Olá, seja muito bem-vindo, seja muito bem-vinda à nossa formação para corretores de redação Enem. Eu sou a professora Carolassar, professora de redação, especialista em redação para Enem, vestibulares e concursos com experiência em banca de correção. Neste evento, que será dividido em quatro aulas, eu vou te ensinar a se tornar um professor de redação que lucra e aprova.
Carol, mas você vai você não vai falar de competência um. A aula hoje não é sobre a competência um. Sim, daqui a pouco a gente vai entrar na competência um.
Mas porque então você você tá falando aí que você vai ensinar o professor a se tornar um professor de redação que lucra e aprova. Porque dominar as cinco competências, ou seja, aprender a corrigir redação como a banca do Enem corrige, é o primeiro passo para você se tornar um professor de redação que lucra e aprova. E todo professor de redação que lucra e aprova, eu costumo dizer que é o professor de redação de alto valor, ele primeiro é um excelente corretor de redação, mas você não precisa necessariamente estar na banca do Enem para se tornar um excelente corretor de redação.
Nesta formação, eu vou te ensinar tudo, tudo que você precisa saber para começar a corrigir redação, como a banca do Enem corrigiria. E esse é o primeiro passo. Eu costumo dizer que há três Ps, né?
Ou seja, três características, três aspectos com os quais o professor deve se preocupar quando ele quer se tornar um professor deção de alto valor, um professor deção que lucra é a prova. E o primeiro P é o P da presença de visão de banca. Só que para você ter essa presença divisão de banca, você precisa aprender a corrigir com a banca do Enem.
Por isso, nesta formação, nós vamos nos concentrar nas cinco competências. E eu não vou falar aqui das cinco competências basear eh me baseando na cartilha do participante, não. Vou falar aqui das cinco competências conforme o manual do corretor.
Afinal, ele é a Bíblia do professor de redação. E eu espero que você tenha recebido aí, seja por e-mail, seja por meio do grupo de WhatsApp, a redação que eu vou corrigir durante as aulas. Se você ainda não fez a correção, pause agora este vídeo, corrija a redação, depois volte, né, para ver se a sua correção da da competência um foi correta, porque esse evento ele é dividido em parte teórica e em parte prática.
Na parte teórica, eu vou mostrar aqui as características da competência um, o que que o corretor olha na competência um e na parte prática nós teremos correção de uma redação na competência um. E esse esquema vale também para as próximas competências das próximas aulas. Recapitulando aqui, então, pessoal, o professor que lucra e aprova, ele tem três características, três aspectos que eu chamo de três ps do professor de redação que lucra e aprova.
O primeiro P é presença de visão de banca. O segundo P é presença de metodologia. O terceiro P é presença de mercado.
E a presença de visão de banca, ela é muito importante. Ela é tão importante que ela modificou a vida dos meus alunos, dos professores do Aprove Todo Santo ano. Na verdade, os três PS modificam.
Por que que eu tô destacando aqui a presença de divisão de banca? Porque daqui alguns minutos nós vamos começar a falar sobre as cinco competências. como o Enem olha para essas cinco competências, como adquirir a visão de banca por meio das cinco competências.
Só que claro que dentro do curso, dentro do aprova todo de santuano eu não falo só a presença de visão de banca, eu falo da metodologia, eu falo da presença de mercado. O que que é essa presença de metodologia? Você precisa de um método de ensino.
Muitos professores do a prova todo santo ano utilizam o meu método de ensino. Que que é isso? Sabe?
Você precisa ter uma maneira simples de ensinar redação para o aluno. E o aluno, quando ele olhar para essa maneira sua de ensinar, ele tem que olhar paraa sua aula e falar: "Uau, que aula! " Então você precisa de um método.
Tem gente, tem professor que é um ótimo corretor de redação, mas na hora de dar aula não, não tem aquela aula impactante. Eu conheço professores brilhantes com visão de banca que não tem método. E aí, além da visão de banca, além da metodologia, você precisa o quê?
Deixar que as pessoas saibam que você existe, deixar que as pessoas saibam que você dá aula de redação, você precisa se destacar na sua cidade ou no online. Vixe, tem várias possibilidades para quem quer aí trabalhar com redação. Talvez você queira trabalhar para uma plataforma.
Talvez você queira trabalhar sendo professor. Talvez você queira dar aula online em grupo, online presencial, em dupla, trio, turmas grandes ou abrindo o próprio cursinho. Mas a presença de visão de banca, ela é muito importante, ela fez muita diferença na vida dos meus alunos.
Então, eu tenho aqui o exemplo do Edson. O Edson Soares, ele é aluno do aprovanto ano, ele abriu o próprio cursinho de redação e hoje ele lucra com aulas de redação em uma cidade, acredite, de 18. 000 habitantes.
E você mora numa cidade grande e você talvez nunca tenha pensado em abrir o seu próprio curso de redação. Curioso, né? Toda a cidade, gente, tem lá um professor que, sei lá, que se dispõe a abrir uma escola de inglês e redação, que é uma coisa tão necessária, já que todo ano os alunos fazem o Enem, todo ano tem alunos prestando vestibulares, todo ano tem gente fazendo concurso e aí, poxa, tem um monte, mais de uma até escola de inglês.
Aí, se você for pensar aí agora, escola de redação, cursinho só de redação, não temos, galera. E eu garanto para você que dentro de uma cidade, o número de pessoas dentro de uma cidade, de uma região que precisam de aula de redação, é até maior do que o número de pessoas que precisam ali de um cursinho de inglês. Por quê?
