[Música] he [Música] [Música] เฮ [Música] [Música] Fala rapaziada, estamos ao vivo, hein? Mais um fal podcast, mais um dia aqui em boa Companhia. Hoje o nosso convidado do dia é o Sérgio Sacano, né? Sérgio Sacane, né? Sacana, né? Sair desses 10 anos de idade. Sacana saiu sacana. Sérgio Sacan e mais conhecido como Serjão ou Sergão Foguete. >> Serjão dos foguetes. Isso aí >> ou Gordão foguete. Eu já ouvi também. >> Já ouvi o Gordão Foguete também. Isso aí >> também. Mas é nosso querido Sérgio Sacani e eu, né? Tô aqui também na companhia de Júrio
Rock, que vai aqui Ancorar comigo ou então fazer o cohost, né? Vai ser, é o nosso nosso meu cohost, mais um hospedo aqui para poder, né, >> bater um papo com o Sérgio Sacano. Eu não sou bobo nem nada, né? Que eu falei assim, meu irmão, o o nível intelectual tá muito alto pro Fala Globo, então eu chamei o Júlio Rock, né? Só que tem um problema, cara. Eu acho que Júrio Roque acredita numas coisas que o Sacan não acredita, né? Mas para começar o nosso papo aí, deixa eu dar um boa noite aqui, Um
boas-vindas aqui pro Sacan meu irmão. Obrigado por tá aqui com a gente. >> Valeu. Obrigado. Obrigado pelo convite aí. Boa noite a todos. Boa noite, Júlio. Aí boa noite a todo mundo aí. Obrigado pelo convite. É um prazer aí trocando essa ideia com vocês aí. >> Muito bom. Gostei da camisa, hein? Até combinando aqui com as nossas cores. Tu vê na paleta, né? >> Tu vê? Tá na paleta do podcast, ó. O estúdio todo azul e preto, né? >> E você tá bonitão na paleta do podcast. E boa noite, Júlio Rock. >> Ô, boa noite,
Glauber. Boa noite, Serjão. Prazer tá aqui do teu lado. Creio que vai te tirar dúvidas e não, >> né? Vai ter embate nenhum. Vai tirar dúvidas que o conhecimento desse cara é muito grande. E é o Serjão dos foguetes, né? Não é à toa. Vamos falar bastante sobre coisas espaciais. >> Bora, bora. >> Então, vamos nessa, rapaziada. Ó, Começando o nosso papo aqui, né, no Aí eu falei, logo, começa logo esse ao vivo aí, mano. Val, que eu falei: " Ô, Sérgio, tu teve, cara, o teu primeiro podcast foi inteligência ou foi o Flow?" Aí
você tava me explicando como tudo começou aí, né? Porque você deve ter participado de mais uns 1000 podcast, né? >> Vixe, participei, viu? Participei desde ali de 2021, né? O primeiro podcast que eu fui foi o Flow, na verdade tava até Explicando, foi por causa da terra plana, né? Eles tinham chamado Super Chandão lá para falar de terra plana. O episódio foi bom para caramba. E eu fui no Twitter e mandei uma mensagem para eles, entendeu? Falei: "Pô, vocês chamaram alguém para falar de terra plana? Podia chamar alguém do outro lado agora." E eles falaram:
"Então, venho aí você". Aí eu acabei que fui e acabou, cara, que nós falamos muito pouco de terra plana, na verdade, falamos de Várias outras coisas e depois eu fui aí depois eu fui no PD Pá, depois fui no Vilela, depois eu voltei no Flow de novo numa numa segunda oportunidade e quando eu fui a segunda oportunidade lá e eles me convidaram, eles estavam fazendo aquela expansão, né? O Flow passou por uma por uma expansão, eles criaram vários programas, né? Tinha o Vênus, o Flow Esport Club, que era a parte de esporte, o Flow Games,
né? que é a parte videogame, eu critique, eles estavam Expandindo e eles falaram: "Ah, a gente queria fazer um podcast de ciência, será que você não quer assumir aí esse podcast ciência e fic aí eu peguei e assumi e hoje eu tenho lá o meu que chama ciência sem fim, >> que é dentro do do, vamos dizer assim, do guarda-chuva, né, >> do Flow Podcast. Então foi mais ou menos essa história aí. E daí eu comecei em vários, né? Então eu fui em vários repetidamente também, né? Eu não sei se Conta nessa nessa sua estatística
aí >> de mais de 1000, né? Ah, mas se for aí aí vai, porque só no no Vil eu fui umas 10, 15 vezes, sei lá, cara. No Flow também eu fui várias vezes depois, entendeu? E fui no P, foi o três, quatro vezes no Petri, aí foi em tudo lá no Vênus, aí foi no a gente foi passeando aí pelos podcast e hoje tô aqui, ó. Maravilha. >> Que bom, que bom. Então, e aí, hoje é um dia de primeira vez, né, cara? Então, tu Tá aqui pela primeira vez. Ótimo. >> E eu vi
um comentário porque eu tenho uma revelação para fazer aqui até pro Sérgio, tá bom? >> Não, não se sinta desprestigiado. Você já foi em algum podcast que alguém não tinha assistido o seu podcast ainda? Existe esse cara que veio de outro do universo aí? >> Não sei. Acho que >> [ __ ] eu, cara, eu eu falei, cara, o Sérgio Sacan, eu sei quem é. Eu gosto de você só de só de te ver, >> mas eu não não assisti nenhum podcast, os caras não acreditam. Ninguém aqui acreditou, só o Mano Val, porque o Mano
Valter me conhece mais. Ele falou: "Cara, o Globo vive em outro planeta >> e até bom conversar contigo com alguém que vem de outro planeta, né?" E >> como que é? Que que você acha? Porque, por exemplo, assim, eu já recebi vários convidados lá e às vezes eu prefiro não Assistir a participação dele. O que que você acha? >> Eu sou, eu sou um pouco isso. >> É, né? É >> porque se você assiste, você acaba na hora que você vai, você querendo ou não, você acaba levando pelas mesmas perguntas, né? E quando você não
assistiu, acaba saindo umas uns papos diferente, né? Então, sei lá, eu recebi muito convidado lá no meu que já foi em vários e eu falava assim: "Cara, não vou Assistir, deixa quieto, não vou assistir e vamos lá na hora a gente ver que caminho que toma". >> O cérebro toma caminhos já pré-moldados. Então, quando você tem uma coisa, a pré-julgamento acontece naturalmente. >> Exatamente. Naturalmente, mesmo que você não queira, você vai, porque aí você vai lembrar, caramba, ele falou aquele negócio aqui, ó, e quando você falou aquilo, pô, aí fica meio, né? É melhor como
quando vai do zero, né? >> Pois é. E aí, cara? Eu assim já te conheço lá queria te receber você aqui, mas acompanhar mesmo o podcast assim, eu nunca tinha visto, até esperando a oportunidade de você tivesse aqui com a gente. >> Mas hoje eu dei uma olhada assim, né, até porque eu estarei contigo e aí eu vi um comentário muito bacana que o cara botou lá num num podcast, não sei qual era, acho que foi do Vilela. Pô, o Sacane é igual assistiu Chaves, né? Tu Assiste mil vezes e continua sendo bom, né? >>
E aí eu lembrei, [ __ ] do Chaves, né, que todo mundo assistiu Chaves lá. Então tu tem milhões e milhões de visualizações, milhões de discordâncias e debates, né, pensamento diferente. >> Também tem também. Tem problema também não. >> A vida é assim, >> é >> se todo mundo pensasse igual, né? O, Acho que o Nicolelles uma vez falou, ele falou um negócio muito interessante, que se todo mundo pensasse igual, ó, na humanidade, a humanidade não ia evoluir. Na verdade, a humanidade vai evoluindo por causa dos pensamentos são diferentes. É que você todo mundo, imagina,
todo mundo gosta do vermelho, aí vai o mundo, ia ser tudo vermelho, toda, né? Não ia ter outras cores, não ia ter outras tonalidades e tal. Então, essas divergências aí não tem problema, Não. É, acho que é saudável no final das contas. Aí eu eu acompanhei, cara, apesar de não ver assim o conteúdo, né, mas eu acompanhei um momento que acho que foi o Flow fez um podcast, acho que o primeiro, você com Boa Aventura, né? >> Ah, sim. >> Aí deve ter uns dois anos isso, né? Que aí todo mundo Não, calma aí, o
Sacame, [ __ ] com UFO. >> E aí depois disso já tiveram vários, né? E pelo que eu tenho acompanhado nos Últimos, né? Tem a, você fez também com o Daniel Lopes, depois você fez com eh toda hora tá aparecendo, né? Até porque eu eu >> não, eu fiz assim os o mais assim mais diferentes, né? Quando o pessoal me vê e que muita gente gosta. Por exemplo, eu fiz vários com o Rodrigo Silva. >> Rodrigo Silva também eu acompanhei. Aí o pessoal fala assim: "Poxa, porque eu o que eu acho, cara, é o seguinte,
eh, eu acho que existe uma meio que uma doença No mundo hoje, entendeu? Tipo assim, você é de um lado, vamos supor político que seja. Se você é de um lado e eu sou do outro, essas duas pessoas não podem conversar. Isso tá errado, cara. Entendeu? Você tem que conversar com a pessoa independente do que ela pensa. Por exemplo, eu com o Rodrigo Silva, o Rodrigo eu sou, eu eu falo, né, pessoal, eu sou ateu, mas até os ateu não gosto de mim não, porque eu não sou um ateu militante que eu falo, né? Eu
não Defendo, não saio defendendo, não quero converter ninguém nem nada. Mas Rodrigo Silva, se você ver por esse lado, ele é totalmente o meu oposto, cara. E qual é o problema? Entendeu? Não tem problema nenhum. A gente senta lá e troca uma ideia e conversa e vai. Então o pessoal fica meio, eu acho que tem essa doença por aí que que fala assim: "Ah, não, cara, você só pode conversar com quem é do seu lado". Eu acho meio errado, sabe? Eu acho que tem que sentar, todo mundo Tem o que falar. E e outra coisa
também, mesmo a pessoa que é do dos do do seu mesmo lado, você não concorda 100% com o que ela fala. Você tem discordâncias ali pontuais e não tem problema nenhum. Mas hoje tem um negócio no mundo que não, pô, como que você falou? Igual você falou, né? Ah, o Edson virou um grande amigo meu, entendeu? Ele tem lá as coisas que ele acredita, eu não concordo e tá tudo bem também, entendeu? E a gente segue a vida sim. E até o momento Que é que é dentro de um respeito, tá tudo tranquilo, entendeu? É
porque tem gente que começa eh a pessoa não não ela não concorda com o que você pensa ou que você acredita ou que você acha e ela parte para ataques pessoais, entendeu? Igual a gente tava brincando aqui, né? Ah, não, não. Ah, não, eu acho que a Terra é plana e tal. Uma coisa é a gente discutir, a gente começar a discutir terra plana, discutir o formato da Terra, as leis da física e tal. Outra Coisa é a pessoa no meio da conversa chegar e falar assim: "Ah, você é um você é gordo, você é
um imbecil, você é não sei o quê". Aí destoa do do do debate ou da do conversa, como você queira chamar. Então assim, o pessoal ele eles eles conversam comigo e cai eu eu chamo no meu podcast o Rodrigo Silva eu chamei lá. >> Sim. >> O Edson eu chamei lá mais de uma vez, entendeu? O o Guilherme Freire, por Exemplo, Guilherme Freire, que é da da filosofia, tem coisas que ele fala ali, cara, que eu não concordo, mas e não tem problema nenhum a gente não concordar, a gente segue conversando e segue amigo e
segue falando e não tem nenhum, né? Não vejo muito muita questão nisso, sabe? >> Mas a pergunta é o seguinte, te faz refletir, Rodrigo Silva, por exemplo, te te botou algumas boas reflexões, >> cara? Enfim, o no o trabalho do Rodrigo Silva, primeiro que o trabalho dele, eu Acho trabalho sensacional, porque o trabalho dele é de arqueologia bíblica. Então isso aí eu acho um trabalho, eu sou da geologia, então tem um pouco a ver, né? Mas o trabalho dele de arqueologia bíblica eu acho sensacional e é um trabalho muito científico. Ele vai e digamos assim
a fé dele não interfere em nada naquilo. Porque o que ele faz basicamente? Ele pega uma passagem da Bíblia e ele vai lá, ele tava até em Israel agora a pouco, e ele Vai lá e ele tenta ver se ele consegue achar alguma evidência, alguma prova daquilo que tá escrito ali. Cara, isso é muito legal, muito legal. E o nosso papoi muito interessante. Eu perguntei para ele, ah, o santo as coisas que o pessoal sempre fala, né? Ah, existe algum pedaço de cruz, essas coisas. Isso aí é uma coisa. Agora, o lado dele da crença
dele, eu não interfiro na crença dele, ele não me interfere na minha. Ele tem um museu ali perto de São Paulo que É muito legal. Um dia que vocês estiverem lá perto, vão lá para vocês conhecerem. Museu de Arqueologia Bíblica. É um museu muito legal, tem peças originais, tem coisa muito interessante. Então essa parte aí não tem, eu acho muito legal mesmo. Agora a parte da crença dele, do que do acreditar, acreditar em Deus, acreditar na na religião dele, eu não me meto, ele não mexe na minha e tá tudo bem, a gente segue amigo,
entendeu? Então não tem Muito muito problema com isso, não. >> Sim. Quer falar de >> e a base da ciência, né? A roda motriz da ciência é exatamente isso. Nasce das divergências, tudo que é testado ali para >> a ciência avançar. Então você como um cara da ciência aí defende exatamente isso que é essa doença que a gente tá vendo aí, essa doença que a gente chama de polarização, >> que atrapalha toda essa comunicação Entre os dois lados. A gente bate aqui no canal direto sobre isso, mas é difícil que depois que isso estabelecido, e
a gente sempre fala no sexto campo da batalha, né, que é o campo cognitivo, esquece o espaço, me desculpe, mas esquece o espaço, já tá meio que dominado, esquece o mar, a terra, a a parte cibernética, que agora agora é agora é a parte das ideias e essa é a nova guerra que tá rolando aí e é exatamente o que você exemplificou aí Que é a doença do mundo. >> Ex. É. Não. E aí a pessoa, um lado não tem, ele não tem nem a, vamos dizer assim, a, não sei se meio que a humildade
ou meio que de pelo menos ouvir o que o outro tem a dizer, né? Então você vê esses os debates que rolam, é um falando em cima do outro, é um é são debates que no final das contas eles não acrescentam em muita coisa porque o pessoal tá jogando mesmo é para pro público, né? Você tá jogando aquilo Ali pro público para virar aquela aquela aquela confusão. Então é, mas eu não tenho, cara. Eu se eu não tenho problema nenhum. Converso, todo conversa com levei lá no meu programa Elias Jabu, entendeu? Que eu não concordo
com muita coisa que ele diz, concordo com outros, mas ele teve lá. Levei na época que o Marcos Pontes era ministro da Ciência Tecl, levei ele lá, entendeu? Queria trazer a ministra agora, mas ela não quer, não quer vir. Então assim, eu o Lance é sair conversando, cara, porque o que você falou, ah, não, o que o Glá falou, né? assim, sempre alguma coisa você acaba por nós desse ponto de vista, pô. É legal, entendeu? É interessante ver por esse lado, ver o pensamento que a pessoa tem, como que ela chegou nisso aí, entendeu? Então
isso aí tudo tudo é válido, cara. Eu acho que tudo é válido. >> Não. E e sobre esses encontros, a internet, né? Quem gosta de acompanhar o papo, esses eventos são sensacionais, Pô. Embora como eu te disse, né? Eu eu eu nunca me eu não parei para assistir até esperando para o momento que eu tivesse essa oportunidade. Mas, pô, quando colocam você com Edson, você com Rodrigo Silva, aí para a internet, né? E isso que é o barato. E no teu podcast, quando tu chama alguém assim também, >> é, >> aí dá aquele evento porque
o público quer justamente ter esse confronto de ideia com respeito, mas de uma forma que Vai agregar conhecimento. >> Claro. Não, quando eu chamei o Rodrigo Silva a primeira vez, pô, o pessoal começou ficou me xingando, o meu público mesmo, como que você chama esse cara aí e tal? Eu falei: "Galera, vocês tem que vocês t que aprender alguma coisa, entendeu? E alguma coisa que eu queria ensinar é isso, cara. sente com a pessoa, mesmo que você não concorde com muita coisa que ela fala, cara, senta com ela e conversa. Não tem problema Nenhum isso,
sabe? Não tem problema nenhum. >> Mas aí a a Vamos vamos caminhar aqui. A gente tem alguns interesses aí de conversar contigo. >> Por exemplo, eu eu quando eu te olhei, eu já quero saber >> eh se em que momento que nós vamos sair dessa aqui para uma outra vida, né? Se se o futuro é em Marte ou ou eles estão aqui com a gente. Então, >> será? Será? Jão aqui, ó. O Júlio teve aqui, eu convidei o Júlio a primeira vez no podcast para falar do mundo militar. O Júlio é comandos anfíbio, então é
fuzileiro naval, muito tempo ali no 30 anos, né, de marinha comf. Beleza. No meio do papo ele começou a puxar um assunto ali de OVNE, de não sei quê, de vida, [ __ ] extraterrestre. Resumindo, acabou o assunto militar e nós ficamos naquele outro papo, vamos >> naquele papo ali >> e aí meio que inaugurou um momento aqui no podcast desses assuntos conspiratórios, né? >> Entendi. >> E e é um assunto que a gente gosta muito, né? Que eu aprendi a gostar. >> O público gosta, né? >> Aí agora hoje eu te trouxe para aprender
a gostar também, né? >> [ __ ] da parte ali da ciência, o que você tem para mostrar pra gente. >> Mas assim, eu já sei duas coisas, né? Hum. >> O Julião acredita na terra plana. Você não. Não é bem acredito, né? Eu só queria tirar afina. Não, hein? >> Não, não é afinal. Tem tem no podcast. É só ir lá ver que você vai ver que eu não, eu não sou terraplanista. Mas existem eh, pelo menos o que eh propagado aí na nas redes sociais, né? Existem algumas coisas que deixam Indagações, né? A
gente chegou a falar de algumas aqui na no off aqui, né? Né? Não vou lembrar de todas, mas depoimentos de pilotos é uma coisa. E aí a gente não sabe aonde que começa a verdade, aonde termina a mentira. Então, ninguém melhor do que, pô, Sergão dos Foguetes, que é um cara que vai, né, mostrar um outro lado e como a gente disse, não há divergência, sim, somar os conhecimentos aqui e e adaptar, né, para que o público pega esse conteúdo aí Maravilhoso e destrinche tudo. Então, por favor, da terra plana, >> falar da terra plana,
né? Muita gente, eu eu sou eu, para quem não sabe, né? Aliás, eu fui a primeira pessoa a começar a combater a Terra Plana lá em 2015, porque a Terra plana, ela já passou por vários, vamos dizer assim, vários momentos, né, na sua história aí de 5000 anos, né, durante muitos e muitos milhares de anos se pensava que a Terra era plana. Era meio que até Intuitivo você pensar isso, porque até onde você via tal, óbvio, não tinha imagem de satélite, não tinha mais um monte de coisa. Muita gente pensava até que até que veio
os experimentos lá em Alexandria, né, do do Eratostenes, né, com a com as com as varas lá e tal, e mostrou, calculou com circunferência da Terra, com uma precisão impressionante, fazendo aquele experimento lá. Esse experimento ele é muito legal, que ele é repetido hoje em escala mundial, chama Eratos. Então, no mundo inteiro, as pessoas fazem medidas e mandam para um site e esse site vai computando tudo e esse site fica calculando a atualizando a o tamanho da terra, circunferência. É bem interessante. Depois ali na década de 50 a Terra Plana vem através de um cara
chamado Eric Dubai, entendeu? Esse é o cara mais moderno aí da Terra Plana e não sei o quê. É muito interessante porque ele, na verdade, ele tava querendo mostrar como criar uma teoria De conspiração. Essa que era a tese dele. E aí ele pega a Terra Plana como exemplo. E aí a partir dali ele ele fica como se fosse um grande terra planista na época, né? E aí segue, isso é um nome muito importante aí dentro da terra plana. E depois de muitos e muitos anos, ali em 2015, 2014, um rapper americano chamado Bob, que
tem, sei lá, 100 milhões de seguidores, ele que saiu falando que a Terra é plana. E como ele era um cara Muito influente, né, isso aí acabou criando uma uma proporção gigantesca. Em 2015, eu gravei meu primeiro vídeo contra a Terra Plana. 2015, ó. E de lá para cá veio vários momentos, né, dessa dessa coisa toda. Então assim, eu o nessa nessa jornada toda, o pessoal fica falando assim: "Ah, ah, o Cruzeiro de Suc não sei o quê, ah, porque eu não sei o quê, não sei o quê". Eu falo: "Galera, se a terra, nós
estamos falando da terra, né? Então, usar a terra, própria Terra para mostrar que a terra não pode ser plana, entendeu? E aí eu sou da área de da geologia, da geofísica e tal. Primeira coisa de todas, se a Terra fosse plana, a gente não teria petróleo. Já começa por aí, porque os navios que a gente usa e os levantamentos que a gente faz para achar petróleo, para furar um posto de petróleo, eles devem em consideração a curvatura da terra. Se você não levar a curvatura da terra em consideração, você não ia acertar nenhum Poço em
nenhum reservatório. Já começa por aí, mas isso é muito técnico. Tem dois, duas coisas que mostram claramente que a Terra não pode ser plana. Uma delas é vulcão. Então ninguém, você não tem como falar que um vulcão não existe, certo? Vulcão tá lá, existe lindíssimo, tal, vai erupção, mata a gente para caramba, tal, não sei o quê. Na Terra plana não tem como ter um vulcão pelo próprio funcionamento do vulcão, porque o vulcão Tem uma câmera magmática, ele ele depende da estrutura da Terra e a Terra só tem essa estrutura pelo fato dela ser esférica.
