Ao vivo abandonando ideológico de forma muito prática. Que Deus abençoe o seu dia e que este programa possa edificar as suas vidas. Graça e paz. Boa tarde. Estamos mais um Bússola Teológica de volta ao vivo, né? Semana passada, por causa do feriado, tivemos aí uma reprise e agora voltando ao vivo aqui dos estúdios da APECOM, esse programa que é uma produção da Apecom, da igreja e também da igreja Prana do Brasil e tem tem sido aí seu sua agenda toda sexta-feira, né, da do meio:30 às 14 horas, o horário novo, né, como vimos esse ano,
tivemos essa mudança, tanto um programa maior como também começando um pouquinho mais tarde, a gente acaba que rende aí, né, o programa anterior nosso, que é Bom dia, IPB, né? Ah, tem um programa também, a gente eh tem tem muita coisa nova na nossa grade, né? Muita coisa nova. >> Inclusive o local do apresentador, né? >> É, então me diz que já já me botam já o Vandi, o o Rond me bota lá para fora da sala, né? Eu me tirado da lá, botaram pra cabeceira aqui. É para me deixar longe do Naruso, pai. Tava
tendo muita confusão entre eu e ele. Aí fala que fica longe do Narusi, mas tem muita coisa nova, tá? Por exemplo, toda segunda a sexta às 11 horas nós temos um novo programa que é o quadro de fé da fé, né? E aí você tem a oportunidade de aprender mais sobre o nosso catecismo Maior, aqueles que têm acompanhado. São programas pequenos, né, curtos. Ah, Rodrigo Leitão apresenta, o Japa também apresenta aí esse programa. Você tem a oportunidade de acompanhar aí na IPB oficial, na rádio IPB, enfim, dá uma acompanhada, tá? E tem também a uma
playlist perfeita aí pro Natal, que é a trilha que move o coração, especial de Natal. Alguns apresentadores nossos, pastores presbiterianos têm feito aí essa trilha. Iremos falar de Natal agora Em dezembro também aqui, tá bom? Fazer uma discussão teológica sobre o tema. E hoje nós vamos encerrar esse livro, o último capítulo do livro, tá? O que é vocação, né? E já de antemão antecipar, né? Ele vai tratar aqui no livro sobre a discussão que acontece na reforma em relação a ao trabalho, né? A vocação, o que fomos vocacionados, né? Tá dando aqui. [risadas] É porque
a gente tava antes discutindo se era vocação externa, chamada interna Ou externo. Não, aqui ele vai trabalhar sobre tratar sobre trabalho, tá? O que é que a reforma discute a respeito disso? Discute a respeito daquilo que Deus nos chamou a fazer, né? Aquilo que ele colocou nas nossas mã nossas mãos para fazermos. É isso, cara. Eu olhei o livro, tá? Ele tá discutindo já isso. Ele vai tratar sobre chamado, mas principalmente ele vai tratar do mandato cultural. >> Então nós vamos falar sobre então tá Bom. É bom que eu fiquei sabendo agora. E >> o
bom e o bom é o seguinte, né? Prazer. Bom dia. >> Muito bom estar com vocês. >> E quando o Paulo falou, ó, vai ser sobre vocação. E de fato podia ser várias coisas, né? >> Ah, é vocação ministerial. >> Ah, é mandato cultural. Ah, é vocação eficaz. Que que é? né? Vai falar de avisando aqui o o Naruso, né? Narus veio Pro programa, tava na dúvida do tema. O tema é isso, tá? Para quem tá em casa. [risadas] >> Eu já vou ter que mudar todo todo o o hardware aqui, ó. >> É, eu
não sei para que que ganha o livro, né, cara? O cara ganha um livro da editora para ler o capítulo. >> Você leu o reverendo Samuel? >> Eu tô olhando agora, cara. Não, eu li o livro, o início na semana retrasada porque eu achei que era já era [risadas] Vocação e errei. E aí eu vim. Mas você achou que era, qual era a vocação que a gente ia tratar hoje? >> Vocação eficaz. >> Vocação eficaz. A gente já tratou sobre isso. A gente já tratou sobre isso. Só >> tratamos não. Então acho que a gente
poderia mudar hoje e falar sobre vocação geral, vocação externa. Vocação já eu vou eu vou procurar aqui, mas nós já tratamos em outro capítulo sobre a vocação eficaz. >> Não falamos, não falamos, não. Falamos sobre regeneração. Eu tenho uma vaga de que sim. >> Falamos quando nós falamos de eleição, nós tratamos sobre vocação eficaz. Não, não, mas não foi um um cap um episódio específico, né? Foi, >> a gente pincelou sobre isso, inclusive falamos quando falamos sobre regimento, >> acho que o autor do capítulo fala sobre isso. Eh, enfim, a gente vai falar sobre >>
trabalho. >> Trabalho, certo? Alguns gostam de tirar muitas férias, então hoje vai, a gente vai falar muito sobre, >> a gente não trabalha muito, [risadas] >> vai muito pra praia e por aí vai apresentar, né? Ele já tomou, fez as honras, já tomou à frente. Qual é seu nome? Então, fale, se apresente aí para quem tá acompanhando pela rádio e acompanhando também pela, pelo canal do YouTube. >> Bom, boa tarde a todos. Eu sou o pastor Cleiton Quenan e atualmente eu estou pastoreando a Congregação Presbiteriana de Louveira e se Deus quiser, no próximo ano, dia
1 de fevereiro, seremos organizados. Com a graça de Deus, o presbitério aprovou o requerimento lá. Estamos, portanto, em vistas de de nos organizarmos. >> Eh, é o presbitério lá do Ricardo, >> não é o presbitério de Indatuba, >> tá? É porque o Ricardo fica assediando nosso secretário executivo para ir pro Presbitério dele e a gente fica segurando ele aqui. Não, >> não é não. Não é não. E graças a Deus, então, estou lá desde 2022, sou casado, tenho três filhos e uma alegria ter eh recebido o convite do reverendo Paulo e estar aqui com os
irmãos. Eu já ia brincar que se o convidado for bom, fui eu que convidei. Se for ruim, apareceu por aí. >> É, você achou ele no meio da rua e trouxe, né? Você trouxe outra pessoa com A gente também. Quem é que tá aqui no estúdio além? >> Ainda aqui é o Paulo. >> Aparece aqui, Paulo. Só o pessoal te ver. >> Canto aí. Pode chegar perto do Samuel, você é fã dele. [risadas] >> Paulo é um irmão lá da igreja, tá chegando lá na igreja prestada da Aliança em Vinhedo. Manda um abraço aí pra
sua esposa, pra Cristina. Um abraço Especial aí pra minha esposa Cristina da Costa Moura, que tá vendo nesse momento aqui ao vivo e a cores. >> Moura. Moura sobrenome da minha da família da minha esposa. Falando de Moura, vem cá Sara aparecer aqui ao vivo. Trouxe minha filha hoje, tá? Hoje eu tô de babá >> de falar de trabalho, né? Você trouxe? >> Não, você tá de papai. >> Hoje eu tô de babá aqui. Não, eu tô de papai. Eu vou levar ela pra consulta Daqui. Quer falar no microfone? Diz oi, gente. >> Hum. Não
quer >> não. Não quer, né? Tá lá. Senta lá, então. Vai lá. Quem vê até acha que é tímida, né? >> É, tem foto dela aqui no estúdio. Ela já participou com a gente já. Eu bati foto dela. Elisa sentada nas cadeiras. Vamos falar então de vocação, né? A gente tá falando aí de vocação. Acabei de falar da vocação do pai, né? Vamos falar de Trabalho. Então, Nauruso, que que você acha do tema? você que se preparou ou que [risadas] >> não é é um tema de fato eh extremamente relevante, em especial na distinção que
é que isso traz entre os católicos ou medievais e nós protestantes >> e e judeus também, né? Porque a a perspectiva católico-judaica, católico-romana judaica, é de que o trabalho ah ministerial ele é santo e os demais trabalhos são seculares. Tanto Que a gente usa muita, eu já essa semana mesmo alguém usou essa expressão, né? trabalho secular, alguma coisa secular, tem essa questão, né? Sim. >> Eh, tentar fazer essa quebra. A reforma desfaz essa quebra dizendo que todo o trabalho sendo digno, ele é santo e deve glorificar o Senhor. >> É porque a reforma vai, na
verdade, vai entender essa essa ideia, essa vocação. Ah, lá em Gênesis 1, né, acho que é 26, 27, ah, quando nós falamos ali dos Mandatos, que inclusive é algo que ah é distintamente um tema reformado, né? Se você falar de outras tradições como os pentecostais, talvez eles até tenham uma uma uma perspectiva semelhante, mas não sistematizada ou então fundamentada, como nós entendemos, né? Quando Deus criou o homem, ele não criou para que, aqui eu faço uma brincadeira, né? Para que ele tivesse de férias no seu jardim, mas para que ele ali, ah, não só desfrutasse,
obviamente, da presença do Seu criador, mas também que ele cumprisse alguns mandatos, dentre eles o espiritual, cultural e o social. Quando nós falamos aqui eh de vocação, não sentido como nós esperávamos que seria o programa hoje, né, por uma falha, eh nós estamos falando do trabalho, ou seja, aquilo que está ligado ao mandato que Deus deu ao homem de produzir cultura. E esse produzir cultura também não pode ser um anacronismo, né? pensar que eh aquilo que nós pensamos hoje como apenas Obras artísticas ou feitas com as mãos, porque aí também tem a relação daquela ideia
de que tudo que é contemplativo, uma ideia medieval, ela está ligada a uma vocação espiritual, religiosa ou mais elevada. >> Ó, mas só para esclarecer, a a chamada tá certinho. Você tem um chamado é é dentro de trabalho mesmo. >> Sim. >> E e uma questão interessante, essa cultura Católico-judaica, né? judaico católico ou cató ou judaico cristã, ela é ela é tão forte dentro da gente que, por exemplo, a ideia que nós temos do novo céu e nova terra, que a gente vai ficar lá sentado, deitado numa rede cantou, >> cantando santo, santo, santo >>
e não vai fazer nada lá, né? Parece que o trabalho é uma consequência da queda e o trabalho já existe antes da queda. >> Exatamente. Exatamente. Como se fosse um castigo, né? >> É como se trabalhar, não a soar a a a dificuldade em trabalhar na terra, isso é uma consequência. >> Mitigada, que é tá no ofício, né? É, e é mitigada, porque a poderia ser que a Terra nem desse mais frutos, né? Adão trabalhasse, trabalhasse, trabalhasse, não tirasse nada da Terra. >> Então essa ideia mitigada. Eh, eu peguei inclusive o texto de Isaías 65,
né, 17 até o 25, que fala sobre novos céus e nova terra. E antes que alguém trate Sobre milênio nesse texto, o texto já abre dizendo: "Pois, pois eis que eu vos crio, novos céus e nova terra". >> Acabou. Então ele já mata no começo. Ah, o milênio, não tem como, gente. Os pós, os préí eles têm dificuldade com esse texto. >> Inclusive já uma parênteses aqui para nós, o milênio já começou em tese, não no sentido literal, como crucificação, na vitória da na cruz. Mas veja, ele Vai, diz o seguinte, ao verso 21: "Elesão
casas e nelas habitarão, plantarão vinhas e comerão seu fruto. Não edificarão para que outros habitem, não plantarão para que outros comam, porque a longevidade do meu povo será como a árvore e os meus eleitos desfrutarão de todas as obras das suas próprias mãos". É um chamado aqui é o trabalho, né? Ah, pastor, mas Jesus que foi preparar a morada. Aí a gente pode discutir até esse texto de João 14. >> Ele que foi construir as casas. Então, >> é, como é que a gente vai construir? Não, a gente vai trabalhar lá, gente. Então, você acha
