[Música] [Aplausos] olá seja bem vindo seja bem vinda no levantamento do instituto pró-livro destaque 44% da população brasileira não têm o hábito de ler e entre os que lêem apenas 25% e claro gostar da leitura outro dado revelador é que 7% abrem os livros apenas porque são obrigados pela escola ou pela faculdade evidente que essa estatística poderia ser bem melhor né mas onde está o problema porque essa falta de interesse os materiais didáticos estão acompanhando as mudanças no mundo quem vai me ajudar nessa reflexão é ana gomes professora da rede municipal do rio de janeiro
o andré lúcio dentro que é diretor do centro de aperfeiçoamento dos profissionais de educação muito obrigado pela participação de vocês aqui no conexão comércio fazendo aqui uma uma provocação para andré porque que a essa resistência de em relação à leitura no brasil principalmente em relação aos estudantes eu acho que no caso específico do livro didático que é o nosso foco aqui eu quero enfatizar a questão metodológica eu acho que no geral os livros trazem ainda uma pedagogia uma dinâmica muito diretiva no esquema pergunta e resposta o livro pergunta o estudante responde eu acho que no
geral os livros não tem conseguido colocar os estudantes como protagonista de todos os processos inclusive nos processos de leitura e escrita né eu acho que do ponto de vista didático e metodológicos livros desafio muito pouco problematizam muito pouco e não conseguem ainda no contexto geral é trazer para a sala de aula e pro céu e por seu escopo é toda essa questão do protagonismo do estudante é acha que os livros é didáticos ainda funcionalmente um esquema de almanaque alguma coisa assim nesse sentido eu acho não eu acho que no geral por exemplo nos casos de
língua portuguesa as coleções de texto são muito boas os textos a escolha de texto é uma escolha muito boa às vezes os estudantes principalmente as de periferia os mais pobres têm acesso aqueles textos apenas no livro de idade mas eu insisto na questão metodológica exploração dos textos eu acho que ainda é eu vejo uma predominância diretiva eu acho que as questões não conseguem é trazer o estudante protagonismo por uns livros não conseguem desafiá-lo problematiza questões para que ele então se construa como leitor e se constitui como sujeito de leitura e ao mesmo tempo a internet
chamando atenção de todo mundo né como é que esse desinteresse pela leitura tem aparecido na sala de aula que você tenha observado nos últimos anos é eu gosto de dever e isso tudo com bastante calma né interesse o desinteresse pela leitura primeiro lugar aquilo que a gente o que acho que falta no momento da alfabetização um processo de informação do eleitor tá que é que são coisas que que não não é a mesma coisa quando você alfabetiza você não efetivamente está ensinando a perceber os movimentos da leitura porque o movimento de leitura ea questão da
leitura um movimento bastante complexa e às vezes esse processo falta então a primeira coisa que a gente tem que observar é que isso precisa caminhar junto a gente precisa de um exercício nesse processo da já o foguete zação construir não é verdade que se aprende ler embora você vai lendo você vai aprender a ler não é verdade você aprende aprendi a ler tem que ter um interesse de mediação do professor para conduzir com o professor não é culpa de ninguém é é uma reflexão ainda pouco é aprofundada do que é o ensino da língua porque
muitas vezes a gente acaba ensinando a língua 100 da propriedade é o aluno 100 da propriedade é um estudante da língua então você quem ensina a língua que é uma coisa que a dinâmica que é uma coisa de interação que é uma coisa que que ela existe no nosso cotidiano você quer trabalhar no ensino da língua estanque é você pega um conteúdo a quem é o sujeito morte procuraram e não é isso né a língua não se daí elas uma dinâmica ela se dá nestas compensá lá e bati nas questões da polifonia nas questões da
anunciação então fazendo desde a alfabetização a sua proposta seria que a criança já fosse aprendendo tudo isso de maneira contextualizada contextualizada não tem outra forma de você aprender a ler néné dom pedro oliva não lê não porque não 6 ou acho que ano escreve bem porque não lê não são função com são ações específicas formações específicas olhar intenção específica que não pode ser é menorizada né fora isso nós temos uma questão que a gente olhar os nossos resultados nas provas de rede mesmos das provas de redes internacionais vamos observar os nossos alunos que o que
