Olá olá olá sejam todas todos e todos bem-vindos bem-vindas e bem-vindos a mais uma transmissão ao vivo aqui na TV bo0 temos a felicidade hoje de dar início a mais uma programação em parceria com o grupo de pesquisa crítica do direito e subjetividade jurídica na realiza S de mais um seminário que vem acontecendo desde 2020 em plena pandemia Fica o convite para vocês se inscreverem na Tv boit Tempo canal da editora no YouTube eh já somando mais de 370.000 inscritos Se você não for uma dessas pessoas aproveita esse momento para se inscrever durante toda a
programação que começa hoje e vai até a próxima sexta-feira dia 10 eh temos uma seleção de livros relacionados à programação e também Enfim de autoria de autores como o professor Alon Leandro mascaro mas também de outros autores que vão ser discutidos como panes esses livros eles estão com um desconto de 20% na loja virtual da bo se você gosta de desconto eh como eu gosto fica também o convite para você considerar assinar o armas da crítica que é o clube do livro da boi tempo que envia todos os meses pros nossos assinantes um lançamento em
primeira mão Do catálogo da bo tempo ersão impressa e também ebook junto com brindes marcadores adesivos e também um desconto fixo e permanente de 30% em todo o catálogo da boit tempo o último livro do professor Alison inclusive crítica do fascismo foi lançado dentro do armas da crítica do ano passado então fica o convite Se você assinar até o dia 15 de Novembro até a quarta-feira da semana que vem o livro deste mês de novembro chama Vozes da terra um belíssimo título Que reúne artigos de Antonio granch escritos entre 1916 e 1926 eh que tratam
sobretudo da questão ah Meridional da questão do dos Camponeses e dos Operários na Itália pré fascismo e também eh fica o convite Se você morar em São Paulo a partir de amanhã e até o domingo dia 12 a gente tem a tradicional festa do livro da USP bo tempo vai est lá com uma tenda com uma mesa própria eh pros livros da boi tempo e também uma Mesa própria pros livros ah da do Boitatá nosso selo infantil os descontos vão a são a partir de 50% até de amanhã até domingo dia 12 e nesse ano
pela primeira vez a boi tempo estende essa ação comercial para livrarias de todo o país de norte a sul a livrarias que vão apresentar nossos livros com desconto de 40% até domingo então Enquanto Tiver durando aqui a festa do livro em São Paulo a relação completa eh dessas livrarias participantes tá disponível no Nosso blog e também nas nossas sociais não vou me alongar mais vou passar a palavra paraa thí Rosica que vai abrir também em nome do grupo de pesquisa a programação Muito obrigado thí um prazer estar aqui de novo com vocês e agora é
contigo Olá a todos e todas primeiramente muito obrigada quin O prazer é todo nosso então é uma grande alegria estar aqui mais um ano né em parceria com a TV boi tempo pro quarto seminário crítica do direito e Subjetividade jurídica cujo tema é novo Marxismo e crítica das formas sociais Então me apresentando meu nome é eh Taís foxica eu sou atualmente orientanda de doutorado do professor alesson mascaro no departamento de Filosofia e teoria geral do direito na Universidade de São Paulo e eu auxilio na coordenação do grupo de pesquisa há alguns anos já então eu
gostaria de aproveitar a oportunidade para agradecer primeiro amente ao ao professor Alisson por todos Esses anos enquanto Professor mentor eh e transmito todo o meu carinho pelos anos de jornada que vieram e que virão né e eu agradeço a todos aqueles que antes de mim e junto comigo trabalharam para continuidade do grupo de pesquisa ao longo desses últimos se 7 anos então nomeadamente a Juliana Magalhães o Walter Andrade Pedro da vogli rul Cass Leonardo Godói e eh o Reginaldo Gomes eu sou da comissão de organização desse deste seminário desde a sua primeira Edição que é
um seminário que está vinculado aos trabalhos e pesquisas desenvolvidos pelo grupo de pesquisa de nome homólogo a esse evento né que é coordenado pelo professor Alisson na USP o tema do seminário de todo ano ele sempre se refere às pesquisas desenvolvidas e encerradas no ano anterior Então as mesas de debate que neste ano serão nove a partir de amanhã sempre nos horários das 14 16:30 e 19 horas são Compostas em parte por orientandos né e orientandos e orientandas do professor Alisson e em parte por convidados externos pesquisadores e professores Eu também gostaria de compartilhar com
vocês uma característica desse seminário que busca a popularização do conhecimento e a divulgação da teoria marxista para além dos muros da Universidade então Esse seminário foi concebido primeiramente durante a pandemia no formato remoto Mas foi assim Mantido para que a divulgação Científica seja pública gratuita e de alcance né em todo o território nacional e internacional sobretudo na América Latina né uma vez que contamos com palestrantes da Argentina México e e Porto Rico eh Esse seminário é comp por duas atividades as mesas redondas e sessões de comunicação oral as mesas redondas el serão transmitidas pela TV
boitempo e aberto ao público já sessões de comunicação oral nas quais Pesquisadores e pesquisadoras submeteram né suas pesquisas individuais e foram aprovadas pela comissão avaliadora ocorrerá so estrita responsabilidade do grupo de pesquisa e sem transmissão então para mais informações a respeito acessem a plataforma do site do evento que nós já vamos disponibilizar aqui no site aí uma dúvida né haverá emissão de certificado para ouvinte sim mas apenas mediante inscrição no evento na plataforma event 3 seguindo as instruções de credenciamento que estão lá contidas ainda dá tempo de se inscrever até hoje meia-noite então a responsabilidade
pelas inscrições e emissões de certificados é também de estrita responsabilidade do grupo de pesquisa então as dúvidas elas devem ser direcionadas a nós eh pelo site Por fim eu gostaria apenas de agradecer né Aos membros de da comissão envolvidas nesse seminário eh a boi tempo pela parceria Mais este ano eh a Suzana Silveira que fez um trabalho incrível ao meu meu lado para organizar tudo isso e que entrará na sequência e eu espero que vocês aproveitem os próximos dias então sem mais delongas eu vou passar a palavra a professora Alisson e ele poderá falar sobre
as pesquisas desenvolvidas nos anos anteriores e o tema desse seminário mas antes eu vou apresentá-lo então o professor Alisson Leandro mascaro é doutor e livre docente em filosofia e Teoria geral do direito pela Universidade de São Paulo professor no mesmo departamento eh da Faculdade de Direito da USP no Largo São Francisco Professor emérito e implantador de cursos de graduação e pós-graduação em direito em diversas instituições do Brasil coordenador do grupo de pesquisa crítica do direito e subjetividade jurídica que foi implementado em 2016 e autor dentre outros livros de filosofia do direito introdução estudo do direito
E sociologia do direito pela Editora hen Atlas e pela Editora boitempo que são títulos que estão com desconto vocês podem eh visualizar nos próprio na própria descrição né do do vídeo de hoje de estado forma política crise golpe e mais recentemente crítica do fascismo então professora Alisson é uma grande alegria uma honra passo a palavra para você obrigado boa noite a todas e todos querida Taís oica querida Susana Silveira eh minhas orientandas e Assistentes eh na faculdade de direito da Universidade de São Paulo ambas no seu doutorado na USP eh é uma alegria tê-las aqui
neste momento eh eh abrindo os trabalhos deste quarto seminário internacional crítica do direito e subjetividade jurídica é uma alegria ter aqui junto conosco da Faculdade de Direito da USP do grupo de pesquisa é uma alegria ter mais uma vez em conjunto a parceria com minha Editora boitempo Editorial eh Ivana ginin quind Dória e toda a equipe de boitempo editorial que alegria em mais um ano podermos transmitir podermos levar ao público do Brasil e do exterior esta reflexão esta caminhada eh eh eh de pensamento crítico para Que tantas e tantos possam aprender com este Horizonte de
reflexão teórica eu quero antes de começar propriamente a minha palestra antes de dar início a esta reflexão até porque Antes de eu começar a palestra eu passaria a palavra Paraa professora Susana fazer também a sua saudação inicial a todas e todos e antes de me devolver então a palavra para a conferência eu quero eh dizer a todas e todos que para mim é muito especial neste ano chegarmos ao quarto ano deste seminário internacional que começou na ocasião da pandemia começou com toda a dificuldade do nosso público em lidar mais diretamente com ferramentas tecnológicas mas que
foi um espaço excelente para vencermos os Muros Da universidade e levarmos reflexão teórica científica a nossa gente vocês talvez não imaginam o trabalho a energia o tanto que se demanda para organizar um evento como este eu fico emocionado por ver o meu grupo de pesquisa tantas e tantas pessoas que estão nos Bastidores que contribuíram para este trabalho que junto comigo eh estão em diálogo com os palestrantes do Brasil de tantos países eh eh eh do mundo e que nos darão portanto a alegria desta caminhada Especial a partir de hoje para mim é uma emoção muito
grande dar início esse trabalho e começarmos esta jornada esta jornada que tem neste ano um tema para mim muito especial que é o tema da minha reflexão mais direta sobre como pensar o mar Marxismo hoje Portanto É de fato um seminário que me toca a sensibilidade e mais que tudo é tenho aqui esta alegria de compartilhar com todas e todos vocês este Horizonte de pensamento crítico em busca da transformação do mundo então Desde já uma alegria uma felicidade cumprimento a todas e todos que nos acompanham agora presencialmente presencialmente no sentido de que estão acompanhando online
ao vivo mas também todo e todos que vierem acompanhar este seminário posteriormente então eu devolvo a palavra agora à minha querida monitora Susana Silveira para que faça a sua saudação bom boa noite a todas e todos aqui presentes como professor Alisson já Colocou a thí também é uma honra para nós o grupo de pesquisa eh tornarmos mais uma vez esse espaço possível ao lado e com a parceria essencial de bo tempo eh enfim para realizarmos o quarto seminário internacional crítica do direito subjetividade jurídica com a temática do novo Marxismo e da das críticas das formas
