เฮ [música] [música] >> [música] [música] >> เฮ [música] [música] [música] [música] เฮ [música] [música] >> [música] [música] [música] >> E aí, família? Tá saindo o áudio aí, amor? Tá transmitindo o áudio? Tá tranquilo? Boa tarde, boa noite, bom dia. Começando aí mais um Snidercast. Eu com um convidado hoje aqui, meu amigo Pirril. >> [risadas] >> Não tô nem aí. Pode me chamar de perril. Ol o boné. Ó o boné. Ó o boné. Arruma o boné. Arruma o boné. Decente. >> Arruma boné. >> Sem boné. >> Bota esse aqui. Aí, ó. Dá boa tarde aí pra
galera. Boa noite. >> Pode me chamar de pirril mesmo. Não tem problema não, que eu tenho uma par de amigo que é vigilante no e os caras dão a vida aí pelo que é dos outros. uma galera aí decente. E eu não sou convidado, eu sou parceiro do que que é, É podcast ou Sneider News? >> Mano, esquece. Estamos aí é pod News. Scus f fi fi. >> Deixa o like, se inscreva no canal, manda pra geral e vamos que vamos hoje falar de ocorrências, falar de tudo, >> falar de coisa boa, coisa ruim, [risadas]
[ __ ] Joga a câmera no no paga, ó. Hã, >> skatiaista. Charlie Brau. >> [ __ ] >> eu vou trazer meu skate. Eu falei para você que eu ia trazer e vou fazer um um baratinho ali. >> E aí, irmão, como é que tá Natalzão? Vai passar onde? >> Natal vou passar na minha casa no interior com a família. Vai ser esquema bem família. Qual interior? Qual interior que é? Onde que é? >> É, é. Você conhece a Varé Paranapanema? >> Muito longe. A Varé >> é dá o pessoal normal vai mais ou
menos em 3 horas, 2 horas meia. É quantos km? >> 260. >> Ah, não é longe não. E >> é o qu? É casinha de campo. É uma humilde da hora, hein, mano. >> Um dia você vai. >> Eu sou doido, irmão. Um dia eu vou ter uma dessa, mano. >> Para falar assim, vamos, amor. Mas nem para quebrar tudo, só para ficar no meio Do matinho ali com segurança. >> É, um dia, um dia nós vamos lá, >> você leva a patroa para conhecer. >> Casinha humilde. Humilde. Ó a cara do pilantra. Humilde. Você
imagina essa casinha. A casinha do cachorro deve ser o tamanho da minha casa, mano. >> Depois o cara veio falar do meu carro, mano. Eu gosto de gente assim, mano, rica, [ __ ] Eu gosto de andar assim de pessoas, >> único rico que eu conheço é o Castrão. >> Pessoas do meu lado que tem dinheiro, tem condição, mano. Aquele cara que vai me levar para jantar e vai falar assim: "Eu pago aí, mano. Eu pago aí, >> você tá querendo sugar. Eu [risadas] pago aí, [ __ ] Quanto que deu aí, mano? Já paguei,
já paguei, já paguei. Ah, vai tomar no seu cu, pagano. [risadas] Vai se [ __ ] mano. [ __ ] [ __ ] Tô falando, [ __ ] >> Ô, como é bom ter pessoas assim ao meu Lado, mano. >> Zoeiro esse dia. >> Só progresso. Nossa, só progresso. Só progresso. Não, essa mesmo. É. >> Nossa, [ __ ] >> Terminou. >> Nossa, já foi. Você fica lá, né, Marcelinho? Só >> só com os pezinhos para cima, né? >> Ele me ajudou. Ah, >> ele é o pedreiro chefe lá. >> Fizeram troca troca na conução.
Troca Troca. >> A cara dele, a cara dele, a cara dele. Fez sim, fez. [risadas] Ai, >> ah, eu ajudei construir, mano. Essas obras aí é onde rola os troca troca, hein. >> Hã? >> É, nessas obras aí, ó. Já vi vários vídeos já dos pedreiros no no em volta dos blogos. Hã, [risadas] >> deixa aí. >> Não, irmão, na moral, parabéns. Que casa, hein, mano? [ __ ] que pariu, mano. >> 35 anos trabalhando para fazer essa casa. >> Coronel, né, pai? >> Hã, >> coronel. >> É, mas eu fui coronel só no último
ano. Coronel, né, pai? Coronel. >> Quase carreira inteira tenente [ __ ] >> Coronel. Coronel. >> E é [ __ ] em falar tenente [ __ ] Imagina o soldado. >> E a mulher, >> minha mulher trabalha pr [ __ ] Minha mulher é parceira, mano. Trabalha que nem uma condenata. >> Car, qual que é o nome dela? >> Milena. >> Milena. Convide eu e a Suélia aí para nos humilde, calma. fazer investigação social. Não é assim não, >> ó. Eu le eu eu não sou aquele aquele Aqueles duro que leva bavara. Não vou levar
Harn. >> Ô, a gente tem uns amigos assim, mano. Whisk. >> Ô, tem um amigo assim que a gente leva, a gente leva. >> Olha, eu nem isso, eu nunca comi. >> Não vou chegar no bagulho com vaguil. >> H, qu >> só que na minha casa não pode fumar, você tá ligado, né? >> Ah, então deixa quieto. [risadas] Quero ver se tá na hora no campo e não pode fumar. >> Não pode, não pode fumar. Não pode, mano. Vai parar, >> vai parar ano que vem. Olí, ó. Beleza, dona >> saudade do GG, mano.
Volta, GG. >> É isso mesmo. Vai parar para poder ir na minha casa, senão vai ficar lá na >> Não, mas como assim? Não, mas [ __ ] eu não tô falando de fumar dentro da casa, pô. >> Ah, não. Lógico que não. Que fuma dentro, [ __ ] Não fuma na casa dos outros dentro, né? [ __ ] a gente fica fechado lá te olhando pela janela, fumando lá. Tipo, >> não, [ __ ] Não, mas para fumar do lado de fora. >> Larga essa merda, mano. Você precisa, você é gente boa, você precisa
viver mais, mano. >> Larga isso daí. Acho que eu vou fumar até 70 anos. Não vou, [ __ ] >> Não vai porque você vai morrer antes. >> Não vou não. Tô tentando parar, irmão. Tô, tô, tô eu tô minha cabeça tô produzindo >> para parar. Mas vamos lá, irmão. Nós já tá aqui 20 minutos enchendo linguiça. >> Fal falando merda aqui que nó foi para isso que nó lembra que eu falei que eu ia contar uma ocorrência isso. Mas antes disso, vamos falar da qual que foi o bo que estourou aí semana passada, mano.
Tudo a ver com você. Tudo a ver com Você, com com a polícia. comigo, mano. >> Você viu a ocorrência do mano que matou a mina, botou ela no para dirigir aqui, ele fez um, deu um jeito para ir dirigindo. O cara tava aqui no passageiro, irmão. Ele para no pedágio. >> Eu não vi isso aí, man. >> Ele dá o dinheiro assim pra mina assim e ele acelera. >> Cadê o vídeo? >> Tem o vídeo aí? Tem o vídeoando, >> mano. Aí o cara acelera, Acelera e a mina tá assim, ó. Ela já tava
morta assim, ó, dirigindo. Ele acelera com alguma coisa aqui e vai mexendo aqui no volante. Paga o pedágio. Aí lá na frente, lá na frente, eh, o carro bate num caminhão, a mina morre e o mano sai vivo. >> Nossa. >> Aí até então tavam falando, né? morreu no acidente. >> Morreu no acidente. Mas aí foram atrás, irmão. Descobriram no pelo vídeo do Pedágio. [ __ ] >> é, >> olha como a mentira tem perna curta. Se fodeu. Olha aí. Cara, os caras estão se perdendo na loucura, mano. Mas improvisam na forma de Ah, foi
em Minas, por isso que eu não vi. É muita loucura, velho. Minutos depois desse vídeo De um de frente, >> mano. O cara quase fez um crime perfeito, irmão. >> Quase. Se ele não tivesse passado no pedágio, eu teria sido perfeito. Concorda, >> cara? Mas assim, >> como que ele vai passar com a mulher morta no pedágio, >> irmão? Irmão, no colocou ela no >> loucura do ser humano, mano. A mina assim, [ __ ] Ó, >> porque, ó, se ele tivesse continuado no volante, deixado ela ao lado, não ia chamar atenção e ele tivesse
entrado num numa do lado dela. >> Mas olha, olha a doideira, cara. A doideira. O ser humano tá ficando muito louco, cara. muito louco e fazendo uns >> Não, eu fico imaginando a família dela. Pai, imagina você, alguém faz isso com uma filha sua. >> Não, mas você imagina o primeiro Momento, ó, bateram o carro, infelizmente ela morreu, [ __ ] todo mundo, Jorge, Jorge, ô Jorge, >> você tá vivo, pelo menos você ficou vivo, né? Ela faleceu, [ __ ] mano, acabou a vida da família. Aí passa uns 10 dias, 8 dias, sei lá
quanto tempo depois. Ó, amiga, caral. É, mano, imagina, irmão. E olha a decência dessa dessa funcionária do pedágio lá, da concessionária. Parabéns, porque você tava atenta. E aquele Negócio, você já viu aquela parada que as mulheres fazem um sinal quando tão vítima de agressão? >> Assim, ó. Assim, ó, ó, ó. Queimou >> aqui, ó. >> Ó. >> Então, >> homens também, ó, ó. Então é assim, ó, essa rede de proteção de uma se importar quando a outra tá em risco, isso tem que ser toda hora fomentado, porque uma visão de uma Mulher dessa do pedágio
mudou, >> mudou >> toda a condução. >> Que imagina esse cara, esse cara ia continuar e solto, irmão. Ninguém descobrir. >> Car, que [ __ ] absurdo, cara. Que [ __ ] absurdo. Tem tem uns negócios, cara, na rodovia que a gente fica isso me fez lembrar também de uma ocorrência que eu tive há um alguns anos aí no na Imigrantes. Que [ __ ] absurdo, cara. O a O pai a menina quis vender o carro, colocou no, se eu não me engano, foi no LX. Só que a menina eh nova, 20 e poucos anos,
devia ter mais ou menos isso, falou pro pai dela, falou: "Pai, tá vindo dois caras aqui ver meu carro para comprar". O pai dela falou: "Meu, não vai mostrar sozinho, eu tô indo aí". O pai foi com ela. Quando chegou lá, >> você lembra desse caso? >> Fala, fala, fala. >> Quando chegou lá, os dois caras falaram: "Não, tudo bem. A gente pega o carro, só que a gente quer dar uma volta antes, a gente pode testar?" O pai falou assim: "Não, pode testar. Só que é o seguinte, nós vamos junto. Entrou o pai e
a filha com os dois caras no carro ali na perto da Armanda Ruda Pereira, que ela é uma paralela à rodovia dos imigrantes. Os caras pegaram e entraram na rodovia dos imigrantes. Quando chegou um pouquinho Antes do pedágio e cara, era tipo 10 horas da manhã, 11 horas da manhã, um monte de carro passando, rodovia bombando, os caras pararam, encostaram no acostamento e falaram pro casal, casal entre aspas, né, pai e filha, falaram assim, ó: "Tá fazendo um barulho estranho no carro, desce pra gente ver se tem algum problema". Você imagina, cara, a menina dona
do carro com o pai dela desceram, desceram, os caras foram no acostamento, tiro na cabeça de um, Tiro na cabeça do outro, na frente de todo mundo. >> Nossa, >> desmanchou o pai e a filha, caíram no acostamento e eles saíram. Só que todos os carros que estavam vindo viram, viram, ligaram, esses caras passaram no pedágio, tinha uma viatura logo depois do pedágio. Essa viatura já entrou no encalço e começou a perseguir. Começou a perseguir, os caras fizeram o sentido contrário, voltando sentido São Paulo. As viaturas cercaram, abordaram, aborda os dois molequ lá. Jovem, né?
