Salve salve amante da ciência, da tecnologia, da biologia e das teorias da conspiração. Hoje, >> opa, sim, hein? >> Estamos aqui com o Serjão, biólogo Henrique. Daqui a pouco Monarque não, mentira. Monarque hoje não vem. >> Faltou Monarque aí, cara. Faltou Monark. Monark, Monark tá preparando o podcast dele, hein? Ele vai >> Não, aliás, aliás, ontem, ontem eu tava, Ontem eu tava com com o Júnior lá no Redcast e a gente mostrou um episódio do Flow super antigo que os caras falam da terra oca, entendeu? >> Aham. >> Que era com o seu CON lá,
um cara lá. E aí o Monarque fazia parte ainda. E o Monarque, cara, o cara falou os absurdos e o Monarque aceitou numa boa. Ô Monarque, comigo, cara, você ficou discutindo duas horas o gráviton, né, com o maluco lá da Terraca, você tá tudo Bem, aceitou de boa. >> É, mas fica aí, Monarque, a cobrança pública, entendeu? Tem que ser, >> tem que vir, tem que vir de novo. Nós participamos junto lá em São Paulo, foi legal para car. mesmo. Inclusive em breve eu já estou liberado pelo médico. Ó o shape. Ó o shape, [
__ ] Tô no shapezinho. Quer dizer, não tô malhando ainda, né? Mas aí, ó. Tô magro, [ __ ] >> Isso, isso tudo foi recalchutagem, cara. Recalutagem e Monjaro. >> Ea por tá bom. >> Serjão. Serjão vai também. A gente tá botando uma uma uma pilha para ele ir, né, Serjão, para ir pra faca. >> Eu tenho que tirar as pelanca. Bomjaro. Eu não tomo não. >> Não. Então, tira a pelanca. Tira a pelanca. Eu tirei. >> Ah, sim. >> Bom, rapaziada, olha só. Não deixa de deixar o like, se inscrever no canal, ativar as
notificações. Comentem Bastante. Super chats a partir de R$ 10 serão todos lidos, não necessariamente apenas esses. Comentários não pagos a gente lê também. Comentário abaixo também a gente lê se for bacana, tá bom? E essa live tem o apoio da Eclock. Deixa eu ficar aqui porque aí se não tapa o biólogo Henrique, né? Esse Q code aqui que é a maior e melhor loja de relógios do Brasil. E lá vocês utilizam o cupom barba 12 para 12% de desconto, tá bom? O Sergão ganhou um relógio muito maneiro. O Henrique, no dia que estivermos juntos presencialmente,
o Henrique ganhará o seu relógio clock. Já está aqui, tá? >> Vai, você vai me dar o redondo. >> Sai fora, rapaz. Lá ele 1 vezes e enfim, então comprem lá. O link tá, o link tá aqui na embaixo, né, na descrição e também no Q code que eu mostrei e estou mostrando de novo aqui. >> Ó, você pode combinar com Sergão, dia que vocês vierem pro Rio, você vem para cá com o Serjão, faz o podcast que é de Casa, pô. >> [ __ ] e me dá o redondo, pô. >> Sai fora. Não,
redondo, redondo não, sai fora, ó. Vê lá, hein? Eh, bom, pessoal, eh, vamos começar falando aí sobre essas novas revelações ou possíveis revelações de extraterrestres, vida inteligente, ah, o Trump, não sei como é que tá essa parada. Vão, vão falar alguma coisa nova pra gente? Ô, ô, ô, Sergião e Henrique. Ou vocês acham que vai continuar tudo na Mesma, que não tem a ter [ __ ] nenhuma? Cão primeiro tá >> tudo na mesma, cara. Tudo na mesma. É esse negócio aí até para Vamos lá, né? Eh, eh, presidente dos Estados Unidos com alienígena, é
um negócio que não é de hoje, tá? Para quem não sabe, né? Vem de muitos anos. O governo americano já teve vários e vários projetos, né? O famoso projeto Bluebook lá atrás foi um projeto que pesquisava fenômenos anômalos, né, que o pessoal chama hoje e Tudo mais. Eh, durante aí toda a todos os governos americanos teve tudo isso. Uma coisa mais recente aí que ficou marcada foi quando o Bill Clinton, quando ele saiu da presidência dos Estados Unidos, ele deu uma entrevista para aquele programa famoso tem nos Estados Unidos, que é o 60 minutos e
o pessoal perguntou para ele o quê? De alienígena, né? falou assim: "Mil quinto, agora, agora que você não é mais presidente, você Pode revelar pra gente os segredos e tal lá dos alienígenas?" E aí ele fal, ele fez, ele falou uma coisa que pouca, eh, algumas pessoas já sabiam, mas não era conhecido pela maioria. Ele falou o seguinte: "Olha só, engana quem pensa que o presidente dos Estados Unidos tem o maior nível de acesso de segurança. Nós não temos. o o presidente dos Estados Unidos, ele acessa só até um certo nível dentro da cadeia de
segurança lá dos Estados Unidos. Por que Isso? Tem vá, tem um porquê. Um presidente, vamos supor que ele fique 4 anos só, ele é um cara que que você vai, imagina que você dá todo o acesso de tudo do seu país para uma pessoa que só vai ficar 4 anos ali, depois vai sair, pode falar, pode fazer o que quiser. Então isso aí o Bill Clinton falou, ele falou: "Cara, quem tem a quem tem os maiores níveis de acesso são funcionários de carreira militar que ficam 40, 30, 40 anos no mesmo emprego, Trabalhando lá e
não sei o quê". Uma uma um fato pro pessoal lembrar, quem não viu, assista aí o filme Openenheimer, o quando a bomba atômica ela foi jogada em Hiroshima, o presidente dos Estados Unidos era o Truman, né? E o Trumania que ia o que que tava acontecendo. Por quê? Porque ele não tinha esse esse nível de acesso. O general lá, ele tinha todos os níveis de acesso. Então, o Bill Clinton foi um primeiro cara que trouxe esse negócio aí À tona. O o que ficou famoso agora foi o seguinte. O Obama tava dando entrevista aí, sei
lá, um podcast, sei lá o que que era. O cara perguntou para ele sobre alienígena, ele na inocência falou o seguinte: "Cara, ET são reais, entendeu? Só que eu nunca, no meu governo, nós nunca tivemos nada. Pá, aí o pessoal, pô, lá Obama confirma que ET são reais." Cara, ele não confirmou que os ETs são reais. Ele deu uma opinião dele. Tanto que dois dias depois a Equipe dele, provavelmente não foi ele, escreveu uma nota explicando, ó, a gente não sabia que ia dar uma repercussão tão grande assim. Pá, pá, pá. Eu respondi no contexto
de que, ah, o universo é muito grande, dificilmente nós vamos ser a única vida inteligente, aquele papo lá que a gente já sabe e tal e não sei o quê. E aí ficou esse negócio no ar. Aí vamos fazer um parênteses aqui pra galera. Quando o Trump assumiu agora o segundo Mandato dele, ele prometeu liberar os famosos arquivos do JFK, da morte do J, ah, o JFK, será que foi um um internal job, né, que a gente fala, né? Será que foi uma coisa ali? a própria CIA matou o o JFK, porque o JFK ele
era um cara, vamos dizer assim, eh pacifico, pacificador e tal. Ele queria uma aproximação com Cuba. Isso aí tava tava atormentando a cabeça ali dos militares americanos. Os caras deram fim nele, entendeu? Será que foi isso que Aconteceu ou será que foi um louco que foi lá e atirou nele e tal, não sei o quê. O Trump prometeu liberar os arquivos do JFK. Liberou os arquivos. Só que na esteira desses arquivos veio um monte de coisa. Veio os famosos arquivos aí do Jeffrey Epstein, que teve uma primeira liberação e teve a segunda liberação agora, aonde
o Trump aparece sei lá quantas mil vezes no no nos arquivos do cara. E logo em sequência disso o Obama fala isso. Então vamos lá. O que tá sendo dito hoje pela mídia especializada é que esse negócio do Trump, falar que vai liberar os arquivos alienígenas é uma cortina de fumaça pra galera esquecer tudo do Epstein, entendeu? Então ele vem e coloca um negócio muito maior aqui na frente. Cara, o o que o que o Epstein falou, cara, agora nós estamos falando de alienígena, é outro é outro patamar, entendeu? Então assim, a imprensa aí Especializada,
a imprensa americana, não importa o lado que você lê, se você lê qualquer, a grande coisa é o seguinte, tudo isso que tá sendo falado hoje do Trump é com relação a ser uma cortina de fumaça pra galera esquecer os arquivos do Episten, porque ele tá ali enrolado nos arquivos do Episten, entendeu? e dar atenção pro alienígena, ele vai liberar. Os Estados Unidos, eh, eles pesquisam, eles investigam, investigam, investigam tudo mesmo, porque qualquer luz que Aparecer no céu dos Estados Unidos, pode ser um caça, pode ser um drone da Rússia, da China, de do Irã
agora, né, que os Estados Unidos tá nesse nessa treta com o Irã. E por segurança nacional, os caras têm que investigar tudo aquilo ali. Só que, né, a galera acha que muitas coisas daquilo ali são, na verdade, naves de outro de outros planetas. E aí, vamos ver. Ele falou que vai liberar, ele mandou, né, mandou todos os órgãos, todos os Departamentos lá nos Estados Unidos, na ministéria, departamento, né, que a gente fala, mandou todos os departamentos lá liberarem tudo que tem e tal. É um momento, parece, né? Aí tem um um uma parte da imprensa
americana tá falando que esse negócio foi combinado com Obama. Tipo assim, Obama fala ali negócio de alienígena que aí a bola vai pingar para mim aqui, eu vou catar aqui, entendeu? E daqui, Porque foi tudo muito na na sequênciazinha que aconteceu essas coisas, né? Mas aí é meio, eu já aí eu já não eu não acredito não que teve essa combinação, não. Eu acho que ele teve uma sorte danada de cair um tema que é um tema de interesse mundial, que falar de alienígena, no momento que ele mais precisa, porque ele precisa jogar alguma coisa
para encobrir os o a ele aparecer lá nos arquivos do Epsteen, cara. Entendeu? Então assim, eu acho que é Isso. Vai revelar alguma coisa? Eu acho que vai revelar nada, nada. vai ter nada demais, entendeu? Só que isso tem relação com o Brasil, sabia? >> Por quê? >> Sabe por quê? Porque dizem o famoso caso do ET de Varginha, que nós já falamos aqui no Barbara no outro programa, eh, que os americanos tiveram aqui e que eles tinham interesse aqui no no no caso em alguma coisa. E tem muito documento de Varginha que estaria nesses
Documentos aí que vão ser liberados agora. Então, a galera da ufologia no Brasil, ela tá aí meio que empolvorosa porque acha que vai sair alguma coisa de Varginha no meio aí também desses desses documentos, cara. Então assim, o cara tá fez um bololô de coisa que ninguém mais fala do Epstein, só fala do do alienígena. Deu certo. Se ele queria colocar a cortina de fumaça ali, cara, deu super certo, porque ninguém tá lembrando mais Dele ter aparecido, dele tá lá nas festas, dele tá lá nos vídeos, nas fotos, nos e-mails e só falam dele falar
os alienígenas agora, né? Então, >> então não vai ser dessa vez que teremos os alienígenas na sua opinião? >> É, cara, eu acho que não. Acho que vai ser tudo mais o mesmo. >> E você, Henrique, fala você. Cara, eu tô adorando fazer essa live junto com Sacan, porque é exatamente isso, né? Quando eu falo alguma coisa Sobre alienígena, et de Varginha, a galera cai de pau, né? Bate, bate para caramba, né? E eu sofro a mesma coisa que o sacan sofre. Você tenta explicar pros caras, olha, e não é que eu não acho que
a vida extraterrestre seja possível, eu acredito até que seja bastante plausível, mas alienígen não não estão aí para zoar milho, pegar a vaca, comer a macaca, sabe? rouba bicicleta. Ah, a possibilidade de uma vida inteligente ter visitado o planeta Terra, ela tende a zero. O que você tem de o que você tem aí de relatos e a distância que você tem dos planetas é é muita coisa, sabe? Para uma pessoa simplesmente chegar aqui e dizer: "Olha, eh, o alienígia existe porque uma vaca foi roubada". Não faz o menor sentido, cara. não faz o menor sentido.
E outra coisa, eu sempre eh relato sobre essa perspectiva dos caras falarem sobre alienígena e o alienígen ser exatamente como o ser humano, é humanoide, mas ele É um humanoide em todas as perspectivas, cara. >> Todas. Ele é do tipo, >> eh, eu vi os relatos de alienígena com orelha. Orelha é característica de mamífero. Mamífero, ou seja, ele tem vértebro. O alienígena que o cara imagina, ele tem mãos com três ou cinco dedos. As mãos possuem ossos articulados, ou seja, eh você tem ossos que são articulados dentro do alienígena, você tem os mesmos aparatos Que
o ser humano tem, inclusive orelha, que cara, se você tem um outro eh uma outra criatura, por que que ela tem característica de mamífero? tem alienígena até com peito. Então, se ele tem características de mamífero, ele obrigatoriamente tem que ser um vertebrado tetrápoda terrestre. Porque veja, dentro dos próprios animais como os grupos se diversificam. Primeiro você tem lá animais que não tem mandíbula, né? Depois você tem um salto evolutivo Você tem animais com mandíbula. Caramba. Então, daqui pra frente, ó, esses animais tm mandíbula. Aqueles outros não tem aranha, por exemplo, não tem mandíbula, tem quelícera,
o inseto tem aparelhos bucais, apênices bucais, ah, sabe que fazem a alimentação. Ou seja, os grupos vão se diferenciando. Insetos tem seis patas, o araquinídio tem oito patas. Nós tetrápodas terrestres que viemos de peixes, ahã, como por exemplo sarcopter, temos quatro patos. Então, Quer dizer, o alienígen ele ele corresponde a uma árvore filogenética exatamente a mesma do ser humano. Os caras não têm nem a menor capacidade de imaginar um organismo diferente. E aí os caras dizem para mim assim: "Pô, pera aí, mas o que que você tá falando de alienismo? Não vou ser biólogo". Mas
exatamente por isso, porque se existe vida extraterrestre, é o biólogo que vai estudar a caceta. Quem é que vai estudar uma vida extraterrestre? se possível For, que vai estudar o biólogo, não é o frentista que que tem uma revista de ufologia que não, porque os caras chegam a essa a essa ignorância do tipo, o que que o biólogo sabe de vida alianígena. Aí o cara que ele tem como referência é um cara que que era frentista do posto BR, que montou uma revista do UFO que nunca nunca aí não sabe o que que me chateia
mais ainda e aí isso aqui vai gerar corte e vai gerar rate aqui no canal, tá Meu irmão? Tudo bem, Rajamento. >> Mas veja o que mais me chateia, uma pessoa se vi se ela vê um anjo, o que que ela faz? Ela desmaia. Os relatos de anjo são sempre assim: "Ah, desmaiou, mas que que que você viu no anjo?" "Ah, eu não sei, eu desmaiei. Eu vi, me deslombei, pô, mas tu tu não procurou saber se se a asa dele era de pena, de que era? Ele tinha outra parte aqui que a asa ficava,
como é que ele flutuou?" Não, as pessoas não têm menor Curiosidade. Então, quando eu vejo um médico dizendo que viu um ET, >> que seria um médico, um médico, >> tu pensa assim, pera aí, o cara é médico, velho. O cara é um neurocurgão. Ele, ele no mínimo fez o primeiro período de anatomia, no mínimo. Aí tu pensa, o cara tá diante do maior achado da humanidade. Maior achado da humanidade. A única coisa que o cara consegue dizer é que tinha uma pele clara, três Calombos na testa e olhos violetas. Tipo, isso aí acabando do
dragão. E a Game of Thrones, velho. Pele clara e olho violeta. Pô, o cara não fez anatomia para meu irmão, se eu me deparo, se eu me deparo com uma vida extraterrestre na minha frente, meu irmão, tira o bisturi de perto de mim, porque eu vou querer fazer tudo quanto é análise, meu irmão. Tu tipo, cara, não, Pera aí, vamos, vamos fazer aqui o pera aí, tem nariz. Mas, mas como assim que tem nariz? Porque nariz é uma característica também de mamífero. Tem orelha, mas como que tem orelha? Deixa eu analisar. Tem crânio, tem, sabe?
São a pálpebra dele tem tem pestana, ele tem que sobrer, ele tem pelo, ele não não. Você pega um médico renomado aí, me desculpa, doutor, mas como é que um médico renomado só me dá esse tipo de característica como um ET, Cara, porque ele tem o maior prêmio Nobel na frente dele de todos os tempos. O cara seria o número um do maior descoberta do mundo. >> Exato. Exatamente. Consegue descrever que tinha pele clara e olhos lilazes. Pera aí. Tem que ser muito, tem que ser na boa para engolir isso, dá isso na mão de
qualquer biólogo no primeiro período de faculdade e o cara vai fazer uma descrição infinitamente melhor do que que o médico deveria ter feito ali. Meu Irmão, o cara não, o cara não é possível que um cara que vê o maior prêmio Nobel da frente só fala sobre isso, sabe? É esse tipo de coisa que me irrita e me irrita, me irrita a galera vir com esse papo. Mas pera aí, biólogo, o que que você sabe de alienígena? Não, e aí tem razão mesmo, porque a área que estuda, na verdade, vida fora da Terra é a
astrobiologia, que é a mistura da biologia do biólogo Henrique com astronomia. É isso. O resto da galera é Um b de curioso. Uma coisa que o Biólogo Henrique falou que é muito legal é isso. Você nunca vê um relato de um de um alienígena que teria tipo a cabeça de um crocodilo, o corpo de um, sei lá, de um inseto e é sempre humanoide. esse esse negócio de ser de ser humanoide, tem uma galera que estuda isso e fala que aqui um negócio chamado antropomorfismo, entendeu? O antropomorfismo é o é o é o fato do
ser humano ele colocar em coisas assim tudo A forma que ele conhece. Então não adianta o que vai aparecer você ser. É, e é o mais absurdo ainda, Henrique, é o seguinte, cara, que o pessoal vê seres de luz que ditos alienígenas de outra dimensão e eles são como humanoides também, com braço, com com mão, com cabeça, com nariz, com orelha. Isso aí é, cara, é impressionante. Não existe nenhum relato de criaturas aí no no mundo que é um bicho com uma cabeça de inseto, um um pata de um rpt ou coisa do Tipo. É
sempre características de de mamífero, como disse aí o biólogo Henrique. Então, >> não, e o detalhe que a galera não consegue entender quando a gente fala, né, a gente explica que olha, não existe animal em outro planeta. É impossível ter animais em outro planeta. É impossível ter plantas em outro planeta. Aí os caras vem, ó, pera aí, [ __ ] que biólogo arrogante. É sempre a mesma história. Que biólogo arrogante. O cara Nunca para para entender aí a situação. Olha só, animais eles evoluíram única e exclusivamente dentro do planeta Terra. Se você po, isso não
significa que você não possa ter outras criaturas que possam até ser semelhantes a animais em outros planetas, mas eles não são animais. Então eles não teriam por obrigatoriedade as mesmas cara, por exemplo, os ossos. Os ossos eles evoluem com uma maneira de armazenar fosfato, Por exemplo. E não é só essa maneira. O molúsculo, por exemplo, ele consegue armazenar cálcio na sua concha. Então, se você imaginasse um organismo de uma outra maneira que fizesse uma convergência evolutiva, você não poderia, por exemplo, ter vértebras exatamente aonde classifica o animal vertebrado. Mas mesmo assim, se você tivesse alguma
articulação interna, você teria que pensar em alguma outra coisa que não Necessariamente fosse osso, como por exemplo, a própria concha do molculo, que poderia ter ficado interna. Então, quando a galera vai dar característica de um de um alienígeno, ele dá exatamente característica de um animal tetrápoda terrestre, o que não faz o menor sentido, porque ele teria que ter tido a mesma linha evolutiva daqui do planeta Terra e ele teria que ser do planeta Terra. Então você teria que imaginar uma criatura completamente Diferente das criaturas que existem aqui no planeta Terra. E a galera não consegue
entender isso. Logo, não tem animal nenhum em outro planeta. Animais só podem ter no planeta Terra. Se tem animal e outro planeta, ele saiu daqui do planeta Terra. Ele pode ser uma outra criatura qualquer com semelhança. Veja, quando você compara uma mariposa beijaflor, que é um animal, nota, é um animal com um beijaflor, eles são até parecidos por convergência Evolutiva, mas veja, a mariposa beijaflor, para ela pegar o néctar da flor, como o beijaflor faz, ela se utiliza de uma probóide, enquanto que o bejaflor, ele tem mandíbula como a gente e essa mandíbula é projetada
em um bico, o que mostra que ele é um guinatostomado como nós, mas a sua mandíbula modificou. Então a estrutura é diferente. A asa da borboleta beijaflor, ela sai do exoesqueleto. Ela não tem endoesqueleto como um Beijflor que tem o esqueleto com vértebra, porque ele é um vertebrado, inclusive é um tetrápoda terrestre como nós humanos somos. Então ele tem que ter quatro membros e a mariposa flor tem seis apêndicees locomotores porque ela é um inseto. Então mesmo que eles sejam parecidos, eu tô te mostrando um monte de diferenças que mostra que animais e nota uma
mariposa bejaflor, ela é muito mais semelhante com a gente porque somos animais do que um alienígena deveria Ser. E aí veio a outra viagem, sacânia, >> que é que os caras colocam como hibridização. Ora, se nem dentre os animais uma mariposa beijaflor, ela não pode cruzar com o beijaflor e ter filhotes porque é uma inseta e eles são muito mais próximos do que seriam o alienígena da gente. Isso sem contar que aqui no planeta Terra a nossa forma de e manter o RNA, porque o mundo é RNA, a gente tem o DNA, que a galera
chama de informação, Mas isso é uma outra discussão, mas basicamente eu posso falar didaticamente informação genética. Isso significa que o DNA ele é uma forma de manter o RNA como esse processo informativo. Mas em um outro planeta com diferente pressão, diferente atmosfera e etc. O animal, o animal não, a criatura, desculpa, ela não necessariamente vai ter DNA, pelo contrário, ela pode ter qualquer outra molécula que mantenha o RNA. Isso se a gente considerar que ela seja uma Criatura de carbono, que é o que a gente entende que possivelmente as a as moléculas de RN as
dispersuras no universo, se tiver vida, vai ser dali, mas para manter o o DNA, o RNA, não vai ser o DNA, vai ser alguma outra molécula, uma outra estrutura que a gente não conhece. Isso aí não. E o pior ainda tem relato, alguns relatos em, vamos pegar o caso de Varginha aí, né, como exemplo. Tem alguns relatos que que viram criatura Com pelo ainda. Aí tem pelo >> não tem tem um ufólogo que tem o pelo. >> Tem um ufólogo amigo meu, inclusive ele tem o pelo do ET de Vardinha, >> só que ele tem
pelo. >> Ele tem o pelo. Ele tem o pelo. >> Pelo, cara, ele tem o pelo, mas ele não manda identificar. Ele não manda, gente. Não, não só isso. Ele tem um pedaço da nave espacial. >> Que isso? >> Não posso falar porque é amigo e ele vai Ficar chateado. Mas ele tem, ele é famoso. Tem, >> ele tem. Aí tu pergunta assim: "Pera aí, como é que eu Não, na boa, vocês acham mesmo que se o cara tivesse um uma um pedaço de uma nave espacial, você acha mesmo que o exército, que o poder
militar deixaria com ele?" >> Não >> é isso? Você tem foto pelo menos do pelo e da e da do pedaço da nave? >> Ele mostrou numa live. Ele mostrou numa live pelo da live da >> Ah, então se ele mostrou na live, você pode dizer quem é, [ __ ] >> Não posso, cara, porque eu vou arrostar na live, cara. >> Essa galera do da ufologia, tudo eles processam. É impressionante. >> Opa. >> É assim mesmo. >> Opa. >> É é mesmo, Sergião. >> É mesmo. Não é não. E agora a ufologia brasileira aí,
já que nós estamos falando disso, né? completar ela, ela tá vivendo um momento assim, eh, muito no mínimo estranho, né? A ufologia brasileira, ela tem duas figuras que são muito marcantes. Uma é o Gevaé, que criou a revista UFO, né? Eh, junto com o Peti, com a galera toda lá. A revista UFO é uma revista muito antiga, tal. Eu cheguei a a a trabalhar, o pessoal fala Que aí o mais legal foi o seguinte, eles vieram me detonar falando que eu não tinha trabalhado lá e acharam um e-mail que eu mandei para eles. Eu não
só trabalhei como trabalhei voluntariamente. Trabalhou foi voluntário, >> entendeu? >> Hã, >> complicado isso daí. >> Complicado isso aí. Mas aí o que acontece, então tem o Jevaé, tal, e tem Um outro cara que é o Urandi, que é a galera do projeto Dakla e tal. Esses duas caras, eles eram inimigos mortais. Inimigos mortais. Beleza. O Gevaer, infelizmente, morreu 3 anos atrás e deixou a revista. A revista começou a passar por problemas financeiros e tal. O filho dele agora há 15 dias atrás vendeu a revista do pai do Gevaé. Para quem? Pro maior inimigo do
pai dele. >> [ __ ] merda. Vou fazer uma analogia aqui. O biólogo Henrique vai vai saber. É como se o filho do Henrique aqui vendesse o canal dele pro João Jaqueta. >> [ __ ] merda, complicado. >> Imagina biólogo, entendeu? Seu filho pega e vai. Ah não, meu pai não tá mais aqui não. Eu vou pegar tudo no meu tudo. Acho, eu acho que seria muito pior, né? Porque, por exemplo, pelo menos são dois conspiracionistas vendendo um pro outro. Agora, quando você tem alguém da ciência e aí o filho vende para alguém que também
é conspiracionista, aí é um problema é pior. >> E aí a galera toda saiu da revista UFO, obviamente, porque eles eram ali do lado do Gevaer, não não do Urandir, né, do pessoal do projeto e formaram agora uma nova revista, chama revista Fenômeno UFO. É o Peti, é o Pacatini, é o Edson Boaventura, essa galera toda que criou Isso aí. Então, a ufologia nacional ainda tá passando por isso aí. no meio de toda essa turbulência com o Trump aí. Então vamos ver, cara. O Trump mandou, tem os documentos aí, tá? A galera pode ver aí
no Twitter, tem o a postagem dele no ex, né, que agora a gente fala no X, pedindo pro pro departamento eh pros departamentos liberarem as documentações. O que a gente tinha de informação antes é que ele iria liberar isso ali pelo dia 6, 8 de julho. Só que Por isso que ficou muito marcado dele tá antecipando isso por causa do negócio do, entendeu? Porque ele já tinha falado que ia liberar isso em julho. O pessoal tava falando ali entre 6 e 8 de julho ia ter essa liberação. Só que agora ele mandou adiantar o negócio.
