Você é muito bom técnico, mas ninguém quer saber disso. Quer saber de gestão e comunicação. >> Quando você descobriu essa chave do orgânico, da polêmica mesmo, você foi para outro nível de audiência, de conhecimento, assim dentre a população brasileira. Esse tipo de visualização mexe ponteiro no business, não mexe ponteiro. E aí uma visão diferente, não é polêmica, é que eu não me importo como Você vai se sentir com o que eu disse, por único motivo, eu nem sei quem vai assistir, praticamente para quase todas as profissões que existam envolve ter uma imagem pessoal forte. Como
que a gente faz isso hoje? >> Quando a gente tenta entrar em consciente coletivo das pessoas, a gente precisa decidir uma coisa: quem eu tô disposto a desagradar? >> Não existe estar fora digital. A gente pode est falando como se isso fosse uma Novidade. Na verdade, se não deveria há 10 anos atrás estar fora dele, mas hoje eu diria que seria morte literal. >> Já não é opção, a gente sabe, há muito tempo a qualquer profissão. Hoje pro médico é uma obrigação, irmão. Vai, vai quebrar assim, num nível absurdo. Vai ter um monte de médico
formado trabalhando de pedreiro. Pô, >> aqui @joedro. A minha expectativa é entender qual que é o funil do Guto Galamba. Ó, aqui é o Guto Galambo e a Minha expectativa é colocar uma pulga atrás da olheira do JP para que ele crie um funil. Aqui é o Ros Felipe. Eu tô aqui para convencer o João de fazer um funil específico e vocês vão ver qual é. >> Eu sou @rafael. Minha expectativa é ver essa bagunça toda acontecer com VSL e gerar mais mercado para todo mundo aí do marketing. >> E lembrando, se inscreve no canal,
dê like nesse vídeo. Criamos aqui o grupo Do Roy Hunters no WhatsApp. O link tá aí na descrição, então entra no grupo do Roy Hunters no WhatsApp, é lá que a gente manda os resumos e é um espaço maneiro, o grupo é aberto para falar, muito top. Temos aqui também do meu lado o grande Rafael da Tecla T. Ele que é patrocinador do Roy Hunters também, tá participando aqui nesse episódio como cohost. Então se quiser falar um pouco mais, vocês veem os insetes da Tecla T, mas é legal se ele puder falar um Minutinho o
que é a Tecla T. >> Maravilha, galera. A tecla tem uma empresa de tecnologia e eu acho que muito mais do que apaixonados por codificação, por desenvolvimento, a gente é apaixonado por negócio. Então a tecla T apoia empresas que não necessariamente são de tecnologia, mas que precisam de tecnologia. Vai, galera da funerária fica [ __ ] comigo, mas vai desde uma funerária até uma indústria. Cara, todo segmento precisa de Tecnologia e é isso que a gente tem ajudado. Em média, as empresas que a gente apoia alocando o time de tecnologia tem uma redução de 15%
na sua entrega, na sua, no seu orçamento de tec. Bom, muito bom. Bora pro episódio >> Hunters. >> Estamos começando mais umy Hunters e hoje temos convidados de peso. Aqui do meu lado direito temos Guto Galamba, que trouxe também Felipe Roser, seu marqueteiro, e temos aqui Rafael da Tecla T. E o papo de hoje vai por vários caminhos. Vamos falar de desde obviamente o que todo mundo quer saber do debate. Mas para começar temos uma pergunta clássica aqui no Roy Hunters que é o seguinte: qual foi a coisa, a ação, atitude que você fez ou
um plano de marketing? O que v cabeça que você realizou, Guto, que mais gerou Roy? >> Casar. >> Ah, mas aí é sacanagem, pô. Coisa mas é verdade. Exemplo que a gente tava Falando antes, >> é de verdade casar me deu uma gana e um foco no futuro, fora do normal. Eu não não teria se eu não tivesse casado, sabe? Tanto de querer mais, quanto de saber a hora desacelerar, de ir por caminhos que princípios e valores me balizam ali. Se não fosse minha mulher, eu era um cachorro louco, sem coleira, dominando o mundo. Ia
conseguir muita coisa. Mas será que a da Roy? Tudo isso que eu consegui? Então ela me baliza Muito nesse sentido, quais são os princípios e valores, porque não é princípio e valor, não é onde você vai chegar, é como você vai, entende? É como você vai chegar lá, que eu vou chegar, eu vou, eu sou tipo eu sou inevitável, pode não gostar, pode odiar, não, eu vou chegar, mas o como eu chego é o que me dá tranquilidade para dormir bem à noite. E Roy para mim é isso, sabe? É você acordar no outro dia
e falar: "Mano, que [ __ ] velho, que foda". E ela Me dá essa base disso aí. Então para mim foi casar com certeza. Ué, >> caraca, me sinto até lisongeado porque no no dia que vocês se conheceram eu estava lá. Você tava lá. Exato. >> É verdade. Tava lá sim. >> Então se você puder então dar uma contextualizada pra galera. Você mudou muito e a gente teve um papo aqui off. Você tava até fazendo coisas que eu nem tinha noção que você tinha dado essa guinada. você puder descrever Aqui rapidamente que que você tá
fazendo hoje de business e aí o Felipe deixa depois para ele completar também e falar um pouco mais. >> Rose é meu sócio hoje, né? Eu só tenho um sócio, é ele. A gente tem uma sociedade muito bacana, tudo que é meu é dele. Tudo que é dele é dele. É incrível. E a gente tem hoje o grupo GH, né? O grupo GH de Galamb Hoser, Health and Health, que né? Saúde e riqueza. E a Gente tá embaixo de um grande guarda-chuva. O que eu sempre tive uma dificuldade muito grande com a com a minha
presença no digital e sendo presente como eu sou há muito tempo. Minha primeira venda online foi em 2013, então desde lá para cá eu só trabalho online. Era muito difícil eu construir produtos ou empresas que fossem maiores que eu em presença digital. E como é que eu vendo alguma coisa que é que eu sou maior o tempo inteiro sem sem eu tá lá, Sabe? Então, o primeiro trabalho foi destruir meu ego para eu aceitar que algo seria maior que eu, a ponto de eu, [ __ ] isso aqui continua sem mim, vamos vender isso aqui.
Prendi com o nosso amigo Jangier, que empresa tem data para sair, tem que visualizar isso o tempo inteiro. >> E aí, vendo a campanha do Trump, aquele movimento do Make America Great again, eu sou um cara muito louco no sentido de criatividade. Eu e sim, eu disse, pô, Make Brasil real. Eu disse: "Opa, deixa aqui, ficou aqui." Aí esse bicho foi olhar no NPI, não tava registrado. Registramos, o movimento é nosso. E Make Brasil real again. Make Brasil again. Quem é que tem a mão na caneta da saúde do Brasil? Pô, é o médico, irmão.
Se tu for dentista, você arranca o dente, o médic não arranca e o cara não arranca. >> O médico tem a mão na caneta. E mercadologicamente falando, se eu me torno mentor de médicos, eu me torno Mentor de qualquer outro da área da saúde. Se eu sou mentor da onde eu vim, que é educação física, eu não vendo para médico. Depois é diferente, tem esse esse estereótipo de ser analisado. Então hoje o Make Brasil HF fez todo fez nós dois pivotarmos toda a nossa energia e todos os nossos negócios para qualquer segmento que faça o
Brasil ser saudável de novo. Então, dentro do grupo de GH Digital, nós temos a High Secrets, que é nossa agência de lançamento. Nós temos o Guto Expert, que ainda funciona nessa parte de emagrecimento, de performance, falando com pessoas que querem emagrecer ou querem performar melhor através do treino, dieta, alimentação e tudo mais. A gente tem outros experts que são da área da saúde. Tem tem Dra. Juliana Vintarelli, que é uma das eh dentistas de Hof mais conceituadas do Brasil hoje, tem uma clínica incrível. Tem o Dr. Marlon também, o Dr. Lucas Luquete, são profissionais da
área da saúde que a Gente faz o lançamento, a gente se torna sócio deles também. Temos eventos pontuais durante o ano, inclusive 18, 19 agora de outubro, não sei se esse episódio sai antes ou depois, mas enfim, é o nosso segundo evento do Med Masterplan, um evento onde a gente faz a aplicação de três pilares para mostrar ao médico como ele pode de fato se tornar uma presença digital importante. Então, a gente fala de técnica, gestão e comunicação. O médico é muito bom em ser Técnico, né? Ele é péssimo gestor e comunicador e por isso
ele não consegue performar tão bem. E está havendo uma dor paraa classe médica atual muito forte, que é a partir desse ano são 65.000 médicos por ano formados no país, só tem 12.000 vagas de residência. >> Essa galera vai para onde, irmão? Vai falar merda em rede social. E aí a grande puxada pro médico que eu falo é: se você olha pro lado durante uma cirurgia e percebe que o seu colega tá Fazendo algo errado e você escolhe e não fala nada, isso é negligência médica. No Instagram também é negligência. Quando você vê alguém falando
uma besteira, você escolhe não se posicionar. Eu quero te dar base comunicativa e de gestão para que mais pessoas saibam quão médico você é. E lá dentro a gente vende mastermind, a gente também tem o R Business Pro. Mas recentemente entramos na IGA Pharmacêutical, né? Hoje é a maior farmácia de manipulados estéreis Do país, maior capacidade produtiva, maior área limpa também. A gente tá com um mês de Nem fez um mês ainda, né? Roser, Roser fala melhor dos números aí que ele entende melhor que eu. Eu sou o doido, ele é o gestor da da
parada. A gente tem o Black Monster também e o e o Monster Day, que são eventos de Mastermind para marketing digital. Por quê? Porque esse médico, esse profissional da saúde, ele vai precisar de um copyright, ele vai precisar de um Lançador, de um estrategista. Por que eu não boto a mesma curadoria que eu faço pros outros? Então o cara já tá no lugar seguro. >> E agora a gente tá abrindo também junto com o Rodrigo da Boali, que tu conhece, a Boali Healthcare, que é um braço da Boale em hospitais >> que vai funcionar dentro
do ecossistema também. Então o nosso objetivo é fazer o Brasil se saudável de novo. Então tudo que tiver aí no mercado que possibilite A gente acelerar dentro dos nossos princípios e valores, a gente vai abraçar. É, eu me posicionei por muito tempo como lançador, né? Quem quem me conhece olha para mim, pô, o Rose é o cara dos lançamentos. >> Mas durante esse tempo, o lançamento para mim foi um caixa rápido, né? lançamento para mim sempre foi um um uma ferramenta de não precisar de banco. Então, todas as empresas que o Guto Citou, todas as
empresas que a gente tem foram financiadas desde o início através de >> faturamento e lucro que vem de lançamento e do mercado digital. Então eu tenho sim ainda com com o Guto esse braço, mas a gente tá olhando totalmente para construir coisas que a gente possa atender ao movimento. >> Exato. >> Então se tiver ligado à saúde, tiver ligado a fazer o Brasil ser mais Saudável de novo. E pra gente, para o Brasil ser mais saudável novamente, não é sobre a saúde na ponta, é sobre o médico. E se o médico não tá bem, como
é que ele vai ajudar outra pessoa? Cara, não tem como, não tem como a gente olhar e ter como a gente conhecia ano passado, médicos que fumavam quando era possível fumar em qualquer lugar, o médico fumava na hora da consulta, pô. >> Eu eu assisto o Madman, tô reassistindo. E aí tem vários momentos que eles tão na Consulta, tipo na a mulher tá no ginecologista e o cara lá fumando, tipo, anos 60. Bemvindo. >> É, cara, eu tinha um professor na escola que ele dava aula com a mão para fora da sala com cigarro, pô.