o brasil apresenta uma relação é mediana de desempenho em relação à língua eu não não faço parte de nenhuma equipe gestora do país mas isso me coloca o tempo inteiro pensando por que nós brasileiros brasileiros temos uma relação tão empobrecido própria língua penso que tem a ver com um tudo isso com toda a forma como nós encaramos a escola com esse relacionamento como ele fala a gente não fazer um estudante sujeito do seu processo de não fazer cada um de nós sujeito da nossa língua com os falo você sentou momento da alfabetização mas o e
dados que o instituto uma consultoria que desenvolve pesquisas relacionadas à educação divulgou recentemente um estudo que mostra o seguinte que 25% dos estudantes do 9º ano só 25 por cento declaram realmente têm o hábito de leitura que se e é um momento crucial é porque estou entrando no ensino médio a partir dali preparam para entrar numa faculdade lembra na verdade eu acho que esse percentual precisa ser questionado né porque na verdade eles lêem muito eles lêem muitas coisas né talvez eles não estejam lendo aquilo que a escola quer que eles leiam né os livros dos
canônicos que estão nos programas e etc e então eu acho que esse debate sobre a leitura é mais do que como se lê e da quantidade o que se lê o que a gente tem visto nas escolas né é do brasil inteiro é uma condição é uma proficiência de leitura muito aquém daquilo que eles deveriam ter para a idade que tem outra série ou ano em que estão matriculados né eu acho que a questão da qualidade e trazendo de novo para a questão do livro talvez o livro e não sendo obviamente o único instrumento único
recurso né de que a escola dispõe de que o professor também dispõe talvez o livro não tenha conseguido fomentar esse é um instrumento auxiliar nessa formação do leitor uma formação mais ampla o leitor que questiona o que lê o leitor que faz inter-relações que constroem intertextualidades o leitor que constrói inferências né dessa leitura que a gente fala a incompetência bem mais é avançado simplesmente pegar ali depositam cliente e decodificar é essa a mera decodificação a escola tem conseguido fazer né mas leitura no sentido amplo leitura de mundo leitura dos textos em diversos gêneros e isso
realmente é uma pauta que o brasil ainda não venceu até ao a um livro do daquele professor luiz antônio marcos que em que ele vem fazendo essas observações foram dos que se ficar mente de um de língua portuguesa em que ele observa que na verdade seria 1999 é que os alunos deveriam apresentar nove procedimentos e os livros didáticos o trabalho é que ele sugere que seja é que seja as especiais específicas nas diretas ele já que são os objetivos ele fala também das diferenças das globais sociabilidade na verdade ele não chama de habilidade mas ele
ali na análise de viabilidade ele observa como aparece as questões unidades de língua portuguesa ele observa como aparecem as questões dos livros algumas são de cópias algumas são escritas são diretas poucas aparecem diferenças poucas aparecem que são as globais que exigem as referências e uma compreensão mais complexa daquilo pra você responder e as subjetivas na verdade alguns dados mostrar que nós somos campeões e responder questões explícitas ou seja que os dados ea resposta está ali não exige do aluno olhar para aquela questão de uma forma mais ampla de inferir isso esse professor marcos marcos que
ele fala trato no livro dele pensando bem da língua portuguesa mas a costa de avaliar que este comportamento talvez se repitam também nos outros livros né e aí vai esbarrar bastante no corpo nu quando a gente pensa nessa modalidade que é o brasil nessa diversidade que o brasil quer aproveitar o exemplo português que você trouxe pra cá e falar um pouco de literatura e sobre a escolha dos livros material que são utilizados em sala de aula e gostaria de mostrar agora uma reflexão do filósofo leandro karnal vamos ver adotados nas escolas brasileiras são adequados na
sua visão por exemplo eu sempre fiz uma crítica machado de assis no ensino fundamental machado de assis trata de um certo me lisonjeia trata de temas como adultério trata de um assunto certo ceticismo diante da perspectiva metafísica do mundo contos como a cartomante a igreja do diabo contas como um pai contra mãe é um dos últimos contatos dele todos trazem um certo distanciamento do mundo com uma linguagem que apesar de ser muito direta com frases curtas e parágrafos curtos é um pouco difícil para os jovens não pela linguagem mas pela temática então como diz o