A terra plana não tem essas camadas, não tem manto, não tem manto superior, não tem, não tem núcleo, núcleo externo, núcleo interno, não tem nada disso. Então, o próprio vulcão já dá uma refutada. E o outro é terremoto. Terremoto é pior ainda, porque acontece um terremoto lá no Japão, o pessoal aqui na UFRJ ou na UnB ou lá na USP em São Paulo, a gente a gente capta. Como que a gente capta esse sinal? Só capta ele porque a onda do terremoto ela viaja pelo pelo interior do planeta. E a viagem que ela faz pelo
interior do planeta e o cálculo que a gente faz, isso já demonstra que a Terra é plana. Você não precisa olhar pro céu, você não precisa de estrela, você não precisa de constelação, você não precisa de nada disso. >> Acabou de falar, isso demonstra que a Terra é plana. >> Não, que a Terra é esférica. Eu falei plana. >> Falou, falou >> ato pá. Pá, >> cuidado com o corte. >> É o corte. Não, que a terra é esférica, entendeu? pela maneira como as ondas viajem pelo interior da Terra e até pelo fato de que
tem ondas que não passam pelo o núcleo interno da Terra é sólido e o núcleo externo da Terra é líquido. Existe um tipo de onda que ela não atravessa na na água, que é a onda S, que é a onda sisalhante, ela só ela depende de um sólido para poder atravessar. E como que a gente não registra a onda S em determinados ângulos? Por causa da esfericidade da Terra. É, mas os terraplanistas eh que são mais acidos, eles não falam nessa terra plana como um simples plano. Eh, lembra como se você tivesse arrancado uma tufa
de grama, que fica aquela parte Meia cônica, restante de raízes e terra. Então, seria mais ou menos isso, não ser? teria uma superfície plana que éonde tá está, né, todo tudo que a gente entende como planeta e teria esse torrão, essa esse formato meio triangular para baixo. O que que você tem para dizer sobre isso? >> Esse formato triangular hoje, por conta dos terremotos, a gente faz um negócio chamado tomografia sísmica. A tomografia sísmica, ela funciona igualzinho a Tomografia no corpo humano. Tomografia no corpo humano, saindo dentro daquela máquina, começa a vir raio de todos
os lados e aí sai lá o o coração bonitinho, o pulmão direitinho e tal. A tomografia sísmica, ela usa terremotos que acontecem no mundo inteiro e são registrados também no mundo inteiro. Então, é como se você tivesse a Terra toda atravessada por esses raios. Quando você faz isso, você mostra a estrutura da Terra perfeitamente. Então, por Exemplo, a gente consegue ver pedaços de placa tectônica. Quando uma placa tectônica ela ela submerge embaixo da outra, ela derrete. Tem pedaços de placa que não derretem, que eles continuam. A gente consegue encontrar esses pedaços de placa. Se por
acaso a Terra fosse plana, essa estrutura triangular e tal apareceria na tomografia sísmica e não aparece. >> Aparece as camadas perfeitamente, as mudanças de velocidade, como a gente Sempre previu na nas contas, teoricamente, entendeu? Então, quando a gente faz os experimentos de tomografia sísmica, isso aí aparece lindamente. Então, não tem como, porque se fosse, eu conheço lá o modelinho que eles que eles fazem, >> se fosse daquele jeito ali, a gente viria, a gente veria a a não é a borda em cima, mas a gente veria o limite aqui embaixo. >> Entendi. >> A gente
conseguiria ver por pela quantidade de terremoto que tem no planeta e pela quantidade de estação que tem no planeta. Então assim, eu sempre gosto de conversar da terra plana falando sobre a Terra, porque o pessoal fala assim: "Ah, não, mas aí tem a estrela, tal". E até as constelações dá pra gente falar também que não tem nada daquilo que é dito, sabe? Mas se você usar simplesmente a geologia, a geofísica, você consegue refutar aí Basicamente quase tudo que que os terraplanistas falam. Essa tomografia é só para mim entender, porque eu tudo que eu eu faço
conexões para mim tentar entender, seria tipo um liider, só que com outro comprimento de onda, não seria laser, seriam ondas que tem >> ondas ondas acústicas. Isso aí, ondas acústicas. >> Perfeito. Perfeito. Entendi. >> Que atravessam a Terra de todo lado para todo lado, porque como tem terremoto no Planeta inteiro, >> você capta esses sinais e compila para você ter esse modelo. >> Comil. Você vê o modelinho lá direitinho. >> Perfeito. >> É perfeito. Você vê uma imagem mesmo. Você vê a imagem do interior da Terra. Não, mas com os softwares de hoje em dia,
né? É, >> como eu falei, você vê pedaço. Hoje a Gente tem um tem um estudo muito legal que é a formação da lua, né? Se deu quando um objeto bateu na Terra há 3 bilhões de anos atrás, saiu e formou a Lua. Esse objeto chamava teia. Por conta da tomografia sísmica, a gente descobriu pedaços de teia. Por causa da tomografia sísmica, a gente descobriu bolhas no manto, que é coisa que a gente não sabia nem que tinha. Então tem várias, por isso que eu falo que se ela tivesse nesse formatinho triangular, a gente já
Teria visto isso há muito tempo, não ia ser agora, entendeu? Então não aparece. Então essa que é a é a questão. >> Então a o a lua não é aquela estrela da morte, >> não é a estrela da morte. Estrela da morte. >> Não é a estrela da morte não. >> Mas perfeito, perfeito. Mas o que o que também me indaga e o que eu gosto de indagar foi um teste feito, né? Eu já vi você falando em outros podcasts sobre Que a distância, porque quando você dá a distância de um ponto ao outro, um
ponto visível e usa equipamentos óticos para você ter essa visão, porque você não consegue ver a olho nu, porque tá muito distante, né? Você via o objeto a qual você não veria por causa da curvatura da Terra. Aí você refutou falando que não, pô, essa essa proporção da distância dá uma suavidade muito pequena na curva, por isso que você vê o objeto. Mas foi feito um teste aí, eu vi na internet, Né, no mar e a distância era bem grande, bem grande e o objeto era visto normalmente, como se não tivesse, não existisse essa curvatura.
Tem alguma outra explicação para isso? >> Então vamos lá, vamos falar dos, do tal dos experimentos. Os experimentos é o seguinte, nunca, pelo menos aqui no Brasil, já foi feito um, daqui a pouco eu eu falo ele, mas aqui no no Como que você deve como que deveriam ser feito os experimentos disso Aí da da curvatura da terra? Deveria chamar os terraplanistas e os a gente chama de globalista, né? ou globlob que o pessoal gosta de falar a Super Chandão, globlob a gente chamaria os globlobin e cinco e vamos fazer o experimento junto, entendeu? >>
Interessante. >> Um a um verificando o experimento do outro, porque é o seguinte, o terraplanista vai lá e faz o experimento E ele fala que vê. O o Glob Glob vai lá, fala o experimento, fala que não vê. E aí, será que algum tá errado? Será que tem erro? Será que tem erro de medida? Será que tem erro de montar o experimento? Será que você colocou o equipamento no lugar certo, na altura certa, do jeito certo? Tem tudo isso tem que ser levado em consideração. >> Com certeza. >> Tem um documentário na Netflix, não sei
se já viu, sobre a Terra plana. >> Não, não vi >> não. Ah, então vale a pena você ver. >> Beleza. >> Vê esse documentário porque eles fazem vários experimentos, vários experimentos que são famosos. O o o primeiro deles é do giroscópio. Então, giroscópio é o equipamento, até dentro do avião. >> Sim. >> O que que o cara faz? Se o cara compra um giroscópio de, sei lá, Ó, leva dentro do avião. Aí o giroscópio gira como a terra redonda, ele tem que girar. Aí ele fala: "E esse giroscópio que não presta?" Ele vai comprando
vários. Ele chega comprar um que custa milhares de dólares e o giroscópio funciona exatamente como a terra esférica mostra. E o último experimento documentário é o experimento da planicidade que a gente fala. Eles pegam laser e aí eles fazem o experimento Verificado. Um cara verificando o experimento do outro, eles fazem direitinho. E na hora que eles tacam o laser, se a Então eles põem um uma uma vareta lá na frente, tacam o laser aqui. Se a Terra fosse plana, o laser era para aparecer. Se a Terra é curva, o laser >> e o laser não
sobe. Tanto que a última frase do comentário é é essa. Aí falou: "Eh, caramba, a Terra não pode ser plana". Entendeu? por conta disso. Só tem, >> então quem quem assiste o documentário confirma que não é, >> confirma que não é, porque lá eles fazem vários experimentos. E aí o que que aconteceu esse ano? Aconteceu um negócio sensacional. juntaram os maiores canais de de terra plana do mundo e os maiores canais glob glob do mundo e eles foram paraa Antártica fazer o famoso experimento do sol da meia-noite. Porque vamos lá, o sol da meia-noite no
Ártico pra Terra Plana funciona, pra Terra Globo funciona também. Então, se eu ver o o Sol da meia-noite no Ártico, eu não consegui refutar a Terra Plana. Mas na Antártica não pode ter. Pra terra plana não pode ter sol da meia-noite na Antártica. Por para quem não conhece, né, eles a gente tá até comendo pizza aqui, né? Ah, pizza foi em homenagem, né? Ah, a terra, né, do modelo da terra plana pros terra planistas, a terra é como se Fosse uma pizza. E a Antártica ela não é um continente como a gente vê, ela é
a borda da pizza. Então, olha só, >> as muralhas de gelo, como >> as muralhas e tudo mais. Então, preste, presta atenção todo mundo. Se a Antártica não tem, depois da Antártica não tem mais nada na terra plana, acabou, acabou o mundo, entendeu? Se eu estou aqui na Antártica, eu nunca jamais, em hipótese alguma, posso ver nada ao Sul. Concorda comigo? >> Perfeito. >> Não tem sol. Ao Sul não tem sol porque acabou, acabou a terra aqui. Ou seja, se eu for pra Antártica quando tem sol, que é o sol da meia-noite, e eu v
circular o horizonte e ele passar pelo Sul, acabou por terra plana. >> É, mas aí aí tem também a controvérsia deles falarem que o sol tá dentro do dom. >> Não, mas calma, não tem problema. Não tem problema. >> O sol tá dentro do d pior ainda, porque ao sul ele não pode aparecer de jeito nenhum. Porque se o domo é o limite aqui, >> como que o sol vai est depois aqui? >> Perfeito. >> Então não pode, porque se ele tá dentro do dom, ele ia bater no domo aqui, certo? Ele não pode, ao
sul, ele não pode aparecer. >> Esse experimento tá na internet, tem tudo filmado, é sensacional. Chama The Final Experiment. Eles foram para lá, fizeram uma live de 24 horas, era câmera filmando câmera, câmera filmando não sei o quê, câmera filmando sombra, cara. Um negócio incompleto com os dois com os dois lados. ali os dois lados juntos, um verificando o que que o outro tava fazendo e tal, porque sempre tem esse negócio de experimento, é isso, entendeu? >> Exato. >> Você tem que levar todo mundo ali. Fizeram o experimento e o que aconteceu? O sol circulou
bonitinho, ou seja, apareceu o sol ao sul. Não tem como. Esse sol tá aqui, cara. Não tem. É impossível. Na terra plana não pode ter sol ao sul da Antártica, entendeu? Então eles acabaram provando. Tanto que qual foi o resultado desse experimento? Dois dos terra planistas largaram. Entendeu? Então aí o pessoal falou assim: "Ah, como eles explicam?" Eles têm uma explicação. Vou te falar qual que é a Explicação deles. O domo, que a gente até hoje não sabe de que material que é feito, ele é feito de um material que causaria uma refração gigantesca. Então,
o sol estando aqui em qualquer outro lugar aqui, ele a a os raios solares sofreriam refração e aí sim o sol apareceria lá no sul, entendeu? >> Uhum. Mas você pode fazer as contas, os caras fizeram as contas e tal, não bate, entendeu? Então esse experimento aí Quando leva os dois lados é muito legal. Quando eu comecei com o com o Xandão, que eu já encontrei com o Xandão algumas vezes, né? >> É, eu tava esperando por esse momento, né? >> Não, eu encontrei com o Xandão algumas vezes. >> Como que o como quem defende
sustenta, né? É porque o cara não sabe fazer conta. É isso, porque tu tá falando todo o tempo todo de conta, né? Como que eles Não chegam nessa meso no mesmo resultado? >> Porque você tem que fazer a conta, não tem como, entendeu? Então, por exemplo, o o que o Super Chandão defende, ele defende baseado nos experimentos, mas ele, por exemplo, nunca fez o experimento. O que eu falei com ele, que eu encontrei com ele até lá no CT do Carian, uma vez nós encontramos, tem gravado aí no canal da GRF até >> sim, >>
tá lá gravado. Se você vai lá, você vai ver, tem um papo de 3 horas eu com o Super Chandão. O que eu proponho para ele é isso. Eu falei: "Cara, monte o experimento e leve a galera da Terra Plana e a galera do Globo juntos, entendeu?" Porque assim, ah, porque o fulano fez o experimento, tá certo, cara? Não sei se tá certo, eu tenho que ir lá para para verificar, entendeu? Ou alguém independente tem que ir lá para verificar, porque não não é assim, Entendeu? Tá certo. Isso é no mundo todo, em qualquer área.
Eu eu venho da área do petróleo, cara. Se eu falo que um reservatório produz X000 barris por dia, a NP manda um cara independente lá para verificar se eu não tô mentindo. Então, se é experimento, tem que ser feito com os dois lados. Isso no Brasil nunca foi feito. Valeria a pena fazer, entendeu? Eu acho que vai dar certo. Eu acho que não vai, porque tem esse lance dos caras vão querer se matar, os caras Vão querer um xingar o outro, tal. Não deveria, >> porque deveriam fazer igual os caras do The Final Experiment fizeram.
Eles foram lá, cara, vamos fazer um experimento científico para demonstrar isso de uma vez por todas, entendeu? E aí a gente chega na conclusão, entendeu? É o, eu acho que assim, principalmente quem coloca sempre a possibilidade de ter uma outra versão, né? Então acho que o Julião é esse cara, o Julião é e talvez O Super Chandão também, né? Tipo, ó, fulano lá fez e aí ele tá sempre botando a antena ligada dizendo, ó, calma aí, veja bem, >> a questão o lance de questionar e de indagar e de até isso aí não tem problema
nenhum, entendeu? E eu acho que é até bom, porque dá chance da gente mostrar um monte de coisa que a gente sabe que existe, que talvez as pessoas não saibam, entendeu? Tipo, eu eu particularmente sempre gostei de levar Pro lado da geologia porque é minha área, entendeu? Então eu vejo as discussões, os caras falam de Cruzeiro do Sul não sei aonde e de não sei o quê e e do sol da meia-noite. Eu falei: "Galera, vamos usar a própria terra", entendeu? Vamos usar a própria Terra para isso. A gente tem várias coisas na Terra que
não tem como elas existirem a Terra sendo plana, entendeu? Tem eh cadeias de montanha, formação de cadeias de montanha, eu nem falei placa Tectônica. Placa tectônica é uma outra coisa que que ela não se encaixa na terra plana, entendeu? Principalmente do jeito que as placas se movimentam. Se você for pro lado da meteorologia, furacão, entendeu? Rotação de furacão. Por que que o furacão num hemisfério roda de um jeito, no outro hemisfério roda de outro? Se fosse plano, rodaria do mesmo jeito, >> não teria essa diferença, entendeu? Então assim, tem coisas na na própria Terra que
ajudam a gente a entender o formato da própria Terra. Eu vejo muito pessoal, ah, porque a constelação não sei o quê, porque a estrela não sei, cara, vamos falar da terra mesmo, entendeu? Vamos falar da terra, porque a terra tem muita coisa que ajuda a gente nesse nesse ponto, entendeu? >> De tudo que tu falou aí, o que eu não gostei foi que tu falou da lua, pô. >> A lua para mim é Deus que fez, [ __ ] É igual o sol. >> Tem >> haja luz e houve luz. [ __ ] Não, [
__ ] Tu falou aqui explica a luz aí agora. >> Então vamos lá. Mas agora você falou um negócio muito importante, cara, que eu não falei quando eu tava explicando o negócio da terra plana. A terra plana a raiz dela e a origem dela é religiosa. >> Religa. Concordo. >> Isso pouca gente fala, entendeu? Mas a origem dela é religiosa. Tanto que tem aquela brincadeira que nem é brinc para Eu não considero brincadeira não. Eu acho sério porque assim eu respeito o lado religioso da de quem de quem leva para esse lado. Porque eles falam
assim: "Por que que todo planeta é redondo e só a Terra é plana?" Porque pra galera da Terra plana, a Terra não é um planeta. Isso que é um negócio. A terra para eles é, eles chamam de o reino do criador. Então, na história da terra plana foi criado o reino do criador, que é a o planeta Terra, e os planetas, as Estrelas e tal, foram colocados, que aí é o que você falou, no céu para enfeitar e tal e para >> existem pinturas da idade média que retratam isso aí perfeitamente. >> Exatamente isso. Porque
essa essa é a raiz da terra plana, entendeu? A raiz dela é um negócio religioso mesmo, religioso. Tanto que eles buscam aí, não é a minha área porque eu nunca li a Bíblia e nem nem poderia falar disso, mas eles vão na Bíblia e tentam procurar Ali passagens, né, que eh na Bíblia tá falando que a Terra é plana. Eu já vi pessoas que leem a Bíblia, que entendem de Bíblia falando que não tem nada disso, porque o lance da Bíblia é aquele lance da interpretação e tal. E o pessoal da Terra plana leva para
essa interpretação aí de que na Bíblia tem ali indícios, provas, né, vamos dizer assim, de que a Terra seria plana. >> Fala, Judão. >> Eh, não, a indagação que eu tenho para Fazer é justamente falando de história. Você colocou uma uma questão aí que poucas pessoas falam dessa origem da terra plana, né, se constitui na religião. Isso é interessante. Por quê? Porque quando a gente fala de história, aqueles movimentos mais intelectuais da história da humanidade, renascimento, iluminismo, era contra justamente o que estava acontecendo na igreja. Então, a igreja não queria perder o que ela tinha
construído antigamente, que era a terra Plana. Isso aí é história, todo mundo sabe. Quem vê desenho do Picapa-Papau vê os navios navegando e caindo como se é que era aquela visão que tinha >> exatamente aqueles mares com animais grotescos e tudo mais. Então, quando entra esse pessoal, que é o pessoal erudito desses dois momentos da história da humanidade, tanto renascimento quanto iluminismo, esse pessoal indaga isso e aí a igreja não, não, você não vai tirar o que a gente falou e enfim, e aí tá Essa guerra até hoje. >> A gente tem que cair nessa,
né? Então, mas é o que eu falei, o indagar é importante, entendeu? E eu acho que é legal porque quando vem a questão dá chance da gente explicar muita coisa, tanto da geologia, da geofísica, entendeu? Do próprio eh estrutura do planeta Terra e tudo mais. Dá essa chance da gente explicar muita coisa. É interessante. Eu não, cara, tanto que eu conversei 3 horas com o Xandão aí, ó. Tem aí no ar aí, ó. Entendeu? >> Vamos assistir agora. E e a vida, cara, né? Porque eh acho que recente agora eu escutei naquele papo que eu
te falei que eu abri hoje, deve ter sido um episódio recente lá no Vilela, tu comentando que você faz três perguntas, não é isso? Quando você faz as suas palestras ou o seu show, não sei. Ah, sim, >> exatamente como é que é, se tem vida no universo, >> se tem vida inteligente e se essas Vidas, >> se ela se ela nos visita ou está entre nós. Ou está entre nós. >> Cara, eu faço, eu para quem não sabe, eu tenho, eu já fiz até aqui no Rio de Janeiro, no Teatro da Gávia. Quando eu
voltar aqui no Rio, se todos são convidados aqui para ir lá. >> Eu tenho uma apresentação que eu faço um teatro que chama Será que estamos sozinhos? que eu eu pego uma cronologia Desde antes de Cristo sobre essa que é uma das maiores questões da humanidade, né? Eu acho que as maiores questões da humanidade é como que a gente surgiu ou como o universo surgiu ou como a vida surgiu, se a gente tá sozinho e para onde que a gente vai, qual que vai ser o fim de tudo isso aqui. Talvez seja as três mais
básicas, né, questões. Então, e eu faço uma cronologia e eu começo a minha apresentação com duas coisas. Primeiro delas é fazendo essa pesquisa. Então quando eu falo assim, alguém acredita em vida no universo, qualquer tipo de vida, microrganismo, bactéria, tal, a galera levanta quase todo mundo. >> Aí eu falo assim: "Beleza, vida inteligente, aí já é um pouquinho". >> Aí, ó, >> e que nos visite ou que está entre nós aí, cara. É uns dois só. >> Aí é uns dois, três >> só aqui já tem dois. Tu também, mano. Volta. >> Sim. >> Três.
Mais quem? Aí, Bruno, >> Bruno também. Ih, você na maioria. Vocês estão na maioria. >> E aí eu faço uma outra colocação logo no começo da minha apresentação, cara. A melhor e a explicação e a explicação mais legal para tudo na sua vida é alienígena. Qualquer coisa que você imaginar, qualquer coisa, qualquer uma, qualquer, pode pensar Qualquer coisa. Tanto que tem um cara muito famoso dentro da orfologia, o Trevis Walton, do fogo no céu, que ele roda o mundo inteiro dando palestra baseado no quê? Baseado num golpe que ele quis dar na empresa dele, entendeu?
