o Olá pessoal tudo bem Eu sou a professora elizalda Guimarães e na sala vamos continuar voltando sobre os distúrbios hemodinâmicos Dessa Vez Mais especificamente sobre a hemostasia e trombose o embolismo infarto e shopping vamos conversar e quando a gente pensa em hemostasia e trombose a gente pensa na formação de um coágulo sendo que na hemostasia que nós chamamos de hemostasia normal hemostasia fisiológica ela está ali A hemostasia acontece Na tentativa de conter por exemplo uma lesão vascular que causa um extravasamento de sangue então a hemostasia normal ela pode ser definida como sendo Olha uma série
de processos regulados o pescoço castrados que envolvem tanto o endotélio envolve porque tem envolve a cascata de coagulação e esses processos eles come não na formação de um coágulo de sangue que limita como eu já falei o sangramento de um vaso que sofreu uma deter a televisão a contrapartida patológica desse processo quer dizer a formação de um coágulo de um vaso que está ali impactou por exemplo no interior de uma câmara cardíaca sem nenhuma lesão é o que nós chamamos de hemostasia patológica também conhecido o processo pelo nome de trombose a trombose nós vamos falar
um pouquinho mais à frente então a gente começa a nossa discussão falando sobre a hemostasia normal E ai meu fazendo normal ela é dividida em você tá fazer som dessas etapas que nós vamos falar a partir já estão coloco uma lesão no vaso Windows Hélio ele pode ser danificado Então essa camada subindo alterial ela fica exposta isso gera reflexos neurogênicos que são aumentados a partir por exemplo de alguns fatores como endotelina aí doutrina é um importante fator vasoconstrictor que é produzida pelas próprias células endoteliais Então você tem aqui a liberação descem doutrina causando uma vaso
é concepção O que é temporária é uma vaso concepção é transitórias aí nessa área portanto deve-se e quase que imediatamente também alguns fatores e alguns é partes de células como por exemplo as plaquetas deve acontecer também ativação aí do da cascata da coagulação e esse Inglaterra e o também ele contribui bastante secretando fatores pra que haja para quê pô minha formação do que nós chamamos de tampão hemostático então inicialmente o que que acontece essa vaso concepção temporária transitórias mediado pela endotelina que causa que aumento inclusive esses reflexos neurogênicos Então logo em seguida a gente tem
a etapa de formação do tampão hemostático Mas aqui é o tampão hemostático primário a hemostasia primária e como é que isso acontece então a gente já falou que quando lá uma lesão endotelial subir em biotério ele fica exposto tá aqui no momento dessa exposição é porque tantas começam a aderir esse colágeno a esse tecido conjuntivo subendotelial e essa adesão é promovida principalmente por um fator que nós chamamos de fator de Von willebrand que é produzido pelas próprias células endoteliais e o Sub endotélio ativado também então essa ligação da plaqueta como fator de lembrança e geram
que nós chamamos de adesão plaquetária e o que é que essa que acontece com essa plaqueta inicialmente ela muda sua forma Observe em que ela é mais não e agora ela passa a ter um formato mais a Chapada ou formato de disco rico e espículas quer dizer rica em projeções lembra muito um ouriço-do-mar Além disso além de mudar a sua forma ela degranula ela libera os seus grânulos principalmente grânulos contendo no ADP e o tromboxano A2 essa etapa de mudança de forma e liberação de grânulos essas duas etapas aqui é um que nós chamamos de
ativação plaquetária então a certo a plaqueta ela aderiu depois ela foi ativada mudando sua forma e de granulando de grânulos o gente esses grânulos aqui olha tanto a deter mas principalmente o tromboxano A2 e promove o recrutamento de mais plaquetas então aí a gente tem um fenômeno que nós chamamos de agregação plaquetária Então esse aqui gente é a formação diz respeito à formação inicial do tampão hemostático Então a gente tem aí a hemostasia que nós chamamos de primária e em seguida a gente tem a consolidação desse tampão hemostático quer dizer a formação da hemostasia secundária
como é que isso acontece então a gente já tinha ali naquela área a gente falou que já tem ali muitas plaquetas agregadas formando tá querendo tampão hemostático primário e aí olha logo em seguida aqui o sub endotélio libera esse fator que nós chamamos de fator tecidual esse fator tecidual a gente ele é muito importante porque ele que desencadeia um dos mecanismos que desencadeiam é vamos dizer assim a cascata de coagulação o fator de coagulação ele vai se ligar o fator 7 mas esse aqui não se preocupe porque nós vamos falar mas vai pagar na mente