Não é, não é que era moleque, era tipo assim 20 anos. a borda. E aí a arma lá picotada tá pegando. Não, tô pegando o quê? Não, que aconteceu com o casal ali? Não, a gente ia comprar o carro, mas na verdade era, a gente deu um caô, não ia comprar, a gente ia levar o carro embora, só que eles quiseram vir junto, a gente resolveu matar. Mas Assim, frio, frio. >> Aí eu falei: "Não, pera aí, me explica direito". É, a gente fingiu que ia comprar, entrou no OLX, fingiu que ia comprar e pediu
para dar uma volta. Só que a gente achou que eles ia deixar a volta, a gente ia levar o carro embora. Eles quiseram vir junto, aí não teve jeito. A gente mandou descer do carro, deu um tiro em cada um e saiu. >> [ __ ] por que que não foi embora, Mano? >> Então, velho, eu eu olhava aquilo no DP, eu falava assim: "Mano, não é possível no que eu tô ouvindo". O próprio delegado que foi ali no DP, se eu não me engano, de Diadema, ele virou para mim, ele falou assim: "Caraca, coronel,
olha a frieza dessa merda aí, desse ladrão, mano". Para que que matou essa menina? Matou o pai dela, destruiu uma família inteira para levar um carro. O delegado falou: "Meu, olha, olha em que pé que Nós chegamos". Eu falei, eu falei para ele: "Doutor, eu tenho quase, eu não tava ainda com 30 e poucos anos de polícia". Falei assim, ó: "Eu tô, eu tô com um pouco mais de 30 anos de polícia. Eu nunca vi uns caras fazerem um duplo homicídio, não dá um pinote, porque quando as as viaturas cercaram, eles pararam. E quando você
perguntar, o cara olhar na sua cara de boa e falar: "Ah, eu ia levar o carro, como eles quiseram vir junto". A gente resolveu matar os Dois e deixou ali na frente de todo mundo, no meio de uma rodovia. O delegado falou: "Cara, eu também tô impressionado". Foi um monte de imprensa. Isso aí quando aconteceu vazou assim, ó. meu, foi todos esses jornais aí mais importantes deram tudo. Mas eu tô lembrando disso porque você falando, o cara pega a mulher morta, fica dirigindo do outro lado, vai paga o pedágio. É esse mesmo tipo de gente
que tirou esse casal e deu um tiro na cabeça De cada um 11 horas da manhã, 10 horas da manhã numa rodovia lotada. Nós temos uma parcela do crime aí, cara, que os caras não tem limite nenhum, né? Não tem não tem. faz uma os [ __ ] absurdos sem limite nenhum. Muito [ __ ] cara. >> É louco. >> Muito [ __ ] Que que é isso aí, >> irmão? Vamos comentar sobre isso daí. Você viu isso daí? >> Fala aí. Não, não. >> Menino diz que não quer ser mais, não quer. Menino diz
que não quer mais fazer balé. E aí os pais são dois pais. >> Como assim os pais são dois pais? >> É, são homossexuais. >> Ah, é um casal de homossexual. >> Adotaram. Adotaram. Como é que é? Adotaram, né? É. Pera aí. Não joga no meio não, amor. Deixa só jogar só quando começar o vídeo, ó. Vamos lá. >> Você não quer fazer mais balé? >> Aia. Você só quer fazer balé ou você quer fazer judô também? >> Balé. >> Você não quer mais fazer judô. No final tem esse resultado. Esse resultado não. Tchau. Vocês
viram só, gente. >> Mano, mas tá certo isso. Tá certo isso? Eu não, eu não acho certo. >> O o Se os dois são homossexuais, Normal. Tranquilo. Normal. Aí adota um casal, certo? Que ali é um casal. A criança é uma menina, né? >> É um casal, né? >> É um menino e uma menina. >> Tá certo. O pai induzir a criança a a o menino virar menina e a menina virar menino. >> Isso não, isso não é não é um crime ou não? >> Você poderia me dizer melhor isso daí? Então eu não enxergo
como crime porque ali eh vamos entender assim, esse casal, esse casal não, esse esses dois pais homoafetivos, eles vão educar essas crianças do jeito que eles acharem melhor. E para você caracterizar crime, você tem que enquadrar em alguma conduta típica do Estatuto da Criança e do Adolescente e você teria que realmente eh fazer prova de que eles estão fazendo mal para essas crianças. Então, só com vídeo assim de Uma resposta, não quero fazer tal coisa, você não consegue configurar um crime. Mas o que me preocupa é a palavra que ele solta aí de desconstrução. Ele
não tem que desconstruir nada. Eles eles que eu falam ou a galera homossexual, uma das bandeiras deles é dizer o seguinte, que as pessoas têm que ter liberdade de ser aquilo que elas quiserem. >> Sim. Não pode forçar ninguém, [ __ ] Se Você como pai homoafetivo ou hétero, você está tendo que desconstruir algo, é sinal que você tá forçando algo. Se você tá forçando algo, já é contra o que eles mesmos defendem. Então, quer dizer, vamos fazer um inverso. Fosse ali um casal heterossexual e o menino tem a escolha dele natural de ser homossexual,
ele tem que desconstruir. Se fosse esse o vídeo, toda a comunidade homossexual estaria destruindo, pensado, >> estaria destruindo a postura de um casal heterossexual que está dizendo que precisa desconstruir uma tendência do filho. Isso aí é o inverso. É um casal homossexual assumindo que ele tá desconstruindo a cabeça dos dois filhos para ser aquilo que eles querem. Isso aí para mim já tá completamente errado. Eu só não, eu só não consigo configurar isso já de pronto com um vídeo desse como crime, mas eu acho que é o tipo de coisa que uma um Ministério Público,
alguém deveria pegar no meio um perito, vai conversar com essas crianças e entender qual é esse processo de desconstrução. Mano, criança de tr 4 anos ali. Então, se esse processo de desconstrução que ele falou rindo lá, brincando, tiver realmente gerando prejuízo a essas crianças, aí eu entendo que pode enquadrar no ECA. Agora, salta os olhos e aí você pode gerar um exército de discussão num videozinho ridículo desse, Porque nós já temos extremistas dos dois lados, né? Extremistas dos dois lados. E aí quando vem tudo na base do extremo, é por causa desse tipo de coisa.