Ele quis dar um golpe na empresa dele, negócio de seguro, de trabalho e tal. Ele sumiu por três dias, três, qu dias e ele falou que foi o quê? Abduzido, >> abduzido, a melhor explicação para tudo. Depois encontraram a cabaninha lá onde Ele guardou as roupas dele e tal, não sei o quê, mas ele saiu andando pelado, foi encontrado pelado na rua e e de cara, ele roda o mundo inteiro dando essa palestra aí, entendeu? >> A experiência de ter sido >> a experiência, a experiência de nada, né? A experiência de dar, tinha que dar
a palestra, a experiência de ter dado o golpe na empresa dele, entendeu? Porque é aquilo que eu falo, a melhor explicação para qualquer coisa na sua Vida é que alien pirâmide, pô, 4.000 pessoa trabalhando, carregando pedra. Não, cara, alienígena. Alianígena veio e não é mais legal. >> Sim, >> é sempre a mais legal. Então eu faço essas duas colocações. Assim, caramba, foi assim que eu fiquei no podcast contigo. Falava essas coisas, eu ficava assim, ó. [ __ ] >> não. O interess o interessante de de Abordar esse tipo de questão que eu também sou cético,
Sergião, apesar de acreditar em, né, em vida alienígena, inteligente, o que me faz não prova, mas o que me faz inclinar, acreditar nessa teoria é estudar civilizações antigas. Isso aí para mim, eu eu não consigo ver conexão com tipo de tecnologia, com tipo de aprendizado humano. A Gobeclle TEP, por exemplo, vamos dar um exemplo, eh, civilização na Turquia de 12.000 anos, 11.000 anos atrás, provado aí pela Ciência já na Turquia, né? Acharam lá os escombros e tudo mais. >> Cara, como é que aquelas pessoas faziam aqueles artefatos de pedra? A gente tá falando de uma
época que a gente praticamente mastigava banana na caverna. Como é que esses caras fizeram aqueles monumentos de pedra em formato de T com vários animais? Então tem um um leopardo eh em em alto em baixo relevo na pedra que se botar uma máquina laser vai ficar pior do que foi tá feito ali. Então qual é a explicação? Então me impulsiona muito mais a acreditar nisso, não é? É que eu a maioria das pessoas que me conhecem vem em qualquer coisa no céu, qualquer luz. Tem um amigo meu que tá fascinado aí. Um abraço para você,
viu? meu irmão do I3 três I3 Atlas, né? >> Três IT. Ele tá achando que vai embora nessa nave aí. Ele tá achando que é uma nave e falou muito que você fala muito no assunto. >> Fala, >> mas eu acho ainda que a capacidade do ser humano de controle da humanidade aproveita justamente essa pegada, principalmente no cenário de hoje. Então, o que me faz pensar mais em seres alienígenas e provar esses seres são as civilizações antigas. Não, que vai. A gente teve o exemplo aí da noite dos OVNES lá quando estava transitando Biden para
Trump. Teve a noite dos OVNES em Nova Gers. Aí depois virou drone, teve um derrubaram um uma nave alienígenos Estos, depois era balão. Então nunca que a coisa se concretiza, né, em toda essa parte contemporânea. Agora, quando você fala de coisas antigas, como civilização de Dali Belela, Goblitep e histórias, né, contadas por povos antigos de povo rope, enfim, existem várias outras nuances que não prova. Claro que não prova, isso é óbvio, mas impulsiona a você a pensar, pô, como é que esses caras fizeram isso naquela época e isso é bacana. >> Como, Sergião, como >>
cara, assim, eu sou eu sou do lado assim de que eu não subestimo o ser humano, cara. Entendeu? O ser humano ele ele cá hoje, né, cara, tem muita coisa aqui hoje na Terra que vamos supor que a Terra acabasse hoje de sei lá, uma catástrofe e tal e daqui 2 3000 anos voltasse um ser humano aqui e começasse a ver coisas que a gente fez, eles talvez teriam a mesma a mesma a mesma indagação, né? Falar: "Caramba, como que Aqueles caras fizeram aquele negócio lá?" Entendeu? E tem coisas que são impressionantes. As próprias pirâmides
é um negócio impressionante. O todo aquele o lance aqui do dos astecas, dos maias, dos incas, de todas essas civilizações aí, as os próprios monolitos lá, Stony Hand e o New Grange e vários outros aí pelo mundo que são coisas você olha, impressionam mesmo. Mas eu não sou do do do Eu não subestimo o ser humano, cara. >> Perfeito. >> Eu acho que o ser humano ali naquele momento e tal não tinha internet, cara. não tinha TikTok, nada disso, entendeu? O que que os caras faziam? Fazam essas coisas maravilhosas aí, entendeu? Então assim, eu não
sou de subestimar o ser humano, então eu acho que é coisa do do ser humano mesmo, tá? Agora, eu não acredito em vida inteligente. Eu acredito em vida inteligente eu não acredito, mas eu sei e eu tenho consciência e eu falo isso. Eu tô, eu tô num projeto em Brasília, uma semana por mês eu passo lá em Brasília só nas RAs, nos lugares mais pobres, carentes lá conversando com a criançada. É muito legal, cara. E a criançada mesmo vem me refuta na hora. E eu falo o seguinte, eu não acredito, cara, mas eu sei que
eu sou refutado em um minuto pelas próprias coisas que eu conheço, tipo lei dos grandes números, coisas assim que dizem que basicamente seria impossível não ter outra vida Inteligente ou parecida com a gente, espalhada aí pelo universo. >> Paradoxo de farm, >> é paradoxo de ferme e entre outras coisas, né? Mas o L assim, eu não acredito. Eu acho que essas coisas de civilizações antigas eu aposto ainda no ser humano, cara. Eu ainda aposto no ser humano, entendeu? Eu vou. >> E outra pergunta, cara. É muita pergunta, mas lá vai lá. >> Vai mudar o
assunto. >> Não, não. Mesmo assunto. Mesmo assunto. Já que você acredita tanto num ser humano, né? Você não vê uma conexão exatamente com o que conta eh a história religiosa. Porque quando você fala no criacionismo, você fala nesse impulsionamento do ser humano, do tipo: "Ah, só tinha Adão e Eva". E eles fizeram tudo aquilo. Então é como se a história bíblica tivesse contando exatamente essa proeminência que você tá falando do ser humano. E >> isso é muito engraçado, cara. Porque eu falei que eu sou ateu. >> Perfeito. >> Certo. E aí quando eu vou explicar
por que não existe, para mim não existe vida inteligente na terra, eu vou dar explicação aqui. O jeito que eu explico é o seguinte. Para mim, nós somos, para mim, nós somos fruto do acaso, porque precisa ter n variáveis, todas elas muito bem ajustadas Para que a vida inteligente fosse do jeito que ela é aqui. Quando eu falo isso, metade da turma fala assim: "Aí, ó, você acredita em Deus?" Porque o criacionismo fala exatamente isso. >> Exatamente a indagação que eu fiz. >> Eu tô falando. É exatamente isso. Por isso que eu sei que o
pessoal sempre fala isso. Mas eu, diferente da galera que acha que foi Deus, eu acho que foi o acaso. Eu acho que a vida é um mero Fruto do acaso, entendeu? >> Uhum. >> E eu acho que o universo ele não tá nem aí pra gente, entendeu? Se tem vida ou não tem e tal, o universo não tá nem aí. E é muito legal, eu gosto de mostrar sempre isso quando eu falo, que é a imagem que é a famosa imagem chamada P do Ponto Azul. Quando a Voide, ela tava em Saturno, o Calseiga mandou
virar a void para fazer a foto dos planetas e a Terra aparece, cara, se você não marca Ela ali na foto, você nem vê, entendeu? Então isso que tava aqui em Saturno, que aqui do lado, você já não vê a Terra, já não vê, ela é um ponto. Tanto que o Calcega fez o texto belíssimo chamado pálido ponto azul. Fica aí a dica para quem não leu, para quem nunca ouviu, leiam, porque é muito bonito mesmo. É uma uma, como que eu vou dizer? Uma interpretação ali filosófica em cima dessa parada toda. Então eu acho
que é é o mero acaso, entendeu? Essa que é a Minha a minha explicação seria essa. Mas eu sei que na hora que eu eu falo isso, o pessoal fala: "Aí, ó, você é criacionista". Porque isso aí é justamente explicação do deles, de Deus e tal. Exatamente. >> Mas esse acaso só aqui, >> cara. Então, como é um acaso lá, então boa. Tá vendo aí, ó. Fui refutado de novo. É assim mesmo. O pessoal fala aí fala: "Ah, mas o acaso é só aqui". É, cara, porque Muita gente que fala do universo, eles falam assim:
"Ah, o universo é infinito, tá? Beleza, pode até ser. Agora vamos lá para ter a vida. Primeiro porque nós estamos falando da vida como a gente conhece, tá, pessoal? Se alguém escrever aqui, é ah, não, mas é porque a vida não sei o que, não sei o quê. Mas pra vida, do jeito que a gente conhece, a gente só conhece essa, tem que falar dessa. Bem, vamos lá. Tem que ter um sol que seja parecido com o nosso. Então você já Elimina tudo que não é estrela parecida com o sol. Tem que ter vários, não
tem que ter um planeta só, tem que ter vários planetas orbitando essa estrela. Já elimina mais um tanto. Tem que ter um planeta rochoso, porque o nosso planeta é rochoso. Já elimina, vai eliminando, entendeu? Esse planeta rochoso tem que ter uma atmosfera, já elimina. Essa atmosfera tem que ter a proporção exata dos elementos químicos, Nitrogênio, oxigênio, hidrogênio e tal. Por exemplo, se a nossa atmosfera, ela já foi muito rica em oxigênio, foi terrível, foi uma extinção em massa, graças por conta do oxigênio. Ó que doideira. Para quem não sabe, né, a atmosfera da Terra tem
mais nitrogênio do que oxigênio. Se você tem um um desequilíbrio desses elementos, isso já causaria um problema seríssimo. Então, tem que ter atmosfera, tem que ter uma lua grande igual a nossa. A lua, nossa Lua, ela é a maior lua do sistema solar proporcional ao tamanho do planeta. Ela é a quinta maior em tamanho, mas proporcional ao planeta. É a quinta, a primeira, é a maior. Então tem que ter uma lua grande que protege a gente para caramba. Tem que ter um planeta grande perto que é igual Júpiter, entendeu? Que protege a gente também. Então
vai se somando. Tem que ter placa tectônica, tem que ter vulcão, porque isso aí é importante para reciclar o os minerais Na terra, trazer minerais, >> água no formato líquido. >> Tem que ter água no formato líquido. Então tem, olha a quantidade de Isso que eu não falei aqui, falei umas 10. Tem variáveis que a gente nem sabe, entendeu? Por exemplo, a Terra deve ter tido anel já igual Saturno, entendeu? E esse anel foi fundamental pra vida se desenvolver na Terra, porque ela resfriou um pedaço da Terra onde a vida pode ter surgido. Então, assim,
tem Variáveis que a gente ainda tá descobrindo quais são essas variáveis que seriam importantes pra vida ou que seriam fundamentais paraa vida existir. E e quando você junta tudo, lembra que eu falei no começo que o universo é infinito? O universo pode ser infinito, mas essas condições todas elas não são. Então, quando você começa a eliminar tudo isso, você elimina muita coisa, muita coisa fora. E aí sobra pouquíssima chance disso acontecer de novo, Entendeu? Porque se a vida acontecesse em qualquer lugar, de qualquer jeito, aí beleza. Por isso que eu acredito na vida, microorganismo, bactéria
e tal, >> mas não inteligente. >> Mas não inteligente, desenvolvida e complexa igual a nossa, entendeu? >> Tá? Eh, vamos lá. Quer falar, Júlio? >> Bem, falamos de duas teorias, não sei no mesmo assunto. Duas teorias. a teoria, né, científica e cética do serão. Você que defende a teoria do criacionismo e Exemplificou muito bem Papai do Céu. Mas tem uma terceira teoria que não foi citada, que é a teoria das civilizações antigas chamada Suméria, que conta sobre os Anunque. Existe uma mitologia falando que foram eles que criaram os humanos. Então, se não se precisa de
todos esses parâmetros que o Serjão falou, eles fizeram esse parâmetro, é o que diz, né, a história antiga da Suméria. >> O criador também fez esse >> tem a teoria dos anunac, é, para quem não sabe, né, a teoria dos anunac, anunac são os primeiros, né? Anuna quer dizer os primeiros que tiveram aqui na terra, que seria isso mesmo, na verdade, nó porque aí é a, vamos dizer, a teoria do experimento, né? Uhum. >> Na verdade, o ser humano seria o resultado de um experimento alienígena e ele foi colocado aqui, entendeu? É uma teoria isso
aí não tem, não tem problema. Eu conheço >> e já existia um ser um ser humano não, um ser primordial a qual foi modificado. Então já tinha algo aqui que a gente não conhece o que que é. >> É o sumérios. Cara, tem um negócio tem muito interessante a gente falar, né? O Sumérios ele é uma dessas civilizações antigas igual maias, incas, astecas, é os os próprios chineses, né? chines que é pouco falado, >> é pouquíssimo falado, porque se hoje a gente tem pouco acesso, imagina de coisa De 5.000 ou mais, né, para trás. Mas
o os o sumérios, eles eram extremamente inteligentes, né? Eles tinham uma matemática muito bem desenvolvida e tudo mais. Então a gente lê muito sobre Suméros por conta disso, né? Então tem todo um, eles tinham um conhecimento muito bom de astronomia já para pra época deles, né? era um dos povos aí que que rapidamente aprendeu a ler o céu e entender, principalmente estações de ano E coisas do tipo que que rege a vida da gente, né? Só que hoje a gente é regido por relógio e tal. Naquela época não tinha, né? E eles foram um dos
primeiros a aprender que era o céu que tinha essas informações. Então é um povo é muito interessante. Leiam aí qualquer coisa do Sumérios que vale muito a pena. >> É razoável, >> cara? Não tem muita coisa que é razoável. O problema é que tem coisas que eh foram ditas lá naquela época e Que hoje elas foram reinterpretadas para tentar dar a eh vamos dizer assim eh como validar o que os caras falaram lá. >> Já tem anime, né, cara? Já tem desenho dois. >> Então tem, mas o Mas não, mas eles eram muito inteligentes, cara.
Isso aí não tem dúvida nenhuma. Eles chamou a matemática muito bem desenvolvida, astronomia muito bem desenvolvida. Então assim, vale muito a pena. >> Código de Amurab, leis >> também. Exatamente. Então é, vale muito a pena. >> Não, agora tu falou então que acredita na capacidade humana, né? Que lá atrás, né, quando tu falou da das pirâmides e e várias outras coisas que são eh usada como assim, pô, não é possível, tem uma vida, né, extraterrestre. E então a ideia do do dilúvio acaba tudo, recomeça tudo, igual você citou. daqui a 3.000 anos pode vir alguém
aqui E falar: "Pô, olha o que que tinha aqui". >> Exatamente. >> É isso vai acontecer de novo e de novo e de novo e assim vai o que nós temos hoje, IA, por exemplo, né? Essa tudo tudo que a gente tá evoluindo hoje >> vai ficar daqui a 5000 anos. Esse esse o mundo do da forma como nós entendemos, vem um novo dilúvio, vem alguma coisa assim, acaba e aí novamente tudo se repete, >> tudo é um ciclo, né? Maia é >> público. Vem a gente se a gente vi v até Mas tem várias
coisas aqui que é interessante a gente falar, né? Então vamos lá. Primeiro a gente fala do ser humano, né? O ser humano, cara, ele tá na Terra há muito pouco tempo, muito pouquíssimo tempo, né? Tem um negócio muito legal que é o calendário cósmico do Calseiga, que ele pega toda a história do universo e resume num ano, Em 365 dias. O ser humano surge no último segundo do dia 31 de dezembro do calendário cósmico, entendeu? Então, nós estamos aqui há muito pouco tempo, muito pouco tempo mesmo. Os dinossauros, cara, reinaram na Terra por centenas de
milhões de anos, entendeu? E um dia, um dia não, né? É que demorou também, mas vamos dizer assim, aconteceu uma grande extinção em massa que acabou com 75% da vida na Terra, inclusive os grandes dinossauros, Principalmente os terrestres ali. Eh, será que vai ter uma nova instituição em massa? Porque esse negócio de extinção em massa é muito legal da gente falar, a Ter passou por cinco extinções em massa e elas são muito importantes. Por exemplo, a última acabou com os dinossauros. A gente não encontra nenhum tiranossauro Rex aí pela rua. Ela foi muito importante porque
ela deu chance para os mamíferos reinarem na Terra e a gente tá aqui hoje. Se não fosse aquela Extinção em massa, os dinossauros estavam aí até hoje. >> Foi a do Dry recente ou foi algum algum alguma coisa que veio de fora? A última extinção em massa. >> Então a última extensão em massa teve hoje o que o que o pessoal estuda é uma uma integração de de fatores. Então teve o asteroide que bateu ali onde hoje aí o catã no México. Sim. >> E isso pode ter disparado grandes eventos vulcânicos pela Terra, como as
Trapas de decan lá na Índia e coisa e tal. Isso acabou com os dinossauros. Mas a gente já teve a extinção em massa na Terra que 95% da vida foi destruída, entendeu? E aí a vida voltou e voltou diferente, entendeu? Então isso que é bom. Talvez aconteça alguma coisa pegando aí o que você falou, porque tem gente que estuda isso hoje. Será que nós vamos ter a sexta extinção em massa? Tem muitos pesquisadores que falam que a gente já tá passando por ela, porque se Você pegar o número de espécies, animais que em extinção >>
é gigantesco. Isso, isso é um indício de que a gente tá caminhando para uma sexta instinção em massa, entendeu? Então, >> que não necessariamente é assim, ó, p tudo de uma vez, né? >> Não é tudo de uma vez, é que a gente é ao longo, é ao longo milhares. Os dinossauros foram acabando, demoraram milhares de anos para acabar. É que a gente, milhares de anos na história da Terra não é nada, né? Então a gente resume como se fosse uma coisa, um evento ali. Mas será que a gente tá passando por isso? Vai passar.
Então tem essa, >> não é que a nossa capacidade, né? A gente a gente consegue mensurar o que a nossa pequena inteligência consegue, né? Exatamente. >> Aí a gente pensa logo o quê? Num grande reset. Aí vem todas essas teorias, né, que de repente vai acabar tudo, né? E Olhando a referência bíblica principalmente, né? >> É, na época do calendário Maia foi a mesma coisa. Falaram que ia acabar tudo quando, né? Girasse tudo. Vai zerar 2012. É porque eu saí até 2012, né? >> É, só ia até 2012. E não, aí descobriram, não descobriram que
era um ciclo que que terminava. Existem vários ciclos. Quando você estuda a civilização hindu, que é a civilização indiana, eles também entendem isso como ciclos e por Aí vai. É isso >> interessante a a civilização civilização não, os indígenas, né? Eh, do deserto americano, eu esqueci o nome, que tem a estrela catina, que é a estrela azul. Catina são alguns deuses, algumas eh entidades mitológicas que que eles tinham. E essa estrela catina indicava justamente isso, um novo ciclo, vem alguma coisa do céu caindo. E isso tá escrito na história daquele povo, o povo rope, se
eu não me engano, que conta Isso aí, tem isso escrito em em nas paredes das cavernas, né, onde eles habitavam. Então, >> eh, dá robustez a a essa parada de ciclo, tanto Maia quanto o hindu, quanto o povo catina, né, da da civilização indígena americana. Então os povos, o asteca também fala de ciclos. Então a gente tem eh >> várias civilizações antigas que já falavam a mesma coisa em épocas diferentes. Então isso já é para chamar Atenção. E é isso que desperta a curiosidade, né? A ciência vem explicando, mas >> eh tem muita coisa que
a ciência >> não consegue, ué. >> Não consegue. É, muita gente fala: "Ah, as ciências não explica tudo não, viu, galera? Tá longe disso ali. >> Aurora boreal é uma coisa que não explicou até hoje. Explicar em algum momento. >> Aurora explica sim. Explica. >> Explica. >> É o quê? Tempestade eletromagnética. >> Ah, aurora é a Aurora é a é a interação entre as partículas carregadas do vento solar com o o os gases da nossa atmosfera. >> Ah, então quando tem a explosão solar vem esse essa essa massa coronal. >> Se você se você tiver
na Eu tive na Islândia o ano passado, tipo, tem aurora todo dia. >> Todo dia tem aurora. na só na Islândia, >> só ali naquele pedacinho. >> Quando tem uma explosão solar, você tem auroras mais intensas. >> Ah, entendi. >> Entendeu? >> Mas toda hora tá acontecendo a radiação do sol, né? Tá trazendo partículas carregadas. Quando essas partículas chegam na na magnetosfera, >> elas são guiadas pros polos e ali elas interagem com os átomos da atmosfera. E Nessa interação, quando ela tem aquele pulo, né, o elétron muda de camada e tal, o elétron muda de
camada, ele emite luz. E aí tem a Aurora. Então a Aurora hoje a gente conhece bem, o pessoal faz experimento para entender a Aurora com foguete suborbital. Eles colocam umas umas como umas partículas, né, limal >> jogam e aí eles vem que como que a cl acontece no céu. É legal para caramba. >> O ARP não seria isso >> não? O ARP é outra coisa. O pesquisa de ORP foi um estudo para estudar a ionosfera, né? Isso >> é o ARP. Foi, foi >> que é uma das camadas que essas partículas enfrentam, né? Exatamente. Que
é isso aí. >> E aí tá em curso ainda >> o ARP da tá desligou, né? Desligar. >> É, o ARP é um teste governamental americano que outros países também t, né? Que todo mundo fala que por trás dos panos é uma arma que essas ondas são Jogadas na ionosfera. Eu trabalhei anos com rádio HF, eu sei que isso acontece, né? que ela usa a ionosfera para espelhar, né, para refletir esse sinal e alcançar distâncias maiores. >> Sinal do GPS, ele viaja pela ionosfera. >> Exatamente. >> É, >> exatamente. Então eles pegam essa energia, jogam
na ionosfera, né, dito da teoria da conspiração e essa coisa é refletida em algum lugar que causa Alguma coisa naquele lugar aí, terremoto, maremoto. E aí chamam de harp, a armaia climática. Até hoje não provaram nada quanto a isso. Continua na nas esferas de teoria da conspiração. Mas você vê uns terremotos muito estranho igual teve no México esses últimos tempos aí. Eu sou o cara, ô Sergião, que desconfio de tudo. Do da mesma maneira que você falou e foi muito interessante, né, dizer que eh você acredita muito na capacidade humana, ao Ponto de saber que
o humano lá atrás poderia se virar e fazer aquelas coisas todas. Eu sou do de uma coisa que eu eu tenho sempre o pé atrás com o ser humano. É uma teoria que eu criei, já falei isso aqui no podcast, mas é a teoria da gente mastigando e banana na caverna. >> Entendi. >> O momento que o cara subiu na parte mais alta da caverna e viu todo mundo comendo, né? Ele olhou assim e falou: "Cara, se eu liderar esse grupo, os melhores pedaços da da comida vai ser todo eu vou ser o primeiro." E
ali nasce o mal original. Então, eh, é muito difícil de você acreditar piamente no ser humano. Ele tá sempre o tempo todo tentando enganar e controlar um certo grupo ou total grupo do planeta inteiro, que acho que é isso que é o que eles querem, na verdade. E isso não sai da minha cabeça, porque tudo que eu vejo nos di nos dias de hoje é exatamente o Reflexo desse primeiro ser que tava lá, falou: "Vou tirar proveito disso". E aí nasceu tudo isso, >> não? Aí é é assim, não, eu não quis dizer acreditar não.
Eu assim, eu tenho um pequeno ainda grau de confiança no ser humano. Vai pequeno, cada dia que eu passo vai, vai diminuindo, vai diminuindo. Você tem nos povos antigos, né? Não, no atual. >> Povos antigos tenho mais. Exatamente. Ah, tenho, tenho mais. No atual já tá Perdendo a esperança, viu? >> Totalmente. >> Você falou da Iá, puxa aí. >> Não é, é bom. Deixa eu falar da RAP, porque é o seguinte, eh, essas disputas, né, esses experimentos da das potências, né, então, se a gente falar hoje, nós temos Estados Unidos, China e Rússia e e
tudo que pode estar em jogo, né, no mundo que nós conhecemos hoje, né, eh, guerra espacial e esses eventos eh provocados, né, pelos países como como Arma de guerra, né, e de movimento geopolítico. Eu queria falar mais sobre isso. >> É, a guerra hoje, na verdade, né, cara, ela é espacial, né? A guerra hoje, ela depende do espaço. Você vê aí a Ucrânia com a Rússia, né, que a guerra hoje ela é baseada em drone. O drone ele só existe graças ao GPS, porque senão ele não ia se movimentar. O GPS ele é um sistema
que você pode interferir. Tem um negócio que você Manda que é um é um tipo um vírus, uma interferência, a gente chama de gameming, né? >> Inclusive tem porrada de site aí ensinando a fazer jam. É. Ensinam, ensina mesmo. O que que a Ucrânia fez agora? Não sei se vocês viram. O drone vi cabo. >> Sim, fibra. >> A Rússia também tá usando. >> A Rússia também, porque aí acabou, entendeu? Aí o cara faz lá um uma fibra Ótica, 80 km. Aí o drone vai guiado por ela, não precisava mais do GPS. Olha que doideira,
a gente teve que voltar, né? Voltamos por é a mesma coisa pra galera entender. Você tá andando com carrinho de controle remoto, >> seu amigo descobre um jeito de ferrar seu carrinho. Você fala: "Não, não, agora o meu carrinho vai de cabo". >> Você tá, você tá retrocedendo, né? tem um exemplo perfeito disso. A gente trabalhou muito, né, no comando de Material de corpo fuzileiros navais, que é uma parte técnica de armamento e sistemas de armas que eu trabalhei lá. E a gente tentou comprar o Javelin, que agora foi, né, alocado aqui pro Brasil, que
é um míssil antianque, é um míssil muito moderno, que não é filo guiado, que os filo guiado era antigo. Agora eles estão se desfazendo do jevelin porque eles viram porque tem interferência, que a guerra do campo eletromagnético é muito maior. Então o Míssil que era antigo, que era filoguiado, vai ser começar a ser fabricado de novo nos Estados Exatamente. >> Olha que doideira, cara. E aí começa o >> que é o tal, é o míssil, é o tal, é >> é o início de voltar tudo que era antes. >> Não, não é, é uma releitura.
Porque quando você descobre uma contramedida para parar aquilo ali, você volta num passado para essa contramida não atingir aquilo que tem que ser atingido. Então é Uma releitura do que tá acontecendo no cenário. É a maneira que você tem de driblar, né, o que o inimigo tá tentando te fazer. E é exatamente o que o Serjão falou dos drones. As guerras, a guerra hoje ela é basicamente um lado fazendo um gem e o outro lado tentando fazer o antigem, né? >> Perfeito. >> Tanto que hoje os satélites de GPS mais modernos que são lançados, os
Estados Unidos lançou alguns esse esse ano já, Que é o GPS3, que é o sistema deles lá. O qual que é a grande novidade? Um baita de um sistema antid que eles colocaram satélites. Tem uma ideia, os satélites antigos não tinham isso, entendeu? Agora os novos não estão vindo com essa com essa coisa aí. Por quê? Porque alguém foi lá e falou: "Hum, esse sistema aqui dá pra gente invadir e ferrar o nosso nosso amiguinho". Agora os caras tem que fazer o outro. Enquanto isso volta com o negócio de cabo. Ó que doideira, né, Cara?
