Uma boa noite. Sejam todos bem-vindos à formação em neuropsicogenealogia. Eu vou passar para vocês exatamente tudo que eu sei, >> tudo que eu conquistei, >> tudo o que eu transformei para que juntos se sejamos Curadores, cientistas, terapeutas, médicos. da alma, para que juntos nós possamos propagar uma cura, uma transformação, uma oportunidade para as pessoas poderem viver com leveza, com felicidade, com dignidade, com permissão. E essa transformação começa com vocês, Porque aqui vocês também são meus pacientes. Aqui eu vou também trazer um olhar para cada um de vocês, um olhar para o seu ponto cego, um
olhar para aquilo que você não consegue enxergar, que está te bloqueando. Então aqui além de ser a sua professora, eu também em muitos momentos serei a sua terapeuta. Em muitos momentos vocês serão os meus Terapeutas, >> porque em muitas vezes através das suas dores eu também vou estar me enxergando. E isso que é o lindo de ser terapeuta. É isso que é o lindo de mergulhar nesse mundo. É um caminho sem volta. Quando eu comecei a estudar sobre terapia, era só para eu me conhecer mais, era só porque eu gostava daquilo e de repente aquilo
foi me contaminando de Tal forma que se tornou, e eu entendi que era a minha função de viver. o meu propósito, o que me dava sentido, o que me tirava da cama, o que sabe, dava fôlego, dava vida. Foi quando eu comecei a encontrar definitivamente o meu lugar no mundo. E esse lugar no mundo, ele acontece em silêncio, não tem aplausos. A gente não tem uma plateia nos Aplaudindo. Eu tenho seguidores ali nas redes sociais, mas ninguém sabe o que acontece aqui entre quatro paredes, >> até porque a gente não pode contar, não é? Uma
das responsabilidades do terapeuta é não contar as histórias dos pacientes a fundo. A gente pode até relatar algo que a gente vive coletivamente, né? uma mulher ferida, um masculino fraco. Mas Eu não posso chegar pontualmente, chegar nas redes sociais e dizer o que aconteceu com um paciente específico. Não posso. Por que que eu não posso? porque eu vou estar desrespeitando algo muito sagrado daquela pessoa. Então, o que acontece aqui no consultório, aqui na formação, praticamente fica aqui, fica entre quatro paredes. Então, a gente vai se apropriando do Nosso lugar do mundo e a gente vai
ocupando esse lugar de poder sem plateia. sem admiradores, sem compartilhar com ninguém em silêncio. Somente a gente sabe o que tá ali acontecendo com cada paciente, com cada história, com cada dor. >> Mas o retorno disso É o sorriso. É o sorriso de cada paciente que sai do nosso consultório. É a permissão que a gente entrega para cada pessoa que chega sofrendo na nossa frente. É a compaixão que vai florescendo na nossa alma. É o choro que a gente chora junto com cada pessoa que chega na nossa frente. É o carinho que essa pessoa ela
entrega. pelo que nós fizemos para essa pessoa, Que muitas vezes a gente nem sabe o que a gente fez, porque a gente até hoje não acredita no nosso poder. Eh, é a leveza, é a entrega, é o propósito, é a missão. que aí tem a parte financeira disso, que é o retorno financeiro, que é o dinheiro no bolso, que é termos a o lado material da profissão, de fazer uma viagem, de comprar algo que a gente gosta, de Eh poder viver com conforto, que é para isso que o dinheiro serve. Primeira coisa, tá? Já quero
quebrar uma crença assim limitante que todo mundo carrega. Para que que serve o dinheiro? O dinheiro serve para trazer conforto. Para que que eu quero dinheiro na minha vida? Eu quero dinheiro para ter conforto, para que eu possa dormir numa cama confortável, para que eu possa comer uma comida Gostosa, para que eu possa dar conforto para o meu filho, caso o meu filho adoecer, para que eu possa, né, eh, ter o meu sofá para assistir uma televisão confortável com o meu companheiro. Então o material >> ele serve para nos trazer conforto. >> Então a sua
carreira vai estar trazendo conforto emocional para as pessoas e vai te retornar o conforto financeiro, que consequentemente também é o retorno, O conforto emocional, não é? Porque sem dinheiro a gente não fica bem. A gente não fica nada bem, a gente precisa do conforto, do conforto financeiro. Eu preciso estar confortável financeiramente. E o dinheiro não pode me consumir, não pode ser algo que eu vou viver sobrecarregada, pesado, preso no sistema. Então, a profissão de terapeuta também, Eh, ela nos traz essa essa possibilidade, essa clareza de que o nosso propósito é trazer o conforto pro próximo
e consequentemente nós recebemos o conforto também. Esse conforto vem através do financeiro, vem através de uma profissão em que podemos fazer o nosso horário, em que podemos ter a nossa agenda conforme é Confortável pra gente. Lógico que nem sempre a gente consegue, né, equalizar isso, mas é possível ter esse conforto de horário, é possível ter o conforto de trabalhar na nossa casa. Então, é uma profissão que vai contra o sistema, contra o sistema que diz que nós precisamos estar correndo para ganhar dinheiro, estar correndo para sobreviver, estar correndo para ser feliz. Não temos que correr,
temos que ser. E é esse retorno para casa que eu também quero trazer para vocês. Não tem que ser, não tem que ser bom, não tem que ser o melhor, não tem, não tem que ser alguém para falar pra sociedade, não tem que ser, eh, não tem que ter a busca de resultados, tem que apenas ser. Então, sairmos do ter e entrar entrarmos no ser, isso faz com que a gente entre num fluxo em que a prosperidade vem, em que os Clientes vem, em que tudo vai fluindo de uma forma que vai acontecendo naturalmente. Quanto
nós buscamos, quanto mais nós queremos o amor, quanto mais nós queremos o dinheiro, quanto mais nós temos medos, menos as coisas fluem. Quanto mais a gente se alinha com o fluxo do ser, do propósito, da criatividade, mais as coisas fluem nossas vidas. Então, sejam bem-vindos a esse retorno para a essência, a esse retorno para a presença. O que nós trazemos, em resumo para o paciente é presença, é viver com presença. Então, eu já começo essa aula de hoje trazendo essa esse chamado para vocês de comecem a fazer um exercício que vai ser o divisor de
águas da vida de vocês. Saiam do passado, saiam do futuro, saiam da mente que tenta entender as coisas, que tenta decifrar, que tenta sai disso tudo e vive apenas no estado de presença. Apenas por fazer isso e entrar na presença, as coisas já começam a se alinhar de outra forma. Quando eu vou atender um paciente, eu não sei o que vai acontecer. Eu não sei o que vai dizer. Eu não sei se eu sou inteligente boa ou não. Eu não sei. Eu Apenas me coloco no estado de presença. Quando a gente se desalinha da presença,
que a gente entra no medo, na preocupação, todo o fluxo se desalinha também. E aí para a gente retomar paraa presença, muitas vezes a gente vai ter que trabalhar os nossos gatilhos, os nossos traumas para voltar para a essência. Então vamos entender que o ser humano, e aí isso começa a entrar a psicologia, O ser humano, ele tem o selfie, o ser, a alma, o ponto zero que está na nossa mônada, na nossa essência crística, no nosso espírito. Esse é o ser. Não ser no ser. Não tem pensamentos no ser, não tem querer no ser
não tem medos, inseguranças. Será que no ser não tem nada disso, só tem a presença aqui agora. Quando a gente está nesse lugar, a gente Se alinha com o poder da criação, com o poder da abundância. E todo o nosso papel como terapeuta e como autoconhecedor da vida é sair do querer, sair do controle, sair da mente e voltar para a presença todo momento. E muitas vezes a gente não consegue. Nós somos tomados pela ansiedade, nós somos tomados pelo medo, nós somos tomados por maldições ancestrais. E aí para isso que servem as técnicas pra gente
desligar esses gatilhos neuróticos e voltar para o ser. Algumas pessoas aqui já são terapeutas que vem da turma anterior, a Rafa. Eh, deixa eu ver mais quem está aqui. Bom, tô vendo a Rafa agora. Eh, algumas pessoas já são, eh, e a Rafa que está aqui e outras pessoas, a resposta do paciente é sempre a mesma. Quando a gente termina o atendimento, a pessoa Fala: "Eu estou leve". Não é, Rafa? A pessoa ela não se sente poderosa. A pessoa ela não diz: "Nossa, eu vou sair aí eh eh fazendo milhões de coisas". Às vezes a
gente até quer, né? Às vezes a gente até quer que a pessoa saia com uma resposta mais daquele atendimento, mas todas as pessoas elas dizem a mesma coisa. A gente pergunta: "Como que você Tá se sentindo?" Ela nossa, eu tô leve. É sempre isso. >> E a gente preenche a nossa alma, né, Ru? Quando a gente escuta isso, aí a gente tem certeza que o trabalho foi bem feito, né, Rafa? Então é um retorno, todo tempo paraa leveza. E aí entram as técnicas, entram a nossa visão, entra o método, entra eh a às vezes um
uma palavra que você diz pra pessoa, às Vezes um simplesmente decreto que a pessoa fala na consulta, às vezes não é muita coisa, às vezes é um chorar que a alma da pessoa fica leve e isso é um sinal que a pessoa volta para casa e eu faço um exercício diário, constante, para eh me policiar, governar as minhas emoções e estar num estado de presença para eu não ser Tomada pelos medos, pela ansiedade, pelo coletivo. E a técnica que eu utilizo há anos e que para mim é a técnica mais efetiva é fazer as coisas
por fazer. é fazer as coisas e falar aquilo que eu estou fazendo. Então eu pego um copo de água e falo: "Estou bebendo água e eu bebo água e penso apenas na água que eu estou bebendo. E eu sinto a água que eu estou bebendo. E eu sinto a água entrando. E eu sinto a água me hidratando. E eu agradeço aquela água. Eu faço isso quando eu estou dirigindo paraa academia. Quando eu venho pro meu paraa minha sala de atendimento, quando eu estou diante do paciente, quando eu estou comendo, eu como por comer. E quanto
mais a gente faz esse exercício de estar no estado de presença sem pensar, Mais a gente se alinha no fluxo da abundância. Quanto mais você quer, quanto mais você controla, quanto mais você busca, menos você tem. Quanto mais você é o Eu Sou, quanto mais você está na presença, mais você entra no fluxo do receber. Uma desalinhada da presença já bloqueia todo o fluxo. Brigas no relacionamento, problemas financeiro, Falta de clientes, falta de amor. Você está conhecendo alguém, parte a insegurança. Será que já se desalinhou? Agora você tá conhecendo alguém e aí você simplesmente está
tomando água e simplesmente você agradece a água e simplesmente você ama aquele momento que você tá tomando a água, porque é um momento de vida, é um momento de graça, é um momento de realização, é um momento De amor, é um momento que eu sinto Jesus presente comigo, é o momento que eu sinto Deus pulsando no ar que eu respiro, na vida é um momento de encontro, de presença. E aí a mágica acontece, a gente sente aqui o transbordar da vida. Você tá tomando água no >> com presença. Então eu escorro o dente com presença.
