[Aplausos] [Música] Olá, pessoal. Aqui é a professora Isabel Ataí e hoje nós vamos dar sequência à nossa aula de arquivologia com o assunto análise tipológica. Vamos lá.
Então aqui, pessoal, a gente vai eh antes de começar exatamente a ver o que que é a análise tipológica, a gente tem esse quadro com uma diferença importante. Nós vamos ver o que é a análise tipológica e nós vamos ver também o que que é a análise diplomática. Eh, nós vamos ter uma aula específica falando sobre diplomática, que ela é uma das ciências auxiliares da análise tipológica junto com a paleografia, tá?
Mas paraa nossa aula de hoje, nós vamos eh dar uma passada, né, assim, uma pincelada do que seria essa análise diplomática, tá bom? Então, vamos lá. Voltando aqui no nosso quadro, a análise tipológica, ela vai trabalhar com o contexto dos documentos, também com a forma de produção, as funções e competências e também com a origem do documento.
Enquanto a análise diplomática, ela vai trabalhar com a estrutura formal dos documentos e os componentes que vão mostrar que aquele documento ele é autêntico. Então, a análise diplomática vai tratar também dos componentes de autenticidade. A tipologia eh documental, ela é uma ampliação aqui da diplomática, buscando contextualizar nas atribuições, nas competências e nas funções e atividades da entidade eh ou unidade geradora.
Tá, Beloto, a professora Beloto, ela traz pra gente uma definição de tipologia documental, né, de tipo documental. Então, tipos, deixa eu botar um S aqui, faltou tipos documentais representam a união entre a função administrativa e o documento que vai registrar essa função e que induza que ela se cumpra. Então, o tipo documental une, né, a função administrativa e o documento.
E esse documento registra então o eh a forma ali como aquela função administrativa vai se cumprir. Então, se a espécie documental é a configuração que assume o documento segundo sua finalidade, o tipo documental é a configuração que ela assume segundo a atividade que a gerou. Então, essa é a definição de tipos documentais que a professora Beloto trouxe aí pra gente.
E aí a gente vai ver qual é o campo de aplicação da análise tipológica. Nós vamos ter aqui alguns campos, né? né?
Nós vamos ter o campo da própria classificação e o campo também do arranjo, que é para a identificação das séries e também das funções. A classificação, pessoal, a gente vai trabalhar com os documentos de arquivo corrente e o arranjo. a gente vai trabalhar aí com os documentos lá do arquivo permanente.
Então essa aqui já é uma diferença importante para vocês eh guardarem, tá? Nós vamos ter uma aula, né? Nós temos, na verdade, uma aula sobre plano de classificação e também uma aula sobre arranjo.
E aí a gente consegue ver exatamente essa diferença, né? que no plano de classificação a gente só trabalha com documentos do arquivo corrente e no quadro de arranjo a gente vai trabalhar com documentos de arquivo permanente, né? Documentos que estão ali com a guarda permanente.
Então esse é o primeiro campo de aplicação da análise tipológica. Então vamos voltar aqui pro slide e vamos ver o segundo campo de aplicação, que é aqui a descrição. Nesse campo, o que que vai acontecer?
a gente esclarece se os conteúdos vinculados em um determinado formato jurídico ele pode ou não ser acatado. Então, para eh fazer análise tipológica desses documentos jurídicos, o campo de aplicação é utilizado dessa forma aqui para poder esclarecer se os conteúdos veiculados em determinado formato jurídico pode ou não ser acatado. Outro campo aqui de aplicação que a gente tem são é o serviço aos usuários.
Para que que serve? Para facilitar o acesso aos documentos certos. Por isso que as tipologias elas precisam estar o quê?
Identificadas de forma correta, identificadas. ó, corretamente, porque isso vai facilitar o acesso aos documentos certos. Então o usuário ele vai chegar, ele vai precisar procurar um documento e se aquele documento ele não estiver bem classificado, se a o tipo daquele documento não tiver bem definido, esse usuário não consegue encontrar o documento certo que ele tanto precisa ali paraa necessidade que ele tiver, tá bom?
