __ ]
tirou forro, tirou o [ __ ] não sei o quê. E no fim lá fizeram o cara confessar onde é que tava e tava escondido para [ __ ] Mas é uma história de merda porque eu não lembro o Final dela, né? Então, >> [ __ ] mano. >> Então, mas agora aí por aí >> quando o cara começa com mentira, você vê que aí aí dá aquele tesão, cara, até o polícia achei. Nossa, pelo ali parece que você fez um gol na >> Como é que é aquela que você contou lá embaixo lá do
do HT? Não, o HT é aquele aparelhinho de de >> de comunicação. >> De comunicação. E você apertava e dava microfonia, né? Pi. Aí pegamos dois molequ, falei: "Fumou maconha?" Não, não fumamos. Não fumou não. Tem um aparelho aqui vindo dos Estados Unidos. Ele detecta. Deixa eu ver aqui. Eita. Aí, aí, só um fino, senhor. Só um. Falei, então tá aí. Por que que mente, [ __ ] Deve ter falado. [ __ ] estão com aparelho. Agora não adianta mentir mais. E Aí, ó. >> E aí faz o quê? Porque assim, a conduta com, olha
só, tem algumas tem algum, vocês me ajudam, ó, tem o maconheiro. Legal. Daí o maconheiro, tem o maconheiro que ele é respeitoso. Como é que é o maconheiro respeitoso? Ele viu Nantes lá longe. Ele, ih, qual é, mano? É os homens. Abaixa o baseado, bota aqui, pá, não sei qu, deixa o polícia passar. A polícia passou, foi embora, já virou a esquina lá e daí ele assidiu Baseado dele de novo. Tem um maconheiro >> desaforado, >> desaforado >> que ele fica olhando pra cara do cai fala assim: "E aí o polícia filha da [ __
] olha aí meu baseado aqui". Então, mas isso aí eu quero ver tu mexer comigo e esse bases dias agora >> agora um ano atrás eu cheguei na catedral na praça. >> Hã, >> minha caminhonete com a com a minha filha e duas crianças, os dois netos. >> Já não é mais polícia, já era deputado federal. >> Não, agora um ano e pouco atrás desci cinco caras sentado na na mureta, tem uma um um laguinho atrás, uma água fumando. Hora que me viro, jogou e pisou em cima e macetou. Eu falei muito bom para mim,
muito bom para eles, porque eu não teria como passar aqui se eles fumando na minha cara, porque eles ia Falar: "Esse sargento é o brabo só nos podcast, é um cuzão." Eu ia ter que, >> eu ia ter que ir para cima. Era cinco, eu tava com as crianças, eu ia meter a pistola, ia falar bolsonarista louco, não sei o quê. Ele apagou, respeitou, baixou a cabeça. Eu fui, falei: "Deus abençoou todo mundo, eu e ele". É, >> falei: "Então é o que você falou, é o maconheiro respeitoso." Eles viam, falou: "A, é o sargento."
>> Não, quando o maconheiro é assim, de Boa. Um dia eu tava, tô em casa lá, eu e a dona Cida, assistindo uma, uma televisão, né? Eu e ela. Só sobrou eu e ela lá em casa mesmo, né? O resto tudo casou, foi tudo embora. >> Isso é bom ou ruim, Castro? >> O quê? >> Os caras ficar sozinho, só você e dona Cida. >> É ruim, cara. >> Cuidado com a resposta, cara. Você vai se [ __ ] Não, >> não tô nem aí. Eu quero que se [ __ ] É ruim porque só
tem a gente para aguentar a mulher, né, mano? Quando tem os filhos, a gente divide um pouco, né, mano? Você falou que o o Maduro, a desgraça dele foi o quê? >> A desgraça do Maduro foi que prenderam ele e a mulher, né, cara? Aí tá no avião, imagina você no navio e no avião a mulher. Eu falei para você, eu disse que essa [ __ ] não ia dar certo, [ __ ] Eu falei para você, [ __ ] Aí, Ó, você não é o bonzão aí e agora? Tomamos no cu. Eu, você me
levou pra pr tranca com você, seu filha da [ __ ] Por que colocaram aquele bagulho nele, ó? Aquele bagulho nele. >> Eu tinha uma seu filha da [ __ ] Colocaram aquele bagulho nele. A venda assim, eu não quero nem ver e nem escutar. Ela é a pior coisa que tem, mano. >> Os caras compadeceram dele. >> Aí eu tô em casa lá, ainda foi bonzinho Com ele. Eu tô em casa aí assistindo lá. >> Cheiro de maconha. Eu falei: "Mas [ __ ] meu, eu tenho um vizinho maconheiro, Binho, né, mano? Ele é
maconheiro antiga, né, meu? >> Aí o Binho lá, falei: "O Binho fumando maconha, a maconha tá forte, né?" Aí eu fui lá, olhei, >> ô Binho, >> é frente a minha casa, né? Meu, não tava saindo a fumaça do quintal dele, né? >> Falei, não é o Binho. >> Aí eu abri a janela aqui assim, olhei dois caras sentado na calçada da minha casa, mano. >> É [ __ ] hein, mano? >> Porque a a calçada da minha casa tem um tipo um murinho assim, né? sentado lá, mano, não sei o quê, velho. Aí eu
coloquei a cabeça para fora assim e falei assim: "Ai, maluco, [ __ ] mano, você vai fumar maconha na frente da minha casa, mano. Eu sou obrigado a sentir o cheiro dessa dessa maconha Fedida sua dos infernos". Aí ele olhou e falou assim: "Ô, senhor, desculpa aí, senhor, achei que não tinha ninguém, ó, estamos indo embora. Valeu, desculpa aí." Desceram, foram embora. >> Pronto, resolvido, >> cara. Que qual a a vamos o motivo que eu tenho de de repente hostilizar esses cara? Respeitou? Se respeitou, já era. >> Eu nunca divulguei. Eu nunca divulguei, mas tô
divulgando agora. Eh, primeira mão, >> mas eu não tem nada a ver, mas eu não divulguei porque eu não não passei pra imprensa. Mas na época eu cheguei na coisa de dois anos e pouco atrás, cheguei no apartamento funcional, tem os blocos, né? O bloco da frente tava vindo a marofa de de maconha. Peguei e olhei lá, mas não tem como saber. >> Pol, tá escrito assim, Pissol. peguei e fui e depois eu descobri, mas eu, como eu não posso provar, aí eu fiz um documento, encaminhei pro quarto Secretário, que é o o responsável pelo
pelos apartamentos, tal, né? >> Aí eu ainda coloquei um absurdo usar um apartamento funcional, porque ele é como se fosse um é dinheiro público aquele você não tá pagando aluguel >> para você usar ou permitir que alguém utilize o apartamento funcional para usar maconha. Aí o o quarto secretário mandou a resposta para mim: encaminhe-se à Polícia Legislativa Federal e a Polícia Legislativa Federal que falou Que ia fazer diligências em caso constatar eh o quem seria passado para o Ministério Público Federal. Tá tudo na minha gaveta lá essa documentação. Eu também não fui atrás de saber
o que a polícia, mas eu achei um desaforo, sabe? a frente do meu apartamento tava eu e uma assessora minha, ela ainda falou: "Ó, tem gente fumando maconha ali e ouvindo a música típica de de >> desse povo aí". Aí, >> então eu fiz a documentação, entendeu? Mas então até ninguém nunca porque você sabe que isso aí é uma é uma coisa que as pessoas batem em cima, né? por se tratar de um ambiente público, é, é diferente de você, é, você tá fumando maconha na tua casa, tá fumando dentro do teu carro, mas se
pegar você fumando dentro de uma ambulância, por exemplo, trabalhando, os caras vão te >> te arregaçar. A mesma coisa de você levar o teu filho na escola com um carro do, né, de de veículo público, né? Então É é diferente. Então eu peguei e fiz fiz a documentação, falei: "Pô, é desaforo, cara". Aí o até o vigilante lá falou para mim: "Não viu nada, tem filha de um aí que desce embriagada e pelada aqui." Eu falei: "Não quero ver". Então >> é, vamos ver essa parada aí, né, mano? Mike é mais Mike é Mike. Mike
é aquele, o o Mike é aquele cara que engravida a empregada da mulher da casa da amante, né, meu? Mike é [ __ ] meu. Mike é ligeiro pr car. Falei aqui, briguei com A mulher, ela falou: "Digo mesmo de você". Já mandou mensagem? Eu falei para você que você falou da próxima vez vou responder no chat. >> Tá falando dos maconheiros. Tem o maconheiro sincerão, né, né, mano? Obrigado. >> Como é que é o maconheiro sincerão? >> O sincerão é [ __ ] mano. Depois que chegou a câmera mano, [ __ ] que o
pariu, dava trabalho, hein, cara? >> Porque você trabalhava, descia para Bordar, aquela câmera explodindo. >> É, >> você deparou o cara com maconha, é flagrante. >> Aham. Só que na maioria das vezes, meu, tipo, cada nove cara que você aborda, mano, tá com maconha, mano. Maioria, molecada dos [ __ ] Tem uns maconheiros forgado, tomaram, toma um pedala, vai embora, tem o cara que é mais de boa e assim vai indo. E sempre tocou o serviço assim, porque você tá Com foco ali em pegar o bandido. Você tá com foco em pegar o bandido. Perigoso.
Não tá, não vai perder tempo com aquilo porque você vai pro DP, não vai resolver nada. Aí quando entregaram as câmeras para nós, mano, é flagrante. Você tá filmado, você se você não toma providência, você toma no cu. >> Aí chegava pro cara, você tá com maconha? Aí o cara, eu assim, ó, e ele não tô senhor tá aqui, ó. Quando quando não, você já desceu, senhor. Tem um fino Aqui. Eu cala a boca, filha da [ __ ] Cala a boca. Você não tem nada que falar nada. Você tá com maconha? >> É. Não,
mas tinha que fazer, cara, porque o sincerão é [ __ ] E tipo assim, e dá para entender a cabeça do cara, porque você imagina, desceu a rota, >> tem alguma coisa com você? >> Primeiro cara, >> primeira coisa, o cara vai falar, não tem um fino aqui, senhor, >> eu falou desgraça, não tem, né? Aí se aí Eu já tenho macete como a câmera não tem olfato, eu falei assim, não, rapaz, isso daqui não é maconha, eu te enganado, cara. Isso daqui é fumo, rapaz. Ah, sabe como é que é que você fuma aí?
