Como adquirir cliente de forma orgânica? Como gerar receita de forma orgânica? Pois bem, esse é o tema da nossa aula de hoje.
É a principal tese que a gente aplica em Blank. Desde quando eu era funcionário no G4 Educação, ele vei a marca para 1 milhão de seguidores, gerando 60% da receita nova da empresa, né, da geração de demanda da empresa. Até hoje gerenciando perfil do Rony Mesley, fundador da reserva da Rebels, Sandra Shi, que é sócio diretora, sucessora da Hope, Renata Vic, que foi ex-seo da Copenha Águia em Brasil Cacau, Des Gomes, inclusive que é o fundador do G4.
Em todos esses casos, a gente gera receita orgânica. O que significa receita orgânica? Para que a gente já estabeleça aqui o nosso conceito e entre prática paraa nossa aula.
Receita orgânica é diferente da receita paga, de mídia paga, né? Porque em mídia paga você cresce de forma linear, ou seja, o seu crescimento depende da sua capacidade de investimento. Você investe R$ 10 para retornar R$ 30.
E se você precisar que retorne R$ 60, você vai investir R$ 20. numa, tô fazendo uma matemática muito simples aqui, só para você entender que o seu investimento acompanha o seu resultado num gráfico, enquanto que em receita orgânica não, né? Você pode fazer um esforço X que vai trazer um resultado 2x ou 3x ou 5x ou 20x, sei lá, um conteúdo pode trazer 1000 seguidores, mas pode trazer também 10.
000, 100. 000 1 seguidores, como já aconteceu inclusive em Blank, a gente era dezenas de milhares de seguidores com um conteúdo só e trazer também muita receita através de um único conteúdo. Então esse é o conceito de receita orgânica que eu quero trabalhar aqui com vocês e de forma muito simples para comparar é como se em receita paga, em mídia paga, você aluga um território, né?
você está ali entrando num leilão, disputando preços com outras pessoas pela atenção do público do Facebook, enquanto que com a receita orgânica, construindo audiência, você está construindo patrimônio, né, que você vai extraindo o valor desse patrimônio ao longo do tempo. Então esse é o conceito da nossa aula. E quando a gente fala de receita orgânica, um sistema para construir isso, a Blink desenvolveu aqui dentro um sistema com seis etapas.
Essas seis etapas são suficientes para que você consiga construir toda a tua estratégia. Obviamente não são fáceis, não são extremamente imediatas, é uma construção gradual uma à outra, mas quando você junta todos esses pilares, você tem um sistema de receita orgânica que vai construir ao longo prazo o teu principal diferencial competitivo, tá? Então, explicando, pessoal, aqui em primeiro lugar qual é o conceito inicial que vocês precisam ter, é esse daqui, ó, feld brand.
O que significa isso daqui? Significa que para que você leve as pessoas até o ponto de comprar, existe algumas etapas anteriores e umas etapas pós compra também. Branding é a disciplina de marca, né?
Marca significa a soma de expressões pela qual a entidade é percebida. Esse é o conceito de marca e o branding é o exercício dessa marca sendo conhecida, tá? Nesse funil de branding aqui, a gente tá estabelecendo as etapas de relacionamento com um cliente.
E dentro da da da rede social existem também formas de você levar a pessoa desde desconhecido, não te conhece, nunca te ouviu até promotor da sua marca. Quais etapas são essas? Tá?
Primeira etapa, awareness, consciência, as pessoas sair do desconhecimento da sua marca e começar a te acompanhar. Então, conteúdos para isso são os conteúdos que vão trazer alcance pro seu perfil, um conteúdo topo de funil, conteúdo de atração que fala para não seguidor. Consideration, que a consideração é você trazer os diferenciais do seu produto, da sua marca, do que você faz para que as pessoas considerem você em detrimento de um concorrente.
compra purchas, né, que é na prática a pessoa comprar de você, você ofertar para ela algo irresistível e ela comprar, né? Então é na sua estratégia de conteúdo, quando você faz CTAs, quando você faz promoções, campanhas, conteúdo com interação de conversão. Próxima etapa é a partir do momento que ela compra, ela poder voltar a recomprar de você, porque se você tem um cliente te acompanhando na rede social, esse cliente tem muito mais chances de voltar a comprar de você do que uma pessoa que, enfim, nunca comprou, né?