nos próximos slides é esse fator tecidual Observe que ele é produzido olha por células do sub hidroter e por exemplo as células musculares lisas e os fibroblastos para o que é que esse fator tecidual faz ele faz a Ele ativa a trombina ele gera e ativa trombina nessa cascata de coagulação EA trombina a gente tem um papel aí essencial porque é ele que ela trombina que vai converter o fibrinogênio em fibrina então aqui a gente tem uma malha de fibrina sendo depositado também juntamente com as suas plaquetas que já agregaram adicionalmente também a trombina além
de formar a fibrina ela também é ativa mais plaquetas tá usando o que mas as vitórias então aqui gente nós temos a formação de um tampão mais estável um tampão mas sólido seria na verdade aqui a formação à consolidação melhor dizendo do tampão hemostático então o rolo tampão hemostático consolidado aquele tampão hemostático que tem muitas plaquetas agregadas e a formação da malha de fibrina que funciona e como uma substância como se fosse um cimento né ó substância cimentante e logo em seguida por fim esse coágulo ele precisa ser limitado ele precisa ser contido então você
tem aí pelas próprias células endoteliais também a liberação de alguns fatores alguns fatores como o ativador de plasminogênio tecidual que é a sigla pentear e a trombomodulina o TP a gente ele causa a fibrinólise então ele causa para causar-lhe reabsorção daquele coágulo e também além da reabsorção ele pode promover também um reparo tecidual a trombomodulina O importante fator por quê Porque ela que vai bloquear a cascata de coagulação e se você bloqueia cascata de coagulação você não tem a formação da trombina não plena ativação da trombina se não tem ativação da trombina vamos lembrar não
tenha conversão do fibrinogênio em fibrina então aí são os fatores que na verdade eles limitam a formação a o tamanho vamos dizer assim desse com água então vocês tem a contração da fibrina plaquetas para formar o tampão permanente e o o ativador de plasminogênio tecidual eles ele limita na verdade a população suas abertas absorção e o reparo tá com as plaquetas a cascata de coagulação e o endotélio são fatores essenciais no processo de azia a partir de agora a gente fala mais detalhadamente sobre cada um desses fatores e Vale ressaltar que as plaquetas ela assim
não são células elas são fragmentos celulares até a de células medulares os que nós chamamos de megacariócitos e as plaquetas esses fragmentos Eles são de extrema relevância no processo hemostático Porque como nós já falamos no slide anterior são as plaquetas que formam aquele tampão hemostático primário e esse tampão ele tantos celos defeitos vasculares como também proporcionam uma superfície que vai recrutar que vai concentrar que eles fatores de coagulação ativado mas para isso essas plaquetas elas possuem uma estrutura especial então sua função é devido principalmente Oi gente a sua estrutura sua composição e a membrana das
plaquetas por exemplo as contém alguns receptores de lipoproteínas que são importantes tanto no processo de ativação de adesão e de agregação plaquetária nós temos também a o ciclo esqueleto a e facilitando todos os processos e as organelas nós temos dentro das plaquetas a presença de grânulos que são classificados com grânulos Alpha ou com o corpos densos e esses grânulos por exemplo aqui o fibrinogênio fator 5 a figura né Tina o fator de Von willebrand nos corpos densos nós temos ATP o ADP gerando aí principalmente aqui o ATP a energia a serotonina o cálcio todos eles
promovendo toda essa questão que eu falei para vocês a questão da é da ativação e da grelha a agregação plaquetária e finalmente qual é o papel das plaquetas falando de uma forma mais detalhada nesse processo aí da hemostasia tão que a gente tem novamente uma lesão a nível de vaso então observem aqui nesse desenho esquemático então representação das células endoteliais o subiu endotélio na verdade é o próprio tecido do tipo conjuntivo e aqui essas esferas é nessas As férias estão representadas as plaquetas então Observe se houve alguma lesão vascular Você tem uma exposição aqui do
