E aí [Música] e a partir dessas duas grandes perguntas que chegou uma terceira que é quais são alternativas são dignas de nota em relação à gestão desses conflitos familiares relativos a convivência começamos então com Célia tá bom essa pergunta me remete a minha ida o oragon né a Universidade do Oregon em que eu tive a oportunidade de fazer algumas passage nas como diriam Os argentinos da em vários programas e um programa que me chamou muita atenção foi um programa que trabalhava o convívio familiar em que o magistrado não julgava quem era o melhor pai ou
a melhor mãe mas lugar com o melhor projeto e eu queria trazer isso para gente pensar aqui porque a gente não faz isso com o Brasil também né o pai tinha que apresentar o projeto que pensasse ele na relação com a criança ele na relação com a mãe né e ele na minha mãe na relação com a criança então o sistema se relacionando e fazendo uma proposta né E a mãe a mesma coisa então queira julgado Não era quem era melhor pessoa melhor ser humano retrospectivamente é melhor projeto e projetos são monitorados então aqui nós
é incrível né eu tenho tentado fazer a mediação e tem funcionado bem né E penso que também a gente possa pensar via jurisdição a dedicatória não precisa só ficar na mediação né como nós podemos implantar porque aí você sai daquela perspectiva de você tem que colocar à baila o que o outro é ou que o outro deixa de ser né E aí o que me traz também uma reflexão né eu tô como conselheira da OAB no tribunal recursal né ético-disciplinar e o que me chamou muita atenção ainda que é uma prática corriqueira na Vara da
Família gente que faz família tá acostumada a ver isso né que as pessoas não fazem uma defesa técnica né de regra a defesa é feita acusando né muitas vezes colocando o que o outro é o que outro deixou de ser isso vem parar no tribunal ético-disciplinar né E tem uma fala de que isso é né na verdade o advogado advogada eles têm uma imunidade E aí o que a gente tá discutindo atualmente quais os limites de uma imunidade versos é um tratamento que seja um tratamento ético um tratamento que seja respeitoso dentro dessas defesas do
exercício do direito de defesa né então acho que isso é uma coisa importante você atacar o outro né Eu nunca investigação de paternidade Antes de nós temos o DNA Mas você tinha que falar que a mãe da criança era isso aquilo né praticamente e alguém que tinha problemas Morais éticos etc e Consul é exatamente E aí o que acaba acontecendo com o DNA que acabou sendo o DNA que foi uma defesa técnica você já fica mais exame política céu não organiza então nós poderíamos pensar em defesa técnica da família para tu né respeitando porque isso
também diminui a escala cima e preventivo de confirmar né então nunca mais se acabam essas ações depois eu vou contar uma história mais para frente vocês um caso que eu participei E para finalizar acho que vai caber aqui de uma forma bacana eu fico feliz né a gente vem aqui para falar das reflexões dos estudos O bom que a gente também aprender A Minha tese de doutorado foi exatamente sobre guarda nesse sentido eu faço uma crítica muito profunda primeiro conta o próprio nome eu não gosto Porque ele é remete a coisas eu acho que é
incompatível com pessoas que são crianças e adolescentes mas a parte A Minha tese é exatamente o dedico como a gente deveria ao invés de ficar disputando quem tem Aguarda a gente deveria propor as alternativas estão é bom te ouvir porque agora tem o digamos assim eu posso também atribuir um nome ativo que eu consegui fazer e no meu dia a dia de defensor é isso que eu faço eu tenho uma alguns é digamos perguntas roteiro dos meus assistidos e dentre elas Eu sempre peço para aqueles reflitam eles me contem o que era quando estava morando
se já morou com os filhos os filhos você já me conte como era me conte o que você gostaria que seja Então a partir de agora eu acho que isso foge ali do Júri de queijo a gente deixa de estar preocupado em dar nome jurídicos eu acho que essa minha parte mas a gente consegue trabalhar e mostrar né Quais são os limites Quais são as possibilidades como é que a gente pode pensar para eu vi um para sair essa uma solução que funciona então porque ela tá pensando que vai então mostrar até o que vai
funcionar para a criança então eu gosto muito assim são duas perguntas fixas tipo me conta como era Me conta o que você deseja e a gente constrói a partir daí é solução e pensando um pouco ainda na linha do que a Sandra trouxe dos sistemas vivos né Acho que essa convivência eu recebo muitos casos para mediação com o tema alienação parental a situações que nós não temos sequer vínculo para falar e existe uma alienação EA situações que de fato né uma outra está preso no passado na relação conjugal né e não entende um pouco a
dinâmica da relação parental e nós temos feito visitas mediadas lá no projeto Entre né que são visitas mediadas né nós colocamos aquele sistema Vivo para se manifestar na nossa frente com dois mediadores e a gente vai entendendo junto com aquela o acontecendo né é diferente de um cevat né que você vai lá para o pai que não consegue a mãe que não consegue estar com a criança de uma maneira precisa de uma supervisão é diferente né a ideia que você esteja junto e consiga até aportes para depois trabalhar com essas pessoas né no sistema Vivo
se manifestando então é muitas vezes e até o Sicoob da criança a psicóloga da Criança é para porque muita vida que não se quer tem vinculação com o pai para estar no contato ou com a mãe e também tem os dois lados da história né então eu acho que pensar em mecanismos que entendam esse sistema em desenvolvimento e o que ele Force o que pode ser feito para sua transformação acho que essa esse é um caminho que talvez funcione bem também completar eu queria completar voltando ao Começo porque as vezes é no momento que surge
um conflito que esse esse esses pais esse casal essas pessoas se não forem 1k e elas percebem que elas precisam daqueles convidados que elas não fizeram né porque eles momento que ele faz falta né eu gente percebe a necessidade e importância quando ele faz falta e muitas vezes ainda é possível reconstruir isso fazendo esses combinados sem chegar necessidade de uma solução jurídica né é eu recebi uma vez uma um casal para mediação e era um casal vídeo uma pessoas casadas né E que queriam permanecer casadas estavam em terapia familiar terapia de casal e a terapeuta
mandou para mediação para que eles construíssem esse combinado em mediação bom então é a ideia de você ainda conseguir quando você não escalou demais né na na espiral do conflito aí daí tem vários formatos né tem a escada Ladeira abaixo tem a gente vê muitas figuras sendo usadas pelos doutrinadores que falam de conflito mas o fato é quando o conflito ainda não se desenvolveu muito ele não foi aquela bola de neve ainda tá pequenininha né ainda é possível conversar para ir destruindo ela né transformando essa bola de neve então é essa possibilidade de a gente
der os convidados não tinham sido feitos o conflito os conflitos não consegue ser gerido por que não tinha combinados Mas ainda é possível dependendo do nível de comunicação que as pessoas ainda tem entre elas construir esses Kombi ao longo do tempo é isso é bastante interessante também é realmente a gente for pensar então né a chance de que diálogo os ajudem a atualizar esse conflito né Então a partir daí dessa possibilidade consensual a gente vai ter aí algumas vamos ver aberturas maiores para melhorar a vão dizer aí a gestão desses com a [Música] E aí
E aí E aí E aí E aí