Olá, pessoal. Boa tarde a todos. Sejam mais uma vez muito bem-vindos eh a mais um webinário oferecido aqui pela BRACAN. Eu sou o Mateus do Departamento Educacional e é um prazer enorme estar aqui novamente com vocês. Eh, hoje a gente vai tratar de um assunto aqui que mais do que nunca tá na presente nas conversas das empresas, das equipes e dos profissionais. eh a saúde mental e o O autocuidado no trabalho, né? Então, durante esse webinar, vamos refletir um pouco sobre como cuidar eh da nossa mente, do corpo e das relações do ambiente profissional e
como isso impacta diretamente a produtividade, tomada de decisão e o bem-estar de todos nós, né? Eh, eu aproveito aqui para deixar um aviso para vocês. Caso vocês tenham algumas eh questionamentos aqui, comentários para acrescentar durante a apresentação aqui do professor, vocês Podem ficar à vontade para mandar aqui no chat no YouTube, tá bom? Então, eh, o nosso chat tá disponível aí para vocês. Vocês podem encaminhar suas dúvidas aqui que no final, se a gente tiver alguma, o professor vai separar um tempo para poder responder aqui vocês, tá bom? Então é isso, vamos paraa apresentação do
convidado de hoje, professor Robson Santos, mais uma vez aqui com a gente, que é doutor em design, mestre em educação e referência em comunicação não Violenta e design thinking. Professor Robson, é uma honra recebê-lo aqui novamente, eh, aqui conosco na Braracan em mais um encontro ministrado pelo senhor. Eh, seja muito bem-vindo e passo a palavra para você, tá bom? >> Obrigado, Mateus. Agradeço aí a confiança da Baracan também, essa parceria. né? É um prazer estar com vocês também para falar de um tema que é muito atual, como o Mateus colocou, e tão necessário. Então, de
repente, Assim, eu trabalho com outras frentes que Robson, o que que você tá fazendo aí falando de saúde mental e autocuidado, né? Como é que é isso? Vamos falar um pouquinho do meu trabalho. Eu, além de professor, com mais de 30 anos de carreira, eu sou terapeuta também e mentor em desenvolvimento humano. Eu atuo como treinador, como palestrante. Então, toda essa expertise junta me traz a autoridade para falar sobre a questão da saúde mental. inteligência emocional E outras skills, soft skills, principalmente, que fazem parte do meu dia a dia, porque tá dentro da minha missão,
do meu propósito, de transformar e impactar positivamente a vida das pessoas, construir pessoas melhores, um mundo melhor, viver essa utopia, esse sonho realizável de mudar um pouco o nosso mundo, porque ele, o mundo chato, nós conhecemos, não gostamos. O que que nós podemos fazer para mudar esse mundo? Então, aí entra o meu papel também como Esse desenvolvedor de pessoas, como esse mentor em desenvolvimento humano. E esse assunto é um assunto que tem tirado sono de muita gente e nos preocupa muito. Por quê? Porque se a mente que cuida do nosso trabalho está adoecendo, que resultados
nós podemos verdadeiramente esperar? Conversando com muitas pessoas no trabalho, amigos, clientes. Uma das coisas que é comum ouvirmos é assim: "Ah, o cansaço físico, eu deito meu Corpo, durmo, amanhã eu tô novo." Agora, o cansaço mental. Então, e nós que muitas vezes trabalhamos mais com a mente do que com os braços, nós sofremos isso no dia a dia. E se a minha mente ela vai adoecendo, a minha produtividade cai também e outros problemas de saúde surgem aí também. Então, é importante que nós cuidemos não apenas do físico, mas também do mental, do espiritual, do emocional.
Afinal de contas, nós somos Seres integrais, holísticos, né, um todo. E não pedaços de pizza, que não costumo brincar. Até porque pra pizza tá inteira, quando eu compro essa pizza, ela vem cortadinha, mas tem que ter ali todos os seus pedaços. Se faltar um pedaço, eu vou reclamar. Um ser humano não é diferente. Então, muitas vezes as pessoas falam: "Ah, deixa os seus problemas pessoais em casa quando você tá no trabalho e vice-versa". Nós não temos chavinha liga desliga para isso. Nós somos o que somos e um afeta o outro. Então, é por isso que
quando nós falamos de saúde mental no trabalho e hoje mais do que nunca é uma pauta de muitas empresas, de muitos setores de RH, de muitos terapeutas, muitos treinadores, é porque nós sabemos que quanto melhores nós estivermos mentalmente, a nossa produtividade, o nosso engajamento vai ser maior. É por isso que nós elencamos esse tema para hoje, para falarmos um Pouquinho sobre a nossa mente, sobre a nossa saúde mental e o que que nós podemos fazer para nos preservar. Eu não vou dizer blindar, porque ninguém se blinda de questões de saúde mental, mas nós podemos nos
poupar, nos cuidar com algumas coisas simples, por isso autocuidado. E como disse o Mateus, o chat tá aberto, podem encaminhar suas dúvidas, comentários, que no final nós teremos um tempinho aí para essa troca também, que é muito importante. Então, Tô aqui com duas telas. Se vocês me verem olhando pro lado, é porque a a tela da minha direita aqui tá é que tá projetando a apresentação para eu poder olhar para vocês aí. fixar e no caso aqui o Mateus estava comigo para também ver o Mateus, porque normalmente quando projeto a gente não vê as pessoas,
né? E e câmera é muito engraçado. Se você olha pra câmera, você não tá olhando pra frente. Se eu olhar pra frente aqui para vocês, se olhar para teso não olho pra Câmera. Tá uma coisa meio doida, né? Mas vamos lá, gente. Eu quero trazer alguns números aí para nós olharmos o porqu tão importante falarmos de saúde mental. Nós estamos aí numa crise de problemas de saúde mental aqui no trabalho no Brasil. Deem uma olhadinha os números de afastamentos em 2024. Então nós tivemos 472.328 afastamentos e foi o maior em 10 anos com mais de
68% que 2023. E a tendência às projeções é Que isso vai aumentar muito até 2030. O que que nós temos aí? Por que que acontecem os afastamentos? Primeiro que ganha aí ansiedade, transtornos de ansiedade. Ansiedade eu falo que é excesso de futuro. Por quê? Porque eu não estou no presente, eu não tô vivendo hoje. Eu tô pensando no que pode ou não acontecer. Eu não vou dizer que eu já me curei dela, não, porque ela tá presente em todos nós do Brasil. O segundo é a depressão recorrente. A depressão já é Um excesso de passado.
