boa tarde e professor da china e aos colegas né que estão participando desse momento meu nome é maria sou enfermeira coordenadora da central estadual de transplantes do estado do espírito santo e foi convidada para mais uma vez vir falar pra vocês desse em momento tão importante né que é a doação de órgãos e o transplante aqui no nosso está então maio é o mesmo importante para enfermagem mas que nós comemoramos o dia do enfermeiro 12 de maio e homenagem a florence e e eu trago a mensagem dos colegas enfermeiros que nos define é diante de
todo o processo de doação e transplantes a enfermagem é uma arte e para realizá la como arte requer uma devoção tão exclusiva um preparo tão rigoroso quanto a obra de qualquer pintor ou escutou pois o que é tratar da tela morta ou do frio mármore comparado ao tratado com o vivo o templo do espírito de deus é uma das artes poder se ia dizer a mais bela das artes então eu digo assim né quando florence a pessoa pensando na doação eo transplante né ela descrever ou muito bem o papel da equipe de enfermagem diante da
atuação do transplante é só para contextualizar essa já foi uma palestra que o piso aqui na o telessaúde que todo o processo de doação e transplantes ele é norteado por leis decretos e portarias né e que todo o papel do enfermeiro de toda a equipe ela está respaldada dentro dessas legislações então eu trago aqui pra vocês a lei federal e o papel do enfermeiro ele se destaca muito né quando eu falo da portaria 1262 que quando a cihdott elas são instituídas dentro das instituições hospitalares então é uma comissão intra hospitalar de doação de órgãos e
tecidos para transplantes essa comissão é formada por no mínimo três membros sendo um deles enfermeiro que em 90% dos casos né é o coordenador dessa comissão e a ele que é o responsável por todo o processo de doação e transplante que acontece dentro da unidade hospitalar a em 2009 mais uma vez nós tivemos aí nem a classificação dessa cihdotts então a cihdott tipo 2 e tipo 3 elas obrigatoriamente tem que ter um profissional enfermeiro à frente desse processo para poder organizar é as suas atividades dentro do hospital então mais uma vez aqui só pra vocês
que ainda não assistiram à palestra de legislação para esse informando sobre todas as questões éticas que que reza né a o processo de doação e transplantes então segundo o nosso com o conselho federal net enfermagem da resolução 292 2004 ele deixa bem estabelecido qual é o dever do enfermeiro diante né do da doação e transplante ele tem o dever de planejar através do saae executar né as atividades que o cuidado direto ao paciente grave porque a gente vai vendo de correr aqui da apresentação que são cuidados específicos nem tão cabo enfermeiro executar toda parte de
sair dentro da da sua instituição coordenar as atividades dentro do setor supervisionar as atividades que são é abordada secção em de cuidados intensivos para esse paciente e avaliar os procedimentos de enfermagem prestados ao potencial doador né e depois também na atuação de órgãos então o enfermeiro ele é um elo dessa ele aponta dessa teia que a equipe multidisciplinar que trabalha dentro do processo de doação e transplante está então nós temos uma equipe multidisciplinar onde teremos médicos enfermeiros psicólogos assistentes sociais e juntos todos né e simultaneamente vão promover uma a qualidade na assistência pra esse doador
e também para a família que a gente vai ver que é muito importante durante todo esse processo i onde esses profissionais estão inseridos nede entro do hospital a o protocolo de morte encefálica ele geralmente ele acontece dentro da urgência e dentro da uti na então são profissionais que que tenha um conhecimento maior e um cuidado é com pacientes intensivos naquilo que precisam de cuidados intensivos tá ano onde e como tudo isso vai acontecer dentro do hospital maria trabalho na uti não estou muito bem recordando o paciente e protocolo de morte encefálica é a questão do
diagnóstico pra mim isso ainda é um pouco é longe né é isso que a gente observa quando a gente conversa com os colegas e enfermeiros então quando quando o paciente é admitido na ou na emergência ou na uti e né onde no pronto socorro na uti diz e como através da avaliação diária do paciente então a gente sabe que a enfermagem ela faz o que a assistência ela tem um sai ela tem que realizar todos os procedimentos de avaliação exame clínico e exame físico desses pacientes então é nesse momento que o enfermeiro ele vai identificar