que vai passar a eternidade só cantando, cantando, cantando? >> É muito difícil pra gente compreender essa realidade sem a perspectiva do suor, a perspectiva do lado negativo, a perspectiva do pecado que a gente carrega como consequência, né? Mas de fato novo céus e nova terra vai ser uma Realidade perfeita, maravilhosa, onde o trabalho vai ser com certeza também igualmente perfeito e maravilhoso. >> Aí talvez lá a gente possa afirmar, né? Faça o que você goste, você não precisará trabalhar. Eu brinco lá na igreja, quando a gente tá falando sobre esse tema, de que essa é
a frase mais mentirosa que existe. Porque a partir do momento que algo, mesmo que seja uma tarefa prazerosa, vire vira trabalho, começa a ficar, >> vira rotina, vira trabalho, vira compromisso, o nosso, >> a nossa natureza pecaminosa vai prejudicar, >> vai fugir, querer fugir, exatamente, >> evitar. Eu acho que uma distinção também importante que a gente demonstra aqui é que para nós essa vocação tá ligada a glória de Deus, né? Não simplesmente uma satisfação pessoal ou um objeto de produtividade. Enfim, por que que eu digo isso? Sem que a Gente perceba, as pessoas acabam romantizando
aquilo que fazem e de certa forma vem resultado. Por que que eu digo isso? De repente existem aí cristãos que se dizem reformados, mas aquilo que fazem por meio ou através da sua vocação, ela não é algo destinado à glória de Deus. E nós precisamos entender isso juntamente com a doutrina da redenção. Se Deus nos chama a uma redenção, um aspecto de recomeço, de renovação, que começa pela Mente, nós também precisamos olhar para a nossa vocação com uma perspectiva diferente. Ou seja, aquilo que faço primeiro é para quem? Quem é o telos daquilo? Para quem
é o sentido? Para quem aponta tudo aquilo que eu faço? Pro meu orgulho humano? Simplesmente para que eu alcance degraus maiores ou paraa glória de Deus? Segundo, esta vocação geralmente está ligada a algum tipo de talento que Deus me deu. Nesse sentido, ela também deve servir ao outro. Então, Isso também é característico de uma teologia reformada, né? >> Inclusive, quem tá nas igrejas à vezes fica naquela questão: "O que que eu vou fazer na igreja? O que é que vou trabalhar?" Não, aquilo que você já sabe fazer foi Deus que lhe deu. Então, possivelmente essa
é a grande dica. É dentro disso que você vai trabalhar na igreja. Eu gosto muito do exemplo de Moisés, por exemplo. Moisés Deus o tira do Egito, né? Ele foge a eh tem a Própria vida, né? Sofreu alguma sanção egípcia. E aí quando ele começa a trabalhar como pastor, quando Deus o chama em Êxodo 3, ele começa a dar uma série de desculpas para não atender a ao chamado do Senhor. E aí ele Deus fala assim: "O que que você tem nas suas mãos?" o cajado dele, né, que era usado pro seu trabalho como pastor,
a vara de Moisés ali é usada, é usado como instrumento para cumprimento do chamado dele. Então Assim, se você é da área, sei lá, da área educacional, se você é da área de exatas, você dá atua na área de direito, você pode servir na igreja por meio desses talentos, desses e dons também que Deus tem te dado, né? Por quê? Porque ele ele nos dá as ferramentas para que possamos cumprir o chamado. >> Samuel, mas até pros irmãos, uma pergunta retórica, mas provocativa, pegando esse gancho que você disse, será que não existem muitas pessoas que
não Estão harmonizando a vocação com a atividade em si? Justamente por quê? Porque assimilaram uma cultura extremamente materialista. Eu nem vou falar de capitalista, né? Porque não é essa a proposta. O que eu quero dizer? Se nós estamos aqui partindo do pressuposto de que Deus nos dá talentos ou dons para que a gente exerça a nossa vocação, a pergunta é: será que todo mundo harmonizou-se a ou harmonizou talento, domção, atividade em si? Porque Eu tenho a impressão de que pessoas naquilo que chamam de mundo secular não buscam, como buscam na igreja, unificar domento para que
exerçam a sua vocação, como não fazem isso na igreja. Mas quando diz a o ou tá relacionada ao pão nosso de cada dia, aquilo que nós temos que buscar através inclusive da vocação, essas coisas não são levadas em consideração. Ou seja, talvez existam bons pastores exercendo a função ou a vocação de médico, a a medida em que Existam ah bons sapateiros exercendo a função, por exemplo, de advogado e assim vice-versa. Por que eu tô dizendo isso? Se a gente não trabalhar nesta perspectiva ou nesse ponto delicado, meus irmãos, nós estamos aqui nos rendendo a uma
cultura que não é aquela cultura que chamamos do reino. >> É, tinha uma coisa, por exemplo, na Genebra de Calvino, a gente só fala da questão dos cinco pontos que nem foi ele que escreveu, mas a teologia calvinista Ela é muito robusta a aquilo que ela se propõe a fazer nas reformas de Genebra, né? Alguns só dizem que Calvino é, alguns afirmam que Calvino só é conhecido porque Genebra deu certo, porque senão os pressupostos eram falíveis e apenas teóricos. E lá na na Genebra de Calvino, por exemplo, o faz tudo não era bem visto. O
cara ele tinha que ser especialista naquilo que ele foi chamado por Deus. O fazer bico não era bem visto. Ele tinha que ter um Trabalho, se dedicar à aquele trabalho naquele tempo para que ele tivesse tempo pra família dele, para que ele tivesse tempo pra esposa, pros filhos. Então, e não roubasse o trabalho de alguém. Então, o cara que abraçava muitas coisas não era bem visto. Era bem visto aquele que se dedicava ao que foi vocacionado e fazia aquilo tendo alguns propósitos. Por exemplo, a glória de Deus, o sustento da família e a assistência da
da dos necessitados. Era para isso que Serviu o trabalho. Hoje é porque há uma perspectiva muito materialista, né, para não usar o outro termo. Inclusive é colocado pelo Ismael, né? E não existe aquela ideia que só glorificar Deus quando meu trabalho foi exclusivamente para o reino. Exemplo, sou advogado, mas só irei deixar Deus satisfeito quando for advogado da igreja. Então você citou o sapateiro, né? Aquela história de Lutero, né? Lutero é é interpelado e a pergunta que faz é: será que eu não Deveria deixar a sapataria para me dedicar ao pastorado, servir a Deus? Aí
Lutero, não, não. Volta pra tua sapataria, faz o melhor sapato que você fizer e venda pelo preço mais justo que você puder. Então não é necessário ser advogado da igreja. Claro, se o cara é advogado e a igreja para não ter que pagar um escritório de advocacia, puder contar com a assistência do irmão, >> é um dos meios pelo qual ele pode exercer a a vocação para a glória de Deus. Mas não só isso, >> porque a gente precisa olhar para por aquela tríade, né? Bondade, beleza e justiça, né? Algo medieval também, mas que serve
para nós nessa discussão. Aquilo que exercemos reflete a beleza da santidade de Deus, aspecto ético. Ela é justa. aquilo que eu faço busca promover a justiça enquanto advogado. Então, perceba que existam existem diversos mecanismos pelos quais a gente pode de forma objetiva analisar se aquilo que Fazemos é para a glória de Deus ou não. >> Agora, nesse sentido também eu fico muito maravilhado com alguns trabalhos que são muito específicos. Eu tenho um irmão que ele trabalha eh numa indústria que faz molde para parafusos e eles fazem um molde para um tipo específico de parafuso. Eles
atendem um nicho muito específico dentro dessa área. E ali é, não necessariamente o dono da empresa que lá atrás saiu de CLT para abrir essa empresa pensou assim: "Eu sou vocacionado para fazer este molde de parafuso." >> Exato. Porém, ele hoje pode, não somente com a sua família, mas também com as famílias de seus funcionários, trazer sustento para as famílias, paraa igreja, ajudar em missões. E e aí entra naquilo que o irmão citou anteriormente, naquilo que o próprio apóstolo Paulo fala, né? Aquele que roubava, não roube mais. Antes trabalhe com as próprias mãos para Acudir
o necessitado, que aí atende a demanda da generosidade, atende a demanda social. Então, nesse sentido, não necessariamente a pessoa tem uma vocação clara do que ela foi chamada para fazer no mandato cultural como profissão, mas ela consegue sustentar a casa, sustentar a igreja e acudir o necessitado. >> É, nesse ponto eu acho que a gente precisa voltar eh só algum alguns passos aqui, porque essa é uma perspectiva só Que só é possível ter a partir do momento que a gente eh foi chamado daquela outra forma que a gente achou que o programa ia ser hoje,
né? Vamos falar sobre isso então >> que inclusive não, mas é, mas é inclusive o ponto de partida do outro. >> Já já falou sobre isso já. Não, mas nós somos chamados para você pegar Efésios 2:10, né? Pois somos feitura dele, criados em Cristo Jesus para as boas obras nos quais Deus de antemão nos Preparou para que andássemos nela. Uma coisa é consequência da outra. É, porque nesse nesse sentido o que eu quero dizer, >> apesar que um discrente consegue cumprir a vocação dele, >> não sei, mas o que eu tô falando é que nessa
naquilo que nós estamos falando aqui, num aspecto bem cristão mesmo, crente do negócio, eh a gente tem a há uma harmonia de complementação e de objetivo entre aquilo que nós fazemos Como labor, como trabalho, e aquilo que nós somos chamados no sentido nessa ideia da glória de Deus. Mas Paulo, eu sei que você falou muito pouco hoje, eu vou deixar você falar quase meia hora agora. Mas só voltando um pouquinho, a vocação no sentido de trabalho, por causa da graça comum, ela recai também sob descrentes. >> Concordo. >> Pronto. >> Só que aqueles que foram
chamados pelo Senhor por meio da vocação eficaz, além do aspecto da graça comum, tem a graça especial, ele vai buscar fazer aquilo pra glória de Deus. Talvez essa seja a grande, sim. a grande diferença entre um crente e um descrente em relação ao trabalho, né? >> Sim. É porque o que nesse sentido que eu tô querendo dizer é que essa ideia de que você vai trabalhar para a glória de Deus, ela parte de um princípio de que você foi vocacionado pelo Senhor >> e vocacionado pelo Senhor para a salvação. Isso é uma nova criatura. A