E tipo, colégio de elite lá em Recife, sabe? Tipo, bizarro. Era normal. >> Ó, um dos primeiros offs da V4 que eu fui e como conselheira e tal, eu ainda era, eu ainda fumava. Vai faz dois anos e pouco que eu parei de fumar. >> Nossa, que alegria. >> E, e eu virei tipo uma piada por muito tempo, porque na reunião e estava lá num resort fazendo uma reunião com com os sócios e eu tava na janela fora fumando. Eu entendo perfeitamente. E aí eu vi, né, obviamente tive esse estalo, tipo assim, caraca, não quero
morrer com 50 anos. E eu vejo que a sociedade como um todo, o Brasil, o mundo tá indo cada vez mais se importando com a saúde, saudabilidade. Entenda assim o movimento que vocês que vocês estão fazendo. E fazendo um link com um episódio que a gente fez algumas semanas atrás com o Érico Rocha, eu eu tô achando aqui várias similaridades, porque eles lançaram a o Flávio Passos lançou a Puríssima, >> certo? >> E o Érico Rocha é um dos sócios. Então, a gente tá vendo ali e um lançador junto com alguém tentando entrar no mercado
da saúde e vendo que esse mat tem Funcionado muito bem como a habilidade de fazer lançamentos sendo algo ultra raro e que destrava muito poder. Como vocês têm visto lançamento fora de infoproduto, né? Tipo assim, você que veio do infopruto vendendo mais o low ticket pro B2C total e agora pegando essa expertise de fazer barulho na internet, de aumentar o nível de consciência das pessoas em outros segmentos, em outros mercados que não seja necessariamente um infruto. >> É, os nossos lançamentos hoje são bases de eventos, né? A gente faz o evento para fazer o lançamento
do produto lá dentro. Aí ele consegue falar melhor que eu, que quem monta a estratégia toda é ele, né? Eu crio o nome das coisas e trago gente, é ele que vende. >> É porque o lançamento é um fone extraordinário, só que o o próprio mercado do infoproduto >> banalizou ele porque lançamento tem como principal característica escassezum >> de um produto de fato ou lançar algo novo. >> Então quando o mercado vem e faz e saiu de lançamento quatro vezes por ano para lançamento todo mês, daqui a pouco lançamento toda semana, acabou o conceito de
lançamento. Então é muita gente fala: "Pô, o lançamento funciona mais, eu vou olhar como mentor pro lançamento do cara". possa estar fazendo a mesma coisa a cada 15 dias. >> Não tem como esses gatilhos mentais Funcionarem, nem você acredita, quanto mais quem tá te assistindo. Então, se o cara não acredita naquilo que ele tá falando, aquilo que tá vendendo, dificilmente ele vai conseguir eh transmitir aquela convicção, aquela segurança. Isso é um dos pontos, né? Mas quando a gente pega isso para produto físico, é completamente viável, completamente. Porque >> tudo que a gente fala é para
resolver um problema. Produto físico sempre resolveu Problemas. Uhum. >> Quando a gente escolhe infoproduto para colocar ele em lançamento, é porque o infopruto é fácil de entregar, porque o infoproduto ele é no piscado de olhos entregue como um acesso de login e senha. >> Eu eu vendo sem tá pronto necessariamente, então tem várias facilidades. >> É, eu não gosto muito dessa coisa de vender sem tá pronto, mas é uma Característica do mercado, >> do mercado. >> Porém, qual é a questão do lançamento? Eu tô lançando um produto que resolve um problema. Se esse produto é
físico, tá tudo bem. >> Uhum. Agora, não é fácil eu ensinar para o mercado inteiro a vender um produto e dizer para ele, ó, como é que tu vai entregar agora 5.000 vendas? >> Uhum. >> Então é muito mais do que ensinar um funil. É ensinar o cara a ser empresário, não no e e mexer com logística, mexer com uma administração que ele não tá nem preparado >> para fazer, né? >> Não. E e óbvio que não foi a tua, tu já conversava com esse meio com saúde, né? Mas acho que o médico é um
golaço, porque é um perfil diferente. O médico para se formar, passou um tempão no pré-vestibular, tomando pau no Vestibular, não entrando, não entrando, não desistiu, tomou um pau na faculdade para se formar uma luta, não conseguia ganhar grana até se formar e se formou, não tem vaga na residência, então mais um. Então, talvez se fosse um produto para outra área, o perfil do profissional não era tão resiliente quanto o médico. >> E cara, uma coisa que a gente percebeu nos eventos, era um silêncio de ouvir alfinete caindo. Os caras estudam, Irmão. >> Uhum. Sabe assim,
ninguém saía para ir ao banheiro se não dissesse agora é hora de ir ao banheiro >> de 8 da manhã a 8 da noite, pô, evento de barra de que a gente vai um vai lá para fora e tira onde e volta e perdeu e os caras aqui ó estudando. Era bonito de ver que a gente olhou e disse: "Mirmão, eu quero aí trabalhando com o público errado sempre, tá ligado? Porque você ensinar algo para quem quer fazer, pô, Dá um tesão [ __ ] velho. E essa minha dinâmica is que você falou foi muito
interessante, porque >> eu eu gosto de comparar muito assim. Tu já fez compras de supermercado no supermercado boutique? >> Uhum. Uhum. >> Já já fez numa feira no mercado público também. >> Uhum. >> Low ticket é barulhento, né? >> Sim. >> Eu não consigo vender low ticket desafio tira buush 97 e 200.000 para médica ao mesmo tempo. Não fecha a conta. Eu não consigo, não tô dizendo que é impossível, >> eu ia me frustrar, porque eu ia ter que performar muito bem em duas coisas que são completamente antagônicas. Então eu preferi, e aí é onde
vem a palpabilidade da minha saúde mental, emocional e do quanto eu quero, abrir mão daquilo ali que tava me dando, [ __ ] 1.5 milhão por Mês, pô, de produto de low tickets, sabe? Gravado já de boinha, mas eu não podia mais associar a minha imagem, >> tá? Vamos lá. Vou vou abrir um loop aqui. Você, eu te conheci até antes de você gravar eh os vídeos do Instagram de respondendo as caixinhas e tal e você já tinha um bom resultado, fazia lançamento, traço, mas aí quando você descobriu essa chave do orgânico de da polêmica
mesmo, >> você foi para outro nível de audiência, de conhecimento, assim dentre a população brasileira. Aí eu queria ver, tipo assim, você você repensa essa estratégia de crescer na polêmica ou você Eu queria esse loop aí depo deu essa guinada. >> Entendi. Sim. >> É que e aí uma visão diferente, >> não é polêmica, é que eu não me importo como você vai se Sentir com o que eu disse. >> Uhum. >> Eu não me importo por um único motivo. Eu nem sei quem vai assistir. >> Uhum. Por que que eu vou falar mais fofo
para não desagradar? Quem? Eu não sei quem tá vendo, irmão. Então eu sou aquele amigo intercessor. Seu d tivesse com feijão agora, dizer, João, feijão, >> porque não tem melhor hora para falar, senão agora eu vivo a vida assim, fora Da internet eu sou a mesma coisa. Tu já teve vários momentos comigo, a gente tomando uma, é a mesma coisa. >> E eu comecei a perceber isso. Minha mulher chegou para mim se disse: "Amor, por que suas alunas tm tanto resultado e eu não tenho?" Eu disse: "Porque eu não falo do jeito que eu falo
com elas, porque eu me importo como você vai se sentir." >> E na porrada a pessoa vai mais rápido. >> Então a polêmica, nesse caso, a minha Forma de falar vai ser a mesma, tão incisiva quanto. Agora, o que é que eu mudo? a quantidade de brincadeiras, o tom de voz, eu mudo talvez a forma ou o formato do conteúdo, mas tipo a polêmica, o sarcasmo, a intensividade, a a incisão do do que eu falo vai continuar igual. Isso pode esperar de mim. Verdade e praticidade é papum. O cara chegou esses dias e disse: "Pô,
Gut, toda vez que eu tomo cerveja eu tenho refluxo. Como é que eu faço para Não ter refluxo, >> irmão? >> Que será? >> Pô, como é que eu respondo? sem mandar você se [ __ ] né? Porque [ __ ] bicho, tem 12 anos, só que eu respondo de outra forma hoje. Eu digo, galera, e aí chaquea, como é que eu respondo esse cara sendo fofo? Então, assim, são formas de falar diferente. Eu comecei a perceber que, principalmente esse vídeo agora do dos trita gordos, furou a bolha Num nível absurdo de adolescentes e crianças
assistindo. Graças a Deus eu já tinha parado, desde que minha mulher tá grávida, de falar palavrão assim, num nível absurdo. Hoje sai um ou outro. Antes de cada 10 palavras, 12 eram palavrões que eu falava. Eu não tava nem aí, achava que a comunicação cabia e cabia para o ticket, agora não cabe. Então quando eu vou falar, pô, isso aqui é é de lascar, é diferente para quem tá comprando. E eu tô me sentindo melhor Com esse tipo de postura. Então quando eu me sinto melhor, eu performo melhor, tanto que a gente bater o recorde
de faturamento e no primeiro mês, pô. >> E como foi para você, que eu imagino que os médicos já te conheciam. >> Sim. >> Qual que era a percepção deles? E aí que como você fez para ir construindo essa mudança no decorrer do tempo? >> Tá, isso foi massa, foi muito dele ali também, das loucuras dele. João, as pessoas acham que eu sou médico, pô. Tá nesse nível. A comunicação tá tão assertiva, a postura tá tão correta que eu treinando na academia passa, pô, a gente é colega. Aí eu colega de quem? Ele falou: "Não,
eu sou neuro. Neuro?" Eu digo, "Immão, aí eu fico calado também. meu evento é tal dias. Aí ele chega lá e descobre que eu não sou médico. Mas isso é importante, é bom para eles. Porque eu disse, tá vendo como a percepção é mais importante que a Perspectiva? Na tua perspectiva, tu é um médico incrível. O que importa é como os outros te percebem, irmão. >> Uhum. >> Não importa se você é um médico incrível, se ninguém sabe. É isso que a gente tende a mostrar pros médicos hoje. Então, para mim tá sendo sensacional. E
a confiança deles é absurda. Por quê? A confiança do médico hoje não vem mais da capacidade técnica, mas da postura que a pessoa tem em defender o que ela Acredita. Hoje, pô, eu sento em mesa de você também. E gente muito mais que a gente não senta. >> Uhum. >> Sabe disso. >> Eu sei. >> A gente tem contato que se eu ligar agora e tu também atende a gente na hora que pode ser um bilionário ligando que o cara não atende. E isso vem de postura, de constância. E Não é no online, é no
offline. Então essa minha construção tá muito tranquila de ser entregue hoje, porque é 100% verdadeira. Então para mim tá muito, muito, tô num flow absurdo. Entrando na parte do médico, que é uma, acho que tem mais de 500.000 médicos, né, já formados. >> 608. >> 608.000. Perfeito. E eu vejo que tem um dilema que é primeiro eles começaram odiando o Médico que criava conteúdo. >> Sim. >> Colocando eles talvez numa prateleira inferior do cara que é meu palhaço. É o >> o blogueirinho. >> É, mas até pior que o blogueirinho, entendeu? Porque tipo assim, caraca,
você é médico, você é pior que o blogueiro, >> é pior que o blogueirinho. O >> E aí depois alguns desses começaram a ter um sucesso num nível que era Impossível ignorar. Os caras estavam criando clínicas e faturando centenas de milhões e não mais >> dezenas ou ou centenas de milhares. >> E a gente chega num ponto hoje que o médico tá se formando hoje já tem uma cabeça diferente porque ele já nasceu na rede social. para ele não é uma eh não é uma quebra tão absurda, porque o que ele o o como ele
literalmente cresceu acompanhando youtubers e coisas do tipo, ele já é mais online, eu imagino que tem Que ele tem uma percepção de criar conteúdo muito diferente do que o cara que já tinha um consultório há 20 anos e viu um médico surgindo no Instagram. Só que ao mesmo tempo, a forma como as pessoas hoje conhecem e compram produto médico, serviço médico no geral, mudou completamente. Eu lembro de que há 20 anos atrás, 15 anos atrás, a gente tinha literalmente, sei lá, um uma folha do plano com os números. Aí você procurava Ali e era literalmente
assim que você conhecia médico ou algum parente te falava, vai no médico tal, >> isso não existe mais >> não. >> Então como que esse médico hoje, qual que é a treta desse cara que ele se forma sem nada garantido? Eu imagino que essa é a dor que você tá ajudando ele a resolver, mas como como hoje um médico consegue criar minimamente uma imagem, >> acrescenta aí sem nada garantido e Devendo a faculdade. >> Exato. Só que a gente tem alguns vies para analisar nessa pergunta, né? A, o governo acabou de aprovar mais 67 faculdades.
