e a obra ética de 1.677 é a obra fundamental da filosofia de Espinosa ele trabalhou nela durante anos e ele fez nela uma exposição sistemática a partir do método geométrico ou seja ele trabalhou com definições axiomas postulados para chegar à demonstrações filosóficas com seu livro ele é a bala as explicações tradicionais sobre Deus e refuta a antropologia dos moralistas além disso a obra crítica à metafísica cartesiana principalmente em torno da noção de Deus e do livre arbítrio de de kart segundo Espinosa é justamente a passividade tanto do corpo como do espírito que marcam a natureza
do ser humano ele desenvolve no livro um trabalho demonstrativo que parte do conhecimento de Deus e constrói em seguida uma teoria geral do espírito e dos afetos explicando assim a passagem da servidão a liberdade abordarei agora seis pontos a obra ética de Espinosa com o eu falei sobre a noção de Deus no prefácio da obra que nós diz o seguinte Deus Isto é a natureza essa fórmula acabou alimentando as acusações de ateísmo e de panteísmo Deus segundo Espinosa é a única substância é infinita e eterna e tudo está em Deus esta definição derruba as bases
de um Deus pessoal e transcendente definição essa muito difundida que seria segundo Espinosa uma definição antropomórfica e procede da Imaginação Deus é a causa imanente de tudo o que existe ele não poderia reger a natureza por decretos só a perfeição reside no encadeamento necessario das causas e dos efeitos da natureza que não é o terreno de nenhuma intenção e não pode ser apreendida em termos de causas finais como segundo. Falarei sobre os três gêneros do conhecimento o conhecimento para Espinosa não é contemplação mas é a afirmação da ideia a nossa para fazendo o autor o
primeiro gênero a afirmação procede do encontro do meu corpo com o corpo ou um sinal exterior de onde resultam em imagens Esta é a imaginação ou opinião Mob espontâneo mas confuso do conhecer o segundo gênero a afirmação procede de uma dedução racional das propriedades gerais de uma coisa você é aprendido através das noções comuns sempre adequadas e portanto certas enfim um terceiro gênero afirmação procede da intuição da Essência apreendida contrariamente as funções comuns na sua singularidade a ruptura essencial se situa entre o primeiro e o segundo gênero se eles são hierarquizadas não é a função
de um critério de verdade mas de atividade do Espírito ele só é plenamente o autor do que se afirma nele NO2 no3 libertar-se da opinião e da imaginação é tornar-se causa dos seus próprios pensamentos é isso significa compreender Aqui nós temos portanto a compreensão como o terceiro. Desse saco que o espírito é a ideia do corpo o corpo é um modo da extensão o espírito é o modo do pensamento devemos portanto há que distinguir a ideia que somos das ideias que temos devemos também repensar o sentido da união entre as duas entidades não há propriamente
falando a exterioridade de um ao outro e portanto determinação possível de um ao outro tal como dariam a entender por exemplo a ideia do domínio do corpo que o Espírito falou-se de paralelismo para qualificar a identidade de ordem e conexão das ideias e das coisas dizia Espinosa a consequência é que a ordem das ações e paixões de nosso corpo vai de par com a ordem das ações e paixões do Espírito pilosas inverte a correspondência tradicional entre a Paixão da Alma EA ação do corpo e afirma na rua igual dignidade como quarto ponto de saco uma
frase do prefácio da obra ética diz Espinosa o ser humano não é o Império no império com essa proposição Espinosa faz uma crítica à ideia de que a natureza é um império regido por Deus e Deus é o chefe deste Império trata-se aqui de retificar tanto o pensamento de Deus como também o pensamento da pessoa humana Deus não é uma pessoa muito menos o ser humano se governa por meio de decretos de uma vontade livre de toda a determinação que o ser humano não é o império Isso significa que ele é algo singular finito e
determinado pelo que os cerca Portanto ele não é inteligível por ele mesmo ou desligado do todo natural que o cerca aqui é a teoria do livre-arbítrio que Espinosa recusa tanto dos moralistas como do de Card como o quinto. Destaco que o desejo é a essência do ser humano afirmar isso é antes de tudo reconhecer a importância EA necessidade dos desejos e aqui está a definição de Espinosa em relação à existência singular individual dos seres humanos cada existente é caracterizada por uma tendência afirmar o seu ser o conatus que um ser humano é consciente de si
mesmo ele nasce da afeição de nossa essência que pode referir-se apenas ao Espírito ou simultaneamente ao espírito e ao corpo ao referir-se apenas ao Espírito temos a vantagem já ao referir-se ao espírito e ao corpo temos o apetite a existência assim é a afirmação dinâmica de uma potência que se orienta sempre para aquilo que lhe parece útil e o desejo é o suporte desta afirmação no entanto nem todo o desejo exprime integralmente a minha natureza entre os afetos é preciso deste em fetos que são paixões e os afetos ativos as paixões são determinadas por causas
exteriores os afetos ativos são por causas interiores como sexto e Último Ponto destaca uma frase de Espinosa diz ele nada é mais útil ao ser humano do que o ser humano é útil que aumenta a nossa capacidade de agir e favorece os afetos da Alegria Mas será que nós não podemos esperar dos nossos semelhantes o pior sem de Espinosa porém somente se eles são governados por baixo ões o ser humano assim não é verdadeiramente útil ao ser humano mas somente na medida em que ele vive segundo a razão o próprio aumento da nossa potência de
agir passa por um tipo de sociedade que privilegia o aspecto racional enfim falamos Neste vídeo sobre seis Pontos importantes da obra ética de Espinosa até mais