[Música] esse próximo painel a gente vai ter Winston Natal o Natal Natal Natal e o Matias como a gente tem algumas apresentações cada um vai vir aqui individualmente e a gente faz as apresentações depois faz um pouquinho o debate bom Vamos começar com você n e a queremos saber né como é que essa arquitetura como é que o as peças estão se movendo no mundo para possibilitar essa agenda de fato que isso aqui é uma espécie de intervalo conceitual do seminário Antes de voltar depois a gente discutir com os os que estão eh apostando eh
com cheques na coisa né É Vai ser uma coisa vai começar mais acadêmica e depois ficar um pouquinho mais regulatória eu vou abrir mostrando qu dier o Quais são os instrumentos que se usa normalmente numa política e como o Brasil tá adotando instrumento vão ver o ecoinvest num cantinho importante da figura Essa vai ser a minha apresentação e obviamente eu vou fazer algumas considerações sobre a importância do ambiente macro eeconômico a portância do custo do Capital que novidade nenhuma para pros banqueiros aqui presentes mas é sempre bom lembrar depois outros aspectos não tem a ver
com os instrumentos mas tem a ver com a taxonomia dos investimentos ou seja o que que é um investimento que mais mundo ah muito bem vamos dar incentivo para investimento Que diabo é isso então vai quer dizer vai ter uma conversa sobre taxonomia e depois uma conversa sobre regul ação especialmente sobre ângulo da cvm então para começar deixa eu apresentar o meu primeiro slide que é simplesmente uma visão eh importante sobre como que risco e retorno acabam e urgência do do do problema climático acabam colocando uma importância muito grande no financiamento Porque que o ecoinvest
foi tão importante porque que dívida é tão ante bem a gente sabe que para resolver o problema do clima é basicamente um problema econômico tem a ver com investimento mas não é só andar na curva de transformação várias das tecnologias na verdade ma essas essas esses chutes maravilhosos que bem ma etc não mostram que mais ou menos de 40 a 50% das tecnologias que vão estar disponíveis na transição 2050 não estão disponíveis hoje você acredita nesses números mas mais ou menos alguma coisa razoável supor que vários não estão nem aí quer dizer os setores hard
to abit quer dizer cimentos fácil tá não tá nem perto de chegar em coisas escaláveis hoje né Tem muita história etc então é claro que você vai ter que eh focar na urgência na difusão e graças a Deus o setor elétrico que é o que faz tem que fazer o grande parte do truque da transição resolveu esse problema no começo do século eh o que o que as energias verdes fizeram quer dizer Alinda hídrica quer dizer solar eó paraa transição energética foi quase que salvar o mundo porque é nessa que a gente vai ter que
trabalhar Mas e a combinação de setor privado e equity dívida Varia muito porque o risco Varia muito então eu vou concentrar mais a discussão na parte da difusão porque ali é que onde a coisa tá acontecendo Eu não quero dizer que a parte de inovação isso aí eu botei de propósito não deva ser parte central de uma estratégia de de clima dizer é claro que é quer dizer investir na área de alto risco que é uma coisa fundamentalmente de governo de fil europeas é muito importante mas aqui a concentração vai ser na discussão sobre difusão
em geral a política trata disso como é que você pega as tecnologias da prateleira e bota no no no sistema quer dizer na curva de transformação como falam os economistas e não tem muito o que inventar toda política de clima hoje moderna é é feita de três componentes quer dizer um que tá atrás da cadeira ali que é subsídios fiscais temporários quer dizer são Dados a projetos no caso típico no Brasil que vai ser muito usado é o que bends sempre fez H muito tempo Sud etc depreciação acelerada é um instrumento muito eficiente e acaba
com o projeto não fica para sempre eh então isso vai ser uma parte importante créditos de carbono graças a Deus essa semana passada teve duas boas notícias uma vinda de Brasília com aprovação do projeto de lei e outra vindo de bacu quando se resolveu enfim colocar os créditos do artigo 6.4 Ladeira abaixo vai sair o que fez aquela menina Maria algix é uma coisa de de heroína ela fez um negócio muito bonito Essa é a coordenadora do do A6 do artigo 6 em 6.4 na verdade em no âmbito da da conferência do clima FZ um
trabalho Espetacular tocou isso vai andar só que CL de carbono é algo que é bastante importante para não é uma coisa que serve para tudo mas é muito muito útil para tecnologias eh existentes quer dizer ele afeta o fluxo de caixa dos projetos obviamente tecnologias que que existem né S são coisas reais né porque acabou não ajuda muito projetos de de pid etc fica muito na frente e obviamente o que eu traduzi blended finance como combinação de fontes de financiamento essa qualquer política é uma combinação dessa daí dessas três o modelo europeu começou muito mais
no meio o modelo americano Demorou e saiu rachando nas duas pontas n é mas o modelo europeu tá atendendo um pouco também para para usar muito mais mecanismos diretos que não sejam criados de carbono ou seja o Brasil tem isso daí mais ou menos já montado e vai ser mais da mesma coisa daqui para frente agora como é que a coisa funciona e quais são os problemas quer dizer aqui eh eu peço desculpa para aqueles que já sabem a economia para eu vou fazer um pouquinho de teoria básica 001 de do investimento segundo kenos e