partir daí, toda a tomada de decisões que uma pessoa tem, ela precisa ser a partir de uma outra de um outro modo de pensar, da de uma mudança da mente mesmo, uma mudança de de ponto de origem, eh, de ponto de partida para local de origem. Aplicado ao trabalho, você não só eh envolve e relaciona isso com os aspectos que são e criminais, né? Então, por exemplo, foi algo que o Reverendo Thiago tocou. Ah, um crente ele não pode exercer uma vocação e um trabalho que é contrário à lei, que não é justo. Eh, mesmo
que ele esteja naquela, naquela, naquele momento de desespero, não, isso não é justo. Você tem, Deus estabeleceu outros mecanismos para que você receba a subsistência naquele naquele momento que é que tá dentro da do aspecto da graça, da assistência, da generosidade dos irmãos que estão ao seu redor, mas também no Aspecto eh da finalidade em si mesmo e da glória de Deus, porque a glória de Deus aí nesse sentido, ela não vai estar diretamente relacionada ao motivo pelo qual a maior parte, a maior parte das pessoas no nosso tempo trabalham. Porque hoje a normalmente se
escolhe o trabalho. Por quê? Ah, porque vai dar dinheiro. >> Uhum. >> Ah, porque eu vou ter vou ter poder, vou Ser bem-sucedido, vou conseguir comprar uma casa, dar um bom sustento pros meus filhos. E eu entendo que eh alguma algumas dessas desses pressupostos, eles são justos. Poxa, quando você vai pensar no seu trabalho, você precisa necessariamente pensar em alguma coisa que vai te dar a subsistência mínima ali para você glorificar a Deus dentro da sua casa. Só que o que acontece hoje é como o ponto final não é a glória de Deus, mas é
o materialismo, é de uma de Uma sociedade secularizada, você acaba eh subjugando as outras áreas que que o trabalho foi feito para servi-las para alcançar um objetivo que não é glorificar o próprio Deus. Então você tem muita gente hoje, por exemplo, que é chamado de workaholic, né? o cara se entrega e se dá ao trabalho, porque e aí a até nesse mesmo nesse mesmo aspecto a pessoa ela mascara esse esse pecado, essa idolatria do trabalho por um aspecto, não, eu tô fazendo isso porque Eu preciso comprar uma casa, porque eu preciso pagar uma boa escola
para os meus filhos e tudo mais, mas ele não percebe que ele tá eh desbalanceando aquilo que foi feito para ser balanceado e de que o trabalho dele, no final das contas, não está servindo paraa glória de Deus. Era melhor que ele fosse menos abastado nesse sentido, mas ele pudesse criar os seus filhos no temor do Senhor, estar no domingo no dia do Senhor na igreja. >> É, teve uma vez um um um hoje hoje ele é presbítero, na época ele era membro de igreja, chegou a frequentar a nossa igreja, depois foi para uma igreja
de Natal, a gente conversava uma época que ele era fazer muito concurso, né? E ele tinha passado um bom concurso já que dava o necessário para ele, paraa esposa e pros filhos. Só que surgiu a possibilidade de fazer um concurso melhor, ah, inclusive aqui para São Paulo. E eu lembro que a conversa Comigo, que eu tive com ele na época foi o seguinte: "Cara, o trabalho que você tem já tem, já dá o necessário para que você e sua família vivam bem?" Sim, pastor, dá. Não vai ser muito ruim você sair da igreja que você
tá hoje, onde você já tá adequado, já tá participando da igreja, dia 20 dia da igreja, >> onde você tem toda uma estrutura de pessoas para te auxiliar? Eh, ele é pai educador, né? Educador domiciliar. Você tem uma comunidade para te auxiliar na Educação dos seus filhos. Não é melhor você ganhar um pouquinho menos, mas viver num canto onde você vai ter tempo paraa sua família? Porque São Paulo aqui todo mundo sabe a loucura, né? Você ter vai ter tempo pra sua família, tempo pra sua igreja e aí você vai e e você vai ter
o sustento necessário. E ele concordou e tá lá até hoje. Às vezes a gente tem essa visão, a gente quer tirar um pouquinho mais do trabalho. É por isso que Calvino não vinha com bons Olhos. Por exemplo, as pessoas trabalhavam enquanto havia luz. A energia elétrica não existia naqueles dias. Então, enquanto houvesse luz, ele trabalhava. Esse negócio bater na casa de alguém 6 horas da noite, né? 6 horas da noite, porque escurecia tarde lá, que escurece mais cedo, né? Aqui escurece mais tarde. Bater na porta de alguém, pedir para alguém fazer alguma coisa para você,
isso não era bem visto. E não tinha um WhatsApp naquele dia, né? Pro Cara ficar ali empurrando trabalho mesmo à distância, né? Então, assim, não era bem visto. E e eu falo e assim, a, eu tô falando de Calvino aqui, não é uma idolatria ao a Calvino, né? Eh, hoje há há dois movimentos dentro da igreja, uma calvinofobia e uma calvinolatria, né? >> Sim, sim. >> Não é porque Calvino ele é pouco conhecido. Eu entendo o pessoal que bate nele >> Calvino é mais conhecido pela boca dos Outros, né, do que >> é não. E
o pessoal cita coisa que ele nunca escreveu, né? E por exemplo, a tem um um um para mim um dos grandes teólogos da nossa igreja, o o Dr. Temaia, que é especialista em Calvino, mas ele tem um aluno, o Dr. Cristian Briali, que é um amigo de muito tempo, fui pastor da família dele lá em Mossoró, somos amigos, irmãos praticamente, né, e de mães diferentes. E o Cristian, ele fez um trabalho muito Bom pegando as obras do Emily Leonardo sobre que ele escreveu de Calvino. E e eu não sei se tá disponível ainda no YouTube.
Você bota Cristian, Christian tendo Hazil no depois do C, né? Cristian Briali, talvez Medeiros, às vezes ele usa o sobrenome da mãe dele. Esse trabalho sobre o M Leonardo, ele vai trazer várias contribuições que Calvino trouxe. Por exemplo, pegar o o o Lucian Lefrev, né? Eu acho que a pronúncia essa francês não é meio forte, ele vai dizer O seguinte, ó. Essencial que talvez a grande obra de Calvino não foi redigir livros, pronunciar sermões, formular e defender dogmas, foi educar homens. Calvino criou, formou, moldou um tipo de humano que se pode ou não gostar, com
o qual se pode ou não sentir afinidades, como ele é, se constitui como um dos fermentos do nosso mundo e não somente da nossa França. Calvino criou um tipo de humano, o calvinista. Por que que o o Lefrev, ele faz esse comentário? Porque As reformas que Calvino faz, eles são extremamente profundas. Por exemplo, além de criar o calvinista, vamos usar esse termo, né? calvinista, não no sentido de soteriológico, mas de cosmovisão, né, de visão de mundo. Ele influencia a literatura francesa, porque, por exemplo, com a a escrita da das institutas, ele inaugura aquilo que é
chamada de prosa francesa. A educação, ele fez um uma reforma educacional em 12 de janeiro de 1538, Que revolucionou a educação em Genebra com vários aspectos. Eu até listei aqui alguns desses aspectos, né? Por exemplo, a escola ela deve ser dirigida por alguém competente que deve ser bem pago, né? Os professores que estão aí acompanhando adorariam trabalhar em Genebra, né? Porque a a educação era muito valorizada. >> Hoje, geralmente, as escolas cristãs acabam pagando menos, né? >> Isso. Isso. >> Infelizmente. É também porque alguns pais cristãos ficam peixinchando muito também, né? Mas [risadas] olha que
interessante essa influência, >> ó. Os alunos pobres não pagam. Isso influenciou inclusive o Maquenzie. O Maenzie no seu início, para quem não sabe, cobrava um pouquinho mais caro na mensalidade de quem tinha condição para subsidiar aqueles que não tinham. São as escolas protestantes ou reformadas que abre a opção de que não apenas a elite Estude, mas os pobres também estudam, estudem também. Por exemplo, era muito comum no Maquense, na mesma sala, você ter o o filho do dono do engenho sentado ao lado do filho do escravo. Vamos usar essa analogia, né? Além disso, a educação
mista, né? homens e mulheres estudarem é uma contribuição da reforma, principalmente daquilo que Calvin escreveu nessa reforma. Tem várias coisas aqui que acontecem na Bíblia como fundamento de aprendizagem, por exemplo, As artes liberais, o trívum, quadrível sendo ensinado nas escolas, eh, enfim, o mestre como principal, mas tinha dois auxiliares em sala de aula, né, que professor não queria ter dois auxiliares na sua sala. Então assim, há muitas coisas que ele faz, mas nas ciências, perguntaram sobre o direito, no direito, né? Ele traz a perspectiva moral pro direito. Enfim, tem muita coisa aqui, a questão social,
né? Por exemplo, eles davam, o cara chegava em Genebra, Cleiton, e não tinha condição financeira de trabalhar, eles davam sustento pro cara. Mas de que forma? Eles davam a capacitação, dava a forma pro cara trabalhar. Se o cara não quisesse trabalhar, ele era convidado gentilmente e escoltado para sair de Genebra, porque eles não viam com bons olhos aqueles que não gostavam de trabalhar. Então, veja que a reforma calvinista em Genebra, ela é muito mais profunda do que um do que cinco pontos, Né? Do que questão soterológica. O reverendo Flávio América tá perguntando se vai ter
rede no Novo C, nava Terra. >> Deixa eu aproveitar e fazer a propaganda, tá? O reverendo Flávio Américo, um irmão querido nosso, tem um programa aqui toda quarta-feira, tá? A partir das 12:30 dizendo que você aband nós abandonamos ele aqui. Eu disse que não. No grupo. No grupo >> não. Tá. Não abandonou não. Ó, Américo, Eu tô dando, fazendo um jabá aqui para você, tá? Toda quarta-feira na aqui na tanto no YouTube como na rádio IPB, não é isso, Rônix? Isso. >> Nos dois, nós temos aí o programa Histórias da História. O Flávio Américo, ele
é ele é doutor, né, em história, é um cara formado nessa área, além de ser da área de teologia também, de tá se aperfeiçoando na cada vez mais na área de teologia com o doutorado dele. É, a ele é doutor em história, é doutor em História. Tô na dúvida agora. Fal, você que tá num doutorado agora em educação à história da cultura, que é o nosso doutorado, que é o nossa, nossa área de pesquisa, né? Mas depois esclarece, Flávio, eu acho que você só tá com mestrado até agora, né, em história, mas é um cara
super capaz e que tá apresentando aí toda quarta-feira, a partir das 12:30 a o programa Histórias da História. >> Deixa eu ver, tem duas perguntas aqui Que eu acho bem interessantes, né? Eh, relacionadas ao tema. Primeira delas é o seguinte, ó. Hã, e quando a vocação é ser músico, a pergunta é: eu só posso exercê-la na igreja, no mundo gospel, ou é lícito, né? Convém que eu faça isso naquilo que as pessoas chamam de mundo secular? Essa é a primeira pergunta. Vamos, vamos falar dessa primeiro e aí a gente fala então da segunda que também