Eu abro o meu carro, eu vou abrir a porta do meu carro e falo: "Estou abrindo a porta do meu carro. Estou entrando no meu carro. Estou dirigindo o meu carro. Por que que eu faço isso? Porque eu saio do modo automático da mente que fica pensando, pensando, pensando, pensando. Venho pro agora e quando eu faço isso, eu me alinho com o fluxo naturalmente. Então, desde que eu comecei a adotar Essa técnica na minha vida, que é uma das técnicas mais simples que existe e é extremamente difícil, a abundância começou a existir na minha vida.
Se eu saio disso e começo a ficar ansiosa, ah, porque isso por aquilo, porque não sei o quê, porque não sei lá, tudo se desaninha. Como a gente lida com futuro? Eu e meu marido, nós nós já somos casados, mas a gente nunca oficializou o Casamento e nós vamos fazer uma festa de casamento ano que vem. Eu não penso na festa. A gente queria o ambiente para fazer a festa. O ambiente estava caro. A gente falou: "Ah, vamos deixar acontecer". E aí surgiu uma oportunidade e aí deu certo. E aí os próximos passos vão acontecendo
passo por passo. Por quê? Eu simplesmente estou na presença e aquilo que eu disse pro criador que eu queria, já coloquei lá na projeção da fonte criadora de que vai acontecer. O criador faz por mim, ele vai trazendo, vai vindo o momento, vai vindo oportunidade, as coisas vão acontecendo, você vai ter um insight, nossa, se eu quiser tal coisa agora quando a gente entra na ansiedade, Tem que fazer isso, isso, isso, isso, isso, isso, isso, isso, isso, isso, isso, isso, o casamento acaba se tornando um problema. E na maioria das vezes é isso que os
pacientes fazem, é isso que a gente faz. E o que a gente vê aí fora é 99% da população neurótica por falta de presença, por falta de ser, por falta de conexão com o agora. Então, esse é o primeiro chamado que eu faço a vocês tudo aqui, tudo que vocês vão aprender de biologia, De eh genética, de psiquê, de crenças, de traumas, de mente, de cérebro, de emoções, de hormônios, tudo, tudo, tudo, tudo se resume em apenas uma coisa, falta de presente. em que a pessoa é tomada pelo inconsciente ancestral, pelo trauma, pelo gatilho, pelas
fidelidades que traz pro sistema. E sempre, sempre, toda consulta é um retorno para casa, Retorno pra essência, retorno pro ser, retorno pro amor. E o que eu digo para vocês é que cada paciente que chega no meu consultório me lembra de voltar para casa, me lembra de voltar pro amor. lembra de sair do ego e estar conectado com a essência. Então, a gente, por isso que eu digo que a gente se cura quando a gente cura, a gente se conecta quando chega uma pessoa desconectada na Nossa frente. A gente se lapida conforme a gente está
lapidando o outro, tá? Então, sejam bem-vindos a essa autolapidação de tirar as cracas e se conectar com o cristal que vocês são. Isso vai acontecendo aqui em todos os encontros. Isso vai acontecendo na plataforma. Vocês vão ter catarses, vocês vão entrar em processo, vocês vão Olhar pra querida, pra criança ferida, vocês vão olhar pro ego, vão olhar pra ancestralidade. Isso daqui não é apenas uma formação, é um chacoalhão, é um tava da cara, é um mexer mesmo, né, Rafa? Com todas as mentiras que a gente carrega, tá? Então não se preocupe, Roberta, eu tô cheio
de traumas, cheio de problemas. Eu não sei se eu tô pronta para atender. A própria formação já vai Eh ir mexendo com você e as nossas dores vão trazendo o entendimento de como funciona a mente humana, o psiqueq e como ajudar o paciente. Eu digo que o meu maior professor é o renascimento. Porque quando a gente faz uma sessão de renascimento bem feita, a gente sabe, a gente entende como funciona o inconsciente. E isso não está escrito, não está em livros. É quando a gente começa a se curar e entender como funciona o nosso inconsciente,
como o nosso inconsciente é ficar preso nas amarras, nos padrões, nos traumas, que a gente vai soltando os nós e vamos eh entendendo como ajudar os nossos pacientes. Então imagina que quando o paciente chega na sua frente, ele é isso daqui, sabe? Um colar cheio, cheio de nós bagunçado. Ele é isso daqui. E o que nós vamos fazendo é a cada consulta e soltamos nós para que a pessoa ela viva leve. É somente isso que a gente faz. Soltar nós não é nada mirabolante, não é nada mágico, não é soltar nós. Só que esse nó
que a gente solta faz uma diferença na vida da pessoa absurda, Não só na vida da pessoa, na vida dos filhos, na vida das pessoas ao redor, eh na ancestralidade. Eu tive o retorno agora com uma aluna da NPG, ela mandou uma mensagem, ela falou: "Roberta, quando eu comecei a fazer a formação, todo mundo me chamou de louca". Agora todo mundo está querendo fazer terapia comigo. Toda a minha família quer fazer terapia, porque a gente vai soltando o nosso nó e A família vai entrando nisso também, vai percebendo, vai querendo, vai sentindo. a gente vai
mudando a si mesmo e o nosso relacionamento muda, o nosso ambiente muda, tudo muda, porque a gente entra na mágica da presença. A gente fala 10 vezes pro nosso marido mudar 10 vezes. Porque você faz isso, faz isso, faz isso, faz isso, faz isso e nada resolve. E de repente a gente solta o nosso nó e de repente o marido tá diferente, a gente fala que aconteceu? Ele mudou. Não foi ele que mudou, fui eu que soltei o meu nó. Então, tudo que acontece lá fora com a gente ou com os pacientes que gera conflito,
está dizendo sobre nós que essa pessoa carrega, sobre maldições, sobre gatilho, sobre traumas que essa pessoa carrega, que eh essas situações estão tirando o estado de ser, de presença da pessoa, tá? Só que esses essa falta de presença já Começa lá no útero materno. Já no útero materno, quando a alma ela encarna e chega no útero, a alma chega no estado de ser, no estado de presença. Só que ela se depara com conflito do sistema, com conflito da mãe. E aí a alma já começa a ficar inquieta lá no útero. Então lá no útero o
bebê, a alma do bebê, ele já sai do estado de presença e depois o que acontece é um emaranhamento do nó inicial que vai se repetindo, se repetindo, se repetindo, se repetindo, se repetindo. Então, o conflito que a pessoa vive hoje, uma falta financeira, pode ser um medo que essa pessoa teve lá no útero. Pode ser um trauma de nascimento, que esse medo instalado no útero que veio da mãe faz com que essa alma nasceu já com medo, passou a infância inteira com medo, adolescência inteira com medo e tudo que vai fazer ela tem medo.
E aí não é sobre ganhar dinheiro, é sobre se libertar do medo e voltar pra confiança, pra presença. Tá claro, gente? Às vezes o problema da pessoa não é dinheiro, é medo, Né? Eh, então esse é o nosso papel, mapear. E aí a gente tem as técnicas precisas para mapear. Onde estamos nós? Pra gente ser cirúrgico. É como se a gente abrisse a alma da pessoa, cutucasse o inconsciente da pessoa, tirasse o nó da pessoa de forma cirúrgica. E aí a pessoa fica leve de novo e ela Vai. E a alma dela flui, a alma
fica leve. Eu tenho uma paciente que eu estou fazendo que é uma paciente que é um caso um pouco mais delicado, ela está com câncer, então a gente tem que tratar logo os nós para diminuir o conflito emocional por trás do câncer, né? para que a gente tenha um resultado efetivo junto com a Quimioterapia. E essa paciente, ela guardava assim rancores e mágoas relacionado à empresa dela que ela não conseguiu mais administrar porque os filhos nasceram e o marido começou a administrar. E nós trabalhamos isso e ela trazia todo aquele rancor, aquela coisa e nós
trabalhamos isso. E quando a gente chega lá atrás, não tinha nada a ver com a empresa. Tinha a ver que a mãe dela, a vida inteira jogou ar na cara dela, que ela teve que vender a televisão para pagar o parto dela. E aí quando ela entrou no momento de ter que cuidar dos filhos e o marido ter que prover ela, ela se sentiu em dívida com esse marido e com uma culpa muito grande, porque a vida inteira ela carregou a culpa da mãe ter vendido a televisão para ela nascer. Tá claro? com uma coisa
pequena, um Trauma pequeno que acontece ali de forma maçante, faz com que a pessoa ela fique presa num conflito que a pessoa poderia estar muito tranquila. Ai meu marido, ele está me provendo e é isso que o papel faz do marido que tem que ser feito, eh porque eu estou cuidando dos meus filhos. Mas não, o marido proverela ativou um gatilho de culpa. por ter sido um peso paraa mãe, ela se sentia um peso pro marido E ela não conseguia lidar com aquilo. Quando a gente trabalhou isso, cheguei numa próxima consulta com ela e eu
falei assim: "Aí, como que tá a empresa? Tal, você tá indo ela?" Ah, eu não quero mais saber da empresa. Eu não sei nem o que tá acontecendo. Ele resolve tudo. Eu resolvi pintar uma parede de não sei o quê, de não sei que lá. E eu vou pintar a parede, a parede do sino e agora eu estou movendo fundos para Pintar a varede do fundo. Aí você olha pro paciente, falou assim, ele nem percebeu que ele mudou a frequência. O paciente nem percebe. Às vezes a gente tem que mostrar pro paciente, olha, passou, tá
tudo bem, não tá mais disputando o território com o marido, não. Não, não tô mais não. Ótimo, muito bom. E sim, isso vai gerar câncer, isso vai gerar depressão, isso vai gerar ansiedade. E às vezes é só um trauminha, é só uma coisinha. Um outro paciente que muito, muita dificuldade de se relacionar com mulher, ele começa a ficar com mulher e ele sente aquele desejo pela mulher e depois que passa aquela coisa da conquista, ele perde o desejo e se afasta. E assim ele está ano solteiro. E aí eu comecei a mapear e identifiquei que
tinha um algo que veio ali de 17 anos de idade. >> 17 anos de idade é o momento que o homem está começando a se relacionar com o problema é dele com a mulher. E aí eu perguntei como que era 17 anos de idade? E aí ele vira e fala assim: "Ah, 17 anos de idade eu era muito inseguro e de repente 17 anos de idade foi o momento que eu comecei a me descobrir e sair e pegar um monte de mulher e eu conquistava um monte de mulher e eu ficava com quatro, cinco mulheres."
