Bom, então, antes da gente ir ali abrir a nossa planilhinha, eh, agora, né, uma versão do CPF que vai tá dentro, tá dentro desse kit que vocês receberam, eu vou voltar porque lembra que é só planilha, é só um quadriculadinho com coisas que entram, coisas que saem e o que fica. E no CPF é igualzinho, gente, igualzinho. E aí aqui vale assim, ó, ips litteres de tudo, né?
Tudo que eu falei do primeiro. Por que que eu não gosto desses aplicativos que você fica vendo por categoria? Porque não te dá capacidade de leitura simbólica.
O que que é leitura simbólica? Eu quero que vocês pensem o seguinte. Lembram que a gente tinha lá todas as semanas que depois viravam meses?
Quando vocês olharem isso aqui nessa camada simbólica, eu quero que vocês pensem nisso aqui como um livro de história. Um livro de história, Tânia? Sim, um livro de história, um livro de história que vai te contar várias histórias, mas ele tem duas formas de ler.
E essa capacidade de ler dessas duas formas é muito legal. Por quê? Porque é essa capacidade que vai fazer você tirar conclusões.
Lembra que eu sempre falo, gente, para mim não é sobre ser a doida do controle, o doido do controle. é sobre você ter gestão. E gestão para mim, do ponto de vista da vida, é capacidade de modular sua vida com aquilo que é importante para você.
Quais são as duas histórias que ele te conta? Uma história que a gente lê de assim nas nossas colunas e uma história que a gente lê de assim. nas nossas linhas.
Qual é a história que a gente lê na coluna? Tá escrito janeiro, por exemplo, fevereiro. Quando você olha a história de assim, ele vai te contar uma história sobre escolhas.
Vamos supor, né, aqui a mesma lógica da da da planilha do do negócio, só que pra sua vida pessoal. Você tem aqui as entradas e você tem aqui tudo que sai da sua vida. E eu depois eu mostrar na prática com númerinhos, a gente chega lá.
Tudo isso aqui são escolhas que eu fiz. Escolhas que me levaram a receber dinheiros e escolhas que me levaram a gastar dinheiros. Ah, Tânia, mas eu tenho aqui uma conta aqui.
Eu não concordo com ela. Eu não tô perguntando se você concorda ou se você não concorda, mas é uma escolha você fazer este gasto. Seja porque você está impossibilitada de outra escolha ou porque você tá fazendo ela inconsciente com uma boia parte das coisas que a gente vai fazendo antes de olhar isso.
Não é sobre isso. Você fez escolhas. Então tudo que eu escolhi que trouxe, tudo que eu escolhi que levou.
OK? Beleza? Quando eu olho na a linha, janeiro, fevereiro, março, abril, maio, junho, julho, agosto, setembro, outubro, novembro, janeiro, fevereiro, março, abril, maio, julho, setembro.
Eu olho a história sobre a minha consistência. Eu fiz escolhas e eu consigo ver qual é a consistência que eu tenho em cada uma dessas escolhas. Sejam aquelas escolhas edificantes e que constróem coisas poderosas e edificadoras na minha vida.
sejam as escolhas inconscientes ou reflexos de compulsões, impulsos, inconsciências e instabilidades que vão eh levando, eu não vou falar destruindo porque eu acho um pouco talvez superestimado, mas assim, vão levando embora eu vão me trazendo coisas que não são edificadoras, mas que eu fico fazendo com consistência. E aí, gente, tá aqui uma das belas razões. Eu vou usar aqui dizer que tá aqui a razão pela qual as pessoas morrem de medo de olhar isso aqui.
Morrem de melho do tal do espelho financeiro. Por quê? Porque ele vai mostrar dinheiro.
Nossa casa que rege o dinheiro no nosso mapa astrológico. O dinheiro que a gente recebe, dinheiro é regido pela casa de escorpião, a mesma que rege sexualidade, espiritualidade, como eu já comentei. E o espelho escorpiano, ele é um espelho escorpiano, mas ele também vai mostrar com muita beleza os lugares que te levam pro céu e pro inferno.
Então aqui nessa parte das nossas escolhas, nas partes dos ganhos, eu vejo muitas pessoas com eh eh aqui eu vou ver os meus medos de gerar os lugares aonde o meu valor próprio não tá bem assentado, os lugares onde eu não confio em mim mesma, os lugares das coisas que não deram como certo, como eu queria, ou você pode ter um baita salário, mas você não é feliz com da onde vem aquele dinheiro. E aqui vão ser as escolhas que você faz de saída. E é aqui que eu gosto de começar a trazer a dimensão simbólica.
E aí de novo eu vou falar para vocês porque que eu não gosto desses aplicativos que fazem classificação de gastos todas imediatas. Porque para mim, se você tiver uma tabela com tudo que você gastou e você sabe que você gastou R$ 1. 000 de Uber ou de iFood por mês, ela para mim não diz nada.
Ela é um dado, ela não é uma informação. Que que isso significa? Nada.
