[Música] é com este chapéu de couro né lá do nordeste os Vaqueiros do Nordeste no momento usam que eu Saúdo todos os nordestinos e os cordelistas e aqueles que fazem a literatura de Cord porque hoje piram falar um pouco a respeito então é o que nós vamos aqui o mais rápido possível n bem e quando se fala né em Literatura de Cordel um dos primeiros pensamentos que vem a nossa mente é a produção né Principalmente para nós brasileiros né é a produção de poesia Popular por escritores nordestinos em linguagem simples narrando feitos de determinados personagens
ou contando histórias em versos essas histórias né normalmente Pode procuram contar sobre personagens nordestinos como do Lampião Maria Bonita que ou outros personagens que se sobressaem por algum motivo que merece ser contado mas essas histórias em versos também podem tratar de assuntos ou personagens de outras regiões do Bras ou mesmo da história antiga ou medieval E aí no caso da Europa né então a a literatura de cordel envolvendo inclusive personagens e os mais variados n então por exemplo ó lampeão e Maria Bonita né Nós temos aqui a história do Antônio [Música] Silvino nós temos aqui
o massacre de canudo [Música] toca infância que a caso o o livro Sertões né de Euclides da Cunha ó vida de vaqueiro daí já vão sendo personagens mais simples né O Matuto do Balaio de [Música] maxixe aí tem aça depis mor então vocês estão vendo são os mais variados possíveis né a vida secreta da mulher feia a moça que virou jumenta porque falou de Top com Frei damão né então entrando das crenças né o encontro da velha que vendia tabaco com matuto que vendia fumo [Música] Bon a chegada de lampião no inferno Muler que botou
o Diabo na garrafa pug de tapioca liter Então na verdade também nós podemos encontrar até a o Roberto Carlos né o cantor Roberto Carlos também fazendo parte como um dos personagens né dessa literatura então por exemplo Eneias Tavares Santos ele escreveu a carta do satanás a Roberto Carlos e também depois escreveu a resposta de Roberto Carlos a Satanás Então nós vamos tendo personagens mais diversos inclusive personagens da novela de cavalaria da idade média e a maioria desses autores né eles fazem parte esses autores fazem parte de Universo de pessoas simples né no sentido daquelas que
frequentaram apenas as séries iniciais iniciais dos bancos escolares há alguns né que são quase analfabetos que com facilmente na oralidade e que se tornaram famosos participando dos Repentes por exemplo que nesse fundo musical aqui é um repente quer dizer são dois né cantores e eles vão criando na hora né os textos alguns até podem criar antes alguns textos e aproveitá-los mas uma boa parte eles vão criando na hora pela própria condição do lugar né e nós temos inclusive Quando vocês vão para o Nordeste ou mesos uma praia na Bahia às vezes vocês encontram né um
repentista né um homem que começa a inventar né o o poemas né inclusive eh com rima né aproveitando a situação de que tá ali na hora tá num restaurante ele vê uma mulher uma mulher bonita um rapaz forte daí ele vai vai vai começa a a a montar o próprio texto ali na hora então são textos que vem então da oralidade muitos desses textos é que acabam né e indo pr pra própria literatura de cordel né Eh bom então o que acontece esses autores normalmente mesmo sendo simples e h muitos alfabetos eles acabam tendo uma
facilidade né de dessa oralidade de então com uma viola eles vão cantando né e apresentando assim uma grande sensibilidade né E uma boa condição no uso das palavras conf fluência e até um poder em comum na forma de contar histórias utilizando-se da narrativa poética e com rima e às vezes também com ritmo portanto utilizando-se do mesmo número de sílabas métricas e com beleza artística eh também nós temos uma grande variação mas apesar de dessa variação a métrica mais utilizada é a cesilha Isto é as estrofes com seis versos e cada verso tem na maioria das
vezes sete ou cinco sílabas eh muitos desses textos eram cantados e alguns a indução né aparecem inclusive alguns que vem até nossa região pode ter um um repentista em São Paulo n e e nós temos que entender também que dessa forma dessa literatura oral acompanh de viola ou mesmo de alguns outros instrument porque por exemplo na Idade Média nós tamos os trovadores que eles cam instrumento e normalmente ali eram principalmente eh textos lírico amorosos né coisas assim então já vem Desde aquela época né esses eh cantadores né Eh Nós também podemos entender que eh a