Porque todo ano tem gente fazendo Enem, mas todo ano também tem gente que que vai fazer um intercâmbio, que precisa do inglês, que vai fazer uma viagem, que precisa passar numa prova de proficiência, que precisa passar numa prova de mestrado, de doutorado, para inglês, mas o número de pessoas que procuram aula de redação também é grande. E aí, além do Edson, gente, e o Edson aqui, claro, ele lucra com aulas de redação, porque ele é um excelente corretor. Dentro da prova de todo Santana, a gente tem a sala de correção, a gente tem um método para que o professor se sinta seguro, corrija mais rápido.
Então, ele, o Edson, ele tem a presença de visão de banca, senão ele não lucraria com aulas de redação. Ele sabe corrigir redação como a banca do Enem. Olha o primeiro P aí que é o P da presença de divisão de banca.
Segundo P, presença de metodologia. Ele tem um método, então ele lucra com aulas de redação por causa da da visão de banca, que é da correção, por causa do do jeito dele de ensinar. E tem uma outra coisa aqui, presença de mercado.
Ele faz oficinas de redação todo ano gratuitamente para que as pessoas saibam que ele existe. Ele faz lá na cidade dele, ele marca data. Olha, ele não é aquele professor que procrastina o objetivo dele, não.
Ele não é aquele professor que procrastina o próprio sonho. E olha aí a propaganda dele. Ele mandou para mim essa propaganda.
Ele faz o básico bem feito. Ele faz o básico bem feito. O básico bem feito dá certo.
E se você tá aqui, você está no caminho. Porque o primeiro passo para você se tornar um professor como Edson é compreender a visão da banca de correção. Tem aqui também a Mariana Oliveira.
Diferente do Edson, a Mariana Oliveira, ela começou ainda como estudante de letras, tá? Ela começou corrigindo para uma plataforma e acredite, gente, a Mariana passou de corretora a coordenadora pedagógica de uma de uma importante plataforma após entrar no aprove todo santo ano. E é claro, gente, ela precisava da sala de correção, ela precisava da presença e de visão de banca e ela gosta muito da sala de correção.
Veja o que aconteceu na vida dela após ela ter entrado para a prova todo santuano escuta esse recado da Mariana. Olá pessoal, boa tarde. Meu nome é Mariana.
Eu adquiri o curso da professora Carol no ano de 2022, né? o curso de redação para professores. Na época eu sentia muita insegurança, tinha sido aprovada num processo seletivo, num site de corretores e me sentia incapaz de corrigir uma redação no modelo Enem.
E o curso da Carol me atendeu muito. É um curso bastante completo. Nós temos teoria, além de de comentários muito pertinentes a respeito do manual do corretor.
E além disso, temos o desafio da banca, né? Nele, o professor ele é convidado a corrigir e a Carol ela ensina a ter essa visão de banca necessária demais para que a gente utilize não só nas correções como também nas aulas de redação. Então é um curso que vale muito a pena, né, tanto para quem é estudante, como era o meu caso, como também para professores que já estão há muito tempo no mercado, porque a Carol com toda a sua experiência, com toda a sua didática, um material de altíssima qualidade, faz toda a diferença para que a gente se sinta mais seguro nas correções.
Vale muito a pena a partir do da das aulas, né? Os meus alunos eles tiraram mais de 900 no Enem do ano passado, né? Tem os depoimentos, recebi os depoimentos e com isso, né, pude dar continuidade ao meu trabalho.
Cada ano que passa, cada feedback recebido, né, isso nos ajuda a ter mais segurança e a captar novos alunos. Então, vale muito a pena fazer esse curso. Agora eu quero contar para vocês a história da Denise.
A Denise, o caso dela é diferente. O Edson abri o próprio cursinho, a Mariana é corretora dentro de uma plataforma e a Denise ela dá aula em uma escola. Gente, a Denise ela coleciona resultados de alunos que tiram mais de 900 na redação do Enem.
A Denise o ano inteiro, gente, ela tem mensagens de alunos aprovados. Ela periodicamente, regularmente, ela me manda no WhatsApp. Eu vou mostrar aí, dei uma olhada aí nas conversas nas conversas de WhatsApp em que a Denise, gente, ela me manda o print do resultado dos alunos dela.
Olha que bacana o print do resultado dos alunos da Denise. Olha que incrível isso, gente. Eu acho tão bacana isso.
Eu acho tão ela, ela tem vários alunos que tiram mais de 900 pontos na redação do Enem. Por quê? Porque ela tem a ela, claro, ela tem presença de método, ela também faz oficina de redação, mas ela tem presença e de visão de banca e ela gosta muito da sala de correção.
E eu quero aproveitar para falar outra coisa. A Denise, ela recebe muitos alunos que além do Enem procuram eh as aulas dela para que ela os prepare para os vestibulares paulistas, Unicamp, Vunesp e por aí vai. E eu queria te dizer que o Aprovor do Santo não é um curso onde você encontra apenas eh aulas de redação para o Enem, você encontra também aulas de redação para os vestibulares paulistas.
Gente, todos esses resultados que eu estou mostrando aqui, eu tenho entrevista deles. E se eu fosse você, eu assistiria a entrevista deles. Por quê?
Se você quer se tornar com esses professores, você precisa conhecer as histórias deles. E eu entrevistei esses professores. Eu vou colocar no link, nesse material, o link das entrevistas para que vocês assistam.
Assistam para compreender quais as ações, quais as atitudes desses professores, da Denise, da Mariana, do Edson. E tem mais entrevistas no meu Insta e no YouTube também. É importante você compreender o caminho que esses professores percorreram para que você também possa atingir esse objetivo de se tornar um professor de redação que lucra e aprova.
