E aí, pronto! Cá eu, tenho 16 anos, e o professor da escola dominical diz que, quando um homem ou mulher se separa, não pode se casar de novo, porque esse comete adultério. Conheço várias pessoas que se separaram e se casaram de novo que não cometeram o mesmo erro.
Essa situação caiu no gramado. Só a opinião do professor da escola dominical parece aquela aula de Bíblia do porta do forno de ontem, que vive em adultério. Quando a gente vive enganando, o adultério é isso: engano e roubo.
Na hora que coloca na luz, eu estava traindo a minha mulher com esta mulher. E eu, com a minha mulher, se eu continuar com ela porque eu tenho carinho, eu a amo, eu a respeito, mas eu nunca tive sentimentos masculinos sinceros e verdadeiros que um homem deve ter pela sua esposa. Acabei cometendo esse pecado, que é meu pecado.
Eu quero resolver esse pecado agora. Estou com a minha mulher, colocando isso na luz. Não vou mais cuidar da mulher se divorciar da mulher; cuido e sou responsável com tudo, e boto na luz a outra relação.
Esse indivíduo já não está vivendo em adultério; ele estava devendo em adultério porque estava vivendo em engano. Adulterar é uma alteração deletéria enganosa, mentirosa. Isso é adultério!
Agora, trouxe para a luz. Olha só a mulher samaritana. A gente não fica aqui em filosofia nem como explicação do texto de Mateus, sinto muito.
Nem de Mateus 19, nem de Romanos 7, nem 2:27. Caio do tanque. Entender melhor a pouco.
Você vai lá, você vai encontrar explicando os princípios bíblicos históricos por 1976. Enquanto você não chega lá, basta pensar o seguinte: João Longe, na prática. Jesus, ser humano que foi casado, deixou o marido, casou de novo, deixou o marido, casou de novo, deixou o marido, casou de novo, deixou o marido.
E alguns amigos meus já estão na oitava, porque agora já temos 11 anos que eu não encontro com ele. Então, era uma sucessão de casamentos. Era monogamia sucessiva, motivo fútil em vários casos possíveis.
Enfim, 17 anos! A mulher, no entanto, 5 mulheres. .
. A mulher do homem maravilhoso e gostoso, a aparência do mal. A aparência do mal.
Mas o texto diz que ninguém. . .
Pois bem, a mulher chega, quem puxa assunto com ela? Jesus! Ele encara.
Agora, respeitado, eu jamais puxaria assunto com uma mulher novinha, gostosa, deliciosa, só solitária, da beira de um poço no meio de um campo. Aí ele chega e diz que o conselho só começa a conversa, seja uma cantada desgraçada. Imagina, imagina!
Aquela menina carente, a mulher que pensa nisso, como uma torneira. E que ela, negócio sério, em gagueira. Do Boni, Yayi!
Liguei o banheiro, e vai. . .
Ele está dizendo: “Olha, minha satisfação é maldosa, e cantada das cantadas. ” Aí ela disse: “Que água viva! Onde é que mostra?
” Jesus chega e diz: “Olha, quem ele vai. . .
” Ele pega, boto o assunto em questão. Fosse BBB, desta água voltará a acontecer aquele. .
. Porém, que o bebê d'água que eu tiver nunca mais ter aceito, para sempre. A interpretação já pode virar ambígua de novo.
A mulher, o pai. . .
Se a mulher fosse Mann, samaritana, ciro, malícia, será? Ela ia dizer: “Ai, ai! ” Jesus chega e ela diz: “Ainda a água não precisar de nunca mais aqui, para eu pegar dela, já que vai mexer para sempre.
Me dá! ” Aí ele disse: “Vai, chama teu marido e cinco do homem de agora, os cinco anteriores, do modo como ele estava tendo um caso com ele, transando com ele, estava sendo gostoso com ele, mas não tinha ainda uma profundidade de compromisso! ” Aí Jesus disse mais: “Chama a mulher!
” Foi na cidade, só chamou homens. Chegou da cidade, chamou os homens da cidade, que o pessoal da cidade, os homens, já conheciam muito bem a valente rural. E homem ali, Diesel!
