O senador Flávio Bolsonaro. >> Flávio Bolsonaro. >> Flávio Bolsonaro.
>> Flávio Bolsonaro. >> Como eu tenho dito, a candidatura do Flávio interessa principalmente a família Bolsonaro e até aqui e só. >> Então vai ser tesouraço na corrupção, vai ser tesouraço em impostos.
Ele é o senador. >> O governo Lula cria, cria ou ou aumenta impostos, Léo. Um imposto a cada 37 dias.
Mas eu sei ser um Bolsonaro duro quando tiver >> tudo que tem um motivo muito especial na escolha do vice do Flávio Bolsonaro está deixando a esquerda nervosa, está fazendo até algumas pessoas perderem o cabelo. E para, para, para que não é teoria da conspiração, é leitura de tabureiro. Como você sabe aqui no Atlas de Notícias, a gente mostra a notícia e os bastidores.
Mas antes de falar quem são os cinco prováveis vices de Flávio Bolsonaros, vamos fazer uma pequena introdução aqui do nosso personagem, certo? Flávio, ele atualmente é senador pelo estado do Rio de Janeiro, tem um sobrenome forte, sobrenome Bolsonaro, um sobrenome de peso político e um público que já vem se mobilizando em eleição prencial e sem metade do jogo. Base pronta, mas capacidade de pautar o debate.
Mas a outra metade a ganhar fora da bolha. E é aqui que entra a frase chave. Quando entra a questão de vice, muda o tabuleiro.
Aqui na enrolação, já te digo, eu tenho cinco nomes de víceis mais prováveis que vão ser ali o víc Flávio Bolsonaro ali em 2026. E são nomes de peso, são nomes que têm alta probabilidade de serem o vice-presidente em 2026. Então vamos começar então dizer aqui os cinco nomes.
Vamos falar que antes dos nomes vamos ter um critério [música] bem rápido. Um vice bom tem pelo menos três coisas. Ele tem que entregar um voto palanque, ajudar na governabilidade e nada além mais do que [música] melhorar a narrativa.
Agora sim, os cinco nomes mais fortes no tabuleiro. Nós vamos começar do menos provável pro mais provável. E no final tem uma observação extra que vai fazer toda a diferença.
Agora o nome que está mais rypado e todo mundo vem fazendo a Lamarde, mas eu já digo de antemão, é o menos provável e ao mesmo tempo é o mais difícil de virar vice, Tarcísio de Freitas. Por que ele puxa o debate para gestão, entrega, [música] ajuda no sudeste e conversa com o eleitor moderado e quer previsibilidade e uma narrativa que dificulta a caricatura. Fica mais difícil reduzir toda a briga.
Por que pode ser improvável? Porque ele é grande demais para ser vice. Ele é grande demais para ser vice em 2026.
pode preferir o protagonismo e continuar sendo governador de São Paulo. E ainda existe o risco de disputa de foco. Duas lideranças fortes, existe grande disciplina.
E o que isso sinaliza? Uma chapa pesada de eficiência, maioria ampla. E é aqui que a esquerda se preocupa, porque o jogo vira o resultado, não rola.
que agora a quarta pessoa que tem uma probabilidade de service de Flávio Bolsonaro em 2026. E a pauta dele é segurança pública, as viaturas, campo, interior do Brasil. O nome dele é Ronaldo Caiado.
Por que citar? Porque ele junta duas pautas com tração alta na direita, segurança e o isso muda o tom. Você não fica só no dízimo disso.
[música] Você entra em ordem pública, controle autoridade interior do país, caiado também da densidade política e palanque forte fora do eixo das capitais. Por que isso pode ser improvável? Porque o nome é grande, com ambição própria.
Aceitar vice não é decisão simples e alianças exionais podem virar ruído, o que sinalizaria uma direita mais dura em segurança e produção. E aí a oposição fica desconfortável, porque segurança não se responde com frase bonita. Agora, em terceiro lugar, mas não menos importante, a grande Teresa Cristina.
Mas por que Teresa Cristina? Porque ela conecta com agro e economia, agronegócio, colheita, porto, caminhões, preço do mercado, faz toda a diferença para um vice. Produção, emprego, exportação, preço da comida, isso dá lastro.