Então é uma uma oportunidade muito boa de manter a relacionamento com ele ali, manter o LTV desse cliente que é o lifetime velho, é o tempo de vida daquele cara comprando de você. Então conteúdo também ajuda nisso. E por fim, indicação é você transformar não só essa pessoa num comprador quanto mais e e contínuo, e sim um promotor que vai trazer pessoas novas, né?
Uma vez que você usa conteúdo intencional para que ele fale da tua marca, do teu produto, das experiências com você, você está fazendo com que ele atraia também novas pessoas. atraind novas pessoas, você entra em awareness consideration e faz esse ciclo girar. Esse aqui é o início de todo o conceito do que a gente vai trabalhar.
Rede social passa por cada uma dessas etapas. E novamente, por que que rede social é a melhor forma de você construir uma estratégia de receita? Por que que é o futuro?
Porque em outros canais de mídia paga, como Google Ads, e-mail paga, você só faz uma dessas etapas. você não consegue perpassar todas essas etapas em apenas um dia, em apenas uma linha de contato com o seu cliente. Aqui na rede social não, ele entrou na sua rede social, ele pode passar por todas essas etapas aqui, ou no Instagram ou no 360 das suas redes sociais.
Entrou no Instagram, foi no LinkedIn, foi no YouTube e cada uma compõe uma dessas etapas do fundo de brainer. Pois bem, quando a gente tem isso daqui muito bem montado, onde que a gente começa então a montar o nosso sistema? Crash, entendi que eu tenho um fun de branding, que isso aqui é a minha forma de produzir conteúdo, perpassando por essas etapas, mas de forma prática, o que que eu preciso fazer?
Começando do zero. Primeiro lugar, a primeiríssima etapa que a gente coloca em blank é você encontrar a sua lacuna de posicionamento. É você encontrar o espaço único que você está no mercado sendo percebido pelo seu cliente ideal, se diferenciando com aspectos e atributos da sua marca e tendo uma abrangência social relevante na sociedade para que você leve aquele seu conteúdo adiante.
Então, lacuna de posicionamento é justamente o lugar que você ocupa na mente do seu consumidor. Essa é a definição do livro e Posicionamento, uma batalha por sua mente, um livro clássico que vai trazer que o posicionamento é um espaço e que você precisa ocupá-lo. E como é que a gente ocupa esse espaço?
Basicamente encontrando o diferencial entre três elementos aqui, que é você ou a sua marca, o mercado e a sociedade. Quando você faz a interseção dessas três grandes áreas, você pode encontrar o seu posicionamento. Então você aqui é tudo que remete a sua história, os seus atributos, a sua personalidade, o seu diferencial.
E nesse caso para marca institucional dá no mesmo mercado é tudo aquilo relacionado ao seu produto, ao seu setor, aos a sua concorrência, aos seus produtos, ao seu público consumidor e sociedade é tudo aquilo relacionado ao aspecto cultural em que você está inserido, né? Então, uma empresa de construição civil de Manaus está inserida numa cultura, uma empresa de construição civil aqui no Nordeste, no Recife, outra cultura, tá? Então isso é muito importante você analisar também na sua estratégia.
Quando você junta essas três coisas e encontra diferenciais em cada uma delas, você tem uma lacuna de posicionamento. Dá um exemplo muito prático aqui do Thalis Gomes, que é nosso cliente aqui na Blank, Tales Gomes, fundador do G4. Dentro de história do do Thales Gomes, você sempre vai ouvir: "Poxa, um cara nascido em Carangolas, interior de Minas Gerais, que morava no quartil de empregada da avó que era empregada do seu, enfim, do que se tornou o seu padrinho, era o patrão que se tornou o padrinho, pô, uma família desestruturada do divórcio.
Ele saiu de lá e foi pro Rio muito jovem para empreender. Depois levou uma empresa com 23 anos para 35 países. estuda muito bem a história dele quando você olha para esse aspecto de marca pessoal no pilar você.
Ele traz todos esses diferenciais da sua história. Quando você complementa com o mercado num análise de concorrência, né, em que você coloca ali no eixo X e Y para entender quais são os concorrentes posicionados e quais diferenciais vocês buscam nele ali, você vai ver que o G4 ele está posicionado numa distância muito grande entre FGV, Don Cabral em Per, que são escolas tradicionais que são premiums, mas com uma abordagem muito tradicional. tá muito diferente de um Starts, de uma Conquer, que são escolas de negócios aí sim um pouco mais inovadoras, mas não tão premias e também não tão inovadoras assim, porque no aspecto diferencial de G4 que ela ensina quem faz, eles têm uma limitação.