Então ele vem de uma baixa estima Em que ele aprende com outros homens a conquistar mulher. Ou seja, o cérebro dele estava preso em um pertencimento a outros homens na forma de conquistar mulher. E esse homem está a vida inteira só conquistando mulher. Depois que passa a fase da conquista, ele não tem mais desejo, tá? E aí o homem não consegue ter relacionamento, não consegue casar, não Consegue ter filho, porque ele tá preso naquele pertencimento ao masculino. Se o meu pai traía na infância, eu para pertencer ao masculino, sendo homem, eu vou trair também. E
às vezes eu não sei nem porque eu tô traindo. Então tudo isso, todas esses essas formas de prisões emocionais, eu vou mostrar para vocês e eu vou ensinar vocês como mapear e identificar isso. E basta uma palavra. Eu simplesmente disse assim para ele, falou Assim: "Meu amigo, você tem que perceber que você não tem mais 17 anos, você tem 50 anos de idade e tá na hora de parar de ver a mulher como objeto de conquista para pertencer ao ciclo, ao círculo social com outros homens. Mulher é parceira e não conquista." Aí ele olhou assim
para mim: "Ah, então tem que buscar uma parceira". Eu falei: "É, uma amiga, Só isso, só isso. Ele era, tá bom? Gostei. Pronto. Tá. Então, eh, a gente precisa descobrir a raiz, né? Aqui a Adriana está dizendo, e aí a NPG é essa linha, é totalmente quem já fez psicanálise, quem já fez eh quem já é psicólogo, é é totalmente diferente. É totalmente diferente. Toda consulta a gente vai chegar na raiz, Na programação que está no cérebro, na programação que está no DNA. Essa programação pode ser um trauma, pode ser um pertencimento, pode ser um
conflito de identidade, mas a gente tem ferramentas que vão nos apoiar paraa gente identificar, tá, a região do cérebro que está traumatizada, que idade a pessoa tinha quando isso aconteceu, se vem da figura Materna, se vem da figura paterna, qual vício emocional a pessoa tá presa. se é ancestral e é uma prisão ancestral, qual ancestral isso vem de uma avó, de um vô, quantos pactos e fidelidade a pessoa tem com esse ancestral? Então, a gente consegue chegar minuciosamente na raiz através dos mapas e das mandalas, tá? Esse material está na plataforma para vocês imprimirem e
eu deixei um drive Para vocês, né, um link lá no no WhatsApp com drive para vocês imprimirem lá. Tem também a apostila em que vocês vão ter toda a parte da abordagem da psicologia analítica, da epigenética, do psiquem. E para vocês estudarem, vocês vão ter também uma apostila sobre o mapeamento cerebral. Vocês vão receber de bônus um curso sobre interpretação de nomes, Em que você consegue interpretar o nome da pessoa e saber aquilo que aquele nome está dizendo para ser trabalhado. Eh, mas isso daqui é pro final, tá gente? Muita coisa agora. Não, agora isso
daqui é uma mais não. Se você não souber o nome, não vai mudar o seu atendimento, tá? Não se preocupe. Isso é só mais conhecimento. O importante para vocês irem aprendendo eh começar pelos módulos que estão lá na plataforma. Começa pelo módulo um, que é a psicologia umuiana, tá? Depois vocês vão indo pro módulo dois. que vão cair na parte de essência do início da vida. Depois, eh, a parte de física quântica, só a ciência do início da vida já é um chacoalhão enorme em relação aos traumas que a gente carrega. Então vocês vão entender
o que sequê a Partir da da psicologia unuiana, a criança ferida, o inconsciente, o consciente, as sombras, os arquétipos. Isso no módulo um. Depois vocês vão entender através da ciência do início da vida como que os primeiros traumas, os traumas de nascimento, os traumas introterinos vão fazer com que nós ficamos eh condicionados a esses traumas. A Dra. Ele luzes desenvolveu uma tese da Ciência do início da vida. Ela contribuiu muito para essa análise. A partir da ciência do início da vida, eu vou ensinar para vocês uma técnica, a técnica de mapeamento biográfico, em que através
dessa técnica você vai atender o paciente e com essa técnica você vai eh fechar um pacote de sessões com o paciente. Essa essa ficha do paciente é uma ficha que eu preencho para todos os pacientes, Tá? Ela vai estar disponível para vocês sem o meu logo para que vocês possam imprimir e colocar o logo de vocês, tá? E através dessa ficha, preenchendo ela, a gente já começa a fazer uma anamnese dos traumas que o paciente carrega. Eu vou dizer tudo isso para vocês, os traumas programantes. Eh, depois que fizermos a primeira consulta de Mapeamento biográfico,
você vai fazer os atendimentos em que nos atendimentos você começa a usar a mandala das emoções e os mapas. E isso você vai aprender no módulo seguinte, que é o mapeamento cerebral. Você vai aprender também sobre a parte de psicogenealogia no módulo seguinte, em que você vai entender como o inconsciente do Ancestral toma posse do nosso inconsciente e muitas neuroses que carregamos e transtornos psíquicos como o autismo, é devido ao inconsciente ancestral. Tá? E depois nós entraremos na psiquiatria, que não está na plataforma, porque eu dou aula presencial aqui de psiquiatria porque é gera muita
dúvida, gera muito entendimento e vocês vão aprender sobre todos os transtornos psíquicos, sobre Narcisismo, sobre dependência emocional, sobre pessoas frias, eh, emocionalmente mortas, sobre pessoas eh que, por exemplo, esse paciente que eu relatei para vocês, que só ficava na fase da conquista, é um transtorno psíquico, tá? eh, do Casanova. Eh, você vai entender sobre mitomania, você vai entender sobre paranoia, você vai aprender sobre apego ansioso, apego evitativo, em sobre depressão, sobre TDAH, sobre ansiedade, sobre depressão do tálamo, sobre depressão de luto. São depressões diferentes. Então, nós vamos estudar isso com profundidade. psiquiatria pela Nova Medicina
germânica, tá? E isso também é algo que a gente traz muita diferença pro resultado clínico, porque eu realmente tiro pacientes de medicamentos. Tenho muitos resultados de muitos pacientes, muitos pacientes que tomavam Cinco, seis medicamentos e hoje não tomam mais medicamentos nenhum. Vamos entender sobre obesidade, eh, sobre anorexia, sobre bulimia. Então, é muito completo. A única coisa que a gente não vai entrar a fundo com profundidade é na parte de doenças físicas, que aí requer uma outra formação, mas que eu já estou preparando essa formação seguinte para dar continuidade para vocês, tá? Eh, eu mesmo tomo
dois, um para dormir e um para ansiedade. Eh, Nori, eh, você vai aprender como ir tratando a ansiedade, tá? Através dos gatilhos e você vai conseguir ir diminuindo a sua ansiedade. Eu também eh sofria de ansiedade generalizada. Eu tinha aquela ansiedade que dava até pânico de palpitação, tá? E eu reduzi muito, muito, muito o nível da minha ansiedade. Também tinha TDH. Meu nível de TDH era assim absurdo, absurdo. E eu diminuí o meu quadro de TDH. Fui diagnosticada com autismo, também trabalhei todas as questões ali que vinham do autismo. Então, a gente vai se trabalhando
e a gente vai reduzindo os nossos sintomas também, tá? O processo psíquico, ele não acontece de uma hora para outra. Por exemplo, um caso de Ansiedade generalizada, não é uma sessão que a gente diminui a ansiedade, porque são diversos gatilhos que ativam a ansiedade. O dinheiro pode ser um gatilho, o esperar o outro pode ser um gatilho, eh um um homem pode ser um gatilho. Então a gente tem que ir tirando os gatilhos que geram a ansiedade. Com essa visão que nós temos aqui da NPG, a gente vai desligando esses gatilhos muito rápido, tá? O
que acontece com esses gatilhos? Vocês vão Entender sobre gatilhos e que na realidade os gatilhos são o maior problema que nós temos, né? Eh, é o que nos aprisiona. Eh, o que acontece com esses gatilhos é que se a gente não trata o gatilho, eu tenho pacientes que eu atendo há 4 anos. que eu atendo esses pacientes a cada 15 dias, às vezes uma vez por mês ou às vezes esses pacientes me procuram quando Percebe que ativou algum gatilho, tá? Eh, o paciente ele tem essa percepção, ele entende o que acontece que quando a gente
está vivendo a vida no dia a dia e ativa um gatilho, se a gente não trata aquele gatilho na hora, aquele gatilho vai nos colocando em um estado neurótico e muitas vezes o próprio estado neurótico eh vai nos colocando numa projeção de situações negativas e a situação negativa vai ativando outros gatilhos. Vou dar o exemplo. Uma pessoa, ela vivia bem até entrar num relacionamento tóxico e esse parceiro ativou todos os gatilhos da criança ferida dela. E isso só aconteceu porque ela tinha um único conflito, o medo da solidão. Por medo da solidão, ela se manteve
num lugar que ativou todos os gatilhos da criança ferida dela. E aí ela vai precisar de uma terapia para trabalhar todos esses gatilhos que Estão ativados, né? Essa semana a minha agenda, essa semana a minha agenda é só sobre pai. É só sobre pai. Todo mundo que chegou no meu consultório essa semana foi sobre pai. Por quê? Dia dos pais ativem o gatilho. A pessoa vai estar ali diante do pai, o pai vai falar uma coisinha X que vai ativar um gatilho. E se a pessoa não tem essa percepção, Ela vai brigar com o marido,
ela vai brigar com o trabalho, ela vai se desequilibrar totalmente, o dinheiro vai parar de entrar na vida dela. Às vezes basta uma coisinha que a gente escuta para ativar um gatilho e a gente já sai do fluxo e da presença, tá? Num primeiro momento que a gente se depara com tudo isso, o trabalho é grande, porque a gente precisa fazer uma reforma íntima para desativar esses traumas e esses Gatilhos. Por isso que eu deixei disponível para vocês de bônus o programa avançado terapêutico. O Programa Avançado Terapêutico é um programa de autoconhecimento que é um
bálsamo que só nele vocês já vão aprender a se curar e a curar os pacientes, tá? tem sessões de renascimento ali, façam as sessões de renascimento. Senti um gatilho, trabalhe o gatilho em vocês Que vocês vão percebendo que eh conforme a gente vai passando por esse processo inicial de ir desativando os gatilhos, liberando os traumas, a vida vai fluindo em uma nova harmonia e e a gente vai percebendo gatilhos pontuais quando acontecem, tá? Então eu tenho pacientes que chegam no meu consultório e elas já chegam assim: "Olha, tá acontecendo uma situação que eu não tô
