Faz três anos que a gente fez uma entrevista muito bacana aqui no Portal Gasolina com Flávio Bressan. Naquela época, eu estava adquirindo uma Himalayan 411, tinha acabado de adquirir uma Himalayan 411, por culpa do Bressan, porque eu fiquei vendo os vídeos dele, e tá, não é culpa só dele, 100% dele, tem 50% que é dele e 50% da Noreli, Itch Boots, e a gente fez uma entrevista com o Bressan, que deu uma repercussão enorme aqui no canal, mais de 20 mil views, assim, com a galera comentando, foi bem bacana, acredito que tenha sido até o vídeo mais visto do canal até então, né, e daí a Royal Enfield trouxe uma nova Himalayan, a gente não fez o review dela, propriamente, porque a 450 nós não adquirimos, em contrapartida, o Bressan adquiriu a moto, e não só isso, ele pegou a moto e levou ela pra Transamazônica e mais pra um monte de rolê, e nada mais justo do que então a gente perguntar pra ele qual que é a opinião dele em relação a essa moto. Bressan, seus vídeos sobre a Royal Enfield são referência aqui no Brasil.
Himalayan 411, Himalaya 450, Classic, Meteor, Super Meteor, Guerrilha, eu acho que você já pilotou todas as Royal Enfield que a gente tem em território nacional, não é mesmo? Quantos anos de estrada com a Royal Enfield e o que te mantém fiel a essa marca, mesmo com o surgimento de concorrentes, minha querida Triumph mesmo, tem motos aí que, vamos dizer assim, podem ser concorrentes da Royal Enfield, mas então são quantos anos com a marca e por que essa fidelidade com essa marca, ainda com o surgimento das concorrentes? Top demais essa pergunta aí, nunca tinha parado pra refletir sobre esse ponto.
Basicamente, 2011, curiosidade de ver a Classic 500 sendo testada no Brasil, atiçou essa vontade de conhecer o que era isso, né? Surpresa de saber que a marca estava viva, nossos livros aí falavam que a Royal tinha morrido nos anos 70, né? A partir da hora que eu vi a moto viva ali, funcionando, sendo testada no Brasil, aí já deu um desejo, né, de possuir esse dinossaurinho motociclístico, apoiar a ressurreição da marca, né, histórica, pioneira, todo esse legado, essa herança aí, uma marca que já foi a maior do mundo na época dela, né, e teve várias inovações, né, como, por exemplo, a famosa aí, a suspensão traseira, né, o amortecedor, a balança traseira que levou a vencer campeonatos de off-road naquela época pós-guerra ali, 1948, 1950 e tal.
Mas o principal que me mantém, né, até hoje, basicamente é o custo-benefício, né, galera? Eu já tive motos grandes, fazia as mesmas loucuras de viagens longas, off-road, revisões profundas, né, como eu já expliquei muitas vezes no canal, devido às atividades do motoclube, estradeiro e morar bem longe dos meus pais, né, então eu preciso estar com a moto sempre na mão, por isso que eu faço as revisões monster. Fiz muita viagem, muita aventura, on e off, com a Classic, com a GT 535, de uma área bem mais ousada, né, porque a moto é pra off-road, e mesmo assim as motos atenderam muito bem a expectativa, né, contra todas as apostas, cumpriram a missão sem explodir meu orçamento, então se fosse pra me citar um motivo de estar na marca ainda, com certeza é o custo-benefício.
A Himalayan 450 veio como um salto, motor Sherpa, motor novo, da Royal Enfield, refrigerada líquido, o dobro da cavalagem, painel em TFT e outras tractanas. Na sua visão, qual a proposta dessa moto pro aventureiro brasileiro, pra que tipo de pessoa é essa moto, e como que, pra você, ela representa uma evolução da 411 ou é uma moto completamente diferente, não tem nada a ver uma moto com a outra? Realmente, realmente, ela é outra moto totalmente diferente, a única coisa igual é o nome, e a medida do pneu dianteiro, só a medida, porque o modelo do pneu é diferente também.