Gera dúvida na cabeça de qualquer um. Você fala assim: "Ai, eu preciso desconstruir o meu filho. Que [ __ ] é essa, mano? Isso é o que mais me gera indignação. Não me gera indignação ser um casal homofetivo. Por quê? Porque, cara, nós temos tanta criança, tanta criança abandonada, cara. Tá cheio de Adulto aí, ó, adotando cachorro, gato, papagaio, bicho para todo lado e as crianças aí sem pai e mãe num monte de abrigo, num monte de e ninguém adota. Então, o fato de um casal homofetivo, homoafetivo, querer ter filhos, eu não sou contra, desde
que ele trate essas crianças com a mesma dignidade, de essência e liberdade de escolha que eles tanto defendem. E nesse vídeo não é isso que eu tô vendo. Então para mim esse vídeo aí só mostra um casal homofetivo Que tá com problema sério de cabeça aí precisa tomar cuidado que eles estão fazendo com essas crianças. E é e é capaz de perder a guarda, né? >> É. Então eu eu se eu fosse um juiz eu se eu fosse um juiz da infância aí eu já iria mandar dar uma checada no que no que que ele
quer dizer com desconstrução. Ele tá fazendo alguma coisa que tá prejudicando, >> [ __ ] Por que que não pega a criança E fala: "Amigão, você vai ser o que você quiser. Você quer ser?" É, >> ser o que você quiser. Agora pega o moleque. Não, você tem que fazer balé e a menina tem que fazer judô. É, eu eu acredito que se pesquisar rapidinho na internet aí deve ter algum videozinho desse sem noção aí dizendo que ele se colocou mal e não sei o quê. Vai vai se mijar todo aí, voltar atrás. Quis fazer,
quis lacrar, quis lacrar pra comunidade, like, né, amor? >> É, quis ter quis lacrar. Para mim isso aí, o que se você realmente tá fazendo isso com seus filhos, amigão, você não tem direito a educar a criança dessa forma, não. >> Bom, vamos lá, família. Fala da Blaze aqui, ó. Joga aí a Blaze aqui em volta de mim, amor. Seguinte, Blaze, a maior casa de aposta do Brasil, 100% regulamentada, certo? Para você entrar lá e se cadastrar, primeiro link fixado aqui nos comentários. Você vai lá, entra No site da BR, se cadastra. Agora Natalzão, tem
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porque >> vai, vai tentando lembrar aí na, na cachupeta aí, ó. >> O quê? >> Na cachupeta. >> Tira o boné. Tira o boné aqui pros cortes. O cabelo branco é chama mais vi, sabia? >> Você tá Vai por mim, vai por mim. >> Você tá com algum >> Tira boné, tira o bonecríche comigo? >> Não, não. Tô, eu tô falando que eu Entendo. Tira aí, ó. Fica muito mais pá. Tudo p >> chama atenção pr [ __ ] no no corte, mano. Cabelão branco. >> Cabelão. >> Se você tivesse o cabelo preto, você não
não chamaria tanta atenção no corte, sabia? >> Eu quero seu boné de volta. >> Não, não vou ficar aqui. Aí vocêó. Então vamos, vamos deixar fluir o Pix aí, [ __ ] Ó, acabou de chegar a Notificação. Pix 118.000. Nossa >> nossa senhora. >> [ __ ] [risadas] Conta para pagar. É conta. 118.000 de conta. Olha, o seguinte. A gente tava conversando no outro pode para falar a importância e como é difícil a vida de quem de quem fiscaliza, de quem tem tem função de chefia. Eh, [ __ ] sargento. Então é mais complicado ainda,
né? Porque não tem tanta, tanto retorno financeiro e Tem um [ __ ] bo para ficar cuidando. Eh, a tropa, a pista toda aí, a rua, atendimento de ocorrência, tudo. Se a gente tem que controlar tudo, sargento tem que encostar, sargento tem que sargento é uma função difícil, de extrema importância e com uma remuneração não tão adequada para o tamanho da função que ele faz. Mas era essa a nossa conversa. no outro podcast e eu ia te lembrar de outra ocorrência triste, bastante marcante na minha vida, No policiamento rodoviário, que foi o seguinte, cara. E
e é fogo, né, cara? Assim, ó, na Polícia Rodoviária tinha uma alguns uns antigos que falavam assim, ó: "É bom ter policial feminina no policiamento rodoviário." Por quê? Porque a mulher, ela é mais difícil de se corromper do que o homem. Eu eu falar a verdade para você era aquele discurso do achismo, né? Aquele discurso De assim, não, porque ela é mãe, porque ela ela cuida da família, ela não é tão ambiciosa e gananciosa do que o homem. Cara, eu acho que talvez até alguns anos mais para trás isso fosse uma realidade, porque a mulher
vinha mesmo daquela característica da dona de casa, tal. Só que como foi mudando essa natureza, as mulheres viraram independente, viraram empresárias, tal, viraram pessoas com acesso às coisas. Eh, eu acho que essa natureza mais caseira, mais preocupada Com família e com filho, em algumas mulheres, ela ela se equiparou muito ao homem. E aí essa história de que a mulher era praticamente incorrompível e o homem fácil de corromper, eu tenho alguns exemplos de que isso aí ruiu. E aí eu vou contar uma ocorrência como essa, viatura minha lá do meu batalhão, uma policial com 20 anos.
Anos de polícia ou >> de polícia? >> 20 anos de polícia. >> E do lado dela um recrutinha com seis meses de polícia. Ah, por que que eu fiquei muito puto, cara? Uma das coisas que me deixou muito puto, além da corrupção, né, que já, isso aí já zeda a gente para [ __ ] Mas por que que eu fiquei muito puto? Porque eu esperava que uma mãe de família, uma policial experiente, que ela jamais ia corromper um menino no início de carreira, ela ia ser o mau exemplo. Na Verdade, a gente tinha na cabeça
que assim, pô, quem vai estagiar com essa mulher aí >> é um cara, é um cara que, em princípio vai aprender a ser um cara honesto, um cara decente, não vai, não vai desviar a conduta, nada. É uma mina que já tá há 20 anos, tá na polícia, é mãe, tal. [ __ ] cara, foi uma decepção da [ __ ] Mas olha o que aconteceu na ocorrência. Eu ia sair de férias 15 dias. Você para vocês entenderem a diferença Do que é ser um comandante de polícia, do que é ser um civil comum num
emprego normal, vamos dizer assim. Eu ia sair de férias, eu, minha esposa, meu filho, o Lino, a mulher dele e minha sobrinha. íamos passar uma semana em Gramado. Bom, >> passagem tudo comprado. >> Embarque 6 horas da manhã. Beleza. No dia anterior eu chamei o major, falei: "Mano, eu tô saindo de férias, Mas eu vou ficar no QP no telefone. Se tiver alguma dúvida, algum BO que você queira discutir, me liga a hora que você quiser. Eu não vou me afastar completamente do quartel. Eu vou ficar no QP no telefone, mas vou descansar um pouco.
Se você assume o comando, você vai ficar interino. Isso é normal. Ele não, chefe, desliga, meu. Desliga. O bagulho aqui é é 220. Tem que tirar uns dias, senão a gente infarta, a gente fica doente. Vai em paz. Eu dou conta Aqui. Eu falei: "Não, eu sei que você dá conta, você já é experiente muitos anos de batalhão, tal, mas não se furte a me ligar se der algum problema, nós estamos junto." Aí ele pode ir tranquilo, comando, fica sossegado. Quando deu 5 hor da tarde, eu já tava, mano, o Criata, né, falando: "Puta, eu
preciso ir para casa para arrumar as malas, minha mulher, meu filho, eles, tudo com tudo arrumado já, porque a gente ia sair 4 horas da manhã para embarcar, né?" Falei: "Porra, velho, preciso dar 18 horas para eu poder ir embora, chegar em casa, arrumar minhas coisas". Beleza, quando deu cinco e pouco, esse mesmo capitão do que da da zica do da mina lá que eu contei no outro, o mesmo capitão inclusive me ligou, falou assim: "Chefe, estamos com BO". [ __ ] esse aí também quando me ligava, falava: "Chefe, estamos com BO, era só zica,
né?" Aí hoje ele é major lá, um cara, um cara, um cara muito gente boa e bastante Experiente na polícia rodoviária. Aí ele me ligou, falou: "Chefe, estamos com Mazica". Falei: "Que que foi, caramba?" "Porra, mano, você vai me ferrar. Hoje eu vou eu vou me preparar para viajar, cara. Tô saindo de férias." Ele: "Não, chefe, o bagulho é sério. O bagulho Jeg falei: "Que que foi?" falou com mano, viatura tava a um caminão da empresa de um amigo meu foi parado por uma viatura, os caras pagaram, Ele foi e os caras encheram de multa.
Como assim? Falei: "É, o dono da empresa me ligou dizendo que pagou e mesmo assim os caras encheram o caminão de multa". Eu falei: "Mas como assim pagou?" Falou: "É, chefe, o cara pagou". Falei: "Não, pera aí, o cara é seu amigo". Ele falou: "É". Eu falei: "Então já pode, vai direto pra empresa e já vê onde esse onde esse camião tá, bloqueia o camião pra gente ouvir esse motorista". Quando o capitão chegou na empresa, o Camião já tava entrando. Aí chegou lá, foi falar com o motorista: "A meu que tá pegando?" Ele falou: "Não,
cara, a viatura me parou, falou que tava errado, um monte de coisa, pneu e eh adesivo 3M, uma relação de coisa errada. e falou: "Ou deposita R$800 ou vai vou mexer de multa e prender o caminão". E o patrão resolveu depositar. Só que é o seguinte, liberou que a gente foi mais paraa frente, outra viatura abordou e os caras fizeram tudo que Tinha que fazer certinho, me encheram de multa. Ele falou: "Puta". Ou seja, aquela equipe corrupta que era da mina com o novinho, era corrupta. A outra não, entendeu? Só que o patrão, o o
civil acha que é todo mundo junto e misturado. E não é, mano. Não é. A maioria é decente, cara. Entendeu? É que você cai na mão de um pilantra, você se ferra. Só que se a outra viatura te abordar e os caras for Descendo, não tem ideia, não tem conversa. Ah, mas o cara lá já me parou. Não quero saber se o cara te parou, amigão. Tá parado de novo e eu vou fiscalizar. E aí, cara, que que eu fiz? Já dei ordem para buscar essa viatura que teria a pego o dinheiro e bloquear ela
na rodovia e ir um oficial para lá. E cheguei pro pro capitão, falei assim, ó: "Vê se ele tem algum comprovante de Que ele realmente fez esse depósito, porque os caras começa a ficar com medo ou ou recebe ligação alguma coisa e muda o que tem de inquérito que apura esse tipo de coisa. O cara muda a versão um monte, ah, não foi bem assim, eu tava nervoso, tal. Quando você vai ver o o conjunto probatório a funda e o cara escapa. Então eu falei: "Ó, vê se ele tem algum comprovante desse depósito." O cara
pegou e deu. Quando ele deu, o depósito era para uma mina de Janeiro. Aí eu falei: "Meu, o que que tem a ver depósito no Rio de Janeiro?" Começamos o o inteligência começou a buscar, buscar, buscar. Um menino recrutinha com seis meses de polícia era carioca. >> Aí eu falei: "Opa, então tem alguma coisa a ver com ele?" Quando buscava não tinha relação de parentesco nenhum. Aí eu falei: "Porra, eu não vou conseguir lincar, mano. Eu não vou conseguir linkar a menina que recebeu os 100 a ele. Vamos buscar em mídia social, Facebook, Instagram, essas
coisas". Não achava. Falei: "Caraca, mano. E a viatura parada, os dois polícia, que que tá acontecendo? O que que tá acontecendo? O tenente, espera, calma aí que nós estamos levantando. Vocês não fizeram nada de errado. Não, não. Então, espera aí. O tenente da inteligência teve a sacada. Ele falou assim: "Ô chefe, vamos olhar o plano de chamada. Que que é o plano de chamada? São envelopes que os quartéis Têm, onde você define algumas pessoas que se você ligar vão te achar quando você tá de folga, porque o plano de chamada é deu uma zica, a
gente liga pros policiais de folga para eles virem pro quartel correndo e você reagrupa todo mundo. E você tem que dar contatos que serão acionados, porque se o plano de chamada for acionado e você não achar o policial, o policial depois responde por isso. Você tem que estar à disposição do quartel mesmo na folga. E aí, meu? Quando abriu o plano de chamada, adivinha quem era o contato do menino no Rio? A mina do depósito. Era namorada dele. Então, por sobrenome, a gente nunca ia achar ela. Era um contatinho. Só que ele foi tão vacilão
que no plano de chamada ele cadastrou ela. E ele, acho que ele esqueceu disso. E ele falou pro cara: "Deposita na conta dessa mina que eles nunca vão saber quem é". Ele Tinha esquecido que ele colocou o nome dela no plano de chamada e o plano de chamada é documento, documento oficial. A hora que bateu isso aí, eu já liguei no tribunal, falei com com um promotor amigo meu, falei: "Doutor, assim, assim, assim, eu tô com caso assim, assim, tô pensando em autuar em flagrante". Ele falou: "Sim, meu, pode autuar pra audiência de custódia amanhã.
