Pode demorar, pode dar trabalho, pode ter um preço alto, mas [ __ ] né? E eu demoli reconstruir tudo de novo algumas vezes na minha vida. E e eu faço isso nas organizações e faço isso com as pessoas. Sou um provocador natural. Perspicácia, né? A gentileza e o respeito são mais transformadores do que a violência, né? Se você não sabe para onde você vai como pessoa, como é que você sabe para onde você vai levar a tua Empresa, né? Seguinte, se a tua empresa fechar agora, nesse momento, quem vai chorar amanhã vai começar a reclamar
que você não tá no mercado, que tá sentindo sua falta. Estratégia é isso, que jogo eu vou jogar para mudar o mundo, né? Então, o plano te deixa em paz, a estratégia te dá dor de barriga, né? [Música] Beleza, galera. Bem-vindo à mesa de Gut. E aí, Eric? Tranquilo? >> Vamos lá. Tô ansioso com esse roteiro Aqui, ó. Então, pessoal, celular aqui pra gente ver o roteiro >> com essa lenda aqui e hoje com boné, né? >> Vamos lá. É, hoje tá com bonezinho. Mas, mas calma lá, vamos fazer aquela escassez antes de de apresentar
ele, que é o seguinte, gente, ó. Sou o Rafael Gama, sou o host aqui da mesa de Gout, também fundador da Vinta. Eu tô aqui com o meu parceiraço Eric, maior consumidor de drink em Restaurante japonês do estado de São Paulo. Que isso? >> Se apresenta aí pra galera. >> Pô, sou o Eric Marques aqui cohost da mesa de GT. Hoje a gente vai falar aqui com o Napoli. Tô bem animado com esse bate-papo e honrado, né, Rafa? >> Pô, nem fala, cara. Isso aí para mim é uma realização real ali. >> E vamos falar
um pouco dele aqui, ó. A lista ela é ela é boa. Ele é fundador da Catalises Associates e sócio diretor da Kaiser, que é uma consultoria global com mais de 40 anos de existência, especialista em planejamento estratégico. Ele conduziu aproximadamente 800 projetos ao longo de 30 anos. Meu Deus do céu, cara, é muito projeto. Uma das empresas, inclusive, que ele participou da construção de planejamento foi o G4, né? Sim, >> a gente vai explorar um pouco disso e para mim é uma referência, uma lenda, eh, é advisor de várias instituições do Terceiro setor, focada na
primeira infância, eh, formada em comunicação pela FAAP, é pai do Pedro e da Ana Clara. >> Isso aí, >> pai não, né? >> Pe. >> Pe. Noli, bem-vindo, cara. Obrigado, obrigado, obrigado. Prazer tá aqui. Bora lá conversar um pouco, cantar um pouco >> Bora, bora conversar. Olha só, tem uma Pergunta que eu faço, que eu fiz pros outros convidados nos episódios, que é um âmbito mais pessoal e é legal saber um pouco de da tua história ali quando você era só um um um um o Toninho pequenininho ali na infância, o Totonho. Totonho. >> O
que que que você tem de recordação dessa época que hoje você identifica que te marcou, né, que te que te trouxe até aqui? >> Sim. Assim, eu nasci no interior de São Paulo, né, Limeira, eh, 65. Eh, tô velho, né, mas, eh, numa época ainda o homem tava chegando na lua, né, quando eu nasci, né? Então, tinha muita coisa acontecendo ainda, muito fantástica no mundo. >> E das coisas que mais me marcaram assim na infância era essa impressão do homem chegar na lua, né, de fazer o impossível, né, todo mundo, o que todo mundo dizia
que era impossível e alguém Foi lá e fez. Então tinha essa essa tara assim por saber de tudo, curiosidade, como é que alguém chega na lua e tudo mais. Eu me lembro que eu ganhei de Natal, gente, numa família simples, né, de classe média, você ganhava um presente no Natal, né, quando o Natal era muito bom. >> E eu me lembro que eu ganhei um poliopticon, que era um conjunto de lentes e tubinhos que você montava microscópio, telescópio e tudo mais. >> E eu aquilo deix me deixou fascinado, né? e junto com essa com essa
fantasia assim do mundo espacial. Então eu acho que uma das coisas que me marcou e ficou como um símbolo que me acompanha o tempo todo é não aceitar eh o não eh pro possí pro impossível, né? As pessoas falam: "Não dá, não vai acontecer, não tem informação, não vou conseguir". E eu sempre ter um sorrisinho lá dentro, falo assim: "Cara, eu já vi muita coisa acontecer, eu acho que dá. Então eu vou E tento". Issoado, né? >> É. Então, eu gosto muito do desafio de quando a gente às vezes na cabeça, nas crenças da gente,
a gente acredita que algo não é possível. E eu falo assim, é só uma crença, né? E se eu não tentar, eu nunca vou saber. Claro que tem coisas que são impossíveis mesmo, né? Como eh não morrer, né? Acho que a morte é um é um dos fenômenos que mais me marcou, porque não tem como escapar dele, né? Então isso é uma coisa que é muito Presente, mas todo o resto é possível, né? Todo o resto, por mais que as pessoas falem que não é, eu sempre tive esse espírito assim, não dá para fazer, vamos
lá que a gente consegue. Pode demorar, pode dar trabalho, pode ter um preço alto, mas [ __ ] né? A gente chega lá, >> parafraseou o Charlie Bra Júnior. >> Mas aí é isso, acho que a gente tem que se se desafiar, né? Se desafiar o tempo todo, né? E isso me marcou ao longo da Minha vida toda, né? Assim, um caminho eh estar aqui conversando com vocês, né? está onde eu tô hoje. Eh, era muito improvável, era muito, assim, a probabilidade era muito baixa, né, de eu tá aqui e teve muitos acidentes de percurso
e que, de uma certa forma me modificaram e me colocaram aqui onde eu tô, né? Então, >> que legal. >> É isso. Acho que esse é o fato da infância mais marcante. >> Ficou da hora. >> Muito bacana, né? E isso que traz a questão da mesa de GT, né? é o o empreendedor, o batalhador. Acho que as questão do impossível como molda a gente, né? Deixa a gente blindado, porque a gente tá enfrentando hoje em dia. >> E o outro ponto que eu queria trazer aqui, Napoli, eh, é a questão do por trás disso
tudo, né? Acho que é o que mostra o a nossa armadura, o que Constrói ela. Eu queria saber o off, planejamento estratégico, um pouco disso, eh, mudanças atuais, tatuagem. Eu vi uma tatuagem da Bale, eu até falei: "Pô, Napoli é bom em estratégia. Será que é por causa do Wale Hunting lá do livro?" Aí não sei se puder falar um pouco sobre isso, Napoli. >> Tá bom. Vamos começar pela tatuagem, né? Assim, eh, metade da vida da gente, mais ou menos Até os 40, a gente vai fazendo escolhas, vai abrindo mão de mão de coisas
e para escolher outras, né? Então eu escolhi fazer administração de empresas, por exemplo, e tive que abrir mão da marcenaria, que era uma coisa que eu gostava bastante, fazia curso de marcenaria no Liceu aqui em São Paulo, né? >> Eh, decidi vir para para São Paulo, estudar, eh, e tive que abrir mão de uma série de coisas. Então, normalmente você Vai abrindo mão de uma série de coisas que você não se liga eh e vai escolhendo outras coisas, achando que você tá fazendo as escolhas certas. Só que bate lá no meio dos 40 anos de
idade, vocês ainda vão chegar lá e que você para e fala assim: "Cara, cheguei no auge, né? Consegui, né, uma posição de destaque ou conseguir realizar aquilo que eu achava que eu tinha que realizar. Mas o saldo que você deixou para trás vem te cobrar. Não tem como, né? Você vai construindo Tijolinho sobre tijolinho, coisa sobre coisa na sua vida e aí você chega num lugar e você fala assim: "Caramba, cheguei, mas não tô feliz. Cheguei, mas não tô completo. Cheguei, mas não é suficiente. E aí você tem algumas decisões a tomar. Você pode reformar
sua casa, trocar um acabamento, fazer algum tipo de coisa e você pode tomar uma decisão radical de demolir tudo e reconstruir tudo de novo. E eu demoli e reconstruí tudo de novo algumas vezes na Minha vida. Então é um movimento, é assim, as primeiras vezes que eu tive que demolir meu estilo de vida e o que eu tava experimentando não foi uma escolha consciente, né? Foi assim, a vida me empurrou com uma série de acidentes a ter que fazer escolhas. Só que e recentemente eu parei para olhar para trás, tem uma uma grande amiga, Maria
Cândida Balmer, né, que vocês devem ter ouvido falar dela, eh, e ela fala assim: "Nossa, você contradiz a Frase, né, que um raio não cai duas vezes no mesmo lugar, né? E a minha história são mais de 20 raios que caíram, né, de acidentes de percurso e que faz parte da vida, óbvio, né, mas eh como era muito recorrente e ficou meio que natural em alguns momentos eu me questionar, será que eu não tenho que rock the bolt, né, tenho que virar tudo e começar tudo de novo? E fiz isso algumas vezes. E quando chegou
agora no novembro do ano passado, para te Explicar um pouquinho, Eric, né, que da onde vem essa coisa da tatuagem, eu tava cansado de ser quem eu era, né? Claro, eu sou muito grato ao Antônio Napol que me trouxe, não tenho dúvida, né, que me trouxe até aqui, mas faltava alguma coisa, né? faltava, eu paguei um preço muito alto, por exemplo, em termos de carreira, eh, me descuidando, não cuidando de mim, não cuidando, né, basicamente aquilo que só eu posso fazer por mim, que é cuidar do meu corpo, né? Cuidado da do meu coração, cuidar
da minha alma. E eu deixei tudo isso muito de lado em detrimento das conquistas que eu queria ter. Só que caiu a ficha, tipo assim, fodeu, Marquinho, né? Se eu não fizer agora uma virada e olhar para mim e tomar uma decisão de fazer aquilo que só eu posso fazer, ninguém vai fazer. >> Sim, >> né? Por mais que as pessoas gostem de você, elas elas vão fazer aquilo que é bom para elas de fato, né? E aí eu tomei A decisão, falei assim: "Eu preciso mudar e preciso mudar radicalmente. Não pode ser um passeio
no parque, tem que ser uma, né? Tava com eh 132 kg, né? Para vocês terem uma ideia, >> era só um cérebro, né? Se você olhar minhas fotos do passado, né, >> eu tava falando disso, né, >> eh, o bezo, eh, mas assim, concentrado no coisa só que era a parte intelectual e do trabalho. E de repente eu vi que não existe só isso na vida, então Precisava virar o barco. E aí, para virar o barco, você tem que aceitar eh dar um controle de ideia e começar de zero. É mais ou menos assim, quando
você começa uma coisa nova, você é o mais amador, o mais mané, o mais desajeitado, né? E se você não tiver coragem de aceitar ficar muito ruim de repente, né, se você é muito bom alguma coisa, você fala: "Não, essa é minha zona de conforto, eu não quero sair daqui". Mas aí você fala assim: "Não, eu preciso Mudar, mas para mudar eu vou ter que aceitar entrar no final da fila de novo, né? Eu vou ter que entrar na academia, por exemplo, ser o cara mais ajeitado na academia, eu vou ter que entrar, né, na
fila do pão, lá no final da fila do pão tem que ter coragem". Eu falei, eu tenho essa coragem, vou fazer isso, né? Claro, eu tive um conjunto de inspirações que são eh muito potentes para isso acontecer, mas eu tive a coragem e aí eu falei: "Quero mudar e e eu vou ter que Fazer tudo que eu não fiz até agora, né? Então vou ter que fazer musculação, vou ter que começar a correr, vou ter que controlar minha alimentação. Claro, tive ajuda de médico, tive uma ajuda de fiz direito também para fazer a coisa direito.
