Feche os olhos, respire devagar, deixe o ar entrar e sair sem pressa. Esta não é uma meditação comum. O que você está prestes a experienciar é um estado onde o corpo, o ambiente e o tempo começam a desaparecer.
E quando isso acontece, você acessa o espaço quântico, o lugar onde toda a criação começa. Você não está aqui para imaginar nada, nem para forçar nada, nem para tentar alcançar algo. Você está aqui para desaparecer como identidade limitada e despertar como consciência ilimitada.
Hoje você não será alguém, não será seu nome, sua história, suas preocupações, suas memórias. Hoje você será apenas presença, consciência, espaço. E quanto mais você solta a necessidade de ser alguém, mais você permite que a energia que você realmente é emerge.
Respire novamente e sinta o corpo começar a ficar mais leve, mais distante, como se cada respiração apagasse um pouco da identidade que você costuma carregar todos os dias. Sinta seus pensamentos reduzirem a velocidade. Eles não estão sendo negados.
estão apenas sendo vistos como ondas passando na superfície de um oceano que continua infinito e silencioso por baixo de tudo. Hoje você não vai buscar o silêncio. Você vai perceber que ele sempre esteve aqui.
O silêncio entre um pensamento e outro, o silêncio entre uma respiração e outra. O silêncio que envolve cada sensação, cada parte do corpo, cada canto da sua consciência. E é nesse silêncio que o portal se abre, permita-se então irse soltando do mundo externo, das tarefas, dos papéis, das expectativas, dos horários, porque para entrar no espaço quântico, você precisa atravessar o limear do tempo.
Neste momento não existe amanhã, não existe ontem, existe apenas este instante. E a cada respiração, este instante se expande até preencher tudo. Você está sendo convidado a entrar no desconhecido, o lugar onde a consciência não é mais moldada pelo passado e está livre para se transformar.
Sinta seu corpo repousar. Sinta sua mente se abrir. Sinta sua energia começar a se expandir.
Você está às portas do estado mais profundo que a sua consciência pode alcançar sem sair do corpo. E a partir de agora, você não será alguém em um lugar. Você será [música] o espaço que existe antes de tudo.
Respire e abra-se para desaparecer. Respire bem devagar. [música] Deixe o ar entrar como uma onda suave e sair como um movimento silencioso que apaga o peso do corpo.
Agora leve sua atenção [música] ao topo da cabeça, mas não para a forma, não para a pele, não para a sensação. Procure o espaço [música] acima da cabeça. Esse espaço sempre esteve ali calmo, imóvel, infinito.
Permita que [música] sua atenção descanse nele, sem esforço, sem expectativa, [música] apenas percebendo. Agora [música] leve sua atenção ao espaço atrás da cabeça. Sinta que há [música] algo ali silencioso, aberto, vazio, mas vivo.
Leve agora a consciência para [música] o espaço à frente do rosto, como se você pudesse perceber o ar, a distância, o nada. Não há forma [música] nesse nada. Não há limites, só há espaço.
Agora os lados direita e esquerda. Imagine [música] sua cabeça como um ponto flutuando dentro de um grande espaço e não como algo sólido e fixo. [música] Quanto mais você percebe [música] o espaço, menos você percebe a cabeça.
Ela começa a desaparecer na imensidão ao redor. Respire e leve essa sensação [música] para os ombros. Não procure os músculos.
Procure o espaço [música] acima, abaixo, ao redor [música] dos ombros. Perceba que há mais espaço do que forma, mais vazio do que matéria. Os ombros ficam [música] leves, quase inexistentes, como se começassem [música] a se dissolver no ambiente.
Agora desça a atenção [música] para os braços. Sinta o espaço [música] ao redor dos braços, como se seus braços fossem apenas sombras suaves, flutuando [música] dentro de um campo silencioso. [música] Quanto menos você procura o corpo, mais o corpo desaparece.
Agora leve sua atenção para o peito, mas não para o batimento, não para a respiração. Procure o espaço dentro do peito, um espaço [música] que não tem forma, não tem cor, não tem bordas. Permita que [música] esse espaço interno se conecte com o espaço externo, como se ambos fossem uma coisa só.