Eu tenho brincado nos encontros, né, de motociclistas aí, que é como comparar um Fusca com um Gol GTI, é o mesmo fabricante, mas é totalmente diferente. Eu entendo que a proposta dela é uma moto versátil, né, que topa muito bem o nosso uso misto da cidade, viagens de asfalto e aventuras off-road, ela faz tudo e faz de uma forma equilibrada, faz bem feito, roda bem no corredor, no trânsito urbano tem agilidade, sabendo tocar, também é econômico, no asfalto, permite aí a velocidade cruzeiro decente, né, com folga para ultrapassagens seguras, com capacidade de carga para levar muita coisa e a suspensão bem confortável, bem adequada. Na terra então, não faz feio não, permite boas aventuras para todos, sem ser a risca ao iniciante.
Então, para quem é a moto, quem seria o público-alvo? O público que precisa de uma moto para resolver tudo e não se limita. Onde ele quer ir, a moto vai.
Mas olha, ela não te transforma no Paul Tarrés, né, o campeão espanhol de trial, técnica e domínio do equipamento vem com o treino. Bom, a Himalaia 450 parece mais robusta que a 411, suspensão diferenciada, chassi reforçado, mas na prática, ela aguenta o tranco das estradas brasileiras, do asfalto ruim ao off-road na lama ou é só o visual que é mais parruda? Aguenta.
Felizmente, eu pude colocar ela em diversas situações difíceis, né, com vários tombos acontecendo e vimos tudo continuar funcionando, sem complicação, caí dentro de um rio gelado lá no Rio Grande do Sul, no Paço do Oeste, o acelerador eletrônico não foi afetado, rodei 2. 400km na poeira lá da Amazônia, entrou sujeira na injeção, o motor continua firme, forte, bom novo, tá, não deu impacto nenhum, os piscas nesses tombos todos não quebraram, né, pois eles já vêm flexíveis de fábrica, alguns parafusos afrouxaram, expliquei tudo lá nos vídeos dos problemas da viagem amazônica, botei a suspensão para gemer na buraqueira, nas pedras, na costela de vaca e tá lá tudo funcionando com 40. 000km aí sem falhas.
Mesmo a quilometragem na minha primeira 411, eu já tinha quebrado o motor, amortecedor traseiro, carcaça do farol, mas claro, infelizmente tem, né, a galera azarada que cai na garagem e quebra o manete, quebra uma lâmpada, fura pneu, rasga o banco, ele tem que ir em uma roda e a bateria arria, né, então cada um tem seu uso, cada um tem seus problemas, seus dilemas, né, eu tô moendo a moto e ela tá me aguentando, então eu não posso detonar a moto porque cai um parafusinho de vez em quando, né, nem quebrou o raio, nada, não tive problema nenhum. Recentemente, primeiro probleminha, bomba de gasolina afetada por gasolina adulterada com solvente, eu nem considerei isso um problema da moto, não a levei na concessionária, não acionei garantia, arranjei uma bomba compatível, depois eu vou fazer um vídeo explicando sobre esse detalhe e botei e tá funcionando, então muito cuidado aí porque gasolina adulterada não é problema da moto, né, galera, não é do nosso país. A 411 tinha fama de alguns defeitos crônicos, aliás, toda moto tem um especialista para dizer que ela tem um defeito crônico, né, toda moto.
A 450, depois de alguns meses aí na rua, já tem gerado um bafafá, problemas no TFT, uma quebra de parafuso ali ou pra lá, suspensão que deu problema. Bressan, desse bafafá todo, o que é mito e o que é em decorrência do próprio usuário, ou seja, do mau uso da moto, do cara que não entende a proposta da moto, não entende aquilo que a moto foi feita ou sequer leu o manual do usuário, né, vamos dizer assim. E o que realmente, a seu ver, tem sido um defeito nessa moto, que pode ser melhorado pela Fábio.
Ah, tu vê, uma pergunta puxou a outra, né. Eu tô em três grupos de Himalayan 450, fora os outros 167 grupos de horror que eu participo, todos os modelos e tal, de todos os estados do Brasil também, tô sempre em contato com a galera. Isso me deixa doido, né, pra acompanhar todos os papos e tal, mas é importante justamente pra isso, pra acompanhar as situações e ajudar onde eu puder, né, com a minha experiência e tal, que eu vou compartilhando aí o que eu aprendi pelo caminho.