acho muito interessante aqui. >> E você sabe o que é mais legal? Você é o Que cisma cantar aqui para atrapalhar os nossos ouvidos. Mas nós temos um músico, não tenho essa vocação, mas eu tenho um desejo, né? Vouar, >> cara, mas desejo outras coisas cara, pelo amor de Deus. Você já viu ele cantando já, >> não. Eu gostaria de ouvir, viu? >> Não faça. [risadas] >> Eu tava na na ordenação do Rever Leandro, né, que é o pastor mais quer dizer, mais fresco do presbitério, o Mais novo, né, do presbitério. E ele tava do
meu lado, cara, cantando os hinos. >> Estava louvando, >> estava louvando ao Senhor. Eu eu sei que é sincero, chega sinceramente, não sei, mas você pode fazer isso em silêncio, cara, cantando no seu coração apenas. E vocês já viram lá no diretório de culto de Westminster que na parte do canto dos salmos eles dizem que tem que ser afinado, viu? [risadas] >> Não, mas é eu eu minha família é da área de música, da minha esposa também. Eu tenho um pouco de noção musical. Eu dei umas dicas para ele. Cara, >> vai alguém na tua
igreja, pede pro cara olhar nas escalas até onde vai tua voz. Eu acho que talvez ele pegasse mais para um baixo, >> resolvia a vida dele, cara. >> Ainda bem. >> Mas Deus me chamou para pregar. Bom, Bom, que bom. Deus todos os dias. que Paulo fala para cantar salmos hinos e cânticos espirituais no coração. >> O mais difícil é quando você ouve o que não tem o o a vocação para aquilo, né? É pior ainda. Pensou se Paulo mandasse para cantar no microfone aí. Ah, o reverendo Cleiton é músico, tem uma um álbum excelente
lá no Spotify músicando os os cantos os cantos de romagem, não. Salmos de romagem. >> Salagem. >> Bem legal. E tem tá >> já devo ter ouvido sem saber que era você. Então eu vou dar depois eu eu faço muita playlist no Spotify, eu separo algumas coisas e vou para ouvir em casa, né? >> Eu acho que ele pode responder bem essa pergunta aí, né? >> Irmãos, parem de de trocar o meu pastor. Não entendi. É é ovelha de quem? João Marcos Correa Ferreira. >> Ixe, não é de ninguém. [risadas] Quem? O João, o João
Marcos deve ser o presbítero que tá, é, ele é o presbítero que tá, tá, tá se achegando na igreja da Vila Bonilha, que tá indo pro da Lapa. >> Ah, para de trocar, rapaz. Se ele não der certo, viu, João Marcos, n vai mandar ele embora e vai trazer outro, cara. Isso. >> Se ele proceder bem, ele vai ser aceito. Se não proceder, tia. em relação abriu a igreja em São Sebastião. >> Em relação ao músico, exercendo sua vocação, há muitas áreas onde o músico pode trabalhar e buscar a excelência. Eu gostei que o irmão
citou aquilo que é bom, belo e verdadeiro, né? E há muitas áreas onde o músico pode trabalhar exercendo e mostrando essa beleza, mostrando essa excelência, mostrando o que é verdade. Não Necessariamente tocando na igreja, mas tocando em orquestras, tocando que é uma visão secularista, dualismo. Eu acho que a pergunta é trollar, cara. Não é trocar, não. Trollar. É, >> o João Marcos chegou agora, já tá protegendo Narus. Que bom. Parabéns. É um bom obreiro. >> Parabéns. Deus já abençoe. Então, mas talvez a pergunta que está bem implícita tocar na noite, por exemplo. >> Tocar na
noite. >> Olha aí, é difícil, né? >> Agora eu quero ouvir olhando os meus olhos. >> Mas eu acho que a a gente poderia deixa ele deixa este. >> Não, porque tem dois tipos de tocar na noite, né? >> No basinho. >> Tem gente que toca na toilando. Residente Samuel tá funilando, ó. Não, porque a reflexão segado, o advogado pode, então, se o, se o músico não Puder, minha pergunta, vou complicar mais ainda. Um advogado pode defender o dono desse barzinho que abre a noite para que o músico toque à noite? >> Eu pensei que
você é um negócio mais polêmico, né? >> Tem áreas, tem áreas do direito que eu creio que um crente não deveria atuar. Eu particularmente concordo. Eu acho que é por isso que a gente não é só sim ou não. Eu acho que tem um contexto >> de fato, todas as profissões tem áreas Onde o cristão ele vai perceber que aquilo vai contra consciência bom bel justo. Nós nós temos em Fortaleza um um uma uma pastelaria lá bem conhecida que é de donos evangélicos e o pessoal que toca lá são crentes. Aí vai entrar na discussão
do dia do Senhor porque não vai tocar projeto sola, né? O dia do Senhor é um é um é um assunto interessante pra gente trabalhar aqui na questão na questão do trabalho, né? >> Exatamente. Do trabalho, >> porque ó, se a gente pegar a outra pergunta, eu acho que a gente pode juntar então as duas para ficar mais fácil nessa resposta, >> vai pegar esse ponto. Ele, ele, a pergunta é o seguinte, é do Paulo, tá? Ah, quando eu era de outra tradição cristã, no começo da minha conversão, ouvi falar sobre alguns trabalhos que não
convinham para cristãos. Exemplo, comércio de tabaco. O que os irmãos pensam sobre esse assunto? Ó, o Paulo é Aquele ali, ó. >> Ah, então foi o Paulo que mandou. >> É você que tá. [risadas] >> Mas assim, vamos lá. >> Ele tá polemizando aqui, tá só olhando. Ele tá jogando fogo aqui no negócio e fica assistindo. >> Tipo de tabaco. Que tipo de tabaco? Olha aí, a gente sempre fica respondendo a pergunta com outra pergunta, né? Que a gente fica fugindo da pergunta também. Isso é, isso é uma isso é uma polêmica Que tem a
história agora de Charuto, vi, eu já vi isso tudo a éado de gente, mas mas só que é meu papel como moderador aqui é deixar claro que a IPB tem decisão sobre isso. >> Não, mas eu não tô defendendo não. Eu tô para mim tá chegando um absurdo. Algumas práticas, >> tá? Mas eu queria eu queria fugir desse tema porque a IPB tem decisão sobre isso. De 2018, essa decisão foi aqui em Águas Gilindóia. É sobre a questão de Vícios, né? >> Uhum. E aí PB tomou uma decisão sobre isso. Então inclusive que cabe trato
pastoral, tal. Então assim, eu não queria entrar muito nessa polêmica, senão depois receber a chamada, depois receber a mensagem amorosa. Então assim, vamos evitar >> enquanto a IPB não resolve sobre músico. Vamos falar sobre os músicos, então. >> Tá, vamos. Aí o Ismael tá lá dos States jogando Lenha na Fogueira também. Ô, Reverendo Samuel, eu acho que seria interessante só e eh não só explicar, mas dizer qual foi a decisão do porque o Supremo Conselho tem uma decisão, eu acho que até anterior 2018 >> sobre crente que é dono de bar, esse tipo de coisa,
>> não. a decisão assim, vamos lá, 2018 que acontece, eh, ela juntou várias coisas porque era uma decisão que vinha há muito tempo, que falava de jogos de azar, de outras coisas que não pode. >> E aí ela foi sendo requentada e a discussão que se levantou em 2018 foi em relação às bebidas, porque não há um um texto bíblico proibindo diretamente a o consumo, né? E aí o Supremo Concílio e a instância máxima da nossa igreja entendeu que os vícios deveriam ser tratados pastoralmente, inclusive se necessário fosse por meio de disciplina, né? Então, a
IPB, ela tem uma posição formada sobre e aí colocou no mesmo pacote tabaco e Tudo mais, né? Então, para IPB é um vício que deve ser tratado pastoralmente. Então, se eu olhar dessa forma, >> eh, eu vou eu vou evitar, cara, por exemplo, porque eu lembro de fazer uma outra, >> eu lembro de um dono de uma churrascaria bem conhecida lá onde eu morava, vezes me questionou: "Pastor, e bebida alcoólica, eu posso vender na minha churrascaria?" E eu falei assim: "Cara, Isso vai te fazer perder cliente?" Não, cara, não vende. >> Entendi. >> Não tem,
não tem como. Você vai vender. >> Mas é uma recomendação, né, pastor? É uma, >> é, você vai vender suco, você vai Não, eu acho que dá um mau testemunho, cara. um crente, eu acho assim, >> é, eu acho, cara, eu acho que você vai >> pode estimular em outros eh vícios que inclusive levam à destruição de lares. >> A, a minha posição sobre a a bebida, ela é bem simples. >> A, a além do que a IPB decidiu, né, e eu respeito à decisão do nosso Supremo Concílio, mas o que eu acho que a
Bíblia trata é o seguinte: não é todo mundo que pode, não é todo lugar que se deve fazer. E se eu posso evitar em amor ao meu irmão, eu vou evitar. >> Uhum. >> Então, pegando essa tríade, né, eu acho que não dá um bom testemunho, cara. Eu Acho que não dá um bom testemunho. Aí é posição minha, né? Nem como moderador do programa, mas exposição minha, eu acho que não dá um bom testemunho o cara tocar na noite. >> Uhum. >> Num basinho onde lá acontecem várias coisas. Por exemplo, vícios são alimentados. Algumas vezes
inclusive adultérios acontecem. Sim. Prostituição e outras coisas, fornicação. Então eu tenho que me abster desses lugares, Cara. Eu conheço conheço músicos e talvez aqui no Sudeste isso seja mais fácil do que no Nordeste. Eu conheço músicos que vivem de fato da música, que prestam serviço à igreja, regendo corais, >> dão aulas em escolas, >> dão aula lá na nossa igreja, nós temos uma escola de música que funciona. Uhum. >> E eh nessa escola de música, ela ela ela ele dá aula pros membros, né? Pros membros o valor é mais acessível. >> Uhum. >> Para quem
não é membro da igreja, o valor é um pouquinho mais. Tem muita gente que trabalha com produção, como arranjador também, mas sempre vai cair naquela parte eh cinza, talvez mesmo sendo você produtor ou um instrumentista, um vocalista, qual é o repertório, qual o conteúdo, qual a finalidade dessa produção, dessa música. >> E tudo isso você vai, >> à vezes vão ter que renunciar, às vezes Vão ter que renunciar a alguma coisa, né? Sig o conselho das escrituras não provém de fé. Não faça, não faça. E de fato a gente vai. E por exemplo, o apóstolo
Paulo, ele fala, a gente tem que buscar eh saber ou compreender qual a vontade do Senhor, buscar agradar a Deus. Então isso é lógico que exige de nós um exercício mental, um raciocínio. Eh, seria muito fácil a gente chegar aqui e falar sim ou não, mas o crente eh devoto, o crente consagrado, ele busca Raciocinar, pensar o que agrada a Deus. Isso vai ser bom, isso vai dar bom testemunho. É o local, >> não perspectiva meramente materialista, né? Mas primeiro e que que vai agregar aquilo para a glória de Deus, né? né, >> pensando no
Senhor. Exatamente. É, e >> e fazendo essa essa essa dicotomia que a reforma quebra de sagrado e profano, né, o secular, porque, por exemplo, muit das músicas hoje hoje clássicas que são tratadas como seculares, entre aspas, São músicas que foram compostas para serem cantadas em cultos. >> Agora, é paradoxal, né? Ao mesmo tempo que a reforma quebrou essa dicotomia de sagrado e secular, muitos acabam eh exagerando no efeito colateral e achando que é tá tá tudo liberado. Isso >> é isso, é isso que eu ia falar que nessa nessa no desenvolvimento dessa quebra dessa ideia.