Sinta a respiração passando por um ambiente [música] interno que não tem limites. Agora [música] desça para o abdômen. Sinta o espaço dentro dele.
Sinta o silêncio que existe [música] ali. O corpo começa a parecer oco, leve, vago, quase transparente. Inspire e leve essa percepção para as pernas.
Sinta o espaço ao redor das pernas. Sinta o espaço entre as pernas e o chão. Sinta o espaço dentro das [música] pernas.
O corpo inteiro [música] agora parece flutuar dentro de algo maior. Ele já não tem peso definido, já não tem limites [música] claros, já não tem [música] presença sólida. A cada respiração, o corpo [música] perde mais um pouco da forma, mais um pouco da densidade, mais [música] um pouco da importância.
Você não está tentando desaparecer do corpo. O [música] corpo está desaparecendo da sua percepção. E é assim [música] que começa a entrada no espaço quântico.
Quando o corpo deixa de ocupar tudo o que você [música] é e o espaço passa a ocupar tudo o que você percebe, permita [música] que o corpo se dissolva ainda mais. Você está [música] flutuando entre espaços. Você está se abrindo para o desconhecido.
e permita [música] que a sensação do corpo se torne cada vez mais distante, como se você [música] estivesse lembrando de algo que está muito longe, muito leve, muito irrelevante. Agora leve sua atenção para todo o corpo [música] ao mesmo tempo. não uma parte [música] específica, mas o conjunto inteiro, como se você estivesse percebendo um contorno vago, uma presença [música] quase invisível e lentamente solte até esse contorno.
Imagine que o corpo [música] é como uma névoa suave, flutuando dentro do espaço sem bordas. Sem formas rígidas, sem fronteiras. Ele está aqui, mas não pesa, não ocupa, não exige.
Respire e sinta o corpo se afastar [música] ainda mais. É [música] como se você estivesse dentro de uma vastidão silenciosa e o corpo fosse apenas uma memória flutuando [música] nela. Agora comece a perceber o corpo [música] como um campo, não como matéria, não como carne, mas [música] como uma vibração suave, uma frequência leve, Uma presença luminosa.
Imagine o [música] corpo como uma esfera de energia difusa e não como forma humana. Respire e permita que essa [música] esfera se torne mais ampla, mais leve. mais silenciosa, [música] quase translúcida.
Quanto mais você [música] percebe o corpo como energia, menos você o percebe como corpo. Agora [música] leve a atenção para o espaço entre as células. Sinta que há mais espaço do que estrutura, mais vazio do que forma, mais energia [música] do que matéria.
Cada vez que você respira, essa percepção [música] se expande. O corpo se dissolve na imensidão [música] ao redor. Deixe-se ir.
Desista da necessidade de [música] localizar o corpo. Não [música] tente senti-lo. Não tente [música] encontrá-lo.
Não [música] tente se prender a ele. permita que ele [música] simplesmente não seja relevante. Agora, perceba como [música] o corpo perde a densidade, como ele parece flutuar, como se estivesse suspenso [música] em algo leve, macio, silencioso.
O corpo não desapareceu. Você apenas mudou [música] o centro da sua percepção. Antes tudo era corpo, agora tudo é espaço.
Sinta isso. O corpo está dentro da sua consciência, não o contrário. Você pode perceber o espaço [música] através do corpo, ao redor [música] do corpo, dentro do corpo.
E quanto mais percebe o [música] espaço, menos percebe o corpo. Agora permita [música] que a última sensação física se dissolva. qualquer peso, qualquer tensão, qualquer forma restante, [música] deixe escorrer para o espaço [música] como areia fina desaparecendo no vento.
Respire e desapareça mais um pouco. Você não é o corpo. Você está apenas consciente [música] do corpo.
E neste momento você está consciente [música] de algo muito maior. O campo que envolve [música] tudo. Permaneça aqui flutuando entre [música] vibrações, existindo sem forma, respirando [música] sem corpo, sendo sem limites.
