[Música] Queridos irmãos, nós vamos falar um pouquinho com toda a irmandade sobre um fato que ocorre já historicamente de muitos anos no meio da nossa irmandade, que é baixa frequência na leitura da Bíblia Sagrada. As pessoas que o Senhor chama gostam de ter uma Bíblia. Tem irmãos que gostam de ter bíblias de diversos tamanhos.
Às vezes em casa, na sala deixo uma Bíblia aberta num capítulo que fale com com a situação que a pessoa vive. Tudo isto é um bom desejo e é um respeito também por este livro que é sagrado. Al palavra de Deus.
Mas com respeito à dedicação à leitura da Bíblia é que ficou difícil. São poucas pessoas que se dedicam em ler a escritura, pegar a Bíblia e ler. A maioria tem a Bíblia na mão, mas não lê.
Não dá tempo. Quando tem tempo não consegue ler e o tempo não espera. Quando vê lá, se foi o dia e não consegue.
Para todo mundo é assim. vem aqui na casa do Senhor mais cedo, poderia até ler alguma coisa da Escritura, mas chega até que hora que conversa com alguém, abre a Bíblia, quando começa a ler, já a orquestra tá afinando, já perde o foco. Então é uma leitura de costume se que não produz nada, não grava nada.
Fez uma leitura superficial. A leitura que nós recomendamos da Bíblia, irmãos, não é uma leitura superficial de costume, é uma leitura que seja feita com atenção para que aquilo que se lê se fixe na nossa memória, porque sempre tem espaço na memória para registrar as coisas que nós queremos. Isto aí é só acostumar a fazer um pouquinho de esforço, ler com atenção voltas e pros irmãos ver como é que a gente lê tudo mal lido.
A gente pega uma folha da Bíblia e lê um capítulo qualquer. Quando terminou, volta lá no começo para ler outra vez. Esqueceu tudo.
Dá impressão que é a primeira vez que nós estamos lendo. Porque não absorveu o cérebro, não, não absorveu o conteúdo daquelas palavras. Então é necessário ler atentamente, procurar saber o porquê daquele assunto, por que está escrito daquele jeito, porque o apóstolo, o Senhor recomendou daquela maneira, leia outra vez, volta mais atrás, leia de novo.
Fazendo isso, você vai concluir, não, ele ele está ensinando porque a pessoa praticou isso, praticou aquilo e assim por diante. Então, é uma repreensão para alguém, mas que serve de exemplo para nós. Então ali nós aprendemos alguma coisa.
Isso quando lê, mas o problema é que a gente não lê. Não há tempo de ler, não há vontade. Porque quando historicamente é assim, pegou um livro grosso, acaba o ânimo de ler.
Dá para uma pessoa um livrinho fininho de de 5 mm de espessura de letra grande, mas é gostoso. Já é igual gibi. Quando a criançada lia era gostoso porque pegava que pronto, terminou.
lia de novo, terminou e prestava atenção. Agora, a Bíblia ela é grossa, tem muitas folhas, letra miúda, todo juntinho, então requer de nós um pouquinho mais de esforço. E os assuntos não são assuntos que atraem, são assuntos que mostram realidades da vida, de modo que precisa ler, mas nós gostamos de ler e somos conhecidos como crentes que são contra a leitura da Bíblia.
Sempre foi assim. Deus deu graça, irmãos, de escrever uma carta e ler perante a irmandade que trata sobre o dever de examinar as escrituras. Caros irmãos, a paz de Deus.
Diante dos questionamentos que têm surgido entre o ministério e a cara irmandade, quanto ao estudo das escrituras sagradas, é considerado que tais questões têm gerado opiniões divergentes. O conselho de anciães em oração diante de Deus entende ser oportuno oferecer um esclarecimento doutrinário. Com base nas Santas Escrituras e firmados na sã doutrina, buscamos apresentar reflexão sobre os significativos dos termos estudo e exame no contexto da Escritura, compreensão e aplicação da palavra de Deus, com o objetivo de epidificar, orientar e preservar a comunhão e a simplicidade do Evangelho entre os servos do ministério.
Deixou-nos o Senhor Jesus o esclarecimento substancial quando disse: "Eraiis não conhecendo as escrituras, nem o poder de Deus". Mateus 22 verso 29. Constata-se, com zelo e discernimento que há, em determinados contextos, uma crescente polarização.
De um lado, os que rejeitam o conhecimento bíblico. De outro, os que, com preferência e reverência buscam aprofundar-se na palavra para melhor exercerem o ministério e a edificação à igreja. Torna-se, portanto, necessário um procedimento que promova a unidade, dissipe dúvidas e reforme, reafirme a centralidade da Escritura como fundamento da fé e prática cristã.