Eu fico preso a fatos que aconteceram, às vezes ruminando, não consigo digerir aquilo, não consigo me equilibrar e fico o tempo todo voltando ao passado. Não é fácil viver o hoje, mas é o que nós temos que tentar, viver o presente, para que nós realmente consigamos nos equilibrar em relação à depressão e ansiedade. Então vejam que nós temos números muito grandes aí nesses dois casos, depressão E recorrente. Aí como ela vai voltando e a ansiedade. 32% das empresas relataram aumento de afastamentos. Isso é um número muito significativo, é um número muito grande. Esses afastamentos geram
também prejuízo no nosso bolso como trabalhadores, porque acabamos entrando no popularmente, como falamos, entrei na caixa e aí nós temos a dificuldade, o tempo para receber, além de prejuízo também no trabalho. Então todos perdem, Né? 47% com sintomas de burnout. burnout tá sendo muito falado alguns anos e é um esgotamento e ele vem quietinho, quietinho assim com uma depressão e nós não percebemos. E 86% dos trabalhadores com estresse. Estresse é algo que também eu tô puxando. O estor estressor é aquilo que me puxa. Nós temos um stresse que é positivo. Por exemplo, você vai sair
de férias, te gera uma ansiedade. É um estress porque aquilo lá também é um estressor, mas é uma ansiedade boa, né? Você vou sair de férias. é diferente de quando eu falo: "Nossa, eu tenho que entregar um reporte até amanhã e eu tô atrasado". Então, nós temos que pensar nisso. Qual que é o novo cenário aí da saúde mental com a NR1? A norma regulamentadora um foi revista justamente para que as empresas se adequem até 25 de maio de 2026, porque depois disso as empresas começarão a receber as multas pesadas se não se adequarem. Então,
nós tivemos algumas Mudanças, embora a gente use o termo pós-pandemia, nós ainda vivemos esse problema da COVID, nós ainda temos casos. Mas o que que aumentou? O crescimento de home office. Durante o período de reclusão, várias pesquisas e posteriormente também indicaram que algumas questões impactavam muito o trabalho em casa. Um dos pontos que foi muito pontuado é justamente a questão de você colocar o tempo do cafezinho. Sabe aquele tempo do cafezinho onde você vai Dar uma futricada? Os trabalhadores em geral, os profissionais sentiam falta desse convívio, desse momento. Por quê? Porque aumenta o isolamento. Você
fica trancado ali no seu escritório. Se você tem um escritório, você tem que trabalhar na mesa da cozinha ou da sala e você não tem contato diretamente com as pessoas. Isso faz com que tenha um aumento dessa sobrecarga. Por quê? Porque quando você tá na empresa, você tem o seu horário de Início e fim, porque você tem que pegar seu carro, seu sua condução para voltar para casa. Em casa, nós acabamos exagerando esse nosso tempo laboral. Então, eu vou esticando meu trabalho e eu tenho uma sobrecarga. Então, esse é um ponto importante. Então, o que
que é a EN1? Ela tem que identificar e mitigar riscos psicossociais. essa carga excessiva, essa jornada muito longa, o assédio e a falta de controle, tudo isso a NR1 tá Prevendo que a empresa faça controles, acompanhe tudo isso de perto para mitigar, para diminuir esses problemas. Vejam que assim, a CIPA, omissão interna de prevenção, agora ela é de prevenção de acidentes e assédio no trabalho. Então, as empresas maiores com mais de 50 funcionários, tapa, também tem que se preocupar com isso. Então, um espaço de escuta nas empresas, o RH mais ativo e o RH, eu
particularmente, embora de aula para RH, Eu sempre falo aos alunos que eu não gosto do termo recursos humanos, porque nós não ser humano nunca é recurso. Então, para mim é o departamento de relações humanas e é ele que vai acolher esses trabalhadores, esses colaboradores, como chamem, que é outra questão também que eu levanto, não adianta mudar o termo de funcionário para colaborador e não mudar a forma de entender a relação laboral, essa relação profissional, porque senão é só um Eufemismo. E aí, quais são os principais fatores de risco? Nós a INR1 indica que a empresa
tem que identificar os principais fatores de risco e começar a trabalhar. Assim como nós temos o mapa de risco da CIPA, por exemplo, uma escada que tem risco de queda. Se você trabalha numa num lugar onde tem produtos químicos, o risco de de intoxicação e assim por diante. Então o que que nós temos? carga excessiva de trabalho. Todos nós Trabalhamos muito, isso não é novidade. É diante de toda a situação que nós vivemos no Brasil, hoje os nossos times são mais inxutos e nós acabamos trabalhando bastante. Isso não é novidade para ninguém, mas nós temos
que entender o nosso limite também. Aí começa a questão do autocuidado. Eu muitas vezes preciso deixar o ego de lado e pedir ajuda, porque existe uma pressão por resultados para ter metas, isso, aquilo, essas coisas. E isso Também me estressa bastante e me deixa ali atrapalhado e muitas vezes atrapalha o meu desempenho. Da mesma forma, jornadas muito longas, como reunião. Eu costumo dizer que se você pode resumir o assunto da reunião num e-mail, não marque reunião, mande o e-mail. jornada longa, reunião longa, tudo tem que ter um limite. E para isso nós temos que ter
a nossa as nossas pausas. Isso é muito importante também. O assédio moral, que de um tempo para cá, isso vem Crescendo, sempre existiu, mas de um tempo para cá, com as mudanças da legislação, com as mudanças da visão de RH, o assédio moral passou a ser melhor monitorado, passou a ser mais levado a sério, vamos dizer assim. Você acha que é assim do que era antes? Um outro ponto importante que nós precisamos pensar quando falamos de saúde mental é a liderança. E muitas vezes nós ainda vivemos o espectro da liderança tóxica. Liderança, o líder não
é aquele que Manda. Existe aquela diferença clássica entre líder e chefe. O líder é aquele que inspira os seus liderados a quererem segui-los. E líder, liderar, liderança é uma habilidade humana que eu posso desenvolver. Não é um dom divino que se eu nasci com ou nasci sem. Mas o que nós não podemos esquecer é que eu estou lidando com pessoas. Então, toda a relação profissional, a relação educacional, ela é uma relação humana, é Uma relação entre pessoas. E, infelizmente nós ainda temos muitos exemplos de liderança tóxica, liderança autocrática. Esquece que a liderança ela não é
no sentido vertical há muito tempo, ela está num sentido horizontal. É uma liderança servidora situacional. Tem momentos que eu tenho que ser mais duro, cobrar. Tem momentos que eu preciso treinar. Tem momentos que eu preciso acolher. Da mesma forma que na no meu trabalho eu tenho profissionais Que precisam de mais apoio, aqueles que eu só delego e ele vai me entregar, aqueles que eu preciso pegar na mão e ensinar do beabá. E isso é papel de líder. O líder ele tem que estar disposto a ensinar porque senão ele já começa que está no lugar errado.