>> Sim. E a tatuagem era um era uma provocação. Eh, como que um cara, né, você olha lá o Napoli de 2024, né, que fez o planejamento do G4. E aí você fala assim: "Você não imagina que esse cara Vai fazer uma tatuagem, né? E ainda faz uma tatuagem gigante na primeira, né? Assim, >> foi aonde a tatu?" >> É, foi no braço. >> Mostra aí, mostra aí. >> Pera aí. Foi uma >> aí, galera, ó. Foi que isso, cara? Fou bom, hein? >> Ficou. Então o Ken, é o Ken, que é o tatuador, ele
é excelente, assim, ele é bom no gráfico, no, né, no >> no desenho gráfico. E aí eu parei para refletir assim, tá, que que eu quero que, por que colocar esse tatu, que que eu quero com ela, né? >> Ficou erada. Ficou erada. >> Primeiro a baleia, ela é o o ser mais mítico que tem nos mares, né? Todas as culturas olham a baleia como uma um uma entidade >> transformadora, né? Jó é engolido pela baleia e sai diferente. Pinóquio é engolido pela baleia e sai diferente. Todas as culturas quem é engolido por uma baleia
passa por uma transformação. Então, e isso mais ou menos que eu faço no meu trabalho, né? Eu chego nas instituições, provoco elas, quando elas falam: "Isso aqui é o impossível". Eu falo: "Não tem esse caminho." Elas trilham o caminho, elas conseguem o impossível. Normalmente sair do segundo pro primeiro lugar ou conquistar um mercado que ninguém dizia que era possível conquistar. Isso me dá um um Gás enorme e eu faço isso nas organizações e faço isso com as pessoas. Sou um provocador natural de questionar as pessoas se elas não tão numa zona de conforto, se elas
não deveriam se causar mais desconforto a si mesmo e se provocar mais. >> E o mar, porque o mar é misterioso, né? O mar em cima é lindo, mas quem já mergulhou sabe que é é profundo e e você não sabe o que tem lá embaixo, né? tem um certo mistério. Então você tem que Estar aim eh quando você mergulha no mar do misterioso, da do improvável, >> das coisas que vão te tocar lá. Então eu quis marcar eh esse momento >> e e marcando esse momento, eh minha mãe também é uma senhora idosa, ela
já não tá enxergando bem. Falei: "Então ela não vai ver, né? Porque ela sempre foi contra a tatuagem. >> Sei como é que é. >> Eu também. Eu também. Aí eu fiz a tatuagem e aí o meu irmão, eh, que eu Adoro, né, o Otávio, muito carniça. Ele mãe, o Tonio fez uma tatuagem, não sei o que ela contou para ela e falou enorme, pegou o braço inteiro. Ela me manda um áudio assim, tudo bem você fazer uma tatuagem, mas precisava ser uma baleia, não podia ser um pene longo, né? Provocação certo provoco, cara. Quando
eu botei minhas primeiras, eu tenho 25 tatuagens. Uau! >> E aí quando eu fiz minhas primeiras tatu, minhas primeiras ali, aí eu fui Pra Colatina visitar meus avós e minha avó odeia tatuagem. >> Só que eu na minha inocência fui com camisa de manga longa, né? Ela chegou para mim assim e falou: "Pode tirar a camisa aí que eu já sei que você tá". Aí eu tirei, tem uma aqui que tá escrito Grandma. >> Ah, ela, aí ela, aí ela, >> essa daí pode, né? Gostei dessa. Gostei dessa. Ô, ô, ô, ô, Napoli. Cara, que
legal a história e e Tatuagem, como eu gosto, ela fica mais legal ainda quando ela é feita com significado. >> Exato. Ela é uma arte permanente, né? Você eh, claro, tem técnica para tirar, mas quando você faz, você pensa que aquilo vai ficar, né? >> Eh, me empolguei e fiz a segunda, né? >> A segunda. Aí vamos lá mostrar de novo, já que é para mostrar nenhum nenhum podcast. Num podcast o Napoli, primeiro podcast que ele mostra As tatas. Prime podcast que eu mostro as tatuas. Isso é verdade. Então, essa segunda tatuagem >> tem uma
moça, né, muito simples, eh, que tá carregando um touro, eh, nas costas, né, um touro desfalecido. Eh, basicamente o que tá por trás aqui é a mensagem do touro Ferdinando, né? O touro Ferdinando, aquela historinha simples, né? >> Eh, por que isso? Porque das coisas mais transformadoras que eu vi, eh, que eu Faço nas instituições são aquelas coisas que elas não são violentas. Tem tem algumas transformações que exigem uma certa violência. Por exemplo, você vai fazer um turn around numa empresa, el tem que demitir um monte de gente, tem que ser agressivo, né? já participei
de projetos assim que você tinha que usar força bruta para transformar uma empresa, mas as as transformações que deram mais potência eram aquelas eh transformações que tinham um caráter um De mais cuidado com as pessoas, de tocar as pessoas para fazer uma transformação mais profunda, né, sem violência de fato, né? Então aqui é um pouco a mensagem que às vezes eh a perspicácia, né, a gentileza e o respeito são mais transformadores do que a violência, né? E isso é um pouco a característica minha quando eu faço projeto. Você não vai ver eu agressivo eh em
nenhum grande projeto assim. Você vai me ver sempre e conduzindo as pessoas para um lugar Desconfortável. E aí eles falam assim que, cara, você acabou de me dar uma notícia, eu tô rindo aqui, não sei por, né? >> Que legal, né? Tô achando isso legal, né? Essa visão é muito legal e eu já tive a oportunidade de ter aula com você no Aluminai, né? E a gente sente muito isso. A gente vê também o o a conversa ali no no off ali >> de do Napoli, né? Desse e de tudo que você traz pra gente,
né? Eh, de maneira Muito muito leve, porém certeira, precisa >> cirúrgica. Exatamente. >> Porque para falar das coisas difíceis, você tem que ser leve. Se você for pesado, o assunto já é pesado, né? Quando você vai falar de um tema pesado e você fala de forma pesada, todo mundo sai correndo. >> É verdade. >> Então você tem que falar, eu vou ter que falar de uma coisa muito complexa e Difícil. E se eu criar um ambiente protetor, aí eu vou poder falar das coisas que ninguém fala, né? O sprint de planejamento estratégico já tá são,
já foram sete edições, a gente vai ter em agosto a oitava e a nona. Eh, é um produto que eu cocrei junto com o G4, em que todo mundo chora no final, né? você fal assim: "Caramba, por que que chora o Napoli bate, né, tortura, é violento?" Não, o contrário, né? Eu eu forço a pessoa a antes de planejar a empresa, Parar para olhar para ele como pessoa física, né? E aí eu faço, vamos olhar primeiro você como pessoa, né? Porque se você não sabe para onde você vai como pessoa, como é que você sabe
para onde você vai levar tua empresa, né? >> E isso é meio chocante, né? As pessoas chegam lá, elas não esperam isso, elas esperam: "Ah, mais um cara de planejamento que vai falar, B, C, D, FH". Aí eu truco a pessoa ali na hora e falo: "Tá, mas esquece tudo isso, >> cara. Que legal". E você volta na na raiz, né? >> Isso. E e aí a segunda tatu é um pouco isso, como eu conduzo assuntos difíceis de uma maneira leve para que as pessoas possam aceitar falar daquelas coisas difíceis sem se sentirem ameaçadas, né?
E aí elas têm coragem de fazer uma transformação de fato, né? E não teve um sprint que não teve pelo menos assim 1/3 das pessoas que fizeram grandes transformações, né? porque puderam tocar Em assuntos delicados que elas não podiam antes. É. E no livro do naval Ravicante também, né? Eh, ele fala sobre conversa fácil, vida difícil, conversa difícil, vida fácil. É isso aí. >> Aí, dependendo do jeito que você leva, a pessoa já se fecha >> e ela não tem essa leveza. Então, já >> Sim. Humor é tudo, né? Humor >> e humildade, né? assim.
