E principalmente a gente pode ter da acidose. Qual que é a ideia agora? A gente falar principalmente sobre a importância da fibra, né, para esses para esses animais e como que a gente consegue trabalhar nesse sentido.
O que que eu quero que vocês consigam entender agora dentro de todo esse processo ou dentro de tudo isso aqui que a gente consegue organizar? A primeira coisa, a fibra, né, em si ou o processo de digestão do ruminante, ele vai ser altamente dependente de fibra. principalmente para garantir aquela história da ruminação.
Toda vez que eu conseguir garantir ruminação ou toda vez que eu consegui garantir um mínimo de fibra efetivamente efetiva na dieta, a gente consegue ter um animal saudável. que que é um ponto importante que eu quero destacar com vocês e eu quero que vocês observem sempre quando vocês estiverem trabalhando com o ruminante. Eh, o primeiro aspecto, né, que a gente tem que entender que o ruminante tem que fazer sempre é o próprio processo de ruminação.
Então, sempre que o animal rumina, então o processo de ruminação, ele tem uma relação direta com a saúde desse animal. Ou seja, sempre que eu chego numa fazenda ou sempre que eu chego para avaliar, principalmente que a gente observa que esse animal não tem uma ruminação boa, tem grande chance desse bicho aqui desenvolver um processo de acidose e desenvolver um processo, né, metabólico, como a diarreia, alguma coisa assim. E como que a gente sabe disso?
O que que a gente vai avaliar dentro desse negócio? Uma coisa importante é quanto maior é a partícula de alimento. Então, lembrem sempre disso.
Quanto maior é a partícula de alimento, mais esse animal tende a ruminar. Então, isso sempre vai acontecer. Quanto mais, quanto maior for o alimento.
E aí lembrando sempre daquele tamanho, né, de mais ou menos 1. 18 mm lá, que é o tamanho do orifício, né, retículoal, mas esse animal tende de arruminar. Só que além do tamanho de partícula, é fundamental que a gente avalie o teor fdn e fda do alimento.
A gente chegou a comentar um pouco disso na aula passada, mas o que que a gente vai falar sobre esse conceito agora? Imagina que eu vou pegar minha amostra, então vou pegar meu alimento, tá? Vamos chamar aqui de amostra e vou submeter isso aqui ao laboratório, tá?
A gente não vai ficar perdendo tempo como é que faz essa rotina de análise, mas só para vocês entenderem como é que é o o processo dela. Que que eu vou fazer? Eu vou pegar essa amostra aqui e vou colocar ela em contato ou em reação com um negócio que a gente chama de detergente neutro.
Quando isso aqui acontecer, parte da amostra vai ficar e parte da amostra vai solubilizar, tá? Então vou chamar isso aqui, ó, de solubilização. Que que é essa solubilização, né?
Ela derreteu e a parte aqui ficou de resíduo, beleza? Ou seja, na prática, o que sobrou é a fibra insolúvel em detergente neutro. Concorda comigo?
Se eu peguei a amostra, botei ela nesse detergente, parte foi embora e parte ficou, o que ficou a gente chama de insolúvel. Isso aqui é o que a gente dá o nome de fd, tá? Essa solubilização vai acontecer e o que que vai tá aqui dentro?
o que a gente chama de conteúdo celular. Beleza? Na prática é assim.
Então, então eu tenho a célula vegetal, eu tenho a parede celular, que é essa parte de fora, e dentro conteúdo celular. Ou seja, quanto mais FDN, mais FDN, mais parede celular eu tenho. Beleza?
Essa FDN e essa parede celular tem uma relação direta com duas coisas. A primeira coisa é com o consumo e a segunda coisa é com a digestibilidade. Então o que que eu quero que vocês entendam dentro desse processo agora?
Quanto maior for o FDN, então, quanto maior for o FDN de um alimento, então, por exemplo, se eu pego um alimento lá que ele tenha, sei lá, 60% de FDN, isso significa para mim que o consumo desse alimento vai ser menor. Então, esse é um ponto importante que eu quero destacar para vocês. Toda vez que o alimento tem alto FDN, significa que o consumo vai ser menor.
Por que que isso acontece? Porque aquele alimento ele vai ficar ocupando espaço lá dentro do rumen, né? Vamos entender uma coisa simples aqui.
Quanto maior é o teor de FDN, significa que tem muita celulose, ou seja, tem muita parede celular. Essa parede celular é de difícil degradação. Ela não é tão fácil a degradação daquele processo.