e da crítica das formas sociais eu gostaria de saudar todos desejar que tenhamos uma semana especial uma semana De Profundas reflexões e de trabalhos que com certeza eh enriquecerão ainda mais eh enfim eh o conhecimento e todos os debates sobre o Marxismo Professor Alisson eh muito obrigada é uma grande honra eh tê-lo e em minha trajetória poder tê-lo como um mentor como um professor que me acolheu de braços abertos gostaria de de dizer dessa imensa felicidade de estar aqui compondo essa conferência de abertura do do seminário e enfim Sem Mais delongas Acho que todos e
todas estamos ansiosas e ansiosas para poder ouvi-lo eh Nessa fala inaugural do nosso evento muito obrigada obrigado querida Suzana para mim é uma honra caminharmos aqui todas e Todos Juntos nesta estrada de luta intelectual e de luta social eu quero neste momento iniciar esta conferência de abertura do quarto seminário internacional crítica do direito e subjetividade jurídica tratando desta proposição que Faço a respeito da sequência histórica dos momentos históricos da sistematização também histórica do Marxismo muitas e muitos chegam ao Marxismo batem na porta de um conhecimento marxista por variadas razões algumas e alguns vão diretamente querer
entender o pensamento crítico sobre a sociedade capitalista outras e outros estão Vivendo uma vida Efetivamente explorada uma vida eh eh cujo custo eh da dominação da opressão e da exploração leva a tentar entender Por que a vida tem que ser esta Porque que as relações sociais TM que ser estas por mais variadas as razões quem bate na porta do Marxismo Quem começa a estudar o Marxismo se depara com uma vastidão de lutas de batalhadoras e batalhadores e de pensadoras e pensadores Porque de fato o Marxismo tem Uma história prática de mobilização social de empreendimentos eh
horizontes revolucionários também tem uma vastidão Histórica de pensamentos de livros de reflexões a respeito do funcionamento do capitalismo das estratégias para a superação do capitalismo então o Marxismo não é apenas um elemento facilmente encontrado na obra de um ou dois autores muito pelo contrário ele se vê numa multidão de ideias práticas e obras eh que muitas vezes nesta multidão Seus pensamentos internos suas proposições internas também são bastante variáveis e por causa disso passa num primeiro momento para aquele ou aquela que vão conhecer o Marxismo dá-se uma dificuldade eu diria Inicial muito grande de conhecer de
modo sistematizado esta vastidão de pensamento eh muitas e muitos sabem que eu tenho uma proposta de leitura do Marxismo bastante minha ela é anunciada em algum dado em estado e Forma política de boit tempo editorial meu livro que neste ano Completou 10 anos de publicação Então esta obra na qual eu trato dos fundamentos do estado e da política nela eu anuncio existe um modo de pensar o Marxismo de maneira mais rigorosa mais científica que muita gente chama este a este modo de pensamento de novo Marxismo é um Marxismo mais refinado mais exigente de maior impacto
inclusive em termos de postulação Política este nome esta nomenclatura novo Marxismo começou a surgir na Europa na década de 70 1960 para 1970 ainda hoje não é tão usado mas para algumas pessoas assim o é e toda esta história de pensar o Marxismo Além disso eu desenvolvo a proposta de de sistematização do andamento histórico do Marxismo das fases do Marxismo neste livro meu que é filosofia do direito da editora Jean atas portanto no filosofia Do direito no capítulo 15 que é o capítulo mais extenso do livro inclusive por lá eu proponho uma sistematização histórica do
Marxismo eu gostaria de começar esta minha conferência de hoje para explicar como se pode ver o Marxismo em sua historicidade antes de eu aqui estabelecer este sistema para que entendam as fases os pensadores os movimentos do Marxismo eu gostaria de começar esta conferência com uma Preliminar fundamental nós via de regra temos a tendência de p o Marxismo a partir de referenciais assentados intelectualmente nos ambientes tradicionais das Universidades Então por muito tempo nós aqui do Brasil da América Latina e deoutras regiões do mundo lemos o Marxismo a partir de referenciais europeus por conta das lutas europeias
que foram magníficas lembramos nós da Própria Revolução Russa e tantas batalhas que se deram no espaço europeu e no espaço do capitalismo Central que fizeram com que o mundo inteiro Contasse sua história começasse entender sua história a partir das balizas deste espaço que é o espaço do capitalismo Central eu tenho uma proposta divergente de leitura histórica do Marxismo esta leitura divergente inclusive penso que é fundamental para o presente momento da humanidade momento no qual Inclusive a Europa e os Estados Unidos encontram-se eu diria blindados fundidos numa só plataforma de ação capitalista que faz com que
no espaço das lutas políticas europeias não é só da Universidade das lutas dos partidos políticos dos movimentos sociais da classe trabalhadora europeia e estadunidense destes países do chamado capitalismo Central Marxismo quase seja um Anátema quase seja um palavrão Então por causa disso temos dificuldade em ler a pujança da luta de transformação do modo de produção capitalista se nós tomarmos esta leitura mediante este círculo espacial do capitalismo Central porque este círculo não quer fazer crítica de transformação do modo de produção não quer e não pode a Universidade dos Estados Unidos se quiser fazer uma crítica ao
capitalismo ela tem sua fonte de financiamento Cortada imediatamente ela pode fazer crítica pontual parcial a algumas circunstâncias alguns efeitos algumas balizas apenas da reprodução Geral do Capital jamais ao capitalismo jamais às formas sociais do capital e por isto eu fiz questão de que neste ano de 2023 este seminário internacional que organizo e presido tratasse do Novo Marxismo e das formas sociais porque não está em causa apenas o efeito de uma forma social capitalista está em causa a Forma social capitalista ela não só algum efeito porque se nós colocarmos na berlinda os efeitos do capitalismo podemos
tentar melhorar corrigir retificar alguns desses efeitos no entanto remane a causa é preciso colocar na berlinda as causas é preciso que nós coloquemos na berlinda as formas sociais do capitalismo e isto dói para muitas e muitos no mundo que querem apenas melhorar o capitalismo que querem eventualmente Representatividade dentro do Capital dentro das empresas mas se trata de pensar a forma mercadoria a forma empresa e não representatividade dentro da empresa Apenas não se trata de pensar que nós venhamos a ter alguns nacos do estado e do direito para podermos nesses pequenos os espaços procedermos a boas
políticas públicas trata--se de pensar a forma da política que é a forma estatal a forma do direito a forma das políticas Públicas Por que Nós preferimos tratar de políticas públicas e não tratar da única política que pode mudar o mundo que é a revolução porque esta linguagem Progressista para nestas pequenas Primícias que lutam que se dão no dia a dia em termos de batalha mas que nunca travam a batalha fundamental eu quero aqui lhes dizer que de fato o capitalismo Central tem enorme dificultade eu diria até mesmo que tem dificuldade estrutural em Entender o passo
do capitalismo por isto no século XX não se dá como se deu no século XIX e no no século XX em muitas dessas ocasiões não se dá a leitura crítica do capitalismo saída do seio do capitalismo em contradição mas pujante do capitalismo Central Marx na Alemanha na França e na Inglaterra estava vivendo e transitando e no exílio Claro não porque quisesse mas por persão estava exatamente no coração da pujança do capital a desgraça Que esta pujança ocasionava na maioria que era a classe trabalhadora da Europa e do mundo eu diria que nos tempos de hoje
este capitalismo Central não permite mais espaços majoritários espaços maiúsculos de crítica muito pelo contrário a crítica está nos nossos rincões daquilo que o capitalismo Central chama de resto do mundo porque para nós esta contradição não tem como ser encoberta esta contradição não tem como ser Aplacada mediante bolsas de pesquisa mediante boas intenções mediante apenas resoluções estéticas de problemas sociais porque a fome a guerra o imperialismo o poder eu diria eh eh horrendo do capital das burguesias nacionais tudo isso destrói a nossa gente do mundo inteiro então incrivelmente eu quero aqui propor que no século XXI
o espaço para poder pensar melhor a crítica do capitalismo para poder alcançar o estado da arte do Marxismo e das lutas sociais se faz exatamente neste chão que antigamente se dizia que era do terceiro mundo depois passou a ser dito em termos também eufemísticos países emergentes somos nós os países pobres do mundo os povos pobres do mundo os povos explorados mas explorados de tal sorte que não tem sequer o recurso de uma espécie de remendo deste pano rasgado para fingir que o problema não é o capitalismo O problema é o capitalismo Então eu tenho muita
alegria em inaugurar este seminário internacional porque penso eu que o Brasil é o espaço privilegiado para iluminarmos o mundo em termos de teoria crítica em termos de teoria marxista porque isto não vem mais dos Estados Unidos isto não vem mais da Europa não vem da Rússia que tem uma história já mais recente de ser anticomunista devido a toda a saída das condições dadas por lá eh na experiência da União Soviética também com Dificuldade não vem da China porque a China tendo feito um trabalho magnífico revolucionário lá nos meados do século XX ela tem uma espécie
de tour de Force nos nas últimas décadas Tour de Force vitorioso de alguma maneira mas uma espécie de mudança forçada para conduzir alguns aspectos eu não diria que sejam todos mas também não diriam que sejam desprezíveis a ponto de não serem nem sequer eh tomados em linha de conta mas a China também tem uma dinâmica que está Se apresentando numa certa imbricação ainda que não total ainda que relativamente divergente com as próprias formas econômicas do Capital em nível mundial e também com a forma política estatal tal como se assenta então eu diria que também não