Se o juiz na audiência de custódia quiser eh colocar em liberdade, coloca, mas não Vejo o problema. pode autuar em flagrante, você já tem o vínculo do dinheiro. E o e ele falou e e o bom do flagrante é que não vai dar brecha para os policiais fazerem contatos para tentar brecar ou ou atrapalhar a o processo, a investigação. Falei: "Então, tá bom". Desliguei, virei pro capitão e pro tenente, falei assim: "Ó, pode deslocar paraa companhia, eu tô indo para lá e já vai ouvindo as partes. Ouve o Motorista, junta o comprovante do depósito, ouve
os policiais e voz de prisão nos dois, presídio. E fui ligar pra minha esposa, né? Falei: "Vu, veja bem [risadas] você". Ah, então podcast para ela esperar não dar nada de Lino, sua irmã, minha sobrinha, pode embarcar amanhã para Gramado que eu não vou. Eu vou ter que dar conta de uma prisão de um policial aqui, depois eu encontro vocês. >> Aí você imagina em casa, né? >> Nossa. >> Aí liguei para ele, falei: "Irmão, dá conta, segura, leva todo mundo, cuida lá até eu conseguir chegar porque aí, pô, mas e a passagem? A passagem,
amigão, você liga, vai lá e depois e paga, porque as companhias aéreas são bacana, né? Você paga R$ 1.000 na passagem, você não consegue ir, você paga mais 1000 porque mudou, mudou o voo. É o o no show deles é uma multinha pequena, é uma Multinha pequena, quase do valor da passagem. Os caras são bobo de tudo. >> E aí eu já, já pensei, falei: "Nossa, que preju que eu vou tomar nesse voo, mas eu tenho que ir". Minha família já foi para lá. Depois que eu resolver tudo, fui pro local, mano. Quando eu tô
indo pro local, a tenente me liga assim: "Ai, chefe, deu ruim, chefe, pelo amor de Deus, meu. Calma, meu, calma, calma. Ai, [ __ ] merda, comando. Ai, que desgraça. Eu falei: "Se calma, pô. O que que tá [risadas] acontecendo?" O policial, na hora que ela foi ouvir ele no inquérito, ele falou que precisava ir no banheiro e pediu para ir no banheiro. Só que a porta do banheiro era ao lado do alojamento. Ele entrou no alojamento, pegou uma arma que tava em cima do armário, pôs na boca e atirou. >> Nossa, o moleque, >>
moleque 20, 22, 23 anos, negócio assim, >> moleque recém formado, velho. >> [ __ ] que pariu. >> Aí ela quando viu aquilo entrou em choque, né? Porque é uma vida, cara. É um um bosta que tava fazendo coisa errada, ia ser preso. Mas, cara, é uma vida, né? É um moleque novo, com a vida inteira pela frente. Ela já se desesperou. Eu falei: "Calma que eu tô chegando, calma que eu tô chegando". Aí o capitão tudo. Eu sei que é o seguinte, Olha, olha o cenário. Eu chego no quartel, tá o corpo do polícia
caído na parede com os miolos dele tudo escondido. >> Nossa, >> a tropa do lado de fora assim, né? Você não consegue decifrar qual é o recado, porque não sabe se é tristeza, se é revolta, se tá te apoiando, porque você tá fazendo depuração interna, mano. Uma bosta, cara. E aí para para piorar vem uma questão escrota, política, eh, que é o seguinte, um policial que se mata dentro de um quartel é um crime militar que tem ali para ser apurado. Não tem nada com crime comum. Então, não, a competência da Polícia Civil para isso
é zero. Você não tem que nem dar ciência. Você instaura o inquérito policial militar que vai apurar tudo paraa justiça militar. E já existe decisão judicial, decisão de Suprema Corte, de Corte da Galáxia, da Do Até o Papa concorda com isso. Tem resolução da secretaria, tem tudo dizendo o seguinte, que para inquéritos militares, o oficial militar, ele tem autoridade para requisitar a perícia do Instituto de Criminalística da Polícia Científica. Só que como a polícia científica ela saiu do guarda-chuva da Polícia Civil há poucos anos, a grande maioria dos caras lá ainda tem aquela sensação de
serem subordinados a Delegados de polícia e conhece quase nada de crime militar da legislação, de competência. E eu peguei e mandei requisitar a perícia para poder liberar o corpo para tirar o policial dali. Os peritos o que que respondia? chefe, só se um delegado requisitar. E a gente falava, não, não tem crime comum, não é, não é competência da Polícia Civil, não vamos se recusavam. Cara, eu fiquei até meio-dia do outro dia com o corpo caído, com os miolos lá, Com a família, porque eles se recusavam a fazer a perícia. E e o meu comando
ainda falava para mim assim, ó: "Não é para misturar isso com polícia civil, isso é nosso, é legislação nossa, é competência nossa. Você tem que tomar as providências e é a perícia tem que ir, eles têm que cumprir o que tá na lei". E os caras bati o pé que não chegou no cúmulo, cara, de eu ter que ligar para um delegado de polícia e falar: "Ô, colega, me ajuda, Requisita aí um um faz uma requisição de perícia pro meu quartel porque os caras não querem vir". Ele falou: "Ó, só fácil se você apresentar a
ocorrência aqui para ele poder, sabe, o bolachão vermelho, botar o bolachão, o terno e lá no meu quartel fazer a a o desfile da autoridade, porque ele não tem autoridade nenhuma, nenhuma naquilo, zero. Ele não vai apurar nada. Aquilo lá não tem nada de crime comum, Mas precisa ir lá mostrar, né, a autoridade. Aí ficamos lá olhando, o cara foi, fez o o desfile do bolachão, todo mundo ficou olhando, acabou aquilo, os o o recusante do perito foi lá, [risadas] fez a perícia e aí eu liberei para recolha para carro de cadáver e caminhar para
enterro tudo, cara. Então assim, eu aí só depois fui chegar lá à noite e encontrar minha família lá em Gramado. Depois da de uma desgraça dessa, ainda tive que conviver Com essa policial quase 2 anos até ela ser realmente condenada. Ela foi condenada na justiça militar pelo crime de concussão. Ela tomou uma cadeinha razoável porque ela era comandante da viatura. A família perdeu um menino, né, que tava fazendo merda, se matou e ainda fiquei mais quase dois anos com essa policial tendo que conviver com ela lá na administração do quartel, que você tira da rua,
né, até sair >> a expulsão dela e ela acabou expulsa. Então, a gente às vezes a polícia não gosta muito que a gente conte esse tipo de ocorrência porque dá a entender que tá denegrindo a polícia. Não tá, cara. A gente tá cortando na carne, chega a esse tipo de de absurdo. Imagin que é a vida da gente oficial, a vida de sargento, de tenente, de capitão, de major, de coronel, que tem que tomar essas decisões, entendeu? É um negócio super complicado, cara. Eu tenho um irmão hoje Aí que tá comandando um batalhão que ele
deu voz de prisão para um policial há uns anos atrás. Eu não tenho detalhes dessa ocorrência porque socorrência é dele. Ele teria que vir aqui contar um dia. Mas ele deu voz de prisão. O policial tava estorquindo numa fiscalização dentro da viatura. Esse policial conseguiu avançar, arrancou uma arma e se matou dentro da viatura. Cara, é é muito complicado, né? É, é Muito [ __ ] E você vive com isso, cara, com esse tipo de ocorrência, esse tipo de situação. Tua família tem que se sujeitar a isso. Eu até brinquei num podcast quando eu tava
contando, falando assim, porque me perguntaram: "Pô, como é que tua mulher suporta um negócio desse?" Fala, família de policial, de comandante, sabe que a nossa vida ela é primeiro serviço, depois família. Infelizmente é isso. Você lembra do bug do milênio? A virada de 1999 para 2000, quantos anos você tinha? tinha 11, né? >> 11 anos. >> Nas 89. >> Cara, existia um boato, existia um boato de que todos os computadores iam parar. >> I par >> se parasse todos os computadores, tipo, o mundo ia parar, né? A terra ia. Nego começou a pirar com as
teorias dos nerd, né? Mas a grande preocupação da Segurança pública era o quê? semáforo, alarme, eh controles, tudo de ferramenta de segurança pública parando. E achavam que poderia parar porque os computadores não iam entender a leitura do zero ali do 99 pro 2000. Ia bugar tudo, cara. Dia 31 de dezembro, todo o efetivo da rota no pátio esperando 23:59, mano. >> Zero. Pá, a gente esperando o bagulho Fazer assim, ó. Vamos sair pra rua que agora o vai virar Gottan City, né, mano? Tipo, deu 235900. Num nenhum computador bugou, tudo normal. [risadas] Aí ficou todo
mundo lá assim, ó. As famílias, imagina os anticão você imagina as famílias, cara, nos reve a gente, porque tava [risadas] todo mundo escalado pra bugada do milênio. >> Não aconteceu [ __ ] nenhuma. A gente perdeu o rebanhou com a nossa família, [risadas] olhando todo mundo, um pra cara do outro. Até que o comandante, o comandante desceu, falou: "Pessoal, não aconteceu [ __ ] nenhuma. Bom descanso para todo mundo, pode ir para casa". Só que, mano, você ia tirar farda, guardar viatura, guardar equipamento, botar roupa, pai. Chegamos em casa, tipo, 3 horas da manhã, não
vimos um foguinho, não vimos nada, já tava todo mundo, >> um monte já dormindo cedo. >> Foi da hora, meu reveon, >> mano. Ninguém nunca falou isso aqui, man. É, é, eu lembrei disso outro outro dia, mano. Vida de polícia é isso, cara. E na e rodoviário, então, cara, reveillon e Natal. Esquece, esquece. Os feriados a gente tá sempre na pista, né? Cansei de ver pa de lá de cima da Anchieta, cara. A gente olhava assim com a barcona o litoral lá, os fogos. Ah, falei: "Cara, ô, parabéns aí, irmão. Bom ano novo para Você.