Então, hoje nós temos mais de quatro, quase 497 faculdades de medicina no país. De 497 faculdades, 99% é paga. >> Uhum. >> Dos do 99% paga, 90% é papai que paga. >> Uhum. >> Não é fiéis, não é? 90% é a galera que Tem grame para pagar. Tu é pai de um garoto que se forma em medicina e tu passou 6, 7 anos pagando 12.000 todo mês. Hoje ele não tem só a percepção de criar conteúdo porque ele vem dessa era, ele tem a possibilidade porque a telemedicina foi autorizada. >> Uhum. >> O quanto colocaria
de tráfego pago para ele ficar muito conhecido, muito rápido? Eu para [ __ ] Então esse outro médico que não vem desse desse desse rumo, ele Tem ele já está atrasado há alguns anos e se ele não entender isso, ele corre sim o sério risco de virar um Uber, irmão, porque não vai ter vaga nem para plantão. Plantão custa em média R$800 R$ 1500, já tá caindo para R$ 1200. E quem quiser faça, daqui a pouco é R$ 100 e [ __ ] >> E vai ser assim. E aí, como é que briga? Tem que
acelerar. Você é muito bom técnico, mas ninguém quer saber disso, quer saber de gestão e comunicação. Se Eu vejo o perfil de uma menina que pode estar rebolando de jaleco, tem 1 milhão de seguidores verificado, é para lá que vai, porque a cabeça do mercado, hoje o Filobs 2025 agora janeiro, mostrou uma pesquisa voltada para médico, 89% das consultas são pesquisadas antes em rede social. 89% é muita coisa. Tem dados do Nacos de 2019 que mostra que clínicas que se parecem com clínicas tem faturamento pior, ou seja, a clínica tem que tem que Ser Instagramável.
São conceitos de valor. >> Ou seja, o que é que a gente passa pros mentorados da gente? Tem três tipos de cliente. O médico da gente, ouro, prata e bronze. Ouro nunca se mistura com os outros dois. tem o dia do ouro ser atendido a um café diferente, uma música diferente, um cheiro diferente, >> tudo é diferente. >> Prate bronze é mais parecido. Para esse ouro, eu sei que ele tem possibilidade De pagar mais caro medicamentos melhores. Eu ofereço a ele. Pro outro não se sentir constrangido. Eu nem ofereço. Ofereço outros outros de de menor
custo para que ele performe ali também. Então assim, tem que ter esse entend. Isso é gestão, pô. médico não entende, não sabe nada, João. Então, o médico hoje que tá assistindo esse podcast e não se atentar para um risco iminente de que ele corre de ser comandado pelo R1 dele, esse cara tem Que correr, ele tá muito atrasado já. E outra, é uma responsabilidade muito grande dele antecipar essa crise para que não permita que pessoas inconsequentes venham dominar esse mercado, porque é o que vai acontecer. >> Cara, eu acho que é é o dilema que
o engenheiro não se atentou no passado, né? né, >> cara? Para para pensar quais eram as três maiores profissões, >> engenharia, direito e medicina. Como é Que as profissões são substituídas hoje? >> Por nível de competência, de repetição e falta de necessidade de habilidade humana? Pô, qual é a primeira das três? Engenharia, pô. Não precisa de uma percepção subjetiva para fazer um cálculo. Não tem subjetividade. É matemática pura máquina. Depois, por mais que a lei seja subjetiva na sua interpretação, é a lei. Agora, a medicina é menos subjetiva das três, mas ainda assim tem processos
que são Repetitivos. Vai ter substituição. China já tem o primeiro hospital 100% IAP. >> Eu acredito muito nisso também. >> Não, já tem. São 14 médicos. Não, >> não, acredito que vai acontecer no Brasil. >> São 14 médicos robôs e três atendentes e 13 atendentes virtuais, se eu não me engano. 3.000 atendimentos por dia, João, com 98% de de acurácão diagnóstica. Tem banheiro na China que você faz xixi, bota o QR code, sai seu Exame de urina dizendo onde é que tem, qual vitamina tá faltando e qual a farmácia mais próxima. Pô, quem é que
vai pagar médico para ter consulta? Então esse cara tem que tá no digital, não é? Já não é opção, a gente sabe há muito tempo para qualquer profissão. Hoje pro médico é uma obrigação, irmão. Vai vai quebrar assim num nível absurdo. Vai ter um monte de médico formado trabalhando de pedreiro. Pô, nada contra pedreiro, mas pô, não é para ser assim, Velho. Então assim, o nosso objetivo do Make Brasil Rfagen, antes de mais nada é fazer o médico ser saudável de novo, física e financeiramente, porque tá quebrado do do >> É. É porque talvez esse
cara tá olhando pr para talvez seja mais difícil a compreensão quando a gente coloca assim: "Pô, é o digital, o digital". Mas na real é como ele olhava há 30 anos atrás assim, cara, tu vai se formar, tu não vai ter um consultório, [ __ ] é uma Ferramenta. Eu vou abrir mão de não ter um consultório, tá bom? Vai competir com um cara que tem. >> A gente fala isso, cara, eu não quero que tu pare de ser médico, só quero deixar do consultório maior. >> É uma ferramenta maior. Exato. >> Eu vi isso
naquele, já viu aquele filme de estagiários do Google? >> Aham. >> Que o cara fala isso pro cara da pizzaria, né? Eu não quero que tu perca Tua clientela, só quero deixar teu bairro maior, pô. Aí eu peguei dali. Mas uma coisa que eu vejo é que, tipo assim, os profissionais liberais sempre aqueles que arbitraram atenção melhor cresceram mais. Só que antes era muito inacessível fazer isso. Então, ah, sempre existiu a clínica que tinha a equipe de planfletagem que tava lá planfletando na rua, sempre tinha aqueles que tinham outdoor, aqueles que se posicionavam melhor, escreviam
livros E com isso tinha assessoria de imprensa, ia pra televisão, dava entrevista. A gente tem tipo o Dr. Drazo Varela é um >> ele é literalmente isso assim num nível ele é tipo o baracate do tempo dele >> no ele tava sempre aliando com a mídia >> e sempre foi uma forma de prestígio, não só pra média, mas todas as profissões. Você dá uma entrevista ali no na no SPTV, você dá uma entrevista no jornal local e obviamente aqueles que eram mais conhecidos inevitavelmente vão vender Mais. E eu eu falo isso muito porque eu eu
por exemplo uso óculos, certo? >> E eu vou no oftalmologista uma vez por ano. Eu não sei o nome do meu oftalmologista. É sério. Mas é a galera não se liga >> Mas veja, veja. É você, irmão. >> Eu duvido que as pessoas saibam. Me >> tá ligado, João. Tem tem um tem um viés aí forte, cara. Não, >> eu concordo com você porque para mim é com mod. Eu não sigo ele no Instagram, Eu não vejo, eu não sei o rosto dele direito. Obviamente que depois eu vou procurar na minha agenda de contatos, tipo
o lugar que eu fiz aí falar assim: "Ah, tá, esse é o cara". Mas ele ocupa zero espaço na minha mente >> assim. Que bosta, né, velho? Que que independente do nicho de for, o cara é uma marca >> que é irrelevante em todos os níveis e olha que é oftalmologista, pô. Mas aí eu digo assim, a culpa é minha ou é dele? Porque quantas vezes quantas vezes ele me mandou uma mensagem? Nunca. É dele. >> Você entendeu? é dele. Ele nunca se preocupou em nada. Eu lembro que quando eu tava em Floripa tinha um
dentista que eu ia, né? Eu deixei de ir no dentista, que é um grande amigo meu, por ele não tinha a mínima mínimo interesse em saber como eu queria ser tratado. >> Uhum. >> Então ele me tratava com flores e muitas conversas e eu queria, ah, abrir a boca E resolve. Quero sair daqui, irmão. E ele conversava: "E aí, como é que tá a vida?" Eu dizia p irmão, vamos atende logo. Eu fui arriscar outro e, pô, a gente Instagram, eu postando para [ __ ] no ritmo tá acelerado. Quando eu entro no consultório, tava
tocando a música que eu tava escutando no story do carro, indo pro consultório. Eu disse: "Que coincidência na minha cabeça." >> Aham. >> Sento na cadeira do cara, o cara pega a TV e coloca o play no pause que eu dei da série que eu tava vendo na noite anterior. >> Meu Deus. >> Ele mandou fazer o quê? Secretária, tu não tá atendendo nem vendendo o dia inteiro. Pesquisa todo o cliente tá chegando, olha a rede social dele, o que que ele tava fazendo. Isso é conceito de valor. Independente de se ele vai me atender
bem ou não, é comodity me atender bem. Se eu for uma borracha, eu Quero ser bem entendido. Ah, mas a minha lente de contato é a melhor. É tua obrigação, irmão. Agora, conceito de valor, me senti bem, quero voltar, eu ficaria mais uma hora aqui dentro, velho. É isso que faz vender. Então, as pessoas têm que começar a entender isso, principalmente para consultórios, seja nutricional, fisioterápico, de dentista ou de médico. Não pode parecer clínica, velho. A pessoa tem que querer estar lá dentro. Por quê? Quanto mais tempo eu Passo lá dentro, meu LTV aumenta. A
possibilidade de aumentar o ticket médico também. Tá aumentando o meu tempo ali dentro. a probabilidade dela falar alguma coisa: "Rapaz, eu tô sem dormir, sabia? Opa, será que não é falta de oitocina, falta de ferro? Vamos fazer um intravenoso aqui. A pessoa, ah, vamos fazer ver se eu me sinto bem." Então, quanto mais tempo ela passa ali dentro, melhor, pô. >> E a lógica que quando ela tem cara de Clínica, ela é mais parecida com o hospital. O hospital a gente vai contar doente. >> E a ideia dos consultórios e clínicas novas é o pré,
né? você não não ficar doente, é você se cuidar, é longevidade. >> Então você tem que ir para um lugar que vai te causar um bem-estar, >> não? E esse é o movimento da loja física também. A gente tá vendo o movimento que quanto mais a loja se adapta ao aquele modelo de cliente, mais ela tem vendido. Em Nova York, num determinado bairro, tem uma loja que é toda bagunçada, que a geração Z vai lá e ela acha que é o quarto dela. >> Então assim, não é uma loja com cara de loja, mas qual
é a cara de loja? Qual é a cara do consultório? Talvez a cara de consultório o meu pai queira ir numa cara de consultório. Eu não quero ir. Mas não faz todo sentido. Faz todo sentido. Só que teu pai já tem o médico dele há 50 anos. >> Ele tá mais, né? Ele não vai mudar mais agora. Então não tenho nem que prestar atenção mais nesse cara. Minha visão. Eu não tenho como me preocupar com um cara que já decidiu para onde ele vai. >> Já tá resolvido. >> Ele já vai de automático. Ele não
precisa nem o ex para ir pro médico, tá ligado? >> Eu entendo que vocês estão falando. Eu acho que vocês estão até muito avançados, porque eu eu vejo que o Médico, eu como amigo de vários médicos, é muito raro o cara pensar em LTV, pensar em recorrência. Os caras não tm, não tem nada disso. É, é literalmente no no durante a palestra eu digo, qual seu CAC? Quem sabe o que é CAC? Não sabe qual TV? Alguém que tem CRM? Aí todo mundo levanta, eu fô falando, eu faço isso propósito. O E os caras devem