É doideira isso aí. >> Mas aí tem limitações também, né? >> Sim, as limitações acontecem. É, as limitações acontecem. E eu vi, eu faço parte de vários grupos de Telegram, de armas de guerras russas, de grupos russos e tanto ucranianos quanto russos. E eles desenvolveram uma bobina com um cabo, a fibra ótica, tão fino, mas tão fino, que parece uma teia de aranha. Então eles conseguiram aumentar o alcance desse drone sem ser interferido, Porque essa bobina vai presa no drone como se fosse um carretel de linha, ele vai desenrolando, depois deixa a linha lá, faz
o que tem que fazer essa linha. >> É tanto que deu um problema agora, né? Que depois que os drones aí um um cai, outro não sei o que e tal, eles foram ver, tava cheio de linha, >> igual teia de aranha. >> Cheio igualzinho teia de aranha. Exatamente. >> Todo o campo de batalha lotado dessas Linhas de fibra ótica, que é justamente a comunicação da dos drones que atingiram seus ovos ou se perderam. >> É doideira, cara. Bizarro. Bizarro demais, cara. Então, >> e então e nessa corrida aí, cara, quem quem tá na frente?
Estados Unidos. >> Cara, tô assim, v, não sei se vocês devem ter visto o desfile militar chinês, né? >> Perfeito. >> Que lá foi um absurdo, né, cara? que os Caras fizeram, mostraram ali, né, a própria arma antidrone que eles têm, que é aquele canhão a laser que Israel comprou agora, né? >> Israel testou já, que é um negócio espetacular aquilo lá. E você falou de arma, né, do dos fuzileiros o e e russo e tal. Se vocês verem qualquer imagem do Putin, você vai ver que do lado do Putin tem um cara com uma
arma muito esquisitona. Aquele lá é arma antidrone, >> porque o medo dos caras é que um alguém Joga um drone na cabeça do Putin. Então fica um cara ali do ser, deve ser do serviço secreto russo, né? >> É. E ele fica ali com aquela arma, se ele vê um drone, ele atira. Aquilo lá é um é um tiro o quê? Ou é um laser ou é alguma coisa eletromagnética. É o campo eletromagnético, interfere ali, o drone cai, entendeu? >> E a China naquele naquele exercício naquele exercício, não, naquele desfile, né? mostrou o poder dele.
Os caras t Violentíssimo, né, cara? Assim, quem tá na frente, a gente nunca pode, obviamente, menosprezar is toda a história dos Estados Unidos. >> Sim, >> as empresas, né, principalmente, eu eu sempre cito as três, mas tem muito mais, que é a North Rope Groman, >> Lid, >> a Lockhe Martin, que é uma potência, né, que não tem nem igual. E a própria Boeing, né, porque o pessoal não sabe, Mas a Boing é fortíssima no setor militar, né? Phantom Works. >> A Phantom Works. A Phantom Works. A Skunk Works. >> Exato. >> E a outra
que eu não esqueci o nome. >> Complexo Militar. Am. Complexo Militar Americano. >> É isso mesmo. Para quem não sabe, né? Phantom Works é o setor secreto da Boing. Scunkworks é o setor secreto da Lockhe Reed Martin. Fica aqui a dica Para quem vê Maveric. >> Isso. >> Quando você quando você vê Top Gun Maveric, na hora que o cara tira o avião lá aparece um gambazinho. >> É o símbolo da Skunkw. É, é o símbolo da Scunkws. Pouca gente pega essa essa esse egeg aí, né? >> Só que >> e da Norte Rob Groman
me esqueci aqui também, mas tem a divisão secreta. >> A Nor Gruman também tem que que esses Caras que comandam, cara. Esses caras que comandam. Bom, e aí tá ligado com o que você falou de Nova Jessy, né, do ano passado lá, cara. A gente, nós aqui, meos mortais, nós não temos nem ideia, cara. Nem ideia do que que esses caras estão fazendo, cara. Você não tem ideia. Você não sabe, você não sabe o tipo de de primeiro, você não sabe o tipo de avião que esses caras estão fazendo. Você não sabe o tipo de
armamento de de míssil. De vez em quando a Lock Re solta Lá. Acabamos de fechar um contrato aqui com a com as suas armadas. Fecharam um contrato agora três 2 3 meses atrás de quase 20 bilhões de dólares para fazer dois mísseis que já tem antigem, que já tem um monte de coisa, cara. Coisa que a gente não faz nem ideia do que que esses caras estão fazendo, entendeu? E aí ligando com a história de de ufologia, >> boa, >> cara, eu tenho praticamente certeza Absoluta que todas essas coisas que você vê por aí é
coisa que a gente não faz nem ideia, cara. Principalmente depois que você vê esses caças novos aí naquele formato de delta, né, >> que é para desviar o sinal do radar e você pegar os relatos de que tem de de de UFO e tal, >> TRB, >> é o TRB, muitos UFOs são tem forma triangular, cara. O o B2, aquele bombardeiro lá famoso Americano. Imagina, cara, que você tá lá no meio dos Estados Unidos plantando sua soja ali e do nada passa aquele negócio cima da sua cabeça. Você nunca viu aquilo na vida. Você vai
falar o quê? Cara, isso é coisa alienígena, cara. >> Sim, >> isso é coisa alienígena, entendeu? >> Vai explicar tudo, né? O que você fala, né? >> Vai acabar explicando tudo, né? Porque, Cara, aquele negócio passa em cima da cabeça, cara, que eu nunca vi um negócio daquele. Avião, para mim é um avião, ele tem o corpo aqui e a asa bonitinho. Aquele negócio, daquele formato lá não pode ser um avião, entendeu? >> E a velocidade também. >> E a velocidade e tudo mais. Então o tem muita coisa que esses caras fazem que a gente
não faz nem ideia. E é isso que a gente tá falando dos Estados Unidos, né? E e o e a grande parada dos Estados Unidos hoje com os UAPs, né, que são os fenômenos anômalos não identificados, que muita, depois queria até saber o que que você acha, muita gente diz que isso aí é uma cortina de fumaça, porque na verdade o medo do americano não é o alienígena, entendeu? O alienígena é o de menos. Parece a alienígena estavam feliz. >> China e Rússia. é China e Rússia, porque eles sabem que a China e a Rússia
eles têm setores secretos igualzinho eles Têm, cara, >> e muito mais secretos que a gente não sabe nem o nome. Ia falar e o americano pelo menos a gente sabe o nome, né? >> É >> o russo e o chinês a gente não faz nem ideia, cara. Entendeu? Então esse é uma é uma é uma briga que uma guerra que existe numa num nível que a gente desconhece, cara. Desconhece totalmente, entendeu? E aí o chinês e o russo mostra o que eles querem que mostra o que vai Dar um recado, talvez, né? >> Então, mas
agora, cara, imagina o chinês fez aquele deselho lá, mostrou aquele monte de armamento, imagina o que, o que eles não tem >> que eles não que eles têm que não mostram. Imagina. >> Vou dar um spoiler aí sobre a Luke Redmart. Há uma semana, >> mais precisamente cinco dias, eu vi coming no na >> Ah, todo mundo viu. Eu vi também. até >> e eles e eles lançaram o produto, que é uma aeronave simplesmente já tá já lançaram simplesmente incrível, não tripulada, autônoma, vai trabalhar com inteligência artificial, é um meio drone, meio vai ser de
ataque, pode ser de vigilância, ele faz tudo ao mesmo tempo, protege as aeronaves em volta, >> vai voar junto com com >> trabalha em rede. Eu falei que isso, cara. É, >> então é o que ele falou, uma coisa Jamais imaginada os caras anunciaram agora há cco dias atrás e já lançaram o produto. >> Ex. É um tipo um drone pro pessoal entender que ele vai o a missão talvez acho que a missão principal dele é voar junto com os F22 dando proteção para eles, entendeu? >> E é isso. É uma coisa que agora imagina
há quanto tempo esses caras não estão desenvolvendo isso. Segundo, será que numa dessas os caras não jogam esse Negócio? C vamos testar esse negócio aí. voa lá 10 desse em cima de uma cidade, o cara olha para aquilo lá e fala: "Caramba, cara, que que esse negócio voando aqui?" Entendeu? Ah, não é disco voador, entendeu? É disco voador. E o governo fala: "Deixa quieto, cara. Esse negócio deixa esses cara achar que é disco voador. Meu é melhor". Entendeu? trabalho de de contrainformação do governo é bem pesado e eles sabem fazer esse jogo muito bem, mas
também tem Aquela outra teoria de tecnologia reversa deles estarem tanto a Scunkwks como a Boing a pegar a tecnologia alienígena e transformar em >> até pela velocidade que essa tecnologia vai avançar. >> Mas aí que Mas aí beleza, mas aí eu uso isso mesmo até para para refutar esse negócio, cara. Uhum. Porque esses caras eles são tão desenvolvidos que se fosse para eles terem pego uma nave desde a, sei lá, desde a década de 40, né, vamos dizer assim, que eles falam que capturam nave por aí. >> Uhum. >> Eles já tinham feito esse negócio,
cara. Eles já tinham feito essa até essa coisa reversa aí e não estariam penando por aí, entendeu? Isso aí já teria pelo menos uma parte dela vazado pro setor espacial, que o grande drama do setor espacial é é a propulsão, que é onde se gasta, cara, milhões e milhões de de de dólares, Entendeu? Os car essa essa tecnologia já tinha aparecido ali no setor, o tamanho da dos foguetes, você que é da dessa área aí, tanto fala o tamanho dos foguetes, a maior parte é combustível, >> é só combustível. Foguete é só combustível. O que
parece a ponta lá que é só pontinha. >> É a pontinha. Então assim, agora o que eu tava falando é o seguinte, não dá pra gente men, embora a China mostrou aquilo lá e tudo, não dá pra gente menosprezar A própria história dos Estados Unidos, essas três empresas aí que são cara que comandam basicamente tudo ali, né? E também a gente não pode menosprezar a história da Rússia, né, cara, que, né, querendo tudo bem, tomando um pau ou não lá na na Ucrânia, né, que também o cara agora, como que você vai menosprezar a Rússia,
cara, que é o maior arsenal nuclear do planeta, né? E ninguém bate de frente com os caras. Por quê? Porque tem medo do Putin ir lá e apertar o Botão, cara. Entendeu? >> É toal do poder de dissuazão, né? >> É isso aí. Não tem, não tem essa, entendeu? Então é uma, é uma briga, é uma briga grande aí. Mas a briga hoje é espacial. Tanto que ontem, não sei se vocês viram, a China testou, >> você viu o ICBM, né? >> Vi que faz curva, >> cara. Um negócio absurdo. Aí você vê aquilo lá,
o que que o cara vai falar? Ah, lá é nave alienígena porque não tem Nenhuma nave no na terra que faz aqui. Um negócio absurdo. É um CBM >> e numa velocidade absurda, né? >> É um ICBM hipersônico, entendeu? Com estágios. É um negócio de louco, entendeu? É um negócio de louco. A China testou ontem, os caras mostraram, filmaram lá no Aí o pessoal aí, ó, na invasão ali, não é, cara? É uma, é um negócio militar. E quando e quando eles mostram, né, teve vários testes antes de exibir, né? >> Exatamente. Se eles deixaram
aquele ali pro pessoal ver, imagina o que que eles não fizeram escondido, né? >> Com certeza. >> Então tem >> a a grande toda vez que eu conversei com o pessoal da ufologia é sempre em relato humano, né? É, é assim, por exemplo, o Edson, o Edson trouxe vários, >> várias pastas, várias coisas. >> Ele traz, ele anda, ele veio com os Documentos, né? A primeira vez que eu apaguei, >> ele vai aqueles documentos para todo lado. >> A primeira vez que eu apare Ele parece, ele parece os advogados. Ele chega, >> ele chegou com
a filho lá. Ele chega. >> Não, mas e tem isso. Eu posso falar que eu também conheci, fiz o podcast lá em Brasília, né? E conheci ele. Trocamos por figurinha, virou meu amigo. >> Cara, eu vi os documentos que eu conheço pelo amor de Deus. >> Tu tava nos 9 horas? >> Tava, pô. >> [ __ ] então tá. Isso que eu ia falar. Eu não lembrava. Tu tava não, Júlio? >> Eu tava, pô. >> E no dia que ele começou a mostrar os papéis, o podcast demorou 9 horas, mano. >> É assim, é porque
ele começa, ele não para, ele tem todos os casos. Cara, vamos lá. Primeira coisa, relato humano. Eu relato é um negócio muitíssimo complicado, cara. Mas é muito, não é pouco não. >> Sem querer te cortar, mas você tem um relato que você ficou abismado. >> Tem até conto aqui pra galera para ter aqui para vocês. >> Cara, se a gente sair aqui agora e vê uma uma luz no céu, eu perguntar para você, pro Júlio, para mim, cada um vai falar uma coisa. É. >> E aí Você vê aquele caso que teve no final de
2023 dos pilotos que estavam chegando, né, principalmente em Porto Alegre e eram vários pilotos vendo a mesma coisa, cada um relatava uma coisa diferente. Não porque é é circular, não porque é triangular, não porque é vermelho, não, porque é amarelo. >> Então o relato, qual que é o problema do relato? Isso é muito legal porque tá no Não, não confio totalmente, mas tem algumas coisas legais no relatório do AA Arrow. AA ROW é a nova divisão que os Estados Unidos criou. Eles fazem todo ano um mega relatório juntando avistamentos e tal, não sei o quê.
E eles têm uma frase lá muito legal sobre relato. Qualquer pessoa que vai relatar algo que ela viu, daqui a pouco eu vou dar um exemplo da Anita para vocês, o relato de qualquer pessoa, ele é carregado de um viés muito grande, cara. Do quê? Cultural. Uhum. >> Entendeu? referências da sua vida, religioso e tudo que você imaginar. Por exemplo, eu gosto de Star Wars, eu posso ver um negócio, falar assim: "Caramba, parece uma XW". Entendeu? Aí você, vamos supor que você nunca viu Starok, que que é ex? Entendeu? >> Como que você sabe? Como
é que você adivinou? Não sabe o que que é? >> Tá na minha cara, né? É, é uma nave famosa. É a nave famosa Star Wars. >> Nave. É. >> Agora você pode relatar e falar que é uma coisa que eu não faço nem ideia. E assim a gente vai. A Anita, não sei se vocês viram, ela tava lá no negócio de Nova para quem não sabe que a gente tá falando de Nova Jess, no final do ano passado, começo desse ano, começaram a aparecer várias luzes em Nova Jess e tal e o pessoal filmando
e não sei o que, não sei o quê. >> Chegaram a 800 relatos. >> É 800, né? Um deles é da Danita. >> Sério? Você não sabia não? Ah, é muito legal, cara. >> A Anita chega na casa dela, tem casa lá e não sei o quê. Na hora que ela chega na casa dela, tava aparecendo as luzes do céu e ela começou a filmar. Só que depois ela começou a mostrar a casa dela. Eu falei: "Pô, Anita, filma o céu, caramba". >> Mas aí ela filmou com uma amiga dela. E Aí no dia seguinte
ela tava dentro do carro com a amiga e ela falou e ela conversando com a amiga. Falou: "E aí, hein?" Nossa, você viu? aparecia Nossa Senhora aparecendo no céu. Isso, cara, é o maior exemplo que o relato de uma pessoa é carregado dos vieses da cultura, da crença e de tudo. >> Não tô falando que tá errado, não, entendeu? Mas é que não tem como a gente confiar no relato de um ser isso aí. Eu já discuti, cara, horas com o Edson, Esse negócio, entendeu? Porque não tem como, porque o Edson fala o seguinte: "Não,
não, porque o cara lá no, não sei aonde, no meio do mato, ele viu, ele viu uma luz." Cara, eu já trabalhei com ufologia há muitos anos. Eu já fiz muita vigília, eu já conversei com muita gente, não é pouca não, muita, muita gente. >> Que ano isso é? >> Isso aí era, eu era meio que adolescente ainda, cara. 96, 95, cara. Eu sempre Assim, eu nunca acreditei não, entendeu? Eu não acreditei não. Qual que era a minha ideia? A minha ideia era fazer, trazer algo, um a metodologia científica para dentro dessa parada que é
engraçado, que é o que Estados Unidos tá querendo fazer hoje. >> Exato. >> Entendeu? Os os Estados Unidos, nessa coisa de UAP e tal, eles querem tirar o negócio do relato porque eles sabem, cara, que relato é problemático, cara. Imagina que você vai numa fazenda, entendeu? Uma pessoa que tem uma determinada cultura, um determinado viés religioso, uma determinada referência na vida. Cara, o que que você viu? Não, eu vi um negócio passou parecia Jesus Cristo cavalgando, entendeu? A pessoa falar um negócio para mim que eu não faço nem ideia do que que é. >> Parei
do >> É parei do ali. Exatamente. E se vier uma outra pessoa fala aquilo lá. Então Assim, relato, eu não eu não, eu não confio, entendeu? Mas assim, relato de coisa que você viu no céu, por o céu tá cheio de fenômeno atmosférico que a gente não faz nem ideia, talvez que exista, cara. Entendeu? O pessoal zoou comigo aí, daqui a pouco o chat vai zoar comigo aqui, ó. Quer ver o tal do raio bola? >> Sim. >> Entendeu? Se alguém ver um raio bola, Cara, na sua frente, você vai falar que aquilo lá não
é o da da terra, cara. Você aquele lá >> o raio globular, né? >> É o raio globular ou raio bola, né? Acontece muito em plantação, entendeu? Principalmente plantação de cana e tal. Depois que você corta ali que fica seco e não sei o quê, raio bola aparece o raio globular aparece dessas coisas e tal. Aí o pessoal zoou comigo que eu falo que tudo é raio bola, entendeu? Mas Não é o baiano no chat falou raio lá. Ele >> não é tudo que é raio bola não, mas é é que é que são fenômenos
que acontecem na atmosfera que quem não tá acostumado, né, não sabe. Eh, meteoro, tem meteoro que é muito brilhante, cara, que às vezes o cara ol, caramba, não, passou aqui uma luz verde. O cara falou para mim que a luz verde, cara, é meteoro, certeza. Não preciso nem conversar. As cores são o tipo de material que ele tá Tá expind química. É a química que tá ali. >> Hoje a gente tem muito lixo espacial reentrando, muita coisa, muita coisa. Eu tava em Brasília lá num desses eventos quando reentrou aquele pedaço do Falcon 9. Ele passou,
ele começou ali em no Mato Grosso, eh, Brasília, Minas e tal. O, eu tenho relá aí. É muito legal isso. Legal. É porque eu não volotei aqui agora, mas eu tenho áudio, cara, de cara lá numa fazenda no interior de Minas. Eu Mostrei isso aí ao vivo um dia, o cara relatando. Aí eu falei: "Por isso que a gente não pode confiar em relato, cara". O cara passou, aquilo lá não explodiu, não fez barulho nenhum. O senhor lá falando assim: "Explodiu aqui na montanha, deve ter arrancado metade da montanha. É, nem encostando a montanha". Entendeu?
O negó problema de relato não? E normalmente os avistamentos, relatos são pessoas simples também, né? >> São >> que aí leva também a a essa desconfiança, né? Que a pessoa relata conforme a a dimensão, que nem tu falou cultural dela, o conhecimento, >> mas não quero, é, mas não querendo dizer porque às vezes a pessoa simples, a pessoa que mora no campo, ela tem um conhecimento até maior que o nosso. >> Sim. >> Porque ela tá ali o dia inteiro, a vida toda, ela conhece, às vezes ela conhece coisas. que eu chamo de viver numa
Caixa, Serjão. A gente tá o tempo todo com um teto na cabeça. Você tá dentro do carro, você tá dentro de sua casa, do seu quarto, aí você sai do quarto, anda um pouquinho na rua, entra no shopping, entra na farmácia, você sempre tem um teto. Essas pessoas não têm teto, elas estão olhando pro céu o tempo todo. >> É. E o legal é o seguinte, isso aí que você falou é muito interessante, porque às vezes eu já eu já entrevistei a pessoa que viu e a pessoa do lado, os Dois morando no mesmo lugar,
vizinhos assim de de ter. O cara falou: "Não, o que ele viu foi um negócio de tempestade, aí aparece aqui de tempos em tempo esse negócio, entendeu? Por quê? Porque o senhor ele ele sabia da vivência dele, ele sabia que aquilo ali era um fenômeno totalmente natural, normal e tal. E às vezes o outro que era mais novo tinha visto aquilo tipo pela primeira vez, ficou assustado. Então tem essa essa relação aí que é que tem que Ser levado em consideração, entendeu? E o cara que ficou assustado, se ele narrar isso para para um terceiro
aí quando esse terceiro narrou, então o Edson vai colocar mais um documento na pasta. >> Quando ele narrar para um terceiro, o terceiro já vai estar com a convicção agora, mas pô, também até para prestigiar o Edson, né? >> Ele ele traz esses relatos, mas ele traz por exemplo, >> ele traz o estudo. Não, o Edson, cara, eu sou muito amigo do Edson, entendeu? Gosto muito, gosto demais dele, entendeu? Tem muita, tem muita coisa ali que eu não concordo, entendeu? Porque o que eu falo para ele é o seguinte, Edson, tá beleza, cara. Mas aonde
aqui nesse documento tá falando que é alienígena, cara? Porque não tá fala assim: "Ah, porque eu já li aqueles documentos até junto com ele, entendeu?" E não fala. Mas o Edson, cara, ele faz Um trabalho muito legal. O Edson, ele faz um trabalho de pesquisa investigativo, >> investigativo da parada. >> Isso é muito legal, porque ele vai no lugar e ele quer ver se teve alteração do terreno e ele ele não conversa só com uma pessoa, ele conversa com várias. Isso. >> Então assim, eu admiro demais o trabalho dele. Eu acho um trabalho sensacional. Ele
é um dos poucos caras assim sério Dentro da ufologia, porque a ufologia ela abre, né, eh, vamos dizer assim, brecha para vir muita coisa que não tem nada a ver, entendeu? E da pessoa aproveitar daquilo ali, >> isso aqui é o pior. >> E aí começa a ter os o charlatanismo dentro da ufologia e tal, não sei o quê. O Edson não é? O Edson é um cara que é que ele leva a sério ali tudo e ele é um dos caras, um dos poucos caras sérios aí que pesquisa mesmo seriamente, entendeu? O próprio lance,
a vida do Edson é Varginha, né, cara? A vida do Edson é Varginha. >> O livro dele, que terminei de ler o livro, um livro bemô bem. >> É, a vida do Edson, todo dele é Varginha. E e é o lance da fita que todo mundo tá atrás dessa fita aí, que todo mundo já deve ter chegado perto dela, mas ninguém tem a fita na mão. >> Qual fita? Não lembro, >> cara. O negócio de Varginha, a galera Aqui deve saber, né? Lá em 1996, na cidade de Varginha, tá? E sim. >> O que que
aconteceu em Varginha? >> Quando eu fui no paranormal, falaram dessa fita aí, falaram que viram. Eu falei: "Pô, eu queria ver." >> Então, a fita é o seguinte, savez foram seis ou sete criaturas, o pessoal chama de criatura hoje, tá? >> Porque não sabe o que que é. >> E aí uma, uma foi pro zoológico, uma foi, uma é das meninas lá que viu no Terreno, a outra não sei o quê. E uma delas foi levada para hospital, hospital regional lá, se eu não me engano, que chama. E ela foi feita a autópsia e tal,
né? E nesse momento em que a criatura tava ali em cima, você tinha o corpo militar que tava lá, os pesquit tava todo mundo ali. Isso foi filmado. >> Hum. >> Entendeu? Existe essa fita. Dizem que existe essa tal dessa fita. >> Deve tá lá na área 51. >> Ninguém sabe, cara. Porque o o Jamie Fox, que é um um cara documentarista americano, ele fez um documentário sobre Varginha e ele ofereceu 200.000 na época, o que dava R 1 milhão deais se a fita aparecesse, entendeu? Apareceram várias coisas que não tinha nada a ver, >>
mas a fita mesmo nunca apareceu. Aí tem o Edson, fala que já chegou perto da fita. Eu e ele nós recebemos a mesma mensagem. Tem um cara que fala que tem a Fita, que quer vender pra gente e tal, não sei o quê, entendeu? É, >> [ __ ] agora eu tô ouvindo isso aí. Vai ter alguém querendo pegar meu dinheiro também me oferecendo. >> Vai, vamos te oferecer a fita. >> Vamos te oferecer a fita de baixinha. >> O Chuarza, que é um amigo nosso também. >> Fala que já chegou. >> Tem um amigo,
esse amigo meu do três iatras é fã do Choaraz. >> É, então, >> fã do Cho que já chegou perto da fita. Todo mundo >> te ofereceram pediram quanto? >> Não, esse cara aí ele ofere, ele oferece, acho que é, ele quer 10 ou R$ 15.000 na fita, entendeu? Vai lucrar um dinheirão, ele tá valendo 1 milhão, paga 15. >> É, mas o problema é tipo real, né? >> Aí o Edson, o Edson fala assim: "Aí a gente abre a fita lá, tá novela da Globo lá, >> é na fita tá o cara vestido de
ET fazendo assim para tu, ó". >> É, exatamente. Aí vai ser pior, né? Então assim, ninguém, muita gente fala que existe essa fita, mas ninguém sabe se tem ou se não tem e tal, porque ela seria a grande prova de Varginha, entendeu? Por isso que a galera vai atrás dessa fita querendo uma. >> Tem as imagens do ET fazendo autópsia lá da área 51. É, é lá, não é, né, cara? Mas aí eu vias falando sobre o vídeo, Né, falando da movimentação das pessoas, como elas estavam vestidas. O relógio que tá na parede, eles identificam
como um relógio de 1950 e pouco, modelo, fala o nome do modelo. Tem uns analistas de imagem que pegam lá e destrincham toda a imagem falando daquela imagem que todos já conhecem, tá na internet já há muito tempo, né? Que é essa autópsia do do ser alienígena da área 51. Da área 51, não, do de Roswell, desculpa. É isso mesmo. Então tem essa aí, a fital da fita de Varginha. É isso. >> Agora, Sergião, e os contatos físicos, né? Porque ah, o, eh, o ET veio aqui e aí fez contato, o cara foi abduzido e
ficou com a marca, né? Tem tem tudo isso aí no nos documentários, na na cadeia probatória aí da existência, né, do pessoal da ufologia. Eu recebi um outro cara aqui, um camarada muito bacana também chamado Rony. >> Ah, o grande Ron. Ron, claro, eu já Levei no meu podcast também. >> Levou Ron. >> Ele é um outro cara também da parte séria da parada. Ele foi lá pra Amazônia, ele levou uns equipamentos, montou tudo lá, ele instalou um circuito lá de para poder e aí ele mostrou um vídeo lá, cara. Mas a gente vê os
vídeos, né? A gente fica assim, caramba, meu. Eu eu sempre fico assim, ó. Oh, >> caraca. Não, agora também não tem como a gente não consegue é alguma coisa, né? O Que que é, né? >> Cara, pode ser. O pessoal vai avisoar quem me conhece aqui. Eu falo o seguinte, pode ser 1 milhão de coisas >> raio globular fala, >> pode ser drone, pode. Tô brincando. Não, o Ron faz um trabalho sério. Eu gosto muito do trabalho dele. É. >> E e aí também eu já recebi aqui o, [ __ ] cara, não podia esquecer
o nome dele. O camarada que tá lá em Dála e e qual o Nome dele? Hungria. >> Hungria. Isso. Hungria. Rafael Hungria. Perfeito. Eh, e aí também tem umas imagens, né, que que é aquela da década de 90, do ano de 2000, né, 2000 alguma coisa, né? >> Sim. As imagens dos crânios alogados e tal. Então, >> é, não que que teve aquela coisa da reportagem lá, o CQC foi lá do ET Biru, que aí mostra ali o bichinho falando, [ __ ] ficou tudo para coisas muito Cômicas, né? Mas agora o que que é
aquilo, né, cara? É, é alguma coisa que aí dependendo da tua imaginação, a tua aceitação. >> Ah, sim. >> Eu tô naquela que o cara contou, eu tô, [ __ ] cara, interessante, cara. >> Nessa parte aí eu acho mais desinformação. E para falar sobre isso aí, eh, literalmente falar do do governo americano e como eles tratam assunto, que eles manipulam a informação para ter O resultado que eles querem. Isso aí já mostra bastante. Foi quando teve um avistamento, né, de um político, se eu não me engano, governador de algum estado lá dos Estados Unidos.