Bom, irmão aí, irmão. É isso mesmo. Vamos descer que os caras tá roubando na pista aí. Mas, mas vários reveam, vários. 12 anos de >> irmão. Vamos, vamos falar aqui sobre quando você ficou infiltrado. >> É >> como que foi, como que era a sua mulher? Tem alguma história aí para falar como é que era em casa, mano? Não, primeiro para >> para quem não sabe, né, mano, [ __ ] o Paganoto ficou infiltrado em bem aqui do anos >> do anos ficou infiltrado aí na na facção criminosa e já contou isso nos podcast, não
contou tudo, né? Eu fico tentando puxar a linguagem dele aqui para ele contar mais coisas >> e ele conforme vou lembrando vai contando. Mas como é que era isso daí em casa, irmão? >> Então assim, minha mãe, >> você lembra quando começou que você Falou: "Mano, eu comecei o trampo, a partir de hoje o bagulho vai ficar louco". Foi assim? >> Não, começa que é assim, ó. Eu comecei a infiltração recém-casado. >> Casou? >> É, foi no ano que eu casei, entendeu? Então eu comecei a me infiltrar, eu casei no fim do ano e eu
comecei a infiltração no começo do ano. Então eu tava com um ano de infiltrado no meu casamento. Olha que loucura. Minha Mulher não tinha menor noção disso. Eu vou falar real para você assim, é que a minha minha mulher ela não assiste podcast. >> É. >> É. Os primeiros ela viu um pouquinho, mas ela não assiste. Eu eu eu falando a real, minha mulher trabalha tipo sai 8 hor da manhã de casa, chega 8 horas da noite de segunda a sábado, cara. Trabalha para caraca, ela é vendedora, ela vende roupa de bebê, Sócia do Lino
nisso daí. E e minha mulher se dedica muito à dança. Ela dança, ela gosta de dançar. Ela ela ela era dançarina quando ela era adolescente. E depois que a minha sogra faleceu, ela ela abraçou com tudo isso para tentar suportar a perda da mãe, entendeu? Então a minha esposa não é uma pessoa que fica em casa, tipo, sem fazer nada e vai sentar na frente de um computador ou de uma TV para assistir um podcast. Não é dela isso. Ela não é Assim. Então, talvez ela tenha visto os primeiros, porque foi a mudança na minha
vida, graças a você e o e o Andrei, ela tenha visto os primeiros, mas depois ela já retoma a vida dela e não fica assistindo. Então, se você, mas se aparece um cortezinho do Paganota ali com a legenda assim, eu conheci essa menina numa ocorrência, eu duvido que [risadas] ela não vai, >> eu duvido que ela pegou, mano, eu já tomei uma invertida com ela, com o Cortezinho da lancha. É mesmo, >> porque a gente tava na lancha, a gente tava na lancha, o velho lazico do É um lazico aquele Castro zoando, ele falou: "Aí,
chefe, vamos parar ali e pegar as minas". Aí [risadas] eu zoando com ele, você não viu? Você não viu esse corte, >> não? >> Aí eu não sei nem quem fez. Eu na sequência falei pr ele: "Que mina, mano, nós vamos pegar sereia". >> [risadas] >> Só que na sequência eu já emendei e falei assim: "Mano, para com essa zoeira que se a minha mulher ver, ela vai ficar brava e ele, a minha também. Camos a rir e ainda acho que eu falei brincando, eu falei assim: "Pô, eu amo minha mulher, não quero zica". Eu
eu tipo levei pro lado da de até dar um recado de boa pra minha mulher. O maligno que fez o corte parou no sereia. [risadas] Ah, mano. E e não tem coisa melhor do Que amigo, né? Amigo, amigo, amigo é amigo mesmo, porque o amigo, ele manda o cortezinho para amigo e fala assim: "Você viu que que seu marido falou?" >> [risadas] >> Ó, aí as amiga, amiga do peito. Mandeja de amigo do peito. Ah, minha mulher na hora falou assim: "Ó, eu não fico te assistindo, mas cuidado com certas brincadeiras que possam me atingir".
Eu falei: "Calma, não foi bem assim, fica em paz". É lá no vídeo lá tá lá nós Mostrando no meio do podcast, mostra aí que não tem mulher nessa [ __ ] Tinha seis tartaruga lá, >> vomitando no barco. Nossa, seis tartarug lá, mano. [risadas] >> Todo mundo mandando vídeo pra mulher lá. Até o até o Andrei Olha aí, mano. Não tem ninguém aqui não, mano. >> O Andrei de nós todos, o que tem mais medo da mulher é o Andrei, né, meu? André, [ __ ] [risadas] >> Levou até o filho lá todo pá,
até é Maior medo. Então não tem, não tem sacanagem. Mas o corte ele fica maldoso, né? Fica lógico. É lógico. >> É ruim. E aí, cara? Então é assim, a minha mulher, vamos voltar pro assunto inicial. Minha mulher, ela não, ela hoje se a gente trouxesse minha esposa aqui, que ela jamais faria, mas se trouxesse ela aqui, sentar e falar, que que você sabe do época que ele tava infiltrado? Ela vai falar quase nada. Minha mulher não sabe bem pouco. Ela Sabe que eu fiquei infiltrado, mas não sabe as ocorrências que eu conto com detalhes
nos podcast, porque ela não assiste. Mas olha que interessante. Outro dia eu entrei na casa da minha mãe, ela começou a chorar, aí eu estranhei. >> Tua mãe, >> minha mãe começou a chorar. Aí eu falei: "Que que foi, mãe?" Ela falou assim: "Nossa, filho, tantos anos e eu nunca soube que você passou tanta coisa Perigosa. Onde você tava com a cabeça chorando?" Aí eu falei: "Mãe, para, para, para, para". tá viajando. Isso foi 20 anos atrás. Hoje minha vida tá tranquila, tá boa. Para com isso, não sofre não. Ela: "Filho, eu tenho muito dó
de você". Eu falei: "Mãe, esse para de assistir esses negócios tá te fazendo mal. Se ela vai sofrer, para de assistir." Ela: "Não, não." Aí ela limpou os olhos assim e falou assim: "Que dó que eu tenho de você, filho". [risadas] Juro, cara. Juro. >> Eu também, dona Deia. >> Tem dó nenhuma? Não, >> nada. Tem um monte de dó dele. Ai, que dó que eu tô cabeça branca. Ai que a gente quase não gostava, né? [risadas] >> Mas eh, então essa galera, minha família, meus amigos, tal, não tinha noção de dos detalhes, como eu
andei contando aí nos podcast, entendeu? >> Eh, e aí, cara, é assim, quando eu estava infiltrado, ninguém sabia nada na minha casa. Eu não falava com ninguém, mano. Ninguém, ninguém, ninguém tinha nem noção. Eu falava que eu tava trabalhando na inteligência, nunca, nunca. para não falar que nada, nada nesses dois anos, como os ladrão ficava me ligando também de final de semana, porque ladrão não faz Expediente, né? Ladrão trabalha 24/7. Os ladrão me ligava para para fazer negociação e falar de fita que ia fazer, botar em contato com outro vagabundo, tal, quando eu tava às
vezes em casa. Então, à noite o que que eu fazia? À noite eu desligava o bodinho, que era o operacional da PM. eu desligava, mas de dia, de final de semana eu tinha que deixar ligado, porque não tem cabimento um ladrão que não tem vida à noite, nem de sábado, domingo. [risadas] Então, às vezes, quando eu percebia que era ladrão que ia me ligar, eu saía de perto dela e eu ficava lá trocava ideia. Aí ela falava: "Mas que tanto você não pode falar perto de mim?" >> Tava achando que era amante. >> É. Aí
eu falava: "Não, mas isso aqui é trabalho trabalho de inteligência, é coisa que não, é melhor você não ouvir". Aí ela começou a ficar meio cabreira. E aí um dia ela tava, eu eu não saí tão longe, ela ouviu umas conversas, ela Falou assim: "Nossa, meu, mas pesado essas conversas sua aí, né?" Eu falei: "Não, fica calma, tá tudo certo, tá tá controlado dentro do serviço". Não aconteceu de algum dia ela pegar para atender esse telefone achando que era mulher? >> Não é o o meu. O meu ela ela pega. >> Mas e o bodinho?
