Eduardo sentiu o corpo de Emily se encostar ao seu os braços dela envolvendo com certa hesitação o abraço era quente acolhedor mas também carregado de algo indefinível ele fechou os olhos por um breve instante tentando ignorar o calor do corpo dela que se misturava a surpresa Emily por sua vez sentiu uma onda de Emoções confusas o homem que a fascinou na cafeteria que lhe Entregou um número e sussurrou no ouvido para que ligasse agora estava ali sendo chamado de irmão seu irmão ela se afastou devagar olhando para Eduardo como se estivesse vendo um estranho ao
mesmo tempo alguém que já conhecia o silêncio entre os dois durou tempo demais até que o pai deles ou melhor o homem que Eduardo acreditou ser seu pai por tantos anos soltou uma risada emocionada sem notar a tensão no ar vocês estão sem palavras é normal depois de tantos anos Meu Deus como você cresceu Dudu nem parece aquele garoto magricela que eu via correndo pelo quintal Eduardo forçou um sorriso tentando se situar o homem diante dele acreditava ser seu pai Emily acreditava ser sua irmã mas ele sabia a verdade eu também não esperava voltar assim
pai a palavra saiu quase automática mas pesou na consciência de Eduardo o homem que o criou que o amou que nunca desistiu de procurá-lo e ele ele havia simplesmente ido embora sem nunca olhar para trás você ficou tanto tempo longe onde esteve o que aconteceu Emily cruzou os braços ainda observando Eduardo com um olhar curioso por mais que quisesse ignorar o que sentia ainda não conseguia esquecer o jeito como ele olhava na cafeteria a intensidade naqueles olhos estive em muitos lugares trabalhei muito mas agora estou aqui só por alguns dias alguns dias o pai pareceu
desapontado depois de tanto tempo você já quer ir embora Eduardo passou a mão pelos cabelos respirando fundo eu só precisava ver vocês entender o que deixei para trás o homem assentiu claramente emocionado isso é o que importa você está em casa Emily continuava em silêncio analisando cada palavra cada gesto algo não se encaixava ela não entendia porque o Coração batia tão forte porque não conseguia simplesmente vê-lo como um irmão você vai ficar para o almoço a pergunta do pai quebrou o silêncio Eduardo olhou para Emily depois para o homem que o criou ele sabia que
deveria recusar mas algo Fez hesitar sim eu fico Emily desviou o olhar sentindo o estômago revirar essa tarde prometia ser mais complicada do que imaginava o pai de Eduardo ainda tomado pela emoção pegou o celular e discou rapidamente um número vou ligar para sua mãe ela precisa saber que você voltou Eduardo sentiu o estômago revirar não sabia se estava pronto para essa conversa mas antes que pudesse recusar o telefone já estava chamando amor você não vai acreditar começou o pai e logo a voz da mulher do outro lado se fez ouvir cheia de curiosidade ele
sorriu emocionado e olhou para Eduardo Diga oi para sua mãe filho Eduardo pegou o telefone com hesitação e levou ao ouvido Oi do outro lado da linha houve um instante de silêncio antes de uma respiração trêmula quebrá-lo Eduardo a voz dela saiu embargada meu Deus você voltou ele fechou os olhos por um momento sem saber como reagir aquele era o mesmo tom de voz que o chamava para dentro de casa quando criança a mesma voz que o fazia acreditar que era Amado Antes de descobrir a verdade sim estou aqui eu eu sinto muito ela disse
com um soluço abafado eu sei o que você ouviu naquele dia sei porque foi embora nunca deixei de pensar em você nunca deixei de te amar Eduardo apertou o maxilar parte dele queria desligar queria continuar distante mas outra parte queria acreditar que havia verdade no que ela dizia você está viajando foi tudo que conseguiu dizer sim mas volta em dois dias quero te ver por favor não vai embora antes disso ele não Prometeu nada apenas murmurou um até logo antes de desligar e devolver o telefone ao Pai ela está emocionada disse ele sorrindo ficou feliz
