Qualquer empresário que aparecer na sua frente, você melhora a margem recorrência escala deles. >> Melhora. >> Qualquer um? Sim. >> Qualquer nível. >> Sim. >> Gostei. >> E com vocês, Pedro Quintanilha, empresário, especialista em recorrência, margem e escala, fundador da mentalidade Empreendedora Consultoria. Ele é sócio da Mentor League Societe. Ele é um dos acionistas mais relevantes. Pessoal, >> eu encontro lucros escondidos, Joel. Caraca, quando a gente vai pensar a visão de escala, imagina uma fábrica que vai fazer papel, ela tem um processo. Se você quiser escalar papel, o que você precisa fazer é ter um
processo claro, uma estrutura e fazer aquilo funcionar repetido as vezes. Qual que é o problema muitas vezes das pessoas? Elas querem Ficar escalando alguma coisa que não foi validada antes. Elas querem escalar sem ter uma estrutura clara para ser repetida. Repetir o quê? Antes de ficar melhor, fica pior. Entre a validação e a atração tem um vale da morte. Na hora que o cara tá ali entregando e vendendo, se ele passar, ele não volta mais para trás, ele não retorna mais, porque aí ele rompeu. Aí ele virou, virou um negócio para ele. Se ele não
passar daquilo ali, ele desiste. E aí aquele projeto promissor que deu Roy, que deu dinheiro, tá bom? Meta não é número. Meta é palavra dada. Quando tratamos assim, damos a ela um peso maior. Essa é a frase do convidado de hoje. Conheço há um tempão, viu, turma? Conheço um tempão. Já acompanho, gosto dele. Tem, você olha para ele, ele sorri e dá risada. Ele é uma pessoa alegre, feliz, casado, muito bem casado, inclusive pai, um empreendedor realmente De muito sucesso, que já tá no mercado há um tempão. A galera do mercado digital, do infoproduto, de
mentoria, de educação empresarial, já conhece e reconhece esse meu convidado há muito tempo. E a gente vai bater um papo muito legal aqui. É a primeira vez que eu falo com ele no JJ Podcast. Deixa eu falar um pouco sobre o currículo porque eu tenho que ler aqui porque tem muita coisa. Bom, meu marido da Flávia que tá aqui também. Pai do Noá e da Chloe, Empresário especialista em recorrência e margem, além de escala. Recorrência, margem e escala. Fundador da mentalidade empreendedora consultoria em crescimento e negócios. pós-graduado em marketing e design também pela IESPN, baixarel
em administração, baixarel marketing. É um pesquisador apaixonado por educação empreendedora, marketing e cultura ned. Essa do cultura n eu não sabia, hein? Ajuda empresários, profissionais e autores bestseller a criar um braço Educacional com margem, recorrência e escala no seu negócio. Senhores, a gente vai falar sobre margem, recorrência e escala, tá bom? Ele é sócio da Mentor League Society, que tem centenas de mentorandos e, aliás, centenas de mentores e milhares de mentorantes. E junto com a mentoria Makers e mentalidade master, ele também atua como conselheiro de growth para Editex. No Mentor League Societ, ele é um
dos acionistas mais Relevantes, pessoal, mais relevantes. Então, hoje pra gente falar sobre escala, margem, recorrência, negócio e, obviamente, vida, receba no JJ Podcast que tem plateia Pedro Quintanilha. >> Obrigado. >> Caramba, meu. >> Esse é o clima. >> Esse é o clima. Essa plateia tá diferente. Tá tipo meio que J Soares assim, >> tá vendo? G >> filma aí a galera. Mostra essa plateia aí, meu J Soares. >> Na hora que acabar tem que fazer o A, né? >> É meu. Muito bom. >> Pegaram, né? No final vocês tem que fazer assim, ó. Ah, >>
fechou. Ah, meu. A casa tá cheia aqui, ó. Gente, pessoal que tá em casa, esse JJ a gente vai falar sobre negócios, OK? Negócios com margem, negócios com escala. negócios com recorrência. Joel, Quero aumentar minha margem. A gente vai falar sobre esse assunto. Joel, eu quero ser um especialista em recorrência. Que foi assim que eu conheci o Pedro, especialista em recorrência. Aliás, eu pedi uma ajuda pro Pedro em 2020 para ele me ele me indicar uma pessoa que era especialista em recorrência. Ele me me indicou um dos principais alunos dele, é um querido amigo que
é o Juvenal, do qual a gente criou uma um relacionamento, uma amizade muito Verdadeira, muito genuína e também ele é o cara que trabalha com high ticket, então escala, margem e recorrência. Esse é o assunto. Meu irmão, me diz uma coisa aqui. Escala, margem e recorrência. Eu já vou começar já dando na canela, tá bom? Quando o empresário aparece na sua frente, é tipo a primeira coisa que você olha barra pergunta barra mexe e sim, dessas três, qual é a primeira coisa que você quer olhar no cara? A escala dele, A margem dele, a recorrência
dele? Como que você faz isso? >> Quando um cara chega para mim, ele quer escalar. É a principal coisa que a pessoa que eu escuto >> das pessoas. >> Ah, eu quero escalar, eu quero escalar, eu quero escalar. Só que escala tem mais a ver com repetir do que com inovar. Então, eh, essa >> essa visão e esse entendimento, ele é um entendimento que a gente precisa então dar alguns passos atrás antes de pensar a escala. A gente precisa pensar as bases desse negócio antes. Então, normalmente a pessoa ela me procura querendo escala e aí
quando ela chega perto eu mostro para ela que ela vai precisar dar alguns passos atrás para estruturar o negócio dela de modo que ele possa acomodar a desejada escala. Basicamente essa essa Perspectiva. Então, objeto principal de desejo normalmente é a escala para quem chega perto de mim de um modo geral, né? >> Ô, Pedro, por que mais repetir do que escalar? E por que mais repetido escalar, perdão, do que inovar e repetir especificamente o quê? >> Beleza, vamos lá. Quando a gente vai pensar o o a visão de escala, imagina uma fábrica, uma fábrica que
vai fazer papel. Essa fábrica que faz papel, ela tem um Processo. Uma vez eu eu fiquei com essa Noa me perguntou como é que fazia papel, fui pro YouTube com ele para ver, entendeu? Aí a gente tem um processo, chega a árvore, corta e aí vai lá e passa por uma determinada máquina, extrai e tudo mais, tarará. Aí ele vai molha num tonel grandão lá, roda e depois seca e tem a secagem, volta e corta e depois faz as resmas bonitinhas e empilha aquilo e manda embora. Se você quiser escalar papel, o que você Precisa
fazer é ter um processo claro, uma estrutura, colocar a matéria-prima e os insumos necessários para aquilo acontecer e fazer aquilo funcionar repetidas vezes. Qual que é o problema muitas vezes das pessoas? Elas querem ficar escalando alguma coisa que não foi validada antes, >> OK? Elas querem escalar uma coisa que não foi tracionada antes. Elas querem escalar sem ter uma estrutura clara para ser repetida. E aí quando a gente vem Pro mundo digital, né, porque eu não tenho, eu não tenho nada a ver com fábrica, sou um cara do digital, sou um cara de venda de
conhecimento. >> Sim, >> quando a gente vem pro mundo da venda do conhecimento, pelo fato da pessoa muitas vezes ter aquele conhecimento todo na cabeça dela, ela acha que, e aí por algumas coisas que ela escuta, ela acha que ela simplesmente vai pegar, vai Botar aquilo para fora e bum, a escala vai acontecer. E não, ela precisa estruturar aquele raciocínio dela, aquele conhecimento dela numa metodologia com clareza, com um processo. Ela precisa ter clareza da atração, ela precisa ter clareza do processo comercial, ela precisa ter clareza da entrega e a partir dessas bases a gente
encontrar o mecanismo para que ela possa ter de fato o que ela quer que escala, que tem a ver com repetir. Repetir o quê? Repetir processos de atração, repetir processos de vendas. repetir processo de entrega. >> Não é óbvio isso para maior parte das pessoas quando vem te buscar. Pedro, me ensina escalar. É pouco óbvio, né? >> É pouco óbvio. >> Você falou: "Cara, vamos, quer escalar? Vamos repetir o que você já faz". >> É porque e porque é uma coisa assim, normalmente o empreendedor ele é Criativo, né? Então ele quer coisas novas e o
mercado digital para que ele possa se reinventar, ele precisa levantar novas narrativas para que as pessoas possam ficar ali olhando e vendo oportunidades. E isso é uma questão, porque isso muitas vezes traz confusão pras pessoas. O cara olha, fala: "Pô, o cara vende aquilo ali, dá certo, vende aquilo outro, dá certo, vende aquele outro, dá certo. Parece que tudo dá certo." >> Aham. >> E muita coisa dá certo mesmo. Aham. >> Só que dá certo para quem? Dá certo para quem escolhe olhar para aquilo ali, abraçar e de forma consistente repetir. Amar o tedioso, amar
o a repetição, amar o cumprimento de objetivos todas as semanas. >> Sim. >> Amar a repetição das campanhas de Webinars, né? Webinars é o seminário para vendas, né? Ou a aula online para vendas, né? Sim. Cara, às vezes faz um webinar, ele acha que agora só ano que vem. >> É verdade. A gente conversou essa semana e você falou do teu funil do webinar, né? >> Toda semana, >> conta aqui pra galera, toda você tem vários funis de atração. >> Sim. >> Para as pessoas te conhecerem >> e depois caminhar junto com você. Um deles
é o webinar semanal. >> Uhum. Conta como é que você faz isso e conta de um jeito aqui pra turma que gerem insite do por a turma deveria fazer um funil semanal. Pode até que seja o webinar, >> tá bom? >> Mas alguma coisa de semanal que você conversa, que você explica o que você Faz, >> tá? Eu eu vou falar então de dois e enfatizo o webinar, >> tá? >> Tá. Eu tenho um processo que ele é basicamente o seguinte: anúncio aleatório que não necessariamente tem nem a minha cara. Às vezes as pessoas nem
sabem que é meu, >> OK? >> Tá diretamente, vai saber porque tem uma meu perfil ali, mas um anúncio que não Necessariamente tem a ver comigo, tem a ver com um interesse do meu cliente ideal. Ele clica naquilo ali, vai para uma página, agenda uma reunião. Pelo fato dele não me conhecer, ele vai agendar a reunião e não vai dar muita moral. Normalmente é assim que acontece. Não, alguns dão moral, outros nem tanto, porque não conhecem ainda. Os que passam a conhecer começam a dar valor, se interessam, vê que eh faz os julgamentos ali, vê
que a gente é Diferente de alguma forma, por mais que tenha algumas similaridades com o o que muitas vezes é apresentado dentro do mundo digital, percebe essas diferenças, avança e caminha com a gente. Os que não, eles vão para uma base que vai ser reengajada. Uhum. >> Ou seja, pessoas que vão ser reconectadas ou recontactadas para que elas possam de alguma forma se conectar com a gente e passar a dar valor para aquilo que ela de pronto não deu um Valor ideal, tá? Essa pessoa é convidada para uma aula que acontece todas as semanas, que
é sempre comigo, mas não necessariamente comigo, >> tá? >> Como uma vez por semana, uma semana no mês, essa aula é comigo ao vivo, >> uma vez por mês. >> É. Tá? >> E as outras semanas sou eu de novo, só que gravado, >> tá bom? >> E aí, basicamente a gente faz o quê? a gente pega essas pessoas que de alguma forma não deram tanto valor assim, traz ela para essa reunião gravada em grupo, >> OK? ela tem a possibilidade de ter um contato mais profundo com o meu conteúdo, ou seja, dentro de uma
escala de consciência e inconsciência, ela aumenta o a consciência dela, ela passa a enxergar aquilo que a gente tem para oferecer para ela de uma forma que ela Dê mais valor. A partir dali, ela, opa, me interessa ir mais fundo com esses cara aqui, com essa galera aqui. Isso me parece interessante. Aí ela vai dar mais atenção para nós, >> vai para uma reunião, alguns se tornam clientes, outros não. Que que acontece na próxima semana >> de novo, Rar? >> A mesma coisa. E assim a gente roda e repete e repete. >> Como que a
turma que tá aqui, que tá em Casa ouvindo e assistindo poderia usar isso nos seus negócios? Algo como esse teu webinário semanal? >> Cara, eu acho que antes de do cara pensar o como prático, técnico, é pensar num princípio, pouca coisa, bem aprendida e bem praticada. pouca coisa, bem aprendida e bem aplicada. >> Isso. Por que que esse princípio ele é importante? Porque se a gente consegue Pensar a partir de uma lógica de efeito composto naquilo que a gente faz, >> Uhum. >> a gente vai conseguir empilhar resultados no longo do tempo. Eu sou um
cara que gosta do longo prazo, sabe, Joel? >> É, >> eu gosto, cara. Eu tô há 12 anos nesse mercado e e uma coisa que eu aprendi vendo pessoas surgindo e sumindo e coisas desse tipo, é que quem é Consistente e tem paciência >> Uhum. >> vence em profundidade, sabe? construía a vida que eu sonhava um dia a partir de uma perspectiva de ritmo, paciência, consistência, sem flexibilizar princípios, sem flexibilizar coisas que são importantes para mim e e usando esses princípios na prática do tipo, cara, se eu aprendi a fazer uma proposta comercial, de modo
que a pessoa quando ela bate o olho, ela Se interessa, por aquilo que eu tenho. Por que não replicar isso? Por que não fazer isso uma, duas, 3, 4, 5, 10 vezes, né? Eh, e esse foco ele tem gerado os resultados que você sabe que eu tenho e e mais do que isso, ele ele me elimina também de algumas distrações, às vezes até de coisas boas, sabe? Porque, por exemplo, eu tava dois anos morando onde eu tô morando e você não sabia. >> Vocês acreditam nisso? Dois anos em Alfaville. Ô Pedro, e aí? Tudo bem?