Automaticamente ela fica muito tempo ali dentro. Como ela fica muito tempo dentro do room, vocês concordam comigo que isso vai demorar mais a digerir. Se demora mais a digerir, menos o animal vai comer de novo, diminui o consumo de alimento daquele negócio.
Só que parte desse FDN, peraí deixa eu paro de compartilhar de novo essa bomba. Vocês estão vendo a tela aí? Mudar de novo ou não?
Parou. Sim ou não? Tão vendo?
A minha parou em consumo versus digestibilidade. Pois é, então parou. Pera aí.
Escrever para achar isso mais fácil que aqui. Pera aí. Bomba dessa internet do Y.
Tá dando certão. Pera aí, Hugo. Oi.
No caso, o maior consumo de fibra ajuda então aí nessa saúde, na motilidade intestinal, é justamente por conta do que você falou lá, que compensa por ter não ser tão bem digerido para mais fibra lá no intestino e junta mais água. mais água. Porque lembra que você falou que quando tem muito eh soluto no intestino, no caso vai eh puxa mais água lá pra luz intestinal, né?
Uhum. Então, no caso, quanto mais fibra o animal come, se ela não é tão bem digerida, ela vai parar, não vai ser tão bem absorvida no intestino delgado e vai passar mais pro intestino grosso, aí por isso que ajuda? Sim.
Não, pera aí que é isso que eu vou explicar agora que meu trem parou de funcionar aqui. Pera aí. É isso que eu vou explicar agora.
Pera aí. Aguenta aí rapidão. Gente do céu.
Meu trem que hoje tá tudo zangado. Pera aí, deixa eu abrir o Word. Tem dia o povo fala que nós temos que dar essa parte dessa matéria online, mas não dá internet para não tanta não.
Dois tem lá de cá. Pera aí, deixa eu abrir aqui. Pera aí, pera aí que agora vai ficar claro para vocês entenderem.
Eu vou vou vou ter que escrever, né? Mas aí vocês vão vocês vão vendo. Qualquer coisa vocês me perguntam aqui.
Tão vendo o Word, né? Sim, sim. Então tá.
Então vamos lá. Então vamos voltar de novo. Quanto maior for o FDN, então quanto maior for o FDN, botou bem especificadinho.
Isso aqui é a última parte vocês conseguirem entender. Quanto maior o FDN, mais espaço, vamos chamar assim, ó, mais espaço ocupa dentro do Rumen, porque tem mais parede celular. consequentemente menor é o consumo daquele alimento.
Então esse é o primeiro ponto. Só que o que que a gente tem que entender? Eu acho que vai isso em cima do que que você falou agora, Gabriel, o que que tá dentro do FDN, né?
O que, vamos chamar assim, ó. O que é o FDN? O FDN é quando eu tiro o conteúdo celular, então fica parede celular.
Então aqui dentro eu tenho celulose, hemicelulose, lignina e cílica. Lembra desses quatro componentes, tá? Claro que eu tenho outras coisas envolvidas, mas o foco aqui agora para facilitar a vida de vocês é vocês entenderem que tem esse negócio.
Só que você concorda comigo que a celulose e a celulose elas conseguem ser aproveitadas pelo ruminante? Então pensa o seguinte, se eu fizesse só a análise de FDN, automaticamente eu ia perder valor nutritivo daquele componente. Por quê?
Celulose e mcelulose podem ser digeridas pelo rumen, vamos dizer assim, né? Pela microbiota ruminal. Microbiota ruminal.
Então pensa comigo, só o FDN quer dizer muita coisa. Então, para mim, quanto a digestibilidade, o FDN ele vai est relacionado com o consumo. Por quê?
Se o alimento tem muito FDN, significa que ele tem muita celulose e hemicelulose. Se ele tem muita celulose e hemicelulose, automaticamente a digestão é mais demorada. Se a digestão é mais demorada, então consequentemente o consumo vai reduzir, porque o animal demora mais tempo para voltar a comer aquele negócio.
Só que com o tempo essa celulose e essa semelulose conseguem ser digeridas. Então, a turma criou uma outra análise que é o FDA, que é a fibra em detergente ácido. Então, vamos entender o negócio.
O FDN, eu peguei a amostra e submeti a um detergente neutro. Que que eu vou fazer agora? Eu vou pegar a minha amostra e vou submeter a um detergente ácido.
FDN eu botei no detergente neutro. fda eu vou submeter a um detergente ácido. Quando eu colocar essa amostra no detergente ácido, vai solubilizar conteúdo celular e também a mcelulose.
