Olá estudante seja muito bem-vindo ao meu canal que alqu da didasco falando essa é mais uma videoaula daquelas grandes obras literárias brasileiras aqueles clássicos que só de você já colocar no primeiro parágrafo você já chama a atenção do seu corretor Imagine aí ele começar a ler Sua redação e vê uma obra de um dos grandes sociólogos brasileiros já ficou curioso né Então pega papel e caneta que a aula vai começar só quero te dar dois recadinhos antes Olha só tudo que você tá vendo aqui é uma amostra uma amostra do que a gente tem no
nosso curso de redação exatamente em algum lugar aqui o link na bio na descrição desse vídeo você vai ver um link clica lá que você vai conhecer o nosso curso de redação tudo que você tá vendo aqui tem lá e muito mais lembrando que você pode experimentar este curso sim sabe quando você quer fazer uma aula experimental num cursinho numa escola é isso aí você vai ter acesso a algumas aulas lá gratuitamente para você conhecer um pouquinho mais desse curso antes mesmo de adquirir queri Gostou né segundo recadinho pessoal comenta aqui alguma outra obra literária
que você gostaria de ver já comenta já se inscreve nesse canal compartilha esse vídeo para aquele amigo para aquela amiga que eu tenho certeza que ele vai te agradecer tá bom bom Agora sim papel e caneta e vem comigo que a aula vai [Música] começar Então vamos falar sobre o livro a revolução burguesa no Brasil de florestan Fernandes ele foi escrito em duas partes tá ele começou a escrever esse livro em 1966 e terminou em 1974 entenda que nesse período aqui no Brasil nós estamos em grande desenvolvimento industrialista ou seja né ampliação das das das
estradas grande implementação de indústrias no Brasil principalmente Siderúrgica e automobilística estamos aí num grande êxodo rural principalmente do Nordeste de regiões do Nordeste para São Paulo é Rio de Janeiro São Paulo Minas estão sendo aí os estados privilegiados nesse desenvolvimento e e nós estamos com alguns presidentes brasileiros que vão incentivar muito a vinda de e indústrias multinacionais pro Brasil Então imagina esse cenário aí tá e pra gente entender a revolução burguesa no Brasil o florestan Fernandes ele vai estudar a revolução burguesa na Europa Exatamente porque é uma das que a gente mais ouve falar porque
a revolução burguesa na Europa lembra aí a ideia de liberdade igualdade e fraternidade na Revolução Francesa Digamos que ela foi que influenciou as cartas magnas do mundo Como assim P cartas magnas do mundo principalmente do ocidente tá principalmente do ocidente Como assim Carta Magna legislação né constituição foi de lá que saíram a ideia de liberdade igualdade e fraternidade que você tem inclusive na nossa Constituição foi nesse momento lá que começaram as bases dos Direitos Humanos exatamente então ali pessoal é o berço da Cidadania no ocidente quando a gente começa a estudar eh a formação de
países a formação de constituições nacionais republicanas é a partir dali que tudo se inicia então ele fala olha para eu entender como que foi aqui eu preciso entender como é que foi na origem quando tudo começou para que eu tenha um ponto de comparação para que eu tenha um ponto de referência tudo bem aí então antes da gente falar que no Brasil a gente vai ter que ir lá pras Europa Ok então vamos lá pra gente entender da Europa vamos entender que essa burguesia na Europa ela nasceu junto com o desenvolvimento do capitalismo comercial Ou
seja a troca né a troca de bens e serviço através de moedas tudo bem bom bom essas essa burguesia ela surgiu porque ela começou a migrar do campo para as cidades essas cidades começaram a se desenvolver economicamente por conta do Povo ali que ia se fixando começou a desenvolver então esses Burgos e quem morava ali é chamado de burguesia essa burguesia aqui pessoal ela começava a se acender economicamente só que ela não tinha digamos poder político a voz dela eh não era ã ouvida a opinião dela não era ouvida no cenário político Então essa burguesia