Pô, tem que ficar mais aqui, pô. Não, já moro aqui. Aqui é onde? Em Alfaville. Não mora. Não mora. Moro há quanto tempo? Ah, pô, do anos. Que isso, cara? Pois é, Joel. Eu moro no Zoom. Ele falou, né? Eu moro no Zoom, né? Quer falar, quer tomar um café comigo? Eu tomo link. >> E, e você vai bem, né? >> Sim, cara. É, na pandemia eu descobri que esse era o jeito que eu trabalhava já, né? Lembra quando todo mundo teve que se ficar, né, recluso e tudo mais? Eu sempre mandei bem assim, dessa
forma, sabe, na caverna. >> Ô, Pedro, qualquer empresário, pergunta, pergunta direta aqui, ó, para para vocês aqui. Qualquer empresário que aparecer na sua frente, você, qualquer empresário que aparecer na sua frente, você melhora A margem recorrência escala dele? >> Melhor >> qualquer um, sim. >> Qualquer nível? >> Sim. Gostei. >> Eu encontro lucros escondidos, Joel. >> Caraca, bola avança, cara. >> Cara, tem coisas que são óbvias, >> eh, mas não são óbvias. Exato. >> Porque é é assim, pode parecer até prepotência para quem não me conhece, Mas cara eh tem coisas que sabe o ponto
cego? >> Sei. >> Você não sabe que você não sabe, sabe? >> Se >> ponto cego é assim, você tá num carro, numa estrada e aí você tá dirigindo e aí o carro tem um ponto cego. Todo carro tem, né? com ponto cego. Vem um motociclista ali e entra no ponto cego. E aí que que acontece no na hora do ponto cego, cara? Você não vê, mas se Você tiver alguém do lado, ele consegue te dizer o ponto cego, ele só consegue ser enxergado por alguém do lado. Mas é óbvio. Ah, é óbvio. Tinha uma
moto ali. É óbvio, mas no teu ponto cego você não consegue ver. Porque se você conseguisse ver o ponto cego, não seria o ponto cego. Ia ser ponto de vista. Não dá. É, outra pessoa precisa ver, outra pessoa precisa te falar. >> E é, concordo. E para ela é mais óbvio. E para você não >> é, é mais óbvio porque ela tá o tempo todo. Porque é realmente é ridículo. Tipo assim, pô, cara, tá com a sujeira no dente aí, entendeu? Tipo isso. >> Sim. >> Não sabe não. Tá, >> mas é, sabe? Tipo, pô,
você não consegue ver você, cara. É óbvio, tá óbvio, cara. Mas e aí? E nos negócios é essa é a mesma coisa. na vida é assim, se a gente For olhar, né, falando da, você falou o negócio da cultura nerd, né, cara, eu gosto muito de fantasia, história, eu me amarro essas coisas assim, sabe? E e se você for olhar, cara, todo rei ele tinha conselheiros, todo grande nome ele tem conselheiros, toda grande empresa, ela tem um conselho que rege as decisões. Qual que é o por que disso? Porque, cara, não dá para você aquela
história do selfmade man, cara, não é sozinho, entendeu? Ninguém Se faz sozinho. História é essa. O cara self made man teve oportunidade. Teve alguém que estendeu a mão para ele, teve alguém que deu um conselho, deu uma dica, falou: "Cara, não vai por ali, vai por aqui". E às vezes para quem tava dando a dica ou a orientação era óbvio. >> Sim. >> Não é pro cara não, por mais que fosse uma coisa ridícula do tipo uma sujeira no dente, entendeu? >> Sim. Ô, caramba, cara. Essa sujeira no dente aqui ia me deixar maus lençóis
numa foto bonita que eu iria aparecer. Sim, >> pô, me ajudou muito, >> sacou? >> Ouviram, pessoal? A minha pergunta foi pragmática. Qualquer empresário ali? Sim, perguntei duas vezes, mas eu adorei. Eu encontro lucros escondidos. Hum. Encontro lucros escondidos. De onde que veio essa ideia da margem, Recorrência, escala? Quem foi que plantou isso na sua cabecinha? Quem foi? Quem foi essa pessoa que plantou isso na sua cabecinha, >> cara? 2014, na mesa da casa do Flávio Augusto da Silva em Orlando, na Flórida. Minha primeira viagem internacional foi um daqueles 10 jovens que de alguma forma
o Flávio viu algum potencial de liderança. >> Mas como é que ele achou vocês, >> cara? Ele eu acompanhava o GV, >> tá? >> Tá. Ele anunciou que o GV ia entrar numa fase dois e aí nessa fase dois ele ia inicialmente sortear 10 pessoas. Só que graças a Deus o Brasil tem muita burocracia. Tinha que registrar sorteio na Caixa Econômica Federal. O Flávio Sempre contra suas bobagens, entendeu? >> Ele falou: "Cara, não vou sortear coisa nenhuma. Eu vou decidir. Aí foi a minha esperança. Ele falou: "Ó, vou decidir, vou escolher". E ele deu critérios
muito objetivos, né? Só que não, né? Eram pessoas engajadas com a causa do geração de valor e que eu vejo algum potencial de liderança. É bem flá. >> Nossa, isso que eu acho super concreto, específico assim, ó. >> Ou seja, se vira moleque. >> Se vira, cara. Cara, a única coisa que eu tinha controle era do quantidade de comentários que eu fazia nos posts que ele postava >> para mostrar engajamento. >> É engajamento com a causa é o quê, né? Comenta, meu irmão, comenta, compartilha, interage, conversa, gera discussão nos comentários do do do Facebook, enfim.
E e aí um dia na minha pós-graduação, num sábado, levanto uma uma caixinha ali Do do Messenger. Já tinha mandado várias mensagens pro Flávio, queria que você fosse meu mentor, que nunca tinha lido. E levanta uma caixinha no Messenger. Oi, Pedro. No meio de 2 milhões de pessoas, você foi pré-selecionado. Preenche esse formulário aqui com as informações. Eh, até amanhã o meio-dia. Ele continua com essas desde lá que tem essas manhã ou meio-dia. Aham. >> Aí eu preenchi com toda sinceridade do mundo. Tinha um negócio lá que ia ter Que ia visitar o Rolando City,
sabe? Que ele tinha comprado, né? >> E aí eu não gosto de futebol, né? Gosto sem nada de futebol assim. E pergunta, perguntava lá qual esporte que gostava. Botei basquete. Ela falei: "Pô, vai que esse cara me pergunta alguma coisa >> de futebol, eu boto aqui para poder fazer uma média, né, cara? Aham. E e aí eu, cara, fui super sincero ali no que eu acreditava. E ele disse que ele ia anunciar no não, não disse na verdade que ia anunciar em lugar nenhum. Ele fez o GV top nessa época, que era foi um evento
que ele fez no Teatro Bradesco. Flávio fez um evento no Teatro Bradesco para 1500 pessoas que acompanhavam a página nesse período aí, nesse entre o anúncio do GV na fase dois e isso. E eu e Flávia, a minha esposa, a gente, cara, em casa, lutamos para comprar o ingresso. Ficamos de 11 da noite até 1 Da manhã para conseguir comprar um ingresso porque eh caiu o servidor na hora que ele foi botar, foi 35.000 1 requisições, cara, no servidor. Foi um uma aula online, ele deu tipo um webinar assim, né? Não tinha esse nome. >>
E aí as pessoas entraram para comprar >> e aí caiu. Então ia voltando, dando recusa, cancelado. E aí eu tinha um amigo que é um grande amigo meu que é um executivo do Flávio, Davidson Carvalho, ele falou: "Cara, ó, é, tá, dá para Comprar ainda, tenta aí, fica e tal". Aí eu, aí eu fiquei lá, cara, F5 e tá. E aí a gente conseguiu 1 hora da manhã, compramos, fomos pro GVP e ele não falou nada que eu tinha sido escolhido, não falou nada, cara. Do jeito Flávio Augus de ser mesmo, surpresa, sabe? >> Aham.
