Rapadura Cast, o podcast do portal Cinema com Rapadura. [aplausos] Seja bem-vindo, senhor padr todo o Brasil. Está começando mais edição do Rapadura Cash. Eu sou J de filho e no programa de hoje vamos falar sobre o Oscar 2026. Estamos aqui com o Thago Cqueira. Bora Brasil, mostra que tu é intenso. Rogério Montanar. Ainda estamos aqui. Meu Deus, ainda com esse filme Fernandes. Na minha casa, a arrogância e a soberba nunca foram embora. Olha, muito bem. De volta, Rafa Cash Max, seja bem-vindo. Pois é, esse ano vai ter clima de Copa do Mundo num ano de
Copa do Mundo, inclusive. Caraca, que maravilha, hein? [risadas] Sou é a pátria de chuteiro, aliás, pátria de cinema, né? A pátria de câmera. A pátria da câmera. Vai ser uma tristeza se ano que vem a gente não tiver nada e nenhuma premiação. [risadas] Chega Júlio Brasil perde copa, perde Oscar, perde tudo. É o clássico BR, né? Que é se empolgar muito com uma coisa e e desempolgar rapidamente na mesma intensidade. Osca é mentira. Olha a Copa. É mentira. Na mesma intensidade. Gente, vamos fazer aqui o nosso tradicional podcast do Oscar. Nesse ano aqui de 2026
a gente vai passar por todas as categorias. falar se realmente foram boas escolhas para esse ano. Eh, são filmes lançados em 2025, né? O Oscar celebra, o Oscar do ano celebra o ano anterior, né? Então, às vezes as pessoas ficam confusas, né? É, porque alguns filmes eles estreiam no Brasil já no ano certo, mas eles são sempre filmes que t uma data limite para estrear lá fora até o final do ano. Não sei se é novembro. Isso. Ah, é, eu acho que é dezembro mesmo. Ah, tá meio 15 de dezembro ali, né? Humum. E aí,
e aqui no Brasil tem alguns filmes que chegam em janeiro, só em fevereiro, e alguns até em março mesmo. E alguns nem chegam, né? Então, exatamente a gente vai dar passeada em todas as 24 categorias. Você vai conhecer um pouco sobre esses filmes mesmo. É um podcast bem bacana. Não é só um podcast para ah, qual vou apostar, em qual vai vencer, mas na verdade para conhecer os filmes, a gente bater um papo sobre eles aqui. Então, um podcast bem maneiro aí. Se você quiser ouvir um papo sobre cada filme indicado na categoria principal de
melhor filme, nós temos os 10 podcasts sobre os 10 filmes no Salav. Patreon.com/paduraacast, nosso podcast exclusivo para assinantes. É isso, falamos sobre os 10 filmes. Alguns saíram no aberto aqui, né? Aliás, que só o agente secreto saiu no aberto. Agente, agente secreto. É, né? A gente liberou aqui no no aberto, mas todos os outros estão lá. Fórmula 1, pecadores, batalhopas outra. O rapaziada faz podcast de todos filmes, com certeza. É, é, é a primeira vez, mas tão lá 10 análises bem bacanas de filmes que são, né, esse ano tá realmente uma qualidade muito boa dos
filmes. Eh, então recomenda aí patreon.com/paduracast, além de você ter um podcast semanal aí exclusivo para você, você tá fortalecendo nosso trabalho e a gente fica muito feliz com os nossas nossos milhares de assinantes aí. Eh, vamos nessa. Vamos falar sobre o Oscar 2026 agora aqui no Rafa. Eu sou o Cláudio Semel de Santo André e sejam bem-vindos ao mundo espetacular do [música] cinema. [música] Rapadura. [música] Gente, vamos lá. Vamos falar de Oscar. Deixa eu fazer uma pergunta aqui, porque a gente tá com a memória muito furreca, né? Nossa memória tá tá escapando, porque a gente
tá a gente tem tanto acesso às coisas, né? A Twitter, a Instagram, a TikTok, não sei o quê. Todo dia é um monte de notícia e tudo que a gente esquece coisas que a gente acompanha. A gente que ama cinema, é muito fácil de esquecer. Uhum. Vou fazer aqui. Não abro nada, tá, Cicas? Levante essas mãos aí, Cicas. [risadas] Obrigado. Suas mãos, para do céu. Vou fazer um teste aqui dos últimos 10 anos de filmes aqui do Oscar, tá? Ah, o Max. Ah, não vale. O Max é especialista, [risadas] [ __ ] Pera aí, pera
aí. Mas ó, não conf na minha memória, não. N sabe tudo, [ __ ] Só pra gente relembrar os filmes que venceram dos últimos 10 anos, porque a gente sabe que o Oscar tem aquela parada, tem um filme que é muito marcante e aí a gente obviamente lembra. E tem aqueles que ganharem a gente tipo parasita, né, que é bem lembrado, né? Então vamos vamos voltar um pouquinho. 2025, quem venceu o Oscar 2025? A Nora. Foi a Nora. Tô falando [risadas] que especializ matar. Caraca, na moral, esse esse aí tá fresco. Esse esse aí tá
fresco. Esse aí tá fresco. Vem contar a reclamação que teve de todo mundo. Ah, ganhou o filme da moça do Job ao invés de ter ganhado o brasileiro. Exatamente. Não lembrou também. É que o brasileiro também não sabe brincar a substância, né? Foi um ano de Duna parte dois e tudo, né? Então tiveram outros filmes assim que poderiam, né? O próprio estou aqui, né? Mas vamos para 2024. Quem foi que venceu 2024? Oppenheimer. Oheimer. Oppenheimer. Openheimer. Ano que teve Barbie também, né? Que foi teve a duplinha Barbim Vidas Passadas, né? Pobres Criaturas, né? Os anos
de interesse. Um filme são anos, foi um ano bem interessante, né? O próprio filme do escocês né? Assassino da Lua das Flores. Vamos voltar mais um pouquinho. Vamos testar a cabeça do 23. Aí já me pegou já. Calma. Ah, foi tudo em todo lugar ao mesmo tempo. Tudo em todo lugar ao mesmo tempo. Exatamente. É isso eu não ia lembrar mesmo. É porque o Rogério odeia por algum motivo. Por algum motivo. [risadas] Esse ano teve, né? Teve o Tar, teve o Triângulo da tristeza, teve o Top Gama Ver. Bom, foi bom esse ano. Foi bom
esse ano. Vamos pra 22. Ai meu Deus. Esse é de lascar, né? É o koda não quem venceu foi o como é o nome nossa senhora lembra do comoda ganhando viu é quem lembra do coda no ritmo do coração o nome do filme é um filme totalmente é um filme não filme ruim meu Deus do céu, né? Ganhou do filme lá do no olho para cima do ganhou do ataque dos cães. Ataque dos cães. [risadas] Fernanda colocou a cachorroou. Vamos, vamos ver 2021. Nomad. Nomadland ganhou ali. O ano de pai, né? Ano de minari, né?