Agora retomando aqui, então nós temos três Ps: Presença de visão de banca, presença de metodologia, presença de mercado. E aí, pessoal, presença de visão de banca é o foco desse evento de formação para corretores de redação Enem. E para eu compreender, para eu compreender a presença de visão de banca, eu tenho que dominar o quê?
as cinco competências do Enem, conforme o manual do corretor e Enem. Bora falar com detalhes da competência um, gente. Olha só, vamos lá.
Então, a gente precisa conhecer as cinco competências e hoje a gente vai falar aqui da competência um. Então, competência um, demonstrar domínio da modalidade escrita formal da língua portuguesa. Gente, tem essa frase grande, mas a competência um, basicamente, ela se resume a gramática.
Porém, quando a gente fala de gramática na competência um, você vai olhar estrutura sintática e desvios. Desvios é mais tranquilo do que estrutura sintática, porque todo professor de língua portuguesa tem o hábito de corrigir desvios, de corrigir concordância, de corrigir crase, de corrigir regência e por aí vai. Enfim.
E tem professor que nunca ouviu falar, que nunca corrigiu dentro de uma redação aspectos relacionados à estrutura sintática ou nunca ouviu falar, nunca esteve em banca, nunca participou de nenhum curso de correção deção ou nunca esteve num treinamento de correção deção Enem. Então, tem dois aspectos a serem observados na competência. Um, estrutura sintática e desvios.
Quando se trata de estrutura sintática, eu tenho que olhar truncamento de períodos, justa posição de palavras, excesso de palavras, ausência de palavras e duplicação de palavras. Cinco aspectos a serem observados. E aí eu te pergunto, você conhece todos esses aspectos?
Gente, eu queria pedir uma coisa. No decorrer dessa formação, eh, eu gosto muito de interagir com a minha audiência. coloca no seu store que você tá estudando, me marca lá que você tá eh acompanhando a formação que você tá participando.
E gente, eu gosto de fazer reposto todos os comentários. Então, se você está vendo aqui, né, pelo canal do YouTube, coloca aí nos comentários eh se você conhece esses aspectos ou se não. Se você nunca ouvi falar, se você está vendo falar eh se você está me ouvindo falar pela primeira vez, coloca aí se você sabe o que que é troncamento, justa posição, enfim.
Eu gosto muito de interagir, interagir com a minha audiência. Coloca o que que você tá achando dessa formação, dessa aula, porque eu vou responder a todos os comentários, galera. Vamos ver.
E para você se tornar um professor de redação que lucra é a prova, você tem que olhar não só os desvios, mas você tem que olhar esses aspectos também. Que que é truncamento de períodos? Eu vou ler aqui e vou explicar.
Essa redação é de um aluno meu, de quando ele estava aprendendo a fazer redação. Foi uma das primeiras redações que ele me entregou. Então ele está bem ruim.
Mas claro, depois ele melhorou e tirou um notão na redação do Enem. O tema dessa redação é a desigualdade entre homens e mulheres no mercado de trabalho. Vamos lá.
Em uma sociedade patriarcal, é evidente que as mulheres viviam sob o domínio do homem. Elas só eram vistas como pessoas para cuidar da casa e dos filhos. Hoje, mulheres ocupam espaços que foram ditados como masculinos, ainda enfrentando dificuldades como o machismo e o fato de ganharem menos.
Então, olha só o que que acontece aqui. Onde está esse X aqui? Significa que essa oração aqui, elas só eram vistas como pessoas para cuidar da casa e dos filhos.
É continuação da oração anterior. Então o que que o aluno fez aqui? Ele começa dizendo que em uma sociedade patriarcal é evidente que as mulheres viviam sob o domínio do homem.
E aí ela, na verdade, ela continua essa ideia dizendo assim, né? uma vez que ou porque já que elas só eram vistas como pessoas para cuidar da casa e dos filhos. Então, a gente tem aqui uma oração subordinada adverbial que faz parte da oração anterior, porém elas foram separadas por um ponto final.
Que que o aluno deveria ter feito? colocado uma vírgula, colocado conectivo e continuado a oração. Aqui embaixo, mesma coisa que ele traz uma oposição.
Ele fala aqui no primeiro período, contextualizando o tema, que na sociedade patriarcal as mulheres eram vistas como pessoas para cuidar da casa e dos filhos, mas que atualmente elas ocupam espaços que foram ditados como masculinos, ainda enfrentando dificuldades como o machismo e o fato de ganharem menos. Aqui ela fala que hoje as mulheres ocupam espaços que antes eram dos homens, mas ó, poderia ter colocado uma vírgula aqui e colocado más, mas ainda enfrentam dificuldades como o machismo e o fato de ganharem menos. Percebem que essa oração é continuação dessa oração aqui que ela foi separada pelo aluno.
Então o truncamento de períodos é quando o aluno separa orações que deveriam estar unidas. unidas por vírgula, por conectivos, enfim. E aí eu coloquei aqui para vocês a reescrita, a reescrita dessa desse trecho, tá?
Eu uni aqui. Claro que essa essa gente esse trecho de introdução, ele poderia inclusive ficar melhor do que está, né? Espaços que foram ditados.
Titados aqui não é uma escolha lexical boa. Aqui a gente tem um desvio, né? E esse desvio aqui, ele também é penalizado na competência um.
Quando o aluno ele escolhe uma palavra que, e essa palavra não ficou muito adequada ali dentro daquele contexto, isso também é penalizado na competência um, mas eu corrigi aqui, olha, o truncamento de períodos que esse aluno cometeu, beleza? Então, expliquei o que é truncamento de períodos. Então, voltando aqui, nós temos truncamento de períodos, justa posição de palavras.
Gente, não vai dar tempo de falar com detalhe aqui de tudo, tá? porque é bastante coisa, mas e e essa é uma formação básica para corretora de redação, mas eu vou entregar aqui tudo que você precisa saber para começar a atuar como professor de redação, como corretor de redação, enfim. Depois do truncamento, nós temos a justa posição.