É um número iFood. Pegar o iFood. Adoro pegar o iFood.
Vou contar dois causos para vocês e aí, né, para vocês irem dando prática para isso. Eu não tô interessada em saber quanto eh quantos centenas ou milhares de reais você gasta no iFood por mês. Essa informação para mim ela é uma informação, ela é um dado, ela não é uma informação.
Eu quero saber, por exemplo, se os R$ 1. 000, R, vamos supor que você gasta de iFood com mês por mês. Se são momentos aonde você fala: "Nossa, que delícia, vou pedir uma comida para mim, vou pedir uma comida pra minha pro meu marido, pro meu filho, pra minha família, para um amigo".
E isso foi um momento de nutrição? Ou se você tá tão de saco cheio da tua vida, você tá tão exausta, você tá tão cansada, você tá tão sem energia que você tá pedindo um monte de iFood porque você não tem nem capacidade de fazer uma própria comida para você. São R$ 1.
000. Os dois são R$ 1000. R$ 1000 completamente diferentes.
Em um, eu tô fazendo algo que me nutre de volta. em outro, a leitura simbólica daquele dinheiro é o meu saco cheio com a vida. E o nome desse dinheiro deveria ser isso.
Quando eu chegar na planilha no próximo encontro, eu vou sem vou mostrar para vocês. Por isso que eu não gosto de classificação de gastos assim dessas automáticas pelo por por aplicativo, pelo CNPJ, da coisa que já puxa e classifica, porque ele não te conta as quatro linguagens da Cabala. No concreto, R$ 1.
000. no simbólico, nutrição, prazer. Inclusive, na hora de classificar os gastos e colocar eh as as somas que eu vou mostrar para vocês, um talvez estaria em prazer de viver, o outro deveria estar numa caixinha chamada Preciso Repensar minha vida, porque eu tô todo dia destruído.
simbólicos diferentes, entre linhas diferentes. Tô gastando R$ 1. 000 de iFood porque eu não tô tend tô cansada, tô exausta, mas não tô tendo tempo nem, cara, de cozinhar porque eu tô cansada no final do dia.
Mas eu fiz essa escolha porque eu tô construindo um negócio novo que vai me levar para um outro lugar e eu tô conscientemente escolhendo isso aqui. Outro tipo de entrelinha, percebe? Diferente do exausta acabada, preciso respensar minha vida.
Com qual contexto? Em que entrelinha? Eem para cá.
Eu mentorei uma mulher que ela era executiva de um banco e ela quis entrar numa mentoria de dinheiro comigo. Eu falei: "Nossa, mas como assim, né? Porque super letrada em finanças e tal".
E ela falou: "Não, Tânia, é porque é porque é isso que você fala, né? Não é sobre dinheiro, é sobre o simbólico. " Muito bem.
Então, vamos lá. Esse caso para mim é muito emblemático. Assim, ela tinha uma situação que ela fez uma separação, ela se divorciou do ex-marido, ficou com a guarda dos dois filhos e ela não conseguia resolver a parte de pensão do divórcio.
Eh, as questões dela, enfim, né, a incapacidade dela de se colocar, tinham várias questões ali. E aí ela tava muito feliz naquele mês, porque ela tinha voltado de de viagem, enfim, e feito uma viagem muito legal com os filhos dela. Mas quando a gente entrou no trabalho, né, ah, tá bom, vamos lá, como é que é, como é que são esses gastos?
Porque a maior parte a maior parte das pessoas que ganham bem assim, elas também não olham esses detalhes. Elas sabem quanto custa o custo de vida fixo, mais ou menos a fatura do cartão e meio que não investigam o simbólico do que tá naquele cartão. E aí eu falei para ela: "Olha, o seguinte, né?
Ela pagava toda, tudo das crianças. Ela que pagava, a escola, a comida, o mercado, as roupas, o tudo, porque ela não se posicionava e conseguia sentar com o ex-marido para conversar. E aí eu falei para ela: "Olha, eh, quem aqui é mãe, né, vai saber.
Muito complexo para uma mãe questionar o dinheiro do que vai pros seus filhos. " Aí eu falei para ela, fulana, só que agora que é o seguinte, esse dinheiro a gente vai dividir ele na metade. Metade desse dinheiro é criança, escola, blá blá blá blá.
E ainda tem mais uma dimensão aqui que eu vou falar para vocês. A outra metade desse dinheiro, o nome desse dinheiro não é escola. O nome desse dinheiro não é roupa.
O nome desse dinheiro não é natação. O nome desse dinheiro é incapacidade de resolução do meu divórcio. E a gente vai colocar aqui uma linha para isso chamado incapacidade de solução do meu divórcio.