o potencial doador a enquanto que o diagnóstico de morte encefálica ele deve ser realizado em todos os pacientes que estão dentro da uti estão em todos os pacientes que estão dentro da unidade de pronto atendimento no pronto socorro na sala amarela na sala vermelha todo paciente que é adentrar né uma dessas duas portas dentro do nosso hospital ele vai está em coma irreversível a perceptivo a reativo de causa conhecida com escolhe na escala de glasgow igual a três pontos ele vai estar sem o uso de drogas depressoras do sistema nervoso central e ele vai apresentar
requisitos e indicativos de morte encefálica então esse paciente quando ele é avaliado pela equipe de enfermagem na busca ativa ela vai observar todos esses critérios no ato da sua avaliação e do seu exame clínico as principais causas então que vão levar nessa as lesões encefálicas severas elas geralmente são causadas por acidentes como traumatismo craniano acidente vascular cerebral sobretudo os hemorrágicos tumores e outras situações que gerem lesões encefálicas irreversíveis então a gente fala que esse é um paciente neurocrítico né ele tem aí uma lesão severa encefálica importante os procedimentos relacionados à doação de órgãos para transplantes
são razoavelmente complexos iniciam se com a observação o monitoramento a identificação dos doadores em potencial então vocês podem observar que é um trabalho que requer um autoconhecimento né o enfermeiro ele tem que dominar é todo cuidado com o paciente neurocrítico daquele consiga e dá o suporte para a equipe médica da família então esse paciente à morte encefálica ela é assim uma pré-condição que a doação com as mortes e na suspeita da morte encefálica os médicos comunicaram à família a situação e iniciam os exames comprobatórios destes então o enfermeiro ele é muito especial nesse nesse processo
embora o protocolo ele seja um ato médico mas é um enfermeiro que vai indicar a equipe médica né que aquele paciente é ter um rebaixamento nível de consciência que ele tá reativo que as drogas depressoras foram suspensas a determinado tempo e que o protocolo ele pode ser aberto né então o enfermeiro ele é de extrema importância nesse processo que é aí o início é do protocolo de morte encefálica então como eu falei pra vocês né é a rotina na uti ela começa por uma avaliação de área desse inferno euro à beira do leito e vai
avaliar o paciente ele vai fazer todo o exame físico né ele pode ser um enfermeiro da uti e pode ser um enfermeiro da cihdott lembro que eu falei para vocês que a gente tem uma legislação onde cria as comissões intra hospitalares de doação de órgãos e tecidos que a famosa se vote e a cihdott pela lei a cihdott tipo 2 e tipo 3 que são hospitais que têm acima de 200 óbitos que é um hospital que tem referência em trauma neurocirurgia né esses hospitais existem profissionais específicos nessa comissão e esses profissionais eles trabalham em conjunto
com os demais enfermeiros do hospital então sinalizam que os enfermeiros né a ocorrência e medicinais que são observados nesses pacientes e que possam ser aberta protocolo de morte encefálica então nós temos uma comunicação efetiva do enfermeiro da cihdott com um enfermeiro da uti e o enfermeiro do pronto socorro então eles trabalham em sintonia da que não passe nenhuma dúvida e nenhum desses pacientes assim desapercebido pela equipe a partir do momento que o enfermeiro é responsável pela busca ativa ele detectou esse potencial doador nesse momento que começa todo o processo ele vai comunicar a equipe médica
é que não tenho no pronto socorro ele tem um paciente que deu entrada já está no hospital há mais de 28 horas que segue todas aqueles critérios que a gente colocou no slide anterior é que a equipe ela comunique à família e que o protocolo de morte encefálica comece naquele momento tá então se dote é chamada também neste momento enfermeiro da cihdott pela legislação pela portaria de consolidação número 4 decreto 9175 o hospital ele é obrigado a notificar a central estadual de transplantes todas as notificações né de potenciais de morte encefálica que ele estiver dentro