>> Tabaco, >> tabaco essa [ __ ] Te enganaram, rapaz. Esse louco, né, mano? Você dava trabalho, hein? O sincerão. Dá trabalho, velho. É [ __ ] >> Eu tinha uma pitbull, >> pit bull chamada princesa. Ela era Esguia, cara. Ela tinha um quintal grande, ela só comia ração top. Era a única coisa que ela comia ração. Ração de primeira qualidade. E o muro, ela batia dessa altura assim, ela batia >> até o carteiro. Falou: "A pitibu é sua?" Falei: "É, ela pula, né?" Falou: "Pula, ela vo". Ela era [ __ ] cara. Me para
se vingar de mim, jogaram a bucha de maconha tamanho de duas coxinhas dessa aqui no quintal. E ela comeu. Aí ela ficou chapada lá, deitada lá. E eu fui Lá pensando que era veneno, né, cara? Por que que eu falo que é maconha? Que eu enfiei a mão na boca dela, tava tudo fiapo de de maconha. Ela ficou umas 3 horas, rapaz, assim, >> chapadona, >> chapada, caída lá, mal para caramba. E minha mãe falou: "É, vai morrer não sei o que" e tal. E e jogaram lá no quintal para não sei. >> Mas depois
ela ficou mais tranquila. Ficou mais >> não, depois ela >> ela tava escutando, >> ela tranquilizou, mas >> ela tava escutando Racionais. Eu eu pensei, falei: "Puta, mas o que eu pensei, o animal ele ele vive correndo lá, água fresca, ração de de boa qualidade e tal, não tem contato com nada, teve contato com uma coisa diferente, o organismo na hora sentiu." >> Então, se fosse lá pela quinta, sexta vez, ela ia até gostar. Mas daí eu Falei: "Não, você entendeu?" Mas >> não, é melhor não deixar ela gostar muito. >> Não, ela depois ela
morreu, mas faz muitos anos depois. Mas eu tô falando porque você vê que os caras matou ela. >> Os caras são vingativos. Ainda bem que foi um cara bem tranquilo, porque não jogou veneno, >> porque na esquina tinha um rotval, enveneneraram ele, cara. Eu falei [ __ ] e eu >> e a minha cachorra ela ficava latindo, ela tinha o muro é bem a grade é desse tamanhozinho assim, ó, para não ter perigo de dar uma bocada, sabe? >> Mas ela ficava latindo para todo mundo. Então a pessoa tem raiva >> e ainda vê o
animal, ainda fala: "Esse bicho vai escapar". Mas era bem bem controlado o ambiente, sabe? >> Mas e assim, imagina que, bom, eu tô pensando assim, vocês na posição de vocês, como como tu falou, tu tem hora Que, [ __ ] tu não tu te tu foi lá, abordou o cara, o cara tá com fino, mas [ __ ] melhor que ele não tenha nada [ __ ] não tem nada não, não sei que vai dar trabalho e é um troço que, [ __ ] vai só encher o saco no fim das contas, né? E aí,
imagina, pensa- assim comigo, nessa posição de não, de ter que agir, que nem você falou, o cara lá que baixou e tudo mais e aí não teve, eu e você falando que o cara desceu, foi embora, tal. Eh, e se tiver, e se alguém da Família de vocês, assim, um sobrinho, um primo, filho de um primo, é maconheiro, não sei o qu, como é que vocês lidam? Porque com certeza tem. Finge que não sabe, como é que vocês fazem? Mas é o seguinte, um dia meu, tenho uma filha do da minha sobrinha, filho da minha
sobrinha, apareceu lá com a bermuda com com as desenhadas as folhas da maconha. Aí eu peguei e falei assim, ó: "Próxima vez que eu pegar você com essa com essa com essa bermuda aí, Eu vou vou arrancar ela pela sua cabeça, entendeu? Seu filho da [ __ ] maldito". Aí ele falou assim: "Não, mas eu não fumo não". Então você tá fazendo o que com essa [ __ ] aí? Você sabe o que que é isso aqui? Ah, eu sei. A folha normal. Então, por que você tá usando essa merda? Você é pior ainda, seu
bunda mole do [ __ ] que você não tem coragem de fumar a [ __ ] da maconha e fica usando essa merda. Aí chamei minha sobrinha e falei assim, ó: "Já pega lá e já Estraçara na tesoura essa [ __ ] aí", entendeu? Já era. Porque, mano, você é é assim, eu não, meus filhos não fuma, graças a Deus, nenhum deles fuma, fuma essa [ __ ] de narguilha aí, né meu? Que isso daí também é uma febre do [ __ ] esse negócio de narguilha aí. >> E aí, Castrinho? >> Aí >> não
fuma não. Não é >> com essência de canabis. Arguile. Não, não põ uma coisa não. É de carrão. Cuidado aí, mano. >> Não, não, não. Eu tô ligeiro. Eu tô ligeiro. >> Eu tô ligeiro. Se fumar, velho, se fumar, tá [ __ ] Porque é o seguinte, o respeito tem que começar dentro de casa. >> Agora, [ __ ] mano, é o seguinte, agora se o cara usa o bagulho, né, ou fuma e o filho dele fuma, o cara não pode nem reclamar, porque o exemplo tá vindo de casa, né? Tá vindo de casa. Agora
eu não fumo, né? Beber bebo. Eles também bebem, Né? Mas eu não fumo. Para que que o cara vai querer fumar, [ __ ] Então já falou: "Meu, não vai fumar [ __ ] nenhuma". Que nem um amigo meu, um filho do amigo meu falou assim: "Ô pai, ô o filho do do fulano lá colocou um brinco, pá, posso colocar um brinco?" Aí ele falou assim: "Pode, pode colocar o brinco, só que eu vou lá e vou tirar suas suas cuecas, vou jogar fora e vou comprar calcinha para você". Aí você fica com o kit,
é o brinco e agora você Vai usar calcinha. Falou: "Não, aí pai, aí não". Falou: "Então ou é tudo ou é nada". Falei: "Então deixa quieto o brinco, né, mano?" Entendeu? É, mano, tem que ser assim agora. >> Mas qual calcinha? Dependendo. Vai, >> então, velho. Já era. Então, meus filhos já se conhece. A formiga sa >> uma maconha. Eu vou usar calcinha. >> É, a formiga sabe a folha que corta, irmão. Entendeu? Se o cara, se o cara é um pai r esse negócio de pai, ah, não Pode. Ai, esses ai, não pode bater
no filho, não pode bater o [ __ ] que não pode bater, velho. Você não pode espancar o filho, né, meu? de deixou o moleque lá com fratura, [ __ ] Mais umas palmadas no moleque, velho. >> Não é direito, direito, conduta líquido e certo do pai para bater no filho. >> Isso aí, mano. Ué, e é que nem o vagabundo, >> mas tava trocando ideia outro dia aqui, ó. >> Não, maltará >> direito. Como é que é? >> Mete essa daí, mas não faz esses meio não. Que >> ó lá, já tá em choque
já. >> Tá vendo? >> Tá vendo? >> Não, não olha para mim não. Não fala.Então, mas essa questão de bater em filha é relativo, sabe? Porque eu tenho o neto lá, o Víor. O Vor tá impossível, cara. Tudo que você fala, >> mas vou não bate. >> É meu meus ovos, não sei o quê. Cadê meu? Tá aqui, ó. >> Tá aprendendo. >> Aí eu falei: "Bruna, esse moleque tá impossível. É, quando eu vou bater, você fica interferindo". Eu falei: "Sim, mas para que que tem que ser na minha frente, pô". >> Mas se ele
leva uns tapão, ele ele é magrelo, cara. Ele tira o máximo assim com a mão passa finindo assim, ó. >> E ele sai pulando. Pensa num moleque. Capeta, cara. Mas o vô é o é o cavalo manso que >> tudo que você fala meus ovos, meus bagos. Cadê? Não sei o que. Tá aqui, ó. >> Ele fica aqui, ó. Tá >> malangando aqui, ó. >> Bruna, Bruna, >> ela olha, ela vira. Bruna, moleque do [ __ ] Aí, quem que ensina? Falei: "Eu que não sou fico falando meus Ovos." Não, não, não fala nada. Não,
não fala não. Imagina, fala nada, [ __ ] Daqui a pouco ele tá fosse um R >> Não, eu tenho a netinha de 4 anos. Eu fui lá na praça perguntar para ela onde que nós vamos para a praça dos Noia. >> Hum. >> Praça dos quê? >> Dos Noia. Nós vamos lá. >> Aí passou um cara, cara, com cabelinho parecendo o cabelinho do Neymar, descoloridinho assim e tal. Aí eu falei Bem baixinho pra Bruna, falei: "Ó o Neymar". Aí a Laura, "Dá um tiro nele." O cara falou: "Puta, se a menina é assim, imagina
o velho vazou, cara". Eu falei: "Laura". E ela não tá nem aí, cara. Eu tava na fila esses dias, pai, ir na na farmácia, tinha um homem pesar >> uns 150 kg, homem na minha frente e ela, olha que gordão, cala a boca. Não é o Vittor que é gordão. E o Vittor é maggo igual um palito. Eu falei: "Como? Você nem disfarçar não presta?" E eu eu falei, menina do [ __ ] você quer me me comprou. E esse negócio também de se quem se mexer é gay. Tinha um casal se pegando lá. Quem
se mexer é gay. >> A menina fala >> o Víor. >> O Vor >> o Vittor não. E ela também. >> Quem se mexer é gay, liberado. Aí ela fala para mim, eu eu sacaneei eles, né? Falei: "Levanta as duas mãos, tal". Ela Levanta. Quem se mexer é gay. Ai não. Aí não. Agora ela fala para mim: "Levanta a mão para ficar uma posição bem ruim". Sabe aí quem se mexer é gay. Aí a Bruna falou: "Qualquer hora nós vamos apanhar a hora que você não tiver junto." Eu falei: "Por é apanhar comigo junto." É.
Falei: "Pior é isso aí, >> falei: "Pior vai ser isso." >> Mas o moleque tá impossível, cara. Mas é é a idade, né? >> Não, mas o filho você tem que esse Negócio de de falar que ah, não pode, não pode. O [ __ ] E outro é que nem na rua. Você acha que um filho meu falar: "Você me bateu, vou chamar a polícia." >> O que? Você é louco. >> Ah, velho. [ __ ] mano. Aí >> você já foi, já chamaram você? Vocês já foram ter que atender um filho que fez isso?
Não, né? Já, >> já. Eu já atendi já. Isso há muito tempo, pô. Eu tô reformado há 10 anos. O Moleque chamou, acho que foi a pior coisa que ele fez na vida dele, porque fui eu lá. Aí cheguei lá, ele falou assim assim, ó, meu pai me bateu aí, eu quero fazer uma queixa. Falei: "Como é que é?" Falei: "Você quer fazer uma queixa do seu pai?" Aí falou: "Seu pai tá sabendo disso?" Aí falou assim: "Não". Falei: "Chama aí, chama". Falei pro: "Chama o pai dele". falou: "Não, não, eu quero manter segredo, sigilo.