Um líder que não se dispõe a ensinar o seu liderado, será que ele está realmente fazendo o papel, fazendo o que ele deveria fazer? Nos início da década de 90, ainda não se falava no Brasil de liderança coach, lá pelos ídos de 92 para 93, eu comecei a estudar isso porque me chamou muita atenção. O termo coach acabou sendo banalizado, infelizmente, por ser uma área séria, não é uma área de brincadeiras, mas acabou virando qualquer coisa. E o líder coach, ele vem, o termo coach vem do dos Estados Unidos, a gente olhando, principalmente, Tem um
filme clássico que vocês devem ter assistido, que é Coach Carter. Coach é o treinador, então é aquele que vai escolher a dedo o que cada um tem de melhor para entregar. Então, quando a liderança esquece isso, digamos que essa liderança pede para um peixinho escalar uma árvore, ele tá fazendo isso com base em quê? Ele tá olhando paraas habilidades, paraas competências do seu liderado. Ele conhece o seu time. E a liderança tóxica É aquela que começa a oprimir o espaço desse colaborador, desse profissional, porque parece vampiro, tá? o tempo todo aqui na jugular, cobrando, forçando,
estressando. Infelizmente ainda temos aqueles que se valem de gritos, de tapas na mesa, se valem de poder, um poder ou pseudo poder, porque nós de um tempo para cá, temos esse olhar também. Se aqui não me serve, eu também vou embora, né? Não é só a Empresa que vai me desligar, eu também posso me desligar da empresa. Lógico que nós não fazemos isso na loucura e nem devemos, mas nós quando não estamos contentes em um determinado ambiente, nós passamos a procurar outros ambientes. A falta de reconhecimento, esse é outro ponto muito sério quando nós temos
a questão aí dos riscos da saúde mental. Aquela pessoa que se dedica de corpo e Alma e não recebe seus feedbacks, mas quando erra recebe a sua bronca, recebe o seu feed cr, como eu costumo brincar, porque não entregou como deveria. O reconhecimento todos nós precisamos saber se nós estamos fazendo corretamente. E o reconhecimento nem sempre é salarial. Lógico que o salário ajuda, mas a motivação extrínseca, que é essa do salário, ela tem uma durabilidade. Agora, o fato de eu ser reconhecido, valorizado, tudo isso faz Com que eu também me sinta melhor no meu ambiente
de trabalho. Porque se eu estou fazendo e a outra pessoa que faz menos é valorizada, eu não, essa empresa vai perder talentos. Porque quando eu não sou valorizado e a empresa valoriza aqueles que não tento, ela vai perder bons profissionais. E isso é um fator que as empresas precisam acordar também. Por quê? Porque gera um aumento de custos. Porque esse bom profissional que você perde, esse Talento que você perde, você o treinou, essa pessoa está capacitada e ela tá indo embora porque você não valorizou o que ela tem de melhor. Outro ponto é insegurança. Nós
vivemos um mundo muito inseguro, um mundo frágil, se a gente for pensar no mundo banny, e isso mexe com todos aquela questão, poxa, vai ter corte na empresa. Aí começa a rádio Peão, porque é impressionante como a rádio Peão sabe mais do que todo mundo. ou então geram os boatos. Isso mexe Demais conosco. Será que meu trabalho tá certo? Será que eu tenho lugar aqui? Será que eu vou continuar nesse trabalho? Será que eu vou ser mandado embora? Então tudo isso também aumenta em muito o nosso nível de estress, a nossa ansiedade, o nosso medo,
porque medo é um sentimento, uma emoção de preservação. Todos nós precisamos disso. Se os nossos ancestrais não tivessem medo, talvez nós não estivéssemos aqui. Talvez os seres pré-históricos tivessem Devorado todos os seres humanos e nós estaríamos. É o medo que não me faz vestir uma capa de Superman e pular do prédio. É o medo que não me faz atravessar a rua quando tá um monte de carro. Então ele tá ligado a um sentido de autopreservação. E quando eu me sinto inseguro no ambiente de trabalho para saber se eu vou ou não continuar trabalhando, isso gera
um medo. O medo de não conseguir me manter, de não conseguir prover, de não conseguir Desenvolver os meus projetos de vida. Então isso também afeta a nossa saúde mental. Outro ponto que vai também cuminar em relação à insegurança, em relação aos medos, são as mudanças tecnológicas. Tecnologia tá avançando a olhos vistos e de uma forma muito rápida. Nós não conseguimos acompanhar esse ritmo. Você vai lá, investe num smartphone último última geração, daqui 15 dias já lançou um outro outra geração melhor. Então nós Não acompanhamos isso de jeito nenhum. Desculpem, mas isso gera uma insegurança muito
grande. Nós vivemos aí a questão da IA generativa e o que a gente encontra muitas pessoas falando: "Ah, eu vou perder meu trabalho, a Iá vai substituir". Eu não sou tão apocalíptico. Outro dia eu estava no médico e o médico falou para mim: "É, no futuro nós nem Existiremos, porque a Ia vai substituir". Eu disse a ele, eu não sou tão apocalíptico assim, eu não acredito nisso, porque a Iá depende do nosso cérebro, da nossa máquina que é muito mais potente. E a Iá sempre existiu. Nós estamos falando agora da EA Generativa, depois desse bundo
GPT, mas quando você chega no seu condomínio, na empresa, e aí o seu rosto é reconhecido ou seu sua eh sua impressão digital ou quando a Catraca do estacionamento abre e não cai para em cima do seu carro, nós temos aí uma inteligência também artificial. Lógico que não é a mesma noção do que nós temos da IA generativa, que é aquela que precisa de nós para alimentá-lo, para que ela aprenda e me dê respostas. E um detalhe, ela vai sempre dar respostas certas ou erradas. Ela tá programada para te não te deixar sem respostas. E
aí é a mente humana que é capaz de dizer se isso está correto ou Se isso não está correto. Por isso que nós precisamos ter esse filtro. Nós somos esse filtro, mas as mudanças assustam. muda sistema, muda computador, muda a máquina, as coisas vão ficando mais informatizadas e aí nós temos algumas coisas de informágica que fogem a lógica ou como diz um amigo meu, as telecomplicações, porque se você, por exemplo, estamos aqui no ao vivo a cores, streamando aqui Esse webinar, se de repente cai energia elétrica ou Deus me livre, né, ou cai a internet,
nós paramos de falar. Olha como nós ficamos dependentes dessas questões. Por outro lado, eu olho para trás e eu que sou de uma geração muito diferente da do Mateus, por exemplo, eu às vezes tento fazer um exercício, como que seria meu mundo hoje sem todos esses aparatos tecnológicos? Eu não sei vocês, mas eu não consigo imaginar um mundo sem ele mais. Loucura, Né? Eu ainda sou do tempo do orelhão, gente, da ficha. A galera fala: "Ah, caiu a ficha". não sabe nem o que que a ficha, porque o Mateus nunca usou um orelhão na vida.
>> Eu usei uma vez, >> uma vez, olha lá, uma vez. E nós quando phamos ali as fichas ficava esperando o tempo delas. E essa tecnologia vem avançando e aí nós vamos nos acostumando. Quer dizer, hoje nós temos na palma da mão tudo que eu preciso. É Banco, é minha pesquisa. Ele serve até para telefonar, né? Até para telefonar ele serve. Mas hoje nós telefonamos, chamamos pelo WhatsApp. Olha que coisa, né? Quem lembra daquele desenho dos Jetsons? Os Jetsons mostrava isso, né? Nós tínhamos ali o o vídeo chamada do chefe dando bronca no George Jetson.