Por isso que porque a galera tá falando que essa tá dessa cortina de fumaça aí para para ninguém lembrar dos do caso dele com o Episten. >> É, mas de qualquer >> de qualquer forma a galera da UFO ela vai sair ganhando. >> Não importa, porque não importa não importa se ele não mostrar nada. Só o fato dele ter anunciado, pronto, isso já é a festa. Já é festa e eles vão ganhar, vão capitalizar isso aí, sem dúvida. >> Ah, já tão capitalizando, já tão, já tão. Agora o negócio é o seguinte, aí que tá,
é aí que entra o negócio. Eles capitalizam agora, aí quando não sair nada, ninguém fala nada. Vão ficar tudo Quietinho e aí >> capitalizou agora. >> Aí vou falar o qu? Não, mas é porque ele tava mentindo e tal. É aquele negócio, né? O cara é só quando você, só quando ele tá do seu lado que você confia nele, né? Aí é [ __ ] também. É, mas >> cara, eu vejo, eu vejo que a galera não é não leva as coisas a ser, por exemplo, eu já me propus a discutir a relação biológica dos
organismos com essa galera do UFO. Eles não aceitam, >> eles não me querem lá de maneira nenhuma. >> Por quê? Porque vai quebrar o o policárdio da da parada, entende? Se eu chego lá e começo a falar: "Olha, então vamos analisar aqui a filogenia da situação. Os caras não querem, não querem. Não, não, não, não. Não quer conversar com o biólogo. Aí você, quem é que vai estudar vida alienígena? Uns camaradas que não tem nenhum conhecimento de nada, velho. Eles Não querem a discussão, entendeu? Eles querem ter bilu, essas coisas, eles querem. >> É, mas
aí aí só fazend a galera séria, tem os astrobiólogos, né? Então tem a galera que estuda mesmo aí, aí integrando, né, que a gente fala a biologia junto com a astronomia. É uma área muito legal de de passagem, entendeu? que é astrobiologia e muita gente estuda isso, né? Detecção de de bioassinaturas, gases em planetas e tudo Mais. Então, é bem interessante. >> É o você Ô, Sergião, você acha que o eh qual vai ser o futuro da revista UFO agora então que mudou de das mãos, saiu das mãos do do dos criadores e e tá
indo agora pra rapaziada do Dak lá, >> cara. Aí que tá, né? Ninguém sabe qual que vai ser o futuro, não, né? O pessoal do Dakla lá diz que vai colocar muita grana. Eles têm grana para caramba, eles têm equipamento e tal, né? Agora assim, o que que vai ser, cara? Não sei, cara. Não faço a menor ideia. Tá uma uma grande dúvida aí pairando pairando no ar, porque os pesquisadores, né, digamos assim, a galera que trabalhava na UFO, na revista UF, saiu todo mundo, né? Então eles vão ter que vão ver. Olha, eu acho,
eu acho que a revista UFO ela ainda ainda ainda tentava de alguma maneira ter um uma seriedade em algumas coisas, cara. Mas eh >> o o a galera do do Dak lá, eu não vejo Na na intenção deles, cara, assim, mantenha essa porque, [ __ ] os caras falam de Ratanabá, velho. >> Ratanabá, velho. Os caras falaram de de Ebilu, entende? Outro dia o Urandi, Urandi, né? Ele fez uma postagem lá de um garoto, >> não, ele fez uma postagem de uma pegada gigante que ele achou na areia. Aí ele ainda desafiou. Quero ver que
algum alguém que saiba de biologia que explique aqui que isso aqui é um um sei Lá, uma pata de T-Rex e tal. Aí eu peguei aqui, opa, alguém me chamou aqui estou. Eu tô vendo um garotinho na frente dele. E eu tô vendo que aquela pegada na areia é alguém fazendo anjinho. Sabe aquele anjinho que tu faz na >> Sei. Anjinho de neve. >> Aí eu fui expliquei, ó, como é que é o pé de terópode? Como seria o pé de um terópide? Como seria o pé de um dinossauro. Isso aqui a mancha de um
Anjinho. Aí nunca mais ele ele falou nada. Ou seja, eu não vejo essa seriedade no Instituto Dakra. Pode ser que ele mude e tal, mas não vejo. Desculpa aí. Não vejo. Eu também não >> é. Eu eu eu não sei, cara. Eu eu acho eu só acho essa essa parada estranha da da de que vende coisa lá e tal, enfim, mas eu eu não quero me aprofundar muito nisso não. Como disse o amigo eh Kid Machine falou: "É, Tebilu, manda um salve para você, Biólogo Henrique. Busque o comercimento." >> É, busca o comecimento. >> Inclusive,
inclusive me perguntaram aqui na na no chat, né? perguntando o ET de Varginha, então ele ele aproxima da que animal terrestre? Ao ser humano. Ao ser humano. O ET de Porque foi atendido ainda foi atendido pelo SUS, velho. É, foi atendido pelo SUS. Isso aí o SUS, cara. P >> o SUS é universal mesmo, né, cara? Interplanetário, meu amigo. >> O SUP, >> caraca, o SU realmente, [ __ ] >> o SUS foi bom demais, né? Ai, ai, >> essa [ __ ] foi [ __ ] Caraca. >> Não, e assim, cara, quando você é
atendido pelo SUS, você passa por todo um plantão, toda uma equipe. Ah, quantos médicos olharam aquilo lá, cara? >> E não não não relataram nada. >> Do Neida? Tu tá no SUS, ela tem na maca do SUS. Não passou por ninguém, ninguém Viu. Ah, >> não dá, né? Tem coisa que não dá mesmo, não >> é? >> Agora, agora fica aquele lance porque assim, o que que eu acho maneiro do de Varginha, não sei se vocês lembram da da novela Roque Santiro. >> Claro, claro. >> Rock Santeiro é isso aí, cara. Eh, as pessoas não
podem falar a verdade porque se falar não tem grana, velho. >> Não tem a grana. Você sustenta a cidade. Então, pô, tá trazendo turismo pra cidade, traz turismo, traz, sei lá, um monte de rip, eh, enfim, é o turismo. Prz atenção, né? É, lembrando que Varginha, para quem não conhece aí, não sabe onde que fica, fica bem perto de uma cidade famosíssima que é Santomé das Letras, né? >> Uhum. Uhum. É economia, a economia que rende pra cidade. >> Mas olha só, >> não, mas a cidade, a cidade, eh, desculpa, Henrique, eu acho que assim,
a cidade ela não tá nem errada em capitalizar em cima do do fenômeno, né? Porque se outro jeito ninguém ia lá. >> Certinho, >> mas >> é Rosswell, a cidade de Russell no Novo México, nos Estados Unidos, que é o caso Rosswell, que é o início da ufologia, como a gente conhece, em 1947. O que que a cidade fez? Ela pegou o McDonald's da cidade, é, é um disco voador. Aí a galera vai lá só para tirar foto no, no McDonald's de Rossel, entendeu? É isso, ó. A cidade não tá errada não, cara. Tem que
fazer, tem o disco voador lá no centro da cidade e tal, tem o museu, tem as coisas, tem o ET, em todo lugar tem o ET lá. Então é assim, a cidade mesmo tá certa de de fazer isso e manda bola pra frente, entendeu? Entendi. >> Turismo pra cidade. Turismo. Claro, >> claro, claro. É que nem é que nem é na tua cidade a galera vai ver baleia, os [ __ ] né? Não, Henrique, [ __ ] >> Não, mas baleia existe, né, velho? Baleia é real, [ __ ] A gente >> não, [ __
] Eu sei. Eu tô falando do turismo que atrai o turismo, né? >> Atrai o turismo, pô. >> E eventualmente o biólogo Henrique também tá lá atraindo turistas, passeando com o pessoal levando pra Praia. Que que que você tá fazendo, Henrique? Tá tá fazendo excursão pra praia? >> Não, cara. Eu eu agora eu vou fazer, eu tô fazendo eh primeiro eu recebi as pessoas para testar, para ver como era, né? Foi bacana. O a pessoa passou a diária, minha casa é são enorme, né? São oito suítes e tal, então eu consegui hospedar as pessoas, foi
legal, mas dá muito trabalho. Então agora eu vou passar a Fazer só o deuse mesmo. O pessoal vem comigo aqui igual igual o Richa faz na casa dele, né? Vem vê minha, pega na minha cobra, segura minha cobra, meu irmão. A cabeça da minha cobra, eu tô com uma cobra com a cabeça desse tamanho, velho. Sem sacanagem. A Honda >> vai ver minha aranha lá. >> É, eu não, eu não tenho tanto bicho quanto o Rich. A gente tem muito bicho. >> Que cobrona, hein? Ô, Henrique, >> uma cobrona. Uma cobrona. Tem a minha Aranha
Cláudio >> por que que o nome da sua aranha é Cláudia Aranha? Aí, só que aí é na década de 80 que vai saber. Foi uma homenagem pros jovens. Pros jovens. Você homenageou a Cláudio Orana. Por quê? Com uma aranha. >> Por porque uma aranha bonita. Por isso. Uma aranha bonita. Eu não, eu não quero processo não. P é uma aranha bonita, peluda. E, e sabe lá, uma aranha sofisticada. A pessoa pode ver, vai ver. >> E peluda. >> É, é uma uma singela homenagem, tal, mas não é Cláudio Orhan da TV, não. É outra.
é outra, é outra, é uma uma personagem famosa de Angra dos Reis e adjacências. >> E aí a pessoa vai passar o dia aqui comigo, tem piscina, tem eh vai ter churrasco, vai ter a a praia, né, que é uma praia lagunar, vai ter sauna, então vai passar o dia inteiro aqui comigo e vai embora. Então vai ser assim agora >> que aí eu eu não hospedar as pessoas dá muito trabalho, cara. >> Pô, e eu e o Sergão quando a gente for aí, o que que a gente vai fazer? >> Mas aí vocês são
agregados, pô. É outra parada. Aí vocês são, o Richard ficou 10 dias aqui, cara. >> O Richard ficou aí, né? >> Passava um mês, né? >> 10 dias. >> E o Richard tá lá, né? E o pessoal ficar Com o pessoal cobra o Henrique também me cobra, fala: "Pô, Sergão, você não foi lá na Transamazônica?" Eu falei: "Ih, cara, tô tô tranquilo aqui." E e Corguinho, Sergão, você já foi visitar Corguinho? Tem alguma coisa misteriosa lá? Não, nunca foi não. Ô, biólogo, qual o lugar mais estranho que você já foi visitar? >> Que eu já
fui? >> É, >> cara, eu já fui muito lugar estranho, velho. >> Imagino, pô. Mas o lugar mais estranho, mais estranho assim, porque o estranho para mim é não existe. >> É o estranho para mim se tu tá mais nas coisas human roxo, cara, que eu morava ali do o o assim, eu já eu já fui num nas biqueira, meu irmão, vou te falar, sou sou da baixada da Fluminense, cara. Ah, eu >> cresci, cresci em Nova Iguaçu. Então eu já fui em cada e os locais naturais para mim não são estranhos, mas os locais
onde as pessoas, pra falar onde eu já fui bafo do eh buraco do boi, bafo do porco, eh belo roxo, tudo já rodei esse parada toda aí, meu irmão, que você imaginar na Baixada Fluminense. Então tem tem lugares realmente que que é >> tem >> que é esquisito, mas eu gosto eu gosto de só que com cautela. E acompanhado com local, né, velho? Sei, sem dúvida. E você, Sergião, que que você, qual foi o lugar mais estranho que você já foi? >> Ô, cara, então, o o biólogo tá Henrique também, né? O pessoal da biologia,
o pessoal da geologia, né? A gente vai para muito, muito lugar. Eu, como trabalhei com petróleo durante muitos anos, eu trabalhei em lugares assim terríveis, né, cara? As cidades petrolíferas, Vi Macaé, Sim, >> são cidades que não são muito aquela coisa, né? Embora Macaé ten a Macaé tem o singelo título de princesinha do Atlântico. >> É, >> ninguém tira esse título dela, não, biólogo. >> Sim. É porque é porque existem locais na realmente tem locais que são um pouco mais >> Tem locais lindos ali, né? Tem locais lindos na na na pris porque Macaé, cara,
ela no Rio de Janeiro ela tem os cinco biomas, né? Ela tem arquipélago, ela tem a serra, >> tem a serra que é bonita, >> ela tem o litoral, ela tem uma uma variedade de locais. Então ela, a praia que realmente não é muito bonita, mas a praia principal que é o Cavaleiros, é é linda. É linda. Agora você tem umas áreas ali que, cara, forou ocupação Humana, ocupação desordenada, teve processo de favelização e aí realmente tem uns jocais um pouco esquisitos, cara. >> É porque o triste da dessas cidades petroleiras aí pelo mundo é
porque elas eram para ser muito melhores, né? Porque ela tem muita grana, mas acaba que não acaba que não é. Mas eu, cara, eu eu morei no Rio de Janeiro muito tempo, né? E durante muito, muito tempo, cara, para mim um dos lugares mais feio do mundo, Cara, é uma rua que tem atrás da central do Brasil. Eu pegava ônibus ali todo dia, 5:30 da manhã. >> [ __ ] >> atrás central do Brasil, no Rio de Janeiro, era uma rua, cara, que eu chegava ali às 5:30 da manhã, tinha de tudo que você possa
imag de todos todas as espécies. Se eu eu nunca vi ET na minha vida, eu eu ali eu nunca vou ver, cara, porque ali tinha de tudo, cara, de tudo que Você possa imaginar. Vse não daria para saber se real é. >> É exatamente. Então essa rua aí, cara, atrás da central do Brasil aí é uma das piores lembranças que eu tenho no Rio de Janeiro, cara, que todo dia 5:30 da manhã eu tava pegando o ônibus aí para para ir trabalhar. A empresa a Hariburto ficava lá na no parque tecnológico da UFRJ, lá na
Ilha do Fundão. Então tinha que pegar o ônibus ali, era terre lugar horrível, cara. Pelo amor de Deus, cara. Mas eu já trabalhei na Venezuela, entendeu? Muito tempo. Maracaibo também é outro lugar que eu vou te contar. Eh, Caracas também não é lugar muito bom, entendeu? Já fui no México ali nums lugar também terríveis, entendeu? Então assim, quem quem é dessa área aí de geologia, biologia, quem faz trabalho de campo, né, viagem de campo que a gente fala, acaba conhecendo uns lugares aí que não são igual diz o biólogo Henrique, tem que você tem que
ir, tem Que ir com uma pessoa que conhece ali a região e tal, entendeu? Sim, >> sim. É, eu esse, essa ruazinha aí eu conheço porque uma vez eu tive que pegar um o o metrô ali e porque eu eu fui acompanhar lá o o tri elétrico do Flamengo, deu merda explosão, os [ __ ] todo mundo correndo, aí eu saí correndo para lá, só foi o único lugar que tava livre era você vê, tava uma merda, eu tava uma confusão, mas lá tava vazio. Imagina por, né? Se fez. >> É, imagina. >> Aí eu
a, >> ô Barba, ô Barbara, lembrei de um lugar, lembrei de um lugar que eu já visitei muito quando era moleque, >> que realmente é e eh era era muito esquisito. Vila Mimosa, perto da tua casa. >> Rua Ceará. Rua Ceará. >> Rua Ceará. Fui, cara, você sabe que quando a gente >> grande show de rock lá que tem, [ __ ] >> meu irmão, eu eu já fui para lá quando era mais novo, né, óbvio, muito tempo atrás. E aí eu era solteiro, OK? Antes que alguém falava >> e aí, meu irmão, a gente
foi, foram oito pessoas lá de de Niterói. >> É, >> dentro de um apáo, cara. >> [ __ ] oito pessoas. oito. E aí quando a gente voltou, quando a gente voltou passando estranha também, né? >> A gente ia pegar a ponte Niterói, velho. Tava um em cima do outro ali. Aí dois policiais pararam a gente, desce do carro, desce do carro. Aí fuzil, né? Porque Rio de Janeiro é assim, né? Aí desce todo mundo. Aí saiu oito cabeças dentro de um apalho. Aí eu, que merda é essa, cara? todo mundo. Aí eu fui falar
com com o policial, falei: "Ó, doutor, falei o seguinte, vou falar a verdade pro senhor. A gente tava vindo lá da Vila Mimosa, tá Todo mundo bêbado, inclusive o motorista. Naquela época não tinha lei seca, não existia essa parada. >> Aham. >> Aí o aí o policial, p meu irmão, você tava lá na VM, como é que tá as menin lá? P doidão para tava maneiro ali. Ah, vocês são novo, né? Entra no carro e vaza. Não olha para trás. >> Não olha nem para trás, né? >> A gente pegar a ponte, cara. O cara
liberou. Era outra época, né, velho? >> Era outra outra vida, né? Outra vida. >> Pessoal tá dizendo aí que já me viu na rua. Mentira. Eu eu só fui lá duas vezes porque eu tenho um grande amigo que morava ali na rua Ceará. Você acredita? Estudava no CFET. É verdade. É verdade. É o Rafael Vital, amigo meu, que inclusive faz aniversário no mesmo dia que eu ten o mesmo nome que eu. E aí ele Morava lá e eu fui umas duas vezes visitá-lo lá. Mas só por isso, >> né? [ __ ] tô te falando,
cara. >> Eu também, pô. Tinha amigo lá. Eu tinha, quando eu briguei lá, tinha que levar as roupa minha que tava lá e tudo. >> Seu amigo era muito próximo, né? >> Ai, ai. Isso lá lá era um lugar sinistro, cara. lá era um lugar sinistro. >> Ó, a gente recebeu um super chat aqui falando o seguinte: "Serão, Angra tem chances de desastre para Chernobyl?" É, >> eu acho que ele quis dizer se Angra tem chance de ter um desastre nuclear igual teve em Chernobyl, né? >> Isso isso, >> cara. Acho que o biólogo Henrique
pode dizer até melhor que isso aí, >> cara. Não sei qual que tá a situação de Angra. É que Angra não não funciona. Como que não funciona 100%, né? Como que Tá lá? Não, ela funciona bem, mas ela funciona angra um e Angra 2. Cara, os acidentes com energia nuclear no mundo, eles são extremamente raros. A galera acha que é uma coisa do tipo, ah, pô, vai acontecer um chenoby? Não, não é bem assim que funciona. Primeiro que o Brasil ele tem uma um nohal de segurança. Isso é uma coisa importante da gente ressaltar aqui,
tá? O Brasil e em termos de enriquecimento de urânio é das pontas do mundo, tá? O Brasil não Faz a bomba atômica que ele não quer fazer porque dá merda. Mas em termos de centrifug nós estamos no top, nos tops, tá? A gente é muito bom nisso. Inclusive a não vai haver desenvolvimento do país se você não tiver o desenvolvimento da energia nuclear no qual, cara, não existe o por a gente não ter uma uronás. Não, não faz sentido, entende? A gente se a gente não tiver energia elétrica e ferrovia rasgando o Brasil inteiro, a
gente não vai desenvolver o país. É Simples assim. internet, ferrovia e energia, senão você não vai desenvolver o país. Você precisa de energia. O Brasil tem esse noral, só que, cara, é boicotado, é uma energia boicotada. As pessoas acham que é a pior energia do mundo. Não, não é. É uma das mais limpas do mundo. E as e as usinas nucleares no mundo inteiro, você tem raríssimos acidentes. O Japão, por exemplo, é um local onde você tem terremoto o tempo inteiro, mesmo assim os caras não se Livram das usinas, porque se você se livra da
usina, tu não tem energia. A Alemanha caiu na besteira desse conto verde aí da galera para agradar o pessoal dessas fofo os fofolete aí da vida que não sabem nem por onde a galhaja falando do meio ambiente. E aí gastava horror e poluía horrores com com gás russo e agora tá se ferrando lá meu irmão. A Alemanha porque não tem a energia nuclear. Cadê a energia nuclear do dos alemães? Se desfizeram. Então >> a França tem muita energia nuclear, né? A França tem, né? >> E não e nem tem urânio, né? A França tem energia
nuclear e não tem urânio. >> Ela tem que >> a gente tem energia nuclear. Isso aí que o que o Henrique tá falando é legal da gente ressaltar, né? Que é porque a Chernobyl ficou um negócio foi muito marcante, né? Mas você, por exemplo, você pega o Japão, igual ele falou, né? A gente teve Fukushima, né? Na quando Teve o grande terremoto ali no Japão. Tem até um documentário na Netflix, tá explicando lá sobre Fukushima e tudo mais. Chime a grande usina lá do Japão, que quando teve o terremoto lá evacuaram a cidade, tudo deu
tudo certo, não teve problema nenhum, mas correu-se o risco de ter um grande acidente nuclear ali naquela naquela época, mas não teve porque tem uma uma segurança muito boa. Então assim, eh usinas nucleares, você vê assim acidentes pelo mundo, não é Tanto, né? É que Chernobyl ficou marcante, né? Então, e aí o pessoal deve o pessoal deve ter medo de Angra porque Angra tá num num num lugar que é um lugar bonito turisticamente pá, né? E fala: "Pô, imagina se tem alguma coisa ali, né? Além do acidente nuclear em si, ainda teria toda uma mais
assim, se acidente nuclear pode acontecer, pode a usina funcionando, pode ter o acidente mesmo, mas aí tem Que levar em consideração tudo isso aí que o Henrique falou, cara. A gente tem muita segurança, tem tudo isso, tá? >> E concordo também, a gente tinha que desenvolver muita energia nuclear, mas não vai, né? Então, >> de segundo >> todo acidente, o nome já fala, né? Acidente, né, cara? Pneu fura, camisinha fura, né? Depois 9 meses nasce. É acidente, pode acontecer, não vou falar que não pode, Mas é muito mais seguro, inclusive muito ecologicamente muito melhor, cara.