>> E aí chegando lá tinha a galera tinha um crachá do GVsauro e eu era GVsauro, né? E o meu não era, cara. Não tinha um nome, cara. Gessa. Pô, fiquei triste, cara. Olha só que bobagem, né? Eu, pô, cara, não fui escolhido, não deu o crachá do Gsauro, >> vim até aqui >> de Cabo Prio, cheguei lá, sentei. Aí na hora que ele falou, ele falou assim, ó, vou anunciar aqui os 10 GVs. Eh, se é quatro já sabem, seis ainda não, algo assim. Ou seis já sabem, quatro ainda não. E o primeiro que
ele chama Diretamente de Cabo Frio, por alguns segundos. Eu pensei assim, cara, quem de Cabo Frio? Pensei quem de Cabo Frio. Aí ele fala Pedro Quintanilha e tal. Eu eu fiquei assim com aquela cara bobalhada. Tem um vídeo disso, cara. Eu com maior cara de bobão, sabe? Pensando, cara, o que que vai surgir disso, né? E aí eu até tento pegar no microfone. Se ele fala assim: "Tira a mão do microfone, rapaz". E aí, cara? Primeira viagem Internacional, primeiro contato com riqueza de verdade, aumento de referência. Eh, cara, eu expandi, cara, o aeroporto de Orlando
tinha carpete. Nunca tinha entrado no aeroporto que tinha carpete, cara. >> Tem. Aí eu botei a mão no carpete. Eu cheguei em Orlando. >> Aí cheguei na casa do Flávio. Primeira vez que eu passo por uma porta venci na vida. >> Aham. >> Portona que é tipo dessa casa assim, sabe? >> Aquela portona assim, né, cara? E aí confrontado com as minhas crenças, >> certo, >> de perebice, minhas perebices, do tipo, para que é uma casa desse tamanho? uma casa, qualquer levador dentro da casa, >> essas coisas. E aí na mesa da casa dele ali,
dentre várias coisas que ele foi ensinando pra gente, uma delas ele fala Assim para todos nós que estávamos ali, né? Eu costumo dizer que a semente é a mesma, né? O que muda é o solo que recebe, né? >> Isso aí. Então ele trouxe aquele ensinamento para todos, eu peguei para mim, falou: "Olha, um negócio que cresce e se sustenta ao longo do tempo, ele tem três pilares: margem, recorrência e escala. Aí eu comecei a raciocinar. Opa, margem eu tenho por quê? Eu vendia Consultoria. >> Uhum. >> E já tinha um blog que vendia infoprodutos.
Mentalidade empreendedora era um um blog que vendia produtos digitais de outras pessoas. Eu ganhava comissão com isso e eu vendia serviços de consultoria usando o conhecimento que eu tinha na pós-graduação e coisas desse tipo. Sempre gostei desse dessa questão acadêmica, sempre valorizei bastante esse aspecto. E aí entrava nessa nesse Aspecto e eu olhei o seguinte, cara, margem eu tenho. Por que que eu tenho margem? Que eu vendo serviço. Se eu vendo serviço, o que que eu tô limitado? Eu tô limitado à minha confiança ou o meu nome no mercado, né? Era assim que a gente
raciocinava. Se eu tenho um nome célebre no mercado, eu tenho mais confiança, cobro mais. Se eu tenho um segmento específico que eu trabalho, que eu me torno referência, eu consigo cobrar mais. Eu tenho margem. Então a Margem ela tá no meu controle. Quanto mais confiança, mais eu consigo cobrar. Beleza? Escala eu também tinha. Por quê? Porque eu via a a o boom dos produtos digitais e eu tinha, cara, alguns produtos ali que eu escrevia o artigo, postava e vendia um monte. Tinha produtos que eu vendi 5.000 cópias, cara. >> Aham. >> Eh, organicamente, sabe? Eh,
por quê? Porque eu aprendi a escrever, mandar E-mails e vender, escrever ofertas, né? Copywriting, tudo mais e tal. E aí então tem escala, eu posso vender qual que é o custo de um control C, contrtrol V, de um link, qual que é o custo de um ebook, um PDF, enfim, tinha escala, só que eu não tinha recorrência. E aí eu entrei num parafuso inicialmente falando assim: "Cara, eu preciso ter um produto de recorrência, preciso ter um produto de recorrência. Naquela época, produto de recorrência era análogo a uma Plataforma de ticket baixo. O Flávio tinha o
meucesso.com, era uma referência. Eu falei: "Cara, como que eu vou construir o negócio? Tem que ter documentário, ter grana para gravar um negócio top daquele. Exigia um nível de >> de de profundidade de investimento mesmo para botar uma plataforma no ar. Eu falei: "Cara, não dá, não dou conta de fazer uma plataforma, mas eu tenho que ter recorrência". E aí? E aí que eu Peguei o que eu tinha na mão. Eu peguei o meu formato de consultoria que era pontual e criei um projeto que foi um projeto assim simples, só que muito funcional e à
frente do tempo para aquele momento, para aquela época do mercado digital. E basicamente eram sessões individuais sequenciadas, duas entregas em grupo e um evento presencial que dava início para uma um novo ciclo com novas vendas, com uma renovação. E aí eu criei esse projeto, cobrei R$ 18.000, sete malucos compraram e aí tava lá eu entregando sessões de consultoria, meio que mentoria, não tinha esse nome, não era esse nome, né? Mas era uma mentoria. Comecei de cima para baixo. Existia uma máxima no mercado digital nessa época, né? Falo nessa época parece que eu sou um velhão,
né? Eh, mas tinha uma máxima que era assim, você tinha que começar com o produto Baratinho, aí você ia subindo, né? E no mercado digital tem um um frisson com negócio de sete, 9 até 7, não sei o qu. 7 297, sabe? Era esse negócio assim 997. E aí você vai subindo aquela escadinha. E eu questionei esse padrão, cara. Comecei de cima para baixo, comecei vendendo um troço de 18.000 em 2014, que seria equivalente, sei lá, alguma coisa de 60, de 80, de 100 hoje, talvez. Então, essa perspectiva, eh, foi um arrá que trouxe e
aí trouxe o Quê? Margem, comecei a ter recorrência, não tanto escala, >> tá? porque eu entregava muito individual. Aí eu precisei começar a fazer uns ajustes e fui aprendendo, >> fazendo, aprendendo. E aí fui fazendo ajustes nesse modelo e e construindo algo que pudesse fortalecer esse grupo, comunidade. Opa, gosto disso, me sinto vivo fazendo isso. Sabe quando eu me vejo no futuro, eu me vejo fazendo isso, porque eu curto essa coisa de ensinar, De trocar, de olhar e o detalhe e tudo mais. Então, que é meio que essa essência da consultoria, só que colocada agora
em grupo de um jeito um pouco mais escalável, né? >> Sim. >> Eh, e aí essa perspectiva foi foi se abrindo e fui aprendendo, aprendendo, errando, acertando e fui construindo outros projetos para baixo e encontrei um jeito de me escalar. Basicamente foi isso que eu fiz. Quanto mais acesso e Suporte, mais eu cobro. Basicamente assim. Opa. Quanto mais acesso e suporte, mais você cobra. Acesso e suporte. Tá aí. Você teve essa visão na mesa lá em Orlando com o Flávio. >> Uhum. >> Beleza. A partir de então, tua relação com o Flávio muito próxima, ele
te tratou, né? >> Eu eu trabalhei no GVcast com ele, o Primeiro GVcast. >> Sim. Fiquei um ano aprendendo ali muito próximo dele. Eu ia dar umas palestras, ele sempre me orientava, tinha algumas reuniões que ele fazia com esses 10 GVs que ele me orientava. Foi um cara que foi foi presente assim, apesar de ser uma coisa que eu não ficava muito que publicizando, né? Mas sempre foi um cara ali que me inspirou que e foi muito Presente. Sim. >> Ô Pedro, hoje você tem um clube na Mentr League Societyum. Introlit societ ecossistema de educação
empresarial. Hoje o teu clube que ensina margem, recorrência, escala é um dos sete maiores num total aí de quase 140 clubes, indo para 150 daqui algumas, alguns dias, 153, inclusive, >> por >> e você cresce, cresce, cresce, cresce. A competição é acirrada, Os players são altíssimo nível. >> Uhum. Tem uma galera tua aqui, tem uma galera que que deu o resultado fruto da turma que tá aqui. Qual que é o resultado para Tem uma galera que tá assistindo, que não te conhece, tem uma galera aqui na plateia que não faz parte do clube, mas provavelmente
vai querer saber mais sobre o clube. Qual que é assim, ó, algo que você garante? Entra aqui que isso aqui você vai ter. Eu garanto. Eu garanto porque eu Conheço, porque eu tenho resultado, porque os meus clientes têm, porque a galera tem. Eu garanto que você vai conquistar isso aqui, >> cara. Assim, ó, eu preciso de uma matériapra para poder garantir alguma coisa, >> tá bom? >> Tá. Qual é a matéria-pra do meu trabalho? É vida. Vou falou e mais fundo. Noal, conhecimento notável em alguma área. >> OK. E o desejo de levar essa mensagem
mais longe >> com essas duas, >> com esses dois elementos. Se eu tiver um elemento, >> ó que legal isso. >> A pessoa tem um no área, ou seja, o que ela deseja ensinar e deseja ensinar isso e ela tem vida naquilo que ela faz, conhecimento acadêmico, conhecimento técnico, conhecimento que ela experimentou no mercado e deu certo e Conseguiu. E eu consigo pegar isso, essa matéria-prima, transformar isso em um projeto que pode ter a resposta como pode ser mentoria, mas não necessariamente a resposta certa é mentoria para todo mundo. >> Sim, >> pode ser outra
coisa, pode ser plataforma, pode ser treinamento, pode ser outra coisa. E a partir desse lugar eu consigo eu consigo trabalhar. >> Então, tá bom, vamos vamos fazer a anatomia do que você falou. >> Uhum. Quer ver? Eu vou fazer uma pergunta aqui. Quem aqui reconhece na sala que tem algo que tem um conhecimento específico que tem valor? Ó, quase que todos. Então isso aqui é o check one. >> Isso. >> Check. Check dois. Que você tem experiência que você tem no how. Você Tem algum conhecimento, levanta a mão. Vocês t experiência no how vida, que
é a vida. Então você tem, você chamou de vida e no howal, né? É vida e normal, a mesma coisa, né? Vida e norral. É normal saber fazer. Sim. >> Vida. Vida na para ensinar aquilo que viveu, né? >> Tá. Então você tá dizendo que essa >> e o desejo de ensinar. >> E o desejo de ensinar. >> É porque se a pessoa não tiver o desejo De ensinar, ela vai ser resistente a pegar para fazer algumas coisas, >> tá? Quem tem o desejo de ensinar aqui? Tá bom. Então o desejo >> mais noal. Essa
turma que tá aqui com essa matéria-pra bota todo mundo para ficar rico, cara. É muito provocativo isso, galera. É que vocês estão batendo palma, vocês estão aqui, vocês estão no clima, mas a galera que tá em casa, imagina, tem um cara do carro aqui dirigência, Aí assim, eu boto todo mundo, hein, você eu boto tudo para ficar rico. Você falou, >> hein? A mulher tá na academia fazendo um tríceps. Aqui eu boto tudo até perto peso, >> porque cara, se eu tô eh eu vou falar por mim assim, Joel J de 20 anos atrás, tô
sentado, tô ouvindo isso, >> cara. mexe comigo no âmago, no no na tripa. Ela vai aqui, ó. Eu tenho algo para ensinar. Sim, tenho. Eu conheço, eu Tenho conhecimento sobre esse assunto e eu tô afim. >> É isso aí. >> Eu tô afim. Vai me botar rico. Então tem algo que você sabe fazer com que eu sei, que eu não sei. >> É isso aí. Tem algo que você coloca dentro de um sistema. Você tem um sistema com que eu sei fazer, que tu não sabe o que eu sei fazer, mas não importa. Tu vai
colocar ele dentro de um Sistema. >> Uhum. >> E eu vou conseguir transformar esse algo que eu sei fazer em dinheiro, porque eu vou ajudar as pessoas. É, eu tô, essa é, eu tô testo no que eu tô falando. >> Certo. Tá certo. Esse é racional. Olha o livro de confiança do Pedro falando. Eu eu antes de eu te fazer uma pergunta, eu vou te falar uma coisa. Em 2014, não, 2012, eu cheguei numa conclusão mais ou menos parecida. 2012 eu tá, eu comecei a estudar de verdade marketing digital. Só que o marketing digital de
2012 era isso, pouquíssimas coisas. E a cada 10 coisas que eu estudava, eu não entendia 9,5, eu não entendia. E e ó, eu sou um cara que sou estudioso, leio, eu, eu enfrento o conhecimento, Mas eu não entendia. Eu não entendia porque eu não tinha bagagem sobre aquele assunto. Então o cara falava assim: "Land pag". Aí eu traduzia: "Land, aterrizagem, página de aterrizagem". Página de pouso, né? >> Página de pouso. O que que ele quer dizer com isso? Landing page, página de pouso. >> Não entendia. Vai mais fundo. Que é o jeito de falar, cara,
uma landing page é uma página de captura de interessados Para alguma coisa. Depois que eu entendi. Ah, agora entendi. >> E aí você vai ter o e-mail responder. Email responder. Mas qual plataforma que usa? Aí você vai usar um software e aí os termos sim >> eram termos muito novos. >> Soo 100 e tinha um termo muito. Então qual foi a minha conclusão? >> Uhum. >> Naquela época lá eu falei assim: "Eu só Preciso do método. Vai dar. Eu tenho algo a ensinar. Eu tenho muita vontade, eu não sei o sistema, eu não sei o
método. E aí foi aí que eu começo a entrar em programa de mentoria. Eu comecei a entrar em programa de mentoria. Eu come Porque assim, gente, eu fui atleta. Um atleta viveu a vida inteira com técnico, né? Então é muito comum para mim, é muito, é muito óbvio. >> Uhum. >> É tipo, não existe muito óbvio, né? Muito óbvio é pleonasmo. É óbvio. >> Uhum. >> A minha vida inteira eu fui orientado por uma pessoa. Joel, vai para cá. Vou. Joel, levanta o cotovelo. Levanto, Joel, a perna tá fora d'água, levanta a cabeça. Sim. Aí,
aí depois eu virei professor universitário, sempre tinha o mestre e o doutor. Aí eu fiz mestrado, eu tinha um orientador. Aí depois eu fui para os negócios, eu tinha um mentor. Então, minha vida sempre foi a do Mentor, tutor. >> Sim. >> E quando eu comecei a estudar, eu vi que eu não sabia check. E eu vi que quando eu buscava, eu ia, eu tinha uma demora para entender e ao invés de eu procurar o que, eu fui no quem. >> Boa. Quem pode me ensinar isso? Quem? Porque o quem vai te dizer o quê?