Eu acho que isso é foi muito presente aqui no Brasil, é, depois Desse, dessa explosão da teologia reformada, né, da quebra daquilo que é sagrado e secular, não é feito a partir de uma reflexão de fato reformada, é feito apenas como um abrido as portas. Então você não reflete sobre a >> ouvir esse tipo de música, cantar esse tipo de música, consumir isso ou aquilo, conteúdo, >> esse lugar ou aquele >> de de frequência de lugares, a consumo de alimentos e bebidas, a a música e Tudo mais, você não tá você não faz uma reflexão
sobre essa trída, beleza, justiça e verdade >> é bom, belo e verdadeiro, bondade, verdade, beleza você simplesmente fala assim: "Ah, não, não tem coisa secular e sagrada". Aí você começa a ouvir músicas que não glorificam a Deus, que estão falando de de traição, que estão falando de estão incentivando, né, esse tipo de coisa. Você começa a exagerar e a fugir da desse processo do que glorificar Deus. Porque se a preocupação geral e principal do coração da dentro da vocação é a glória de Deus, necessariamente você vai refletir sobre os efeitos daquilo que você produz no
seu trabalho. Porque isso é uma coisa também que pouca gente para para pensar. Todo o nosso labor e todo o nosso trabalho produz algo. Aquilo que o nosso trabalho produz, ele glorifica a Deus. E aí glorificar Deus tem a ver com eh ele vai Prejudicar outras pessoas, ele vai fazer mal outras pessoas, vai eh trazer vícios e qualquer outro tipo de de dificuldade, de necessidade para eh e levar outras pessoas a a quebrar os mandamentos os mandamentos do Senhor. Isso inclusive a gente pode pensar com relação ao dia do Senhor, né? Eh, ah, eu já
conheci eh situações nesse sentido, né? A pessoa tem uma empresa, alguma coisa, ela não trabalha no dia do Senhor, mas os funcionários todos estão lá. Eh, Famílias que >> ela só esqueceu de ler os textos bíblicos que falam que nem o boi, nem o escravo, nem o gente pode um dia até falar só sobre o dia do Senhor. Agora em dezembro a gente tem a pauta mais livre, né? Encerrado o livro, mas só abri um relato. Cara, eu tinha um diácono na igreja que eu pastoreei que a gente começou a falar sobre o dia do
Senhor, né? sobre a questão da necessidade da guarda, sobre atos de misericórdia, de Chama necessidade, enfim. E aí ele falou: "Pastor, eu não consigo. Se eu fechar no domingo, eu perco cliente". E aí eu falei: "Meu irmão, eh a a o o filtro que eu sempre uso é: "Eu não guardei porque eu não pude ou porque eu não quis". Quando você não guarda um dos mandamentos porque não quer, é ação deliberada >> de rebeldia contra o Senhor, né? >> Ah, quando não pode, aí tem que ver, né? por exemplo, um um presbítero lá, a Filha
entrou em trabalho de parto no domingo, ele tinha deixado, ele tinha ficado de abastecer na na segunda, ele abasteceu e foi. >> Sim, sim. >> Não tem não tem crise com isso, né? Mas eu falei, mas coloca diante do Senhor. E aí o pai dele adoeceu. O pai dele ficou internado uns 15 dias e ele precisou fechar algumas vezes em dias de semana, inclusive, não só no domingo, mas em dias de semana para atender o pai. E ele Percebeu que os clientes esperaram pela volta dele. Ele falou: "Pastor, eu percebi que eu posso sim fechar
e a clientela que eu tenho é muito fiel a mim, que era trabalhar com entrega de coisas, não era o supermercado que tem ficar ficar normalmente aberto, né? E aí chegou o o o ele percebeu que guardar o dia do Senhor não ia atrapalhar." E ele ele se tornou o diácono mais assido da igreja, porque ele sempre tava na igreja, ele não abriu mais o negócio Dele. Eu conheço pessoas que faziam preparação para concurso, né? E aí aproveitava o domingo para revisar, parou de fazer isso e passou facilmente. Então assim, às vezes a gente dá
uns uns pesos e umas prioridades bem equivocadas e não para para pensar, por exemplo, havia um supermercado em Mossoró de católicos, viu? Não era não eram crentes não, católicos que não abriu no domingo >> e não abri pronto. E se você parar para olhar nos restaurantes, aqui em São Paulo é diferente, aqui é um outro contexto, né? Mas nos restaurantes, por exemplo, lá em Mossoró, 90% dos que frequentavam para almoçar e jantar no domingo eram >> evangélicos. >> Evangélicos. Você entrasse desse um paz do Senhor, um graça e paz, o pessoal dizia amém. >> É,
mas o que eu acho que que é o ponto central até nesse aspecto do dia do Senhor e do trabalho, é que essa Perspectiva tem que ser eh uma resposta de amor ao Senhor enquanto >> tem que ser um delite, né? Quanto o nós amarmos mais o dinheiro, que é o fruto do trabalho, eh, a gente do que a glória de Deus, nós não vamos raciocinar sobre a glória de Deus no trabalho, tanto com relação ao dia do Senhor, quanto a beleza, a justiça, a bondade e tantos outros aspectos. Tem gente que faz e essa
pergunta, por exemplo, do músico que vai tocar à noite porque o cara quer Estar naquele ambiente e e aí ele fica tentando porque a gente o nós pecadores somos assim, né? procura justificativa teológica, né, para isso, >> just bíblica para ele poder fazer ou dar vazão ao aos pecados dele. >> Não, e e assim tem que ser um deleite, não pode ser um peso, né? Quando se torna a a obediência à palavra de Deus se torna uma obrigação e não um prazer, >> as motivações já estão bem equivocadas. Mas é é essa questão, cara, você
Conversar com o empresário, o eu lembro, eu não sei a idade de O Naruto é o mais ancião aqui pela aparência, né? Calvo, já >> pela sabedoria. >> Não, sabedoria não. La é o mais novo. Eu acho que você tá com quantos? >> Tem certeza? Quantos anos você presbíteros? >> 31. >> Ah, nossa criança. Você tá com 40 já. >> Você tá mal, hein? [risadas] >> Você tá com 40 já. >> Nem pergunta a minha idade, então, viu? >> Você tá com 40. >> Você tá com quantos anos? >> Eu tô com 30. >> Você
tá mal, hein? [risadas] >> Cara, eu sou mais velho aqui. Eu parece ser o mais novo. Filho, seus quatro filhos. Eu tenho quatro filhos, cara. >> Então você tá bem demais, cara. 43. Ele é o nosso catagueira da reforma, por isso que ele tá com esse aspecto mais. >> Gente, eu tô me sentindo aqui o o tio tio da mesa. Mas vê só, a a se você eu lembro claramente quando houve e a gente vai encerrar esse assunto domingo pra gente voltar em outra oportunidade a esse tema, mas eu lembro claramente quando começou a a
possibilidade de abrir os shoppings as praças de alimentação no domingo. Claramente a discussão teve discussão greve, o pessoal vai fazer greve, protesto de trabalhador. Por quê? Porque nenhum Trabalhador gosta de trabalhar no domingo. Ninguém gosta. >> Sim. >> Nenhum patrão gosta de ter pessoas trabalhando no domingo porque é jornada dupla, paga mais e tudo mais. >> Ninguém gosta. Ninguém gosta ou não deveria gostar. Por exemplo, por que que as provas são dia de domingo? Por que que os concursos, o Enem, vestibular começou a ser de Domingo. Eu sou da época que o vestibular era durante
a semana, aí foi pro sábado. Aí quem foi que reclamou que era no sábado? Ah, a gente já sabe, né? >> Eles reclamaram. Reclamaram porque eles tinham que chegar na prova de meio-dia, que era hora que todo mundo chegava, não podia sair no sábado, não podia sair. Não tô falando de judeus, não. Tô falando de adventistas mesmo, tá? Não podiam sair da prova porque eles não podiam ter acesso ao gabarito. Eles Ficavam o dia todo, quando dava 18 horas, eles começavam a fazer a prova deles. Eles reclamavam, ficava muito cansado e era injusto e tudo
mais. Jogaram pro domingo, ninguém reclamou, cara. >> É o futebol também. É, tem uma história da da Bundesliga, né, que é a liga liga alemã. É, quem me contou a história foi o R do Jonatas lá da igreja dos IPs lá em Cajamar, que durante um momento específico da da Alemanha, o pessoal Começou a ir pra igreja e parou de assistir o jogo e a liga obrigatoriamente mudou os jogos pro sábado. E foi algo que perdurou até depois de um de um esfriamento espiritual lá na Alemanha, né? Mas essa reflexão da glória de Deus e
do amor a esse Deus que nos salvou, que vai moldar, que tem que moldar a nossa ética do trabalho. >> Chega no domingo, eu ainda vou falar só para encerrar essa questão do domingo, Chega no domingo, hoje não, mas quem pegou aquela geração UFC, né? >> Sim, >> pessoal, os jovens cochilando no culto do domingo de manhã, >> ficou sábado até tarde, >> até 3, 4 horas da manhã para ver a luta do Anderson Silva, do >> termin 17 segundos. >> Pois é. [risadas] >> Agora, uma coisa o amigo Fórmula. O amigo esperou, o amigo
esperou para Assistir, cara. Foi 3 da manhã, naquela luta do Anderson Silva, do Víor Bef, ele deu uma piscada, cara. Deu aquela [risadas] mochila toda, ele viu, tinha terminado. >> Tivesse acordado no outro dia de fone, tava aqui já no chão, >> tinha terminado esse, o que foi que eu perdi, cara? Tinha terminado a luta já. Uma coisa que acho que a gente pode também trazer como reflexão aqui sobre esse tema de vocação, eh, porque a gente Fala sobre os efeitos da queda e a gente não percebe o quanto isso também afetou o nosso olhar
para o trabalho ou até mesmo paraa nossa vocação. Por quê? Porque é muito comum hoje pessoas ah optarem ou escolherem aquilo que fazem, porque aquela coisa aos seus olhos lhes dá identidade, lhes dá uma, como que eu posso dizer? uma construção identitária, seja social, que muitas vezes tá ligado ao aspecto econômico, né? E meus irmãos, nós Enquanto >> Exato. Por exemplo, ó, eu vou fazer uma brincadeira, né? Ah, geralmente as pessoas dizem assim: "Minha filha ou meu filho, case, procure alguém bem-sucedido que vai cuidar bem da sua família." E geralmente isso está ligado ao tipo
de vocação ou atividade ou trabalho que essa pessoa exerce. Então, perceba que >> mas nem só o trabalho, mas ao valor que ele consegue dar com aquele trabalho, >> seja um valor cultural, uma agrigação Cultural, um patrimônio cultural, social, até mesmo econômico. Não é só isso não. O filhos da os nossos filhos na escola ou aqueles fazem, eu fiz a educação dominicar há muito tempo, né? Hoje elas estão no Maquense, pelo menos temporariamente. Os nossos filhos dos crentes são bombardeados, por exemplo, há muitos pais preocupados em testes vocacionais. Ah, qual é a faculdade que o
meu filho vai fazer? qual profissão ele vai seguir e não tá Preocupado com a vocação dele dentro da igreja. Como é que ele vai se dedicar dentro da igreja? Os dons e os talentos que ele tem, como é que ele vai servir ao Senhor? >> Tá preocupado com o discipulado, né? Só com a questão, tá? Tá preocupado com o profissional e não com o espiritual. Cara, assim, a gente tem perdido esses valores eternos. >> Sim. Isso reflete em pais que foram educados dessa forma, que vem no Trabalho só um ganha pão, não veio um instrumento
paraa glória de Deus e ensinam os seus filhos no mesmo sentido. >> Eu sempre gosto de trazer algumas umas boas polêmicas para que a gente reflita, né? Tava me lembrando aqui, tem um liv do Dandoriane, acho que vocês já leram que ele fala sobre trabalho, sobre trabalho, tem educação e trabalho, né? Justiça trabalho. São dois ou três livros que ele tem da nossa na nossa editora. Isso. Se eu não me engano, uma Das coisas que ele trabalha ali, que que ele que ele defende é que o trabalho também é um dos propósitos é o exercício
do amor ao próximo. A gente exerce o amor ao próximo próximo por meio do trabalho. OK? Mas sem que a gente romantize isso, eu queria trazer uma reflexão para que a gente pensasse em que sentido. Aqueles que hoje são empregadores, tudo bem que eu tô mesclando entre vocação e trabalho, tá? Mas tá dentro do mesmo do mesmo aspecto, Da mesma esfera de discussão. Será que muitas vezes a gente não usa aquilo que Deus nos deu? Ah, ainda que sem perceber ou involuntariamente encontraste com amor o próximo para exploração. Aonde eu quero chegar? Uma vez eu
tava no JMC, foi numa alguma algum evento de formatura, não me lembro agora, e a pregação marcou muito, se eu não me engano, foi inclusive do reverendo que ele diz o seguinte, que é inconcebível um crente, um cristão, Quando aquilo depende só dele e não de situações financeiras, se contentar e pagar ao próximo um salário mínimo. Por quê? Porque se um dos meios pelos quais eu posso amar o próximo como a mim mesmo é por meio do trabalho barra remuneração aquilo que está nas minhas mãos enquanto mordomo e eu não o faço, eu também não