há uma Total possibilidade de uma leitura eh eu diria centí í fica rigorosa plena revolucionária nos Espaços estes relativamente vitoriosos aonde partidos comunistas tomaram o poder e Efetivamente fincaram eh eh eh eh raízes e desenvolveram ao seu modo algumas das suas implicações na administração do capital e nas tentativas variadas de moldar esta reprodução do Capital ou de amanar esta reprodução do Capital ou mesmo de vislumbrar a saída da sociedade eh eh estruturada pelas formas capitalistas como a forma mercadoria e a forma valor então o Brasil de fato é um espaço privilegiado porque também não é
um espaço eu diria tão Afastado do capitalismo Central que não sirva sequer de laboratório países eventualmente muito pobres muito sem grande expressividade no quadro geopolítico Mundial podem até tentar processos de transformação social e o seu Impacto é menor Inclusive a contraposição do capital mundial pode ser até um pouco menor são países que escapam aquele que é o eixo geral da geopolítica do Capital o Brasil não o Brasil é um laboratório tão eh imenso de Experiências que até aquilo que nem beira socialismo nem sequer quis falar de socialismo como é o caso do Brasil de centro
esquerda destes anos destas décadas iniciais do século XX isto não serve de laboratório imediato com Lula e Dilma já há golpe então é precisamos preciso pensar que forma é essa do Estado a democracia do Brasil ela é estruturada De que modo e o que é a democracia no capitalismo porque sempre ela é uma forma de Contenção de qualquer interesse da classe trabalhadora no sentido de transformação social todos os governos são de coalizão se não são de coalisão ele tem que respeitar os contratos as garantias instituídas então este espaço nosso no qual a fratura é mais
exposta nos revela inclusive o acerto e o desacerto das formas do capital e principalmente das formas de luta na nossa sociabilidade o que no capitalismo Central não há sequer espaço para se Tentar fazer toda vez que se anuncia algo mais Progressista no capitalismo Central logo em seguida isto é uma espécie de Quimera não tem grande consecução e eventualmente nos Espaços Ainda mais eu diria eh empobrecidos do capitalismo Mundial esta experiência sequer é gestada ou sequer é levada adiante de modo eh Universal porque quase sempre isto também está em linha de conta de uma certa idiossincrasia
daquela sociedade das especificidades Locais o Brasil já é um país cuja plataforma capitalista é bastante inserida mundialmente e ao mesmo tempo aqui se dá a possibilidade de uma fratura na qual Então se faz brilhar esta potência de uma reflexão reflexão crítica sobre o capital por isto eu quero aqui dizer que a minha proposta de leitura que desenvolve em tantos livros como estado de fma política e também em filosofia do direito esta proposta não é igual aos Modelos do capitalismo Central para ler o Marxismo esta proposta é muito minha no ano passado inteiro ano de 2022
o grupo de pesquisa na USP meu grupo de pesquisa na USP centenas de pessoas pesquisaram esta Minha classificação do Marxismo e o resultado é este seminário de 2023 que dialoga diretamente com este propósito meu de classificar o Marxismo a partir Doutro Horizonte a partir doutra perspectiva que não aquela simplesmente do espaço Europeu pois bem eu quero dizer que em termos de cronologia Existem algumas fases do Marxismo a primeira delas imediata é aquela na qual o Marxismo está se estruturando se constituindo isto é diretamente advindo da vida da luta e em especial da obra de Carl
Marx e de Frederick engels portanto Marx e engels no século XIX podem ser tomado como o Esteio fundacional de uma ciência sobre o capitalismo que é o Marxismo e esses dois pensadores podem ser tomados Como clássicos do próprio Marxismo depois de ambos no final do século XIX e no começo do século XX nós temos um movimento que ou anda de lado ou anda para trás em face desse do Marxismo tradicional é o que muita gente chamou de segunda internacional porque aquela de Marx e engels que era a Internacional Socialista passou então a ser chamada de
primeira internacional posterior passou a ser chamada de primeira Internacional e uma segunda Internacional se organizava quase sempre ressalvadas aqui algumas exceções mas eh organizava-se quase sempre como um movimento de trabalhadores em busca do reformismo não da revolução Então esta segunda internacional tem por característica pensar que não se deve lutar contra as formas do Capital mas se deve minorar os efeitos destas formas do capital salário mínimo férias 13º salário ganhos sociais conquistas sociais e eventualmente o nome mais Simbólico a servir aqui de referência para a segunda internacional foi k kautsky kautz que quando jovem era muito
ligado ao próprio engels e que depois de uma certa eh idade de certas posições políticas se torna aqui aquele que Lenin chamará de negado kautsky aquele que andou de lado no mínimo mas em especial andou para trás no que tange as lutas revolucionárias Lembrando que engels no momento em que este reformismo começou o Jovem cuts que era muito próximo de engels engels mobilizou kautsky para juntos escreverem um livro chamado o socialismo jurídico que é publicado aqui em português por boitempo editorial e nesta obra enelos e cutos que avançam contra estas ideias que quereriam manter o
capitalismo como estava apenas fazendo alguma reforma Então esse socialismo mediante o direito socialismo de juristas ou socialismo jurídico como o título do livro assim o diz Marx engels Como clássicos no século 19 na transição do 19 para o 20 a segunda internacional reformista entra na história do Marxismo porque boa parte de seus autores se urge contra o Marxismo então serve aqui de referência ainda que boa parte dela em negativo quando então como um raio em Céu Azul para muita gente surge o movimento revolucionário Russo que depois engendrar a União Soviética e este movimento é um
movimento belíssimo inclusive em termos teóricos porque ele Rompe com o reformismo da segunda Internacional e depois será tiddo este movimento como o movimento de uma terceira internacional revolucionária cujo principal nome cujo principal líder e principal Pensador é Lenin Lenin tem um aspecto decisivo para uma outra inflexão do Marxismo no século XX fazer ciência fazer conhecimento e junto com isto fazer a revolução Nas condições em que se apresentavam as sociedades daquele período então de fato Lenin tem Algumas experiências bastante inovadoras para a tática e a estratégia da revolução junto com Lenin eu lembro de nomes aqui
extraordinários na teoria como evig pachukanis maior jurista da história do Marxismo maior pensador crítico do direito de todos os tempos que publicou teoria geral do direito e Marxismo o ano que vem 2024 se comemoram 100 anos da publicação da teoria geral do direito e Marxismo inclusive eh eh eh eu próprio Estou à frente de alguns Eventos aqui no Brasil e no exterior em em memória em lembrança em comemoração deste Centenário da obra de banes junto com panes mais outros autores tão decisivos como Isaac Rubin este grande teórico da economia do Marxismo que pode ser pensado
junto com pachukanis e em especial também os dois junto com Lenin como pensadores incontornáveis de uma nova inflexão do Marxismo Depois deste momento revolucionário no final da década de 20 de 10 início da década de 20 eu quero propor aqui a todas e todos que abrem-se ao mesmo tempo dois braços do Marxismo primeiro dos dois braços o das tentativas teóricas ligadas diretamente às tentativas práticas revolucionárias Então os países os partidos os movimentos sociais as lutas em todo o mundo que buscavam estabelecer a ruptura com sociedades capitalistas e A construção de revoluções socialistas Muitas delas que
são conhecidas de nós diretamente eventualmente a mais decisiva de todas a que tem Impacto eu diria inclusive econômico muito eh geopolítico muito estabelecido a própria Revolução Chinesa liderada por malut setun Então o que estou dizendo é que houve a partir de Lenin toda uma série de debates práticos do Marxismo que na própria União Soviética não se esgotaram com Lenin com Pachukanis ou com Rubin muito pelo contrário eh perseveraram com tantos outros autores como bucarin Stalin Trotsky e toda uma pleia de de referências Muitas delas inclusive eh antípodas entre si não eram todas concordes entre si
tinham inclusive bastante divergência entre si e que estavam num movimento de fazer teoria a partir de lutas revolucionárias práticas o mesmo que se deu com a China maung é efetivamente um homem de um pensamento Filosófico notável só que é mais conhecido historicamente pelas suas posições de timoneiro da revolução de líder de um processo revolucionário que inclusive liderou uma segunda etapa desse processo revolucionário não só contra os inimigos externos ou os inimigos burgueses internamente postos mas contra a burocracia socialista então o momento no qual surge na década de 1960 a revolução cultural como dar novos passos
no sentido da superação do Domínio burocrático da sociedade pelo partido ou pelos burocratas que eh eh ariam aqui falar em nome do Povo toda uma série de reflexões por aí também na América na América Latina e o caso mais notável aqui entre nós é Cuba Mas além de Cuba diretamente das lutas revolucionárias toda uma série de pensadoras pensadores da própria América Latina que estavam em contextos de luta e eu quero também lembrar aqui de Carlos Mariguela cuja reflexão inclusive da Ação revolucionária é uma reflexão de altíssima uma qualidade em termos de teoria e de prática
ainda que o êxito de transformação social ou mesmo de galvanizar uma sociedade inteira não tenha sido logrado pelo próprio Mariguela mas não é só de revoluções vitoriosas que se faz a caminhada do Marxismo Mas também de revoluções que enfrentaram bloqueios que enfrentaram contradições Muitas delas internas outras delas meramente externas deste Processo de luta e também luta em tantos outros espaços do mundo como ainda em Ásia o que se vê com a luta do Vietnã e teóricos de guerra revolucionária como vodapomba [Música] de construção de sociabilidades socialistas e algumas delas eventualmente notáveis que estão inclusive no
campo dos países irmãos nossos do Brasil de fala de língua portuguesa então Angola Cabo Verde Guiné Bissau santome príncipe eh eh eh eh tantos espaços eh eh Moçambique que permitiram fazer com que a luta revolucionária também se vice confrontada com experiências do cotidiano então a mil brau Agostinho Neto Samora machel foram ao mesmo tempo líderes políticos de massa e também teóricos e também pessoas cuja reflexão tratava de assuntos concretos da nossa sociabilidade E isto eu só estou tomando aqui o exemplo mais próximo de nós em Termos linguísticos e eventualmente afetivos que são os países eh