Justa posição é quando o aluno junta um período que deveria estar separado. Então, a justa posição, ela é o contrário do truncamento. E sabe, gente, uma coisa que me chama muita atenção, recentemente eu entrevistei a Luciene, que é aluna do meu curso e ela disse que ela veio, né, de outro curso aí de redação para professores.
E ela disse que o que chamou a atenção dela dentro do meu curso foi a sala de correção, que é quando o professor recebe uma redação para corrigir sozinho. Depois ele assiste a a professora Fernanda, que também é professora do Aprov do Santo ano, corrigindo a redação como a banca corrigiria. E ela disse que além da sala de correção, o que mais impactou ela é que dentro do meu curso, quando eu mostro a competência um, eu mostro todos os detalhes.
Eu explico tudo sobre truncamento, tudo sobre justa posição, tudo sobre excesso de palavras, tudo sobre ausência, tudo sobre duplicação e depois tudo sobre cada um dos desvios. E ela disse que esse detalhe, né, sobre cada aspecto do manual do corretor, o jeito que é explicado, chamou muito a atenção dela. Gente, vale muito a pena ver a entrevista, assistir a entrevista da Luciene falando.
E aí eu quero que você coloque aí, né, no canal do YouTube se você sabe o que é essa justa posição de palavra, se você já ouviu. Gente, vamos continuar aqui. Então, e além do troncamento, além da justa posição, a gente tem aqui excesso, duplicação ou ausência de palavras de elementos sintáticos.
Então, eu vou ler aqui. Em vista disso, a justiça eleitoral deve garantir a participação do eleitor indígena através de sessões eleitorais instaladas nas aldeias para que cresça o número de candidatos indígenas nos cargos eletivos. Além disso, cabe ao governo em qualificar agentes da própria comunidade por meio de estudos e ensinamentos para que evitem ir às cidades em longa distância e serem atendidos por pessoas que vivem juntos ou perto deles.
Aqui a gente tem em gover, cabe ao governo em qualificar. Esse em tá sobrando aqui. Então aqui a gente tem um excesso de palavras e esse excesso de palavras ele é penalizado na competência um.
Então eu tenho que tirar para resolver esse problema. Carol, o que que é a duplicação de palavras? Vamos supor que o aluno tenha escrito aqui.
Em vista disso, a justiça eleitoral deve deve garantir tivesse escrito a palavra deve duas vezes. Isso é uma duplicação de palavras, tá? Ausência de palavras.
Vamos supor que o aluno tivesse escrito assim: "A justiça eleitoral deve garantir a participação eleitor se ele não tivesse colocado a preposição aqui. " E a palavra participação, ela exige a preposição de participação de quem, né? Se o aluno não tivesse colocado essa expressão aqui, teríamos um caso de ausência de palavras.
Isso também é penalizado na competência um, correto? Então, coloca aí para mim no YouTube se você já tinha ouvido falar, né, essas falhas de estruturas sintáticas, eh, que são penalizadas pelo manual do corretor, pelo corretor da redação. Olha só, eu coloquei aqui o trecho corrigido, né, que seria retirar a preposição em que estava sobrando aqui.
Então, cabe ao governo qualificar agentes da própria comunidade. Aqui tem um outro caso, né, palavra em excesso. Muitos garotinhos já são bastante famosinho pelas aes sociais.
Olha só, aqui a gente tem é uma palavra sobrando aqui, né? Então aqui a gente tem um excesso de palavra. Isso aqui também é penalizado na redação do Enem.
Beleza? Então a gente viu que a competência um ela é dividida em duas partes, né? Quando você vai corrigir falha de estrutura sintática e desvios.
Agora a gente vai falar dos desvios, né? Vou most vou vou ressaltar, explicar aqui para vocês o que que você precisa saber sobre os desvios. Quando você vai penalizar o desvio, você precisa saber que nós temos quatro categorias aqui dentro de desvios.
Desvios de convenções da escrita. Gente, resumindo, desvios de de convenções da escrita, você vai olhar ortografia, acentuação, ortografia, enfim, maiúscula e minúscula. Aqui, presta muita atenção no que eu vou falar de maiúscula em minúscula.
Maiúscula em minúscula, gente, você precisa conhecer as regras da gramática normativa. Eu falei sobre isso no aprofundamento da competência um. e precisa saber o que que o manual do corretor vai considerar dessas regras de maiúscula e minúscula propostas pelo manual do corretor.
Então, vou dar um exemplo. A gramática normativa, ela coloca que o aluno deve escrever, sei lá, nome de ministérios, às vezes aparece lá na proposta de intervenção. É necessário que o Ministério da Educação promova ações de combate ao bullying nas escolas.
Ministério da Educação. A gente sabe que Ministério da Educação e nomes de secretarias devem ser escritos com letra maiúscula. Essa é uma regra da gramática normativa.
Porém, o manual do corretor não penaliza se o aluno escreve com letra minúscula. A gente sabe que é uma regra da gramática normativa escrever estado no sentido de governo com letra maiúscula. E se o aluno escrever com letra minúscula, o o manual do corretor manda penalizar, manda você tirar ponto do aluno ali.
Agora, para você conhecer isso, você tem que conhecer, né, as as regras da banca do manual do corretor. A gente tem o manual do corretor da FGV, mas agora é Cebrasp. Você tem que conhecer, saber o que se passa dentro do treinamento do Enem.
Você tem que ter essa essa visão de banca para saber dessas regras que a gramática normativa propõe. Eh, você precisa saber quais delas serão cobradas dos alunos. Por isso você precisa dominar, corrigir com a banca do Enem.
