o olá pessoal tudo bem eu sou o professor erivaldo e neste webinar a respeito da apologética eu vou explicar um pouco sobre a história da política cristã não vou separar minha fala em duas partes das primeira parte eu vou falar da apologética cristã das suas origens até a patrística na segunda parte eu vou falar a partir da escolástica até os dias de hoje bom a história da apologética cristã precisa ser pensada com uma história da apologética e de fato para nós entendermos essa história precisamos compreender o próprio termo apologética tem uma apologética que hoje nós
entendemos com sendo abc hesa racional da fé cristã tem como origem um termo grego que é o termo apologia esse termo na sua origem porém não dizia respeito a religião mas é de outro ambiente era do ambiente jurídico e de fato apologia ou se apresenta na grécia antiga como uma e jurídica havia na aspecto jurídico grego dois momentos do direito a acusação chamada de categoria e em seguida a defesa realizada por aquele que acusado que era chamada de apologia senão assim apologia é uma defesa normalmente feita pela própria pessoa e tinha nesse contexto esse aspectos
jurídicos porém a apologia recebe o elemento religioso já nas suas origens percebemos já com sócrates e platão a presença da religiosidade junto apologia já que apologia mais famosos da antiguidade é claro apologia de sócrates a qual foi materializada na famosa obra de platão apologia de sócrates tu conhece apologia a sócrates se defende contra acusação feita a ele e que ele estaria corrompendo juventude e não acreditaria nos deuses ou seja já na pô logia de sócrates na filosofia grega rolamento fundamental dentro da filosofia grega nós percebemos o duplo aspecto da apologia apologia às elemento jurídico mas
que se relaciona com a religião e de fato nós percebemos isso também com outro elemento presente na projecto sócrates que é um martilho sócrates se defende mas quem já estudou a história sócrates sabe que ele venha morrer ele morre por conta do seu deral e de fato ele é condenado à morte e sendo condenado à morte é obrigado a beber um veneno a cicuta assim ele morrendo para o seu ideal se torna um marte um alguém que morre por aquilo que acredita que morre pelas eu e mais propriamente dito pelas suas ideias religiosas mas o
partido não para por aí no martírio ele se marca na história da antiguidade e na história da religiosidade antiga de fato ter um martírio vem do grego martins que significa testemunha é interessante que é um termo também de origem jurídica que dizer a respeito aquele que fala em prol de outro é testemunha ela poderia ser convocada para falar em defesa fazendo uma patologia aquele que acusado interessante juazeiros então que o martin é que ele que se permite moleque padece que sofre as consequências na defesa de outro fazendo uma apologia o marty na antiguidade se mostra
já como uma espécie de o projeta e nós vemos o mártir não somente da parte de sócrates na grécia mas vezes e o martírio bastante presente também na antiguidade e nós percebemos o desenvolvimento da ideia de uma antiga inclusive de uma teologia do martírio dentro do judaísmo helenístico e nós vemos principalmente dentro de um contexto dentro contexto da cultura helenística mas mais propriamente do governo selêucida sobre os judeus para quem não sabe após alexandre o grande morrer seu vasto império é dividido entre seus muitos generais um deste seleuco herda uma boa porção do império e
outro é general chamado ptolomeu era da outra porção formando assim dois impérios que vão entrar depois em conflito o império selêucida de seleuco e o império tolo maico de ptolomeus esses dois impérios vão ter cada qual respectivamente como base a síria que o do império selêucida e o egito do hipertomico e justamente entre a síria o egito estava ajuda a ideia estava justamente no meio termo entre os dois sendo dominada hora por um império hora por outro e durante o controle do império selêucida durante o domínio e o reinado de antíoco quarto epifânio surge uma
situação atípica os reis selêucidas apesar de serem conhecidos pela liberdade religiosa que davam aos seus súditos aparece aqui como verdadeiros tiranos e especial infantil quarto infantil quarto não somente proibiu muitos aspectos da religiosidade judaica mas inclusive um põe a sua própria religiosidade sua própria cultura e nós vemos você leu antigo quarto impondo a visão própria do império selêucida de religiosidade quando se obriga que sejam sacrificados os porcos a zeus dentro do templo de jerusalém resultado disso é uma revolta famosa revolta dos macabeus que se apresentam nos livros de primeiro segundo macabeus no qual nós vemos
