às vezes eu faço um vídeo no YouTube trago alguns saberes da religião tradicional Ubá que nós vivenciamos dentro da Umbanda que nós praticamos me acusam de que isto não é de umbanda que isto é de Candomblé ou de Fora que não seria coisa de umbandista às vezes me me apontam a a umbanda é umbanda branca não tem nada de negro não tem nada das macumbas caiocasagrande2 fique comigo inscreva-se no canal ative as notificações acompanha esse vídeo descritivo do curso Umbanda P no chão com link que você é redirecionado para playlist do curso já sai maratonando
as videoaulas tudo gratuito aqui no canal universalista EAD quem tem canal no YouTube Quem tem ação mais intensa nas redes sociais como eu tenho praticamente mais de 20 anos é impressionante alguns movimentos algumas atitudes comentários de intolerância religiosa intar religiosa entre nós umbandistas intolerância ácida destrutiva Por que que nós umbandistas vees Agimos assim em relação à Umbanda do outro ao culto do outro ao objeto de devoção do outro bandista que em alguns aspectos é diferente da Umbanda que ele pratica no terreiro dele por que que isto acontece eu não sei ainda por que isto acontece
eu tenho observado que de tempo em tempo este movimento ele ganha força Umbanda Branca virou sinônimo de algo menor então há um movimento de intolerância dentro de um segmento da própria Umbanda em a umbanda Branca mas o que seria essa Umbanda Branca Ah eu assisti um vídeo da sua casa eu vi que só tem pessoas brancas Ah então não é de negro não tem nada de negro porque só tem pessoas brancas trazer a cultura ancestral africana seja Ubá seja banto seja J A que for é reduzir essa cultura porque isso não está necessariamente ligado a
uma raça temporária eu posso estar e eu sei que estou encarnado nesse corpo descendente de portuguê mas o meu espírito já esteve lá em África eu sei que eu já tive uma Encarnação lá já fui pra escola de babalaô aprendi eu vi isso me foi mostrado através da clar evidência vi a casa que eu morava vi o meu mestre espiritual O babalao que foi meu mestre espiritual e hoje está no astral é um Babá egum então nós limitarmos a uma cultura ancestral milenar a algo tão pueril quanto a cor do corpo físico na presente Encarnação
é uma objeção por incompreensão é não compreender a profundidade da espiritualidade e o que que acontece entre as reencarnações sucessivas falei em reencarnações sucessivas alguém vai dizer isto é coisa de Espírita é umbanda espiritista nós teríamos que rever essa postura que nós apontamos em nossos irmãos evangélicos que são tolerantes para conosco demonizam as nossas entidades mas nós caímos na mesma atitude entre nós eu acho que isso é pior é a intolerância intrarrelacional coisa de umbanda eu não tenho nada contra o Candomblé seja Angola seja nagô eu respeito Essa tradição então eh eh nós apontamos no
outro aquilo que nós temos preconceito demonstra uma profunda intolerância entre nós além da Umbanda branca essa denomina ela hoje ter uma conotação pejorativa como se fosse algo menor ou apontando em a umbanda branca como se naquela casa só tem coisa de branco e etnocêntrico da Europa Espírita nada do africano então é uma intolerância de dentro da própria religião dos seus adeptos para com outros adeptos da religião Mas será que a Umbanda A Senhora da Luz velada não contempla todas as formas de manifestação dependendo da característica de cada comunidade cada terreiro adapta os seus ritos o
seu modo operante seu modo de ser rito litúrgico em conformidade com a necessidade de aprendizado de experiência daquelas consciências que ali se une se no triângulo da Fraternidade mais de 90% dos seus frequentadores são descendentes de branco europeus é uma característica que acontece naturalmente por outro lado se nós temos uma pegada da religião tradicional Ubá uma cosmovisão de mundo do Orixá na sua origem africana e temos a alguns ritos e usos litúrgicos que são semelhantes às religiões afro-brasileiras pela Nossa ancestralidade essa mesma maioria branca europeizada que frequenta o triângulo da Fraternidade que se reconhece como