De de esse car da pandemia. Oscar aqui não tinha ninguém. É, esse Oscar foi bizarro porque a Academia tinha colocado o último prêmio para ser justamente o prêmio de melhor ator, porque achavam que ia ia pro Chadck Bman, ia ser um momento bonito e tal, que tava em casa dormindo e ele nem tava e ele nem tava lá, tava em casa dormindo. E eu ganhei mais de R$ 10.000 nessa aposta. É verdade. Caraca, muito bom, Juros. É sério? É sério? [risadas] É sério. É car contra tudo e contra todos ele ele foi lá e apostou
no Anthony Hopkins e ganhou. Eu tinha uns créditos e numa bet específica aí e aí eu falei: "Pô, vou ver aqui como é que funciona a bet de Oscar". E aí eu fui lá e eu vou nele aqui. E eu tinha fé que o Antonio Robs ia ganhar, ele ganhou mesmo. E aí no fim de semana seguinte eu eu falei assim: "Tô demais, vou ganhar tudo." Aí eu perdi os cara juras? Tem que sacar o dinheiro, não é? [risadas] jogue com responsabilidade não existe. Nunca mais usei bet. Nunca mais usei bet na vida. [risadas] Vamos
voltar mais um pouquinho no tempo. 2020 parasita. Glorioso. Parasita, né? Parasita. Foi antes da pandemia, eu acho. Foi antes da pandemia. Foi, foi. Eu tava na dúvida se tinha sido 20 ou 19. Cara, eu lembro de uma foto do diretor Bong e chegando no aeroporto de Los Angeles, eu acho que era com Taiti, os dois de máscara. Ainda não tinha ainda não tinha começado a pandemia. Eu lê muito bem porque foi a gente fez a transmissão do Oscar lá no estúdio do Rapadura e depois da do Oscar o o estúdio fechou e nunca mais abriu,
né? Por causa da pandemia ficou um ano fechada e tudo por causa do enfim. Esse car foi [ __ ] É, foi um ano também que foi indicado. O Joker, né? Little Woman é o quê? Adoráve as mulheres, né? Mulheres adorav mulheres. História de um casamento. Era vez em Hollywood. Vamos lá. 2019 foi o Green Book. Green Book. [ __ ] trava nesse até hoje. [risadas] Caraca, o Greenbook venceu e tinha era o ano de Pantera Negra, né? O ano que banhei mais rapizódio foi de cada melhor na moral. Era o ano de infiltrado na
clã. Você imagina você ter Pantera Negra infiltrado na clã e dar o prêmio pra [ __ ] do Green Book? Ô, ô, Max, a gente tava junto lá no na falar agora. Foi minha primeira live do Oscar e aí tava eu, você lá no sofazinho conversando, PH, comentando PH, Jeral. A gente conheceu o Max lá, né? Foi lá que a gente conheceu o Max, não foi? Eu conheci antes, né? Na CCXP, tá. Ah, é verdade. Já tinha visto na CX. Tava o Guilherme Brigs também, né? É o o ano que também saiu nasce uma estrela.
Então, bem curioso. Vamos voltar mais. A gente tá chegando aqui para completar 10 anos. 2018, quem venceu o Oscar foi Moonlight, não foi? A forma da Água. Desculpa. Três anúncios para um crime. Para mim é um dos melhores filmes da da década. Vamos voltar mais um ano aí. 2017. Esse sim foi o agora foi que foi eu que lou e é muito bizarro porque você vê lá o pessoal de de Lalent subiu, você vê a confusão nos bastidores do ócar. Nossa senhora. Aí o pessoal do quando eles vão pegar o negócio. Não, gente, eu não
tô não tô brincando. Eu não, isso não é brincadeira. Não não quero elogiar outro filme não. Mul ganhou. É, é, é. Foi surreal aquilo. [ __ ] tava puto. Você viu pela cara dele que o bicho tava puto, né? Sim. Tinha um Moonlight, tinha um Lalaland, mas tinha a chegada também, né? Indicado. Nossa, a chegada muito bom. Tinha aquele a qualquer custo que é muito bom aquele filme lá. F. Falar o seguinte, né? O o Moonlight é um bo, ótimo filme, mas quem lembra do Moonlight agora? O Laland tá aí na na mente das de
todo mundo, a chegada porque se tornou se tornou porque é um filme mais pop, né? Uma peça na cultura popular assim, né? Por causa do Brian Gos ele dá da Emma Stone. Tem aquela coisa de você ganhando levar a qualquer custo, por exemplo, que é um filme do Taylor Sherid. Taylor Sherid fez o nome dele com esse filme e hoje é um dos um dos titãs do entretenimento. Todo mundo tinha tinha uns filmes indicados, tipo aquele Lion, uma jornada para casa, Manch, o Mancha a Beiraamar, que são filmes bacanas, mas indicado ao Oscar, né? Não,
Manchestra Beiramar era um dos favoritos, só que [ __ ] só dá para você ver uma vez e nunca mais, né? Também o filme foi prejudicado pela eh porque tinham saído algumas coisas do CAS Africa na época que eu filme para caramba 2016 pra gente fechar o ciclo de 10 anos. Aí eu não vou lembrar de jeito nenhum. Spotlight. Nossa. Nossa, olha aí. Spotlight que acertou. Ganhou de Mad Max, a estrada da Fúha. Ganhou de A grande aposta. Você ganhou de Regresso de Perdido em Marte de O Quar Jack. Nossa, era o pior filme de
todos, mano. Era o filme [risadas] da Rogério. Não é ruim, né? O filme não é ruim. Qual é melhor que esse desses todos que ele falou, qual é melhor? Tinha o ponte dos espiões também, né? Que era bom também. O Brooklyn da Xa Brunner. Ah, o filme da X Runner é legal. Vai, vai. Mas vai. Esse aí era um pouquinho pior. Vai que o que o Mas é muito bom. Muito bom. É, mas foi foi bem zebra esse aí. Ninguém tava apostando que ia ser ele. Ele foi Não, com certeza. Aquele caso aquele caso de
que o MadMax ele levou uma coisa muito melhor que o Oscar. O Mad Max levou eternidade, cara. Ah, que papinho. Caraca, aquele gif da aquele gif da caneta pegando fogo. Meu amigo, eu quero troféu, não quero reconhecimento. Não, que por ninguém lembra de ganhou curtidas, [risadas] cara. que às vezes pode ser esquecido com 5 se anos ou o filme ser lembrado pela eternidade. Quero tudo. É, [risadas] oherimer não teve tudo. O Openheimer não teve tudo. Troféu, reconhecimento, cara. Qu eu também quero, pô. O MadMax também tinha. tivesse faturado muito mais do que ele faturou e
tivesse vencido mais prêmios e ele, o Jorge B, ele estaria fazendo muitos filmes. Considerando ano passado, 2025, foi um ano que tinha aquele o Emília Perez, tinha o do Sesc lá, o brutalista, o brutalista do [risadas] Sesc. O filme do Sesc para sempre. O filme do Sesc. Tu sabe esse daí, ô Max? Não. A gente chama aqui o o brutalista de o filme do Sesc, porque ele [risadas] ele cara construindo o Sesc. 3 horas do cara construindo SESC. [risadas] [música] [música] Aquele é um completo desconhecido também. E aí assim dos 10 indicados sempre tem uns
três ou quatro que talvez em algum momento não estivesse ali, mas tinha que completar os 10 e aí acabou escolido. Aí a gente chega nesse ano de 2026 e você tem 10 filmes e eu, particularmente eu não consigo ver nenhum filme ruim, tipo assim, ah, esse filme talvez não fosse de casa, eu tá, eu gostei dos 10 filmes. Eu sei que o pessoal tem head sens aqui com Frankenstein. É, eu gosto de Frankenstein. Só eu tenho com Você não gosta de três, Max? Tem três que eu que eu tiraria da categoria de melhor fil. Opa.