conseguindo liar, ativou um gatilho. Eu acho que eu já até sei da onde vem. Eu venho, eu venho lembrando de uma cena que a minha mãe fez tal coisa, tal, tal, tal, tal, tal". Aí eu mapeio e falo: "É isso mesmo". Mas a gente precisa olhar para isso, a gente precisa investigar. a pessoa, ela ela já ela já chega ali meio que pronta com uma visão que que eu trago pro paciente, tá? E é essa a visão que eu quero que vocês tenham. Ã, é tudo sobre desligar traumas, quebrar pactos, quebrar fidelidades e honras e
trazer a pessoa De volta paraa essência, pro ser. Tá bom? E a gente começa por nós mesmos. Tá. Alguma dúvida, gente? Fiz sessões de renascimento pelo método ser e me ajudou muito. A parte de psiquiatria, a parte de psiquiatria, eu vou entregar uma apostila para vocês e eu vou passar tudo sobre psiquiatria ao vivo aqui nas aulas eh online, tá? não está disponível na plataforma, Porque já é uma questão mais complexa que eu preciso conforme eu for dando a aula, eu ir tirando as dúvidas que possam ver surgindo, tá bom? Quando a gente começa num
processo terapêutico e a gente começa a olhar pro nosso inconsciente, muitas vezes a gente vai acessar várias vezes o mesmo trauma. Eu acho que eu fiz umas 20 sessões de renascimento Para curar o meu parto, porque eu quase morri no meu parto. Então são diversos gatilhos. Eu quase morri no meu parto, eu fiquei numa incubadora. Então são diversos gatilhos que vêm do parto e em uma vez só, às vezes a gente não consegue curar esses gatilhos. Eu ia trabalhar questões da minha vida financeira, eu voltava pro parto. Eu ia trabalhar problemas que eu sempre Tive
com eh parceiros com alcoolismo e eu caía no parto. Eu ia trabalhar a minha dependência emocional e eu caía no parto. Eu ia trabalhar o meu conflito de fala e eu caía no parto porque a minha mãe falava para todo mundo que eu estava morrendo e ninguém escutava e eu ficava igual ela, falando, falando e ninguém me escutava. A minha ansiedade depressiva, eu voltava pro parto porque Eu quase morri, então tenho uma pulção de morte ali no parto, tá? Então, meu medo de ir paraa vida, eu voltar o parto. Então, às vezes, quando a gente
tem um trauma muito forte, a gente volta diversas vezes para aquele trauma até aquele trauma estar ali eh amenizado no cérebro da pessoa, tá bom? Por que que a gente não consegue curar uma única vez? Porque quando a gente tem um cérebro traumatizado Em diversas partes, se nós curamos numa única vez, a catarse é muito grande e o sistema cerebral não dá conta, o sistema fisiológico não dá conta, tá? Então, a gente pode ter eh a gente vai curando até onde o sistema aguenta. Tem tem pessoas que não conseguem acessar o parto, acessar a infância,
porque o sistema da pessoa não dá conta, tá? E às vezes a pessoa ela não precisa Acessar com o renascimento. Às vezes é uma conversa, uma reprogramação, que nem eu falei para esse moço de que mulher não é conquista, mulher é parceira, mulher é amiga, que ele precisa ver a mulher por outro ângulo que já liberta a pessoa daquilo, tá bom? Às vezes só um entendimento e eu vou ensinar tudo isso para vocês e uma fala e uma consciência que você traz pra pessoa daquilo que ela está presa. Às Vezes eu simplesmente coloco a pessoa,
faço a pessoa fechar os olhos. Eh, hoje mesmo atendi uma pessoa em que ela, o pai dela, conflito de pai é muito intimidador. O marido é muito intimidador e ela é tem uma postura intimidadora que ela mesmo relatou. Ela falou: "Às vezes as pessoas falam que eu sou brava, mas eu não sou". E aí eu fechei, fiz ela fechar os olhos e falei simplesmente para ela falar: "Eu não preciso mais Pertencer ao meu pai, ter o amor do meu pai através da intimidação com homem intimidad, sendo intimidad. Meu pai foi assim, eu não preciso mais
pertencer, honrar o meu pai, fazer parte do sistema através da intimidação. Eu me liberto da intimidação. Daqui a pouco eu só vejo o sorriso no rosto dela. Foi 5 minutos. 5 minutos. E por que eu cheguei nesse contexto? Porque quando eu fui mapear o Cérebro dela, essa região do cérebro de brônquios, que é da figura paterna, estava traumatizado, tá? Então é uma pessoa que vai ter problema de comunicação e ela vai atrair parceiros intimidadores e ela vai estar ali nessa frequência, tá bom? E às vezes a gente, o paciente está falando, a gente percebe, fala
assim: "Nossa, eu tenho isso". É normal, tá? Até hoje eu falo. E não é que a gente não é boa, é porque são muitos traumas que a gente carrega, são muitas coisas. Aí a gente fala: "Eu aprendo isso aí quando passei de tá lá, eu revogo e renuncio a intimidação que eu tenho com o meu pai também. Pelo amor de Deus, chega, sai de mim, sai de mim. Isso também já atendi uma paciente. Foi muito, Muito, muito difícil para mim. Muito difícil. Eu comecei a atender uma paciente, essa paciente, ela se viu na piscina nadando
com o pai e de repente esse pai começa a abusar sexualmente da paciente. E quando eu comecei a atender a paciente, eu comecei a ver cenas de eu sendo abusada também. Isso foi muito difícil para mim. Eu tremia na consulta. Tremia porque quando a gente acessa alguma coisa, Vem uma emoção, a gente não consegue controlar. E aí a gente precisa respirar fundo porque o paciente está ativando um gatilho em nós. Aí a gente precisa respirar fundo, lidar com a questão do paciente, acolher, né, fazer o papel que a gente tem que fazer, tem que ser
adulto nessa hora, segurar o choro e aí a gente procurar uma ajuda depois, né, de um outro terapeuta, Eh, chorar o que tem que chorar, trabalhar o que precisa trabalhar em relação a isso pra gente estar inteiros para próxima pessoa ou até a mesma pessoa continuar o processo, tá bom? Então, a o trabalho de terapeuta, o trabalho de autoconhecimento, o trabalho de entendimento do psiquê, da psicologia de Jung, é um é é muito pulsante, é muito vivo, não existe uma rotina, não existe um fim de conhecimento, Não existe uma cura. Não existe um É isso.
E pronto, Rafa, algum atendimento seu é igual ao outro? Não, de forma alguma. Cada um especial, cada um tem sua história, né? Suas vivências, seus traumas. Nenhum é igual ao outro. Pode ser até meio parecido, né? A gente pode até ter um caminho, mas são todos diferentes, tá? Todos, cada um especial. Inclusive, a Rafaela, ela é uma da das eh Terapeutas aí da minha primeira turma. Eu já enjinquei diversos pacientes para ela, porque ela é uma terapeuta incrível. Quem precisar da ajuda dela, ela vai estar disponível, ela, né, já atende no consultório, ela passa as
informações para vocês de atendimento no consultório também, tá? Quem precisar aí de um apoio terapêutico. >> Inclusive, quero te agradecer a Oportunidade, tá, R, e dizer que eu vou atravessar essa jornada aí com o mesmo carinho, com o mesmo amor e a mesma dedicação da primeira vez. E quem quiser, quem precisar, realmente, eu tô à disposição, tá? Para orientações, qualquer apoio, eu tô tô junto aí com todos vocês. >> É muito bom ter você aqui comigo. Muito bom. >> Obrigada, amor. >> Muito bom. >> Ã, então é isso, nós vamos formando essa família, né? E
é isso, sejam todos bem-vindos a essa jornada profunda de autotrão todos bem-vindos a essa jornada profunda de transformação e conhecimento, tá? Então hoje nós damos início ao curso de formação de terapeutas, a quarta turma. E esse caminho não vai apenas ampliar, né, a sua visão sobre a psiquê, mas também vai permitir que você se cure E que você seja um agente de cura na vida de outras pessoas, tá? a neuropsicogenealogia, epigenética, se da vida, nova medicina germânica, eh é um caminho que eh nos ensina que as dores que nós carregamos, elas não começam em nós,
elas são ecos de histórias não resolvidas, de padrões herdados, de lealdades invisíveis que vão Aprisionando famílias inteiras. as em ciclos repetitivos de sofrimento. Quando um terapeuta ele entende essas raízes, ele entende esse pertencimento, ele entende que os conflitos que nós vivemos hoje não começaram hoje e aprende a trabalhar neles, ele vai mudar a vida do paciente, mas também vai impactar nas gerações passadas e futuras, tá? Então, nessa formação, vocês vão aprender a desvendar esses mistérios Do inconsciente familiar. Vocês vão aprender a identificar repetições traumáticas e a se guiar e guiar seus pacientes na libertação desses
padrões. Antes de curar o outro, a gente começa olhando para dentro. Isso é automático, isso é, não é que tem que estar curado, é que naturalmente quem tem paixão por autoconhecimento vai olhar para cima, vai olhar para dentro, vai entender. É natural. Tudo vai acontecendo de forma natural. Nenhum paciente vai chegar você sem que você esteja pronto. Tudo vem acontecendo de forma muito orgânica, de forma muito natural. E é justamente esse estado de presença que eu quero trazer para vocês, de leveza, tá? O terapeuta ele vai se transformando conforme ele vai transformando o outro naturalmente,
organicamente. Então essa jornada vai fazer com que a gente se aprofunde, Né, nos conceitos da psicogenealogia, que é fantástico entender como o inconsciente ancestral controla o nosso inconsciente. É fantástico. Sou apaixonada pela psicogenealogia. Eu vou ensinar para vocês como os lutos. Eu vou eh eu sou e uma das minhas especializações e e é o que eu tenho mais amor e paixão. E isso eu quero trazer para vocês aqui também, tá? Eh, a gente tem um propósito Do terapeuta, né? você entendeu o seu propósito, você tá se conectando com o seu propósito, você tá entendendo o
seu chamado, você está amando isso daqui. Eh, mas dentro da terapia, nós também identificamos aquilo que a gente mais gosta, tá? O que eu gosto não é o mesmo que a Rafaela gosta, mesmo não é o mesmo que o Nori gosta, não é o mesmo que a Patrícia Gosta. E o que que eu sei que eu preciso trabalhar? aquilo que eu gosto. Então, nós temos que ser fiéis à nossa verdade. Eu não falo nas minhas redes sociais sobre dinheiro. Eu falo nas minhas redes sociais todo tempo, por mais que pareça falar de diversas formas diferentes.