Então, vamos entender um negócio. Detergente neutro, conteúdo celular vai embora. Detergente ácido vai embora conteúdo celular e m celulose.
Como que eu descubro então o quanto de m celulose que tem na minha amostra? É só eu fazer o resíduo do FDA menos o resíduo do FDN. Todo mundo consegue entender isso, né?
Só que você concorda comigo que esses componentes aqui, ó, ah, vamos colocar assim, ó. Ainda sobrou celulose que é digerida pela microbiota ruminal. Ela demora mais tempo, mas ela ainda é digerida.
Então o que que eu vou fazer? Eu vou pegar o resíduo daquela amostra e vou submeter a um ácido sulfúrico. Quando eu fizer isso, eu vou solubilizar a celulose.
Então, vamos entender um negócio. A análise de fibra ou análise de FDN e FDA é uma análise que a gente dá o nome dela de análise de Vanost, tá? foi o cara que descobriu isso aqui.
Então, o que que é a análise de vance? É o sistema de detergentes para a análise da fibra. Por quê?
Se eu tô trabalhando com o monogástrico, tá tudo certo. Porque se eu tiver trabalhando com monogástrico, se eu determinar quanto que ele tem de fibra, ele não consegue aproveitar a celulose mesmo. Mas o que que eu vou fazer?
Se eu submeter uma amostra, por exemplo, a um teu, a a um sistema de detergentes, eu consigo quantificar quanto que eu tenho de cada componente. Então, vamos entender um negócio. No fidn, vamos dizer, dá se o nome, que é a fibra insolúvel.
em detergente neutro vai sobrar o quê? Sobrar a celulose, hemicelulose, lignina e sílica. Beleza?
No resíduo final do FDA, que envolve toda aquela análise, vocês dizendo que ela é uma análise mais completa, vai sobrar somente a lignina e a sílica. Então, vamos entender o negócio. Se eu tenho um alimento com alto FDM e baixo FDA, o consumo é mais lento, mas a digestibilidade é razoável, vamos chamar assim, porque vocês concordam comigo que o alto FDN limita o consumo porque isso fica ocupando muito espaço dentro do homem.
Só que se ela tem baixa FDA, significa que ela não tem muita lignina e cílica, porque vocês lembram, né? Lignina e sílica são indestíveis para os animais. Eu não tenho enzima para atacar esses dois caras.
Ou seja, se sobrar muito FDA, automaticamente o meu animal não vai aproveitar. Agora, se eu tenho um alto FDN e um baixo FDA, vai demorar mais tempo para comer. Só que em contrapartida, uma hora vai digerir.
Se eu tiver um alto FDN e um alto FDA, você concorda que o consumo é mais baixo, né? É menor, vamos chamar assim, né? Para ficar mais fácil.
E a digestibilidade, digestibilidade é ruim. Entendido isso aí? Vamos botar um exemplo.
Todo mundo conseguiu compreender isso aqui? Se não fala que aí a gente volta para trás. Era ia ficar melhor se a gente tivesse desenhando aqui, né?
Mas o trem deu pau. Qualquer coisa depois eu faço um, eu gravo um vídeo e coloco lá também para vocês. Beleza?
Então vamos lá. Exemplo de alimento assim, silagem de milho. Se eu pegar a silagem de milho, ela vai ter lá seus 60, 55% de FDN e ela vai ter seu lá 2, 3% de FDA, mas é um alimento que eu consigo digerir, é um alimento bom.
Agora, se eu tiver, por exemplo, qual é o exemplo de um alimento com alto fdn e alto fda? O bagaço de cana em natura. Pensa comigo, para que que eu uso a silagem de milho?
Para produzir, produzir leite, produzir carne, barato, né? Do ponto de vista nutritivo, é um é um alimento de bom valor nutritivo para que? E aí pensa comigo, o animal aproveita.
Então vamos botar aqui, ó, digestibilidade total. digestibilidade total de 80%. Beleza?
Que é a silar milha. Se eu pensar no bagagem de cana, a digestibilidade total do bagaço de cana. Que que é o bagagem de cana?
Eu peguei a cana, espremi ela, prensei ela, tirei todo o caldo, levei o caldo para fazer álcool, fazer açúcar, sobrou só aquele bagaço. A digestibilidade da cana de do bagagem de cana, ele é de menos de 10%. Menor, botar 15 aqui, porque dependendo do tratamento, ela pode melhorar.