umbandista indica que nós que isso não é coisa de umbanda Então essa intolerância ela não está somente nas redes sociais mas às vezes passa por dentro do trânsito na assistência daqueles que frequentam a casa eu acredito que isso não é uma exclusividade Nossa deve eu tenho certeza de acontecer em outros terreiros essa diversidade de expressões e falta de compreensão do que é a umbanda demonstra tão somente ainda a nossa instabilidade espiritual e nossa baixa mat de resiliência de lidar com outro lidar com diferente e a umbanda é uma caixa de ressonância ela atrai essa diversidade
e coloca nas suas próprias linhas de manifestação coloca o branco coloca o índio coloca o negro coloca o Espírita O católico o budista coloca inclusive O ateu e coloca aqueles que são excluídos nas demais frentes religiosas mediúnicas coloca pombogira coloca malandro boiadeiro baiano e todas são bem-vindos nessa Umbanda de Todos Nós um outro aspecto da intolerância interreligiosa é um segmento de adeptos umbandistas tentando desconstruir o advento do Caboco das Sete Encruzilhadas através de Zélio Fernandino de Moraes A argumentos de que a umbanda era pre-existente que já existiam manifestações de preto velhos de caboclo tudo isto
é verdadeiro mas não tem como apagar da história o que está registrado na história independente da discussão acadêmica antropológica se Zélio de Moraes com Caboco foi o fundador da Umbanda ou não sem dúvida nenhum ele é um ícone important íssimo na estruturação desse movimento religioso que foi após o advento do Caboco das Sete Encruzilhadas Que Houve várias manifestações de caboucos por esse Brasil afora do Rio Grande do Sul ao norte do país do a yopo ao sui várias manifestações em cozinhas em salas nas suas casas caboucos se manifestando e a partir daí começou a se
estruturar esta religião que hoje conhecemos como Umbanda Qual é o interesse de deslegitimar ou desconstruir Zé Hélio Fernandino de Morais eu não consigo compreender eu aceito que não é uma unanimidade Z Fernandino de Moraes ter sido o fundador da Umbanda eu nem me nem afirmo isso não tem direito de afirmar e não me dirijo a Zélio Fernandinho de Moraes Dessa forma não me refiro a ele dessa forma inclusive livros que eu escrevi eu boto como ele como ele fez a anunciação naquele momento mas haja visto a concomitância de várias manifestações eu afirmo que foi um
movimento orquestrado a nível espiritual que vieram várias entidades luminares para através do mediunismo estruturarem o movimento de umbanda e se destaca num momento histórico Zélio Fernandino de Moraes pela pujança da sua mediunidade e pelo Impacto histórico que teve pelo número de tendas que ele fundou e a partir daí estruturou uma escola a umbanda é de todos a umbanda é do negro é do índio é do excluído é do branco é do amarelo é de todas as religiões Umbanda é é a luz divina é próprio Deus único que é percebido de diversas formas nas diversas religiões
em Ação Umbanda colhe Umbanda não prec conceitua Umbanda não exclui que nós tenhamos um comportamento mais acolhedor nessa Umbanda de Todos nós sejamos Umbanda Branca sejamos Umbanda preta Umbanda marrom Umbanda Cor de Rosa sejamos Umbanda essa Umbanda de todos nós que tanto nos ensinem e até hoje nós não conseguimos compreender em sua plenitude o que de fato é umbanda que umbanda seja bem-vinda sempre em nossos corações e nossa consciência Umbanda de Preto Velho Umbanda de Cabou com banda de criança de chu boiadeiro BB gira marinheiro baiano e todos são sempre bem-vindos nessa Umbanda de Todos
Nós E você tem algum exemplo de intolerância intra religiosa intolerância entre umbandistas para deixar para nós aí faça o seu comentário estarei lendo a todos interagindo com vocês Se necessário meu muito obrigado até a nossa próxima vídeoaula aqui no canal universalista EAD l