fui redimido nesse aspecto. >> É, paga menos por avareza, né? não por uma questão de necessidade. >> Então, a gente precisa começar a pensar Eh em aspectos mais práticos eh e muitas vezes eh da naquilo que eu, você, nós todos fazemos sem nenhum peso de consciência, enquanto o evangelho para nós tem que ser integral. Não pode ser apenas uma aceitação de uma boa doutrina. E quando eu falo de boa doutrina, os cinco pontos do calvinismo, mas aquilo que de fato vai impactar toda a esfera da minha, todas as esferas da minha existência. Do contrário, meus
irmãos, nós continuaremos crentes ou Nominais ou sem nenhuma transformação contundente que, de fato, afete toda a sociedade. >> É, nesse sentido cultural e social, a gente vai ser reformado na doutrina soteriológica e católico romano na na doutrina prática, na nas questões e vivenciais aí, né? Mas essa é uma grande exortação, pastor, porque quantos são aqueles que podem testemunhar que tiveram sociedades mais bem-sucedidas com não cristãos do que Com cristãos, porque encontraram irmãos na fé acomodados e que trabalhavam reto a mão. Quantos são aqueles que testemunham também que tiveram funcionários cristãos que retinham a mão no
trabalho, não trabalhavam como para o Senhor, como é a recomendação, a ordenança de Paulo. E é uma grande exortação, de fato, tanto para os empregadores para o para proporcionar boa remuneração, bom ambiente de trabalho, quanto para os empregados para >> proporcionar e boa produção, boa produtividade no trabalho. E de fato essa reflexão é para que a gente seja reformado na teologia e reformado na prática a fim de alcançar. >> Ex. A gente poderia até usar aquele aquele princípio da respadura. Eu acho que eu não me lembro em qual livro, acho que não lembro se foi
o do aquele o livro do que acho que tá nossa editora também, Rute nos campos de não, acho que é do Miro, eu não lembro agora Exatamente onde eu li >> faz propaganda de outra editora não do Emílio, né? >> É do Emílio, acho que é ele que trabalha isso. A ideia de que a aquele princípio serve para nós hoje, inclusive aplicando essa questão do trabalho, né? Ou seja, o que que era o princípio da respadura? Aquilo que tá excedente deve ser deixado aos pobres. Ou seja, nós podemos e devemos também hoje com aquilo que
excede, e o que excede não tem a ver com A luxo, tem a ver com aquilo que eu preciso de fato para viver. Deve ser destinado como forma de mordomia, de graça comum, feitas inclusive ou realizadas inclusive por nós. >> Cara, eu conheci um presbítero em Fortaleza, não vou citar muito nome aqui, porque >> não cabe, >> ele não me autoriza a fazer isso, né? Mas é um cara, bicho. Ele ele ele pagou meu seminário. Eh, e uma vez eu fui para uma reunião no na sala dele, a gente se via de dois em dois
meses dar um relatório, como é que tava o o investimento que ele tava fazendo, né? E aí uma vez ele me pediu para pegar um papel, pega um papel na minha mesa lá, não sei o que, eu fui olhar, cara, tinha a lista das pessoas que ele ajudava. Isso 2000 eu fiz, como entrei no seminário 2004, né? Isso 2004 e e R$ 10.000 era outro valor. >> Sim. Ele ajudava com uns R$ 10.000 por Mês. O cara abençoado por Deus, bem-sucedido, um um empresário muito muito conhecido em Fortaleza. É óbvio que eu orava para que
aquele cara fosse cada vez mais abençoado, porque eu sabia que ele ia ajudar cada vez mais pessoas. >> Sim. >> Então, e >> inclusive é um dom da Bíblia, né? O dom da generosidade, o dom. >> Isso. Isso. Isso. Não. E e quando a gente vai pegar lá a lei da semeadura, Né, que os neopentecostais extrapolem muito ali no texto, os caras violentam o texto da pior forma possível. A lei da semeadura vai dizer que Deus vai dando a cada vez mais algumas pessoas para que ele seja cada vez mais glorificado. Por quê? >> Porque
por causa daquele recurso, não apenas a família daquele cara é assistida, mas ele abençoa a vida de outras pessoas a começar com os da fé, né, que o texto diz. Então assim, é Aqueles três princípios de de da de Genebra que perpassam a história, né? A a quando o Calvino ele é arguído, né? Ah, o rico pode entrar no céu. O rico ele pode. E o texto que diz que é que é que é impossível, né? Falei assim, não é impossível, é muito difícil. >> E aí ele vai explicar, vai dizer o seguinte: quando o
coração tá na riqueza, e Mateus vai falar sobre isso também, isso isso é um problema. É do jovem rico, mas não só do jovem rico. Ele vai pegar outros textos como Mateus 6, vai falar: "Onde está o teu coração? Está, aí está o teu tesouro." A questão é porque Jesus, ele constantemente volta para esse texto de, de como a gente vê a riqueza, né? E a riqueza vista de forma pecaminosa é um ídolo no coração do homem. >> E aí Calvino vai cunhar essa tríade, né, que o trabalho ele deve glorificar a ele serve para
glorificar a Deus, ele serve para trazer sustento paraa nossa casa e Ele serve para auxílio dos dos necessitados, especialmente dos santos, né, dos da fé. Eu eu sei que tem porque tem mesmo, mas eu tenho percebido que a riqueza eh hoje em dia ela tá está muito como um ídolo, ela está muito mais presente no coração de quem não é ou não é abastado do que de fato da Eu tenho conhecido pessoas, >> é por causa da promessa redentiva. Sim, eu tenho conhecido pessoas que têm uma condição financeira muito boa e são Muito generosos e
tenho e e tenho conhecido pessoas também que não tem. E a riqueza é um ídolo do coração, então ela faz tudo para ter >> para ser rico. >> E aí você pergunta o que ela busca naquilo? >> É, é pior ainda. Redenção. >> Redção. É, vamos vamos fazer uma rodada aí na no YouTube. Eu tô vendo, tem muita mensagem hoje. >> Vamos lá. >> Ah, pega do começo aí. Eu não tô vendo o Ricardo, né? Hoje >> é, não, hoje o chat tá mais tranquilo porque o Ricardo não tá conosco. Pelo menos não vi ele
aqui. >> E não tá tão tranquilo, não. Ele tá, ele tá em primeiro aí, sem pontos para ele. >> Não, mas hoje ele tá aqui conosco, não >> tá, ele tá em primeiro no rank aí, mas eu não vi o Ricardo. Vai ler aí pra gente não ser. >> Então vamos lá. A Nadim mandando boa Tarde. Nadim do Aldapa. Um grande abraço. Agnaldo. O Claudinei também desejando aqui um um abraço a todos, né? O Ismael Festina, acho que é isso, também dizendo: "Boa tarde, reverendo Cleiton, é da minha região, sou da Igreja Presbiteriana de Salto.
>> Olha aí. >> Ah, o acho que é Lion Santos. >> Ah, Juan Paulo Ran, acho que é isso. O Wellington também desejando aqui um um forte abraço. Cris Love, Flávio América, >> o é lá da minha igreja, né? O é lá da aliança, >> tá? O Flávio América, o Pedro Lopes, o Pedro Lopes é o reverendo Pedro, filho do Fábio ou não? Pedro Lopes. >> Eu acho que o Fábio não é Lopes não, cara. >> Não é que a foto tá pequenininha aqui, não consegui ver. A, o Hélder Fideles também deixando abraço. Reverendo, >>
lá da minha igreja, o Hélder, membro lá da congregação. Deus abençoe. Um abraço Pro irmão élder. >> O Ismael Rocha. O Caio Teixeira sempre tá conosco aqui também. Faço aqui questão de mencionar, ele sempre tá aqui conosco todos os programas. Um grande abraço, querido. Ah, o o presbítero João Marcos, né? Uma ovelha agora lá da nossa igreja, uma bênção que Deus enviou a nossa a nossa amada igreja, reverendo Ismael. Saudade, Ismael, tenho acompanhado suas fotos lá. Que Deus te abençoe, viu, meu irmão? Ah, quem mais? >> Ó, tem uma pergunta interessante do Alan Pavani, né?
>> Vai lá. >> Eh, sobre a questão do músico, é sempre interessante trazer paralelos, né? O médico cristão pode praticar medicina secular? Professor de inglês cristão pode ensinar inglês secular? Não, o músico, ele pode exercer a música. O problema é que um médico ele não vai para uma, um médico crente ele não vai trabalhar numa clínica de aborto, por Exemplo. >> Exempum, >> ele não vai, ele não vai trabalhar num clínica de aborto. O professor de inglês, >> mesmo que seja legalizada pelas leis do país, né? Cada desobediência civil para nós reformarmos. >> É, o
professor de inglês, ele não vai ensinar numa escola ateísta >> ou que ensine il, né? >> É grade neutra. Então assim, tem e Assim, eu eu é boa analogia, Alan, mas há como responder essas analogias? Ó, o Petazinha que é seminarista da do da do SPB, né? >> Eu creio que nessa analogia do músico, enquanto ele de Deixa só mandar um abraço pra Paula, minha esposa, porque eu falei todos os nomes, depois eu confusão. Tem tem muita coisa para você ler ainda, viu? Tá na tá na metade aqui, praticamente muita coisa para ler ainda. >>
O músico, enquanto professor, ele vai Ensinar gente que é crente e gente que não é crente, mas ele vai ensinar música. >> Então, um professor de inglês da mesma forma, um médico numa faculdade da mesma forma também. é um compositor cristão, ele vai compor músicas que se não glorificam a Deus diretamente, indiretamente, ele não vai compor um pancadão, uma música >> com letras. É, não tem como. >> Continua aí, Naruso. >> Para mim é, foram essas aqui. O Wagner, >> não tem, tem mais gente aí, cara. Ah, o Ismael falando das vestes. Ismael, eu vou
levar a Sara para uma consulta. Ah, ele tava num debate aqui, o Ismael com o outro Ismael, um dizendo que hoje você tava de crente, não, de pastor. E o Ismael, o reverendo Ismael dizendo que você tá mais de pastor hoje, fazendo a brincadeira inclusive que você está eh usufruindo das influências que ele lhe Deixou. Não, não tem nada disso ser mais leve, ser hoje, hoje é porque a gente tá em clima de de férias já, né? Ações de graças e tudo. Ó, por exemplo, o Paulo não veio de gola clerical hoje. >> Estranhei, mas
ele tá com o crucifixo dele. >> É a cruz celta, né? E e e eu não eu não vim de terno porque daqui eu vou para uma consulta com a Sara. Eu chegar lá de terno ia ser complicado, né? Então, Ismael, fica tranquilo, cara. Eh, não Achei, achei pastoral. >> Ele não caiu da graça. >> Ô, Ismael, Ismael Rocha falou assim: "Rodou sem óleo". A minha dúvida é qual de vocês três que rodou sem óleo, cara? Acho que os >> Acho que os três não, eu tô com óleo em dia, cara. Eu tô com 43,
quatro filhos contar o que tá na Glória C e ninguém me dá 43 anos. Se eu tirar a barba, gostar, o melhor foi nesse momento. O Cleiton falando: "Eu tenho muito filho pro Samuel". Você tem quantos filhos? >> Você tem quantos filhos? >> Três. >> Três. Tá fraco ainda. Ainda >> tem que trabalhar muito ainda. Então, quatro. >> Pois é, rapaz. Pois é. Eu achei que ia colar esse argumento, mas [risadas] >> colou não. >> Não cola não. >> Colou não. >> Tem o Lucas aí. >> É, nó assim, se a gente for a gente
for olhar pela lógica, tá? Nós temos o mais velho que é o Narusi, temos o Cleiton. Paulo, eu sou o mais novo aqui. >> Vamos respeitar as as suas carecas. Ó, o Ismael Rocha diz o seguinte: "Músico tem uma vida difícil. Na maioria das vezes seu trabalho é visto como voluntário, né? Às vezes as pessoas entendem, não sei se é é uma perspectiva, uma percepção minha, mas confundem vocação como sendo algo voluntário que não Merece inclusive algum tipo de remuneração por aqui. Acho que ele tá ele tá se referindo é ao músico cristão que toca
na igreja, né? Porque tem o voluntariado, né? >> Sim. Sim, >> cara. Mas eu eu >> que na igreja tem um serviço, né, e não o voluntariado, né? >> Na igreja existem servos, não voluntários. Eu tenho muita dificuldade com a palavra voluntário. Também >> eu também. A gente lá na um crente é voluntário. Nenhum crente é voluntário. Usa terminologia chamados, né? >> Mas é porque juridicamente se você não chamar de voluntário, você tem um problema. O voluntário é aquele que trabalha quando quer, onde quer, do jeito que quer. Nós temos c que eu quis explicar