em saber que você voltou Eduardo Apenas assentiu sem conseguir responder sua mente estava em outro lugar ou melhor em outra pessoa a mesa estava posta e o clima era leve o de Eduard F animado sobre útimos Aniz F sobreo queia peru ouvia seu olar por tasse evit vol para Emily el sua frente olos abaix para deos os também observ seus olhares se cruzavam Emily desviava mordendo o Lábio de leve claramente confusa Eduardo tentava agir naturalmente mas sentia que falhava miseravelmente como poderia ignorar aquela tração repentina por alguém que até algumas horas atrás não passava de
uma desconhecida parae Emily esta inquieta a lembrança da cafeteria o jeito como ele a olhava antes de saber quem ela era agorae ainda olhava do mesmo jeito ou esta imaginando tudo ela Mordeu Um Pedaço de Pão tando ignorar o frio na barriga o que estava acontecendo com ela Eduardo respirou fundo e desviou o olhar mas sabia que aquela confusão Só estava começando depois do almoço Eduardo e seu pai saíram para caminhar pelo quintal o clima estava agradável e o silêncio entre eles durou alguns instantes até que o pai suspirou e olhou para o filho com
uma expressão séria filho Posso te perguntar algo Eduardo assentiu Mantendo as mãos dos bolsos da calça Por que você foi embora a pergunta veio carregada de dor e expectativa o pai sempre quis entender o motivo do desaparecimento repentino do filho Eduardo desviou o olhar observando as árvores ao redor tentando organizar os pensamentos ele não poderia contar a verdade não agora eu era jovem impulsivo precisava encontrar meu próprio caminho só isso você desapareceu da noite para o dia não deu nenhuma explicação não disse nada como você acha que nos sentimos Eduardo apertou o maxilar eu sei
que fiz errado pai mas na época parecia a única escolha o pai suspirou passando a mão pelos cabelos já grisalhos Eu pensei que você tivesse sido sequestrado que estivesse morto passei no procurando você Eduardo e de repente você simplesmente aparece na porta o peso da culpa se acomodou nos ombros de Eduardo ele queria dizer que também sofreu que precisou suportar a verdade sozinho mas como poderia dizer isso sem destruir aquele homem eu me arrependo de ter partido assim disse enfim mas eu precisava ir o pai observou o filho por um longo tempo tentando enxergar Além
das Palavras eu só quero saber uma coisa você voltou para ficar Eduardo hesitou por um segundo depois Balançou a cabeça não vou ficar apenas alguns dias o brilho de esperança nos olhos do pai se apagou ele a sentiu devagar como se já Esperasse aquela resposta só Me prometa que dessa vez não vai desaparecer sem avisar Eduardo sentiu um nó na garganta Eu prometo o pai lhe deu um tapa amigável no ombro e forçou um sorriso bom pelo menos vamos aproveitar o tempo que temos Eduardo sorriu de volta mas seu coração estava inquieto ele sabia que
aquela conversa não era o fim mais cedo ou mais tarde o pai iria insistir mais uma vez o pai de Eduardo suspirou observando o filho com um olhar cheio de saudade você deveria passar a noite aqui filho seu quarto está do jeito que você deixou Eduardo congelou por um instante dormir ali naquela casa que ele abandonou há tantos anos Parecia um passo grande demais ele estava apenas de passagem não queria se envolver mais do que o necessário pai eu não sei se é uma boa ideia Já reservei um hotel o homem franziu a testa claramente
desapontado o Eduardo Essa é sua casa não precisa gastar dinheiro ficando em outro lugar Eduardo olhou para o chão lutando contra os sentimentos conflitantes parte dele queria aceitar queria sentir Nem que fosse por uma noite o que significava estar de volta mas outra parte gritava que isso era um erro e então sem querer seu olhar cruzou com o de Emily que estava na varanda observando a cena de longe ele sentiu um frio na barriga passar a noite ali significava passar mais tempo perto dela e isso isso não era algo que ele deveria querer mas queria