quem não tem economia não fica preocupado não que eu vou explicar isso para vocês sem ter curso de macroeconomia não é muito difícil é basicamente o seguinte o que que determina o nível de investimento da economia isso é importante pra gente eh tomar tirar certas conclusões importantes é basicamente se você você pegar a taxa interna de retorno quer dizer a rentabilidade dos vários projetos uma economia Colocar assim em ordem quer dizer do mais rentável pro menos rentável A curva mais ou menos ser uma curva mais ou menos assim chamada de ti das taxas internas de
retorno isso é que os economistas chamam de eficiência Marginal do Capital se você tem que o custo do capital do projeto é maior do que a taxa interna de retorno esse projeto vai acontecer ou seja se o custo o o e é o custo médio ponderado do Capital por no nível do zero e ele atingir uma curva de tir na economia Como aquela primeira curva o nível de investimento vai ser aqu ele se cai o custo de capital pra mesma tir pra mesma curva o investimento aumenta a tir também depende expectativas se a curva se
desloca pro mesmo custo de Capital o investimento aumenta ou seja essa combinação de custo de capital e taxas internas de retorno é muito importante pro nível de investimento da economia para clima ou não para clima no caso de clima é importante notar o seguinte que para os instrumentos que a gente notou na naquela naqu aquele slide Inicial são instrumentos de dois tipos os suenos fiscais a política de carbono afetam o fluxo de caixa do projeto eles afetam a taxa interna de retorno do projeto eles não afetam o custo de capital do projeto iso é determinado
exogen M quer di o o o o custo do Capital Depende fundamentalmente de uma combinação do custo de ecra mas fundamentalmente do custo de dívida que o financiamento do projeto esses pesos do da da taxa de retorno ponderada da não do C de Capital ponderado tem sei lá 70% de tal de custo de dívida e e 30% de custo de ão e e o custo de á não é controlado pelo empreendedor então o custo de custo de dívida na contrato para empreendedor então é fundamentalmente o custo de dívida que afeta do ponto de vista do
Empreendedor o o nível de investimento eh quer dizer que ele vai poder fazer então quer dizer eh e esse depende de de taxa de de juro de longo prazo coisas que são tem a ver com a macroeconomia então por isso que quando você Aquela nossa discussão que tava tendo esse esse modelo é exportável para outras economias Depende por quê Porque o o ecoinvest ele é importante para você eh afetar o custo do capital para economias que já tem uma certa expectativa de que o custo de Capital não é absurdo Então quando você melhora a a
política macroeconômica quando você vai melhorando o custo do Capital o investimento climático aumenta com qualquer sistema de de incentivo então são três coisas importantes primeiro os instrumentos propriamente tanto a política de carbono quanto o o os os incentivos fiscais mas fundamentalmente a política macroeconômica que afeta o custo de Capital Então isso é esse é basicamente O que faz o o a política andar n agora voltando atrás para poder assumiram duas co que tinam aqui de fato eu acho no no meu slide original nessa composição tinha duas outras coisas separadas uma eram as taxonomias e outra
eram era a a questão das regulações Então eu vou passar agora para alguém falar sobre as taxonomias e as regulações que não tem a ver com os instrumentos mas condicionam o o investimento total obrigado winon eu tava aqui tentando mostrar o tempo mas ele mais do que cumpriu ele deixou economizou um minutinho aqui pra gente então então obrigado acho que foi super útil eh colocar isso em em nessa perspectiva né eu tenho certeza que os bancos que fizeram lá os as ofertas tinham lá suas planilhas de wak e tir eh então Eh bem importante ter
isso enquanto colocam a apresentação da da Natal já tão já estão colocando né acho que duas bolas ficando né winson regulação e taxonomia né E aí talvez se conectem um pouco com o que você chamou de política macro ou talvez é algo mais micro Então a gente vai ouvir um pouquinho da Natalie nesse aspecto vamos lá Boa tarde pessoal antes de começar Eh preciso fazer o disclaimer de que as opiniões aqui expost são de minha responsabilidade e não necessariamente refletem a opinião da cvm sobre o assunto e a minha ideia é trazer um pouquinho das
motivações dos propósitos da cvm em torno da condução dessa agenda social ambiental e climática principalmente com foco na nossa agenda regulatória os projetos de normatização e as diretrizes estratégicas que estão eh pautando a agenda institucional da cvm em torno do assunto eh eu acho que é importante a gente trazer um pano de fundo né um Diagnóstico como o Mário falou eh que pautou pautou e vem pautando a condição da cvm em torno dessa agenda as SG climática Eu acho que um primeiro ponto é que a gente percebeu que ainda existia um GAP de confiança Por
parte dos investidores em relação de fato alocar recursos né disponibilizar recursos para investimentos em sustentabilidade isso não é só uma percepção da cvm A Gente Tem trabalhado muito de perto nos assuntos projetos políticas estudos junto com a ocde E tem alguns papers que apontam ainda para esse GAP de confiança então o que que a gente precisa fazer para cobrir esse GAP né E muito desse GAP aqui pautado em falta de clareza e transparência né então se cada empresa por exemplo uma companhia aberta a e uma companhia aberta B né amb ambas alegam que são sustentáveis
então projetos verdes projetos sustentáveis etc mas cada uma utilize uma métrica utilize uma metodologia utilize um padrão para reportar Como que o investidor vai comparar a empresa Verde a com a empresa Verde B isso também gera uma espécie de assimetria informacional né muitas vezes o emissor daquele papel eh a própria o próprio Board da companhia tem mais informação do que o próprio investidor is cria uma certa insegurança e também Baixa comparabilidade porque práticas divergentes pode de causar também distorções competitivas isso é muito ruim para mercado de capitais isso afeta a formação de preço e o