eh de língua portuguesa mas por tantos outros países isto também se deu e por tantos países também da na América Latina tentativas de luta revolucionária eh se deram algumas até com algum grau de engendramento e de eh organização prática e mesmo até de êxito parcial Além Deste êxito eu diria substancioso que é o cubano pois bem eu diria que então que Depois deste primeiro Movimento do Marxismo clássico com Marx engels uma segunda internacional reformista quase que antimarxista depois a terceira internacional eh ou movimento revolucionário eh Russo soviético este sim pensando a revolução e fazendo a
revolução nós temos um primeiro braço posterior a isto dos pensadores e pensadoras que estavam em luta revolucionária e tinham em vista as circunstâncias as demandas as dinâmicas das lutas concretas o segundo dos braços Que vai surgindo ao tempo deste andar das lutas revolucionárias das combates à lutas revolucionárias é a caminhada daquele que é o Marxismo intelectual quase sempre da Universidade este Marxismo de perfil mais acadêmico de perfil mais teórico ele se desenvolveu enormemente no espaço ocidental ele se desenvolveu no espaço europeu estadunidense também Latino-americano nos ambientes Nos quais muitas e muitos se aproximaram do Marxismo
por razões científicas teóricas de entendimento da sociabilidade Ainda que os espaços de luta não fossem tão pronunciados este movimento que começa na década de 1920 e vai até a década de 1960 inclusive vai acabar no final da década de 1960 a posterior ele foi chamado de Marxismo ocidental nós em geral colocamos aspas nesse ocidental porque não é Tecnicamente só o ocidente pode haver marxistas que pensam neste neste perfil com esta característica até no Japão e há gente pensando assim por muitos espaços do oriente Mas é porque tradicionalmente estes marxistas não estavam envolvidos diretamente com as
lutas do leste europeu da União Soviética da China nem de Cuba estavam nos Espaços da Europa Ocidental dos Estados Unidos ou da América Latina de tal sorte que Perry Anderson este enorme Historiador do Marxismo eh passa a chamar esta gente de Marxismo ocidental em diferença das características da do Marxismo de malsetung do Marxismo de vod DIAP e de rosim que nem tem ligação muito Direta com o dimal setun para falar de gente muito diferente entre si que também não é parecido com o Marxismo do Diego evara que não é parecido com o Marxismo e do
Samora machel que não é parecido com o Marxismo do Agostino Neto ou do am Cabral ou do Mariguela e ou de Tantas outras pessoas e lutadoras e lutadores esse Marxismo ocidental é o Marxismo que em geral a universidade conhece e muitas e muitos que vêm a mim e que estão aqui nesta minha conferência de hoje a partir de espaços acadêmicos e intelectuais da Universidade via de regra é este o Marxismo mais pronunciado Marxismo mais falado eu proponho que esse Marxismo seja lido em três vertentes eu trato de cada uma dessas Vertentes inclusive uma a uma
em Filosofia do direito falando não só do direito falando da política da economia da filosofia eh de cada um desses eh eh eh eh eixos Então esse Marxismo ocidental pode ser pensado a partir de três eixos que vão surgindo na década de 1920 vão até a década de 1960 primeiro deles é o do debate italiano porque a Itália não fez uma revolução socialista e tinha um partido comunista de alguma expressividade eventualmente de grande expressividade na segunda metade do Século XX então este debate italiano que não conseguiu fazer revolução mas se indagava do Por que não
conseguia fazer esta revolução esse debate é muito simbolizado pela figura de Antônio gramich gramich um herói da luta eh revolucionária da luta da classe trabalhadora que sofreu perseguições atrozes sob o fascismo e sob Mussolini Antonio gram tem toda uma obra para tentar explicar porque países como a Itália não faziam revolução como a Rússia fez como a China fez como Cuba eventualmente fez então o próprio grames vai dizer que são países com como a Itália de perfil ocidental muita gente discorda desta diferença o capitalismo é o mesmo não tem diferença aqui substancial portanto as estratégias deveriam
ser as mesmas mas gramich operando esse par que ele propõe ocidente e oriente elão Então vai dizer que em países ditos ocidentais do capitalismo Central A Guerra Revolucionária não era de eh movimento era guerra de posição era ficar no seu lugar Tentando ganhar ao da luta da hegemonia de dentro desses países enquanto a Rússia a China Cuba outros países mais fazam guerra de movimento e o próprio pro ataque isto em algum momento podia ser lido como um choro mas passa a ser lido por boa parte dos marxistas e das marxistas que estão mais confortavelmente assentados
na sua poltrona lendo livros escrevendo TCC Xingando na internet parecendo que é revolucionário é de alta qualidade porque faz pronunciamentos em redes sociais esta gente prefere esta leitura que vai dizer assim não há condições para fazermos a revolução hoje então começa aí esta espécie de eh apoio constante É dizer sobre correlação de forças nós não temos correlação de força para fazer a transformação do capitalismo Então vamos fazendo que podemos isto é uma antessala do Reformismo e isto gerou dentre outras leituras o debate italiano eu inclusive trato desse debate italiano em filosofia do Direito com mais
eh especificidade gerou aquilo que se chama de eurocomunismo a leitura de que não se deve fazer revolução o Partido Comunista italiano acreditava que se devia apostar na democracia e aí vem toda uma série de desatinos em torno desta leitura marxista muito enfraquecida eu também trato destas posições dos Italianos me Ocupo bastante delas em crítica do fascismo meu mais recente livro da boi tempo editorial o Quim teve ocasião de falar A esse respeito e aqui uma boa parte do livro é para discutir o caso italiano as circunstâncias da própria Itália um segundo movimento desse Marxismo ocidental
é o movimento que está consubstanciado na obra de georg lucx lucat como alguns queiram pronunciar no Húngaro e Ernest BL o o alemão blque esses dois pensadores têm Características próprias advieram de um movimento muito específico de Formação intelectual eh lucx tem algumas frases algumas fases internas do seu pensamento Block tem sempre uma mesma característica de pensar a Utopia e a esperança e são pensadores que também são bastante típicos do Marxismo ocidental como ainda típico do Marxismo ocidental é um terceiro conjunto então eu falei que o primeiro é italiano o segundo é o de lucx e
Block e o terceiro Conjunto é daqueles pensadores da conhecida chamada inclusive por um rótulo só escola de Frankfurt Max rimar Theodoro Adorno eh eh eh Enrique Ron eh vilam Reich Herbert marcuzi e tantos e tantas mais que estavam em torno desse pensamento dos frankfurtianos os frankfurtianos tiveram pouca aderência política imediata na sua própria trajetória Embora marcuzi tenha tido expressividade de luta mas aorn horheim não tiveram tanta expressividade mas Tiveram contribuições eu diria eh teóricas filosóficas bastante decisivas eh eh para pensar a estrutura da própria sociabilidade capitalista este conjunto é o chamado Marxismo ocidental para Muita
gente da Universidade isso é Marxismo só que para Muita gente da luta transformadora esse é o pior Marxismo porque que é o Marxismo para fazer TCC iniciação científica dissertação de Mestrado tese de doutorado mas não operamos com isto a revolução e muita Gente pensando mais concretamente opera a revolução e o resultado é que não todos mas eu diria que a maioria dos pensadores do Marxismo ocidental foi se acomodando seu pensamento foi se instalando de modo rigoroso em termos intelectivos mas Desc compromissado de lutas políticas e o caso é que então o conjunto do Marxismo ocidental
passou a ter característica de reformismo ou então de constatação da falência do capitalismo sem que pudesse a partir Daqui surgir alguma coisa distinta ou uma luta distinta Isto é muito típico por exemplo do pensamento dos frankfurtianos que fazem uma leitura negativo do Capital mas não percebem como escapar do próprio capitalismo ou do grames que dizia que o velho já morreu e o novo ainda não nasceu então uma espécie de lástima ou de impotência por não saber como mudar o mundo que é bem diferente de Lenin malsetung e tantas e tantos outros mais Que iam adiante
mesmo Rosa de Luxemburgo nesta transição do final da segunda internacional já para os períodos revolucionários que era uma teórica para agir e não simplesmente alguém para fazer tese de doutorado em economia embora ela fosse uma brilhante teórica da economia como das melhores que a história já pudesse ter tido mas era uma pensadora para a prática e isto foi se perdendo depois com o chamado Marxismo ocidental então agora começo a minha Proposta de leitura e que é de muita gente também mas os termos pelos quais eu faço essa sistematização são bastante originais e desenvolvo Isto mais
uma vez aqui em filosofia do direito começa um movimento de superação desta leitura eu diria tradicional do Marxismo ocidental esta leitura por falta de um nome para dar para ela estes movimentos por falta de nome para dar para eles foram chamados desde então até hoje de novo Marxismo eu Tomo cuidado de colocar aspas neste novo porque novo Claro tem referência a alguma coisa que lhe antecedeu então pode ser que daqui a 100 anos o que se chamou novo é alguma coisa já bastante antiquada mas de fato perante a referência mais típica mais tradicional de que
a pessoa se a beira do Marxismo pelo Marxismo ocidental que é o Marxismo que serve para lastimar o capitalismo mas não encaminha um sentido de transformação social este movimento que Surgiu para depois disso el é bastante Divergente e este movimento tem uma espécie de antecessor ou então uma espécie de primazia muito pró própria aquele Pensador que fecha o Marxismo ocidental e que vai dizer Marxismo não é um jeito de entender o mundo mais um Marxismo é o Rigor científico para entender o capitalismo suas formas sociais sua estrutura e descobrir qual é a ciência para sairmos
