[Música] Bom, para fechar aqui nosso módulo de visão de futuro, quero fazer um convite, na verdade, trazer algo bem bem bonito assim e para vocês ficarem com isso no coração e talvez eh fazerem journaling, né, escrever que é, sabe, gente? às vezes, eh, a nossa vida cotidiana, né, a vida adulta, a gente vai perdendo um pouco da magia, né, a gente vai perdendo um pouco dos sonhos, eh, ou fazendo deles só processos de devaneio. Mas uma das coisas que eu vejo que é o mais um dos mais desafiadores desse processo todo de alinhar dinheiro com prazer e tudo mais, é a gente descobrir o que verdadeiramente nos nutre, né?
Para fora daquilo que contaram pra gente que era uma vida de sucesso, eh, que são as coisas que têm que ser atingidas por qualquer que seja o sistema de crença que você tenha dentro, né, do que que é chegar em algum lugar. Eu acho que a pergunta, né, de quais são os meus sonhos, o que que é aquilo que verdadeiramente me dá prazer? O que que eu gostaria para eu poder direcionar essa argamaça criadora de realidade chamada pensamento?
Talvez seja um dos lugares mais difíceis desse processo. Porque quando a gente, primeiro que a gente perdeu essa capacidade de sonhar, né, e de imaginar. E e tem uma história que eu adoro, que é quando eh a Disney foi inaugurada, o Walt Disney não tava mais vivo, né?
E na cerimônia de inauguração, o prefeito ali da cidade, né, falou pra filha dele, falou: "Que pena que seu pai não tá aqui para ver isso tudo". E ela falou para ele: "Não, a gente tá aqui porque o meu pai viu isso tudo". E a Disney tem um sistema que eles chamam de imaginaring, que é um misto de imaginação com engenharia, né?
Imagine imagine, né? de engineering queen maging e que para além de uma imaginação infantil, né, que a gente chama de infantil, eles entendem que a imaginação é um instrumento muito poderoso quando atrelado a um método, a uma engenharia para criar realidades e futuros e sonhos. E é isso que eu quero dizer com isso tudo tá a serviço da nossa alma, né?
Então, eu quero incentivar vocês a por meio da escrita, por meio, né, do do, né, daquilo que te toca, te inspira, a relembrarem quais são ou ou quais são esses lugares assim, sabe? Porque uma parte nossa começou a achar isso tudo infantil, infantilizou essa tecnologia interna e outra parte nossa começa a ver no dinheiro. E claro, eu sei que tem um milhão de situações desafiadoras, tá?
Eu não tô aqui eh falando como se não fosse simples, né? como se fosse tipo um passe de mágica, mas uma parte nossa começa vendo o dinheiro só impossibilidade, só limitação, só limitação, só alimentação. E depois de tudo isso que a gente conversou, eh, realmente ele pode se tornar essa barreira sempre.
Mas eu também vejo que entre essas duas coisas, quase ninguém tem método para ir trazendo isso aqui junto com isso aqui. E é por isso que eu botei o código do dinheiro no mundo, porque eu vejo que isso funciona. Eu vejo que quando a gente vai trabalha na síndrome, na Cinderela, na mente devedora e começa a botar ele, o dinheiro ele é maravilhoso, ele responde à nossa consistência.
Então, se permita sonhar um pouquinho, sabe? Eh, sonhar, imaginar, devanear, descobrir o que que te inspira, qual aquele lugar que faz seu coração vibrar. Ali tem uma pista do que que é isso que toca a sua alma, uma pista profunda.
E vai aos pouquinhos indo atrás disso e buscando construir com o seu dinheiro. Isso tem duas práticas. muito bonitas para se fazer, que envolvem sonho, dinheiro e sentimentos bem humanos que nos tocam quando esse tema chega.
Um é a inveja e o outro é o julgamento. Você nunca vai ter aquilo que você julga. Então, se você julga que as pessoas que têm dinheiro não tem, não são boas, né?
A gente tem um pouco esses inconscientes coletivos, né? O fil, os filmes é sempre assim, né? As pessoas tm dinheiro, que tem amor e o rico solitário, né?
E a gente vai construindo essas crenças dentro de nós, né? Ah, eu julgo que as coisas, eu não, e eu eu sempre julgo tudo como caro. Eu sempre sou aquela pessoa que quer o descontinho, que nunca honra o trabalho dos outros e paga feliz.
Então, você nunca vai ter o que você julga, mas percebe que julgamento é uma confissão. Então, o julgamento mostra uma faceta escondida minha. Então, começa a observar melhor as coisas que você julga.