Falei: "Sigilo No seu cu, eu vou falar pro seu pai agora, mano." Falei, "Chega aí, maluco." Falei: "Ô, mano, [ __ ] você não educa seu filho não? Ó, chamou a gente aqui atrapalhando o bom andamento do serviço para falar que quer fazer uma queixa sua que você bateu nele." Aí falou assim: "Pô, senhor, não tava sabendo disso." Falei: "Eu sei que não tava sabendo porque ele falou que nem falou nada para você. Ô, você falar uma coisa para você". Eu falei para ele, na real você Tá batendo pouco. >> Se o moleque tá nessa
coragem é porque você tá batendo pouco. Eu nem vou falar nada para você. Eu nem vou falar nada. O moleque já tentou sair fora, ele já grudou o moleque, né? Aí falou, eu nem vou falar nada para você. Eu espero vir aqui novamente e o moleque não falar mais isso daqui. Então leva ele lá para dentro e dobra o culo. >> Corrija isso daí, cara. >> Aí o moleque falou: "Porra, mano, me Fodi, caralho". Aí o polí tava comigo falou assim, o polícia tava comigo e falou assim: "Caralho, chefe, [ __ ] que pariu, você
tá incentivando o mole o o cara a quebrar o filho". Falei: "Eu quero mais que ele quebre mesmo, meu porque meu esse esse moleque ele vai dar trabalho pro cara, mano. Tem que pôr na cabeça que esse moleque é que nem hoje em dia, hoje em dia é um tal de, ah, não pode mais nem falar pai de pet mais que agora é tutor. >> Ah, eu sou tutor. Aí eu vi esse dia um cara falando eu caiu minha bunda do quadril o cara, você que é héterofeminado. Que que é isso? Não, agora tem uma
parte de cara fran >> mano. Que [ __ ] que é essa, mano? Se >> for tentar, se for tentar decifrar que hétero seria um cara que >> gosta de de mulher >> mesmos é um cara que gosta mesmos diferente >> sexo diferente de mulher >> mas afeminado. >> Só que ele é afeminado. Ou seja, >> afeminado. >> Aí o cara você, ah, mano, ó, tem tem umas coisas que eu não consigo entender, cara. Tem umas coisas que aí o cara fica falando que, ah, o meu não pode bater no filho. Ah, esse dia você
tava falando do comentário, esse dia eu fiz um um pegaram aquela aquela Elize Matsunaga lá que matou o cara, tá trabalhando de Uber, né? E o pessoal pega o Uber dela e Vai tirar foto com ela, mano. >> É. Aí eu peguei, gravei um vídeo lá, pus no meio Instagram, falei: "Isso é um absurdo, cara. Como é que você vai gravar vídeo com uma pessoa que matou e esquartejou o marido?" Fui nos comentários, o pessoal falou assim: "É, mas precisa ver o que ele fez para ela". Eu falei: "Caralho, você sabe o que que é
esquartejar uma pessoa? Você acha que vocês não estão sabendo o que que é?" >> [ __ ] mano, você Eu não, pô, ser sincero para você, eu nunca tentei, mas eu não consigo esquartejar uma pessoa. >> Não, ela matou, congelou, depois quartejou. >> Exatamente, cara. Olha a mulher, o demônio. Como é que eu vou tirar? Viu? Esse negócio de de olha o que ele fez para ela é relativo, porque o que ele fez para ela que a gente deu a entender que ele tava dando uns pulando cerca e tava ela ficou com medo de >>
justifica >> de dele largar. Agora era diferente. Se fosse um cara que torturava ela dia e noite, >> é é outro, é outro você falar, não é? Mesmo que que esquartejar seja uma coisa eh bastante gravosa. >> Absurda. Absurda. >> É absurda. Mas a gente até pensava, flava não, tipo assim, ele tivesse um exemplo só claro quente no ouvido, estuprando uma filha dela, estuprando Uma criança, filha dela, falar, não fraguei, matei, depois esquartejei e a fala assim, não, até que fez pouco, porque até naquele debate que eu tive com os ex-presidiários, eu falei assim, ó,
fica difícil debater com ex-presidiários, porque você não sabe o crime de cada um, a não ser que você venha aqui e falar, porque tem pessoas aqui po praticado pequeno furto e tá reinserido na sociedade. Mas tem cara, por exemplo, o cara que matou e Estuprlou uma menina, igual aconteceu lá em Maringão, uma menina de 10 anos foi estuprada e morta por um vizinho de 1,80 m e tanto, fortão. Então esse cara, para mim, particularmente, independer dele cumprir pena ou não, ele não tem perdão. Jamais eu vou. Claro que eu não vou chegar no meio da
rua e vou espancar ele, falar: "Ah, tá o cara ali, vou porque daí eu seria um criminoso, mas se eu tiver oportunidade de de se ele tiver pedindo socorro na beira de um barranco, Eu vou ajudar a empurrar." Mas é o tipo do crime. Eu eu por isso que eu sempre falo, eu conheci pessoas que tiveram presos em presídios federais por tráfico internacional de droga e hoje estão reinseridos na sociedade. Mas não é porque ninguém passou a mão na cabeça, pelo contrário, foram torturado, se foderam, mas vio, viram que aquilo não era para eles, entendeu?
Então, é, esse é o tipo de ressocialização. Agora, você passar a mão na cabeça do cara e querer Fazer igual o presídio federal, tão comprando 40 eh televisores para para assistir filmes que não sei o quê. E a e a lá dentro da câmara eles tentam, isso aí é um pouco simbólico. Eu vou falar aqui sem medo, porque eu sou eu eu sou extremamente responsável pelo que eu falo, para pelas pancadas que eu levo, mas eu falei, nós tivemos um projeto esses dias, pode parecer bizarro, >> para eh compra de papel higiênico e Absorvente paraas
mulheres dentro da cadeia. Eu fui o relator, opinei pela rejeição do projeto, é simbólico. Aí falei: "Ah, mas é 0 vul não sei quanto de de orçamento". Eu falei: "Gente, quem tem que trazer essas coisas íntimas aí que tem que trazer é os parentes." >> Aí o cara falou assim: "Ah, mas as mulheres >> eh 70% das mulheres presas não, é diferente do homem, elas não recebem visita". Eu falei: "Tá, se uma mulher Não recebe visitas na numa cadeia, pensa na merda que ela não é para não ter uma [ __ ] de uma pessoa
para visitar ela. Então ela é uma merda. Então ela não tem que limpar cu nas costas dos outros não, e nem nada". Aí os caras falou falou de de berço para as crianças e tal. Eu falei assim: "Gente, primeiro eu sou contra, não é porque eu sou contra o berço para criança, é porque eu sou contra criança dentro da cadeia. E tem uma lei agora que a criança tem que Ficar até um ano dentro da cadeia". Eu falei: "Não, tem que tirar essa criança da mãe e entregar para pessoas responsáveis ou o estado cuidar. Como
é que uma uma eu passei várias vezes em lá em Maringá no no presídio, no Corró e tinha uma criança desse tamanho com um aninho e pouco, malemar falando, garrado na grade e falou para mim: "Dá, eu falei: "Mas que que tá fazendo aqui?" Eu tava comendo um peda de pão, cara. Ele queria tomar o meu pão. [ __ ] que >> me dá. Eu falei assim: "Mas o que que essa criança tá fazendo?" Né? que a mãe tá presa. Aí falei, gente, isso é absurdo. >> Concordo. >> Agora eu não sou a favor de
soltar a mulher, dependendo do crime. Eh, hoje em dia, se tiver filha até 12 anos, fica tem dependendo o o crime, porque começou com aquela mulher do Sérgio Cabral, vocês lembram, né, que ela tinha Adriana Anselmo tinha um filho de de menos de 12 Anos, soltar e virou quase que uma jurisprudência. Então a mulher para ela entrar grávida, cometer crime, ela tem que pensar mil vezes, porque ela vai se [ __ ] lá dentro. Se você passar a mão, ela não vai se preocupar. E outra, engravidar dentro da cadeia. Então, pense mil vezes, porque se
a cadeia é um veneno para mim, para você, para uma mulher qualquer, imagina para uma mulher que pariu dentro da cadeia. Então eu penso assim, a gente é um pouco didático As coisas, sabe? Cadê? Aí o cara pegou e foi falar para mim o quê? O dia que eu fui nesse nesse coiso, né, com >> baita de um homem desse tamanho, sentou lá e falou assim, eu falei, não tem mais direito à saidinha, >> a lei não pode retroagir para prejudicar. Então, quem já tava no sistema penitenciário tem direito, quem entrou a partir da da
promulgação da da sanção da lei, não pode mais. O cara sentou, falou: "Só quero fazer uma Pergunta pro senhor. O Bolsonaro tem direito à saidinha?" Falei assim: "Pela lei não, ele foi condenado depois, não tem direito à saidinha". Então ele aí eu falei assim, nós temos um eu tenho uma concepção e eu falo para você, ô Igor, olhando nos teus olhos, eu tenho uma concepção que se você pode falar, o Bolsonaro não é santo, mas o Bolsonaro não, na minha concepção, eu tô falando aqui agora e tenha pessoas aí que podem contrapor, na minha concepção,
ele não Comandou, não, não, não chefeou [ __ ] de golpe nenhuma para ter pego 27 anos de cadeia. Se você fala para mim por, eu sou um cara assim, ó, se você fala para mim, não, o Bolsonaro foi preso com 500.000 dentro de uma mala, não tem justificativa. Eu não sou hipócrita, cara. Eu tinha que baixar minha bola e falar, [ __ ] infelizmente nos traiu não. Eu entendo que o Bolsonaro ele ele tá perseguido por um sistema que ou ele enfrentou e que são inimigos dele. Olha Quem tá nessa primeira turma do STF.