dessa estrutura para rompermos com essa estrutura para Superarmos o capital Pensador foi o francês Luis auser que aqui em português costumamos arredondar a brasileiraroupas seu nome falamos auser Lui aer Ah aer ele representa aqui uma ruptura com a leitura tradicional do Marxismo inclusive porque ele vai se levantar contra esta visão dos partidos comunistas que já eram cansados partidos comunistas já fazendo acordo por décadas com as burguesias Naci iis dos seus países e impedindo as massas de fazerem A revolução a vai dizer função de partido comunista não é apoiar a democracia burguesa para ver se sobra
uma migalha disso para a classe trabalhadora isso quem faz é reformista a função da luta revolucionária é fazer a revolução e o Marxismo não é uma interpretação de mundo como é a Interpretação da direita como é a interpretação do religioso como é a interpretação de alguém que tenha qualquer outro ponto de partida não é um Jeito de ver o mundo o Marxismo se põe como uma ciência para a compreensão da sociabilidade capitalista tanto é que se o Marxismo não sabe de alguma coisa e nós começamos a entender que existe um dado sobre o capitalismo que
até então os marxistas não falaram e este dado é científico Marxismo incorporará isto porque esta é a leitura científica da sociedade e Marx dirá c não é um intérprete filosófico da sociedade Marx não é bem só um filósofo como foi Hegel Como foi Kant como foi Voltaire como foi David H Marx é o descobridor de um continente científico que é o continente da sociabilidade da historicidade Então não é apenas um intérprete não é mais uma sequência que veio e eh eh de Kant passou por FT e eh Hegel e FB muito pelo contrário é descobridor
de algo fundamental tanto quanto o Freud que descobre o continente do inconsciente não é apenas mais um intérprete da mente humana como poderia ter sido a madame Blavatsky enfim não é alguém que está nessa sequência é o descobridor de uma ciência bem como Marx aqui não é alguém que está no nível de uma espécie de leitura interpretativa da economia como a da a de Adam Smith enfim não se trata aqui de propugnar falsas ciências do indivíduo ou da mão invisível pelo contrário se busca entender Quais são as formas estruturantes do Capital então Aero vai dizer
Marxismo é uma ciência só que não uma ciência só para fazer Ciência Marxismo é uma ciência e uma revolução isto aqui é fundamental esta dinâmica é decisiva Porque isto chocava o Marxismo até então estabelecido nas universidades out nos partidos comunistas já esclerosadas já an fos que diziam não há condição de fazer a revolução quando aer faz isso na França nos meados da década de 60 vejamos que Mariguela está no mesmo par no Brasil dizendo os partidos eh eh eh comunistas do o Partido Comunista do Brasil não me Deixa lutar contra a ditadura então eu vou
lutar contra a vontade do meu partido porque a vontade do meu partido era fazer acordo com a burguesia primeiro industrializar o Brasil primeiro desenvolver a burguesia e um dia quem sabe avançar contra a burguesia tudo isto é revolucionário destes partidos ditos comunistas então aer rompe com todo estee quadro e foi um choque na história Etiene balibar eventualmente o mais Brilhante discípulo de aer desde a década de 70 desenvolve obras notáveis como cinco estudos do materialismo histórico a ditadura do proletariado ou então a filosofia de Marx que eu tive ocasião inclusive eh de lançar eh poucos
meses atrás a tradução para o português da editora da 20 e que faç o prefácio deste livro e o próprio etien BB vai dizer um marxista ele estuda a ciência do Capital sobre o capitalismo e sobre a saída do capitalismo para fazer a Revolução ciência é revolução e isto vem numa estrada pela qual vem tantos pensadores e pensadoras brilhantes desta caminhada a partir de aut cer como o Pier macher como eh o próprio tin balibar aqui já disse Alan badiu e e por exemplo dentre Dominique lecour dentre outras e outros esta enorme pensadora e batalhadora
que nos orgulha na América Latina que foi Martha harnecker então daqui sai um braço que se pode pensar se chame novo Marxismo mas não é só este Braço agora eu começo a sistematizar o que se Poderia chamar de novo Marxismo também no filosofia do direito eu tenho uma proposta de que todas as leituras chamadas de novo Marxismo elas podem ser pensadas a partir de três eixos e uma tangente então eu gostaria aqui de tomar liberdade de ensinar a todas e todos o que eu desenvolvo em dezenas de páginas do filosofia do direito eu digo que
o novo Marxismo começa na década de 1960 e desde então ele se apresenta como Uma leitura e uma forma de compreensão e ação que se põe de modo muito distinto daquele do Marxismo ocidental e estes horizontes de novo Marxismo podem ser pensados em três eixos e uma tangente então Alguém poderia dizer então são quatro linhas sim três eixos fundamentais e um que tangencia e eu tomo a liberdade de dizer proposta minha que um tangencia Porque alguns desses autores tem algumas coisas que estão no Campo do Marxismo outras não então para evitar esta discussão estéril eles
são ou não são marxistas eu digo há três eixos que podem ser pensados de maneira marxista e um de tangente cujos autores têm parciais contribuições ao Marxismo por isso que eu não digo que há quatro eixos digo que há três e uma tangente pois bem o eixo central desta reflexão marxista eu desenvolvo isso tem filosofia do direito desenvolvo em tantos outros livros meus enfim Reflexões como Tais eh este eixo central tem um tem no seu primeiro Pilar a trajetória de aer e dos alerian que vai dizer que Marxismo em termos de ciência a leitura das
formas sociais do Capital a partir do livro principal científico de Marx que é o capital então é dar aqui um reforço a descoberta de como funciona categorial o capitalismo A partir dessa descoberta de Marx em o capital que é o livro mais importante do Marxismo por Isso uma das primeiras obras de autoser é por Marx a favor de Marx que é traduzido esse livro aqui em português pela Editora da Unicamp e um outro livro fundamental de autoc é para ler o capital para ler o livro O Capital como se deve ler o livro capital então
eu diria que aqui está um eixo decisivo um pouco depois de aer eh em paralelo Não mais na França mas na Alemanha alguns pensadores estes mais a distritos não a uma luta revolucionária mas numa espéce De sucessão do Marxismo ocidental em termos de eh modo de ser desses intelectuais Eles não eram eh agentes revolucionários mas eram bons leitores rigorosos leitores eh científicos da sociedade que vão rompendo com aquela leitura muito tradicional do Marxismo ocidental e que passam também a querer compreender Marx a partir de categorias decisivas como Aquela do valor como Aquela da mercadoria então
Eh Hans geor backhus hmut reld e outros mais começam Eh uma leitura sobre o valor sobre a reflexão Acerca das categorias econômicas e Marx que tem um proveito muito importante para nós que quase estão não fossem eh eh eh eu diria caminhadas distintas quase se somam a uma proposta de alcer e dos alerian em ler Marcos a partir da chave das categorias econômicas de o capital então que categorias são estas parar de ler Marx apenas naqueles arroubos ou frases muito bonitas do jovem Marx então na Alemanha também houve um movimento nesse sentido no entanto o
movimento mais frutífero da Alemanha se dá também em paralelo com esse Buck House e he mas também em paralelo com de AOC um pouco depois é todo um movimento que na Alemanha vai se chamar de teoria da derivação ou então segundo alguns escola da derivação ou ainda segundo alguns debate da derivação porque esta pergunta que fazem os alemães como dentre outras e outros especialmente yim rch esta Pergunta decisiva é como a forma social do capitalismo se põe num conjunto de formas sociais no plural porque se a sociedade é estruturada pela forma mercadoria você diz Marcos
no capitalismo tudo é uma imensa coleção de mercadorias Por que que nós temos formas que estão ligadas à forma mercadoria como valor como dinheiro e por que que há estado e há direito será que uma forma está aqui como a forma de mercadoria a forma Estado está lá sem Nenhuma relação uma com a outra e de repente ela se encontra não a descoberta decisiva é que no capitalismo a forma mercadoria é o átomo desta sociabilidade tudo é mercadoria tudo toma forma de mercadoria porque em especial o trabalho no capitalismo tomou forma de mercadoria é trabalho
sob forma assalariada para que seja trabalho sob forma assalariada os sujeitos tem que tomar forma de sujeito de direito porque aí eles podem comprar E vender força de trabalho é por causa da mercadoria que se desdobra a forma sujeito de direito e É também por causa da mercadoria que se desdobra a forma estado que é aquilo que eu desenvolvo em estado e forma política uma forma política especificamente estatal diz a escola da derivação não é simplesmente um acaso não é simplesmente um encontro é porque a forma mercadoria Deriva Inexoravelmente numa forma de subjetividade jurídica e
dea forma Política estatal por isso esse debate é o chamado debate da derivação do estado e do direito debate da derivação das formas sociais eu trato muito disto aqui em estado e forma política e tenho um querido orientando meu mais antigo orientando Camilo onod da caudas que orientei no seu doutorado ele tem um livro especificamente para falar da teoria da derivação do estado do direito que é publicado aqui entre nós no Brasil pela Editora contracorrente pois bem Este eixo de autoser vai se complementando é o eixo central com uma leitura da derivação se soma isso
ainda mais um reforço com todas as descobertas que na década de 1970 de 1980 na Europa e por todo o mundo foi se fazendo no campo da economia com teóricos daquilo que se chamou de teoria da regulação marxista então adores como mich agan Rober BO e esta notável economista do Marxismo que foi Susan deof todo ess Conjunto de pensadores vai inclusive avançar uma casa na nossa compreensão do Marxismo porque vai dizer além de descobrirmos as formas gerais do capitalismo é preciso também descobrir os termos médios da reprodução destas formas Gerais Então esta escola da regula
é quem propõe é quem vai lapidar de modo exemplar ferramentas como estas de entender que o capitalismo tem fases como a do fordismo e a do pós-fordismo então em estado e falma política eu tomo Inclusive eh esta eh explicação e avanço nessa explicação no capítulo 5to que é o último capítulo do livro no qual eu trato das questões econômicas e também desenvolvo isto em crise e golpe meu livro também da boi tempo editorial no qual eu exp com a crise do capitalismo a partir doss termos médios desta crise fordismo crise do fordismo foi uma p