E aí ele falou que viu e tal, deu aquela repercussão toda. Ele no dia seguinte ele falou: "Ah, vai ter que fazer uma coletiva". Pô, ele levou a pô de um cara vestido de etena coletiva algemada e fez todo um circo no assunto. Então, mostra que eles sabem bailar com a informação Justamente para causar o descrédito. E talvez, eu não tô, tem até pouca informação sobre o caso da Ebilu, mas talvez o tudo que me indica que aquelas imagens são desinformação, principalmente aquelas imagens que aparecem na televisão aberta, né, que eles mostram lá Tbiluca falando
com aquela vozinha. >> Eu achei aquilo muito muito fora da da realidade. E mostrando isso, você causa um descrédito proporcional ao tamanho Daquela notícia. Então, o mesmo tamanho que a notícia teve explodindo, ela implode nego falando, tá vendo como é que era mentira? Tá vendo como é que era uma palhaçada? Então tem que ter muito cuidado também por com a manipulação da informação. Isso é isso é muito delicado que o pessoal que mexe com isso nas altas esferas, inclusive e alicerçados, né, pelo pessoal da da Scunkworks, da Norte Europ, sei lá, que eles que, né,
que detém toda a tecnologia para falar o Que é, o que não é, Bigelow. O Bigelow também é muito envolvido nessa Bigelow. >> Sim, o Bigelow ele tá, ele tava dentro da da Área 51, né? >> Área 51 e no Hanch Skywalker. Skin Walker saiu lá e fez a empresa, né? E ele tem coisa, tem negócio com o governo americano, né? >> Sim. >> Pesadíssimo. Bigelow. >> Robert Bigelow, um dos grandes aí concorre com Elan Musk e com aquele Outro da Amazon que eu esqueci >> Jeff Bez. São os três proeminentes aí na conquista do
espaço. Então eles brigam entre si. E o governo americano muito esperto, sabendo da lei da Foia, sabia que a Foia podia espetar eles e pegaram os projetos secretos, jogou tudo dentro das empresas, que a empresa não é atingida pela foia. É, >> então é por isso que essas empresas, >> isso explica que, desculpa, >> isso explica porque que o a empresa da Lomanque vai até além do que o do que a própria NASA, do que o próprio governo, >> intencionalmente tem tem uma parceria ali por trás. Que que é isso, Sergão? Eu sei que tu
>> não, mas você fala o quê? Vai assar. Não, assim, vamos lá. SpaceX ela não vai dar NASA não, hein, cara. >> Vai não, >> não. Tanto que a SpaceX ela só existe por conta da NASA. Os maiores, os maiores contratos que o que o que a SpaceX tem são com a NASA, que é o contrato para levar carga pro pro espaço na Dragon Cargo e para levar tripulante pro espaço na Crew Dragon e agora para pousar na lua com o Starship. Então são projetos aí que somado bate quase 10 bilhões de dólares, entendeu? E
fora os os contratos que ele tem com a Space Force, porque para quem não sabe, né, o Estados Unidos até então ele tinha cinco braços na força armada. A parte espacial ficava dentro da força Aérea americana e acho que foi no governo Trump, né, no primeiro governo Trump, ele resolveu tirar >> e criar um novo braço. Então, hoje as forças armadas americanas são seis braços, né? Um deles é a Space Force. E a Space Force, o Elom tem contratos de bilionários ali também. Então assim, na verdade ele ele só existe mesmo por conta, e ele
já falou isso aí várias vezes mesmo, sabe que ele só existe mesmo por conta da NASA e daí da e da Space Force, entendeu? Se não são esses contratos, a SpaceX não teria grana. >> Sim, mas é nessa intenção que o Júri tá falando. Tu acredita? Se eu entendi bem o que o Júrio disse é que eh essas empresas são usadas justamente para proteger eh o que eles dizem é o seguinte, né? O governo americano, se é uma coisa governamental, >> tá tá lá um documento, existe nos Estados Unidos um negócio chamado foia, Que é
o negócio da da livre livre informação, né? >> Então, por exemplo, eu posso chegar e pedir esse documento, o governo é obrigado a me dar. O que o que o Júlio falou faz sentido? O que que o governo faz para se proteger? Ele pega o documento e joga dentro da sua empresa, porque a sua empresa não é atingida pelo Foia, >> só instituição. >> O Foia é só é só instituição. Então eu Peço lá, ô, fala, Glauber, aí, me dá tal documento. Foia, que foia, cara, isso aqui nem existe para mim, entendeu? >> Então ele
ele espalha esses documentos nessas empresas para uma maneira de proteger, deixa alguns ali, porque quando os caras pedir, eles soltam uns negócios, >> solta uns negocinhos ali, os caras, ah, tal, tal. Só que os documentos pesado mesmo ficam ficam dentro das empresas. Então, mas tá com tá com CPF ali, né? Tá Tá no CF. Pode, pode ter não. Você fala que SPF, pode ter, pode ter com certeza. Isso aí não tem problema. >> Que a lei americana não atinge para transparência, entendeu? >> O chinês já não precisa disso, nem o russo, né? >> O chinês
não, né? Porque o chinês aí o governo controla >> controla tudo >> lá. Não existe foia, é diferente. É isso, entendeu? Mas se na SpaceX tem Documentos desse, deve ter. Com certeza. Isso aí deve ter mesmo, porque o o Elusk ele é muito emaranhado dentro do governo americano. O El Musk o Starlink, cara, existe a o Starshield, para quem não sabe, Starshield é o Starlink para uso militar. Então quando lança foguete com o Starlink não mostra o segundo estágio, é porque ali tem satélite para uso militar. Então ele tá emaranhado lá naquele no governo americano,
ele vira e mexe, ele tá no Pentágono em reunião, Entendeu? Então aí meio que óbvio que ele alguma coisa dessa deve ter parado lá dentro, né? >> E como cresceu a tecnologia de propulsão através da da X, né, do do Elon Musk, que é incrível. A gente já conhecia as propulsões a jato vetoriais dos jatos russos, foram o primeiro a ter aquela aquele aquele jato, né, o motor vetorial que mexia, que dava aquela manobrabilidade maior às aeronaves russas, >> o gimbal, né? Isso, exatamente. E aí você vê isso agora na no no nos propulsores do
foguete do Hellow Musk, fazendo a aeronave, aeronave foguete pousar. Enfim, >> ele vem ele vem mexendo ali para poder ganhar. Isso mesmo. É um negócio sensacional mesmo. >> Exatamente. Isso aí é mesmo. >> E a ideia lá de Marte do Elomk, >> cara. Então, eh, o negócio para antes, só queria falar um negócio. Você falou Um negócio de ser abduzido, né? >> Dos abduzidos. Ah, é verdade. Antes de avançar, eu tenho uma outra pergunta que eu também tinha esquecido. Eh, o negócio do abeduzido, cara, ele cai no negócio de relato. >> Sim. >> Entendeu? E
aí vou falar algumas coisas que eu que eu que eu já vivi com relação a isso. Durante uma época na ufologia foi dito que se você fizesse hipnose Regressiva nas pessoas não teria como a pessoa mentir. Então supor que você foi abduzido. Eu não tô acreditando que você tá falando. Eu pego você te levo num num num consultório e o cara lá faz uma hipnose regressiva em você. Você não vai ter como mentir, nem inventar, nem nada. Se você foi abduzido, você vai falar exatamente o que aconteceu com você. Isso aí foi uma moda durante
um tempo, não só na ufologia, até na parte do de júri. A Inglaterra chegou a usar hipnose Regressiva para para resolver alguns casos, >> tipo uma evolução do polígrafo, né? >> É, é um polígrafo ali que que fala que o cara não tem como ele mentir, não tem como ele manipular, não tem como nada. Eu cheguei a levar algumas pessoas para fazer isso, cara. e as piores experiências da minha vida. Porque que acontece muit aí depois teve trabalhos e tal que mostraram isso. A maior parte dos casos ditos abdução, eles são, na Verdade eh negócio
sexual, abuso sexual ou psicológico, >> entendeu? Boa, assim, 90, mais de 90%. Tem um caso que eu que eu que eu estudei que a pessoa falou que ela que ela tinha tido, ela tinha todo o relato, ela desenhava, ela fazia tudo perfeitamente, cara. Fez hipnose regressiva, era o pai dela que abusava dela. >> E o pai dela falava assim para ela: "Ó, quando vierem me perguntar, você vai falar que é o ET, o ET que te visita, é O ET que não sei o quê". Pá, pá, pá. Ele contou toda uma história para aquela, aquela
pessoa ficava repetindo aquela história a vida inteira, entendeu? Só que quando você faz a hipnose, aí vem o negócio e aí no meio da hipnose vai falar: "Não, para pai, para pai". E era o pai, entendeu? Tanto que eu parei com esse negócio aí, nunca mais trás em nada, porque é um negócio terrível, cara. É pesadíssimo isso aí >> mostrou o gatilho da pessoa. >> É, então assim, muita coisa de abdução é ligada com abuso. Muita coisa mesmo. >> Mas é uma pergunta, por que que alguém, né, provocaria essa pessoa para poder dar um relato
desse, né? Por que que de >> não não a própria pessoa relata. A pessoa relata porque na cabeça dela que no consciente dela, ela teve uma experiência alienígena. >> Ah, ela passa a acreditar. >> Ela passa a acreditar. Ela passa a acreditar. Então o esse caso aí o pai Ficava falando todo dia que ele ia lá e abusava, ele ficava falando: "Ah, foi o ET que veio te visitar. Foi seu amiguinho ET que veio te visitar. O ET que veio, ó o ó, não esquece de falar que teve a luz, hein? Lembra que apareceu a
luz e tal?" Ele ficava colocando isso, obviamente, né? Porque ele não queria que falasse que era ele, né? E aí a pessoa cresceu com aquilo, quando ela vê, ah, não sei o quê, pô, eu já tive uma experiência assim, entendeu? Aí ela começa a relatar como se fosse uma experiência de abdução mesmo ou de contato de contato com alienígena. >> Quando você faz a hipnose regressiva, você descobre essas coisas, entendeu? >> É, mas tem os casos também dos implantes que muitos não são explicados, >> cara. Mas implante assim, eu nunca vi nenhum nenhum que seja
um impã, um negócio real mesmo. >> Tem um americano, esqueci o nome dele >> pra nossa audiência, >> é o seguinte, é quando a pessoa é abdosa, existem alguns graus, na verdade, n dessa dessa abdução ou desse contato. Aí vai contato primeiro grau, segundo e tem os graus mais elevados, que é quando você é levado para dentro da nave e eles colocam o implante em você, algum tipo de sensor, algum tipo de dispositivo dentro de você, né? E isso já foi é tema, né, de discussões aí homéricas até no alien comem aquele alien não sei
o que lá dos Estados Unidos. E esse senhor foi lá e ele tem uma uma vastidão de implantes que ele de acho que de 100 pacientes que ele tirou e um dos implantes foi levado lá para White Peterson, né, para fazer testes e conseguiram classificar como um metal que não tem no planeta Terra. a própria instituição americana lá, ele tem, mostrou os papéis, enfim, são documentários que eu vi e que mostram também essa outra linha que foge um pouco do relato. Tem alguma coisa que Mostra que algo aconteceu? Então, eu queria que você falasse um
pouco sobre isso também, qual é o seu tipo de visão sobre isso. >> Então, o o lance que é o que eu vejo do imp assim, eu nunca vi, né, desses casos todos, as pessoas que falam: "Ah, que eu tinha eu tenho implante aqui, ó". Aí já você leva a pessoa para fazer raio X, tomografia, não aparece absolutamente nada, >> entendeu? Eu sei que tem uns casos que o Cara aparece, o próprio próprio general lá, né, da da operação prato, né? >> Sim. O >> ele falava que ele tinha que ele tinha um negócio implantado
nele. >> O general não, o Iurangia Holanda. >> E Orang Holanda, exatamente, que é o que é o que é o famoso lá da operação prata, né? ele depois tal, mas aí depois falaram que junto com isso ele começou a ter muito problema psicológico também, >> entendeu? Então a gente não sabe de >> e e se matou, né? >> Esse acabou se matando depois e tudo mais. Então assim, tem esse cara aí, esse americano aí eu já vi esse esse negócio. >> É um senhor quando com as roupas aparecendo da década de 50, todo estranho
cara. É, eu já vi. Ele leva lá, cara. Agora o lance é aqui, é aquilo lá. Tem que ir alguém do outro lado para ver essas coisas, entendeu? Essa discussão que a gente teve no come, discussão não, Que você apresentou a sua opinião no começo, realmente faz todo sentido levar os dois grupos e estabelecer quais são os parâmetros para os dois grupos um checar o outro. >> Tem convicção, né? Vai, >> não é? Vai, vamos lá, vamos ver. Porque esse negócio aí, por exemplo, o aquele cara do México lá do ano passado >> das das
das da das múmias, >> das múmias, entendeu? Aí ele falou: "Não, eu vou abrir aqui para qualquer um Que quiser pesquisar". tava abrindo nada, porque o pessoal fazia o pedido lá e ele falou: "Não, não vou, não vou liberar não". Aí é [ __ ] cara. Entendeu? Porque libera. Então >> parece que teve um cientista russo que classificou como alieníis. >> É. Não, >> até onde vi um cientista russo. >> Mas ninguém teve acesso porque ele falou que ele ia liberar o acesso para todo mundo >> e a galera começou a pedir, ele só vetava.
Então aí é >> e que é eu esqueci o nome dele, Musen, alguma coisa assim. >> É, é o Jaime, né? É Jaime, famosíssimo. E ele é um ser iluminado porque ele vem descobrindo coisas desde quando ele era jovem, né? >> Mas olha só que interessante desse cara, de repente ele desaparece. >> É, >> desaparece assim, você não ouve falar Nele. Nele. É verdade. >> Você não ouve falar nele, cara. Aí daqui a pouco ele vai aparecer com algum negócio. É igual os caras da pirâmide lá. >> Lembra? Os caras da pirâmide agora? Da pirâmide
que usaram radar e detectaram. Então aí vieram com o negócio, cadê esses caras da pirâmide? Sumiram, cara. Eles sumiram no mundo. Você nunca mais ouvê o cara da pirâmide. >> Não, mas não seria então a mesma coisa Que falam, né, na teoria da conspiração do carro água. Você descobriu o carro água, você some no outro dia. Pessoal do petróleo vai lá e ou você vai ficar muito bem numa ilha dessa aí ou você é eliminado. >> Então, cara, eu já acho que é o seguinte, cara. Esses caras eles aparecem de tempos em tempos e eles
conseguem o que eles querem. Eles querem grana, entendeu? Aquele cara, o cara da pirâmide, ele claramente ele tava Querendo ele, mas ele falou isso na apresentação que ele fez lá. Ele queria grana para continuar fazendo o experimento dele e eu não duvido nada que ele conseguiu essa grana. O o Jaime também, esse Jaime Mussaim, né, que chama, né, que é o que é esse cara famoso da ufologia. Você ver, ninguém fala dele mais. Aí você vai ver que daqui um tempo ele vai aparecer com um negócio absurdo, porque ele quer grana e aí vai ter
algum Empresário, algum cara que vai falar: "Tá, tá aqui, cara, toma uma grana aqui e continua sua pesquisa". Aí ele desaparece, >> aí acaba a grana e volta. >> Aí acaba a grana e ele volta. Eu a Esses caras eles vivem dessa, desse tipo de >> seria o mesmo caso, então, Serjão, daquele cara do Rancho Skinw que tem um empresário que banda. >> Exatamente. >> E aquele cientista da NASA, como é que é O nome dele? Ah, que esqueci o nome, cara. >> Esqueci o nome dele. >> Ele é um cientista da NASA, trabalhou na
NASA durante muito tempo, faz o >> e tá lá tentando descobrir. Tá ganhando mais dinheiro do que ele ganhava na NASA. Aí, ó, tá vendo? >> Com certeza. Com certeza. >> Então, mas por que que pagam também, né? Porque deve ter algum fundamento, >> cara. Porque alguém paga, cara. Alguém Vai pagar, cara. Alguém vai. Os caras conseguem, entendeu? E porque não é assim, não é um absurdo de dinheiro, entendeu? Mas é um dinheiro que dá pro cara. é nada e para quem recebe é muito >> e dá pro cara sobreviver um tempo. Aí ele desaparece,
cara. Você vê que desaparece, tá tendo as reuniões de ufologia e tal. Cadê o Jair Musain? Ele não tá mais. Cadê ele? Pô, cara, você concorda comigo? Se aquele negócio que ele levou é alienígena mesmo, ele não Tinha que est rodando o mundo inteiro com esse negócio? Fala, galera, olha aqui, cara. Isso aqui é uma alienígena, cara. Entendeu? E traz aqui no fala Glauber, põe ele aqui em cima da mesa. Então, ó, Gláu, encosta aqui, ó, pr você ver, ó. Tá vendo? Não era para est fazendo isso. >> É, mas aí também não podem ter
ocultado. Ocultado, >> cara, eu acho que não ocultaram ele. Eu eu não sou da linha de ocultarem ele Não. Eu sou da linha do seguinte, ele faz aquilo lá, ganha uma grana e e para ele, se aquilo lá não for alienígena, para ele é melhor ele ficar low profile aqui, quietinho, pesquisando, usando aquela grana que ele conseguiu pesquisando do que ficar aparecendo toda hora, porque se não for verdade, uma hora vão catar ele, entendeu? Então eu acho assim, e tem outra coisa também, o cara tá certo, viu? Tem nada errado. Problema é que ele dá
a grana Para ele. Ele vai lá, mostra o negócio, ele faz o o a apresentação dele, a parada dele. Se a galera o Gluber falou: "Pô, cara, pô, achei interessante aqui, ó, tá aqui, ó. Tá uma grana aí, continua sua pesquisa. Ô, cara, opa, era o que eu queria. Os italianos lá do da pirâmide é a mesma coisa, cara. Cara, você descobre um negócio daquele na pirâmide, não era para est fazendo escavação hoje lá de todo lado. >> É, mas o governo egípcio não, o governo egípcio, eu sei que ele tem é rígido, mas não
era para você estar metendo uns uns uma sísmica. Eu falei, cara, faz uma sísmica, cara. >> De penetração no sol, >> GPR. Por que que eu não uso GPR? Não usa GPR lá. GPR não mexe em nada, acontece nada, cara. Eu não uso GPR. Mas aí, Sergião, eu eu vejo também um outro lado. É igual quando acontece alguma descoberta na parte arqueológica, Bíblica, como você citou que você tem um amigo, quando alguém descobre alguma coisa mais proeminente, cara, opa, aqui não pode testar, aqui não pode chegar, que é assim mesmo. Acontece o cara, o caraca
aquele círculo ali arqueológico dele, aquilo lá é dele e ninguém mexe. Isso aí não é só na arqueologia, não, em toda a área tem isso. >> Pô, petróleo que mais tem é isso, cara. O cara seca ali e fala: "Ah, aqui ninguém encosta, aqui é meu." Vai lá Para você ver, o cara te recebe com com bala, entendeu? >> E aí, como saber, né? >> É, tem isso. Isso aí é verdade mesmo. E aí o cara senta em cima daquilo e acabou. Ele não vai pesquisar mais nada, não vai fazer mais nada, não vai deixar
ninguém ir, né? Então tem isso mesmo, tem esse lado aí mesmo. >> Agora eu ia falar que eu falei que eu te acabei esquecendo Sobre relato que eu já escutei aqui mais de uma vez e principalmente do nosso querido Carcarar, né, que é a história da paralisia do sono. >> Sim. >> Hum. >> Que aí >> cubos incubos. >> É, >> é incubos, né? >> Não, o camarada acredita que é de fato uma experiência alienígena. E aí, o que que tu >> cara? Não, eu acho que é que é uma uma paralisia do sono. É
algo que tem que ser tratado, tal, não sei o quê. >> É fisiológico. >> É, eu acho que cai no mesmo caso do cara lá na roça vendo um negócio no céu. Tem coisa que acontece com o corpo humano que a gente não faz a menor ideia, cara. Imagina. Eu nunca tive. Você já teve? >> Não, nunca tive. >> Então, deve ser um negócio horrível, Cara. >> Mas tu já ouviu o relato do outro? Não só do carcaraca. Eu tenho um amigo que acredita piamente. Ele não sabe explicar, né? até porque ele tem cunho religioso,
então ele não explica como alienígena, ele explica como entidade, né, espírito, enfim. E o que se você for ler sobre isso, né, que isso remonta há muito tempo, a época da Grécia, Roma, que conta essas histórias, né, e isso vem de relatos muito antigos dentro da Humanidade. Ninguém sabe explicar até hoje, >> só sabe que acontece, né? O mesmo fenômeno acontecia que com as pessoas que eram enterradas, tinham aquele problema que é tipo o lá que eu pesquisei, né? Eu fui pro Haiti, foi muito engraçado isso, Sergião. Eu fui pro Haiti, mas eu fui com,
já li sobre tudo essas coisas, né? E eu fui com a intenção de descobrir sobre o zumbi haitiano. Eu queria saber como que isso Se dava, né? E fui numa numa numa casa de zumbi, né? Que eles chamam de casa de magia negra ou casa de voodu. E também vi uma pessoa sendo enterrada viva com binóculo da onde que eu tava de serviço, né? >> Caramba. E aí depois, conversando com o intérprete, ele me falou sobre o ritual, que eles maceram o peixe fugu. Aí eu fui pesquisar, o peixe fugu tem um tipo de veneno
que diminui todo o seu metabolismo, seu batimento card. O ponto De você praticamente tá dormindo num sono muito profundo, o cara enterra você lá e quando você sai, você sai com essa catalepsia de não se imagin você sai, cara. >> Não, tinha gente que foi enterrada há s dias e depois tirado vivo. Você tem uma ideia? E aí, >> eles fazem isso para quê? >> Aí eles fazem isso para tornar o cara escravo. E aí eles são vendidos, >> trabalha em lavoura, trabalha fazeres doméstico, o cara fica catatônico fazendo as coisas com o olho virado.