Você vai fazer uma, por exemplo, uma hidrelétrica, a quantidade de de local que você tem que inundar e produz metano para caramba depois que você inunda floresta e etc. >> Alterar todo, alterar fauna, flora, tudo daquele lugar, né? Tem que tirar as os bichos, tem que tirar as coisas, né? Não, tá doido. >> Sim, sim. E mas lá lá em Chernobyl eh Parece que tá tá voltando ao normal, né? Ou não, assim, tá a a radiação tá diminuindo. Como é que tá a situação de Chernobyl? >> Que eu saiba, que eu saiba, você tem a
a flora e a fauna local tem resistido mais selvagem, porque a a flora e a fauna é óbvio, né? não tem ser humano ali para destruir tudo. Enfim, você tem inclusive organismos que têm tido processo de mutação grotesco, mas algumas resistências agora diminuído aí Com o Serjão. Serjão que sabe essa >> não acho que que não, né? Tem essa tem a cidade lá que o pessoal vai, né, Prepiat lá, uma cidade pessoal visita, você tem que ir com o contador Geiger o tempo todo e tal, né? Eh, Chernobyl, eles não conseguiram eh deteram que fazer
aquele sarcófago que a gente chama, né? cobriram a usina. Eh, é uma é um sarcófago que ele dura, não sei se é 5 ou 10 anos, ele já foi substituído algumas vezes, entendeu? Que ele começa A a ter a ter problema ali com a própria radiação, porque o núcleo tá lá ainda, entendeu? O núcleo tá ali. Quando quando teve o acidente Chernobyl, eles tentaram fazer um monte de coisa, limpar tal, eles chegaram uma hora que falaram: "Cara, não vai dar certo, não vai, nós não vamos conseguir". Entendeu? E aí eles falaram: "Vamos cobrir a o
que sobrou da usina. Fizeram lá uma cobertura toda. Tem aí pessoal pode procurar a imagem. O negócio é uma obra De engenharia assim. >> Hã, >> de concreto, né? >> É de concreto. É um negócio espetacular. Só que como tá a radiação ali, aquilo ali fica fica perdendo. Então, de tanto em tanto tempo tem que ir lá e refazer a obra e tal. Então, ali continua porque o o negócio tá lá, né? O negócio tá lá ainda, não tiraram, né? E aí tem isso, né? Tem isso do dessas mutações, tem os o a como que
eles chamam lá aquele Negócio lá, pata de elefante, né? Que é um negócio que encontrar lá um fungo, né? >> É um fungo lá dentro da usina. Então tem essas coisas, né? É uma área interessante de estudar até na parte da biologia, né? Para entender como que as que a fauna, a flora se altera com a radiação, né? É interessante isso aí. >> Boa. Tem tem tá cheio de mutante lá. É. Vamos. >> Tá, tá. Caraca, Tem muito mutante. Tá meio solta aqui. >> Esse mutante, esse mutante tá meio, isso foi na impressão 3D, né?
>> Foi, foi, foi. Eu tô, tô, sou um nerd, né? Então vou imprimindo tudo. Mas tá caindo aqui porque ela tem e ainda não acertei tudo não. Ah, agora ficou legal, ó. >> Ô, mas ficou maneiro isso aí, velho. >> Vai, vai. >> Ficou legal. Ficou legal. Depois, depois vou criar a dica aí aí. Vou acabar Comprando impressor 3D, cara. >> Vou te mandar, vou te mandar. Você tem, Sergião, impressora 3D? Não, >> não tenho, cara. Não tenho não. Eu já, já tive. Para em casa, né, >> hã? >> Você não para em casa também,
né? >> Eu não paro em casa, cara. É, é um negócio que teria que ter uma paciência assim para O Pedrão tem. Pedrão tem várias. Pedro Paloto tem várias. >> É, eu tenho aqui até hoje o foguete que Ele me deu naquela nossa live. >> É, ele tem várias impressoras 3D, ele faz trabalhos muito legais. É um negócio, hoje já tá ficando mais tranquilo, né? Tá mais acessível, não tá com tanto problema. Porque a impressora 3D antes tinha vários problemas com temperatura, com umidade do ar. Nossa, virava tudo uma Hoje já tão bem mais. >>
Ah, não, mas a umidade ainda é um negócio ruim na impressora 3D por causa dos filamentos, né? >> É. Aí eu, aí eu comprei um secador de filamento aqui e tá tudo dando muito certo. >> Ah, então você tem que comprando esses acessórios aí para poder o negócio funcionar direitinho. É isso aí. É, meu amigo, o dinheiro vai acabando. Então, se quem quiser comprar uma máscara de Volverine que que funciona. Não, essa, essa aqui ainda não tá 100% não. É só mandar aí um salve que eu que eu vou vender máscara de Wolverine. É engraçado
que eu comprei uma, você vai comprando as coisas da da impressora 3D, né? Aí eu comprei uma, eu comprei cola, né, super bond. E aí você aí cola errado, né? Por isso que não tá funcionando. Depois eu vou ajeitar, vocês vão ver a máscara vai ficar [ __ ] >> Eh, aí aí eh, comprei aí colei os ímãs, porque ela é toda de íã. Aí deu merda. Aí agora eu descobri que tem um um negócio que tira a cola que da tira descola tudo, né? Em vez de cola tudo, Descola tudo. Aí tu Aí eu
comprei o negócio de luminária, né? Porque tu faz luminária. É maluquí, cara. Aí tu faz luminária, aí [ __ ] tem que botar a luzinha na luminária. Comprei a [ __ ] da luminária. Aí os caras me mandaram aqui, sei lá, porque como agradecimento umas miçangas aqui, ó. Eu falei: >> "Aí, ó, tu já pode vender na praia, pô". >> Já posso. Então, que que eu tô planejando fazer? Eu tô planejando ir lá no biólogo Henrique viver da minha arte Vendendo mianga >> is ali. Isso mesmo. Na frente da casa dele. >> Vou vender lá
pros turistas que vão ver. >> E aqui é concorrência grande, tá? Que a galera que faz os artesanatos rip, cara, os caras são bem, velho. >> Aí, aí, tá vendo? Ô, ô, ô, biólogo, eu queria queria falar uma coisa contigo em relação, né, ao a questão lá do do cachorro, né, do do Orelha. Como é que tá a situação do dos adolescentes, dos Pais dos adolescentes? Como é que tá as atualizações desse caso do cachorro orelha? Cara, >> cara, pizza, né, velho? A gente sabe que vai dar pizza. Primeiro lugar, a gente tem que ter
a consciência de que eh adolescente não comete crime, ele comete a infração análoga a crime, o adolescente não vai preso também, ele ele vai em uma situação, ele é detido, uma situação análoga à prisão, eh, enfim, eles são eles estão protegidos Pelo ECA, que não vai dar em nada, a gente já sabia. Isso é fato. Isso é fato, tá? >> Sim. Agora, o que eu esperava, pelo menos, pelo menos na minha concepção, era que as investigações dissessem: "Olha, foi o adolescente aqui e tal, fez isso, pelo menos isso." Mas pelas investigações, a gente já tá
vendo que o que o Orelha se automatouuse a si mesmo, cara. Porque é esse é o resultado do tipo, pô, os caras não 1000 horas de Gravação. Aí tu pergunta, tá? Mas nessas 1000 horas de gravação, tem o momento em que o adolescente atacou o cachorro? Não. Mas vocês avaliaram as 1000 horas? Não. [ __ ] >> aí é fogo. >> Se você afirma que não tem, mas você não avaliaram de 1000 horas, então não faz muito sentido, né? Enfim. Eh, a gente sabe que, cara, rico no Brasil, rico não, não paga a pena, mas
eu pelo menos Achava assim, ó, do tipo, pô, acharam maluco, eh, ele vai pagar uma cesta básica, OK, mas fechou o caso assim que não dá em nada, porém acharam. Não, eu acho que tá pior do que eu pensava. Não vão nem achar. Eh, o Orelha se autoimatou-se a si mesmo. >> Caraca, lamentável, hein? Eu vi, eu vi agora o o Curi, né? O Felipe Curi é Felipe, né? O o da polícia civil aqui. Ele teve aqui esses dias. Eu sou péssimo com o nome, mas é o Curi, né? O chefe da Polícia Civil. Eles
prenderam um cara que matou o cachorro na paulada, acho que em Nova Iguaçu. Acabei de ver aqui. Não sei se tu viu isso, Henrique. >> Eu tô, eu tô sabendo essa história. Só não sabia que é Nova Iguaçu. >> Não sei se é Nova Iguaçu. Posso estar enganado, tá? Eu vou vou até ver aqui para não cometer nenhuma eh injustiça, mas eles a polícia civil foi lá e prendeu o cara aqui. É Felipe Curi. Ele mesmo. Deixa eu ver se onde foi mesmo. Acho que foi em Nova Iguaçu. É, acho que foi. Deixa eu ver.
Ah. Ahã. Cadê? Não, ele não fala onde foi não. Mas enfim, ele ele prendeu o prendeu flagrante, o marginal que matou cachorros paulada. Eu não sei se tu viu, mas é, mas esse cara é maior de idade, né? Então, piabetá, >> Piabetá. >> Esse, esse, esse foi se ferrou. Vai, vai pagar esse pagar. >> E tem que pagar, né? Tem que pagar assim. É, mano, maluquice isso. Mas Enfim, >> cara, eu eu particularmente assim, engraçado isso que eu fui até ameaçar, eu eu recebi um e-mail ameaçando, tá? De ameaça >> dos parentes, >> não não
anônimo o e-mail, uma pessoa com um pseudônimo >> eh dizendo que já estava na hora de eu ser chamado no Ministério Público para falar sobre o o ECA, né, Mas de um tom um tom ameaçante, entendeu? Tipo, olha, se continuar falando aí que que menor de idade, eh, para porque eu sempre falo, né, que para mim crime de onondo não tem idade. Crime de onda não tem idade. Para mim não tem que reduzir a maioridade penal, mas crime deonddo não tem idade. Porque assim, não faz cabimento na minha cabeça do do tipo, ah, vamos reduzir
a maioridade penal para 16 anos. Pô, os molequ lá na na na Inglaterra que pegaram um bebê, enfiaram pilha dentro do bebê e jogaram na trilha do trem para passar em cima, eles tinham 11 anos. Eu vou diminuir a a idade penal para 11 anos. Não faz sentido, entende? Então, na minha concepção é crime de ondo, não tem idade. Cometeu um crime de ondo, tu memão, tu tá tá ferrado, vai pagar como adulto, na minha concepção, mas é óbvio, eu não sou nenhum especialista nisso, não é a minha área, Não é a minha área, entende?
Então, eh, isso aí eu eu eu passo a bola, eu só dou minha opinião, porque, cara, eu sou professor também, dei aula 20 anos e dei muita aula para ensino fundamental e tem moleque que 16 anos, minha irmão, me [ __ ] velho, [ __ ] nós três aqui. Eu conheci vários alunos, meu irmão, vou te dar um exemplo. Eu, isso eu até gostei. Eu posso falar porque eu não dou mais aula lá, mas eu dei aula numa escola E tinha um valentão lá, tudo 16 anos tinha um valentão lá, um fortão lá e esse
valentão batia em todo mundo. E tinha um outro cara mais magrinho, mas todos os dois bem mal que eu. E o E esse magrinho ele era e eh bem calmo, sabe? Bem bem tranquilo. Eu tô falando aqui, ele vai saber quem é. Outro dia até parabenizei ele na rua. No dia eu não podia falar isso, mas outro dia até parabenizei ele. Ele tava quieto, cara, na minha aula. Esse esse Maluco grandão veio me entregar o carno. Quando ele voltou, ele passou a mão na bunda desse magrinho. O magrinho foi, empurrou ele. Que parada é essa?
Aí ele veio e deu um tapa na cara desse magrinho. Quando ele quando ele deu o tapa na cara, o magrinho só mandou o socão, né? Pau. Aí eu escutei o barulho, mandou um socão, meu irmão, mas foi uma direta que assim, eu falei com ele, cara, você tem que você tem que treinar, velho, porque tu é muito bom. Ele f mandou direto. Aí o grandão, meu irmão, não gostou, né? Foi para cima, foi para cima e eu tive que partir para separar e os dois brigando, só que o Magrinho acertava todas, mano. E eu
escutava o barulho, o barulho parecia, sei lá, osso partindo par assim, ó, pum. E eu tentando separar os dois e não consegui que os caras eram alto, altos, velho. [ __ ] velho, eu tava com com o quê? Com os 46 anos de idade, fiz o gitso, meu irmão, não conseguia separar Os dois. E assim, e o detalhe, o o moleque, ele ele dava o soco, ele conseguia desviar de mim. Nossa, eu senti pela >> pegar no cara >> e pegar no cara e acertava todo. >> É o Brueli, [ __ ] Eu caraca, fiquei
bolado aqui, falei e tentei separar, não consegui. Aí eu chamei o segurando todo mundo para poder separar aí separamos. Aí que acontece o grandão ficou lá bufando, só que forte para caraca, Ninguém conseguia conter ele. Aí eu falei: "Ó, vaza, vaza, vai lá para fora, vai lá para baixo, vai pra secetaria". E a gente tentando segurar, eu, eu e o, e o inspetor, né? Tentando segurar, não fica aqui, fica aqui. Aí o moleque, o moleque desceu o, o vão assim do brisolão, né? Eu sei que a gente não conseguiu conter o outro grandão. Ele passou
pela gente, ele pulou aquele a rampinha do Brisolão, pulou. Quando ele pulou para pegar o o magrinho, o Magrinho acertou outra pau. >> Caramba. >> Aí ele levantou pau. Outra, velho. Maluco, mas ficou muito feio para ele na escola, velho. E o pior, as filmagens, velho. Eu fui ver as filmagens, o moleque não errava uma. Eu falei pana entrar na box. Aí no final, no final conseguimos separar, conseguiu, enfim, o moleque foi, foi, sem, não foi expulso, não foi expulso, ficou por isso mesmo, mas passou uma Vergonha na escola que foi, eu vou te falar,
passou uma vergonha, violenta. Aí o dia que eu encontrei esse magrinho na rua, falei: "Meu irmão, eu torci muito para você, porque tu você acabou com o machão da escola, velho, e você não errou um soco, cara." E eu te falar, se o soco pegasse em mim, me me tombava, que o soco dos moleques era violento. Então, o que que eu quis dizer aqui? Que meu irmão, tem moleque novo aí que te panca e ele, Infelizmente, tá sendo usado. E os menores usando e tá sendo usado pelo crime. O crime se aproveita disso. Então, o
que que é na minha na minha concepção? Um crime eh crime ediondo não tem idade. Dois, quem utiliza de menor deveria pagar muito, 10 vezes mais. Então, se o tráfego usou um menor, o cara tem que pagar 10 vezes mais. Enfim, eu acho que teria que mudar algumas coisas. Mas se opin >> E os pais também, né, Sérgio? Ô, ô, ô, Henrique. Os pais também, né? >> Sim. Os pais também. Eu acho que >> é para quem é pai, né? Vê esse caso aí do do do do orelha lá, né? Eu f eu fico pensando,
cara. Falei: "Caramba, se a meu filho faz um negócio desse para ele ia apanhar muito em casa com a primeira coisa ser essa, >> não >> entendeu? E eu ia entregar ele, né? Porque taca que é isso? Você cria seu filho e tudo do do bom do melhor para ele virar com delinquente, sair batendo cachorro que não tem nada a ver, cara. Que isso? Cachorrinho lá não fazia nada. E o mínimo que eu acho que todos os pais nesse momento devem fazer é pegar não a imagem da crueldade, né, que isso aí não precisa, mas
falar com seus filhos, falar: "Olha só, que foi o que eu fiz com meu filho, olha só que sacanagem, os caras chutaram, fizeram tudo de ruim com O cachorrinho indefeso, não fez nada com eles." Então, acho que tá beleza. A justiça é morosa e, né? Geralmente só pobre que sofre, né? rico ou quem tem condição consegue se livrar da justiça. A gente sabe como funciona isso no nosso país. Mas pelo menos se vocês são pais, tod nós três somos aqui, mas quem é pai tem a obrigação de pegar esse caso. Claro, dependendo da idade do
filho também, mas a obrigação de pegar esse caso e falar: "Tá vendo? Isso aqui é um Exemplo do que você não deve fazer, não pode fazer. esse tipo de coisa é maldade, é maltrato. E outra, quem faz isso com um cachorro indefeso é muito capaz de fazer com uma pessoa, né, com uma pessoa em qualquer momento, não é? Então, tem >> tem um índice, tem um índice do FBI, né, uma coisa assim que é você a uma das coisas características de de se o cara mal psicopata, >> não, nem todo psicopata maltratou Eh nem todo
psicopata maltratou animais, tá? Uhum. >> Mas ah, vários deles fizeram assim, então é uma uma margem grande de psicopatia, porque ele não tem uma empatia, o bicho tá morrendo, tá sofrendo, ele tá vendo o que que, ah, que legal, o que que tá acontecendo aqui. É para ele é como se fosse nada, como se fosse, como se você pegando aqui uma tampa de uma coisa e, ah, eu quero ver o que que tem dentro. Deixa eu ver. É isso. >> É complicado isso daí, né, Sergão? Como >> complicadíssimo, cara. Bom, vamos levantar o nível da
live. Eh, vocês dois já tiveram já tiveram prazer de estar no no >> Space Today Experience. >> Não, isso, isso, isso, isso também, mas eu vou para Mas eu quero falar sobre isso quando a live tiver mais gente também, né? Então vamos ajudar aí, galera. Compartilha aí pra gente falar Do biólogo Henrique no Space Today Experience, tá? Vamos compartilhar. >> Mas olha só, eu ia falar do podcast do 007 brasileiro, né? Vocês desconfiavam que o Glauber era o 007? [ __ ] que que descoberta essa parada, hein? É fora de série, é fora da biologia,
fora da astrofísica, da astronomia, mas é uma descoberta. Vocês vocês desc bem que eu desconfiei que ele alguma coisa ele tinha. Vocês também não, >> cara. Eu eu eu assim primeiro eu tenho que parabenizar, eu quero parabenizar o Glober aqui, um grande amigo, porque meu irmão, nunca desconfiei que o Glober era a gente, né, da da BIM. O cara, [ __ ] significa que tá muito, meu irmão, o cara que mantém do anos um podcast sem ninguém saber, ele é muito bom. Inclusive, eu acho que acho que a BIM deveria ter aproveitado, porque assim, quando
a gente vê os filmes de Hollywood, a gente imagina que esses Caras eles estão tão bem escondido que ninguém sabe. Aí não parte de lá de dentro uma denúncia de que o cara é a gente. Pô, meu irmão, é a grande chance de usar o cara como a gente, né, meu? >> Claro. >> É >> um sal, aliás, um salve pro Gláub. Eu tô aqui em Brasília, ele tava aqui e ele até tinha me chamado pra gente fazer um podcast ontem. Não consegui porque eu tava no Redcast e hoje porque eu tô aqui Com vocês.
Então, salve aí, Gláber, que já sabe quando você tiver aqui em Brasília porque ele tá muito por aí. Agora a gente sabe por, mas >> ainda bem que eu não contei nenhum segredo para ele, velho. >> Eu fui lá, só falei de alienígena com o Kacará lá, que é o amigo dele que faz o podcast junto com ele lá. Então, salve pro dois aí. Confiei nada. >> Eita, rapaz. Foi falar diabinho. Olha Que a merda que deu, ó. falou de Abim. Abim tá grampeando aqui a nossa live. Travou. Você tá tá tá mais perto do
Serjão, Abim. Aí travou nossa live aí. Quando quando eu fiz o projeto do suminho nuclear, a recomendação era que eh tomasse muito cuidado, não com celulares, porque podiam está estava grampeado, né? Eu fiz uma, isso acho que era 2000 e 2000, 2005, 2006, eu trabalhei no projeto que Fazia a coleta dos animais lá na Baahia de Septiba. Então eu tinha que coletar os animais, saí eu e minha esposa para fazer as coletas, fazia coleta como banco didático, banco de de espécies, né? Porque ali tava ali ia ser feito subir nuclear. E aí, meu irmão, a
as primeiras reuniões era eram assim do tipo, trancava todo mundo numa sala, ó, aqui é o projeto suonar, ninguém pode saber, seus celulares estão grampeados, os telefones de vocês estão grampeados. Era era maior maior suspense, só depois de muitos anos que a gente ficou liberado para poder falar. Mas isso, detalhe, eu só ia coletar rtil e amfíbio, hein? Mais nada, mais nada. E o que que isso tem a ver com o submarino nuclear? >> Porque ele ele ia ser construído ali onde é a bacia de Serpetiba e ali era uma área que era da marinha.