sub noterio do tecido conjuntivo rico e colagem é e as plaquetas elas precisam ligar aí se subindo altério para promover o processo de adesão plaquetária e quem faz essa ligação entre a plaqueta e o subendotélio é um fator que nós chamamos de fator de Von willebrand e como é que ele faz isso na verdade ele tem Ló filho aqui desse receptor que é expresso nas plaquetas têm uma glicoproteína por isso a sigla gp1b então a ligação do receptor de plaquetas e um ver com fator de Von willebrand promove o que nós chamamos de adesão plaquetária
E observa em gente que tanto esse receptor com o fator de Von willebrand eles são tão essenciais que a sua a sua deficiência pode causar distúrbios hemorrágicos como por exemplo que a gente observa na deficiência da doença de Von willebrand ou também aqui é na deficiência da síndrome do sommelier No caso quando a gente tem ausência da glicoproteína zumbi logo em seguida a gente tem um fenômeno que no chão de ativação plaquetária e vamos lembrar que a gente falou nos slides anteriores para que haja uma ativação plaquetária Primeiro as plaquetas elas modificam a sua forma
então elas elas se tornam mas a chapadas aumentam aí prolongamentos que são as espículas para que para que aumente aí a superfície de contato entre elas e entre as próprias plaquetas acontecem também a mudança de conformação acontece a exposição deste complexo aqui que é um outro receptor que a glicoproteína agora 2-b 3-a que a gente vai falar importância dela no próximo slide Além disso acontece o processo da secreção processo da degranulação e na degranulação a gente sabe que são liberados aí principalmente dos fatores O que são o ADP e o tromboxano A2 tanto adp.com tromboxano
é tem um funções é importante do que no processo da agregação plaquetária Lembrando que o app também ele pode causar uma ativação também adicional de outras plaquetas então é um ciclo né de produção já depende da separação e da ativação de umas plaquetas então tanto ele voltando aqui como tromboxano causam agregação plaquetária e como é que acontece pros agregação plaquetária nós temos aqui como nós já falamos o complexo né a glicoproteína 12003 a ela que serve uma ponte uma ligação agora tanto a teta com o fibrinogênio forma e agregados aqui entre as plaquetas e esse
fibras fibrinogênio é isso é importante porque paralelamente a esse processo temos também olha a conversão do próprio sempre na gênio umas fibrina insolúvel isso acontece lá quando a a produção a secreção ativação da trombina lá na cascata de coagulação que é o que nós vamos falar um pouco mais mais à frente então essa fibrina insolúvel a forma como se fosse essa malha aqui representada é nessa nessa foto nessa imagem e ela funciona como eu já falei também nos slides anteriores como se fosse uma substância cimentante que vai consolidar E é exatamente essa essa essa formação
aqui que consolida o que acha um tampão hemostático o secundário o segundo fator que contribui para o processo de hemostasia Na verdade são diversos fatores é o que nós chamamos de cascata de coagulação EA cascata de coagulação ela pode ser definida como a série de reações enzimáticas que amplificam manda terminar a resposta e essa reação enzimática amplificador ela vai combinar tanto da ativação da trombina e a deposição de um coágulo de fibrina insolúvel observa em que a cascata de população ela difere tanto na população quando ela acontece em laboratório num tubo de ensaio em Lagoa
na coagulação que acontece os processos em vivos na o laboratório ela é constituída por duas vias a via intrínseca e a via extrínseca na coagulação e vivo apenas por uma via observa em que diferentes fatores atuam nessas vias seja ela em laboratório e ou em vivo mas ambas ela enxergam como dizer assim não denominador em comum que ela formação e ativação da trombina que faz gente já sabe a gente já falou usuários anteriores e fazem a conversão do fibrinogênio no colar no coágulo de fibrina Observe que aqui para Cascata de coagulação nós vamos encontrar diferentes
fatores sendo que nós temos sempre um substrato que aqui está representado o que rosa e vermelho nós temos uma enzima que exatamente o fator de coagulação ativo que aqui está representado na cor azul e nós temos os cofatores aqui representados em verde que potencializam aí ação dos fatores de coagulação observa em novamente com a gente já falou é nós temos a via intrínseca e extrínseca quando a gente fala em coagulação no laboratório Observe em que a via extrínseca ela começa ela tem como ponto inicializadores o mesmo ponto que a gente observa Por exemplo quando a