Isso na leitura de G4 que a gente fazia na época, né? e você está muito distante de outras empresas educacionais como Estácio, como auera e assim por diante. Então o G4 encontra um espaço muito grande entre a distinção com essas marcas e a distinção com os infoprodutores que também estão no setor de educação, mas com o aspecto de eles não fizeram aquilo que estão ensinando em geral, se for um guru, se for um um mentor de palco, né, digamos assim.
Então, como é que o tal se diferencia no você e no mercado? Nesse caso aqui é se posicionando eu faço conteúdo mais inovador em tempo real do que as grandes empresas e eu tenho track record que os infoprodutores não tm. Então aqui você já encontra entre você e marca um fit diferencial de posicionamento.
E dentro de sociedade ele ainda vai mais a fundo para identificar que existe uma tensão cultural muito forte aqui no Brasil em que o empreendedor que é o construtor do Brasil é relegado à escória, assim, é tratado como se fosse um inimigo, é tratado como se fosse pelo estado um vilão na nossa história, né? Então ele junta esses três fatores para chegar no posicionamento único, que é o empreendedor como protagonista do Brasil. Esse é o posicionamento do TAR.
Eu sou o líder que protagoniza os empreendedores no Brasil. Esse é o posicionamento do T. a junção e todos esses elementos que eu acabei de falar aqui.
Então, exercícios práticos para você é você fazer uma análise profunda de quem você é ou da sua marca, entendendo histórias, atributos, como tudo tem sido construído. O mercado é estudar profundamente concorrência, estudar profundamente quem já está posicionado, estudar profundamente diferenciais do seu produto. E na sociedade é você entender quais tensões culturais são associadas ao teu setor, né?
né? Então, juntando tudo isso daqui, você tem uma matemática de posicionamento. Eu tenho um vídeo mais profundo a ser publicado sobre posicionamento.
Então, você pode encontrar esse material aqui mais profundamente, tá? Então, passando pra segunda etapa, a gente vai ter formato de conteúdo. A primeira, você encontrou já o seu posicionamento, você já sabe sobre o que falar, agora é determinar o como falar.
E para você determinar o como falar, antes de você ir para um passo de poxa, entender qual é o seu calendário de conteúdo, postar hoje, amanhã, depois de amanhã, entender sobre o universo de temas que você vai abranger, aqui eu vou te dar uma visão mais ampla de como você determina exatamente um diferencial claro para você de formato de conteúdo. E aí você vai desdobrando isso daqui em outras vertentes, em expansão para outras redes, enfim, de forma muito prática que eu quero dizer, você estabeleceu o seu posicionamento, não tente sair no dia seguinte fazendo vários conteúdos, tente encontrar um só, um único formato com abordagem única, com tema único, que é justamente os três pilares aqui para você fazer essa matemática. Você tem o tema, abordagem e o formato.
O que é isso? Tema é sobre o que você fala, né? A sua linha editorial.
abordagem é o modo que você fala, a lente que você usa para falar sobre aquilo e formato é como você se expressa visualmente. Então, poxa, eu vou ter como corda os meus conteúdos texto, por exemplo, analisando, eu vou fazer notícias, eu vou fazer contamento, eu vou contar histórias, eu vou eh fazer vídeos no YouTube longos, como esse daqui, dando aula. E você chega numa resposta como essa, qual é a melhor forma de você se diferenciar?
ou você se diferencia porque você tem um tema único, você tá contando alguma coisa que ninguém ouviu. Então, poxa, você tá contando, sei lá, por exemplo, eh, o meu tema são histórias do da fundação dos esportes. Então, eu vou contar sobre os primeiros jogadores de futebol, uma história desses caras.
Vou contar a história dos primeiros jogadores de tênis. Teu tema é muito único ou você tem uma abordagem muito única. Então, você tem um tema padrão, um formato padrão, só que com uma abordagem muito única, tá?