própria Vamos pensar Nós moramos aqui na região de Sorocaba aqui nós tínhamos muito né o cururu que eram também repentistas eraa esse debate que havia né dois tocando e criando ali na hora textos né então aqui mais na questão da viola caipira ou envolvendo também esse povo simples né eu lembro que na minha infância eu ia na frente do mercado municipal ali tinha até montava um tablado e vinha bastante gente ali né era uma uma multidão mesmo para assistir e É uma pena que hoje já não tem praticamente qu a última vez que eu vi
foi inclusive no teatro municipal Dean lá eles são mais cuidadosos em relação a isso nessa parte cultural do que Sorocaba em verdade e na nossa região né de Sorocaba tem também até hoje alguns desses ciros né bom esses textos né da literatura de Cord quando escritos quasee são acompanhados de principalmente a xilogravura que é isso que né vocês perceberam já nesses livretos que eu fui mostrando né Essa isogravura essa xilogravura na verdade na maioria das vezes né Sempre tem algumas variações elas são feitas na madeira né E então em baixo relevo daí o que acontece
al relevo e aí eles carimbam e como esses livretos sempre foram feitos em papel principalmente né em papel jornal né esses papel bem simples né é um papel jornal el tem até um um toque meio amarelado aí nem aparece muito mas é um papel que usa no jornal também né esse até tá um pouquinho melhor né então isso daí faz com que ele seja vendido mais barato né então o papel jornal ele acaba sendo papel mais barato são livretos né e na aog gravura olha vocês vem essa aqui também vendo olha essa na verdade ela
é vendida dentro isso aqui é um um feito num azulejo para pendurar na parede n Olha que bonitinho tá E aí vem nessa caixinha né a caixinha né também eles acabam imprimindo né é do José Lourenço José Lourenço é um tanto ele é autor né como ele é cantor também e ele eh pratica essa arte da xilogravura então é uma variação muito grande às vezes não não chega a ser esog gravura quando são mais modernos um pouco né Jaé passa a ter uma outra ilustração Mas e aí ó tanto na parte de trás sempre tem
as propagandas né muitos deles né não todos mas dá para exatamente para poder facilitar para vender né então aqui compra e venda de neste caso aqui por exemplo foi impresso em São Paulo tá vendo a Livres revistas tibis CDs compra e venda em São Paulo né E aí na parte superior Rádio Imprensa FM Popular animador e palestrante tá vendo Então já vão aproveitando para essas coisas também mas então mais para mostrar para vocês que é a xilogravura ela é bastante característica xilogravura do nosso Nordeste mas eu também já cheguei até a encontrar um rapaz fazendoa
e vendendo ali beira do do Rio Tejo em Portugal né em Lisboa mas no nordeste você acha muitos quadrinhos e nós temos inclusive um daqui do Sorocaba né que chega a fazer também atualmente acho que tá morando em São Paulo mas ele também desenvolve a arte né da esog gravura também bom o olha e aí vem a questão de outros né outras características que vão aparecendo né mas sabendo que esse nome da literatura de cordel acredita-se que surgiu por quê porque eh eles eram principalmente na própria Europa em Portugal também né vendido assim ó pendurado
num cordel né então numa corda um barbante Então vem essa literatura de cordel quer dizer aquele tipo mais simples T vendida de pendurada na na nas feiras né e tanto feira e comum né de de de produtos de alimentação como também algumas feiras Onde se vende artesanato né E já também eu muitos desses daqui que eu que eu tenho aqui né eles foram comprados em firas tanto do Nordeste né n Peg enfim e também em São Paulo né em São Paulo em São Paulo você consegue encontrar às vezes até numa banca de jornal como também
em cebos né em alguns cebos você consegue encontrar também tá essa essa literatura né eh nesse sentido nós vamos também e entender que ela é eh mesm na Europa né Eh surgiu Por volta do século X quando os peregrinos caminhavam do sul da França em direção à Palestina ou do Norte da Itália em direção à Roma ou ainda né da Galícia na Espanha Seguindo para o santuário de de Santiago de de Compostela né quer dizer esse caminho de Santiago Compostela que se faz até hoje só que ele já vem desde a idade média e naquela