Então assim, tanto eh o usuário ali para poder utilizar aquele documento no dia a dia de trabalho, quanto também para ter aquele documento para atender alguma outra demanda, tá bom? Então, voltando aqui no no nosso quadro, o último campo de aplicação que a gente tem é o campo da avaliação, onde as tabelas de temporalidade, nós temos também uma aula sobre tabela de temporalidade, cumprem o seu objetivo com base na identificação das espécies documentais e suas funções. Então, a análise tipológica, ela é também muito importante aqui na fase de avaliação do documento, né, lá para fazer a avaliação do que está lá nas tabelas de temporalidade.
Então, são atividades separadas, mas que são interdependentes, né? Elas dependem umas das outras ali pro trabalho da arquivologia então acontecer. Vamos seguir aqui pra gente ver, pessoal, as os princípios que são utilizados eh na análise tipológica, né?
Porque a análise tipológica, ela tem que se basear também nos princípios. E aí nós temos aqui quatro princípios da arquivologia. Nós temos também uma aula específica falando bem direitinho e bem detalhadamente de cada um dos princípios, mas para análise tipológica vai eh a gente vai precisar saber exatamente esses quatro princípios.
Primeiro, o princípio da proveniência, o princípio da unicidade, da organicidade e também o princípio da indivisibilidade. Então vamos lá para cada um deles rapidamente. O princípio da proveniência, ele também pode ser chamado e pode aparecer na prova de vocês como respeito aos fundos ou então princípio da procedência.
Esse princípio ele é uma marca de identidade do documento. Vai, é o referencial básico. Ó, isso aqui também é uma dica para vocês, ó.
referencial básico quando a gente fala de proveniência, porque todos os documentos provenientes de uma mesma fonte, então mesma fonte originou aquele documento, ele deve ser mantido então em um mesmo fundo de arquivo. Então o fundo de arquivo tem que ser igual. E o que que isso significa?
Bom, o documento ele foi gerado numa unidade geradora específica. Então aquele documento ele tem que ir sempre para o mesmo fundo de arquivo. E é isso que quer dizer o princípio da proveniência, da procedência, do respeito aos fundos.
Uma documentos de uma mesma fonte tem que ir para o mesmo lugar, né? Então você não pode pegar um documento de uma fonte geradora específica e colocar no fundo de arquivo de uma outra unidade geradora e vice-versa, né? Então sair espalhando documento para tudo quanto é lado.
Então na quando você vai classificar documentos, você vai organizar documentos, o princípio da procedência é, digamos assim, o princípio primordial, né? Se a gente tivesse que classificar os princípios, e isso não existe, tá pessoal? Só pra gente poder entender, se a gente tivesse que colocar um nível de importância num princípio da arquivologia, a gente poderia dizer sim que o princípio da proveniência é o princípio mais importante, porque essa eh procedência do documento, essa origem do documento, ela precisa ser respeitada.
Tá bom? Então vamos voltar aqui pro slide, pro nosso segundo princípio, que é o princípio da unicidade, chamado também de princípio da originalidade. É o caráter único documento em função do seu contexto de origem.
Então, no momento da elaboração e também lá no no contexto da produção daquele eh documento, o documento ele é único, ele não pode existir outro documento idêntico eh tanto em propósito quanto em efeitos. Então, vamos pegar aqui um exemplo bem bem fácil assim, uma coisa assim bem simples para vocês entenderem esse princípio da unicidade ou da originalidade. O que que acontece?
Digamos que o João ele quer fazer, ele quer sair de férias, então ele precisa preencher uma requisição de férias. Então João tá preenchendo lá com o nome dele, com o nome de matrícula, o período de férias. Aquele documento de requisição de férias do João é um documento único.