Então, nesse caso aqui, um exemplo, você fala, você vai falar sobre nutrição, só que você vai falar relacionada a um aspecto muito específico, como, por exemplo, cansaço no trabalho. Então, você vai trazer para quem trabalha muito, que é o caso de da maioria das pessoas do Brasil, o tema nutrição, como essa pessoa pode se nutrir mesmo trabalhando muito, chegando tarde, etc. Perceba, você está falando sobre nutrição.
Às vezes o conteúdo final é a mesma coisa, só que o ângulo que você escolhe é muito diferente. E o formato pode ser o mesmo, carrossel, vídeo, mas o ângulo é muito diferente. Ou você pode ir para um caso de formato extremamente único, que você tem um tema que é padrão, você tem uma abordagem que é padrão, mas o teu formato é muito único.
Tem um exemplo de um ex-sócio da XP que para mim foi assim matador para eu trazer isso daqui. Era um cara que falava sobre as notícias do mercado financeiro. Ele falava de uma forma que você encontraria num jornal, você encontraria em outro influenciador, só que ele contava como se fosse uma fofoca pra esposa.
Então ele sentado no sofá, a Morcino sabe o que aconteceu. E aí ele começava a contar uma história pra esposa com a notícia do mercado financeiro. Isó que é uma referência muito clara de formato único.
Então você montando essas três coisas aqui chega naquilo que vai ser o seu core de conteúdo. Como eu falei, você tem o seu posicionamento, o próximo passo é escolher pelo menos um formato, não vários. Um foi o caso que eu fiz com o a Lord, né?
Saí do G4 ali, fundi a Lord enquanto estava no G4 ainda, na verdade. E a Lord foi de zero para 200. 000 meus seguidores, simplesmente porque eu apostei na tese de formato único, fazer o mesmo tipo de introdução, o mesmo tipo de desenvolvimento, mesmo tipo de fechamento dos vídeos, o mesmo formato de edição, o mesmo ângulo, tudo, tudo, tudo era extremamente único, porque eu identifiquei lá em 22 a 23 que todos os grandes produtores de conteúdo, Casimiro, Winderson, Felipe Neto, Mr Beh, todos tinham um formato extremamente único de fazer as coisas.
Eles repetiam o padrão consistentemente. Poxa, aqui no G4 tô falando de tudo, com todos formar diferente. Não vou fazer assim, vou fazer um só.
E deu certo no perfil da Lord. Então, pro teu caso, é a mesma coisa. Tenta escolher um só.
E aí, se você conseguir juntar um tema único com abordagem única e um formato único, esquece, assim, você tá numa vantagem muito grande e você com certeza vai ser o próximo case, que inclusive eu gostaria muito de ter aqui na blank, tá? Então, esse é o próximo passo, né? você estabelecer um formato único.
Próxima etapa aqui é uma vez que você tem um conteúdo muito bem estabelecido, começou a produzir, começou a rodar, começou a ter resultado, você tem que expandir, você tem que começar a levar o seu conteúdo para outros canais, seja em outras redes sociais propriamente ou em outros formatos, no próprio Instagram ou no próprio LinkedIn, né? Cada rede social tem uma oportunidade de diversos formatos diferentes dentro da própria rede social. A exemplo do Instagram que tem RS, que tem carrossel, que tem story, que tem DM.
No feed do LinkedIn, a mesma coisa. Você pode postar como PDF, você pode postar como texto, você pode postar e como newsletter. Então, cada um tem um formato diferente dentro da própria rede social.
O principal que importa aqui é, eu não vou te dizer exatamente como fazer isso, eu vou te passar o conceito muito importante de você conseguir entender como distribuir para cada canal. Qual é o conceito que a gente traz aqui? Pois bem, a maioria das pessoas erram quando começa a produzir conteúdo porque querem falar para quem já as segue.
Ela quer falar para quem lhe conhece. Na rede social não funciona assim, principalmente no início, tá? No início você precisa falar para quem não te conhece.
Depois você fala para quem te conhece, depois fala para quem te ama. Em resumo, assim, como a gente distribui isso aqui na prática? A gente tem uma matemática para isso também, tá?
Primeiro, quando você está começando, está no nível ali de consciência, as pessoas descobrirem você, você vai dedicar 60% do seu conteúdo, 60% de tudo aquilo que você vai postar para atrair novos seguidores, tá? É um conteúdo de atração, é um conteúdo que as pessoas vão se interessar pelo seu assunto e não por quem você é. Então, nada de ficar falando: "Olá, eu sou o médico fulano e tal e hoje eu vou trazer um assunto, não, vai direto pro tema, vai direto para assunto e ao longo do conteúdo você traz quem você é, o que você faz, tá?