investidor quer relatórios objetivos de certa forma né contendo menos subjetividade então a gente precisa de padronização mínimo de padronização uma linguagem comum eh e aí né um ambiente em que não tem isso acaba aumentando os riscos de Green washing né que também é um fator bastante prejudicial pro desenvolvimento dessa agenda no âmbito do Mercado de Capitais então a precisava atacar todos esses pontos num contexto que a gente ainda não tinha infraestruturas eh básicas funcionando como uma taxonomia por exemplo e padrões internacionais para Reporte de informações financeiras relacionadas a sustentabilidade então a gente começou Como pode
eh uma aut reflexão que a gente fez aqui as nossas regras focavam muito em divulgar risco e pouco em divulgar oportunidades associadas a projetos de sustent idade ou como eh projetos para adaptação mitigação climática de para determinadas companhias né poderiam trazer benefícios isso não tava Claro pro investidor na forma como ela reportava isso então a gente a gente parou para pensar o que que determina o melhor funcionamento de mercado de capitais né Qual o Pilar fundamental é a transparência a qualidade da informação prestada full and Fair disclosure isso funciona para qualquer coisa e deve funcionar
também para essa nova cultura de fazer investimentos que é integrar fatores asg nas decisões de alocação de Capital então a gente foi atuar justamente ali em ampliar né a qualidade da informação prestada em exigir mais transparência e dentro do possível trazer padronização então ali em 2021 a gente começou um amplo movimento de aprimoramento da nossa Matriz regulatória começou com companhias abertas com formulário de referência a gente fez melhorias muito importantes né no formato pratique eu explique depois paraa regra de securitizadoras também oferta pública Fundo de Investimento para rotulagem SG de fundos que é algo muito
importante agora a gente né o grande destaque da cvm inclusive eh internacionalmente reconhecida como primeiro regulador a adotar o ifrs S1 e S2 a gente é Pioneiro nesse assunto e a a gente tem eh tido uma liderança importante até influenciando outros pares outras jurisdições lá fora também adotar o ifrs S1 e S2 porque a gente entende que uma linguagem comum é muito importante até para atrair Mais Capital internacional para nossa economia então o cvm fez estudo a gente tem uma política de Finanças sustentáveis que traz as nossas diretrizes estratégicas Lembrando que CV meu regulador financeiro
não é um regulador climático ental então nosso foco é trazer a melhor informação possível para o investidor para garantir a rigidez do mercado e também a proteção do investidor mitigando ali o Green wash Então nossa política tem essas diretrizes estratégicas ela é concretizada por meio de um plano de ação porque não adianta a gente ficar só na retórica né de fato a gente tem que pôr a mão na massa e adotar né tomar atitudes concretas Então a primeira delas foi adotar o padrão internacional para elaboração Reporte de relatórios de sustentabilidade e clima eh tem todo
o roadmap ali para doção a gente tem temática de supervisão temática vamos fazer inspeção em companhias para entender como que elas estão adaptando seus sistemas seus procedimentos controles internos para reportar as informações no formulário de referência Vamos a partir daí punir não vamos buscar uma supervisão educativa para entender quais são as melhores práticas E com isso mobilizar o mercado como um todo em direção ao que é uma informação de qualidade a melhor informação de qualidade que deve ser prestada pro investidor também a gente pretende trazer uma orientação sobre lended finance aqui com sinergia o projeto
de ecoinvest né se de fato vingar né aquela ideia de da linha quatro se utilizar de mercado de capitais para seguir adiante a gente entende que é importante trazer esse conforto pro mercado olha como que o regulador de mercado de capital olhando para mecanismos de blended finance sintam-se confortáveis para atuar dentro desse guard reil dentro desse parâmetro Então essa orientação vai servir a esse propósito E aqui só algumas informações sobre o ifrs Ele é materialidade simples então o foco é pensar numa matriz eh de materialidade financeira como que eh riscos e oportunidades podem afetar o
os fluxos de caixa da companhia então reflexo nos fluxos de caixa tá mas eh isso não significa por exemplo que a empresa não tenha como reportar materialidade dupla Tem sim formulário de referência serve para isso e também um ponto de atenção é que a taxonomia sustentável ela é complementar a esses relatórios de sustentabilidade taxonomia é um sistema de classificação né muito importante para classificar projetos atividades e ativos né se são sustentáveis né ambientalmente socialmente ou não eh e a gente vai olhar como que isso tá se traduzindo nos relatórios financeiros de sustentabilidade não adianta a
empresa dizer que é legível a taxonomia mas quando você olha lá nos relatórios de sustentabilidade as coisas não estão conversando as coisas não estão batendo então eles são complementares a gente tá avançando muito aqui na linha do tempo tá a gente já tem duas empresas que fizeram a adoção voluntária dos relatórios de sustentabilidade e clima ah os as companhias abertas securitizadoras e Fundos sem até o final desse ano para optar pela adoção voluntária a gente tem estimulado muito que para aqueles emissores que se sintam confortáveis façam a adoção voluntária porque é um momento de experimentar
