[Música] Olá, seja bem-vindo ao podcast sobre o novo currículo Vivos em Jesus. Foi preparado com muito carinho para você. E para apresentar sobre esse tema, eu quero falar para vocês da convidada que nós temos aqui, professora Gláuscia.
Conte um pouquinho sobre quem é você e o que nós vamos ter nesse encontro de hoje. É uma alegria, queridos, estar aqui com vocês, estar com todo o público que vai estar acompanhando depois esses momentos assim de esclarecimento sobre o novo currículo. E eu sou Gláusia Corquisco, sou líder do Ministério da Criança e do Adolescente para esse território da América do Sul, da Igreja Adventista do Sétimo Dia.
Professora, professora Susete, fale um pouquinho sobre você. Tudo bem com vocês? É uma alegria participar desse momento que é o lançamento do novo currículo Vivos em Jesus.
Meu nome é Susete e eu trabalho no Ministério da Criança, atendendo a região de Minas Gerais, Rio de Janeiro e Espírito Santo. Professora Priscila, se apresente um pouquinho. Olá, Elisâela.
Olá, meninas, tudo bem? É um prazer estar com vocês, uma alegria. Eu me chamo Priscila Silva e trabalho com as crianças e os adolescentes pra região central do estado do Rio de Janeiro.
Bom, e eu sou Elisângela e cuido das crianças da região fluminense aqui do Rio de Janeiro. Professora Gláusia, para começarmos essa conversa, muitas pessoas podem estar se perguntando por necessário essa mudança no currículo. É verdade.
Essa é uma pergunta que a gente tem recebido muito em todos os lugares. Esse é um período inicial. Nós estamos no ano de 2025 com todas essas líderes aqui e muitas outras.
São mais de 90 líderes fazendo treinamento por toda a América do Sul. Eh, e nessa pergunta, o por mudou, nós poderíamos, e, eu faço um desafio aqui para você, faça a sua lista do porque mudou, porque nós estamos aprendendo, né, Elisângela meninas, nós estamos aprendendo cada vez mais que estudamos um pouquinho sobre o novo currículo, fazendo um parênteses também, a gente tá falando novo currículo, novo currículo na abertura aqui desse podcast, desse bate-papo. O que é currículo?
Deixa eu introduzir aqui, Susete, você é especialista em educação. O que é currículo? explica só um pouquinho mais e a gente volta pra pergunta o porque mudou.
Então, é o conjunto de todo conteúdo, metodologia, objetivos, estratégias que serão utilizadas para ensinar ou para falar de Jesus paraas nossas crianças. Em síntese, é a nossa lição da Escola Sabatina. Exatamente.
Eu acho que isso é importante, né? Dizer por mudou a lição da Escola Sabatina a partir de janeiro de 2026 paraa América do Sul, tá bem? Então, primeiro, eh, nós podemos fazer muitas considerações, tá?
Vamos a algumas que nós estamos pensando. A igreja mundial estava perdendo toda uma geração. Em muitos lugares, em muitos continentes, isso já é uma realidade.
Isso é triste, é triste, mas havia necessidade de mudança, porque as nossas ênfases, quem sabe, não estavam acompanhando, alcançando e fazendo sentido para essa nossa nova geração. Então eu faço essa essa primeira colocação já emendando com o segundo porquê que eu coloquei aqui é a necessidade de conexão. Gente, se vocês gravarem essa palavra, vocês já entenderam metade da mudança, tá bom?
conexão, o aprendizado no nos tempos modernos, né, na pós-modernidade que a gente vive, se faz assim por conexão e a gente precisa precisava de mudanças metodológicas. Seria, quem sabe uma outra razão que a gente também pode comentar um pouquinho mais. Professora Gláuscia, eh, pode gerar dúvida o que seria essa conexão, a cosmovisão hoje que a gente tem, que a gente chama, é uma palavra difícil também, né?
Então, a gente pode destrinchar um pouquinho mais. É a forma como o meu menino vê as coisas hoje, a forma como ele vê o mundo. Eh, na pós-modernidade eu gosto de usar muito o exemplo dos óculos.
Por exemplo, há 40, com 45 anos, vou entregar minha idade aqui. Eu não precisava de lentes. Eu conseguia pegar qualquer papel, fazer qualquer leitura e tava tudo certo.
Para mim hoje eu não leio nada, gente. Aqui a para mim anou tudo, fica tudo embaçado se eu não tenho as minhas lentes. Isso a gente fala de cosmovisão.
A conexão que a gente precisa fazer com o menino hoje passa pelo vias metodológico. Nós não conseguimos é falar com ele da mesma forma e acessar a mente dele da mesma forma. Isso é fazer conexão.
Como é que eu acesso a mente dele? Como é que eu falo de Jesus e coloco Jesus com prazer e com alegria no coraçãozinho dele? Professora Glaus, então a linguagem é importante no processo.
A comunicação é que faz conexão, né? É a comunicação. Sensacional.
Então você falando aqui, professora, da questão da preocupação da igreja, o objetivo desse novo currículo é fortalecer a fé das crianças adventistas. E esse novo currículo, ele vai ser baseado em três pilares. Então, toda criança precisa saber o que é graça, que ela é salva pela graça.