época então E esses E cantadores porque usavam outros instrumentos né também mas já é essa característica né o caminho de Santiago ele existe até hoje eu já fiz inclusive e a então nesses encontros né No Caminho de Santiago e nessas regiões que eu falei surgiam Então as as narrativas as histórias que acabavam sendo escritas de forma considerada primitiva pelo seu vocabulário e a disposição formal em versos rudimentares né Então essa produção continua ainda acontecendo no Brasil é principalmente no nordeste mesmo e e também eh nós podemos entender que eh não só autores Humildes hoje você
já pega ess tiddo e já vai encontrar em pessoas que T uma condição melhor né vamos dizer na classe social que tem mais condição mas também nós vamos encontrar já estudos né dentro da da das Universidades tanto de de dissertação de Mestrado quando teses né a respeito desse tipo de e no Brasil um dos mais importantes né uma das figuras mais importantes surgiram foi o Patativa do Assaré o o Patativa do Assaré é o cognome de Antônio Gonçalves da Silva que foi um poeta popular compositor cantor e improvisador que nasceu em açaré que é uma
cidade do interior do Ceará né Ele nasceu em 199 e faleceu em 2002 a sua poesia era comparável a beleza do Canto da ave chamada Patativa né então por isso que veio esse cognome né diziam que o poema dele Parecia um canto da ave né chamada Patativa ele era pobre né lavrador Ah o seu pai também era lavrador E aí ele teve que começar bastante cedo né então ele frequentou a escola apenas alguns meses porém com o passar do tempo ele começou a desenvolver os Repentes em reuniões e festas e passou a participar de um
programa de rádio e a desenvolver poemas com rima métrica e há uns 12 livros publicados né com seus poemas eh também a gente percebe que essa característica das novelas né da da literatura de cordel ela passa até a aparecer em filmes novelas a própria novela Cordel Encantado né da Rede Globo de Televisão eh teve essa característica mas outras também outras novelas chegam a utilizar em alguns momentos eh de alguma coisa relacionada a essa literatura de cordel dentre os autores né Nós temos o Leandro Gomes Barros que é considerado um dos mais famosos ele escreveu cachorro
dos Mortos também tem o outro autor que é o cuica de Santo Amaro ele Esse é um autor uma veia bastante crítica né Ele denunciou os corrup e os poderosos da sua época e ele era amigo do Jorge Amado e o seu nome acabou aparecendo em algumas obras né algumas alguns livros que o o o Jorge Amado escreveu também tem o João Ferreira de Lima que esse daí que é poeta Pernambucano né dentre outros ele abordou os temas da malandragem e presepada e dentre eles as proezas do João Grilo que é essa aqui que é
dele tá depois um mais abai agora atualmente n nós temos uma grande figura da literatura atual nordestina que é também relacionado ao cordel é o cearense brul Bessa tá o BR Bessa também veio de família simples e logo que ele começou né a conhecer a obra do Patativa doaré gostar muito então o cordelista Né o Patativa do Sairé foi a principal referência pro brudo Bessa né o Bráulio ele também apesar de vir do contexto simples mas Ele estudou mais né e e tendo grande facilidade em escrever e memorizar ele passou a ser um dos grandes
poetas de divulgador da literatura de cordel tendo porém né adquirido características próprias ele foi além daquela literatura de cordel tradicional e também passou a ser considerado um dos grandes poetas da atual literatura brasileira e morando lá em Santo alto no Ceará ele ainda menino já demonstrou essa boa condição de verse jador né a história dele é muito bonita e vale a pena conhecer né porque ele passou a considerar a principal bandeira da vida dele a poesia e ele participou durante um bom tempo né Daquele programa Encontro com Fátima Bernardes e é muito legal por quê
Porque ele recebia uma temática daquelas que eles iriam desenvolver por exemplo na semana seguinte na programação da Fátima e dava uma temática ele ia voltava lá pro Ceará né ele vinha para participar aqui né e e São Paulo Rio que ele fazia a gravação não lembro bem acho que era o Rio de Janeiro mas ele vi vinha do Ceará toda semana daí ele voltava para lá ele pegava aquela temática produzia um novo texto e decorava e vinha e falava o texto decorado textos muito bonitos tem uma capacidade muito grande uma sensibilidade uma simpatia ele é