ali a presença dos machos principalmente segunda macabeus esses mares são pessoas que se dispõe a morrer em prol da sua religião se dispõe a lutar sabem que juridicamente vão ser processados e mortes vão ser condenados mas estão dispostos a defender as suas ideias e mais propriamente dito a sua religião os mártires então surge no contexto o diferente do cristianismo mas os cristãos também vão ser marcados pelo martírio porém e herdou essa visão do judaísmo tendo ainda um precursor anterior sendo sócrates no contexto grego terceiro de nós vemos porém o desenvolvimento da teologia do parte de
dentro dos 10 nós vemos isso por exemplo no livro de segunda macabeus é um livro que vai apresentar um caráter apologético como o autor robert do não vai nos trazer é esse caráter apologético se apresenta por exemplo no uso de uma expressão que expressão leis ancestrais as leis ancestrais defendidas no livro segundo uma cabelos são utilizados como uma espécie de slogan como lembra roberto dólar em prol do judaísmo contra o helenistas e o antônio segunda macabeus defende isso que o helenistas imposto ou seja a cultura helenística imposta foi combatida pelos defensores do hyundaismo do judô
é interessante nós temos que o termo judaísmo aparece aqui pela primeira vez na história sendo que muitos defendem que é um termo cunhado pelo próprio autor segunda na cabeça e de fato nós vemos aqui então essa percepção da história esta afirmação de uma lógica diferente uma lógica de defesa de uma religiosidade e de uma cultura contra uma religiosidade uma cultura impostas vemos assim a imposição do helenismo sendo afirmada pelo autor segundo a cabelos mesmo que isso não fosse necessariamente a realidade já que realidade é muito mais complexa se nós olharmos aquele contexto a cultura helenística
era misturada ao judaísmo os judeus eram propriamente dito judeus helenísticos e a língua grega marcava presença entre vários judeus daquele contexto e marcava presença inclusive em lugares bastante afastados os leitos que se afastavam de contatos com o exterior comprou por exemplo aceita de honra nós vamos então esta esta ideia sendo desenvolvida dentro do contexto judaico porém interessante nós vemos que mesmo que a revolta dos macabeus ela venha a libertar os judeus essa libertação dura pouco tempo afinal logo em seguida aos romanos dominam os judeus e novamente se veem os judeus é submissos a um povo
externo a uma cultura diferente e os romanos não continuidade à política da cultura helenística eles são defensores da cultura helenística propriamente dito nós vemos então alguns romanos repetindo aquilo que foi empreendido por antigo quarto mesmo que em menor medida adriano por exemplo muito possivelmente proibiu a circuncisão e talvez tenha sido isso a causa da revolta de bar cuba uma revolta judaica muito fã a utilizado no segundo século depois de cristo mas nós vemos também outras outras situações é como por exemplo dentro da cultura helenística no egito no egito havia maior comunidade da diáspora ou seja
maior comunidade judaica fora da judeia ali havia talvez um milhão de judeus morando no egito no contexto do primeiro século o egito era tão importante para os judeus que os judeus e alguns momentos chegaram a fazer templos no egito a fim de não terem de ir até a judeia para sacrificar e adorar o seu deus porém é além disso nós vamos também uma um combate cultural por parte dos egípcios contra os judeus nós vemos um verdadeiro preconceito cultural que se marca inclusive na acusação por parte de egípcios contra judeus da monolatria os egípcios chegam acusar
os judeus de adorarem o asno o burro bastante com os egípcios adoravam uma é mas a essa acusação não antiguidade acusação de uno latria porém esta acusação ela é marcada no somente por essa oposição entre egípcios e judeus mas também por uma nova apologia apologia judaica helenística que é uma obra de flávio josefo historiador judeu do primeiro século que se chama contra a peão nesta obra flávio josefo defende o judaísmo das várias acusações dentre as quais a onu latria nesta obra flávio josefo apresenta a apologia do judaísmo contra os seus opositores assim defende a sua
religião após ajudares um porém dentro do cristianismo que herdeiros do judaísmo é dentro cultural nós vemos novas formas de apologia aparecendo interessante nós vemos que as apologias iniciais são justamente é contra as acusações dos judeus do próprio judaísmo é na diferenciação entre judaísmo e cristianismo que surge então apologia cristã propriamente dita nós temos um o maior exemplo disso no livro de atos dos apóstolos o livro de atos dos apóstolos nós temos por exemplo a conversão de paulo a qual é acontece no caminho para damasco nessa conversa conversão que segundo relato foi miraculosa na visão por