Quando, como, hoje, porque é um quem. O Pedro é um quem. Então eu tive essa Lógica. Eu preciso disso aqui. Sem essa ferramenta eu não vou chegar. Preciso de um quem? Não era tão formal esses programas que tem hoje de educação empresarial em formato de mentoria. não era tão tão abundante, tão óbvio, mas eu comecei a pesquisar. Quando você pega essa pessoa que tem essa matéria-pra, que eu adorei isso que você falou, cara, preciso dessa matéria prima. Você tá a fim de ensinar? Tô. Você tem um no barra vida, tô. Você Coloca dentro desse tal
desse sistema. Do que você pode falar que é feito esse sistema? Tem etapa? Quantas etapas? O que que é? Qual que é o processo? Cara, assim, eh, o fundamento do que eu trabalho tem uma uma base bem sólida do ponto de vista técnico, com uma inspiração de um cara chamado Steve Blank, que é o customer development, que é o desenvolvimento de cliente. Então, antes da gente olhar pro produto Que é o normalmente a pessoa quer, a gente olha pro cliente. Então, a gente meio que inverte um pouco a lógica de se pensar: "Ah, eu quero
criar um curso." A pessoa, né, fala isso, né? Olha lá um monte de gente vendendo curso na internet. Aí ele vai querer criar o curso também porque ele acha que os a chave é vender o curso, né? Não necessariamente. Ele precisa entender o cliente. Então o que eu faço é pegar o no e a vida dessa pessoa com a vontade Que ela tem de fazer e as ideias que ela tem aqui e sincronizar com uma necessidade de um cliente potencial. E aí eu eu encontro o encaixe, o encaixe entre o produto e o mercado, que
tem o termo em inglês para ficar high ticket, né? >> Product markeds. >> Aham. >> Então a gente acha esse encaixe entre o produto e o mercado. Aí e achar esse encaixe se chama Validação. Então a gente tem etapas claras. Ideação, são as hipóteses, são os achismos, são as vontades, são aquilo que eu quero fazer e que eu acho que eu dou conta de fazer e que eu acho que as pessoas têm de interesse ou necessidade. Aí eu aterrizo isso e aí construo uma proposta. Essa proposta ela precisa encontrar o encaixe, que é a validação.
Validar é testar a minha hipótese no mercado >> e o mercado fala yes >> é isso como >> como >> com Pix. Essa é a resposta, >> não é? É legal, bacana. Tá, mas >> é compraria. Ah, compraria. Não, compraria não >> é. Comprei. >> Comprei. Por isso que inclusive em pesquisa exploratória, aí é outro bagulho aí que a gente pode ir pr para trás que é pesquisa exploratória. A Gente sempre olha pro passado, né? O que a pessoa já comprou pra gente poder ter mais em site do que a gente tá, é a gente
analisa o que ela já fez e nunca o que ela vai fazer, porque às vezes ela nem sabe qual o que que ela quer, se vai fazer mesmo. Então a gente olha para trás. Mas o grande lance aqui é a gente pegar esses essas ideias, aterrizar isso numa proposta. A partir dessa proposta, a gente encontra esse encaixe com a validação. Depois que validou, aí a gente vai tracionar para dar então escalar. Essa é a lógica. >> Validação. É Pix. >> É isso, >> ó. Essa essa esse corte é importante, né? Que legal, que bom, que
bacana. Tua fim. Pagou, >> pagou. >> Se um pagou, >> tá dentro. >> Se se vendeu um é vendável, né? >> É assim. Eu gosto, cara, de 12. Gosto de vender 12, que aí você acha o Judas, entendeu? No meio, aí você sabe quem você não quer também, entendeu? Meio, meio ami a find the Judas. >> Não, não, não, não, não. Vai, vai, vai, vai. Ainda toma no dois, >> cara. Muito bom. >> Eu gosto porque aí você descobre o quê? num num escopo de cliente mínimo, suas Primeiras histórias, você vai identificar o seguinte: quem
eu quero mais, quem eu quero menos ou quem eu não quero de jeito nenhum. >> Nossa, muito bom. >> E tem esse cara, sacou? >> Eu tô passando isso, eu tô passando isso por um por um projeto aí. >> Aí, ó, viu? >> Depois eu te conto. >> Tá bom. >> Muito bom. E é e na boa assim cá entre nós, nada errado, pô. Muito legal. Tu vai testando, validou, tu encontrou, tu vai encontrando o cliente, certo? Aquele ali bacana, aquele ali nem tanto. Aí tu azeita, esse sim, esse não. Testou, validou, achou o Judas,
encaixou 12 do jeito que você quer. Validei. >> Agora eu começo a pensar em tracionar, >> tá? Por, cara, >> quando a gente fala de venda de Conhecimento, >> mais importante do que a pessoa saber que eu sou capaz de ajudar ela, é ela conseguir enxergar outras pessoas a qual eu fui capaz de ajudar. É, é o que dá mais confiança. Porque normalmente, cara, a pessoa ela não compra por quê? ou porque ela não confia no vendedor, ou porque ela não confia na metodologia apresentada por aquele vendedor, porque ele não tem conexão com aquilo ali,
ou porque ela não confia Nela mesma. Quando ela entende que o vendedor é confiável, que a metodologia faz sentido lógico na cabeça dela, mas ela não vê pessoas parecidas com ela, ela fica resistente, ela é um, é mais difícil dela tomar essa decisão. Ela precisa crer mais. O, o, o, a, a venda, ela precisa ser mais incisiva ou mais eficiente em algum nível. às vezes tem até uma garantia maior. Que que a gente vê às vezes pessoas iniciando projetos No mercado dando uma garantia maior? Porque você reverte o risco. Qual o risco? Um risco daquela
pessoa dar o passo e aquilo não ser para ela. É, essas são as lógicas. Só que o que que acontece, infelizmente, no nosso mercado digital, a gente vai pegando essas esses padrões e meio que usando como se fosse uma receitinha de bolo, sem raciocinar e refletir o porquê dessas coisas, >> certo? Certo? E aí a gente vai criando uma massa de pessoas que só replicam: "Ah, tem que ter o produto de 97, aí eu vou lá e crio, né?" Mas o cara não questiona o padrão. Então quando a gente entende isso, entendi. Bom, beleza. Eu
tenho então um projeto que eu tenho 12 pessoas aqui, que eu quero mais dessas, tudo mais. Essas pessoas agora eu vou construir uma comunidade. Agora com essas pessoas eu consigo construir algo maior. >> Com as 12, >> com as 12. São as 12 primeiras Histórias. são mais poderosas até do que os seus grandes feitos, entendeu? >> Por quê? >> Porque são elas que validam a tua metodologia. >> Porque são elas que validam, >> são elas que proclamam a tua a tua palavra, sa, >> cara. Tá muito claro para mim, tá? Tua metodologia, velho. Não, tá
claro para mim que você dá ROI rápido para quem te Contrata? Tá claro? Porque tem a lógica da metodologia, tem a lógica da premissa, tem a lógica do da matériapra. Tá fim? Tô. Tenho para ensinar? Tô também. Tenho. Tem a lógica do encaixe. Beleza. Tem a lógica dos 12. Amei. Amei. Amei. Mas amei muito. Vou adicionar Find the Judas. Tá. Como que você traciona baseado nesses 12? É indicação, Eles te ajudam a trazer mais pessoas, eles validam a ponto como é que é essa esse processo de tracionar? >> Uhum. Três níveis, >> tá? >> Um,
indicação e ampliação do networking a partir dessas pessoas, >> tá bom? Esse é o primeiro. Esse é o se se a gente pudesse definir o processo de crescimento de tração com um desenho, seria um alvo. E no centro do alvo nós temos indicação e o crescimento do seu Networking a partir desses cases, >> tá bom? >> Você não precisa ser famoso para as pessoas, você precisa ser famoso para quem te conhece, >> tá bom? >> Isso eu aprendi com um Conrado lá atrás, >> tá bom? Isso é uma coisa importante, porque às vezes a gente
quer se valer dentro de uma premissa de, ah, não, eu tenho que ter autoridade, eu tenho que ter, quando eu tiver 1 milhão de Seguidores, ah, é fácil pro Joel porque tem não sei quantos milhões de seguidores, mas o cara não vê lá o Joel ralador lá que tava ali construindo a base, entendeu? >> É esse lugar. Então, eh, é de dentro para fora, beleza? Indicações, ampliei o networking a partir dessas desses resultados consistentes a partir da validando a minha metodologia. Aí eu venho para um novo nível. Os conteúdos que eu posso produzir A partir
da lógica e dos aprendizados com esses 12. >> Peguei. >> Pegou? >> Peguei. >> Então, o que o que esses 12 te perguntam nas calls de de entrega? São matériapra ou são elementos de gancho para você usar nos teus conteúdos para atrair mais pessoas parecidas com esses 12. >> Peguei muito. >> Então eles te dão o que é preciso. Esses 12 começam a dizer para você que você quer que eles querem mais de você. Eles te dão a planta para você subir um novo nível, criar uma coisa mais cara, por exemplo, da eles mesmos. E
aí a gente vai expandindo isso, conteúdo produzido a partir das ideias que essas pessoas, esse núcleo começou a te trazer. E aí a gente expande mais, aí a gente vai para um mar aberto. Aí é dominar tráfego. Porque aí com a inteligência desses 12, entendendo o que eu sei, entendendo o que eles querem, eu consigo ir a mercado para encontrar pessoas o quê? Que tm interesses parecidos. >> Galera, pausa, pelo amor de Deus. Se vocês não entrarem, vocês são muito tontos. Não é sério. É muito óbvio. Assim, tá óbvio. Agora do caminho. Olha a lógica.
