Ah e quanto a indignidade dos Pais em relação aos filhos quando o pai abandonou o filho na infância as então de novo esse assunto importante a intimidade que querem dignidade atos de indignidade essa ideia ela vem lado direito das sucessões para a deserdação né dá para deserdar o filho ingrato por exemplo né que praticasse de ingratidão esse conceito é um pouco perde fuzuê até um pouco confuso hoje já era já unânime fechado seja já é unânime o entendimento de que esses esses atos de indignidade lado direito das pessoas eles não são números clausus Ou seja
pode ter outros e aqui isso certo tanto para ação de alimentos quanto para sucessões por exemplo o abandono afetivo quem abandona o filho na infância e ele cresceu o rico e tal e o pai aqui precisa esse pai ele praticou o ato de indignidade então ele passa não ter direito de receber pensão alimentícia isso não tinha previsão legal até o código civil 2003 e o que que eu tô falando que não é números Klaus no direito as sessões têm um rola a meu ver exemplificativo um direito família tem um artigo 1708 parágrafo único só fala
assim que os atos de indignidade que vem a imagem e semelhança do direito das sucessões E aí vai da criatividade presente abandono afetivo não tinha previsto não tinha previsto uma esse exato de indignidade né nem tinha essa história de alienação parental nem tinha dá um depende Pode ser que que isso é que o ato ali seja em dinheiro que pode tirar a deserdação ou será esse no geral de geração pode gerar a desobrigação alimentar e Oi e aí se quiser garantir ainda mais o filho pode entrar com o pai com essa história com a reparação
civil caracterizado o abandono afetivo e isso é importante porque ele se pai então ficará impedido de aspas de Não juridicamente mas ele dificilmente leva a uma ação social se ele entrar com pedido de pensão alimentícia para o filho que eu abandonou esse entrar com e também se reivindicar a herança Então é isso já tem caracterizado o abandono afetivo é um prato cheio para para caracterização da deserdação né