Nós tínhamos a esteira rolante do Roy, a Rosinha, Rose, que cuidava da casa, o forno microondas. E nós chegamos nisso. Então, essas mudanças tecnológicas, elas não são de agora. E as mudanças vão se tornando diferentes do que nós estamos acostumados e geram uma insegurança. Será que eu vou me adaptar? Será que eu vou conseguir? E nós somos totalmente camaleônicos. E é engraçado quando a gente baixa esse olho, ai meu Deus, não vou conseguir, será que eu vou conseguir? Olha a ansiedade onde vai, ó. Tô sofrendo pelo futuro. E aí quando eu encaro, quando eu Pego
o touro pela pelos chifres assim na unha, nossa, costumo dizer que às vezes você tá na tua mesa, tá tudo sobrecarga, um monte de coisa. Você olha assim, parece que tem um oligator na sua mesa, aquele crocodilo imenso, gigante. Aí você tem que dar uma pausa, sai, vai tomar um café, uma água, volta. Quando você volta, você vê que aquele gator era uma lagartixinha. Por quê? Porque nós mudamos o nosso foco mental. Então, as mudanças tecnológicas vão nos Assustar, sim, e o medo é o que vai fazer que eu me preserve. E aí, qual o
caminho? É o lifelong learning, aprender sempre. Outro impacto grande que tem a ver com tudo isso são as crises econômicas que nós vivemos. Quando nós vemos essa alta de preço, a inflação, todo esse processo que nós estamos vivendo, não é de hoje no nosso país, nós, isso mexe conosco também, essa flutuação, ainda mais vocês que trabalham na área financeira, essas Flutuações são meu Deus do céu, né? tal, vou arrancar os cabelos, que que eu vou fazer? Então, tudo isso impacta muito no nosso bem-estar, que na verdade quando a gente tá falando de saúde mental no
trabalho e esses riscos, nós estamos falando de tudo aquilo que me tira do meu equilíbrio, do meu prumo, que me tira da do meu bem-estar. E é o que nós buscamos para todos nós. Trabalhar não é um esporte. Nós trabalhamos que precisamos e os boletos estão vencendo. Mas se eu puder trabalhar de uma forma saudável, fazendo coisas que me aprasem, coisas que eu curta, nossa, que maravilha. Eu já ouvi de amigos como professor que eu que eu sou um dos amigos que eles poucos amigos que eles conhecem que se divertem trabalhando. Eu posso dizer que
é uma verdade. Eu me divirto trabalhando porque a sala de aula para mim aqui falar daquilo que eu acredito é um trabalho, eu sei, mas é um prazer muito grande, tá dentro do meu Propósito, dentro do meu ikigai. Então isso me motiva a seguir adiante, a fazer as coisas realmente acontecerem. E aí, qual é, quais são os impactos, que que acontece diante de todos esses riscos? Bom, em primeiro lugar, tem ansiedade. Gente, o Brasil é o país mais ansioso do mundo, segundo o MS, ansiedade. Então, como eu disse, eu fico sofrendo com aquilo que pode
acontecer, mas é aquela história, copo meio cheio ou copo meio vazio pode acontecer, mas Também pode não acontecer. Que que eu prefiro? Que que eu faço? O outro é a depressão. Cuidado, depressão é uma doença mental. Então não é uma tristeza. Ah, tô triste há vários dias tô com depressão. Porque as pessoas têm mania de se autodiagnosticar. A internet tá cheia de testes aí para você fazer teste para saber se tá com depressão ou não. Tem um monte de coisa. Aqueles mais antigos vão lembrar dos testes da revista Capricho, Carícia, aquelas Coisas, né? Não é
isso. Nós precisamos ter muito cuidado em relação à depressão, porque ela precisa ser tratada e o apoio é muito importante. O burnout, que é isso, né? como esse esgotamento, acaba toda a energia, acaba toda sua força, você não consegue realmente e aí um tá muito conectado ao outro, porque se você tá numa crise de ansiedade por alguma coisa que aconteceu no ambiente de trabalho, quando você vai se aproximando do local de trabalho, Aquilo pode te já desencadear outra crise ou uma ou um pânico, tudo isso tá conectado. E é lógico, se eu não tô bem,
minha produtividade cai. Isso não é só no trabalho, a minha energia vai cair. Então eu perco pique para muitas coisas, digamos assim, ah, eu adoro ver série, mas eu tô tão esgotado que nem a série eu tô conseguindo ver. Isso vai fazer o quê? Aumentar o absenteísmo. Essa palavrinha absenteísmo, que que são as faltas? Faltas por atestado, faltas sem Justificativa. Porque as pessoas procuram, olha o medo aí, né? O medo que é preservar. Então aquele lugar tá me fazendo sofrer, então eu não quero ir. Então eu arrumo licença, eu falto, isso é uma coisa que
aumenta. Esse é um sinal assim que quando a empresa começa a ter muito absenteísmo, nós precisamos olhar por que isso está acontecendo, porque não é normal. Outra questão é a rotatividade. Se eu Não tô feliz ali, não tô sendo respeitado, não me sinto respeitado, valorizado, vai embora. E aí as pessoas falam: "Ah, geração Z não se apega". Não, não é uma questão de se apegar. Eu tenho refletido muito, conversado com meus alunos que são da geração Z, na sua grande maioria. Ah, geração Z não tem resiliência, mas será que resiliência é aguentar liderança tóxica, gritos?
Se for isso, eu também não tenho. E eu sou geração X. Então, quando nós olhamos para essa questão da rotatividade, isso impacta também. E muitas vezes, outro dia eu conversava com um dos meus alunos, jovem também, faixa dos 20 anos, e ele falou: "Ó, deixei a empresa porque a empresa ia contra aquilo que eu acredito como pessoa". Então, hoje eu preferi ficar desempregado do que seguir num lugar que eu não acreditava. Olha aqui. E aí o Paulo é um jovem, 20 anos, geração Z. A Questão aí não é resiliência, a questão aí é princípios, ética.
Então nós temos que tomar muito cuidado com essas falas que se tornam lugares comuns no mundo. A geração Z não se apega, geração Z não tem resiliência, a geração, calma, nós temos aí chegando a geração beta, que são os que estão nascendo agora. Só que a geração alfa, que a turminha que tá aí com os seus 14, 15 anos, que tá chegando no mercado de trabalho e conversando também com pessoas que trabalham com os Menores aprendizes, eles têm uma outra dificuldade, eles são ótimos aqui, ó. Mas às vezes chegam para treinamento, não sabem nem onde
liga um computador. Olha que interessante. Então isso vai mudando e aí entra a liderança. O líder que tá disposto a desenvolver o melhor potencial do seu liderado, ele vai sentar ao lado, ele vai ensinar. E a rotatividade acontece quando eu não tenho isso. Outra questão, prejuízo nas relações Interpessoais. Gente, eu não tô bem, não tô bem hoje, não tô bom. Aí alguém quer se aproximar, mas eu não tô afim, então eu me isolo. Sabe aquela coisa de quando você não tá legal, quando você tá doente, vamos pegar uma pessoa com depressão, doente. Eu sei porque
falo por causa própria. Você não quer ninguém do seu lado, as pessoas querem te ajudar, mas isso para você é um é uma agressão, porque você não tá nem aguentando você do seu lado Mesmo. Você não tá se aguentando. Então isso tem um prejuízo nas relações interpessoais e consequentemente vai abalar nossa saúde física. Porque lembra que eu falei no começo, nós somos um todo, nós não somos pedacinhos. Então uma coisa não tá bem, é o que eu falo. Para que que serve o dedinho do pé? Para bater na quina, né? E aí eu lembro que
eu tenho dedinho do pé. Ah, é para manter o equilíbrio, tal, mas nem lembro Dele, coitadinho. Ele fica lá apertado no sapato. Vocês mulheres, então, que usam salto, aqueles escarpã, que eu falo que é aquele sapato bicudo para matar barata no canto, aperta o dedinho, mas quando eu bato na quina eu lembro dele e aí ele muda, tá? Ele vira iman, porque todo mundo pisa nele. É impressionante, né? Então, nós temos que pensar na nossa saúde como um todo. Nós somos seres integrais, nós somos o todo e precisamos nos cuidar como um todo. Então, números