Pega os 12, trabalha os 12. Dos 12 você vai gerar Insumos. Eles vão te dar insumos para você gerar conteúdo. O conteúdo é multiplataforma, multiformato, vezes delta t. Aí é o cara da consistência. Aí, baseado nisso, você vai pro mar aberto e domina tráfego, que é também uma uma sistemática que ele sabe fazer. É isso aí, >> cara. Já vi. Nossa, eu quero ir mais fundo no aqui. >> Mas antes, vocês gostam de açaí? Se eu servir um açaí de um patrocinador Aqui, vocês vão topar um comer? Então, para vocês, açaída de best açaí no
capricho. Aí, ó, chegando, ó. Olha isso, velho. Chega a sair, >> chega a sair no meio do negócio. >> Mostra, gente, mostra. Mostra o açaí chegando lá. Não, porque precisa de glicose agora, porque a gente vai fundo. Olha aí, ó. Um açaí da Debeste Açaí. Quero agradecer a Debeste Açaí, patrocinadora do JJ Podcast, a maior Franquia de açaí do Brasil. Gente, olha aí, ó. Se você quiser saber como é que você faz para participar da franquia deles, o link tá na descrição. The best. Obrigado. Galera que gosta. Ô, gente, vocês t que fazer assim, ó.
Hum, hum, hum. Um açaizinho. Hum. Olha isso. Eu sou o único podcast do Brasil que no meio eu eu sirvo a sair. É porque assim, ó, o açaí, galera, gostoso, né? Muito bom, né? O açaí ele Vai dar aquela energizada pra pergunta, entendeu? Dos 12. Você tem perfil dos 12 ou são eles são eles são parecidos ou eles são tipo eles são tipo os apóstolos que tem que ter as características? >> Então eu elejo alguns clientes tipo assim no no RR tem a Rai é o Neto, o José Neto. >> Sim, >> ele era um
dos 12 do Makers, >> tá? Mas ele tem qual a característica? Por exemplo, ele é como se fosse um discípulo de Jesus, assim que tem o Pedro, tem o João, tem >> ele tem, ele vai ter características daquela pessoa mesmo. Pego alguns clientes meus, falo: "Cara, eu quero ter mais desse cara aqui". >> Aí >> eu converso com ele, entrevisto ele. >> Mas o que que é mais esse cara aqui? Que qual é a característica dele? Ele é o Quê? >> Tem algumas características que eu gosto muito, cara, que é o seguinte: a pessoa que
ela não é resistente a mudanças. Boa. Esse é o cara que eu quero tem, ó, tem dois caras que eu não gosto de trabalhar, são os vitimistas e os soberbos. São os dois caras. No meu pit de vendas, eu tenho uma estrutura de pit que eu faço em eventos e tudo mais. Eu boto Assim, ó, quem eu não quero trabalhar, eu boto lá o cara que eu não quero, entendeu? Deixo claro para quem é e para quem não é. Quem não é o meu cara? Cara, o cara que sabe tudo, acha que sabe tudo. É
difícil você mentorar alguém com copo cheio, entendeu? >> Muito bom. >> Se o cara vem achando que ele sabe tudo, ele não precisa de mim. Então esse esse cara ele ele precisa se Dobrar, ele precisa se abrir para aprender. Eh eh o que eu trato muitas vezes mexe com aspectos que são contrainttuitivos, aspectos até que questionam alguns padrões do mercado. Então às vezes vem um cara que, pô, ele é ele é relevante no mercado dele e aí ele escutou de mim que eu sou um cara bom para ajudar ele. Eu sento com ele e começo
a orientar e ele começa, não, isso eu já sei, é isso eu já faço. isso não sei o quê. Ela Falou: "Cara, >> é, >> não dá para te ajudar". Então, o cara precisa ser ter humildade para poder aprender, entendendo, cara, nesse nessa cadeira aqui eu não preciso ser endeusado, não, entendeu? Não preciso, ser fã, eu não tenho muitos fãs assim, sabe? E só, eu só precisa ter humildade para ouvir e falar assim: "Cara, deixa eu pensar sobre isso que ele tá falando aqui. Deixa eu questionar. Não tem Problema o cara me questionar, questionar o
padrão, deixa eu questionar. Tem problema com isso. Agora, a resistência ela dificulta o trabalho. E aí tem um outro perfil que é o o mimimi. Esse cara vitimista, ele é alguém assim que você percebe ele nas nas conversas, né? Ó a vida, ó céus, tudo tá ruim, tá tudo sempre ruim, é tudo difícil, é tudo longe, é tudo, todo mundo é errado. O cara já fez 20 mentorias e todos são picaretas. Caraca, meu irmão, é o bonzão mesmo, né? Porque, pô, 20 caras e não tem um que presta, entendeu? Então assim, essa perspectiva, ela é
uma perspectiva que é mais desafiadora de trabalhar. Agora, entre o vitimista e o soberbo, eu ainda prefiro o vitimista. É porque o vitimista ele precisa de às vezes ele precisa de um encorajamento, Ele precisa de um carinho, de um cuidado. Às vezes ele foi muito machucado >> por algumas outras coisas. Aí você traz ele mais para perto, você ajuda ele ali, aí ele vê, aí ele percebe que ele existe poder na autorresponsabilidade, existe poder. Quando ele decide fazer e faz, aí ele vai crescendo. O soberbo, cara, ele é alguém que é resistido na vida. Então,
deixa esse trabalho normalmente pra instância superior, Entendeu? Deixa, cara. Cara, não quer conselho, eu não vou ficar dando conselho, entendeu? >> Pois é, não dá para ajudar quem não quer, né? >> É, >> essa semana passou curioso o que você falou. Um mentorado decidiu sair do programa de mentoria, que já tava um tempinho, né? Aí falou Para CX, falou: "Ah, vou sair". E aí a CEX me falou. Aí eu fui falar com ele na boa, pô, cara, é isso mesmo, gosto de você, relação é legal com você e tal. E pela primeira vez ele mandou
um texto que tava repleto de vitimismo, repleto, cara. Ah, e eu nunca tinha visto isso nele. E eu falei: "Caramba, nesse clima mesmo não vai dar. Acho melhor ele seguir. Eu não tive vontade, entendeu? Ele colocou, ele terceirizou muito as coisas, >> ele terceirizou demais as coisas. E tem uma máxima que é assim, né? Se você não escolhe o seu cliente, você é escolhido por ele. Então você pode falar assim: "Cara, eu não sou para todo mundo, pros vitimistas, pros egocêntricos, >> pros >> ah Preguiçosos". Imagina preguiçoso, tem preguiça. Você fala: "Cara, não entra, não
vai dar. Se vai ficar triste, eu também vou. Não, não, não vai rolar, cara. Muito bom. Qual que é a Beleza, vocês anotaram? Ideação. Qual é a segunda validação? Tração. Quarta, qual é? >> Escala. >> Escala. Fala da escala. Beleza. Escalar é repetir, >> que é o que você falou, mais repetição do queação. >> Repetição. Então aqui o o ponto chave é atração, porque depois que você validou, entre a validação e a atração tem um vale da morte. >> Calma. Entre a atração >> e a >> Entre a validação e a atração tem um vale
da morte. >> Tá bom. >> Por quê? >> Por quê? O cara chega cheio de ideia, vontade, quer vencer. Aí ele vem, estrutura, mostra, montou o produto, vai ao mercado, vende, fica feliz, deu ROY no que ele investiu normalmente com a gente. Ali é a hora do Roy já no comecinho. Por isso que você falou, o lance do Roy é rápido mesmo. Por isso, >> porque o cara na validação ele já começa a ter o retorno. Apesar de eu falar pra Pessoa não olhar para isso, ela olha, inevitável, mas o foco principal não é nem
isso, mas ele tem. Beleza? Quando ele começa a entregar e dar sequência a vendas, ele agora precisa desenvolver o que eu chamo das alavancas de tração. Ele precisa desenvolver processos de vendas, processos de entrega. Ele precisa transformar aquilo que era um projeto num negócio de fato. >> Você tá no tração aqui, processos de tração. >> Isso. >> Gosto de chamar de alavancas. alavancas de tração. E aí quando esse cara tá nessa fase, é a hora que ele se depara com a porta do aeroporto. Sabe a porta do aeroporto? Quando você viajava de classe econômica? Você
lembra daquela fase? >> Aquela época. >> Você lembra? >> Lembro. Então, nos aeroportos tem uma porta que você passa e aí tá Escrito assim, ó, proibido retornar a partir desse ponto. >> Não tem. >> Então, >> entre a validação e a atração também tem essa porta. Então, na hora que o cara tá ali entregando e vendendo, ele tá olhando para essa porta. Se ele passar, ele não volta mais para trás, >> tá? Ele não retorna mais, >> certo? >> Porque aí ele rompeu, aí ele virou virou Um negócio para ele. O plano B começa a
ganhar espaço na agenda dele para virar um plano A. >> Bom, >> passou do ponto de não retorno. >> Se ele não passar daquilo ali, ele desiste. E aí aquele projeto promissor que deu Roy, que deu dinheiro, >> vale da morte, >> acabou. Vai fazer outra coisa da vida. Ou ele retorna pro trabalho que ele tinha Antes, ou ele >> E qual que é esse limiar aí? O que que precisa fazer para romper? Qual que é o a premissa? O o indicador >> para mim é o entendimento de que antes de ficar melhor fica pior.