da unidade dele a então existe uma suspeita de morte encefálica o enfermeiro da uti e um enfermeiro da cihdott do pé da do pronto socorro eles devem comunicar imediatamente à central estadual de transplantes aqui diante de qualquer dúvida do protocolo os profissionais que estão dentro da central de transplante eles vão auxiliar elano central de transplante não coloquei aqui pra vocês nós temos enfermeiros plantonistas que são os enfermeiros que conduzem esse protocolo junto com vocês e temos os médicos que validam esse protocolo quando é fechado então tá vendo aí que a enfermagem relatar em todos os
momentos do protocolo de doação de distribuição e de transplante a então diante do protocolo o que que se fernando vai fazer né ele deve providenciar os documentos pessoais do paciente rg e cpf cartão nacional de saúde porque todos os dados desse paciente eles são colocados em um um prontuário é que é específico né ele segue um formulário específico do conselho federal de medicina então não pode ter erro não pode ter rasura tá então o profissional enfermeiro ele olha toda a parte burocrática mesmo quando está tudo ok para que não tenha nenhum problema né com a
documentação desse paciente e ele vai ajudar a equipe também no passo a passo então nos hospitais a cihdott ela coloca uma pastinha ou dentro do do sistema nem que que o hospital tem então com os formulários de abertura do protocolo termo de doação de morte encefálica a orientação de como é feito esse exame o termo de entrevista familiar o termo de doação então toda a parte burocrática é colocada dentro dessa pasta que fica no sistema e também física para que na ausência desse enfermeiro da cihdott a equipe que esteja responsável possa pegar essa documentação e
prosseguir com o diagnóstico então o protocolo de morte encefálica né ele inicia aí né e respaldado pela resolução do conselho federal de medicina e segue todos os critérios a 21 73 2007 onde estabelece que esses exames são feitos por dois médicos distintos especificamente capacitados um trecho de apnéia e um exame complementar a então essa é a parte que o médico vai fazer o protocolo vai conduzir o enfermeiro durante todo esse tempo ele está ao lado da equipe médica nem apoiando nas necessidades aqui eu trago pra vocês um exame complementar que é feito né nesses pacientes
que que abrem o protocolo de morte encefálica então aqui eu tenho pra vocês a imagem de uma geografia de um paciente né que não está em morte encefálica aqui nós temos um exame de imagem que demonstra que o paciente à morte encefálica ou seja não tenho nenhum tipo led de de fluxo sanguíneo o doping é um dos órgãos também que só porque pode ser realizado ontem de um paciente que está ativo e aqui de um paciente que está em morte encefálica e algumas instituição instituições desculpa também pode usar o eletroencefalograma então aqui eu tenho né
e condução elétrica e aqui eu observo que realmente esse paciente ele não tem nenhum tipo de condução elétrica não é só os exames que são é realizados e um enfermeiro quando vai abrir o protocolo de morte encefálica é ele tem que providenciar qual o exame que vai ser feito então a vai ser ter a grafia então tem que lá agendar termografia vai ser o do banco central de transplantes nós não temos o exame vocês podem nos auxiliar então todo o processo ele é feito com médico enfermeiro e com a central de transplantes ah então vai
ser o enfermeiro tem um papel principal de agendar esse exame complementar junto com a equipe então aqui só mesmo pra poder ilustrar mais um pouco ao finalizar todo os exames o enfermeiro vai encaminhar também essa documentação que a central e aí nós temos o diagnóstico de morte encefálica é o que é esse diagnóstico maria é a parada total e irreversível das funções encefálicas de causa conhecida e constatada de modo indiscutível de todas as atividades cerebrais é a constatação irremediável e irreversível da lesão nervosa e significa a morte clínica legal e social uma vez que a
equipe abre um protocolo de morte encefálica que ela fecha o diagnóstico de morte encefálica a família é comunicada que o ente dela está em órbita há como vocês viram atraso durante o protocolo são dois médicos nessa 12 exames clínicos o teste de apnéia um exame complementar o horário do óbito desse paciente vai ser o último exame realizado pela equipe então a declaração de óbito vai constatar e eo horário do óbito segundo o último ano que foi realizado e existe ainda nenhuma confusão entre a morte encefálica e coma é isso não pode ter dúvida com a