Quais? Tem um que eu tiraria e outro que eu sei que tá ali por representatividade de blockbuster, mas que beleza, vai lá. Não, não. Bugou o F1 é. É, deixa o Max falar. É, não. O Max não gostou de Fórmula 1, né? Tu não gosta de Fórmula 1, né, Max? Eu eu gosto, eu gosto. Não tem nenhum filme que eu desgostei, mas melhor filme tipo C 15 pilotos. Mentira, sacanagem. [risadas] 115 pilotos. Não. Ah, tá, entendi. É, não, na Eu não gosto de Fórmula 1 da vida real, de fato. Eu não acompanho nada. Eu sou
ignorante. Eu gosto de Fórmula 1 filme. Ó, [risadas] eu sacanagem. Eu [risadas] calma aí. O o esse aí só quem tá vendo no vídeo vai pegar a piada. É, é isso aí. Você sabe que eu eu tava assistindo com a com a minha filha, né, o Fórmula 1 e aí eu falei assim: "Pô, seria tão legal se a Fórmula 1 de verdade fosse desse jeito, né, cara?" [risadas] Não, porque você pode bater, você pode chegar na: "Ah, eu hoje eu quero largar". O cara entra no domingo, entra no carro e sai largando. Tipo, seria tão
legal se fosse assim, né? Mas pena que fórmula um era ela uma mistura do Dirigir para viver é com o jogo da EA. É isso. E corrida maluca. Corrida maluca. Corrida maluca também. E o jogo daí a sendo jogado no modo arcade ainda, por cima, porque você não tem que fazer. Quais são os três filmes aí que tu acha que não deveriam estar aí? Esses 10 de lembrando que a gente tem o agente secreto, a gente tem valor sentimental, a gente tem Bulgônia, Fórmula 1, Frankenstein, Humamet, Mart supreme, uma batalha após a outra, Pecadores e
Sonos de Trem. Então eu não acho que tinha que tá aí nessa categoria Fórmula 1. Bugônia quê? Bugônia tira daí. Não merece, não merece. Tão errado. [risadas] Frankenstein não tinha que tá aí. É isso. Doide. Frankenstein não tinha que tá aí. [risadas] Ó, tô agradando diferentes públicos aqui. Agradou o Thiago Siquier e o Rogério. Tu consegue pensar em quem não tá aí? Que deveria tá aí. Você acha que devia tá aí? Se eu tivesse pernas eu te estaria. Eu colocaria porque o filme é [ __ ] Eu eu não colocaria. Ó, tem um que eu
gostei para caramba que é o Cokurro, que é o filme japonês, tá indicado a melhor maquiagem. Uhum. Ele tava no pário para melhor filme internacional, não entrou nem para melhor filme internacional, mas eu gostei muito dele, assim, eu acho que ele, eu acho ele um filme muito melhor do que esses três que eu falei, por exemplo. Eu acho que chegass, eh, tá chegando agora em março o Cucur, ele estraia agora, essa semana eu tiraria o o Frankenstein, colocareia o extermínio e a evolução. Eu colocaria o exterm, eu não vi o extermínio a evolução até hoje.