Dino, o Dino falou que o Bolsonaro é o próprio demônio. Esse cara não podia ter capacidade de julgar o Bolsonaro. O Alexandre Morais tiveram vários embates. O Zaninha advogado do Lula, a Carmen Lúcio, aquilo por si só um um demônio. E e o você entendeu? Então, e o Fux, que foi quem traduziu, Bolsonaro não devia nem estar processado pelo STF, ele é ex-presidente. Aí votaram para trazer, quer dizer, eu Se eu se eu sair do meu mandato, mas eu tiver cometido alguma coisa ou eles me acusarem de alguma coisa, eu até daqui 10 anos eu
ainda tô sob o manto do STF para ser julgado. Antigamente você falava em fórum privilegiado, todo político queria. Porque você era ladrão e não era condenado. Hoje não. Hoje o fórum privilegiado você toma no cu, porque se eu cair lá dentro eu tomo no cu. >> Eu tenho chance de numa primeira vara lá Em em Brasília ou em Maringá ir subindo, subindo daqui. Se for na vara vai tomar no cu, né? >> Pois é. Aí eu vou morrer antes de ser de ser condenado. Agora no STF com seis meses eles me metem o fumo. Eles
meteram o fumo no Daniel Silveira por causa de um vídeo. Foi absurdo. Foi, mas ele falou que pingulim do do Faquinho era pequeno. Então eles meteram 9 anos de cadeia no cara por causa de um vídeo. Cara, eu acho uma coisa e e nós estamos Aceitando isso. É aquela velha história que o cara conta, eu não lembro agora, mas ele fala: "Pegaram o meu vizinho porque não sei o quê, pegaram o outro porque não sei o quê". e não sei o quê. Aí quando pegaram ele, não tinha ninguém para gritar por ele. Então nós estamos
vivendo um um estado de coisa. Então quando eu falo, o cara fala: "Ah, você é hipócrita porque você falou que se tem 40, se tem 100 é porque cabe 100". Concordo. Eu para mim bandido tem que se [ __ ] Agora se você cair numa cadeia sem dever, eu não quero que você se [ __ ] Não sou hipócrita. Desde que teve um lá que falou para mim, falou: "Sargento, eu, por exemplo, fui condenado sem dever". Eu falei: "Então, você tá falando, se verdade for, você é um injustiçado que deveria ter direito a indenizações gigantescas,
entendeu? Agora, quando eu falo que bandido bom, a a deputada Duda Salaberte falou lá na é bandido do bom é bandido do morto." E o Bolsonaro? Sim, bandido bom e bandido do morto, mas eu não considero o Bolsonaro bandido. Agora, se você considerar e também tiver a tese de que bandido bom é bandido morto, você vai considerar que ele também teria que tá morto. Você entendeu? E quando a gente fala bandido, o Nant sabe, ele sabe. A concepção da palavra bandido, ela ela ela ela é um pouco fechada. O cara que pula, o cara que
pula num quintal para roubar uma mangueira de jardim, uma bermuda, não é Bandido, >> tá? Ele é ladrão. Bandido. Nós sabemos o que que é bandido. O cara bandido é um cara criminoso, o cara que tem que ser exterminado. Então, na minha concepção, é um cara que não tem, >> na minha concepção, esses caras não são bandidos. Agora, quem quebrou eh vidro, quebrou estátua, quebrou obra de arte, tem que ser punido conforme a gravidade das suas das suas ações, danos. Agora, qual o poder que tinha a Débora pichando Com batom de destituir um presidente que
já estava no exercício do mandato? Então, quando eu, para as pessoas pararem de me chamar de hipócrita, eu tenho esse convencimento. Eh, agora, a partir do momento que você pegar um deputado, um senador, quem quer que seja, de direita e comprovar, porque condenar é uma coisa, você comprovar que ele tá cometendo um crime desses que eu abomino, eu vou ser o primeiro a vir Aqui falar dele. Se você pegar um deputado vindo não sei da onde, der um uma geral no carro dele, achar 5 kg de cocaína, eu vou esculhambar, seja ele quem for, porque
eu não compactuo com isso. Agora é diferente de você, [ __ ] golpe é é um negócio é bastante subjetivo, sabe? Você falar que o cara o cara tentou dar um golpe, tá? O cara tava nos Estados Unidos. O cara pode até, ah, você podia ter poder de chegar e falar: "Gente, vamos para casa, Acabou, vamos, tá, mas, mas você não é obrigado a fazer isso. Isso não, deixar de fazer isso não é crime." eu, por exemplo, no Senado, numa audiência pública, eu falei pessoas que estão protestando, usei a palavra ainda pacificamente. Vocês me representam,
vocês têm o meu respeito. Pacificamente. Eu acho que é todo um direito de um presidente ser eleito e ele assumir. Mas se ele é um cara que tem um passado, Que foi condenado por corrupção, mesmo que anulado os processos, você como cidadão tem direito de protestar com esse cara assumir a presidência do teu país. Você não pode impedir, porque daí sim seria golpe. Mas você protestar, falar: "Não, eu vou aqui na frente aqui, vou pegar uma faixa". Não queremos. Esse cara foi condenado. Esse é um direito nosso como cidadão. Foi o que a maioria das
pessoas fizeram. protestaram porque não aceitavam que um corrupto subisse a Rampa no entendimento dessas pessoas. E eu, como sou um cara que eu defendo a liberdade tanto de expressão como de manifestação, eu acho que eles estavam corretos. Agora, ah, chegou lá, quebrou as coisas, opa, aí é diferente. >> Você vai agora, você vai ser responsabilizado pelos danos, meu filho. Você estaria em casa patrimônio público, qual que é, qual que é a pena disso daí? Aí teve pessoal falando: "Ah, entrou lá, Eh, fez, eh, uma vandalismo." Põe é a pena de vandalismo. Vandalismo, diferente. Pena para
tem pena para danos ao patrimônio público. Só que se você for olhar a pena de danos ao patrimônio público, é coisa, se fosse uma pessoa normal seria uma coisa irrisória. E quando o Faú fala assim, ó, e quando o Faú fala assim, ó, ladrão bom e ladrão morto, a gente, eu quero deixar bem claro aí que a gente não é que a gente quer matar o cara, um exemplo, o Cara é ladrão e ele ele saiu do crime e ele tá trabalhando, ele matou o ladrão que tinha dentro dele, você tá entendendo? Então é mais
ou menos nesse sentido. >> Que bonitinho, o C vai tomar no cu, sou legal, eu sou legal, eu sou legal, eu sou legal. Mas aí o cara matou o ladrão que tá dentro dele. Ladrão bom é ladrão morto. Agora se resistir a prisão, aí vai na na na na literalidade da palavra. Certo. >> Como que é a palavra? >> Ladrão é saco. Resistiu é saco. Resistiu é saco. Então é é bem mais ou menos isso daí. Os cara tá Eu não vou ler mais essa [ __ ] aqui não, mano. Que eu fico lendo aqui.
Os caras falou: "Chamou você de empata Chico". Empata Chico porque tu não quer deixar a mulher usar o o o absorvente >> empata Chico. >> 70% delas não recebem visita. É, [ __ ] >> É isso. >> Mas a mulher, a mulher é a a mulher quando ela é presa e o homem não tem aquela, aquela, vamos dizer, aquela empatia do jeito que a mulher é. O cara vai preso, a mulher vai lá, tapa o cara na cadeia, leva jumbo pro cara, o contrário. Ela foi presa, o cara arruma outra parte. >> Lá em Maringá
tem uma mulher que ela é empreendedora, sabe? Ela fica lá na frente da penitenciária estadual de Maringá com ela vende um kit visita e preservativo, um chinelo de dedo e mais umas coisinhas lá, uma touca de cabelo para e a fila 90% eh de mulheres que vai visitar, tirando algumas que vai o filho tal, mas é mulher que vai visitar o o marido, o namorado. Então, até tinha uma mulher que falou para um amigo meu, eu tava alugando uma casa de um amigo meu e a mulher viu a foto minha no na no perfil dele
e falou: "Eu não gosto desse cara". Ela falou: "Por que que você não Gosta desse cara?" Porque ele só fala bosta. Aí ele foi fuçar o perfil dela, tava com uma fila, uma foto, ela tirou uma selfie na fila da penitenciária. Eu falei: "Mas claro que ela não vai gostar de mim, ela é mulher de preso". >> Tem que gostar mesmo, pô. É isso mesmo. >> Ela é mulher de preso. Então as pessoas que não gostam de você é mais ou menos mesmo que você não gosta disso. O cara quando ele vai contra a gente,
você pode ver o cara é vagabundo. Ou é vagabundo Ou é parente de vagabundo, ou ganha dinheiro com a vagabundagem. Aí o cara vai lá e é vagabundo e fala mal de mim. Para mim é música paraos meus ouvidos. >> Você falou em Pata Chico aí. Ô Castro, isso aí é bem simbólico. >> Aqui não fui eu que falei não. >> Não, mas é simbólico. Sabe por quê? Nós tivemos também um projeto da de uma duplinha do PSOL. Não tem por não falar porque é um projeto da Duda e do pastor Henrique. Eles queriam que
se você vê o Projeto >> pastor no PSOL. É pastor PSOL. >> Não, esse maconheiro não conheço. Não louco. >> É do PSOL e maconheiro automático. >> Bom, eu não posso falar. >> E o Partido Verde a a diferença do PT e do PSOL, eu já falei aqui, né? Você sabe, né? Joga a erva. Se comer é PT e se fumar é PSOL. >> Que [ __ ] >> Vi, viu? Mas eles eles estavam querendo, Você precisa ver o projeto, dá a impressão que você estava falando de uma creche, de uma escola. Eles queriam que
eh dentro a comida feita para os presos, as marmitas levadas, elas tinham que ser feito no máximo 4 km do presídio para chegarem fresquinhas. Eh, que dentro dos presídios tivessem uma horta para as verduras serem >> frescas. >> Frescas. Olha, coisa que nós não temos em muitos restaurantes aqui em São Paulo E no Brasil, coisas frescas igual eles queriam que fosse os presídios. Eu eu peguei fui o relator, rejeitei e aí ela ela é muito respeitosa nesse nesse aspecto. Ela ainda falou com todo o respeito, mas eu vou recorrer porque o deputado não elencou os
motivos para rejeitar o meu projeto. Ele só eh eu eu citei essas coisas mesmo, um absurdo num país que nós vivemos que nem uma merenda digna as pessoas têm. ca duas bolachas salgadas e >> você vai você vai ter uma eh um e outra é didático isso aí porque eu sempre falo, >> eh a pessoa que tá aqui fora, o jovem ele tem que ouvir o pior possível, a narrativa pior possível de dentro de cadeia para ele não querer entrar. Porque eu falo, olha, com com tanto de ruim que é uma cadeia, as pessoas ainda
têm uma reincidência gigantesca no Brasil, entendeu? Se fosse bom, se você respeitasse, conforme diz a Regra mesmo, ó, você falasse assim, [ __ ] lá você fica isolado numa cela, você vai ter a marmita boa, vai ter isso, vai ter aquilo, vai ter os banhos, tudo que a lei disse. Fala, rapaz, eu não ia passar vontade de matar desafeto. Eu vou cortar a cabeça desse cara, vou lá e fico uma puxa uma cadeira, mas eu sei que se eu entrar lá eu vou me [ __ ] então eu não vou fazer. E tem que ser
um freio. Aí a pessoa quer que eu pague o papel higiênico para ela limpar o toba. Não vou pagar. Quantas quantas pai de família não tem uma TV de 40 polegadas na sua casa? Quantos, >> meu? Muitos não tm uma TV de 40 polegad Smart TV ainda, né, meu? Aí vai lá pôr na cadeia pros cara. >> Isso é Smart TV, vai ter internet, certo? Mas tem internet lá, lógico. >> Quer exigir exigeu o temporada final do Stranger Things. >> Eu quando eu eu uma vez eu tava no parque exposição lá em Campo Mourão, Cara,
quando eu trabalhava lá faz muitos anos, me deu uma dor de barriga desgraçada. Aí tinha um banheiro lá, eu de serviço, hein? E eu fui no banheiro, cara, primeiro eu fiz o serviço, né? Depois eu olhei, cadê papel, cara? Sabe o que que eu fiz? Eu limpei o fiofocin cruzeiro. >> Ó o tamanho de uma desgraça daquela. tirou só o grosso. Aí eu falei: "Agora o preso, o preso quer um papel higiênico." Presico, velho. >> Não, e ainda fiquei olhando aquela nota de vou falar para você que tem que ser dois. >> Tem que ser
de qualidade, viu? Tem que ser de qualidade o papel higiênico, viu? Não vai ser qualquer papel higiênico, não. Qualidade >> não. Imagina quantos não rol não vão roubar nessa licitação também, né? >> Tem isso também, né? tem mensagem pra gente aí, Vitão, antes da gente pem, família, deixa eu falar para vocês dos Parceiros que estão com a gente aqui hoje. Deixa eu começar pela #treinamentos. Cara, eu não sei se você tá ligado, a #treinamentos é uma das maiores plataformas de treinamento, de educação, de aprendizado da América Latina. Então lá você vai aprender a lidar com
as principais ferramentas do mercado de trabalho para você se tornar um um profissional melhor ou até mudar de área. Eu tô falando de e inteligência artificial, automação, Python, chat apt Eh um monte de coisa que tem lá e especialmente coisas que tem a ver com tecnologia da #treinamentos. E vou te falar que tá rolando uma parceria entre nós para te dar de presente aí um desconto de R$ 500. Cara, é só você entrar lá no no é por tempo limitado, se é importante lembrar, tá? Mas se você usar e o o se você for no
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aproveita esse descontaço aí. R$ 500 não é todo dia não, irmão. E é por tempo limitado. Um Outro parceiro que a gente tem aqui mandou presente para vocês, cara. >> A Insider. Olha aqui, ó. Esse daqui, >> ó. Top >> para você. >> Top, mano. >> Essa daqui tem nome? Tem nome mesmo. Esse aqui é teu. Deixa eu ver. Esse daí é teu mesmo. Tá certo. É >> tem nome. >> Tem. E essa daqui é do Nantes. >> A minha que não tem nome. >> Deixa eu colocar aqui a do Nantes para quando ele chegar.