que preocupam aí, né? Olha só, 329 milhões de pessoas no mundo ou 4,4% tem transtorno de ansiedade. Então, se você é ansioso, assim como eu, fazemos parte dessa estatística. Mateus, você é ansioso também, Mateus? Cara, me considero, às vezes eu me considero, fico muito inquieto quando eu tô, sei lá, concentrado em alguma coisa. Eu acho que muitas vezes eu sou assim com dificuldade de focar. Estamos juntos Na estamos juntos na estatística. Então, Mateus, >> sim, sim. Olha outro número. Brasil, 56 milhões de pessoas no Brasil, 26,8% apresentam diagnóstico médico de ansiedade. Veja, esses são os
que têm diagnóstico. Quantos não têm, né? Porque o MS diz que o Brasil é o país mais ansioso do mundo. Quem sofre mais com isso? mulheres, 34,2% na nesse nessa taxa imensa aí de 26,8% Do Brasil como um todo e jovens de 18 a 24 anos, 31,6% aqui no Brasil. Assusta isso, né? Quando nós olhamos para isso, quando você fala: "Meu Deus, eu faço parte disso, eu tô aí nesse meio". E por que será que afeta tanto mulheres, até afeta tanto jovens? E aí nós temos uma série de fatores que nós podemos elencar que não
cabe aqui nesse momento. Mas por que, né? E olha só, gente, 12,33 bilhões de dólares foram movimentados pelo mercado global Em tratamento dos transtornos de ansiedade em 2025 até o momento, devendo chegar a 16,95 bilhões de dólares em 2034, em 9 anos. são valores que assustam mais ainda e nós precisamos cuidar. Só que o que nós tem estamos aqui propondo nessa reflexão, porque uma hora dá pra gente refletir só, né? É justamente como é que nós podemos não entrar nessa estatística ou como que nós podemos nos cuidar para não sofrermos tanto. Então é essa Questão
que nós vamos colocar. Então veja, né? Ansiedade, como já falei, é a terceira principal causa de afastamento no país. Dados do INSS, 128.900 905 benefícios foram concedidos por incapacidade entre outubro de 23 e setembro de 24. Os números são muito grandes e toda a situação vivida no país, econômica e política, tudo que nós estamos vivendo, faz com que a ansiedade aumente. E da mesma forma que a depressão é uma doença Que precisa ser tratada, o transtorno de ansiedade também precisa ser tratado. Mas nós ainda encontramos aquela aquele estigma: Eu não vou a psiquiatra porque eu
sou louco. Psiquiatra é médico de doido. Eu não vou fazer terapia porque eu não tô maluco. E na verdade são autocuidados também, é você cuidar de você, porque são questões médicas, então precisam ser tratadas pela medicina. Um psicólogo, eu não sou psicólogo, eu sou terapeuta integrativo, a minha formação É outra, não tem como prescrever, ele não pode prescrever medicamentos e muitas vezes o a situação exige o uso de medicamentos. Ah, mas o medicamento vai me causar dependência. Muita coisa mudou. Nós ainda ficamos naquela ideia do senso comum de que o remédio faz, o remédio faz
aquilo e fico sofrendo porque ansiedade, depressão são questões químicas do meu cérebro e eu preciso cuidar disso também. Então aí quais são os sinais de alerta Que nós temos de saúde mental? Por quê, gente? É importante, vou começar pela observação, gente. É muito importante que o líder esteja atento a essas mudanças dos seus liderados. Da mesma forma os colegas. Você trabalha com a pessoa, tá do teu lado e você não percebeu. Você não percebe que a pessoa tá sofrendo, você só percebe isso quando de repente a pessoa se suicidou, que infelizmente acontece muito. E aí
fala assim: "Poxa, eu não me toquei, você não tava bem". Por quê? a gente fica muito focado no nosso computador, nos nossos smartphones e nós nunca tivemos tantos objetos de comunicação e nunca nos comunicamos tão pouco. Então eu preciso começar a entender que aquele colega do meu trabalho, com quem eu passo muitas vezes mais tempo do que com a minha família também precisa ser olhado. Não tô falando de afinidade, não tô falando de hipocrisia. Eu amo todo mundo. Mentira. Tem uns que nós não amamos, tem uns que nós não aturamos, mas aí entre o respeito
e o profissionalismo. Agora eu tô falando desse olhar humano, senão não adianta falar de empatia, que é a palavrinha da moda. Primeiro eu tenho que reconhecer a alteridade, que é o lugar do outro. Reconheci o lugar do outro, aí eu posso começar a trabalhar a questão de Empatia. E se eu percebo que a pessoa não tá bem, que a pessoa, sabe, tá precisando de ajuda, eu não vou invadir esse espaço dela. Você vai chegar com educação e falar: "Eá tudo bem com você? Se você precisar de alguma coisa, conta comigo. Essa é a postura que
nós temos dentro da comunicação não violenta, dentro de uma postura de respeito para com o outro, que às vezes a pessoa não quer falar sobre aquilo, tem o momento dela. Mas se você lê um sinal que, olha, Quando você quiser conversar, me chama, você se pôs à disposição, você tá disponível, fica mais fácil. Então nós temos que cuidar disso. Então, sintomas psicológicos é uma tristeza persistente. Veja, ah, a pessoa tá com depressão, não sei, eu não sou médico. Essa tristeza persistente, o tempo todo eu vejo a pessoa triste, desanimada ou irritada. Qualquer coisinha perde a
linha. Irritabilidade muito grande, desmotivada, Nada. Nossa, parece o lipio hard. Ó a vida, ó o azar, não vai dar certo. Não consegue se concentrar. Pessoa tá fazendo uma coisa, daqui a pouco sabe um barulho qualquer, ela perde todo o ritmo. Uma coisa que vocês não vão perceber no trabalho, mas às vezes só se a pessoa externar, é a insônia. E hoje nós temos uma questão também do uso das telas. Muita gente vai pra cama com telas. Isso é um veneno pro solo. Então o o que que é aconselhável? 2 Horas antes de dormir, livre de
telas. As pessoas conseguem? Não, não conseguimos, gente. Mas quando você vai para baixo das cobertas, apagou a luz, fica sem tela. para que você realmente possa preservar o seu espaço de sono. E a sensação de esgotamento, sabe aquela coisa assim, você dorme, dorme, dorme, parece que nunca descansa. Você fala: "Meu Deus, o que que tá acontecendo comigo?" Os sintomas, o outro saiu errado ali, Mas é físico, gente. Desculpa. sintomas físicos, dores de cabeça, essa fadiga, cansaço externo, não tem fome ou come demais, porque você muitas vezes a ansiedade também te faz comer mais. E problemas
gastrointestinais, você começa a ter eh pode ser constipação, pode ser eh cólicas, deseias, tudo isso por quê? porque tá afetando o seu metabolismo. Então, todo esse processo emocional, ele vai sobrecarregar O seu intestino, que é o seu segundo cérebro. E aí isso vai causar uma série de desconfortos também que mexe com vocês. Já os sintomas comportamentais, por exemplo, o isolamento, a pessoa não quer nem pala, de repente ela passa a sentar sozinha para almoçar, cumprimenta e não fala com ninguém, tá se isolando e são sinais que nós temos que ficar alerta. a queda do desempenho,
com certeza, O aumento das faltas, porque aí entra o absenteísmo, porque essa pessoa não tá legal, aquele lugar não tá fazendo bem para ela ou ela acha que não tá. De repente, assim, quando a pessoa tá nesse processo de adoecimento, ela acha que o mundo tá contra ela, né? Então, ninguém a entende. E por que que ela quer ficar ali se ninguém a entende? E conflitos frequentes, que é outra forma. Tem gente que deprime, não no sentido de depressão, mas de despechar, Ficar tristonho, amuado e tem aquele que vai pro ataque. Tudo é pavio curto.