achar que K é caçador, né? Sei foi, mas é complicado. >> Fala, Roy Hunter, seu marketing tá Gerando mais prejuízo do que lucro e você não sabe onde tá o problema? Se a sua empresa fatura acima de R$ 100.000 por mês e você quer sair desse ciclo frustrante de gastar dinheiro sem ver resultado, eu tenho um presente para você. Eu vou te dar um diagnóstico gratuito. Você vai escanear o QR code que tá aqui na tela, ou clicar no link aqui embaixo e vai preencher o nosso formulário. O especialista da V4 vai entrar em contato
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garante o seu diagnóstico gratuito. Mas assim, tudo isso envolve esses pensamentos em monetizar melhor o paciente que ele já tem, que já foi até clínica, >> vender vender melhor. Só que alguns passos para trás que é pra gente fazer isso sendo um profissional liberal e eu acredito que praticamente para quase Todas as profissões que existam envolve ter uma imagem pessoal forte. Como que a gente faz isso hoje? você como alguém que construiu essa imagem pessoal forte e eu imagino que seja a maior dor das pessoas, porque criar conteúdo >> só por criar não resolve nada
e você precisa ter algum certo de recall de memória. O cara precisa lembrar do que ele te viu, como constrói. >> Então, qual a ideia? Quando a gente Tenta entrar em consciente coletivo das pessoas, a gente precisa decidir uma coisa: quem eu tô disposto a desagradar? >> Uhum. Porque a criação de tribos hoje ela não é por pessoas que concordam com algo, é com pessoas que concordam e discordar de algo, >> se unem muito mais. Ninguém é petista porque é um PT, porque odeio Bolsonaro e vice-versa. Ninguém gosta de tal coisa porque gosta porque odeia
muito mais o concorrente. Então quais são os seus Inimigos em comum? Não inimigos que você vai criar só para performar mais, porque isso é insustentável. Inimigos em comum dos seus princípios e valores, do seu CPF. Pessoas que você não colocaria dentro de casa para jantar com sua mulher e seu filho, tem que bater na postura desse cara lá fora também. Então eu tô disposto a desagradar uma galera, não a ser desagradável, mas a desagradar. Isso você constrói tribo. Grande parte das pessoas t um medo Enorme de ser cancelado, né? Só que cancelamento nada mais é
do que a importância que você dá a pessoas que você não conhece e estão pensando em você. Não faz sentido. Só que é um trabalho mental e comportamental muito longo. Por isso que dentro do Masterm a gente entrega isso também de mostrar ele que ele tá seguro para se para performar daquele jeito, para falar o que ele acredita. Óbvio que com respeito e base científica, mas o primeiro ponto para Criar tribo é quem eu tô disposto a desagradar. Ah, o colega charlatão, vamos bater no charlatanismo. Tem um cliente da gente, o Dr. Marlon lá de
Aracaju. Ele tá conhecido nacionalmente assim, de uma forma absurda, como o cara da dieta carnívora. Então ele bate em todo mundo que come pão e macarrão. É errado. Não é a tribo dele, irmão. Tribo é isso. Uma tribo não quer dizer que a outra tribo tá errada. Quer dizer que eu tô defendendo a minha. Quem quiser vir Para perto que venha. E agora a gente começa a dizer: "Iso aí tá errado. Isso aqui tá errado." Então eu começo a entrar no inconsciente coletivo dele no sentido de um dia esse cara vai estar numa padaria com
com a mãe e vai dizer: "Mãe, não come pão não, porque Dr. Marlon. >> E é assim que a gente vai entrando. Então e repetição, né, João? A a galera hoje quer fazer uma live por mês, dois postos por semana. Pô, em 2023, para eu ficar conhecido como o cara antiwoke, eu eu fiz 279 lives no ano, pô. Aquela música do Frank Sinatra, that's Life, desde o primeiro dia de janeiro, que eu posto aquela música todo santo dia, essa música já é sua. Inconsciente coletivo é repetição. Por quê? Tem duas formas de eu ser percebido
e furar essa bolha do inconsciente coletivo. Ou por impacto emocional muito forte, eu vou ficar conhecido através de um viral, que É uma coisa aleatória. Se fosse programado todo mundo viralizava todo dia, ou por repetição. O problema é que as pessoas não têm capacidade de constância para repetir muito. Ela começa a encontrar desculpas. Ah, mas vai ficar chato o conteúdo. Ninguém te vê todo dia não, pô. O cara que sabe que tu posta todo dia, ele te vê duas vezes na semana, pô. Então tem que ter constância. repetição, repetição, repetição. Até que você encontre um
Formato que você, pô, isso aqui viraliza. Formato meu que viraliza, responder caixinha de pergunta. Todas passam de mais de 1 milhão de views, pô. Todas. E não tem para onde correr. E aí eu faço o quê? Para testar formato novo. Uma, duas caixinhas, um conteúdo diferente e outro formato. Eita, não performou bem. Beleza, vamos testar de novo. Uma, duas, um conteúdo diferente. Tanto é que é uma coisa que ele bate muito em mim que meu irmão, tá muito Acostumado a viralizar muito. Tem que ter uns conteúdos para testar que vai ser uma merda mesmo e
deixar lá, pô. Então, tive que trabalhar meu ego do quão é importante isso aqui para mim, pô. É, realmente não é importante mais não, tá tudo certo, mas é constância para mim. É isso, criação de tribo é constância. >> E abre um loop aí sobre formatos que existem assim pra galera entender, tipo, beleza, caixinha de perguntas é algo Meio óbvio, >> tá? Não, vamos falar de formato de tipo um carrossel, é, um tipo de formato muito mais institucional, né? Pô, eu adoro o formato G4, velho. Dá vontade de ver todos os carroços daquela [ __
] Tanto que eu, galera, copia os formatos aí do G4. Bora, bora só mudar o conteúdo dentro. Tipo reals, Live. Eu, eu uso a seguinte regra, tá? Não tem nenhuma base científica do que eu vou dizer agora. Eu uso e funciona. Tudo que eu faço tem um Porquê, senão eu não sei para onde eu tô indo, velho. Eu viro o arquétipo do cachorro caramelo. A moto anda, eu ando, a moto para, eu paro. Não sei o que eu tô fazendo. Reals, para mim, eu uso post de res ou ou para carrossel de fotos ou para
mostrar minha semana ou para conteúdo mesmo. Reals tem um único objetivo para mim, entreter para crescer. O objetivo é o máximo de compartilhamento possível. >> Uhum. >> Então o que que eu fiz quando eu entendi isso? Não tem mais palavrão, não tem mais conteúdos que sejam não compartilháveis, por exemplo, algo muito pesado que vá machucar alguém. Então eu comecei a tomar esse cuidado, mas ainda assim a minha narrativa é irônica, é sarcástica, é engraçada, vai nessa pegada de ferir o outro num limite aceitável. Então esses dias eu tava depilando a orelha e fazendo a sobrancelha.
Eu tenho um produto chamado Resete hormonal. Que que eu vendo nele? Homens 40 mais a diminuir cortisol e aumentar testosterona de forma natural. Então eu falo de testosterona, qualquer lugar que eu falar de testosterona, o cara faz esse link e eu tô ali no inconsciente coletivo dele também. Aí eu disse: "Pô, minha testosterona tá muito alta, eu tenho que fazer os negócio de [ __ ] para dar uma regulada aqui." A narrativa foi essa, nesse tom, os gay comentando: "Pô, eu sou [ __ ] e achei Massa, tem que fazer isso também". Por quê? Porque
não feriu. Ele viu que eu não falei para machucar ele. Foi uma coisa que Homem 40 mais tem essa resenha. Os cara 40 mais se identificaram, pô, mais de 1 milhão de vi postei ontem de tarde. Então, opa, esse formato nessa narrativa foi legal. Então a gente começa a fazer esses testes. Então ress, entreter para crescer, story, documentar para vender e live aprofundar para reter. >> Tá, vamos lá. O seu conteúdo e o que fez você crescer, ele é praticamente entretenimento, >> 100%. >> É. E aí você normalmente na legenda acaba trazendo um conteúdo que
>> imagino que 0 5% deve deve ler ou ver mais que é gigantesco. Você vai lá e dá toda sim >> toda a base. >> Só que como é que sabendo que eu estou crescendo muito baseado no Entretenimento, como que eu faço para não errar a mão para conseguir fazer esse público virar comprador? Acho que essa éal >> uma linha têno e difícil assim. dentro dos meus stories e lives é zero entretenimento e eu faço todo santo dia. Então é só o formato diferente. Por quê? Porque o objetivo é atrair. Depois que ele atrai, eu
eu doutrino ele para o que é que ele tá ali. Quando ele chega por um motivo, eu digo: "Ei, o teu motivo Não é esse, irmão. Meus produtos são iguais". Quando o cara compra um produto para perder 2 cm de cintura em 20 dias, que era o desafio tira bucho, quando ele entrava, era um treino muito mais mental e comportamental do que físico e de dieta, pô. O cara saía com a cabeça mudada, por eu vendo o que ele quer e entrego o que ele precisa. Então, quando o cara vem pro meu Instagram, que ele
começa a ver minha postura com a minha mulher, minha postura com meu filho, Minha rotina, o cara chega e diz: "Meu irmão, eu eu te achava engraçado, como é que tu elétrico desse jeito? O que é que tu faz? Tá tomando o quê?" Mudou a percepção dele pelo acompanhamento. Então, o objetivo da atração é só essa, é atrair mesmo. Pelo motivo que >> é bom quando ele pergunta o que tá tomando, né? Que aí vem, >> é, tá tomando o quê? O tudo. O quanto bomba é importante para você? Eu virei sócio de uma farma,
irmão. Só Nesse nível. O, e aí, beleza, stories, você vai lá e faz um conteúdo mais denso no reals, entretenimento, onde entra a estratégia de tráfego aí no meio? Ou vocês não ou você não nunca hoje >> tráfego para seguidor zero. A gente só usa tráfego para VSL hoje. Escol fazer um lançamento por ano, no máximo. Às vezes >> fala mais para venda mesmo, mas aí você pergunta >> venda é VSL, a gente faz, conhece bem VSL, então a gente tem, >> mas explica pra galera aí, só para quem não conhece. VSL é a carta
de venda em vídeo, né? Um formato onde parece que ele tá lendo ali um uma carta pro cara que tá assistindo. >> É quando você entra no link já abre o vídeo dando play, sabe? >> É aquele vídeo que já vem com play, você Não consegue passar, você não consegue voltar, tem gente que odeia e tem gente que compra. Todo mundo odeia, mas tem alguns que compram. E aí, basicamente, você assiste esse vídeo até o final, toma um nível de consciência bacana e decide ali se você segue em frente ou não com quem tá ali.