Por isso você, professor, precisa estar ali inserida em um grupo de professores que estão atualizados em relação ao treinamento de correção de redação do Enem. Não basta ir lá no site do MEC baixar o manual do corretor de 2019, que é desatualizado, eh, achar que aquilo resolve o seu problema. E tem outra coisa, tem situações que aparecem na redação.
Esses dias eu tava explicando pros alunos do meu curso como corrigir, onde que você vai penalizar se o aluno escrever, por exemplo, Constituição Federal de 188, onde que eu vou penalizar? Eu tava explicando pros pros professores do curso como que eles vão eh fazer se aparecer isso, porque o manual do corretor não fala isso. Você tem que dominar o manual do corretor, dominar a gramática normativa e saber também quando e quando aparecer um caso que não tá no manual do corretor, como que você vai penalizar o aluno?
Você precisa estar atento a isso. Por isso você precisa se atualizar. Por isso você precisa procurar cursos, comunidades de professores que possam te auxiliar perante essas situações.
Olha que mais que a gente olha em convenções e escritas, separação silábica. Aí tem os desvios gramaticais. Aqui a gente olha regência, concordância, pontuação, paralelismo sintático.
Tem professor que nunca trabalhou isso aqui com o aluno. No aprofundamento da competência, eu trabalhei. Emprego de pronomes, crase.
Eh, Carol, regência. Gente, eu coloquei no dentro do curso, engraçado, né, que a os primeiros módulos do curso eu falo sobre como eh eu trago, né, e eu explico cada desvio e tal, mas eu trouxe uma coisa mais, eu trouxe lá as regências que os alunos mais erram. Isso não tem no manual do corretor, mas eu trouxe.
Isso foi algo que impactou a Lucenia. A Lucenia falou assim: "Nossa, você, além de explicar um por um, ainda traz coisas que não estão no manual do corretor. " Gente, foi muito gratificante escutar isso aqui, ó.
Tem que corrigir também desvios de escolha de registro. O aluno, se o aluno trouxer marca de oralidade, tá, né? Você, né, VC no lugar de você.
Isso tem que ser penalizado na redação. Depois desvio de escolha vocabular, escolhas lexicais imprecisas. Isso aqui eu mostrei aqui, olha.
Eh, quando o aluno fala assim aqui, hoje mulheres ocupam espaços que foram ditados com masculinos. Eu não acho que essa seja a melhor palavra para ser colocada aqui nesse contexto. Então, aqui a gente tem um desvio de escolha vocabular.
Isso também tem que ser penalizado na competência um. Agora, uma coisa que é importante você saber, tá? Isso eu vou mostrar aqui no decorrer dessa formação.
Cada competência tem a sua grade de níveis, aquela grade detalhada a que o professor precisa ter acesso para corrigir a redação. Então, vou dar um exemplo. Quando você, professor, que nunca esteve num treinamento de correção de redação do Enem, se depara com a cartilha do participante, lá na competência um, vai, você vai olhar lá 200 pontos, vai tá escrito assim: "Demonstre excelente domínio da modalidade escrita formal da língua portuguesa e de escolha de registro".
Tizios gramaticais ou de convenção da escrita serão aceitos somente como excepcionalidade e quando não caracterizem reincidência. Aí tá lá 160 pontos, que é bom domínio, 120 domínio mediano com alguns desvios, poucos desvios, né, para você dar 160 pontos, 80 pontos, muitos desvios gramaticais, domínio insuficiente da modalidade escrita. Beleza?
Só que isso aqui não é a grade específica do corretor. Você não pode se basear nisso aqui. Você é um professor Nutella.
Se você usa isso daqui para corrigir a redação do aluno, você tem que usar a grade específica. Olha a grade específica da competência um. Para você dar 200 na competência um, né?
Lembrando que a nota aqui ela cai de 40 em 40. Para você dar 200 para o aluno, ele pode cometer no máximo uma falha de estrutura sintática e dois desvios. Ou seja, lá naquela parte que eu mostrei para você de falha de estrutura sintática, de truncamento, de justa posição de orações, excesso de palavras, ausência, duplicação de palavras, o aluno ele pode cometer uma falha daquela e dois desvios.
por exemplo, cometeu um erro de truncamento, eh, errou um acento e uma palavra e errou uma vírgula, ele ainda consegue tirar 200. Por quê? Porque nesse caso, a vírgula e o acento são dois desvios e um truncamento é uma falha de estrutura sintática.
Se ele cometer esse erro, ele ainda consegue tirar 200 na redação. Ah, e se o aluno errou uma vírgula crase e um erro de concordância, três desvios, aí a nota cai aqui, ó, para 160. Então, quando que eu vou dar 160 na redação do aluno?
Quando a redação tem estrutura sintática boa e poucos desvios. Quando eu vou dar 120 na redação do aluno, quando ele tem uma estrutura sintática regular e alguns desvios, Carol, mas para dar nota na competência dois, o manual do corretor fala então que são dois desvios. Como eu vou saber quando vou dar 160, quando eu vou dar 120, se o manual do corretor não fala quantos desvios ele pode cometer?
Poucos desvios são quantos desvios? Alguns desvios são quantos desvios, né? E como que eu vou saber quando ele tira 80, 40 e nota zero?
Na verdade, gente, quando você tá na banca ou quando você tá ensinando com com quando você está ensinando o seu aluno, a maioria vai tirar essa nota aqui, 120. Alguns vão tirar 200, né? Então, eh, você vai se deparar mais com redações que tiram essas notas aqui na competência um, 200, 160, 120 e menos com redações que tiram essas notas aqui, tá, Carol?