fundador da homeopatia doutor alemã a diferença entre o remédio eo veneno é a dose então eu tenho que atrair os jovens contextos muito contemporâneas e muito interessantes de grandes nunca leu o que você acha que por onde começa com alguém que nunca leu e nem alta qualidade chiquinho que poderia é contaminar uma crônica curta de um goleador salem tozzo como luis fernando verissimo uma crônica clássica de fernando sabino uma crônica clássica que traga uma história curta seduzido leitor para um texto bom e curto eu seduzir ia para a conta nós temos contos fabulosos conquistas e
ótimos só pra imaginar que um conto o homem que sabia que falava já vanessa é um conto que já tem mais de 100 anos praticamente e é continua fascinante então atual eo atual a depois disso um livro curto mais do século 19 e fácil de ler um conto bem estruturado mais expandido como o alienista de machado feito isso eu começo a essas aventuras maiores e depois que você atinge a maturidade como leitor e tem um certo arsenal aí vamos em busca das fontes da cultura por exemplo a divina comédia por exemplo em lleida por exemplo
de sucesso são grandes aventuras não são acessíveis para todos shakespeare shakespeare é mais acessível romeu e julieta ler teatro não é tão fácil mas vê o teatro é bom shakespeare escreveu peças para serem vistas então romeu julieta pra começar a chegar ao ramo é porque a maior das peças são 4.500 versus então você tem um tempinho mais para isso mas como e julieta sonho de uma noite de verão começa vendo filmes bem feito sobre isso depois leia depois ver você vai passar a haver um mundo que uma forma de distinguir a gente não precisa seguir
exatamente a sugestão do leandro karnal relação aos títulos mas acho que ele traz um questionamento importante que é a o material que hoje é disponibilizado conteúdo que hoje entrega ali na ponta para os estudantes ele dialoga com a realidade contemporânea na avaliação de vocês eu acho que o livro traz um modelo que não é muito contemporânea eu acho que o os livros ainda não entenderam e talvez até por por conta de seu formato é analógico impresso né não entenderam a influência das novas tecnologias não entenderam ainda influencia nas mídias que se transformam e é preciso
entender que tecnologias e mídias interferem no processo de leitura né então você tem o hipertexto em que você tem uma liberdade embora o nosso cérebro tenha sido o tempo inteiro desde sempre hipertextual né e e faça hiperlinks mas há obviamente que o suporte impresso e limita essas conexões né e os estudantes hoje principalmente os mais novos fazem essas conexões de forma muito mais é menos problemática do que pra nós que estamos no processo de migração do analógico para digital essas tecnologias influencia o eleitor e talvez os livros não tenham conseguido captar esse momento histórico contemporâneo
para auxiliar no processo de formação de leitores eu sinto muita falta inclusive a aposta dos livros ainda é só no livro impresso o a própria indicação ainda poupou indicação de e books e de sites de novas plataformas em que os mesmos conteúdos e as mesmas obras clássicas por exemplo estão agora numa nova roupagem uma nova linguagem talvez isso distância um pouco e atrás um pouco mais a questão da formação de leitores ela você acha que esse tipo de modelo funcionaria por exemplo pra escola você usar e books você usar fazer essa aliás a ponte com
a internet fim sim eu vou pra trás pra frente quando a gente pensa na questão tecnológica teve alguns anos atrás a academia brasileira de letras fez 11 um concurso de contos é com o número de caracteres do twitter então aqueles poucos caracteres como você produzir minicontos e aí você fica na sala de aula abandonando essa possibilidade de brincar com isso é como você usando essa quantidade mínima de caracteres você pode produzir um mini conto é possível é é e aí às vezes essas coisas são abandonadas então acho que esse é um ponto uma outra coisa