quase como se fosse um testar e aprender em que o regulador vai poder atuar ali muito perto para auxiliar para entender Quais são os efeitos Quais são os desafios pra gente conseguir construir uma curva de aprendizagem juntos para quando chegar lá em 2026 a gente consiga de fato implementar o período obrigatório eu acho que é isso e aqui é sempre gosto de trazer porque me pergunta ah mas como que como que a gente começa né Por onde que a gente começa pensando em relatório de sustentabilidade né primeiro compreender e elaborar a matriz de responsabilidade ess
desculpa Matriz de materialidades que é o primeiro passo muito importante conhecer como é que faz isso e segundo sobre a divulgação nos padrões ifrs em si eu recomendo knowledge Hub da própria ifrs foundation e aqui tem muita informação útil de como eh depurar os normativos Como entender o que que se pretende né E um ponto muito importante é que os mecanismos já contém vi que bom já vou terminar aqui os o ifrs contém mecanismos de proporcionalidade então Eh no seguinte sentido se aquela informação tiver um custo extremamente alto para ser obtido e reportado não necessariamente
você tem que incorrer nesse custo para gerar essa informação e para reportável que não se justifica e a e de outra maneira você traz aquela informação para dentro do relatório é isso pessoal muito obrigada E aqui fazendo uma conexão até com o ecoinvest né Mário a gente lá nas nas discussões da formatação eh né do programa taxonomia Quais são os projetos elegíveis quais eram as salvaguardas né E qual o nível de reporte né Teve teve essa questão muito discutida a gente eh falou muito exatamente desse ponto né do do do custo de observância de OB
ter informação Então acho que toda essa discussão teórica foi super presente né no no desenho do mecanismo e super interessante que a gente né Acho que conseguiu chegar num num nível em que trouxe a a aderência do mercado né mais um sucesso aí do do do evento e acho que eu vou contextualizar um pouquinho eh em 2017 né a gente tava no no início ali daquele mercado brasileiro de títulos verdes sociais sustentáveis e obviamente 17 né parece parece né Raul Seixas 10 anos 10.000 anos atrás né nessa nessa discussão então a gente não tinha uma
taxonomia eh e a gente buscava uma né até para poder dizer o que que é verde o que que não é lá na na nossa empresa a gente começava a dar pareceres de segunda opinião sobre adicionalidade Verde social climática dos investimentos e não tinha nada então a gente criou até uma taxonomia junto com com o patrocínio do Instituto clima e sociedade e e fez essa publicação em 2018 uma publicação que se chama não perca esse Bond né Eh e alguns anos depois né a gente foi usando essa taxonomia surgiu a taxonomia da CBI né a
taxonomia da União Europeia a da Colômbia do México do Panamá e começa começa a rolar bastante coisa né então assim acho que é um grande grande prazer a gente ver essa essa taxonomia brasileira emergindo e também foi um desafio né Mário no próprio ecoinvest né qual qual vai Quais serão os usos de recursos elegíveis né o próprio exemplo do do das emissões soberanas também né então tesouro também teve que fazer um Framework não tinha taxonomia Matias nossos problemas acabaram né a gente agora vai ter tudo pronto como é que funciona isso vamos lá tarde pessoal
eh bom logicamente eu tô aqui para dizer que nossos problemas começaram agora mas antes eu queria parabenizar muito a equipe do do Reset capital pelo trabalho que vem fazendo eu quando assumi Essa vaga Me inscrevi em todos os as newsletters de comunicados de sustentabilidade e a única que eu continuo abrindo é a da reset eh conteúdo muito bom e também agradecer por me proporcionar né esse momento de também estar junto do professor para quem não fez economia professor é uma grande referência que forma muitos economistas eh de várias gerações né então muito legal Professor eh
bom eu vou tenho 10 minutos vou tentar ser o mais sintético possível quero começar reforçando como o esforço de taxonomia ele é um esforço intrinsecamente coletivo e e conjunto então a natalita aqui eh Trabalhou muito né mas isso aqui a gente tem colocado agora para apresentar o tamanho do do do pessoal mobilizado né só de governo foram 38 órgãos foram 247 pessoas que trabalharam nisso em várias áreas diferentes bom os 38 órgãos já mostram isso né o secretariado técnico feito com duas organizações internacionais que também fizeram o financiamento da maior parte dos custos de contratações
de consultorias que é a cooperação alemã da giz e o programa da ONU pro meio ambiente o pnuma também com uma equipe bastante significativa os Consultores foram vários mas aqui nós temos a Sofia Borges representando o CBI que eu quero agradecer muito o CBI foi quem conduziu parte significativa da do debate setorial que é dos mais difíceis né técnicos e um uma quantidade enorme de adaptações de critérios que precisam ser feitos então enfim eh muita coisa aqui e também compusemos o comitê da sociedade civil que é um comitê formado por cinco segmentos Diferentes né com
representações das instituições financeiras ou a maoria aqui eh a febraban compõe também esse comitê eh inclusive com o Amauri e o Juan e para além das instituições financeiras a gente tem a representação da economia real de da academia institutos de pesquisa movimentos sociais e sindicais e organizações do terceiro setor então é uma gama muito grande porque a discussão é muito difícil eh precisa contemplar interesses muito diferentes e por isso a gente precisou desse desse time gigantesco né Eu Tentei colocar aqui e vou me basear nesse slide aqui pra gente resumir o que é que está
