e aí olá bem-vindo nosso falando nisso de hoje nesse canal youtube com a pergunta de alexandre almeida rodando que vencer pedindo aqui alexandre então vamos sentar atendendo agora olá professor quando vai falar as vantagens e desvantagens da psicanálise para a história sou historiador e gostaria que sistema fosse contemplado com o vídeo por favor ok vamos lá tem uma vasto eu vou tentar fazer assim um ponto de partida para isso em contraste entre freud lacan porque para o freud especialmente perfurar de moisés ea religião monoteísta pro freud de o caso schereber e o freud de o
caso do homem dos lobos a psicanálise seria uma espécie assim de ciência auxiliar para a prática do historiador é lá permitiria que o historiador olhasse para os resíduos para os arquivos para os restos da história que atende a reconstruir a partir do modelo da arqueologia e a aplicar-se sobre esse processo a ideia de que existe o recalcamento de que existem consciente de que existem práticas de negação que existe a censura de que mesmo na nos rastros que nós deixamos elas contém vamos assim uma lógica de apagamento então essa é uma atitude até assim vou pretensiosa
do freud eu falar uma verdade histórica que a psicanálise poderia ajudar a resgatar e o alguma importância da realidade psíquica com correndo para essa produção dessa história ele tentou praticar isso ao mostrar né que então moisés não era judeu moisés era egípcio e que a um conjunto de recalcamento deformações repetições e traumas que se passam de forma silenciosa na origem dessa religião que o judaísmo as coisas se transformam bastante a partir do frágil na medida que ele é incorporado por alguns historiadores até o pessoal que chegou a falar de uma égua ristro em uma égua
história é isso tem que ver com a incorporação né da subjetividade do historiador não material que ele está reconstruindo o fred também influenciou direta ou indiretamente várias que críticas que fucou estabelece para os procedimentos historiográficos né a ideia de uma arqueologia de uma genealogia ainda que a popa explicite a sua filiação majoritária unity ela deve muito ao froid ela é o fred é um autor um vamos transversal a obra do ficou talvez o historiador que mais se dedicou ao tema da psicanálise no froid peter gay no lan elisabeth roudinesco então aí a gente vai pensar
a relação de um outro jeito na relação mais temática peter gay em educação dos sentidos e a parte interna vai conseguir construir o sensibilidade sé vitorianos passando por práticas que antes da psicanálise talvez fossem assim tintas com práticas difícil acesso né à vida privada e à intimidade as autobiografias tudo isso então peter gay conseguiu vamos assim introduzir e tematicamente na história e a partir da experiência tão próxima dele como biógrafo do froid com um biógrafo da viena fin-de-siécle a gente poderia pensar também uma relação com o italiano que eu gosto muito que eu quero bins
porto né medo reverência terror mas principalmente o queijo e os vermes onde ele fala do paradigma indiciário para história é de que o historiador e ele chega sempre atrasado e ela precisa reunir uma uma coleção de signos e símbolos que podem ser montados e diferentes de diferentes maneiras e maneiras e quem eles têm que ser automático índices não é uma os restos que nos levam indiretamente o que poderia ter acontecido essa ideia de um certo recuo né no no rio e realismo historiográfico ela vai ser situar no lan que por princípio ao autor que vai
vamos ver assim se opor ao historicismo como como o seu põe o método estrutural mas que vai contém dentro descia essa inquietação com o real na real no lacan é um tema que remete muito mais a história do que a estrutura né o real tem um lugar a estrutura mas ele é fundamentalmente tempo muito influenciado pela desenvolvimento sacaneando a gente vai ter esse autor que eu gosto muito estudou história do cotidiano chamado michel consertou consertou foi paciente do lacan ele tá se toda e corre com a jane para rir ele escreveu recentemente um achei foi
traduzido recentemente um texto dele é que se vende 85 chamado a história de psicanálise entre ciência e ficção o dele vai ser uma série de artigos onde ele vai certa forma reabilitar a presença vamos assim incontornável da ficção e do romance no interior da história é da e esse histórico então não é possível fazer isso é esse esse historiográficas em essa infiltração da ficção qual esse tema vendo uma cama vem da ideia de que a verdade tem uma estrutura de ficção então que o historiador pode fazer ao corrigir signos fatos acontecimentos e datas requer um