Pensem comigo, quais são as Quais são as situações que eu vou usar esse tipo de alimento na dieta? Que que vocês acham? Quem já viu bagaço de cana numa dieta de animal aí?
Qual que é o tipo de animal ou qual que é o tipo de dieta que eu boto esse alimento na ração do bicho sabendo que ele não aproveita quase nada? Fala comigo. Chuta um aí.
Chuta. Quem alguém, quem acertar, eu dou mais, dou um ponto na prova. Vou até anotar o nome.
Pode errar agora. Que tipo de dieta que eu vou usar esse tipo de alimento, ó. Para que que eu quero esse alimento?
Ninguém. Ó, fêmea prem não pensa na categoria, pensa em qual tipo de dieta. Serve para fêmea prem também, mas qual que é o tipo de ração?
Pensa comigo, ó, turma, que tipo de ração que eu vou fazer na fazenda que eu vou botar um troço lá na dieta que aproveita quase nada. Para que que eu quero isso? Que que vocês acham?
Ninguém, todo mundo vai perder o pontinho de grátis. Só perdeu. Vou falar um negócio para vocês.
Que que acontece com esse alimento aqui dentro do rumen? Você concorda comigo que esse cara vai ficar dentro do rumen muito tempo? Como ele não consegue ser digerido e ele tem um alto FDN, você concorda comigo que a capacidade de digestão dele é baixa e ele ocupa muito espaço.
Se a digestibilidade é baixa e ele ocupa muito espaço, qual que é a capacidade de ruminação desse alimento aqui? É alta. Então, pensa comigo.
Vou diminuir aqui, ó. Uma dieta de alto grão, por exemplo, com 60% de milho, tem grandes chances de desenvolver a acidose. Vocês concordam?
Por que que ela tem grande chance de desenvolver acidos? Porque eu tenho muito alimento que não promove ruminação e além disso eu tenho um alimento de altíssimo valor nutrití que fermenta muito rápido. Beleza?
Então, ou seja, tem grande chances desse animal desenvolver acidose. Se eu colocar 10% de bagaço de cana na dieta desse animal, esse bagaço de cana vai ficar lá dentro do rumen, não vai ser digerido, ou seja, vai ficar lá dentro só ocupando espaço, mas ele vai promover ruminação. Ou seja, essa dieta aqui, ó, que tem grande chance dela matar meu animal, porque ela tem muito milho.
A partir de agora eu reduzi isso, ou seja, eu aumento o que chamamos de fibra fisicamente efetiva. Entenderam esse negócio? Então, por que que muitas vezes vocês vão visitar um confinamento, vão fazer estágio, vão andar lá, vão falar: "O cara tá usando um alimento muito ruim, que é um alimento, por exemplo, que é o bagaço de cana.
Muitas vezes esse bagaço de cana, ele tem uma vantagem que a vantagem dele é justamente promover a ruminação. Quanto mais ruminação ele consegue promover, automaticamente ele melhora a diminui, né, a chance de eu desenvolver a acidose. Entendido isso ou não?
Sim ou não? Para eu passar para outra parte. Alguém quer perguntar alguma coisa?
Não. Então vamos lá passar paraa outra parte aqui. Você concorda comigo então que o a efetividade da fibra, ou seja, quanto que ela consegue promover de ruminação, ela vai depender de dois fatores.
O primeiro fator é claro, vamos pensar, né? Primeiro não, um dos fatores é o valor nutritivo. Se a minha planta tem muito FDA, teoricamente ela tende a promover mais ruminação, porque a digestibilidade é menor.
Só que o fator que mais impacta nisso não é o teor de FDN, o teor de FDA, mas é a moagem daquele alimento. Então, vamos entender uma coisa aqui, ó. Imagine a mesmo alimento, tá vendo?
Então aqui, ó, feno de graminha, silagem de grama, silagem de milho, feno de alfafa e silagem de alfato. Se eu tenho um feno, por exemplo, picado longo, ou seja, com fibra longa, a efetividade dele é de 100%. Que que isso quer dizer?
Na prática, praticamente 100% daquele alimento ou daquela fibra promove ruminação. Só que se eu for lá, por exemplo, e moer esse feno, então, apesar desse feno ter um valor de FDN, FDA muito alto, como eu ele muito pequeno, ó, 0,15 a 0,25 cm, automaticamente a efetividade da fibra diminuiu. Conseguem entender essa relação?