O termo estudo de origem latina denota aplicação diligente, zelo e esforço. No contexto cristão, estudar a Bíblia Sagrada é dedicar-se com humildade à leitura e a meditação das palavras, buscando o crescimento do Evangelho, como nos orientou carta escrita pelo apóstolo Paulo na sua segunda carta, capítulo 3, verso 18. Antes, crescei na graça e conhecimento que de nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo.
A ele seja dada a glória, assim agora como no dia da eternidade. Amém. Esse empenho inclui compreender o lado sagrado em seu contexto, reconhecendo os interlocutores, as circunstâncias e a intenção do autor inspirado, para que a mensagem chega corretamente, seja corretamente interpretada e fielmente pronunciada ou anunciada mais profundamente.
A escritura emprega o verbo examinar, como apenas em em Atos 17, no verso 11, referindo-se aos crentes de Bereia, que estes foram mais nobres dos que os outros que estiveram em Tessalônica, porque de bom grado receberam a palavra, examinando cada dia as escrituras se estas coisas eram assim. Então, os irmãos de Bereia, eles recebiam o evangelho, o anúncio na palavra, só que eles pegavam a escritura que eles tinham, examinava para ver se tava de conformidade ao que estava escrito. O termo grego traduzido como examinar significa investigar com rigor, discernir criteriosamente e julgar com profundidade.
Não se fala apenas de um esforço intelectual, mas de um gesto de submissão espiritual, discernindo o texto lido à luz da do Espírito Santo. que, irmãos, estou aqui está falando da pessoa examinar, mas não é examinar como se estivesse fazendo exame crítico, não. É examinar criteriosamente, buscando conhecer a direção, qual é a finalidade daquela escritura para que as pessoas melhorassem os seus caminhos.
Assim, quanto estudar é aplicar-se ao conhecimento, examinar é subtrair, submeter todas as coisas, as a prova da palavra, reconhecendo-a como autoridade super suprema e inerente. A demonestação da de Paulo aos Coríntios é clara para que bem nós aprendamos a não ir além do que está escrito, não nos ensobermecendo a favor de uns contra outro. Este princípio orienta a nossa irmandade de forma a interpretar os textos bíblicos no sentido das palavras.
Nada se deve acrescentar revelação divina, tampouco se pode negligenciá-la. Portanto, o estudo reverente e o exame criterioso da palavra são instrumentos santos, santificados pelo Espírito, para que o obreiro maneje bem a palavra da verdade. Rejeita-se à luz das Escrituras a ideia de que o estudo bíblico esfria o crente.
O contrário, o verdadeiro reconhecimento, o verdadeiro conhecimento aquece o coração, como ocorreu no caminho de Maú. A prática da exposição clara da palavra já era realizada nos dias de Esdras eem Neemias, como regista Neemias no capítulo 8 verso 8. E leram no livro da lei de Deus a declaração e explicação, explicando o sentido, faziam que lendo se entendesse.
Essa prática demonstrava pelo pela interpretação correta e pela edificação do povo, esclarecendo, contudo, o estado a que nos enfermos deve ser focado exclusivamente no na Bíblia Sagrada. sem buscar autores, publicações, trabalhos ou pregadores, pensadores das escrituras. O senhor repreendeu a negligência do ao conhecimento.
O Senhor não aceitou aqueles que negligenciavam o conhecimento da palavra. O meu povo foi destruído porque lhe faltou conhecimento, escrito em Oséias. Entretanto, salientamos que o conhecimento sem a santificação, é mero saber intelector e não transforma a pessoa, mas promove o milagre do novo nascimento.
A fé vem pelo ouvir e ouvir pela palavra de Deus. O ministério é chamado a o mesmo o ministério é chamado a pregar com fidelidade, com doutrina e paciência. A manifestação profética, sendo dom precioso, não se pode não se opõe à exposição das Escrituras, pois é o mesmo espírito que opera em todos.
Assim exortamos os estimados irmãos, a que se ponha a fim posicionamento os extremos que desprezam o estudo bíblico. Tais controvérsias não edificam antes de vide que nosso santo ministério com sabedoria e discernimento, utilize com gratidão os recursos piedosos que o Senhor tem concedido para o fiel cumprimento do seu me chamado. Que a palavra seja lida com oração, examinada com reverência e pregada com fidelidade para a glória de Deus e edificação do seu povo.
Vossos irmãos em Cristo, conselho dos anciães mais antigos. Termina aqui, irmãos.