ela começou a se insatisfaçao e falar ué mas sou eu que produzo tudo que se consome aqui sou eu que faço essa roda girar não é mais não tá tão mais na mão daquela aristocracia daquele daqueles Barões daqueles senhores né grandes proprietários de terra não está mais na mão deles então porque mesmo que eu consiga contribuir de forma considerável digamos para essa produção Econômica aqui por que que eu não Ten o poder político e aí foi que veio as ideias né de liberdade de igualdade de propriedade e fraternidade ou seja esse burguês mesmo que ele
não tenha o status quo mesmo que ele não venha de uma elite cultural se agora ele está produzindo e está pleiteando está solicitando fazer parte né dessa política desses direitos ele vai agora digamos e reivindicar por isso e foi aí que surgiram digamos e os grandes pensadores que influenciaram e a Revolução Francesa né E principalmente Vieram também com a ideia depois de contrato social os contratualistas né né John Locke Rousseau Enfim então começa tudo a partir daqui Robes Pierre né um francês então Digamos que essas ideias começaram aqui quando começaram aqui você entendeu aqui aquele
aristocrata aquele proprietário de terra ele tava em conflito com esse burguês que tava iniciando com esse burguês que agora estava emergindo ele tava saindo de uma classe social mais baixa para uma classe social mais alta então Digamos que os interesses desses indivíduos não eram iguais eram antagônicos esse cara queria continuar com todo o poder na mão aquele senhor de terra e esse novo que tava chegando aqui o burguês ele queria um pouco dessa fatia e não só fatia Econômica porque fatia Econômica ele tinha bastante viu ele queria também uma fatia política ele queria fazer parte
dessa sociedade ele queria influenciar nessas legislações no funcionamento desse estado Eu também fez sentido aqui então Grava aí que a revolução burguesa na Europa ela teve interesse esses divergentes entre a burguesia que estava surgindo que era emergente e essa digamos aristocracia aí eh conservadora que queria manter esse poder na mão e quando a gente vem analisar essa burguesia aqui no Brasil o florestan Fernandes ele vai lá pro Brasil colônia isso ele começa lá de trás né Afinal de contas o Brasil colônia o sistema escravocrata ali ele funcionou de mais ou menos 1500 até o final
do século XIX né 1888 quando a abolição da escravatura foi assinada então foram quase aí digamos 400 anos então enquanto a Revolução Francesa lá Industrial 1789 1798 estava rolando quase 100 anos aqui aqui depois Um século depois é que a gente veio assinar a abolição da escravatura então enquanto eles estavam lá já com todo o ideal de liberdade igualdade propriedade Fraternidade a gente estava aqui com ideal de eh escravidão ã sistema monocultura escravocrata eh a propriedade não era eh não era de direito dos menos favorecidos e não tinha essa ideia de igualdade obviamente que não
aqui a ideia que era uma sociedade muito mais estamental né Cada um na sua classe social e era difícil a mobilidade era praticamente impossível um escravo ali virar um dono de terra né Eh então era uma sociedade muito estamental ou seja você percebe que a configuração é diferente aqui o Brasil colônia durante esses quatro 400 anos com a cultura de monocultura sistema escravocrata e Totalmente Dependente da coroa portuguesa ou seja nós éramos Uma colônia tudo que se produzia aqui toda a riqueza que se produzia que ia lá para fortalecer o estado português a nação portuguesa
quando eu falo estado não é estado território tá é estado de administração pública política Ok quando mandava esse dinheiro para lá era mais para fortalecer lá então essa configuração nossa ela funcionou durante quase 400 anos e vamos lembrar um ponto aqui a nossa abolição da escravatura ela foi uma uma situação muito forçada por interesses não foi porque olha vamos aqui com um ideal de liberdade eh liberar esses escravos Afinal de conta é uma situação desumana vamos buscar uma sociedade mais igualitária não a ideia não era essa a ideia era que o mundo lá fora já