Eh, se você trata um assunto pesado com um um humor, não sarcasmo, mas humor um pouco rindo, Um pouco não só da do ridículo às vezes que a gente faz, né? Isso é é importante e essa humildade assim, todos nós vamos parar no mesmo lugar, bicho. Não vamos levar nada embora, vamos virar fora. É isso. Então, assim, e a gente esquece que a gente é mortal, né? A pandemia ajudou a acordar isso, mas eu tento relembrar isso, né? tem um eh uma frase em latim que é Mementomori, >> né? Que quando um general romano Conquistava
uma grande conquista, ele ia ser recebido em Roma em grande pompa, né? Então ele vinha os carros, a conquista, os escravos todos atrás e normalmente na frente da parada ele colocava o escravo, o escravo mais [ __ ] que tinha. E aí o general ele era obrigado a ficar olhando para aquele escravo lá e lembrando que o fim daquele escravo vai ser igual o general, apesar de toda a pompa e glória daquilo que ele conquistou. >> Caramba. E vou eu vou até acrescentar aí na em Roma aproveitar, né? >> Eh, também eh tinha umas cinzas
dos soldados que eram mortos eram jogados, né? PR e e ao mesmo tempo acendia um incenso, >> porque da mesma maneira que tinha a tristeza ali das cinzas, também tinha um incenso de vitória >> para entender que a vitória ela também tá ligada a essa questão da da perda, né? >> Sim, sim. É viver uma vida e viver uma vida que valeu a pena ser vivido, né? E quando você tem essa noção, e é óbvio que eu não cheguei aí de graça, né? Teve muita desgraça que me levou a ter que pensar eh na na
nas coisas mais difíceis da vida e por ter passado por isso, eu consegui ter um pouco essa sensibilidade. Só que a gente vai fugindo disso, vai ficando na zona de conforto, vai tocando, a vida não vai ficando tão boa, mas a gente foge um Pouco dessas coisas, né? Então, >> totalmente. Eh, vamos vi para essa parte profissional, né? Eh, a gente que tá nessa bolha aqui do do G4 e tudo mais, é muito fácil pra gente entender essas diferenças entre estratégia e plano estratégico, né? Mas quando a gente vai mesmo ali no dia a dia,
né, no interior do Espírito Santo de São Paulo, conversa com algum empresário ou com algum cliente mesmo ali, não tem essa mesma percepção. Eu imagino que logo quando Chega alguém também ali no G4, embora a gente aqui no G4 tenha o o grau de maturidade maior, deve ter muita confusão, né? >> Sim, eu acho que tem confusão inclusive nas grandes corporações, né? As pessoas às vezes acham que planejar é estratégia, né? E não tem nada a ver. Eh, imagina assim, eh, sua empresa ela ela não existe isolada. Ah, eu tenho os meus clientes, meus fornecedores,
tá? Mas você tem competidores também, você Tem outras pessoas que fazem a mesma coisa que você faz, tá? Você pode até ser melhor que os outros ou não, mas você sempre vai ser comparado com alguma coisa. Sempre que eu vou comprar alguma coisa, seja um serviço ou produto, eu vou vou ser comparado. E dependendo do ambiente que você tá, eh, existe um tipo de jogo sendo jogado, né? Então, e a gente esquece um pouco disso. Então, eu gosto de usar duas duas figuras assim, duas duas imagens para explicar o que é A estratégia. Uma delas
é o tabuleiro do jogo. Existe um tabuleiro com regras, com peças do jogo. Você é um dos jogadores. Pode ter mais um, 2, 3, 10 jog. Pode ser uma mesa de pôker, pode ser uma mesa, né, de black jack, pode ser roleta, pode ser um monte de coisa. E todo jogo que você joga, você tem uma estratégia, né? seja um jogo desportivo ou não, você fala: "Para eu vencer, eu tenho que fazer tais coisas. Se eu fiz assim, se eu ficar na retranca e me Segurar, talvez eu ganho o jogo ou não". Eh, e então,
e aí eu penso, sempre peço paraas pessoas, estratégia é teoria para você ganhar o jogo, mas para saber qual é a teoria que você vai ganhar o jogo, você precisa saber que jogo tá sendo jogado. Você tem que saber as regras do jogo, você tem que saber quem é o juiz do jogo. E o juiz do jogo é o cliente que você decidiu servir. Então, eu começo na provocação com com as empresas e mesmo as grandes fazem essa confusão, Eh, que é assim, a quem você serve de fato, quem é teu cliente que você serve
ele? E aí eu faço a pergunta provocadora, que é a seguinte: se a tua empresa fechar agora, nesse momento, quem vai chorar amanhã vai começar a reclamar que você não tá no mercado, que tá sentindo sua falta? Caraca, você me marcou. >> Se você, se você não conseguir responder isso em 30 segundos, é porque você não sabe a quem você serve, >> porque isso tem que ser uma coisa assim, quase um mantra, tem que ter a clareza absoluta, né? Então, por exemplo, na catálises, eu decidi que eu iria servir aos 50 empresários e executivos mais
inovadores e mais ousados do Brasil. Então, putz, quem são os caras? Onde eles estão? O que eles comem? Como eles se reproduzem, né? Esse animal tá em que floresta, né? >> Por que isso? Porque o tipo de projeto que eu faço tem que ter desafio e tem Que ter e tem que ser em mercado sem informação. Empresários inovador, o G4 é inovador, né? Tropeçou num grande mercado que é o mercado de empresários. Eh, mas não tinha nada estruturado para falar do mundo dos empresários, né? E são inovadores e provocadores, né? Então, assim, eu acho que
eu servi bem ao G4, tô servindo bem ao G4, assim como servi a outras empresas. Então, se eu escolhi servir isso, eu não vou servir o cara que quer ficar estável na posição Dele de primeiro lugar, só se defendendo da competição. Então, assim, eu abri mão de servir empresas que já são dominantes e que já estão no primeiro lugar só defendendo a sua posição. Eu acabei escolhendo, quero defender o segundo lugar, que é virar primeiro lugar e quer ir pro pau, né? E que quer ir pro pau numa ou no mercado novo, criando alguma coisa
nova. É isso que meu time brilha os olhos e é isso que tem a ver com o astronauta do Totonho lá da infância, Entendeu? Que é o é o mesmo sentimento igual que que me persegue, entendeu? É muito mais coerente com quem eu sou. >> Só que até novembro do ano passado, eh, e demorou para cair a ficha, quando teve a crise 2008, 2009, depois 13, 16, >> as grandes corporações elas vêm perdendo seu espaço, né? Elas lutam para ficar monopolistas e cuidando do seu espaço. Elas são ainda muito poderosas, mas eh não são elas
que valorizam mais um trabalho de estratégia, um trabalho é de Uma consultoria externa. Normalmente eles fazem bem dentro de casa ou eles já estão tão dominantes que até esquecem um pouco que tem que fazer isso, porque o tamanho já ajuda a proteger eles mesmos, né? Mas e as empresas que estão inovando, né, que estão criando coisas novas, que estão participando dessa transformação do mundo, essas estão apanhando o tempo todo, né? Elas estão tentando. Vocês sabem, vocês são empreendedores e de coisas novas, né? >> E eu falei: "Puta, eu quero ajudar essa galera, eu não quero
ajudar mais o cara, a grande corporação." E aí o Napoli, que ajudava as grandes corporações, usava palitó, gravata, se obeso faz parte, né? Porque é o cara que não, ele cuida mais do trabalho, dos negócios do que da vida pessoal, da família, >> eh, e da saúde. Só que essa geração toda nova é completamente oposto, né? é uma geração que entendeu eh como equilibrar certas coisas, que eh nunca nunca se viu Tanto jovens buscando um trabalho que fizesse sentido para eles, que tivesse a ver com os valores deles, muito mais agora do que talvez no
passado, né? Então a minha transformação também levou em consideração eh um respeito a esse público que eu quero servir, que é a quem eu sirvo de fato, eh que são essas pessoas que querem eh transformar o mundo mesmo, né? E o empresário, ele é o cara que transforma a realidade, né? O empreendedor, >> o grande lance dele é mudar a realidade. Ele vê uma realidade de um jeito, ele quer mudar do outro e ele fica obsecado por isso o tempo todo, né? Então assim, estratégia é isso, que jogo eu vou jogar para mudar o mundo,
né? Eh, qual vai ser meus movimentos, contra quem eu vou lutar, a quem eu sirvo? E o plano é outra coisa, né? O plano é: "Tá bom, agora eu já sei estratégia, eu sei aqui sem tudo mais, como que eu vou executar isso? na segunda-feira de manhã e aí vem A pauleira do dia a dia. Aí o plano a gente combina, vai fazer A, B, C, D, F, G, H. Será que isso vai levar isso no resultado? Ah, eu acho que vai. Se vai levar o resultado, então e eu tenho, tô tranquilo, tô em paz.