muito simpático e ele passou né a a ser uma pessoa muito otimista né e e ele considera então através do próprio nome dos livros dele ele vai você vai percebendo essa característica dele ligada ao nordeste e a literatura do cordel então poesia com Rapadura que é o passa a dar o nome para o momento em que ele participa né da da do programa da Fátima Bernardes né BR a poesia transforma n aí vem o recomece lindo esse poema inclusive vale a pena conhecê-lo e depois um carinho na alma tá vendo então cada um desses títulos
é o nome de um dos poemas que está dentro desses livros tá bem e se vocês quiserem assistir inclusive vale a pena dar uma olhada lá na no no YouTube vocês vão encontrar o os vídeos em que ele fala esses poemas no programa da Fátima Bernardes ele inclusive passou a a dar palestras em empresas no sentido de motivação porque muitas pessoas começaram a falar né assistindo o programa da Fátima e o texto dele que elas mudaram né mudaram a própria vida e um desses textos eu haver depoimento a respeito nesse recomece as pessoas realmente se
modificaram e daí então ele passa a dizer a poesia que transforma né então é eh e aí Ele diz também que a poesia é como se fosse um carinho na alma e aí então é realmente o que a gente vai percebendo nesses textos dele que pena que a gente não tem visto mais isso no programa o programa Encontro continua acontecendo não é mais com a Fátima mas uma pena que depois da pandemia né durante pandemia e depois né não voltou mais é uma pena realmente bom eu vou ler para vocês aqui né o o do
Patativa do açaré Primeiramente um um texto eh mas logicamente entendam que essa leitura é uma leitura que eu estou fazendo não é a leitura dele por quê porque eh ele o poema dele era na verdade é a oralidade ele falava esses textos então em muitos acompanhados de Viola e depois o que acontecia e as pessoas passavam a transcrever alguns desses textos dele como neste caso oras quando a pessoa já transcreve o texto da oralidade para linguagem escrita ela já altera algumas coisas e principalmente por exemplo tem é uma pessoa então já estudada né já tem
um pouco mais embasamento eh nesse sentido daí de escolar né Eh ela acaba a linguagem dela interfere na linguagem do poeta né que escr que falou o texto Então já muda e eu vou novamente na minha leitura eu acabo eh lendo da minha maneira então não é a mesma coisa tá então vejam lá né eu vou tentar me aproximar um pouco mais o quanto mais dessa linguagem D tativa né mas não sei se Será né Eu sei né que não será a mesma coisa então é o poeta da roça sou fio das matas cantor da
Mão Grossa trabalho na roça de inverno e desti a minha chupana é tapada de Barro Só fumo cigarro de paia de Mio sou poeta das brin não faç papé degum menestré ou errante cantor que vagando com sua viola cantando pachola a procura de amor não tenho sabença Pois nunca estudei apenas eu sei o meu nome assinar meu pai Coitadinho vivia sem cobre e o fio do pobre não pôde estudar meu verso rasteiro singelo e sem graça não entra na praça do r no rico salão meu verso só entra no campo da roça e do zeito
e às vezes recordando feliz mocidade canto uma sodade que mora em meu peito então você já percebe que essa linguagem mesmo da oralidade né e depois foram recolhendo esses textos dele e E aí também ele vai escrevendo outros né porque aos poucos vai aprimorando também a linguagem escrita bom dentro dos dos personagens então da literatura de cordel nordestina um ess é umagem muito engraçado né E então ele vai aparecer inclusive em novelas você vai percebendo que essa característica né do do personagem que apronta bastante né daí vem as puras acaba aparecendo em texos vrios autores
tanto é que esse que eu vou ler vai ser do João Ferreira de Lima João G né mas este já é de outro autor enas saves dos Santos a morte enterro e testamento do João Grilo né então são autores diferentes e utilizando o mesmo personagem do João Grilo tá então João Grilo foi um ente que nasceu antes do dia criou-se sem formosura mas tinha sabedoria quando ele pegou um gato ele gritou não me arranhe não jogue nesse animal que talvez você não ganhe na noite que João nasceu havia um eclipse na lua e detonou um