o pai apertou seu ombro trazendo de volta a realidade fica Eduardo pelo menos por hoje ele hesitou mais um instante depois soltou um suspiro derrotado tudo bem eu fico o s riso aliviado do pai fez o peso da culpa aumentar e quando Eduardo voltou a olhar para Emily viu que ela desviava o olhar rapidamente entrando na casa ele sabia que aquela noite seria longa a noite caiu e Eduardo Se viu parado na porta do quarto que um dia fora seu ele inspirou fundo antes de girar a maçaneta e entrar a sensação foi estranha tudo estava
igual e ao mesmo tempo diferente as paredes tinham as mesmas cores a escrivaninha ainda estava lá mas o tempo havia deixado sua marca nos detalhes ele passou os dedos por cima da comoda de madeira lembrando-se das noites que passou ali planejando um futuro que nunca imaginou que tomaria esse rumo o som de Risadas veio do andar de baixo trazendo de volta ao presente Emily e seu pai conversavam na sala e Eduardo sentiu algo incomodar dentro de si ele não deveria se sentir assim mas não conseguia evitar decidindo que precisava esfriar a cabeça saiu do quarto
e Desceu as escadas pensei que já estivesse dormindo disse o pai ao vê-lo descer não consegui achei que um chá pudesse ajudar vou pegar para você Emily se apressou para ir à cozinha mas Eduardo a interrompeu Não precisa eu mesmo pego os olhos dela o analisaram por um instante antes de dar um pequeno sorriso e Ass ele foi até a cozinha enquanto preparava o chá ouviu Passos atrás de si virando-se viu emele parada na porta hesitante não consegue dormir ele perguntou mexendo a xícara ela Balançou a cabeça não ainda estou tentando processar tudo isso Eduardo
soltou um riso curto você não é a única Ela cruzou os braços encostando-se no batente da porta eu te procurei por tanto tempo Eduardo sua voz saiu mais baixa Sempre achei que um dia você voltaria mas agora que está aqui parece estranho Ele apoiou a xícara na pia e encarou a nos olhos estranho como Emily desviou o olhar mordendo o lábio inferior eu não sei explicar só é uma sensação esquisita o silêncio entre eles ficou carreg como se ambos estivessem pisando em um terreno perigoso Eduardo deu um passo à frente sem perceber que seu corpo
agia antes que sua mente processasse Emily observou como se sentisse o mesmo magnetismo que o puxava para ela mas então a voz do pai deles ecoou da sala Emily amanhã quero que você leve Eduardo para dar uma volta pela cidade ele precisa se atualizar das mudanças ela piscou como se despertasse do trân e se afastou rapidamente acho que devemos dormir disse saindo apressada Eduardo ficou parado observando a ir embora suspirou e tomou um gole do chá sentindo que aquela noite realmente seria longa Eduardo Acordou cedo o sono leve e inquieto a noite tinha sido longa
povoada por lembranças e pela confusão que Emily causava nele era inacreditável que a garota que um dia ele via como uma irmã agora o fazia sentir algo tão intenso após se arrumar Desceu as escadas e encontrou o pai sentado à mesa lendo o jornal O cheiro de pão fresco se espalhava pelo ambiente e por um momento Eduardo sentiu a nostalgia apertar o peito Bom dia filho disse o pai com um sorriso caloroso Bom dia Emily ainda está dormindo mas daqui a pouco ela desce para te levar pela cidade Eduardo apenas assentiu servindo-se de uma xícara
de chá ele tentava não pensar no que sentiu na noite anterior ao encarar Emily na cozinha mas seu corpo lembrava com clareza cada detalhe pouco depois Passos leves ecoaram pelo corredor e Emily apareceu na cozinha seu cabelo estava preso de forma desajeitada e o vestido simples a deixava ainda mais bonita de uma forma natural Bom dia ela disse um pouco hesitante ao encontrá-lo ali Eduardo apenas assentiu e ela desviou o olhar indo pegar algo para comer depois do café Vocês podem sair disse o pai animado Eduardo vai ser bom você ver como tudo mudou sim