em consulta pública que fica até é uma consulta super longa né Nós vamos fazer 4 meses de consulta pública divididas em duas etapas mas aqui basicamente a gente tem o resumo da história então a gente Quando publica a taxonomia como o professor bem colocou a taxonomia ela é um dos instrumentos básicos para várias das estratégias de sustentabilidade né hoje são 70 países que contam ou com uma taxonomia em desenvolvimento ou já desenvolvida sendo elas 50 países mais a taxonomia da União Europeia é o mesmo número de países que contam com o mercado de carbono por
exemplo né enquanto o mercado de carbono é a ferramenta de internalização das externalidades climáticas a taxonomia é a ferramenta de redução dos custos de de transação de redução dos custos de assimetria informacional e aqui ela tem três objetivos estratégicos que foi aquilo que nós discutimos ao longo do desenvolvimento do plano de ação basicamente de apontar a direção em que o capital tem que ser mobilizado para o atingimento de objetivos climáticos ambientais e sociais e criar essa linguagem comum pra redução do da Lavagem verde do chamado Green washing Quais são os objetivos aqui não Era exatamente
estratégicos né er os objetivos justamente climáticos ambientais e sociais que não é economista tem um um ditado quase que é o chamado princípio de tinbergen que diz que para cada objetivo você tem que ter um instrumento a taxonomia ela é o anti princípio de Timberg porque você tem um instrumento para nada menos do que 11 objetivos Mas qual que é a ideia básica dela você define dentro desses objetivos aquilo que você considera como a contribuição substancial para atingimento desse objetivo então de todos que a gente colocou como prioritários E aí cabe explicar que a maior
parte das taxonomias na verdade tá focada em mitigação aquilo que tem de adaptação a Rigor são na verdade metodologias para se pensar adaptação e qual é o nível de vulnerabilidade dos investimentos que estão sendo feitos rotulados ali né a Costa Rica trouxe pela primeira vez um um arcabo Nacional bastante robusto e a CBI lançou esse ano um Arc bolso Eh aí de uma organização não não Nacional né mas também bastante robusto sobre os quais nos baseamos bastante mas nessa primeira etapa da consulta a gente divulgou os critérios para mitigação do clima então em roxo são
os são os objetivos para os quais os critérios estão públicos adaptação os cadernos estão feitos mas a gente ainda quer passar por novas rodadas de discussão principalmente com a sociedade civil e ao final de de Janeiro a gente publica esses cadernos naquilo que a gente tem chamado a segunda etapa uso Uso Sustentável do solo conservação manejo e Uso Sustentável de florestas é o objetivo intimamente latino-americano este objetivo não existia em nenhuma das taxonomias anteriores da taxonomia Colombiana mas depois que chegou na América Latina virou modinha e nós não podíamos ficar de fora dado o desafio
de biodiversidade da região Então aqui tem 76% das nossas nos emissões só que como a gente costuma discutir essa é uma parte intrinsicamente complexa também porque não tem como você separar ao tratar dos Empreendimentos rurais o que que vai ser mitigação o que que é adaptação o que que é Conservação da biodiversidade o que que é uso sustent essas coisas vem juntas Então esse é um objetivo bastante latino-americano mas fundamental pro nosso enfrentamento da crise CL e ambiental muito indissociável no nosso caso por fim os dois objetivos sociais de redução das desigualdades socioeconômicas considerando aspectos
raciais de gênero e redução das desigualdades territoriais e regionais E aí aqui a gente incorpora um pouco do avanço que veio da iniciativa mexicana de introdução de um objetivo social expande para tentar incorporar a dimensão racial territorial e regional mas é importante que se diga que o que nós estamos colocando aqui como um objetivo de contribuição substancial entra também em não fazer dano significativo que é um dos critérios ali embaixo né não fazer dano significativo é a tradução literal daquilo que vem sendo usado na União Europeia que é o do significante nós traduzimos como não
prejudica significativamente por questões legais porque nós temos uma definição legal de dano na legislação ambiental e aí colocamos para conversar com essa com o ordenamento não prejudicar significativamente nenhum dos objetivos Então como que o projeto ativo ou o setor é avaliado ele precisa contribuir substancialmente pelo menos um dos objetivos no caso aqui nós já temos publicad os critérios para quatro resta a publicação do de adaptação precisa não prejudicar significativamente nenhum dos outros para isso a maior parte já está publicada e precisa cumprir com os requisitos de salvaguardas no caso brasileiro sociais e ambientais usualmente se
discute apenas as sociais de comentários eh mais Gerais porque meu tempo tá acabando acho que a gente tem questões super importantes para pensar a potencialidades nacionais né a gente viu pelos projetos que o Mário já apresentou o que o mercado vislumbra do potencial dos biocombustíveis por exemplo que é uma área que traz adensamento tecnológico pode criar uma série de incentivos relevantes pro uso do solo Nós também introduzimos paraa classificação dos imóveis rurais a noção de não prejudicar significativamente ao não promover nenhum novo desmatamento após o imóvel receber um financiamento rotulado como sustentável é mais um
dos instrumentos para tentarmos atingir o objetivo não só de acabar com o desmatamento até 2030 nesse caso ilegal mas recuperarmos 12 milhões de hectares de Mata Nativa também até 2030 que consta não só da nossa ndc mas das estratégias de recuperação eh de vegetação nativa né Eh para Além disso é super também relevante né as a a avaliação cuidadosa da indústria extrativa porque é uma novidade Nacional Eh estamos introduzindo algo que vai vir muito próximo da divulgação pela Austrália dos seus critérios mas muito particular eh e em relação à à salvaguardas cabe mencionar que as