fordismo a crise do pós-fordismo é outra ela se arma de um certo modo e ela se aproveita eh desta mesma crise do outras Formas também então o que estou dizendo é que há todo um conjunto de pensadoras e pensadores decisivo para eh refletirmos sobre a economia que nós em termos marxistas mais rigorosamente a partir desta escola da regulação marxista preferimos falar de termos mos como fordismo e pós-fordismo do que falarmos eu diria de modo quase errado estado de bem-estar social e neoliberalismo porque é possível que se veja antes um estado de bem-estar social E hoje
um neoliberalismo só que a culpa disso não é de governantes neoliberais Caprichosos a culpa é de regime de acumulação modo de regulação do próprio modo de produção capitalista a culpa é do modo de produção e nós não podemos desperdiçar Esta luta revolucionária para dizer é porque um governante neoliberal que nós sofremos o problema é do capitalismo e o governante é só mais uma pedra nesse caminho desta Estrada da do flagelo do próprio capital este Conjunto é a estrutura principal do novo Marxismo e eu digo que a mais dois braços aqui um desses braços é o
que eu chamo de alternativ ismos políticos do Marxismo porque eles partem da mesma base de uma leitura do novo Marxismo preferem ler o Marx rigoroso científico de o capital também tem uma mirada por mudar o mundo como era esta aqui proposta por autoser de fazer ciência e Revolução no entanto tem alguns pressupostos próprios eu quero Lembrar que toda a leitura de novo Marxismo ela tem um quadrante fundamental seu modelo de pensamento do Marxismo é preferir o Marx rigoroso cientista das obras mais importantes de Marx que são aquelas Como por exemplo o capital e em termos
políticos ler o mundo a partir do referencial de igiene pachukanis então tudo que é novo Marxismo lê a política o direito as instituições a partir dos machucantes Portanto tem um Sarrafo altíssimo tem uma radicalidade imensa porque não vai imaginar que estado de direito sejam bonzinhos à disposição das pessoas ou sejam neutros para fazerem o que quiser esse braço central do Marxismo que está passando por alcer por balibar por leur por badiu por Marta harer se soma ainda nesse braço central com buhus reichert se soma e aqui também com tradições como o da derivação com a
proposições como a de rirs mas se soma também aqui com Leituras como da regulação e se soma ainda antes de eu falar do alternativ ismo com leituras como da nova dialética com Chris Arthur outros mais que tem ao seu modo também uma tentativa de leitura eh rigorosa da dialética em Marx agora eu quero falar dos alternativ ismos estas leituras partem do mesmo pressuposto Marx como cientista da revolução partem do Marx da maturidade partem de Bacho canes e dizem assim como o estado é uma forma do capital e até Aqui toda a leitura é igual e
como o direito também é uma forma do capital para mudar o mundo nós devemos parar de investir na tomada do poder do estado e parar de investir em políticas públicas parar de investir em reformas jurídicas porque tudo isto é a manutenção do Capital nós devemos mudar o mundo sem tomar o poder John Hollow é um dos exemplos desse braço aqui que cham de alternativ ismo Tony Negre é outro desses exemplos toda vez que nós Colocamos a classe trabalhadora organizada sob o estado sob o direito a classe trabalhadora opera sempre sob as formas do Capital Então
ela se organiza em sindicatos o sindicato pede aumento salarial a greve nunca é para fazer revolução é para ver se ganha uma migalha de aumento dentro do Capital E aí a classe trabalhadora não faz revolução ela passa a ser uma classe conformada então Negre diz assim imagina isto então então a única hipótese de eu Mudar o mundo é tentar apostar nesses elementos que estão tão desconexos e tão largados no capitalismo que nem com greve alguém liga para eles seria aquilo que Marx chamava de lumpen proletariado ou aquilo que o próprio Negre vai chamar de multidão
são caminhos alternativos que partem desse mesmo eixo central um outro caminho também que se apresenta aqui É aquele da nova crítica do valor que tem eh uma posição eu diria que quase antípoda a de Negre de holloway Mas que parte também do mesmo horizonte que é esse com o qual parte todo o novo Marxismo de uma leitura de Marx a partir de categorias categorias econômicas categorias científicas parte de pachukanis o estado de direito são forma do capital e a nova crítica do valor com pensadores como Robert Kurtz anselm IAP rosvita Schultz de quem orientei uma
importantíssima tese aqui no Brasil pensando feminismo e capitalismo que é a tese de Taiz leate que também é Publicada pelo Editora contracorrente estes elementos aqui nos revelam eh o quanto nós podemos pensar as formas do Capital como formas a partir das quais não é possível reforma não é possível sequer imaginar que a transação ou acordo com estas formas possa fazer com que daí saia a ção então é preciso negar plenamente as formas do capital é preciso fazer uma nova crítica do valor para reconhecer que no valor na mercadoria nas formas sociais do capital Está o
problema e olhem o que eu vou dizer agora desses três eixos inclusive porque kurts e ap rosvita Schultz ao contrário de Negre e holloway dirão que nas atuais circunstâncias a classe trabalhadora do mundo os partidos de esquerda e eventualmente até movimentos sociais tem pouca possibilidade de fazer uma espécie de intelecção de quais os caminhos plenos paraa saída do capitalismo quase sempre nós sempre quase sempre Nós voltamos aqui a Engendrar estratégias de acumulação como se fosse solução do capitalismo e é só mais um empurrar com a barriga do Capital olhem o que eu vou dizer aqui
boa parte do eixo central e boa parte dos dois braços deste novo Marxismo suas alturas e seus autores nem se chamam Tecnicamente marxistas isto pelas características do próprio espaço europeu e estadunidense no qual Marxismo era de algum modo muito associado à União Soviética Então as pessoas queriam Não ser soviéticos as pessoas queriam ter um outro Horizonte por isso que cada um desses eixos descobre um nome para si o próprio joim hirch prefere chamar a sua leitura de teoria imperialista do Estado poderia falar teoria marxista do Estado mas ele dá esse nome porque eventualmente poderiam confundir
teoria marxista do estado com a teoria que fazia a União Soviética a nova crítica do valor até rejeita ser chamada de marxista via de regra porque também Imagina que vão confundi-la com a União Soviética holay Negre também estão mais ligados um ao zapatismo ao outro H movimentos também de massa de tal modo que via de regra o novo Marxismo boa parte dos seus pensad e pensadoras não gosta do nome Marxismo e no entanto por isso eu digo que é diferente ver o Marxismo do Brasil ou do terceiro mundo ou do mundo periférico do que vlo
da Europa e dos Estados Unidos para lá Marxismo é uma chaga para nós Marxismo Tem uma força ideológica decisiva Então esta gente que nem quer ser chamada de marxista nós a chamamos porque seus contributos ainda que parciais em alguns casos plenos em outros casos são para nós decisivos para nós construirmos o que eventualmente eles não querem mais construir portanto toda esta caminhada é decisiva Lembrando que claro neste eixo central que eu aqui propus eh alguns desses autores mantiveram até o final da vida o orgulho de serem marxistas e Dizendo se o Marxismo tem coisas erradas
e se a maioria dos marxistas está em reformismo em apoio à União Soviética em apoio à burocracia sem fazer marcha revolucionária aar deles Marxismo não é isso que eles fazem então próprio autoser é um desses que tinha eh eh orgulho de se afirmar como marxista e buscava aqui mostrar a importância deste dístico ideológico é que para nós do Brasil da América Latina da África e da Ásia isso no soa de um modo muito Óbvio E para os Estados Unidos e Europa dizer-se marxista é quase que um palavrão horrendo por isso que por lá começam eufemismos
como nos Estados Unidos teoria crítica sobre Isto ou Aquilo enfim para não dizer o nome que se deve dar as coisas são três eixos um Central dois braços e agora a tangente a tangente é de uma série de pensadoras e pensadores que eventualmente até que se pronunciam como antimarxista Porque vão dizer não só que discordam de Experiências como a Soviética ou de resultados Tais e quais mas discordam fulcral do Marxismo para algumas questões mas que do outro lado apresentam algumas contribuições eh relativamente importantes eu destaco em filosofia do direito nomes como o de Ernesto laclau
Chantal muff laclau argentino muf belga eh eh estas duas eh ela e ele pensadoras Pensador e Pensador que contribuem com questões como a política do capitalismo no século XX o Populismo não é necessariamente marxista mas trazem aqui algo de relevante mas em especial nesta tangente estão pensadores e pensadores que também trazem um diálogo muito grande com as questões da psicanálise então pensadores decisivos como Gil de le de quem eu orientei o mestrado de Lucas balcone e que é um livro eh eh eh direito e política em delz da editora ideias e letras eh delz é
um Pensador aqui de tangente do Marxismo mas com contribuições enormes Para discutir a máquina do desejo que é o capital e pensadores diretamente ligados à psicanálise como eslav gigek de quem Eu tratei muitas questões e eu orientei inclusive um mestrado que é o de Marcelo grilo a respeito de zizek e que é o livro direito e política em zizek que é publicado por Lavra palavra editorial então zizek é um desses autores que em boa parte da sua obra não é marxista mas que tem contributos muito grandes para o Marxismo para as questões Da psicanálise Lembrando
que no eixo central destes três a maior contribuição para a psicanálise foi dada pelo próprio a quando então descobre a natureza da ideologia capitalista e percebe que a ideologia opera no inconsciente e com ISO ele abre uma estrada magnífica de leitura de como transformar a sociedade porque não é com a consciência que nós mobilizamos a classe trabalhadora é exatamente nesta F mais difícil nesta luta mais árdua que é a luta do inconsci Então para a apresentação aqui a todas e todos eu proponho que o novo Marxismo tenha um eixo central que não é composto só