>> E tanto que ela tem a minha senha, minha mãe? >> Não, mas e o bodinho? >> O bodinho eu falei para ela, falei: "Isso aí é telefone da polícia, você nunca encosta a mão nisso aí". E ela respeita. >> Nossa, mas imagina, irmão. >> Não, você tá louco. >> Imagina fala: "Não, tá muito estranho isso daí. O pagas, o pagas tá muito diferente. >> O cara atende ela. Oi, >> sua mulher do coronel. Nossa, [ __ ] Louco, você é louco. Não, não, ela não Faria isso. >> Não, eu sei, mas tô falando, imagina,
irmão. >> Porque eu expliquei para ela, esse telefone aqui é negócio de polícia, você não pode atender. >> Deus, você é louco. É um pit. >> E ela respeita. Agora é assim também, eu vou falar uma coisa para você, cara. Eu sempre fui muito caseiro. Sempre fui muito caseiro. Então, do quartel do trampo em casa com família. Do trampo em Casa com família. Se eu fosse um cara muito [ __ ] louca, talvez ela ela ia ficar muito cismada, pá. Mas eu não era, eu era um cara sossegado, velho. Sossegado. Eu eu fiquei mais festeiro,
mais velho do que quando eu era novo. O novo eu era meio nerdão, meio meio fechadão. Eu eu tinha medo porque eu trampava com uns negócios muito perigoso. >> E mano, quando você tava infiltrado, Você fez assalto? >> Não, cara. Não, >> não fez não. >> Você só passava fita pr os caras que ier fazer. >> É. Não, porque na verdade assim, quando a gente ia fazer o assalto, era quando a viatura vinha e pegava, entendeu? Mas não teve mão de, ah, a viatura não chegou, teve que fazer. >> Não, não, não, não, não. Eu
eu não cheguei em momento algum a dar andamento Numa fita, porque a gente preparava os o terreno com rota, principalmente o Racortte, coronel Racortte atual, né, no encontro, arrebentava no encontro, entendeu? Era na preparação. Eu nunca deixei caminhar pra fita porque eu sabia que podia dar ruim, cara. Ia dar ruim, entendeu? Então eu preferia abortar e perder do que chegar a caminhar para uma fita. Isso. Isso nunca. Nunca. >> E qual foi o mau zumo >> agora? Agora se você pensar assim, você Chegou então >> e eh algum crime acontecer durante a coisa? O tráfico,
né? Porque quando os caras trazia a droga, o tráfego já tá já tá configurado. Então, negociação com arma e droga configurava o crime durante a infiltração, porque chegava nesse nisso chegava de trazer droga, trazer arma, essa negociação aí sim, mas ao ponto de a gente ir fazer um assalto, por exemplo, a maioria das ocorrências era tentativa de resgate de preso, né? No dia que encontrava para ir fazer o resgate é que dava estouro, entendeu? A a do Chaplin, a do Chaplin. Quando eles chegaram com o carro lotado de droga, a rota invadiu, entendeu? Então você
fala, chegou a ter o crime, teve, porque os caras chegaram com a gente, com a droga. E o o quando você estuda o artigo 33 da 113 43, o a quantidade de verbo que tem no artigo 33, que é o tráfico, o manter em Depósito, trazer consigo, ou seja, entre aspas, já tinha configurado o crime antes das viaturas chegarem, mas a gente não dava andamento e >> e os caras não falavam para você: "Usa aí, mano, usa aí, [ __ ] dá um teco aí, pá". Não, cara. Tanto que aquela ocorrência que eu falo lá
de de Piracicaba, você vê o vacilo que eu dei. Eu ainda não tinha experiência na negociação. Eu ofereci cerveja pro ladrão. O ladrão me Deu uma dura, mano. O ladrão falou: "Você é louco? Eu não vem aqui fazer amigo não. Não vim aqui não. Tô aqui de de baratinho, tipo de conversinha. Eu vim aqui fazer negócio. Eu não bebo quando eu tô trabalhando. O bicho O bicho era o dono do morro, mano. >> Dono do morro foi o ladrão que eu tive mais medo na vida. >> É mesmo? É mesmo? É mesmo. >> Mas você
tava lá como infiltrado, como Bandido. >> Eu eu tive tanto medo desse ladrão. >> Conta esse daí que eu não sei dessí dos fuzis. >> Fala aí, conta aí, conta aí como é que foi esse ladrão aí. >> Eu tive tanto medo desse ladrão que quando ele me apavorou na mesa, eu não falei que eu era ladrão, eu falei que eu era bunda mole. Essa essa ocorrência foi o seguinte, cara. A gente tinha um foco de querer Pegar fuzil, >> certo? >> Certo. Porque quem tava resgatando os presos e matando polícia tava de fuzil. Você
andava nas comunidades, tinha metralhadora, pistola e revólver, não tinha fuzil. Então tinha o que que tava acontecendo em São Paulo, algumas poucas quadrilhas muito estruturada, organizada, tavam já num nível de ter fuzil. Fuzil era muito raro e muito caro. Então, se a minha missão era pegar Essas quadrilhas, eu tinha que ter um foco em fuzil, certo? Então, como como já tinha um tempo que a gente tava infiltrado e não vinha nada de fuzil, a gente tava dando uma par de cana com um monte de arma, mas sem fuzil. Eu falei, vamos, vamos tentar o inverso.
Vamos jogar no sistema que nós temos fuzil para vender. Quem vir para comprar é quadrilho estruturado. O cara, o, o ladrão pede chinelo, não vai comprar Fuzil. Fuzil, tipo, era coisa de 100 cono. Hoje você vai comprar um fuzil bom, é 80 pau no mercado negro. Entendeu? E eu joguei num presídio, falei, falei para um ladrão, falei: "Ó, você vai no convívio, você vai falar que você tem 30 fuzis para vender." Eu já joguei um número alto que eu falei assim, ó: "Quem comprar 30 fuzis faz aí 30 x 80.000. Quanto que é isso em
Dinheiro? Que ladrão que tem isso, entendeu? Falei, vamos fazer, vamos fazer esse teste, joga no sistema". que nós temos 30 fuzis para vender, ver se alguém abraça, mano. Deu dois dias, os caras ligaram, ó, tem dois irmãos aqui que quer comprar os 30 fura. Falei: "Mas como assim?" Falou: "É, os caras vão passar o contato aí de fora que vai comprar". Eles estavam tudo preso no mesmo raio. Eles estavam tudo presos no mesmo raio. O que que aconteceu? Eu falei: "Ó, então beleza, temos aqui para vender." Mas eu não sabia nem quem queria comprar, eu
não sabia nada. Só sabia que uns caras se habilitaram para querer comprar 30 fuzis. Eu tinha 30 fuzis, >> não, eu tinha um que eu trabalhava com ele, >> só tinha ele. Eu peguei, liguei pros caras, me passei por vendedor de fuzil e os caras falaram: "Ó, irmão, é o seguinte, nós vamos comprar essa parada toda aí, só que vai ser lá em Piracicaba". Eu: "Tá bom. Só que eu não sabia nada, não conhecia Pirascaba. Nós somos para Pirascaba antes e escolhemos um lugar, era um posto de gasolina na frente de uma obra de prédio.
Por que que eu escolhi aquele lugar? Porque eu nós conseguimos Esconder todas as viaturas da rota. O tenente Racort ficou de capacete de pedreiro e e jaleco de pedreiro. E o meu pelotão que era o dele, né? Eu já tava fora, ele assumiu tudo lá. o pelotão inteiro de de pedreiro, sabe? Esses jalecos de pedreiro? Eu olhava, mano, do posto pelotão todo assim, ó, mano, de pedreiro, olhando assim da do prédio, a gente lá no posto e as barcon escondida lá dentro. E nós fomos 4 horas da manhã para ninguém ver Rota chegando lá, porque
você imagina rota chegando em Pirascaba, não tem rota lá. O crime ia saber que rota tava lá, tinha alguma coisa estranha. Então, para não queimar a negociação, a gente chegou 4 da manhã. Quando deu 10 horas da manhã, eu liguei pros caras, falei: "Ó, chegamos, nós estamos num posto na rua tal, tal, se vocês quiser pode colar aí". Aí estamos eu e mais dois sentado num barzinho do posto, dois sargentos psicótico de frentista na bomba E o céu tinha que a gente tinha viatura. Que que eu fiz? Eu peguei o meu fuzil da PM, peguei
durepox, passei no brasão da PM até secar. Quando secou e ficou lisinho, eu peguei uma caneta Bic preta, fiquei esmagando a tinta e eu ia com algodão deixando preto. Ficou Jeg pr. Sabe esses carros que você parece que o pizsaiolo que fez? >> Ficou igual. >> E eu tinha uma bag azul de calibre 12 grandona, que a gente enfiou aquele Fuzil ali e fechou a bag e meteu no porta-mala do Celta. Esse era um dos 30 fuzis que eu falei que eu tinha. Só tinha ele. P. Você lembra aqueles cortes zetec? Pô, naquela época o
Zetec só boy tinha. Parou, desceu dois caras, um branquinho de cavanhaque, cara que você olha para ele, você fala assim: "Não rouba nem no truco, boizinho". E um cara já meio mais moreno assim, quase negrão, moreno com cara mais Velho, uns 30 e poucos anos, sério. E a gente já tinha colocado uma cerveja, uma porção. Estamos sentados lá, os caras chegaram, ô, firmeza, pá, pá, sentaram. Quando sentou, esse, o mais novinho, começou a trocar ideia. E o antigão ficava assim para mim, ó, mano. Não, nem piscava. Falei: "Caralho, aí eu falei para eles, falei assim:
"Ô, meu, pedi um copo aí para vocês tomar uma com a gente." O cara falou: "Mano, eu não vim aqui fazer amiga, não vim." É O o mais velho falou: "Eu não vim aqui fazer amiga, não vim aqui ficar de conversinha, que vim aqui fazer negócio e quando eu tô trabalhando eu não bebo." Eu: "Não, beleza, então não pede nada, quer alguma coisa?" O cara falou: "Não, po, fica, fica em paz, vamos trocar ideia". Mas sério, meu, me fitando, eu fui, eu fui ficando todo cagado de medo. [risadas] Juro para você, mano. Juro, juro. >>