Yes. e permita que seu corpo [música] se torne apenas um eco distante. Não há necessidade [música] de encontrá-lo.
Não há necessidade de senti-lo. Não há necessidade de controlá-lo. [música] Ele está ali, mas não ocupa mais o centro [música] da sua consciência.
Agora [música] imagine o corpo como uma sombra dissolvendo na luz. Quanto mais [música] luz, menos sombra. Quanto mais espaço, menos [música] forma.
Permita que o corpo se torne [música] cada vez mais translúcido, como se estivesse se desfazendo [música] em partículas finas, até não sobrar nada além de vazio e consciência. Sinta a [música] respiração acontecendo sozinha. como um movimento leve, distante, [música] sem dono.
Você não está [música] respirando. A respiração está acontecendo. Você não está sentado.
Há apenas uma presença em meio ao espaço. Você não está tentando relaxar. O relaxamento já aconteceu.
Sua atenção [música] simplesmente não encontra mais o corpo. Agora perceba o espaço onde [música] o corpo deveria estar. Perceba que não há [música] borda, não há limite, não há contorno.
Você está percebendo o espaço do corpo, não o [música] corpo. O espaço [música] é maior do que a forma e agora [música] o espaço se tornou tudo o que existe. Respire.
Deixe-se ir mais um pouco, como se você estivesse escorregando [música] para dentro de um silêncio profundo, antigo, eterno. O corpo não desapareceu. Ele apenas [música] deixou de ser o referencial da sua consciência.
Nesse estado, você não é mais alguém em um corpo. Você é a consciência que percebe o espaço. E essa consciência não tem forma, não tem idade, não tem fronteira.
Ela é leve como o silêncio, ampla como o [música] céu, vasta como a noite. Agora, solte qualquer último traço de sensação [música] física que ainda possa estar presente. Deixe ir o peso, a densidade, a tensão, a localização.
[música] Não acima, não abaixo, não à frente, não há atrás. Você está flutuando no [música] nada e ao mesmo tempo você é o nada que percebe [música] a si mesmo. Permaneça aqui por alguns [música] instantes, respirando sem corpo, sentindo [música] sem forma.
Existindo sem limites. Você está pronto para desaparecer como >> [música] >> identidade e despertar como consciência pura. Respire suavemente, [música] como se a respiração fosse apenas um movimento leve dentro do espaço.
Agora leve sua atenção [música] para a sensação de ser alguém. Não tente defini-la. Apenas perceba que existe [música] uma ideia de eu que acompanha você há anos.
Essa ideia [música] tem um nome, uma história, lembranças, opiniões, padrões, medos, desejos, expectativas. [música] Hoje você vai soltar tudo isso, não para [música] perder algo, mas para descobrir o que existe além. Respire e imagine que seu nome é apenas um som [música] distante, eando em algum lugar que já não importa.
Seu nome [música] não entra aqui. Seu nome pertence ao mundo externo, ao personagem, [música] a biografia. Mas agora [música] você está entrando em outra dimensão da própria consciência.
Solte o nome. Deixo cair [música] como uma folha que se desprende de uma árvore antiga e desaparece no vento. Agora, leve sua atenção [música] à sua história.
Tudo o que já aconteceu, tudo o que já doeu, tudo o que já marcou, tudo o que [música] você acreditou ser, não existe aqui. A história [música] é uma lembrança do corpo, não uma verdade da consciência. Deixa a [música] história ficar para trás, como um livro que você fecha e coloca na estante, sabendo [música] que não precisa lê-lo agora.
Respire e solte também a imagem que você faz de si [música] mesmo. jeito que você se descreve, o que acredita sobre suas limitações, o que pensa [música] sobre suas habilidades, o que julga ser permanente em você. Nada disso é você.
Tudo isso é apenas uma coleção de memórias e [música] hábitos que a mente organizou ao longo dos anos. Hoje você não é [música] quem foi, nem quem acha que é, nem quem os outros acreditam que [música] você seja. Hoje você é consciência livre de qualquer definição.