O Roberto que tá sentado na baia ao lado dele não pode no naquele mesmo momento tá fazendo um mesmo documento. Nem em momento nenhum, né? Ele pode fazer aquele documento de requisição de férias do João com a matrícula do João e no período determinado.
Por quê? porque não podem existir aí dois documentos sendo produzidos com o mesmo contexto, com o mesmo propósito e paraa mesma finalidade, tá? Então isso é o que diz o eh esse caráter único, né, da orig princípio da originalidade ou como ele é mais conhecido como o princípio da unicidade, tá?
Então vamos voltar aqui pra gente ver o terceiro princípio, que é o princípio da organicidade. Esse princípio ele trata da condição existencial do documento. Então quando a gente faz análise tipológica, o que que precisa ser respeitado com base no princípio da organicidade?
O fluxo natural de produção daquele documento, ele tem que ser respeitado. Então, a organicidade trata disso aqui, ó, fluxo natural. Então, sempre que vocês acharem uma questão, encontrarem ali uma questão falando de princípios e que fale de fluxo natural de documentos, vocês já podem ficar ligados que é o princípio da organicidade que tá sendo tratado ali.
E por último, a gente tem o princípio da indivisibilidade, que também tem um outro nome aqui, ó, que pode aparecer na prova de vocês, que é o princípio da integridade. Diz o quê? que fora do fundo de arquivo, o documento perde o seu significado, né?
Então ele fora desse fundo de arquivo lá naquele eh que foi produzido naquela mesma fonte, né? a a origem daquele documento, se ele sai daquele fundo de arquivo, ele vira um documento solto, ele perde esse significado. Por isso que diz que eh ele é eh ele perde a integridade.
Então, o princípio da indivisibilidade fala isso. Você não pode pegar e tirar o documento dali e deixar ele solto, né? ele é indivisível daquele fundo de arquivo, ele não pode sair dali, ele é parte integrante daquele fundo de arquivo, tá?
Então, os quatro princípios aqui que a gente precisa prestar atenção quando a gente fala de análise tipológica, proveniência, unicidade, organicidade e também indivisibilidade. Vamos voltar aqui que aqui é uma parte bem interessante e é o que vai cair muito na prova de vocês, tá? Aqui a gente vai ver uma equação, coloquei aqui para vocês uma equação onde diz que espécie mais função vai ser igual a quê?
Vai ser igual a tipologia documental, tá? Então essa equaçãozinha aqui traz pra gente o conceito de tipologia documental. Então o que é tipologia documental?
É espécie mais função. E por que que eu tô falando isso para vocês? Porque espécie ela é a configuração.
Então vamos botar aqui, ó, configuração que o documento ele vai assumir de acordo com dois elementos, de acordo com a sua forma e de acordo com a sua finalidade. Então, espécie essa configuração que o documento assume de acordo com a sua forma e com a sua finalidade, né, daqueles dados que estão lá contidos naquele documento. Então, um exemplo que a gente tem de espécie são os atestados.
É uma espécie de documento, é uma espécie documental. A gente também vai ter aqui as chamadas certidões. Também é uma espécie documental.
Declarações, ó, aqui. Declarações também é uma espécie documental. E a gente também vai ter atas e por aí aa portarias.
Então, é a espécie, essa configuração que o documento vai assumir de acordo com a forma e a finalidade dos dados que estão contidos nele. Só que aí, pessoal, vocês param e pensam, a gente tem certidões, a gente tem atestados, a gente tem atas, mas a gente tem diversos tipos de certidões. A gente tem certidão de nascimento, a gente tem certidão de negativa, né, de dívida ativa lá da União.
A gente tem vários tipos de ata. A gente tem atas de reunião, a gente tem atas de processo licitatório. Então, a espécie é é ela é só essa palavrinha atestado, é só a certidão.
O que vai dizer o tipo desse atestado, o tipo dessa certidão, o tipo dessa ata? Então, foi por isso que eu coloquei o que que é tipologia documental. O tipo documental, ele vai ser a espécie mais a função.