Muito, muito bom. E aí, se fosse para escolher também, eu acho que o a hora do mal da para meio que homenagear a safra de terror que a gente teve em 2025, ele seria um bom representante também. O o o Cicas tava falando aqui da da cota filme Blockbuster. Se for para ter cota blockbuster, tira a Fórmula 1 e coloca a Hora do Mal, que é um filme muito superior. Eu gosto pr caramba de Hora do tiraria, é, eu tiraria o Frankenstein e colocaria a hora do mal. Vamos nessa. Vamos começar a dar passeada no
na nas categorias aqui do Oscar. A gente sabe que existem quatro categorias, na verdade três categorias que são um de pouco eh acesso, né, das pessoas, assim, é difícil de assistir. Alguns saem stream, tipo alguns curtas e documentário, alguns documentários em si a gente encontra às vezes na Netflix, né, no HB, o Maxon Prime e tal, mas ainda assim é muito difícil, né, diferente dos dos filmes, né, dos longas, eh, que a gente encontra com um pouco mais de facilidade, exceto também os da categoria de melhor família internacional, né, que também são mais difíceis de
se encontrar, porque quando chega aos cinemas, passa uma semana nos cinemas e sai, né, e é tipo, é pouquíssimo tempo, né? a gente tem que se virar, né, para poder ter acesso a eles. Vamos começar primeiro com essas categorias de curtas para pra turma conhecer um pouco mais. Vamos falar de de curta live action. Bora. A gente tem aqui cinco indicados. Max, tu conseguiu ver todos, né? Todos esses cutas. Sim. Eu sou o maluco que tenta ver todos os filmes indicados em todas as categorias, todo ano. E muitos anos eu consigo fazer isso. E eu
terminei minha maratona desse ano alguns dias atrás. A gente tem aqui indicado, ó, de de melhor cultametragem, o Two people, exchange saliva, Jenny Ache per de drama, but Stain, a friend of Dorot e The Singers, né? Exatamente. Pois é, são curtas bacanas assim, eu acho que não tem nenhum, geralmente nas categorias de curta live action sempre tem um que é muito muito ruim. Esse ano não senti que tinha nenhum. são e são bem diferentes, assim, o Butchers tem, por exemplo, é um curto que fala muito sobre as tensões eh entre Palestina e Israel hoje em
dia, eh que é sobre um um açogueiro palestino que trabalha em Israel e aí como ele vira meio que alvo eh do de de formação no trabalho. Então é um é um curta bem tenso, bem bem poderoso. O a friend of Dorot, ele conta a história de, é, é daqueles curtas mais bonitinhos assim, água com açúcar, que é sobre um rapaz que conhece uma uma velhinha que vive sozinha e ela começa a emprestar livros para ele e ajudar ele a querer ser ator e vai descobrindo que ele é um rapaz gay e ele ainda tá
dentro do armário. Então, como essa relação ajuda os dois a se sentirem menos sozinhos? Esse filme tá no YouTube, inclusive. Eh, o Jane, o Jane Austins, Period comédia. Esse é o mais fraco para mim da da categoria. Eh, ele ele é de comédia e é tipo pegando uma história estilo é Jane Austin, como tá no no título. É meio orgulho preconceito, mas fazer para fazer uma sátira feminista, eh, girando em torno do do conceito da da menstruação. E aí o filme é um trocadilho, é period. Então é porque seria drama de época, mas pode ser
traduzido também como drama de menstruação, entendeu? É do filme que faz uma missão [risadas] bem explícita, bem divertida também. Também tá no YouTube, tá? Esse esse filme. Pronto. Eh, tem os cantores, né, The Singers, que esse aí é um bem bonito, assim, é, se passa numa noite num num bar e aí os caras começam a querer fazer uma competição para quem canta melhor e aí fica um negócio meio engraçado, mas também eles usam as canções e as performances de cada um para mostrar o que que tem de drama de cada de cada dentro de cada
personagem. É bem bacana. Esse esse tá na Netflix, tá? Esse é o mais fácil de cantores. Verdade. Verdade. Pronto. Então, os cantores é bem bacana. E qual é o outro? O outro é o duas pessoas trocando saliva, né? Eh, que ele é mais um tipo um futuro distópico onde não existe mais dinheiro e as as transações monetárias são dão trocadas por tapas na cara. É muito bom isso. [risadas] Que fantástico. Tipo, você vai comprar uma coisa, tu pede e ah, quanto custa? 10. Ah, tá bom. 10. Aí é 10 tap na cara. Aí você leva
10 tabes assim. Pá, pá, pá. [risadas] E aí é porque aí eles começam a mostrar que eh você andar com um hematoma no rosto é um sinal de status, porque quer dizer que você pagou muito caro e você teve que tomar muito tapa e aí tem gente que, tipo, passa maquiagem para aparecer que levou tapa, sabe? Fantástico. Esse tem no YouTube também, tá? Esse ele é uma melhora naquele conceito das pessoas pagarem as coisas lá com com rating, não, e com rating do do no Black Mirror. Sabe aquele episódio da BR Howard que, tipo assim,
ah, se te dão likes o suficiente, você tem status para usar tal coisa. Eu acho que tapa na cara, ele é mais honesto. Parece lá o round six lá, o recrutador do round six. Você não tem dinheiro, você paga em casa. Toma na o E tem uma parada que é tipo é proibido beijar, então tem os chicletes. O chiclete é sabor alho. Proibido beijar. O chiclete é saboralho. Meu Deus. É exatamente. [risadas] Tipo, beijar é é proibido. E aí e aí, tipo, o nome do curto é Duas Pessoas trocando saliva. Justamente porque aí é sobre
um romance que nasce no meio dessa sociedade e a tensão sexual entre essas duas personagens, mas elas não podem se beijar porque é contra a lei, entendeu? Ou seja, é meio THX 138, meio idiocracia, talvez. Se fosse para eu votar em um desses, eu votaria talvez em Butchers Stain, justamente porque eu acho que é o o Curta que trabalha melhor a sua ideia de um para criar um drama mais envolvente e é um que e que toca no assunto sensível aí de Exatamente. Que reflete tensões muito reais e muito fortes sobre um ângulo diferente. Então
esse seria o meu voto. É o F. Eu votaria no Pipo, tá? Eu eu também. Tudo que eu mais achei interessante aqui, achei o mais interessante também duas pessoas trocando saliva. É, então assim, também juras o que o que normalmente acaba ganhando é esse mais político e tal, mas a gente não sabe como é que ano esse ano vai ser na academia, principalmente por causa da do que tá acontecendo e tal e as votações estão acontecendo agora, né, que que a gente nessa semana que a gente tá gravando, então, né, e tem muitas tensões por
aí, mas eu vou com o coração total nesse daqui. Eu vou votar no tio People porque é loucura [risadas] total. Eu adoro esse tipo de filme. No ano passado a gente não escolheu o filme da mulher lá que era o ET. ET não, ela era o robô e não sabia. Votou nele. Pra vamos lá, vamos continuar aqui. Próxima categoria de melhor curta em animação, hein? Retirement Plant, Forever Green, The Girl Cry PS, Butterfly e The Tree Sisters. Exatamente. Bem bacana. O o mais fraco dessa categoria, na minha opinião, é as três irmãs, que ele é
bonitinho e tals, mas assim, você pensa assim para um Ócar, tá aí, ele conta a história de, é uma história mais assim engraçadinha, tipo, é uma, é uma ilha onde moram três irmãs, cada uma tem a sua própria casa e uma é mais alta do que a outra. E aí até que um dia chega um marujo, eh, que quer morar naquela ilha também. E aí é sobre como as três se apaixonam por esse marujo. Então é engraçadinho, é legal, mas não é nada que eu olhe assim, tipo, não tem nada no na técnica de animação
que me pareça algo super diferente. E a história eu acho super bobinha, então para mim é o mais fraco. Já vou começar comentando ele esse aí. Eh, tem Butterfly. Butterfly é talvez talvez seja o candidato mais forte. Ele é uma animação que ela é toda feita com pinturas à mão, mesmo assim. E para contar a história real de é é um curta biográfico sobre um nadador que ele era uma super promessa da natação e ele era judeu. E aí o que acontece quando a vem a Segunda Guerra Mundial e aí eh tem as Olimpíadas na
Alemanha nazista e aí quais são as dificuldades que ele enfrenta por ser judeu e tudo mais. Então é um é um curta muito bom. Esse filme tá no YouTube, inclusive tem Forever Green. Forever Green, né? Ele é mais engraçadinho, estilo pizza, fofinho. É sobre uma árvore que ajuda um um animal. Eu só não vou lembrar exatamente qual é o animal agora. Acho que é tipo um urso. É um urso. Isso é um urso. É. E aí, tipo, meio que cria o urso como se fosse filho adotivo. E aí o que acontece quando esse urso vira
meio que adolescente e aí ele faz coisas que colocam a árvore em perigo. Então é um curta bonito para falar sobre tipo meio que essa temática de família encontrada e ao mesmo tempo trazendo mensagens ambientalistas. Então é é bonitinho. É bem bonito. É bem bonito. A animação tem no YouTube também. Sim. A menina que chorava pérolas, né? The girl who cried Pearls, que é francês ou canadense, acho que é canadense, na verdade. E esse aí é, cara, esse é muito impressionante, assim, a qualidade da técnica de animação. Eles misturam marionetes com stop motion e tem
um trabalho de câmera absurdo, assim, que a gente não tá acostumado a ver um tipo de plano de movimento de câmera que a gente não tá tão acostumado a ver nesse tipo de de filme. Então ele assim é visualmente estonte e é uma história bonita assim sobre um menino que conhece uma garota que mora numa casa com uma família abusiva e toda vez que ela chora as lágrimas delas viram pérolas. E aí é como é que se desenvolve a relação entre esses dois, essas duas crianças. E é bem bonito esse aí. É bem legal mesmo.