Tem sim, porta aqui, ó. >> Ah, é, tá em cima aí. Mostro aqui, ó. >> [ __ ] top. >> Aí, ó. Tenho certeza que vão se amarrar. >> Mostrar aqui já. >> Essa é a top, hein? >> É. E você que você que não conhece a Insider, cara, você tá perdendo tempo. Eu como sempre, hoje eu tô até, olha Aqui, tem meu shortinho. Insider, ó. Ó. [ __ ] meu. >> Hoje eu tô porque a Insider ela serve para te deixar confortável e bem vestido em qualquer momento, em qualquer condição, cara. Então, todas as
peças da Insider, elas têm um twist tecnológico e sempre pensando em te ajudar a economizar um tempo, facilitar tua vida no fim das contas. Então, o fato de você não precisar passar a roupa porque ela desamassa no teu corpo, é, pensando Nisso, é o fato dela dela eh ter um conforto térmico diferenciado, é para você usar em mais lugares. O fato dela secar muito rápido é para facilitar você, vai que você foi treinar ou que você lavou a camisa e precisa dela logo agora. Então, a Insider é pensada para te ajudar aí no teu dia
a dia, tá? >> Quidade de moto é muito boa, hein? É muito boa. Eu eu uso para tudo. Então >> para você colocar ela, para você colocar a jaqueta por cima dela. Isso aqui é Para você, >> meu irmão. Obrigado, >> valeu. >> Obrigado aí, Insider. >> Pera aí, pera aí, pera aí, pera aí, pera aí, pera aí. Mandou um presente aí, >> Cristo. >> Caramba. Ness é seu, >> viu? Esse é de presente dele, por >> [ __ ] Eu peguei a sacola dele. >> Pega aí [ __ ] >> Deixa eu jogar >>
pô. Querendo ver minha, cara. Sacanagem públ >> joga lá, joga lá, joga lá. Aí >> lá em Campo Mourão. Um cara com a uma uma Saveiro rebaixada. >> Os cara festando lá no no tipo um frente um boteco lá. Tinha um moleque com um troço desse aí balangando lá, tava mostrando para todo mundo. Viatura da PM foi lá e aprendeu o negócio, deu uns tab nele. O olha o que que o polícia fez. Deixou esse troço aí em cima da mesa do capitão Araújo e uma parte. Encaminhe-vos um pênis de borracha, tal pro capitão. Capitão
>> é nada. Aexo mandou anexo na parte. >> Pensa num num num homem que chegou, falou: "Que [ __ ] é essa?" Não, mas que nós aprende. Vai pr [ __ ] que pariu isso aqui, rapaz. Vou vou deixar na mesa do capitão. Capitão ficou puto da vida. Encaminheos um pênis de >> também ficaria, meu. Também ficaria Muito [ __ ] hein, meu. Tomar no cu, [ __ ] >> Sacaneando, cara. Sacaneando, capitão, velho. >> Entra lá, entra lá no site da insider, insiderstore.com.br, tá bom? Usa o cupomflow que você vai ganhar um desconto maneiro
aí no teu, no teu carrinho de compras e vai poder >> Insider é só a camiseta, né, pessoal? Senão o pessoal vai querer comprar outro produto aí. Camis, só camiseta. Eu eu não ten nada aqui não, viu gente? Eu penso que eu e você vai levar e ele é então >> nosso. Tá de >> meu tá vazio também. Só a camiseta. Graças a Deus. Graças. Porque eu sempre o zoado sou eu, né? Dessa vez passou para você. Meu irmão, você que combinou com ele, mano. Nó ainda tava o nome aí em canalha, velho. >> Ó,
ó o meu aqui, ó. Ó, pode ver que tá escrito seu nome aí, ó. Tá >> aí, ó. Sacanagem >> vem da insider. É para você tem quear com o pessoal da Insider. >> Calma aí, cara. Pegou o mais moderno. Os cara escreveu aqui, ó. Ganhou o parafal da Insider. Os cara escreveu aqui, ganhou um parafal. >> Para da Não, não é da Inside. Esse daí é do Flow. >> A próxima vez você traz um soldado para >> Deixa ele. Deixa ele paga, ele toma no rabo. >> Uma vez eu falei pro capitão, pro sargento
uma vez, falei assim, ele falou: "Tem que lavar essa viatura". Eu falei para mim lavar? Falou: "Não, eu e o capitão vai lavar". Eu falei: "Bom, ainda bem, então". Tu também era bocudo, hein, cara? >> Falei, [ __ ] vou fazer uma pergunta para ver se era para lavar aquela hora, mas para nós lavar não é eu e o capitão que vai lavar. Falei: "Então tá bom". Pensei que era eu. >> Pensei que era eu. >> Melhorou. Ó, e para finalizar aqui, eu queria falar para vocês também da Kate, você aí que sabe o que
tá fazendo e gosta de adicionar uma camada de emoção ao teu evento esportivo, a Kate é o melhor lugar para você fazer isso e especialmente porque lá tem várias ferramentas e promoções para você eh se divertir, né? Então não é um jeito de você ganhar dinheiro, não vai ficar rico Com isso. Isso é para você se divertir. Então imagina que você pegou o dinheiro que você ia vi ia no cinema e não foi. E aí esse é o dinheiro que você usaria para se divertir, que você deveria usar para isso também, tá? Mas lá você
encontra eh o algumas ferramentas, como por exemplo, criar a tua própria múltipla, tá? Tem também o ganho antecipado, que é, vamos lá, você aposta que o Flamengo vai fazer 2 a 0, vai ganhar do Corinthians, eh, e o Flamengo Abre 2 a 0 de vantagem. Então você já pega o valor da tua aposta de cara, você não precisa nem ficar esperando o o terminar o jogo, tá? Então, ó, lembrando, não é um jeito de ganhar dinheiro, é para você se divertir e só para maiores de 18 anos, tá bom? Agora, se você sabe o que
tá fazendo e curte um e esse tipo de entretenimento, a KTO é o melhor lugar para você. Tem o link aí e tem o Qcode também, tá bom? Deixa eu ouvir aí, ô Vitão, dá aí nas mensagens, Que inclusive esqueci de falar pra galera mandar, né? Ainda bem que tem. Dáhe. >> Fala, sergento C, sergento Fur, sergento Nandes. Boa noite. Boa noite, Igor. Então, eu tenho tenho vocês três como a minha inspiração por querer entrar realmente na polícia. Desde de criança tenho esse sonho de entrar na Polícia Militar de São Paulo. Eh, e eu só
tenho agradecer vocês por me inspirarem, inspirarem muitas outras Pessoas também ao redor do Brasil. Só tenho agradecer vocês três e é isso. Muito obrigado aí, >> ô. Valeu, meu irmão. Obrigado aí por você estar eh empenhado a entrar na polícia. Nós estamos precisando aí de policiais aí porque o negócio não tá bom para nós, né, viu? O negócio tá embaçado aí. Então, se você tem, é um cara vocacionado, é um cara que gosta da polícia, seja bem-vindo aí, que Deus te abençoe. Tamo junto. >> É, você disse que ele não tava ouvindo muito bem. Ele
basicamente disse que vocês são inspiração para eles. Para ele. E >> bacana. tá a fim de entrar pra polícia também. >> Agradeço de coração. E a a polícia precisa de pessoas às vezes focadas, né? Muitos, né? Faz um concurso e tal, mas não tem aquele depois fica reclamando, né? Então é bom para vir mesmo para fazer o enfrentamento, saber das Dificuldades. Aham. >> Mas será bem-vindo. >> Ô Nant, qual o que que você acha que um que um candidato precisa ter de característica? Quais são as características eh desejáveis para um policial? E aproveitando, quais são
as características não desejáveis? E aqui eu não tô falando das óbvias não, tipo, [ __ ] você não vai pra polícia se você for um drogado. Isso é óbvio, né? Tipo, outra coisa. >> Você fala desejáveis por nós, tropa ou o que a instituição utiliza hoje? Existe uma diferença. >> Eu acho que é o que você acredita que é o soldado necessário pra polícia hoje. >> O que eu acredito o que eu acredito e que creio que seja de de comum acordo com o Farrur, com o Castro, é aquele cara dedicado, aquele cara empenhado que
ama a instituição, antes de tudo, ama servir as pessoas, né? O cara quando ele entra na polícia, ingressa na polícia, Ele tem que ter esse desejo, porque não vai ganhar bem, vai se [ __ ] para caramba, mano. Vai correr risco de ser preso, correr risco de ser morto. O cara ele tem que ter um amor por aquele ofício. Mas, infelizmente, esse é um perfil que durante muitos anos, inclusive ele foi tolido da instituição, porque esse é um perfil que questiona. >> Aham. >> É um tipo de um policial que ele pondera, ele pensa para
executar ordens. Ponderar é ruim no militarismo. >> Então depende do ponto de vista, >> porque eu escutava muito não pondera soldado. >> Mas por qu por que não pondera? Mas o ponderar até certo ponto é bom. >> Eu concordo com isso que eu não sou militar. Most >> Sim, sim. Não, mas o ponderar de certo modo ele é bom. Quando o cara pondera com propriedades, >> é interessante. >> Só que isso é um perfil que de repente você imagina que, e aí eu analiso muito mais como estratégia de governo que fizeram isso, o que acontece
quando você tem comandantes que ponderam o governador, por exemplo, >> porque você imagina que o comandante ele tem toda a sua trajetória, ele conhece a instituição e ele sabe o que é bom ou não pra instituição. Então entra o governador, um louco lá que foi eleito e ele fala: "Não, a partir de agora vocês Vão ter que fazer de tal maneira >> algo que é totalmente contrário ao que é útil pra sociedade." Então quando eu falo que o militar ele que pondera é bom, é nesse sentido. Comandantes, por exemplo, que fala: "Não, governador, você não
entende disso, me desculpa, mas a gente entende do que é bom pra sociedade". E e isso foi meio que tolhido ao longo do dos anos. Inclusive o perfil de seleção, inclusive na na polícia, eh, ele foi mudado, tá? Aquele, Eu, isso eu falo porque eu conversei com diversos psicólogos que faziam a avaliação inicial para você ingressar na na instituição. >> Tu acha que tu passaria hoje? Tu seria aceit? >> Cara, na realidade eu já peguei o final. Eu já peguei o final que eu já fui, tipo, eu já vejo como uma falha no sistema eu
ter entrado também. pessoal mais antigo não era o perfil desejado pela instituição, o espírito de Combatente, guerreiro, que que é que de fato ia defender a sociedade. Eu enxergo que eu já peguei já no finalzinho, eu já fui depois dos anos 2000 que eu ingressei em 2003, eu acredito que eu já fui uma falha no sistema eles terem deixado eu entrar, porque não é o perfil que se queria mais, era o perfil muito mais voltado para de repente um concurseiro, um cara que tava ali só de maneira transitória, entra na polícia já para prestar outro
concurso. E isso, no Meu modo de visão é ruim pra instituição, cara. Quem sofre no final das contas a sociedade, porque não vai ser um cara tão combativo. Não. É igual eu falo, quantas loucuras nós fizemos atrás de para recuperar o pertence de uma pessoa que você nem conhece. [ __ ] acabou de roubar o carro aqui. Você vai até o inferno atrás do bandido e você vai deter ele para que ele não faça com outra pessoa e para você devolver o bem pra vítima. >> Esse perfil de policial tá cada vez, tem cada vez
menos. >> Entendi. >> Então eu falo, eu fui outro dia atrás, até brinco, né? Agradeço a rapaziada, mas eu eu fui eu apoiei uma ocorrência, eu tava passando na rua, apoiei uma ocorrência e aí eu vi que os polícia, o cara falou: "O cara correu ali no telhado e eu nem gravei isso aí. Podia ter até soltado. Ia dar um vídeo legal que foi agora recente. Cara, eu sem Pensar, quando eu vi eu já tava pulando telhado. O polícia tava de serviço, ele olhou para mim, falou assim: "Porra, mano, eu vou ter que ir também
porque esse louco tá indo lá sozinho, mano. Mas e não foi, pelo amor de Deus, nem que o polícia, que o polícia não entenda mal, não é? Não tô falando para menosprezar, mas é o ritmo que hoje vem se trabalhando na polícia. E no ritmo nosso não, meu, nós vamos pegar na unha. Então isso tá cada vez mais difícil na Instituição. E não, e eu costumo dizer que não é culpa de quem tá entrando, é muitas vezes culpa de quem tá formando, de quem tá selecionando, entende? Aham. >> Então não, não é o perfil faca
nos dentes, como você falou, não é o faca na caveira. E muitas vezes quem tá treinando também quer ali só ganhar o dinheiro da hora aula, não quer se expor, não quer incentivar a molecada a est com essa disposição toda. >> Entendi. >> Então para mim o perfil ideal é esse, mano. É o sangue no zóio, né, meu, que a gente fala. >> Tá boa. Dá na próxima aí, Vitão. >> Boa noite. Salve, galera. Sergento Nantes, Sergento Castro. Sargento Faor juntar uns três mosqueteiros, hein? Que isso, hein? Que honra, hein? Esse pessoal aí é top,
hein? Sou fã deles. Sargento Castro com as suas histórias. Eh, você alegra alma das pessoas, sabe? Ajuda a ficar >> a curar da depressão. E grande abraço para todo mundo. Fica com Deus. >> Ô, valeu, irmão. Obrigado aí. >> Mais uma mensagem só falando bem de todo mundo aí, mandando boas vibrações. Obrigado. Tá vendo? Tem uma galera que gosta da polícia, ó. Não, inclusive vi um monte aqui falando assim, ó, tô no F1 aqui ass aqui de boa pá, entendeu? Não, >> é Fórmula 1, >> o cara tá assistindo uma Fórmula 1 Dia de hoje.