Agora, leve sua atenção para qualquer emoção antiga [música] que ainda tenta se agarrar à sua identidade. Medo, ansiedade, culpa, raiva, expectativa, autoimagem. Perceba [música] como cada emoção carrega uma versão sua, uma versão antiga, uma versão limitada.
Respire e solte também [música] isso. Deixe essas [música] emoções se dissolverem na vastidão do espaço, como gotas de tinta se desfazendo na água. Você não precisa delas.
[música] Elas pertencem ao personagem, não à consciência. Agora pergunte a si mesmo em silêncio: "Quem sou [música] eu sem meu nome? sem minha história, sem minhas emoções [música] antigas, sem minhas [música] memórias.
Fique com essa pergunta sem tentar respondê-la. Ela mesma abre o portal. A resposta não virá como palavra, [música] ela virá como silêncio, como espaço, como pura presença.
Sinta isso. Sinta-se como ninguém. Ninguém para defender, ninguém para [música] provar.
Ninguém para sustentar, ninguém, apenas consciência, [música] apenas atenção, apenas o vazio vivo que percebe tudo. Permaneça [música] assim por alguns instantes. Você está desaparecendo como identidade [música] e despertando como presença.
Inspire como se cada respiração dissolvesse mais um pouco da sensação [música] de localização. Agora, perceba este fato simples. A única coisa [música] que faz você sentir que está em algum lugar é o corpo.
Mas o corpo já desapareceu da percepção. [música] Então, onde você está? Permita-se [música] sentir que você não está em lugar nenhum.
Não está na [música] sala, não está no quarto, não está num ambiente [música] físico. Você está no espaço, o espaço que [música] envolve tudo, o espaço que existe antes da forma, o espaço que não pertence a coordenadas, distâncias, [música] endereços. Agora leve [música] sua atenção para o silêncio ao seu redor.
Perceba que esse silêncio não tem [música] origem, não vem da frente, nem de trás, [música] nem da esquerda, nem da [música] direita. Ele vem de todos os lugares. O silêncio [música] é o próprio ambiente.
Você está [música] imerso nele e quanto mais percebe isso, mais evidente se torna. Você não está [música] em algum lugar. Você está dentro de um campo sem lugar.
Respire e deixe essa sensação tomar conta. Agora, leve sua atenção para a percepção [música] de tempo. Tente perceber [música] se existe um antes.
Tente perceber se existe um depois. Sinta como o passado só existe como [música] memória e como o futuro só existe como projeção. Mas você não está acessando memória nenhuma agora.
nem está projetando [música] nada. Então, onde está o tempo? Você vai notar que ele simplesmente desaparece da experiência.
Neste estado não há ontem, não há amanhã. Não há relógios. Não há urgências.
[música] Há apenas este instante, um [música] instante que não passa, um instante que se estende como [música] se fosse infinito. Quando tempo [música] e lugar desaparecem, a consciência não está mais presa ao corpo biológico. Ela está livre para existir [música] como energia.
Sinta isso. Você é um ponto de presença [música] flutuando na imensidão, sem direção, sem fronteiras, sem distância. [música] A sensação de localização se dissolve completamente.
Você não está aqui, nem ali, nem longe, nem perto. Você [música] está em nenhum lugar. E ao mesmo tempo você está em [música] todo lugar onde sua consciência alcança.
Agora solte a última referência de tempo. Sinta como este [música] momento não avança, não se move, não se transforma. Ele simplesmente [música] é e você é com ele.
Uma presença [música] pura, existindo sem relógio, sem calendário, sem passado, sem futuro. Esse é o estado onde a consciência [música] começa a tocar o campo quântico. Onde você não é alguém, não está em [música] lugar nenhum, não está em tempo algum.
Você é [música] apenas consciência observando o espaço, o espaço que percebe, o espaço [música] que permanece, o espaço que é eterno. Respire e deixe-se ir mais fundo. Você está entrando no estado onde [música] tudo é possível.
O estado onde você não é limitado por corpo, por ambiente [música] ou por tempo. O estado onde você pode se tornar qualquer coisa. Respire bem devagar, como se o ar [música] estivesse se movendo em um espaço imenso, quieto, profundo.