Essa primeira eh instância ali do seu conteúdo. Depois 30% do seu conteúdo aí sim vai ser sobre o que você faz. E sobre o que você faz é um aspecto mais amplo, não é necessariamente a sua profissão, é sobre tudo que envolve aspectos funcionais da sua vida.
A pessoa conhecer a sua vida pelo aspecto funcional. O que é o aspecto funcional? É justamente eh tudo que envolve, cara, aquilo que não necessariamente traz a tua visão de mundo, né?
Então, poxa, você pratica tênis, é o que você faz, entra nessa categoria, você viaja muito, entra nessa categoria. As pessoas se confundem muito, poxa, lifestyle não é conteúdo sobre mim e tal, mas muitas vezes eu acompanho o lifestyle de uma pessoa, não porque eu amo aquela pessoa, mas porque eu gosto dos lugares que ela vai. Enfim, são uma distinção entre quem você é, a pessoa te seguir profundamente por quem você é e pelo que ela vê de você.
que é o que você faz, tá? Então é a segunda instância aqui. Nesse caso, eu tô falando marco pessoal, mas para marca institucional é o mesmo, tá?
Então, trazendo o exemplo do G4, tem um vídeo inclusive no canal sobre o case do G4. O que que eu fazia ali? 60% eram cases de mercado, análises, histórias, notícias.
30% eram dicas práticas do que o G4 acreditava ser essencial paraa pessoa crescer, né, no seu negócio. Usando exemplos do G4, usando exemplos de alunos de G4, usando exemplos de mentores de G4, percebe que eu saía do conteúdo sabendo que o G4 fazia. Essa é a mesma ideia pra marca pessoal, institucional.
E por fim, 10% de conteúdo ali indo para aí sim quem é o teu fã, é o conteúdo de relacionamento, né? Então, o primeiro de 60% é é descoberto, o segundo de 30% é autoridade e o terceiro relacionamento. É você estabelecer com quem te segue códigos intrínsecos ali que ela consegue identificar que aquele conteúdo é seu e de mais ninguém.
Então, a pessoa consegue ver a sua visão de mundo, se for da tua empresa, a cultura da tua empresa, a visão, os valores da tua empresa. Só que no início não é muito relevante em termos de proporção, como você está vendo, mas é o grande diferencial que vai ao longo do ao longo do tempo, né, fazer que as pessoas te realmente acompanhem. Então, estou começando, Micael, cara, essa proporção 60 30, tá?
Só que não vai ser assim para sempre, tá? Então depois essa proporção vai mudando. Nesse quadro aqui você consegue ver a proporção linear ali de quando você sai desse estágio de alcance e descoberta, depois vai pro estágio de crescimento, você manera um pouco melhor.
Então você tem uma proporção um pouco menor para não seguidor, uma proporção um pouco maior para seguidor e uma proporção um pouquinho maior para quem te segue. E no fim, quando você já é uma autoridade, como o caso da Natália Beauty, a gente gerencia o perfil da Natália, pô, tem 11 milhões de seguidores, eu não vou mais fazer com que 60% do meu conteúdo seja para atrair novos, até porque é difícil atrair novo seguidor quando você já tem 11 milhões de seguidores, né? Então, a maior parte do meu conteúdo aí sim vai ser para quem já me acompanha, já gosta de mim.
Então, existe essa proporção que vai se recalibrando ao longo do tempo. Quando você tem essa divisão de proporções aqui, o que você vai ter que fazer? basicamente usar o teu calendário editorial com essa lógica e usar a seleção de outras redes sociais com essa lógica também.
Então você vai ter uma rede social que vai ser voltada pra autoridade, como é o caso do que eu tô fazendo agora no YouTube. Então tô usando o YouTube nesse formato aqui para estabelecer a autoridade e um pouco descoberto, um pouco descoberto, um pouco de autoridade. Você não tá sabendo aqui que eu tenho dois filhos, que eu tenho 25 anos, que eu tenho esposa, que eu vim pro Recife, que eu vou para São Paulo.
Você não sabe disso nesse tipo de conteúdo. Não é conteúdo voltado para relacionamento, por exemplo, né? É voltado paraa autoridade.