equipe assistencial o coma é uma situação a morte encefálica é outra a então na morte encefálica eu tenho aí mais uma vez todas as funções encefálicas culpa todas as funções encefálicas ausente está no como eu ainda apresenta algum tipo de alteração né eu vou aí ainda tem algumas percepções no caso da morte encefálica não tenho nenhum tipo de percepção tá bom e à família sempre perguntei isso pra gente vai acordar né não borges e fálica é a morte desse paciente então definido o protocolo né e com diagnóstico positivo para a morte encefálica com a finalização
de todos os exames ou também caso de psdb pr essa equipe multidisciplinar ela vai realizar o preparo do ambiente para receber a família dentro da lei dentro do da resolução todo o protocolo quando ele com ele inicia e quando ele termina a família ela é orientada durante todo o processo há então um enfermeiro e um médico e um médico chama família internet a gente está do lado do médico e comunica à família que existe a possibilidade a inec eles vão abrir um protocolo e que estão aí verificando se esse paciente ele está em morte encefálica
ou não tá bom então quando a gente fala né do processo de de morte encefálica e que eu tenho esse diagnóstico fechado o enfermeiro e essa equipe multidisciplinar ela tem que entender é quais são os caminhos que eu tenho diante de um paciente e morte encefálica então um dos caminhos é a doação de órgãos e tecidos tá então é nesse momento que a família ela vai decidir aí né pela doação é um ato pelo qual você manifesta sua vontade que a partir do momento de sua morte uma ou mais partes do corpo órgãos ou tecidos
em condições de serem aproveitados possam ajudar outra pessoa então essa equipe multidisciplinar ela tem que ter esse conceito né muito claro dentro né e permeando todo o ambiente hospitalar esse conceito ele está muito claro para todos tá aí a partir do diagnóstico de morte encefálica ou a família doou os órgãos ou o corpo vai ser entregue para a família e os proclames funerários vão ser iniciados bom então porquê do ar também né então assim essa pergunta que a equipe multidisciplinar às vezes faz um para o outro e que a família vai fazer pra vocês ela
é um ato de caridade de amor ao próximo né a cada ano muitas vidas são salvas por esse gesto de amor à conscientização da população sobre a importância da doação de órgãos é vital para melhorar a realidade transporte nosso país então toda a equipe ela tem que entender que ela não está cuidando de um cadáver quando eu tenho a doação dentro de um hospital eu posso salvar nove pessoas eu tiro 78 da fila e abre um leito de uti então aquele paciente que está lá na emergência que precisa subir pra poder ter acesso né a
1 uma assistência direcionada de qualidade é mais assistida ele tem a oportunidade nesse momento de ética todas as todas a garantia do seu acesso neste hospital então um não só o 81 salva 9 eu tiro oito da fila e ainda dá oportunidade de outro paciente que precisa dessa vaga de uti a se restabelecer e acesso então veja o quão importante é o nosso trabalho muitos ainda pensam que estão cuidando de morto a eu não vou cuidar desse paciente está na uti porque dá muito trabalho e da hipotermia e tem que colocar amanda amanda aquecida e
o paciente o sódio não abaixa então assim é um paciente crítico e que eu preciso determinar né algumas condutas e da equipe tem muita dificuldade de trabalhar com esse paciente mas eu não estou cuidando de moto eu estou fechando o diagnóstico estou procurando um diagnóstico a partir do momento que o fecho esse diagnóstico sim eu tenho um óbito ea partir desse momento que será dada a oportunidade para as famílias a aceitarem ou não a doação e o enfermeiro ele tem esse papel muito importante nesse momento as famílias também podem perguntar pra vocês e vocês também
devem entender que através da doação nós temos o transplante e no caso da morte encefálica nós vamos ter aqui um doador falecido né quem a morte encefálica e doador falecido eu posso ter a doação através da morte encefálica e do coração parado nem caiu postula córneas posto ao outro e pele nem válvulas cardíacas e o doador falecido eu vou doar os órgãos sólidos coração o pulmão fígado rins tá pâncreas então quando eu tenho um doador falecido com morte encefálica e com autorização familiar todos os órgãos que estão em condições de serem transplantados vão ser ofertados