A 450, ela trouxe aí um ciclo inicial de falhas de montagem, coisa que vimos rapidamente ser identificada a causa e sanada na fábrica. A tampinha do radiador frouxa, arranhões no aro da tubeless, alguns fios e cabos passando pelo lado errado, também vimos a falha de alguns amortecedores, né, chegar e ser atendida em garantia, mas nunca na velocidade que a gente quer, né. Agora a gente está vendo uma questão aí de um alarme na tela, uma mensagem de erro, APS, que é a sigla do acelerador eletrônico, que ninguém sabe a causa ainda, a empresa, né, tem trocado o acelerador, alguns casos resolve, outros não, então tem aí uma especulação sobre várias hipóteses de outras causas que não só fisicamente apeçam, né, e claro que isso tem a discussão sobre a disponibilidade das peças, então o acelerador eletrônico já tem alguma disponibilidade porque é uma coisa que está acontecendo além do normal, mas claro, outras peças de baixo giro que não tem uma expectativa de consumo, não vai ter na concessionária, embora eles divulguem, né, que tem 90% do inventário aqui no Brasil, sempre vai ter uma pecinha, né, desses 10% aí, que está na Índia e vai levar 3 meses para chegar, então a briga de disponibilidade não é fácil, né, de peças.
Tem alguns casos do coxim do guidom que estragou rápido, espelho que afrouxa, alguma luz de injeção acendendo, eu citei a minha bomba de gasolina que falhou, teve outras, né, mas aí tem um mundo de discussão sobre gasolina, sensores, apoliticagem e tal. Muita gente se assusta quando a luz da injeção acende, o manual fala para rebocar e levar na concessionária, nem tudo é assim, se o motor está funcionando, não está falhando, toca o pau, segue adiante, às vezes é um alerta, né, é um alarme falso porque passou ali alguma coisa errada no sensor, né, na sonda lambda e tal, e logo isso se resolve sozinho, dá para resetar, tem várias formas de fazer, mas assim, acendeu a luz da injeção, o motor não está falhando, eu ignoro. O que tem de mais anormal e grave, né, a gente sabe que dois motores foram trocados em garantia por falha de fabricação, isso deu um abafo aí, a gente não sabe bem qual foi a causa, tá, pelo relato do dono, né, um tinha um ruído muito excessivo, bem anormal, e o outro vazava água da refrigeração para dentro do motor, então é algum problema de construção interna lá e tal, e a turma foi atendida em garantia, deixou a moto lá, lógico que ficou esperando meses, né, mas foi resolvido.
Da parte do usuário, cara, que você perguntou, aí é o de sempre, né, tem bagageiro quebrado, é, o cara fala que não foi excesso de peso, mas fica essa dúvida sempre, né, como é que quebra um bagageiro de duas, três motos e oito mil motos não quebram, é a velha discussão, limite de peso, margem de segurança, os caras querem botar baú de cem litros na moto para carregar dois elefantes, né, não precisa, né, a gente tem a orientação sobre o reforço do bagageiro, toda aquela questão estrutural, mas como eu não faço vídeo sensacionalista, isso se perde, fica lá perdido no meu canal, galera não assiste, depois que quebra que vai descobrir, né, então veja que tem defeitinhos, né, mas coisa grave, alarmante, é, difícil, ainda não vimos nada do outro mundo assim, tá, o que poderia ser melhorado, conforto do banco, navegador de mapa no painel lá, dá umas travadinhas, precisa da tela do celular aberta quando tá em uso, marcador de combustível podia ser mais preciso, né, usar porcas travantes em vários pontos do chassi, são detalhes, né, não matam a moto, mas o principal é aumentar a disponibilidade de peça no Brasil, isso ainda tá devendo, certo? Eu acho que, sei lá, nove entre dez pessoas que me pedem conselho, tanto no canal como pessoalmente sobre compra de moto, a grande pergunta é o pós-venda, nós aqui no canal também já tivemos a nossa passagem pelo pós-venda da Royal