Conheça esta mulher íntima. Nem ela chamou os homens. E os homens, todos, alguns daqueles tinham comido ela.
Ela tinha feito de tudo com alguns daqueles caras. Ela levou esses caras e os outros da cidade, que a conheciam como um fenômeno gostoso lá. E aí eles começaram: “A mulher, olha, a 1971, tratando a mulher que você está de fora do reino de Deus para sempre, porque o seu primeiro casamento e, de lá pra cá, todos os casos foram relações de volta, seu marido original, conjugal e conjugal, que não tem perdão.
Porque, assim como uma coisa que não tem perdão, ou seja, não deu certo de novo, se você casar com outra pessoa, para sempre. Imagina uma pessoa que, depois do primeiro, teve mais 100, 5 da água da vida da mulher, porque a água da vida é salvação, a eternidade é plenitude, a satisfação é a solução do problema da sede! Ela tinha perdido tantos maridos que tinha uma sede que homem nenhum iria atender.
Só se ela, diverso, encontra com a fonte da eterna. É que ele iria significar. Agora, a relação de Jesus com essa mulher acaba com essa tese.
Mas, quando Jesus virar a chave, é melhor dica. Quando eu digo vou entender, não Jesus a partir do texto, mas eu vou entender o texto a partir de Jesus, muda tudo! Aí ele vai lá no Caio Fábio, enquanto net.
Ele vai entender por que Jesus disse que diz em Mateus 5, Mateus 19. O conflito ideológico estava vendo entre Rio e Chá, mais a falta de condições de amparo às mulheres, como quando uma mulher casada e o marido a repudiava por qualquer motivo. Se a cutícula dela, literalmente, têm contratos de casamento que foram achados posteriormente no primeiro século de divórcio: “É mulher?
Não gosto dela, ficou com muita pele. ” Mulher, pra mim, o INSS não tinha Maria da Penha. Quando a mulher entrava, ela estava fadada a ser tratada por todos como uma adúltera.
A religião chamava essas mulheres de adúlteras. Jesus disse: “Sua mulher, sim! E por qualquer motivo, você.
. . ” Expõe a tornar-se por esta vida, porque naquele contexto, Israel não tem um lugar ao sol.
Nunca mais. Lá no meu site, entendo agora. Saiba o espírito com o qual a gente trata quem foi infeliz no relacionamento.
Com qual Jesus trata essa mulher de Santa Maria, que já tinha tido um casamento original, quatro outros, e agora estava tendo um caso. Jesus chamou até o caso dela: "Vem cá, chama teu caso. " Tem um cacho.
Esse cara, chama o cara também. Vocês todos estão com a mesma sede e vão continuar seu trabalho, andando em cima dos outros, relação após relação, porque vocês não vão pacificar o coração com nenhuma plenificação relacional humana. Vocês só vão se encher de satisfação no dia em que a fonte da vida tomar conta do seu coração.
Meu filho, a gente não lê Jesus a partir das escrituras; é a partir de como Jesus tratou a vida e as pessoas. Ele é o verbo encarnado e a palavra encarnada. E não é esquizofrênico.
É como ele tratou a vida e as pessoas que interpreta a escritura, e não o contrário. Aprenda como Jesus tratou as pessoas, todas elas, inclusive as mulheres e homens adultos, as meretrizes, os pecadores, todo mundo. E você vai entender o significado dos textos, porque nenhum texto vai ser algo que contradiga o modo como Jesus tratou as pessoas.
Porque Jesus, ao mesmo tempo, ele viola o texto pelos modos como ele trata as pessoas no cotidiano. Tem alguma coisa errada no contexto, mas com a interpretação que fizeram desse termo. Porque não ler um texto a partir do contexto e, sobretudo, não ler a partir do modo como Jesus, que é a nossa chave de compreensão, tratava as pessoas.
Eu sei como tratar os textos bíblicos vendo como Jesus os interpretou e como Jesus aplicou o que ele tinha interpretado nas relações variadas com as pessoas. Aí acaba. Edith, na mesma hora, mas o seu professor de escola dominical não vai me entender nunca.
Vem inverter, ver o canal. É você.