Cara, muito legal trabalhar ali, cara. Foi muito legal. >> Esse é estaleiro dele, né? >> Esse estaleiro dele. Então, a gente ia coletar os animais todos para para ver que espécies tinham ali. Inclusive eu dei um azar danado, cara, porque quando você chega de Itacuruçá, você tem uma cachoeira linda que tem uma represa lá em cima. A empresa bem acima, né? E aí eu tinha que coletar esses bichos todos ali, porque depois que que o seu marino fosse construído, você ia ter uma nova coleta Para ver se se tá fazendo radiação, etc. E aí nessa
nessa represa, eu cheguei lá e vi uns peixes nadando dentro da represa, né? Aí se eu tava fazendo mestrado na época, eu vi os peixes nadando e tal, aí eu olhei assim, [ __ ] os peixes estão muito, tava meio translúcido os peixes rapidinho trans [ __ ] isso não é peixe, cara. Isso não é peixe, isso é girino. Mas eu nunca vi girino nadar igual peixe. Girino é lentinho, só que era Tipo manjubinha, sacou? Fu, [ __ ] e nadava cardum. Falei: "Pô, isso é peixe, cara. Sei, sei, sei. Generino. Aí eu fiquei lá
um tempão, falei: "Pô, vou pegar arrumei um pulsá". Fui lá e consegui coletar o os animais e eram girinos. Girinos igualzinho peixe. E aí eu cheguei todo bobo, né, na fara, achei uma coisa que não que não tem, cara. Não tem. Nunca vi isso. Três meses antes de eu fazer a coleta, Um grupo de pesquisadores de outro lado do do do país, conseguiu achar o mesmo a mesma espécie do outro país, não do estado, a mesma espécie. >> [ __ ] >> e aí eles conseg eles descreveram. Falei: "Cara, se eu tivesse chegado três meses
antes, eu teria descrito primeiro espécie." >> Ou então se você tivesse descrito mais rápido, né? escreve mais rápido. >> Sim, mas os caras acharam antes, eles fizeram logo a >> o registro, né? Fizeram logo o registro, né? Fizeram logo a a descrição e e mandaram. Falei: "Pô, se tivesse ido um pouco antes, um um eu teria achado, porque eu falei: "Pô, esse bicho tá muito estranho, nunca vi isso aqui. Todo mundo passa os pesquisas, cara, cheio de herpetólogo, todo mundo passava ali o TP, ninguém nunca parou para ver que aquele peixe não era peixe." >>
Caraca. E e você, Sergão? E você, Sérgião, já chegou perto de descobrir uma estrela, algo assim, alguma observação que não tinha para levar o seu nome na ao espaço literalmente? >> Eu não, cara. Eu não, eu não. Mas eu sabe que vocês estavam falando antes de ter acesso a essas coisas assim, né? Eu na época eu trabalhei, eu trabalhei, prestei serviço para Petrobras ali, aí em Macaé mesmo tinha uma uma sala lá que Ela era você tinha que largar tudo pro lado de fora, celular e tudo, que era a sala que a gente fazia acompanhamento
de posto em tempo real, que era um dos dados mais estratério, era o primeiro dado aonde o pessoal calculava as as reservas de petróleo e isso tem um impacto muito grande na economia. Então era um lugar ali que cercava você, um cara ali, eram duas, três pessoas só no máximo que sabiam daquilo ali. E eu ficava lá porque o equipamento era, né? Eu trabalhava na Hburton na época, né? O equipamento era da Rally Burton que tava fazendo acompanhamento tempo real, entendeu? Então acontece essas coisas, né? Então, mas é >> é segurança nacional, né? >> É,
são coisas estratégicas, né? São dados estratégicos, coisas estratégicas. É assim mesmo. >> Já comigo mais perto que eu cheguei de uma de uma experiência como essa foi a negociação do Diego Riber pro Flamengo Que eu tava >> aí, ó >> que eu tava ajudando e tal, não sei o quê. Então eu sabia de tudo, não podia falar para ninguém, >> tá? >> E aí é, mas aí nem se compara. Agora o biólogo, você falou que eh ainda bem que você não falou nenhum segredo pro Glauber, cara. Ele sabe de todos, pô. Ele sabe de tudo.
>> Eu falei com o Globo que eu só quero a Carteirinha dele para atravessar do Paraguai para cá. Eu quero fazer umas compas lá. Presta a carteira para atravessar no Paraguai, velho. Pô, mas todo mundo te conhece. Como é que tu vai se passar por ele, pô? Com essa tatuagem aí, cara. Eu pinto na, eu pego a foto, passo uma canetinha na foto do Gal. >> [ __ ] Pô, mas essa >> você fala que eu não sou, mas eu falo pros agentes. Não, não sou da BIM. Pra Da BIM aqui, ó. Sou eu. >>
Eu tô, eu tô disfarçado de Belgo Henrique. Tô >> disfaçado. Tô disfarçado. É isso mesmo. >> Igual novela mexicana. Na verdade, eu sou seu pai. Não, aí tira a máscara. >> Mas aí tem que falar com a língua presa. Disseram que era, disseram que era, era teatro dele, que ele não tem nada a língua presa e tal. Tô inventando um monte de coisa do Glauer. Um salve aí pro nosso Zego Zego7. Os caras, irmão, Eu achei engraçado, ele caiu para cima, né? Vocês vocês não acham? Porque >> porque eles tentaram derrubar o cara e ele
só ganhou audiência. A maior live, a segunda maior live da história do canal dele foi ele falando lá das coisas da da Não, das das coisas. >> Não, não. E agora vai, né? Agora que vai bombar ali, car. Não, com certeza, cara. Se deu mal. Agora esse negócio aí, cara, é muito [ __ ] assim, é de você ter o tal do fogo amigo, né, cara, que é alguém de Dentro para ferrar o cara, né? É, isso aí acontece em muitas áreas, é, é >> muitos, né, pô? Não, na área científica aqui, por exemplo, a
gente sabe, cara, boa parte das críticas que eu que eu recebo e tal, não é de terra planista, tal, é de fogo amigo, entendeu? É de fogo, amigo. >> Fala uma que não precisa falar o nome. Pior, a pior coisa que tem, cara. >> Não precisa falar o nome, mas fala uma Que te te deixou puto da vida, >> cara. Assim, não. O fato de você tá, por exemplo, na na universidade, entendeu? E e tá fazendo um canal, uma coisa do tipo, sabe? O pessoal ih, ó, falou da Abim, deu merda. >> Toda vez que
toda vez que fala da BIM, >> tenta simplificar as coisas, né? explicar porque qual que é a nossa qual que é a nossa ideia como divulgadores, né? É você simplificar as coisas pro público entender. Ih, a Abim tá agindo, hein? >> Certeza que Abim. Abim tá voltou. Voltou. Serjão. Fala de novo aí. Ih, travou de novo. [ __ ] Sergão. Ó o fogo amigo ali, >> tá vendo? Agora fala de novo. Vai, tá vendo? Caraca, fala aí. >> Não vamos lá. Não, tá aqui a internet do hotel aqui que eu tava falando. Então, o lance
é o seguinte. Muitos cientistas, Né, o cientista, o o Henrique sabe também, o cientista tem uma arrogância, né, terrível. É terrível. Cientista, cara, é o é é o bicho que tem o ego mais inflado de todos, tá? E aí ele vê você explicando de uma maneira simples que a ideia é essa. Aí ele vem te de, entendeu? Fala: "Não, ó lá o que que o cara tá falando? Não sei o quê." Porque isso aqui na minha área, né? Vamos pegar. Ah, isso aqui é a derivada de não sei o que. Pá, pá, pá. Cara, se
eu vou Falar isso, cara, ninguém vai assistir nada, ninguém vai ver nada, ninguém vai ler nada. E não é essa a ideia. Então tem essa, no meio científico a gente tem esse esse problema aí que é que é muito sério. Então, e isso é o fogo amigo que a gente recebe, entendeu? É o fogo amigo. É os próprios cientistas detonando o seu trabalho. >> Por quê? Porque você tá simplificando uma coisa que o cara ali, obviamente, eu posso estar simplificando um negócio que É a vida do trabalho do cara, mas eu nunca eu desfiz do
trabalho de alguém. A ideia é tentar passar da maneira mais fácil de se entender, >> mais sensível, né? >> É para tentar atrair mais gente para essa área e tudo mais e tal, mas tem uma galera que não gosta, entendeu? A gente faz live aí de transmissão de lançamento de foguete, aí o pessoal vem fala: "Aí, ó, esse cara aí não entende nada de foguete", entendeu? E assim vai. Então é Assim, cara. Mas é, mas não são, por incrível que pareça, os terraplanista ou os criacionistas ou não sei o quê. são, é, a galera da,
do próprio meio científico que vem e te ataca. Então, é o que o que o Glauber acabou sofrendo também. Ele muito provavelmente despertou, né, um ciúme, uma inveja lá dentro ou em alguém ou em algum grupo, entendeu? E esses caras pegaram e soltaram isso aí. Pode ter certeza que foi algo desse tipo, cara. Entendeu? >> Não, com certeza. Eu achei e no caso dele, e no caso dele assim deve ter sido isso, mas se você parar para pensar nem faz muito sentido, cara, porque ele fazia as live, cara. Aá, eu fui lá, fiz o programa
com ele lá no aí no Rio, cara, a gente falou de alienígena, de vida no universo, esse negócio nada a ver com, entendeu? Então, assim, é, é, é um canal, ele é um canal para difundir várias coisas e tal, o que é legal para caramba. Não tava Fazendo nada de mal, até que eu saiba, né? não tava fazendo nada de mal para ninguém lá de dentro, mas isso aí gerou inveja, gerou ciúme, entendeu? >> Viram que o cara tava ali, que o cara vai bem, o canal dele é grande, ele tem uma audiência legal e
tudo mais. Isso aí despertou essa inveja, ciúme e a galera caiu matando e aí saiu de lá de dentro esse vazamento. Eu eu acho terrível isso aí, entendeu? E se pensar no ponto de vista no ponto de vista de segurança Nacional e tal, que confiança que você vai ter num no numa rabinha agora, cara, que ela entrega o seu próprio agente, pô, [ __ ] né? >> É, não, maluquice, cara. É maluquice. E E Mas foi o que eu falei, cara, o Glober acabou caindo para cima. Se a intenção era derrubar, >> se a intenção
era derrubar o cara, >> então se a intenção do invejoso, do ciumento era ferrar ele, o cara que se ferrou mais ainda, porque o Glá com Isso, né? >> É, >> mas acho que é alguém que que queria tirar ele do serviço público, entendeu? Eu >> eu acho que é >> alguém que tira do serviço público, >> mas convios, né? Assim, eu não tenho nada a ver com a com a vida de ninguém, ainda mais dele, mas ele não precisa do serviço público falar [ __ ] nenhuma, né? Porque o podcast dele faz muita cara,
eu Tô abandonando o serviço público. Não dá mais, cara. Você chega no ponto você chega no ponto do no return, porque assim do tipo, [ __ ] o que eu ganho hoje, o serviço público não tem mais como pagar. O meu medo é do tipo, eu vivo da minha mente e da minha voz. Se eu não tenho mente e voz, você tá fal quando você tem serviço público, [ __ ] qualquer problema que acontece com você, você tá resguardado, né, cara? É assim, pô, eu tenho duas matrículas no serviço Público, isso dá uma pena, mas
agora eu já desisti, quando voltar agora já é, eu ten tô de licença, essa já é exoneração, não tem. E ele vai ter que decidir, cara. >> É, >> não tem jeito, viu? >> Eu acho que ele tem pouquíssimo benefício lá, mas só ele vai saber, né? Ó, o Sergão travou de novo, Sergão, [ __ ] A gente fala de Abinho, o Sergão trava, [ __ ] Impressionante. Mas, ó, eu eu o o Serjão, ele vem de uma área uma área da academia que é realmente uma área muito a a a ciência, cara, ela vive
no num pedestal, né, cara? Eh, é a famosa torre de marfim. E só que eu venho a torre de marfim dentro da academia. É um problema muito sério. A galera, enfim, mas eu eu dei sorte nisso porque eu eu venho de uma área da ciência que é eu sou treinado para falar com o Público, né? Eu venho da saúde pública. >> Então, no caso, eu acabo recebendo treinamento para falar de uma maneira mais agradável ao público. Eu trabalho com serpentes animais peessonhentos e quem é afetado é o cara do interiorzão. Então, eu tenho que falar
a língua dele, eu tenho que, então eu sou estimulado a ter esse tipo de linguagem. Então, no meu caso, no meu caso especificamente, mas é uma coisa rara dentro da academia, eu sou estimulado a esse linguajar. Agora o Serjão não é da galera da da da torre de marfim mesmo, não quer falar com público. >> Muitas pessoas têm dificuldade de falar com o público mesmo e acha um absurdo o Sérgio João divulgar ciência. >> Exatamente isso. >> Pois é. E e vocês três, olhar, vocês dois eh fazem isso de forma brilhante, gente. Por isso que
vocês têm tantos seguidores, tanta audiência, tanta visualização, tudo que vocês fazem é Sucesso, porque vocês simplificam as coisas e e eles não entendem que quanto mais simples for, mais gente vai ter acesso. E quanto mais gente tiver acesso, mais valorizado vai ser o trabalho deles. Não é que é valorizado porque o cara estudou, sei lá, 20 anos para desenvolver uma técnica ou para achar um bicho. Não é isso, cara. É simplificar pra galera entender e valorizar. Acho que a valorização não vem pela dificuldade do trabalho em si, Mas sim pela forma, sabe, mais didática, mais
palpável, palatável de você explicar. Então, cara, eh, acho que essa live também tem o tem o tem o prazer de ter vocês dois juntos. É uma honra para nós do para nós termos vocês. Mas mais do que isso, eu acho que essa essa essa esse reconhecimento que eu acho que vocês têm que ter, entendeu? Eh, e eventualmente ã não tem, mas eu eu eu queria falar. Fala, fala. >> Não, e a gente pode até aproveitar aqui, ó, esse esse esse gancho aí para falar da Tatiana Coelho, né? >> Eu ia falar da O gancho era
aí, >> da Sampaio, né? Tatiana Sampaio. É, Coelho Sampaio. Isso. O G Tatiana Sampaio. Isso aí. Porque tem várias coisas assim. Eu eu falei, eu falei ontem no headcast, vou falar aqui de novo, cara. Eu não vou falar nada da pesquisa dela porque eu não entendo, o biólogo Henrique pode até falar, mas eu Não entendo nada, entendeu? Que é um negócio que a gente tá vendo que tem um potencial e tal, não sei o quê. Mas o que eu acho que é um belíssimo exemplo pra gente falar de várias coisas ligadas à ciência no Brasil,
entendeu? Porque e eu achei, eu eu vou repetir o que eu falei ontem, eu acho muito legal primeiro a postura dela. Ela é uma pessoa que ela não tava não, ela ela tá sendo exposta, né, a esse mundo aqui da mídia, coisa que ela não era ligada a Isso, né? Então ela tá saindo muito bem, tá de parada. >> É, eu conversei com ela, ela não faz a menor, ela não nem Instagram ela tem, ela não faz ideia, >> ela nem Instagram tem. Então, cara, e eu acho que ela tá saindo muito bem nisso aí.
Ela ela mostrou, né? Ela trabalha com esse negócio, cara, desde 1997, cara. É 30 anos, meu amigo. Então, foi legal para caramba para mostrar que que ciência, né? Eh, o resultado que você Vai ter é um negócio que não é do dia paraa noite, entendeu? Não é do dia paraa noite, eh, que você tem que continuar investindo naquilo, entendeu? que aquilo lá pode demorar, mas se o resultado vier, vai ser um belíssimo resultado. Ela ali em 2007, eles já sabiam que tinha um potencial muito grande de dar bem, né, que tentaram fazer as patentes ali
e tudo mais, ela expôs esse negócio aí, né, da Patente internacional. A nacional ela conseguiu e tal, mas a Internacional aí o o a UFRJ tava sem grana aí no orçamento para para pagar e tal, não sei o quê. Foi muito legal também. Eu achei essa postura dela, dispor esse problema aí, porque muita gente não, muitos pesquisadores não iriam falar isso, entendeu? E ela foi muito legal ela ter exposto esse problema, que é um problema, infelizmente, né? Infelizmente, quem é do meio acadêmico, Quem já trabalhou numa universidade e tudo mais, sabe como que é o
drama de quem trabalha com pesquisa no Brasil, cara. E assim, eu falei ontem, vou repetir aqui, eu ainda tive o privilégio, né, de estar em duas das universidades são tidas aí como as que tem mais grana no país, que a USP é Unicamp, entendeu? Principalmente para pesquisa. Ela veio da da de uma universidade federal, embora muito boa, que é o UFRJ, entendeu? E passa por Problemas assim seríssimos. Então tudo tudo isso que o biólogo pode falar aí da pesquisa dela, mas eu eu tô achando legal esse esse isso que tá acontecendo pra gente refletir muito
sobre pesquisa científica no Brasil, pra galera entender que uma pesquisa é algo que demora muito tempo para acontecer, para dar um resultado, que tem que ter o tal do investimento. Ciência, galera, não é gasto, entendeu? ciência é investimento, >> porque você pega a pesquisa dela, a dela Deu certo e tal, ela foi ali, conseguiu, mas quantas pesquisas que poderiam ter um grande potencial no Brasil não morreram no meio do caminho por falta de investimento, entendeu? Então o Brasil a gente sabe que é um país que ele não vê a ciência como um bom lugar para
investir. E outra coisa aqui também, tá? Não importa o governo, cara. Não importa o governo. >> Se você pegar os dados, eu tá, é que eu eu não tô aqui com o gráfico agora, mas Se você pegar os dados dos últimos 20, 25 anos, 30 anos, vamos pegar desde quando ela começou a trabalhar com isso, que você passa por diversos governos, cara, o investimento em ciência ele é praticamente o mesmo e é baixíssimo, tá? Ah, aqui no ano teve um pouquinho a mais, um pouquinho, cara, não brigue por esse um pouquinho a mais, um pouquinho
a menos, que isso não é nada, tá? É a mesma coisa. >> A média, cara, a média é a mesma coisa e É extremamente baixo o investimento. Não importa. Ah, porque foi no governo Dilma que não sei o quê, cara. Não importa o governo Dilma, o Temer, o Color, o FHC, o Lula, qualquer um dos Lula aí do TR. Cara, não importa. O o Brasil, entendeu? Isso aí só tem provado aquilo lá que eu falo, né? Brasil não odeia ciência como inst como como país, entendeu? como país. Agora, tomara que vejam isso como uma luz
e fala assim: "Cara, vamos pegar só mais um pouquinho Aqui do nosso PIB e colocar na área de ciência, porque, cara, é ridículo o a porcentagem que é investida em ciência no Brasil. E a gente tá vendo se você outra coisa também, né, mostra que o Brasil tem grandes cientistas, né? Então assim, a os cientistas brasileiros, ela agora tá em evidência, a Mayana Zates também é uma grande é uma grande pesquisadora na área de câncer e tudo mais que fica hoje muito mais tempo fora do Brasil do que aqui, meio que óbvio, Entendeu? Na eh
a gente tem a Rosalie Lopes, que é a mulher que assina ali as missões que vão explorar planetas dentro da NASA. Ela é brasileira, tá? Ela é brasileira. A gente tem a Ester Sabino, né, que ficou famosa ali na época da COVID, né, que fez toda a o sequenciamento, né, do vírus da Covid. Então, assim, a gente tem grandes grandes pesquisadores e pesquisadoras no Brasil. Ah, e agora o problema, cara, é isso aí, o problema que ela expôs, cara, A patente nacional ela pagou do bolso dela. Quem nunca, cara? Eu ontem contei lá no lá
no Júnior, cara, uma vez eu precisava de um HD, ele ia demorar três meses para chegar para mim lá na Unicamp. Que que eu fiz, cara? Fui na Santa Fig e comprei, cara. Mas meu amigo, é isso que eu fiz, ué. É isso. Entendeu? Vai fazer o quê agora? Vai para fora, cara. Vai para fora. Você chega numa universidade 7 horas da noite, pô, tô precisando de tal coisa Aqui. Você liga na secretária, a secretária fala: "Amanhã 7 horas da manhã tá na sua mesa". Entendeu? Então assim, a diferença é é brutal. O Nicolelles, outro
grande pesquisador brasileiro também, entendeu? na área dele. Então assim, eu o eu vou falar dessa parte aí, o biólogo fala aí do trabalho dela em si, porque eu não entendo nada. A chance de eu falar besteira é muito grande, mas eu tô eu tô achando muito muito muito bom, primeiro Pela pesquisa, obviamente, mas muito bom também para mostrar todos esses lados aí que pouca gente sabe. Aí o pessoal agora fica meio fica meio assim abismado, né? Ohó, nossa, mas não, cara, não é porque não tem dinheiro, entendeu? Vai ver Jac não tem não tinha orçamento.