de um autor nem tamp pouco de uma linha só este eixo tem alguns plexos decisivos e eu tomo aqui a liberdade de dizer que eventualmente os maior impacto político prático são de Aler e dos al cianos da derivação e da regulação com esses três se faz muito de uma caminhada revolucionária com mais os contributos dos alternativ ismos e da nova crítica Do valor e com os contributos da tangente do Marxismo que via de regra esta tangente está mais referenciada à psicanálise tudo isto é um caldo de Cultura extraordinário para fazermos o Marxismo do Século XXI
não ser apenas a lástima sobre o capitalismo nem tampouco para que ele seja uma espécie de ciência de gabinete para vermos porque o capitalismo D errado e nós não saímos do lugar muit pelo contrário é com muita esperança que eu proponho esta Classificação do Marxismo chamando gente inclusive que eventualmente não se chama por marxista e dando luzes a ideias e movimentos que eventualmente o Marxismo tradicional não gosta não tem atenção eu faço esta caminhada em primeiro lugar para estruturar didaticamente para o século XXI Como conhecer o Marxismo Então é isso que eu faço aqui em
filosofia do direito mas também faço em livros com o próprio estado e forma política mas não é só por didática ou Por sistematização é por muita esperança que eu faço isso porque se nós pudermos avançar casas no entendimento científico da sociedade capitalista nós aumentamos o grau da nossa esperança Da nossa energia de luta e eventualmente da nossa ação revolucionária é para que nós possamos um dia talvez não nós Mas é para que no começo do século XX alguém um dia continue a contar a história do Marxismo e diga que no nosso tempo histórico não houve
apenas uma lástima Por ver o capitalismo e não fazer nada ou apenas esta ilusão eu diria extremamente horrenda de tentar remendar o irrel o começo do século XX não seja ele igual ao começo do século XX quando se dizia o capitalismo não pode ser transformado só façamos remendo quem sabe pensar de modo pleno científico e radical o Marxismo nos habilite também um dia a fazer a revolução e que a história conte por nós porque no nosso Tempo nós fizemos a história obrigado Muito obrigada professora Alisson pela brilhante e profunda reflexão de sempre é sempre uma
grande aula poder eh ouvi-lo eh especialmente aqui nessa conferência de abertura do quarto seminário internacional crítica do direito subjetividade jurídica gostaria de registrar aqui para o professor eh uma série de centenas de mensagens de de carinho de agradecimento saudações ao Professor eh do nosso público e foram muitas perguntas muitas perguntas interessantes relativas ao debate do novo Marxismo de alguns autores e autoras e como estes estariam ou não enquadrado né enquadrados E enquadradas nessa classificação do professor eu reuni algumas delas considerando inclusive o o tempo que nós temos aqui nesta conferência justamente para contemplar né em
blocos eh creio que fazer um bloco Professor com quatro Questões seja mais o mais adequado neste momento e as perguntas eh peço perdão inclusive por não ter é conseguido talvez foram muitas perguntas mesmo agradecemos de coração todo envolvimento aqui do público e todo o interesse e eu vou passar agora para para realizar a leitura dessas perguntas a primeira pergunta o professor prefere que eu faça as quatro a primeira pergunta é da Iane Mendonça e ela pergunta quais são as Características centrais do novo Marxismo e se a teoria de Marx desenvolvida em sua época Ainda se
aplica a nossa realidade e a atual etapa do capitalismo já o Vítor Barão pergunta qual o melhor contributo da psicanálise para o novo Marxismo e talvez para a Revolução brasileira o Gabriel Afonso questiona se ao pensar na estética socialista seria possível estabelecer uma superação das Estéticas do século XX ou seja do Realismo socialista Para a consagração de uma estética plena e revolucionária e a última questão eu eu foi sobre as lutas sociais da América Latina e e ela se deu com base n em dois questionamentos de Gabriel Dib e do Eric GC eles questionam em
que termos de lutas sociais e construção do socialismo na América Latina eh o novo Marxismo abre um um Horizonte revolucionário de transformação E aí nesse sentido né o Complemento da questão é como analisar a luta Progressista sobretudo pensando nas dinâmicas do capitalismo central e periférico Muito obrigado querida Susana obrigado a todas e todos pelas manifestações pelo carinho por essa estrada que caminhamos Juntas e juntos eh fico emocionado com as perguntas e com a participação de todas e todos a primeira pergunta minha querida Susana é o nome da pessoa que a fez por gentileza Iane Mendonça
Iane muito bem Iane eh as características do novo Marxismo eu posso lhes asseverar aqui que só pode ser chamado de novo Marxismo Quem começa do Marx da contribuição científica de Marx então do capital e das obras no entorno de o capital então pensar o capitalismo não como um problema moral mas como um problema de um modo de produção como esse modo de produção se estrutura e se reproduz Porque devemos desmontar o modo de produção e não só Xingar o capitalismo Então isto é o novo Marxismo fundamentalmente e para os termos políticos e jurídicos ele sempre
é pasuc canano quem achar que o estado é neutro quem achar que o estado pode servir para a Revolução quem achar que eh a burocracia ela ajuda a organizar o ímpeto das massas não está sendo eh alguém revolucionário portanto pasuc canes é o elemento delimitador se alguém desde a década de 70 até hoje é marxista e não é par ano não é do novo Marxismo é Do Marxismo ocidental ou da segunda internacional algo assim mas não é do Marxismo o do Marxismo eh mais avançado é Marxismo ocidental ou segundo internacional Então esta é a característica
Marx é atual tanto atual que o mais avançado do Marxismo hoje bebe do mais avançado Marx diretamente então é para ler o capital e não para superar o capital é para ler o capital e a partir daí continuar na trilha do entendimento do capitalismo e da sua Superação eu vou pra pergunta quatro de Gabriel e do Eric que pode ser o meu querido orientando de pós-doutorado Eric Gomes eh eh é possível que a sigla seja dele eh eh eh da próxima vez Eric pon o nome inteiro eh eh eh que aí eu tenho certeza eh
as lutas sociais na América Latina observemos nós América Latina é para nós um espaço eu diria eh eh muito valioso de pensamento sobre as lutas Eu prefiro ler as lutas a partir da América Latina do que a partir dos Estados Unidos da Europa dado que este ambiente otan Estados Unidos e Europa daí não sai nada não é que da América Latina saia muita coisa melhor mas sai para nós ao menos um laboratório de como se tenta e se fracassa porque não me consta que nos Estados Unidos nós sequer tenhamos gente sofrendo golpe e olh que
a gente que sofre golpe aqui na América Latina também não é o que há de melhor em termos de luta social a gente reformista a gente liberal de esquerda mas sofre Golpe Claro os Estados Unidos não sofrem golpe não sofrem golpe porque lá não tem embaixada dos Estados Unidos mas a a a Europa às vezes também não sofre golpe Então o que estou dizendo é que estas tentativas por mais eu diria limitadas sem grandes horizontes elas nos servem para pensar por que que a esquerda Liberal não é o nosso caminho por que que o presidente
Lula vai preso por causa de pedalada de pedalinho a Dilma foi caiu pro pedalada fiscal e o Lula Porque pedalou Num lago eh eh sei lá um pedalinho era acusado dele ou então um um um desgraçado triplex de colocar eh eh eh três unidades eh eh de apartamento minúsculas uma em cima da outra por que que essas coisas acontecem e grandes desgraças da América Latina não são postas pergunta é exatamente esta por que nós somos eh eh descoordenados emem termos de luta social no caso da esquerda Liberal porque a esquerda Liberal não mobiliza o povo
ela é Desmobilizados do Povo ela entrega políticas públicas mas exatamente então a América Latina é um laboratório para percebermos entregar política pública não é antessala do socialismo é dar uma volta do mesmo parafuso para ficar no mesmo lugar então ISO no Serve mas também no servem algumas experiências eu diria um pouquinho mais de eh eh estruturação como a do chavismo na própria Venezuela ela seus limites seus impasses nada disso é uma caminhada Gloriosa apenas é toda ela eivada de contradições mas aqui há um espaço bastante mais factível e também aquela virtude de sermos eh relativamente
pobres Porque no final das contas ainda guardamos um certo modelo de intelecção de mundo que tem aderência com a realidade no sentido de que nós olhamos para o mundo tentando ver como é que se muda o mundo enquanto nos Estados Unidos medos a pesquisa é o que uma Fundação financia ou uma empresa financia então a Pesquisa não é para mudar o mundo a pesquisa é para caber no bolso do governo ou do ambiente Empresarial eventualmente este estado de semid desgraça da intelectualidade brasileira e latino-americana é a nossa virtude é a nossa salvação fôssemos nós bons
bons demais em termos de cadeira bonita para fazer pesquisa e é bolsa para viajar para qualquer lugar do mundo e falar da sua pesquisa no ambiente da Escandinávia ou no ambiente do Canadá ou no ambiente Dos Estados Unidos as pessoas se tolher iam Então como não tem bolsa como queriam acabar com a universidade como mais ou menos eh ser intelectual é a mesma coisa que nada então Isto é até uma virtude porque Pensamos a realidade mais diretamente eu prefiro isso e vocês sabem muitos me acompanham aqui Susana é minha assistente na USP está comigo no
grupo de pesquisa há muitos e muitos anos só não vou dizer quantos porque ela é uma menina mas ela tá comigo há muito Tempo eh eh eh thí e tantas mais e tantos mais e vocês sabem o quanto eu tenho ojeriza pela forma do intelectual desta pessoa que é fechado em si num gabinete imaginando que ele faz um TCC e ele cita a ABNT certinho enfim que seja uma virtude Eu também cito na bnt certinho e cobro da Suzana e cobro de todos os meus orientandos e orientandas que escrevam com a ABNT Isso é óbvio
enfim e eh tanto quanto e seja óbvia a alfabetização alguém que vai escrever um Texto no entanto senhoras e senhores não pode parar aí a vida do intelectual intelectual público com compromisso social ele tem uma mirada pro mundo então ele não é alguém do estofo confortável de um gabinete muito pelo contrário nesse sentido vivermos nessa desgraça que é a nossa de país como o Brasil a gente não sabe se o próximo governo acaba com a universidade privatiza a universidade vende a universidade a preço de banana qualquer Coisa desta isso nos faz sempre pensarmos não só