Esse aí é um grande destaque. Eh, e por último tem Retirement Plan, seria a tradução, seria eh plano de aposentadoria. É bem bacana também. Esse aí ele é basicamente um um cara falando o que que ele pretende fazer quando ele se aposentar. E aí e a e o narrador é aquele ator, o Donald Glisson, que fez questão de tempo, né? Aquele ruinho, né? Que filho do do Brandon Glisson. Eh, e ele é o narrador do filme fazendo a voz do personagem principal. E aí é uma, aí você vai vendo a animação mostrando, tipo, que ele
fala: "Ah, quando eu me aposentar, eu quero viajar para não sei onde". Aí a animação mostra o personagem dele velhinho fazendo essas coisas. Então é um curta bonito que pensa sobre essa ideia de sobre o que que você deixa para fazer depois ou o que que você tenta, o que que vale tentar já fazer agora, essas coisas assim. Então é aquele aquele curto animado com uma história bonita, inspiradora e tals, uma mensagem inspiradora. É bem bem bacana esse aí. Eh, eu votaria na menina que que chorava pérolas, porque eu acho que é uma história bonita
e em termos de qualidade de animação, é, é o que mais me impressionou assim pela mistura de técnicas e de trabalho de câmera que eu achei diferente de tudo que eu já vi nessa categoria do Oscar nos últimos anos. Eu iria no butterfly, cara. É, para mim é o mais bonito, eu adoro Aquarela, eu adoro a animação que usa estilo Aquarela. Em 10 minutos ele dá uma porrada no seu estômago, que é [ __ ] Eu gosto muito do, gostei muito do butterfly. Eu vou ficar com Forever Green. Achei a animação lindíssima, lindíssima. Muito bonito
mesmo. O filme tá no YouTube aí, inclusive para assistir. É um típico de filme que talvez é a gente se se tivesse sido feito pela Disney ou pela Pixa, ele estaria indicado e provavelmente venceria. Ele não tem o lobby de uma pizza e uma uma Disney. Mas é muito bonito. Ele tem muita vibe. Tem muita vibe. Então fico com ele Forever Green. Eu vou no butterfly também. Eh, Rogério, eu vou votar no plano de aposentadoria porque afinal e é a minha área. Velí, [risadas] velice é a minha área. Caraca, Rogério [risadas] tá seguindo termômetro, hein,
Rogério. Tô ligado, hein? Eu já tô, meu amigo, já tô no no rabo da Você tá seguindo é o termômetro mesmo aí. Ah, já tô. Vamos lá, vamos para melhor documentário em curtametragem. Temos quartos vazios, tem armado com a câmera. Vida e morte de Brent Renolde. É, o diabo não tem descanso. Tem o perfect. Strangeness. Perfectly a strangeness. Perfectly a strangeness. Children no more também indicado aí. Cinco filmes. Nhim. Exatamente. Vamos lá. É, essa categoria tá bem forte, tá bem legal mesmo. É, Quartos Vazios é um que tá na Netflix, é um original da Netflix.