Vai fazer o quê? Entendeu? Aí o o orçamento paraa galera entender é a mesma coisa que acontece na casa de vocês. O pai de vocês ou você sendo pai você reúne sua Família e fala: "Galera, esse ano aqui nós não temos dinheiro, então nós vamos cortaronde?" Bem, vamos, ninguém vai mais paraa balada, nós não vamos para cinema, nós vamos, a gente corta o quê? Vamos dizer assim, né? E a grosso modo, a cultura, né? Mas você vai continuar estudando porque é importante, você vai ter que continuar indo pro trabalho porque é importante. Então o transporte,
isso aqui e tal e é isso. No Brasil na hora que reúne todo mundo ali, eles Costumam, costumam, não é de hoje, não é o governo passado, nem o outro. Você pegar a historicamente o corte vem na ciência, entendeu? Então assim, ela tá expondo tudo isso, o que é excelente e tô gostando demais do comportamento dela, que é uma pessoa que não era da dessa mídia, né, igual o Henrique falou aí, nem Instagram ela tem. E ela tá saindo muito bem, cara, muito bem mesmo. A outra entrevistadora lá começou a falar do negócio de Deus,
né, porque a Proteína tem uma a forma de cruz, né, cruz, né? >> É. Falou, não é a proteína não, não é elas, cara, ela saiu super bem também, entendeu? Então assim, eu acho, tá tá de parabéns, sensacional o trabalho aí. Aí o Henrique pode falar aí da >> cara, o o trabalho dela é é fenomenal, né, velho? Você tá vendo aí a paraplégico, tetraplégico, voltar a andar. Mas esa vamos vamos por parte. Eh, o trabalho dela tem mais ou menos aí 30 anos. >> Pablo Marçal tentou, hein? E não conseguiu. >> Pois é, mas
então a ciência é muito mais eficaz, né? >> Claro. >> O trabalho dela tem 30 anos mais ou menos. da polielaminina, ela é muito promissora. Ah, em em roedores, ela ela foi comprovada, tá? Em roedores. Então, os testes agora eles estão nos Testes em humanos. Aí é que tá o detalhe, porque eh todos aqueles pacientes ali, eles poderiam ter voltado da mesma maneira se não tivesse recebido o tratamento. Poderia. E aí que tá o a necessidade dos estudos, tá? Então agora eh fazer todos os testes com estudo controle, etc. para comprovar aquilo que foi feito
em roedores. Ao que tudo tá indicando, ao que tudo tá indicando, parece realmente que é Eficaz, parece que ele que a polilaminina, porque assim, se a gente parar para analisar, a coisa é um pouco pode ser um pouco mais simples do que o que a gente pensa. Vou dar um exemplo. Mamífero tem uma troca de dentição, né? Pelo menos os humanos tm uma troca de edição. Elefante tem mais que são é um molar, mas ele vai trocar seis vezes. Mas são porque são, na verdade seis, são seis molares que ficam um só inteirão. Mas, por
exemplo, você vai trocar o dente uma vez só, enquanto que organismos como a serpentes, crocodilos, lagartos, os dentes trocam o tempo inteiro. Então, o que que aconteceu do dos nossos ancestrais para que mamífero só só tivesse uma dentição a a ser trocada, né? E aí, cara, com o tempo, a galera descobriu que você tem uma uma proteína que inibe inibe a dentição de nascer de novo. E aí já se projetou um medicamento que já tá Sendo usado, que você pode fazer o dente nascer de novo. Então, o seu próprio organismo, ele faz com que o
seu dente não nasça, não nasça de novo. Se você inibe esse esse eh se você tem uma uma inibição desse desse sistema, ele vai nascer outra vez. Da mesma maneira, a polilaminina ela eh deveria, né, seria maravilhoso ela funcionando e fazendo essa regeneração, mas o seu organismo não foi selecionado para isso E ela tá lá inibida. Daí o que que ela faz? Ela injeta a polilaminina em você. ao invés del tá dela tá inibida, ela vai funcionar. E aí ela pode fazer essa reestruturação neural. Fazendo essa reestruturação neural, você meio que reconecta, você acha outros
caminhos para você fazer uma uma espécie de regeneração. Então os os exames que estão sendo feitos agora, os testes em humanos, eles parecem ser muito promissores. E por que que ela Ganharia um prêmio Nobel por isso? Bom, porque ela mudaria a toda a medicina. Para quem não sabe, ela fez biologia, tá? Não tem medicina. Infelizmente a gente tem isso na na biologia. A galera, eu não sei porque que a galera da biologia, a galera, ao invés deles utilizar o título de biógra, eles utilizam o título de doutor. Isso só acontece na medicina, na na na
biologia. E a galera se confunde com o médico, né, no final das contas. Mas ela Não, ela fez biologia. Ah, é uma pesquisa, ela ela mesmo, ela não pode fazer a injeção no, no ser humano. O médico tem que fazer para ela, porque ela não é médica. Ela fez isso em roedores e deu certo em roedores. Mas os estudos parecem indicar uma boa coisa. A gente tem que fazer mais testes, sabe? Para ter certeza. E aí, se realmente ficar comprovado que a polilaminina tem essa capacidade, você vai mudar toda a medicina. E quando Você muda
toda a medicina no mundo inteiro, você é um candidato a um prêmio Nobel e ela estaria com uma chance muito grande. A gente tem grandes cientistas no Brasil, tivemos que deveriam estar com o Prêmio Nobel, sem sombra de dúvida nenhuma. O Vital Brasil é um deles. O Dr. o Dr. Sérgio Henrique, que é o inventor do Captoprio, é outro deles. Se encontar Osvaldo do Cruz, Carlos Chagas e a gente não tem, mas deveríamos porque nós temos grandes nomes. Aliás, Vitó Brasil tinha que tá com você, você tem cientistas que deveriam estar aí na literatura sendo
citados como né? Você tem o Vitor Brasil, tem que tá se o Paster é citado, por que que o Vitor Brasil não é citado? Entende? salva milhões de pessoas no mundo inteiro, o trabalho dele e o Sérgio Henrique salva milhões de pessoas no mundo. Enfim, é uma questão nossa do nosso próprio viralatismo, nosso próprio viralatismo de não entender. Agora, sobre a Perspectiva dela eh eh não ter tido a patente, né, comprada pela universidade, isso é uma coisa bastante interessante de falar, ô ô Barba, porque eu não consigo entender algumas pessoas querendo criticar lá, a UFRJ
não comprou a a patente. Mas quando você vai ver o discurso do camarada que tá reclamando, muitas das vezes o cara é contra a universidade pública, ele tá reclamando do quê? Ele Tinha que tá aplaudindo, ele tinha que tá feliz. Ele odeia a universidade pública, ele tem que tá feliz. >> Gasta o dinheiro público, né? >> É, porque se ele odeia universidade pública, ele tem que estar feliz por isso. E assim, eh, é uma discussão que eu venho trazer de novo, porque isso é uma coisa a ser levada em consideração, é de que universidade particular
não faz pesquisa, desculpa, mas não faz, não faz. Sinto muito universidades, não é Que a universidade particular não seja boa, tem boas universidades particulares, tá? Mas as públicas são melhores. Desculpa, mas é verdade. Inclusive, a gente viu a nota do ENAD agora da medicina, médicos que se formaram agora tirando zero, >> [ __ ] >> zero, zero. E eles eram de universidade particular. Então isso é um indicador claro Da da ineficácia da universidade particular. E essa galera que ataca a universidade pública o tempo inteiro tá reclamando do quê? Era isso que vocês queriam. Universidade pública
precisa de muito dinheiro. Desculpa, mas precisa de muito dinheiro. Porque 95% 95% a 99% da ciência que é produzida no país, ela é produzida pel por instituições públicas. são as nossas universidades. As pessoas entram nessa neura De que olha, vamos deixar paraas empresas particulares fazerem a pesquisa. Meu amigo, presta atenção. As nossas maioria das nossas empresas elas são multinacionais. Você acha mesmo que a Sony vai decidir do tipo, olha, não vamos pagar os nossos pesquisadores para melhorar o nosso PlayStation 6 que vai sair? Não, não, não, não. Nós vamos pagar para os brasileiros fazerem. Vocês
acham que a Sonic é isso? Ou ela quer comprar metal Barato aqui do Brasil e vender produto caro pra gente? Você acha que o cara que produz, a empresa que produz relógio, ela quer que a tecnologia seja desenvolvida aqui, ela quer vender para cá e comprar material barato. É assim que funciona. Então essa ideia é louca de que deixar tudo nas mão das das dos particulares que vai. Não, gente, nós estamos falando de países como a China que possivelmente podem acabar desenvolvendo um tocama da vida. E aí o tok, meu irmão, é uma nova era.
Se o tocam um dia funcionar, se isso for real, é uma nova era. Você ter energia elétrica a preço de manutenção, é uma nova era. Você vai dar um salto tecnológico. Algo absurdo. Esse dinheiro não pode ser feito por entidades particulares, porque você tá falando de bilhões que as entidades particulares não tm para pagar. É uma é uma é um investimento público. Quando você fala da instalação de trembala, Meu irmão, você sabe que ó, eu pego o avião, vou pegar avião para ir paraa Brasília, eu gasto 2 horas para sair daqui, não, 3 horas para
sair daqui. Eu tenho que chegar, esperar o avião, uma hora para pegar o avião, fazer um chequin no mínimo. E aí sei lá, vou para São Paulo, de lá eu ten que fazer um cara sabe que que tu pegar trembala é só tu tá no horário, na hora certa tu subir no trembala, tu já tá acabou. Isso é o trembala. Estados Unidos não tem trembala. A China faz uma estação ferroviária por dia. Isso é investimento público. Então assim, do tipo, cara, como é que a galera não quer que a universidade pública receba investimento se a
nossa própria tecnologia depende a nossa locomotiva? Porque gente, ó, desculpa, mas a verdade é essa. Primeiro, primeiro, a primeira é a locomotiva, depois vem os vagões para que você possa usufruir de ler uma boa literatura. A Economia tem que tá pujante, senão você não tem dinheiro. Exato. >> O vagão que puxa o vagão, o a locomotiva que puxa os vagões chama-se ciência, que é o que produz novas tecnologias. É assim, foi assim, por exemplo, na própria exploração do pressal. Se a gente não tem as entidades públicas para poder desenvolver a exploração do pção, a gente
não tinha essa grana porque a gente não saberia explorar e essa locomotiva não puxaria Esses vagões. Então do tipo, você critica a universidade pública, você tá tá reclamando de que a a menina lá não não recebeu verba, mas e aí vocês não querem acabar com a universidade pública? É isso. Então assim, o que Sergão falou, universidade pública ela não é gasto, ela é investimento. Você gasta uma grana universidade pública e esse vai retornar para você, retorna para esse país. É simples assim. Nos Estados Unidos você tem aí eh instituições onde o cara, sei lá, o
cara bilionário, morreu, aquilo vai pra universidade, de certa forma, é um dinheiro que vai pra universidade que veio de uma outra de uma outra fonte para poder ajudar na pesquisa. Aqui no Brasil, o que que você tem? Você tem esses institutos aí que vão dar dinheiro para cachorro, para ONG que pega dinheiro para cachorro, a invés de você dar paraa universidade. Você Entende? É uma cultura diferente. Por isso que a universidade particular lá consegue funcionar, porque ela recebe aporte público, recebe aporte de doação. Aqui no máximo a galera faz doação, sei lá, pro Instituto DC
lá e e aí vai vai financiar na baia Tebilu. Tu entende a diferença? >> Sim. >> Então isso é um é um problema muito sério. A gente precisa de fortalecer a universidade por você ou não? Gosto você Ou não da universidade pública. A verdade é que ela existe. >> Eu sei que determinados cursos lá dentro a galera. Não, o que não pode >> é isso aí. O que não pode é generalizar. Igual o rapaz aqui, o Rafael aqui, que mandou o super chat aqui de 10ão, ó, mandei para argumentar contra o biólogo Henrique porque é
impossível apoiar a universidade pública no Brasil, onde um o dinheiro é pesquisa de gênero e coisa inúte. Cara, você tá generalizando, o Dinheiro vai pra universidade. Dentro da universidade, esse dinheiro é distribuído. A forma como ele é distribuído, aí você pode questionar, entendeu? A gente tem um caso muito sério no Brasil que envolve a própria UFRJ, que foi o incêndio no Museu Nacional no Rio de Janeiro, entendeu? Eh, o dinheiro entra na na fundação lá da UFRJ, que é uma fundação que pega essa grana e a fundação vai distribuir essa grana. A UFRJ tem um
belíssimo de Um hospital. O hospital da UFRJ é maravilhoso, entendeu? Tem as pesquisas são feitas lá dentro, mas o museu, por exemplo, ficou de lado. Por quê? Aí você pode pegar e discutir isso aí. Por que que o museu não gerava interesse, a pessoa não visitava o museu e tal, não sei o quê. Agora o que você não pode é generalizar, cara. Entendeu? Você não pode generalizar. Igual nós, o biólogo Henrique acabou de falar, se você acha que o negócio privado aqui é bom, Imagina se a, se o dakla cria uma universidade, vai pesquisar só
a Ratanabá. E aí, como que você fala? Entendeu? Então, não pode generalizar, cara. Tá dentro da universidade pública tem muita coisa, cara. Eu falo o na USP tem um professor de química lá, eu entrevistei ele no no C, enfim, eu esqueci o nome dele, cara, que ele fez o que a gente chama de nariz biônico, entendeu? Que é, na verdade, é um é uma série de sensores que ele fez imitando o Nariz humano. Esses sensores que ele fez hoje é usado nos Estados Unidos para detecção de droga, cara. Entendeu? O cara passa com a mala
ali, é tanto sensor, a sensibilidade que ele criou no negócio é tão grande que detecta, cara. É pesquisa brasileira, cara. O o sequenciamento do do COVID foi feito pela ST, cara. Entendeu? Então assim, é brasileira e e dentro da da da universidade pública. Você não pode, cara, não Generalize, cara, não generalize, entendeu? você vai tá cometendo um erro muito grande. Do mesmo jeito que existem universidades particulares que são, então vamos lá, ah, é tudo universidade particular, tem a mesma coisa, tem universidades particulares que são excelentes. PUC do Rio de Janeiro, por exemplo, área de computação
da PUC do Rio de Janeiro é altíssimo nível mundial, cara, mundial, entendeu? Mas tem outras universidades particulares Que não prestam. E aí você vai o quê? Generalizar. Não, não generalize, cara. Tá? Não generalize as coisas, porque você vai cair num problema seríssimo, tá? O a maneira como o dinheiro é gasto pela universidade, aí você pode pode discutir quais os critérios que ela usa, qual o departamento que vai ter um um uma verba um pouco maior que o outro e tal. Isso você pode discutir tal ali dentro, mas não pode generalizar, cara. Não é que é,
ah, porque tem um curso ali Que discute aí pesquisa de gênero e você coloca todo mundo no mesmo saco, entendeu? e faz, ah, eu trabalho ali, pessoal da Unicamp, a gente faz uma pesquisa super importante, porque no pressal que o biólogo Henrique falou, nós descobrimos que tem umas cavernas a 5 km de profundidade e a ferramenta, na hora que ela encontra essa caverna, a ferramenta cai, quebra e e perde milhões de reais, milhões de dólares na ferramenta. A gente desenvolveu uma Pesquisa que mapeia a caverna no pressal, entendeu? Isso fendendo a universidade pública, quer dizer
que não nada pré não é assim, cara. Então não generalize, cara. Não, não faça isso. Você tá muito errado em fazer isso, cara. Aliás, na vida, né? Não faça isso na vida. >> É, toda a generalização é burra. O problema, gente, é o seguinte, né? Parabéns pela fala a vocês dois, biólogo Henrique também. Perfeito. Acho que Assim, eh, o que deve ser eh pesquisado tem que ser pesquisado e financiado. Agora, se esse dinheiro público é desviado, aí, meu amigo, tem que ser investigado, punido e preso. O problema, o problema não é o o dinheiro que
vai pra universidade pública para fazer pesquisa, seja ela a pesquisa que vocês quiserem relatar aí, como por exemplo essa questão da do gênero aí, que eu nem sei qual é a pesquisa, mas enfim, o problema maior é o mau Redirecionamento, ou seja, por que que tem dinheiro para fazer essa tal pesquisa aí que o que o Rafael falou e não tem dinheiro para comprar a patente da da da pesquisa da Dra. Tati? Eu acho que isso pode ser discutido, entendeu? Mas não finalizar, cara. Na boa, eu quando eu era jovem, quando eu era jovem, eu
quando eu fazer o Erge, a minha camisa só faltava andar sozinha, porque eu saía e todo mundo tinha, a minha família morria de orgulho, eu fui O primeiro da minha família a entrar na universidade. Todo mundo da minha família se orgulhava de mim, pô. Eu andava com na rua Erge, cara. Pô, cara, até que fim. E aí eu eu lembro que eu tava no parque há pouco tempo atrás, quando eu tava chefeando o parque ainda, e o pessoal do FRJ tinha, eu tinha 10 estagiários, eles nunca iam com a camisa do FRJ. Aí eu, cara,
por que que vocês não vão com a camisa do FRJ? Cara, você estudou FRJ? Eles não possam, eles não Podem usar camisa na rua porque eram xingados. xingado de maconheiro, de [ __ ] xingado de tudo quanto era, né, usando como xingamento a sexual, enfim, os próprios parentes. Aí eu falei quê? Olha, olha o mundo que nós chegamos. Olha o mundo que nós chegamos. Então quer dizer que por algum exemplo lá dentro da universidade que ele criou na cabeça, >> todo mundo que tá na universidade pública é uma cara jogado mesmo saco. É >> jogar
no mesmo saco. >> Ah, e aí que o o a própria o próprio cara que falou aqui, aí você vai ver isso é 1%, o resto é dinheiro rasgado. Cara, da onde você tirou essa estatística? Eu conheço muito bem, eu conheço muito bem duas universidades, a USP e a Unicamp. Cara, eu te digo, por exemplo, na Unicamp que a maior parte das coisas que são feitas ali são pesquisas de altíssimo nível. Você vai para um ITA da vida, cara. Um ITA, você Vai falar que o ITA está rasgando dinheiro, cara. Que isso, cara? Você não
pode falar um negócio desse não. Entendeu? >> Galera não sabe, Sergião. Eu eu tenho uma amiga que ela do tipo, se eu chegar aqui para você, você que tá me assistindo criticando a universidade pública, né? Que é engraçado porque particular tira zero no Enade e vocês ficam aí batendo palma e aí vai ser operado para esses caras depois. Mas Vamos lá, tua amiga que eh decidiu fazer uma pesquisa coletando lama de lagoa que seca. ali em Carapebus, você financiaria isso? Você, o leigo vai dizer: "Pô, tá maluco, para que que ela faz isso? Ela pega
para ver bactéria. Para que que serve essa merda? Joga fora. Pois é, ela tem duas patentes que a Petrobras paga porque ela pegava lagoas que secavam esporadicamente e descobriu que ali tem organismos, microorganismos extremófilos Que aguentam variantes enormes de temperatura, etc. e que eram capazes de comer petróleo. E ela vem, ela vendeu a patente, ela >> vazamento, né? >> Vazamento de petróleos. >> Conheço trabalho, é legal demais. >> Aí a galera vem aqui, o Leigo que tá vendo aqui na na live, eu não sei porque entrou na cabeça dele de atacar a universidade pública, vai
falar o quê? Lá tá gastando dinheiro ao público. Pois É, mas ela mostrou que isso dá muito dinheiro e tem muito projeto. Vocês não têm a menor ideia. Assim, eu queria que a galera que critica a universidade pública em um único dia, pelo menos na vida, pisasse da universidade e entrasse no laboratório, que são vários, e veisse como é que como é que é lá dentro. >> É >> porque aí também, né, Henrique, tem um outro grande problema, né, cara, que e por exemplo o caso dessa da da da Tatiana aí também ficou muito claro,
né, cara. É um negócio que ela ela tá 30 anos, galera, é a vida dela, entendeu? teve um grande período da vida dela, que foi uma pesquisa de base, que ela pesquisava a tal da laminina, né, que é a tal da proteína, ela pesquisava aquilo, que é uma pesquisa de base. E aí é que é o grande problema. O, no Brasil você não costuma investir na na pesquisa de base porque não é a pesquisa que é mediática, não é a pesquisa que vai Gerar uma aplicação e nem nada disso. Às vezes o pesquisador ele fica
anos na base, na fundação do negócio, até que dali ele tira uma coisa que aquela coisinha que ele tirou vai ter a aplicação e aquela aplicação que vai ser isso, isso, isso. Mas cara, isso é a ciência. Ciência funciona desse jeito, pesquisa científica funciona assim. A gente fica anos e anos ali, resol, pessoal da da da minha área, a gente ficou anos e anos resolvendo equação de Um lado pro outro, equação diferencial e tal, até que a gente viu uma aplicação para aquelas coisas. E é assim que funciona. O Pressal, por exemplo, o Pressal foi
descoberto por um cara dentro da Petrobras, eu conheço ele, um geofísico, entendeu? Que ele, o que que ele fez a vida inteira dele conta, entendeu? mexeu com equação diferencial. Até que um dia ele mexeu nas equações. Na hora que ele jogou aquilo no dado, o pressal brilhou na frente dele. Pronto, Descobriu o pressal. Cara, é assim, só que a base, os anos, os 30 anos que a Tatiana ficou ali no laboratório sofrendo, deve ter dormido nesse laboratório, deve ter passado o a gente, né, que vem da universidade, a gente sabe, cara, o que que o
pesquisador passa, cara, entendeu? E aí pro para um cara vir aqui e falar: "Não, porque aí só tá rasgando dinheiro e tal", cara, você tem que entender, cara, como que funciona a pesquisa científica, que Existe pesquisas de base que são super importantes. O Henrique acabou de falar aí do caso da dessa colega dele aí, o trabalho dela é sensacional, entendeu? É sensacional. Eu conheço o trabalho dela que que desenvolveu isso aí, que come o petróleo, é usado em vazamento, sabe? Só que foram anos que ela ficou na base do negócio. E aí quando tá na
base você precisa de investimento. E é aí que que o cara sai fora. Por quê? Porque o político, cara, ele é um cara Imediatista, infelizmente. Então, nós estamos falando de um trabalho da da professora aí. São 30 anos. 30 anos. Quantos governos passaram nesse trabalho dela, né? Quantos governos passaram nesse desde 1997, cara? Lembra o que você tava fazendo em 1997? Antes de você vir aqui e criticar, entendeu? Então o o cara que é o o governo ou o cara que tá no poder hoje, ele quer que as coisas se resolvam em 4 anos para
ele ganhar os louros Daquilo ali, entendeu? Para ele ganhar os louros daquilo ali. Aí se se ficar pro próximo, ele não quer, cara. Pô, ah, o negócio vai ficar pro outro ali, então não. Então não vou investir não, porque vai que dá certo no outro. >> Ele que é imediato. É. >> Hã? Ele quer imediatismo. >> Ele quer imediatismo. E a gente sabe que é na pesquisa científica não é assim que funciona. Então você que vem aqui e fala que o dinheiro tá sendo rasgado, é Porque você não entende, infelizmente, cara, como funciona isso. Você
acha que o cara tá num laboratório pesquisando? Pô, cara, eu fiquei, quantas vezes eu dormi em laboratório, entendeu? Passei noite em claro e tudo mais. Mas, cara, é, a vida do cientista é essa, cara. Tá? A vida do cientista é essa. >> Você vê que ela nem rede social, enquanto você tá aí na rede social falando mal da universidade pública, >> a a Tatiana, a Tatiana Sampaio, ela ela Não tem nem rede social, ela tá lá estudando, tá lá estudando, fazendo o trabalho dela e tem centenas de pesquisadores iguais a ela. Eu conheço, eu conheço
a nerdolada toda. Eu quando entrei lá, fiquei exatamente assim pr para me procurar no mestrado. Eu era um cara intragável, velho. Eu não sei, eu perdi a minha vida. Ô, Sergião, eu simplesmente entrei com uma idade, saí com outra como se eu não tivesse vivido, velho. A vida externa. Era só estudo. Só Estudo, velho. >> Só estudo. E a galera falando mal da universidade pública sem entender, sem nunca ter pisado numa universidade pública, sem nunca ter pisado. >> É loucura, isso mesmo. É isso mesmo. Eu acho que as pessoas Eu acho que as pessoas eh
confundem muito essa questão ideológica, né? Realmente existem muit muitos professores que trazem ideologia. >> Cara, não, mas nem é, cara. Sabe o que que é baba? O negócio é o seguinte. A a Midiaticamente como que a pessoa conhece a universidade pública? Ah, é porque ah, aqui, ó, saiu um cara aqui que ah, maconheia, [ __ ] Eu nem ligo para isso, cara. Entendeu? Mas é esse cara que é porque o cara vai lá, um cara vai lá dentro da universidade encher o saco desse cara, aí briga com ele e é isso que explode. Aí o
cara pega esse exemplo que talvez isso seja 1%, e ele fala: "Todo mundo aqui é desse jeito, cara". Entendeu? E Não é assim, cara. Eu lembro, o Bolsonaro uma vez falou o seguinte: "Então, quem é da universidade pública é só mulher pelada". Droga. Eu falei, eu eu falei assim: Bolsonaro, cara, meu amigo, me apresenta isso aí. Eu não vi uma mulher pelada na universidade. >> Eu só vi lista e mais lista de exercício, cara. 300 exercícios de física de cálculo para fazer, cara. Me me apresenta essa universidade, entendeu? Então assim, eh, é aquilo, Cara, não
generalize, vai ter coisa boa, vai, vai ter vai ter coisa ruim, óbvio que vai, >> assim como qualquer lugar, qualquer universidade vai ter, >> qualquer universidade pode ser a você acha que eu falei aqui, a PUC do Rio de Janeiro, cara, é exemplo mundial em computação gráfica, tá? As maiores empresas de petróleo do mundo usam software desenvolvidos na PUC do Rio de Janeiro. Um dos melhores cursos de Análise de sinais que eu fiz na minha vida foi dentro da PUC do Rio. Só que você acha na PUC do Rio não vai ter coisa ruim, então
