E aí E aí E aí o Olá pessoal eu vou fazer uma introdução sobre um tema mas é realmente uma introdução porque esse tema é um tema bastante Complexo da neuropediatria mas é sobre a relação entre o pequeno é andar na ponta dos pés e transtornos do neurodesenvolvimento Como por exemplo o transtorno do espectro do autismo quem lida com crianças no transtorno do espectro do autismo quem tem filhos com autismo é muito frequentemente observa esse sintoma é da criança andando na ponta dos pés esse sintoma ele pode ser periódico ou ele pode ser continuar ele
pode ser intermitente que que significa isso você pode ter uma criança que só anda na ponta dos pés sobre qualquer circunstância ou você pode ter uma criança que anda na ponta dos pés ocasionalmente de forma intermitente né percebam que isso é totalmente diferente quando você vai analisar a causa né os motivos a forma como você vai interagir isso tá me a descrever as características do de andar na ponta dos pés as características do pequeno e isso é muito importante né não basta só informação de que a criança anda na ponta dos pés muito bem quando
você tem uma criança no outras fora do espectro do autismo que anda na ponta dos pés é muito importante assim como quando você tá na lizando qualquer outro comportamento que você entenda o motivo pelo qual essa criança anda na ponta dos pés Porque existe uma existe um senso comum das pessoas dizerem assim não anda na ponta dos pés porque tem eh hipersensibilidade plantar Então como a planta dos pés ele é mais sensível andar nas pontas dos pés isso não é verdade sem por cento dos casos Claro que isto pode ser verdade né então se você
tem uma criança que tem hipersensibilidade na planta dos pés existe uma tendência ela fazia isso aqui uma verticalização do pé EA então ela vai começar apoiar o terço anterior do pé Oi e aí quando a gente olha de Fora a gente fala se a criança andando na ponta dos pés né então isso é uma causa e é uma causa importante porque tem as suas modalidades de tratamento percebam pessoal que quando você vai conversar com o pessoal da Integração sensorial que entende muito desse tema ele sempre nos explicam né quando a criança tem esse andar é
Equino esse andar na ponta dos pés porque tem que ter sensibilidade plantar é isso nunca é um sintoma isso não tem um sinal que vem sozinho então uma boa avaliação de integração sensorial nos mostra que essa criança na imensa maioria das vezes tem outras questões sensoriais que vão muito além de andar na ponta dos pés então é importante que quando você tem uma criança autista que anda na ponta dos pés que a família faça uma boa avaliação com o terapeuta ocupacional que trabalhe para integração sensorial por quê Porque o que a gente mais vê hoje
é pessoas que as vezes não tem uma formação tão a quadra para isso a pessoa imagina que você pegar uma escovinha e ficar escovando ali o pé da criança isso aí vai desaparecer a criança Vai Começar a andar normal não vai acontecer né quer dizer isso é alguma coisa bem mais complexa do que isso então essa questão da hipersensibilidade muito importante né então tem que fazer uma boa avaliação e se esta for realmente a causa Então se introduza uma uma intervenção específica para isso que que não pode esquecer gente não pode esquecer que muitas crianças
quando fazem estereotipias ou quando elas são muito excitados ou quando elas são muito frustradas com alguma coisa Elas começam a correr dentro da casa por exemplo e frequentemente ocorrem na ponta dos pés isso é um outro comportamento não tem nada a ver com a questão de hipersensibilidade plantar EA então neste outro caso é claro que intervenção ela é diferente é outra coisa né você vai usar é uma intervenção focada em outro comportamento por exemplo comportamento o sendo tipados né quem tem filho autista muito frequentemente já viu isso a criança fica muito feliz ela fica na
ponta do pé chacoalhe mãozinha Ou faz assim e corre de um lado para o outro então esse é um comportamento relativamente frequente também uma outra questão que essa eu acho que eu nesse já menos curtida se vocês voltarem lá atrás é nessa na página que tem vídeo falando sobre isso dá uma olhadinha lá sobre a relação entre prematuridade e transtorno do espectro do autismo aí você vai digitar o que que tem a ver uma coisa com a outra né O que tem a ver uma coisa com a outra é que muitos prematuros principalmente abaixo de
28 semanas fazem uma lesão numa região do cérebro que a gente chama de leucomalácia periventricular como o nome tá dizendo eu é uma lesão que acontece ao redor dos ventrículos Principalmente nos cornos mais posteriores ali dos ventrículos laterais e esta região que a essa lesão na prematuridade é uma região muito preciosa aonde paz o Brasil nervosas que vão para onde que vão para as pernas é por isso gente Que tanto o cadeirante é é tanto é prematura cadeirante é por isso que tanto cadeirante é prematuro Porque existe uma relação causal entre uma coisa e outra
ser prematuro aumenta o risco de leucomalácia periventricular presença de Deus com uma Lace periventricular aumenta o risco de paralisia cerebral diplégica então quê que eu quero dizer com isso existe uma relação indireta entre é prematuridade autismo e e paralisia cerebral diplégica e o paralítico cerebral de plástico muito frequentemente ele anda na ponta dos pés Então se o seu filho é autista ele foi prematuro principalmente e ele não tem um pé Equino intermitente ou seja ele sempre está andando na ponta dos pés é preciso fazer uma investigação estrutural do cérebro dessa criança para ti certificar de
que não há lesão em é áreas de Aguiar as periventricular e aqui aí também é claro que intervenção é totalmente diferente né então num lugar lá você tá falando sobre a intervenção com integração sensorial no outro lugar é que está falando sobre fisioterapia e terapia ocupacional é para motricidade Ampla e fina e no outro lugar Alice tá falando sobre intervenção comportamental para estereotipia então é muito importante quando você tem o pé Equino que você saiba do que você tá falando só dizer que a criança anda na ponta do pé não muda absolutamente nada não resolve
a situação não te permite fazer uma boa indicação de uma intervenção um abraço fica com