parte do apóstolo paulo do próprio jesus cristo essa conversão é narrada pelo autor de atos dos apóstolos que nós queremos que é o próprio evangelista lucas que o autor do evangelho de lucas e após ser narrada é interessante nós temos que ela é repetido mais duas vezes no relato de atos ou seja essa conversão aparece no capítulo 9 de atos sendo narrada pelo próprio narrador com usado e a respeito de paulo mas depois novamente duas vezes esta mesma conversão é recontada não pelo narrador mas por um personagem da narração que o próprio apóstolo paulo paulo
conta a primeira vez em atos 22 a sua conversão e ele re conta sua conversão defendendo-se dos judeus que ele acusavam na cidade de jerusalém estão em atos 22 temos uma apologia de paulo se defendendo contra acusações trazendo a sua conversão à tona porém novamente depois paulo traz um de novo a sua conversão no capítulo 26 quando ele está diante do rei herodes agripa interessante de nós vemos que paulo re conta sua conversão para dois propósitos para dois contextos o contexto religioso sendo acusado pelos judeus e o contexto jurídico e em diante de um estadista
no livro de atos portanto nós temos os primeiros exemplos claros da apologética cristã na qual utilizada de a primeira momento como defesa contra o judaísmo é um elemento de demarcação de diferenciação de de fato no próprio livro de atos ele serve para isso livro deatos ele serve com uma diferenciação do judaísmo relação cristianismo cristianismo ele vai para allen ele buscou gente seus ele não está focado somente no grupo sectário dos judeus mas está aberto a humanidade isso é apresentado por exemplo nos termos utilizados em relação ao cristianismo nós vemos em atos 20 e 45 que
os judeus denominava o cristianismo de seita dos nazarenos seria uma seita dos seguidores de jesus de nazaré porém os próprios cristãos se entendem como sendo o caminho essa é a forma com que os cristãos se percebem por isso que paulo isso parece a 392 dizendo que saulo perseguiu os do caminho mas paulo também em atos 2414 diz o caminho aqui chamam seita ou seja eu pertenço ao caminho o qual os demais chamam de seita seita dos nazarenos porém há uma terceira nomenclatura os cristãos que diferencia eles finalmente completamente que é a nomenclatura utilizada até hoje
cristãos essa nomenclatura aparece em atos 1126 e o contexto da cidade de antioquia o texto deixa claro que a cidade mente o que o primeiro lugar no qual os cristãos são assim conhecidos mas por que a gente o kia ora a igreja de antioquia se diferencia da igreja em jerusalém por que não tem mais como objetivo priorizar um judeus esse é o evangelho a todos sem distinção interessante que mostra que nesse contexto o a pregação se dava apenas aos judeus e passa a ser também aos gregos como instalar em atos 11 e 19 e 20
estão as vemos aqui o desenvolvimento do cristianismo ea sua apologia nas diferenciação em relação ao judaísmo percebemos isso inclusive no na criação do termo cristianismos não somente cristãos mas cristianismos do grego esse termo grego é interessante que ele se forma como substantivo em oposição a outro substantivo anterior que é e o deísmo interessantes e o deísmo os cunhados pelo autor segundo macabeus fazia oposição a helenistas e agora cristianismos faz oposição a ele o deísmo e de fato nós podemos perceber isso no primeiro autor a falar a respeito de cristiane o primeiro autor é um autor
que é inácio de antioquia parece ser cunhado o termo não está claro isso mas na sua carta aos magnésios capítulo 10 verso 3 ele disse é absurdo professar jesus cristo esse judá isa pois o cristianismo não confiava no judaísmo mas o judaísmo no cristianismo ao qual toda língua que crê em deus se junto ou seja o próprio autor criador desse termo pelo menos o primeiro utilizá-lo já o coloca em uma posição aí o deísmo ajuda aí o cristianismo nasce então e para se firmar na sua identidade se defende se diferenciando do seu anterior tem o
judaísmo deste modo nós podemos perceber como diz o historiador esteve mazon enquanto o autor segunda macabeus defendeu o judaísmo como resposta à ameaça do lenistas inácio o cristianismos como remédio para o ameaçador e o deísmo assim nós vemos que nasce de antioquia apresenta uma defesa do cristianismo diferenciando no seu anterior para o cristianismo se afirmado ele precisa se diferenciar daquilo que ele não é que no caso é o judaísmo mas nasci onde o kia não é um autor qualquer ele é um chamados pais apostólicos pais apostólicos são os autores mais antigos do cristianismo depois dos