Você já não é alguém, já não está [música] em algum lugar, já não está em algum tempo. Agora, permita-se ir um pouco mais longe. Solte qualquer última referência [música] do que você acredita ser.
Imagine que você está flutuando em um vasto [música] oceano negro, sem luz, sem forma, sem [música] direção. Mas esse não é um vazio morto, é um vazio vivo, cheio [música] de presença, cheio de consciência. Nada está [música] acontecendo.
Nada precisa acontecer. Nada falta, [música] nada sobra. Este é o nada que existe antes da forma.
antes da matéria, [música] antes da identidade, antes da história. Respire e sinta que você não é diferente desse espaço. Não há você observando.
Há apenas percepção. Não há quem [música] respira. Há apenas a respiração acontecendo.
Não há corpo, não há mente, não há nome, não há fronteiras. Há apenas a [música] consciência que testemunha o espaço, a consciência que percebe o nada. E lentamente [música] você percebe que o nada não é ausência, é presença pura, é informação pura, é potencial puro.
Aqui tudo pode nascer. Aqui tudo é possível. Aqui a criação começa.
Permita-se flutuar nesse espaço [música] sem tentar compreender, sem tentar interpretar, sem tentar controlar. A consciência não precisa de esforço [música] para existir. Ela apenas existe.
E você está sentindo isso agora, a existência [música] pura, sem identidade, sem forma, sem história, [música] sem limites. Respire e vá mais fundo nesse nada. Sinta como ele é suave.
Sinta como ele é eterno. Sinta como [música] ele é silencioso. Esse espaço não tem [música] origem, não tem borda, não tem fim.
Ele simplesmente é e você é com ele. Agora, solte qualquer última [música] tentativa de se identificar com algo. Solte o observador.
Solte a necessidade de [música] se perceber. Apenas seja o espaço, seja o silêncio, seja o nada. Você não desapareceu.
Você apenas se tornou o que sempre [música] existiu por trás de todas as camadas. A consciência [música] ampla, livre e infinita. Permaneça [música] aqui por alguns instantes, sentindo-se como o próprio espaço que percebe [música] a si mesmo.
Este é o estado onde você toca o campo, o estado onde [música] o velho eu não pode existir, o estado onde [música] o novo começa. Inspire. Como se a respiração fosse apenas uma onda de energia, [música] se movendo dentro de uma imensidão silenciosa.
Você já não é alguém, já não está em [música] algum lugar, já não [música] está em nenhum tempo, já não está preso a nenhuma forma. Agora [música] a consciência vai começar a se expandir. Perceba algo sutil.
O espaço que você sente não é vazio, ele vibra, ele pulsa, ele respira com você. Não há um [música] eu separado daqui. Há apenas o espaço se percebendo através da consciência.
A intenção agora não é controlar nada, não é [música] buscar nada, não é imaginar nada, é simplesmente [música] permitir, permitir que [música] o espaço entre na percepção e ocupe tudo. Respire e sinta o espaço [música] expandir para além do corpo, para além da sala, para além do ambiente. Sinta como a [música] energia ao seu redor parece viva, presente, atenta.
Não é imaginação, é sensibilidade, é percepção ampliada, [música] é o campo. Agora, leve sua consciência ao [música] espaço acima de você. Sinta que esse espaço é infinito, profundo, silencioso.
Agora sinta o espaço abaixo sem fim, sem fundo, sem chão. Sinta o espaço à frente, uma vastidão aberta. Sinta o espaço atrás, uma imensidão sem origem.
Sinta o espaço [música] à esquerda e à direita, sem paredes, sem limites, sem fronteiras. [música] E lentamente permita que todos esses espaços se tornem um único espaço. Você não está [música] dentro do espaço.
Você é o espaço que percebe a si mesmo. Respire e sinta o campo vibrando [música] em volta. Uma pulsação leve, [música] quase imperceptível, como se o próprio vácuo estivesse respirando com você.
Agora leve sua [música] atenção ao ponto onde não existe mais dentro nem fora. Não existe [música] interior, não existe exterior, não existe separação. A consciência [música] se espalha pelo campo como uma luz suave que preenche [música] tudo sem esforço.