vai, cara. E é assim, você não pode generalizar, cara. Entendeu? >> É, é a toda a generalização. >> Eu acho engraçado o seguinte, eu canso de ver escândalo dentro das igrejas, por exemplo. >> Canso de ver. É corrupção, roubalheira, [ __ ] Aí eu vou aí eu vou falar que Toda a igreja é assim. >> Não, >> vamos acabar com as pô não. Aí a por que que a universidade pública vocês tratam assim? Porque sei ah, porque eu vi um cara que fumava uma maconha. OK. Dentro da igreja tem quem fuma maconha, cheira, mata. Tem,
tem o caso do do pastor lá que abusava do enteado, abusou do do do filho, matou, ainda foi defendido lá. E aí, toda a igreja é assim? >> E nem paga imposto, hein? Igreja nem paga imposto, hein? Ainda tem isso. >> Como diria Serg, é complicado isso daí, >> cara. É complicadíssimo, cara. É, não é, é legal dela, tá ter dado tudo certo. Óbvio, igual o Henrique falou, né? Tudo isso aí tem que ser tem o potencial, né, de ser muito bom e tudo. Tem que passar por esses testes todos. Mas é legal porque, como
eu falei, cara, traz a a à tona aí toda essa discussão aí que e Cara, o negócio é o seguinte, tomara que esse negócio perdure, entendeu? Porque o problema é que daqui duas semanas a galera esquece disso aí já ninguém nem lembra, entendeu? Isso é jogado aí a as traças de novo e tal. A gente perde a chance de pegar um momento desse, né, e colocar essa discussão aí e tal e esse negócio ir para cima, sabe? E falar assim, pô, ó, pô, não, será que não seria a hora da gente olhar um pouquinho aqui,
pô, quantas tatianas não devem ter Aí pelo Brasil, cara? Quantas Tatiana deve estar aí pelo Brasil e que tá sofrendo com problema de investimento e que tá sofrendo porque talvez o laboratório dela não tem o reagente que ela precisa, não tem o equipamento que ela precisa? Será que não seria uma hora boa da gente dar fazer uma dar uma olhada para isso e tal? Então eu acho que tem que aproveitar esse esses momentos. Infeliz, não era para ser assim, né, Henrique, mas infelizmente a Ciência no Brasil ela vive dessas pequenas picos e ondas assim. Então
a gente tem que aproveitar isso aí e tentar levar o máximo que der paraa frente, entendeu? E e tentar levantar isso. E vamos lá. Então, não critique, cara, a universidade pública, muito pelo contrário, levante a questão o seguinte: caramba, será que não tem na na UFMG, na, sei lá, na Federal do Pernambuco, na Federal da Bahia, entendeu? Nós pegar só pegar as universidades federais aí na na Federal do de Santa Catarina, na Federal do Rio Grande do Sul? Será que não tem uma Tatiana ali também e que tá precisando de investimento e que tenha e
tá passando por algum problema porque não consegue? Será que não é a hora de olhar para isso em vez de você ficar criticando aqui, tentar levantar isso pra galera ir atrás, né? Porque, cara, tem muito, o pesquisador brasileiro, ele é muito bom, cara. Ele é muito bem visto no mundo inteiro. Por quê? Porque a Gente passa, cara, pelas piores situações aqui. Quando a gente chega num laboratório que tem tudo à sua disposição, você até estranha. Você fala: "Caramba, cara, não, pera aí, é assim mesmo, porque lá eu tinha Aí, cara, o o brasileiro você dá
muito bem, cara. Tanto que os brasileiros que vão para fora, o cara de o cara do laboratório não quer não quer perder ele, cara. Vê videí o Nicoleles, cara. Entendeu? O Nicolelis, Nicoleles foi Para fora, trabalhava que era da da USP, foi para fora, nunca mais voltou. Os caras não querem entregar ele, cara. A Rosalie Lopes, a própria do Willam, entendeu? Lá da Universidade de Washington, entendeu? Na área de astrofísica também é outro. Pessoal não quer, não quer que ela vai embora. Por quê? Porque o pesquisador brasileiro, ele é muito bom. Então, eh, pegue isso
como exemplo e não fique aí, cara, falar: "Ah, não, porque é todo mundo eh Eh todo mundo faz pesquisa de gêno". Eu, cara, nunca fiz, cara, na minha vida. Pesquiso caverna em no pressal. Como que você falar um negócio de um absurdo desse, cara? É [ __ ] Eu fico puto. >> É. >> Não. E a gente teve, a gente teve o nosso prêmio Nobel já tá na agricultura. >> É válido lembrar que a gente teve o prêmio Nobel na Agricultura, o Necro tá bem lembrando ali, >> mas a Mariângela um é a Mariângela ela
ganhou o prêmio Nob da agricultura. Nós temos o prepo, cara, a o pessoal, cara, não dá valor, cara. Vá, vizia. Eu tô aqui em Brasília. Vá um dia no cerrado. E você vai olhar para o serrado e vai falar: "Cara, nada vai nascer nessa porcaria aqui, cara". Entendeu? Porque se nem o mato nasce, você acha que vai nascer soja, trigo, eh algodão, que é o que o pessoal planta? >> E a Mariângela, ela fez todo o Desenvolvimento, não é? Junto com a Embrapa para poder tornar o serrado brasileiro que ele é hoje, cara. Maior produtor
de soja do mundo, entendeu? Só isso e mais nada. Então é >> é Embrapa, cara. A Embrapa, a Petrobras e a Embraia são grandes exemplos que a gente tem. Uma coisa que eu sempre falo, não misture a politicagem e tal que acontece com os funcionários, com os os vou pegar aqui no caso da Petrobras, que Eu conheço um monte de gente ali com o corpo técnico da Petrobras, cara, ganha prêmios no mundo todo, todo ano, entendeu? Porque os caras são muito bons, muito bons, entendeu? a Embrapa, tá aí os exemplos que a gente tem e
assim vai, cara. O >> pessoal, o pessoal tá perguntando aqui se vocês sabem quem foi o responsável, não pela maior verba, mas pelo maior corte de verbas no de todos esses governos recentes aí. Vocês sabem, Porque tá rolando uma discussão que se teria sido o Temer, teria sido a Dilma, enfim, >> cara. Ó, eu fui atrás de alguns, eu fui atrás de algum, ó, primeiro, né, vamos lá. A, o investimento em ciência e tecnologia no Brasil nos últimos 30 anos variou entre 1 e 1.2% do PIB, tá? É isso. Então, pode ter um governo que
investiu um pouco mais, pode ter um que investiu um pouco menos, pode, obviamente que isso foi variando, mas Nunca passou de 1.2% do PIB. a a média dos países que mais investem, os países que investem eh em ciência e tecnologia é de 3% do PIB para cima, tá? Então, no Brasil é isso. Existem aqui vários vários gráficos aqui, né? Então, se você pegar aqui, por exemplo, o orçamento entre entre 2002 e 2022, tá? A gente teve aqui no ano aqui de 2017 um investimento maior em ciência e tecnologia. A gente e de 2015 para 2016
teve uma queda. Eh, de 2016 para 2017 Subiu um pouco, aí se manteve num patamar. De 2019 para 2021 teve uma queda e de 2021 para agora tá tendo uma tendência de crescimento. Mas lembrando, é um crescimento que é uma coisa que varia muito pouco, tá pessoal? É muito pouco que é investido. Lógico que vai ter, ah, vai ter aqui 2014, então vai ter vai ter corte, vai depois vai investir um pouco mais, vai. Só que o problema nem para, cara, para mim isso aí é uma discussão que que a discussão é O Brasil investe
muito pouco, entendeu? Isso >> o Brasil tinha que investir, sei lá, de 3% para cima do PIB em ciência e tecnologia. O biólogo Henrique falou aí, a gente tem muita área para investir, energia, entendeu? Eh, construir ferrovia, então é transporte, desenvol Isso vai vir da onde? Vai vir de pesquisas que vão ser feitas dentro de universidade, porque é ali que o cara vai desenvolver um material melhor, uma Fonte de energia melhor, um método melhor para tal coisa. Então, é assim que vai. >> Perfeito, cara. Perfeito, gente. Olha, o Rafael mandou um áudio aqui, né, complementando
a o que foi falado. Falou que ele mandou um live Pixí, põe aí. >> É, mas o Live Pix é ele mandou dois. Então assim, são dois áudios. Eu vou passar os dois áudios, então, se vocês não se importam. Mas deixa eu ver se eu Consigo botar. >> Bota no celular e bota no microfone aí. Esse foi o primeiro, tá? Que ele acabou também. Eu não, eu não ouvi não, hein. >> Não ouviu nada? [ __ ] que pariu, achei que vocês estavam. >> Bota no teu microfone, pô. Bota no teu microfone assim, ó. >>
É, eu tô tentando. Pera aí, calma aí. Deixa eu ver >> do celular pro seu microfone. >> Eu preciso de investimento em tecnologia Para passar o live. Quem puder, vamos lá de novo. Vou tentar. Me avisem se vocês estão ouvindo, por favor. >> Tô ouvindo nada, nada? >> [ __ ] que pariu. Como é que eu vou botar essa merda, [ __ ] >> Ah, fala o que que ele falou aí, pô. Ah, eu vou ler. Eh, é, eu vou ler. E aí, galera, beleza? Tudo bem? E aí, Sérgio? Tudo na boa? Biólogo Henrique, vou
refutar seu ponto. Porque o pessoal de direito, eu me incluo, nós somos abre Aspas contra a universidade pública. Não é bem assim, cara. Eu vou dormir 5, 6:30 da manhã trabalhando às vezes 9 horas, já tô de pé. Rotina insana. Pago um imposto absurdo para bancar faculdade diferente para pai. Ah, galera de federal humanas que não agrega nada na sociedade e o dinheiro que deveria ir para essas pesquisas aí não vai. Dinheiro é fumado no meio do caminho e o dinheiro que deveria ir para essa galera para essa pesquisa aí não vai. E o Dinheiro
que deveria ir para essa pesquisa aí não vai. Ah, tá. Ele falou botou duas vezes. Eh, caraca, falando duas vezes. Bom, enfim, é isso. É porque >> eu entendi o que eu tô querendo dizer, cara. Eu entendi. Ele trabalha. Eu trabalho também. Eu pago imposto também. O dinheiro vai. E aí ele tá falando que o dinheiro vai. É porque é o seguinte, existe, cara todo esse eu eu não compacto tudo isso aí não, entendeu? E falou: "Ah, porque aí o dinheiro é Fumado, cara. Meu meu amigo, cara, eu eu nunca fumei nenhum cigarro na minha
vida, cara. E eu sou eu fiz graduação, mestrado, doutorado em universidade pública. E tem outra, hein? Meu doutorado eu fiz sem bolsa, tá? Eu não tive bolsa para fazer doutorado, não. Totalmente sem bolsa. Beleza? Eu trabalhava. Então assim, cara, aonde que tá aonde que você tem isso, cara? É de novo, você tá pegando um caso ou algum caso que você viu, ah, porque o cara Invadiu lá a a sei lá, pior que eu vou falar um curso aqui, a galera vai achar que eu tô com preconceito. Eu vou falar o meu mesmo, geofísica, entendeu? O
cara invadiu lá a geofísica da USP e viu um cara fumando maconha lá e fala: "Aí, ó, universidade pública é isso, os caras ficam só aqui, ó, não fazem nada, fumando maconha o dia inteiro, cara. Tira isso a cabeça, cara. Entendeu? O que você pode discutir é a partir do do ponto que o dinheiro entra na Universidade, como a universidade distribui aquele dinheiro ali, isso é uma outra discussão. O que que ela usa de critério? Ela vai usar o quê? Publicação, ela vai usar o quê? Relevância. Ela vai usar o quê? Projetos eh que o
Brasil precisa. O que seria o ideal, que é o que é na China, entendeu? Na China, o lance é o seguinte, o o governo ele coloca uma diretriz, então a grana vai ser gasta nessa diretriz aqui. Agora, qual diretriz tem o Brasil, cara? >> Não tem, entendeu? >> Então, chega o dinheiro, o cara fala assim: "E aí eu vou distribuir como?" O critério que é usado pela universidade para distribuir o dinheiro, você pode contestar, você pode não gostar e tal, mas você falar que o dinheiro todo é fumado, cara, eu te garanto, que eu te
garanto que eu não fumei nenhum uma nota de R$ 1 que você colocou do seu imposto, entendeu? >> Não. E e outra coisa, pera aí, o cara tá Querendo dizer que o dinheiro, a verba pública vai pro para estudante comprar maconha, que é isso mesmo, cara, que você tá querendo dizer? assim, na boa, eu eh aí você me desculpa, mas eu vou ter que fazer o o contra-ataque, tá? Eh, Enade é um grande exemplo. Você tá preocupado, se você tá preocupado com investimento, eh, que que na universidade pública, não é, não é gasto, é investimento.
Se você tá preocupado com dinheiro de Investimento da universidade, você não sabe o preço da ignorância. Mas eu vou te dar um dado estatístico, tá? procura saber a nota do ENAD e as universidades particulares, porque a existe uma grande quantidade de pessoas formadas na universidade particular que vão se formar agora em medicina e tiraram zero. Se eu pegar que eu pegar que fizer a prova do ENAD, eu tiro nota maior e fiz biologia, tiraram zero. Essas pessoas vão operar Você. Isso aí é é o é o não gasto porque foi pra universidade particular. E muitas
das vezes você me desculpa, cara, mas as universidades públicas são muito melhores. Desculpa, tem universidade particular, tem, mas você sabe que tem muito mamãe, paguei e passei. Então, me desculpa. É isso mesmo mesmo, cara. Vou jogar na na lata aqui. Tem um montão onde pagou e passou. É uma verdade. Agora, ao invés de você procurar melhorar a universidade pública, ver Onde tá indo a grana, você quer acabar com a universidade pública dizendo que a galera que o dinheiro público vai pro cara fumar maconha. É isso mesmo. Pisa primeiro numa universidade pública para depois você tentar
entender o problema. Porque você tá, você tá falando uma coisa que não tem nada a ver. Você tá pegando um exemplo qualquer e jogando como se fosse uma verdade. Aí eu pergunto, quantas igrejas você tem que fizeram falcatrua, roubaram, desviaram Dinheiro, você tem estupro dentro da igreja, você tem gente que fuma dentro da igreja, tem que cheira dentro da igreja, mas é todas as igrejas que é assim. Todas, toda igreja tem um pastor safado ou foi um caso esporádico, um caso, aí você tem que jogar isso para todas as igrejas. Por que que na universidade,
se acontecer um problema, tu quer jogar para toda a universidade? Sendo que a nossa ciência, a nossa economia, a nossa Economia, se você tá aqui digitando no computador, é porque a Petrobras botou dinheiro aqui dentro, trouxe dinheiro e esse dinheiro veio da expostação do pressal. Isso veio da universidade pública. A universidade pública tá te bancando. É o contrário, cara. Você tá com a economia pujante aí no que a gente tem na medida do possível, porque a universidade pública é quem trouxe ciência e tecnologia para que essa ciência e tecnologia gerasse renda e Você tá aí
no seu telefonezinho. É isso que tá acontecendo. E você tá achando que não é é gasto não, meu filho. Isso é investimento, a tua própria economia. Então, desculpa aí, cara. você tá com um discurso muito idiotizado, aliás, deveria ganhar muito mais dinheiro pra gente ter muito mais patentes, tecnologias, coisas que vão gerar recurso pro nosso país. Olha, eu vou te dizer uma coisa, meu amigo. Você tá reclamando aí de assistência à Universidade, etc. Você se prepara, cara. Você se prepara porque aquele discurso que eu tinha há um tempo, há dois anos atrás, que eu dizia
que a inteligência artificial e robôs estariam tomando nossos empregos com pouco tempo e o pessoal ria. Eu tô aqui com o Sergão aqui, ó. Outro dia eu vi, aliás, ontem, anteontem eu vi um robô dançando. Eu até boto aqui para vocês verem. Dançando. Dançando. Mas não é uma dancinha robótica, não. Dança melhor do que Pessoas. Robô que trabalha 24 horas, um robô que daqui a pouco tá fazendo a tua função. Daqui a pouco ninguém vai te contratar não, meu filho, que você não vai conseguir competir com a com a IA, nem para serviço intelectual, nem
com o robô para serviço físico, porque ele vai pintar a casa melhor que você, porque ele vai carregar as compras melhor que você, porque ele vai ser um porteiro melhor que você, porque ele vai ser um Segurança melhor do que você. E aí eu quero ver a galera pedindo renda universal aí, porque não vai ter. Eu tô viajando na maionese. Tô viajando, né? Vamos ver daqui a 2 anos, 7 anos, para ver se você não vai ter aí robô trabalhando naquilo que você se acha fodão trabalhando, se não vai ter um robozinho lá no teu
lugar como segurança, na portaria, com um monte de coisas, cara. Então assim, é bom a galera repensar e começar a investir em Tecnologia, porque senão a gente vai ficar limitado tecnologia dos outros países. E aí você vai vai ver a tecnologia deles nos roubando aqui e a gente produzindo o café com a enchada, enquanto os robôs dele estão produzindo com colheitadeira. >> Sim. Ó, ele mandou, ele mandou um outro super chat. >> Isso. Lê lê aí o de 20 aí. E tá, e tá. Então aí esse aqui o super chat que ele mandou. É isso
que eu tô falando, Rafael. O, o que a gente pode discutir é a grana chegou na como que ela gasta a grana. Aí você tá falando em pouca grana vai para projetos reais. Mas aí, cara, é o critério que a universidade usa. Entendeu? Que qual é o critério que a universidade usa? É número de publicação, é relevância? É alguma é alguma diretriz, é alguma coisa que foi dada e tal. Isso sim pode ser discutido, entendeu? Isso pode ser discutido, tá? ITA Unicamp não é só Ita Unicamp não. Unesp é muito [ __ ] IT Federal
da Bahia, cara. Federal da Bahia. UFRJ, cara, as a geologia da UFRJ, cara, é é sensacional. A medicina da UFRJ, cara, é [ __ ] entendeu? A a URGs lá, Federal do Rio Grande do Sul, cara, tem pesquisas sensacionais, federal do Rio Grande do Norte, cara, tem coisas assim. Então é aquele negócio, é que é que eu conheço muitos >> porque eu já fui em banca em várias universidades federais. Agora existe uma Triste realidade na Universidade Federal. Existe, cara. O que é triste? Por quê? Você chega em Universidade Federal, em algumas salas de aula assim,
você fala: "Cara, isso aqui não tem condição de um aluno tá aqui, cara". Mas aí o problema é como a universidade está gastando aquele dinheiro, se ela tá gastando bem ou mal, se ela tá investindo na coisa certa ou não. Isso é uma outra discussão, entendeu? Isso é uma outra discussão que aí a gente vai Ficar aqui o resto da vida, por a Unicamp, a USP, a UNESP, cada uma delas usa o seu critério. A UFRJ usa outro critério e por aí vai, entendeu? Então eh isso é uma outra discussão que aí e inclusive eu
acho uma discussão super válida porque a gente não tem um plano de diretriz nacional. Esse é o problema. as universidades. Você, por exemplo, nós temos grandes problemas com os conselhos e as profissões. Vou dar o exemplo da minha profissão, que é uma Profissão de conselho, profissão biólogo. Você só é biólogo se você tiver registrado dentro do conselho porque é quem dá diretriz do mercado. Então, a universidade ela não conversa com o mercado, isso é uma realidade. dependendo pessoas a exmo, porque o mercado, na verdade, que ela tá preocupada, como por exemplo, você pega universidades particulares,
abre um montão de cursos de biologia, mas você precisa de tanto biólogo na no mercado, Você não precisa, ou seja, não houve uma conversa da universidade com o mercado de trabalho, o mercado que ela tá interessado é o mercado da venda do diploma, da venda do Se tu entendeu que não há esse não tem o conselho para trabalhar nisso aí. Cada você pega outros exemplos como abre o cara abre um curso de ecologia, sendo que ecologia é uma especialidade do biólogo. Mas pera aí, ela já é uma especialidade quando o cara faz mestrado. Por que
que você vai Abrir um novo curso? Porque aí tem uns coleguinhas lá dentro da universidade que querem por eles mesmos sem respeitar o mercado. Ou seja, não respeitam uma diretriz, porque essa diretriz ela não existe. E aí o que Sergão falou, ó, a gente precisa de um plano de desenvolvimento nacional. né, um PDN, né, um plano de desenvolvimento nacional. Aí sim, aí eu concordo com você, um plano de desenvolvimento nacional para que todas As universidades sigam inclusive o mercado de trabalho, sigam a diretriz governamental pra gente melhorar o país, porque tá uma zona, isso é
uma realidade. As universidades não falam com os conselhos. Vou dar o exemplo aqui da paleontologia, por exemplo. Paleontologia é uma especialização do biólogo e do geólogo. Então, já é um curso aonde você tem duas profissões que estão regulamentadas e que estão de repente antenada com o Mercado de trabalho porque tem um conselho. Aí você tem uma universidade lá porque um imbecil decidiu abrir um curso de paleontologia. Não faz sentido. Isso não é discutido. Isso é uma realidade. A universidade ela tá fora desse mercado. Isso é uma realidade. Eu concordo com você. Isso que a gente
precisa de olhar. De repente se melhorasse isso, melhoraria a nossa ciência. Tu quer ver outro exemplo? É um Absurdo, na minha concepção, que você tenha bolsa com o nome bolsa estudante para mestrado e doutorado. Pera aí, pera aí. Como assim bolsa estudante para mestrado doutorado? Não, cara, você não tem que ter bolsa de estudante para mestrado. Você já é um profissional formado. Você tem que ter um salário pesquisa, que é uma coisa muito diferente. Então, o cara fez geologia, ele não tem que ser estudante de mestrado. Não existe Estudante de mestrado, cara. Ele é um
geólogo se especializando, fazendo uma pesquisa. Essa especialização com pesquisa é um trabalho. Ele deveria estar recebendo um salário pesquisa de mestrado. Só os conceitos nominais já estão completamente equivocados. Até porque o cara tá lá com a bolsa, se ele aquele tempo que ele tá ali, ele não contribui. Se ele não contribui, ele não não se aposenta. Ele tá dedicando o tempo da Vida dele 10, 15 anos, como a própria eh eh a própria Dra. Tatiane deve ter ficado, perdeu o tempo de aposentadoria, né? porque tá ali com bolsa, ou seja, só esses conceitos já estão
completamente equivocados. Nos falta um plano de desenvolvimento nacional. Aí eu concordo com vocês agora. Atacar a universidade pública, falar que lá só tem maconheiro, usar a homofobia como xingamento, porque é o que a galera fala. Ah, só tem [ __ ] [ __ ] sapatão. É isso que vocês fazem. É Isso que vocês fazem. Usando como xingamento a opção de cada um. Meu irmão, lá tem tudo. A universidade, a universidade tem tudo, o mercado de trabalho tem tudo, todo mundo tá lá. E qual o problema do cara ser gay? Qual o problema? Nenhum problema. Nenhum
problema quanto a isso, mas vocês ficam usando isso como xingamento para diminuir a universidade pública. Pera aí, cara. É claro, já tivemos coisas erradas. Você pegou um cara fumando. OK, Pegou. Em qualquer lugar tem, cara. Na tua igreja tem. Olha só, tem uma novidade para contar para vocês. Na universidade particular também tem bastante maconheiro, tá? >> É, não. Então é porque é isso, isso tem em todo lugar, cara. Então não é não. E e igual eu falei aqui, cara, tem universidades particulares que são, cara, excelentes, cara, excelentes, entendeu? >> Em várias áreas. Pega pega ali
o o FGV Da vida, um insper da vida, entendeu? Na área de economia, administração, cara. Os caras são são muito bons, cara. Entendeu? são muito bons, mas você tem a economia da USP também, que é excelente. Você tem economia da Unicamp também, que é show de bola. Ah, mas aí eu vi o cara falando assim: "Não, mas a as universidades estão todas sequestradas e tal". Cara, também não é assim, cara. Não, de novo, pessoal, não generalize, entendeu? Porque aí o pessoal vem e Fala: "Não, porque na universidade pública só tem galera de esquerda". Tá errado
também, cara. Vai, vai na economia da USP ali. Não tem não, entendeu? Não é, entendeu? Meu curso, por exemplo, eu eu em eu eu tava na fá em 1994, né? Eu tava na USP, eu entrei na USP, teve uma greve muito grande, entendeu? Meu, eu não tive um professor meu que entrou em greve, cara, nenhum. Eles não concordavam com greve, cara. Tive aula normal, entendeu? Ia sozinho Lá, tava eu lá e mais mais três gato pingado tendo aula. Então assim, não pode, cara, generalizar nunca, tá? Não pode, tá? Tem problema, tem. tem o problema de
como esse dinheiro, para onde esse dinheiro tá sendo enviado. Tem também o critério. Talvez o critério você pode discutir, pode discutir qual o critério que é usado dentro da universidade. Quando você tá dentro da universidade, que aí o cara falou aqui também que, ah, você não sabe para onde Que vai. Eu, quando você tá numa universidade, você sabe porque você participa das congregações, das reuniões, eh, da reunião de de reunião de departamento, todos os professores, pesquisadores participam e é dado ali aonde que a grana tá sendo gasta, o orçamento, tal, tudo direitinho, entendeu? Então, não
é assim também que ninguém sabe de nada. Você sabe, você sabe para onde o dinheiro tá indo, tem os problemas, você discute dentro de tem Micro problemas que a gente tem que lidar, isso que é o pior de tudo ainda, entendeu? Porque você tem problemas dentro de departamento. Dentro de departamentos acontece uma reprodução do que é o macro. Então, por exemplo, às vezes um grupo pega a chefia de um departamento e este grupo vai lá e detona o outro grupo, entendeu? E aí o que que vai acontecer dali alguns anos? Aquele grupo que foi detonado
pega a chefia e o que que ele vai fazer? vai Detonar o grupo que detonou ele. E isso, cara, é um retrato do que é, infelizmente, a nossa sociedade. Entendeu? Por quê? Isso aí que o biólogo Henrique falou. A gente não tem, não tá todo mundo visando uma coisa. No, no Brasil a gente não tem, ó, galera, a grana que vier prioritariamente vai para essas três, quatro áreas aqui, porque é isso aqui que vai empurrar o país pra frente, é no que nós somos bom. O resto nós vamos deixar aqui no canto por Enquanto, beleza?