autores do novo testamento então nós temos como obras mais antigas do novo testamento do cristianismo o novo testamento e depois do novo testamento os pais apostólicos seus pais apostólicos eles estão no contexto da era pós apostólica e são chamados parece apostólicos porém por uma razão é são os primeiros pais que é o termo próprio que os cristão e para se referir aos mestres da antiguidade cristã são os pais mais próximos aos apóstolos por isso são os pais apostólicos e interessante nós vemos que eles estão aparecem marcando o que seria o início da patrística os primeiros
pais ou seja os primeiros autores mestre cristão após os apóstolos sendo eles apostólicos por esta proximidade mas os pais apostólicos dos quais a gente pode conhecer não somente inácio de antioquia mas vários outros vão marcar um primeiro momento da patrística que vai avançar bastante tempo patrística normalmente se indica sendo do século segundo seja desse período dos pais apostólicos até aproximadamente ou século sétimo ou século 8º nós entendemos entrou patrística terminamos nesse nesse vídeo no qual nós estamos apresentando a patrística terminando aproximadamente no o oitavo com fim dos concílios ecumênicos a com 7 ou 8 como
eu vou explicar mais para frente concílios ecumênicos mas a três momentos da patrística pelo menos do que diz respeito à apologética o primeiro momento da consolidação da igreja nas diferenciação relação ao judaísmo e aqui nós temos os pais apostólicos um segundo momento de defesa do cristianismo a da oposição ao judaísmo mas também ao helenismo com os apologistas e um terceiro momento de defesa da ortodoxia ou seja da visão correta do cristianismo com chamados polêmicas claro que esses três momentos não são muito precisos né autores do início do cristianismo que vão já defenderam a ortodoxia autores
mais para o final que vão ainda defender o cristianismo contra o paganismo então vai ter autores que são exceção e suas partes assim como não só autores mas também obras é mas é interessante nós pensarmos pelo menos para a organização mental esses três momentos que já usei então um primeiro momento um momento da consolidação da igreja nesse primeiro momento nós temos tanto novo testamento como os pais apostólicos tá ambos foram escritos para os cristãos a fim de diferenciar o cristianismo em relação ao judaísmos ação obras de cristãos para cristãos a fim da igreja ser consolidada
diferenciando os sintomas do judaísmo anterior no novo testamento nós temos alguns livros que isso é evidente o livro que isso evidente é o livro é a carta de paulo aos gálatas interessante na carta de paulo aos gálatas é uma carta diferente das demais ela não é escrita a uma igreja específica não é uma a uma igreja de uma cidade como cartões romanos que a carta igreja de roma não é uma carta som indivíduo também como as cartas de paulo a timóteo a tito mas é uma carta a várias igrejas é a carta mais ampla digamos
assim e ela é feita para todas as igrejas da região da galácia que era aquele contexto ali uma província romana tô nós vemos várias igrejas sendo destino o destino desta carta de paulo nesta carta paulo busca lembrar o que o que é o cristianismo evangelho puro e simples e diferenciá-lo da prática judaizante de muitos estão ali paulo mostra e vai contra uma tendência cristã daquele contexto de retorno às práticas judaicas e preocupação a respeito do cumprimento da lei quando na verdade o evangelho diz respeito a uma liberdade a uma graça que precisam ser compreendidas no
intuito dessa diferenciação paulo escreve gozar também obras do novo testamento não isso não é tão explícito não é tão claro nós vemos por exemplo no evangelho de mateus o evangelho né escrito pelo o mateus ele se nós pensarmos de forma mais simplista podemos inclusive pensar que ele foi escrito para judeus e converter mas é bem possível que na verdade ele tenha sido escrito para junto que para cristãos de origem judaica para lembrar esses cristãos de origem judaica que jesus cristo não é somente o que os judeus esperavam mas é muito mais interessante nós temos esse
evangelho na sua profundidade se olharmos somente o primeiro capítulo e olhar no restante do texto a partir dele é sem atenção devida podemos pensar que jesus no evangelho de mateus quer deve ser apresentado como filho de davi filho de abraão já que no primeiro versículo diz né genealogia do filho de davi jesus cristo filho de davi filho de abraão em seguida vem uma genealogia de fato que mostra que jesus é plenamente o filho de davi a quatorze gerações de intervalos ali intervalos 14 gerações e mostram a quanto jesus é filho de davi até 14 é