>> É, mas é Fórmula reprise. Fórmula é Fórmula 1, né? Eu tô acreditando que seja uma Fórmula 1, né, meu? Aí o cara é gente boa, assistindo na Fórmula 1 e assistindo a gente aí de boa, né, meu? >> E deve tá jogando fumaça na nossa cara ainda >> d com certeza. Na tela, né? Na tela ele pode jogar à vontade, >> né? Mas não pode. >> Se ele tentar jogar na frente, talvez Vai ficar >> não. Uma vez eu abordei um cara e >> você pruma não, João. >> Quando eu virei a rua assim,
o cara acho que tinha dado a última tragada. Aí ele ficou assim, ó. Aí eu bordei, ele falou assim: >> "Es explodiam". >> É, eu falei: "Aí maluco põe a mão para trás". Aí ele fez assim: "Você tá indo para veio na minha aquela bafo de maconha. Aí eu falei assim: "Aí seu Filha da puta". Mano, aí eu grudei no grugumilo dele aqui, colei na parede assim, fugumilo, faz anos que não ouvi. >> Grudei no grugumilo dele, colei na parede. Falei: "Seu maldito, você vai jogar maconha na minha cara. Eu tentei segurar a senhora, mas
eu não consegui." >> Fofinho, vai. Ah, >> não foi fofinho, né? Mas eu debati nele. Foi mais forte do que eu. Eu tentei, mas foi mais forte. Ô, eu quero aqui eh prestar meu apoio Aqui, se me permite, ao deputado federal Nicolas, >> que tá fazendo uma caminhada de Brasília de de Minas até Brasília aí, tá? >> Um protesto pacífico, um protesto pacífico, as irregularidades, as injustiças que foram cometidas aí na na nessas penas do dia 8 de janeiro aí, né? Igual Faú já disse aqui, sabiamente. Então, eu quero prestar minha solidariedade a ele. E,
cara, eh, ele tá caminhando de Minas, vai até Brasília, Pretende chegar em Brasília no dia 25, tá fazendo uma caminhada aí, uma caminhada que é um ato pacífico, ele não tá querendo se mostrar, ele não tá querendo ser melhor do que ninguém, ele tá simplesmente fazendo uma caminhada ali que é o ego dele, né, meu? Quem quiser acompanhar ele, fica à vontade. >> Eu eu tenho bastante propriedade para falar, porque eu acompanhei desde cedo, eu tô no grupo que que ele tá aqui da liderança da oposição e ele falou que Ele tava fazendo uma agenda
lá na na nessa cidade, né, no interior de de Minas, eh, próximo da divisa lá, e disse que já ia voltar para casa, mas que Deus tocou o coração dele. Ele tava bastante inquieto com tudo que tá acontecendo. Não é só a questão da da do 8 de janeiro, não, mas Banco Master, INSS, >> perseguições, né? >> A gente vê que os poderosos estão estão se protegendo novamente. Então aí ele falou que até eles chamaram a atenção Dele no grupo que ele falou: "Pô, nós não somos um grupo, cara, você podia ter avisado, teria mais
gente e tal". Ele falou: "Não, uma coisa pessoal minha". E aí o o GER vai encontrar com ele na divisa de Minas, tá vindo também. Até o delegado de Caveira ligou para mim, falou: "Faú, daqui da minha, eu sou do Pará, 2700 km". Falei: "Não, sem chance e deixa o moleque lá. O moleque é novo, aguenta e tal." E ele tava, se faz bem para ele, se ele acha que foi uma Missão. >> Uhum. >> Nós temos mais que apoiar. Fiz um vídeo, apoiei, saiu até em vários veículos de imprensa. O Magno Malta e eu
fomos dos primeiros que apoiamos. Eh, claro que a gente recebe críticas também, é igual o Hélio Bolsonaro, Hélio Negrão, meu amigo Hélio Lopes, foi lá na frente do condomínio do Bolsonaro lá fazer um protesto pacífico lá quando o Bolsonaro tava preso lá, uma mulher gritou lá: "Vai trabalhar, vagabundo". Como se você não tivesse eh eu não posso ir para um, para uma praia, não posso ir num cinema, não posso estar aqui, tô Qual que é minha escala de serviço que eu tô matando ou furando para, né? Vai trabalhar, vagabundo? Então, então é um negócio que
muitos atacam, mas eu acho que você se sentindo bem com com consigo mesmo e e com o teu pessoal que que te apoia, sem problemas. Então, já que você tá caminho e tá caminho de Brasília aí, Que Deus acompanhe você, ô Nicolas, >> 240 km, >> 240 km de caminhada vai andar para caramba. Eh, eu queria muito participar disso daí, mas eu não tenho condições físicas de ir, né, meu? >> Mas eu Calma aí, calma aí. >> Não, não tenho condições >> não. Calma aí, cara. Eu não tenho condição. Só olha só, calmaí. Tu não
precisa falar que tu queria muito. Tu fala assim: "Pô, é incrível que tu tá Fazendo?" Não, não, não. Já falei que é incrível que tá fazendo paraessa parte, tá ligado? Porque questão tu vira mentiroso. Mas de repente eu posso pegar minha motoca dia 25, eu colar lá na em Brasília lá, né? E acompanhar o que ele vai chegar dia 25 em Brasília, acompanhar lá o final. Você é uma promessa. >> O quê que você tá falando? Lá vamos falando como eu ir >> porque você vai, você tá falando para Mim que vai com a tua
motoca. >> Motoca. >> Tu não vai sair daqui, vai falar de motoca pipoca doce. Não vai. >> Ah, você não me conhece, irmão. Você não me conhece, irmão. Vou fazer lá e vou falar assim, aqui ó, para você. >> Aqui para você, Igor. Lá na lá em Brasília, você vai ver se eu não vou mandar para você. >> Duvido. Tu vai daqui lá de motoca? >> Já fui, [ __ ] Já fui. Depois volta, >> ó. E e vou dizer para você aqui, ó. Não, nunca falei isso em lugar nenhum. Falar que é a primeira
vez. No dia 8 de janeiro, >> os amigos meus foram e eu também iria. Só que eu tinha comprado uma moto zero e ela não tinha feito a revisão dos 1000 km. Então se eu fosse eu iria perder a revisão. Aí eu falei para os camaradas: "Bom, dessa vez não vai dar para mim ir, cara". Mas os camaradas foram, não foram Presos, graças a Deus, né, meu? Mas foram lá. Vai saber se eu tivesse ido, de repente, >> de repente não ia rodar lá. Então, dia 25, aí vou me esquematizar e é capaz de eu
bater as costas lá em Brasília lá para apoiar lá o Nicolas, hein, mano. Vai fazer co que >> aqui Igor, para você, ó, seu maconheiro, filha da [ __ ] >> Você não vai fazer isso não. Sabe por que que ele não vai fazer? Porque ele Não vai lá. >> Não vai, né? >> Vai de avião, pega uma moto lá, sobe em cima, fala aqui, ó. F. >> Eu não sei qual a moto dele mesmo, né? Mas não sabe a moto dela? >> Sabe qual que é minha moto? >> Falei para você que eu vim
só jaquetas luvas. Agora já dei a fita. Mas mesmo assim >> não. Mas e aí? >> Ele não vai provar. >> É verdade, é verdade. Tá aí para isso. >> Aá tá aí, né? Iá fodeu o mundo agora. >> Agora fodeu. Ano que vem vai ser esse ano vai ser maluquí quando chegar lá em setembro, né? Um >> pouquinho antes até. Dale aí. Vai. >> Castro Castrado mandou uma mensagem pelo Pix. Castro, como sua esposa ficou após ver você beijando o travesti lá no Mosca Junto com o Ceará. Ela viu? E você, Nantes, faz quanto
tempo que tu pega travesti? E o que faria se abordasse alguém de pau duro? >> Falou: "O que que você faria se abordasse alguém de pau duro?" Isso daí foi para você >> aí do do tem aquele papo lá de pegar >> a maconha deve tá com cérebro desse [ __ ] que tá mandando mensagem aí. >> Não, ele pegou >> fal o seguinte, ó. Daqui a pouco eu tô saindo. Vamos se encontrar ali embaixo ali. Vamos trocar ideia. Fala na minha cara agora. Aí eu vou te responder pessoalmente. >> Ele falou como é que
ele fala? >> Vou responder pessoalmente. Que que ele perguntou? Fala para ele aí. Nes. >> Ele perguntou quanto tempo pega travestia e qual que faz para mordar cara de paura. [ __ ] >> E se minha mulher ficou braba que eu Beijei o o mulher trans lá. >> Na realidade ele deve ser o travesti. Ele tá querendo >> se o cara ficar de pau dano sendo abordado pela polícia. O cara é porque ele tá tomando dado atrás. Aí ele, >> olha, eu, eu aconteceu >> tá na garrafa de Heinik. É, heinik? >> É na garrafa
de R é R. >> Cala a boca no cu. Essa foi >> tá na garrafa de Hein que é Hein? Não, a mulher ficou brava para respondendo para você. Minha mulher ficou brava pr [ __ ] né, meu? Mas você sabe como é que é. Eu sempre fui um cara zoeiro, sempre fui um cara que tirou barato, não tenho não tenho preconceito nenhum. Então rolou uma brincadeira lá, né, meu? Enrolou um selinho lá na na Morango. Um abraço aí pro pro pessoal lá do falar uma coisa aí, ô >> e para Morango também. >> Morango.