E assim vai. A China é desse jeito, cara. A China é porque a China tá tá perigando chegar na Lua antes que os Estados Unidos. Por quê? Tá tá desenvolvendo o Tocamac lá, que é o reator de fusão nuclear. Por quê? Porque é uma diretriz nacional. Então as empresas, os empregos, as universidades, tudo tá focado e voltado para aquilo ali. No Brasil não tá, cara. Infelizmente é isso. Agora a gente vai como que resolve isso aí, meu amigo? É Outra coisa. >> Aí é um outro problema. Quando Quando eu for ministro de da ciência e
tecnologia, eu vou resolver essa [ __ ] >> Boa, boa. Olha só, >> também aqui, ó, também. Vamos lá, ó. Vou, vou. É o grande Rafael aí, né? Deixa eu deixa eu, deixa eu ler, porque tem muito aqui. Ele mandou mais um. Pode continuar mandando, a gente agradece, mas eu vou ler aqui. Lamentei que projetos bons se perdem porque o Dinheiro não chega onde deveria, não o que vai pra galera fumar aí. >> Ah, aí tudo bem, pô. É, ele tá falando >> aí. Deixa eu só ler esse outro, senão, mas pode mandar mais, tá?
A gente vai ler. Discussão de alto nível. Sou fã do trabalho de vocês. Calma aí, Henrique. Eu sigo você e acompanho tudo. Nunca citei droga nem nada. Foi o Live Pix que cortou lá. Kak, tamo junto. Foi mal, também eu sou um >> então. Então mand, então manda o Pix Para eu tomar cerveja que eu não sou bom de fumar não. Mas >> outra coisa aqui também, ó. Outra coisa aqui também que eu não concordo, tá? Mas é que o cara também aqui tá generalizando. Ele não mandou super chat. Então eu vou ler. Eu sou
a favor de tirar toda a verba para cursos de humanas e jogar nos de exatas. O que você acha, cara? Tá errado também, cara. Porque historiador é um cara, cara, historiador é um cara importante, Entendeu? [ __ ] >> Os caras de humanas são caras importantes também. Então não, cara, não fique com isso, cara. Entendeu? Também não, não. É, é esse, esse generalismo aí é que é que é que é que me mata, entendeu? Não pode ser assim, cara. Não pode ser assim. Todo mundo faz, o cara de direito não é um cara, um cara
importante, não vai ter mais advogado. Então é isso que tá falando, acabou. >> Que advogado é área de humanas, cara. >> É, >> então assim, eh, pô, cara, não pode ser assim, cara. Entendeu? Não pode ser assim. de novo, falta ter um um norte para o país e aí você colocar mais investimento naquilo que foi decidido por alguém, infelizmente vai ter que ser alguém, um conselho, um grupo de pessoas e tal, que vai falar: "O rumo do país é esse aqui, nós vamos focar nisso, entendeu? Apresenta isso pra população, tá todo mundo ciente de que
é isso que Vai ter verba, é isso que vai ter emprego, é isso que vai ter tudo, investimento e tudo mais." E aí a gente toca isso paraa frente e o resto por enquanto depois mudou, mudou, entendeu? Mas também, cara, não é isso, cara. Ah, vão destruir os cara não faz isso, cara. Porque você precisa ter historiador, você precisa ter, o geógrafo é importante, o cara que trabalha no IBGE, o cara que trabalha no IBGE, ele é o quê? Então, você não quer mais o IBGE, Não vai ter mais senso de nada no país. Nós
vamos saber quantas pessoas existem. [ __ ] cara, tira esse cara, não seja generalista, tá? Por favor, cara. Tá? >> É. Não, e é engraçado que é do tipo assim, a galera critica: "Ah, vamos acabar com com artes, vamos acabar com a história". É mesmo, cara? Quando tu chega em casa, tu não vê Netflix, não. Ou seja, tu tá consumindo cultura dos outros justamente porque você, eu acho o seguinte, a as nossas universidades elas Não nos preparam para o mercado de trabalho. Isso é uma realidade. Eu pego, por exemplo, um biólogo recém formado, o cara
não sabe a diferença de MEI para CPF, para CNPJ. Ele, se eu chegar para ele, ó, vamos montar um laboratório, ele não sabe, então a gente não tem esse preparo na universidade que deveria ter, não existe, né? Ou seja, joga o cara cru no mercado de trabalho e o cara não sabe nem como trabalhar e o emprego ele não consegue achar. Até porque a minha Profissão é uma profissão de de projeto. Eu tenho que saber fazer o projeto para poder vender o projeto, para poder receber o dinheiro. E o cara não sabe fazer isso. Ele
não sabe a diferença de de meio para CNPJ. Ele não sabe o que que é uma vará. Ele não tem ideia disso. Assim como, por exemplo, cursos como arte e história, os caras não foram treinados, por exemplo, para vender livro. Você não gosta de assistir Game of Thrones? Eu achei maneiro para Caramba. Eu detestei a última temporada, mas o restante foi legal. Você não assiste série quando tá em casa? Ou seja, pessoas escreveram aquilo ali, cara. >> Videogame, videogame. >> Videogame. Então assim, a gente, o que acontece é que a gente não treina essas pessoas,
mas você não ouve música. Agora, a gente não sabe tirar uma patente, né? O o estudante ele não sabe tirar uma Patente. Ele não sabe como fazer as coisas dentro de um mercado de trabalho. O que falta na universidade justamente tá dentro de um plano de desenvolvimento nacional, ou seja, você modificar as grades da universidade também para adequá-las dentro do mercado de trabalho. E aí você vai ver o dinheiro entrando. Eu quero ver tu falar mal da galera de história, porque você consome história. Eu quero ver a galera falar mal do pessoal da das artes
cênicas, Porque você consome artes, cara. E você consome arteada de outros países, justamente porque os nossos os nossos universidades não sabem como ganhar grana e a gente acaba imitando cultura dos outros, o que é o que é o detalhe. Então isso tudo é importante, isso tudo dá dinheiro. Ou tu acha ou você acha que uma série no Netflix não não dá dinheiro, ou você acha que o cara escrever um livro, dependendo do de como for, também não vai dar dinheiro. Ou Você acha que o cara produzir uma música e não dá dinheiro. Pô, faça meu
favor, meu irmão. >> Dá, dá. >> É. de novo aqui. O próprio cara aqui falou aqui, ó, ele ele quis dizer que o cara que paga. Ele falou aqui, ó. Ah, tu acha que a turma do Todes faz essa defesa dos curso de exatas? Cara, eu tô pouco me lixando porque eles defendem, não defendem, cara. Tá? Se eles não se eles não defendem o curso de exatas, tão Errado também, porque todo curso tem a sua importância. O engenheiro é importante, o advogado é importante, entendeu? O o historiador é importante, o pedagogo, que é o cara
que vai ensinar quem vai dar aula, é importante. Então, todo mundo tem o seu grau de importância, cara. Tira essa essa mentalidade aí sua, cara. Não tá, eu não tô nem aí, ah, o cara do não defende a área de exatas. Problema ele tá errado, entendeu? Ele tá errado porque ele tinha Que defender também. >> Não é porque ele tá errado que a gente vai tá errado também. É. E não é um ponto do outro, né? >> Claro, não tem nada disso, cara. Então, ah, é porque a discussão esse aqui, ó, isso aí é o
problema que a gente cai. O negócio de investimento em ciência e tecnologia, cara, tem que ser uma ação, um plano de estado, não pode ser de governo, porque quando é de governo cai cai nessa discussão que tá tendo aqui, Entendeu? Ah, porque não porque eu fiz o meu curso aqui, só formaram 20, só três que eram de direita. Qual que é o problema, cara? Entendeu? Você vai em outro curso que formaram 20 e só três que eram de esquerda. E aí, como que aonde que essa discussão não vai levar lugar nenhum, entendeu? Não vai levar
lugar nenhum. Por isso que o Brasil fica andando de lado. A gente não vai pra frente por conta disso. A gente cai numa discussão, cara, que não tem nada a ver, Cara. Não tem nada a ver. Ah, o cara do não defende a área de exatas, então por isso eu tenho que ir lá e detonar a área do cara. Maluquícia é essa, gente? Para, para com isso, né? Exato, >> exato, exato. E eu acho que assim, o pessoal tá falando pra gente mudar um pouco de assunto aqui e tal, mas eu acho que é uma
discussão que a gente precisa ter realmente das universidades públicas. Eh, a questão de incentivo Financeiro é importantíssima, é fundamental, como vocês falaram aqui e eu assino embaixo, outras Tatianas existem por aí, quem sabe outros santos do Mons existem por aí. a gente não vai à frente porque a gente não tem investimento. Eu concordo que é mal investido, é muitas vezes mal utilizado, mas, por exemplo, se houvesse esse investimento no caso da Tatiana hoje, eh, a UFRJ ela teriam a patente do estudo dela que não tem, entendeu? Então Assim, eh, essa cobrança que a gente tá
fazendo aqui, vocês no chat também estão fazendo, tem que fazer no governante lá, porque o cara que vocês votam, o cara independente da do lado, esquerda, direita, centro, extrema, tanto faz, não faz o que tem que fazer, é o mínimo. Então, a cobrança não tem que ser em cima talvez do Henrique, talvez do Sergião ou talvez em mim. Como eu recebi aqui um um Live Pix perguntando se eu só queria eh eh Seguidores, não. Eu acho que o papel fundamental de nós que somos comunicadores, eu não sou cientista, mas vocês dois são cientistas, é justamente
isso, é fomentar a cultura, fomentar eh o o o jornalismo, entre aspas, independente e fomentar a ciência para que todo mundo saiba, para que todo mundo tenha acesso, até mesmo quem não tem grana para est [ __ ] quantas pessoas quantas pessoas acompanham o biólogo Henrique, o Sérgio Sacani e várias outras pessoas que fazem conteúdo de ciência sem ter a possibilidade de entrar numa universidade ou que são influenciados a por eles a estudar mais, a a sabe, a a ter mais alcance, ter mais conhecimento. Então, assim, é isso que eu tô falando. Acho que a
gente tem que seguir essa linha, né, de desenvolvimento e de incentivo e cobrar das autoridades. Eu, por exemplo, hoje trouxe aqui o Elias Jabur. E não sou de esquerda, enfim, eu Me considero um cara centro direita e algumas ideias da esquerda meu, eu sou eu me identifico, assim como várias da direita, mas eu simplesmente me coloco assim porque eu eu penso que a a saída de um país começa por uma economia forte e a economia forte em geral é uma defesa que deveria ser da direita, que hoje em dia nem defende mais isso. É tudo
populismo, todo mundo, lado direito, lado esquerdo, todo mundo quer populismo. Então, todos os políticos que Eu vou trazer aqui no Barbaques, né, todos os candidatos ou políticos, eu vou falar a mesma coisa sempre, que eu não trago aqui para você, para que vocês votem neles, mas sim para vocês escutarem o que eles têm a dizer, buscar, né, tentar descobrir quais as propostas que eles têm para que vocês estão nos assistindo possam não só votar nele ou em outra pessoa, mas cobrar eles, mesmo votando ou não, das ideias que eles têm. Porque é daí que vai
sair, porque não adianta, né? Desculpa, eu tá eh me estendendo aqui, mas não adianta a gente ficar aqui no chat cobrando o Henrique, cobrando o Serjão, até mesmo ir cobrando, não sei o quê, porque a gente, o máximo que a gente pode fazer é repercutir as ideias, trazer as notícias, trazer, né, tentar trazer. Estamos tentando falar com a Tatiana e para poder trazer aqui pro Barbaques, por exemplo. Vamos tentar outras Pessoas, porque o nosso, o meu papel como comunicador, na minha visão, é dar luz a essas histórias, além de, claro, futebol, entretenimento, mas isso é
importante para [ __ ] entendeu? Então, eu acho que a cobrança tem que ser em cima dos políticos. Então eu acho que vocês têm que fazer essas cobranças que vocês estão fazendo aqui, mas com os políticos, porque eles que decidem e não só o político mesmo, mas o o próprio pessoal de universidade. Quando era, Desculpa de novo, tá me alongando, mas eu eu preciso falar isso. Quando eu eu teve uma greve, vocês dois, todos muitos do chat aqui não lembram, mas eu lembro, vocês dois devem lembrar, foi no sei, foi em 98, foi ali, acho
que no final do governo Fernando Henrique, que teve uma greve de 4 meses nas universidades federais. Eu estudava no CEFET em Natal, nessa época eu fazia eh processamento de dados, né, curso técnico segundo grau e processamento de dados. E lá a univers, Entrou e greve, né, também obviamente isso é fed, era federal. E aí vários, vários professores aproveitaram a greve para viajar, não sei o quê. E aí tinha um cara lá do PSTU que era o cara que falava da greve e tal, não sei o quê, e toda a quinzena fazia talicativo de greve que
era uma reunião, né? E uma dessas, uma dessas uma um desses dias fizeram um negócio de abraçar o CEFET, né? como todo mundo se reuniu, deram as mãos e fizeram aquela coisa midiática e Aí depois foram fazer o indicativo de greve. Aí eu, aluno de segundo grau, pedi a palavra, porque a gente tinha direito a pedir palavra. Eu pedi palavra e falei: "Ó, gente, eh, a gente tá aqui com torcedores, não, desculpa, com com professores, eh, pessoas, né, que que ensinam a gente as coisas ou deveriam ensinar e tal. E ao invés da gente estar
discutindo uma maneira melhor de protestar, a gente tá discutindo fazer uma fotinho lá fora para depois esse Mesmo candidato do PSTU usar na campanha de final de ano dele como como massa de manobra, como se todo mundo tivesse a favor do que ele tá fazendo. Então, ao invés da gente, e eu tinha 15 ou 16 anos, ao invés da gente estar discutindo aqui o que é importante, se vai prosseguir a greve ou se tem uma outra maneira que a gente não tenha um prejuízo que demore 2 anos para tirar, a gente demorou dois anos para
tirar, a gente tá aqui discutindo a fotinho, o Videozinho, não sei o quê. Então é isso, acho que a gente tem que cobrar deles também, das dos dos das diretorias das universidades, entendeu? Não só dos políticos, mas da universidade que você estuda. Cadê a cobrança? Cadê você falar lá com o reitor? Todo mundo tem medo de ser expulso. Eu não fui expulso, fui vaiado. Eu fui vaiado nessa nesse nessa reunião, obviamente, né? Fui vaiado. Mas um outro um ou outro professor chegou para mim e falou assim: "Olha, eu não Concordo com o que você tá
falando, mas parabéns pela coragem de ter falado isso, porque ninguém fala, só fala quem é a favor. Então vamos começar a falar quem é contra também. ao invés de vocês podem continuar mandando live e chat. Inclusive se o Rafael mandar o live Pix pro pro Henrique, eu vou encaminhar para o Henrique. Pode ficar tranquilo. Mas é isso. Então eu acho que a gente tem que cobrar os governantes e os diretores das universidades, entendeu? E quem for Responsável por isso, para que esse dinheiro que que é sim enviado, pouco, mas é enviado, seja primeiro maior. Porque
se a gente tá nessa cagada que a gente vive no país, onde a gente não sabe votar, não sabe cobrar e não sabe sequer responder a uma prova de medicina, como o Henrique falou, é porque não tem investimento em educação, [ __ ] Então eu acho que o caminho é esse. O caminho é você é não é votar achando que Vai escolher o menos ruim, porque isso é uma merda. A gente votar, [ __ ] eu eu não gosto do Bolsonaro, então vou votar no Lula, mas o Lula não é o cara que eu queria,
mas eu não quero o Bolsonaro. Então, meu irmão, [ __ ] vota no cara que você quer, cara. Escolhe pela ideologia ou pela pela promessa de campanha do cara. Agora também a gente tem um debate onde o cara tá com a cadeira no outro ao invés de falar de de proposta fala merda atrás de merda, aí Fica difícil, né, gente? Enfim, >> só falar duas coisas aqui. O cara falou aqui, ah, que eh o que vale é número de publicação e tal. Também é uma coisa que é discutida, que pode se discutir. É um critério
que é usado, é, é o melhor, eu acho que não, mas é uma coisa se discutida. E outra coisa, esse ano é um ano muito importante e eu defendo essa essa esse esse tema muito que é da minha área, né? O Brasil ele tem uma chance que tá passando à nossa frente, porque o Brasil, pessoal, é a segunda maior reserva de terras raras do planeta, tá? Terras raras hoje é simplesmente tudo na nossa vida, tá? Tudo o que tá aqui, ó, no seu a tela da sua televisão que você vê todo dia aí que você
vê o jogo do Flamengo, é terra rara que tá ali fazendo aquela TV de LED funcionar, entendeu? Então tudo na nossa vida hoje depende de terras raras. O Brasil é simplesmente a segunda maior reserva do mundo em terras raras, tá? Eu falo em Todo lugar, cobre em de quem você vai votar, qual é o plano que este político tem para desenvolver as terras raras no Brasil, entendeu? Porque é a coisa mais importante da hoje. A China, por exemplo, qual que é uma das diretrizes do governo chinês? Terras raras. Não é à toa que o mundo
inteiro depende deles. O mundo depende da China. Porque embora o Brasil seja a segunda maior reserva, a China é a primeira, mas 90% do processamento de terras raras é Feito pela China. Então por quê? Porque ela viu que isso era importante, investiu na base, os caras viraram, trabalharam tal. Hoje ela tem as maiores refinarias e tal de terras raras do mundo. 90% das terras raras é processada lá. O mundo depende da China. É à toa, não é? Foi um plano que o estado, na verdade, colocou. como meta aqui. Cadê? Tem que ter. Então, cobre do
seu política. O que que você vai fazer? Que que você tá pensando em curto, médio e Longo prazo para fazer com terras raras? Você sabe o que que é? Você tem um plano e tal, é a hora de cobrar, porque isso é muito importante. O Brasil teria que tomar essa diretriz, porque é isso que vai mandar no planeta, entendeu? Então vamos lá, vamos atrás disso, vamos ver o que que tem que fazer, vamos estudar. Eu já falei em vários lugares, cara, pega a galera aqui, faz uma comissão, manda pra China. A China, meu amigo, ela
veio com caderninho Na década de 80, 90 aqui no Brasil para anotar o nosso programa espacial. Eles vieram, anotaram no caderninho e foram pra China e hoje estão para pousar na lua primeiro que os Estados Unidos de volta, entendeu, cara? Manda o brasileiro para lá e vai com caderninho e anota, cara. Copia tudo que os caras estão fazendo no mínimo, entendeu? Então, cobre, tá? Cobre, porque é muito, isso é muito importante, pessoal, tá? Isso é muito importante. É isso que vai Dominar o planeta. O Trump, toda essa treta dele aí nasce com essas coisas de
terras raras, entendeu? Então cobre do seu político. O que que ele vai fazer com terras raras? Tá? Um dia a gente faz um programa só sobre terras raras, que é um negócio muito importante. >> Excelente. Inclusive sugiro que seja o próximo. Ah, deixa eu ler mais super chat aqui que eu tô devendo. Gente, o Eu sou o Ed falou: "Sacani, você acha que o Trump vai deixar o público eh vai vai Deixar a a público o que sabe sobre os anienígenas e os asteroides que estão para colidir com a terra? Tem asteroide?" Não, não temer
para corrigir com a terra, não. Eh, cara, o negócio do do Trump nem é nem é questão do que ele sabe, não. É que dentro do governo americano existem arquivos que são classificados como secretos, ultra top secret, né, e tal. E você, o que ele vai fazer é o seguinte, ele pediu para que Os departamentos, inclusive CIA, FBI, departamento de de energia, que é muito importante, departamento de de de, né, departamento de defesa e tal, liberarem todos os arquivos que eles têm relacionados a ao a fenômenos anômalos que eles chamam, que são fenômeno alienígeno. Não
é coisa que ele sabe, não, tá? Isso aí ele vai ele vai fazer uma ordem que vem dele para ele poder eh eh a ordem é dele pros departamentos Liberarem essa documentação, tá? Deve ser, >> mas nem ele sabe, né, >> cara? Eu eu acho que não, né? Eu acho que ele não sabe não. >> Tá, tem um outro super chat que eu tô devendo aqui, gente, que é o do Paulo, como é? Paulo Badoca. Eh, fala Sérgio Henrique, qual a opinião de vocês em relação ao investimento por aluno de ensino ser superior ser quatro
vezes maior do que o ensino básico? Acreditam Que isso afeta o acesso às universidades? Abraço. Boa pergunta, >> cara. Eu eu eu gostaria de falar sobre isso aí. Olha só, em primeiro lugar, a gente tem que entender que a universidade, a a universidade pública, ela é do governo federal, enquanto que o ensino fundamental e e médio é do município e do estado. Então assim, a galera antes, porque eu sei onde aonde isso chega, chega naquela ideia de que ao invés da gente investir Na universidade, a gente deveria investir no ensino básico e no ensino no
ensino fundamental e médio. Mas gente, presta atenção numa coisa. O ensino fundamental é do município. O ensino eh eh do segundo grau é do estado. São coisas diferentes e o ensino superior ele é do governo federal. Eu não posso, eu não posso tirar do ensino superior e esperar, Investir no básico, esperar essa população de 30 anos crescer para eu ter desenvolvimento tecnológico. Presta atenção numa coisa, pessoal. Mais de 95%, até 99% da ciência produzida no país, ela vem de entidades públicas, as universidades, o ITA, o IM, rapa, ela vem entidades públicas. Eu não posso tirar
essa grana da universidade que abastece a produção Científica para colocar no ensino fundamental para daqui a 30 anos eu colher alguma coisa. Eu preciso de colher agora porque senão, você não tenho dinheiro agora. O dinheiro que você tem no seu trabalho. Aí, se você tá trabalhando no Brasil, é porque a universidade pública trabalhou para gerar essa renda. É a grana que tá vindo do pressal, é a grana que tá vindo da da soja, né? é a grana que tá vindo para o país, ela veio da universidade pública. Então, desculpa, mas é assim que funciona. Se
você não conseguir entender isso, eu não tenho mais o que explicar, porque, cara, tudo que você tá tendo, se se você tá trabalhando, se você tá comendo, isso veio da universidade pública. Veio da universidade pública, não veio da universidade particular, veio da universidade pública. Então, eu não posso tirar esse dinheiro de agora da universidade pública e botar no ensino fundamental. Se eu faço isso, eu Acabo com o país. Eu não sei da onde a galera tirou essa ideologia louca, a não ser uma ideologia para para estragar a universidade pública. Olha só, deixa eu falar uma
coisa para vocês. Existe uma campanha, existe uma campanha para você eliminar a universidade pública. Essa campanha ela vem sim de universidades particulares. Ela um dos piores defeitos do governo atual, na minha concepção, É esse investimento pesado que ele faz nas universidades particulares com fiéis, proún, etc. É claro, eu sei que você vai dizer assim: "Pô, Henrique, mas pera aí, cara, eu preciso do meu proún, eu preciso do meu Face, eu preciso". OK. OK. Eu concordo com você, você precisa, a gente precisa de dar comida para quem tem fome, mas a gente precisa trazer a varinha
pro pesco. Lembra aquela? Você precisa de trazer a vara para pescar e ok. >> O que acontece não e não dá o peixe. Mas você precisa comer agora. Então vou te dar o peixe agora, mas eu preciso te ensinar a pescar. O governo, ao invés de comprar essas universidades falidas, porque elas não conseguem se manter, banca essas universidades falidas. Essas universidades que estavam falidas ganham rio de dinheiro e depois faz se pagar. Uma grana absurda. E aí essas universidades começam a eleger deputados, como por Exemplo o camarada aqui no Rio de Janeiro quis destruir a
ERERGE e pegar a granda Erge da de Vulters pra universidade particular. Ou seja, existe um uma força que mama no governo com os fiéis e proún banca o lobby, banca o lobby para você tá falando merda da universidade pública, sendo que o seu emprego que você tem hoje existe porque a economia que existe no país veio da ciência e tecnologia que foi produzida na Universidade pública. Vocês conseguem entender isso? Eh, eu vou ter que dar uma de monarca do tipo, acorda, acorda, vocês conseguem entender isso? Porque é isso que tá acontecendo. E aí eu te
pergunto, depois que a universidade pública for totalmente destruída, você acha que vai ter a tecnologia nacional ou a gente vai ter que pegar a tecnologia estrangeira e isso vai ser bom ou ruim pr pra economia? Vai ser Péssimo pra nossa economia. Entendam isso. Então, valorizem a universidade pública, porque o que a galera que a galera tá fazendo é seguindo uma ideologia louca aí de ficar atacando universidade pública sem entender que isso não é gasto, que isso é investimento, que nenhum país vai crescer se você não tiver o investimento em ciência e tecnologia. Não cresce economia
sem ciência e tecnologia. Aprendam isso de uma vez por todas. E a Universidade particular não vai fazer pesquisa, não vai fazer. Simples assim, cara. Desculpa aí. Tudo bem, tudo bem. Eu acho que é um assunto calor e eu acho que merece. >> É lobby. É lobby. Ó, vou te dar um exemplo. Te dar um exemplo. A aula começa antes do carnaval. Por que, caralhos a aula começa antes do carnaval? Você tem que interromper suas férias. A economia De do turismo para, mas a aula volta antes do carnaval porque as escolas particulares, escolas particulares ganham grana
se o aluno tiver na escola. Se não tiver ele não ganha. E aí eles criaram uma um tal de 200 de eletivo e é o lobby da escola particular que fez com que a escola pública aderisse isso. Ou seja, eh países como Noroega, Dinamarca, etc. A escola particular nem aguenta ficar. E aqui no Brasil elas, e eu te digo mais, não para por aí. Eu Desafio vocês. Pode olhar no seu município. Todo município, todo, já falei isso aqui antes, Barbara, todo município, o secretário de educação, ele é dono de escola particular ou ele foi posto
lá porque o vereador que entrou entrou pela grana que ele ganhou de uma escola particular. Você acha mesmo que a educação básica fundamental vai funcionar se o secretário de ambiente do seu município e e eu tô falando aqui, pode olhar você, Você que tá aqui na raramente ao contrário. Se o secretário de educação do seu município é dono de uma de uma escola particular, se o secretário do seu município foi posto lá por um vereador que foi financiado por alguém que é que é dono da da escola particular, você acha que seu município vai vai
funcionar na educação? Simples assim. A pergunta é: "E olha, vê se não é, vê se eu tô mentindo, vê se eu tô mentindo. 99 95% da da das da Secretaria Municipais são secretários que são donos de escola particular. Vai melhorar o teu teu ensino? Não vai. Então não cai nessa besteira de atacar a universidade particular, porque você tem sim um lobby para atacar da universidade pública. Você tem um lobby sim, inclusive elegendo deputados para destruir a universidade pública e você fica repetindo isso com um papagaio. >> Isso aí. >> Boa. Recebemos aqui mais um super
chat, Gente. Vamos, vamos encaminhar pro final, né? O Serjão, coitado, tá tá falando, o Henrique também deve tá falando o dia inteiro já. Deve tá. Eu também tá. Eu também tá. Fiz uma live de manhã cedo, não, para mim é cedo, mas com com Elias Jaboa, então todo mundo cansado aqui. Mas tá boa, tá boa. Acho que tá longa porque tá boa. >> Mas o Paulo Badoca eh mandou aqui o seguinte, fala: "Foi você que falou que a universidade é locomotiva, mas eu Queria saber quem tá formando os vargões para essa locomotiva, porque para entrar
nas universidades públicas precisa saber o básico, não?" Eu acho também, só para acrescentar, eu acho também que ele tá falando um pouco baseado na política de cotas, né? Porque as cotas elas são só paraas universidades e não são para para ensino fundamental, né? Mas enfim, falem aí, >> cara. Não, o lance é o biólogo Henrique já explicou, né, que são investimentos Que vem de coisas diferentes, cara. Entendeu? Agora o que falta é ter uma sintonia. Isso podia ter, mas não tem, entendeu? Mas são coisas são são origens, né? É, a fonte da da do do
dinheiro era diferente. Uma universidade federal, né, como o próprio nome já diz, o dinheiro vem, né, do governo federal, ó, que seja uma universidade estadual, vem do governo estadual. A escola ali, a escola tal, ela é um governo, é, é uma grana municipal. Então, são coisas que São são diferentes. Agora, se você tem um um, um norte na parada, aí isso muda, entendeu? Porque aí você põe, ah, o município para para ser começar a guiar naquela direção e tudo mais. Agora que teria que ter uma sintonia, obviamente teria que ter, entendeu? Mas aí não tem.