Emily murmurou mordendo Um Pedaço de Pão Tem lugares que você com certeza não vai reconhecer os olhos dos dois se encontraram e Eduardo viu algo ali algo que ela também tentava esconder depois do café Emily pegou as chaves do carro e se virou para ele vamos Eduardo pegou o palitó e a seguiu ele sabia que aquele passeio não seria apenas para rever a cidade seria um teste para ambos e ele não tinha certeza se conseguiria resistir o carro deslizou pelas ruas e Eduardo observava a cidade com uma sensação de estranhamento tudo estava diferente mas ao
mesmo tempo tudo parecia tão familiar as mudanças nas ruas os novos prédios as lojas diferentes nada parecia mais como antes Emy me dirigia em silêncio concentrada na estrada mas seu corpo estava tenso Eduardo podia sentir energia entre eles carregada e difícil de ignorar a cada curva ele notava mais detalhes sobre ela o jeito com que seus cabelos caíam sobre o pescoço a linha de seu perfil Enquanto Ela olhava para a frente ele não entendia mas algo nele queria mais e ao mesmo tempo algo impedia de dar um passo adiante Este é o parque onde costumávamos
brincar Emily quebrou o silêncio apontando para o local à esquerda quando éramos pequenos passávamos horas ali Eduardo olhou para o parque e se lembrou vagamente de algumas brincadeiras com Emily mas era tão distante ele estava ali agora com ela ao lado e tudo que sentia parecia muito diferente eu lembro disse ele sua voz um pouco abafada pela confusão interna o silêncio se fez entre os dois novamente Emily estacionou o carro em frente a uma praça e se virou para ele os olhos aveludados e intensos não sei o que você está pensando mas tem algo estranho
entre a gente não é ela disse quebrando o olhar Eduardo ficou em silêncio sem saber o que responder a confusão era mútua mas ele não podia dizer nada eu não sou mais o mesmo Emily nem você ele finalmente disse sua voz grave Mas não se preocupe logo vou embora de novo por quê ela perguntou ele se virou encarando e disse tem certeza que quer mesmo saber a resposta ela então desviou o olhar ligou o carro e seguiu para casa à noite o telefone de Eduardo tocou era seu pai filho o carro da Emily quebrou pode
buscá-la no Café Claro pai já estou indo ele desligou e saiu rapidamente o coração acelerado sem motivo aparente desde que voltará Emily era a única coisa que rondava sua mente Eduardo encostou o carro na frente do café e soltou um suspiro pesado antes de sair quando entrou no Café os olhos dela foram direto para os dele Emily congelou por um instante antes de desviar o olhar e se apressar em terminar o que estava fazendo ele se aproximou do balcão o pai pediu para eu te buscar disse a voz baixa e firme ah certo só um
minuto ela respondeu ajeitando a bolsa no ombro Eduardo observou o jeito que ela evitava encará-lo diretamente era quase como se estivesse fugindo dele antes que pudessem sair um rapaz alto e de Sorriso fácil entrou Ou no café e foi direto até Emily abraçando-a por trás achei que você já tivesse ido embora ele disse o tom descontraído Eduardo sentiu algo dentro dele se retesar Emily riu mas seu riso pareceu nervoso estou indo agora o cara finalmente notou Eduardo ali e ergueu uma sobrancelha Quem é esse Emily pigarreou parecendo desconfortável Eduardo meu irmão a palavra sou estranha
para ela mesma e Eduardo não perdeu isso o cara estendeu a mão ah o famoso irmão desaparecido sou o Felipe colega da Emily Eduardo apertou a mão dele mas com um aperto firme demais colega ele repetiu o Tom casual demais para ser verdadeiro Sim a gente se dá muito bem né hein Filipe sorriu para ela Emily riu de leve Eduardo sentiu o estômago revirar Ah sim Claro disse Eduardo a cena o incomodava profundamente não gostou da forma como aquele cara abraçava do tom da voz dele da intimidade que parecia existir entre os dois sem perceber