Então, o plano te deixa em paz, a estratégia te dá dor de barriga, né? Porque é, tem que dar, se ela não der, ela não é uma boa estratégia, né? tava ontem, >> é, tava falando com a Misa ontem, né, numa live de aniversário do G4 >> e basicamente o que eu percebi quando o G4 consolidou as suas escolhas e a sua estratégia, eles ganharam uma velocidade absurda. Eh, uma é fantástico ver assim o o timing de decisão deles é dois palitos, tipo, não vamos fazer isso, vamos fazer isso, vamos fazer, porque eles sabem onde
que ele chegar, sabe a estratégia. Então, quem tem estratégia tem planos mais e assertivos e tem mais velocidade na execução. Quem não tem estratégia não tem isso, né? Fica Batendo cabeça, revendo o plano, >> fe, learn faster, né? >> É. E só que feio o less, né? E esse é o ponto, né? Vou falar, vou falhar, mas menos, >> menos, porque eu já fiz eh uma das partes que depois eu conto para vocês, o segredo do planejamento agora, né, que a gente faz é que a gente antecipa tudo que vai falhar. Antes de começar a
caminhar, a gente gasta um pouco de cérebro, um pouco não, cérebro para Caramba, sabe? E falando aquelas coisas que a gente já sabe que a gente é ruim. >> Uhum. >> É por isso que você precisar ser honesto intelectualmente, entendeu? no planejamento a gente tem que ser muito honesto, muito crítico. Eu sou ruim nisso e eu vou falhar nisso. Então, antes de sair fazendo, como que eu vou evitar que eu fale nisso? Então, feio less. Esse é o segredo da velocidade animal, animalidade intelectual, se você Faixa branca sempre, né? >> É. Então, esse é um
e isso tem um preço, né? O preço chama-se desconforto. >> O preço chama-se passar vergonha, o preço chama você, as pessoas olharem para você e falar: "Que que esse louco tá fazendo isso, né? com essa idade, né, inventando fazer esse monte de coisa, né? Mas de fato brilho no olhar continua. >> É isso. Eh, os maiores líderes, né, de de nações, tem o o cara que fez a Revolução econômica na China, ele caiu em desgraça e foi trabalhar numa fábrica de sapato, né, e como o peão mesmo, né? E ele esperou uns bons 10 anos
para as coisas virarem o jogo e ele virar o grande líder do de trazer o capitalismo ocidental pra China, né? Mas quando você olha a história dele, ele foi lá, né? Ele ele aceitou os altos e baixos, né? Quem não aceita o baixo não não conquista o alto assim. Não não tem como. Isso é um fato aí. Fato. Fato. >> Vamos lá, Napoli. Eh, a gente sempre busca aqui a coisas que você não falou antes, tanto a tatuagem. E tem um ponto aqui que eu vi você falando com muita clareza de de empresas que acabam
não dando certo ao longo do tempo. E eu queria tentar enxergar o oposto. No livro do J Collins, Empresas Feitas para Vencer, ele fala que analisou por 15 anos empresas que cresceram acima do mercado lá das S&P 500s. E eu queria saber de você, desses 800 projetos, Quais são alguns pontos que você pode destacar ou até algum exemplo que você pode trazer pra gente, >> ó, eh, >> das empresas mais perenes, né? >> É, o meu melhor cliente, o foi o Rogério Mels. >> Ah, >> o Rogério Mels, ele é meu maior, meu melhor cliente
foi, por que o melhor cliente? E e vou falar isso porque ele tem qualidades e são qualidades que não São só dele, são da formação dele, das pessoas com as quais ele conviveu, eh que são qualidades que garantem de fato sucesso, né? Então o Mels, a gente se encontrou um private que tinha assumido a gestão da Estácio, o Mels tinha acabado de virar CEO, tinha passado do anos fazendo um turn around da Estácio, né, que era uma universidade de capital aberto que tinha passado por altos e baixos, tal. E aí ele me chama para fazer
a estratégia. A gente não se Conhecia, quem indicou foi o Private App, foi o GP. E aí a gente fez o exercício da estratégia direitinho. Ele escolheu com um conjunto de pessoas que trabalha com ele a estratégia e a gente desenhou um plano e ele executou. Então, fato número um, quem tem estratégia e não larga ela vence, né? Estratégia você não muda toda hora. você gasta um bom cérebro fazendo ela e depois você não larga mais ela. Você am, você pega ela e você fala: "Eu só vou parar quando eu Conquistar aquilo que eu desenhei".
Então, a clareza absoluta do caminho, da teoria do jogo, isso é um fator que as empresas que fizeram isso direitinho, gastaram energia, trouxeram gente inteligente, fizeram na lição de casa, desenhando estratégia. Essas são organizações que tm maior probabilidade da de ter sucesso e elas sabem explicar porque que elas deram certo, porque que elas deram errado. Pior que você não tá dando certo, por exemplo, na sua Empresa, você tenta responder os motivos. É, normalmente a gente acha, né? Ah, tô mal posicionado, a execução é ruim, etc e tal. Mas se quando você tá indo bem, você
sabe o motivo? As empresas que têm sucesso sabem o motivo pela qual elas estão indo bem. Você imagina que nas empresas de vocês vocês dobrem faturamento do dia paraa noite sem explicação. É apavorante isso. Por quê? Porque pode ir embora amanhã da mesma forma como veio. Só que se vier um Eh você dobra o faturamento nos próximos seis meses, você vai ficar convencido de que você é fodão e que de fato pode não ser verdade. Pode ser uma onda, pode um competidor seu pode ter quebrado e ter sobrado o mercado, pode ter mudado o comportamento
humano, uma série de coisas. Então é o primeiro é assim gastar cérebro, gente inteligente e para fazer a estratégia e ficar amarrado em nome de Jesus com ela, como eu falo, né? Não larga ela até ela chegar no fim, Porque uma estratégia demora dois a 5 anos para ser executada inteira. Então, eu preciso até o fim de experimento para saber se eu vou ser bem-sucedido. Acho que esse é um fator. E o Mel foi o cara mais eh, digamos assim, eh, com maior resiliência e com maior determinação de executar o que tava desenhado na estratégia.
E depois a gente trabalhou junto em outros projetos que ele desenhou e sempre foi a mesma coisa, né? Ele pegava e ele não largava, vou executar isso. E ele é um baita gestor, né? Então, acho que essa é uma característica importante. Outra coisa que traz muito sucesso, eh, Eric, que eu acho que é super relevante, é a harmonia entre sócios. Essa é uma das coisas que mais destrói a empresa ou que mais possibilita que elas cresçam, né? Os sócios não precisam se dar bem necessariamente, mas eles precisam ter sonhos em comum, eles precisam ter uma
Visão de futuro em comum pra empresa que eles são sócios, né? Se eles estão desalinhados em relação ao que que eles querem com a empresa, eles causam um estrago de cima para baixo, né? Porque eles são a referência do topo da empresa. Todo mundo deveria querer crescer e ser igual a eles, né? Como role model, né? E se eles têm uma visão de mundo muito clara e eles estão muito alinhados entre si, eles dão um norte muito claro pra empresa, né? >> São os guardiões, né? >> São os guardiões e de fato eles são o
farol, né? Porque eles estão, eles se arriscaram mais do que os outros. Eh, eles viveram as tentativas e erros e, portanto, eles são caras que são muito potentes e que têm que ter essa harmonia. Então, assim, sócio e sociedade é uma coisa mais pesada do que casamento. >> Sim. >> Porque no casamento você tem questões Subjetivas de afeto. Às vezes você perde, não gosta mais de uma pessoa e não tá errado, não tá certo, né? Às vezes o amor foi embora. Mas o sócio é uma questão objetiva. A gente tem uma empresa e essa empresa
tem um destino final. Que que é o destino final dessa empresa? A gente vê o mesmo destino para ela. O mesmo destino é fazer um IPO e virar uma corporation ou não? O destino é a gente se continuar dono para ela e ficar nessa posição ou não. A gente quer Vender empresa daqui a pouco? Se os sócios não estão, se eles estão alinhados, isso dá uma potência e dá velocidade de novo. Você tem estratégia de sócio alinhados e tudo mais. E o terceiro fator é sorte. >> Boa. >> A gente não pode jogar fora. É,
>> Silvio Santos fala isso, falava isso. >> É, mas ele tá certo porque ele teve mesmo, né? E a gente não pode esquecer isso. A gente não controla tudo. A Arrogância de achar que eu tô fazendo tudo certo, por isso que eu tô indo muito bem, é estúpida, porque você pode estar no lugar certo, na hora certa, fazendo as coisas mais ou menos, >> né? E você vai ser muito bem suceducedido. E se você não tiver essa humildade de falar assim: "Tá, a gente também teve sorte". Eh, você vai escorregar na na vaidade, achando que
tudo que você faz é o melhor e tudo mais. O G4 ele executa bem assim, Executa, mas ele também teve sorte. Ele tava no lugar certo, na hora certa, no momento em que o empreendedorismo ele explodiu, né? E os empreendedores hoje têm muito mais acesso à informação e >> exatamente e eles acharam a linguagem certa para falar com o empresário que as universidades não conseguem, né? E os Midas que eu divido o mercado G4, o mercado do Midas que são aqueles caras assim que fizeram bilhões e você paga 500.000 para sentar lá do dele, passar
a Mão dele e falar: "Quem sabe eu pego a sorte dele para mim". Mas você não aprende [ __ ] nenhuma de fato, porque você só tá vendo, né? Deixa eu ver um cara que conseguiu que que ele tem. Ele é verde, né? Tem anteninhas, tal. Você pela curiosidade humana, você quer tá perto de uma pessoa bem sedida para entender como é que ele pensa como modelo. Esses são os Midas, né? Que você paga às vezes uma fortuna por um masterm, uma mentoria, etc e tal, uma Masterclass, etc. Aí tem a turma dos formais, as
universidades, que são assim eh a a há centenas de anos desenvolvendo conhecimento daquele jeito, você sabe como historiador, né, que tem todo um legado que você não pode abrir mão do passado, etc e tal. Só que o empresário não tem tempo para isso, cara. Empresário é um cara que faz curso sábado e domingo, 14 horas por dia e na segunda ele quer trabalhar, >> ele quer um outro tipo de coisa. E e Esse empresário ele ficou ávido, ele viu que tinha mais informação, ele ficou ávido me dar caminhos. Eu não tenho tempo de sentar 18