na trajetória do currículo lates enfim mas nos faz pensar na mudança do mundo portanto eu vejo nisso uma grande virtude Vítor Barão meu querido pupilo da psicanálise um psicanalista eh de uma qualidade humana psicanalítica eh eh excepcional Vítor querido a psicanálise para nós é eventualmente a porta de virada paraa chegada no novo Marxismo dado que autoser vai lembrar aqui o quanto é Decisivo entendermos que a ideologia opera no inconsciente e o quanto um certo Marxismo mais Tosco não consegui entender o caráter da descoberta da psicanálise por Freud depois seus eh desenvolvedores posteriores sendo o principal
deles Lacan jaqu Lacan e eh há uma certa leitura eu diria tosca do Marxismo muito próxima também do reformismo uma leitura burocrática do Marxismo que impedia ver o quanto da psicanálise era decisiva para Entendermos Porque que o povo é de direita Por que que o povo não faz uma revolução porque a estruturação das práticas materiais e da ideologia essa estruturação se faz no inconsciente então não adianta eu dar jornalzinho para pessoa se todos os aparelhos ideológicos que organizam o inconsciente são aparelhos do Capital Onde estão os aparelhos nossos Aonde está a fala maiúscula Nossa isto
para mim é decisivo por isso que não digam assim nossa mas Quanta gente no mundo P maxismo de modo rigoroso científico revolucionário se eu fizer a conta é pouca gente nunca pensem assim digam esta gente se é pouca é a melhor azar do resto tem uma maioria que só pensa besteira então observemos nós como é que nós estamos mudando inclusive a fala pública da do pensamento crítico Isto é operar no inconsciente por isso eu digo assim as leituras mais radicais revolucionárias do Marxismo só esse número pequeno de pessoas segue ninguém Quer isto agora se eu
digo assim poucos e poucas são aqueles que TM o mais brilhante pensamento radical da ciência sobre o capitalismo e que engendram a Revolução Venham comigo posso ser dois ou três é mais ou menos que nem aquele Barquinho grama no qual Fidel Chei mais um tanto de gente 12 ao todo foram chegar lá para cuba e dizendo somos poucos e vamos fazer a revolução é algo nesse sentido portanto a psicanálise é fundamental este alinhar de Marx autoser Lacan é decisivo para nós no tempo presente querido Gabriel Afonso meu pupilo do grupo de pesquisa que me acompanha
já nessa trajetória há muitos anos também me faz uma pergunta sobre a estética socialista hoje que me deixa emocionado porque a estética é muito da minha reflexão é muito do meu trabalho muito da minha caminhada tem uma margem esquerda aí Susana não sei se o pessoal sabe eh eh colocar para ver mas uma margem esquerda de número 30 da boi Tempo não sei se ela tá na a promoção aí eh eh eh que fizeram Mas se não tiver só pedir para para boi tempo enfim para incluir eh eh uma margem esquerda que eu organizei sobre
pensamento político e jurídico marxista do novo Marxismo eh eu organizei entrevista com Joaquim rch na Alemanha o dossier com tantos orientandos e orientandas meus que participaram desse dossier com apresentação minha e esse número 30 da revista é todo ilustrado por gravuras Minhas que eu próprio fiz e que a boit tempo quis ilustrar como agora este número de agora da boi tempo da margem esquerda é ilustrado pela minha querida Gabriela Fero uma artista ímpar eh excepcional do Marxismo e que tenho alegria de ver ilustrando esta margem esquerda de agora e o Gabriel Afonso é outro artista
ímpar e especial eh da nova geração marxista que me dá muita alegria e que me pergunta sobre eh eh eh eh a estética do Marxismo não pode ser a Estética cansada de dar pro povo que o povo já gosta é é preciso a estética de induzir o povo a sonhar e a lutar mais por isso não pode ser simplesmente a confirmação do mesmo do povo não pode ser o realismo socialista guarda mas não uma Vanguarda que dê as costas ao mundo simplesmente para dizer eu faço a arte que ninguém faz ninguém entende uma Vanguarda tal
de tamanho grau de entusiasmo e generosidade que esteticamente Tome o Nosso tempo histórico e leve adiante esta estética eventualmente é a mais difícil e ela é a mais plena de todas porque ela não dá as costas para o povo mas também não confirma as idiossincrasias do povo e é isto que se faz na estética e é isto que se faz na filosofia a filosofia é sempre uma busca de Lutar em torno da ciência e da Verdade Para os fins da revolução as senhoras e senhores Imaginem que que é falar das questões da ciência sobre o
Capital para muita gente que não quer saber disso mas exatamente falar e falar e falar não é simplesmente jogar palavras ao vento é tentar encontrar aquele momento no qual a palavra toca sensibiliza e muda e chama a atenção então também a filosofia marxista a filosofia crítica também a ciência sobre o capitalismo é uma estética no sentido de uma Vanguarda transformadora que não vai confirmar o que o povo ou então certo partido ou certo movimento ou Certo ajuntamento de gente pensa não é só para confirmar aquilo que já é dado muitas vezes é para deslocar o
chão das nossas certezas prévias falta-nos muito para pensarmos a transformação do mundo e para agirmos na transformação do mundo mas as melhores e os melhores da Linha de Frente da luta revolucionária do pensamento e da Estética São aquelas e aqueles que estão posicionados e posicionadas para esta Vanguarda e ao mesmo tempo são tão capazes que tocam a Última da última o último do último da nossa gente e fazem com que nós sejamos um movimento só Vanguarda e Revolução eis algo notável que quem sabe façamos não só na estética não só no intelecto mas também na
ação Transform Obrigado SUS bom muito obrigada Professor Alisson pelo tempo não há mais possibilidade de nós fazermos outra rodada de perguntas mas então fica o nosso convite para que as pessoas eh acompanhem as demais mesas Amanhã começaremos a nossa programação de mesas redondas eh a primeira mesa de amanhã às 14 horas eh o título dela é leituras do novo marxis às 14 horas com a Camila reberg Letícia gardu Manuel Vegas uninga Vittor Ferreira e a mediação da Beatriz Araújo logo posteriormente haverá a segunda mesa redonda do dia de amanhã com novas leituras de Marx às
14:30 e essa mesa será composta por Zaira Vieira thí Rosica Leonardo godó Drigo rulo imediação de Mike imediação de Mike cu e a terceira mesa do dia de amanhã finalizando o dia de amanhã às 17 horas teros teremos o debate do da tradição francesa do pensamento à 19 horas não às 19 horas isso Professor desculpa às 19 horas com o debate relacionado à tradição francesa na mesa autos serian ismo essa mesa será composta pelo João cartim de Moraes Juliana Paula margalhaes luí Eduardo Mota Danilo Marcelli e a mediação será Do Reginaldo Gomes eh como o
professor pess mencionou a revista margem esquerda de número 30 ela compõe o a lista de livros que estão com desconto aqui eh pela pela boitempo de 20% então Eh acompanhe o tanto o blog da boitempo quanto o site da editora para conferirem quais são essas listas eh ao longo da exposição do professor Alisson nós colocamos no chat todas os livros que compõem enfim um quadro teórico eh da fala do professor sobre o novo Marxismo Sobre o seu pensamento além dos livros do professor Alisson que são editados pela BO e tempo os dois livros do pasuc
canes também estão nessa lista promocional e enfim a a margem esquerda número 30 eh eu gostaria de mais uma vez agradecer a boi tempo pela parceria em mais um ano do nosso seminário internacional agradecer ao grupo de pesquisa a todas as pessoas que estão envolvidas na organização eh nova ente reiterar né o pedido que continuem Acompanhando as atividades dessa semana com certeza será uma semana muito especial vou agora devolver a palavra ao professor Alisson para ele falar e fazer sua saudação final sua fala final e eu enfim eh agradeço e finalizo aqui a minha fala
Obrigada Obrigado querida Susana Obrigado por esta participação tão especial suana n semestre também em específico é a minha monitora na Universidade de São Paulo e me dá Alegria de estarmos juntos nas minhas aulas nas atividades acadêmicas eu agradeço a Susana a thí querida que organizou toda a liderança deste trabalho do seminário obrigado por toda a participação meu grupo de pesquisa querido eh eh que este ano inteirinho está comigo nesta caminhada enfim com tanta eh energia tanto sonho tanta luta e tanta coisa bonita obrigado ao meu grupo de pesquisa eh obrigado meus orientandos e orientandas que
estão aqui Presentes bo tempo editorial querida boit tempo eu falei da Ivana falei do Kim Dória mas tanta gente perda Vogo e querido que aí é do meu grupo de pesquisa e da bo tempo e tanta gente mais eh eh da editora que me dá tanta alegria e todas e todos vocês que participam deste simpósio deste seminário Inter Nacional eh venho gente do exterior amanhã começa já com um aluno meu que pesquisou as minhas ideias lá no México Manuel Veg tsuna que veio Ao Brasil para estudar comigo na Universidade de São Paulo e que do
México palar é também conosco amanhã e tanta gente mais que participará com a gente do exterior mais tanta gente querida do Brasil e que alegria vermos Esse seminário avançando com tanta beleza Eh eh Esse seminário entra pra história porque eh é de todos os seminários que nós organizamos o que tem o maior número de participantes eh são nove mesas não é isso Suzana mais a Minha conferência então dão 10 eventos ao todo transmitidos pelo meu grupo de pesquisa pela TV boit tempo e tem um alcance extraordinário isso tanto agora imediatamente Quanto depois fica paraa história
inclusive no sentido de poder ser acessado em tantos outros momentos Então para mim é muito especial vermos esta semente nós somos poucas e outos mas temos uma dinâmica na nossa marcha que poderá vetorizar a história isso me dá uma enorme alegria e ao mesmo tempo Uma energia muito bonita por sabermos que pensando criticamente o mundo pode ser outro Obrigado devolvo a palavra a Suzana então para o encerramento das atividades de hoje obrigada Professor então agora as atividades da conferência de abertura do seminário internacional crítica do direito subjetividade jurídica novo Marxismo e crítica das formas sociais
está encerrada aguardamos vocês nas próximas atividades boa Noite boa noite