E a gente vai mapear esse dinheiro e a gente vai descobrir ao longo de um ano, porque já faz três que você tá nessa tua nessa situação, a gente vai descobrir o quanto a sua incapacidade de chamar o seu ex-marido para conversar de uma maneira estruturada e se posicionar tá te custando. Isso é dinheiro simbólico. E digo mais, quando a gente fala de dinheiro simbólico, a gente ainda poderia abrir mais uma camada de análise, principalmente quando a gente fala sobre filhos.
o Steiner, que foi o cara que escreveu todo o corpo de conhecimento, né, que gerou as escolas Waldorf, né, da antroposofia, depois veio isso Waldorf, Biodinâmica, enfim. Eh, ele falava sobre quatro cores do dinheiro, né? Então, a gente tem o dinheiro cotidiano, que é o vermelho, é três cores, né?
dinheiro cotidiano, que é o vermelho, o dinheiro de doação, que eu acho que é azul, não é? Pouco importa o detalhe da cor, e o dinheiro de construção de futuro, né? Dourado, coisas pra gente refletir, tá?
Escola dos filhos. Eu entendo que ele é um custo fixo, mas na camada simbólica, ele é um dinheiro vermelho do cotidiano, ele é um investimento no futuro ou ele é uma doação? O objetivo disso, gente, é fazer vocês pararem para pensar, para refletir, para olhar essa fonte criadora na qual a maior parte das pessoas passa 10, 12, 14 horas por dia trabalhando para ganhar dinheiro, para vocês refletirem simbolicamente sobre esse alinhamento de verdade interna e estrutura financeira.
Como você olha isso? Da onde vem e para onde vai? Esses dinheiros que estão indo contam que tipo de história?
E aqui não tem muito certo e não tem muito errado, porque o teu sistema simbólico é o teu. E eu vou mostrar para vocês a minha uma sugestão para começarem. Mas o que eu vejo e que eu me apaixono e que eu acho lindo quando as pessoas entram nisso, é a beleza delas começarem a se ver naqueles números e passarem a lidar com essa coisa, com esse sistema tão de controle.
Você ainda pode gerenciar um orçamento, você ainda pode ter eh com cuidados, né, nos seus gastos. Não é sobre isso. Sobre que lugar simbólico, que lugar como um reflexo do meu ser.
tudo tá nutrindo. Essa é a pergunta. E isso para mim foi a grande virada, porque quando eu vou para este lugar e eu vou entendendo que dinheiro são como esses tijolinhos da criação que eu falei, isso para mim é dinheiro como energia sexual.
Quando eu olho aonde eu tô amontoando tijolinhos, eu posso descobrir que eu tô construindo um tipo de casa ou um tipo de ponte que nem era que eu queria construir. Foi de um olhar desse de escolhas e consistências a partir de tijolinhos que há um ano e pouco atrás eu mudei minha vida para Florianópolis. Para fechar com uma historinha e a gente volta pra planilha.
Eu na época que eu eu sempre eu fazia isso, mas na não enfim, eu eu no início do ano, né, de um ano e pouco atrás eu terminei um relacionamento e essa coisa, né, de aí vai com a amiga para lá, vai não sei o que e é jantar e é vinho e é não sei o quê. E eu olhando, né, as minhas escolhas e a constância. E eu vou ser muito sincera com vocês, eu adoro sair para jantar, tá?
Mas assim, não tanto assim, porque eu me sinto intoxicada pela comida de restaurante, eu vou ficando inflamada e tal. O que eu amo mesmo é viajar. Amo.
É onde a minha alma assim ela é mais expansiva. Feliz. Sou a pessoa mais feliz do mundo numa sala de embarque assim.
Não tem nenhum lugar do mundo que eu não queira conhecer, tipo nada. E aí eu tô lá, né, fazendo meu fechamento de outono em abril. Olho as escolhas que eu tinha feito e a consistência daquele trimestre.
Eu olho minha linha ali de restaurantes e tal. e falo: "Cara, isso aqui tá muito alto pro que me nutre. " E a minha linha de viagens tava baixa.
E aí eu falei: "Eu acho que eu preciso deslocar um dinheiro de um lugar pro outro. E eu começo a voltar. Eu já tinha morado em Flora, eu começo a voltar para vir para cá, vou vir, vou vindo para cá, vou vindo para falando: "Cara, eu vou parar de fazer isso e eu vou começar a ir paraa Floripa para me nutrir dessas viagens".
E aí, depois de um tempo vindo para cá, eu entendo que eu quero deslocar o meu centro de vida e botar a minha vida no centro daquilo que me nutre de verdade, que é estar na natureza. Porque eu estava em São Paulo por conta de trabalho, ou seja, eu tava com o dinheiro determinando a minha vida. Eu, claro, eu construí isso e eu faço um deslocamento e mudo para cá.
Pode falar: "Ah, Tânia, mas é só um realocamento de de de dinheiro, não é um realocamento de valores, é um realocamento do que me nutre, é um realocamento libidinal, é um realocamento simbólico, é muito mais poderoso do que isso. " E aí quando eu mudo para cá, toda vez que você muda teu eixo de vida, você tem novas camadas simbólicas para olhar. E aí eu vou contar a próxima para vocês, mas com a gente já olhando a planilha.
para vocês começarem a ver na prática como isso pode transformar a vida de vocês.