Mas não tem aqui uma quantidade, não tem, gente. Por que que não tem? Você vai analisar se o aluno cometeu poucos desvios ou se o aluno cometeu alguns desvios em relação ao número de linhas.
Gente, 10 desvios numa redação de 10 linhas. Pô, Carol, mas tem redação de 10 linhas na redação do Enem? Na na no Enem?
Tem. O aluno, se ele escrever a partir de oito linhas, a redação dele já é corrigida. Redação até sete linhas é texto insuficiente, não é corrigida pelo Enem.
Mas se o aluno traz lá 10, 15 linhas, você vai corrigir. E errar e 10 desvios numa redação de 10 linhas, gente, é muito. 10 desvios numa redação de 30 linhas é pouco.
Então, por que que o manual do corretor não quantifica aqui? O manual do corretor não quantifica aqui porque você vai olhar os erros em relação ao número de linhas. Gente, a sala na sala de correção a gente vê isso toda semana.
O o professor recebe uma redação lá, às vezes ele dá 120 e alguém vai lá e dá 160. A gente vê que a banca deu 160 ou então o corretor deu 160 numa redação que que a banca daria 120. Por quê?
Porque aos poucos você vai assimilando ali, corrigindo toda a cesta. O que que significa poucos desvios? O que que são alguns desvios da importância de semanalmente você praticar essa correção de redação, não tem outro caminho não ser praticando.
É igual de escola, você tem a parte teórica lá, mas você tem que ir pra prática. O manual é a parte teórica, mas a parte prática, sem ela, você não se torna um professor de redação que lucra e aprova. Não adianta me ver aqui trazendo essa parte teórica, explicação e não ir pra prática.
Por isso que nessa formação eu disponibilizei para você, tanto no e-mail quanto no WhatsApp, uma redação para você corrigir sozinho e ver a nota que ela vai receber aqui. Então essa daqui é a grade específica para você corrigir a competência um. Essa é a grade específica.
Essa é a verdadeira grade. A grade do professor de redação raiz, não do professor de redação Nutella que dá nota baseado no que acha. Mesmo se você trabalha para uma plataforma de correção, se você não praticar com pessoas eh que estejam por dentro de tudo que tá acontecendo no treinamento de redação do Enem, você não vai se tornar um bom corretor de redação.
E às vezes você começa a trabalhar para uma plataforma de correção e nem tem acesso a um curso completo. Às vezes você fez um curso de redação para professor que te deu um monte de material, que foi o caso da Luciene, mas você ainda não se sente seguro na correção da redação, então você precisa da sala de correção. Beleza?
Agora, olha só, eu trouxe aqui para vocês a quantidade de desvios e de falha de estrutura sintática, conforme o manual do corretor. Então, olha só, redação um, redação dois, redação três. Redação um, o corretor encontrou lá dois desvios, sei lá, uma vírgula, uma crase e uma palavra em excesso, que é falha de estrutura sintática.
Então, dois desvios e uma falha de estrutura sintática, a redação fica no nível cinco. Carol, o que que é isso de nível cinco, nível quatro? Nível cinco é aquela redação que tira 200 pontos na competência um.
Nível quatro é a redação que tira 160 pontos na competência um. Então, se o aluno comete três desvios, olha, passou de dois, ele já tira 160. Aqui o exemplo da redação três.
Aluno cometeu um desvio, sei lá, errou uma vírgula e duas falhas de de estrutura sintática, trouxe lá um truncamento e uma justa posição. Aí se ele comete mais de uma falha de estrutura sintática, ele a nota dele já cai para 160. Ele não fica nos 200.
Para ele ficar nos 200, são permitidos dois desvios e uma falha de estrutura sintática. Beleza, falei da teoria, agora vocês vão ver a parte prática. Aquela redação que eu coloquei para vocês no grupo, ela foi corrigida na sala de correção pela professora Fernanda, que trabalha comigo dentro do aprovaito do santo ano.
E a gente vai ver agora que nota a professora Fernanda deu para aquela redação na competência um. Ela, os alunos do Aprovitud do santuano corrigiram aquela redação sozinhos, eles receberam com antecedência e a professora Fernanda corrigiu como a banca do Enem corrigiria. Então agora a gente vai ver a correção dessa redação feita pela professora Fernanda.
Gente, a correção da redação na íntegra é ela é muito bacana. Vocês vão ver que ela ficou muito interessante, tá? E ela será disponibilizada para todos vocês.
E isso que a professora Fernanda fez com os professores é o que nós fazemos semanalmente na sala de correção. Bora agora ver que nota essa redação tirou na competência um. E olha, olha o que que eu fiz para vocês.
Eu trouxe para vocês uma redação que foi corrigida pelo Enem, que foi corrigida pela banca do Enem. uma redação do do a mais recente, do tema mais recente, da edição mais recente. Agora me diz se eu mereço ou não mereço um like nesse vídeo, se eu mereço ou não mereço que você comente esse vídeo, que você comente sobre essa formação, o que que você tá achando, você tá gostando ou não?
Tá abrindo sua mente. Agora vamos então pra parte prática. Vamos ver que nota a professora Fernanda deu para essa redação.
Primeiro vocês vão acompanhar, ela vai fazer a leitura da redação e depois ela vai falar que nota essa redação tirou na competência um. OK? Então, boa noite a todos e a todas.
Eh, nós vamos dar início agora a nossa sala de correção com a redação 009. Essa redação também é uma redação produzida por um aluno no Enem, né, agora do ano passado. Mas então vamos lá.
Esse essa redação interessante, né, da gente corrigir essas redações é que às vezes a gente se surpreende, né, a muita às vezes positivamente, às vezes negativamente com a correção feita pela banca. Mas vamos lá, então vamos começar a leitura. Desafios para a valorização da herança africana no Brasil.