cruzou os braços e estreitou os olhos pronto podemos ir perguntou sua voz mais Rude do que pretendia Emily assentiu depressa e se despediu de Felipe que sorriu e piscou para ela antes de sair Eduardo observou tudo de cara fechada sem disfarçar o incômodo entraram no carro em silêncio e foram direto para casa ao chegarem o pai o chamou para entrar Vou preparar um chá Emily anunciou soltando a bolsa sobre uma cadeira antes de desaparecer na direção da cozinha Obrigado filha o pai respondeu voltou-se para Eduardo indicando o sofá sente-se filho vamos conversar um pouco Eduardo
hesitou mas obedeceu o silêncio entre eles durou alguns instantes até que seus olhos percorreram a sala e ele soltou um comentário quase sem pensar essa casa já foi melhor conservada o pai sorriu de lado cansado o tempo passa e as coisas vão se desgastando a gente faz o que pode Eduardo respirou fundo e se inclinou um pouco para a frente os cotovelos apoiados nos joelhos eu quero comprar uma casa nova para vocês o pai piscou surpreso como é uma casa melhor maior em um bairro Bom eu posso pagar sem problema em silêncio por um tempo
analisando o filho isso é muito generoso Eduardo mas não sou só eu que decido tem sua mãe principalmente a Emily ela cresceu Aqui tem muita história precisa falar com ela Eduardo assentiu vou falar levantou-se caminhou em direção à cozinha os passos lentos ao entrar na cozinha Eduardo parou ao vê-la Emily estava em cima de uma cadeira esticando o braço para alcançar um pacote de chá no Alto do armário a camiseta subiu levemente revelando um pedaço da pele clara da cintura e suas pernas bem torneadas estavam ligeiramente flexionadas enquanto se equilibrava Eduardo suspirou você deveria pedir
ajuda Emily se sobressaltou a ouvir a voz dele virou um pouco o rosto sem olhá-lo diretamente não preciso disse insistio em alcanar o pacote teimosa cruzou os braços observando a cadeira rangeu levemente quando ela se inclinou um pouco mais ficando na ponta dos pés Emily já estou pegando insistiu a ponta dos dedos tocando o pacote mas no instante seguinte o pé da cadeira se moveu bruscamente fazendo seu corpo perder o equilíbrio Ah num reflexo rápido ele a segurou pela cintura puxando-a contra seu peito o susto fez Emily agarrar os ombros dele sentindo sua respiração quente
contra sua pele o silêncio se instalou a proximidade era era sufocante Eduardo não soltou Sua cintura e Emily também não tentou se afastar os olhos dele estavam fixos nos dela intensos Famintos Você devia ter mais cuidado a voz dele sou rouca Emily engoliu em seco o coração dela martelava eu eu estou bem murmurou mas não moveu um musculo para se afastar os dedos dele apertaram levemente Sua cintura tem Eduardo perguntou a voz carregada de algo que ela não conseguia definir Emily não respondeu algo dentro dela gritava para fugir mas seu corpo não obedecia ele então
ergueu a mão e com o Polegar acariciou o rosto dela sentindo a pele dela quente e então sem aviso ele a pressionou contra a parede os corpos colados Eduardo a voz dela saiu como um sussurro ele não queria mais resistir antes que pudesse pensar nas consequências tomou sua boca num beijo urgente faminto Emily arfou contra os lábios dele tentou empurrá-lo no reflexo mas Eduardo segurou seus pulsos aprofundando o beijo por um instante ela correspondeu o calor o desejo a intensidade tudo a consumiu Mas então a razão voltou como um choque Emily se desvencilhou com força
e no urso deu-lhe um tapa no rosto Você tá louco ofegou os olhos arregalados o coração disparado Eduardo a encarou respirando pesado os dedos tocando o lugar onde a mão dela o atingira antes que ele dissesse qualquer coisa Emily saiu correndo da cozinha deixando para trás com o gosto dela ainda em seus lábios continua no próximo capítulo se inscreve no canal curte E compartilhe e ativa o Sininho para receber as notificações de novos Capítulos