meses num MBA para aprender alguma coisa. eu quero aprender em um final de semana rápido, me dá logo eh o que é possível dar para eu começar a caminhar em direção a esse caminho de sucesso. E aí o G4 teve sorte porque ele tava no lugar certo. E então a gente não pode considerar se o G4 tivesse feito o mesmo movimento em 2009, não teria dado Certo. Ele ia talvez crescer menos e Então a gente não pode jogar fora a o fator sorte ou azar. Uhum. >> Eu conheço empresas, Éric boas, o gestor fez todas
as decisões certas e deu azar. Deu azar porque um competidor entrou mais rápido e com muito mais dinheiro e potência e ele não conseguiu reagir, entendeu? Então é claro que ele segurou mais a onda do ele se protegeu mais, ele não fracassou de fato, mas ele não teve sucesso grande. Mas fez tudo certo, fez Tudo certo, né? Então eu acho que esse é o terceiro fator, essa questão de levar em consideração que você não é Deus, que você não controla a realidade, que a realidade é muito mais complexa do que os suas teorias, né, de
jogo, né, sua teoria de estratégia. Então, levar em consideração isso é super importante, >> animal. Inclusive, a gente gravou o episódio com Mels, galera. Já tá no ar o episódio com Mels e vai lá no Spotify, no YouTube. Melsível Meu, foi um [ __ ] bate-papo. Mas aí trazendo pro empreendedor, eh, tem um livro que é o Managing the Professional Service Firm do David Meer. >> É isso aí. E ele fala nesse livro sobre aquelas quatro categorias de serviços profissionais, que é o commodity, procedure, greyha e brains. É isso. >> Quão importante é pro empresário
ali saber essas categorias por conta de contratação, margem, eh, todo mundo quer escalar, mas nem todo negócio é Escalável, né? Então, qual importante que é para ele? >> O David Meer é um canadense que foi professor nos Estados Unidos durante muitos anos em Harvard também e ele era o cara que estudava empresas de serviços profissionais, agência de publicidade, escritório de engenharia, escritório de arquitetura, sociedades médicas, né, que hoje são mundo dos serviços que que eles habitam mais o universo que a gente vive, né? Hoje tem mais empresas de Serviço do que tem industrial. Sim. >>
E as teorias que a gente tem de administração são pro mundo industrial. Você fala assim, ISO 9000 é bom? É bom para uma empresa industrial alemã. É, >> né? Concorda que Ou para uma empresa industrial japonesa que tem toda uma cultura e faz. É bom pro escritório de advocacia nem a pau, né? Porque é outra dinâmica, é outro tipo de negócio. E o David Meer, ele era um cara de campo, ele ia lá e entrevistava agência de Publicidade, entrevistava. E ele ficou desconhecido no Brasil até muito pouco tempo atrás. Ele só tinha livro inglês. Ele
tem muitos livros. Ele tem um site bem antigão com mais de 1000 artigos em inglês. Eu recomendo que vocês procurem e leiam os artigos que o cara é bom para caramba, né? E ele tem um livro que chama-se The Trusted Advisor. >> Chegou ontem lá em casa, >> é que é o conselheiro confiável pra diretoria toda, tá? Na >> Então, porque ele ele ele desvenda a equação da confiança. Ele fala: "Quando você vende serviço profissional, você vende segurança, né? Porque eu comprei um serviço teu, eh, eu consigo ver o resultado. Eu tô comprando um objeto,
eu vejo ele e compro e já sei se ele é bom ou ruim. Mas o serviço eu não sei. Eu preciso olhar pro Rafael e falar assim: "O Rafael me passa a segurança de que ele vai entregar aquilo que ele prometeu." Então, uma empresa de serviço Tem que passar isso, a segurança de que você vai entregar aquilo que você tá dizendo que é capaz de entregar. Eh, e aí ele classifica a empresa de serviço nessas categorias. Ele fala assim, tem aquela empresa, porque tem uma pessoa genial lá, por exemplo, a Idell, que foi a empresa
que inventou o Design Thinking, né, que ajudou a BlackBerry na época explodir. Ela era uma empresa Brains, porque ela inventou um jeito novo de fazer as coisas, custava caro Para caramba contratar os caras, mas assim, tinha uns gênios lá dentro que se você tirar acabava a empresa, né? Ou por exemplo, um advogado parecerista que cobra 500 pau por um parecer, o STF lê e fala: "Não tem como eu recusar a assinatura desse cara". Aí brains, né? O cara é fera, tal. Aí existe o Grey Hair, que são empresas de serviço, que tem pessoas que fazem
mais ou menos a mesma coisa, são os cabelos brancos, né? São pessoas que têm muita experiência numa Certa área. E essa experiência acumulada, ela faz com que eh você passe a segurança de que eu vou já resolvi para mim uma empresa, porque que eu não vou resolver para você. São projetos do tipo Grey Hair. São empresas, por exemplo, escritório de advocacia com sócios todos muito parecidos, né? Você eles usam o mesmo palitó, cortam o mesmo corte de cabelo, usa o mesmo colete na Faria Lima, né? Tudo meio parecido a galera. Por quê? Porque você achou
ali Uma tribo que faz a mesma coisa. E no Brains você não escala porque é uma empresa estilo de vida, ou você bomba ou você afunda, né? >> No Grey Hair para crescer você tem que botar sócio dentro. Mais cara parecido com você e é uma pirâmide, né? Então você até cresce, mas você não escala mesmo no mundo como no mundo digital. E tem as empresas do tipo procedure, que são empresas assim, tá, eu não preciso ter ninguém genial aqui, eu tenho um Método bom e dentro desse método bom eu treino qualquer pessoa para executar
um processo. Então, ela tem método e processo, ela vende a execução de um método processo. Falcone, INDG, empresas que são muito processuais, mesmo Accento, era uma empresa que fazia reestruturação, reenharia ou implantação de processos, né? São empresas volumosas em número de pessoas. Mor em carne, né? Porque é muito trabalho, muita gente lá. Normalmente a remuneração não é tão boa, o preço não é tão caro quanto Greyhair e não é tão caro quanto Brains. >> Por isso que até por isso que escala, né? >> Por isso que escala um pouco mais. Só que escala também até
um certo ponto, né? Viram uma empresa de capital aberto, né? Tem 150.000 funcionários, tal, e vendem repetidamente as mesmas coisas que são métodos, né? Então, quando você pensa em em serviço profissional, você Escolhendo o jeitão do jogo que você vai jogar, você também tem que saber que tem um preço. O serviço é difícil escalar, a não ser que você crie um SAS, >> né? E aí criando um SAS, porque daí a máquina substitui a repetição do trabalho humano, aí você consegue de fato escalar, né? Depois mais tarde vocês vão ter uma surpresa lá com o
Ratab. A gente tá tá inventando uma loucura lá que é para chegar um pouco, tentar escalar serviço, >> contou umas coisas pra gente aí no off, contou no off, a gente vai falar sobre isso, >> vamos deixar no off isso aí, né? Porque também acho que a gente tem que testar um pouco, quebrar paradigmas, tudo mais, né? >> Então, e o David Master, gente, leiam tudo do cara. Você é de empresa de serviço profissional, ele tem mais de 12 livros. Eh, são livros assim de uma pessoa muito experiente, o conselheiro Confiável, Detroit do Advisor, é
o clássico, mas Managing the professional service firm é o que eu tenho agora chegou o o conselheiro confiável. >> Conselheiro confiável. Então assim, é para debulhar mesmo, ler, reler, ler, >> super recomendar. Então são >> esses dois livros são obrigatórios para qualquer empresa de serviço. Qualquer, qualquer uma. É isso aí. >> Perfeito, Napoli. >> Cara, uma pergunta que ela parece Simples, né, Rafa, que a gente olhou, falou: "Putz, cara, que pergunta boa." Qual que foi o seu primeiro planejamento estratégico na? >> Tá, eu tinha acabado de porque assim, eu virei consultor velho, tá? >> Virei
consultor com 30 e poucos anos. Até meus 30 anos, eh, >> eu tinha uma carreira assim, eu lia na capa da Exame assim, ah, o perfil do cara de sucesso, aí eu falava: "Fodeu, né? Eu não tenho nada a ver com esse Cara, né? E aí minha carreira não vai ser nas corporações, não tem como, né? E aí eu ficava deprimido com isso, porque você insiste no começo de carreira no CLT, né, nas na num caminho depois que você faz faculdade, etc e tal. E só que por uma série de acidentes, eu sempre era o
cara mais velho da turma, que chegou atrasado na turma. Então, tinha sempre aquela sensação de uma autoestima mais abalada de que, putz, eu tô sempre atrás e por est sempre atrás eu tenho Que fazer mais esforço que os outros para poder me destacar, né? E entre acidentes de percurso, depois numa outra hora eu conto, eu acabei eh meio estragando a minha carreira e fiquei num ponto de inflexão e me ofereceram eh ser frila numa consultoria que chamava Kaiser Sou Shades. >> Putz. >> E eu não sabia nem o que era consultoria, cara. E eu fui
lá e fiz o projeto, né? Quem quem me contratou foi O José Mulan, que é um cara que eu agradeço muito. Fiz o projeto, fui bem sucedido. E aí um outro cara chamado Mauro Melo ficou sabendo que, ah, esse cara meio velhão aí parece ser bom. Já tinha trabalhado num num cartório fazendo um turn around, um cartório que teve um monte de treta de gente na cadeia, o lado B do Brasil, né, que que e você vai viver assim das coisas pesadas. Ele falou: "Esse cara é bom para situações difíceis, né?" E aí eu Sou
contratado pela K2 para fazer o turn around da Telergou Telemar bem no momento 98, momento da privatização do sistema Telebraz. >> Sim. >> E vou para Bangu Bento Ribeiro, vou para essas bocado assim, eh, fazer serviço sujo mesmo, né? Que é é demitir, é, é olhar, reduzir o tamanho da empresa, etc e tal. Nunca tinha feito isso, mergulhei de cabeça. Mas tinha uma senhora lá que chama Alba Souza. Alba Souza hoje tem uma fazenda em ilus de cacau e de limão, se eu não tô enganado. E a Alba é uma baiana assim baixinha, porreta, que
faz tipo executivo chorar, dando porrada neles, né? E aí eu eu vi ela conduzir um planejamento estratégico, né? E eu falei: "Caraca, eu quero ser igual essa mulher, né?" E eu pedi, eu pedi para ela, posso participar dos seus projetos, né? E em algum momento ela ela me chamou, ela falou: "Tá, venha". Meio que Me adotou de uma certa forma, né? Porque ela viu a gana que eu tinha ali e eu era meio outlier assim, mais velho, deslocado da molecada, mas tinha mais maturidade, algumas coisas. E eu assisti ela fazer um go setting. O go