As crianças precisam aprender a ter um caráter semelhante ao de Jesus e participar da missão. Então, este currículo novo vem com essa proposta metodológica que tem essa função, fortalecer a fé das novas gerações. Exatamente.
Eh, eu estou lendo um livro muito interessante, quero aproveitar e deixar aqui do pastor Paulo Godinho. Ele fala sobre como dar estudos bíblicos para essa nova geração. E tem um capítulo que ele dá dicas de conexão.
Por exemplo, como fazer perguntas, fazendo conexão através de um diálogo aberto, sendo autêntico, porque a nova geração não aceita a falta de autenticidade, focar nos relacionamentos, contar narrativas pessoais, quer ver maior conexão que a gente faz com o menino do que quando a gente abre um pedacinho da vida da gente, parte da vida, porque às vezes ele acha, né, que nós somos líderes e que nós temos uma vida perfeita. Sempre tivemos tudo OK, nunca falhamos. E quando a gente às vezes conta algum episódio de coisas que nós já passamos, nós fazemos muita conexão, as narrativas ajudam bastante, aceitando e incluindo, cuidando das diversidades que a gente tem na igreja.
Eh, em alguns eventos especiais, a gente também pode fazer conexão, tomando eh a força ativa deles paraa missão, fazendo parcerias em comunidades, projetos sociais, enfim, tem muitas outras dicas para fazer conexão, mas a a comunicação é uma das mais efetivas, realmente, e é uma necessidade. A gente precisa estudar hoje e aprender como fazer conexão com a nova geração. Professora Gláuscia, e teria mais algumas razões por essa transformação?
Sim, nós podemos elencar várias razões ainda, mas vamos só citar algumas aqui. Por exemplo, o crescimento populacional dos 25 últimos anos. No mundo, nós temos mais de 2 bilhões de pessoas.
Então, a necessidade da mudança. Outra, nós temos um descompasso intergeracional. Por exemplo, em 25 anos, quando tivemos o lançamento do elo da graça, nós estávamos ali na geração, há três gerações atrás, certo?
Nós estávamos pertencentes à geração Z, nós já passamos pela geração alfa e nós estamos iniciando em 2025 a geração beta. Então, cada geração tem características muito diferentes. Outra questão, evolução da tecnologia.
Nós estamos agora na velocidade, né, da inteligência artificial generativa e como trabalhar isso casando também com o viés da natureza, dos primórdios e das coisas que a gente precisa retomar com essa geração. Nós precisamos ser mais intencionais, Elisângela, mais relevantes. A liderança da igreja, a família da igreja precisa de trabalhar com essa geração com mais intencionalidade.
E o currículo traz isso, traz um foco muito forte. A família da igreja precisa fortalecer o discipulado familiar. Discipulado, né, meninas, é algo que a gente fala tanto tempo.
Eh, é um pilar, é o pilar mais forte do Ministério da Criança e do Adolescente, mas eu acho que as famílias às vezes passam por um momento assim um pouco dispersos nesse item. Então, discipulado familiar é um enfoque muito grande do porquê da mudança desse currículo. A gente vai, vai fazer toda a diferença, né, professora Gláusia?
Exatamente. Todas diferenças. a gente precisa desse fortalecimento.
Metodologia que nós já comentamos, a gente precisa de construir uma metodologia mais parecida com os método de Jesus, que hoje a gente chama de metodologia ativa. O menino tem que pôr a mão na massa, ele tem que experimentar, ele tem que fazer parte, ele tem que vivenciar para poder aprender. O foco é no aprendizado nesse menino.
Então a gente precisa mudar a metodologia, isso é muito relevante. A gente precisa se aprofundar na fé. Por exemplo, esse novo currículo tem as 28 crenças adventistas, entre tantas outras razões.
Ele está maravilhoso. E eu também penso que o objetivo desse tema vivos em Jesus é porque nós longe de Jesus estávamos mortos. Efésios 2:5 é a base do currículo, né?
A base do currículo. Então, em Cristo nós temos vida. O que que esse currículo tá propondo?
Que todas as crianças tenham um relacionamento vivo com Jesus a partir da leitura da Bíblia. A Bíblia deve ser aberta todos os dias com as crianças. Todas as vezes que ela for à igreja, a Bíblia deve ser aberta.
E se ela não souber ler, põe o dedinho dela, mas faça entender que Deus fala com ela através da Bíblia. Eu acho que esse é um argumento muito forte paraa gente entender que precisamos ter um relacionamento vivo com Jesus a partir da leitura da Bíblia. Essa geração, meninas, ela precisa experienciar para aprender.
Ela precisa experimentar e experimentar Jesus na vida dela, né, a partir da nossa querida Bíblia, da leitura, da palavra de Deus, com uma linguagem fácil, acessível. Isso a gente sempre tem dado ênfase também. A linguagem precisa ser compreensível paraa criança.
Ela precisa experimentar Jesus. O novo currículo, ele propõe nas suas bases uma experiência individual. É isso que nós queremos formar nessa nova criança dessa geração, porque ela precisa dessa experiência.