o número da numerologia hebraica para o nome de davi mas se olharmos tudo evangelho de mateus perceberemos que próprio jesus chega a perguntar depois aos judeus que quem de quem vocês acham que o cristo é filho eles dizem de davi e próprio de jesus cristo questiona puxa como que o cristo o messias é filho de davi se o próprio davi lhe chama senhor aí ver o questionamento joão batista também da pregação apresentado pelo evangelista mateus diz que filhos de abraão deus pode suscitar até das pedras qual que é o propósito evangelista mateus é mostrar que
jesus não é só filho de davi não é só filho de abraão mas é também pelos davi filho de abraão mas é mais do que isso nós temos a declaração que ao central oi mateus mateus 16 pedro falando quem é jesus jesus pergunta quem o povo diz que é o filho do homem a jeremias alguns processos e vocês quem dizem que eu sou e aí pedro declara tu és o cristo o filho do deus vivo não basta crer que jesus é o messias creio que jesus é o messias o filho de davi o filho de
abraão isto é próprio do judaísmo mas o cristianismo vai mais além para o cristianismo jesus não é só o messias não é sofre de davi filho de abraão ele é o próprio filho de deus ele é o próprio deus ele é o próprio deus filho bem desejo nós botarmos que aqui essa diferenciação em relação aos da isso mas ao mesmo tempo mateus muito provavelmente está buscando fortalecer a visão ortodoxa correta a respeito de jesus o mesmo faz o evangelista joão no início do seu vão o indica que jesus é o verbo de deus estava no
início da criação porque porque o joão estava preocupado com em falar de uma forma que combatesse as heresias como vê-los ticista que já se fazia presente dando o cristianismo aqueles que negam que jesus veio em carne aqueles que pensam que só que jesus era só uma coisa só outra né na visão muito judaica seria só um ser humano ou na visão muito bem nós que seria só deus então joão apresenta jesus da sua plenitude como plano deus é pronome formas joão apresenta jesus com uma forma abstrata como o verbo de deus joão apresenta jesus como
o verbo de deus mas também na sua humanidade o evangelho de joão é o quê que fala mais vezes o nome de jesus o evangelho de joão que apresenta elementos de jesus plenamente humanos jesus chorando jesus se preocupando se compadecendo nós vemos a humanidade oi jesus no evangelho de joão porque ele busca apresentar uma verdade que jesus é plenamente deus é plenamente homem mas vejamos também que as os pais apostólicos foram preocupação da afirmação da consolidação da igreja afinal os pais apostólicos estão no contexto após os apóstolos já não há mais aqueles que viram a
jesus agora só aos seus seguidores os seguidores dos seguidores de jesus na preocupação da afirmação da consolidação da igreja alguns pais apostólicos com clemente de roma e na superior kia que vão afirmar o como deve ser a igreja cristã a fim de diferenciá-la das práticas judaicas e afirmar como realmente deve ser nós temos também uma obra que a vida que o ensino dos doze apóstolos ensina como deve ser a liturgia cristã a então essa preocupação da consolidação do cristianismo em oposição ao judaísmo mas é um segundo momento da apologia ao o projeto dica do cristianismo
antigo do cristianismo da patrística que é da defesa do cristianismo tanto em relação aos judeus como em relação aos pagamos tanto contra os dez um como contra o paganismo então a uma defesa propriamente dita do cristianismo que é feita pelos chamados apologistas há os que defendem a o cristianismo nesse com preço por que defende o cristianismo primeiro lugar porque o cristianismo sofria perseguição por parte dos romanos os romanos eles entendiam que todos deveriam obedeceram o imperador mas não somente obedeceu mas também prestaram homenagem e também devoção ao imperador havia alguns grupos que tinham um uma
liberdade de não fazê-lo em um desses grupos era o dos judeus os judeus não precisavam adorar o imperador porque se entendia av e ai que a visão monoteístas e entendia que era uma especificidade se respeitar porém os cristãos não sendo judeus mas de uma nova religiosidade temos visto como assentar judaica e sendo não ah não incorporados nos dá isso pelos judeus eles vão ser perseguidos pelos romanos os romanos vão obrigá-los adorar o imperador e não adorando vão ser executados vão ser mortos a linha também acusações pagãs contra o cristianismo não compreendendo que o cinismo muitos