tinha a Revolução Francesa já havia eh Estados Unidos já havia declarado sua independência já tinha havido a revolução puritana é a Revolução Gloriosa Então imagina que todos esses países já tinham abolido a escravatura já estavam lá formando as suas repúblicas estabelecendo os seus documentos as suas Cartas magnas a liberd a ideia de liberdade igualdade Fraternidade e e propriedade privada já estava lá bombando e a gente estava aqui chicoteando escravo você entende então havia uma pressão para que nós assiná esse documento por qu Outro ponto Outro ponto quando esses países lá fora se tornam Independentes Eles
não precisam mais agora nem tanto das colônias para que elas sejam matéria prima fornecedores de matéria-prima agora essas colônias elas também precisam ser mercado consumidores eu preciso de novos mercados porque agora eu vou numa locomotiva da industrialização eu tenho uma produção alta de produto né de mercadoria eu preciso escoar e vender isso então Vamos tornar essas colônias países independentes para que eles possam comprar de nós porque afinal de contas eles vão ser eles vão ser Independentes no papel mas totalmente economicamente cultura política nosso porque a gente que tem o dinheiro a gente que tem a
tecnologia A gente é que detém o comércio fez sentido aqui bom então vamos lá assinou a escravatura E então esse negro foi pro mercado de trabalho esse propriedade esses grandes Barões do Café né que no período era o café esses grandes Barões do Café que digamos aí tem o estado como um aliado né Afinal de contas vamos lembrar eh aqui depois futuramente da política Café com Leite de todas as situações que vieram depois o estado ele mantinha aí estreitas relações com esse barão né Afinal de contas eram esses Barões que movimentar a economia que faziam
dinheiro que produziam dinheiro que tinham terras na mão Tudo bem então a mentalidade aqui era que esse Barão agora ele é o novo burguês Exatamente porque se essas cidades elas vão se desenvolver né se antes eu era uma forte economia agrária eu tinha bastante produção agrária Agora eu tenho incentivo fiscal incentivo financeiro eu tenho o estado me incentivando para que eu industrialize essas cidades quem é quem é que vai ter o dinheiro para financiar tudo isso gente quem é que tinha aí condição Econômica de ir lá e financiar uma indústria er os grandes Barões do
Café então esses indivíduos antes que detinham sua terra agora eles também começam a ter influência nas cidades os grandes Barões do Café que viravam os nossos burgueses você já começa a perceber aí como a configuração era bem diferente se lá antes você tinha o aristocrata dono de terra e o burguês aqui que eram classes separadas aqui o proprietário de terra ele virou burguês é o mesmo interesse é a mesma configuração é a mesma pessoa Digamos que agora ele só e mudou a região que ele tem domínio antes era um ambiente rural agora também é um
ambiente Urbano os grandes Burgos as grandes cidades que estavam em desenvolvimento fez sentido aí é sim e detalhe tá ele comenta também que quando esse Imigrante chega no Brasil vários Imigrantes eles vão receber bastante incentivos do governo como incentivos pro ué era era de muita aceitação de muita fácil aceitação quando eles chegassem aqui inclusive tinha campanhas nos jornais tinham campanhas nos jornais digamos incentivando e chamando esses Imigrantes para vir para cá Tá isso era uma política de estado isso era uma coisa muito aberta muito divulgada OK Até porque lembre tá lá também no meu vídeo
de Mito da democracia racial que a a mão de obra eh o antigo escravo né essa mão de obra comparado com esse Imigrante o o escravo ele tava em muita vantagem porque ele não tinha conhecimento desse funcionamento da indústria e o europeu lá o Imigrante que já tava lá quase 100 anos na industrialização ele tinha muito mais conhecimento científico e técnico tudo bem bom então esse Imigrante ele recebia incentivo do governo ele chegava aqui muitas vezes Tinha um incentivo para ele comprar uma terra tinha um fisco mais em conta ele tinha empréstimo a juros mais
baixos ele tinha aí um incentivo para comprar maquinários e colocar funcionários ele podia pagar isso com longos períodos você entende aqui então o que o o que o Floresta São Fernandes fala que além de você ter aí esse Barão do Café que agora ele tem uma influência dentro das cidades você tem ainda esse migrante aí ficando também em vantagem Então essa nobreza essa nobreza ou seja esses ricos da cidade Quem são a nobreza Quem são os nobres os ricos da cidade Ok esses nobres aqui também são agora esses Barões e esses Imigrantes eles se juntam