que acho que retomando um pouco o andré havia dito antes que são é o o os materiais que são oferecidos pela leitura por exemplo a história em quadrinho os alunos são leitores nem mangá muito mangá tem muita história em quadrinho eu tenho filhos adultos agora mas antes eles liam em comprar os livros de história em quadrinhos já falando de estratégias na época é não e assim de reunir histórias em quadrinho que pra você leia até porque esse é um outro ponto que para nós não é muito bom a leitura de imagens nós não somos muito
bons quando vai fazer essa leitura mas que são mais são materiais que quando você leia exige de você uma subjetividade profunda e na verdade quando você vai trabalhar isso que o aluno gosta de ler jornal sobre uma tigelinha bota aquela tirinha também bastante rudimentar que não leva nenhuma reflexão ao trabalho de diálogo mas também não leva para apropriação daqui daquele texto então na verdade a gente também acaba fazendo uma certa é discriminação dos textos né e também os testes e que são oferecidos a produção a uma produção é de jornais das comunidades aonde de fan
page a produção de escrita e por que essa produção de escrita não entra na sala de aula de alguma maneira é aproveitada o general os quando você vê um islã que embora os lances geral não seja inscrito mas é uma produção que está acontecendo quando você trabalha nas comunidades e trabalha nas comunidades vão ver a escrita das letras de funk algumas letras de funk a ação obscenas mas a função de são conhecimentos que podem ser só agora outra função elas trazem uma reflexão daquela comunidade daquele local e porque ele é desperdiçado quer chamar uma outra
pessoa pra entrar nesse debate aqui a gente vai falar agora com a cláudia petri que é coordenadora do projeto de formação do itaú social lá cláudia tudo bem olá [Música] em bem vindo aqui a conexão cláudio que iria repercutir essa discussão com você uso os materiais didáticos hoje eles conversam com essa realidade contemporânea você acha que é preciso haver uma adaptação desse material da companhia todo mundo que eles trouxeram eu acho que hoje em dia os livros realizar como é que fizeram nada em meu livro de eli eli jovem que a gente se for analisar
o produto seria assim se consegue ser favorito mas é quando compra coloca como idosa é versado contra para enfraquecer seus livros em língua portuguesa é livre com bons textos abordando diferentes gêneros discursivos mas na hora que não vai olhar por exemplo traz utilizados elas ainda no fim da atividade genética é voltar 10 disso quando você quer um determinado livro e vai olhar humanizado que trabalho com ele você vê que aproxima do texto que ele tem que fazer ele segue com as freqüências ficar produção a respeito do texto e avisam quando vai pronto unidade está fazendo
um outro gênero foi exemplo a sala ea produção seja você vai ver ela segue a mesma seqüência mesmo tem dinheiro diferente então isso não está errado não bairro mas é um agente pode tomar alguma coisa superficial e é uma uma armação mais um pouco que se tem agora é que o coloca forma também que quem sai à rua você vê muitos a língua que é agravado pela minha resultado que vai passar tão fã se investir como hoje você tem matemática mais contextualizada entendeu minha gravata com a gramática então a gente só dizem que existem avanços
dos programas do livro didático e eu queria ressaltar que é uma coisa que tem é a importância do rastreio esse programa a gente é conseguir coisas que nos abertura assim se que você apresentou realmente é verdade e a gente tem algumas pesquisas que mostram que às vezes lhe didático e algumas são os lugares do país é o único esporte pessoal que chega nas só então ele programa do retiro saudoso nem é esse que envolve muito dinheiro é por exemplo em 2017 que foi o o que foi escolha dos meninos do ano do fundamental para vencer
de novo pra de emergência você teve um um jogo meio de recursos de mais de um milhão e duzentos milhões de reais então nem os grampos parafusos ele é um programa importante porque em casa que afinal usar esse é o único material chega agora o que acontece o professor como apresentador também é esse processo porque ele precisa saber e lá e frialto e pra ele fazer o conserto da briga e precisa ser muito ea gente porque cada afirmação hoje professor natal no formato antigo e ééé negociar lá ela estava falando 15 e quatro em casa