Ai, car. >> Eu falei que [ __ ] mano. Aí ele pegou e virou para mim e falou assim: "Ô, meu, é o seguinte, a caminhada já tá já, a ideia já foi dada lá dentro. Meus parceiros que tá lá dentro já falou qual é que é. Mas eu quero saber da onde que você vem, mano. Da onde você é do crime?" Falou para mim. Eu eu tinha preparado uma ideia de crime das outras fitas que eu já tinha participado, mas eu dei uma tremida, cara. Eu virei para ele e aí que eu falo Que
é Deus iluminando a gente quando tem um propósito de algo que é justo e que o cara merece se [ __ ] entendeu? O cara é criminoso de um mal mesmo e ele tem que tomar. Porque vinha essas coisas na minha cabeça na hora, mano. Eu não, eu não tinha isso preparado. Eu virei para ele e falei assim: "Meu, eu não sou do crime". Até o polícia que tava comigo já, ele falou: "Como que é? Você não é do crime?" O rapaz lá dentro falou que falou. Falei: "Não, deixa eu explicar real para vocês. É
o seguinte, o meu patrão, o meu patrão, ele era dono de transportadora e ele quebrou, quebrou na emenda, ficou zoado. Que que ele fez? Ele começou a ir lá pro Paraguai e trazer nos caminhão munição e de e de pistola e revólver e começou a vender tudo igual água. Aí ele começou a trazer metralhadora e fuzil e tá vendendo, mano. Tá arrebentando de vender essas porras. Só que a gente vende isso só pro crime, mano. Colecionador, porque se polícia souber, nós se [ __ ] Aí ele pegou e falou assim: "Ah, então você não tem
passagem na você não tem caminhada no sistema, nada?" Eu falei: "Não, mano, eu sou trouxa". E outra, meu, meu patrão que tem uns contatos aí, não sei nem como é que ele chegou em vocês aí, mas eh é desse jeito, nós estamos trazendo e vendendo, mas também se você não quiser, eu falei: "Não, não, vamos conversar". Aí ele virou pro toco e falou assim: "Vai lá Ver a peça". Aí eu levantei e fui com o toco no carro. Quando eu abri o porta-mala, ele abriu a bag, ele catou o fura, ele falou assim: "Pô, caraca,
mano, que [ __ ] é essa?" de dobrar. Ele pegou, só que ele não tirou do céta, ele mexeu lá dentro. Falou: "É essa [ __ ] é de dobrar, mano?" Tirou o carregador, olhou: "Caraca, mano, é 556". Eu falei: "É". Aí ele colocou, ele ele falou assim: "Mas, pô, é difícil ver Isso aí. Olha o que eu inventei, mano. Olha que eu tô falando para você, cara. Era Deus. Eu falei assim: "Não sabe o que que é, mano? Nós estamos comprando essas porras aí dos cara das FARC. [risadas] E os caras das FAR, eles
salta de para-queda na selva. Por isso que precisa ser o de dobrar para saltar de para-queda. O cara é isso mesmo, mano. E vou falar uma parada para você. >> Esse aqui é filé para cair para dentro De banco, mano. Eu vou fazer fita de banco com essa [ __ ] aqui. Eu nem sabia nesse momento que ele era ladrão de banco. Depois eu vou te dizer como é que eu soube. Aí eu falei: "É, mano, é do jeito que você quiser. Pode comprar." Ele fechou a bag, fechou, voltou pra mesa, pimpão, colou no antigão,
não, falou assim: "Pode comprar tudo, filé, filé pode comprar". Aí o cara virou para mim e falou assim: "É isso mesmo, tá fechado os 30 é meu. Nós vamos trazer o que vocês pediram e o dinheiro." Porque a gente sempre falava o seguinte, que o patrão era gostava para ver se os caras era do tráfico, porque se a gente fica na negociação só com dinheiro, um advogado qualquer ia chegar para nós e falar assim: "Ô, pera aí, eh, foi um flagrante forjado." Então a gente na negociação no telefone já emendava negócio de tráfego para configurar
realmente que os caras era do crime organizado e os caras oferecia Pasta pura, cocaína, o que você quisesse. Os caras era patrão no tráfico, entendeu? E aí nessa negociação um pouco vinha em droga, um pouco em dinheiro. A maioria em dinheiro, né? Mas um pouco em droga. Aí ele virou para mim e falou assim: "Ó, à tarde a gente liga e diz onde vai ser o negócio." Eu: "Como assim?" Não, vocês não trouxeram ele não. Você é louco. Não conheço vocês, rapaz. Nós vamos mudar o lugar nosso agora para fechar o negócio. Falei: "Tá Bom".
E os caras saíram, saíram. Nós olhamos os dois meu psico até o até o limite que tava de frentista, os cara assim, ó. E nós, tipo, os cara tá indo embora, gente, deixou. Os caras saíram. >> O [ __ ] tá de pedreiro me matando, [ __ ] >> Sa aí, mano, nós somos para um France Café. Olha só, chegamos no France Café, só tinha feed boy lá, né? Eh, gente Chique e tal. Sentamos cinco, cinco cara de louco, de estamos com o diabo no corpo, né? Aí sentamos lá os caras, "E aí chefe?" Eu
falei: "Pô, Ramando, foi ferrou, né, cara? Porque os caras vão marcar outro lugar, nós não sabemos onde é. A rota não pode sair do do da obra, senão vai alastrar." Falei: "Meu, o que vocês quer fazer?" Os cara, chefe, na moral, se esses caras vem realmente com esse dinheiro, com Essa droga para catar 30 fuzis, esses cara não é pé de chinelo, mano. É patrão. Eu falei: "Não, isso aí eu já me liguei". Falou: "Então, ou a gente vai com tudo, tudo ou nada, a gente não pode dar um vacilo, porque vamos estar só nós
cinco sem retaguarda." Porque se for pra gente ficar meio devagar, tremendo na base, nós vamos tomar, hein? Porque os caras devem vir com segurança e o [ __ ] Falei: "Mas Fala aí, mano, o que que vocês quer?" Aí um virou, falou assim: "Da minha parte é: vamos com tudo para cima, que isso aí é filé, os caras que a gente quer pegar". Aí o outro, demorou, demorou. Falei: "Ah, mano, se vocês querem também quero, tamo junto, então vamos". Aí eu liguei pro Racort, falei para ele: "Mano, vai ser daqui duas horas em outro lugar".
Ele: "Onde é?" Eu falei: "Então, os caras vão falar na hora". Ele falou: "Aborta". Eu falei: "Não, mano, nós Vamos". Ele não, não vai, não vai. Aí eu falei: "Calma, fica tranquilo, nós vamos dar uma sondada, ver como é que é". Mas ele: "Não, não vai, não vai". Eu falei: "Você não sai daí, cara, que você vai queimar o nosso trampo. A hora que que eu confirmar, eu te aviso, aí vocês vão para lá". É, mas se for longe? Eu falei: "Não, vai dar certo, fica calma". Ele tinha medo, né, mano? O cara é meu
irmão. Aí eu desliguei e falei: "Vamos só nós". Aí nós somos, cara. Quando deu 2 horas, o cara me ligou, falou: "Ó, tá tudo aqui, bora, vem na". Ele deu endereço. Quando ele deu endereço, era numa outra rodovia, um outro posto de gasolina que ele marcou. Quando nós chegamos lá, um postão gigante com 7-Eleven. E era tipo 11 horas da manhã, lotado, o bagulho lotado, lotado em pleno dia. Aí quando nós entramos assim, tava o Zetec parado e do lado um monza tubarão e saiu um negrão de dentro do Seven Eleva comendo um cachorro quente
desse tamanho assim, ó. Mas o cara tinha a cara do bicho mesmo. Aí ele falou assim: "Aê, rapaziada, aqui é meu parceiro, veio lá da Baixada". Aí eu já me toquei que ele era da Baixada, que eu não sabia de onde ele era. Falou: "Ó, ele veio lá da Baixada, trouxe o que vocês pediram, bora fechar o negócio aí, vamos buscar as peças". Aí eu virei porque era tudo de, eu não tinha combinado nada disso. Eu virei e Falei assim: "Não, pera aí, mano, eu quero ver se vocês trouxeram mesmo. Eu quero ver as ver
o que foi encomendado." Aí ele olhou para mim e falou assim: "Ô, rapaz, você é moleque, hein, mano? Bem que você vê que você não é do crime mesmo. Eu te falar uma coisa para você. Conversa de ladrão não faz curva não. Você pensa, tá lidando com quem?" Aí eu falei para ele assim, ó, deixa eu explicar uma coisa para você. Eu não sou do crime, já te falei. O meu patrão, se Eu levar você lá e der um desacerto, ele vai me matar. Você tá puto comigo, querendo me matar. Vou morrer na mão de
um ou de outro, tanto faz. Eu não vou ratear. A ordem que eu recebi é o seguinte: eu olho o que você trouxe, tá tudo certinho, eu levo você pra chácara e você pega as outras 29 peças que só tem uma aqui. Falou: "Entra [ __ ] do carro". Aí aí, cara, eu olhei para os polícias estavam comigo, os [risadas] caras assim, ó. Aí eu entrei, mano. Aí eu entrei no Monza, no passageiro. Ele entrou no motorista, cara. Ele, ele que saiu, tipo, cavalo de pau, acelerando, saiu do posto, foi pra rodovia, entrou à direita,
entrou à esquerda e foi até o fim de uma rua assim, ó, sem saída. Parou, enfiou a mão embaixo assim aqui no no painel e e o outro dedo ele enfiou naquele negócio que fica no câmbio. Aí apertou, fez assim, os os alofalantes atrás do Monza levantaram. Aí ele falou: "Vai lá olhar." Aí eu fui no meio dos bancos assim, a hora que eu me estiquei, que eu olhei, tava a pacoteira de dólar e os tijolo de cocaína. Aí eu voltei, sentei e falei: "É isso mesmo, irmão. Nós vamos ficar rico, nós vamos trazer muito
para você". Ele falou: "Tudo que vocês trouxer eu tenho para quem passar, eu compro, eu vendo e nós vamos ganhar muito dinheiro, irmão. Aqui é é tipo assim, ele falou assim: "Aqui é Antigo no crime, aqui tem história no crime, aqui não é comédia". Ele falou alguma coisa assim nesse sentido. Falei: "Bora, vamos pegar". Aí ele sai milhão. Ah, quando ele entrou no posto, tava os meus com os dois dele num semicírculo na frente do Eleven, cheio de gente. Aí nós desembarcamos, cara. Eu desci no Monza assim, ó, e fiquei olhando no olho dos meus,