eles se juntam para se Fort porque eles precisam continuar fazendo essa aliança com o estado Essa aliança com o estado esses grandes privilégios precisam ser mantidos porque o Estado tem dinheiro e eles têm digamos aí a força de trabalho né eles eles eh é eles que vão empregar essa força de trabalho e eles que têm os meios de produção nas indústrias quanto digamos nas fazendas né E então esse imigrante e esse aristocrata esse Barão do café dono de terra agora eles aqui que vão ser a nobreza eles que eles aqui serão a elite os nobres
os mais ricos dessa cidade eles precisam como eu te falei manter boa relação com o estado para manter os seus privilégios esses privilégios eram incentivos em fiscais incentivos fiscais incentivos nos empréstimos Digamos que manter esses interesses juntos né porque o estado ele precisava que essa idade que esse município que essa economia continuasse crescendo e se desenvolvendo E para isso ele precisava também desse Nobre dessa classe rica aí eh produzindo emprego abrindo novos postos de trabalho e essa classe Rica só conseguia produzir novos postos de trabalho se ela tivesse bem economicamente então eles precisavam se ajudar
de forma mútua fez sentido aqui detalhe tá uma observação que ele coloca que é esse essa classe Nobre ela era bastante bante dependente desses países centrais europeus porque afinal de contas a gente estava começando a investir na indústria então a gente precisava da mão de obra deles a gente precisava da matéria prima deles e a gente ainda chamava essas Indústrias para virem abrirem suas filiais aqui então nós éramos totalmente dependentes nós não tínhamos um conhecimento técnico-científico nós não sabíamos ainda produzir nós dependíamos muito do conhecimento de Fora além do conhecimento de fora da tecnologia de
fora então você entende aqui porque que era dependente me diga Então pessoal voltando aquele início da nossa aula você entendeu por que ele foi Comparar as duas revoluções burguesas porque aqui na Europa você tinha duas classes antagônicas os burgueses e o aristocratas antigos proprietários de terra e aqui no Brasil eram os mesmos esses burgueses eram os antigos Barões os antigos proprietários de terra então resumindo resumindo a nossa ópera aqui já que eu contei um pouco do livro tome nota Aí ele falava que essa eh essa burguesia ela era arcaica tipo era antigona não era uma
classe nova que emergiu era arcaica era muito autoritária ela precisava se manter no poder de todo e qualquer jeito para que não tivesse nenhuma classe dominante emergindo terceiro ponto ela era escravocrata aquele pensamento que ele tinha quando ele tinha aquele escravo lá no campo ele queria agora manter esse mesma mentalidade de exploração com esse Trabalhador na indústria então a mentalidade continuava escravocrata acabou a escravidão no documento digamos assim mas na mensalidade na mensalidade na mentalidade na forma de tratar esse trabalhador dentro da indústria continuava OK ela era predatória pessoal ela era predatória ela tinha que
manter essa classe social muito lá embaixo quase um estamento Sabe aquela ideia que eu te falei que era difícil o escravo virar um proprietário de terra essa ideia de estamentos tá sociedade em estamentos é quando não tem mobilidade social quando eu não consigo sair ali de ser um pobre para virar uma classe média de classe média para virar um rico Ok não tem mobilidade social Então essa nobreza ela precisava manter essa sociedade bastante estamental E para isso ela era totalmente predatória se fosse necessário ela fazia o máximo para tirar o privilégio desses trabalhadores para que
eles continuassem muito mais e eh continuassem oprimidos continuassem sem direitos continuassem numa situação muito e delicada e debilitada trabalho mais nó terceiro ponto essa nobreza ela também era parasitária como que é isso parasitária ah pessoal ela dependia muito dessa relação né dessa boa relação com o estado e digamos aí tem até uma expressão aqui no Brasil que fala é que muitas vezes as empresas Ou algumas alguns institutos alguma classe social Ela mama nas tetas do governo né então ela continuava dependente eh desses privilégios dessa boa relação com o governo eles precis já vão se manter