Então, YouTube tem essa linha. E aí, pô, no TikTok tem outra linha, no Instagram tem outra linha e aí você alimenta tudo isso dentro dessa lógica de distribuição que eu trouxe aqui, tá? Beleza, Micael?
Então, já estabeleci meu posicionamento único, eu já tenho meu formato, já comecei a produzir, eu já comecei a desdobrar isso em outras frentes. Qual é o próximo passo? Próximo passo, o quarto pilar, é você olhar pra geração de demanda.
Então, quando você produz conteúdo e busca a receita orgânica, você tem uma distinção de de um lado, gerar demanda e do outro converter demanda. O papel da rede social é gerar demanda. O papel do comercial, do time de vendas é converter demanda.
A não ser que você tenha um e-commerce de venda direta, na maioria dos casos, você vai fazer com que alguém que te acompanhe levante a mão para que outra pessoa corte a bola, né? para que o time comercial venha e atenda aquela pessoa e venda um produto. E quando você vai estabelecer geração de demanda, que principal pra gente é, cara, primeira coisa, o que você deve fazer para começar a olhar para estabelecer metas, estabelecer quais produtos vender?
a jornada do seu cliente. Então, você começou a produzir conteúdo, o teu cliente tem uma jornada estabelecida contigo na rede social e você precisa mapear aquela jornada para entender por quais caminhos você leva aquele cliente para comprar. Exemplo de G4, quando eu tava lá gerenciando a rede social, a gente tinha um desafio de vender muitos produtos diferentes, era uma cesta muito ampla e a gente fazia CTA para tudo.
O que a gente entendeu, né? Na época era 22, então não tinha nenhum manet que é aquela plataforma de automação para DM que podia fazer com que eu postasse 10 conteúdos e cada conteúdo levar para um produto diferente. Naquela época não tinha isso, era todo mundo pro link da Bill.
Eu não tinha como ter o link da Bill com link Tri, que é horrível, que derruba muito o alcance também. Alcance não, mas o a taxa de conversão de cliquis. Que que eu fazia, né?
No início a gente sofreu, né? Mandando todo mundo para um formulário só ali que não era pro produto ideal. Então, a gente começou a focar em um único produto, só que depois a gente entendeu que dava pra gente construir um formulário dinâmico, que a partir da resposta do lead a gente conseguia manipular qual produto apareceu para ela.
Como é que você faz isso? No nosso caso, até trazendo como uma e informação para vocês, a gente estabeleceu um lead score, que nada mais é do que você montar ali o padrão de lead qualificados que você tem por níveis. Então, eu comecei no G4, a gente tinha lead A, B, C, eu terminei com lead de A a a J.
Então, eram perfis A, B, C, D, E, F, G, várias variáveis. Que variáveis? Tamanho de empresa, faturamento, interesse pro produto e assim por diante.
Então, na matemática, né, de confrontar uma variável com a outra, a gente estabelecia o lead score A, B, C, D, E, F, G, enfim, até o J. Quando eu tenho isso, eu consigo ter um formulário dinâmico e levar as pessoas para um produto ou outro. Então o meu funil era levar todo mundo para um único formulário e aquele formulário distribuir os leaders pro time comercial.
Aqui como que a gente descobriu isso? Através de jornada do cliente. É o primeiro estágio para você.
Segundo estágio, cara, eu já sei a jornada do meu cliente, eu já sei para onde levá-lo. O que que eu devo fazer? Ter uma meta, ter uma meta muito clara, né?
Então você estabelecer qual meta de leaders você vai gerar e você pautar toda a sua estratégia de input de conteúdo. Input são as métricas de mídia, né? Então alcance, engajamento, ganho de base, né?
que é seguidores, enfim, com métricas de output que vão, no final das contas levar o resultado final que você quer. MQL, marketing qualified leads, ou, ou seja, lead qualificado pelo pelo time de marketing ou sal, que é os leads qualificados para o time de vendas atender. Quando você tem esses dois números, as métricas de output são cliques no link da Bill, taxa de conversão, né, de pessoa que clicou no link da Bill ou clicou no link do main chat, foi pro seu site ou preencheu um formulário e depois MQL em si, SAL em si e no final das contas no total CAC é curso de aquisição de leads, você diminuir esse custo e também diminuir compõe o CA, né, o CPL, que é o custo por lead, tá?