setting é um exercício de alinhamento de objetivos, de estratégia. Foi numa das empresas do grupo Globo, foi na Globoat na época. E aquilo que falei assim, meu, fantástico. E aí, Alba, da onde você tirou isso, né? Ela falou assim: "Eu Tava fazendo um projeto pela Captini no Rio de Janeiro e eh tropecei com o padre numa favela da Tijuca, fazendo um planejamento estratégico com as pessoas da favela, que são pessoas que naquele momento não tinham recurso algum. E ela viu o padre dando porrada na galera, eh, fazendo a galera conseguir mudar de postura. Então, eh,
primeiro a gente sonhava com o futuro, né? Ah, eu quero isso, quero aquilo e tal. Eh, eu tenho uma estratégia, eu sei onde eu quero Chegar. E aí, normalmente, a gente sai pro plano de ação, mas eh esse padre colocou uma coisa no meio, o que que vai impedir a gente chegar lá? E aí normalmente a primeira reação, ah, falta dinheiro. Aí ele ficava pistola assim, falta não pode. Palavra falta não pode. Ausência falta pouco, não pode. Falta dinheiro. Por quê? Não, porque eu não tenho. Mas por que que você não tem? Você não tinha
dinheiro para fazer outras coisas. Tinha, eu fiz outras Coisas. Por que que você fez outra coisa e não fez isso? Ah, porque aquilo lá parecia ser mais importante. Por que que você achou que aquilo era mais importante do que isso que você tá falando agora? Ah, porque eu era um trouxa, né? Ou porque eu de fato não tinha percepção clara ou era uma pessoa sem visão clara das coisas. Eu era muito amador. Ah, então o teu obstáculo é teu amadorismo. Amadorismo a gente remove. Como é que a gente remove? Eu vou Profissionalizar você. Então, se
eu me profissionalizar, não vai mais faltar dinheiro, não, porque você vai saber captar, porque você vai saber fazer outras formas de atingir o mesmo resultado. Ela pegou isso e trouxe pra consultoria, então e ela estruturou. Então, assim, revisão, obstáculo e ação. Esse é o exercício lá. Eu faço questão de falar que foi a Alba que me ensinou, mas ela faz questão de falar que ela teve uma inspiração muito boa de um Padre que mudava a realidade de pessoas sem recurso. E aí eu me apaixonei, né? assim, cara, eu quero fazer isso, o resto da minha
vida, entendeu? >> Impactou você bastante. >> E aí eu fiz várias vezes com ela e aí eu precisava me testar. E aí tinha uma ONG no Rio de Janeiro também que pediu assim: "Ah, será que não tem um voluntário aqui para fazer a estratégia, né, da ONG?" A ONG chamava CDI, era Comitê para Democratização da Informática. Eles pegavam computadores velhos, reformavam e punha na nas comunidades, né? E aí eu fiz o a o planejamento de humanidade também lá na Tijuca, no Movo dos Macacos, na verdade, né, com cara bacana que me chamou, os caras adoraram,
pediram para fazer dois, tal, acabei fazendo organização inteira. Então eu fui testando Pro se eu era bom, se eu conseguia fazer isso, né? >> Então vai ter exercício Pro Bonono >> Probono é o lugar do teste. Você tá mal, Que não consegue mudar de carreira, vai trabalhar voluntário e testar outras coisas. E aí eu comecei pegar jeito e pegar gosto e comecei trazer pras corporações, comecei a fazer isso e comecei a adaptar um pouco com a minha capacidade de ler o ambiente, ler o mercado, que isso aprendi na Kaiser, né? A Kaiser é uma empresa
que nasceu fazendo inteligência competitiva, benchmarking, eh o ajudando guerra entre empresas, né? Então eu juntei essas duas Coisas e e foi aí que começou. Então a sorte, tá? concorda que >> eu tava no lugar certo, na hora certa, né? E eu soube aproveitar, né? Basicamente é isso. Legal. >> É muito bom. E Napoli, mais um ponto aqui que eu que eu acho interessante que a Misa, eu já escutei ela falar >> do nós membros também escutamos muito isso entre nós, assim, pô, o Napoli é uma pessoa que a gente se identifica, uma pessoa do bem.
>> Conversa de corredor é essa, Napoli. É essa. >> É. E todo mundo se identifica com tudo que você coloca ali nas redes sociais e tem o efeito Napoli, né, que a Misa traz. Então >> você sabia disso? >> Não, não sabia disso >> não. Ela falou: "Pô, o pessoal tem um efeito Napoli, né? Porque tipo conversar com o Napoli, você que tá vendo aqui, né? Você deve est sentindo um pouco Isso. E mas queremos saber de você. A gente viu que desde que você entrou no G4 mudou, teve essa questão da ambiência, isso impactou
isso de alguma forma também. E eu queria saber de você o que que como os outros te ajudaram nesse processo, essa ajuda dos outros, como como que isso te >> esse ambiente, né? como como criar esse ambiente assim ou como ajudar a criar, >> como eles te ajudaram assim nesse, não o G4, mas a partir desse momento que você Teve esse é o cara que tá, eu gosto da zebra, né? A zebra ela tá sempre atrás, né? A zebra ela corre mais do que um cavalo, mas ela perde o fôlego muito rápido. >> Sim. >>
Então se ela quer ganhar uma corrida, ela precisa correr duas corridas. Por exemplo, o cavalo só tá correndo uma, né? Eh, quando você é a zebra, quando você é aquela pessoa que não é a o role model, né? Você não é o cara que tem o Jeitão que vai ter sucesso, né? O cara, sei lá, que nasceu numa família abastada, que poôde fazer um colégio super caro, que foi morar no exterior, que tem um capital social, uma rede de contatos [ __ ] esse cara vai dar certo, né? De qualquer forma, né? Por mais que
ele seja ruim, ele vai dar, ele amarra e vai fazer ele dar certo. Quando você é uma zebra, eh, ninguém tá apostando em você, né? Então, e normalmente coisas que causam muita dor Na gente, a gente é solidário com os outros. Se você, então eu falo sempre isso assim, o pior dia da sua vida fez com que você sofresse muito e esse sofrimento atroz faz com que você não queira que nem seu inimigo passe por isso, né? Quando uma pessoa sofreu demais, você fala assim: "Putz, eu não gosto de ver nem o cara que eu
odeio passando por isso, porque eu sei a dor de que é esse tipo de coisa, né? E eu tive muitas dores ao longo da minha História. Então eu tenho eu tenho uma solidariedade muito grande com a dor alheia e e essa dor da zebra e essa dor de não conquistar as coisas, essa dor e às vezes as pessoas têm um potencial. Então, voltando, eu sempre achei que eu tinha um potencial gigantesco, mas eu não tinha oportunidade e eu não tive eh eu tive muita coisa boa e muita sorte, óbvio, eh, muito mais do que a
maioria das pessoas, mas eu não tinha alguém que falava assim: "Eu tô vendo o potencial Do Napoli, deixa empurrar o Napol ali". Que só de empurrar ele na ladeira, ele vai começar a correr, entendeu? Como ninguém me empurrava, eu tinha que pular na ladeira. E e pulando na ladeira, eu descobri minha potência, meu potencial, quebrei a cara, tem um preço alto para fazer esse tipo de coisa. Então eu olho para as pessoas o tempo todo e penso assim: "Qual que terá sido o pior dia da vida dessa pessoa? O que que motiva essa pessoa, né?
Motiva além do normal, né? A Pessoa tem um um grau de motivação, vamos dizer assim, discricionário, né? Eh, empresário é isso, né? Você fala: "Pô, é uma vida [ __ ] >> porra". E mas o cara continua, você fala: "Mas por que que esse cara continua, né? Por que que ele persiste? Porque ele quer sentir alguma coisa lá no final das contas. Então eu mudei a minha forma de olhar para as pessoas. Eu sempre penso assim: "Qual foi o pior dia da vida dessa pessoa? Qual que seria o Sonho de vida dessa pessoa, né, de
um mundo melhor. E aí eu prestando atenção nisso, eu acho que eu consigo criar um ambiente ou provocar as pessoas para fazer coisas que aparentemente elas achavam que não era possível fazer. Aí elas fazem e descobrem que são boas. Elas são boas. Eu não fiz nada, eu só empurrei na ladeira. >> Potencializou ela. >> Exato. E isso faz com que a pessoa ela se surpreenda consigo mesmo. E isso é Transformar a gente, né? Transformar, empurrar a gente pro lugar que você não quer. >> Muito bom. >> Mas que vai causar um desconforto. Exato. >> É.
E aí, só que eu, a vida é curta, velho, né? Eu não não eu olho, eu não fico perdendo muito tempo, entendeu? Se é para provocar, vamos provocar logo. Então, nos encontros muito rápidos que eu tenho com as pessoas, eu tento ser Muito intenso, >> muito autêntico e muito provocativo. E aí as pessoas tomam um choque um pouco assim, ficam uns 11 um pouco no começo, mas elas fazem algumas coisas e elas vão que nem uma avalanche mudando, né? Então eu transformei isso eh numa prática diária, né? Eu gosto de entrar nos ambientes, gosto de
provocar as pessoas para encontrarem seu potencial melhor e faço isso de uma maneira leve e bem humorada. Óbvio, nem sempre dá certo. Tem gente que fica [ __ ] né? Porque, enfim, >> né? Se uma pessoa não tiver inimigos é porque não é uma boa pessoa, gente. Uma pessoa que só tem amigos, eu não confio, né? >> É bom você ter alguns inimigos aí para comprovar um pouco, né? Sua posição. >> Exato. Exatamente. Exatamente isso, né? É óbvio que eu acho que eu tenho menos inimigos agora do que amigos. né? Porque as pessoas que eu
provoco fazem a Trilha, o mérito é delas, mas a provocação foi o start, né? Por isso que a empresa passou a chamar catálise, né? >> Porque o catalisador, o que que é? Um elemento químico que entra no meio da reação, pode ser calor >> e a reação acontece. Só que quando a reação acontece, o catalisador sai fora, ele não se mistura, ele vai lá, né? e entra o elemento catalisador nunca fica num num processo químico. E então eu entro lá, causo um um uma catálise de Fato, seja nas pessoas, seja na organização, saio porque o
mérito é das pessoas, né? Eu só ajudei a acelerar o processo, né? A a fazer o cara que é segundo virar primeiro ou fazer o cara que não vi a potência encontrar a potência. Isso é legal, né? Eu queria, eu gostaria de ter tido isso na minha vida. Eu tive de muito pouca gente, então para mim é um, eu sinto um prazer enorme. Eu falo assim: "Cara, tô ajudando eh muita gente a Se achar e haver sentido naquilo que eles fazem, entendeu? Então, acho que é por isso que o efeito Napoli é um pouco essa
intensidade, essa vontade de que as pessoas vejam a sua potência e possam eh explorar ela de fato, né? Então, eu gosto de provocar, pô, muito bacana, né? >> Legal. Bom, ô, ô, ô, Napoli, a gente vai caminhar aqui para um batebola, >> OK? >> Tá bora lá. >> E vamos é o último bloco, né? Pra gente Poder concluir aqui mais um episódio, deixar essa primeira pergunta aí pro pro Eric. >> Bora lá, Napoli. Napoli, virada de chave, hein? Então, qual foi o maior tapa na cara que fez você virar a chave como pessoa e profissional?