aí digamos surb viciente a esse estado entende era como se fosse uma relação mesmo de parasitismo entende se você tirar eles ali de todos esses benefícios que eles recebem do Estados eles vão ter muita dificuldade financeira de se manter no poder tudo bem e por último não menos importante ele falava ó ela é também muito dependente dos países centrais Eles continuam entram décadas e sai décadas nesse século XX Eles continuam os dependentes de manter esse esse mercado europeu né como fornecedor de matériaprima eh Eles continuam sendo ã consumidor desse mercado ou seja agora esses grandes
mercados lá que buscavam novos espaços de consumo eles têm aí um mercado em potencial que é um país que tá buscando por desenvolvimento e crescendo Então se o país cresce também cresce para eles esse mercado consumidor e cresce em suas vendas entende eh e O Brasil precisa comprar muita coisa de fora é porque ele não tem aqui tecnologia e conhecimento para produzir PR é ele mesmo fornecer sua matériaprima para ele ser independente para ele ter autonomia digamos desse polo industrial desse Parque Industrial fez sentido aí para você e aí pessoal uma coisa que o o
Floresta S Fernandes vai perguntar vai fazer ali bem no final do livro que é uma grande Pergunta legal e como que a gente tira o trabalhador né a classe mais baixa e dessa condição de de de opressão e de dependência dessa classe burguesa não sei ele fala aí é só uma revolta do povo aí é só o povo lembre que ele ele participou eh do ele não foi um dos fundadores mas ele ele estava ali né no núcleo né de formação dos partidos dos trabalhadores ele dava várias entrevistas falando que para ele o sistema econ
nômico mesmo que tinha que funcionar era o socialismo Então essa era a mentalidade dele né então para ele o povo tinha sim que pegar o poder o povo tinha que ir pras ruas o povo tinha que mostrar toda a sua rebeldia e a sua revolta para que ele tomasse né digamos Aí eh a força de produção os os meios de produção perdão os meios de produção e que ele tomasse conta dessa produção porque quem tomava conta da produção era o dono da fábrica né era nobreza era Elite certo então ele tinha que se revoltar para
isso só dessa forma é que poderia se moldar essa configuração gradativa lenta que i se estruturando no Brasil bom esse é o resumão do livro E aí se você me perguntar legal pro até entendi e tal as ideias dele mas em que tipo de tema eu colocaria isso pessoal principalmente educação né porque a gente tá falando aqui que a gente não tinha conhecimento não tinha tecnologia eh a gente não tinha treinamento para isso principalmente por isso que o negro perdeu espaço para esse migrante lá fora tá por isso que a gente incentivava esse Imigrante chegar
porque era por causa de conhecimento preparação qualificação profissional então principalmente a questão de educação e claro né desigualdade social com o tema com eixo temático minoria social essa tá grande apegada né embora essa classe trabalhadora ela seja em maioria Mas ela é uma minoria em direitos ela é uma minoria em privilégios direitos que existem sim no papel mas na prática na Praxis né quando você junta teoria e prática esses direitos eles praticamente não existem eles são suprimido eles são esquecidos são feito vistas grossas sabe parece que é uma cortina Rosa ali sobre essa situação que
ninguém enxerga que ninguém questiona que ninguém comenta que ninguém traz a tona ninguém tira todo esse assunto debaixo do tapete fez um pouco de sentido aí bom por hoje é isso pessoal lembre do recadinho lá no começo se você tem outra sugestão de livro comenta aqui que eu vou vir com maior Capricho elaborando também uma aula para você faça suas perguntas sobre aqui eu vou vir com maior prazer também responder e compartilha esse vídeo para aquele amigo para aquela amiga que eu tenho certeza que vai ajudar ele tá bom Agora sim muito obrigada por hoje
espero ter colaborado e vai lá gabarita essa [Música] prova