Quando você tem essa meta, é entrar em rotina. Então você tem uma rotina diária de acompanhar os leads, se estão no pace, correto, no forecast, correto, que é o provisionamento, né, se você vai bater ou não, ter uma meta mensal, uma meta trimestral e assim por diante e estabelecer com time comercial, caso tenha um time comercial, S, então poxa, quais são os compromissos que eu tenho com esse time? Quais são os CTAs que eu vou fazer?
para quando eu vou fazer o que eles podem esperar de mim, com que qualificação esses vídeos vão vir, com que tipo de objeção eu tenho trabalhado para ajudar na negociação do comercial. É isso, tá bom? E SL de contato, que é tempo de resposta, principalmente para DM, story, enfim, montando tudo isso daqui, você tem uma um sistema de geração de demanda suficiente para que o teu canal comece aí sim a gerar receita orgânica, tá?
Mas que para tudo isso aqui aconteça, você precisa ter um time, você precisa ter uma estrutura. Uma vez que você desbravou com seu formato único, que você conseguiu estabelecer a sua rotina ali com multicanais sendo atendidos e você consegue gerar demanda, você precisa tudo isso ter um time. Entramos aqui no pilar do sistema operacional, pilar quinto aqui da Blend.
E o que é o nosso sistema operacional? a gente chama de mimo aqui, que é você ter aquele número e a meta que eu acabei de falar, você ter indicadores semanais pro teu time trabalhar, você ter reuniões semanais, né, e eventualmente diárias para que o teu time acompanhe o pace, né, de geração desses resultados e a operação diária em si, que é a estrutura, né, que aquelas pessoas vão usar para fazer curadorias, para ter uma agenda de produção de conteúdo, uma agenda de gravação de conteúdo, um espaço para fazer pautas quentes, é o que mantém A engrenagem por fim rodando. Quais pessoas você tem nesse time?
Idealmente o mínimo, tá? Você vai ter um social media que é responsável pela curadoria, estratégia de conteúdo, escrita, publicação e análise de dados. Você vai ter um editor de vídeo que é focado no audiovisual, na edição, da pós-produção.
Idealmente você teria que ter uma pessoa de captação, né? Se você não tem essa pessoa de captação audiovisual, dá para você pedir para que o social media faça essa frente inicialmente com o celular. Mas o ideal é que, poxa, você possa investir num time de captação aovisal.
Vocês estão vendo esse lugar que eu tô gravando aqui, pô, um restaurante icônico, histórico, né? antigo, é o restaurante mais antigo funcionamento do Brasil, restaurante Leite. E figuras históricas passaram por aqui.
Eu tenho, pô, equipe ótima de gravação hoje gravando aqui comigo. Você investir num time como esse, passa, né, toda essa impressão importante pra sua empresa. Então, no início eu entendo que não seja necessário, mas depois ter o cara de captação audiovisual e o cara de pós-produção, você tem um time federal.
No G4 a gente investia muito nisso. É um investimento que inicialmente, assim, você pode gastar menos de 10. 000 1000 por mês com um time desse de captação e pós-produção e você vai ter, poxa, basicamente material para usar infinitamente, né?
E por fim, o designer, então pessoa responsável pela identidade visual. Muitas vezes a gente tenta colocar tudo no social mídia, então vai fazer o post, vai editar o vídeo, vai fazer design, isso não existe, tá? No início pode até, cara, assim, vou forçar e vou tentar.
O cara tá iniciando junto comigo, beleza, mas ao longo do tempo o ideal é ter esse time que é funcional. E por fim, esse cara ter idealmente um coordenador, uma consultoria, um programa para acompanhar a parte estratégica com a visão de fora, tá? Então o coordenador é para gerar o bumbo ali, para bater o bumbo ali de geração de demanda, de cobrar o peixe, de cobrar as pautas, de cobrar as iniciativas.
Consoria também pode fazer isso. É o caso da Blank, por exemplo, a gente tem um programa chamado Influente, em que a gente acompanha, né, a gente monta um plano pro empresário e acompanha o time desse empresário na execução diária ali, em treinamentos com eles, se eles estão executando esse plano ou não. Se quiser conhecer o programa, te convido a clicar na descrição.
Eu tenho o link ali pro meu time comercial falar contigo. Crasto, entendido? Então, já tenho meu time, eu já tenho os conteúdos rodando, eu já tenho receita sendo gerada.