Ele é sobre um jornalista que trabalha na televisão, um repórter, e ele sempre era o cara que fazia as matérias good vibes para fechar o jornal e tals. E aí só que aí começou a ter os tiroteios nas escolas dos Estados Unidos, começou a ser algo muito mais frequente e meio que sempre colocavam ele para fazer as reportagens de encontrar algum ângulo esperançoso, bonito. E até que chegou um ponto que ele falou assim: "Cansei, cara, eu tô cansado de tentar enxergar um lado bom quando tem um desastre desses". E aí ele criou um projeto de
ir na entrar em contato com as famílias que perderam crianças em tiroteios de escola para ir pros quartos, porque muitos desses pais mantém os quartos das crianças como estavam. E aí ele vai e ele desenvolveu esse projeto de ir nos quartos das crianças, fotografar, fotografar os pais e lembrar as histórias dessas crianças. Então o documentário sobre isso é obviamente difícil de assistir, né? Porque é um tema super pesado, mas é um uma ideia muito bonita e muito legal assim. É, cara, lembra aquele filme italiano, O Quarto do Filho? A, você não conhece? Cara, eu é
um filme que eu só consegui assistir uma vez na minha vida. Doeu muito assistir. Hum. Nossa. É, esse daí é bem, esse do do da Netflix é bem pesado, tá? Ele é sim. Eh, o outro é armado com uma câmera, a vida e morte de Brand Renault. Esse aí é sobre o Brent Henult, que ele era um correspondente de guerra. Eh, ele era especializado, um documentarista que se especializou com o irmão dele. Aí cobriram em zonas de guerra e ele foi o primeiro americano a morrer na cobertura da guerra da Ucrânia. E então o documentário
é comandado pelo irmão dele principalmente. E você vê como é que era esse personagem. Eh, você vê que o ele era autista e aí como isso afetava o trabalho dele para ser diferente e único. E e aí mostra, tem depoimentos do próprio Ben Renovo falando, tipo, coisas do tipo, ah, eh, eu me sentia à vontade num numa zona de guerra, mas um uma reunião social era muito mais estressante para mim do que estar numa zona de guerra. Então é um personagem fascinante para mostrar como é que é a perspectiva dele de neurodivergência e tals. Então
é um é um curta bem legal, bem legal mesmo. O diabo não tem descanso, que ele é sobre uma clínica de aborto legalizada nos Estados Unidos, porque nos Estados Unidos você tem alguns estados que têm clínicas de aborto legalizadas e é acompanha a mulher que coordena essa clínica e quais são os desafios dela no dia a dia para proteger as mulheres que estão indo láum e mostrando quais são as pessoas que vão lá na frente da clínica de aborto para ficar falando: "Ah, Deus vai te enviar pro inferno." É. E mostra tipo como ela tem
que entrar lá todo dia e e chegar, ser a primeira a chegar e ver se não tem maluco se escondendo no banheiro para tentar matar quem tá lá dentro e tals. Então, como é a rotina de alguém que trabalha num lugar desse. É. Eh, e é muito e é muito legal porque o é uma é uma mulher super religiosa e que é super eh engajada e mostrando como você ser uma pessoa religiosa não necessariamente significa que você tem que ser contra o aborto necessariamente e por aí vai. Então, é, traz essa esse debate ainda por
cima. Então, é um filme que rende conversas muito muito profundas, eu acho. Tem Children No More, que é sobre também eh essa questão do conflito Palestina e Israel sobre a perspectiva de cidadãos comuns, eh, que nem em Butchersin. Eh, só que esse aqui é sobre pessoas em sobre israelenses fazendo protestos silenciosos para eh mostrar as crianças palestinas que estão sendo assassinadas por Israel. Então, eh, é um documentário que ajuda a quebrar um pouco a ideia de que tá todo mundo, um lado completamente contra o outro, assim, mostra, então, israelenses que estão querendo mostrar como tá
sendo o genocídio na Palestina e e mostra como esses protestos eh de israelenses causam outros israelenses a ficarem putos com eles mesmos e qual é a tensão assim do tipo essa divisão interna mesmo, sabe? Então, é bem bem poderoso também esse esse curto, é bem legal. E por último tem Perfectly a Strangenness, que é assim como o nome indica que tem strangess, que é estranheza em inglês. É um curto bem esquisito. [risadas] Ele é acompanha três burrinhos que ficam vagando numa estação como se fosse uma fábrica. E é só isso. Não tem falas, não tem
diálogos, não tem pessoas, é só três burrinhos vagando por esse lugar. E e é isso. É é o mais bizarro de todos, é o mais experimental e a ponto de fazer você questionar, tá, o que que tem de live action aqui? E o que que tem? Por que que isso não é um, sei lá, um curtoocumentário, sabe? Tipo, não tem atores, não tem pessoas. Então, é, eu acho que ele é um um indicado interessante para explorar esses as os limites, né, do que que é um curta live action, digamos assim. Tudo é, né? Tudo é
do live action ou documentário, no caso. É, é desses cinco filmes, o o Perfectly, ele tá no primeío de fora, então se você tiver uma VPN, você consegue assistir. Aí o Tier no More tá no MUB e aí você também consegue assistir de boas. O Diabo não tem descanso, tá no HBO Max, não dá para ver. É armado com uma câmera, vida e morte de de Branch Renault. Tá no 8 Max também. Out na Netflix. tá na Netflix, né, que é o mais forte e é o meu minha aposta. O mais forte, eu acho que
é o que vai ganhar também. E eu acho que provavelmente é que tem, acho que é ele que vai ganhar. É, é assim, por mais que o tema Israel Palestina tem uma força, o a guerra da Ucrânia também, tudo mais, né, esses filmes políticos eles acabam tendo bastante força. Eu acho que essa ideia do do de uma coisa que não se resolve, é o fotógrafo tirar fotolas, é que essas coisas das crianças, sabe? Isso não se resolve nunca, né? Nunca. Elas vão, elas elas começam, elas terminam, às vezes demora uma eternidade, mas terminam e tudo
mais. E essa questão das crianças, ela não termina nunca, né? A gente falar isso sempre, né? Examente. Você, quando você começa a acompanhar as categorias de documentário de curtas, todos os anos, você começa a perceber que tem certos temas que agora já viraram meio que temas cativos todo ano. Sim. Decorrente, né? Eh, um deles é tiroteio escola, praticamente todo ano tem algum algum documentário, algum curto sobre isso. É, ano passado tinha um bem forte que era na que era do era na onde tem oá era tipo numa numa corte que tinha um menino que tinha
feito lá e aí eram as crianças que iam lá falar para ele na cara dele que olha. Exatamente. Da dos sobreviventes desse tiroteio que foi o único, foi foi acho que foi o único tiroteio de escola nos Estados Unidos em que o atirador foi preso antes de conseguir de conseguir tirar a própria vida. Por isso que virou um caso diferente. Eh, e o outro tema que tem sempre estado, sempre tem no mínimo um filme que é o filme Anti Putin, entendeu? Isso também, esse é outro tema que sempre tem nessas categorias, com certeza. Ah, e
tem também o o a guerra do momento, né? O assunto da guerra do momento, assim, ele sempre tem uma esse esse assunto sempre volta aí. Eu acho muito interessante esse do diabo não tem descanso, mas é aquela coisa, né? Metade de Hollywood deve amar o filme, metade deve odiar, então é aquele filme que é difícil. Eu acho que o quarto vazios é até por estar na Netflix e até por estar na Netflix já faz um tempo já. Ele não saiu agora por causa da primeira. Tem campeã da Netflix, né? Tem lobby da Netflix. Aí também
tem um grande lobby da Netflix, né? Então eu acho que ele e ele estranhou no festival de Toronto também. se não me engano. Então, ah, eu fico, eu fico com quatro vazios. Você quatro vazios. Quatro va azios. Fernando também. Indo pelo que eu acho mais interessante, eu vou no diabo não tem descanso. Muito justo. Vamos lá para a categoria de melhor documentário em longa. Em longa, porque aí já esses filmes já estão disponíveis em vários streams, né? Tem a vizinha perfeita embaixo da luz, Neon, Alabama, presos do sistema, Mr. Nobody e Rompendo Rochas. Exatamente. Mr.