>> Mas aí você pega o público, tipo um retargeting dos seguidores ou você vai fazer no AB? >> Cara, público frio é o que mais vende Pra gente hoje. >> Mais vende. >> É o que mais vende, porque eu já tenho um um ECP muito forte. É o cara 40 mais que tá com a cintura bem acima do do normal, que já tentou de tudo para emagrecer. A gente já teve outros VCL, mas esse hoje é o principal. Esse já tá em 30 a 60.000. Digital é uma bagunça, a gente fala faturamento e tudo. 30
a 60.000 por dia nesse VSL, assim, tá indo super bem. Estamos escalando ele daqui a Pouco para 100.000 por dia. >> E você faz uma estratégia também, só para entender, do de quem tá no orgânico chegar a ter a VSL também ou para quem tá no orgânico você manda para outro lugar? >> Não, o orgânico não tá nem sabendo disso, man. A gente nem tem link para isso. Se tiver tá errado. Não tem, né? Não tem, não tem, não tem, >> não tem. É totalmente via tráfego. Pega o quente também, até porque o o o
Facebook tá mudando muito. E o melhor >> esquema lá dentro hoje é o Advantage. Advantage não tem lugar. Advantage é ele que escolhe. É, e a pura. Então ele pega um pouco do quente, pega um pouco do frio, mas a gente dá essa filtrada com certeza para 40 mais, porque a narrativa é 100% cima de 40 mais. cortisol alto por diversos motivos. Então, você baixando o cortisol, você tem, né, estudos que indicam que a gordura abdominal ela tá muito mais ligada ao Cortisol do que qualquer outra coisa. Então, a gente usa isso e o aumento
da chorona através de alimentação e outros hábitos. >> É uma curiosidade minha que eu nunca cheguei a ver o a VSL, nem o anúncio dela. Como que é esse CTA para VSL do criativos? Aí você faz ele mais >> dos criativos levando para VCL. É falando os criativos, basicamente os que melhores performaram sou eu sem camisa em casa na churrasqueira fazendo Churrasco. >> A prova social na hora que isso aqui é minha bonea, nacional das antigas, coisas que o cara 40 mais vai se identificar comigo, tá ligado? >> Mas aí você não pega então o
formato tipo da caixinha de perguntas ali, você vai alguns alguns sim, alguns sim para combinar com com o tá falando nesse sentido, né? Alguns sim saem, mas a maioria tá eu com o microfone na mão me filmando ou eu em casa mesmo. Nada de Produção, irmão. Eu na beira de casa sentado na piscina aqui, o cachorro passa na frente da câmera, tipo, porque o cara 40 mais ele ele é meio deslechado, ele não tá muito se importando com essas coisas não. E beleza, isso aí como você vende produto, qual que é o link disso? O
que que vocês trouxeram disso pra galera, tipo um médico? O que qual que é a diferença se lá do funil dele pro seu funil? A melhor coisa do mundo para um médico sou quando Eu digo que ele consegue ter uma VSL onde ele não tem que postar todo dia porque é para público frio, o olho dele brilha num nível absurdo. Porque eu eu quando eu chego para um médico e eu chego para ele e ele não tá num sentido, né, num emocional desesperado, ele tá ganhando seus 100 conos ali no mês, mas tá gastando 80.
>> Mas ele tá vivendo bem há quanto tempo desse jeito? Ele sabe que ele não morre, ele sabe que é seguro ali para ele. Ele Sabe que sempre vai ter aquele clientezinho dele ali e ele consegue até os 80 anos de idade dele atendendo. Aí Rose fala muito bem isso. Eu tenho que criar uma indignação nesse cara num nível absurdo. Eu tenho que mostrar um médico que é muito pior que eles esse cara tá fazendo 1 milhão por mês, pô, no bolso. Como é que tu se sente, velho? E aí eu faço de para ele
ter raiva, o cara começa a ficar [ __ ] sou um absurdo, eu sou muito melhor que ele. Eu F deixar mais gente saber que tu é melhor. Ó, tem um tipo de funil que o funil é assim, assim, assim, assim. Agora eu preciso muito de você paraa gravação de de criativo. Como assim? A gente mostra, pô, gravação de conteúdo é uma coisa, conteúdo é para brand, é para autoridade, é para posicionamento. Criativo é para venda, irmão. É a mesma coisa, só que uma é para venda e outro não é. Para um criativo performar bem,
eu preciso de 20. Quer, quer que quantos Performem bem? Eu começo assim. Aí o cara, [ __ ] então vamos gravar para [ __ ] velho. Vamos ter 200 criativos nisso aqui. Só para ele ser resetonal, eu gravei 95 no mês, pô. Só para ele. E quando a gente vai vai ver três criativo que performa bem. E é assim mesmo, é o jogo. Então, quanto mais ele se doar naquilo ali, ele sabendo que tá sendo performado paraa venda, a gente percebeu que a classe médica fica mais tranquila, sem a obrigatoriedade de ter que estar Se
posicionando todo dia para vender. Isso deixou eles até mais tranquilo para apostar todo dia para se posicionar. Mas aí a sua estratégia é que ele venda ou um infoproduto ou ele leva pro consultório ou ou os dois tem diferença. Como ele quer aí eu vou muito ol é muito o que ele quer. Depende do momento dele. Tem gente que já tá >> para ganhar dinheiro ele tem que abrir outra clínica. Então ele já tá no topo ali faturando 2 milhões, 3 4 c por mês. >> Ele ele tá querendo descansar. Então pô, vou pro digital
para dar escolher um dia para não atender, escolher dois dias para ficar em casa. Digital. Agora, o cara que tá muito mal ainda na clínica, ele tá precisando pagar o investimento que ele fez na clínica para ele, ele ainda tá olhando pr pra lotação de agenda, tá tudo certo. >> Mas o que que você recomenda assim? >> As duas coisas, cara. Ele tem que ter uma composição, porque ele não pode Abandonar a clínica porque aquilo dá autoridade para ele. Então a gente não diz que o médico vai virar mochileiro. A gente diz: "Ó, você tem
que ser sua autoridade ainda. Você tem que fazer isso, mas você tem que escolher quando fazer. Você tem que fazer aquilo porque você quer e não porque você precisa." E aí a chave vira e ele entende que, pô, eu posso ser minha clínica, eu posso colocar outros médicos lá dentro, eu posso escolher os dias que eu vou Trabalhar, eu posso passar uma semana viajando, porque se eu fechar essa agenda eu não vou quebrar. Então, qual o problema hoje? Tem médico que se passar uma semana sem atender, ele quebra, pô, porque ele tá no limite da
vida ali. Então, se ele entende que ele tem um fluxo de caixa vindo de outro negócio que faz parte do mesmo nicho, que faz parte da formação que ele teve e que ele pode viajar uma semana, 15 dias, que sai um mês e ele não vai quebrar, aquilo é Incrível. E é, >> e aí isso seria ele fazer o infoproduto. >> Fazer o infoproduto, com certeza. Tá, eu tô tentando criar o link aqui porque eu imagino que ser um funil interessante para não só para médico, mas profissionais liberais em geral. Como que ele faz um
pit disso e qual que é a diferença disso de um pit para ele vender o serviço dele? Tipo assim, vem aqui e lotar meu consultório. Se puder dar um exemplo de como é um criativo pro Cara lotar a agenda dele, ã, e como é o criativo do infoproduto? hoje para ele lotar a agenda, na verdade, a o proporcionamento dele já trabalha isso. Então, a gente tem um protocolo onde ele vai trazer seguidores da região e ali dentro o seguidor vai ser alimentado, vai ser nutrido >> e eventualmente ele pode dizer: "Olha, a gente tá abrindo
agenda para daqui 15, daqui 15 anos, pro mês que vem, entra aqui e já começa a se mexer, porque eu Já sou um cara que minha agenda 40 dias, os nossos, a maioria dos nossos médicos estão com a gente há mais se meses, já tem 40 dias, 60 dias preenchido. Então ele já tem que abrir a agenda futura. Uhum. >> Então não é um desespero de, ah, vem aqui, pelo amor de Deus, não. Olha, existe uma escassez e uma escassez real. Do ponto de vista do infoproduto, de preferência, ele, primeira coisa que ele tem em
dúvida é escolher se ele vai Falar com o público final ou com outro médico. Então, a gente tem médicos que falam com outros médicos, porque ele é um cara mais culto, um cara que tem RQE, um cara que quer ensinar uma técnica específica e tem o cara que quer emagrecer alguém na ponta ou gerar uma saúde mental na ponta, tanto faz. >> Vamos pegar o cara da ponta. Então esse cara da ponta, ele vai criar um infoproduto assim como o Guto. E esse cara da ponta é o melhor que tem, porque Ele vai fazer um
infopruto igual ao nosso. Inclusive, a gente chega na reunião e fala: "Tu quer fazer um produto igual reseta hormonal?" >> Exato. >> Tem várias médicas que já trabalham com >> menopausa. >> Menopausa. É igual só que para mulher. 40 mais. >> Uhum. >> Com todo o o contexto que existe ali no climatério, na menopausa, pra pessoa eh Vender para mulheres que estão com com esse sintoma. E existe o cara, só para entender, que ele pega o vende o infoproduto e depois vende a consulta para quem comprou um infopruto. Existe esse funil? >> Cara, não existe
um funil específico, mas isso acontece. >> Hum. >> Mas como é muito pulverizado, eu não tô preocupado dele em vender na num raio de 2, 3, 4, 5 km. Eu tô preocupado dele em Vender em Macapá. Eu tô preocupado dele em vender em Natal. >> Não, mas é que com a teleconsulta também seria fatível, né? >> Mas teleconsulta é só consulta, irmão. Não gera um LTV legal, não gera. >> Tem como aumentar ticket médio também. >> O ticket médio. >> O cara não vai comprar produto ali, né? Mas uma estratégia que a gente disse para
um cliente nosso, a gente vai começar a repassar por todos os outros, É observa na tua agenda geralmente qual é o horário que quase sempre não está preenchido. >> Tem um horário ali, né? >> Então, [ __ ] para pro médico nosso era 11:30 da manhã. Fiz, pronto, você vai abrir mão do horário de 11:30 da manhã de segunda a sexta para sempre. Falei, por quê? Você vai fazer live? Começou todo de segunda a sexta. A partir do segundo mês, irmão, toda live ele fecha três, quatro consultas. Isso é um [ __ ] movimento de
conteúdo para fechar a consulta, porque ali eu aprofundo. Quando eu consigo aprofundar, o cara cria mais confiança em mim. Eu fiquei 40 minutos falando, sem errar nada, mostrando. Chamei uma pessoa ao vivo, tirei as dúvidas dela, fiz: "Ó, se eu fosse você, eu viria aqui para eu te analisar melhor". A pessoa vai, pô. >> E tem um ponto também que ajuda, eu acho que pegando esse seu gancho que é o seguinte: a gente ensina para eles o que É narrativa, o que é copyright. Exato. >> Então ele deixa de falar de uma maneira como se
a o atendimento dele fosse um commote e pessoas de fora do Brasil vão até ele. >> É >> que é diferente dele ficar no no teleatendimento. Inclusive médico que vem gente de fora >> para se consultar com o cara porque ele tem um método específico. E aí a gente mostra para ele o que é na no na cópia o Mecanismo único. Tu tem que ter diferenciação, tu tem que ter porcionamento, tu tem que ter muita prova. A gente ensina o cara, por exemplo, que por que tu não tem depoimento? Aí o cara, poxa, porque ele
descobre, né, através das perguntas que ele espera. >> Ele espera alguém grato. Aí a gente ensina uma coisa muito forte, cara, gratidão tem tempo de validade. >> O cara daqui a se meses ele diz: "Não, Eu emagreci sozinho porque eu comecei a fazer isso, porque eu comecei a correr, porque eu comecei a fazer isso". Aí ele muda de narrativa, ele nem me ajudou tanto. Ajudou tanto. >> Então, cara, teve resultado, irmão, nem espera ele ter resultado. Tu tem que ter um procedimento tirar foto antes. >> Eu aprendi com a Maira Carda, sócio dela há 5
anos. E a primeira coisa que a gente faz na hora que tira uma foto de uma pessoa, que na hora que vai tratar Alguém no infoproduto é tirar foto. Ela não assina o contrato se ela não tirar foto. Por quê? Porque se eu quero dar resultado, então cara, eu vou fazer a foto antes, vou tirar uma foto dessa mulher de biquíni, porque a pessoa que tá sobrepeso, ela normalmente não tem foto de antes, não, pô. Ela se esconde, ela não tira foto, ela ela não tem a foto do antes. Se só tem a do depois,
>> não vai comparar com nada. >> Não dá para comparar. >> Então o médico ele tem que aprender a pegar o o paciente na hora que ele entra. Vamos fazer uma foto logo, porque tu vai já ele já traz a confiança para dizer assim: "Tu vai emagrecer tanto que tu vai nem lembrar desse cara aqui". irado. >> E já começa a narrativa aí. E a narrativa, para quem tá ouvindo, não é uma coisa que você vai mentir ou aumentar. A narrativa é como você conta a história, como você faz o paciente Entender a evolução dele.