>> Ah, por isso que parece um zumbi mesmo. >> Exatamente. E aí eu descobri que não tem nada de de de espiritual e sim de um peixe que tem ali no Caribe, que é um tipo de bayaku chamado fug. Tem, acho que no Japão também, se eu não me engano, me tem um veneno. Aí eles pecam o peixe no sol, Marcele e faz o cara aspirar e beber. >> Hum. >> Aí imagina o tanto de toxina que tu não ingere. >> O cara fica, >> ele fica no estado catatônico. O metabolismo dias >> 7 dias,
5 dias. E eu vi esse ritual de longe da a magistratura, né, que era a parte onde tinha a o palácio presidencial do Haiti, você conseguia enxergar o cemitério e todos os esses rituais eram feitos no cemitério. E eu De serviço lá só olhando, em vez de tomar conta, eu olhando para ver se como é que fica. Aí eu fui perguntar pro pé intérprete, falei: "Cara, que que tá acontecendo?" O cara foi enterrado e falou: "Você não conhece não zumbi, casa de zumbi, vou te levar na casa de zumbi". Aí o cara falou que não
quis ver, né? falou que tinha um quarto lá cheio de pessoas lá em pé lá esperando ser colocada para trabalho, alugada. >> Caramba, cara. Tá vendo? Então é isso, é isso aí. Isso é [ __ ] Ô, a paralisia do sono deve ser um negócio terrível para quem tem, cara. >> Não é >> que eu acho que a pessoa na hora que ela ela acorda mesmo, né? Ela tem tudo. Não tem os tem o pessoal tem aquele Z EQM, né? Que é experiência quase morte também, né? >> Como que você explica aquilo, né? Cara, eu
nunca passei por isso. Não tem como, Né? Não tem como você explicar. Mas não tem as pessoas que falam, né, que passaram por experiência. >> Umas falam de luz, outras falam que contou, viu o corpo de cima. >> Vi o corpo de cima. Exatamente, cara. >> Não. E aí fica marcas, né? E fala que como se o ser tivesse >> apertando a pessoa, focando, >> deixado deixado uma marca ali, alguma coisa característica. O que que é isso, Né? Mas eu acho que muita coisa tem isso aí, ó, que o Júlio falou mesmo, cara, da da
pessoa, sei lá, ela ela pode ser que os caras que passam por isso, eles acreditam em alguma coisa. Esses caras são, né, meio que selecionados, porque não é qualquer um que vai cair numa num papo desse também, né? >> Então, e aí tem que ser um cara que é facilmente manipulado ou que já é manipulado de alguma maneira, né, para poder ser pego aí em algum lugar e Passar por isso, cara. Imagina você ser enterrado cinco dias, cara. Ó que doideira. Ah, pessoa que pensar eu já fico. >> Não, mas isso é um ritual deles
lá, né? Mas a questão da paralisa do sono, você entende que é o >> cara? Eu acho que é uma, eu acho que é uma questão humana, mas como o Júlio mesmo falou, né? Um negócio que é estudado aí também, a medicina também não entende de tudo, né? Mas >> mas eu acho que quando a pessoa acorda, é só passando por isso. Tomara que eu nunca passe, cara. Mas eu acho que quando a pessoa acorda, ela deve acordar tão atordoada, tão atormentada, né? Que aí ela >> que deve demorar voltar ao normal. >> Pô, >>
ó. O camarada aqui no chat, ó, o Paulo, ele falou: "Já tive três paralisias do sono, parece uma entidade em cima de você". >> Aí, ó, aí que tá. Mas aí tá legal porque o cara falou o seguinte: "Parece que tem alguma coisa em cima de uma dá em cima de você". >> É a maneira como afirmou, é como percebe. Pode ser que aconteça com você e você percebe outra coisa, com o Júlio, comigo, outra. Então, e aí vai, né? Então essa que é que é o negócio faz sentir sobre isso falando, pegando um gancho
no que Sergão tá falando de das reações de cada um, da paredolia e de Tudo mais. Eh, nós, eu cheguei à conclusão que nós, eu não sou Júlio, você não é Serjão, ele não é Glauber. Por quê? Porque você passa a sergão, do movimento que você nasce, você tem as primeiras pessoas que vão estar no seu apoio, que é seu pai e sua mãe. Então, tudo que você absorve do ambiente dos seus sensores e do seu pai, da sua mãe. Depois isso aumenta porque você vai pra escola, então você conhece os amiguinhos e a professora.
Então são mais informa Como se você fosse uma esponja. Então agora nós estamos na idade adulta, várias pessoas passaram por nós, passamos por vários eh sentidos em vários locais e tudo isso foi acumulado e não é igual de uma pessoa para outra. >> Então por que que eu tô falando que você não é Sergão? Eu não sou Jul não é Glauber porque a soma de tudo isão. É a soma de tudo que você passou na vida. >> E aí isso influencia diretamente na sua Percepção de tudo na vida, né? >> De tudo. >> Cara, tem
muitos relatos aqui no chat das pessoas. Tô vendo aqui, tá vendo só? É muita gente, cara. >> Então, eu nunca, eu nunca. >> Absurdo. E, e esse vídeo que foi o relato do Carcará, pô, por que que nós não colocamos carcará, [ __ ] remotamente, né? Pelo menos uma pergunta com com sacane. >> Eh, manda mensagem para ele aí, vê se Ele tiver eh pronto, a gente coloca ele rapidão. Jogo rápido. Sabe fazer rápido assim? Ao vivo ou tem que treinar antes? >> Lá a cara dele. Tá vendo? Ei, aí o o as pessoas quando
esse vídeo do Carcará, que é um camarada nosso aqui convidado e hoje trabalha no canal, acho que o vídeo tem, sei lá, uns milhões de visualizações. Cara, é tanto relato, cara, que eu fiquei assim, é muito comum. E como que, né, >> a medicina não não explica uma coisa Dessa, cara? >> Tem muito, são muitos casos, >> então dá a entender >> no aí dependendo da crença, né? vai voltar na que tu acabou de falar, né? >> Uma entidade espiritual. >> Eu ainda eu ainda eu ainda sou do time que juntando todo conhecimento científico com
todo conhecimento religioso e caminhando junto, eu acho que é aí que a gente vai encontrar uma solução. Acho que se completam. Acho que Há uma interpreta, há uma interpretação do religioso pela ciência e há uma interpretação da ciência pelo religioso. Para mim é basicamente isso. >> Pode ser. >> Bom, mas é o seguinte, deixa eu falar quem tá em casa aí, ó. Você tá vendo aqui o QR code do Estratégia Concurso. E o Estratégia Concurso você já sabe, mas eu vou reforçar, é o curso que mais aprova no Brasil. Se você acessar esse esse QRcode,
você vai ter o material, Né, eh, com três passos para que você seja aprovado no concurso. É o PSU do Estratégia, né? Os principais aprovados, né, os primeiros colocados, todos os alunos do Estratégia. Se você acessar o site estratégia concurso, você vai ver que lá tem todas as informações para vários tipos de concurso. Então, é um site especializadíssimo e o curso mais capacitado para te aprovar. Quer ver como é bom? me aprovou várias vezes, cara. E olha, meu irmão, que eu tenho a Quinta série fraca. Estudei lá em São Gonçalo, nas escolinhas assim, bem mais
ou menos. Aí comecei do zero no negativo, caí para dentro do material de estratégia, acreditei no material, repeti isso, vivi o meu processo, né, durante 1 ano, 2 anos, 3 anos e fui aprovando em vários concursos. Cara, mudou minha vida. Pode mudar tua vida também, cara. Às vezes você tá aí num emprego, aí é demitido, aí vai pro outro Emprego, aí é demitido e fica nessa vida, né, de insegurança. Concurso público é uma ótima opção para você. Tem salários aí chegando até quase R$ 30.000, cara. Carreira policial, diversas carreiras, PF, Polícia Penal, PRF, Polícia Civil,
PM, Polícia e agora municipal, né, as guardas municipais. Então, diversas carreiras, Ministério Público, Tribunal, cara, vai que você vai se dar bem. Acessa aqui, ó. Eu tô até combinando aqui, tô roxinho, né? Eu Tô com azul aqui, que é quase o roxo, né? De estratégia concurso. Mas essa minha camisa aqui é Inside, né, mano? Val, temos Inside, >> temos Inside. >> Temos Inside. Olha só, eu tô treinando, mano. Val, tô ficando até com um peitoral maneiro aqui, não acha? Não, que que tu acha? A insider caiu bem, né? Eu joguei aqui um casaco, né? Que
valorizou a minha insida aqui, né? dando um contraste, né? Eu sabia que o sacan Tava na paleta bonita do canal, né? Aí eu vim aqui, né, também para tentar equilibrar isso e ficar bonitão. Na Insider o nosso cupom é Fala Globy. Se você desbloquear esse esse por esse R code aqui ou link na descrição, você vai ter 15% off lá na Inside, beleza? Usa o cupom fala globe, que também na Gluf é o cupom fala glob para tu ficar com um bração assim, ó, fortão. O o sacane, como é que ficou o projeto lá na
Gluf? Deu, tu foi bem até, Não foi? Caramba. >> Eu fiz o projeto com com Cariane, Julião, lá com a galera lá. Fiz 4 meses de projeto, perdi 50 kg nesses 4 meses. Mantenho, não tô fazendo exercício, mas mantenho a dieta. Coloca. >> Achou quanto, Sergão? Perdeu 50. Achou nada. Não, >> assim tem, eu fico variando ali meu meu meu peso, eu eu comecei o projeto com 186, >> [ __ ] >> 186 kg, entendeu? Gan >> e eu tô e eu tô variando ali no eu beiro ali o às vezes eu eu chego uns
um pouco uns 140 e baixo um pouco, entendeu? Então eu fico eu fico navegando nessa linha aí, ó. Então, >> mas >> a sensação de tu >> não, o que é isso, cara? Eu tinha, eu tinha um problema seríssimo no joelho. Não conseguia andar, cara. Eu não conseguia andar. E hoje eu ando Normalmente sem, sem ter nada. Eu não andava, simplesmente eu não andava, entendeu? >> Eu para eu andar, eu andava com o pé, meu minha meu pé direito, eu andava com ele de lado assim, ó, >> para compensar, né? >> Para compensar. Exatamente. Hoje
é o ano normal, entendeu? >> Não, a gente brinca falando de estética, né? Estética é nada. Principal é a saúde, né? A tética é legal, mas agora é Saúde, tu imagina a qualidade de vida. Exatamente. Né? É que tem que mudar primeiro é a cabeça, cara. Entendeu? >> Eu falava pro pessoal lá, eu me considerava [ __ ] por exemplo, doce assim, praticamente eu aboli da minha vida. >> Que bom, cara. Que bom. >> Refrigerante com açúcar eu tomava, cara. Nossa, eu era doente. >> Litros. >> Litros, cara. Não. E eu tinha um Problema psicológico
que se não tivesse em casa, eu nem dormia, cara. Eu tinha que sair de madrugada para comprar para ter ele na geladeira. Eu nem tomava >> caso desse vontade, >> mas eu tinha que saber que ele tava lá, aí eu dormia, entendeu? Ó que doideira. É [ __ ] cara. Eu era [ __ ] dessas cocudo mesmo, >> pô. E e tu vê, né, cara, quatro meses de treino ali mudou tua vida, mudou teu muda, só pro pessoal entender, né? Eu Nem treinava todo dia não, viu? O meu era três vezes por semana, >> era
três vezes por semana. Mas é que o negócio é uma é uma junção de coisas, né? É o treino mais a dieta, né? E nem e só pro pessoal entender, nem é uma dieta que você sofre, não, entendeu? Porque tipo assim, eu não deixei de comer só doce. Doce realmente eu parei, mas não é que eu parei, eu substituí. Então, por exemplo, eu não comia fruta, comi, fazia o ezinho com moranguinho e tal, que é Uma delícia, entendeu? E aí aquilo ali era saudável, não engordava e matava aquela saciedade, né, que a gente tem de
comer o doce e tal, não sei o quê. Então, fui não, barrinha, entendeu? Então essas coisas fruta, porque é engraçado, né, que a gente pode falar assim, eu posso falar, cara, porque eu não comia fruta, viu, galera? E você, por exemplo, tá com vontade comer um pedaço de chocolate, se você vai lá e come dois moranguinhos, cara, passou Aquela passa aquela vontade. >> Não, e doi, pô, que que eu faço? Eu jogo o iogurte natural, >> jogo o fica docinho, bota uma fruta ali, se botar e um cereal, alguma coisa ali, né? Que delícia. E
passa batida. Eu gosto muito de fruta. Gora, para quem não gosta, o paladar doce o cara vai ter. P >> Mas para quem não gosta, cara, eu não gostava, galera. É só você começar porque dá vontade. Aí você tem uma Barrona de chocolate aqui e dois morangos. Come os dois morangos vai ser, entendeu? >> Pô, uma manguinha. >> É um desmame, né? Um desmame. >> É. É, mas é que tem que mudar a cabeça, entendeu? Então, vai. Eu eu aconselho todo mundo, cara, a pegar a seguir uma uma vida assim. É difícil. É difícil, cara.
É difícil. Não vou falar que é fácil não, mas você pega ali, eu o que que eu fazia? Eu treinava três vezes por Semana, que nem é muito assim, entendeu? Eu não virei o rato do treino, o rato da academia, eu não ia todo dia não. Eu só ia três vezes por semana. >> Mudou o hábito alimentar? >> Mas eu mudei o hábito alimentar, entendeu? Aí quando você junta as duas coisas, aí vem o resultado. >> O que que tava faltando ali? Alguém, alguém que te apoiasse um projeto para você aceitar esse desafio. Em quatro
meses mudou, >> mudou minha vida. tinha que entrar primeiro, tinha que ir numa academia, né? Eu não ia academia, as academia que eu fui, os caras zoavam comigo, né, obviamente, né, por causa do meu tamanho. >> Então, o que que acontece lá? Não é uma academia, lá é um CT, um negócio fechado, né? >> E aí você fica e fui abraçado pela galera da maromba aí, um salve para todo mundo aí. Vai ter o Olímpia agora daqui Alguns dias e o Ramon vai trazer o Olímpia esse ano para nós. >> É isso aí. Então, ó,
tá vendo aí, ó, o relato do Sergão? Pode ser você também, cara. Então não tem essa de querer ficar bonitão, fortão. O importante é ter saúde, né? Você menino, menina, todo mundo aí, pô. Eh, rapaziada, principalmente da terceira idade ali, é saúde, sobretudo é qualidade de vida, né? Porque, pô, eu que tô velhinho, mas não tô tanto, [ __ ] sinto mais dores às Vezes. Olha que eu sou ativo, né, cara? Hora que eu treino. Imagina aí com 50, 60 anos, cara, o camarada que tá sedentário, né? Então a gente tem que chegar lá de
uma forma, né, que a gente vai ter >> qualidade. Bom, senhores, eh, mano, Walter, tem alguns super chat, a gente vai precisar dar um filtro aí, né? Eh, >> só mandar um abraço aqui pro grande Eduardo aqui, ó, que acabou de mandar. 99. Eduardo é meu seguidor lá, ele Trabalha na SpaceX lá em Haltor, na Califórnia. Então, salve Eduardo, estamos junto aí, cara. Um abração aí. >> Eduardo que trabalha muito bom. É, ele ele é um seguidor lá meu das antigas e ele trabalha na SpaceX e graças a ele eu visitei a SpaceX lá na
Califórnia, entrei lá dentro e tudo, sabe? E ele tava lá com a gente. Eduardo, estamos junto aí, cara. Abraço. >> Não, e na internet aparece um monte de gente, né? E aqui, então você foi lá Mesmo, né? >> Fui, eu fui lá. >> Foi convidado por ele? >> Fui não, ele tava junto. Eu fui pelo com um outro pessoal e ele tava junto, mas ele visitou, ele entrou lá com a gente, passeou tudo com a gente. Então foi demais, cara. >> Que legal. Muito bom. Mano, volta então, cara. Dá uma filtrada aí e manda uma
pergunta pra gente aí, por favor. >> Bom, eh, agradecer a rapaziada que Mandou aqui, Firmino Paulista se tornou membro do canal, João Rodriguez também. O engenheiro agrônomo falou: "Sarjão, por que você não debate com o canal meteorito, né? Eh, eles tem várias análises científicas contrárias ao que você muitas vezes fala. >> É o Galeria do Meteorito que ele tá querendo dizer. >> É, eu fal >> o Galeria do Meteorito, cara. O Richard, ele é meu amigo, cara. Eu já levei lá no Meu podcast, cara. Como assim eu não debato com ele? Claro que eu debato.
>> Aí recai no que você falou anteriormente. O negócio tá tão polarizado. Você já chamou o cara no seu canal de seu amigo e lá entrem lá no sem fim e procure Richard Galeria do Meteorito. Podem lá procurar que ele tá lá, entendeu? Então não sei o quê. É que o Richard eu já eu falo, eu falo, mas ele sabe que eu falo zoando com ele. É Que eu tenho três e atlas aí, né? >> Isso. Fala sobre isso. >> Tenho três e Atlas. E ele fal, ele falou várias vezes, é uma nave. Eu falo
pra galera, se for uma nave, cara, eu diz, eu acabo com o meu canal na mesma hora, entendeu? Porque eu tenho certeza que vamos falar 13 Atlas para 13 Atlas, ele é um objeto que foi descoberto no dia primeiro de julho, ó, faz pouquinho tempo, né? eh pel um sistema de telescópio chamado Atlas lá no Chile. E Quando você quando eles descobriram um objeto e calcularam a velocidade dele, a velocidade deu 60 km/s, segs, que é altíssima, é mais de 200.000 km/h. E com essa velocidade você traça a órbita dele. Nós chegamos ao à conclusão
de que a órbita dele é uma órbita hiperbólica. Isso quer dizer que ele vem de fora do sistema solar. Por isso que ele tem esse nome, 3i, que é o terceiro objeto interestelar e Atlas, que é o nome do sistema que descobriu ele. >> É porque teve o Omuama, né? >> O omuamua é o 1 I/omuam que foi o primeiro lá em 2017, tem o 2i/Borizov que foi em 2019 e agora o 3 Atlas, que a gente chama, ele chama desse jeito. >> Atlas. E a grande questão dele é o seguinte, eu conversei com o
cara, eu comecei com a Vila Webeb. O Aviloeb é um grande pesquisador desses objetos. Ele é ele é diretor do Departamento de Astronomia da Universidade de Harvard. E aí tem uma coisa muito importante para Falar, cara. A imprensa em geral colocou neste cara a a marca de que ele sempre falou que era uma nave alienígena, só que ele nunca falou isso. Ele nunca falou. Ele simplesmente faz o que a gente tá fazendo aqui. Ele fala, ele dá como sugestão, como ideia, indaga. Ele fala assim: "E se for uma nave alienígena, será que a gente não
poderia aprender e tal? Mas e se for um?" Tanto que o Aviloeb ele tem uma escala que ele criou que vai de 0 a 10. O três e Atlas é número quatro ali. Ele é um objeto natural com coisas diferentes. E aí o pessoal começou: "Ah, mas porque ele tem uma cauda pra frente? Cometa tem calda pra frente também, chama anticaludda que a gente fala: "Ah, porque a composição dele é diferente, não sei o quê". Ainda bem que é diferente, porque ele veio de outro sistema com outras características, uma provavelmente uma Estrela diferente da do
sol e tudo mais. Então assim, amanhã, amanhã não, depois de amanhã, sexta-feira, >> é agora, né, que vai ter >> ele passa, ele passa perto de Marte e aí várias hoje, né, se você entrar no site da NASA, da ESA, tá tudo lá, os robôs, as naves estão todas já viradas para ver ele passar. Ele vai passar a 27 milhões de quilômetros, é bem perto isso em termos astronômicos, tá? E ele vai ser Fotografado de todo jeito. E no dia 29 de outubro ele passa perto do sol. E é aí que o seu amigo deve
est esperando, porque quando ele passar perto do sol, só que o perto vai ser longe para caramba ainda, porque vai ser um pouquinho depois da órbita de Marte. Só a gente espera, né, que se, vamos supor que ele é uma nave, ele é uma nave que tá vindo camuflada, tá cheio de gás e poeira em volta dele, >> quando passar perto do sol, >> na hora que passar perto do sol, esse gás, essa poeira vai ser limpada e vai aparecer uma nave. Eu digo uma coisa, o maior foguete que a gente construiu até hoje é
o Starship. Ele tem 120, Presta atenção que é maior que o Saturno. >> É maior. É maior, >> car. >> Ele tem 122 m de altura. 122 m de altura. O 13 Atlas, a a melhor a estimativa dele ser menor é 3 km. Se ele for uma nave alienígena, imagina uma nave com três aí, cara, você faz o seguinte, você que tá me ouvindo aí, se descobrir que é uma nave alienígena, você exploda o seu cartão de crédito, cara, de gastar, porque esses caras vão vir para cá, cara, mas não vai sobrar pedra sobre pedra.