Nobody. against Putin. Exatamente. É Mr. Against [risadas] Putin. É que Mr. Noby é aquele filme com o Não é o com o Jard Leto. É, [risadas] é exatamente sim. Então aqui também a gente vai ter, por exemplo, eu falei agora a pouco, né? Tem o filme, sempre tem o filme Anti Putin. O desse ano é o Mr. Nobody Against Putin, justamente já tá no título. Ata dele é o nariz gigante do do Putin mentiroso. Exatamente. Pinó. Ele é um documentário sobre um professor de escola numa cidade lá na Rússia, lá no tipo nos Cafundó, tipo
sei lá, São Tomé das Letras da Rússia, não sei, alguma coisa assim, sabe? Tipo, [risadas] e não sem nenhum desrespeito a Santomé das Letras. Ab, inclusive um abraço para todos [risadas] que de São Exatamente. Mas então aqui é uma cidade, se você estiver assistindo e ouvindo em São das Lentes, esse abraço vai demorar um pouquinho para chegar aí porque é bem longe, mas ele [risadas] vai chegar até chegar aí, mas tudo bem. Eh, então é uma cidade assim, eh, que o restante do mundo não conhece. E aí lá tem uma escola e aí você tem
esse professor que ele, na verdade, ele é meio que um professor de criatividade, de mídias, e ele é o o cinegrafista oficial do colégio e ele é muito anti Putin. E ele começa a perceber quando o [ __ ] que o Putin começa a instalar umas diretrizes para todas as escolas seguirem de fazer propaganda de guerra quando começa a guerra contra a Ucrânia. E aí, então, tipo, para fazer e como ele, o Putin pega, basicamente todas as escolas da Rússia e começa pouco a pouco a transformar em colégios militares e e lavagem cerebral pró Putin
e só que ele é contra o Putin, então ele usa o papel dele de cinegrafista do colégio para documentar esse processo no colégio onde ele trabalha, entendeu? É muito, é bem legal, é bem legal. Só não imagino como uma esse cara, por exemplo, não caiu de uma janela, nem bebeu um chá, um chá estragado ou coisa do gênero, ainda porque teve alguns anos atrás um documentário sobre um dos principais rivais políticos do Putin, né? E ele foi indicado, né? E tipo, sei lá, um ano depois ou dois anos depois esse cara morreu, sabe? Faleceu. Faleceu.
Calma aí, né? Faleceu de causas naturais, esquisitas. [risadas] Aí tem o da Netflix, que é o avizinha perfeita, é o frango favorito dessa categoria. Convenhamos, esse filme é uma pedrada no meio da cara, né, que é sobre crianças querendo brincar na rua e uma senhora que simplesmente não tem paciência nenhuma com essas crianças. E ela tem um problema racial também, né? Porque afinal essas crianças não são necessariamente, ela não tem problema racial, ela é racista, né? É. E aí ela eh começa e na verdade você tem o o todo o documentário é do ponto de
vista de câmeras dos policiais e câmeras da rua e câmeras, né, da das casas e tal. E você tem essa mulher chamando a polícia várias e várias vezes, porque as crianças estavam brincando no quintal do lado da casa dela. Até que um dia acontece uma grande desgraça, né, uma grande tragédia. é um é um documentário daqueles de você ficar realmente revoltado. É aquela ideia de que qualquer um pode ter uma arma nos Estados Unidos e esse tipo de coisa é muito é muito fácil de acontecer, cara. Eu gosto muito do formato do do filme. O
documentário é feito de uma, é montado de uma forma muito inteligente, incrível e que vai escalonando a atenção até níveis absurdos. E quando você vai atrás e lê sobre a história real, gente, é dá um nó tão forte no estômago. Ele tava na pré-lista de montagem, inclusive, sabia? Ele só acabou não entrando na lista final, mas ele tava na pré-lista de montagem porque e tem um filme que também era do ano passado, com certeza o Max assistiu, que era também de câmera corporal e câmera da rua, que era também de um rapaz que tinha sido
assassinado pela, só que ele tinha sido assassinado pela polícia e você tinha vários pontos de vista que mostravam que o cara era inocente e tal. E aqui é é ampliar isso, né? Porque aqui você tá trazendo num longa metragem. Eu acho que aquele do ano passado para mim era o meu favorito, porque era muito chocante, né? Você não tem nada, você não tem ninguém narrando, não tem nada e você só tem fatos. E aqui também é basicamente a mesma coisa. São fatos. É uma uma mulher implicante que no momento ela decide simplesmente sacar uma arma
e fazer o que faz. É inacreditável. E o pior que essas histórias elas meio que se repetem, sabe? Eu eu acho muito forte a forma a forma como essa história é contada, mas é mais doloroso ainda o fato de que você encontra eco nessa história em várias que acontecem não só nos Estados Unidos. Os Estados Unidos tem toda a questão do da segunda emenda, etc, etc. Mas novamente é uma desgraça universal. Para mim é o meu favorito dos dos documentários, justamente porque ele lida com o tema universal de uma forma muito específica. Ele conta aquela
história sim, mas aquela história, infelizmente, encontra eco no mundo todo. E o Romendo Rochas, Rompendo Rochas, ele é sobre uma, é lá no Irã e sobre como você tem uma mulher que ela quer se tornar política lá e ela consegue ser eleita. E aí é sobre como ela enfrentando justamente toda todo o machismo da que tem lá e e como eles tentam sabotar a carreira política dela e como ela tenta mudar a cultura da do vilarejo dela, eh como ela tenta proteger as meninas do vilarejo dela, porque aí tem muito caso de tipo de pais
que falam assim: "Não, toma aqui minha filha de 12 anos, casa aí com ela", sabe? Tipo, e como isso rouba a infância das meninas e como ela é ativamente tentando impedir esse tipo de coisa de acontecer e tals. Então, é bem é bem legal. É e com umas cenas muito chocantes assim de tipo v você vendo o que que esses homens falam e como eles acreditam realmente que uma mulher não pode ter espaço para tomar decisões políticas, que ela não pode ter liberdade. Eles falando com todas as letras e tals e como ela bate de