Enfield, aí você como comprador, você é um cara que tem motos da marca, você tem ficado na mão ou você consegue encontrar peças de reposição, as peças, vamos dizer assim também, os consumíveis, né, porque, ok, 411, as motos mais antigas da Royal, você já encontra até pastilhas de freio e coisas assim no mercado, como é que tá essa coisa do pós-venda em relação ao Himalayan 450, tá tranquilo? É, rapaz, o pessoal pergunta muito aí pós -venda, né, e varia demais, é um enorme quebra-cabeça, varia em cada concessionária, de modelo a modelo, o estoque de peça que eles têm na concessionária, conforme a peça desejada, né, eu tenho histórias boas e ruins em todos esses anos nessa indústria vital, peças da Classic 500, por exemplo, eu ligo nas oito concessionárias mais antigas, eu sempre encontro em alguma, nunca me faltou nada, também não precisa de muita coisa, né, filtro de óleo, pastilha de freio, já tem no mercado paralelo, das 411 eu pedi uma peça simples que levou oito meses pra chegar, uma tampa lateral, mas por sorte, né, não era uma peça crítica, esses dias o Toco Lenze, né, um grande aventureiro brasileiro aí, tava procurando um par de balancins das válvulas, que ele não encontrou em Sampa Capital, não encontrou em outras lojas ali de São Paulo, ele tava lá na Europa, na Ásia, né, eu liguei pras concessionárias que eu sempre consulto e pim, baixei a peça pra ele, então a parente dele comprou as peças, levou, mandou lá pra onde ele tava e deu tudo certo.
A dica que eu sempre passo pra galera, tem gente que prefere retrucar em vez de absorver, consultem várias concessionárias, já são 45 pelo Brasil, os estoques delas não se conversam e não vão conversar, tá? Consulta várias, não fica só na que tá pertinho de você. A 411 saiu de linha, ainda tem peça no Brasil, mas algumas delas vão começar a faltar conforme a demanda e a reposição nacional, o ciclo é de 20 dias, então se tem a peça lá no Centro de Subdivisão em São Paulo, 20 dias tá na concessionária, se não tiver, vem da Índia, 90 dias.
Outra dica importantíssima, galera, peça pintada ainda vem da Índia, porque a pintura tá lá, não tem pintura da Royal no Brasil, então acidentou, precisa de tanque para lama pintado, vai demorar. A gente espera que com a implantação da fábrica própria aqui no Brasil, isso com certeza melhora, porque vai ativar a pintura aqui mesmo no país, né? Então vai aumentar a oferta dessas peças aí.
Sobre a 450 em si, as peças consumíveis, né, de alto giro aí já chegaram, também tem alguma coisa já identificada no mercado paralelo, a gente tá sempre atualizando aquela listinha lá da tabela de peças compatíveis, né? Encontra fácil no Google e no site royalriders . com.
br. O que teve de reclamação foi justamente a falta inicial dos amortecedores, dos aceleradores eletrônicos, a bomba de gasolina, onde nem a Royal tinha noção de que esse troço ia falhar, né? Agora já tá um pouquinho melhor.
Peças, manutenção, recall, tem alguma coisa que o cara que tá vendo agora esse canal, lembra que esse vídeo ele vai durar por aí, o cara que tá vendo agora, ele tem que ficar atento? O que o cara que tá comprando a moto agora, o cara que tá vendo o canal agora, vendo essa sua entrevista e tá se decidindo pela Himalayan 450, o que ele tem que ficar atento? Boa, boa, boa.
Cara, tem três pontos principais aí pro dono da moto ficar atento sempre, tá? Primeiro, ficar ligado nos quilômetros e prazos das revisões. Eu não sei de onde o pessoal inventa, né, que a tolerância é 10% da quilometragem.
Imagina, na revisão de 10 mil quilômetros, a tolerância seria de mil quilômetros. E na revisão de 30 mil, a tolerância ia ser de 3 mil quilômetros? Não, né?
Não é assim. O pessoal não lê o manual, aí vai pra internet perguntar, toma trote. Muita gente perdendo a garantia por besteira, por falta de organização e por esquecimento.