Então, a função, voltando aqui pro slide, vai ser o quê? Vai ser a especificação dessa dessa espécie. Então, é a configuração.
A função, ela é a configuração que assume uma espécie documental de acordo com as informações que estão contidas nessa espécie. Então, as informações que estão dentro da espécie documental vão me dizer qual é a função desse documento. Exemplos aqui, ó.
Certidão. Certidão é o quê? É uma espécie.
Colocar aqui, ó, uma certidão de nascimento. Esse de nascimento é o quê? é a função daquele documento e de tal espécie de licitação é a função declaração espécie de idoneidade função ata espécie de reunião é a função, tá?
Então vocês guardando isso, vocês respondem, se não todas a maioria das questões que aparecerem aí na prova de vocês sobre eh o a tipologia documental, porque vocês vão claramente identificar o que que é a espécie do documento, né? Qual o que que é espécie ali naquele determinado documento e o que que é a função dele. E a gente vai fazer algumas questões que vai mostrar isso, né?
Como que a banca faz, né? Ela pega e diz que um é espécie, outro é função. Ela vai brincando, né?
Ela vai fazendo um jogo ali de palavras para tentar confundir a gente na hora da prova, tá bom? Então, chegamos aqui, ó, numa primeira questão pra gente ver como que a banca, né, as bancas estão tratando aí desse, desse assunto, né, como que a gente vai eh fazer essas questões com o que a gente viu até agora na nossa aula. Então, vamos ver uma questão bem eh recente, tá aqui do Cebrasp 2025 para analista judiciário do TRT 10ª região, área de arquivologia, tá?
Então assim, é para um cargo específico. Vamos ver, ó, no que se refere à análise tipológica, as políticas de acesso a documentos de arquivo e aos sistemas informatizados, julgue o item subsecutivo. Então, vem aqui a frase que vai interessar pra gente, ó, tipo documental.
Então, ele fala aqui, ó, tipo documental é a junção do quê? do suporte com a função do documento. Nós acabamos de ver, né, pessoal, o que que é tipo documental.
Tipo documental, ó, não tem nada a ver com suporte. Tipo documental vai ser a junção da espécie com a função do documento. Perfeito.
O que que a gente acharia essa informação do suporte? Se ele tivesse falado pra gente que documento é igual a quê? Ao suporte mais a informação, tá?
Isso seria eh isso seria o que a gente con eh conhece como documento, tá? Então aí o suporte entra, mas no nosso caso aqui dessa questão, ele diz tipo documental. O que que é tipo documental?
É o somatório aqui da espécie com a função. Então essa questão aqui ela está errada por isso, tá? Se tivesse vindo aqui espécie no lugar de suporte, seria correta a questão e a gente acertaria do mesmo jeito, né?
Então vamos seguir aqui para mais uma também do Cebrasp 2025, só que agora é uma uma prova bem recente, ó, analista administrativo da Agência Nacional de Mineração na área de arquivologia. Então diz o seguinte, ó: "Em relação ao gênero, a espécie ao tipo documental, julgue o item". Vem aqui o que interessa pra gente, ó.
Documentos filmográficos e micrográficos são exemplos de espécie documental. Ele tá aqui afirmando pra gente isso. Já vou marcar aqui direto, ó, que essa questão aqui ela tá errada, pessoal.
E por que que ela tá errada? Porque essa classificação aqui, ó, de documentos filmográficos e micrográficos, é uma classificação do documento quanto ao gênero. Não tem nada a ver com a tipologia documental, não tem nada a ver com espécie documental.
E aí até eu trouxe aqui para vocês, ó, deixa eu colocar aqui só pra gente fazer um parêntese rapidinho, que nós temos também uma aula, tá, específica, é uma das nossas primeiras aulas aí sobre arquivologia falando sobre classificação de documentos, tá? Só para vocês verem aqui, ó, que relembrar, na verdade, né, que nós vamos ter a classificação dos documentos quanto ao gênero, que aí é o que tá lá na nossa questão, né, que os documentos eles podem ser escritos ou textuais, eles podem ser cartográficos, iconográficos, filmográficos, sonoros, micrográficos e informáticos. lá na questão, ele usou isso aqui, ó, documentos filmográficos e documentos micrográficos, tá?