por aqui as pessoas que estão aguardando no cadastro técnico único possa receber esses alma está bom e no caso de doador vivo só coloquei aqui pra vocês também né eu tenho doador relacionado não relacionado que são aí para as doações de fígado e pulmão e de risco está bom mas aqui o nosso foco é doador falecido e morte encefálica a família pode perguntar pra vocês o que vai ser do ar o que vai ser retirado é então vocês vão orientar a família que coração o pulmão fígado rins né pâncreas que são órgãos que serão ofertados
para quem está aguardando na fila é dentro do cenário da uti e do pronto-socorro né ea gente observa que a equipe ela tem muita dificuldade em lidar com esse paciente aqui que é a família né a família se ela não é acolhida desde o início de todo o processo ela não entende o diagnóstico de morte e aí nós teremos uma negativa familiar quando essa oportunidade é dada a ela porque ela não entendeu o que aconteceu com o agente dela né ela não foi acolhida ela não participou do processo ela não foi orientada durante o processo
então quando eu tenho esses três elos aqui totalmente apático eu não vou ter uma o aceite dessa família né não só pela doação mas também o diagnóstico do do parente dela tá bom então seja o paciente potencial doador ou não o acolhimento e deve ser realizado a todos nesse momento o que nós temos que ofertar pra essa família é um diagnóstico ela tem direito a esse diagnóstico a ea partir do momento que eu tenho um diagnóstico aí sim a família vai ser convidada né a entender todo o processo de doação mas até há o fechamento
do protocolo a família deve ser acolhida como é feita a entrevista familiar maria deve ser difícil né porque o imagina a uti saum nella 15 20 leitos enfermeiro tá ali sem saber o que fazer tem mais paciente grave àquele a gente observou que ele já veio nec está morto como é que vai ser feito essa entrevista familiar certo então a gente chama uma equipe multidisciplinar nesse momento a presença do psicólogo do assistente social ela auxilia muito a equipe de enfermagem né porque são profissionais que que podem estar conduzindo junto com vocês ou na ausência do
enfermeiro é essa entrevista tá bom é considerado o momento mais delicado do processo néné e onde a família ela tem ela enfrenta o impacto emocional que gera uma resistência por causa de sua perda dificultando a tomada de decisão lembro que eu coloquei que um dos fatores é o traumatismo craniano então geralmente aquele filho acabou de sair da casa da mãe de um beijo na testa dela e pegou o carro sofreu um acidente grave dc então essa imagina ela aquele parente acabou de sair da casa da mãe e chega aí uma notícia na casa chamando a
família para poder comparecer ao hospital então é muito difícil a família tem impactado ainda não conseguiu absorver aquela notícia trágica né do da condição de saúde doente dela e nessa hora é que a habilidade do entrevistador lidar com a fragilidade ea ocasião será um fator favorável ou impeditivo da doação então os profissionais que trabalham com o processo de doação eles têm que ser simpáticos né eles têm que dar um tempo da família entender que ele tem que ser claros e tem que ser objetivos né e que podem auxiliar esses profissionais está a fazer a melhor
entrevista possível né dando a família e é corrigir entender o processo e se for da vontade dela aceitar a doação o enfermeiro membro da equipe é quando a gente faz entrevista familiar né esse é um momento em que muitas vezes a família ainda não viu o ente dela que estava lá no leito da uti e então a gente leva a família para poder ver o ente né dela na uti e o enfermeiro durante todo o processo ele teve esse vínculo com a família ele viu quem foi visitar o doente ele estava junto do protocolo ele
viu todos os boletins que foi dado com a família então ele é o vínculo entre a família o médico e esse diagnóstico tá então são profissionais que têm que ter postura ética e respeito diante do sofrimento da família é um dever do profissional né da captação de órgãos e da equipe que presta assistência a um potencial doador e seus familiares manter essa postura ética eo respeito à família é tema de uma de uma outra aula ela passa por fase do luto né e essas fases elas têm que ser entendida pelo profissional que faz a entrevista