frente com isso. Então, é um documentário bem legal, com certeza. é embaixo da luz de neon, que ele é um documentário mais intimista, que ele é sobre uma poeta chamada Andrea Gibson, se eu não me engano. Eh, e ela ficou, ela foi meio que uma poeta de dessas poetas que vão e fazem eh declamações em lugares públicos, em teatros e tudo mais. E ela virou meio que uma rockstar da da da poesia declamada nos Estados Unidos nos anos 2000 e tudo mais. E aí, só que aí ela com 40 e muitos anos tá batalhando contra
um câncer. E aí o documentário é sobre isso, é sobre como é a batalha dela contra o câncer e sobre ela refletindo sobre a carreira dela, como é o relacionamento dela com a parceira dela e tudo mais. Então ele tem essa pegada mais intimista assim de alguém que tá precisar morrer, na verdade. Tá bem tocante. Falta Alabama, Alabama presos do Sistema que é que nem você falou, né? Já no inter que ele ele ele tem uma da mesma forma quando a gente tá falando de avizinha perfeita que ser todo contado com câmeras corporais de de
policiais. Esse do Alabama preso do sistema, ele é quase todo composto por gravações clandestinas feitas por presidiários no estado do Alabama dos Estados Unidos que eles porque a gente sempre fala assim, tipo, aqui a gente fala muito sobre tipo, ah, eh, contrabando de celulares para dentro de presídios, né? como os presidiários usam. Só que esse esse é um documentário que mostra presidiários usando celulares contrabandeados para fazerem vídeos para denunciar a brutalidade que são cometidas contra os presidiários. Mostrar os abusos, a violência, o tratamento desumano, tortura e tudo mais. E eles usam celulares para fazer essas
gravações clandestinas e passar para repórteres, documentaristas do lado de fora e começar a fazer uma denúncia de como são, como é desumano o tratamento que dão para pros encarcerados no estado do Alabama. E aí todas as repercussões que isso tem na mídia, na política e e por aí vai. É um documentário muito muito bom, inclusive dirigido pelo Andrew Jck, que é o mesmo documentarista que fez aquele aquela minisérie The Jinx. Não sei se vocês assistiram. The Jinx. Sim. Pronto. The Jinx é o mesmo documentarista. Então é é um é um bem forte. É um documentário
muito parecido com um que saiu no Brasil que chamava O Prisioneiro da Grade de Ferro. Não sei se vocês lembram desse filme que eh o cineasta ele entregou celulares para PR para para presos que estavam ali no Carandiru na época. Na época que o Carandiru tinha ainda ainda tava funcionando tal. E eles mostravam a realidade de dentro do presídio através da visão deles e não de alguém de fora, entendeu? Então, exatamente, a mesma proposta. Na verdade, não, acho que naquela época não era nem celular, eram câmeras. Você eh pediram autorização e aí entregaram as câmeras
e aí você tem a vivência de dentro do presídio do Carandiru, logo no finalzinho ali quando ele já ia acabar, a partir dessa desses vídeos eh dos próprios presos assim. É, esse filme aqui ele é bem parecido, tem mais ou menos a mesma a mesma então intenção. O Romendo Rochas é um filme mais difícil que você tem para encontrar, porque não tem nenhum stream assim. Ele passou no festival do Rio, né? Mas eh ele é um filme mais complicado de assistir, talvez tem torrent e tudo. O Mr. Noby é um filme que tá no prime
vídeo lá de fora, então se você tiver uma VPN você consegue ver aí esse o Mr. Nob. O Alabama tá no Etb Max, o embaixo da Luz Neon tá na Apple TV e Avizinho Perfeita está na Netflix. É o filme que mais tem uma campanha forte, um lobby gigante. Aí já ganhou vários prêmios também. E eu acredito que seja o filme vencedor dessa categoria, na minha opinião. A a vezinha. Também acho. Concordo. Eu também. É, provavelmente vai ser ele mesmo. Mas o seu favorito, qual que, qual que você gosta mais? Meu favorito é Alabama preso
do sistema. E são dois, é, são dois filmes que utilizam a montagem de uma forma bem interessante, né? Exatamente. Eu gosto desse tipo de montagem. Eu gosto daqueles dois filmes lá. O Rogério não gosta muito, né? Daquele buscando e não, eu gosto do Buscando. Eu eu acho que só que ele tem uma força de barra. Gost buscando. E é, mas aí é porque é ficção, né? Então ele usa a câmera do computador, ele usa a câmera de segurança do celular, estica, ele estica a a sabe qual é, sabe quando estica demais a carção de tela.
Mas ele tem um sentido, né, para mostrar como a gente tá 100% vigiado, né, em todos os lugares, né, através das câmeras e tudo. Vamos lá, gente. Vamos pr as categorias e técnicas aqui do Oscar. Vamos começar com melhores efeitos visuais, os indicados são Avatar, fogo em cinzas, Fórmula 1, filme, Jurassic World. Recomeço. Meu Deus. Pecadores [risadas] e o ônibus perdido. Gente, Jurassic World Star em qualquer categoria desse car é um absurdo. Exatamente perdido. Olha, a gente a gente é 100% equivocado, né, Thiago Siqueira? A gente tava falando de filmes que deviam estar lá, não
deviam estar lá, etc, etc. Cara, se tem um filme que tá totalmente perdido desse rolê, é Jurassic World Recomeço. É, é, é surreal que esse filme tem se colocado no patamar do Avatar, por exemplo, que vamos, esse aqui também não, eu também acho que nem precisa a gente conversar muito sobre isso aqui. É, não adianta se prolongar muito, mas eu gosto muito do CGI de Fórmula 1 filme, porque por mais que ele tenha filmado bastante, tem muito CGI, o CG muito bem aplicado, muito bem. É, então vale destacar isso e mas o Avatar Fog Cinzas
é tipo assim, um filme todo feito em CGI, né? Então e é muito bem feito, você pode não gostar do roteiro, nem nada. É outro patamar, é outro patamar. O James Camon é outro patamar. A galera não consegue igualar assim. É surreal, surreal. O James Camon já tem lá o espacinho. Ele tá meio triste porque com certeza ele achou que ia ter mais, ele ia ter que guardar mais. É a única categoria que ele vai vencer aqui, né? Então ele vai tem outra, né? Sei nem se ele vai pra festa. Ah, tem uma de figurinha.
Loucura de figuriná. É, é. Então eu fico com avatar. Avatar também. Avatar. Avatar. Avatar, né? E aí não é não é nem não é nem só porque é garantido, mas é melhor que é merecido. É porque aquele negócio, os outros filmes é tipo você bate o olho e tipo pensar: "Ah, eu já vi efeitos especiais sendo utilizados assim em não sei quantos outros filmes." Avatar é o tipo de filme que você vê assim, tipo,