Então, nada a ver com espécie documental e tipologia documental, é classificação de documentos quanto ao gênero. E aí a gente vai ter, ó, a classificação dos documentos quanto a espécie e a tipologia. Olha aqui o que a gente acabou de aprender aí na nossa aula, ó.
Certidão é espécie. certidão de nascimento é o tipo, né, a função daquela certidão. Aquela certidão de nascimento é para registrar que nasceu ali uma criança, né?
Então, emite-se lá a certidão de nascimento. Outra classificação dos documentos é quanto a forma e o formato, quanto a forma é o estágio de preparação. Então, a gente vai ter aqui, por exemplo, as minutas de documentos, né?
Então é um estágio, é uma forma de estágio de preparação de um documento. E nós temos também o aspecto físico, que aí é o formato. E outra classificação aqui, quanto à natureza do assunto, quando o documento chega lá no protocolo, ele tem que ser classificado ou como ostensivo ou então como sigiloso.
E isso aí vai determinar todo um processo de de recebimento desse documento e de tramitação desse documento dentro do órgão, tá? Então, só voltando aqui, ó, pra nossa questão, a gente viu o quadro e confirmamos que essa questão aqui ela tá errada, porque documentos filmográficos e micrográficos é a classificação do documento quanto ao gênero, não tem nada a ver com espécie documental, tá bom? Então vamos seguir o nosso quadro.
Vamos para outra questão aqui também do Cebrasp, ó, 2025, secretária administrativa, diretoria e nova Sul. Vamos ver aqui, ó, a respeito das tipologias documentais e dos suportes físicos. Então, tipologia, suporte físico, julgue o item.
A análise tipológica dos documentos prescind, ó, a palavrinha mágica aqui que o CESP gosta de usar, prescinde do suporte documental. Então, pra gente responder essa questão, a gente tem que vir aqui, ó, e saber o que que é a palavra prescinde. O que que significa prescind?
significa dispensar ou ainda não levar em conta. Aí vocês podem falar assim: "Ah, professora, poxa, tô fazendo eh questão de arquivologia, ainda tem que ficar sabendo português, óbvio, né, pessoal? Essas palavrinhas aqui, ó, o CESP adora utilizar e é importante que vocês saibam e como que vocês vão eh guardar essas essas palavras, né?
Fazendo questão. Não tem outra forma do que praticar questões. Daqui a pouco vocês batem o olho assim, você, poxa, lembra até de uma outra questão, né, que te ajuda e fala assim, caramba, prescinde.
Não prescinde coisa nenhuma, né? o CESP aí querendo me enrolar, mas não vai me enrolar não, porque eu tô firme e forte fazendo ali as questões e estudando direitinho, né? E também muita leitura, né?
Concurseiro que não lê, a gente sabe que não vai dar muito certo. Não vai dar certo para porque ele não vai saber interpretar questões e muito menos fazer a prova discursiva, tá? Então, só uma dica aqui, que não é só a gente ficar eh estudando arquivologia, constitucional, direito administrativo.
Precisamos estudar sim, mas a gente tem que dar aí uma uma atenção especial para pro português, né? Porque vai ser ele aí que vai ajudar a gente nas interpretações e para reconhecer o significado dessas palavras, tá bom? Então vamos voltar aqui pra gente resolver a questão.
Então a gente já sabe que prescind quer dizer dispensar, não levar em não. E troquei aqui, ó, não levar em conta. Então vamos ler aqui novamente, ó.
A análise tipológica dos documentos dispensa o suporte documental ou não leva em conta o suporte documental? Bom, pessoal, tá errado, né? Porque a análise tipológica dos documentos, ela não dispensa, ela não dispensa o suporte documental, ela não vai dispensar.