familiar é um momento muito difícil e as famílias elas estão é com muito frágeis estão impactadas e tem reações de diversas formas né então esse profissional ele tem que ter uma empatia e ele tem que se colocar se no lugar do outro e acolher essa família sempre escolher um local agradável e reservado néné e cuidando da privacidade é porque você vai ver a pessoa tá né num momento de novo porque ainda vai pedir os órgãos daquela da familiar dela vai dar a possibilidade da família fazer a doação dos órgãos decidisse paciente então você tem que
preparar um ambiente que a família eu sinta acolhida e num local reservado que vai falar não é não vai sentir coagida tá bom e aí vai um tempo adequado ah eu não posso fazer uma entrevista correndo com o telefone na mão nem tão assim eu tenho que me dedicar naquele momento eu tenho que me doar então eu falo que o processo de doação o enfermeiro se doa o assistente social se doa o médico se doa todos se dou pra poder acolher essa família e acolher também né esse paciente que foi a óbito e os outros
que estão aguardando na fila de espera eu tô aqui pra vocês alguns passos importantes dada correta entrevista familiar e quem vai fazer a entrevista ela tem que conhecer o potencial doador tá vendo aí que o enfermeiro ou né o médico ou entrevistador ele tem que conhecer tudo o que aconteceu com o potencial doador como ele chegou no hospital que foi que aconteceu como foi tratado dentro do hospital né é o que o médico disse que a família é entender as condições emocionais dessa família sempre identificar o parente mais próximo e as pessoas que dão apoio
a essa família é muito importante no momento da entrevista de chamar quem dá apoio à ilha e colocá lo em um ambiente tranqüilo fora da uti e fora do pronto socorro a então são alguns passos importantes que quem trabalha nesse processo tem que ficar atento a isso lembrando que a família tem suas necessidades né então informações reais da atual situação do doente doente querido quais serão os procedimentos que serão realizados a partir desse momento os procedimentos e condutas né então ela já entender o processo de morte ela aceitou ela tem que entender todo o processo
a partir dali o que vai acontecer com o corpo né do parente dela bom ela tem que ter acesso ao serviço entrada e saída visitações de atendimento multidisciplinar sempre buscando esse apoio familiar mais uma vez o ressalta multidisciplinaridade que é muito importante nessa equipe que trabalha com a doação e transplante ajuda institucional nem às vezes a gente precisa oferecer uma alimentação com essa família que veio de longe que está ali às vezes sentado lá fora no pronto socorro há mais de 24 horas não foi em casa tomou banho não se alimentou então a gente tem
que se pensar em como é que essa família tá e essas pessoas que vão participar da entrevista familiar dentro da lei é quem pode autorizar a doação de órgãos só os parentes de primeiro e segundo grau então enfermeiro assistente social psicólogo médico que vai fazer a entrevista ele tem que entrevistar né ele tem que orientar esses parentes há aqui somente eles diante da lei é que pode fazer a autorização dos órgãos do seu and a então aqui o doador ou o pai primeiro grau a mãe né o cônjuge ou companheiro também pode autorizar de primeiro
grau o filho os avós né neto irmão segundo grau então esses são os nossos são os atores que estarão conosco dentro né da entrevista familiar são eles aí né que podem autorizar a doação do dos órgãos dos eua desde então pra finalizar com vocês vou passar rapidinho aqui né eu trouxe como um todo o processo de trabalho dentro da enfermeira dentro da uti dentro do ps a gente faz um check list no final de tudo isso está a ver o que foi feito eo que ficou faltando então check list pessoal de enfermagem gosta bastante porque
ajuda a nortear o trabalho ea gente não tem nenhum tipo de risco durante o processo uma vez que eu tenho família comunicado da conclusão dos exames do protocolo e do diagnóstico final de morte encefálica não tá tudo ok a família entendeu né a equipe entendeu o protocolo está fechado a família vai ser convidada a vir ao hospital o médico vai dar o diagnóstico de morte pra essa família e essa equipe multidisciplinar vai fazer entrevista familiar dando direito a família a doação de órgãos é se a família não do amar e o que eu faço paciente