coagulação em Vivo que seria a gente também já falamos slides anteriores seria a exposição daquele fator tecidual que se lhe o au-au fator 7 a mesma coisa nós observamos na Via extrínseca quando a gente fala em população de laboratório havia intrínseca ao fator inicializadores a gente tem aí olha uma superfície carregada negativamente quer que foi simulada através das Pérolas de vidro isso aqui gente a importante para que se mantenha e a pra ligação com fosfolipídios E também o cálcio que serão importante como se fosse uma ambiente vai proporcionar um ambiente para que haja a montagem
dessa cascata de coagulação e aqui em Vivo também apesar de não ser o inicializador lá quando aquela parte de ativação plaquetária nós temos também uma exposição de fosfolipídio que junto aos seus cálcio proporcionam essa a imagem é esse ambientes de montagem dessa cascata E aí [Música] é bom Independente de ser é uma população de laboratório uma população por exemplo no Vivo todas elas elas combinam lá no ponto final na ativação da trombina e a gente já falou que a trombina que exerce diversas funções algumas delas inclusive já foram faladas é durante essa aula como por
exemplo nós falamos que a trombina é ela que faz a conversão do fibrinogênio em fibrina que é exatamente a tanto a sala das plaquetas com a Adesão ativação agregação plaquetária e juntamente com a malha de fibrina que vai formar aquele tampão hemostático o secundário a trombina também gente tem uma importante função de amplificar o processo de é através da ativação também de estímulo daqueles qual fatores a trombina também ela faz ativação plaquetária isso também nos falamos isso através de receptores ativados por proteases que são expressos pelas plaquetas então a trombina se liga aos receptores realizando
aí ativação plaquetária esses receptores também são expressos em células pro inflamatórias então fazendo com que a trombina e Exerça um efeito também para inflamatório como por exemplo a trombina pode fazer aí com que o endotélio Ative o endotélio para que eles secreto algumas citocinas como esse aqui que é um fator de crescimento que o fato de crescimento derivado de plaquetas e a combina também ativando as endotélio ele pode liberar alguns mediadores vasoativos como o óxido nítrico e a prova está se clina a trombina também não só ativo endotélio mas ela também pode ativar leucócitos células
inflamatórias como por exemplo ativação de monócitos e também é de neutrófilos levando a sua adesão e o importante também que no caso é quando você já tem ali um no caso de um endotélio ali e intacto quando você não tem uma lesão vascular a trombina vai exercer também o ação anticoagulante Como assim professora ela passa ativar o endotélio e secretar aquele ativador de plasminogênio tecidual que tem ação fibrinolítica bom e o que é que esse fator ativador do plasminogênio tecidual TPA ele faz então a gente tem aqui a formação de um coágulo já bem consolidado
já formado onde a gente tem aqui em amarelo a representação das plaquetas essas linhazinhas azul aqui seria o correspondente a fibrina Então esse TPA ele vai fazer a conversão do plasminogênio em fibrina desculpa do plasminogênio em plasmina fazendo com que essa plasmina ela age degradando esse coágulo de fibrina então libera aqui para corrente sanguínea esses produtos a degradação de fibrina obviamente se aí nesse caso isso aqui ele pesa sendo uma ação fibrinolítica que e imitando a extensão desse coágulo mas se no nosso organismo se tiver uma necessidade em pé com o mecanismo contra regulatório obviamente
a gente vai ter aí uma Leco elas Kenny vem esse ativador de plasminogênio por exemplo o pai exemplo desse Pai a gente tem aqui olha o Alfa 2 antiplasmina que seria o que o inibidor da ação dessa plasmina mas isso depende muito da Necessidade tecidual Isso não é um mecanismo contra regulatório e para a gente finalizar e não deixar de falar que do nosso terceiro fator que seria o endotérmicos dos três fatores que contribui para a hemostasia na verdade quando a pele a gente já falou bastante nos slides anterior e quando a gente falou tudo
de todo o processo de função plaquetária e também na cascata de coagulação Então a gente tem enfatizado a importância do endotélio tanto nas suas funções pro coagulantes como função anticoagulantes isso depende aí da necessidade do organismo em relação se há ou não uma lesão vascular e salada ou não esse a uma lesão Sião formação de um coágulo existe um mecanismo fibrinolítico também integração exatamente que eu falei para vocês ação anticoagulante então é o mecanismo contra regulatório então o endotélio pode mediar essas duas ações estão a própria como anticoagulante