então muitas vezes o professor ele recebe a sociedade e ele usa seguido como a sony não sou próximo sem fala sobre ele ea gente na verdade precisa temer disse que o livro é sensor e não quero falar nisso né então o nível de idade com a instituição há pouco e se de repente isso convoquei mas só assinou quatro quadras entre professores e farías em um episódio pra enganar gol em facilidade um homem foi voltar mas a 3 a 4 não quero não bate com o que fosse um desejo com aquilo que estou trabalhando esses alunos
agora pra isso a gente também precisa investir na formação dos professores praia comportar eleitores pra eles assim se alguma de assumir a prefeitura eles coisas que em caso de fracasso seria a escolha de bons livros não é então na sé seu desejo dando-se já tem muito que avançar mas eu acho que teremos mudanças e eu não faço mais uma vez do edital 2008 você fez a função da introdução de uma das valas de sal traz professor é um manual específico para professores hoje ele chega a orientação que vão pra ninguém de dar então maior que
vai apresentar projeto e freqüência destaca e já sedimentou propósito agora à tarde os professores filmes o discurso é e 11 no hotel também para a compra da escola o ex sogra também forma e professores greves couro e botas professor florada melhor elenco cláudio que eu acho que é importante neste debate a tirar esse peso também de cima do estudante como se fosse uma responsabilidade só dele se ele não tivesse nascido para ler não gostasse enfim a gente sabe que é um programa um problema muito mais complexo envolve a preparação do professor a formação a escola
precisa fornecer esses meios também eu queria agradecer sua participação no conexão volte sempre viu ea valeu obrigado a gente tá chegando no final do programa eu creio que o andré falasse rapidinho é no distrito federal a rede de ensino também lançou um edital para que os próprios professores participem nessa renovação desse material exatamente por dois motivos primeiro porque tivemos estamos enfrentando falta de livros né em razão do aumento do número de matrículas não temos como atender a todas as crianças estudantes em razão desse aumento o que a gente tem verificado no df mas sobretudo porque
a gente quer ter uma experiência nova de produção de livros atendendo às questões específicas do df né livros didáticos ou não são produtos culturais e os novos professores vão fazer e apresentar propostas de material é a produção é por parte dos professores da rede que estão nesse momento sendo selecionados passarão por uma formação específica para essa produção essa formação engloba questões epistemológicas e teóricas do nosso currículo chamado currículo movimento é o currículo do distrito federal que tem como base uma das balas é a pedagogia histórico crítico em que você parte das práticas sociais específicas dos
estudantes e o livro didático nacional não consegue especificar questões de práticas por exemplo de brasil de qualquer lugar do brasil inteiro né agora fica o registo de um exemplo é de uma rede está se adaptando produzindo material que tem a cara ali né da daquela realidade a gente infelizmente está chegando no final do programa queria agradecer muito a participação de vocês a gente sem dúvida vai voltar a falar mais sobre esses assuntos aproveitando para dizer que é um mês de mobilização pela educação ea gente já tem falado aqui com frequência que ninguém pode ficar para
trás é preciso sempre dá oportunidade para todo mundo muito obrigado pela participação de vocês aqui no conexão viu que agradecer só apontar uma questão de quando a gente pensa no pé de que a responsabilidade do fracasso escolar não é do aluno mas essa responsabilidade também é do professor né não vale a gente jogar a tirar a carga do aluno e jogar joga a cargo do professor eu acho que a gente vai ter que pensar em quais políticas de educação têm sido construídas no brasil né a quem tem servido essas políticas mesmo os livros didático aqui
eles têm servido né quando a cláudia fala do do volume de dinheiro que é colocado e por outro lado quando você vê que algumas escolas privadas entendem que não usam mais esses livros didáticos mas que vão produzir o seu próprio material para atender às suas especificidades e mobilizações é a medida está falando comigo quase me sim passar mais tempo acabou infelizmente brigada vez a você de carro alugado pela companhia que rever essa e outras entrevistas só acessar o futuro pleito antônio e nem pra trás [Aplausos] [Música] [Aplausos] [Música]