>> Marte, Marte ataca, Marte, ataca, cara. >> 3 kmia bastante >> três, cara. 3 kg, imagina o tamanho de 3 km, cara. Entendeu? E é um tamanho Estimado, pode ser um pouco maior, >> pode ser maior, entre três e cinco, imagina se fosse cinco. Então >> is é, isso é o tamanho da nave que viria na nossa direção. Então cara, você pega o seu cartão de crédito, se for uma nave mesmo e, cara, sai gastando como se não houvesse amanhã, porque não vai haver mesmo. Então, >> não. E aí primeiro eles declaram, né, em todas
as redes de telecomunicações que é uma nave, você explode o seu cartão no Dia seguinte, fala: "Pô, não é não". Aí, aí você processa quem >> Mas assim, ah, o que que é o três eatas, cara? Eu para ele é um cometa, ele tem um comportamento de cometa, a composição dele é muito parecida. Ah, é um pouco diferente, cara. É, é diferente, entendeu? Não é igual aos cometas aqui do sistema solar, porque o cometa ele é o resultado final da formação de um sistema planetário. Se o sistema planetário que o três e se Formou é
uma estrela diferente da do sol, a composição dele tem que ser diferente, não pode ser igual, >> entendeu? E o lance é a gente aprender com ele. Isso é que é o legal, porque ele foi descoberto dia 1eiro de julho, dia 3 agora de outubro ele passa perto de Marte, dia 30 de outubro perto do Sol e em março do ano que vem ele passa perto de Júpiter. Por que que é legal? Porque lá em Júpiter tem uma sonda chamada Juno. Então nós vamos ter a Chance, isso é que que é sensacional, nós vamos ter
a chance de estudar o três e Atlas por um período muito longo, que o Omuamu a gente não teve, nem o Borizov, eles logo eles sumiram. >> Então vai ter muita coisa legal aí. Fiquem ligados, cara. >> Muito bom. >> Glaub, desculpa, irmão, só fazer um só ler um super chat aqui. Eu encerrei o super chat pra rapaziada aí. Eh, sobre essa a 13 Atlas, o camarada falou que Sergião, o 13 Atlas de fato entrou no sistema solar no mesmo plano dos planetas. Isso seria normal que explica essa essa afirmativa. Então, >> se for real,
>> cara.Então o pessoal fala o seguinte: "Ah, não, porque ele entrou, ele tem acho que 5 graus de diferença." Uma outra coisa interessante, né? é que ele vai passar perto de dois planetas, Marte e Júpiter. Outra coisa que o pessoal fala, ele vai passar perto de Marte Agora, mas nós aqui da Terra não vamos conseguir ver porque Marte tá do outro lado do Sol, tá bem pertinho do Sol. E aí o pessoal fala que isso tudo foi planejado para que a gente não visse. Não é não, cara. Tem um monte de sonda lá. Se ele
soubesse, se a civilização soubesse que tem um monte de sonda ao redor de Marte, não fazia passapete Marte para ser fazia passapé de outro planeta. Então, mas é cometa para ficar tranquilo. >> Hum. >> Boa, boa. >> Bom, então Maga, né? Outro super chat que tem aqui é do Illuminati. O camarada sempre tá aqui com a gente. Ele gosta muito sobre até pelo nome, né? Gosta sobre essa temática, né? E ele fala sobre, poxa, eh, Serjão, você já viu as imagens Puma Punco? O que que você acha para aquela época seria possível? Ou foi intervenção
Alien? E depois ele fala aqui sobre a esfera de Buga. >> Esfera de Buga. Esfera de Buga. Cara, Pumaco qual que é a imagem mesmo? Eu acho que senhor já vi >> Puma Punco é aquela que parece um Lego, uma cidade lá na na Bolívia que tá parece um Lego, que era de encaixe de pedras gigantescas. >> É, cara. Ah, então mas aí que tá essa esses lances de encaixe de pedra. Por isso que eu acho que a humanidade é sensacional, cara. Os caras descobriram esse negócio aí, né? Esfera de Buga, Para quem não sabe,
é uma esfera aí que foi encontrada na Colômbia, por isso que ela tem esse nome de Buga. E o que eu acho que é, o que eu acho que é uma fraude gigantesca, tá? Que lá foi foi colocado ali. Eh, mas eu sei que o pessoal tá estudando, fizeram, cara, usar o carbono 14 numa esfera é um negócio que não faz muito sentido, tá? Porque o carbono 14 ele é adaptação pro carbono 14. >> É material orgânico. >> É material orgânico. Usaram ela numa esfera e aí deu uma data lá, uma idade de 12.700, uma
coisa assim, né? >> 12 anos. Cara, tudo bem, mas não faz muito sentido você usar o carbono 14 nessa numa negócio que é uma esfera. Ela tem umas inscrições ali que a galera já falou que até de jogo, né? Não sei de que jogo que era, mas que tem uma galera que falou. Eu acho que a esfera de buga é uma grande uma fraude aí dentro dessa parada toda, tá? Vai até descobrir o que Que é. Boa, Sergião. Você não falou do da sua experiência, né, do do cara que você conheceu e ficou espantado. Sim,
é verdade. É verdade. A gente falando de abeduzido, né, >> quando eu pesquisava e falava e trabalhava com ufologia, eu morava ali em Uberlândia. >> Uberlândia, Beraba, >> Uberlândia, Beraba, Belzonte e a Bosta de Araguari. Pessoal fala: "São quatro Cidades com B em Minas." E esse senhor me chamou, ele falou: "Cara, pode vir aqui, eu quero te dar uma entrevista aqui, porque eu já tive contato com com a alienígena". E vamos lá. Era um senhor já, ele era semianalfabeto, ele não sabe mal, mal sabia escrever o nome dele, não sabia desenhar, não sabia nada, cara,
nada. e comecei a conversar com ele. Então ele foi contando, ele ele dirigia caminhão para uma para uma empresa lá de Uberlândia, ele dirigia por Minas e um dia ele tava numa estrada, veio uma luz, baixou na frente dele, desligou o caminhão dele e falaram telepaticamente com ele. Falaram assim: "Hoje nós não vamos fazer nada com você, mas no dia tal, na hora tal, no ano tal, na hora que você estiver passando em tal lugar, nós vamos aparecer". Ele continuou a vida dele normal, ele esqueceu desse negócio, entendeu? Esqueceu assim, ele falou que tinha uma
Experiência e tal, mas ele esqueceu dos detalhes >> e do dia também que >> e tudo. Aí ele tava lá no dia tal, no ano tal, na hora tal andando, puf, apareceu a nave na frente dele. Segundo o relato dele para mim, ele foi colocado dentro da nave, foi feita experiência com ele, foi instalada coisa nele, tal e não sei o quê. Aí eu, aí ele falou assim: "Ah, pera aí que eu vou desenhar a nave para você". Pegou um pedaço de papel? Cara, ele fez um desenho que sem brincadeira, cara. Era um negócio, o
cara era semianalfabeto, ele fez um desenho cheio de detalhe. Aí ele desenhou o ser, era um ser humanoide e tal, desenhou o cinto com o símbolo e tudo. Aí ele rasgava o desenho, ele desenhava, depois ele rasgava. Eu não podia ficar nem ver, nem fotografar, nem nada. E aí depois eu ele eu mostrei para ele Antes de rasgar, falei: "Ah, esse desenho aqui". Ele falou: "Não, que desenho que é esse? Eu não sei desenhar não, cara. Desse jeito, cara". E aí foi contando, ele foi falando, ele teve, ele teve relação sexual com a alienígena, entendeu?
Ele teve, foi operado, ele teve, cara, ele foi contando, ele foram vários encontros, porque depois os alienistas venham marcando com ele vários encontros e era a mesma parada, ele meio que esquecia e no dia tal, na Hora tal, pá, ele tava naquele mesmo lugar que o pessoal que o pessoal falou que ia encontrar com ele. >> Uhum. >> E aí foi indo, cara, foi indo, foi indo e o tempo passando e o tempo passando. 11:30, 11:30 da noite e tal. De repente esse cara chega para mim e fala assim: "Agora acabou, cara, agora não vou
falar mais nada não". Eu falei: "Ué, mas aconteceu não, não." E olha o que que o cara falou para mim, cara. Eu fico Arrepiado até hoje esse negócio, hein. É, >> o cara falou assim, ó, o que que o cara falou? >> Ó o que que o cara falou: >> "Eles aqui, eles estão me controlando e eles falaram que agora é para eu parar e não falar mais nada para você". E aí foi isso, cara. Pô, interessante o relato e corrobora com vários outros casos de habitução que dizem que quando uma pessoa, né, tem Esse
contato quando criança, o contato é estabelecido até na vida adulta. Exatamente. >> Não, mas o dele nem era de criança, não. >> Não, ele foi já adulto, >> sempre adulto dele, mas é consequente. Continuava, continuou por anos, anos e anos e ele falava que ele era controlado e tal. Vamos lá. Eu falei aqui antes que eu não acredito em relato, né? Uhum. E agora tu cont >> então, mas aí >> aí a galera vai me chegar o contraditório. >> Até hoje quando eu conto eu me arrepio. Imagina que você sentiu a >> arrepio, cara. Eu
arrepio porque o negócio é o seguinte, vamos lá. Ele era pobre para caramba, semianalfabeto, cara. Ele nunca ganhou um centavo. Porque assim, se você tem uma história muito mirabolante, cara, eu ligo pra Globo na hora. Globo, vem cá, vamos Fazer um negócio aqui, pô. Você já fez aquela porcaria daquela novela viagem lá? Vamos fazer um negócio aqui agora [ __ ] com vocês, entendeu? E conta que vai ganhar dinheiro, cara. Ele nunca ganhou um centavo com isso, >> entendeu? Ele vivia na miséria, semianalfabeto. Ele era balado com esse negócio, entendeu? Por que diabos? O que
que eu penso? Ele ia me chamar, eu era, eu tinha 17, 18 anos na época. Por que que ele ia contar Uma história dessa para mim? Entendeu? Porque vamos supor que ele tá inventando o que que ele ia ganhar inventando uma paraferná de uma história dessa para mim, cara, que era nada mais que um adolescente, um Zé Ruela lá no interior de Minas, entendeu? Que ele ia ganhar com isso, sabe? Então essas coisas fica intrigado, cara. Eu fico intrigado para caramba porque eu penso, cara, mas aí será que ele foi algum algum abuso que ele
sofreu? Mas cara, mas ele já era Velho, entendeu? Eu digo assim, não faz lá muito sentido dele ter sido abusado por alguém, porque não tinha não tinha uma pessoa próxima, alguém que fosse traumatizar ele, porque esses traumas normalmente vem de criança e tudo, né? >> Então, cara, eu não sei explicar. Ele depois, logo depois, ele morreu, entendeu? Ele já era senhor quando ele falou comigo, logo depois ele morreu. E, cara, acabou ali, ele já não tinha parente, nada, entendeu? Então, e aí, Que que é? Não faço ideia. Então, podemos dizer que foi uma história que
balançou o sétimo Serjão dos Foguetes. >> Essa essa história aí, cara, eu não tenho não ten explicação, cara. Não tem explicação. >> Que que você contou pra gente? >> Eu eu tendo eu a minha tendência, assim, vamos lá, eu falo que relato tal, mas a minha tendência sempre é acreditar nas pessoas, entendeu? Porque assim, não tem por vou, vamos supor que você viu uma Luz ali fora, não tem porque você chegar aqui mentir para mim para vi uma luz, cara. Entendeu? Agora o lance é o que você viu tem várias explicações. Sim. >> Pode ser
até alienígena, pode. Mas antes de ser alienígena, tem várias coisas antes. Mas lembra o que que eu falei no começo? O que que é o mais legal? Alianígena >> que explica tudo. >> Explica tudo. Mas pode ser um raio, pode ser um raio bola, pode ser um drone, Pode ser uma estrela que você, pode ser um planeta que tá muito brilhante, cara. Pode ser um monte de coisa. Até que depois você elimina tudo, fala: "Bem, nada disso aqui pode ser satélite, pode ser tal, nada disso aqui". É, então só pode ser essa coisa, né? Só
pode ser uma vida, só pode ser um negócio inteligente. Agora eu, a minha tendência é sempre acreditar nas pessoas, porque não tem porque elas mentirem. O que ela pode não Conhecer é a explicação para aquilo que ela viu. É igual desse senhor, cara. Por que que ele ia mentir para mim, cara? Para quê? Intrigante, >> não? E tu falou assim, deu deu uma determinada hora, ele falou: "Eu não posso mais falar porque eles estão aqui >> mandando eu não falar". >> Aí tu diz que logo depois ele morreu, que que eu já penso? >> Levaram
coroa. Foi de >> eles viram que ele contou para alguém e Aí, ó, mandou, acabou, né? >> E o mais interessante disso tudo, pô, você contou pro cara, então a gente tem que pegar o cara também, que no caso é o Serjão, agora próximo da lista. E o problema é que tu contou para mim agora. Agora vamos, vamos às interpretações que dão para essa história. >> Hã, >> vamos lá. Preparados aí? >> Total. Pega a pipoca. >> Tem uns que falam o seguinte: "Serjão, Ele contou para você e os alienígenas deixaram porque os alienígenas sabiam,
cara, que um dia você ia criar um canal, que você ia ter, que você ia ter um reconhecimento, que você ia contar essa história em todo lugar. Então eles já contaram pro pro cara, o cara te chamou, porque eles que te chamaram, na verdade, porque eles sabem que você não acredita. Então, em vez deles aparecerem para você, eles usaram uma pessoa para contar essa história, porque eles sabiam que Você ia espalhar essa história depois de tantos anos e tal, porque ele não falava que encontrar de anos em anos e tal, tal, tal, ele já sabia
o que que ia ser. Tem a galera que explica desse jeito. >> Tá bom. >> Doideira, né? >> Doideira. Boa explicação. Gosto, eu gosto. >> Boa explicação. Tem a galera que fala assim: "Cara, eles nunca vão aparecer para você". >> Porque a explicação é o contrário. Eles sabem que você não acredita. Aí um cara chegou para mim e falou assim: "Eles sabem que você fala mal de ET". ETs aí, ó, de todo universo. Eu nunca falei mal de nenhum ET, não. Nunca falei mal, não. >> Não acredito, mas tô até falando com eles aqui, mandando
recado. >> Tô até, tô até mandando recado. Aí eles falam assim: "Eles nunca vão aparecer para você, porque como você não Acredita, você não seria um bom propagador da mensagem deles, entendeu? E eles só aparecem para pessoas que eles escolhem e que eles sabem que aquelas pessoas vão propagar de maneira legal a mensagem deles. Então tem aí todas as interpretações aí, ó, para quem quiser. >> A primeira é mais plausível, >> a primeira, né? >> Que que inclusive aquela linda Mountainhauer que faz vários programas, que é uma jornalista americana, uma Magrelinha, tá? todos os programas
de alienígena, essa mulher fala muito do do que você acabou de falar, mas ela explica de uma maneira diferente, que essas pessoas que tem o contato, elas são separadas por tipo sanguíneos. Só um certo tipagem tanguínea é que tem o contato. Então é uma explicação de uma grande pesquisadora da área, chama Linda Mountainhauer, que é que apresenta até alienígenas no passado, salvo engano. >> É isso, >> pô. Mas que azar do cara, hein, >> né? Nasceu com o sangue errado. >> [ __ ] o bicho velho, né? Transa com o cara, abusa do cara, perturba
o cara. >> [ __ ] >> pô. Por falar nisso, ela também é proeminente na na em outras questões, que foi a que deu mais ênfase ao fenômeno dos animais que aparecem sem sangue, sem pedaços de, enfim, >> o chupacabra, né? É que o é o famoso chupacabra que começou num certo local Do planeta e se espalhou. Brasil, Estados Unidos, Polônia, Europa, tem todo lugar mesmo. >> Em todo lugar do mundo, >> tem todo lugar, que também é um negócio que teria que lá, eu só vi relato também dessas coisas e algumas fotos, né? >>
É, >> aí tem essas coisas tem que pegar para estudar mesmo, para ver o que que é. Eu tenho uma frase que eu falo o seguinte, que para mim nenhum raça inteligente Iria viajar a galáxia para empilhar a pedra, que a galera fala que a pirâmide foi usar alien >> amassar mato, que é o círculo crop circl >> crop circle ou furar vaca, cara, >> entendeu? Eles iam ter coisa mais interessante para fazer depois imagina você viajou a galáxia inteira, cara. Hã, você saiu lá, não sei da onde, chegou na terra, que que a primeira
coisa que você vai fazer, cara? Eu vou amassar um mato ali naquele lugar em Prudentópolis. Galera de Prudentópolis, no Paraná, aí que vai saber do que eu tô falando. Prudentópolis é a cidade do Brasil que mais tem crop circle. >> Uhum. >> Você conhece Prudentópolis? >> Não. >> Os alienígenas conhec mais o Brasil que você. Tá vendo só? >> É. É. >> Eu tenho explicação para cada uma. >> Hã? Vamos lá. A primeira, empilhar Pedras são marcos trigonométricos feitos no planeta por eles. Ó, >> segundo >> hã >> mensagem é a maneira que ele tem
de se comunicar, né? Como a gente mandou o disco dourado lá de Carl Seagan, eles se comunicam dessa maneira. E a terceira, material genético, que é o que eles mais querem, que é diferente de tudo que eles >> aí, ó. >> Três maneiras. >> E e o porquê da vaca >> é material genético. Ele tira, né? nugaro. >> É uma bela, bela explicação, bela conclusão do negócio. Mas cara, mas compensa, cara, melhor matar todo mundo e leva. >> Aí vem outra também. Eles são benévolos ou eles são malévolos? Essa que para mim é é a
que mais me intriga, né? >> Você acha aqui? 50 raças que o russo fala que tem. Acho Que tem bonzinho e mazinho. Deve ter os dois tipos para ter espaço para todo mundo. >> E a gota do bem e do mal continua, né? >> Exatamente. O dualismo. E aí a gente faz uma uma um gancho do que Sergão tava falando, que a gente nós conversamos aqui lá no começo, que é esse caminhar entre a interpretação do divino da religião e a interpretação da ciência. Eu acho que um completa o outro. >> Completa, com certeza. Agora
tem uma Coisa, cara. Tudo isso que a gente tá falando de alienígena, tem um negócio que é terrível. Vamos lá. Infelizmente a gente só conhece a nossa vida. E aí o ser humano, cara, ele tem um negócio chamado antropomorfismo. O que que é o antropomorfismo? Você vê que várias coisas que a gente fala aqui, a gente coloca um sentimento ou uma coisa do ser humano numa raça Alienígena, cara. Então você acha que uma raça alienígena, que é uma raça mais evoluída que a gente, porque se eles estão viajando por aí, eles tm mais tecnologia, você
acha que eles vão ligar para sentimento humano? Entendeu? Que que vocês acham que ligaria, que um alienígeno ligaria para sentimento? >> É, >> é que a gente tenta colocar, né? >> Eu já, eu já vi uma linha de peso, cara. Pô, medo, cara, medo é um negócio tão Ser humano, cara. É, >> a gente pega um sentimento humano >> e coloca >> e coloca num alienígena, que a gente nem sabe se existe isso. Isso aí, pessoal, chama-se antropomorfismo, que é tentar espelhar o que é o ser humano numa numa outra coisa. Perfeito. E não, eh,
o que eu acho é que já vi uma linha teórica falando sobre isso, que a grande pesquisa deles, o que eles querem entender do ser humano é essa tal de Alma ou espírito, esse sopro de vida que o ser humano tem. Até hoje eles querem entender isso. E isso é uma coisa que também que é uma linha teórica mais do pessoal holístico, místico, né, que é o que você também já citou, que também explica essa parte aí. Pô, mas não seria difícil para eles entenderem isso, né? >> Eu acho que seria impossível. Exatamente. Eu acho
que seria impossível. É, a gente não entende. Seria impossível. Eu acho que se eles Estão por aí, cara, procurando alguma coisa, estão procurando energia, porque um o mover qualquer coisa precisa de energia. Quanto mais energia, melhor. Então, sei lá. Mas eu acho que não existe não. Tô só levantando aqui as teorias. >> Até fala assim, até hoje eu acho isso, né? Ah, é. Amanhã se aparecer um aí, ó, na praia do do de Copacabana, a gente anda de mão com ele. >> Mas tem uma outra coisa também, cara. >> Vou falar aqui um negócio. O
dia que aparecer, tudo bem, vai ser aquele reboliço todo, cara. Ah, na semana seguinte alguém vai ser cancelado na internet e nós vamos até esquecer do ET, cara. É muito mais legal que eles não apareçam, porque olha a quantidade de teoria, de coisa, porque o dia que aparecer, tudo aqui que a gente falou acaba. >> Acabou, >> acabou. Ele, ele tá aqui, ele ia sentar Aqui na mesa com você, entendeu? Acabou tudo, cara. >> Mas tem muita gente falando assim, [ __ ] por que que tô aparecendo, né, cara? >> Exatamente. Era muito mais legal
a gente ficar viajando e e conjecturando coisas, né, mesmo que seja loucura e tal, porque o dia que aparecer acaba tudo, cara. Acaba tudo. E do jeito que o mundo é, daqui dois dias, cara, vai ser eu, vou ser cancelado na internet. Vocês nem vão Lembrar que tem ET andando por aí, cara. Entendeu? Nem vão lembrar. Isso que é a parada. Então, é melhor que fique no anonimato mesmo, que o governo continua escondendo mesmo. >> Isso. Tá fazendo bom trabalho. >> Tá fazendo bom trabalho. >> Não, eh, até na religião, né, cara, na crença. >>
Isso que eu ia falar. >> Isso. >> O que que vocês acham? Eu acho, cara, Que se, por exemplo, a gente descobre vida, nem para mim nem precisa ser inteligente, tá? Para mim pode ser até vida qualquer coisa. Se você comprova que existe vida fora da Terra, eu acho que a primeira coisa que aconteceu era um caos religioso. Ia ter um monte de >> ia ter um monte de religião que ia acabar >> e um monte ou mais que ia ser criada, cara. Criada. Isso criaria um caos assim Generalizado. >> Tem uma frase célebre religiosa
que solidifica para muitos que acreditam nisso, que é há muit há muitas moradas na casa de meu pai, vem da religião e corrobora justamente com tudo que a gente tá falando aqui. >> Exatamente isso. Vocês acham que tem um caos religioso também? >> É o que o governo americano fala. Acho que eles esconderam com medo disso tudo. Quer ter um rebolío? Mas eu acho que nos Dias de hoje, com tanta informação que o ser humano tá tá, como você mesmo disse, ele aparece na praia de Copacabana dá um rolé com a gente, amanhã não tem
mais ninguém ligando para isso, estão preocupado com outras coisas, né? Que que qual é o próximo hype? >> Qual é o próximo hype? Qual o próximo ter cancelado? >> Eu quero ver se vão cancelar o ET também, ó. >> São várias espécies, né? E vão vão Começar a buscar outras. >> Ah, mas basta um aparecer, cara. Basta uma aparecer porque aí acaba tudo, cara. >> Aí acaba tudo. >> É. E, e, e tem uma frase, uma outra frase que falam muito que quando aparecer, for provado realmente, literalmente, né? O que vai dizer os grandes líderes
religiosos que mentiram a vida inteira, que mentiram para os seus seguidores, mas aí existe aquela outra linha que Fala que Deus também criou os alienígenos e aí surgem religiões novas, como o Sergão falou. >> Exatamente. E aí vira um caos, caos religioso, cara. >> É. Exato, né? Porque se se existe foi Deus que fez também. >> Com certeza. Com certeza. >> Para quem acredita é isso, né, mano? Walter, eh, pô, tem muito papo bom ainda, mas o avançado da hora pede que a gente conclua aí os os super chat, né? Ó, não acabou que não
falamos da IA e não falamos como é que será viver em Marte, né? E todos os projetos do Elusk, >> cara. Viver viver em Marte. Dá dá para falar aqui, ó, assim, vamos lá. Eu acho que nós nunca vamos colonizar um planeta igual Marte. Eu acho que nós vamos lá, vamos, vai descer, talvez trabalha em turno, em coisas assim. Agora colonizar, tem uma cidade igual o Elon Musk mostra ali, eu acho que não vai ter, principalmente pelo problema do Ser humano. Então vamos lá. Uma viagem para Vamos fazer uma viagem ida e volta para Marte.