no sentido jurídico, o termo voluntário ele se aplica porque você não >> não, mas eu tô falando dos membros, não tô falando de alguém que tá prestando um serviço todo dia na igreja, aí é outra discussão. O cara faz serviço de secretaria, mas não recebe >> e fica como um voluntário. Aí aí sim, aí é a lei sobre isso. Mas o cara no domingo servir na transmissão, o cara servir na na na recepção da igreja, servir em trabalhos na igreja, ali não é um voluntário, ele é um servo, ele tá prestando um serviço. >> Eu
concordo na linguagem eclesiástica, sim, mas na na linguagem civil você tem histórico de de igreja que tiveram problemas com servos que arguiram na justiça. E >> mas é porque extrapolou esse essa questão, é porque acabou caracterizando de alguma forma um vínculo empregatício. Mas o que eu acho que o que eles quis dizer em relação aos músicos é na no aspecto de serviço mesmo dentro da igreja, né? >> Sim. Eh, esse é um assunto cont eh eh por exemplo aqui em São Paulo, eu cheguei aqui em São Paulo, para mim foi um choque de realidade >>
porque não é incomum as igrejas remunerarem os músicos aqui. Não é incomum, >> ao menos um deles, né? >> É, não é incomum, na verdade >> o diretor musical, né? Talvez, né? aquele que é o líder, enfim, recebe uma ajuda de custo e aí vai ver da parte Dele, por exemplo, o cara tá à frente, tá separando no repertório do >> o cara tá, é, o cara tá organizando a escala, o cara tá lá dispondo, >> chega mais cedo para poder tá dispondo de um tempo dele, os cabos, >> não e tá dispondo de um
tempo dele, né? O cara poderia estar lá fora dando, por exemplo, o cara da música, podia estar dando aula tal, tal e tal. São discussões. Eu não não entro dizendo se é lícito, é ilícito, não. É a realidade De cada igreja. Tem igreja que tem condição, tem igreja que não tem. O ideal é que as pessoas estejam todas lá. Eh, independentemente se recebe ajuda de custo ou não, né? Sim. Não, concordo. >> Ó, ah, tenho aqui outra outra. Ah, a Paulo falou o nome do livro, né? A justiça generosa. >> Ah, do Tim Keller. >>
Isso. Ó, nos testes vocacionais, Ismael Rocha dificilmente aparecerá jardineiro, Mas faça aparecer engenheiro florestal, o que é um erro também olhar o trabalho apenas na questão da remuneração. Deixa eu falar um negócio. Eu tenho uma eu tenho feito uma crítica muito grande à nossa cultura do diploma. Parece que o cara só é alguém se tem um diploma, >> só é gente se tem um diploma. Há várias áreas técnicas e outras que o cara pode, o empreend empreendedorismo também que o cara pode se dedicar e ele vai Glorificar o Senhor. É porque, por exemplo, aqui, deixa
eu pegar um exemplo aqui, mecânico. Mecânico é visto como um subemprego aqui aqui no Brasil, >> mas é totalmente necessário, né? >> Mas nos é mas nos Estados Unidos, Europa, >> mecânico, mecânico, pedreiro, tantos aqueles que que independem de diplomar, que você disse, né? Mas o mecânico dos Estados Unidos é uma, o cara recebe muito bem porque >> Mas atualmente cursos livres t ganhado uma certa ênfase a junto ali com a faculdade. >> Mas cara, aí por exemp >> na na vida acadêmica aí, né? A gente tá na vida acadêmica. Eh, e tem gente que
tá fazendo mestrado, doutorado que não tem a mínima condição, cara. >> É, a gente >> eu não tô falando mínima condição, eu não tô falando de ideologia, não. Então, a Gemima, ela é formada em Letras. com a Minha esposa e uma época ela quis fazer pedagogia, então ela ficou como aluna ouvinte durante um semestre ou dois semestres. Não é só analfabetismo funcional, Cleiton. A pessoa não sabia ler o texto, não sabia a pontuação, >> um parágrafo maior de três, quatro linhas, já não consegue interpretar >> acentuação, não sabe. Não é só um analfabetismo funcional, é
uma um analfabetismo completo. >> Então, por quê? Porque há essa ênfase de que tem que ter diploma por diploma. E aí a discussão talvez mais profunda que a gente não consegue fazer aqui, mas eu acho que sim, eu concordo com Ismael, há uma >> uma idolatria alguns trabalhos e outros não, né? Por exemplo, quando você vai falar sobre trabalho na igreja, tem cinco ou seis trabalhos que vai vir na sua mente automaticamente. >> E eu tenho percebido que existem muitos Trabalhos de bastidor e burocráticos dentro da igreja que conseguem eh que são muito importantes para
que todo o restante eh consiga acontecer melhor. >> Eu tava rindo aqui. >> A crise é a sua esposa, né? >> Não, a minha esposa é a Letícia. Acho que ela não mandou uma mensagem aí. A >> crise é a sua esposa, tá? >> Ah, por isso que ela falou careca. É a careca do meu. A Paulo, Paulo, careca. >> Ô, falou de careca, achou que é, achou Que sou eu, rapaz. Não sei por. É brincadeira. [risadas] >> É, eu só li o Careca tem seu nome aqui, Paulo. Desculpa. >> E ele tem mais cabelo
que eu, ó. >> É, é. Tem gente aqui quer fazer, >> é, tem gente que quer fazer implante aqui, cara. Vou dar um spoiler [risadas] aí. >> Inclusive você vai me ajudar a pagar esse implante, porque >> não faz não. >> Vou fazer, [risadas] >> cara. Deus te fez para ser assim, cara. >> Ah, não. Mas aí essa é uma discussão profunda também, ó. Você não vai ir pro dentista. Não, mas é diferente, gente. É diferente. Diferente. Lá >> meu Deus. É diferente. Deus fez seus dentes torto também, rapaz. Até que o cab é pois
é caiam. >> Cara, eu tô com 43, meus cabelos estão tudo aqui. E eu tenho, eu tenho raiva que eu corte uma vez por mês, eu tenho Que cortar, senão ele fica enorme, cara. >> É. [risadas] Nossa, rapaziada, não tá fácil não. >> Eu tô entendendo que a geração mais nova tá tá vindo mais gasta aí, né? [risadas] Vamos lá. Uma mensagem aqui também a a é para ser música remunerado na igreja depende muito da igreja. Em realidade >> a Lampavani, né? Faz um tempo que eu não não vi aqui. >> É realidade em várias,
mas nem todos trabalham com música na igreja são Remunerados. Não, eu não discordo. A a eu eu tenho conversado lá com a igreja da Aliança e fica aí a dica pros outros pastores também para criar uma espécie de quadro de avisos na igreja para falar quem são os profissionais daquela igreja >> para não ser algo oculto, né? >> É para o pessoal saber. Por exemplo, às vezes eu tenho na minha igreja um professor de inglês, eu tenho na minha igreja um cara que é educador físico, que é que é na verdade lá da fonte, Fazendo
a propaganda dele aqui. Tem pessoas de outras áreas que às vezes você não sabe que ele tá haver um incentivo na igreja para para que hajam palestras sobre isso, para que haja um incentivo, né, da para que um ajude o outro, né? Por exemplo, lá na igreja, a gente, quando eu assumi a igreja, nós tivemos que refazer a a agenda de prestador de serviço, né? Os meus critérios foram muito simples. Prioridade para presbiterianos. Claro, sempre levando em conta o bom serviço, né? Presbiterianos, >> depois outros tipos de crente, depois parte para quem não é crente.
Mas a prioridade é essa. Para quê? Para que a gente possa abençoar aqueles que são da fé. Sim. >> E e na minha leitura, os caras que são crentes, eles vão se dedicar mais para fazer aquele serviço, porque ele entende que tem a outra coisa em jogo. Não é só a a a reputação dele, é a glória de Deus, que é o que Paulo vai dizer, né? Que a gente deve trabalhar para os crentes ainda mais do que trabalhando para os crentes. Bem os da família da fé, né? vai trabalhar ainda mais. Por quê? Porque
a gente não tá avisando só glorificar Deus, a gente tá avisando abençoar aquele irmão. >> Lá na Aliança de Vedo, nós vamos ter agora no primeiro semestre uma palestra muito boa sobre esse aspecto de vocação de trabalho. Fica aí também a Propaganda. A gente tem um irmão nosso que eh trabalha no Sebrai de Jundiaí, Samuel de Castro Souza, e ele tá fazendo essa essa essa palestra. Inclusive, se vocês quiserem, ele tá à disposição para ir vir aqui em São Paulo e lá na na alto da Lendedorismo, >> empreendedorismo, trabalho à luz da perspectiva cristã, todas
essas. É um cara muito bom. >> Não, cara, eu sou o pastor que eu tô sempre perto do membro e e e ajudo o Cara no trabalho dele. O cara não não conseguiu emprego, eu vou lá e tento ajudar para o cara conseguir emprego. A gente tem que fazer, é papel nosso. >> Sim. E essa é uma perspectiva muito nossa, né? Porque não é incomum nós ouvirmos as gerações passadas gente dizendo que só está bem suucedido aos olhos seculares aí na no seu trabalho, porque lá atrás um pastor, um presbítero, uma professora de escola bíblica
incentivou ele a estudar, cobrou Dele a nós temos um presbítero lá na igreja do presbitor Valmir, >> ele disse que o pastor dele eh quando ele tava num determinada idade, o pai dele ainda não era crente, o pastor perguntava: "E aí, como estão as notas? Por que que você você foi tomou essa recuperação? Reprovou por quê? Por que que você não tá estudando? Tem que estudar pra glória de Deus. E aí ensinando ele dentro dessa ética calvent que deu as bases para ele conseguir Prosperar na vida nesse sentido, com o prosperar como fruto do trabalho,
né? Então, eh, eu acho que essa é uma parte que às vezes é negligenciada por nós, eh, pastores também, nesse sentido de nos preocuparmos com a educação das crianças, dos adolescentes, a inserção deles no mercado de trabalho, qual como eles têm sido direcionados nesse sentido, instruir os pais, os próprios crentes da igreja a a buscarem dentro da vocação e do trabalho deles. esses três, Essa tríade que nós trabalhamos bastante aqui de como eles podem glorificar Deus no seu trabalho como um testemunho e uma ferramenta de evangelização também de espalhar o reino de Deus, mas também
para sobrevivência da do povo de Deus e o sustento da própria igreja, né? Sim. >> É isso. Vamos começar então caminhar para as considerações finais. Só lembrando, gente, a gente tem sempre o livro do o livro do dia que a gente divulga, mas o site da nossa editora tá Em manutenção, tá? começou hoje, dia 28, irá em manutenção até dia 3/12, mas a as vendas continuam ah não tão suspensas, colocou aqui o televendas tá suspenso, mas para acho talvez para compensar você tem aí a Amazon, né? Os livros da nossa editora na Amazon, os e-books,
el muitos estão em promoção. Você consegue comprar revista de escola dominical, você consegue comprar livro, tem livro aqui, ebook, é, por exemplo, a criação criação restaurada, né, que é do Tá por R$ 7. Tem muita, tem várias páginas aqui de promoção para você poder entrar. Por exemplo, Lei e Graça, né, do Dr. Mauro Master, tá tá 750. >> Quanto? >> 750. >> Acho que é o ebook, né? >> O ebook. Tudo Kindle aqui, tá gente? Tudo no ebook. Ah, mas eu não tenho aparelho Kindle. Gente, você pode ler no tablet, você pode ler no computador,
no celular, só baixar o aplicativo, tá? Ó, A Idolatria do Coração do Felipe Fontes tá R$ 8. Então, muito livro aqui em promoção. É, é, é muito livro. E, e, e a nossa editora tem colocado o mais rápido possível no e-book, por exemplo, Igreja discipuladora, nós já tivemos um programa aqui já sobre ele, tá? 9,60 abrigo no temporal que é do trip, né, do Paul Trip, é muito bom, né, que nos ensina a viver com esperança no mundo quebrado, no mundo falido, tá 10,20. Então, tem muitos livros aqui. Eh, deixa Eu colocar na última página
aqui, não, não vai até a 10, a três, enfim, tem umas nove páginas aqui com livros, tá? Nessa faixa de preço aí que eu tô falando, seis, sete, as revistinhas estão 1,99, revista da SAF também. Então, muita coisa aí em oferta, >> ó. Tem coisa de Calvino ali, pastor. >> Sim. É o teatro de Deus, né, do Piper, né, que é aquela coletânia do Piper com Calvino no Teatro de Deus, tá 10,80 do Calvinismo do Kyer. >> É, esses livros aqui nossos que a gente tá usando estão em promoção também, tá? Não tem ainda o
cinco e o seis. Eu acho que vai sair primeiro no Pilgrim, eu acho. Não, não sei, mas tem essa, essas ó, por exemplo, tem um livro muito bom do Cal Truman, né, que é o conservador liberal. Ele faz uma discussão inclusive sobre ideologia e política. Ele tá 11,67. Então você tem aí a oportunidade de de adquirir muitos livros, né, para Para começar a formar sua biblioteca. Eu tenho uma um um eu não que a Amazon não me escute, mas eu não pago aquele Amazon ilimitado, né? O Kind ilimitado, não. O que é que eu faço?