Então são os dois extremos do comportamento. E aí entra o líder e os colegas de acompanharem isso. Se a empresa tem um RH que tem já esse olhar e esse espaço de escuta seguro, então é o momento de chamar essa pessoa um bate-papo. mesmo que ela não se abra naquele momento ou que ela seja agressiva, é entender um adoecimento. Então essa pessoa que normalmente vai Fazer essa mediação tem que estar preparado para todas as reações e não levar para o lado pessoal, que é uma questão que foge ao controle de cada um de nós. E
aí entramos no autocuidado. O autocuidado, gente, é a prática dessas ações conscientes que eu faço para preservar a minha saúde física, mental e emocional. Normalmente eu cuido dos outros. É muito engraçado, porque a nossa cultura diz que cuidar de nós Mesmos, olhar para nós é meio que egoísmo e não é. Se você não tá bem, como é que você vai cuidar da outra pessoa? Então você precisa primeiro cuidar de você e aí prevenir transtornos, promover o meu bem-estar e fortalecer a minha resiliência. Resiliência, gente, hoje nós falamos também da antifragilidade. É aprender com as dificuldades,
ficar melhor com o aprendizado naquele momento que não foi Tão bom. Então, quando eu começo a olhar para mim com o mesmo amor que eu muitas vezes olho pro outro, com a mesma compaixão que eu olho para outro ser humano, que aí é ser humano com ser humano, compaixão não é acima ou abaixo, e começo a fazer isso comigo, eu tô começando a praticar o autocuidado. Então, a inteligência emocional ela começa comigo. Eu preciso olhar para as minhas emoções, procurar me entender, que não é fácil. O que que muitas vezes dificulta o estigma pensar em
mim? Ah, eu sou egoísta. Tô pensando em mim. Não, eu tenho que pensar no outro. Opa, pera um pouquinho. Pense em você também. Quando você se olha no espelho, você vê você, não o outro. Aliás, eu costumo muito dizer pros meus clientes que eu vou dar espelhos de presente para que as pessoas aprendam a se olhar de verdade, sem medo, né? Outra questão, nós somos bons para arrumar desculpa, é falta de Tempo. Eu não tenho tempo. Quando eu adoeci a primeira vez, eu me revoltei muito ao descobrir que eu estava com depressão. Quando você tá
no olho do furacão, você não quer ajuda, você não quer nada. Mas depois que você sai do olho do furacão e entende isso, eu coloquei para mim o seguinte: se eu arrumo tempo para trabalhar, eu tenho que arrumar tempo para descansar. Então, se eu organizo meu tempo para Trabalho, eu também preciso organizar meu tempo meu lazer e para fazer as coisas que me fazem bem, que eu gosto, porque nós vivemos uma cultura de excesso de trabalho. Olha como nós somos, né? Eh, final de semana você tá aqui, passou, foi, chegou o final de semana, no
domingo você tá descansando, resolveu dormir à tarde, acordou mais tarde, tomou, foi, foi comer um pastel na feira, voltou, dormiu de novo, viu um filme e dormiu. Aí Alguém fala assim: "Que que você fez no domingo?" G não fiz nada. E aí você se culpa que você devia ter feito alguma coisa. Lógico que fez. Você foi na feira, você dormiu. Mas nós temos a cultura do trabalho. O não trabalhar é meio pecaminoso. E quando nós olhamos pro ócio, o Domênico de Más e o óscio criativo fala muito disso. O óscio é algo que é o
momento de criação para os gregos. O ocioso não era o trabalho braçal, era o filósofo, era aquele que Parava pensar. E nós esquecemos de Macunaíma, que aquele é que preguiça, né? Que o brasileiro tá muito mais de macunaíma do que dos filósofos gregos. E de vez em quando aquela preguicinha é boa. E nós precisamos entender que eu trabalho muito, mas eu também descanso. Eu mereço esse descanso, eu mereço essas férias. Então, a cultura do excesso de trabalho também me sobrecarrega. E aí eu também tenho medo de retaliação. Que que vão dizer se eu falar, se
eu falar que Eu passei o domingo jogando videogame? Ah, que eu fui dar um rolê com os meus amigos, fui lá na Paulista. Nossa, você não fez nada, que eu fiz. Então, eu tenho esse medo e eu acabo me cobrando demais. E com isso eu vou dizer: "Não tenho tempo para cuidar de mim". Então, como é que eu pratico autocuidado? Primeiro, gente, práticas conscientes ao longo do dia. Nós falamos muito da meditação, do mindfulness, Nesse meditação. Eu eu sou bom para conduzir, ai Robson, eu não consigo esvaziar a mente. Não conseguimos mesmo, gente. Porque eu
falo assim, está lá no mind atenção plena, né? E fala assim: "Ai, eu tenho um boleto para pagar amanhã. O pensamento é seu, então agradece". Falou: "Valeu pela lembrança, amanhã a gente resolve. Vamos voltar para cá. Volta pro momento presente. É treino, é exercício, alongar, aquela coisa de somente ler, né? a gente fica No computador, levanta, estica, tudo isso é importante. A atividade física regular, eu confesso que eu sou muito preguiçoso para isso, mas eu sei da necessidade porque vai liberar endorfina, serotonina e que vai combater ansiedade e depressão, vai ajudar bastante. Atividade física, eu,
por exemplo, não gosto de academia, mas vamos fazer uma caminhada, caminhada eu curto, essas coisas eu gosto, mas sou preguiçoso porque aí conta história, um Dia porque tá calor, um outro dia porque tá frio. Olha como nós somos excelentes para isso, gente. e organizar a rotina, gente, isso é importante. Priorizar foco, foco uma coisa, prioridade é um. E por onde você vai começar? Priorizar tarefas, evitar sobrecarga, evitar se autossabotar. Coisa eu faço. Procrastinar, sabe? Empurrar com a barriga. E a gente precisa dessas pausas também na rotina. Pode ser o método do pomodoro, eu trabalho 25
minutos, Levanto cinco, vou lá, tomo um café, bato um papo, volto. Nós precisamos desses espaços, porque isso é praticar o autocuidado. Eu, por exemplo, converso com as minhas amigas e pego no pé, porque mulheres seguram e para não ir ao banheiro. Não sei se você você você vê isso aí também, Mateus. As pesso não consegui nem ir no banheiro hoje. Passou o dia todo. >> Minha mãe é assim. Minha mãe é assim. Exatamente assim. Falei: "Hora que Começa a ter uma cistite, uma infecção urinária, não sabe por quê, né?" Então falou: "Poxa, para, né? Não
consegui nem beber água. Que que é isso? Você não tá se cuidando? Nós precisamos dessas pausas". O sono de qualidade, gente, o sono é um elemento imprescindível que hoje nós acabamos dormindo menos. Porque assim, eu trabalho durante o dia, estudo à noite e eu falo que trabalhar e estudar é pros heróis, não é para Qualquer um. Aí chega em casa, vai tomar um banho, comer alguma coisa, dorme um pouquinho, já vai lá. Então isso é normal. Final de semana, por mais que a gente descanse, a gente não recupera isso. Mas é uma necessidade que nós
temos de vida. Quem dera só estudar, né? né? Precisasse trabalhar, mas não é o caso. Então, que esse sono seja realmente um sono de qualidade. Nós não somos o Bruce Wayne que treinou lá como Batman para dormir 2 horas me e tá Pronto. Nós não temos isso, mas nós precisamos ter uma rotina consistente e evitar as telas antes de dormir. Isso é importante. Ai, Rob, mas eu vou dar aquela última olhadinha no Instagram, essa última olhadinha, quanto tempo dura, né? Todo mundo cai nessa armadilha. é um perigo. E aí entra também na desconexão digital, gente,
as pessoas, eu esses dias fui contar histórias para adolescentes do ensino médio e me preocupou Porque eles são bons para falar no WhatsApp, mas no trato pessoal eles têm uma dificuldade, uma timidez que ou não sei como chamar, porque eles não perderam essas relações presenciais e interpessoais. E isso vale para tudo. Às vezes você tem lá um encontro, um rap hour, quando as pessoas ve bater papo ficam no celular. Loucura isso. Vamos aproveitar bater papo, vamos dar risada, né? Trocar ideia. E aí também entra terapia, que é Um uma prática de autocuidado, não por ser
terapeuta, mas todo mundo fala que todo mundo precisaria de terapia. E esse apoio profissional, muitas vezes eu não dou conta sozinho. Eu preciso da ajuda de alguém que me dê esse apoio pro autoconhecimento, que fortaleça minha autoestima, minha autoimagem e recarregue as minhas baterias, a minha energia. E aí volta novamente o estigma, o preconceito que nós precisamos vencer. Então, vejam que praticar autocuidado não é uma coisa que vai encarecer a minha vida, mas o primeiro ponto é se amar ainda mais, é realmente se respeitar em relação a você. Nós temos uma dificuldade de dizer não,
nós não negociamos e nós precisamos dessa negociação. O dizer não consciente, o não, por que que eu tô dizendo não? e oferece, por exemplo, eu tô lá fazendo um relatório, aí meu chefe chega e fala: "Olha, para Isso e faz o outro relatório". Eu falei: "Não, esse daqui você me pediu para entregar às 5 horas da tarde, eu paro ele, eu não vou conseguir te entregar à 5, que que eu começo? Por onde eu começo? Eu preciso dessa negociação e com isso eu tô envolvendo também a minha liderança nessa autorresponsabilidade. Então isso aí eu vou
dizendo sim, sim, sim, sim e aquilo vai me sobrecarregando ou eu fico bravo porque, pô, tem um Monte de coisa para fazer, já vem mais coisas, não leva em conta que eu tô fazendo e aquilo eu vou engolindo e aí uma hora isso vai espanar. Aqui nós temos um checklist para nós pensarmos. Então, primeiro tempo para si mesmo. É o que eu falei, se eu tenho tempo para trabalhar, eu vou dar um jeitinho de ter tempo para mim. Aquele cineminha, eu, por exemplo, eu gosto, os dias que eu tô muito estressado, eu gosto de cozinhar.