salvaguardas até hoje nas taxonomias Elas são grandes princípios Então os princípios IFC os princípios de Direitos Humanos da ocde nós estamos torná-la o mais objetivo possível então ao invés dos princípios a gente colocou a lista negativa de trabalho análogo a escravidão a gente colocou processos judiciais relacionados a questões trabalhistas ou ambientais tentando torná-la operacional e aí vou pro finalzinho aqui eh que é o que a gente pincela como sistema de monitoramento relato e verificação trazendo o conjunto dos reguladores com um foco no mercado de capitais e no mercado bancário depois de muitas discussões restringindo para
aquelas das maiores né então olhando pras abertas no mercado de capitais e pro segmento um e dois do mercado bancário E aí as datas essa primeira fase tá lá no participa mais Brasil até dia 31 de janeiro depois a gente vem com a segunda fase e nesse período todo até o final 31 de Março uma série de oficinas propostas pelo nosso muito atuante comitê consultivo eh e o conjunto da sociedade civil acho que é isso pra gente ir conversar então você deixou aquela bola quicando né da da taxonomia regulação e vimos aqui vários exemplos do
que essa arquitetura dentro do Brasil como é que ela tá se consolidando eh na sua experiência de né estudioso observador do mercado internacional e qual qual que deveria ser o próximo passo nessa construção O que que tá faltando dentro daquele menu de instrumentos ferramentas ou característica pra gente poder acelerar mais ainda agora tem que grudar na ndc no do plano do Brasil do do plano do clima eu acho até que você talvez os teus setores Conversem qu né aquilo eu lhei são os mesmos né É porque no fundo e você pode ver a coisa Bottom
up ou top Down mas tem que conversar quer dizer o as ações que vão ser feitas com esses incentivos todos dentro dessa taxonomia com essa regulação tem que resultar no cumprimento da ndc muito mais coisas mas is vamos dizer assim é é o básico né É claro que tem que deslanchar investimento fazer vári coisas mas eu acho que eh encaixar essas peças todas dentro de um todo consistente eu acho muito importante tá a tem um problema de como é que organiza a política mas ISO vai levar a gente um pouquinho mais longe mas fundamentalmente eu
acho que o que falta agora é encaixar essas partes regulação vai funcionar meio Quase que o tempo todo é uma coisa que não acaba mas o trabalho de vocês tem que ser uma coisa muito encaixada com esse trabalho de governo ligado à política climática mais geral perfeito E aproveitando que a gente tá falando da política climática em geral já foi citado aqui né o aprovação do do mercado de carbono brasileiro e aí acho que queria trazer um pouquinho essa bola para você Natali do ponto de vista da da da regulação mercado de capitais cvm com
o PL aprovado tem alguma algum dever de casa aí paraa cvm para poder né ajudar nessa regulamentação e implementação do do mercado acho que o trabalho nem começou ainda né tem muito trabalho pela frente mas a gente tem como bem mencionado aqui pelo nosso colega do BID a gente tem o laboratório de inovação financeira né uma parceria cvm bid bde e a gente tem um GT específico trabalhando no mercado de carbono e nele a gente já começou a pensar Olha o projeto tá em vias de ser aprovado a gente tem que pensar em estratégias de
acelerar eh o trabalho da cvm depois em regulamentar o produto né dado que esse negociado em mercados financeiros e de capitais é valor imobiliário né Se for oferado publicamente então a gente precisa ver com uma regra pro produto como que isso vai funcionar e alguns pontos que a gente vai precisar olhar com bastante cuidado é eventualmente ali as metodologias né Eh como compreender as metodologias e garantir que de fato haja uma integridade do lastro ambiental porque a integridade do laço financeiro a gente acaba que já tem os mecanismos para trabalhar isso como as próprias registradoras
que fazem né registro de direitos creditoris existem formas de trabalhar isso e evitar dupla contabilização por exemplo mas e como garantir a rigidez a integridade do L ambiental então é um ponto que a gente vai precisar trabalhar bastante a questão das metodologias a integração de mercado voluntário com mercado compulsório como que is vai se dar eh é necessário trabalhar questões de stability ah como que investidor de varejo como que a percepção de risco do investidor de varejo em relação a esse produto no primeiro momento a gente restringe o investidor qualificado investidor profissional e depois de
testar o produto os mecanismos de segurança a gente Abre pro varejo como é que isso vai funcionar agora um avanço importante que a gente já fez é sobre a contabilização a gente tá para editar o SPC 10 que trata de registro e mensuração contábil de crédito de carbono de allowances e de cebio acho que is é um passo muito importante porque eventualmente existências financeiras as companhias abertas né a gente chama de os intermediários usuário final ou então o originador caso seja companhia aberta alguma visão de mercado de capita gente precisa trazer isso para dentro do
Balanço como que vai fazer comal a forma correta então esse é um passo que a gente já deu e essa regra tá presta a ser editada e a risco é dizer que nos próximos dias a gente vai publicar a regra não excelente essa questão do suitability realmente é é interessante né acho que a gente sempre o acho que como regulador existe sempre essa preocupação no instrumento novo e tal que seria legal se você pudesse regular as bets né a gente teria um um suitability que a gente só diz que não é investimento é entretenimento não