O último censo do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística apresentou que a população brasileira é majoritariamente composta por indivíduos autodeclarados pretos e pardos. A discriminação e o preconceito, isso aqui eu também não perguntei porque pode ser erro do aluno, né? na hora do nervosismo lá, eles cometem eh uns deslizes assim eh estranhos, né?
Bom, então o preconceito, entretanto, continuam presentes na vida dessas pessoas de modo a desafiar a valorização da herança africana no país. Sob esse viés, o racismo estrutural proporcionado pelo contexto histórico da formação do Brasil contribui a essa desvalorização cultural e, consequentemente permite que os direitos propostos pela Constituição sejam descumpridos. Com isso, é essencial analisar as causas e efeitos dessa problemática para que a democracia seja garantida efetivamente.
Em primeiro lugar, é essencial lembrar que a nação brasileira se desenvolve sob influência dos padrões eurocêntricos durante seus períodos colonial e imperial. Analogamente, a abolição da escravidão em território nacional foi possibilitada pela promulgação da lei Áurea em 1888, após persistente pressão inglesa em relação ao assunto. Por essa razão, então, é possível notar que a cultura europeia continua a ser mais valorizada em comparação com a de origem africana na contemporaneidade deste século, de forma a dificultar a uma sociedade mais democrática e justa.
Por conseguinte, a falta de valorização de costumes e hábitos de origem africana acabam por ferir os direitos básicos garantidos pela Carta Magna. Diante disso, a teoria do mínimo existencial elaborada por John, tá escrito Hbel, mas é John Halls, né, com R A WS. Pode, mas o Enem, como a gente sabe, nome próprio, desde que seja possível recuperar de quem o aluno, a quem ele tá se referindo, o Enem não desconta ponto, né, e em erros de ortografia, de nomes próprios ou de palavras estrangeiras.
Então, a teoria pode ser abordada ao passo em que essa violência cultural fere a sobrevivência do indivíduo no âmbito emocional e moral. Assim, pelo princípio da dignidade da pessoa humana, que declara que o homem deve ser protegido além de seu físico, mostra-se relevante a necessidade de credibilizar os conhecimentos herdados de outro continente. Evidencia-se, portanto, que medidas sejam propostas para a proteção desta herança dessa herança.
Logo, cabem aos órgãos governamentais e representantes responsáveis, como o Ministério da Educação, promova a disseminação do conhecimento referente à cultura africana por intermédio de palestras, projetos e workshops ao público nacional, a fim de garantir uma maior valorização desses ancestrais do povo brasileiro. Demais, o Ministério da Cidadania deve fiscalizar de forma mais efetiva as leis que abordem o racismo por meio de fiscais mais ágeis e comprometidos com a situação. Com isso, é possível erradicar as questões dessa problemática e assim, futuramente, com a concretização dessas ações, visualizar um Brasil em que o bem-estar coletivo seja o princípio das relações sociais.
OK? Então, feito a leitura e vamos lá fazer para fazer a análise então do texto, tá? Em primeiro lugar vamos observar aqui os problemas relativos à competência.
Um. No primeiro parágrafo, a gente tem essa questão de ortografia. Como eu disse, eu não, a Aline acho que não acessou, né?
depois eh não consegui falar com ela, a professora que enviou essa redação. Não sei se isso aqui é um problema de digitação ou se realmente foi um erro do aluno. A gente vai considerar como um problema de ortografia se foi realmente um desvio do aluno, mas no final das contas isso não interferiria na nota que a gente vai atribuir para ele de qualquer forma, tá?
Então é por isso que eu deixei aqui sem, mas seria ortografia. Depois tem sobre esse viés o racismo estrutural. E aí faltou vírgulas aqui separando esse aposto explicativo, né?
Proporcionado pelo contexto histórico da formação do Brasil, vírgula antes, vírgula depois, pontuação, né? Contribui a essa desvalorização, regência contribui para essa desvalorização. OK?
Então, eh, em relação à competência um, é isso que nós temos aqui nesse primeiro parágrafo. Em relação ao segundo parágrafo, aqui, como eu já disse, é um erro de digitação, então a gente vai desconsiderar. Aqui a gente tem uma redundância, né, na contemporaneidade deste século.
Se é na contemporaneidade, obviamente tem que ser deste século, né? Então é redundante e desnecessário que a gente pode cortar essa parte deste século. No terceiro parágrafo, nós temos um problema de concordância.
Ó, a falta de valorização de costumes e hábitos de origem africana acaba, os alunos cometem muito esse tipo de deslize, né? Eles não fazem a concordância com o núcleo do sujeito aqui, que no caso é a falta, né? Então, a falta acaba por ferir os direitos básicos garantidos pela Carta Magna.
Diante disso, a teoria do mínimo existencial. E aí a gente teria aqui mais uma vez um adjunto adverbial deslocado que precisa vir entre vírgulas, né? Então, vírgula antes elaborada por John Ross, como eu falei, o nome correto do autor é Ross, eh, que é um filósofo, economista em inglês, tá?
Vírgula depois. Então, pontuação. H, aqui também pode ser o problema de eh de digitação ou do aluno, mas enfim, seria ortografia, né, no âmbito emocional, né, ficou faltando um L aqui e moral.
OK. E aqui uma escolha eh lexical que me parece estranha, né, nesse contexto aqui, porque é a relevante é a necessidade de credibilizar, né? Eu acho que não, o sentido não é o sentido de credibilizar, mas de valorizar.
Se ele não quiser usar, valorizar, porque já usa outras vezes, poderia ser eh resgatar, reconhecer, né, os os conhecimentos ser dados de outro continente, mas credibilizar certamente não tem o sentido pretendido aqui nesse contexto, né? Então é uma questão de escolha lexical. Por fim, no último parágrafo, a gente tem: "Evidencia-se, portanto, que medidas sejam propostas".