Mas eu falo todo o tempo sobre luto, sobre a pessoa que tem está em um relacionamento tóxico e não termina por Medo do luto, por medo da separação, por uma pessoa que está sofrendo sozinha por medo do luto, por medo da separação. O programa avançado terapêutico, ele tem um módulo que é o último módulo que eu fiz que é só sobre luto, que é só sobre a energia do luto, energia da depressão. Então eu atendo pacientes cada vez mais no meu cultório e eu amo fazer isso, que são pacientes que alma estão enlutadas, que viveram
luto na infância, que Viveram luto, lutos na ancestralidade e essa pessoa está com depressão e está com dependência emocional e isso é o começo de todo desencadear, tá? De conflitos. Então, eu sou especialista em lutos e vou trazer essa visão para vocês, tá? Mas isso não quer dizer que seja o gosto de vocês. Eu vou trazer tudo. Eu vou trazer sobre arquétipos, sobre energia feminina, sobre energia masculina, sobre eh Psiquiatria. Eu eu vou trazer tudo para vocês e eu quero que vocês vão eh se apaixonando por aquilo que vocês gostam, por aquilo que pega em
vocês. Tem terapeutas que saem daqui, vão para trabalhar com financeiro, com dinheiro, com problemas financeiros. Tem terapeutas que vão eh trabalhar com obesidade. Quanto mais a gente se especializa em uma coisa E mais a gente se afunda naquilo, mais a gente se torna boa naquilo que a gente faz, tá? Tá bom? E a impersonante como o universo vem trazendo pra gente pacientes que exatamente estão vivendo aquilo para ser resolvido, né? Eu tô com uma paciente que ela está com câncer, ela está com medo do quê? Da morte, do luto, tá? Então, Sejam fiéis ao que
a alma vai dizendo para vocês, que vocês gostam, que faz sentido para vocês, tá bom? Quanto mais apaixonados vocês forem, mais os pacientes vão vir pela paixão que você transmite no silêncio, na que agora, naquilo que você ama. Isso não precisa ser falado pros quatro cantos do mundo. É só vibrar que a gente tem uma força magnética que atrai. É preciso entender isso, gente. Existe uma força magnética que atrai sem a gente esperar. Teve uma paciente que me procurou porque ela tem problema sexual e ela falou: "Estava entre dúvida estava em dúvida entre você e
uma sexóloga e eu não sei porque escolhi você. E quando eu atendi ela, eu falei assim: "Seu problema não é sexo, seu problema é luto. Você tem uma depressão aqui que começou os 9 anos de idade. O que que aconteceu seus 9 anos de idade?" E ela falou Assim: "Meu pai faleceu". E por que que ela me escolheu? Porque eu sou apaixonada por isso. Eu não sou apaixonada por problemas sexuais, eu sou apaixonada por luta, tá? Então tem uma força magnética que traz o paciente para aquilo que a gente ama fazer, ok? H, então vocês
vão se aprofundar eh em neurociência e talvez vocês vão se apaixonar por neurociência. vocês vão se Aprofundar na terapia sistêmica e talvez vocês vão se apaixonar por isso. Vocês vão se aprofundar em Yung e vão se apaixonar porung, vão se apaixonar por psiquiatria. Eh, e vocês vão aprender técnicas e ferramentas para acessarem e transformar essas dores humanas, tá? Mas mais do que técnica, eu quero que vocês desenvolvam a sensibilidade, a presença E a intuição. E acima de tudo essa paixão por estudar aquilo que você ama, que faz sentido para você, tá? Então, pra gente, hoje
é 13 de agosto, vamos eh trazer essa data como um marco em nossas vidas de que esse momento não é o acaso. Vamos trazer essa presença, né? Eh, vamos colocar a mão no coração, respirar fundo, se perceber nesse estado de presença. Agora, fecha os olhos, Coloca a mão no coração. Se percebe nesse estado de presença, percebe seus pés tocando no chão, suas pernas. Sentindo o toque da cadeira, a sua mão tocando o seu coração. Sente o seu rosto, seus olhos, seu cabelo. Sente o seu couro cabeludo. Quanto caminho você já trilhou até aqui? Quando caminham
pensando, pensando, pensando, perdido, indo, vindo, voltando. E de repente nós chegamos aqui agora nesse momento, nesse encontro, nesse chamado. E aí você visualiza uma luz saindo do centro do seu peito. Essa luz ela vai descendo pelo seu corpo, pelos seus pés, vai entrando em contato com a terra. Você vai sentindo a força do seu caminhar mais aterrado, mais presente. Uma luz vermelha começa a subir pelos seus pés. Volta pro centro do seu coração. E agora uma luz branca começa a sair do centro do seu coração, subindo pelo topo da sua cabeça, subindo até os céus,
chegando na fonte criadora, se conectando com Deus. E essa luz torna mais linda, mais Branca, mais perolada. Vai descendo, voltando pelo topo da sua cabeça, retornando pro seu coração e a luz do Criador branca vai se misturando com a luz vermelha da terra, do pertencer, do caminhar. E essa luz vai se tornando rosa, rosa do amor incondicional. E essa luz rosa que traz a presença, o aqui agora, o amor incondicional, É o reencontro consigo mesmo, com o caminhar, com a profissão, com a vida. E agora essa luz rosa vai aumentando do centro do seu peito.
Faz uma respiração profunda. Seu corpo vai se envolvendo nessa luz rosa, uma luz como uma nuvem. E as suas células vão recebendo essa Frequência de amor incondicional. E essa frequência é a sua essência, é a sua presença, é o amor, é o estar aqui. que você sente no centro do seu peito esse amor aumentando a confiança, a certeza, o momento presente, a união, a cura, a certeza de que está tudo bem E você está no lugar certo. Perceba que esse momento não é por acaso, que as nossas almas elas vêm sendo chamadas há muito tempo
para essa jornada, que aqui não tem ninguém melhor que ninguém. Aqui somos todos irmãos de caminhada com o mesmo propósito de espalhar o amor condicional, a sensa o ser na humanidade e que juntos formamos uma legião De instrumentos, de cura, de transformadores, de paz, fazendo uma respiração bem profunda. e no seu tempo pode ir abrindo os olhos e retornando, sentir a presença. Esse é o estado de presença que tudo acontece e tudo é possível. Então, que essa formação seja um divisor de águas Na vida de vocês, que vocês não saiam apenas como conhecedores, como terapeutas,
mas como instrumentos de cura, né, para si mesmo, pro mundo ao redor. Vocês são doutores da alma e esse é o verdadeiro poder do terapeuto. No término vocês vão receber esse certificado, certificado que todo mundo quer. Mas eu Vou falar para vocês que isso é só um papel. papel importante, lógico, acadêmico, mas acima de qualquer título, diploma, certificação, vocês são algo muito maior. Vocês são doutores da aula, médicos do espírito humano. A ciência, a academia pode ensinar técnicas, teorias, metodologias, Mas o que faz um terapeuta, um conhecedor verdadeiro é a sua presença, é a sua
sensibilidade, é a sua conexão com o outro. Não é o diploma que cura, mas a sua sensibilidade e capacidade de enxergar além do que é dito, de sentir o que não é verbalizado e de guiar alguém para essa verdade que Já habita dentro deles, como eu estou fazendo hoje aqui com vocês, que essa primeira aula é esse intuito de lembrar quem você era, de lembrar que existiu um lugar no seu interior que é o caminho, que não existe outro caminho de te lembrar desse lugar que foi esquecido já desde o útero da sua mundo, desde
o momento que você chegou para esse nesse plano, um lugar esquecido, enterrado pelo medo, Pela dor. Então, a essa formação, a neuropsicologia não é apenas um método, é um chamado de volta para si. É um caminho espiritual, não religioso, espiritual. É uma chave que vai abrir portas trancadas a gerações. É um retorno paraa essência. é o renascer para a ternura que se perde a cada segundo. Eh, e como terapeutas, como conhecedores, Eh, nós nos tornamos instrumentos vivos dessa libertação. Então, sintam-se poderosas, mas não poderosos com o ego, poderosos com a alma, que é nesse lugar
que o verdadeiro poder existe. Saber que a sua missão, que o seu chamado, que o seu amor é autoconhecimento, não é arrogância, é responsabilidade. Nós não curamos histórias. Nós mudamos destinos, Nós reescrevemos destinos. Eh, essa semana mesmo eu atendi uma paciente que estava assim na testa dela, que ela e o marido ia ter uma briga, estava ali escrito, porque o final de semana com o pai ativou diversos gatilhos para os dois. Estava escrito que eles iam entrar em feridas e eles iriam brigar. Então, a gente prevene, a gente reescreve, a gente muda o Destino da
pessoa, começando a mudar pelo seu destino. Então, eh, a gente não identifica padrão apenas, a gente vai identificar todas as consultas padrões, mas a gente quebra correntes invisíveis, né? A gente não apenas lida com traumas, a gente transforma dor em força, tá? Então, cada paciente, ele vai chegar trazendo um peso, uma bagagem. Às vezes a gente termina, a gente sai de uma consulta acabados, acabados, mas nada que um banho descanso, não resolvo. Eh, às vezes a gente não consegue mudar um paciente, a gente, às vezes a gente se sente fracassados, mas a gente entende que
50% é nosso, 50% é do outro. Então vocês serão os primeiros a dizer: "Eu vejo você, eu vejo sua dor, Mas você não precisa mais carregá-la". E eu quero que você traga isso para você hoje, de você colocar a mão, sua mão no seu coração e falar: "Eu vejo a minha dor. Eu vejo quem eu sou, mas eu não preciso mais carregar essa dor. Eu posso me libertar. Isso é ser um médico da alma. precisa ser um terapeuta de verdade. E então hoje eu convido cada um de vocês a vestirem esse papel por completo. Vocês
não estão aqui por acaso. Vocês foram chamados. Vocês nasceram para isso. Não duvide. Não deixe o medo dele. Tá, às vezes é difícil aprender uma coisa ou outra. Vai pelo aquilo que você gosta. Vai pela aquilo que toca a sua alma e depois você vai aprendendo o resto. Sinta esse chamado e quando dentro de vocês hoje começa começa eh A sua nova jornada. Então, sejam bem-vindos. Vocês já são gigantes, tá? Alguma dúvida? O que que é a neuropsicogenealogia? Neuro psicogenealogia. Você pode se intitular no mercado de trabalho como neuroterapeuta ou neuropsicogenealogista, tá? as duas formas
eh São são você pode estar trabalhando aquilo que você se identificar melhor. A Rafa, ela trabalha como terapeuta integrativa, também é uma forma bacana de você ser trabalhado. Ã, neuropsicogenealogista, neuroterapeuta, tá bom? A neuropsicogenologia, ela é uma abordagem que une a ciência, a Psicologia e a epigenética. Quando a gente entende o que está por trás da palavra neuropsicogenealogia, eu unifiquei a neuro que traz, né, a parte da neurociência, das nossas emoções, de como os nossos neurotransmissores eles impactam em cada um das nossas em cada uma das nossas células, de como nós somos governados pelas nossas
memórias celulares, Como os nossos neurospiptídios nos tornam viciados em dor. E aí eu trago a psico baseada na psicologia. Então, ao decorrer dessas formaçõ dessa formação, você vai entender muito sobre psicologia umana, energia feminina, energia masculina e também a epigenética. E a epigenética ela é simples, mas ela é extraordinária. A epigenética, ela tem uma simplicidade Absurda e por ser tão simples, tudo aquilo que é mais simples parece que é mais rica. Aigenética, ela simplesmente diz que o meio que você vive, o meio que você cresce, torna quem você é, te contamina. Se você cresce um
ambiente de brigas, você vai você vai se criar um ambiente de brigas na sua vida dura. Se você cresce com um pai intimidador, você vai se tornar uma pessoa intimidadora e vai atrair um homem intimidador. Então a epigenética diz que O meio transforma a pessoa. Só que essa epigenética, ela é transmitida a partir do nosso DNA de geração em geração. E isso nós trabalhamos muito, o feminino ferido e o masculino ferido. E aí quando a gente tem a visão do feminino período e do masculino perdido, a gente vai unir todas as ciências. Por quê? A
psicologia fala sobre energia feminina e energia masculina. A nova medicina germânica, ela fala sobre o lado direito e esquerdo Do cérebro. A psicogenealogia vai falar que eu enquanto mulher vou herdar um DNA da minha genealogia, a minha ancestralidade feminina. A ciência do início da vida diz que as dores que eu vivo na minha infância são as mesmas dores que a minha mãe que viu no infância dela. Então, toda leitura que a gente faz em todos os lugares, em todas as filosofias orientais, a gente vai ter a energia feminina e masculina. E todas essas ciências vão
trazer essa mesma visão da energia feminina e masculina. Nisso vai trazer honras, pertencimentos, pactos e maldições, tá? E eu vou trazer essa visão de quebrar esses padrões de uma forma muito precisa. Então, a neuropsicoginealogia ela unifica diversas linhas científicas, eh, e te permite compreender como traumas e padrões emocionais são transmitidos através das gerações, Impactam as nossas vidas. Então, é uma fusão de várias linhas de conhecimento. Eu peguei todos os meus conhecimentos, peguei aquilo que era melhor e transformei a neuropsicogenealogia, fundamentada em grandes estudiosos. como o Dr. Hummer, como o Salomão Selan, como a Anan Celine,
como eh Jung. Então, eu trago diversos nomes aqui que você vai conhecer A fundo esses nomes e como a Dra. Ele luzes e vai aprender uma abordagem diferente a partir desses novos conhecimentos, tá? Então, são grandes estudiosos e pesquisadores que vêm revolucionando a forma como entendemos a mente, a hereditariedade emocional e a psicogenealogia, ela é fundada pela Ania Celine e que é uma psicóloga e terapeuta francesa. Em seu livro A síndrome dos ancestrais, No Drive tem muitos livros, tá? Que eu deixei lá, tem toda uma bibliografia. bibliografia que eu deixei lá para vocês de livros.