Você está [música] se dissolvendo no espaço que cria todas as coisas, mas não é nenhuma delas. O espaço onde pensamento não chega, onde emoções [música] não se prendem. Onde identidade não existe, onde apenas [música] a presença permanece.
Você está no [música] campo, você está no nada, você está na fonte, você está no estado onde [música] tudo é possível. Respire e permita que o [música] campo perceba você. A sensação é sutil, mas inconfundível, [música] como se o espaço estivesse [música] consciente da sua consciência.
Você não está mais observando o campo. Você está sendo [música] observado por ele. >> [música] >> é a entrada real no espaço quântico, o ponto onde você deixa de [música] ser algo e se torna a possibilidade pura, onde o velho eu não existe e o novo ainda não foi projetado.
[música] onde você é apenas consciência [música] infinita dançando dentro de si mesma. Respire suavemente, como se cada respiração fosse um portal se abrindo um pouco [música] mais. Você está no campo.
Você está no espaço. Você está no nada. Agora [música] permita que esse espaço comece a se expandir por conta própria.
Não é você expandindo, é o campo se abrindo. É a consciência [música] se alargando, é o infinito se revelando. Sinta o espaço [música] crescendo acima de você, como um céu sem bordas.
Sinta o espaço crescendo abaixo de você, como um horizonte que nunca encontra o fim. O espaço se expande para [música] todas as direções, ao mesmo tempo, para a frente, para trás, para os lados. E lentamente todo esse espaço começa a vibrar como se existisse [música] uma textura sutil, uma pulsação quase imperceptível, um brilho [música] silencioso espalhado em tudo.
Essa vibração não é matéria, não é som, não é luz, é consciência, é informação, é potencial [música] puro. E você percebe que não está mais separado disso. Você é essa vibração, você é esse campo, você é essa expansão.
[música] A consciência não está limitada ao corpo, não está presa [música] à mente, não está contida em um ponto. Ela se espalha como [música] um oceano luminoso que não tem centro e não tem borda. Так.
[música] Respire. e sinta-se crescendo além do ambiente, além das [música] paredes, além da cidade, [música] além do planeta. Você se expande além [música] da Terra, além do espaço físico, além das [música] referências humanas, você se torna amplo [música] como o próprio cosmos.
Sinta, o universo inteiro parece caber dentro [música] da sua percepção. Não há distância, [música] não há fronteiras, não há separação. O infinito não está [música] fora de você, ele está dentro da sua consciência expandida.
Agora leve sua atenção a esse estado [música] intenso onde tudo vibra. Sinta como o campo [música] parece inteligente, como se ele reconhecesse [música] você, como se respondesse a você, como se estivesse esperando por você. A expansão [música] continua e continua e continua até que você percebe algo profundo.
Não existe mais diferença [música] entre você e o campo. Não existe mais diferença entre consciência e espaço. [música] Você é o espaço.
Você é a vibração. Você é o infinito se percebendo. [música] E por alguns instantes, [música] você experimenta o estado mais elevado que a mente humana pode alcançar sem perder [música] a lucidez.
Consciência [música] ilimitada vivendo dentro da própria eternidade. Respire e permaneça [música] aqui sem pressa, sem [música] esforço, sem querer nada, sem buscar [música] nada. Você é o universo antes de se [música] tornar forma.
Respire como se [música] cada respiração estivesse acontecendo no próprio coração do universo. Você não está mais expandindo. A expansão [música] já aconteceu.
Ela agora é o seu estado natural. Você não está percebendo [música] o campo. Você é o campo percebendo.
Sinta isso profundamente. Não há limites. Não há bordas.
Não há forma. Não há identidade, não há localização. [música] O que está aqui é apenas consciência pura, silenciosa, presente, infinita.
Agora perceba algo ainda mais profundo. O espaço que você sente não está lá fora. Ele não [música] é externo.
Ele não é separado de você. A sensação é outra. O espaço está acontecendo [música] dentro da sua percepção.