>> Putz, tapa na cara. Eu acho que e fracassar, né? Eu eu eu praticamente quebrei quatro vezes, né? E quebrar você pode culpar todo mundo, né? Mas e o que eu parava e falava assim: "Qual foi a Minha parte no fracasso, né? Eu preciso ter muita clareza isso." E o tapa na cara foi isso, né? de aceitar que eu tinha contribuição quase que integral em todos os fracassos que eu participei por omissão, por desconhecimento, não importa o motivo, mas é eu era a causa, né, das decisões erradas e me dar esse tapo na cara foi
e e não desistir, né, porque quando você fracassa, a sensação é muito ruim. No tem gente que é maluco que gosta, né? Mas ninguém gosta de fato De fracassar. E você poder recomeçar eh com aquela sensação de que você fez merda lá atrás e que você não vai fazer. Aí você faz de novo, de novo, de novo, >> né? Então eu acho que >> ver o fracasso e aceitar o fracasso como os tapas na cara da nossa arrogância são lições importantes, né? E normalmente a gente fracassa por orgulho. Que que é o orgulhoso, né? Ele
não, ele é incompetente, mas não quer assumir. Esse é o orgulhoso. Ele tem uma incompetência Ali, mas ele não quer assumir que ele é incompetente. Então, o tapa da cara, primeiro, eu sou incompetente, sim. Eu não sei fazer esse tipo de coisa. Então, por exemplo, tinha eu tive um sócio que era muito bom fazendo um tipo de coisa e eu não gostava do jeito dele fazer as coisas e eu criticava muito ele, só que o que ele fazia era bom pra empresa, né? E aí eu tive que dar o braço a torcer e fazer igual
a ele certas coisas. e mesmo que aparentemente eram contra os meus Valores, isso fez eh então assim fez eu dar certo, digamos o seguinte, então às vezes tem gente que você critica porque tá fazendo um tipo de coisa, mas que tá funcionando e às vezes você que é o trouxa, né, que tá pondo valores e fazendo julgamentos estúpidos, né? Então o tapa na cara é que às vezes para dar certo você vai ter que fazer coisas que você achava que não era legal fazer ou que não era da sua personalidade e aí você tem que
fazer. E eu fui lá e fiz e Foi assim que eu virei o jogo, né? Então o o a tapa na cara, arrogância, >> orgulho, eu acho que é essa é é e e a vaidade, né? Pode ser o oposto, né? Os extremos sempre são uma merda, né? Você muito vaiuso achar que você nós é 10, nós é joia, nossa turma são de morte ou, né? que eu sou um fracasso absoluto. Os dois extremos não existem, né? Eles existem e você tem que parar e pensar, tá? Que que eu aprendo com isso e o que
que eu tenho que evitar com isso, né? >> Animal. >> Perfeito. >> Respondi, né? >> Respondeu. >> Respondeu. Ficou claro, Napoli. Então, se você pudesse refazer um momento profissional, >> qual seria? >> Putz, eu queria ser cinegrafista, né? Quando eu saí de Limeira, eu queria ser camaram de documentário. E quando eu eh como é que eu eu cheguei lá? Tinha uma um canal de televisão que tem até hoje a Gazeta e tinha o comando da madrugada. Vocês são novos, vocês não sabem o que é isso. E eu morava no interior, punha Bombril na antena de
TV para poder pegar a TV Gazeta de São Paulo. A gente abriu o Bombril assim na antena. E aí eu assisti um documentário feito por uma empresa chamada Olhar eletrônico Vídeo, que é uma empresa do Fernando Meeles. E eles fizeram um Documentário sobre os lixões em São Paulo. Falei: "Nossa, quero muito, né, ser esse cara que faz esses documentários". E eu mandei uma carta, carta vocês não sabem o que é, mas eu tailografei uma carta e mandei paraa TV Gazeta elogiando o programa Olhar eletrônico vídeo e e aí eu recebo uma carta, então levava, sei
lá, cinco se dias pra carta chegar, mais uns 10 dias para voltar. E aí eu recebo uma carta do Fernando Meirelli dizendo assim: "Venha Visitar a nossa produtora aqui em São Paulo". >> Que legal. >> E aí eu pus a roupa de Vedeus, né? Você tem só uma roupa boa assim. Peguei ônibus, fui para São Paulo. >> Roupa de verdeus é muito bos. É 17 anos. Acho que eu tinha 16 para 17 anos. Fui, fui para São Paulo na raça. Eh, me perdi em São Paulo, mas acabei achando lá o estúdio deles. E aí eles
falaram assim: "Cara, eh, se você quer fazer isso, você Precisa estudar a rádio, TV ou cinema, né?" E aí tem tais faculdades. Na época tinha a ECA, mas tinha a FAP, que era muito mais pragmática. E aí eu decidi fazer rádio, televisão e eh prestar o vestibular paraa FAAP. E eh em alguns momentos apareceram oportunidades para eu virar um cinegrafista. Uma pessoa abriu um contato e me indicou. Era TV Manchete na época, né? A Xuxa tava começando e aí tinha a chance de eu ir e fazer uma entrevista e ir pro estúdio Mesmo e começar
a trabalhar como cinegrafista. E eu perdi a entrevista e e era uma entrevista que era esse que bom, hein? E era 80 84 8. >> Obrigado ao Napoli do passado, né? >> Então, se eu tivesse feito, provavelmente eu já tava no outro universo, né? Aí o que aconteceu? Eu não fui dando muito certo nesse mundo e fui eh minha mãe tava preocupada com, pô, fez os cara cinegrafista, rádio, TV, pô, não vai fazer direito medicina, Engenharia. Exatamente. >> E aí ela falou: "Ah, vou pagar uma viagem de de férias para ele para ele estudar fora
para ver se ele muda a cabeça, né?" E minha mãe, ela economizava dinheiro fazendo toalhinhas de pano de prato com crochê. Ela tinha lá uma fortuna que ela tinha eh juntado com essa grana. E ela falou: "Vou te dar um curso de férias de um mês, né? Escolhe um lugar para você ir para você Estudar língua, né?" E eu falei: "Ah, inglês eu vou ter que aprender na marra, porque eu quero fazer alemão." E aí peguei e fui me matricular num curso de alemão em Berlim Oal, era a única vaga que tinha na época do
muro, 85. Nossa, >> né? E aí eu vou passar um mês lá em Berlim Ostental, acabo passando praticamente dois anos na Alemanha, estudando alemão, quase 1 ano e meio, e depois meio perdido, tentando voltar para casa, né? Teve Ternobyl, teve me Contaminei comernobyl lá na época 86, eu tava em Berlim Ostental, né? O pessoal vinha aquela nuvem de radiação, você tinha que tomar iúo para evitar a intoxicação, né, de radiação na tireoide e tal. Eu vivo um monte de experiência maluca lá. Quando eu volto, eh, eu vou fazer administ, eu falo assim, vou morrer de
fome sendo cinegrafista, né? Sim. >> Então, deixo fazer uma segunda faculdade e sem querer eu faço um teste no Vestibular que era na GV e entro na GV e entro já tiozão velho, né? Porque eu já entro, sei lá, 23, 24 anos na faculdade, é molecada de 18, né? >> E dali para trás, dali pra frente eu fui sempre a zebra. >> Por isso que eu falo, né? Que que essa coisa foi foi acontecendo, né? [ __ ] eh, se esse momento de ter virado cinegrafista teria feito eu não ir paraa Alemanha, eu não fazer
administração, eu não seguir esse outro caminho. >> Caramba, é animal, Nápoli. A gente tem mais outras duas. Vai mudar para alemão. Agora é, >> a gente tem mais duas perguntinhas do nosso batebola e a mesa de GT, a gente fala muito sobre legado, né? A mesa de Gout foi inspirada no livro A Revolta de Atlas, né? Um baita livro também, >> né? John Gout, para quem não Bom, é é penoso ler o livro, mas mas leia. E uma das perguntas fala sobre legado >> e a gente pergunta sobre o que que pelo Que você quer
ser reconhecido. Mas eu mudei a pergunta porque das aulas que eu já fiz contigo, você tem uma pergunta muito capiciosa que é e eu e eu transcrevi a pergunta e vou fazer para você agora. >> Ferrou. >> Vamos lá. O que, o que você quer que digam sobre você na [ __ ] do dia do seu funeral? >> Eu consigo, eu fiz esse exercício muitas vezes, tá? Eu consigo me imaginar Deitadinho no caixão, as pessoas comemorando uma boa vida e as pessoas passando ao redor do meu caixão e dizendo assim: "Eh, o Napol me fez
uma pequena provocação de uma coisa que mudou minha vida completamente, né? E eu mudei a minha vida completamente. Não foi o Napoli, mas a provocação que ele fez foi a a o a luz, né? Foi um elemento que fez com que eu pudesse ver o mundo de outra forma. E aí eu gostaria de ouvir assim as pessoas que eu toquei. Eu Toco as pessoas, mas eu não sei, elas não me contam. Eu imagino que eu tô sendo bem cedido. Espero, né? esteja, é, eu espero que eu tenha esteja conseguindo tocar um pouco as pessoas e
provocar elas para um lugar onde elas são mais potentes. Então, eu gostaria, então, eh, as pessoas que estão me ouvindo, que eu já toquei na vida de alguma forma, eu espero vocês no dia do meu funeral, de verdade, eu espero mesmo, porque eu já tive funerais muito Marcantes, né? Já enterrei uma irmã jovem de câncer, eh já tive outros funerais em que eu presenciei esse momento muito relevante e é um momento de fato onde você para e você faz a seguinte pergunta: "Eu vivi uma boa vida, né? Se eu puder fazer essa pergunta hoje, todos
os dias, eu sei que eu vou chegar no dia do meu funeral vivendo uma boa vida, né? O filme que me inspira isso é o Resgate do soldado Ryan, aquela cena inicial onde o cara se Ajoelha chorando, eh, e falando assim: "Eu vivi, olha, eu tenho família, eu tenho filhos, eu fiz isso, tudo mais". Porque um monte de gente morreu para ele tá vivo, né? Naquela história de spoiler, mas [ __ ] agora. >> Eh, de fato, eu acho que a gente tem que levar a vida sempre assim. Todos os dias ela pode acabar. Exatamente.