Ela precisa levar em conta esse suporte documental porque é um meio em que está registradas as informações. E isso vai determinar o quê? O suporte documental, ele vai determinar como que esse documento vai ser tratado, como que ele vai ser preservado e como ele vai ser acessado.
Então, dependendo do tipo de documento, eu tenho que saber também levar em consideração esse suporte, porque essa análise tipológica, ela ajuda no tratamento do documento, na preservação do documento. Se eu não souber o tipo de suporte, eu não sei. Pode ficar em lugar úmido, não pode, tem que ter temperatura controlada, não tem, né?
E a forma também como esse documento vai ser acessado, tá? Então, a questão aqui, ó, também, ó, errada, a análise tipológica dos documentos não dispensa o suporte documental, né? Ele leva sim em conta o a questão do suporte documental.
Então, vamos ver mais uma questãozinha aqui também do Cebrasp 2025, mesmo concurso aí, ó, secretária administrativa, diretoria. Vamos ver aqui outra facinha que a gente vai conseguir aí matar. Rapidinho a questão, ó.
Ata de reunião, um documento. Relatório de atividades, outro documento. E processo de compra de material de consumo.
São exemplos de tipos documentais. E aí, o que que vocês acham? Tá certo ou tá errado?
É óbvio que tá certo, mas eu chamo a atenção para vocês numa coisa. Primeiro vamos ver aqui, ó, só paraa gente guardar. Ata.
Vamos botar aqui, ó, espécie. Montar um quadrinho. Espécie aqui função.
Então, vamos lá. Ata é espécie. Qual é a função de reunião?
Vamos aqui fazer o outro, ó. Relatório é a espécie de atividades, é a nossa função. E aí a atenção que eu quero de vocês é nesse daqui, ó.
Processo de compra de material de consumo. E aí a gente tem 2D aqui, ó. Como é que a gente vai resolver isso?
Isso pode confundir, tá, pessoal? Porque olha, pensa aqui comigo, ó. Se a gente tivesse só daqui para cá, ó, se fosse processo de compra, como é que seria?
Espécie seria processo, certo? Qual é a função de compras? Porque eu tenho outros tipos de processo.
Eu tenho processo eh processos de auditoria, eu tenho processos de seleção, de contratação. Então eu tenho vários tipos de processo aqui. Se fosse só processo de compra, processo é espécie de compras é o tipo, né?
A função. Só que eu tenho aqui, ó, o que que ele trouxe pra gente? de um processo de compra de material de consumo.
Qual é a espécie aqui que a gente vai ter? Não é só processo. A gente vai ter como espécie processo de compra.
Porque eu tô comprando o quê? Nesse caso, qual é a função? Eu tô comprando material de consumo, mas eu posso ter outros tipos de processo de compra.
Eu posso comprar computador, eu posso comprar mobiliário, tudo lá pro órgão onde eu vou passar aí no concurso e vou virar servidor público. eu posso ser lá da área de licitações e fazer um processo de compra de software ou então de gêneros alimentícios, né? Então assim, a gente tem vários tipos de processo de compra, tá?
Então assim, questão fácil, mas que merece atenção, porque se você tiver desatento, você pode pecar nisso daqui, tá? Ou então levar muito tempo para responder, tá? Mas de toda forma questão tá corretíssima.
Cesp aqui foi uma mãe com essa questão, né? Uma mãe atenciosa. Então vamos lá, ó.
Mais uma questão também do Cebrasp. Então, muita questão do Cebrasp em relação à tipologia documental. 2025, gestor de apoio às atividades policiais civis da nossa polícia civil aqui do DF, né?
Para quem não me conhece, eu moro aqui em Brasília, né? Então, a PCDF aqui, né, o concurso muito bom, todo mundo, né, eh, tem assim uma uma certa ou quase todo mundo, né, que tem essa essa vocação paraa carreira eh policial, eh, pleiteia aí passar num concurso da PCDF. E aqui, ó, pro cargo de arquivista.