pagãos entende errado o que era o cristianismo a ponto de chegar alguns absurdos alguns acusavam o cristianismo de canibalismo ou de realizar orgias aí talvez você pense mas como se acusavam os cristãos disso hora basta nós pensarmos na ceia do senhor é um ritual de iniciação o que nós temos como simbólico mas que aos ouvidos romanos suava como um canibalismo né se falava de comer o corpo de jesus beber o seu sangue evidentemente isso não foi plenamente compreendido como algo simbólico foi levado literalmente estando levar literalmente foi tomado como canibalismo também é possível que a
ideia de orgias cristã seja decorrente do fato os cristãos inclusive os cônjuges você sabe se chamarem de irmão então talvez esse seja essa seja uma razão mas é interessante duas vemos que a perseguição e preconceito com os cristãos vai crescer na antiguidade ao ponto de ser necessário e que apologistas se levantem para dizer que a coisa não é bem assim interessante que nem só os apologistas vão ser cristão das algumas algumas pessoas vão defender o cristianismo não sendo cristão um exemplo o próprio imperador antonino pio não vai defender o mesmo por compreendê-lo vai defendê-lo por
algo assim mas por que vai ver o exagero que vai estar acontecendo quando na ásia por conta de um terremoto muitos vão acusar os cristãos como culpados e vão fazer uma perseguição terrinha estes são o imperador antonino pio defende os cristãos uma carta ao conselho da ásia lembrando que não necessariamente é culpa dos cristãos o fato do terremoto certo então é interessante nós vemos como se fazia necessária uma defesa dos cristãos pela perseguição que sofreram nós vamos vezes essa defesa sendo feita por exemplo por quadrados nos fragmentos que nós temos são apenas fragmentos não temos
muitas obras da epístola de diogneto é muito interessante nós vemos na obra anônima do início do cristianismo da qual vai dizer que os cristãos vivem na sua pátria mas como forasteiros de modo que toda parte estrangeira é pátria deles e cada pátria é estrangeira eu moro na terra mas tem sua cidadania no céu é um texto belíssimo da antiguidade que fala como os cristãos não estão preocupados não querem ser rebeldes e nada do tipo que estão com preocupações no céu ele se entendem como frasqueiro nesse mundo eles não querem lutar contra o imperador tem algo
próprio também que separar destingue dos cristãos nos revoltosos judaicos que muitas vezes é os judeus eram vistos dessa moda desta forma como revoltosos por conta das várias revoltas como a revolta de bar kochba contra os romanos mas também os cristãos ou serviços assim como revoltosos é importante destacar que não são são são revoltou a sua pessoas com outras preocupações é outro um altura interessante aristides de atenas este vai escrever ao próprio imperador ele disse no começo do sol apologia o rei atrás é o destino da sua apologia não é qualquer pessoa ele escreve para o
inter e o imperador possa legitimar o cristianismo juridicamente para que a perseguição cece atenágoras também na sua dedicatória escreve né a marco aurélio e cómodo ao imperador e seu filme uma petição em favor dos cristãos além de trazer os nomes explicitamente dizendo aos imperadores marco aurélio antonino e lúcio aurélio incômodo armênico somáticos e o que é mais é máximo título filósofos lembrando que são pessoas de fábrica e são filósofos são pensadores defendendo o cristianismo mais por interessante duas vezes que marco aurélio apesar de ser um grande filósofo o grande pensador um homem é dado a
cultura ele foi o ferrinho perseguidor do cristianismo fato destas obras serem escritas para os imperadores e muito importante não apologia é propriamente dita algo voltado ao aspecto jurídico a defesa jurídica do cristianismo é realmente por o porém ao momento que isto muda para um terceiro momento que vai estudar a grande preocupação da apologética vai ser na defesa da ortodoxia quando que isso muda quando a finalmente o primeiro imperador cristão famoso imperador constantino constantino apesar do cristianismo já está liberado desde ante com o édito de tolerância de galera o cristianismo veem constantino a sua solidez vem
com sentido de fato a constituição do cristianismo sendo afirmado ao império e com isso muda completamente a visão que se tem da necessidade da apologética nós temos aqui uma nova percepção a percepção de que existiu apologia e agora ela não é mais necessário ter estão de nós vemos é o eusébio de cesaréia que é o grande explorador do cristianismo nesse contexto um autor muito próximo o próprio imperador constantino na sobra história eclesiástica ele vai falar vai usar o termo apologia para se referir a cinco obras sendo todas elas endereçadas ao imperador e duas obras interessadas