É R$ 19,90, né, o valor. >> Eu pego esse valor e e compro de livro. >> OK. >> Por quê? Porque se eu cancelar o ilimitado, eu perdi os livros. Eu não tenho, aqueles livros não são meus, são alugados. >> Mas se eu pego R$ 19,90 e de lu, por exemplo, eu pego vários livrozinhos desse e vou comprando. Dessa brincadeira, eu já tenho quase 900 livros, cara, no meu Amazon. >> Hoje eu tô pagando. Acho que eu vou adotar essa estratégia aí. Cara, eu tenho para mim é muito simples. Eu já tenho na minha cabeça
assim um livro de R$,99 tem tantas páginas. Eu já tenho na minha cabeça a tabela. Então vou comprando três, qu c livros. Eu comprei Na época, a melhor compra que eu fiz na época, eu não sei se vocês lembram, a Paulos e a Paulinas teve uma a invasão, né, e tudo do site. Não, todos os livros foram vazados e para eles tentarem mitigar o prejuízo, eles colocaram mais de 3.000 livros a R$ 1 cada um na Amazon. Eu comprei, a, eu comprei a pratística toda, R$ 46. Eu comprei, >> comprei. Tem que atualizar porque tem
novos, né? Tem novos livros que já foram publicados da Patrícia que eu tenho que Atualizar. Mas é isso, você entra aí, tem muito livro em promoção, muito livro em promoção. Acredito que todos, deixa eu olhar só a chamada aqui que foi feita, tem um grupo, tá? E eu tô falando aqui com com o Uriel, né? Uriel é o responsável pela parte de de propaganda. Ele tá falando que realmente tá fora. A promoção do livro do dia só volta próxima semana, tá? Mas a hoje os ebooks, ó, deixa eu ver aqui. Ebook, não, só falo ebooks
da nossa Editora, né? Estou em promoção. É apenas hoje, tá bom? Não deixa para amanhã nem para depois, não. Se for comprar, já compra hoje. A única coisa ruim para mim de comprar ebook é que você não consegue colocar no carrinho, né? Você tem que comprar um, >> não, não comprar outro não. Ebook não. >> Tem que ser um a um. >> Um a um. É. >> E aí a a a forma rápida é aquele é clique e compre, né? você põe, >> mas quando você compra, ele já sai daquela lista de livros e volta
outra propaganda. Então a ideal é você botar o do botão direito, abrir uma nova aba, vai abrir você quer comprar e vai comprando um a um. É isso. Já fiz a propaganda da editora e da Amazon, tá? A Amazon depois manda um drone aí para mim lá na minha casa, tá certo? Mas é isso, a nossa editora até o dia 3 não terá o livro do dia por questão, é, como foi falado, né? os servidores aí estão em Manutenção para atendê-los ainda melhor. Então, a partir do dia 4/12, que é a próxima quinta, volta então
a promoção do dia do livro. E se você ainda não comprou essa coletânia, compre. Nós encerramos, né, mais uma, mais uma não, encerramos uma coletânia. Eh, teremos o mês de dezembro a temas mais avulsos, mas aí quando a gente voltar já desse recesso, a gente tem programa aqui até quando, Rônix? as duas primeiras sextas 20 Dia 22 entra de recesso aqui, né? >> Então a gente tem programa aí dia 5, dia 12 e dia 19, tá? Três programas em dezembro com temas, entre eles a vai discutir a questão do Natal novamente, como fizemos ano passado.
E e é isso, deixa eu começar com o nosso eh convidado, então ele vai dar as considerações finais. Eh, fala um rapidamente, a gente tá no temos já 4 minutos aí para encerrar o programa. >> Mas é isso, foi uma alegria estar com Vocês aqui. Mais uma vez, Paulo, obrigado pelo convite. Um prazer conhecer vocês, conversar um pouco sobre vocação. Então, trabalhemos como para o Senhor, mesmo que os nossos patrões sejam maus e também com o fim de sustento do nosso lar, da igreja e para acudir o necessitado. >> É, depois dá uma lida em
Efésios e Colossenses, né? São textos Gêmeos >> quando vai falar sobre o servo, o Senhor e o servo, né? Como é que o Senhor deve Proceder, o patrão, o pregador é Efésios 6 e Colossenses 4, né? E o Colossenses 3 e 4, né? Ele ele começa no três, ele conclui no quatro. Você dá uma lida depois. E como é que o o empregado ou o servo, enfim, ele deve proceder em relação ao seu senhor, principalmente quando é crente, né? Paulo, um prazer te ver novamente. Paulo tá nos ajudando aí até o final do ano, né?
>> Isso aí. O Naruto que não quer deixar você continuar depois, viu? Ele falou, >> tá me boicotando [risadas] aqui, >> não. O Paulo vem toda vez lá de Vinhedo, gente. Ele vem de ônibus ou de carro, participa aqui conosco e volta muitas vezes correndo para lá por causa dos afazeres dele na igreja, tem nos abençoado, agradecer o conselho de Vinhedo que tem cedido aí o seu pastor e contribuído aí com bússula, né, inclusive financeiramente, custeando as vindas dele, né? Que Deus te abençoe. Fala um pouquinho aí da Igreja e as palavras finais. É, eh,
nós estamos lá em Vinhedo, na Igreja Prespera da Aliança, Avenida da Saudade, número 60, aos domingos pela manhã, 9 horas, nós temos a escola bíblica às 10 do culto. Eh, tem sido um prazer, tá? Que eu sei que o Thiago tá fazendo jogo contra aqui nos bastidores para minha continuidade. >> Thaago, Thiago tem dessas coisas, cara. >> Ele fica desse jeitão aí, >> ó. Há 5 minutos atrás eu tá sendo Expulso. Agora eu tô decidindo. Vocês [risadas] pod decidir aqui. Mas tudo um prazer enorme poder servir a nossa igreja, nossa denominação, um pouquinho aqui no
bússola, e lembrando que nós precisamos eh pedir ao Senhor que sonde o nosso coração e para que a partir do nosso relacionamento com ele, dos cultos dominicais, das pregações, ele possa crescer cada vez mais em nosso coração. o amor que nós temos pela sua glória, Pela sua fama, pelo seu nome, para que então nós possamos lidar com o trabalho de forma bíblica, de forma leve, prazerosa e graciosa, como para o Senhor. E não >> essa cruz você comprou em algum site? Estão perguntando aqui, >> cara. Essa essa cruz é de um é um rapaz lá
do >> Fal Não fala do jeito mineiro, não. Fala rápido, cara. >> Não, é de um rapaz lá do Nordeste, se eu Não me engano, de Recife. Você encontra ele no Instagram, é S de Deu Glória. >> S Deu Glória. Você procura. Tá bom. Ó, a Alan perguntou aí, Naruso, 30 segundos, cara. >> Tá vendo, ó? Sempre eu tô brincadeira, meus irmãos, ó. Então, vamos lá. É só fazer uma brincadeira rápida aqui. Vamos lá. 30 segundos, cara. >> Eu vou usar meus 30 segundos agora aqui. Eh, domingo às vezes a gente pensa que é um
dia de ociosidade, não. Domingo é o Dia de nós servirmos. Paramos de trabalhar no sentido mais amplo. É o dia de nós servirmos. Então, aproveitando o gancho desse desse programa, cultue ao Senhor, cultue, estimule, incentive, exorte aqueles que eventualmente estão fazendo deste dia tão especial um dia de descanso, de inércia, inclusive espiritual, tá bom? Que Deus te abençoe. >> Próximo do programa já vou deixar aqui acertar, a gente vai falar sobre dia do Senhor. Então, >> dia do Senhor. Perfeito. >> Tá bom. Tá bom, Naruso, eu tô te falando do tema para tu não chegar
na hora e não saber qual [risadas] é, cara. Tem que ser do senhor domingo. >> Mas eu olhei aqui e desenrolei, cara. É, é, eu não [risadas] >> é isso, ó. Vocês viram, a gente foi pego de surpresa com o tema e a gente desenrolou, tá? A gente se virou aí nos segundos e já redefiniu aí a pauta da mesa rapidamente, irmãos. É isso. Deus Abençoe. Sou pastor ali da igreja Pressana da Aliança, fica na rua Artur de Azevedor Hário de culto 9:30, 18:30, escola dominical às 11 horas. Vai ser um prazer recebê-lo lá, receber
sua visita. Deus abençoe todos os nossos amigos. Cleo, obrigado pela visita aqui, pela participação. Paulo também, um abraço. Sarinha também que tá acompanhando. Rôonix, todo mundo da produção. Deus abençoe. Um bom final de semana e nós nos vemos na próxima sexta, a partir das 12:30, se o bom Deus permitir. Não deixe de acompanhar os quadros da fé 11 horas todo dia de segunda a sexta e histórias da história. Toda quarta-feira 12:30 eu acompanhei os programas e a grade toda. Fica acompanhando e que Deus te abençoe. Bom dia do Senhor e até a próxima sexta, se
Deus permitir.