>> E o que que vocês estão enxergando? O caminho desse médico depois que ele bombou no digital, ele continua no consultório? Ainda >> tem vários, sabe, irmão? Por quê? Ele pode ser três coisas dentro da empresa dele e a empresa dele tem uma clínica. Já começo a perceber diferente. Daí ele tem uma clínica, ele não é a clínica, >> não é? Aham. O CNPJ dele ficou muito maior agora. Ele tem produtos faturando Na internet, ele pode ser mentor de outros médios para ensinar como é que ele faz isso. Então, a partir do momento que esse
cara tá chegando nesse nível, a gente ensina ele que ele tem que tomar uma decisão. Ele vai continuar sendo técnico ou vai botar alguém na cadeira? Porque se ele a escolher ser técnico, não é errado, >> mas ele vai ter que ter um comunicador e um gestor. >> Ah, mas eu não quero sócio. Paga bem Alguém para ser teu comunicador e teu gestor. Vai ter que ter, senão uma hora vai dar merda. Eu não quero mais ser técnico, eu me vejo muito mais sendo gestor e palestrante. Tem que ter um comunicador e um técnico. Então
ele começa a entender que, pô, ficou maior e talvez eu não tenha que que ser médico do jeito que eu achava que tinha que ser. Ele ele continua sendo médico fazendo parte. >> Exato. Porque o meu obédico tem muito Disso, né? Meu objetivo é salvar pessoas. Tá, mas se tu ensinar outros médicos, teu médico vai salvar 10 vezes mais. Sim ou não? Então vamos ensinar outros médicos já. Tu gosta de ensinar aí isso abre os olhos dele para uma uma vida que ele não sabia ter. Como o digital é generoso, né? digital, a gente troca
informação, troca a estratégia e no mercado tradicional a estratégia é o teu segredo, é é a tua trancada sete chaves. E quando a gente mostra para ele Que o médico ele às vezes tem um bom relacionamento com outros, mas na prática ele tem aquele aquele grau de rivalidade, a gente mostra para ele, cara, você precisa deixar isso de lado, porque é nesse compartilhamento, com esse pensamento, essa mentalidade mastermind que você vai conseguir tirar dele o que que ele tá fazendo de bom na hora do fechamento num num call de WhatsApp ou o que é que
tu tá fazendo durante a consulta que tu tá fechando Todo mundo que senta na tua frente e aí vocês Quando entender que no digital a gente tem aquela frase, quando a maré sobe, todos os barcos sobem >> e aí eu quero entender que na medicina não não vai ser diferente. >> E a última a última pergunta sobre o o lançamento específico, >> o infoproduto é: qual que é o ticket que você recomenda que profissional liberal faça? >> Cara, quando a gente fala de VSL é de R$ 300 a 600. >> VSL. Uhum. >> A gente
também ensina ele a fazer direito o low ticket. A gente olha pros médicos e percebe que eles viram o movimento low ticket e todo mundo tem um e-book. Só que ele não sabe porque existe um e-book na esteira. Ele não, ele acha que ele lucraria com ebook que digital tem a ver com isso. Então a gente ensina para ele, por exemplo, que tem ebook que sim pode monetizar e gerar Um um uma grana, mas que nunca vai ser algo escalável. Ele não quer fazer milhões com o e-book, mas ele pode sim tirar alguma coisa, mas
a gente mostra para ele que o ebook é uma ferramenta de aquisição de cliente e ele pode fazer trip, ele pode fazer eh cellel, pode fazer uma série de coisas e trazer clientes qualificados tanto pro produto quanto pro consultório. >> Então ebook ainda existe, >> existe para [ __ ] Eita. E >> existe muito para pr caramba. O >> o que que é um low ticket hoje? O que que é um mid ticket? Cara, veja, e quando >> depende muito do nicho, mas se a gente pegar hoje o mercado brasileiro, ele considera até 150, 197
um low ticket. >> Uhum. Em média, um low ticket hoje tá na casa dos 60, 70, um low ticket médio. A gente fala de mir ticket basicamente a partir de 300 ali, indo até 800 e alguma Coisa, porque 997 que foi um padrão de mercado ali de 2017 até 2021, >> ele já começa a ser não um um é um highck, mas ele ele ainda não tá no médio, ele tá no principal, né? Ele tá ali no Men. Então o o a partir de 10.000 1000 no mercado digital a gente começa a dizer que é
um high ticket. Então o produto principal ele trafega entre 1000 e e 5000 6.000 1000 um produto principal em lançamento hoje para médico ou para não médico, eu digo para você, a conta Não fecha fazer nenhum lançamento com ticket de R$ 1000, porque pelo custo por lead, tudo que a gente tem hoje é pelo menos R$ 2.000 a R$ 4.000 para você fazer um bom lançamento. Quando o cara chega para mim, ah, meu lançamento não dá mais certo. A primeira coisa que eu olho é: "Tu tá vendendo a 997, essa conta não vai fechar." Não
tem lead mais de R$ 2. Tem de algumas pessoas, sim, poucas pessoas no mercado. Ainda tem um lead de R$ 1 a do porque ela construiu Uma audiência e uma notoriedade no mercado que eu tô fazendo tráfego frio ou quente e a pessoa me conhece e entra. Mas de modo geral o lead tá 6 a R$ 20 >> produto tem que ser de 2000 ideal 2500 a 5000. >> Mas isso e lançamento, né? Lano >> aí no perpétuo como como que é uma VSL? Eu sempre tive curiosidade de de ver a lógica de qual que
é o C dis >> irmão. Irmão, tu devia fazer uma VSL vender, irmão. >> É, >> é uma paz no coração, João. É bom demais, pô. É bom demais. É maravilhoso. É tão bom que no mesmo dia eu gravei 20 criativos, a VSL e o curso e f, meu irmão, é é gostoso de fazer e de ver o número entrando depois, sabe? Lá na nossa mentoria a gente tem uma IA que desenvolve a VSL baseada nos 10 melhores produtores de VSL do mundo. A gente pegou a inteligência caras, baixou as Melhores VSLs no no mercado
americano, a galera monitora as VSLs. Para você ter ideia, e lá tem campeonato de VSL que tá faturando mais na semana, VSL que tá faturando mais no mês, até porque a VSL ela é muito forte no mercado do PLR, né? Uhum. >> Então, quando eu olhei para PLR usando VSL e vendi aquilo que a gente sabe que não é um produtaço, né? Tá longe de ser um produtaço. Então, pô, se VSL vende isso, vende qualquer coisa. >> Então, se eu pego um produto, um Experda e jogo ele para dentro de uma VSL, >> vai bombar.
>> A gente já teve VCL da Maira vendendo 300.000 por dia. >> Mas me dá o cara que ele não tem autoridade na internet, tipo esse cara, esse médico aí que você recomendou, fala assim, ó, irmão, vai fazer uma VSL aqui, vai vender por R$ 350, que sei lá, era o preço da consulta deleum >> que ele é um cara sem imagem, sem Autoridade, tá construindo. >> Como é que vai ser essa relação de curso de aquisição? A lógica da VSL é você não precisar de autoridade prévia, é você trazer a pessoa por um sintoma,
por uma dor específica, trazer ele por curiosidade e fazer com que a VSL trabalhe essa autoridade instantânea. >> Então a primeira fase da VSL é primeiro situa situar ele num problema que ele talvez não sabia que tinha ou que ele tá Percebendo que tem, >> trazer que esse cara tem autoridade para depois vir ali. Tem outros atos ainda, mas vem ali o pit depois. Mas eh você falando de Roy e o nome do nosso podcast aqui é Roy Hunters, >> varia entre dois a cinco de ruas, tá? O que é o retorno sobre o anúncio,
não o retorno sobre o investimento total. Mas quando a gente fala de VSL, dificilmente a gente tem vários outros. >> Mas quanto é um é que não capta lead, Né? >> Não tem lead. Eu eu tenho uma versão com lead e funciona muito bem, porque assim que ele vira lead, >> eu boto uma tela de proteção, uma tela de captação para jogar aí pro VSL. E aquele, aquela captação me dá uma disponibilidade na nossa IA. A gente tem uma IA chamada Active Sales. A gente desenvolveu para a VSL do Guto e basicamente virou uma empresa
nossa onde a gente vende esse produto. Então Active 6 já entra em contato com a pessoa. Eu sei se ela assistiu alguma parte do vídeo, eu sei se ela abandonou, eu sei se ela terminou, eu sei se ela foi pro checkout. Então, a Ia vai fazer um papel de vendedor. A, o padrão do VSL é mandar o cara direto pro vídeo. Então, a única forma de eu reaparecer para ele é via remarketing. Então, vale a pena testar um formato onde você pega eh lead ali na frente e mas também tem formatos que performam melhor, indo
direto pro vídeo. >> Então, numa de R$ 300, o cara vai gastar entre 100 a R$ 150 por >> Sim. Exato. Exato. >> Não é, é que você me abriu minha cabeça aqui porque o assim a gente tá muito em vários Roy hunters a gente tem falado sobre education led growth, que é usar a educação como um canal de aquisição, não necessariamente como um fim, mas como um começo. Aí eu tava abrindo minha cabeça que eu nunca tinha parado para pensar num profissional liberal que não quer Ser um infoprodutor, tipo, como profissão principal, >> mas
é um canal que ele pode, pelo menos, na pior das hipóteses, pagar, fazer o tráfego que ele tá usando para casar conhecido se pagar. A nossa venda pro médico é essa. Vai ficar rico aqui não, irmão. >> Mas isso vai te dar um desaf um um um um acalento no coração todo mês. Tu vai dizer: >> "Quero mais". Inclusive, parte disso, Você tudo que você tá falando, o Fernando apresentou lá no nosso mastermind em abril >> e muito do que o Fernando falou a gente entendeu e botou intencionalidade. A gente já fazia isso de uma