Essa clareza. Por quê, cara? E aí vem um ponto que que eu questiono dentro muitas vezes dos >> dos ensinos que a gente recebe no mercado digital, das facilidades, entendeu? o mercado Digital de alguma forma, né, eh ele ele se apresenta como uma pílula mágica muitas vezes e e isso gera em quem tá do outro lado uma coisa assim, não é mais fácil do que parece, só que no começo é mesmo. Ele faz dinheiro rápido, ele faz uma grana, ele ele retorna o investimento, ele consegue. Só que depois ele precisa ter disciplina, tá construindo um
negócio, Ele precisa ter constância, ele vai precisar dessa dessas desses elementos, desse comportamento de um empresário. >> Sim. E aí é onde muita gente racha e fica pelo caminho, infelizmente. Então aí é um é um trabalho que a gente faz para ele. É assim mesmo. O o principal trabalho é de conscientização de que vai ficar pior antes de ficar melhor, entendeu? É isso, cara. Vai doer mesmo. É isso. Vamos embora. >> Quando ele tem essa consciência, ele Atravessa. >> Ele atravessa. Por que que ele atravessa? Porque ele sabe que ele tá com a expectativa alinhada.
Para mim, a o o erro tá no desalinhamento de expectativa. Ele acha que ele vai botar uma página no ar e as coisas vão acontecer. Cara, vendas não acontecem. Você que faz elas. Elas não saem. Ah, eu vou botar um funil rodando no automático, não sei o quê. Tarará. Cara, é legal você ter uma um webinar toda Semana onde você não aparece, onde você não vai lá. >> Posso estar na Disney, >> tá rodando >> e tá rodando. É legal. É legal. Só que para isso teve que existir o quê? Uma validação, um processo, tá?
Tem outro, entendeu? Você consegue desfrutar. É aquela coisa do sem esforço, sabe? Aquele livro sem esforço? >> Sei. >> Você olha de casa, fala: "Ah, parece que É sem esforço, né? >> O jogador de basquete, quando ele vai fazendo as cestas lá, a gente vê, né?" Fala: "Cara, parece que ele não tá nem se esforçando, né?" Mas por quê, cara? Fez 1000 >> mil cestas antes. O nadador lá, caramba, parece que tá voando na água. É tão leve, parece que ah saiu nem saiu cansado, né? O cara olha e fala: "Pô, >> é quando >>
o cara tá destruído, né? >> Quando eu termino numa palestra, eu já ouvi isso aqui. Nossa, você fala, João, parece tão simples." >> É, é isso. >> Mas eu falo há décadas. >> Quanto tempo você fala, repete e desenvolve, entende como as pessoas funcionam, né? Então é, é isso, é fruto desse, desse para baixo, desse que não fica visível. É fruto do que você desenvolveu lá na caverna. na repetição. Então, a grande chave para mim aí é quando o cara rompe, ele passa por esse por essa porta do não retorno, né? Aí, amigo, >> aí
corre para abraço. >> Aí ele é jogador, cara. Ele é um player do mercado. Aí ele se tornou um player que pode liderar o mercado. >> Conta um pouco desses cases que você tem aqui pra turma saber assim, uma pessoa que entrou de um jeito tipo resultado, tamanho, coisas que você pode revelar e Que são inspiradoras assim, cases, sei lá, dois cases de pessoas que você lembra assim de bate pronto. >> Cara, tem alguns e que começaram do zero comigo assim e que tiveram resultados bastante expressivos, né? Tem vários aqui na sala, tem alguns inclusive,
né? Natália que tá ali, ó. É um grande case. >> Levanta aí, Nati. >> Levanta aí, Nati. Ol, tem torcida. >> É, A Nati arrebentou na fase de validação. Você fez quanto na fase de validação, Nati? Tem >> dá o microfone para ela aqui, Rafa, pra turma de casa ouvir também. Conta o case da Rafa. >> Conta, conta aí, Nati. >> Nati. Rafa, é ele na que eu >> é às vezes acontece essas coisas na minha cabeça. >> Eu entrei a do Pedro Mar, a senhora tavaando aqui médica e a Méxa trabalhava 90 hor por
semana e eu recebi uma moça de R$ 3.500 por mês, né? E aí eu procurei o Pedro numa esperança de fazer isso, né, que ele tá falando que faz desse jeito que ele falou que fazia. E cadê o Artur? O Artur foi meu vendedor, meu grande amigo hoje, que me contou que o Pedro fazia exatamente isso. Não conheci o Pedro. Eh, não tinha mentoria, não tinha produto digital, não tinha nada. Eu tinha um Instagram, mas Eu não ganhava R$ 1 com Instagram. Outras pessoas acham, ah, você tinha seguidor, então ganhava dinheiro com isso, nem um
centavo. Eh, criei o produto quando eu terminei a residência em fevereiro, passei em março inteiro, imersa, estruturando um produto. Fiz a minha primeira venda final de março e final do primeiro mês a gente tinha vendido já R$ 100.000. Hoje a minha mentoria tem 50 consultórios que eu Ajudo a liderar. Minhas alunas estão aqui, >> olha aí. >> E dentro desses 7 meses eu faturei R$ 1.200.000. >> Olha aí. >> Obrigada, Pedro. >> E uma bolsa de R$ 3.500 para >> R$ 3.500 para um faturamento de R 1 milhão. 1.2. E eu entrei devendo ainda. Falei:
"Pedro, não tenho dinheiro para te pagar". Falei: "Pastor, não tenho dinheiro para te pagar. Bom, mas tava fim, >> mas tenho força de vontade. Tô sem ensinar o que eu vou, o que eu vou ensinar, eu sei fazer. E mês que vem eu não sei como é que eu vou pagar esse dinheiro, não, mas vai dar certo. >> Vendo, >> não desejo foi isso de energia de fazer dar certo. E deu. O Pedro puxou muito, Me puxou muito assim, me incentivou muito. E ele me manipulou no começo. Eu falei isso para ele, isso que ele
faz manipulação, porque eu sou competitiva demais. Ele ficava assim: "Duvido tu vender mais um." >> Ah, já achou o cabelo. >> Duvido tô vender mais um. Não, três só que tu vendeu hoje. >> Ah, eu quero uma reunião com você. Vende duas aí a gente conversa. >> Eu quero falar contigo. Não, vende mais Umas três aí. E aí, nessa brincadeira >> você tem que merecer essa reunião, né? Eu mereci consegui. >> Obrigado. >> Ó, o Pedro, se vocês ficarem honrados com Pedro, ele está aceitando relógio de presente. Pode começar a dar relógio para ele, tá?
Ele vai começar a entrar no mundinho do relógio depois. Mas >> tá neta ele tá me >> É, eu tô eu tô também na cabecinha dele. Aí você vai dando um reloginho para ele, ó. Vai na reunião, depois manda um reloginho. Ou vende dois ou dá um relógio. Quem der relógio, ele também tá aí na reunião. >> Dica quentíssima. >> Fala mais um um que isso aqui, >> cara. Jean. Jean tá aí. Aí, L. >> Ó o Jean. >> E aí, mano? Uma semana, 300.000 Não foi 294, acho. Não foi? >> Você lembra melhor que
eu, cara. >> Que a gente é, a gente lembra, >> cara. Eu acho que eu sou o case do Pedro que ele falou no começo que não é só pra mentoria, né? Porque eu entrei no grupo dele pensando na mentoria e acabei transformando num modelo de parceria pra minha empresa. Subir pro master dele e esse ano a gente multiplicou quase que por cinco as vendas do escritório, Porque tem um escritório de advocacia que não tinha nada a ver com a mentoria, cara. >> Sim. Você vê que não é só mentoria mesmo, né? Foi meio que
um treinamento. >> Você entrou pelo Você entrou pel advocacia? Entrei. >> Ele queria fazer uma mentoria. >> Mentoria para advogados. >> Aí eu fiz uma reunião com ele de planejamento, >> tá? >> E percebi nessa reunião de planejamento que ele tinha uma uma oferta que seria mais interessante do que ele criar um grupo de mentoria dentro dos padrões, entendeu? porque ele tinha um elemento no negócio dele que era a capacidade de geração de leads em volume, >> certo? >> Que é uma coisa que advogados de um modo geral t dificuldade, >> certo? >> E aí
usando esse racional e a Metodologia eu encontrei o encaixe com ele. Qual é o encaixe? Cara, eu gero leades para advogados, eu faço uma parceria, esse cara me paga e depois eu ainda ganho um sucesso com ele lá. E aí criei com ele isso. Ele fez seis reuniões, seis vendas, botou 290 e poucos mil. >> Foi rou no primeiro mês. >> É, >> olha isso. >> E segue crescendo. E aí depois desdobrou Pro pra dinâmica de olhar o negócio como um todo dele, entendeu? >> Qual a marca aí que você gosta, F? >> Pergunta pro
Joel. >> Vou dar um epote. >> Entendeu? Primeiro que a gente tirou ele daquele zoom e trouxe ele para para aqui. Agora a gente vai tirar o Apple Watch dele e vai dar um reloginho para ele. Ó, ó os cara lá atrás, ó. Ó os cara, os caras estão já estão gostando da ideia. É que ele vai falar assim: "Não, mas relógio, Joel, aprovei a hora". Depois a gente explica para ele. >> Eh, você faz, você faz. Parabéns, cara. Palmas, Palmas, Palmas. Você faz reunião one com todo mundo que entra, tipo assim, um onboarding? >>
Eu faço reunião individual com todos os meus mentorados, não necessariamente quando ele entra, mas todos os meus mentorados têm acesso com reuniões Individuais comigo. >> Vamos tá aqui, ó. Então, chegamos numa fase aqui, ó, do da mentoria. >> São determinados momentos, entendeu? Pode ser no planejamento, pode ser na no boas-vindas, pode ser no meio do ciclo. É quando é importante a minha entrada para ajudar o cara. Pô, uma entrada dessa na primeira semana ao tanto que deu. >> É. >> Então, chegou um momento que é o Seguinte. Você que tá em casa, que você tá
ouvindo, já tá ouvindo, o Pedro já anotou, eu anotei, a turma que tá aqui também, se a galera quiser fazer a sua mentoria, quiser conhecer, quiser agendar um bate-papo, eu quero deixar aqui um link do teu, pode ser do teu Whats, pode >> mesmo. >> Pode. >> Então, galera, o WhatsApp do Pedro Quintanil aqui na descrição do vídeo, na Descrição do áudio, na descrição. Manda mensagem, vai falar com Pedro e com o time. Explica a mentoria. Então explica assim, ó, como que ela é? Ela é anual, tem encontro, tem online, tem reunião. Conta aqui um
pouco dessa turma que experimentou. Ó, tem outra turma aqui que ainda não experimentou, mas vai experimentar. Como é que funciona ela? >> Cara, o meu processo ele é assim, é um um projeto anual, tá? Dividido em etapas. E essas etapas elas têm prazos Para conclusão que a gente tem do nosso lado de expectativa. Então assim, eh, ideação, validação, tração, escala, ideação, 4 semanas, validação, 12 semanas, tração, 36 semanas, escala, o restante do período, porque a escala é infindável e a gente segue junto. >> É assim que funciona? É assim que funciona. E todo o processo
ele é pautado na seguinte, na seguinte lógica. Eu costumo conceituar a mentoria como o Caminho que você precisa para alcançar o resultado que você deseja. Então eu preciso da matéria-pra o desejo, o resultado. E aí eu vou traçar esse caminho. Como que eu consigo traçar esse caminho? De uma forma muito assertiva. Eu faço um diagnóstico, é um documento que a pessoa preenche com as informações do que tá na cabeça dela, planejamento individual com um consultor da minha equipe formado por mim, que domina a metodologia. E depois desse planejamento individual, um acompanhamento semanal. Só tem uma