Aí são outros 100 problemas, tá? >> Ah, sim, sem dúvida. Ah, então é isso, né, senhor? Acho que a gente falou sobre tudo. Enfim, a galera continua falando Aí no chat. Vocês querem? É, o cara falou aqui, ó, é difícil entender que a educação básica é papel do Estado do município. É isso. É que a galera acha que é tudo uma coisa só, mas não é, cara. Não é. É igual, é igual pesquisa e educação. Uma coisa tá ligada ao Ministério da Educação, MEC, outra coisa tá ligada ao Ministério de Ciência e Tecnologia e Inovação.
Era pros dois terem uma sintonia, andarem juntos e tal. Claro que era, mas Aí por vários n motivos que aí nós vamos ficar aqui mais 10 horas, o cara que é o presidente, ele tem que distribuir cargos. Aí ele me mete um cara no Ministério de Ciência e Tecnologia e um adversário dele no Ministério da Educação. Como que isso vai conversar? Nunca, cara. Nunca vai, nunca vai dar certo, entendeu? Mas ciência, eh, pesquisa, quem guia a pesquisa é o Ministério de Ciência e Tecnologia e Inovação. Quem guia a educação é o Ministério da Educação. Então,
essas coisas elas tinham que caminhar juntas, tinha que ter um conversa, tinha que ter uma integração, tinha que ter tudo isso. Infelizmente não tem. Fica tudo essa bola dividida. O problema do Brasil é que é muita bola dividida, cara. Entendeu? A bola tá sempre, a bola nunca tá redondinha, entendeu? A bola sempre chega, para fazer uma analogia aí com o futebol aí, ó, a bola sempre chega dividida. Nunca chega aquele lançamento, Sabe? Aquela fatiada limpa que o cara mata, domina e vai pra frente. Não é assim, cara. A bola tá sempre quebrada ali. Tá sempre
quebrando no meio de campo. E aí não vai, cara. >> É, tá parecendo tá aparecendo o Flamengo de 2026. >> Tá parecendo. Tá vendo aí? Como que você resolve? Você tem que contratar um bom meio-campista, porque é o cara que organiza, que põe a bola para andar, a bola chega redonda no Atacante. Não é assim. É a mesma coisa, cara. >> Aí o Flamengo contratou o Paquetado também não tá servindo não. Alguém tinha perguntado o time do biólogo Henrique. O biólogo Henrique é tricolor, né, Biólogo? >> Eu não queria me gabar não, mas já que
você perguntou, eu sou tricolor, pô. >> Então tá bom. Se gab e segundo de Alexandre tá falando, a bola tá sempre batendo na nossa cara. Lá ele >> é lá ele, ele é Alex. Alexandre aí, meu editor lá do Alexandre, um salve aí, cara. Tá sempre aí, >> cara. Tá sempre com essas piadas de duplo sentido, né? É, Mar, >> é, sempre tem, sempre tem. É, >> deixa eu ver se eu tô devendo mais algum live Pix. Eh, o Mateus mandou aqui no live Pix. Eu, lembrando que o que o combinado é ler os live
Pix a partir de R$ 10, tá, gente? Aí ele, o Mateus mandou o seguinte: Ferge, melhor formadora do Rio de Janeiro. Sou formado por ela e trabalho de home office na área de dados. Estude. É isso. Como a Tebu diz, né, no final das contas, busquem comercimento. Não, >> comercimento. >> Busquem conhecimento e sejam felizes e cobrem os políticos. É esse. Aliás, ô ô ô ô Serjão, a partir de hoje eu vou colocar aqui na minha agenda que todo político que vier aqui eu vou perguntar sobre terras raras. >> Pergunta, cara. Eu então eu tenho
também falado, eu sempre pergunto, cara. Tem que perguntar, cara, qual é o plano que você tem de de curto, médio e longo prazo para as terras raras? Entendeu? É isso você tem que perguntar. Ô, você concorda com com o atual, o plano atual? Vamos ver se a pessoa sabe qual é o plano atual também. Mas não, cara, é assim, tem tem que perguntar, cara, porque isso aí é muito importante, tá? Se o cara que você vai Votar não sabe nem o que que é terras raras, ele não merece o seu voto, porque isso é simplesmente
a coisa mais importante hoje que a gente pretém. É isso. Tá >> perfeito. Perfeito. Eh, o só uma última coisa, um Fluminense, um tricolor aqui falou sobre o Santos Dum também. Falou Santos do Mão também deveria ser mais reconhecido >> e quem inventou o avião foi o brasileiro, tá? É nosso. >> Será, Sergão? Foi, foi um brasileiro mesmo, Sergião, que inventou o avião. >> Tem, tem essa treta aí, né? >> Ah, então foi ele mesmo que inventou. Ele só é um pioneiro. Foram os irmãos W, Sergião. >> Cara, assim, é, tá, vou vou pegar lá
os estudos que o L faz, né? Se você pegar assim cronologicamente falando e tal, os irmãos WS eram primeiro. O Santos do Mon, cara, ele é muito importante. É porque também a galera fala o seguinte: "Ah, não, não foi o Santos do Mon, então ele não tem mais importância nenhuma". Não é isso também não, entendeu? Não é isso também não. O Santos do M foi importante paraa popularização. Ele fazia o negócio voar em Paris, aonde era o centro da do mundo na época. Os irmãos lá estavam lá na na fazendinha deles. Os caras faziam bicicleta,
né, cara? Eles estavam ali na fazendinha dele e tal, fazendo os negócios. Mas o mas o Santos Mão obviamente tem que ser, cara. É Muito pesquisador bom que o Brasil tem, é muita gente boa que o Brasil tem que tem que ser valorizado. O Santos Tumon é um deles. O próprio o próprio César Latis tem teve seus problemas ali no final da vida dele. Ele tava muito revoltado, tal, mas foi um cara muito importante também, entendeu? Maiana Zates é importante, a Estia Sabino é muito importante, a Tatiana agora Sampaio é muito importante, Marcelo Glazer, cara,
entendeu? Marcelo Glazer, Um baita de um físico brasileiro aí reconhecido no mundo inteiro, sabe? Então assim, tem muita gente boa, tem muita gente que que tem que infelizmente, né, boa parte desses que eu falei, tiveram que sair do Brasil, cara. Tiveram que sair do Brasil. Por quê? Porque fora do Brasil eles são valorizados, cara. Fora do Brasil eles são valorizados. É lá que eles conseguem ter um lugar para pesquisar. Eles conseguem ter dinheiro para suas Pesquisas, eles conseguem ter interesse na pesquisa, ele consegue divulgar a pesquisa. E é essa é uma triste realidade, entendeu? Aí,
como mudar isso? >> Carlos Chagas, Vital Brasil. Vital Brasil. Ele da Avenida Vital Brasil ali, o cara que que que criou o chuto Butantão. É, Vital Brasil não é importante para caramba. Caramba. >> Sim, sim. Sem dúvida. Eu acho que a gente tem, aliás, para quem não sabe, a Gente tem vocação científica desde Dom Pedro I, tá? Para quem não sabe, >> Dom Pedro II adorava astronomia, cara. Eh, ele foi o primeiro fotógrafo do Brasil, por exemplo, aos 14 anos ele ele ele adquiriu um dagereótipo >> e aí começou a fazer fotos. Tem vários tem
vários fatos aqui. Astronomia, como você falou, o Dia Nacional da Astronomia Economia Morado no Brasil dia 2 de dezembro, a mesma data de aniversário de Dom Pedro II. >> É aniversário dele, porque ele é considerado patrono da astronomia no Brasil. pro Dom Pedro II. Ele é ele que fez aí observatório nacional e tudo. Ele trouxe luneta lá da Europa. A luneta que tem aí no Rio de Janeiro, que é sensacional, a de a de 46 que a gente chama, né? De 46 cm. É uma pessoal vai fazer esse >> Mas a luneta de 46 cm
que tem no Observatório é do Dom Pedro II, Entendeu? Cara, Dom Pedro II era um cara, é um cara, por exemplo, vamos pegar aqui >> a Índia, né? O pessoal falou assim: "Ah, não compara com a China, não. Concordo também. Não compara com a China, porque a China é um outro mundo. Mas vamos pegar a Índia. A Índia é um país que tem talvez mais problema que o Brasil. Tem aquele negócio de casta que é um negócio horrível. >> Menor do que o Brasil. >> Hã, >> menor em tamanho do que o Brasil. >> Menor
em tamanho. Com uma com mais gente que a China hoje a Índia tem, entendeu? [ __ ] >> E aí você pega o seguinte, as maiores empresas do mundo hoje, tecnologia tem um indiano ali em algum cargo ou se o cara não é CEO, ele tá em algum cargo muito importante. >> YouTube, por exemplo. >> Oi. >> Google, por exemplo. Desculpa. >> Google, por exemplo, indiano tá em todo lugar. Você sabe o que que a Índia fez, cara? Nos Estados Unidos a gente tem o MIT, que é o famoso lá, né? Massachus Institute of Technology.
O que que a Índia criou? Criou o A e Haiti. >> Mas sabe como que ela criou o negócio? Ela não criou não, cara. Ela foi no MIT e ela copiou igualzinho lá na Índia. A sala de aula é no mesmo jeito e tal. Mas o que que a Índia? Os indianos que estavam estudando nos Estados Unidos agora vão pra Índia. A Índia teve um primeiro ministro que era físico, cara. Entendeu? >> [ __ ] >> A Índia é o único país hoje que conseguiu pousar no polo sul da lua. 8.5 milhões de pessoas ao
vivo no YouTube. A maior live da história do YouTube é o pouso da Shandian 3 no Polo Sul da Lua. 8.5 milhões de pessoas assistindo, entendeu? Isso é a Índia, cara. Isso é a Índia, entendeu? A Índia que é um país tão ferrado quanto o Brasil e tá aí. É isso, entendeu? Perfeito, perfeito. Ô, >> ô, Barba, antes da gente fechar, bota só esse, bota só essa telinha aqui. >> Qual? Qual? >> Vou te mandar agora, >> tá? >> Vou botar sem áudio aqui, tá? Galera, bota essa telinha na tela aí pra gente, >> tá
bom? >> Botar sem áudio por conta do direito autoral. Mas isso aqui só para vocês terem uma ideia da tecnologia e do emprego de vocês, como é que vai ficar daqui pro futuro, tá? Vamos ver aqui. Não tá sem sem música com a do diretoral, mas se liga no ritmo que você vai entender. Ó, é um é um funkezão, uma coisa assim, ó. Vai todo mundo dançar. >> Ó, ele já se mexe melhor numa dança do que o se >> Que que é isso, rapaz? Que robô saliente. >> Ó lá de novo, ó. >> Tá
transando. Ah, >> mas tu acha tu acha que o robô sexual não vai ser vendido, velho? Claro que vai. Isso aí a >> primeira coisa, né? >> Primeira coisa. >> Alexander aí, ó. As strippers vão perder o emprego. Vão. >> Se se botar a carcaça aquele robô rebolando ali, dá dá até tesão. Ó, tá 16.000 um robô. É menos do que um carro. >> É >> ele agora. Ele agora ele é capaz de carregar peso e dobrar roupa. >> É o Nil. >> É o Nil. O Nil é 16.000 mesmo. Tira lixo. E tira lixo,
>> [ __ ] Vou comprar. Dá para comprar >> teu maridão aí na tua casa não tira teu lixo e bota na Pois é. Você dá, >> eu acho que tem, dá para comprar sim. Acho que se eu não me engano, é o Nil esse robô aí que o Biólogo Henrique tá falando. Eu acho que tem fila de espera já para para ele. >> Ah, então ferrou. >> Espera daqui a 10 anos para você ver como é que a ia vai est avançada e como é que os robôs estarão avançandos. Eu vi os caras botando
um robô para lutar. Achei fantástico, velho. Espera para você ver. Você tá preocupado, você não tá preocupado que do tipo, não, tô com a vida ganha, eu dirijo meu Uber, meu irmão, nem Uber, nem Uber mais vai precisar de Eu fui para Brasília no Space Today Experiency. >> Ah, temos que falar sobre isso com as finalidades. O >> Rafael, o Rafael lá me botando no carro da da Biroid, eu tô daqui a pouco ele tá conversando comigo, olha pra frente, [ __ ] Não é o meu carro tá dirigindo, fica tranquilo. >> É isso mesmo,
>> [ __ ] Isso, né? Já já tem lá nos Estados Unidos, por exemplo. Mas fale aí do evento então para terminar, >> cara. De cinco aí, ó. Galera que quiser vir pra Brasília de 5 a 8 de março, aqui no vai ser no na Arena BRB, aqui no estádio Manega Rincha. Eh, cara, vamos reunir uma galera aí, tá? Muita gente Falando de IA, de tecnologia. Biólogo Henrique, Richard Rasmunsen, estarão juntos aqui. O pessoal que é os dois juntos, ó. Vamos estar aqui de novo. Eles vieram aqui no final do ano, foi o primeiro na
véspera do Natal ali. Foi legal demais. vão voltar agora no na segunda edição de 5 a 8 de março. É gratuito, tá? Você entra no Simpla, baixa o ingresso e a gente se encontra lá. Tem muita coisa. Vai ter, dessa vez vai ter disputa de cosplay, que é legal Para caramba, sendo que um dos dias vai ser só cosplay relacionado ao espaço, tá? Então vai ter isso também. Então tem vai ter competição de gamers de de game aí, dos games que vocês mais gostam, FIFA, eh, Street Fighter, vários jogos lá que vai ter arena de
game com a galera competindo, vai ter uma arena de drone para você aprender a pilotar um drone que é legal demais também e vão ter palestras, vão ter um monte de coisa, cara. Então vem aí que vai ser Legal. Se você é de Brasília, de região, é mais fácil. Se você não é, venha de 5 a 8 de março no na Arena BRB, no estádio Manega Garrincha. Vamos tá lá, biólogo Henrique e Richard Rasmun de novo aí com a gente. Valeu Biólogo por ter aceito aí de novo, cara. Obrigadão. É sempre um prazer estar com
eles aí. >> Mas ser vai ser legal para caramba. Lotou cara da outra vez lotou bastante. Então vá lá galera, vai tirar uma foto com a gente. Vai ser muito bacana aquilo Lá. >> Vai lá conhecer demais. >> Ô Barbara, você podia ir, hein, cara? Podia botar esses podcasts todos para play lá. >> Ô, vamos vou falar com o Barba aí depois. Você não, você não quer montar o podcast aqui com a gente? >> Eu, eu monto, mas acho que você vai querer os grandes, né? Eu sou pequenininho ainda, mas se você tiver espaço para
mim, eu vou. Com certeza. >> Não, é isso. Não, vamos, vamos lá. >> Vamos lá, então. Estarei lá. Maravilha. E a >> pode acontecer um negócio legal, viu Barbara? Pode acontecer um negócio legal. No primeiro SPJ Experience foi a final da Copa do Brasil, Corinthians e Vasco, nós transmitimos no telão e agora dia 8 de março vai ser a final do Paulista e pode dar Corinthians e Palmeiras. Então, ó, se você tiver aqui, a gente Faz uma transmissão ao vivo aí, ó. >> Fechado, fechado, fechado. Eu torcendo para que os dois percam. Não, mentira. Então,
valeu, muito obrigado. Tô, então, eu vou, pode me confirmar aí que eu vou, tô nem aí. >> Vou falar com o pessoal para entrar em contato com você. >> Maravilha, gente. Muito obrigado. Foi uma honra ter vocês. Desculpa por ter demorado também, mas porque na verdade quem demorou foi vocês aí, né? Eu fiquei Calado aqui. Vai tempo. Eu paguei minha dívida, hein. Eu paguei a minha dívida, hein. Tá pag >> não, porque você tem que vir no estúdio trazer aquela cobra que você ia me dar de presente lá. Ele 1 vezes, entendeu? lá do serpentário
do >> Rapaz, eu tô eu tô com uma cobra, meu irmão, tipo, a cabeça do bicho desse tamanho, velho. Honda. Essa não quero não. >> Essa não quero, >> não. Aí é muito grande, velho. Ela é muito grande, cara. Dá medo, velho. Dá medo. >> Não, essa no cobrinha pequenininha, bonitinha, igual aquela que você trouxe da outra vez aqui. >> 25 cm só. >> Não, cara, para. >> Mas essa que eu trouxe porque anda comigo. >> Ah, é? Então beleza. Vermelha e preta. Vermelha e preta. A cobra que ele trouxe É bonita. >> Olha aí,
ó. Olha aí. aparecer o meu copo aqui. Mas é isso, quando você vier, quando a gente fizer essa live no estúdio aí, beleza. Aí ninguém mais me deve nada. >> Vamos fazer o seguinte, quando quando o Sergão vi passar uns dias aqui, você vem e faz um podcast aqui. >> Fechado. Beleza, então. Fechado. Eu vou, eu vou para tudo que é lugar fazer podcast com vocês. Vocês estão me Chamando, eu tô indo. Valeu então pessoal, obrigado a todos. Uma boa noite, uma ótima noite, é nós. Estamos junto. E eu fui os >> Valeu, galera. Tamos
junto. >> Eita.