ao senado romano sendo uma delas o apologeticum de tertuliano de fato então ele entende os apologistas como sendo aqueles que escrevem para afirmar o cristianismo juridicamente aqueles que escrevem para o imperador autorizar o cristianismo como constantino se percebe que não é mais necessário essas apologia apologia sim então se intensifica algo que já existia e se torna agora a grande preocupação da project kahn cristã que a chamada polêmica é e já existiam os polemistas existiam vários autores que vão falar vai escrever contra as heresias de fato e como irineu de leão vai ter sobra contra as
vezes vai escrever contra o gnosticismo um grande exemplo mas agora a partir do século quarto até o século 8º a grande preocupação da teologia cristã vai ser a afirmação da ortodoxia ou seja da visão teológica correta frente as várias heresias que vão surgir então esta percepção é algo que a gente vai ver ao longo dos vários concílios ecumênicos que vão acontecer primeiro deles claro mais famoso concílio de nicéia 325 o qual foi convocado pelo próprio imperador constantino tão interessante nós vemos a grande modificação a grande transformação se antes apologética ela era uma defesa da fé
para a afirmação jurídica por parte do imperador agora o imperador ele convoca concílios ecumênicos para se afirmar para se defender a visão correta a constantino é o primeiro a fazer isto e convoca de fato concílio de nicéia para que seja debatido a questão do arianismo a heresia diário qual estava se propagando a partir de alexandria no qual ele havia pregado a sua ideia organismo então a primeira heresia que vai ser ali com batidas o no primeiro concílio de nicéia 325 no segundo concílio ecumênico que é o primeiro concílio de constantinopla convocado por teodósio primeiro em
381 duas outras heresias são ser com batidas o monofisismo e o apolinarianismo depois do terceiro concílio ecumênico concílio de éfeso em 431 convocado por teodósio segundo novas heresias com batidas nestorianismo pelagianismo lingeries que nós vamos ver sendo combatidos é por exemplo por grandes autores na grandes teólogos vão marcar esse momento a fazer a sua contribuição no questionamento pela genisis com por exemplo os grandes teólogos agostinho e jerônimo dois gigantes da teologia vou mostrar a importância do combate às heresias partes participando desse debate desse contexto e contribuindo aí no questionamento pela genista e afirmação da visão
ortodoxa quarto concílio ecumênico vai ser o concílio de calcedônia em 451 convocados por marciano que vai ir contra o eutiquianismo quinto concílio como ele vai ser o segundo concílio de constantinopla em 553 convocado por justiniano primeiro contra o nestorianismo o monofisismo veja como sempre uma heresia com batida sexto concilio ecumenico terceiro concílio de constantinopla mas durado 680 681 convocado por constante no quarto e vai combater um monotelismo mais interessante que nós temos aqui no final um duplo conselho que o sétimo concílio ecumênico eu uso um defender que eu concílio de riria e outros vão defender
o segundo concílio de nicéia porque porque cada um desses dois sétimos concílios não temos dois que vão se afirmar com sete conseguir vou ser oito no total uma 7 em teoria esses dois vão firmar coisas totalmente diferentes conselho de realizar 754 convocado por constante no quinto vai ir contra a iconodulia ou seja a veneração de imagens porém no segundo concílio de niceia em 787 vai ser colocado por constante no sexto vai ser combatida a heresia do iconoclasistas seja a destruição de imagens num país ir contra a veneração de imagens no outro vai ser afirmar sim
as imagens devem ser venerados e não destruídas estou interessantes nós vemos que o século oitavo com dois concílios e os dois sendo um contra o outro e vai mostrar como a se apresenta nesse contexto uma transformação da teologia uma nova preocupação dentro da formação não somente de embates teológicos mas afirmação realmente de elementos a lide práticas eclesiásticas ou seja ali nos vemos a a imagem não somente dizendo de batida teologicamente mas a prática relação com a imagem sendo questionada nós temos aqui então uma nova etapa que vai ser marcado aí na idade média e principalmente
pela escolástica o qual cabe porém um novo vídeo respeito disso espero que vocês tenham aproveitado esta aula espero que vocês tenham gostado um grande abraço e até a próxima