maneira meio >> automática, natural. Quando ele apresentou o que você tá falando lá no nosso mas, a gente disse: "Cara, esse aqui é o caminho". Que é o que o Thiago praticamente faz. Imagina o o negro hoje, [ __ ] >> Eh, todo o império que o cara criou hoje não pode negar que a educação é é um canal de aquisição absurda, né? É por isso que eu fiz a pergunta se existia o funil do cara começa na VSL e sai na consulta porque, pô, eu consigo usar esse conteúdo que bate muito na dor, o
cara já compra uma coisa de mim e aí disso eu faço um upcel pra consulta. Aí da consulta eu faço um upcel pro pro tratamento, etc. É uma linha que o cara foi de nunca me viu na Vida para eu sou a pessoa com maior autoridade que ele conhece >> em tipo dois dias, três dias às vezes, né? >> Ex. Exato. >> Que ele vai lá, compra, acessa, vê o produto, às vezes o produto é rápido, ele consome ali. Então, de nunca ter me visto, ele passou às vezes me ter tido 3 4 horas de
contato com o meu conteúdo, né? >> Só que a narrativa é tão forte que esse Cara tem certeza que você é a maior autoridade mesmo. >> E é por isso que a VSL é uma ferramenta perigosa, >> porque muita gente usa para vender algo que não existe, para vender algo que não que não >> que não vai entregar. >> Verdade. Você tá me convencendo a fazer uma VCL minha cara. >> Passa, irmão. >> Passa, passa. Pô, eu eu falo para você Saber desde que a gente se conhece, eu digo: "Pô, eu sinto tanta falta, >>
inclusive eu disponibilizo para você nosso i bicho se empolga por três dias para fazer conteúdo e some 3 anos. Ele é o Murilo Gan. Sem Murilo Gan é assim, te amo, saudade. Fala Murilo. Aí ele some dois anos. >> É no flow dele, né? No tempo dele. Aqui é a mesma coisa, pô. Aqui é a mesma coisa. O E aí agora partindo mais pro final, não posso parar de perguntar. >> Você tá comendo salada já? >> Ah, é um pouco mais difícil. Eu vou ter que contar uma história, não? Eu vou ter que contar uma
história aqui agora. >> Primeira vez, Joãozinho em Florianópolis. Eu morava lá ainda. Disse: "Meu irmão, >> Floripa é uma ilha. Vou levar o cara para comer o quê?" O peixe na beira da praia, né? Na minha cabeça era uma excelente ideia. >> Não come. >> Entrou no carro, chega na beira da praia, eu não como peixe. Aí eu, [ __ ] Aí chamei o garçom que já era meu chegado, irmão, uma carne para esse cara. O qu carne? Quero carne. Carne. Aí veio a carne [ __ ] filé alta assim. E eu juro, uma uma
salsinha em cima. >> Ele fez, tá contaminado. Troca. Teve que fazer outra, irmão. Tá contaminado. Não vou comer. Eu disse meu irmão. Mas e isso aí eu já não faço mais. Amém. >> Eu tô evoluindo. Eu tenho planadar infantil. Tô a cada a cada step estou introduzindo mais alimento. A salada ainda não consigo. Mas >> mas se for quentro quem não go, eu gosto, mas quem não gosta o quentro quando toca. Então você não tá entendendo não. Era uma folha decorativa, não tava temperado não, irmão. >> Era tipo caiu na água aqui em cima. Se
>> eu fosse ia lá tirava e voltava mesmo Negócio. >> Então é por isso que normalmente a dica que quem tem pláar infantil sabe que é se veio errado só manda devolver e não pede outro porque vai vir. >> Troca o prato troca vai igual. >> Nem você pede assim, eu quero uma Coca só gelo. O cara vem com o limão, fala só gelo? O cara vai lá e tira o limão. Aí fica com o cheiro do limão. Fica: "Caraca, velho, não mudou nada". Vá, continue. Ele interrompi, mas era Importante. Esse assunto foi o mais
importante do dia. >> Tá cansado do seu time de tecnologia sempre correndo atrás do próprio rabo? Se você é empresário, você sabe como é que isso aqui pode ser frustrante. Projeto atrasado, sistema que trava, a sua equipe de tecnologia sempre apagando incêndio em vez de inovar. A tecla T vai resolver esses problemas com você. Em poucos dias você vai ter um plano prático para poder aplicar tecnologia e Inovação no seu negócio. Como é que vai funcionar? A Tecla é uma empresa especializada em projetos de tecnologia e já ajudou dezenas, centenas de empresas a criar projetos
que realmente trazem ROI. E aí você pode focar naquilo que realmente importa, fazer o seu negócio crescer. A Tecla TV vai cuidar de toda a parte técnica, fazer uma verdadeira auditoria no seu negócio para você ter a melhor estratégia, o melhor projeto de tecnologia possível. Risado é Que sua empresa vai ter finalmente tecnologia que resolve problemas, não que cria novos problemas. Quer ver como é que isso pode transformar sua operação? Aponta a câmera aqui pro QR Code na tela ou clica no link da descrição que o time da tecla T vai te mostrar uma solução
personalizada pro seu negócio. Te vejo de lá. Não, >> eu ia falar sobre o 1 versus 30 lá. queria ver essa percepção, porque é um formato que surgiu há uns dois meses no Brasil, no no poder que tá e ele tá sendo assim 5 milhões de views, 10 milhões de views, alguns ã chegando a 20 milhões de views. >> E o seu foi um dos um dos mais assistidos. >> É, >> aí eu queria ver que que mudou assim, se esse tipo de visualização mexe ponteiro no business, não mexe ponteiro. Foi >> mexeu tipo assim,
eu aumentei 400.000 Seguidores em uma semana. Uhum. >> Foi mais ou menos nesse nível. Foi absurdo, mas acredito eu que não não é o o formato em si, mas a quebra de expectativa geral de como a pessoa vai se importar, porque é uma hora você sendo bombardeado ali, né? Então houve algumas variáveis que foram decisões que a gente já havia tomado antes. A primeira delas, o nome daquele título não ia ser um treinador versus 30 gordos, ia ser um coach contra 30 Gordos. Aí esse bicho disse: "Pode ser qualquer nome, menos coach". Hum. >> Eu
ia me [ __ ] eu tava ferrado. Não, eu tenho formação em coach, mas para percepção >> do público, eu ia ser um bosta. >> Isso é um fato. Então foi uma uma sacada de mestre ali. Eu liguei pro Daniel, fi, Daniel, pô, coach não. Aí ele fez, pô, mas o quê? Pô, bota treinador. Treinador tá de boa, treinador físico, comportamental, seja que for, co inglês, Né? É coach, é, >> exato. Só que a galera não vai saber ou não vai querer pesquisar. Mas enfim, um treinador. Segundo ponto, eu já tinha feito a migração e
a decisão desse posicionamento. Eu já tinha decidido que eu ia continuar batendo, mas de uma forma diferente. >> Uhum. Terceiro ponto, foi muita sorte o primeiro cara já ter feito aquele ha vou apertar tua mão. >> Porque ali eu percebi que não tinham 30 Gordos, tinham 30 pessoas desequilibradas emocionalmente. E eu tinha a opção de bater, mas eu ia ser o Guto de Guto ou de eu acolher que ia ser o Guto. Todo mundo ia dizer vai bater aí. Ué. >> Uhum. >> Quem é esse Guto? Não, esse Guto sempre existiu. Eu só escolhia não
mostrar tanto. É isso que as pessoas tm que entender. Aquele guto sempre ouve. Eu só escolhia por estratégia não mostrar Tanto, porque pro produto que eu vendia fazia mais sentido o outro Guto, que é parte de mim também. >> E quando eu disse: "Não, tudo bem". E comecei a acolher, eu disse: "Cara, isso aqui tá sensacional". Outro ponto também que foi antecipação minha, eu tenho um movimento chamado movimento antiobíer, né? Que é o maior movimento anti de combate a obesidade da América Latina. Pô, como é que é o maior? Eu só tenho o meu, então
é o maior. Faz sentido? Ninguém tem outro, então o meu é o maior, só tem o meu. Se quiser criar um e ficar grande também tá tudo certo. É nós. E aí o símbolo dele é uma placa de trânsito com o desenho de um bonequinho gordo proibido. Só que não é proibido gordo, é proibido uma obesidade. >> Só que eu não explico nada. Por quê? >> Deixa a percepção do cara >> para deixar o cara usar contra minha arma que ele diz que eu uso contra ele. >> Sim. >> Quando eu sentei, o cara disse:
"Isso aí é antigordo". Eu disse: "Não é, isso é o que você tá enxergando. Você tá sendo preconceituoso". Aí ele travou. Não é isso que você me acusa de ser preconceituoso? Você tá sendo preconceituoso agora. Isso aqui é o maior movimento de combate obesidade da América Latina. Então eu ao mesmo tempo criei o hate para falar de algo que é contrário ao que eles estavam falando. Não, velho, sou esse bicho aí não, Velho. Agora talvez você não concorde com a forma com que eu falo, mas se para salvar alguém eu tiver que te desagradar, eu
vou desagradar, meu amor. Não tem para onde correr. Eu tô disposto a pagar esse preço de ser visto como um cara grosso para salvar pessoas. Depois a gente tinha salvo 90.000 pessoas. Na na semana do programa foram mais 30.000. Já passaram 200.000 pessoas de graça, João. Quem é que faz isso no Brasil, pô? De graça. Quando eu digo que eu vou Fazer o Brasil ser saudável de novo, eu vou fazer o Brasil ser saudável de novo. Não tem para onde fugir, não. Se eu puder ganhar dinheiro com isso, pô, aí melhor dos mundos, pô. Incrível.