>> E eu tô eh cuidando de fazer o que eu sinto que é o melhor pra vida naquele momento. Então eu comecei pautar isso. Tive um irmão que teve um acidente de Asadelta também. A gente teve que cuidar dele por do anos e a a sensação é de que ele poderia não sobreviver. Então a sensação da finitude permanente ela ela dá potência. Ela fala assim: "Cara, não vou perder meu tempo com mimimi, eu não vou perder meu tempo com autoestima baixa, eu não vou perder meu tempo, eu prefiro errar para [ __ ] e aprender."
E no último dia do meu funeral, eu falei: "Pô, esse cara errou para [ __ ] né? Mas olha o que que ele aprendeu, sabe? Olha o espero, Rafael, no dia do meu funeral, espero você lá, Eric, também espero você lá. >> Que isso? >> Espero que em algum momento eu tenha tocado você. você o efeito Napoli com certeza na nossa vida aqui fez bastante diferença. E a última é se a gente fosse olhar uma pessoa viva no profissional assim que fosse sentar contigo na sua frente, você e ela aqui. É >> aqui sim. >>
Quem você escolheria? >> Caramba, ó. Eh, vou escolher uma galera, não é uma pessoa, tá? É um é um grupo. Eu escolheria o pessoal do Tab, do The Advisory Board. Vamos falar os nomes deles. Então, >> Melzi, Felipe Ratabe, o Bernardo, Molina, a o Renato Mendes. >> É, esqueci alguém? >> Acho que não é esqueceu. Perdão aí, Galera. >> Não, não esqueci não. Você esque Molina vai gravar com a gente aí também, não vai? >> Ela topou. Isso aí. Mas mais Angélica, o Lucas, o Cristian, as pessoas também que estão no bastidor fazendo tudo isso
acontecer. >> Cara, que sorte na vida tropeçar nessas pessoas assim. Então, e a sensação que a gente aprende muito e entre nós, né? Em especial assim, o Mels já era bastante Amigo, conhecia há muito tempo. O Ratab foi uma baita surpresa para mim. O Ratab é meu oposto, né? Se você olhar os perfis de psicológicos, tal, ele é meu oposto, mas de uma afinidade, de uma complementaridade muito grande. É um menino, né? Moleque, mas genial. >> É exato. Mas tem uma ambição e tem uma força interna também. Então, cada um deles de alguma forma eh
eh me complementa. Eu e e é interessante que eu complemento eles. Então, se eu fosse Colocar na minha frente, eu colocaria essa turma do Deadory Board. >> Por quê? Porque não tem como não aprender com eles o tempo todo. É o exercício permanente de humildade, entendeu? >> O Atb falou com com muito carinho de você. Eu ia comentar exatamente isso. Na verdade, assim, essas conversas de de corredor ali que a gente tem tanto com os membros, os alunos do G4, quando a gente traz algum convidado e fala: "Olha, a gente vai falar com o Napoli
também". Meu, é impressionante a admiração que eles têm por você, né? Muitas vezes você nem sabe disso, né? Tem o off ali. >> Eu sim, eu sei que às vezes as pessoas me procuram, falam comigo, tal e eu sei que >> mas tem uma meu é é unânime assim, né? Dizem que a unanimidade é tola, mas nesse caso eu acredito que não seja, né? Mas Napoli, obrigado, cara, por eu que Agradeç convite aí que de ter aceitado aceito o nosso convite. Conversa maravilhosa. Daria para ficar ali umas 4 horas, 5 horas, mas aí o João
ia matar a gente >> aí não ia não ia dar, mas a gente precisa marcar uma próxima vez. >> Vai ser uma honra aí falar contigo novamente, trazer outros assuntos ali. >> Sim, sim. Não faltam histórias assim. Exato. Fazer uma outra tatuagem aí você mostra pr >> Sim, já tá planejado. Daqui a pouco eu já trago ela também. >> Como que a gente, como que a galera do da audiência te acha, te encontra nas redes sociais? >> Sim. Olha, vocês, eu tô no Instagram, tô na no LinkedIn, no Instagram @napoleneto. No LinkedIn é só procurar
Antônio Napoli que você vai me achar lá. Mas dentro do G4 acho que meu telefone rola solto. Então o WhatsApp também se alguém quiser Escrever, eh, eu respondo. Às vezes demora um pouco dando a pressão de agenda, mas sou bastante acessível, muito por aquela experiência anterior de não ter tido eh acesso a certas pessoas no passado. Isso fez falta, né? >> Então, acho que e no site da catálises também tem lá como entrar em contato. Eh, não é difícil me achar. É fácil. >> Maravilha. Maravilha. Inclusive, não é, não sair do roteiro aqui, mas para
saber exatamente toda essa esse escopo do que A gente falou, mais de forma mais profunda, tem o planejamento estratégico do G4, não é isso? >> Sim, sim. >> Então, até pedir pr pra produção colocar aí o QRcode, ó, imagina, hein? >> Legal, legal. >> Fazer isso aí também para com essa parceria que a gente tem com G4. >> É, o Sprint é um é um é um laboratório, né, de estratégico. >> Ele é, na verdade, eu conduzo ele e lá o Tempo todo, 14 horas por dia, todos os dias. qu dias qu dias de imersão,
15 dias de preparação. É bem intenso assim, é para vir preparado porque vai ser muito puxado, muito intenso. E eu fico lá junto com a galera eh o tempo todo assim, não, eu mergulho com as 20 empresas que que fazem sprint, >> meu. São 20 empresas. >> A gente faz planejamento coletivo de 20 empresas. >> Bem pouca, pouquinho, né? Para ser bem >> É, não. E e você vai ouvir a discussão da estratégia das outras 19, se você tiver lá. Então é um baita aprendizado porque e nenhuma empresa que tá no sprint é concorrente entre
si. Então as pessoas têm uma liberdade total de abrir o jogo mesmo, né? De falar das dificuldades, de falar das coisas que não funcionam, né? Então assim, o primeiro dia é um dia de provocação, onde eu trago a estratégia, eu trago a estratégia pronta da empresa pra empresa Eh poder ser provocado e escolher a estratégia dela. >> E eu faço esse trabalho de preparação uns 15 dias antes, né? gasto 6, 8 horas por empresa, olhando cada uma delas, pensando qual que seria o jogo que ela tá jogando e como ela ganharia o jogo. Aí eu
provoco a empresa e aí a gente passa nos três próximos dias construindo a visão de 5 anos. Depois a gente vai discutir o que vai impedir ela de atingir essa visão e todo mundo vai Fazer esse exercício e no último dia a gente faz o plano de ação e os projetos que ela tem que executar para levar a empresa onde ela quer. >> Pessoal senta a bunda lá só com o cérebro e o coração, porque o meu time que produz todos os documentos e o time do G4 também. Então assim, a gente senta junto nos
bastidores e você só precisa do empresário lá de corpo e alma. Basicamente é isso que a gente precisa. >> O resto a gente provoca, o cara sai de Lá com plano e com acompanhamento G4 por um ano, né? Então assim, é um baita de um projeto assim. O vídeo me marcou um vídeo simples me marcou, tava o Napoli com a pasta >> olhando cada um do dos planejamentos estratégicos que tinham ali. >> Eu olho um por um. >> V a pena. >> Eu olho um por um. E é realmente é um mergulho um por um.
Maravilha aí, Eric. Foi >> muito bom, cara. Irado. >> Legal. >> Maravilha. Agradecer aí a >> Eu que agradeço. Agradeço a confiança. Então, galera, ó, segue a gente então no nosso Instagram, é a mesa de a mesadig@esadagut. Me sigam também, @rafagama, >> @eric. Para não ter erro, a gente vai colocar aqui embaixo também, né? >> É isso aí. A gente também tá no YouTube, Estamos também no Spotify, então é só procurar a gente lá. A mesa de Gut. É isso. Mais uma pra conta, né? Não, Eric, >> bora lá. Excelente. >> Ah, tem um detalhe
também do do Cloud, não é isso? >> Isso é bom. Você que escuta podcast e nunca executa nada, a gente decidiu, a gente decidiu colocar aqui o Cloud, >> boa. >> Para pegar a nossa comunicação e o o Napoli também trouxe o Cloud dele pra Gente colocar um link aqui pro pessoal acessar o mapa mental. Vai ser um Qcode, não é isso? >> Vai ser um QRode. É, vai ser um Qcode. Que aí você vai escanear esse QR code e aí você vai ter acesso ao resumo da nossa conversa e também ao mapa mental do
que a gente falou aqui. >> Fica mais fácil para você executar, hein? >> Maravilha. Então é isso, pessoal. Mais isso, né? É só fazendo pela pessoa. >> Só fazendo. >> Muito bom. >> É isso. Então, pessoal, até a próxima. Valeu, >> valeu. Obrigado. [Música]