Toda a expansão, toda a vastidão, [música] toda a imensidão cabe dentro da consciência que você é agora. Você não está flutuando [música] no universo. O universo está surgindo dentro do campo da sua consciência.
Respire e sinta essa verdade [música] como presença viva. Да. Se aprofundar.
A energia [música] suave no espaço, a vibração leve, a pulsação silenciosa. Tudo isso é você. Você é o campo no qual todas as possibilidades existem.
Você [música] é a matriz informacional onde o futuro, ainda não nascido, aguarda [música] a sua intenção. Você é o silêncio antes do pensamento, [música] a calma antes da forma, a presença [música] antes do tempo. O que você está sentindo [música] agora não é imaginação, é a consciência [música] percebendo a si mesma, sem filtros, sem identidade, sem corpo, sem limites.
Respire e permita-se [música] descansar como essa presença infinita. Nada a fazer. Nada a [música] alcançar, nada a criar, nada a sustentar.
A consciência [música] simplesmente é. E por alguns [música] instantes, permita-se ser exatamente isso, o campo quântico puro, [música] vivo, silencioso, eterno, que percebe sem forma e existe sem tempo. Agora leve sua [música] atenção a essa sensação clara e direta.
Tudo está surgindo dentro da [música] consciência. O espaço, a vibração, a energia, a profundidade, [música] o silêncio. Você não está [música] olhando para o campo.
Você é o campo, experimentando-se [música] através da percepção. Não há mais separação entre quem observa e o que é [música] observado. Há apenas unidade, há apenas [música] presença, há apenas consciência.
Permaneça aqui respirando suavemente, flutuando como [música] o próprio espaço, sendo a energia informe que contém todas [música] as possibilidades. Você chegou ao estado mais profundo que esta meditação pode oferecer. O estado onde o velho eu não existe e o novo eu ainda não foi definido.
O estado [música] onde você é apenas o campo consciente de si mesmo. Inspire bem suavemente, [música] como se o ar estivesse se movendo através de um universo tranquilo, sem pressa, sem [música] forma, sem limites. A expansão [música] continua dentro de você, mesmo que você comece [música] aos poucos a retornar ao corpo.
Não aprece nada. [música] Permita que o retorno seja tão amplo quanto o espaço que você acabou de experimentar. Agora traga sua atenção lentamente [música] para o espaço ao redor do corpo.
Não para o corpo em si, apenas para o espaço que envolve o corpo. Não há necessidade [música] de definir forma. Não há necessidade [música] de reconhecer limites.
Apenas perceba, o corpo está lá, mas você ainda é o espaço. Respire e permita que a [música] consciência se aproxime suavemente do campo mais sutil do corpo. Sinta [música] o contorno energético, não o físico.
Sinta a vibração, não a forma. Sinta a presença, [música] não o peso. Agora perceba a respiração [música] acontecendo dentro do corpo, mas mantenha a mesma expansão [música] interna que você sentiu no campo.
Você não está [música] voltando ao corpo. Você está incluindo [música] o corpo dentro de uma consciência maior. Respire e permita [música] que essa fusão aconteça.
Agora, ainda lentamente, traga a consciência [música] para os braços para as pernas, para o [música] tronco. para a cabeça, como se estivesse iluminando [música] o corpo com a mesma clareza que iluminou o espaço. Não perca a leveza.
Não perca o [música] silêncio. Não perca a [música] presença. O corpo volta, mas o espaço fica.
Agora sinta o ambiente, a temperatura, [música] a quietude. a profundidade e perceba que tudo isso [música] está dentro da sua consciência, não fora dela. Respire bem devagar.
Se quiser, movimente [música] os dedos das mãos, os dedos dos pés. Mas faça isso sem perder a [música] expansão interna. Você está voltando, mas não está [música] diminuindo.
Você está retornando, mas não está se [música] contraindo. Você está abrindo os olhos para o mundo, mas carregando o infinito dentro. Quando estiver [música] pronto, pode abrir os olhos devagar, com suavidade, com presença e mantenha [música] o espaço.
Ele permanece em você. Ele [música] sempre esteve em você e agora você sabe como acessá-lo.