Eh, ela, a Ania Celine, ela mostra que eventos traumáticos, ancestrais, padrões de comportamentos, dores emocionais, lutos não resolvidos são transmitidos inconscientemente através das gerações, tá? você vai aprender a montar arte genealógica E aí aquilo que vem do nosso ancestral forma a nossa epigenética, o meio que a gente cresce, o ambiente em que nós somos gerados intrauterinamente. Então, tudo que você vive no roteiro são repetições de padrões que vê da ancestralidade já que a sua mãe está trazendo do útero que ela viveu na sua avó, que está vindo da sua bisavó. Então, são heranças de emoções,
de padrões, de dores, de traumas que já Começa ali no momento da nossa concepção. Inclusive a Dra. Leonor Luzes, ela diz que tem traumas de pré-concepção. Nós conseguimos analisar eh o signo de pré-concepção e o quanto isso influencia em nossas escolhas. Por exemplo, o que que é a pré-concepção? Como estava o inconsciente do seu pai e da sua mãe antes de conceber. Isso vai influenciar no seu óvulo, no esperma do seu pai. Porque tudo é transmitido a partir do DNA e da frequência da memória, da informação transmitida pelo DNA. E aquele DNA do óvulo, do
espermatozoide, que vai te conceber aquela informação genética, é uma informação que já vem da sua ancestralidade e isso vai te controlando ao decorrer de toda a sua vida até que se torne consciente. E aí entra a psicologia umbiana que traz O seguinte: enquanto algo estiver no seu inconsciente e não for trazido por consciente, ele vai controlar a sua vida. Então todos os conteúdos reprimidos no seu inconsciente moldam os nossos comportamentos. uma raiva que você tem da sua mãe, uma raiva que você tem do seu pai, um luto não trabalhado, um sentimento de injustiça não trabalhado,
ele vai moldar os seus Comportamentos e as suas relações. Eu atendo muitas mulheres que não conseguem ter relacionamento porque tem tanta raiva reprimida da infância que elas jogam toda essa raiva no relacionamento e se tornam mulheres que a gente chama de mulheres masculinas. São mulheres com muita raiva, com muito conteúdo emocional reprimido, tá? Os traumas da gestação, os traumas da pré-concepção, os traumas de nascimento, Eles impactam a vida adulta e os traumas ancestrais trazem impedimentos para o próximo passo que nós vamos dar. Então, como funciona toda essa dinâmica? Nós temos o nosso inconsciente familiar, aquilo
que a gente viveu na infância e nós temos um inconsciente ancestral, porque a gente vive na infância, são os traumas da nossa criança ferida. E aí Vem a visão da psicologia, da formação do ego, da formação da psiquê, dos arquétipos, tá? E nós temos também os padrões herdados da nossa sinceridade. Tudo isso vai fazer com que a sua vida fique bloqueada. Os traumas da infância, eles vão funcionar mais como eh neuroses que a gente vive no nosso dia a dia. Já as Os traumas ancestrais, ele já tem uma conotação um pouco mais forte. Eles funcionam,
chamamos de maldições ancestrais. Maldições ancestrais não é algo espiritual, religioso, não. É realmente uma repetição de padrão na sua vida que parece uma noção. Todo o relacionamento que você entra, você é atraída. Não é possível, não é? Vai além do seu controle, tá? Vai além de você falar assim: "Não, eu vou escolher uma pessoa diferente. Todos os meus relacionamentos, vícios, isso além do meu controle. Maldições ancestrais, tá? Nessas maldições ancestrais, nós temos mortes prematuras, falecimento de um pai prematuro, eh falecimento de um filho prematuro, nós Temos mortes prematuras também, tá bom? Nós temos perdas de
trabalho, nós temos casamentos. Então, se na minha ancestralidade todas as mulheres casavam por dinheiro, ou eu caso por dinheiro ou eu fico solteira. Quem eu amo vai estar sempre dinheiro e nunca vai me querer. Eu tô presa em uma maldição ancestral. E aí, se eu quebro essa maldição ancestral, eu posso casar por amor e com dinheiro, Tá? Porque senão você fica ou amor ou dinheiro. E aí você só consegue se relacionar com pessoas que são muito pobres. E aí você vai ficar nervoso e você vai falar: "Nossa, eu tenho que trabalhar e carregar um homem
nas costas." E na realidade você tá preso a uma maldição ancestral e você está impedindo que esse homem cresça financeiramente, tá gente? Então é muito mais profundo do que a gente imagina e São padrões herdados. da nossa ancestralidade. E muitas vezes por isso que a pessoa ela vai na terapia, vai na terapia e não tem resultado, porque não é um trauma, não é um conteúdo reprimido do inconsciente, é um um uma fidelidade ancestral, tá bom? Então, Jung, ele tá traz a a teoria do inconsciente coletivo, dos arquétipos, dos sonhos, dos contos de fada. Eh, e
nós carregamos esses símbolos no nosso conceito, tá? Eh, E aí a gente soma com tudo isso, soma tudo isso com a neurociência e a epigenética. A epigenética foi desenvolvida principalmente por Bruce Lipton. Quem quiser se aprofundar, leia A Biologia da Crença. É um livro fantástico. Tem um outro livro também que chama Molécula das Emoções. É um livro inglês, não tem eh não tem traduzido. É, a epigenética ela provou que nossos Genes, nossas memórias celulares, aquilo que a gente traz, não é um destino fixo. Então, aquilo que a gente vive no nosso dia a dia não
é fixado, não é um destino. O que a gente vive no nosso agora, a falta de dinheiro, a falta de relacionamento, é uma influência do ambiente, das emoções que a gente traz lá de trás dos primeiros anos de vida. Então, as Memórias emocionais da infância, da vida intruterina e herdada dos nossos ancestrais ativam e desativam certos genes. Por exemplo, uma pessoa tem o gene do alcoolismo, uma pessoa tem um gene da rejeição, uma pessoa tem um gene de viver no caos, em de briga, de raiva. Então, esses genes, eles estão ativos nas nossas memórias celulares.
É como um vício de Drogas, um vício por doces, né? Esses genes, eles vão se perpetuando em padrões familiares, de doenças, de fobias. Toda a minha família é depressiva. Por quê? é um gene que está nesse DNA, nessas memórias emocionais, mas pode ser desativado, tá? Fobias, medos, inseguranças e até fracassos financeiros e amorosos, tá? Então, a nossa memória, a nossa história familiar, a nossa história da infância molda as nossas emoções, Mas programa nosso corpo, e esse é o mais importante, programar nosso corpo e nossa mente para repetir padrões. E o papel do terapeuta neuropsicogenealogista é
identificar programas. Qual programa está rodando no cérebro do paciente? Um programa de que precisa conquistar mulheres. Um programa de que Eh precisa falar intimidando um programa de culpa, um programa de medo, um programa de falta financeira. Um programa de escassez, um programa de rejeição. É isso que a gente trabalha. Um programa de que homem é perigoso e a mulher só atrai parceiros narcisista. Um programa de que é perigoso focar. É perigoso focar e aí eu vou desenvolvendo o TDH. Essa visão é a visão que vai virar a Chave da sua vida. vai virar a chave
da sua vida. Então, às vezes são pequenos programas que estão ativados, que a gente precisa desativar esses programas. Eh, eu vou dar um exemplo para vocês. um programa que é um programa que a maioria de nós temos, que a gente precisa chorar Para ser amado, porque lá pequenininho a nossa mãe era uma mãe que não tinha consciência da importância de escutar o choro da criança. E isso é atual. E aí essa mãe, ela, você chorava, chorava, chorava e ao invés da mãe encolher o seu choro, essa mãe às vezes estava mais nervosa, te deixava chorando,
te deixava no berço chorando, ã, ela ficava impaciente e aí você chorava mais, mais e mais até Essa mãe escutar. Então, nós aprendemos, nós temos um programa que a gente precisa chorar para ser amado, ter raiva. Você ficava com raiva, tacava um brinquedo e a sua mãe te olhava. E aí você aprendeu que se você tiver raiva você vai ser visto. Então são programas inconscientes que a gente aprendeu a usar as emoções para esses programas Funcionarem a nosso favor. E muitas vezes a gente cresce e é já é adulto e é a gente tá chorando
para ser amado, tá gritando para ser amado, tá se vitimizando porque eu tenho um programa que se eu me vitimizar eu vou pertencer ao meu sistema familiar. Então, esses programas eles vão estar sempre eh ativando os nossos genes e vão estar controlando o nosso futuro. Se eu Tenho um programa que eu preciso chorar para ser amada, eu vou atrair homens que vão me fazer chorar. Se eu tenho um programa de que vou dar um outro programa, tá, para vocês. Quantas vezes a gente escuta lá na infância que eh que o dinheiro vai acabar? Quantas vezes
a gente escuta na infância que as férias vão acabar, que o momento bom vai acabar, né? E a gente fica Sempre nesse conceito de que as coisas boas acabam e a gente fica sempre achando que o melhor acaba, que tudo termina e isso gera muita ansiedade. E se a gente reprograma esse conceito e a gente diz: "A felicidade é eterna, o dinheiro sempre vem, amanhã tem mais". Então são programações, às vezes programas pequenos que vão controlando a nossa vida e vão reprogramando o nosso futuro, tá Certo? H, então essa nossa história familiar molda as nossas
emoções, programa o nosso corpo, a nossa mente e os padrões que a gente atrai. E o nosso caminho é descobrir a programação que a pessoa está, OK? A psicogenealogia, ainda a constelação familiar mostra que existe emaranhamentos sistêmicos dentro das famílias. você vai aprender sobre esses emanhamentos sistêmicos na aula de Psicogenealogia, tá? Então nós carregamos dores, destinos e culpas dos nossos ancestrais. E aí nisso tudo vem a física quântica. Quando a gente tem esse entendimento da física quântica e a gente entende que já Einstein falava sobre como tudo no universo está intercalado e Yung trouxe o