vulcão que ainda continua naquela noite correu um Lob a boca grandeo no sítio onde morava dava notícia de tudo João perdeu o pai com 7 anos de idade morava perto de um rio ia pescar toda tarde um dia fez uma cena que admirou a cidade o rio estava nado vinha um vaqueiro de [Música] for agora o Gadinho de meu pai passou com o lombo de Fora o vaqueiro botou o cavalo com uma braça deu nado foi sair já muito embaixo quase que morre afogado voltou e disse menino você é um desgraçado João Grilo foi ver
o gado para provar aquele ato veio trazendo na frente um bom rebanho de Pato os patos passaram nágua João provou que era exato um dia a mãe de João Grilo foi buscar água tardinha deixou Grilo em casa e quando deu fé lá vinh Padre Pedindo água nessa ocasião não tinha João disse ah só tem garapa disse o padre de onde é João Gril respondeu é do Engenho Catolé disse o padre pois eu quero João levou uma Coité o padre bateu e disse ó que garapa boa João Grilo disse quer mais e o padre disse e
a patroa não brigará com você João disse ah tem uma canoa João trouxe uma Coité naquele mesmo momento disse ao padre beba mais não precisa acanhamento na garapa tinha um rato estava podre fedorento o padre disse menino tenha mais educação E por que não me disseste ó natureza do cão pegou a dita Coité e arrebentou no chão João Grilo disse ah danou-se Misericórdia São Bento com isto mamãe se dana Ah me paga 10000 esta co o Vigário é de minha mãe mijar dentro o padre deu uma PPA disse pro sacristão Esse menino é o diabo
em figura [Música] então ele aprontava João né muitas personagens ele vai aparecer né E aí agora o texto para terminado brol Bessa né vejam que e aqui é um dos textos são textos muito bons né Vocês procurem ver realmente vocês vão gostar aos Mestres guerreiros sem espada sem faca foice ou facão armado só de amor segurando um gis na mão o livro é seu escudo que lhe protege de tudo que lhe possa causar dor por isso eu tenho dito tenho fé e acredito na força do professor Ah se um dia os governantes prestassem mais atenção
nos verdadeiros heróis que constem a na ah se fizessem Justiça Sem corpo mole ou preguiça guidando o real valor eu daria um grande grito tenho fé e acredito na força do professor porém não sinta vergonha não se sinta derrotado se o nosso país vai mal você não é o culado nasis são sempre heróis nacionais e por aqui sem valor mesmo triste e muito aflito tenho fé e acredito na força do professor um arquiteto de sonhos Engenheiro do Futuro um motorista da vida dirigindo no escuro um plantador de esperança plantando em cada criança um adulto sonhador
e este cordel foi escrito porque aind eu queria diz a vocês que a maior parte né das coisas que eu falei né eu me baseei principalmente num livro chamado o livro é autores de cordel e a autora é marl meer esses livros foram publicados pela Abril Cultural de São Paulo e eram vendidos na banca na revista de jornal bem e e agora eu vou mostrar para vocês né mas s para vocês para reforçar um pouquinho né Essa questão do de como era eram feitas né Essa Então olha só aqui vendida então pendurada num cordel e
com o próprio pregador né de roupa né aqui novamente né mas para vocês perceberem a a característica aí da isogravura aqui já numa banca né o já colocado exposto não chegava a ser pendurado né aqui você provavelmente numa feira de de artesanato aqui mais uma xilogravura aqui uma outra também n lá a princesa magona né magalona magalona e seu amante PR n aí apece até normalmente aparece at o preço Eles escrevem ali a lápis né E aqui de novo né E até às vez assim colorida também aparece n como este Então é isso gente espero
que tenha servido para alguma coisa e não deixem de conhecer né os textos principalmente aí do BR Bessa e do Pata doar sabe mas tem muita coisa boa interessante na internet também a gente sabe que internet Às vezes tem algum problema né Por exemplo meso normalment aqui né o eles chamam de e do Chapéu né de couro do Vaqueiro Nordestino né mas eu não vou nem falar o nome né porque eu cheguei a encontrar na internet um determinado nome e eu fui até a a eu eu acabo indo consultar para ver se é real né
Aí eu fui verificar na na no no dicionário e não tinha nada a ver né era o nome de um mato então Eh vamos falar então o o chapéu do cangaceiro né que é meio coco né E lembra um um pouco aquele a parte de cima só né lembra também de algumas figuras religiosas né então é isso Obrigado né tudo de bom por aí até se Deus quiser tá bem gratidão Tchau até breve