Tem agenda do celular, tem tudo aí pra marcar, anota no papelzinho do lado do computador, post-it amarelo. Não faz sentido perder prazo e tempo de revisão. E tem gente perdendo por besteira.
Segundo item, galera, parar de gambiarra na manutenção. Na falta de recursos, né, o pessoal vai na criatividade, fica inventando gambiarra em peça de outra moto pra fazer caber na Royal. Depois há problema e a culpa é da moto, né?
Nunca é da pessoa, né? Do mecânico que fez as gambiarra. Por exemplo, o filtro da Phaser 150 que disseram que serve na Meteor e na Himalayan 411.
Não serve. Ah, tem que cortar a molinha, tem que aumentar o buraco, botar uma borrachinha. Não serve.
Teve gente que já testou, já botou e já estragou o motor. Perdeu o motor. Dez mil real.
Não serve. Então bota na cabeça. Já tem filtro paralelo, correto pra essas motos.
Então, usem, né, o apropriado. Ah, vai fazer uma outra gambiarra em outro lugar e tal. Muito cuidado.
Muito cuidado porque na hora do perrengue, na hora que você tá no mato, na viagem e tal, o cara que fez gambiarra não tá contigo, né? Não vai arrumar. Terceiro ponto vai nos levar pras peças.
As peças são caras, são, né? Ridiculamente caras e tal. Confira, rapaziada, confira.
Antes de seguir cegamente o vídeo daquele maluco youtuber que reclama no vazio, né? Já tenho vários casos de vídeos informando preço errado de propósito. Será que é estratégia?
É pago pra falar merda? Como é que é isso, né? A gente não sabe o motivo, só podemos ficar especulando, mas tem gente falando coisa errada de propósito.
Procure importar a peça se não puder pagar o preço da concessionária diretamente ou via algum amigo importador, né? Às vezes sai bem em conta. Eu não importo mais nada, tá?
Consulto os grupos de donos, né? Vou sempre procurando alguma informação, alguma coisa e tal. Às vezes eu acho a peça de alguém que customizou a moto e tá sobrando.
É trabalho de formiguinha, demora. E aí, cuidado, né? Com as ofertas imperdíveis de peças originais usadas de moto batida, etc, né?
Cuidado pra não alimentar a máquina de roubos, OLX, Mercado Livre. Se o vendedor, né? Você vai questionar a origem da peça pro vendedor, ele começa de papinho, começa de enrolação, foge que é fria, peça roubada, né?
Peça com sangue que a gente fala. Então tem que tomar muito cuidado com isso aí. As peças originais são caras.
Tem gente que tá argumentando que isso tá incentivando o mercado de furto e roubo de peças e de motos. Pode ser um círculo, né? Que tá começando e a gente não deve nunca, né?
Alimentar esse círculo aí. Porque um dia a cobra vai morder a gente mesmo, né? Complicado.
Esse é o seu canal, acredito que é um dos maiores canais de dicas para proprietárias de Royal Enfield no Brasil. Você dá dica de manutenção até customização. Lembrando que você é o criador da BR Sun Parts e Acessórios, que trabalha com uma linha imensa de acessórios para Royal Enfield.
Também tem alguma coisa para Triumph, que eu já andei vendo lá, obviamente. Então qual que é a dica número 1 que você deixa para quem assiste o Portal Gasolina e tá querendo comprar ou acabou de comprar uma Royal Enfield, especialmente uma Himalayan 450? Nossa, obrigadão aí, obrigadão por ter lembrado aí esse assunto, né?
Eu sou péssimo marqueteiro, fico às vezes falando muita dica e esqueço de fazer minha propaganda. Os 5 acessórios que eu recomendo iniciais, tá? Suporte de placa, a chapa base para o baú traseiro, protetor de manetes, protetor de motor, claro, e o suporte celular, né?
Isso tem muita produção nacional. Eu aqui com a BR Sun e vários outros, prestigio e sou fabricante local, regional, nacional. A galera nem raciocina mais, já vai comprando produto gringo, sem suporte, sem troca, sem direito algum e gerando emprego lá fora, né?