Ou então vou cuidar Das minhas plantas. Hoje eu estou na minha casa, tenho uma jabu cabeira num vaso, hoje eu fui colher jabu cabas, primeira safra de jabu cabas da minha cabeira. É uma coisa que você chega, espairece, desliga um pouco de tudo e vai. Então, cada um de nós arruma uma um tempo para si. Vou ler, eu quero assistir série, quero ver novela, quem matou de Heitman? Não sei. Cada um vai buscar isso para você. O silêncio interior. Eu sou um cara barulhento e o Silêncio interior para mim é difícil, mas é um exercício.
A hora que eu desligo, a hora que eu tô no escuro de parar, me silenciar, acalmar a minha mente, começar a buscar esse silêncio interior e não se incomodar com o silêncio interior. É a diferença também de solidão e solitude, né? estar bem consigo mesmo. Outra questão que é importante também é a gratidão. E aqui não é um papo de autoajuda, isso já é comprovado nas Linhas da psicologia positiva, principalmente que a gratidão te equilibra, praticar a gratidão, agradecer pelas pequenas coisas. Eu falo, deu ali vai 20 jabuticabas. Poxa, minha jabut cabeira me deu 20
jabuticabas. Eu cuidei dela, um ano cuidando dela para que ela pudesse frutificar. Sou grato a isso. Ah, eu sou grato ao meu trabalho. Com todas as minhas dificuldades. É ele que permite que eu ponha o pão na minha mesa e Praticar a gratidão. Porque nós praticamos muito a reclamação. Eu reclamo disso, reclamo daquilo. Em que hora que eu agradeço? Aceitar as frustrações é difícil, gente, porque você cria todo. Olha a expectativa, né? expectativa, ansiedade, eu crio todo um cenário e nem sempre dá certo. Você vai encontrar uma pessoa, na minha época de adolescente era assim:
você ia encontrar uma garota, você já criava um Script, eu vou falar tal coisa, ela vai me responder isso, aí eu falo isso, ela fala aquilo, mas nunca dava certo porque eu criei uma expectativa e aí levava um não, na hora dói, né? Mas depois você tem que falar: "Tá bom, vamos aceitar". E não é aceita que dói menos, é digerir isso, entender aprender com isso. Equilibrar a vida e o trabalho, gente, isso é importante. Falo aqui sem medo de errar, que todos Trabalham muito. Então, nós também precisamos viver muito. E buscar esse equilíbrio é
importante. Cuidar do corpo, cuidar do corpo, academia, o skincare, tudo isso. Nós precisamos nos cuidar. Não dá para nós relaxarmos. Deixa a vida me levar meio Zé Pagodinha. Já que nós temos uma dificuldade por conta desses aparatos, aumentar nossas conexões sociais. É aquela coisa, nas suas redes sociais, quantos seguidores você tem? Você Conhece todo mundo, todo mundo te conhece? Amizade de verdade, sentar com a pessoa, aquela coisa é engraçado, você tá no ônibus, no metrô, alguém te puxa a conversa, vazi: "Essa pessoa é louca, nem conheço." Tá me chamando jogando conversa. Mas às vezes a
pessoa precisa conversar e ela sentou ali do seu lado e o papo. Isso era uma coisa que antes era mais leve, hoje é meio estranho. O Mindfulness, como eu falei para vocês também é um exercício aí, põe uma musiquinha relaxante, dá uma descansada, fecha os olhos ali, cuida da sua respiração, presta atenção na música, já é um processo de relaxamento. ou então nada disso rolou, eu vou buscar ajuda profissional, eu vou buscar apoio, porque eu mereço estar bem. Isso é autocuidado, é buscar o seu processo de como fazer para ficar bem, porque eu quero ver
todo mundo bem. Então, comece por mim. Eu cuido da minha família, eu cuido dos meus amigos, não é isso que nós fazemos? Cuido dos meus colegas no trabalho, cuido das minhas obrigações. Então, cuidar de mim não é egoísmo, não. Isso é amor próprio. E esse amor próprio é o que muitos de nós carecemos. Porque se eu não trabalho amor próprio, não é uma legislação que vai dar conta disso, gente. A NR1 aponta que a empresa precisa olhar para essa responsabilidade, Precisa criar uma cultura organizacional, um clima organizacional positivo, um espaço onde a pessoa se sinta
bem ao trabalhar. Eu, enquanto profissional, enquanto ser humano, principalmente, eu também preciso buscar as melhores formas para eu estar bem como ser humano, com a minha vida, não apenas no ambiente profissional, porque senão você pode trabalhar dentro do escritório de ouro, Mas se você não tá bem, todos nós conhecemos aquelas pessoas que estão no meio de tanta gente, se sentem sozinhas, todos nós conhecemos aquelas pessoas que são tão admiradas, tão amadas e que não se ama. Tá faltando esse autocuidado, tá faltando esse olhar para si mesmo, tá faltando esse espelho para entender que isso começa
conosco para depois nós podermos chegar ao mundo e às outras pessoas. E saúde mental, gente, não é luxo. Por muito tempo a gente achou que saúde mental era coisa de doido. Alguns hoje falam assim: "Ah, mas é mimimi". Ah, é, esqueci de falar que também tem isso, que a geração Z é a geração mimimi, né? Ou nem. Olha quantas, olha, Mateus, quantas coisas sobram para vocês. Tá vendo? É muita coisa, né? >> É muita coisa. E não vamos começar a entender. E aí entra a escuta, né? Eu falo que como professor o meu maior Aprendizado
são os meus alunos. O dia que eu deixar de aprender com eles, eu também não tenho nem direito de estar à frente deles para ensinar. Eu tenho essa opinião. Eu sou, eu não sou radical para quase nada, mas para isso, para eu ensinar, para eu aprender, eu tenho que continuar a Ixe, enroscou aqui. Volta. Para eu ensinar, eu tenho que seguir aprendendo. Não existe ensino sem aprendizagem. Então, saúde mental não é luxo. Cuidar de si mesmo é o primeiro Passo para transformar o ambiente de trabalho e construir uma carreira com significado e equilíbrio. Preciso cuidar
de mim, porque aí eu começo a me valorizar. E também se eu tenho esse espaço de escuta no RH, se tem um RH próximo, eu consigo também levar ao RH essas questões que eu percebi comigo e mudanças que foram me afetando ou não. E é nessa construção coletiva porque nós somos animais sociais, nós precisamos uns dos outros. E é nessa construção coletiva que nós conseguiremos construir um clima organizacional melhor, um ambiente organizacional melhor, onde todos começam a perceber todos. Volto a dizer, não quer dizer que eu tenho amizade com todos, não quer dizer que eu
tenho afinidade por todos, mas naquele ambiente eu respeito a todos, eu quero que todos estejam bem. Então, começa a existir uma sinergia onde todos cuidam de todos, onde as Pessoas se preocupam positivamente com o bem-estar de todos. Porque voltando à pizza, se você pedir uma pizza e quando você abrir a caixa que o motoboy entregou, tiver só sete pedaços, você vai reclamar. Tá faltando um pedaço. Tem um buraco ali no meio. Quem comeu esse pedaço? E uma equipe, um time, um squad, como chamamos hoje no agilismo, precisa de todos para que realmente esse time esteja