Para Morango, pro Ceará, pro Mosca e para Morango. Morango, estamos junto. Quando vira a São Paulo, eu quero te entrevistar lá. Beleza. No podcast podcastro lá. >> Eu eu se falar negócio de acho que deu uma cagada, cara. Eu vou, eu vou contar uma história aqui, um fato no endereço que nó, >> você vê como é que é preocupante. Nes, >> eu tava em casa a época da eleição municipal, fora essa na outra, >> tá? >> Era época de eleição e tal, tinha até faltava uns 20 dias paraa eleição. Uma amiga minha ligou para mim
e falou para mim que tava na área e tinha um cara suspeito numa bis em frente à casa dela do outro lado da rua, olhando muito para ela. Eu falei: "Tô indo aí". E ela tava preocupada que tinha acontecido um crime envolvendo um familiar dela, tinham matado um primo dela. Eu falei: "Tô indo Para aí". E tinha inclusive um colega meu falou: "Vou junto, vamos junto". Ele tava de carro, mas o motorista dele foi atrás da minha camonete. Eu pau. Virei a esquina, cara. O cara tava na bis, eu parei, polícia, enquadrei, o cara, o
cara virou, rapaz, e ficava assim, ó, e tal, se virando. E eu, mão na cabeça, mão na cabeça, eu falei, o cara tá sacando a arma simplesmente, rapaz, chegou a vir um pouco o gatilho e vai irmão na cabeça, mão na cabeça, tal, tá E tal. Aí o cara até que enfim sossegou uns 2 minutos que parecia um século e tal. Aí eu pá e baixei a roupa dele, peguei aqui, tinha um um crucifixo ainda no bolso, aqueles aí e tal. Eu falei: "É pé craque, não é? E não sei o que e tal, não
sei". Tá, dei uma geral nele e perguntei o que que ele tava fazendo ali. Não, eu parei aqui porque deixei minha amiga ali, se quiser ela vem aqui e tal, tal. Chamei a PM, a PMV, expliquei, falei: "Suspeita esse cara Aqui e tal". O que que esse cara tava fazendo? batendo a [ __ ] >> batendo a [ __ ] olhando pra bunda da minha amiga. E ele tentava esconder o pau porque era o fragante, >> [ __ ] Mas um era o fragrante >> quando murchou acabou o fragrante, o cara >> o cara ficou
pensando na cabeça e ele tava ficou muito na cabeça, >> mas eu quase que dei um tiro nele, cara. Depois o outro cara que tava comigo é Deputado estadual, falei: "Ah, mas você não se tocou?" Eu falei: "Não me toquei, cara". Ele falou: "Porra, eu fiquei com medo de te falar e eu já queria quebrar o cara por causa da da menina, né? Eu falei: "Não, [ __ ] nós tinha feito uma prisão em fragante esse cara. Aí eu passo, eu descobri onde que ele trabalha". Ou trabalhava, né? Faz tempo que eu não vejo. Eu
vi a bis lá e eu ainda passo e lembro ainda. Eu sei o que você fez no verão passado. >> Passado, né? >> Passo toda vez lá na frente. Fez que eu esqueci. Ô, pera aí, deixa eu mandar um beijo aqui pra pr pra Júlia Prado. Eu entrevistei ela hoje que eu te falei, uma caminhoneira brasileira que está trabalhando lá nos Estados Unidos. Ela tá assistindo a gente. Júlia, um beijo, minha querida. Valeu. Um beijo pro Gabriel Pascoalin também. Um abraço pro Gabriel Pascoalin, que administrou isso daí. >> Boa. >> Aí, então, já que é
para mandar abraço, tem >> manda abraço. Manda abraço. >> Fabiano. Fabiano Batista, instrutor de tiro, meu amigo, falou para mim, ele me perturba demais, sabe? com certas picuinhas. Eu falei, ele falou que ia deixar eu 15 dias quieto se eu mandasse um abraço. Então, tá aí, Fabiano, 15 dias sossegado, sem encher o saco. Abraço, Meu amigo. Força e honra >> aí. E pro Eric também, meu filho que tá aqui, né? O Eric aqui que administrou isso daí, fez contato com a sua com a sua assessoria aí e ele que é o responsável por estarmos aqui
hoje. >> Boa, >> Eric. Estamos junto. >> Salve, Eric. >> Fiz a dei a moral para você, hein, cara. Mas depois você me devolve a camiseta, só para segurar. Tá com a próxima aí, Vitor. Vai. >> Júlio Martins mandou uma mensagem pelo Pix. >> Boa noite, senhores. Só passando para agradecer a vocês três. Vocês são algumas das pessoas que me inspiram a seguir o caminho para ser policial. Esse ano vou prestar o concurso para a PMSP. Força e honra. >> Forse honra. >> Fosse honra. >> Honra. >> Fosse honra. >> Aí, caro. >> O Rai
é para espantar o as coisas ruim. Segund, >> cara, mandou para mim o o trechinho do filme do gladiador dois. Agora disse o cara força e honra falou para mim, por favor, é top, é top. Eu falei manda para mim. Mandou uns trechinhos. Força e honra. >> Honra. Mas ele que copiou de você, né? >> É claro, né? Tem mais aí? Então, dáhe. >> Gaizinho de direita mandou uma mensagem pelo Pix. Boa noite, senhores. Gostaria de dizer que achei o Farrur muito gatinho e meu sonho é dar um beijo na boca dele e sentar no
colinho dele. Te amo, farrurzinho. >> Tava demorando esse tipo de mensagem. Eu recebo várias. >> Aí sim, arrebentando o corações. >> Já inventaram remédio para isso, né, F? Claro, com certeza. da cor desse prata Aqui. Boa, boa. Tem uma que manda no Messenger para mim, meu futuro marido. Eu falo: "Não, quem sabe, né? Não vou desfazer. Estamos dentro Mike é Mike, >> mas tá bom, tá bom. Sempre será, né? Todo respeito. Muito obrigado. Deus abençoe. Estamos junto. Colinha aqui é macio, ó. Isto vai. Mas se for, >> ai meu Deus! Você tiver na na dentro
da garrafa de Heinek, >> é Heinek. É Heinek, [ __ ] Se tiver dentro da garrafa de Heinek, é Heinek. >> Gente, muito obrigado pela moral. Obrigado pelo tempo de vocês. >> Já. Bom, >> tu já agradeceu quem tu que quer falar mais alguma coisa daqui? >> Não é que eu começo a pegar na partida depois de 1 hora e meia mais ou menos. Mas já tem duas horas mesmo. >> Quase 3 horas já. Tentativa. >> Castro, tu já falou também, mas se Quiser falar de novo, né? >> Não, não. Só quero agradecer você mais
uma vez. >> Valeu, cara. Meu irmão, aqui >> obrigado, cara. Obrigado pelo convite. É muito bom vir aqui. Sua audiência é top, cara. Sua audiência é muito legal, muito boa, cheia de maconheira, mas que não tem problema nenhum, tá aqui de boa. Interessa a gente ser feliz, meu irmão. Se o cara fuma bagulho dele lá e ele não atrasa o lado de ninguém, indiretamente Ele tá atrasando, né? >> Ô Castro, você vai fumar um baseado comigo? >> Não vou, cara. Não vou. >> Baseado em fatos reais. Vou. É, não vou. Não, não, não, não. Mas
é, quero agradecer a todos, agradecer aqui a audiência do do do Flow aqui. É, sem >> dia que quiser me chamar, eu venho aqui com maior prazer. Hoje até eh mudei o horário do meu lá, >> é porque o meu é 20 horas, né? Mudei o Horário, fiz a entrevista às 15 para poder prestigiar. Muito obrigado, cara. Valeu. >> É, a gente a gente tem que a gente tem que que mijar pr os maiores, né, meu? >> Eu também acho. >> Eu acho inteligente da tua parte. Quando você tá ali, você tem que, né, meu,
se mirar sempre por cima. Não pode ficar aqui por baixo, não, porque senão, mas obrigado pelo >> Obrigado pela moral, cara. Obrigado por Vir. >> Obrigado. Não, obrigado também pela companhia aqui, Farrur, que eu sou um a primeiro contato que eu tive com o Farur foi lá no no congresso, eu fui fui lá ser entrevistado lá em Brasília e me levaram lá no no no gabinete dele. Ele tava sentado lá, eu entrei, eu falei: "Porra, mano, eu sou seu fã". Ele falou: "Cara, eu que sou seu fã, cara". Pô, aquilo ali para mim foi maravilhoso.
Fiquei muito feliz. >> É, eu fiquei muito feliz. O Nantes já é meu parceiro aí, né, de de de muito tempo aí. É um cara que tá aí despontando na na política aí como um cara que representa a polícia, representa a honestidade, com honestidade, com com aquele cara brigador. E vamos para cima aí. Vamos ver o que Deus reserva pra gente, né? >> Amém. >> Amém. >> Valeu, Castro. >> E tu Nantes, tu foi o único que não falou nada. Essa daqu >> agradecer a a rapaziada que teve até agora aí, teu público aí maravilhoso,
te agradecer, irmão, e mandar um recado pros maconheiros de bem que tá aqui na moralzinhos bem educado, o sincerão, rapaziada, obrigado por ter acompanhado. E os maconheiros sem vergonha que fica mandando essa [ __ ] dessas piadinhaas do [ __ ] vai se [ __ ] [ __ ] >> É importante, né? >> Beleza, mano. >> Ô, dá um dá. Dona Cida ficou bravo comigo. Um beijo, dona Cida. >> Beijo. Daqui a pouco eu tô aí pra gente se amar. É tudo mentira. Fala >> a gente se amar. >> Ela sabe, ela conhece, né, meu
>> Castro? >> Ela conhece rapaz, onde eu bato não nasce nem cabelo. >> 10 horas da noite de uma segunda-feira, mané. >> É o dia. >> É o quê? >> É o dia. >> É o quê? >> É o dia. Ó, >> vai bater na porta e a porta fecha. >> Então, se prepara aí, dona Cida. Obrigado a gente aí pela moral. Vocês aí que estão assistindo, a gente vai deixar o link de todos eles no comentário fixado para vocês encontrarem facinho, com clique só, tá bom? Eh, aqui na Descrição tem o Discord para vocês
sugerirem novos episódios. >> Eu não falei ainda, hein? >> Vai falar novos novos episódios e novos convidados, tá bom? >> Só os dois recruta, pô. >> E agora o mais antigo de todos. reserva, a gente reserva o o horário nobre, o horário nobre pro nosso mais antigo da mesa, sargento Farru, fica à vontade. Esquer tua câmera. >> Não, eu queria falar o seguinte, até pro Pessoal da maconheirada, eu até fui num num debate com eles, com contra quatro maconheiros, então o pessoal acha que eh essa pegação no pé até uma tem uma menina lá dentro
da frequenta a câmara lá, repórter e faz uns estudos lá. Ela é defensora da cannabis tanto para para uso >> sinal e recreativo >> e para fazer material, bolsa. Ela tava com a calça e falou: "Ah, isso aqui é da cannabis". Eu falei: "Só não pode Fumar". >> Aí ela falou que é é PhD formada em cannabis, tal. Tem tem. Tá. >> Mas ela pergun ela fez uma pergunta interessante para mim, por isso que eu falo para você, por que que é tão difícil você discutir sobre a canabis, sobre a legalização da maconha, sobre a
maconha dentro do Congresso? Eu falei assim: "Olha, eh, muitas pessoas não querem associar o nome com esse tipo de discussão e até talvez favoráveis a Liberação, mas não querem associar. Agora eu eu entrei muito jovem na na polícia do do estado do Paraná, 18 para 19 anos. E eu, como eu falei aqui, por uma questão de destino, não por eu ser melhor do que ninguém, nem por questão de educação, longe disso, mas eu nunca usei maconha. Eu nunca usei maconha. Então eu entrei na polícia e fui doutrinado a coibir o que? O crime. E naquele
tempo, quando eu era mais novo, o Maconheiro fal aquele cara é maconheiro. A gente entrava para dentro de casa quando era moleque. Era uma era uma era diferente. Geralmente era o cara ligado ao crime, era aquele cara que ele ia roubava. Então eu fui criado, entrei na polícia com essa mentalidade, fui trazendo, claro que até por experiência de vida, por inteligência, por ter discernimento, a gente foi ver que não é tudo aquilo que muitas pessoas têm vida produtiva, usam a droga. Eu vi muitas Pessoas começarem na droga e terminarem drogas pesadas. Até o dia eu
comentei, a pessoa falou: "Ah, parei de ler a hora de de porta de entrada". Não necessariamente porta de entrada, porque eu tô falando aqui o que eu adquiri de experiência. Mas então eu fui doutrinado para isso, sabe? Eu não não consigo assim ter uma uma postura muito muito passiva, muito eh com eu já vi muito eh casa de arrombamento, todos os locais que a gente frequentava que tinha Criminosos, a presença da da maconha, entendeu? Então eu fui criando tipo uma aversão, mas a vida me mostrou, conforme eu já disse aqui, que não é bem assim.