Em vez de apoiar aqui a nossa economia brasileira. Lembra que se tudo der errado e o país afundar, quem vai te assaltar é o teu vizinho, né? Não é o gringo do outro lado do mundo.
Então, bora energizar a nossa economia, né? Não tô falando para comprar de atravessador que traz da China e revende caro aqui. Tô falando para prestigiar quem fabrica, né?
Tem muito acessório nacional disponível já e temos a capacidade de criar muito similar ao que tiver faltando, beleza? Top demais, galera. Vamos incentivar a indústria nacional e a economia do Brasil.
Agora, BR Sun, esse ano você novamente fez uma rota que eu tô ensaiando para fazê -la, mas infelizmente o orçamento, os patrocínios aqui do Portal Gasolina ainda não cobriram essa aventura, né? Que é a Transamazônica, mas você toca um projeto muito maior do que somente fazer a Transamazônica, né? Você tem o projeto Rotas Amazônicas e você guia passeios bem interessantes de moto aí pela sua região, pelo centro-oeste, pela região norte, né?
Conta para a galera do Portal Gasolina como que eles podem acompanhar o seu canal justamente para ver essas rotas interessantes e ver outras rotas legais que você faz aqui no Brasil, tá? Meu amigo, isso é um sonho que tá se realizando, cara. Aquela viagem de 2015 pela Transamazônica com a Classe 500 era o meu sonho de moleque, né?
Ela foi um divisor de águas na minha vida. Antes eu era um custãozeiro do asfalto, andava de Virago, Shadow, Drgstar, Boulevard, fazia longas viagens em asfalto e até encarava uma terrinha bem curta, tal. Conheci a Amazônia, apaixonei pela região, virei tatu, tô sempre na terra agora, né?
Troquei a custom pela Treio e fui conhecer os recantos maravilhosos aí do Brasil todo. A gente apaixonado por estradas e novos lugares quer levar outros a conhecerem esses recantos, né? Que a gente tanto se entusiasma aí pra viver, pra rodar.
Nessa vibe que a gente criou a empresa de Motoaventura, onde além dos tours de asfalto e de aventura, a gente faz também cursos de pilotagem pra levar as técnicas corretas aos nossos amigos. Afinal, viajar é bom e voltar inteiro é melhor ainda, né? A gente já tá preparando o calendário de 2026 dos nossos eventos, né?
Já tá rolando. A gente divulga tanto pela loja BRSampartos no Instagram, no YouTube Serrado Motoaventura, no YouTube Bressan Bando. Teremos novamente a Amazônia 2026, o Tour da Chapada, outras expedições como a Serra do Rio do Raço, Jalapão, Pantanal, Serra da Real, Serra da Canastra, Cidades Históricas de Minas e muito mais, né?
Planejem-se, preparem-se e vamos rodar, galera. Cada vez mais e melhor. Meu querido amigo Bressan, muito obrigado por essa entrevista.
Só posso te agradecer mais uma vez. Eu tenho certeza que esse vai ser mais um dos vídeos campeões de views aqui do canal. Esse a gente tá conseguindo agora.
O YouTube liberou esse lance da colaboração, então ainda bem a gente tá lançando esse vídeo em colab. Isso é muito bacana. Desde já, meu grande abraço.
Muito obrigado. Você que tá assistindo o Portal Gasolina e ainda não segue o canal do Bressan, o link para o canal do Bressan tá aí junto com esse canal. A gente tá fazendo esse vídeo em colab, então tá aí na descrição.
Também siga o Bressan, que é o cara que manja pra caramba de moto e principalmente de Royal Enfield e é uma pessoa extremamente agradável de conviver. É um cara super atento aos seguidores, a realmente ajudar você motociclista com dicas, com um bate-papo legal. Enfim, o Bressan é um cara surpreendente e vale muito a pena você conhecê-lo, segui -lo.
Aí se inscreve no canal do Bressan e se você ainda não é inscrito aqui no Portal Gasolina, já sabe, se inscreve, dá o like nesse vídeo, deixa seu comentário. Tudo isso é grátis e ajuda a gente pra caramba aqui no canal. Até o próximo vídeo.
Muito obrigado.