confunda as cois Tá certo enquanto o pessoal pensa nas perguntas aí eu já vou já vou circular eh mas Matias acho que o que a gente quer saber agora é bastidores né Legal taxonomia tem toda uma discussão óbvio que tem um conselho tem vários stakeholders várias entidades e aquelas né conversas difíceis isso entra isso não entra conta pra gente aí o o um ou dois itens que talvez tiveram eh eh digamos uma um debate aí mais acalorado Quais foram os principais dilemas aí você sabe que essa pergunta vai vir então já tô adiantando bom Gustavo
mas bastidor em off né em off Não não precisa dar não precisa dar o nome das pessoas das entidades não eu acho que teve um um debate que para mim foi bem interessante de ver porque também conforme a gente foi trabalhando com a taxonomia a gente foi vendo como ela traz muito daquilo que já tá em implementação nos outros países e na verdade isso tem é a faca de dois legumes né Por um lado você quer reduzir o custo de transação quer que o investidor internacional entenda aquilo que você tá classificando por outro lado você
quer incorporar Quais são os seus interesses nacionais né O que que tá no seu plano clima e aí para para trazer o que o professor trouxe eh apresentou né de casar essas políticas é evidente que é muito difícil no dia a dia você envolver essas 300 e tantas pessoas com as 500 e tantas que estão lá desenvolvendo o plano clima mitigação você fazer essa esse diálogo é super complicado mas a gente tentou ao máximo e aí surgiu um um tópico que já aviso que é uma jabuticaba que foi a inclusão do recapeamento de rodovias no
objetivo de mitigação E aí a gente apresentou o time da Sofia lá do CBI Falou vocês estão malucos pelo amor de Deus vocês vão apresentar isso aqui pro investidor Acabou acabou a taxonomia de vocês vão recapar rodou qual qual que era o nosso debate o nível de dependência que nós temos do modal rodoviário faz com que o recapeamento seja uma estratégia essencial de curto prazo para redução de emissões porque nós temos estradas muito ruins como o tamanho tamanho do da malha rodoviária em péssimas condições é muito significativo o de diesel é muito significativo E aí
a CNT tinha na manga quantos litros eles estimavam que são desperdiçados por ano e não é nada menos do que 1.1 bilhão de litros de diesel desperdiçados com perda de eficiência energética por causa da condução das estradas aí a gente foi perguntar pro pessoal do fundo clima do do plano clima e esse resultado saía doss modelos de avaliação integrada que são aqueles modelos mais complexos possíveis feitos inclusive pela cop que é o nosso centro de pesquisa responsável por um dos cenários de avaliação do ipcc e tinha lá como uma necessidade fazer o recapeamento ou a
recuperação das estradas em piores condições o nív para definir o pior condição a gente tem os indicadores do Ministério dos transportes não publicamos ainda qual vai ser o nível de pior condição que a gente vai considerar como elegível mas ali já foi uma que semanas meu Deus vamos perder a credibilidade meu Deus é muito necessário mas saiu pode trazer o pessoal para passar numa estrada dessas né Eu como usuário da Rio Santos duas vezes ao mês que foi recentemente recapeada acho que eu apoiaria pessoal temos aqui eh pergunta comentários e defesas do asfal do recapeamento
ataques pode ah você vai obrigado mais comentários polêmicos também são válidos Leonardo minha dúvida sobre esse tema polêmico se nessas discussões foi apontado em quais regiões rotas que a maior parte desse desperdício acontece segura um pouquinho só pra gente pegar mais perguntas essa bem específica é Daniel né A minha isso a minha também é para Matias eu queria entender um pouco melhor salvo erro você falou que na taxonomia vocês estão fazendo algum tipo de direcionamento em relação a desmatamento zero né indo além do legal então só queria entender enfim qual que é esse direcionamento e
como é que vocês sentiram isso no campo porque é um fator muito sensível quando você chega no nível da produção na fazenda tem muita resistência enfim inclusive de entidades muito representativas do Então como é que como é que vocês estão planejando isso a incidência que pode ser feita para mudar esse cenário no campo de fato é mais uma aqui eu vou torcer para não ser pro Matias senão ele vai na verdade começar pelo menos parabenizando o trabalho da fazenda e o trabalho da cvm aí que eh como como a Natalie falou referência Mundial né e
eu queria saber dos três o olhando pra cop3 olhando para um pouco da visibilidade que a gente vai ter ano que vem eh vocês falaram todos sobre a coisas particularidades brasileiras versus padronização Mundial né Eh como que a gente pode eventualmente aproveitar o ano que vem aí para tentar fazer com que as nossas particularidades aqui possam se tornar talvez parâmetro ou eh ou possam se tornar referência pros outros para que em vez da gente ter que simular com o parâmetro Mundial parâmetro Mundial fica um pouco mais parecer de nós obrigado máo começa vamos começar por
você Matias as duas questões mais direcionadas aí à taxonomia vamos eh a gente não localizou as vias mas todas as vias são rankeadas pelo Ministério doss Transportes na verdade pelo denit né então o denit tem um indicador ali para cada uma das vias com se eu não me engano cinco níveis cinco ou quatro níveis E aí tem a descrição do de pontos críticos mas o principal é o indicador pra gente né o indicador vai ser o que torna a via elegível ou não para pro recapeamento ser considerado como como sustentável e E lembrando que assim