Mas o antiobizer até alguns meses atrás era diniro do bolso da gente, pô. Tudo era do bolso da gente. Hoje a gente consegue vender um produto ou outro para botar dinheiro dentro do antiobispito. Mas velho, não, não se paga ainda do bolso da gente. É 90%. Quem é que faz isso? Sabe? Então, hoje a IGA, ela nasce não só com braço educação, mas ela nasce patrocinando o movimento. Ela já nasce com causa institucional. A Ija banca gratuitamente o tratamento de obesidade de grande parte das pessoas que tá sendo atendida por nós. Pô, quem é que
faz isso no Brasil? >> A farmácia de manipulação. >> Então, ela já nasce com braço de educação com médicos. para conscientizar esses mestres da importância do Posicionamento, ela nasce com esse braço, com esse braço institucional da Antiobiser. E aquele aquele debate foi sensacional porque me permitiu acelerar a decisão que eu já tinha tomado que ia ter, que é a mudança do meu posicionamento. Para mim foi aí Roy 100%. >> Quando fala farmácia de manipulação fica parecendo que a farmácia mais comum, né? Só tem 20 farmácias dessa no Brasil que tem injetáveis e principalmente porque a
Gente tem autorização para manipularizar batida que é o o >> o princípio do Monjar, o >> princípio ativo do Monjaro. >> Guto particular, >> só existem 20 hoje no Brasil >> da da construção das perguntas lá do do debate. >> Não funciona da seguinte forma, muita gente falou isso, né? >> Ele diz, ele manda para você por uma precaução jurídica. >> Tudo bem esses assuntos? >> Tudo bem esses assuntos, mas as perguntas é na hora. Tá. >> Tanto é que quando você vai entrar, ele f, ó, pode ficar com celular se quiser pesquisar, tá? Porque
eu não sei qual é a pergunta, mas eu tenho a ideia de qual caminho vai seguir. >> Eu pens, eu pensava que você tinha escolhido cinco sério. >> É porque fica na primeira pessoa, né? Eu não concordo com isso. Então assim, eles Fazem de um jeito que parece que é, >> eles fazem de um jeito que parece que sou eu, só que não. E tanto é que ele fala, tem uma hora que eu esqueço de qual a pergunta. Não fui eu que fiz, >> porque ele para aí, faz, ó, a pergunta agora você fala assim,
digo, ó, meu nome é Guto e ser gordo é uma escolha. Quem discordar pode vir. Eu acho que foi o primeiro que foi esse. E aí teve alguns haters tentaram falar: "Ah, foi tudo armado. Esse cara é ator, o cara é Ator". Falaram que ele era ator como se ele fosse Tony Ramos, tá ligado? O melhor ator do país. O cara é um ator desempregado que ninguém fazia ideia de quem era. Que moral é essa que estão dando para esse cara? E outra, ele era desempregado e era gordo. Ele cabia nos dois. Se tivesse o
próximo de cabeleireiro, ele cabia também. O cabelo dele era feio para [ __ ] Então tem que ter esse entendimento. Imagina você fazer um um um programa que você tem que Toda semana achar 30 pessoas diferentes para debater. Alguém vai repetir, João, e vai ter um cachê e tá tudo é assim que funciona. >> Só quando a galera vu dizer que era tudo armado, você perdeu sua credibilidade. Eu disse: "Irmão, tem duas formas da gente analisar esse programa. Um, foi tudo armado e eu sou o maior gênio do marketing brasileiro. Obrigado. Não foi nada armado
e eu sou a reencarnação de Buda e Gandy. Obrigado. Eu ganhei de Todo jeito, pô. Porque se fosse armado, para irmão, eu vou dominar o mercado, vou ficar bilionário agora. Se for armado, cara, v me ensina a fazer essas armação. Exato. Exato. Todo mundo vai querer aprender a fazer a armação. Então assim, o o Daniel, que é o dono lá do do canal, Diretrô, o propósito dele ali é muito bacana. Que ele, meu irmão, eu quero de fato pegar as duas polarizações e dar abertura para que eles debatam, >> mas de forma bacana. Ele tava
nervoso, Velho, comigo porque a galera disse que queria me atacar mais do que queria atacar o Thalis. E o Thales é o Thales, né, brother? Tipo, se a galera não queria bater no Thalis e queria bater em mim. >> Exato. Exato. Exato. >> Mas aqui dando horrando o Thales, foi muito bom eu ter visto como ele se portou antes. Total, >> porque eu disse: "Opa, talvez a galera espere a mesma coisa de mim do que eu Esperou do Thales e vai ter a reação que eu tô tendo, que tá muito bacana, >> porque eu conheço
o Thales no offline, ele é gente boa para [ __ ] irmão. Só que o jeito dele é incisivo, é duro, que é que nem o meu >> tipo, não gosto de gordo mesmo não, porque gordo performa mal, pô. E performa mal, pô. Uhum. >> Não o gordo comparado com o magro, mas o gordo comparado com ele mesmo, se fosse mais magro. >> Claro, [ __ ] quando tu tava gordo fumando e bebendo, per favor, tá sendo um elogio isso aqui, tá? Eu tô elogiando tipo Thalis, já viu o Tales elogiando na Alfreda, >> burro,
não fala inglês, mas é incrível. Disse, [ __ ] não me elogia assim não, irmão. Roser sem elogios estilo Talis. A gente tem a escala Thalis Gomes, tem elogios estilo Thalis Gomes, né? é uma referência nesse sentido. Então ele falar daquela forma, me abrir os olhos Para eu dizer: "Cara, eu acho que eu vou seguir esse caminho aqui que foi inteligente da parte dele." E aí eu segui o mesmo caminho e para mim foi sensacional, velho. >> É, eu acho que os comentários foram na mesma linha, cara. Eu não conhecia Chales Gomes, não conhecia. Eu
acho que foi, pô, mesmo >> ex para mim também. Tipo, quem me odiava sem motivo continuou a me odiar sem motivo. Quem não sabia quem eu era, Começou a gostar e quem tinha dúvida, começou a gostar. Para mim foi incrível. Para mim foi incrível, porque vai muito pelo tema, né? O tema ele é algo que fala assim, beleza, eu quero ouvir essa essa discussão. >> E eu falo assim, porque >> sim, >> o tema ele é maior do que o convidado, né? >> Com certeza. Com certeza. >> Depende do convidado, né? >> Depende do convidado
também, ó. Pera aí. Falando que se fosse o convidado gordão, quem falou foi ele, viu, turma? Tem gordinhos vocês. Qual é a parada? Eu acho que foram várias coisas. Primeiro ponto, eu tive muita sorte de ter pessoas que faziam perguntas que, pelo amor de Deus, velho, virou comicidade aquela parada. Teve uma hora que eu parei o debate e disse: "Vocês estão me ajudando, velho". >> Isso aqui vai ser incrível para mim, >> porque eu fui para ser contradito de verdade. Tanto é que teve uma menina lá que discordou de mim, que ela tinha acabado de
perder um filho, tava no processo de depressão e tudo mais. >> Ela mostrou um outro ponto que me permitiu ver, não que eu tava errado, mas que eu não enxergava como ela enxerga, que hoje ela tá sendo atendida por nós no movimento antiobí de graça. Já perdeu mais de 20 kg, pô, do do negócio para cá. João, dos dos 30 que estavam lá, 25 pedir para emagrecer depois, irmão. Por quê? Porque na frente das câmeras é uma coisa, por trás tá sofrendo. Só que qual é o game? No meu game enquanto estrategista nesse sentido, 90%
era hype. Esse cara ia emagrecer um pouquinho e qualquer coisa mínima que eu fizesse fora do que ele queria, eu tava ferrado na internet, porque esse cara tava disposto a me [ __ ] para continuar no hype, porque problema funciona da Seguinte forma, é uma curva em ao contrário. Existe um nível de utilidade do problema. Vamos pegar o obeso nesse sentido, né? Isso aprendi com o nosso amigo Elton Euler. O problema ele não pode ser grande demais a ponto de ser insuportável. nem pequeno demais a ponto de ser ignorado. Ele tem que estar num nível
de problema de utilidade. Percebe que grande parte dos caras obesos que diz: "Ah, tô lutando contra obesidade". Emagrece, emagrece, emagrece, engorda de Novo? Porque se ele emagrecer de verdade, o hype dele vem da onde? Ele vai ser chamado para podcast, vai aparecer em vídeo de quem? Esse problema tem que ser útil e não pode ficar grande demais a ponto de ser insuportável. Aí ele emagrece um pouco e fica sempre nesse limbo. Isso é uma tendência. Esse cara tem que assumir e decidir que ele não vai mais usar a doença como parte da identidade. >> É
isso que eu falar, né? Transformou o Problema. A gente não tá falando só de obicidade, né? Tem isso acontece em vários outros casos. >> Tudo. Falta de dinheiro, relacionamento, bosta, um monte de coisa. >> Por exemplo, eu tenho TDH, mas eu sei que eu tenho TDAH desde criança, né? Fui, tive o diagnóstico, mas eu não considero que a minha personalidade é ter TDAH, entendeu? Só que tem gente que, tipo assim, não, tudo é porque, ah, porque eu tenho TDH, usa isso como Desculpa para qualquer coisa, fala: "Caraca, beleza, você tem, mas eu quero ser um
adulto funcional, eu não quero". >> Antes o TDH era signo, né? Antes do TDH era signo, porque eu sou de gêmeos, [ __ ] [ __ ] >> Mas isso rola muito, né? As pessoas se apegam às vezes a um diagnóstico e o e acreditam que a personalidade dela, quem ela é como pessoa, é por causa disso ou é aquilo, né? Veramente que o mundo tem que te perdoar por isso, né? >> Na verdade, ela quer acreditar por quê? Eh, não tem cura. Concorda? Uhum. >> É imutável isso em você. É muito mais fácil tu
usar isso como desculpa para não fazer o que tem que ser feito. Eu não tenho o que fazer. A culpa não é minha, pô. Eu tenho uma frase que eu pergunto a todo mentorado quando ele tá assim, que é mais ou menos assim, ó, para tu, >> tá? >> Tu controla tudo que acontece na tua Vida? >> Não. >> Mas de tudo que tu controla, você tem controlado tudo? >> Hum. >> Não, essa é a merda. >> Essa é a merda. >> Eu coloco minha atenção e minha energia onde eu não tenho controle. Aí a
culpa é do governo, a culpa é de João, a culpa é da minha mulher, a culpa é que você olha para mim, tem preconceito comigo. Não, Tu tá controlando o que tu tem controle? Não tá. Foca no controle, pão. Faz o teu rolê. Muito bom papo. E eu acho que vale daqui uns se meses, um ano vocês voltarem aqui para tá agendada. Anota aí, Mateus, na agenda. Tá para >> táando na agenda >> para contar o case da farmácia de manipulação aí que eu acho que é um vocês deram vários ganchos aqui que vocês estão
usando. Pô, tô pegando aqui Médicos, vou fazer um funil, vou usar os médicos, como esse médico, abastece esse business. Eu nem aprofundei tanto ainda, que eu acho que seria muito mais legal a gente aprofundar daqui a alguns meses quando a gente tiver mais insumos, mais dados. Acredito muito no business. Acredito que o wellness é talvez a maior tendência dos próximos 10 anos. Negócios de saudabilidade e do universo, saúde no geral vão porrar. E muito legal saber que vocês estão entrando, entrando, né, Nesse segmento. Fiquem à vontade aí para dar as palavras finais aí. >> Quer
ir? >> Bora. Eh, agradecer pelo pelo programa. Sempre assisto. Acho incrível todos os convidados que vocês trazem aqui e conseguem fazer uma uma conversa diferente, né? pelo a gente não planejou nada, pô. Não tem nenhuma das perguntas passou pra gente. Então assim, foi no flow aqui. Absurdo. >> Certo. >> E dizer que você, independente se se você é médico ou se você é qualquer outro profissional liberal, você deveria pensar bastante sobre a internet, sobre você entrar na internet para poder alavancar o seu negócio, alavancar a sua imagem, alavancar o seu brand, porque não existe estar
fora do digital. A gente pode est falando como se fosse uma novidade. Na verdade, você não deveria há 10 anos atrás estar fora dele, mas hoje eu diria que seria morte, né? Morte É literal. >> É isso muito do que Roser disse, né? Eu eu as pessoas hoje enfrentam muitos problemas, tanto mentais quanto emocionais. Nós somos o país mais ansioso do mundo e o mais depressivo da América Latina. Nós somos já o país mais obeso da América Latina e a tendência é que tudo isso aumente nos próximos anos. Eu não faço ideia de que problema
você tá enfrentando hoje, mas com certeza você tem um grau de contribuição nesse Problema. Para de analisar o contexto geral, para de arrumar culpado. Foca em você, né? Botou o celular para acordar 5 horas da manhã, levanta 5 da manhã. Diz que ia beber 4 L d'água, bebe 4 L d'água. Diz que ia treinar 4 da tarde, treina 4 da tarde. Disse que não ia beber álcool, não beba álcool. A melhor dica que eu posso te dar agora é: pare de negociar. Pare de negociar com decisões que você disse que ia ter, né? A a
criança Reclama, o adulto resolve. Eu acho que tá na hora da gente botar as calças de adulto, capacete ir pra guerra, porque o avida não é o morango mergulhado na Nutella, não, irmão. Então, vamos para cima. Cara, eu acho que a gente acabou focando muito nesse tema de de saúde e pô, mas eu acho que sempre cabe a visão de negócio. Eu acho que incrível quando vocês conseguem olhar para um segmento que já vive há tanto tempo, que já existe há tanto tempo, ou desde quando a Gente fala sobre medicina, sobre o cuidado com humano,
mas a roupagem de negócio, né? Eu acho que toda profissão cabe. Essa mesma visão, acho que todo o segmento é carente dessa dessa presença no digital. Então assim, cara, não poderia ser diferente com a medicina, com a parte de saúde, então [ __ ] animal, certeza que vai ser sucesso absurdo e, [ __ ] tudo, tudo de melhor para vocês. >> Não esquece de deixar o seu like, se Inscrever no canal. E agora nós temos um grupo do WhatsApp da galera do Roy Hunter, então vocês podem entrar, tem o link ali. Se esse episódio bater
mais de 100 comentários, a gente manda ali um resumo, que aqui a gente teve vários insightes aqui, a gente aí o resumo tem tudo isso organizado. E entra no grupo do WhatsApp porque a gente manda o o resumo pelo WhatsApp também. E é um espaço muito maneiro pra gente trocar ideia, pra gente conversar. Nós do Roy Hunters não vendemos nada. Entra lá no grupo, é só para encontrar gente maneira que quer aprender, que quer trocar ideia, que a gente sabe, né? É nada melhor que encontrar alguém que tá na mesma no mesmo drive que a
gente e o grupo é para isso. Então é isso, um abraço.