coisa que impede alguém de trabalhar comigo, caso ela tenha passado por aqueles critérios ali do não ser soberbo, não ser vitimista e tudo mais, matériapra, nã >> diagnóstico ou qualquer segunda, >> diagnóstico, planejamento, acompanhamento, >> tá? >> Quarta-feira nós usamos verde. >> Se não usar, >> quarta-feira é o dia da entrega da mentoria. E para lembrar disso, todos nós usamos verde na quarta-feira. Então, quarta é dia de mentoria. Se o cara conseguir me entregar a quarta-feira dele, eu entrego o que ele quer. >> Entendi. >> Você entendeu? >> Se o cara reserva na agenda dele,
que é dia de clássico, que é dia de verde, >> é isso. Toda quarta. >> Pô, muito bom isso, cara. É isso. >> Ou seja, o o fator comprometimento é determinante. >> Determinante. Então, quarta-feira é o dia que eu passo o dia com os meus mentorados. Então, tá lá de manhã com um grupo, de tarde com outro, de noite com outro. Então, eu vou ali caminhando com eles e ajudando cada um a avançar no seu processo. >> Por exemplo, você fica quantos quantas Horas nesse dia? >> É o dia. Eu passo o dia, é o
meu dia dedicado a à mentoria. Toda quarta-feira é o dia. Ou eu ou os meus consultores. >> Ah, então tá. Só tô mentorando. Aí na quarta-feira eu >> vai ser assim, >> visto verde e vou. >> É isso aí. >> É, você mexe verde isso aí. >> Verde mais ou menos, né? Eu visto verde e vou >> e eu posso ficar com você. É coletivo, é individual. >> É coletivo, porém cada projeto é tratado individualmente. Tá >> bom? >> Como funciona isso na prática? É assim, primeira quarta-feira do mês é um encontro estratégico, segunda quarta-feira
do mês é um plantão operacional, terceira quarta-feira do mês eu tenho um destrava, que é Perguntas e respostas rasgado comigo, falando as verdades que a mãe dele nunca contaria para ele. E quarta, quarta-feira do mês, é um encontro técnico, que pode ser comigo ou com outra pessoa melhor do que eu. Então, basicamente, a perspectiva do que a gente vai trabalhar é toda quarta-feira esse cara vai est voltando pro trilho dele. E o plantão operacional ele é um dia de trabalho. Significa que naquela quarta-feira tarefas que ficaram Pendentes ou coisas que ele disse que ele não
dava conta de fazer, ele faz literalmente. Ele entra no Zoom, a gente bota uma musiquinha low f, ele puxa uma tarefa e ele faz a tarefa ali na hora. Não tem margem pro cara não fazer, >> cara. Não tem, >> não tem margem. É, é assim, é, é aquilo, se ele tiver afim, ele vai executar, ele vai avançar. Por quê? Porque eu encontro um espaço na agenda dele. Eu entendi, cara, que um dos principais problemas Das pessoas não avançarem é que elas não dão espaço na agenda. Elas ficam cheias de promessas, cheias de desejo, cheio
de vontade, mas não para para fazer o que tem que fazer. Então eu paro, eu falo: "Cara, tu vai parar?" Ah, quando quarta-feira, "Que horas?" O dia todo. "Ah, mas eu só posso uma parte." Tudo bem, você me entrega uma parte, você me entrega só uma parte >> e os outros você vai encaixando esse Trabalho. Porque eu atendo em partes, né? >> Eu atendo de manhã uma galera, de tarde outra galera, de noite outra galera. E aí quando eu atendo a galera da manhã, que que eu falo para ele? Ó, tá resolvido, não tá? Tem
alguma pendência? Usa tarde e à noite, não entra em reunião, >> certo? >> Faz, >> já tá com a agenda fechada, não tá? Agora usa isso aí para trabalhar, pô. Vai trabalhar. Tá liberado para trabalhar. Aí a pessoa trabalha. Porque um dos problemas, cara, é que empreendedor ele não tem chefe, né? Ele não tem chefe, cara. Não tem alguém para Ah, ele ele pode ficar sentado assistindo Netflix, cara. >> É isso aí. >> O dia todo e ninguém vai falar nada, a não ser que ele seja casado, né? Enfim. Mas você entende, teoricamente Ninguém vai
falar nada se o cara ficar o dia todo jogando videogame, entendeu? E aí ele ele, pô, ele tá, ele quer fazer, ele viu a oportunidade, ele viu que dá. Que que ele precisa fazer? botar na agenda e ter alguém que tem a coragem de falar para ele o que ele não gostaria de ouvir. >> Esse é um ponto. >> E você vai bem dando esses feedbacks? >> Eu vou, cara, porque eu eu dou o feedback a partir de um espaço de amor. Eu não dou para ganhar a discussão. Eu não tô nem aí para ganhar
discussão. O cara pode me provar que eu tô errado, cara. Não tenho problema com isso. Eu mudo de opinião. >> Aham. >> Não tem esse problema. Eu quero ver o bem dele. Eu quero que ele vá bem, você entendeu? Só que a partir do que eu trabalho, eu tenho níveis, né? Tem Lei, conselho e opinião. E eu separo isso bem. Lei é o quê, cara? Iegal, tá fora, não tem conversa. Iegal, cara. Sai fora. É lei. Sai fora disso. Vamos fazer o que é certo. Então, o que é o certo? Então, a partir do da
da premissa do certo, tem o conselho. O que é o conselho? Algo que eu fiz e que eu tive resultado. Algo que eu vi, eu apliquei em algum projeto e que teve resultado. É assim que faz. Eu vou ser incisivo naquilo, cara. Por quê? Porque eu já fiz. Então, não tem muita conversa, cara. Esse Então, o meu conselho para você é: faça isso, não faça aquilo. É, é objetivo. Agora tem opinião. Ah, você gosta de carro azul ou amarelo? Bem diferente opinião, né? Amarelo. Amarelo. Gosto de amarelo lá. Legal. Gosto de verde. Verde. Gosto de
verde. >> Verde é a cor do teu clube. >> É >> por quê? Dinheiro >> porque a gente quer tornar o mundo verde bom. A gente a gente se vê como sementes >> boa >> que são plantadas e que florescem e como uma árvore frondosa. A gente quer que pessoas possam repousar sobre as sombras dos nossos negócios. Cadê a Flávia? Tá afiado esse rapaz, né, Flávia? Que bonito, cara. Que legal, mano. Nossa, eu tenho uma provocação para te fazer, mas Antes eu vou tomar um café com você. >> Cheirinho. >> Café ou ou chá. >>
Café. >> Café. >> Maker toma café. >> Maker. Maker toma café. >> Sem açúcar. >> Sem açúcar. Eu vou tomar um chá. Pedro Quintanilha. Cadê o seu livro? Ah, >> cadê o seu livro? Tá escrito desde 2017, nunca lançado. Acredite ou não, tá engavetado. >> Vou ter que fazer uma reunião toda quarta-feira para liv, >> cara. Eu ten que fazer uma reunião quarta-feira, vestir verde. Vamos embora. E fazer assim, ó. Pá, cadê o livro? >> Ele vai, aí eu vou falar com ele de manhã, aí à tarde. Tem deu >> vai trabalhar. >> Vai trabalhar
>> eles ve todo. Bota a Flávia, bota os consult para trar. Pô, o cara não merece escrever um livro, gente. Lançar, né? Já escreveu, né? Mas tem muita coisa para compartilhar, cara. Livro é metodológico, ó. Metodológico, filosófico. Traz filosofia, tem história, tem case. Sabe uma coisa que você podia fazer? Vou provocar aqui. >> Hum. >> Eu sou o cara do Eu tudo passou da minha frente, falo livro. Agora eu falo livro e relógio, entendeu? Café e açaí, né? Você podia fazer um livro de qualoria com todos os teus mentorantes, cara? Boa ideia. >> É boa
ideia ou não é? Pega cada um capítulo, você organiza, faz o prefácio, cada um escreve um Capítulo, uma grande transformação. Não precisa criar o título do livro agora por enquanto, mas eu acho que depois ele vi, o título vai ficar claro e a turma, a turma escreve >> animal. >> Animal, >> animal. Au, gente, livro de qualoria é animandis. L, o livro que eu li, que eu mais gostei, curiosidade, é assim, sabia? >> Culturia, >> chama Venha ao teu reino. É um livro de missionários da Jokum, um projeto chamado Jovens com uma Missão. E esse
livro, ele foi um livro impactante, cara, que transformou minha vida assim num ponto de vista de enxergar princípio naquilo que faz, sabe? me inspirou muito. É, é o livro que eu mais gosto assim de todos. Não é um livro mainstream e tudo mais, né? Chama Venha o teu reino. >> É boa ideia. >> É, >> vai fazer. >> Excelente. Vamos, vamos. >> Faz, pô. >> Vamos então. Tá bom. Pro para 2026. >> Faz pros novos que vão entrar também. Faz, bota todo mundo. A gente bota na na Buzz lá. A gente fala com o Anderson.
>> Legal. >> A gente faz pela Buzz. Se quiser pode usar o espaço. Não vai Nem lançar o livro dentro do Zoom, né? Não, né? >> Esquisa, eu vou tirar ele daquele zoom uma vez por semana na quinta. Aí veste a veste branco como >> vamos embora. >> Pode usar aqui o espaço. Vai ser um prazer vocês virem aqui lançar. >> Legal. >> Vai ser ótimo. Porque cara, são muitos cases. Essa história dos 12, os cases, o Crescimento, a pessoa lê, ela se inspira. É bonito o projeto, sabe gente? É muito bonito. Eu sou um
cara que eu fui transformado pela educação, né? Educação para mim é libertadora. Foi e é libertadora. Eu não preciso que ninguém me diga que eu tenho que ler um livro ou que eu tenho que estudar. Olha só que coisa interessante. Tava tava viajando tem dois dias. Há dois dias eu fui palestrar no evento e aí Eh, peguei um voo, a gente pegou um jato e aí eu não tem internet, eu tava de boa, falei: "Vou escrever no bloco de notas". Aí comecei a escrever uma coisa que eu nunca tinha escrito. Acho que é legal a
galera que que trabalha aqui na J ouvir isso aqui, que eu compartilhei isso com a Malu. Quem são as pessoas que eu quero que trabalhe comigo? Quem são as pessoas? Ah, comecei a Falar, quem são essas pessoas? Como que elas de que ser? Eu tenho os princípios aqui, né? Quais são os como que as pessoas têm que se comportar, mas eu fui para uma alta camada. Quem são as pessoas que eu quero que trabalhe comigo? Porque eu não falo que as pessoas trabalham para mim, eu falo que elas trabalham comigo. >> Sim. >> Foram 26
coisas, 23 coisas. >> Características. >> Características. Chuta a primeira. A a primeira que a que apareceu na minha mente assim de curto prazo assim, eu escrevi a primeira coisa que a pessoa tem que fazer, sei lá, pontualidade. >> Eu sou isso aí também muito, mas não foi isso. Foi interessante, cara. Ah, eu sou o cara da eu tenho um lance com pontualidade muito forte, muito forte mesmo, assim, aprendi desde menino, mas não foi isso que apareceu primeiro. E eu me, eu me conheci mais fazendo isso. Chutei. >> Autorresponsabilidade. >> Estudar. >> Estudo. >> Você acredita,
cara? Eh, autorresponsabilidade apareceu. Eu falo: "Quem que eu quero que eu trabalhe comigo?" Eu um que estuda, caramba, eu tava accionando com malu. É um valor para mim, alguém que estuda e estudar no trabalho, é fora do trabalho. Sabe quando você pega um livro, dá uma lida, aí para um pouco, aí vai lá, faz uma extensão, faz um curso, vai na parte técnica, você se estuda. >> Uhum. >> Porque eu gosto de falar, cara, que que você tá lendo? Qual foi o último livro que você leu? Onde que você busca as suas referências? >> Legal.