Não é só discurso, é vida concreta e além disso ajuda na costura da governabilidade, conversa com política do mundo real sem romantismo. Por que pode acabar se tornando improvável? O riso é que é a pancada pronta da oposição, acordão.
Se a campanha não explicar bem, tentam colar um rótulo de desgaste, o que sinaliza um recado de pragmatismo. Dá para governar no dia um? E quando o debate sai de grito e vai pra mesa, a direita tem que entregar mais do que o nome, tem que entregar peso.
Em segundo lugar, um nome que não está na boca do povo. Talvez você possa até estranhar porque eu estou falando o nome dele aqui. O grande, o ilustre ratinho.
Mas calma, não é o ratinho do SBT, não. É o filho dele, Ratinho Júnior, lá de Curitiba, Paraná. Mas por que ele?
Porque ele soma força regional no Sul e faz toda a diferença. Traz vitrine administrativa. Isso ajuda a vender uma ideia simples.
Não é o caos, é gestão. E numa presidencial estrutura importa. Alianças estaduais e base local traz capilaridade, traz força, traz o povo pra mesa da tomada de decisão.
Mas por que acaba o nosso segundo lugar sendo talvez improvável? Porque ele pode ter projeto próprio. Aceitar vista depende de negociação grande.
A negociação grande sempre tem o custo. E o que isso sinaliza? uma chapa centro direita com mais e menos isolamento.
E aqui vem o grande ponto. Quando a an direita amplia de verdade, a oposição sente porque o jogo deixa de ser só na narrativa. Mas antes de trazer o primeiro colocado, vou trazer um extra aqui, como eu prometi, alguém que acabou empatando com o primeiro lugar, Eduardo Leite.
Isso mesmo. Imagem neutro institucional, centro política, bandeira do Brasil, Congresso. É isso mesmo.
Mas estrategicamente, como isso poderia ser interessante? Porque ele bagunça a leitura do tabuleiro, gera manchete, cria debate, testa limite. Às vezes mencionar um cenário improvável serve para medir a reação do centro da base.
Mas por que então eu acabei colocando o primeiro lugar para o próximo candidato e não colocando ele? Porque em polarização alta a compatibilidade cai. você corre o risco de desagradar os dois lados e acabar gerando um ruído interno, diário muito grande, certo?
E o movimento ao centro, a tentativa de ampliar por moderação e governabilidade, é só colocar essas hipóteses na mesa que você cria suspense. O vice não é só um nome, é um recado. Vamos para o primeiro lugar, aquela pessoa que eu acredito que tem quase 100% de chance de ser o vice.
Mas antes disso, eu gostaria de convidar para você estar seguindo o Atlas de Notícia e estar comentando aqui embaixo qual que é a sua posição. Será que essas pessoas que eu estou falando aqui fazem sentirso em serviço? E ainda eu te pergunto mais uma vez, será que Fábio Bolsonaro tem força para ser o presidente do Brasil?
E sem mais enrolação, em primeiríssimo lugar, ele mesmo, governador atual de Minas Gerais, certo? Romeo Zema, o homem do dinheiro. Mas por que Minas é o tipo de estado que decide eleição de grande porte?
Um vice- mineiro com imagem de gestor muda tudo, muda o debate. Em vez de ficar só na briga, você puxa pra economia, eficiência, [música] gestão e resultado. Zema faz toda a diferença em Minas.
E um dos reflexos disso foi a última eleição que ele foi ganhou de forma invicta. E isso na conversa com o leitor, agora ele não tem mais paciência paraa guerra eterna. Agora eu te digo com todas as forças, Zema é o nome para 2026 e o melhor vice que Flávio Bolsonaro pode ter.
Vai ser uma direita com gestão, tentando virar a maioria. E quando eleição vira gestão e mapa, meu querido, a esquerda perde o conforto. Mas diga aqui para mim agora nos comentários o que você achou.
Você acha que Zema tem chance mesmo de ser o vice de Flávio Bolsonaro ou você acha que nos outros cinco nomes tem, por exemplo, Ratinho Júnior? Digita aqui para mim, por favor, deixa nos comentários e siga o ata de notícia, porque aqui tem notícia com bastidores. Iss.