Ela duraria arredondando 4 anos. Por quê? Você só pode ir paraa Marte a cada 2 anos. Então a gente iria para Marte 9 meses de viagem. Chegaria em Marte, a gente teria que esperar um tempo para realinhar e para voltar, entendeu? Mesmo que, vamos supor que a gente espere dois anos para realinhar de novo. Então, 9 meses para ir, 2 anos lá E 9 meses para voltar. São 18 meses, né? Mais 2 anos, praticamente 4 anos. Vamos arredondar para quatro. >> Perfeito. >> São 4 anos você vivendo numa microgravidade, entendeu, cara? Os caras passam seis
meses na estação espacial, já volta que eles não conseguem nem andar. O maior exemplo que eu dou é o Marcos Pontes. Ele passou sete dias na estação espacial. 7 dias ele voltou. Cego. Cego É zoeira, tá? Ele ele voltou, ele não usava óculos, começou a usar surdo que aí perdeu mesmo audição. Tanto que hoje ele usou aquele aparelho mais moderno que tem e com 20 ligo, cara, que ele não tinha 7 dias, imagina você 9 meses, mais 2 anos e depois mais 9 meses para voltar. Então, o que eu acho o seguinte, isso por, né,
você vai em microgravidade para lá, em Marte em si não é tão problemático porque é 60% a gravidade da Terra, você até iria andar e tal. Agora a volta é o que é o pior. A volta que é o pior, >> essa transição, né? >> Essa transição. Então eu acho assim, quem for para Marte não volta pra Terra, não volta, não vai ter como voltar, entendeu? ou você fica numa estação aí em volta e tal, você vai ter que viver em microgravidade o resto da vida, porque seu organismo não vai, se ficar adapta, readapta de
novo, não vai Acontecer isso. >> Conseguia voltar, >> não conseguiria voltar, mas eu acho que a pessoa não se adaptaria novamente a viver na Terra depois de de um tempo tão longo na microgravidade. >> Por quê? Você tem problema em todos os líquidos do corpo humano, principalmente do L. >> Música esquelético também. Você tem que malhar, >> músculo acaba. Atrofia para caramba. Osso dá uma série de problemas que hoje ele nem sabe quais quais quais são. Coluna, cara. A coluna quando você tá aqui na Terra, ela tá pressionada pela gravidade. Quando você vai pro espaço
e a microgravidade já dá uma O problema é quando o cara volta tem que encaixar de novo e muitas vezes o encaixe não é perfeito. Então tem muito astronauta que você vê ele andar, ele anda meio, entendeu? Porque problema coluna. Isso que o cara passa seis meses só. Então assim, eu não sou da ideia, eu sei a ideia do Elom, a ideia do do Elomask é até 2050 a gente ter mais ou menos 1 milhão de pessoas morando em Marte. Eu acho que isso jamais vai acontecer. Posso estar totalmente errado, tá? Mas eu acho que
isso não acontece. Eu acho que nós vamos paraa Marte, vamos, nós vamos descer, vamos, nós vamos explorar e tal, e depois a gente volta e vai outro e volta. Eu acho que vai ser assim, >> volta, >> volta fazendo tipo mergulhador de plataforma, entendeu? escala, >> vai fazendo escala, vai, vai se tipo readaptando até chegar aqui, entendeu? Eu acho que é essa parada aí, morar, eu acho que nós não vamos mesmo, porque é avião, cara. Só aqui, ó, nós estamos todos aqui, vamos pegar um avião agora. Um pode passar mal, >> o outro pode ficar
de boa, o outro pode Ter dor de ouvido, o outro po Isso que nós estamos fazendo um voo de avião. Agora imagina, galera, ó, vamos desligar aqui o podcast. >> Próxima nave para marcha tá saindo ali, ó, de Copacabana. Cara, todos nós praticamente morrer dentro da nave. >> É, para exemplificar o que você tá falando no curso de comandos anfíbios, o cara sai de um treinamento exaustivo de Manaus e vai pro sul direto. Saiu do Treino, entra no avião militar e desce. Então, só de você descer em outro estado com características climáticas diferentes, você já
chega todo arrebentado. >> Cara, é o que acontece com a gente, ué. Quando a gente viaja, faz uma viagem longa, não tem o tal do jet? Uhum. >> Cara, você tá viajando dentro do próprio planeta, cara. Você viajou umas horinhas dentro de um avião tranquilo, você comeu de boa, >> bebeu, >> bebeu e tal. E você chega lá, cara, que você não consegue nem andar, fala: "Pô, cara, tem que dormir pelo menos uns dois dias aqui para recuperar, né? Não acontece isso com a galera?" Agora imagina pra Marte, cara. >> Terraformação seria uma resposta. >>
Então, vamos lá, vamos explicar pra galera. Terraformação. >> Vamos lá. É possível fazer? É como que a gente faria a terra formação de Marte. Existe esse plano aí já desenhado. Primeira coisa, você tem que teria que levar dois ímãs gigantes, porque Marte não tem campo magnético. >> Hum. Então, a primeira coisa é levar dois ímã gigantes para gerar um campo magnético. Primeiro passo. Segundo passo, jogar bomba nuclear em Marte para levantar aquela poeira e você criar uma atmosfera, porque Mar tem uma atmosfera que é 90 e como que é? 90 vezes a densidade da Atmosfera
da Terra. Ela é bem rarefeita, bem rarefeita, >> uma fina camada, >> uma fininha. você teria que ter uma atmosfera mais densa. Então você joga a bomba nuclear, sobe aquela poeira toda e cria essa atmosfera. O problema é que a atmosfera seria rica em CO2, que é dióxido de carbono, que é pra gente é letal. Terceira etapa, jogar em Marte cianobactéria, porque a cianobactéria ela se alimenta Do CO2 e espele O2, que é oxigênio. Beleza? Beleza? O problema é que a gente é deixar uma atmosfera rica em O2, que não é bom pro ser humano
também. Aí vem a quarta etapa da parada. Você joga algas lá em Marte, porque a alga vai consumir esse oxigênio aí vai manter um equilíbrio do do sistema todo. E aí, pronto, você tem Marte para você viver. >> E para algas tem que ter água. Leva água ou tem água lá? >> Tem água lá, né? Porque nesse ponto aí, Quando a gente já criou a atmosfera, a gente aqueceu o planeta, boa parte da água da calota já derreteu, entendeu? Então você faz isso. O problema é que nas contas assim mais otimistas, esse processo inteiro deve
durar uns 5000 anos. >> E >> mais otimista. >> É. >> E 2050 calcula o quê? >> 2050, cara, é a ideia do Elon Musk hoje, Né? De 200. Ele quer mandar primeiro na próxima janela, que é daqui um ano e meio, ele quer mandar os Optims, sabe? Options, aquele robô dele humanoide, que é uma boa, isso é uma boa ideia, isso sim, porque você manda um robô daquele que ele tem mais grau de liberdade de movimento, porque hoje a gente tem hover em Marte, só que o Hover não tem grau de movimentação nenhuma. Tanto
que ele pega uma inclinaçãozinha de 30º, ele capota. Então você coloca os ali e ele vai Trabalhando e tal e não sei o quê. Isso seria legal. Ele quer em 2050 que tenha 1 milhão de pessoas em Marte. Isso aí já acho que é uma que é uma viagem. E tem um monte de gente, né, que é se se voluntariana, assinando. >> Tem muita gente. Você iria? >> É, eu não. No caso, >> sabendo que para voltar, >> no caso, no caso eu não. Agora tem gente que sim. >> Não, não. Eu também não. >>
Pareceu essa semana uma moça novinha, né, cara? Tipo, >> cuidado com aquela moça lá. >> Que que é aquilo? Fala aí, fala aí, fala aí, >> cara. Eh, aquela moça lá que apareceu, ela falou que ela é a primeira candidata a ir para Marte. Pá, pá, pá, pá, pá. >> Isso. >> O problema que você vai ler o currículo dela é umas coisas que são meio, eh, como que eu vou dizer assim, >> incongruentes. >> Nem nem é incongruente, não. Tem até que faz sentido, mas é super valorizado demais. >> Hum. >> Por exemplo, ela
fala lá que ela fez os Space Camp da NASA e ela põe isso no currículo, cara. O problema é que o que que é o Space Camp aqui para quem da minha idade, na minha idade, na minha época existia um negócio chamado colônia de férias. Sua Mãe na série ficava de saco cheio de você, você tava em casa, enfiava você num lugar lá, você ficava brincando com a galera. O Space Camp nada mais é do que isso, só que é espacial. Os brinquedos é foguete, é não sei o quê, não sei o quê. Agora você
meter isso no currículo que você, tipo, se pô cara, que eu tenho experiência na NASA, que que você fez? Não, eu participei de quatro Space Camp. Isso aí não vale. Então essa menina Coloca tudo isso e tal, cara. Então assim, eu não levo muita fé não. Eu não levo não. >> Agora a essas pessoas têm dimensão do do que seria ir para lá e viver. >> Eu acho que muitas não tem. >> Acho a maioria, né? >> Eu acho que muitas não tem e nem sei se elas querem ir atrás, entendeu? E também não seria,
Serjão, eh assim uma falta de zelo pela segurança, pegar qualquer pessoa que você não sabe qual é a Formação, não sabe que nível de preparação física, intelectual, psicológica e você colocar o cara num programa desse. Por isso que eu acho, cara, não é teste que é qualquer não. Mas vamos lá. Por isso que o que eu falei no começo, >> cara, não vai investir bilhões de dólares para preparada. Por isso que eu falei no começo que é o seguinte, eu não acho, cara, que vai ter uma uma colonização Por conta disso aqui que ele falou,
entendeu? É, não é todo mundo, cara, que tá preparado para entrar numa nave espacial, cara. Você tem que ter um mínimo de treinamento, horas ali de sobrevivência no mar, sobrevivência na selva, que na selva não vai ter, mas sobrevivência no mar e tudo isso, você tem que ter ali pelo menos uma noção de primeiro socorro, porque vai que um cara passa mal dentro da nave, o que que vai acontecer? Então você tem que ter essas Coisas. É todo mundo, não é todo mundo, entendeu? Então eu acho que nós vamos paraa Marte, nós vamos explorar, mas
vai ser algo feito por pessoas muito qualificadas. >> Perfeito. >> Entendeu? >> Pontuais, né? Pont >> pontuais. Vamos pegar astronauta que tá treinando aí a o cara é atlético, entendeu? O você sabe que o cara como que ele se comporta sob pressão, você Sabe se ele é um bom resolvedor, porque imagina a quantidade de problema que vai acontecer. a maioria eram ex-militares, né, de elite da Força Aérea que foram paraa NASA para fazer todos os os gols. >> E o que que mudaria aí no mundo aí depois dessa experiência, né, em questão de, >> cara,
assim, eu acho que pelo espírito exploratório do ser humano seria legal, Marte, até hoje, até esse momento aqui que a gente tá trocando essa ideia, não Tem nada assim de valor, não tem nada valioso, entendeu? Tipo, ah, vamos parar de produzir minério de ferro aqui, vamos produzir minério em Marte, entendeu? Marte não tem isso. Então, a não ser que a gente descubra alguma riqueza natural de Marte que aí justifica não tem. >> L3 não tem. Aí tem na Lua. L3 na Lua. Marte não tem. >> Por que essa obsessão então por Marte, >> cara? Por
que essa obsessão? Porque a humanidade tem essa obsessão por Mar Desde sempre, cara. Desde sempre. E vamos fazer um exercício de exclusão. Vamos lá. Mercúrio não dá para viver. é muito perto do Sol. Mercúrio tem não tem atmosfera, ele tem um problema sério que quando tá tá iluminado pelo Sol é muito quente, quando tá na sombra é muito frio. Então esquece Mercúrio. Vênus problema também pressão atmosférica 96 vezes maior que a da Terra na superfície esmaga tudo. >> Temperatura de 480ºC, Cara. Derrete chumbo na superfície de Vênus. Então tira Vênus da parada. Terra, nós já
estamos aqui. Vamos na sequência. Sim. Vamos pular a Marte agora. Vamos lá para Júpiter. Júpiter não dá, cara. Gigante gasoso. Não tem onde você pisar direito, entendeu? Então esquece. Saturno, mesma coisa. É um gigante gasoso também, não tem onde você pisar e tal. Urano e Netuno são os gigantes congelados. Lá é tão frio que o gás fica sólido, cara. Ó que Doideira. E aí, Plutão, mas aí Plutão é muito pequenininho também e tá muito muito longe. Então, por exclusão, sobrou quem? O único que a gente não falou foi Marte, entendeu? >> Perfeito. >> Então, essa
aqui é a parada de Marte. Aí, >> mano, volta. Parti, partiu Marte. Fala aí, mano. >> Vocês iriar não, vocês não iriam, né? >> Essa não, essa não. Mas faz outro Convite aí que eu vou avaliar, entendeu? Ai, >> fala aí, mano. Volta. >> Bom, agradecer a rapaziada aqui. Glauber, o Wilk, Wilk. Ele falou o seguinte: "Agora sim, dois monstros. Um dia eu quero ver Sérgio, Edson, Carcará, Daniel, Júlio e Ron". Imagina, ô Glauber, uma mesa com esses camaradas aí. Teria que ser uma mesa, um >> Vamos marcar, vamos marcar. Ué, >> a NASA liga
no dia seguinte. >> Vamos marcar. >> O primeiro aí preso sou eu. >> Eh, agradecer nossa rapaziada que teve aqui, mandou eh apoio e tal, sacando? E o camarada falou que o Leonardo falou que você nunca viu um extraterrestre, nem o Mundial do Palmeiras brincando, né, fazendo brincadeiras e tal. Que que é mais fácil? Achar um alienígena ou um mundial do Palmeiras? Um alienígena. Aí aí eu acredito mais no na vida inteligente. >> Sergão é o quê? Torce >> corintiano. Graças a Deus. >> Bom, Glauber, e é isso. Eh, agradecer o Justiniano Maer, Eduardo, a
rapaziada que se tornou membro do canal, Bruno Melo, o chinano Myer novamente, >> ó. A galera que veio lá do Space Sh Day aí, ó. Essa galera eu conheço. >> É, então estiveram aí com a gente, a rapaziada também que se tornou membro do canal. Deixa teu like aí, rapaziada. Tem mais de 5.000 pessoas e metade dos Likes. Então, fortalece aí, deixa o like e é isso. >> Vou falar o que eu eu brinco lá no meu canal. Sento o dedo no like porque ainda é de graça, hein, cara. >> É >> que daqui a
pouco vamos taxar o like também. >> É >> que aí eu quero ver. >> Vai ficar caro, né? Vai >> vai ter um novo bote do governo aí para Para taxar. Agora vai ser taxação e cara. Ai >> é isso, senhores. Não quero, não quero isso. >> Eh, cansar aqui o Sérgio ou mais, né? Já estamos aí. Isso é >> já estamos aí há quanto tempo? >> 2:48. >> Aí, ó. >> Já tá, tá bom para descansar, né? Tá bom Para descansar. Vida corrida, várias agendas, né? >> Várias agendas. Já volta amanhã. Volto amanhã cedinho.
Amanhã já tem. Amanhã eu vou começar com Monarque lá no Redcast. >> É >> grande Monarque. Já teve com Monarque? Então >> já tive muito com Monarque, cara. Muito. >> É, eu digo depois do Flow. >> Depois do Flow eu não, eu fui no programa do Monarca, no Monarco Talks Duas vezes. É. >> Aí depois ele foi embora do Brasil, voltou agora e ele vai lá, nós vamos trocar uma ideia e amanhã de noite tem Ciência sem fim. Eu com o professor César Lens lá do Ita. Vamos fazer uma um programa especial, tudo sobre a
relatividade. Nós já fizemos um sobre quântica, um sobre teoria de cordas e agora para fechar aí a trilogia relatividade. Então quem tiver afim corre lá. Ciência em Fim, Space to. Estamos juntos. >> Excelente. Excelente. Agora o Monark é é presencial, né? Monarque tá em São Paulo, né? >> Tá, agora é presencial. Aí tem que chamar ele para vir aqui, ó. >> Ele vai vir >> aí, ó. Boa. >> Só, só vamos ver se ele vai, vai vir pro Rio, né? Velho, agora que ele tá por aí, >> é, ele tá marcado com a gente aí
na sem ser essa outra semana. >> Boa. >> Mas é isso, mano. Volta, então, acompanha sem sem fim lá. Vai deixar de ser burrão, cara. Porque >> você sabe quando eu falo: "Mano, volto sou eu, né? Eu vou acompanhar, eu tô suando aqui. Ainda bem que acabou, cara. Imagina se não fosse o Júlio Rock aqui. O episódio é [ __ ] esse é o Serjão. Oi, Serjão. Serjão, boa noite. Valeu, rapaziada. Acabou. Esse foi mais um fal glau né? O Episódio ia ser só tipo assim, meu irmão, eu super chat, né? Acabou, né? Julião aqui.
Estamos junto. >> Foi muito bom o papo aí, ó. Julião, Julião, Julião, se não fosse você, coitado, Sérgio. O Sérginho vai falar: "Porra, meu irmão, eu fui lá pro Rio conversar, [ __ ] com ameba, mano. >> N que isso, >> [ __ ] O Gob não viu nada mano >> é aquela velha história, eu não sou inteligente, eu não sou menos Inteligente, mas tudo que eu leio eu gravo. Então, isso aqui é bom. A parte boa é essa. >> Nada, foi maravilhoso o papo aí, ó. >> Muito bom, Sergão. Obrigado, irmão. >> Valeu. Prazer.
Então, convidado para ir lá no Ciência sem fim agora. Quando vocês estiverem em São Paulo lá, >> vão marcar, vocês vão lá, a gente troca uma ideia lá agora. >> Aí o episódio o episódio com com Fala Gló vai ser ciência conf. Ciência confia. >> É nada, porque lá a gente pede mesmo, cara. Vai, vai trocando ideia na hora que olha no relógio, já caramba, faz 3 horas e tanto que a gente tá aqui. >> Maravilha. Normal. Normal. >> É isso aí, rapaziada. Você que tá em casa aí, ó, obrigado pelo teu carinho com o
nosso convidado, com comigo e com o canal, né? Foi muito bom estar com vocês, cara. Mais um dia. O que dia foi hoje? Hoje é dia >> dia primeiro, né? Porque seria dia 30, né? Então começamos aí o mês de outubro, né? Um mês abençoado, um mês que eu gosto muito, aniversário das crianças aqui em casa. Então tô muito feliz que chegou o mês de outubro, aniversário do filho do mano volta também. Um mês maravilhos do Júrio Rock. Juro Ro >> dia 15 no dia dos professores. >> Ih, cara por >> aniversário do meu filho
mais velho também. 8 de outubro. >> Então, 8 de outubro do sacan e 10 do mano Valter 15. Do meu filho. >> É, é do filho do Sacan e 10 do filho do Mano Valter e 15 é o Julião. 19 é do Davi e 28 é do Artur. Cara, o balão. >> Que maravilha. É isso aí, senhores. Ó, um beijão, um abraço. Fiquem com Deus. >> Dá tchau pros os caras. Dá tchau aí, Globo. >> Como é que é? >> Dá tchau pros caras, né, Gló? >> Qual cara, mano? >> Pros cara aí, Julião. >>
Ah, já dei, [ __ ] Deu um beijo. >> Ô, calma aí, rapaz. Mete essa. Já dei. Tchau, sacan e fala aqui, sacan. Isso. Não, obrigado aí. Foi demais aí. Estão todos convidados lá. Quando tiver lá em São Paulo, sem sem fim, vamos trocar uma ideia também e estamos aí à disposição. Onde quiser falar de A, a gente fala, entendeu? >> Pois é, >> é muito legal. Tô tô aí na nessa nessa Luta aí pra galera aprender, em vez de ficar só reclamando, aprenda. >> Ah, spoiler, a China colocou na grade curricular a a utilização
de I, >> não colocou na grade curricular. E vou dar aqui um spoiler mais legal ainda, cara. Eu falo muito da Manus, que a I a que eu uso hoje é a Manus, entendeu? >> E eu falo assim porque ela é muito boa, ela é sensacional, ela é o jeito mais fácil de você fazer agentes de A, que é agentes de A é a próxima grande parada Da IA, entendeu? E queria mandar um salve pra galera da Manus aí. Os caras entraram em contato comigo, eles viram o que eu falo. Muita gente. Agradecer a todo
mundo aí que foi atrás da Manus porque eu comentei muito dela, porque realmente, cara, ela é uma IA muito, é, eu acho muito melhor que chatt é muito, muitas vezes melhor, entendeu? E ela, ela, você aprende fazer a gente com ela, você dá tarefas e ela divide tudo, ela faz uns negócios sensacionais. Você é Agenda coisa, minha minha, eu tô aqui conversando com você aá tá lá rodando um monte de coisa para mim. Aí na hora que eu chegar lá tá tudo pronto, entendeu? >> Olha aí que que não precisa ficar, entendeu? Você dá os
comandos, você faz. Cara, é sensacional. Então, ó, um abraço aí a todo mundo da Manusa aí, que pessoal que entrou em contato comigo numa boa pra gente trocar uma ideia. Valeu demais, estamos junto. E usem Manus aí, ó. Usem Manus a partir de Amanhã, ó. Vai no meu Instagram porque eu posso dar acesso a uma galera lá. Então eu vou fazer um negocinho lá no Instagram pra galera pegar acesso na manusa e começar a usar. Usem, não fica só reclamando, não. Reclamar é o jeito mais fácil. É igual alienígena, que tudo é alienígena, sempre reclamar
é o jeito mais fácil. Mas aprenda que isso vai mudar a vida de todos vocês. >> Pô, então é é manus. É porque eu falava manus. >> Manus. Ah, não, pode ser manos também. Eu faleu, provavelmente falo errado. É, >> man. Tá bom. Não vou te >> É manus. Manus manus. É, ela é de pinga pura. Só pro pessoal. Eu já falei que ela é chinesa, mas não é porque até a mesma coisa, né? Basicamente. E então, então olha só, amanhã vai rolar uma um um presentinho lá no no Instagram. >> Cara, eu vou começar.
É porque quando você é assinante deles lá, eu sou assinante deles e tal, isso aqui nem é Públ não, viu, galera? Isso que nem é públ não, eu sou assinante deles e você quando é assinante você tem direito a dar lá o a a inscrição. >> Uma maneira de de projetar o negócio. >> Eu ganho crédito. Então quem entrar pelo pelo pelo meu código, eu vou ganhar crédito. Então me sigam lá que amanhã eu vou fazer um negocinho lá no Instagram. Quem tiver lá eu vou começar a dar 10 acessos por dia pra galera lá,
ó. Bacana. >> Man, mano. Volta, ó, tua missão amanhã, hein? Pega, pega uns créditos lá pra gente. Bom, senhores, é isso aí, ó. Um beijão, um abraço. Fique com Deus. Eu sou Fala Global. Você tá no Fala Glá podcast. Tamo junto. E fala Gl. [Música] [Música] He he he [Música] เฮ [Música] [Música] He he. He. [Música] He He he he He. [Música] เฮ [Música] [Música] He เฮ [Música] [Música]