vai continuar lá no leito da uti e não a partir do momento que a família deu a negativa da doação que ela entendeu processo né ea família negou ela vai ser orientada à da entrada nos proclames funerários então ela vai receber a declaração de óbito do hospital ou o documento poder que o corpo vai poder ml ou do sv ó certo o formulário para a realização de coletas de sangue então existe alguns formulários que são preenchidos a partir do momento que a família doou os órgãos do paciente aí começa a parte logística né solicitar o
documento do familiar que volta da atuação isso daqui é muito importante porque quem doa né tem que ter comprovadamente o grau de parentesco comprovada através do documento o termo de autorização de doação ele deve ser preenchido de forma legível não pode ter erro não pode ter rasura e deve coletar as assinaturas do familiar e de duas testemunhas conforme a legislação e orientar todo o processo para a família de como vai ser a partir daquele momento não é que a gente vai ter um tempo aí que a central de transplantes vai cadastrar esse doador no sistema
que os órgãos vão ser distribuídos e que a cirurgia vai ser agendada e que a partir desse momento né tudo que está acontecendo com o paciente é um desses familiares vai ser orientado a bom tem sempre o contato de um vai falando olha vai jogar por cento cirúrgico iniciou a cirurgia na época que o familiar ele não fique sem ter notícias do que está sendo feito aí com o corpo do seu ente bom providenciar o documento como já tinha falado pra vocês a sede reformada então nesse momento também do do aceite familiar para doação sendo
cirúrgico é agendado o enfermeiro da uti é o da cihdott ele vai comunicar o centro cirúrgico ao cm é o horário da cirurgia temos que providenciar o transporte do paciente de forma segura porque quando na saída do paciente lembre se que o paciente está morto que ele está sendo monitorado né através de um respirador é que esses órgãos estão sendo mantidos hemodinamicamente então é preciso ter todo um cuidado para poder transportar esse paciente da uti até o centro cirúrgico se eu não tivesse cuidado com o uso das drogas corretas tudo corretamente o paciente pode parar
no meio do dftrans lado ea doação não acontecer a já aconteceu isso maria já então assim a equipe que vai providenciar o transporte do paciente tem que ter é bastante controle né e cuidado com esse paciente fechada prontuário de busca ativa e no final de todo o processo e garantir que a família tem um corpo né é adequadamente entregue à família tem que ser orientada que o corpo entregue condignamente ou seja e não vai ter nenhum tipo de dano nesse corpo né e orientar que é feita uma incisão é onde são retirados até a região
do umbigo do externo umbigo que os órgãos vão ser retirados e que depois vai ter uma estrutura né então a gente vai orientar a família direitinho de como é que vai ficar esse corpo depois que retirar dos ovos tá que não vai ter nenhum tipo de formação é no corpo então só pra fechar com vocês aí é o processo de doação e transplante ele é um processo muito complexo e traz vários momentos né gente já falou que não quer e saúde de dois momentos importantes que a legislação e hoje com foco maior na nesse vermelho
que trabalha frente né da uti do ps que cuida desse paciente grave então a gente observa que são vários processos nec que realmente é uma teia e que o enfermeiro ele estava presente em todos os momentos desse processo ah então é um processo dinâmico que requer muito estudo que requer cuidado e que o enfermeiro ele tem aí um papel muito expressivo durante todo esse processo então eu deixe essa frase pra vocês né faça o seu melhor na condição que você tem enquanto você não tem condições melhores melhores para fazer melhor ainda né capricho eu gosto
muito de safado prazo do mário cortella porque ter um enfermeiro ele trabalha na adversidade a gente sabe das nossas limitações das nossas dificuldades então eu quero mais uma vez agradecer a oportunidade está falando sobre esse tema de convidar os amigos enfermeiros além de um pouco mais sobre o papel deles diante do protocolo de morte encefálica da atuação do transplante é temos enfermeiros perfusionista sttrans enfermeiros coordenadores da frente desse grande projeto esse grande programa desculpa temos enfermeiros que captam córneas temos enfermeiros que são aí né o nossos grandes heróis dentro da uti dentro do ps né
assim como os enfermeiros temos os outros profissionais mas hoje eu queria destacar nesse processo a importância do enfermeiro a e me coloco à disposição e muito obrigada pela oportunidade professora