pessoas que têm vida produtiva, que não procuram não fazer mal e para outras pessoas. Então, a gente chega a essa conclusão. Mas eu sempre digo, cigarro, cigarro é liberado. Se o cigarro a partir de hoje for proibido no Brasil, uma lei severa e eu tivesse trabalhando na estrada, eu ia fazer a apreensão do Cigarro. Se a maconha for liberada, como de fato está entre aspas até 40 g e tal, o cara passar na minha frente fumando, eu vou fazer o quê? É lei, meu filho. Liberou, tá liberado. Agora é crime, é crime. Então o Nantes
falou, a gente abordava cara na estrada com com fino, com a buchinha. Tchau. Agora vai explicar para um promotor. Eu peguei um cara com uma buchinha de 10 g e liberei. Ele vai pôr no seu rabo. Maioria vai. Então a gente ficava atrás na na estrada É diferente. E até um advogado falou para mim antes de quando eu falei que eu ia pra polícia rodoviária, ele falou: "Vixe, aqui você pega de meio kg, quilo vai pegar de tonelada". Dito e feito, pegamos centenas e centenas de quilo nas rodovias. Então o até o N estava falando
sobre característica do de policial. O cara tem que gostar de estar em evidência. Isso é um um ponto, hein? Polícia que se ele tirar 12 horas sem aparecer para ele é melhor. Ele quer Sossego. Eu não. A hora que chamava no rádio, eu falava: "Tomara que seja eu senhora ser". Eu queria atender ocorrência quando eu fazia apreensão. Então esse gosto já leva você a ser um Eu sempre fui tipo perdigueiro, fuçar. Aí trabalhei com pessoas que foram doutrinadas, né? que gostavam de trabalhar. Quem não gostava já pedia, porque eu troco o dia pela noite, eu
não tenho horário de ir embora. Eu trabalhava na na no serviço Reservado, era das 9 da manhã às 2as da da madrugada. >> Aham. >> Os traficantes chegavam às 3, eu ficava até às 3. Eles começaram a chegar até as às 4. Eu ficava até às 4. Mas tinha uns parceiros que não aguentava. Aí quando o cara chegava, Fur, já foi embora. Vap. E tinha informantes lá, até tinha um cara que não vinha no meu plantão, ele chamava Zézinho. O cara falou: "Tem um cara que vende, ele vende 60 pedras toda Noite, ele vende Londrina
e vende aqui. Tem muito viciado." Aí um dia eu cheguei, ele falou: "O Zezinho tá aí, coincidente, meu plantão". >> Fui lá no bar, tava lá o Zezinho plac plac jogando Snuquinho. Eu fui lá, pusa, levamos de quebrada. Falei: "É assim, assim, assado é daí que que dá para fazer?" Eu falei, vamos fazer um acerto, vamos fazer então tá, fazemos, fazemos. Ele falou: "Não, porque o barbudo não tem jeito, eu era barbona preta e tal, Né?" Aí levamos ele lá na linha do trem, onde ele tinha guardado 60 pedras. O Martinez, que era meu parceiro,
pisou na bosta ainda. Pensa num cara que ficou bravo. Aí metemos ele em cana. Metemos ele em cana. Cara, sabe o que que ele falou pro pro delegado? Ele falou pro delegado assim: "Eu não venho no plantão do do barbudo, mas eu vim porque amanhã meu aniversário, eu precisava de uns troquinhos para fazer um churrasco com meus colegas". Tomou no Cu no dia do aniversário. Não vinha no meu plantão porque eu fuçava, eu nunca fui melhor que ninguém, mas eu gostava de trabalhar e as minhas equipes foram doutrinadas porque eu gente pedia para trabalhar comigo
ou pedia para sair fora. Se a gente troca o dia pela noite, eu não troco, entendeu? Então o horário de serviço meu que era das 9 às 2as, uma noite e uma não, eu ficava até 6. E se eu pegasse um fragante seis, eu saía da delegacia meio-dia. Eu saí da delegacia Uma vez que fui fazer um fragante, andei 200 m, vinha vindo um cara andando, eu parei, ele tava com um potinho de cebon daquela vitamina C dentro, >> pedra de craque, tudo pedra de tinha, falei: "Puta, saí agora para vender, achei que vocês tinham
de embora". Falei: "Tomou no cu". Então é assim, o cara fuçar e gostar do que faz. Então é preciso esse agora tá um direito seu você passar no concurso e ser um moita, mas a polícia não precisa de pessoas Moita, precisa de pessoa que vai lá e fuça >> e e não vai ganhar nada com isso, porque não tem hora extra, não tem [ __ ] nenhuma. Você só vai tomar no cu. Eu cansei de arrumar bronca porque fui inventar de de Ah, pegamos uma, nós fizemos uma greve dos caminhoneiros, trabalhamos, o capitão falou: "Tá
dispensado". Falei: "Não, vamos pra rodovia". Bordamos um ônibus com uma bolsa de maconha. O Polícia pegou a maconha e colocou tudo em cima das costas do maconheiro deitado no chão. Alguém tirou foto e eu fui abordar outro anos. Quando eu voltei, falei: "Não, levanta aí, levanta". Aí no outro dia saiu na primeira página do jornal, eu tinha falado que eu ia enfiar a maconha na bunda do cara e um tablete caiu na bunda. Aí respondemos um tempão na justiça, cara. >> Tem certeza que você não fez isso, cara? >> Aí >> foi uma um acaso.
>> Então aí o que que acontece? Eu falei, eu podia estar em casa, vim arrumar sarna pra minha cabeça. A juíza da Quinta vara, eu eu fiquei que nem uma barata, não existia Quinta Vara em Maringá, criou naquela época. Aí eu cheguei onde a Quinta Vara, nem os caras do fóum não sabia. Aí eu cheguei lá na Jam só para você. >> Os cara só tinha chegado até a quarta. >> Criaram, criaram para ele. >> Mas eu cheguei lá cinco pras duas. A audiência era duas, deu 2:20, 2:30. Eu entrei na tal da quinta vara,
tinha uma mulher sentada lá e um cara pai, eu falei: "Boa tarde, boa tarde". Eu falei: "Viu queria saber a audiência, espera lá fora que eu já vou chamar". Falei: "É bom chamar mesmo, já é 2:30." E virei e saí. Aí eu passei, o polícia falou: "Sargenta, ela veio que não veneno atrás de mim. A mulher chegou: "Eu te prendo em fragante". Falei: "Por que que você Me prende?" "Por eu te prendo, eu te prendo em fragante". Eu falei: "Eu sou juiz". Eu falei: "Então fui murchando a bola, né?" Falei: "Mas é que não se
eu te prendo, eu te prendo." Eu falei: "Não, mas eu te prendo". Eu falei: "Caralho, prende logo então, porra". Aí e tal. Aí você maltratou não sei o quê. Eu falei: "Nem sabia que senhora juíza, né? Eu tô naquela cadeira". Eu falei: "Ah, se eu sentar ali, eu sou juiz, então ai eu te prendo, eu te prendo." Mas é ao mesmo tempo que ela não queria prender, ela queria que eu murchase a bola, sabe? Eu falei: "E o meu neto, cara, a minha nora tava com o meu neto e levou lá na Praça da Catedral.
Se ele tivesse do lado, eu tinha dado um pau nela, porque eu não ia levar um esporro daquela na frente do meu neto. Meu neto, eu sou um herói para eles, cara. Eu ia dar um murro na bocona dela. Eu tava preso até hoje. Mas você filha da [ __ ] Aí depois eu voltei lá para para ser Testemunha. Eu falei: >> "Ah, sim, dá maconha na bunda essa desgraçada aí. >> Mas por que que você não tá mais trabalhando com ele?" Ele falei: "Porque eu aposentei? Ah, o senhor é policial aposentado. Quase que falei:
"Não, sou o padre da paróquia aqui, filha da puta." Então, queria me prender, cara. Aí eu ainda pensei, eu vou dar a queixa dessa desgraçada lá na delegacia porque ela prevaricou, porque se eu cometir crime, Ela tinha que me prender. Se eu não cometi, ela me deu um esporro de graça. Aí eu pensei, falei: "Eu tava para aposentar, >> eu tava para disputar uma eleição, cara, que todo mundo falava para mim: "Só tem um cara eleito no Brasil, é sargento o resto tem que correr atrás. Para que que eu vou me sujar com uma merda
dessa daí?" Aí peguei, fiquei quietinho e fui o mais votado do Paraná. Então, por por eu ter aguentado um esporro de uma Mulher desgraçada que saiu da de dentro, parecia o cão, cara. Já chega a mulher da gente grita com a gente dia e noite, não vai uma filha da [ __ ] dessa ainda. >> E aí a gente não pode nem falar que vai dar um pau nela. >> Não, mas família, >> valeu. Olha aqui no comentário, no comentário fixado aí de todo mundo, tá na descrição lá, como sempre. Comenta aí força e honrar
para eu saber que você chegou até aqui. >> Força e honra. Obrigado todo mundo aí. Valeu. >> Um abraço aí pro Daniel aí da Ágile Solução Digital. Cuida das minhas contas. Estamos junto. Vai, >> cara. Manda mais um aí. Vai. >> Vou contar uma história aqui. >> Eu eu quero mandar um abraço pra Udissinha. A UDSinha, a Débora lá de Curitiba, fã do coronel Woodson, do Derrite e do sargento Faur. Udinha, estamos junto. Força e honra. Aê!