trabalho de coerentes ação desses dados todos e esse trabalho ele necessita de ficcionalidade ele a ficcionalidade romântica a partir da qual psicanálise nasceu enquanto casuística de escrita clínica ela não é a única existem outras maçã sempre em relação a essa essa e cila e caríbdis se de um lado a verdade tem estrutura de ficção do outro lado a metalinguagem é impossível não a metalinguagem ou a metalinguagem um problema ético ou seja gente não tem posição fora do mundo para fazer história por outro lado a gente precisa introduzir hipótese ficcionais e seria interessante com essas hipóteses
então fossem mais explicitados né eu consertou está fazendo aí tanto uma crítica da historiografia mais positivista quanto uma vamos assim uma crítica do excesso de uso da psicanálise e da da ficcionalidade na historiografia de certa forma herdeira da história dos análise da história das mentalidades hum para o setor citando aqui essa ficção científica funciona à semelhança de outras e tecnologias do termo do jorge batalhar e que o que vai aparecer tô começa a ciência do outro esses cursos sobre o outro e um pouco a gente vai encontrar no focou também né quiser fazer a história
para descobrir se como outro no presente para inventar outros presentes no ponto de junção entre o discurso científico ea linguagem ordinária exatamente no ponto em que o passado se conjuga com presente e que assim da integração e sem tratamento técnico retornam como metáforas narrativas né consertou é um autor que ajuda a gente a reintroduzir o introduziram são de narrativa em psicanálise a partir dessa ideia né de que a narrativa correspondente o correlato da noção de ficção ano lacan e portanto tem uma afinidade com a ideia de verdade novidade da psicanálise freud anna não entender do
setor foram e justamente reintroduzir a arte literária sobretudo na escrita científica né essa entre essa essa letras ea ciência entre o arquivo a moral a psicanálise pode ser tão justa e bem convocado é um pouco também o que a gente vai encontrar no trabalho jorge jorge eu agamben né isso foi essa história quando ele diz lá logo na sua declaração de intenções né a hipótese do livro meu escrita completamente outro é de que existe o hiato entre a avó se a linguagem como aquele vinho e discurso potenciar o iago que pode abrir o espaço da
ética e da apólice precisamente porque não existe um arthros uma articulação aqui for e e logos a voz jamais escreveu na linguagem e o grama o pensamento derrida verem hora boa hora para mostrar isso nada mais é do que a forma mesma da pressuposição de si e da potência ou seja ele também tá lembrando aqui que a psicanálise cê trabalha no registro da história que eu vou com estranho a própria história no sentido profissional do termo que é com os nossos pacientes né o paciente são aprendizes de feiticeiros aprendizes e de historiadores e a graça
desse processo é que a história que eles vão lembrando e reconstruindo se confunde com o processo ali transferencial de lembrar ação e de construção dessa história ou seja um história que tem uma finalidade de certo de certa forma que é atração do desejo ea transformação do futuro então ao vamos é assim que a alma a uma afinidade da concepção de história em si canalize com a concepção da eliana ou dialética se você quiser para mais indicações específicas esse trabalho aqui da daniele machado bezerra bastante sistemático lacan para historiadores da atas recomendamos finalmente para encerrar essa
popurri de referência o autor com quem a gente tem que trabalhar bastante ele funciona como uma vez que mora logo importante para renovar a discussão da psicanálise e também a sua fundamentação nesse caso a fundamentação da história é o ian hacking ontologia e história eu ia hacking há alguém que vem da da filosofia analítica vende de quem estar mas se meu povo couro eu muito bem também o reino e ela tem essa parte são muito interessante né ele é um estudioso da história da matemática e dos instrumentos científicos tipo telescópico e tal e ela vai
mostrar como como existem discursos que eles criam tipos de pessoas a eles criam pessoas enquanto a outros discursos dentro da história que criam fatos que criam objetos que me descrevem acontecimentos né e que alma uma certa tensão entre essas duas dimensões do fazer histórico que se resolve por uma hipótese né sobre a ontologia é sobre o devir da linguagem e o de viro tem como a verdade essa processa no o próprio fazer história né então ia hacking estudou aí a formação de forma de sofrimento como as personalidades múltiplas e ele ele renovou de tecnologia ao
ao pensar né repensar oposição entre representar intervir tem vários trabalhos traduzidos e eu recomendo aí para você ontologia histórica histórica um trabalho da mais alta qualidade para vocês ficarem mais relações interposta transdisciplinares clique aqui ó queiram tava vendo o rio caudaloso que a tudo nos leva abraço e