né? Aí os caras, "E aí, alemão?" Aí eu falei assim: "Então, rapaziada, tá tudo aí." Só que nós não tinha combinado Como ia fazer, entendeu? Ah, mano, um sargento dos meus já pegou e polícia, mano. A hora que ele sacou, os caras sacaram. Aí foi todo mundo sacando, só que a gente tava num círculo assim, ó, do tamanho desse estúdio aqui, assim, ó, todo mundo, nós três e eles três. E aí, cara, foi assim, ó, pá, pá, de perto, [risadas] pau, pau, pau. Eu fui atirando assim, ó, indo para trás e escutando os tiros. E
o toco que é esse de cavanhaque, Ele veio com a arma na minha direção porque eu me joguei atrás do Celta e ele veio, quando ele veio com a arma na minha direção, assim, eu já dei nele também e ele deu aquela desabada, a arma dele caiu, eu peguei assim, ele falou: "Meu, o que tá acontecendo?" Eu falei: "Tá acontecendo [ __ ] ladrão, você não se ligou ainda não". Só que ele tomou o tiro, ele já começou a dar aquela amolecida e e roncada e os tiros pau pau. Falei: "Puta que eu abri Assim,
quando eu abri eu já vi um tava caído ali baleado e o outro tinha corrido pra rodovia. Só que ele correu pra rodovia, ele deu de cara com os outros dois meu que tava na segurança e teve uma troca ali." Então, qual que foi o saldo? Os três morreram. o sapão do cachorro quente, o outro que era o patrãozão que eu nem sabia e esse do cavanhaque. Só que quando tava tendo os tiros na rodovia, que um desses que correu, não lembro qual dos dois que Foi, eu fui chegar lá mais perto na beira da
rodovia no posto para ver o que tava acontecendo. E aí eu comecei a escutar uns tiros do lado esquerdo assim, ó, pau. Dava um tempinho, pau. Aí eu olhei assim, ó, mano, tinha um ponto de ônibus, um cara fardado, PM, ele fazia assim, ó, pau, se escondia no posto. [risadas] Aí ele fazia assim, ó, pau. Aí eu comecei a fazer assim, ó, para, [ __ ] é polícia. Que eu tava paisando. Aí ele, é polícia. Eu é polícia, [ __ ] Aí ele é bom. Esse cara, ele era o tenente que tava de plantão de
polícia judiciária. Depois nós fomos apresentar a ocorrência para ele lá. [ __ ] E a rota depois chegou, entendeu? Bom, final dessa ocorrência aí, todo o dinheiro apreendido, droga apreendida, nós já tomamos um [ __ ] susto, porque quando nós chegamos no DP, o advogado que chegou era um advogado que tava envolvido lá na Baixada Santista num Caso muito expressivo. Aí nós falamos: "Mano, para esse advogado tá aqui, esse cara que morreu não é qualquer um." >> Sim. Esse advogado advogou pro filho de um jogador de futebol que também era jogador. E aí, mano? Aí
a gente assustou. Aí falou: "Caraca, mano, quando a gente tava ali esperando chegar a perícia, colou uma viatura do goi e desceu um policial só com teco de orelha e um rasgão aqui, assim, ó, todo deformado. Veio e me abraçou todo Emocionado, falou: "Meu, obrigado, irmão". Eu entendi nada, né, meu? Eu falei: "Meu, o que tá acontecendo?" Ele falou: "Cara, eu sou tiro aqui do goó e tal. Esse filho da [ __ ] que tá morto aí, ó, ele me deu um tiro de fuzil na minha cara dentro de um banco. Ele que fez isso
aqui comigo, ó. Nós estava na bota dele, ó. Esse cara é sequestrador e ladrão de banco aqui de Pirascaba. Famoso. Vocês não tm noção quem tá aí com vocês. O de cavanhaquezinho que eu achei que era um bunda mole, >> [ __ ] >> Ele falou: "Meu, esse cara fez isso comigo aqui, ó. Então tô te agradecendo porque eu queria ter pego, né? Mas ele teve, ele teve o que mereceu. Beleza. Ainda eu ainda não sabia quem era o outro. Aí fomos pro DP o advogado. Eu falei: "Mano, esse cara é forte". No dia seguinte
o que que aconteceu? Nós na mesma noite, eu tive que tirar o preso Que colaborou, porque eu porque vazou que a gente era polícia, certo? Quando tirou, no dia seguinte o diretor ligou, falou: "Ó, deu ruim". Falei: "Que que foi?" Ele falou assim, ó: "Não teve dois que foi o contato com o teu colaborador para montar?" Os dois foram decaptados, >> não? >> Então, foram dois decaptados dentro da cadeia e os três no tiroteio. Aí eu falei: "Mas, mas como assim decapitaram?" Falou assim: "Cara, o cara Que vocês balearam aí é patrão do morro tal
lá na Baixada. O morro tá em luto. O morro inteirinho parado lá porque vocês mataram o patrão. Caraca, velho. Por isso que esse cara era o diabo mesmo. Eu sentia na cara dele. Falou: "É, o cara que vocês pegaram aí é nível hard no crime, mano. E a gente não sabia, a gente nem não tinha nem noção, mano. O >> bagulho era louco. Is era louco. Louco, família, acompanha os próximos nada news Que nós vamos fazer aí uma saga de ouvir essas histórias aí balando que o bagulho é louco, mano. Rapaziada, vamos liberar o pagas
que ele tem osso compromisso aí, né, mano? A gente não é como uns outros aí. Fui mesa com você, hein, mano. Posei com o avião e vim de lá para cá. Nem almoçar almoçou. Aí, ó. Tá vendo? Tá vendo? Aqui é parceria, viu? >> Aí depois você vem falar para mim que ai não dá para vir porque ai eu >> e a minha parceria também, irmão, de Chegar a >> e saber que o cara tem outro compromisso, né? não ficar puxando a língua do cara aqui. Calma, vamos falar mais, vamos falar mais, tem que correr
pro outro compromisso. Então vamos liberar ele aqui agora. Vamos finalizar esse podcast. Mas antes eu vou falar, eu já falei do quê, Momô? Da minha vida. Hã? >> Não, >> não. >> Ionder. >> I não, mas eu falei no outro. >> É, acho que nesse quer comprar seu apartamento, vai aí na Ionder, rua Serra de Botocatu, 878. Vai lá falar com o comprar o seu apartamento. Apartamento a partir de 199.000, certo? Vai lá, chama os corretores, vai ser feliz, aceita carro, moto, caminhão. Eu tenho certeza que você vai comprar o seu apartamento lá. Certo? Tem
mais aí que eu não falei? [ __ ] é [ __ ] Eu vou esquecer, mano. Que que esqueci? Não, do, eu falei do Oliver, falei da Mais Credit, Mais Crédit >> para baixar as parcelas, falei da Blaz, >> o Dutor Monitora. Doutor monitora quer colocar rastreador no seu veículo? Vai aí, ó, aqui embaixo, entra lá, fala: "Eu quero rastreador no meu veículo". R$ 59 mensais, irmão. Você vai ter guincho, pane seca, pane elétrica. Demorou. Eles vão na sua casa, instalam em 20 minutinhos, você vai ter o rasteador no Seu veículo aqui, ó, direto no
celular. Certo? >> 44.000 veículos furtado e roubado esse ano. O, eh, os a grande maioria que foi recuperada tinha esse tipo de coisa. >> Tinha ratada. É isso aí, ó. E para finalizar mais uma vez, joga blaz aí em mim. Blaze, mano. Vai lá, se cadastra rapidinho. Certo, terminando a live, comentário fixado. Só para mor 18 anos. Menor não pode. Joga com responsabilidade. Blaz é a Maior casa de aposta do Brasil. Demorou. Comentário fixado na live. Vai lá. Falamos de tudo. Falamos de todos. >> Mais crédito. Falei também, né? Mais crédit. Queria, mano, agradecer os
nossos patrocinadores, mano. Mais Crédit, Blaze Ionder, Instituto Oliver, Dr. Monitora, tem mais algum? >> Ainda não. >> São cinco. Eu tenho vaga para mais um. Mais um, mais unzinho. Certo, família, sigam lá o coronel Paganoto, já está com 80.000 seguidores. Vamos bater 100.000. Vamos lá bater 100.000. >> Segue lá, >> Coronel Paganoto, Instagram, né? É isso mesmo, Coronel Pagaro. Toda segunda-feira tá aqui comigo e quando não tá segunda, tá de terça, tá de quinta, >> a gente >> aguarda. Tá aí, tá aí, tá aí todo dia aí. Logo logo vou botar o Lino aqui, ó,
para ficar do lado dele aqui, ó. L. O Lino faz podcast de empreendedorismo. É top. >> Não podia mandar aquele que você fez para ele ver depois, né? Não, mas o Lino fala bem, [ __ ] >> Mas ele é, ele já ele trabalhou até com auditoria de hospital, mano. O Lino só tem cara de bobo, mas não é não. >> Não tem cara de bobo não. Ali, [risadas] ali é ligeiro. Ali é ligeiro. Ali é ligeiro. Bom para car in gestão, mano. Faz um pat um patê de gorgonzola Malando. >> Patê dele é [
__ ] né? >> Ô, mano, traz da próxima vez, [ __ ] Traz da próxima para Suell experimentar. >> A gente come, come o pato. >> Ô, eu pago para você, [ __ ] Eu, eu pago, cara. Eu falo sai do patezinho não faz lá faz lá faz lá lá vai lá para eu deixar na geladeira para experimentar que mano o bagulho é bom he mano os cara falou para pr gal falou mano >> bagulho do l falei ah mano é um Patezinho né [ __ ] patê pá da hora mano bagulho é não é
nem pat essa [ __ ] tem que botar um outro nome. Patê, você fica muito pat [ __ ] de atum. >> Você tem que botar lá, mano. Eh, o, fala o nome aí, Trozoba. >> Não, tem que ser o nome francês, mano. Você tem que ver o que ele faz, mano. É um sumole fossu >> de gogonzolê. Sufolou fossu de gogonzolê. Deelê, >> irmão. Tamos junto. Fica com Deus, ó. Boa viagem, aproveita, vai lá, vai curtir, mano. Passou por muito nessa vida aí, aproveita você também aí, ó. Vai aproveitar final de ano que daqui
a pouco já é final de ano de novo, viu? >> Ô, Natal, hein? Bota Deus no coração, cambada de encapetado da [ __ ] >> Aí, estamos junto, família. Fique com Deus. Até a próxima e deixa o like, se inscreve no canal. É, nós.