a gente não não eh rotulou desde o início eh as atividades de transição né mas essa é uma típica atividade de transição né é aquela atividade é evidente que a melhor escolha é a mudança de modal a discussão na verdade é uma solução de curto prazo e a gente conseguir eh pelo menos mitigar né o os impactos que já são sentidos hoje sobre desmatamento acho que já entra no plano nacional de conversão de passagem degradada também porque os critérios São muito parecidos o que nós chegamos foi no entendimento que tinha sido eh obtido pelo diálogo
entre o mapio e o MMA Então faz o mapeamento do território a partir de 2008 houve desmatamento tem a autorização da supressão da vegetação que é basicamente você estar adimplente com com o código florestal né o Mário que é um eximio especialista desenvolvimento desse projeto eh Sabe dizer melhor a dificuldade que é você ter a a adimplência né a conformidade com o código florestal isso nós estamos colocando na verdade uma grande demanda pro estado brasileiro né porque são os estados os entes subnacionais estaduais que T um déficit muito grande de avaliação das propriedades Mas vamos
passar essa parte eh feita essa avaliação se não tem uma sv para ser apresentada Aí precisa fazer pelo menos o programa de regularização ambiental que é o pra feito isso né ou enfim algo validado nesse sentido pronto o a o imóvel já é elegível qual é a ideia é o financiamento rotulado como sustentável não pode financiar nada vinculado a novos desmatamentos Então você não vai poder com para o trator do correntão com o título do da sustentabilidade eh e aí aquele móvel depois de recebido não pode né apresentar novos desmatamentos devo colocar que o objetivo
prioritário E aí quem tem desenvolvido isso é a subsecretaria de negócios Agro eh agrícolas lá da secretaria de política econômica eh tem como grande foco o desenvolvimento de critérios para avaliação do imóvel rural Esse é o objetivo que a gente acompanha esse imóvel ao longo do tempo e tenha um ranking do imóvel né Para que qual que era A grande questão E aí fecho com isso eh quando a gente fazia por exemplo o crédito sustentável né o crédito do do programa ABC você ia lá e fazia um investimento de sustentabilidade aí no ano seguinte você
não ia comprar a segunda placa eh eh a segunda placa solar Mas você já gerava energia renovável e quando a gente ia fazer o o o monitoramento do financiamento sustentável a gente só olhava para ABC Mas essa pessoa que fez o investimento e tem uma energia renovável Ela já tem um padrão de sustentabilidade diferenciado você deveria olhar o plano safra que chega para ela também como vinculado à sustentabilidade só que a gente não consegue hoje né porque a gente só olha pro investimento então A ideia é a gente ir criando esse ranking de imóvel E
aí para fechar acho que o Mário tá muito correto cop 30 em bacu só se falava de Brasil só se falava de Belém todo mundo vai vir para cá com as maiores delegações todo mundo está super empolgado em fazer e divulgação de projetos muito significativos a Luciana viu né o ímpeto dos investidores nisso e a cvm é assim a Joia da coroa do ifrs da CDP é impressionante é muito legal o protagonismo Obrigado Matias Natal então fazendo aqui um encerramento de repente você contestando essa aí no no modelo vídeo do tiktok 30 segundos para perspectivas
pra cop 30 né da cvm eu acho que assim a gente tem como meta única e prioritária a gente vai fazer uma peamento da maturidade do Mercado de Capitais para a adoção obrigatória do ifrs S1 e S2 então a gente precisa sair com essa espécie de nota técnica uhum eh até o meio do ano que vem e eu acho que usar achados dessa nota técnica vão ser bastante relevantes pra gente entender se a obrigatoriedade da regra faz sentido de fato e se é necessário ter algum tipo de flexibilização ou não lá em 2026 pras companhias
de Capital aberto Então esse é o nosso foco a gente espera levar elementos sobre isso pra cop3 eh mesmo porque a gente é de fato aí um estudo de casa internacional a gente tá na no pioneirismo então tem muita gente olhando pra gente para essa troca de experi então nosso foco pro ano que vem vai ser esse winon iniciamos com você a gente finaliza com você eu vou fazer inter porque a pergunta do Mário foi se o brasileir vão fazer alguma coisa assim para sacudir o mundo eu acho que quanto menos buticaba melhor isso que
você tá falando é super importante porque FRS é uma ferramenta Mundial Global então é importante você você garantir que todo mundo faz porque o Brasil vai fazer o que a gente tem que tentar fazer é que a regulação seja mais brasileira seja mais parecida quando o resto do mundo possível levando em conta obviamente certas pecularidades nacionais porque você vai ter o mercado integrado você vai ter que fazer mercado de carbono mundial em 2 TR anos vai existir então quanto menos diferenças eu acho de de regulação melhor alguma coisa você pode fazer na no m do
MRV alguma das metodologias de de do do protocolo de gás e efeit estufa são muito ruins pro Brasil como você mede carbono em certas indria distorce muito a coisa no Brasil eletricidade parece mais Óbvio mas fora disso eu acho que não tem que mexer muito nas coisas não acho que isso é muito importante quer dizer coisas o Brasil forçar a adoção de metodologias que sejam interessantes sérias bem boladas e internacionais perfeito acho que eu vou concluir pra gente seguir o timber foi esse o princípio que você citou vou citar o Pareto aqui que a gente
faça no máximo restant 80% para que não seja E com isso eu os convido para um café um Cofe Break lá fora Muito obrigado [Música]