Isso também eu eu tenho percebido muitos alunos cometendo esse tipo de deslize assim, né? Eles esquecem de colocar o sujeito mesmo aqui que é que seria necessário, né? Eh, o que seria um, digamos assim, um substantivo, algo um pouco mais concreto, né?
Embora seja um substantivo abstrato, no sentido assim, a urgência de medidas, a necessidade de que medidas sejam propostas, né? Eh, fica faltando isso aqui. Então, a gente, eu até coloquei aqui embaixo, né, eh, você tem um problema na estrutura sintática, porque você tem um sujeito oracional aqui, né?
Eh, ó, evidencia-se, portanto, que a necessidade que medidas sejam propostas evidencia-se, né? Então, e o e essa segunda parte aqui seria o sujeito, eh, e, portanto, o sujeito racional. Falta um núcleo nominal explícito aqui para funcionar como sujeito.
A minha sugestão poderia ser assim, ó. Evidencia-se, portanto, a necessidade ou a urgência de que medidas sejam propostas. Então, necessidade e urgência fariam esse papel de sujeito aqui, tá?
Então eu considerei isso aqui como problema de estrutura sintática, porque tá faltando um elemento aqui, esse núcleo nominal do sujeito, tá? Logo, cabem, e aqui, né, ele tá fazendo a concordância com órgãos governamentais, mas a gente sabe que isso aqui não é o sujeito, não é? Mais uma vez nós temos um sujeito oracional, o que que cabe aos órgãos, né?
Esse esse verbo é impessoal que nesse caso, né? tem o sujeito erocional, na verdade, então seria promover a disseminação do conhecimento referente à cultura africana cabe aos órgãos governamentais. Então, e como eu tenho esse essa oração subordinada que em forma de sujeito, né, que é uma oração eh subordinada reduzida de infinitivo, né, eu preciso usar o verbo no infinitivo e não no subjuntivo.
Então, não é promova também. Então, seria cabe aos órgãos promover, promover isso cabe aos órgãos, colocando aqui na numa ordem mais padrão, né? Eh, pra gente resgatar aqui as relações e os alunos se têm se confundido bastante com isso.
Eu tenho tido assim acesso a redações especialmente de alunos de primeiro e segundo ano, né? Em terceiro eles geralmente já resolveram esse problema. Esse aqui é um aluno que já prestou Enem, né?
Já deveria ter resolvido também. Por isso que eu sempre comento que é muito importante a gente passar pros alunos o estruturas de proposta de intervenção, porque a gente pode ajudar eles a evitar esse tipo de problema, né? Eu falo assim, se eu sou contra modelos prontos, assim, eh, tem um lugar que eu acho que tudo bem você usar uma estrutura de modelo pronto é na proposta de intervenção, porque vai ser sempre a mesma estrutura, né, com algumas pequenas variações, mas que o aluno pode treinar para não errar, né?
Então, eh, esse tipo de problema aqui, acho que a gente resolve dando essas estruturas para ele preencher lá com a o tema, né, com os o agente, a ação adequada pro tema do momento. Eh, e porque realmente eu tenho visto muitos desvios nesse sentido. Então aqui eu tenho concordância, tenho a inadequação em relação ao modo verbal, que ele usou o o subjuntivo no lugar do infinitivo, né?
E tem um problema de crase também, disseminação do conhecimento referente à cultura africana. Aqui, pontuação, deve fiscalizar adjunto adverbial, mais de três elementos deslocado entre vírgulas, né? Então, deve fiscalizar vírgula de forma mais efetiva vírgula, as leis que abordem o racismo.
OK? Com isso é possível erradicar aqui mais uma vez um problema de redundância, né? Ele fala as questões dessa problemática.
Quando ele fala de problemática, problemática já é um conjunto de questões, né? Então é desnecessário colocar aqui as questões dessa problemática. É redundante novamente, né?
E aqui eu tenho outro problema de pontuação. E a pontuação, você vê que esse tipo de pontuação, né, de de quando eu tenho orações intercaladas, eh, esse aluno erra bastante, né, e assim, futuramente aí com a concretização dessas ações, então, vírgula antes, vírgula depois dessa intercalada aqui, visualizar um Brasil em que o bem-estar coletivo seja o princípio das relações sociais. Muito bem, dado esse eh texto e esse universo textual, né, os problemas que a gente acaba de analisar aqui eh e se encaixariam, né, na segundo a minha análise da grade na faixa dos 160, ou seja, ele tem uma estrutura sintática boa e ele tem poucos desvios, né?
Acho que essa nota é uma nota tranquila, assim, me parece uma nota tranquila para esse texto, né? Eh, obviamente ele tem, não tem nota máxima que vocês sabem que pode ser dois desvios e um de estrutura sintática. Ele tem muito mais do que dois desvios, mas ele não chega a ter uma quantidade suficiente pra gente pensar em uma nota menor do que essa para ele, né?
Basicamente aqui é pontuação é o que ele mais erra. Tem regência, tem uma escolha lexical e é pontuação, ortografia, né? OK.
E uso de modo verbal também e concordância. OK. Então, 160 acho que não preciso justificar tanto, tá?
Bem tranquilo essa faixa de nota. E aí, gostou da aula de hoje? Então, olha só, comente aqui embaixo o que que você achou dessa aula, se foi produtiva ou não.
Amanhã vamos falar sobre as competências dois e três. Anote o código para você obter o certificado e eu te vejo amanhã. A aula de amanhã também estará incrível.
A gente vai falar sobre as competências dois e três.