termo sincronicidade, nós entendemos que os nossos pensamentos e sentimentos geram impacto no mundo ao Nosso redor. Então, se eu tenho um programa instalado no meu cérebro e nos meus genes, esse programa ele vai atrair situações que vão ser que vão corresponder a esses programas. Eu fiz formação com a MIT Gosvam, que ele é um ativista quântico, que ele mostra como a nossa consciência influencia a realidade, como padrões energéticos emocionais, eh, eles podem ser recicados E transformam aquilo que a gente vive no mundo ao nosso redor. Quando a gente tem essa visão de que alguém chega
no seu consultório e fala assim: "Eu estou num relacionamento tóxico, eu preciso identificar quando o abuso foi programado no cérebro dela para ela estar no racionamento. E a pessoa faz, ah, ele faz isso, faz isso, faz isso, faz isso." Eu preciso identificar se isso é uma programação que ela precisa chorar para ser amada, Se é uma programação de que ela precisa apanhar para aprender, se há uma programação de honra com a mãe, honra com o sistema, se é uma programação de herança ancestral. E aí entram as os mapas pra gente identificar da programação, tá? Quando
a gente muda a programação do cérebro, da célula do paciente, a gente muda a realidade do paciente, ok? Tá? O dinheiro não entra na minha vida. Eu tenho problema financeiro. Nós precisamos identificar as programações que você traz relacionadas a dinheiro. E eu vou te ensinar a fazer perguntas para os mapas para você identificar a programação. Você desativa o gene, desativa a programação, você reprograma o seu cérebro e o dinheiro passa a entrar na sua vida. Às vezes uma simples simples conversa com uma pessoa pode ativar um gên, pode ativar um trauma para programação. Então, a
união dessas linhas da neuropsicogenealogia é um novo paradigma que a gente compreende as lealdades invisíveis, que a gente entende através da psicologia, como traumas inconscientes impactam nossa vida, que a gente entende como a epigenética e a neurociência Faz com que esses genes controlam as nossas emoções. a gente entende esse marhamento no sistema familiar que fazem com que a gente vive em marenhado em problemas e a gente entende através da física quântica como a consciência, como o inconsciente programa a nossa realidade, tá? Então tudo funciona dessa forma. Tudo funciona dessa forma. Eu tenho um programa e
esse programa está Programando a minha realidade. Paciente vai chegar até você ou você vai se analisar e você vai falar: "Esse programa aqui, a falta de dinheiro, a falta de amor, a falta de calma, a falta de paz na vida, vamos trazer a falta de dinheiro. Eu tenho um programa, falta de dinheiro. Eu preciso achar qual programa no meu inconsciente está programando a falta de dinheiro. Eu encontro esse programa através das técnicas que eu vou passar para vocês E o dinheiro passa a fluir na sua vida porque você entra numa outra programação. Tá claro? Não
precisamos de uma mudança de comportamento específica. Nós precisamos identificar o programa e desativar esse programa. Porque quando a gente faz isso, o cérebro ele passa a funcionar da forma correta e a pessoa passa a ter novas atitudes. Por isso que as terapias convencionais, quando a gente fala em mudança de comportamento, é tão difícil, porque se eu tenho um programa ativado no meu cérebro de ser uma pessoa intimidada, eu vou ter que ficar me policiando, policiando, policiando, policiando, policiando, policiando, policiando. Agora, se eu desativo essa região traumatizada no meu cérebro, se eu desativo esse programa, O
meu cérebro vai passar a funcionar da forma correta e eu não mais emito aquela programação externa, tá claro? Eu tenho um padrão que eu vivo hoje e eu preciso identificar a programação do padrão. A Luúcia está perguntando, ótimo, ótima pergunta. E como faz essa desprogramação? Primeiro processo é identificar o programa da pessoa, Olhar o programa da pessoa, ser fiel ao programa da pessoa, ser pontual no programa que a pessoa traz, dificuldade de se relacionar com uma mulher, dificuldade de ganhar dinheiro. Programa pronto, o que a pessoa sente, não sente, a gente não entra muito nisso.
A gente precisa identificar o programa. a gente mapeia para entender como esse programa está Ali instalado, quando esse programa foi programado no cérebro, na gestação, na infância, na ancestralidade. a gente desprograma através do renascimento, através de uma conversa com o paciente e esse paciente muda a programação. Tá tá claro? Então imagina que o seu cérebro é um computador Em que ele está programado para funcionar como, qual que era o nome dos computadores antigos? MS. E quando a gente desativa essas programações, esses genes, o seu computador vai funcionar como um Mac, tá? E é muito rápido.
Quem assistiu a chama da cura viu, né? Eh, rapidamente a pessoa saindo daquela programação de homens agressivos E ela já se sentiu diferente. Quem assistiu a aula que eu fiz a chama da cura? A moça me procurou e quando eu mapei, eu vi que ela estava presa em crueldades. Eu levei ela até o momento da crueldade, que foi o momento que o pai dava tapa nela. Eu reprogramei o cérebro dela de que ela merecia ser tratada com amor, ela merecia receber carinho ao invés de tapa. Só isso é o suficiente para mudar a programação dela.
Aí depois eu trouxe empoderamento de que ela pode mais, de que ela merece mais, de que ela tava buscando o pai dela em homens iguais. Aí eu trouxe essa consciência, mas o mais importante que eu fiz foi mudar a programação de agressividade. E às vezes o paciente ele nem sabe, ele nem sabe o que a gente faz. O paciente nem precisa saber. É como se a gente desativasse aquela Programação e de repente a pessoa muda, tá bom? Então esse conhecimento vai permitir que vocês tenham uma visão poderosa da mente humana, libertando seus pacientes muito rápido
de padrões de sofrimentos que não pertencem mais a eles. E os pacientes, por saberem que você faz isso, eles vão ficando fiéis a você, eles vão indicando vocês, eles vão, né, querendo. Eu, como eu falei para vocês, eu tenho pacientes Que eu atendo há 4 anos que que cobram pela consulta R$ 800. Então são pacientes que estão comigo, que há anos que me procuram, que pagam esse valor, porque sabe que e a pessoa vai mudando, vai acontecendo tanta coisa na vida da pessoa e a pessoa ela ela entende como funciona o meu trabalho e ela
entende o que eu faço. Ela fala assim: "Nossa, Roberta, sem você eu não consigo viver na minha vida porque eu vou lá topund programa padrão, a pessoa Vai embora pra vida e a vida acontece. Então é essa a visão que eu quero trazer para vocês, tá? E aí a gente entra nesse campo da ciência, da alma e da transformação, OK? E aí, conhecendo tudo isso, eu quero fazer essa pergunta para vocês. Estão prontos para mudar vidas? Estão prontos? Começando pela sua? Sim. Então vamos juntos nessa jornada. Eu quero que nessa semana, nesse Primeiro momento, vocês
comecem estudar os módulos. Gente, não é nada assim para vocês se matarem de estudar. Eh, algumas pessoas falaram assim: "Oh, já tô com dificuldade de estudar, tal". tira o medo, transforma isso em um momento de prazer, de alegria, de divertimento, de paixão. Vai estudando a psicologia, não com aquela obrigação, ah, eu tenho que estudar, tenho que aprender. Não, não é para ser assim, é orgânico, é Paraceroso. Se for assim, esquece, esquece. Você não vai passar da segunda aula. É para você escutar eh aproveitando daquele momento, sentindo aquele momento, aprendendo com aquele momento, sabe? Pessoas que
têm dificuldade de foco. O meu conselho para vocês, tá? Eh, já começar a observar esses padrões de eh broos intelectuais que possa vir da infância, ir dizendo para si mesmo que Sim, que é seguro, que pode estudar. que já fiz a quebra das maldições, todas as aulas, ótimo, que pode estudar. Nós temos muitas maldições que carregamos de bloqueios intelectuais, inclusive, tá? Eh, eu mapei 120 maldições e nós temos bloqueios intelectuais e bloqueios financeiros. E aqui nós temos diversos ancestrais. Tá? E nós temos que trabalhar todos esses ancestrados E às vezes em diversas áreas da vida.
E é impressionante quando a gente trabalha no ancestral como a vida vai mudando, evoluindo e fluindo, tá? Eh, mas é um trabalho que a gente vai fazendo aos poucos, sem pressa, sem pressão. É um trabalho que a gente vai mergulhando no conteúdo. Então, vamos juntos nessa jornada, tá? Somando tudo isso, vocês vão estudar a fundo, que é O grande divisor, a nova medicina germânica. A nova medicina germânica vocês vão estudar no módulo de mapeamento cerebral e na parte de psiquiatria. A nova medicina germânica foi desenvolvida por pelo Dr. Hammer e ele é um é um
dos pilares mais revolucionários da medicina integrativa. Paraamente, Roberta, a nova medicina germânica, ela está além da neurociência, da epigenética, Da psicologia, da psicanálise. Eh, a nova medicina germânica, ela traz uma visão completa da mente humana. O trabalho que o Dr. Hammer fez foi um trabalho revolucionário. Ele ficou 10 anos estudando cada parte do cérebro, suas emoções, através de tomografias que ele tirava de Pacientes. Ele conseguiu mapear todo o cérebro humano e as suas emoções. E como cada pontinho desse cérebro, quando está traumatizado controla o padrão do que a gente atrai. E Dr. ele era médico.