Então, vamos lá. Julgue o item a seguir, relativo à análise tipológica de documentos de arquivo e vai falar aqui pra gente: requerimento de aposentadoria é uma espécie documental. Então vamos ver aqui, ó.
Isso daqui tá certo ou isso aqui tá errado, conforme a gente tem visto aqui, tá errada, né? Não. Requerimento de aposentadoria espécie.
O que é a espécie aqui nesse caso? É só requerimento. Requerimento de aposentadoria, né?
O de aposentadoria é função e a soma desses dois a gente vai ter o tipo documental, tá? Então, errada a questão. Segui aqui para mais uma.
Finalmente aqui chegamos numa questão de múltipla escolha, né? também recente, 2024, aí pro assistente administrativo lá da Prefeitura de Bragança, no Pará, lá no interior do Pará. Então, vamos ver aqui, ó, a partir da observação dos documentos abaixo informados, assinale aquele que representa, ó, um tipo documental.
Se é um tipo documental, é aquele que tem que ter aquela nossa equaçãozinha, ó. espécie mais função. Letra A.
Ofício é um tipo documental? Não, né, gente? É somente uma espécie.
Vamos pular aqui a letra B de propósito e vocês já sabem o motivo, né? Letra A tá errada. Letra C atestado é tipo documental, não é espécie.
calendário, letra D, espécie também, né? Eu posso ter vários tipos de calendário, calendário de férias, calendário de eventos, calendário de de atualização de sistema, tá? Então, a gente vai ter calendário, somente calendário como espécie, formulário, a mesma coisa também é espécie.
O que que sobra aqui pra gente, ó? Letra B, exemplo clássico de tipo documental. Certidão de nascimento.
Certidão é espécie de nascimento é a função. Resposta aqui, letra B. Perfeito.
Uma última questão aqui pra gente, pra gente finalizar a nossa aula. Nós vamos ter uma uma questão de 2024, Prefeitura de Cotia, paraa área de licitações e contratos. Então, vamos lá.
Ó, é correto afirmar que contrato de prestação de serviços e certidão são respectivamente o quê? E aí vem pra gente, ó, letra A diz que contrato de prestação de serviços é um tipo documental. Vamos ver, ó.
Contrato. Contrato é espécie, OK? De prestação de serviços é o quê?
é função. Então aqui, ó, letra A, tipo documental, tá certo? Vamos ver o outro aqui que ele falou, ó.
Espécie documental. Qual é o próximo? Ó, certidão.
Certidão. Eu tenho vários tipos de certidão. Quando ela tá sozinha aqui, ela é o quê?
Espécie documental. A gente vem aqui, ó, rapidinho e já marca letra A, já pula pra próxima questão e vai seguindo aí fazendo a prova, tá? Mas vamos ver aqui o que que diz as outras.
Letra B, espécie tipo ele trocou, né? Então, letra B errada. Gênero documental e espécie documental também nada a ver.
E tipo documental e gênero documental também não. Então, nem tinha como a gente se confundir, né? Parar e ficar pensando muito.
Veio na letra A aqui e já marcou a questão correta, já gabaritou. pelo menos arquivologia, tá bom? E aqui, pessoal, a gente termina a nossa aula de análise tipológica, né?
Então, a gente viu que é algo muito simples, que a gente só tem que ter atenção, né? Esse macetezinho aí do tipo documental ser igual a espécie mais função é o que vocês vão mais utilizar quando se falar de análise tipológica. Também lá a questão dos princípios, né?
Quais são os princípios que embas aí a análise tipológica? Tá bom? Então é isso, a gente finaliza aqui a nossa aula.
Como eu sempre falo para vocês, façam os exercícios que vocês vão chegar lá na hora da prova craques e vão marcar tudo corretamente, tá bom? Então, até a próxima aula.