completo com todas as Dificuldades que nós temos, porque eu acho que eu sou bonzinho, mas eu nunca paro para pensar o que o outro achou de mim. O outro achou de mim é para bobeira. Imagina, que importa é o que eu penso, mas no frigir dos ovos ninguém é fácil de lidar. Todos nós temos os nossos complicadores. Então vamos pensar nisso. Além da NR1, que as empresas a partir de maio, como eu falei do ano que vem, tem que implementar uma série de fatores, Relatórios, observações, pesquisas, nós precisamos cuidar de nós mesmos para que isso
dê certo, porque não dá para jogar a carga de autocuidado para outra pessoa. Eu não posso responsabilizar as outras pessoas se eu não estou cuidando de mim mesmo. E com isso, chegamos aqui ao fim. Tô deixando aqui meu contato, meu e-mail, minhas redes sociais, Instagram, professor Robson Santos. Convidoos a me seguirem e devolvo a palavra pro Mateus Para ver se nós temos perguntas, comentários e se tiverem um ainda dá tempo de mandar, né, Mateus? Sim, sim, professor, muito obrigado. Eh, a gente teve alguns comentários aqui no no YouTube. Eh, primeiro na Milena, acho que no
começo do Aminar, logo ela comentou aqui: "Boa tarde, moro em Arapongas, Paraná, cidade moveleira. Presenciei recentemente o assédio a uma empresa e como foi um assédio de uma Mulher para um homem, foi tratado como nada. Se fosse ao contrário, ele teria, ela teria ele teria sido mandado embora com toda a certeza. Eu não sei se foi no começo lá que você tava comentando sobre eh >> isso, a sede moral, né? Eh, ela deixou esse comentário aqui para pra gente. Eh, deixa eu ver. Teve teve mais um do Newton aqui, eh, falando, acho que quando você
tava se referindo ao dispositivos, né? Fala que tem que Desligar de tudo e é outro ambiente totalmente diferente e distante. Acho que se referindo à tecnologia, né? naquelaquele comentário ali que você deixou no mais ou menos no meio do da apresentação, né? >> Bom, essa questão da do assédio, né? Eu vejo isso com muita seriedade, porque nós ainda vivemos em um mundo machista. Infelizmente a mulher galgou o seu espaço e cada vez mais, mas parece que o tempo todo tem que provar que pode mais Do que nós homens. Isso é uma algo que nós precisamos
mudar. Porque que evolução é essa? Onde nós seguimos aí numa visão machista? Então o assédio tanto do homem paraa mulher, da mulher do homem é assédio, né? Se você pega essa visão que nós temos às vezes e ah, teve um estupro, aí vamos dizer assim, mas que roupa ela tava usando? Gente, pela Constituição nós temos a liberdade de ir e vir. Ela podia, a mulher podia est pelada e Ninguém tinha que chegar e desrespeitar o espaço corporal. Então, é triste, né? Quando nós olhamos esse, não, nem sei como é que eu chamo isso, essa passada
de pano, acho que é isso, né? Por ser um homem, >> quando na verdade pautou-se o respeito e a mulher foi desrespeitada. Então, não temos isso. É uma luta constante para todos nós. Falo isso como homem, para que realmente nós ensinemos o mundo a respeitar o espaço de cada ser humano, Independente de gênero, mas olhar para esse ser humano como ser humano. E aquela coisa que eu falo, Dona Estela, minha avó falava, né? Não faz pro outro que você não quer que faça para você. Ela é, minha avó analfabeta, ensinando sobre ética, porque isso é
ética e respeito. Então, será que eu gostaria que fizessem comigo? É triste e é uma luta de de toda a sociedade para realmente deixarmos claro que todo ser humano merece ser respeitado em seu Espaço, em sua intimidade, em seu corpo e em relação à tecnologia, né? eram tempos distantes daquela questão, mas eu tava vendo, ouvindo ontem uma professora dizendo, né, de outros professores e que ela dia das crianças, ela fez um bibboquê de garrafa pet com as crianças e que as crianças não largavam o brinquedo. Então, a gente percebe que nós tínhamos uma outra infância,
nós tínhamos outra cultura, mas se nós ensinarmos, é possível nós mudarmos Isso, porque posso ter inteligências artificiais 1000. Posso ter como quem assistiu a série Cassandra do Netflix, quem não assistiu, fica a dica aqui. Uma IT, faça tudo, mas nada vai substituir um abraço humano, um olhar humano, porque eu acredito que diante de tanta tecnologia, o futuro é humano. Eu não, eu tenho essa visão, por isso que eu não tenho uma visão apocalíptica de futuro, porque o futuro é humano. >> Perfeito, professor. Muito obrigado. Eh, Os outros comentários aqui foram mais para parabenizar mesmo a
apresentação. tenha sido bem esclarecedor pro pessoal, pro pessoal aqui presente, pro público, né? Fabiana Ribeiro, eh, mandou aqui professor Robson, incrível pessoal elogiando sua apresentação. E em nome de toda a equipe eh da Bracan que quero agradecer novamente a participação de todos vocês que estiveram acompanhando aqui no no chat do YouTube. Eh, em especial o professor Robson pela Condução do de mais um encontro aqui pra gente. Eh, a gente falou hoje sobre autocuidado, empatia e equilíbrio emocional. Então, que as reflexões de hoje sirvam como convite para todos nós reavaliarmos as nossas rotinas, eh, nossos limites
também, a importância de cuidar de de nós mesmos, né, professor? Então, creio que tenha sido bem esclarecedor aqui nesse sentido e agradeço mais uma vez a presença de todos. Eh, espero reencontrá-los Novamente em nossos próximos eventos e quem sabe até com o professor Robson voltando aqui mais uma vez para eh fazer mais alguma apresentação de mais um webinar pra gente, né? Então, creio que é isso mesmo, só agradecer e fiquem eh ligados em mais eh nos nossos próximos webinares aqui. A gente tem sempre os de rotina, que são os apresentar mais aqui um dos que
os nossos associados conduzem eh a apresentação deles. A gente tem os nossos webinars também abertos ao Público, como é o exemplo do de hoje, e os nossos que são exclusivos para associados aqui da da Abracan. Eh, então a gente agradece, professor. Eh, gostaria de te perguntar se você tem mais alguma consideração final aqui queira acrescentar pra gente já poder estar encerrando. >> É, eu quero agradecer aí mais uma vez por esse espaço para poder trocar essas ideias. Tô à disposição. Se alguém de repente quiser me inscrever, eu tenho o Maior prazer de trocar figurinhas, batapo,
porque às vezes fica com vergonha aqui, né, Mateus? Mas precisando me manda e-mail, me chama no Instagram. E mais uma vez obrigado Mateus aí pela força. A Iaia também e a todo o pessoal da Bracan aí. Sucesso a todos vocês e vamos nos cuidar, gente, porque nós merecemos esse amor. >> Exato, pessoal. Muito obrigado, professor. Muito obrigado, pessoal, para quem ficou até aqui e até a próxima. Tchau, tchau. Um abraço.