E tenta descobrir se elas não estão revelando uma faceta sua de sonhos que tá num cantinho do seu porão assim, porque talvez você tenha acreditado que aquilo não é para você, você tenha eh medo de confessar para si mesmo que você deseja aquilo, que seu coração pulsa naquilo e passar a abençoar Tá? Essas coisas quando você julga e elas te mostram isso na vida de outras pessoas. E aí isso vem junto com essa com essa prática, né?
Porque eh às vezes a gente julga e às vezes a gente tem inveja. São facetas diferentes que podem revelar o mesmo lugar. E a inveja, um sentimento bem humano, né?
Mas ela conta uma história sobre algo que eu queria e de alguma maneira ou eu não tenho, ou eu não me permito, ou não me permito nem revelar para mim mesmo que eu tenho, que eu queria aquilo, sabe? Então, quando você sentir inveja de alguém ou de algo, procura o que que nesse algo, que que esse algo tá revelando sobre um sonho seu? Eu há muitos anos atrás, antes da pandemia, eu às vezes senti umas invejas assim, tipo uma invejinha assim, né, de ai dessas que na época eras blogueira de viagens e tal.
E eu fui investigar isso e eu vi que eu invejava liberdade, que eu tava me sentindo muito aprisionada naquele momento, na situação de vida que eu tava. Eh, não via outra alternativa e e o que ali minha alma queria me dizer era sobre liberdade. E aí eu fui investigando o que era liberdade.
E isso ainda é parte da minha construção à medida que eu vou caminhando com a minha empresa para eu poder, como eu posso ser livre com estrutura, o que que é ser livre, o que que ele ser livre hoje com maturidade, mas assim investiga o que que nossa que que me deu assim, que que tá revelando sobre mim. Isso é uma prática maravilhosa, porque aí você fala: "Nossa, te agradeço por ter sido espelho desse lado oculto", né? E a outra, quando você vê uma pessoa que tem uma possibilidade, uma vida, possui algo eh que talvez até você deseje, mas que hoje é longe ou que você nem sabia que aquilo era possível, abençoa.
Fo assim, eu agradeço e às vezes você nem sabe quem é a pessoa. Pode ser uma casa que você passou, pode ser um carro que você passou, pode ser, né? Eu te agradeço por me mostrar que isso é possível.
Eu me lembro a primeira vez que eu vim para Floripa. Eh, eu já não queria mais morar em São Paulo há muitos anos, mas antes da pandemia eu nem tinha uma vida estruturada digitalmente, nem existia o mercado digital desse jeito, né? Eu tinha uma outra outra coisa, meu dinheiro vinha no outro lugar, eu me sentia presa, né?
E a primeira vez que eu vim para Florianópolis e eu vi as pessoas morando perto do mar, assim, perto da lagoa, com aquele monte de natureza. Eu fiquei assim perplexa, falei: "Cara, olha como essas pessoas vivem, né? " E uma parte minha sentiu uma certa inveja assim, sabe?
E aí eu passei a abençoar porque era como se, sabe assim, eu não sabia nem falar assim: "Nossa, gente, eu nem sabia que podia pedir no cardápio da vida morar desse jeito". É que depois da pandemia digital e tudo mais, isso mudou muito, né? Mas se a gente fizer um recorte de 10 anos atrás era muito diferente, né?
Não tinha home office, não tinha entrar online. E eu eu falei, gente, essas pessoas acabaram, tipo assim, eu nunca pedi isso pra vida porque eu nem sabia que isso tava no cardápio, entendeu? Essas pessoas acabaram de expandir o meu cardápio da vida.
E se num primeiro momento eu olho pra vida que eu tô tendo, embora abençoada, privilegiada, maravilhosa, ela me frustra em lugares essenciais, porque para mim a natureza é essencial, por outro, eu agradeço, eu abençoo, porque vocês me mostraram que era possível viver de outro jeito. Isso transforma a frequência de coisas de baixíssima frequência, escassez, tipo julgamento, inveja, ciúme e que medo em algo que você honra, abençoa e também diz pra vida que você quer aquilo. Então, quando você for abrir a caixinha dos seus sonhos e se permitir devanear, sonhar, né?
Eu não acredito nesses bordes de colagem, como eu falei, porque é isso, não adianta só pensar, você tem que sentir e você tem que agir, mas se eles forem te inspirar, né? Deixa a sua alma te contar um pouquinho qual é esse futuro que ela quer viver, imaginar, fazer um imaginar e aí aos poucos colocando no seu invision e na construção do seu dinheiro para chegar lá.