Qual é o último pilar? Dado que você me falou que são seis. Foi um pilar que a gente quis colocar aqui na nossa metodologia, pessoal, porque ao longo do tempo a gente foi se deparando muito com pessoas que tiveram resultado extremamente expressivo na rede social, mas que ao longo do tempo decaíram na estagnação, não vinham mais resultados.
Como vocês podem até se perguntar: "Poxa, mas vocês só atendem pessoas famosas muito grandes, como é que vocês ajudam? " a gente ajuda justamente porque essas pessoas entraram justamente nesse estágio de narrativa cíclica. É o momento em que você começa a precisar reciclar o seu conteúdo, a sua estratégia, o seu time para voltar a crescer.
Porque na rede social você só tem duas opções de crescimento. Ou você tem um pico e queda, que a maioria dos casos, né, todos os grandes infrodutores passaram por isso daqui. Foram pessoas que conseguiram acertar num time, numa estratégia, numa abordagem, numa brecha, que cresceram, foram pro auge, acharam que eram semideuses e depois decaíram.
Sim. Eu prometo para vocês que a maioria dos grandes infoprodutores que vocês estão vendo aí, que tem, sei lá, 5 anos de mercado, estão hoje sofrendo com essa decadência e vivendo uma uma vida de ilusão com o dinheiro que eles geraram no passado. Gerana que tem algum rendimento ali passivo que custei o seu estilo de vida, né?
Mas eles não estão gerando um crescimento contínuo, tá? Então o gráfico na maioria dos casos é isso daqui. Por isso que eu queria muito que você sa essa saísse essa aula, sabendo que o teu crescimento precisa ser cíclico, não vai ser esporádico e perfeito e linear para sempre.
Você vai ter um crescimento, você vai ter uma caída, você vai ter um crescimento, você vai ter uma caída e é natural que seja assim. O importante é que você tenha muito claro que você precisa avançar, descobrir um território, estudar aquele aquele território, aprofundar o teu conhecimento sobre aquilo, prever uma próxima tendência, esperar uma queda nessa próxima tendência que é natural e depois voltar a crescer e repetir, repetir, repetir esse ciclo, tá? Então esse é o último ponto importante da nossa estratégia de receita orgânica, é você ter claro que você tem uma narrativa.
E o ideal aqui é sempre isso, assim, você não esperar obviamente a decadência, você esperar que o gráfico já está caindo, você precisa se reciclar, você precisa voltar para o novo ciclo quando você está minimamente saindo do seu auge, tá? Naquele momento que parece que é onde você se encontra como dono do mundo, né? E você não é.
Então, resumo, pessoal, temos aqui um sistema completo de seis etapas em que vocês entenderam lacuna de posicionamento, vocês entenderam formato de conteúdo, distribuição multicanal, geração de demanda, sistema operacional e narrativa cíclica. E tudo isso aqui se retroalimenta a partir do momento em que você volta para você faz a etapa seis e volta pra etapa um. Você tem tudo isso daqui, você tem um sistema pronto para operar e gerar receita orgânica.
Espero que vocês tenham gostado desse conteúdo. É realmente um grande apanhado de toda a nossa estratégia de blank, obviamente, né? Você vai ter aqui todas as etapas necessárias para conseguir chegar no seu posicionamento, para validar um formato único.
Cada um desses pilares aqui exigem também vários outros trabalhos. Então é exatamente isso que Blank faz, né? a gente pega cada um desses pontos e aprofunda com os nossos clientes, seja clientes de agência, que a gente gerencia 100%, ou cliente do influen ou do building public que a gente acompanha a operação desse cara, né, a quatro mãos.
E se você quer ser atendido pela Blank, se você quer passar por esses processos e etapas sendo guiados por um time que já faz isso pros principais empresários do Brasil, na descrição tem aqui um link de formulário para que você chame o nosso time e que você entenda quais são os nossos programas, como a gente pode te ajudar. E lembrando, se você quer esse material completo para que você possa colocar debaixo do braço e levar para uma reunião com o teu sócio, discutir o futuro da tua empresa com receita orgânica, clica na descrição também. Tem meio ler um artigo completo com esse material aqui para que você leve consigo.
Espero que você tenha gostado. Espero que você tenha se inscrito no canal, caso tenha gerado valor para você. Até a próxima aula.
Yeah.