tem nas pessoas, tem nos estudos, nos lugares. Por isso que eu falo, falei do livro. >> Uhum. >> Porque quando você pega o teu time, teus mentorandos e escreve um livro, um cara como eu e que tem muito mais pessoas, a turma aqui também que gosta de estudar, vai pegar um livro de coautoria e vai ler e vai falar: "Uou, caramba! Uou! Olha só o que essa doutora falou, olha só que o advogado falou. Nossa, isso aqui foi é tudo clique. E muitas vezes, pessoal, o que é óbvio para nós é tipo a salvação da
outra pessoa, sabe? >> Sim. >> É o milagre da outra pessoa, é o sinal da outra pessoa. Ela pega, ela fala: "Meu Deus do céu, eu precisava desse sinal." E eu abro essa página e vejo o teu texto, cara. >> Uhum. >> O teu texto. Você falou: "É, foi isso que eu fiz." Não, >> tô acho que também fazer um de qual teoria. Já tô mexido >> aí. Sabe onde que eu vou propor um livro de cultoria? Mentores da Meless. >> Legal. Estarei lá. >> Só os mentores. Mas a gente tá tomando um cafezinho aqui,
um chá. Oferecimento Cheirinho Bom. Cheirinho bom. Me corrige. Não é cheirinho. Ô >> cheirm. >> Cheir >> cheirm bão. >> Cheirbão. Do Du e do Wilton também são Dois queridos. Estão com a gente aqui já tem 3 anos. um ecossistema de franquias para café muito bacana. E aí tem um quadro chamado Café com Conselho. Oferecimento cheiam bom. O Pedro depois que vestiu verde na quarta, na quinta-feira tá cheio de reflexão, né? pensou aqui, trocou uma ideia, no outro ele foi lá falou que até a mãe dele não fala, no Outro ele mandou de opinião, no
outro ele ajudou e ele quer pedir um conselho na quinta-feira. Tá bom? São três perguntas no Café Conselho. Você vai sair para tomar um café, para pedir um conselho. É com quem? Qual é o conselho que você vai pedir? E qual resposta você acha que você vai ouvir? >> Vivo ou morto? Pode ser, pode ser os dois, >> cara. Eu pediria um conselho pro meu Xará, apóstolo Pedro da Bíblia. Boa. Eu perguntaria para ele, eu perguntaria para ele primeiro, cara, por que que tu negou? >> Por que que você negou? >> Esse seria uma pergunta
>> tão apegado, né? Tão próximo, né? [ __ ] tu tu é um cara que respondia primeiro, ia para cima, tudo era você tava que tu Negou. Eu acho que ele me responderia que foi por medo ou por alguma coisa que ele tava planejando e fazer uma saída estratégica para fazer uma coisa melhor, talvez. É o que eu acho que ele me responderia. E depois eu perguntaria para ele, hein? Que que fez você se entregar >> e morrer por essa causa? Porque é muito fácil a gente falar que a gente acredita em alguma coisa quando
a gente não é provado até as últimas circunstâncias naquilo que a gente diz que acredita. E alguém ter coragem de morrer por uma coisa que ele acredita sem ver a conclusão de uma obra >> sim >> que foi prometida. Cara, é muito bizarro. A gente olha pra vida de mártires e cara, na boa, assim, tem a minha fé, mas eu não sei, cara, que que é ter uma arma na tua cabeça e negar ou não negar aquilo que você diz que você acredita. >> Sim. Eu não sei o que é colocar a minha vida à
prova diante daquilo que eu disse que eu acredito, ao ponto de morrer, sacou? Então, a disposição de morrer por uma causa, cara, mexe comigo, sabe? Então, as histórias de pessoas que dedicaram às suas vidas por causas que elas acreditavam me inspira e e me faz refletir e pensar e até me questionar o quanto eu de fato acredito nas causas que eu digo que eu acredito. Até que ponto? Entendeu? >> Que que você acha que ele te Responderia? Eu acho que ele me responderia que ele perdeu o medo. Ou é isso que eu acho. Gostaram do
papo, gente? Muito forte, né? Tá acabando o JJ Podcast. Ô, honestamente, cara, vocês foram muito legais hoje nessa plateia. Uma palma para vocês, tá? Foi muito divertido. Tem mais uma última pergunta que é para Finalizar. Antes quero reforçar quem quer conhecer a mentoria do Pedro, o link tá na descrição, tem um QR code na tela também e é o link do WhatsApp, tá gente? Então, para quem é, para quem não é tua mentoria, teu programa, conhecer você, tá perto, próximo a você, para quem é e para quem não é. >> Um empresário, um bom profissional,
uma pessoa que tem um conhecimento notável em alguma área e tem o desejo de ensinar esse esse conhecimento, de transformar Isso em um projeto que pode ser vendido com margem, recorrência e escala. é para essa pessoa. >> Pronto. >> É isso. >> É isso. Então, se você é este profissional, tá nesse momento, tocou você, chegou até aqui o final, eh, viu o jeito que ele fala, o que ele fala, como que ele fala, sobre o que ele fala e também é uma pessoa que eu conheço, que eu que eu conheço e Reconheço e recomendo, tá?
Na Mentor League Society, que é o ecossistema de maior relevância na educação empresarial da América Latina. Ainda não estamos falando do mundo, estamos com cautela. >> Vai que tem na China, né? >> Vai que tem na China. Mas já já, pessoal, a gente vai ser uma grande potência no planeta Terra, cara. Uma empresa brasileira, uma potência dessa no mundo todo. E Todos vocês partes disso. Incrível, grandioso, maravilhoso, contribui, ajuda, melhora, maravilhoso. Então, o link tá aqui, tá na descrição, que a conjá na tela para você falar com o Pedro. Além disso, se a galera quiser
te seguir tuas redes sociais, quais são as redes sociais? Pode te encontrar. >> Todas as redes sociais é @phm Quintanilha. >> Que que é esse M aí? >> Matos. >> Matos. >> Pedro Henrique de Matos Quintanilha. PHM Quintanilha. É tipo JR Talking. >> P H M Quintanilha. No Instagram, no YouTube, >> em todas as redes sociais. LinkedIn, Instagram, YouTube, TikTok, tudo que você puder achar. PHM Quintanilha, sou eu. >> Ótimo. É isso aí. Segue o Pedro, manda mensagem, compartilha, manda para quem você acredita que tem que assistir. Sempre tem alguém que, pô, você tá ouvindo
e você pensa, vocês são assim, vocês estão ouvindo o podcast, sempre tem alguém que você fala: "Nossa, tem que ouvir". A primeira pessoa que eu penso num podcast que eu escuto é minha esposa. Sempre falo: "Nossa, amor, olha, esse podcast foi legal, dá uma escuta que é legal". E ela viceversa: "Ó, esse podcast é muito legal". E depois eu eu penso sempre na turma que trabalha, que Tá perto, os amigos. Então, manda pro teu amigo, manda para teu parceiro, pra tua parceira, que vai ser muito, muito, muito legal. A última pergunta aqui no JJ é
a seguinte: você tem a possibilidade de mandar uma mensagem para 8 bilhões de pessoas? Essa mensagem ela vai chegar, o algoritmo vai entregar orgânico assim, ó. Orgânicão vai chegar de 100% assim, 8 bi, vão ler a sua mensagem, mas ela é direta e reta. Ela é curta e grossa. Ela É um, ela é tipo um slogan assim, ó. Vai durar um minuto, porque no segundo minuto Deus vai falar outra pessoa que tem que falar, ele tá dando oportunidade para todo mundo mandar mensagem, entendeu? Então assim, não vai ficar muito tempo assim, cara. Aí vai aparecer
lá Pedro Quintanilha falou isso. Que mensagens seriais? >> Não roube a sua mensagem. Eu ia acabar. Não vou não. Não vou não. Deixa eu pensar. Não roube do mundo a sua mensagem. É sobre não ser egoísta. >> É sobre você ter a consciência de que aquilo que você carrega faz diferença nas pessoas e no mundo. E toda vez que você se cala, >> você deixa o mundo mais pobre. >> Como é que você chegou nisso, >> rapaz? Sei lá. É porque Ouvi você falar isso é é certeza que você não vai parar. Vocês conseguem sentir
isso? O cara não vai parar. Porque se você fala assim: "Não roube do mundo a mensagem, a mensagem que você carrega é se você parar de fazer o que você tá fazendo, você tá deixando o mundo mais pobre, mais escasso, pior. Você não vai parar. Não tem como. Tu acredita nisso que é não. Você vai querer acelerar. Que que não parar? >> É isso. >> Você vai acelerar. Eu quero ser o cara que >> Esse é o título do livro e com autoria. Aí, ó. É ou não é, mano? Mas, ó, quem entrar na mentoria,
pera aí, calma. Se o se o cara entrar na mentoria agora, ele tem chance de escrever esse livro? Ainda >> tem chance. >> Então, ó, gente, ficou até aqui. Não, >> capítulo é seu. >> Não roube do mundo. Como é que é? Não, >> a sua mensagem. >> Nossa, velho. Nossa. Por quê? Porque a a tua história ela não é o fim, ela é o meio. >> É isso. >> A gente a gente carrega uma mensagem. Nós somos o mensageiro. >> Uhum. Então, por exemplo, no capítulo do livro, a pessoa conta a você conta a
tua história, mas o final é isso. Quer dizer Que não desista, seja firme, resiliente. Então, uma mensagem sobre força, resiliência, trabalho, família por meio da tua história e aí ter que deixar essa frasezinha no final. Cara, muito poderoso, você não vai parar. Eu aprendi para caramba contigo hoje. Obrigado. Animal, cara. Palmas pro Pedro. Muito bom. Palmas para vocês, senhoras e senhores. Esse foi o JJ Podcast. Quero reforçar mais uma vez o meu agradecimento pela audiência JJ Podcast, podcast de negócio mais ouvido no Brasil, indo para o quarto ano consecutivo em negócios, o terceiro maior podcast
geral do Brasil. Em 2025, 2024, a gente foi o quarto. Já foi assim, ó. E esse ano a gente entrou mais uma categoria para mais uma posição. Terceiro lugar, tudo isso por conta da sua audiência, por conta de convidados Maravilhosos, por conta da plateia maravilhosa. >> Muito obrigado. É isso aí. A gente se vê no próximo JJ Podcast. Valeu, galera. Tchau, valeu.