E aí ele ele foi banido da medicina, lógico, ele Trazia cura para câncer, para diversas doenças e ficou preso. Ficou 5 anos preso. E na prisão ele desenvolveu a psiquiatria atendendo os presos. Então ele foi a fundo, ele foi além do entendimento dos traumas e entendeu a fundo a psiquiatria. Então, lógico que depois que ele saiu da cadeia e ele recebeu o CRM de novo, ele voltou a trabalhar Como médio, ele provou tudo que ele tinha feito e um dia ele apareceu morto. Então, eh, isso é a nova medicina germânica, tá? Eu vou explicar para
vocês mais a fundo o que é a medicina germânica, mas a medicina germânica, ela é o grande diferencial da neuropsicogenealogia, tá bom? O trabalho que eu fiz, o trabalho que eu, Roberta, fiz, porque esses mapas não são meus, Esses mapas vem da Nova Medicina Germânica. O trabalho que eu, Roberta, fiz, foi em que cada sessão de renascimento que eu fazia, que eu tinha uma área específica impactada do paciente, eu fui fazendo a fundo aquilo que o Dr. Hammer disse, né, entendendo as emoções. E o que eu fiz foi escrever, ir escrevendo e fazer uma cola
em cada relé, em cada emoção. Então eu trouxe uma contribuição para vocês de ter uma cola exata do do que cada relezinho controla de nossas emoções, tá? Todos os cursos que você for fazer de nova medicina germânica, você não vai ter essa colinha que eu tenho aqui. Isso a Roberta que trouxe, tá? eh é fundamentado na nova medicina germânica, mas eu trouxe essa colinha aqui pra gente e isso vai facilitar muito o seu Atendimento quando você for mapear o cérebro do paciente. Nós trabalhamos com esses mapas todas as consultas não é para fazer o mapeamento
ainda. Vocês não aprenderam sobre o mapeamento ainda? Eu vou ensinar como mapear para vocês, tá? Comecem pelo módulo um, pela psicologia umuiana, depois vão entrando na ciência do início da vida, na física quântica e depois no quarto módulo vocês Vão entrar no módulo do mapeamento cerebral. vão por partes. Eu sei que vocês estão ansioso para aprender, mas é preciso ir por partes. antes da gente aprender a mapear os traumas e a gente vai, eu vou ensinar vocês a mapear as emoções e vou ensinar vocês a fazer O mapeamento biográfico do paciente, tá? Já estou fazendo
o módulo quatro. Ótimo, Lucio. Ótimo. Já estou terminando ele também. Ai, como vocês são maravilhosas. Ótimo. Perfeito. A gente já vai dando sequência neles, tá bom? E então, na próxima aula, eu já vou ensinar para vocês a técnica de cinesiologia, que é a técnica de mapeamento. Nós vamos começar aprendendo a mapear as emoções, vamos aprender a fazer a técnica do mapeamento biográfico, que através dessa técnica você já vai começar a captar clientes, tá? E aos pouquinhos vocês vão aprendendo tudo que precisa aprender com calma, certo? Alguma do é apaixonante. Então, durante essa formação, eu vou
treinar vocês para desenvolver um olhar Agado, preciso e ser hoje sobre o problema da vida. sobre os traumas, tanto seus quantos os outros, tá? Então, não é o curso teórico apenas. Você vai aprender a enxergar o que está escondido por trás das palavras, dos sintomas, dos comportamentos repetidos que sabotam a vida de uma pessoa. O verdadeiro terapeuta, ele não se compita com O verdadeiro terapeuta, ele não se contenta com o que o paciente diz. Ele quer entender onde tá a raiz do problema da pessoa. Ele enxerga o que não foi mostrado. Então você vai ser
treinado a identificar o que está oculto por trás de um problema que a pessoa vive. O que está oculto por trás de uma crise emocional. O que está oculto por trás de um bloqueio financeiro, o que está Oculto por trás de um vício, o que está oculto por trás de repetições de padrões amorosos, de sabotagens profissionais e de sintomas que a medicina tradicional não consegue explicar. E tudo isso de uma forma profunda que vai na raiz, tá? a gente chega até o primeiro evento traumático que origina o seja no útero, seja na infância ou em
um trauma herdado dos ancestratos. Então, nessa formação, você vai deixar de olhar as pessoas apenas com problemas E você vai começar a já enxergar o mundo através de programações, de histórias, de almas feridas, de crianças internas em sofrimento profundo. E o seu papel é exatamente isso, ver o que ninguém mais vê. E quando a gente começa a enxergar o que ninguém mais vê, a gente não consegue falar para ninguém, porque só a gente enxerga, Só a gente consegue enxergar. A gente consegue enxergar o futuro, a gente consegue prevenir o futuro. Então, a cada parece que
nós somos até um pouquinho eh gurus, mas não é. É porque a gente interpreta uma programação que tem ali ao paciente. A gente sabe onde o paciente está programado. Então a gente vai, a cada aula que você vai ter aqui, você vai se tendo uma escuta cada vez mais afiada. A partir Das próximas aulas, eu vou estar sempre em uma aula ou outra, eu vou estar sempre atendendo um de vocês. A gente vai fazer sorteios em que quem estiver aqui presencial, eu vou estar atendendo e vocês vão conseguir compartilhar desse desse atendimento que eu vou
fazer aqui. O que mais importa é você começar a olhar, a desenvolver o olhar intuitivo, a sua presença, a presença potente no seu dia a dia e a desenvolver a confiança Na sua essência, naquilo que você ama, naquilo que você gosta. A sua prática, a prática no dia a dia vai desenvolver percepção, vai desenvolver a sua entrega e tudo isso é o que fala mais aula. Você vai saindo dessa formação com a autoridade de quem conhece a dor humana por dentro. E com essa força de quem escolheu não apenas entender a mente humana, mas como
Curar na raiz, tá? Como curar na raiz. Então, sejam bem-vindos ao programa lançado, ao a a formação em neuropsicogenealogia. E já que eu falei sobre o programa avançado terapêutico, porque o programa avançado fala sobre programas e por isso que o nome é programa avançado terapêutico, eh eh utilizem o programa como eh esse caminho de autocura, tá? Aqui a Neuropsicogenealogia você vai aprender e no programa basado terapêutico você vai desenvolver esse olhar para os seus programas internos, tá bom? Tudo se se baseia em uma programação. A nossa vida é como se fosse uma calando pelo que
a gente nem sabe. E quando a gente começa a ser o protagonista da nossa história, a gente vai programando o que a gente deseja nessa Hora e não o que está oculto no inconsciente. E aí nós passamos a nos tornar verdadeiramente eh reis, rainhas da nossa história, né? em que a gente começa a construir uma realidade conforme aquilo que a gente almeja, aquilo que a gente presente, tá bom? Doenças como Alzheimer são programações, são câncer, é programação. Algumas doenças são programações resolvidas e acabam sendo uma catarse. Algumas doenças são programações que a pessoa está num
conflito, conflito, conflito, conflito. Inclusive, eu vou falar qual que é a programação do Alzheimer, tá? Porque o Alzheimer é um é um transtorno psiquiátrico. E a gente vai falar sobre o Alzheimer, tá bom? A gente traz aqui o Alzheimer também. A gente pode atender pai, mãe e filhos? Pode, pode. No começo a gente atende. Quando a terapia vai se aprofundando já é mais difícil, porque a gente tem que pegar na ferida. E às vezes o pai vai ficar meio, não quer olhar, por exemplo, a minha paciente que chegou em mim falou assim: "Mas eu sou
intimidad também, eu intimido as pessoas". É uma paciente que Já está num estágio em que ela já saiu da vítima e que ela já está olhando para si. Ela já parou de responsabilizar o outro, ela já tá olhando para si. Ela já não quer mais mudar o outro, ela já não quer mais ter dinheiro, ela quer melhorar a si mesma. Mas quando a gente atende um pai e uma mãe, dificilmente o nosso pai vai chegar nesse lugar da terapia, sabe? Em que a pessoa vira e fala assim: "Eu Sou o programa". Eu fiz um atendimento
essa semana em que e o renascimento faz isso, tá gente? Esse que é o grande néctar do renascimento, porque às vezes a gente tem que falar algo pro paciente e que é muito difícil falar isso pro paciente, a gente não consegue falar porque é um é algo muito difícil que a pessoa tem que descobrir por si só. E aí que entra o renascimento, porque o renascimento dá tapa na cara. Então, no renascimento, a pessoa fala assim: "Eu sou narcisista". E aí eu tive uma paciente essa semana que ela falou assim, ela chorando no renascimento, chorando,
ela falou assim: "Eu sou uma mulher insuportável uma sessão de renascimento." E ela começou a consulta falando que o marido dela dela era insuportável. E aí, como você vai falar pra sua mãe que a sua mãe é insuportável? E como a sua mãe vai se desnudar assim e Vai falar para você que ela foi insuportável com você? Então, é um pouco, é um pouco difícil a gente atender, eh, pai, mãe, filhos já não. Filho a gente, depende do tamanho do filho, a gente consegue atender porque a gente lida com as programações, a gente tira as
programações, tá? Eh, a criança ela é muito mais fácil de Atender, porque a gente vai trabalhar a programação que tem ali na criança, a criança não tem mecanismos, tá? Então, eu trabalho as programações do meu filho, eh, é muito mais fácil. Preciso curar as feridas dos meus filhos que eu mesmo causei. Exatamente, Jercid, seja bem-vinda. E vamos fazer isso sem culpa, porque também nós não fomos culpadas pelas feridas que nós causamos nos nossos filhos, né? a gente estava no nosso inconsciente. Aí Traz até um respeito pela nossa mãe de falar: "Minha mãe também é fruto
do sistema, tá? Eh, o renascimento para crianças acima de uns 7, 8 anos, a criança ela não para, então é difícil a criança fazer renascimento e a criança ela já tá ali no inconsciente. Então a criança a gente nem precisa fazer renascimento na criança, tá? Eu vou ensinar para vocês como reprogramar O inconsito dos filhos através do sonumento, que é uma forma muito mais fácil de trabalhar com os filhos. Eu gosto muito de quando tem que trabalhar com criança, trabalhar com os pais, porque os pais tendo entendimento, os pais vão mudando o comportamento, vão mudando
a epigenética do ambiente e vão conseguindo falar no inconsciente do filho aquilo que precisa ser falado. Eu tinha uma paciente que foi uma coisa uma muito lindo. É, o filho dela é Adotado e o o filho dela tinha traumas que vinha da mãe que ela nem sabia o que era. E ali nós fomos trabal nós fomos trabalhando os comportamentos que a criança trazia falando com o inconsciente da criança quando a criança se dormia e a criança foi mudando muito os comportamentos, tá? Então, eh, Eu vou ensinar tudo isso para vocês, tá bom? Minha filha tem
42 anos e eu sei que causei muitas feridas nela. É, se a sua filha estiver aberta, você consegue trabalhar na sua filha. O problema é que vai cair em você, né? A consulta, talvez ela texingue no meio da consulta. Então é um pouco, às vezes é melhor indicar de uma outra pessoa, >> ir abrindo a consciência da sua filha e ir indicando ela para uma outra pessoa, tá? Eu atendo muitos filhos de terapeuta, tá bom? Mais alguma dúvida? Eu que agradeço, Ana. Agradeço a todos vocês. Vamos tirar uma foto. Vamos. Ah, no grupo do WhatsApp
eu vou estar Sempre disponível ali para vocês, tá? Sempre disponível para dúvidas. Eu fico disponível mesmo após os três meses, né? A Rafa, ela sabe, a forma a primeira formação NPG aconteceu há 1 ano e meio, quase 2 anos. Quase 2 anos. E eu tô ali ainda respondendo, ajudando, orientando, tá? Então vocês vão contar com o meu apoio sempre ali para vocês. A única coisa que eu peço para vocês no grupo do WhatsApp eh não mandarem links, músicas, Eh fotos, porque como eu preciso estar ali olhando o problema em si e muitas pessoas estão ali
aprendendo com o problema do outro, a gente não pode tumultuar o grupo com outras informações, tá bom? Eu sei que tem aquela vontade de compartilhar, mas senão as pessoas acabam não vendo a importância do grupo e não vendo as mensagens que tem ali no grupo, porque uma dúvida que surgir lá no grupo do WhatsApp, Ela vai servir para todos. Então, fiquem atentos ao grupo do WhatsApp, tá? Não vamos usar o grupo do WhatsApp para mandar mensagens motivacionais, nada disso. Usem o grupo do WhatsApp para falar dos problemas que vocês estão tendo na vida de vocês,
na dia no dia a dia, que o problema que você nos traz, a gente vai já usar de análise pra gente já começar a desenvolver essa reflexão. Às vezes uma resposta que eu Dou para vocês lá no grupo vai servir para todos entender o funcionamento da pessoa, do programa que a pessoa carrega, tá? Tiver problemas pessoais, pode trazer no grupo. Tiver problemas de atendimento, tiver dúvidas de algum conceito ali que está acontecendo, tragam um grupo, tá bom? Utilizem um grupo para se curar e para curar. as pessoas quando surgirem dúvidas, tá? Então vamos lá. Um
sorriso nos lábios. Sorriso feito, feito. E sejam todos bem-vindos à neuropsicogenealogia. Que vocês tenham uma semana extraordinária, de muito conhecimento. Ficamos juntos lá no grupo dançado. Uma boa noite e até a quarta-feira da semana aqui.