Ou seja, para eu mexer na efetividade de um alimento ou na efetividade física daquele alimento, basta eu mexer no tamanho de partícula. Se eu tenho, por exemplo, então uma dieta que eu tenho uma silagem de milho muito boa, mas eu pico ela de forma errada, vocês vão aprender lá na forragem que eu perco também dentro do silo, né? O buraco do silo lá no meu silo vira problema.
Mas o outro problema tá aqui, ó. Você tá contando que esse animal vai ruminar e na verdade ele não consegue ruminar. Eu tenho problema para isso aqui acontecer.
E aí, pra gente finalizar, eh, eu vou finalizar essa parte por aqui, porque como não tá dando para desenhar, aí acabar aqui, eu vou gravar um vídeo aqui, vou subir lá junto para vocês entenderem esse processo. Existem estudos, né, que mostram qual que é o valor mínimo, né, ou quanto que eu preciso colocar de fibra e efetiva na dieta de bovinos. Isso é muito variável, né?
ou ele varia em função de um monte de coisa, mas tudo indica, né, todos os estudos mostram pra gente que principalmente para bovinos de corte, somente para bovin de corte, né, ou minantes de corte, o teor mínimo de fibra fisicamente efetiva na dieta, ela tem que ser de 15%. mais ou menos esse valor. Então, quando eu trabalho lá, né, a gente não vai ver isso aqui, a gente vai ver isso quem quiser trabalhar, né, numa optativa que a gente tem, que é optativa de formulação, mas lá na hora de avaliar a dieta do bicho, eu vou lá e olho quanto que ele tem de fibra fisicamente efetiva.
Se ele tem 15%, tá OK. Mas você concorda comigo que isso não pode ser avaliado de forma isolada? Por quê?
Esse teor de FDN, isso aqui é determinado em laboratório. Se eu tenho, por exemplo, que o meu vagão vai lá e quebra demais o material, automaticamente eu perco valor nutritivo. Se eu perco o valor nutrio, se eu se eu diminuo o tamanho de partícula, automaticamente vai alterar isso aqui.
Ou seja, pra gente conseguir controlar realmente o que tá acontecendo no campo, eu vou precisar que isso aqui esteja muito bem definido com a turma da fazenda. Senão a gente começa a ter um monte de problema. Entendido isso aí, turma?
Sim ou não? Captaram toda a parte de de carboidratos para ruminantes? Então, a gente termina aqui.
Eu vou fazer um vídeo agora em função desse negócio aqui. Eu quero fazer desenhando para vocês conseguirem entender. Eu vou gravar ele aí eu subo lá.
Que é justamente isso aqui, ó. O que que é o o ou onde que tá o grande gargalo da nutrição de ruminante, né? Fala que a gente vai ver isso melhor depois, vai ver melhor isso quando a gente tiver integrando todo o metabolismo.
Mas tá entender que tudo que acontece aqui ele vai impactar em todo o corpo do animal e principalmente se eu não regular bem esse rumen, eu perco esse animal, esse animal morre. Então hoje o grande processo, né, ou grande coisa que vocês precisam entender do carboidrato ou do metabolismo de carboidrato para ruminante é entender que apesar dele ser o componente mais que impacta na dieta, ele também pode ser o resultado. Ele vai ser também o que impacta em ganhar ou perder dentro do processo, tanto produtivo de dinheiro quanto de saúde.
Se você erra nesse manejo produtivo, você vai ter problema. Entendido isso aí? Sim ou não?
Dúvidas? Sim, senhor. Eu fazer minha chamada aqui.
Fazer não, né? Vou mandar minha chamada para vocês. Acabar aqui, eu vou vou ver se eu consigo uma internet melhor ali na outra sala.
Já vou gravar o vídeo, vou subir lá no Moodle, que é para dar uma explicação para vocês. Esse negócio aqui, pera aí, deixa eu mandar minha lista de presença. Rapidinho, viu?
vocês preenchem, eu já vou fechar posição. Mandei, turma, lista de presença tá aí no chat. C chat, tá?
Ó, quem tiver dúvida amanhã de tarde, quem precisar tirar dúvida, qualquer coisa pode me procurar aqui. Eh, quem quiser marcar um outro horário, né, paraa semana que vem a gente consegue agendar e eu vou ver certinho aqui o negócio do horário para ver se a gente consegue mudar aí o dia e aí eu mando pro Eduarda, vocês decidem aí e me falam, tá bom? Então, falou, tá bom?
Então, tchau. Tchau.