Olá, pessoal, tudo bem? Meu nome é Luciano Soler. Nós estamos aqui hoje no podcast da Coru. Estamos eh nessa mesa preta com uma estante preta. Sou um homem branco de camisa cinza. Estou aqui juntamente com o Anderson Gonçalves. Olá, pessoal. É um prazer estar aqui com todos vocês aí assistindo a gente. Espero que a gente fale muita coisa bacana aqui sobre tecnologia, né, juntamente com o Luciano aqui, fazendo a minha eh autodescrição para vocês. Sou sou um homem branco de cabelos castanhos e estou vestindo uma camisa preta e uso barba. Agora vou passar a palavra
pro Luciano e ele vai começar aí o nosso bate-papo. Pessoal, hoje o nosso bate-papo é vinculado à criação de e desenvolvimento de aplicações. A gente vai falar bastante aí sobre o que é uma IUX, né? Como que é essa parte de design, como que funciona essa carreira na área de desenvolvimento, na parte de desenvolvimento de interfaces, né? que é uma carreira bem bem legal aí para quem pretende trabalhar na área de desenvolvimento. Outra carreira que a gente vai comentar também é a carreira de full stack, né, desenvolvimento de software, onde você envolve todo o processo
de desenvolvimento, desde a parte do front end quanto a parte do back endre de engenharia de dados, coisas que vocês vão encontrar aí no na Coru para vocês poderem fazer e desenvolver a partir agora na fase dois do projeto, pessoal. Então, eh, pra gente começar, eu vou pedir aqui pro Anderson, eh, dar uma descrição um pouquinho, né, do que ele já trabalha, até para vocês conhecerem um pouco ele, né, e poder falar um pouquinho aí das experiências dele como desenvolvedor e o que que a gente vai estar discutindo hoje aqui. Beleza, Luciano? Bom, em primeiro
lugar, é um prazer estar aqui, né? Eu espero que vocês já tenham visto aí os nossos conteúdos, né? Acredito que a gente conseguiu passar bastante eh insightes, né? É bastante coisa legal aí para quem quer entrar nessa área e realmente eh estar nela e ficar nela, né? Então tem muita coisa bacana, mercado tá super aquecido, a gente a gente vai falar de bastante coisa aqui sobre vagas, carreiras, eh cargos, né, e eh ideias, né, que você pode desenvolver e até a questão do empreendedorismo, não é? Não é, Luciano? a questão das startups aí que você
pode criar, você tem uma ideia, geralmente ela surge enquanto você tá fazendo algum curso, né? Você pega algum amigo seu ali que tem a mesma ideia e a gente não sabe a aonde isso pode levar, né? Então é muito bacana esse tipo de coisa. Bom, eu sou eh, o meu nome é Anderson Gonçalves, eu tô na área de TI desde que eu me conheço por gente, eh 20 anos na área de docência e eu também tenho uma experiência de mercado aí como desenvolvedor de 8 anos. E até no próprio curso eu comento um pouco, né,
que eu tive a oportunidade de trabalhar em uma software house. Indiquei para vocês isso, porque você não trabalha somente com um nicho, com um nicho de mercado, somente com uma regra de negócio. Você tem a oportunidade de você trabalhar para vários para vários ramos, né? Porque você vai trabalhar em uma empresa que desenvolve sistemas para outras empresas. Uhum. Então você vai eh desenvolver sistemas eh educacionais, sistemas para clínicas médicas, enfim, né? E também você tem a possibilidade de trabalhar com várias tecnologias, não ao mesmo tempo, porque de repente o seu gestor, né, ele vai alocar
você em um projeto, né, em uma Squad, né, que é o nome que a gente fala hoje, né? Squad é uma equipe ali, um team de trabalho e aí de repente surge a necessidade, alguém alguém sai da empresa, né, ou então precisa de uma outra mão de obra ali justamente pra gente cumprir os prazos e aí você é alocado para um para uma outra tesque ali, onde você vai mexer com outra linguagem, com outro banco. Então isso é muito legal, né? Então eu indico para todo mundo esse tipo de coisa. Se você puder escolher e
trabalhar em uma software house, é muito melhor do que você trabalhar somente em uma empresa, né? Por exemplo, ah, eu quero trabalhar em uma vou, eu fui contratado por uma empresa do Varejo, que até eu disse, né, nos nossos conteúdos, Magazine Luía, eh, Casas Bahia, né, tal, OK? Você vai trabalhar com tecnologia também, tal, só que você vai ficar limitado ali aquele nicho de negócio, né? Eh, bom, então, eh, a nós temos essa experiência, eh, a gente fala com com muitas pessoas, né? Eh, aqui onde a gente vive em Londrina, né, no Paraná, tem muita
empresa aqui que é multinacional, né? Então, a gente, nós temos muito contato, fazemos muito network, eventos e a gente sabe mais ou menos o que que o mercado pede, né? eh, aonde que você tem que chegar ali para você alcançar se recolocar no mercado. Não, e é isso mesmo. A gente tem a a cora, ela tá com essas propostas, né, na parte de design, na parte na carreira de design, que é I, IO X, né, que é a parte de que trabalha com essas interfaces. Tem também a carreira de dados, que é a engenharia de
dados, onde a gente vai trabalhar todo o fluxo de dados, a informação onde ela chega. E a gente também tem a a carreira Full Stack, que é uma outra carreira que é para desenvolvimento na plataforma como um todo. Particularmente, eu conheço essas carreiras, a gente já trabalhou, trabalhei em pedaços da minha vida nessas carreiras. Acredito que o Anderson também eh conhece cada uma delas, porque ela envolve muita coisa, né? Por exemplo, a parte de fronte, eu acredito que todo mundo aqui, eu, o Anderson, todo mundo tem conhecimento que a da importância disso no desenvolvimento, né,
que é o caminho que o usuário vai acabar fazendo. Então, toda essa esse caminho que o usuário faz dentro da aplicação, desde quando ele loga até quando ele vai fazer uma compra, por exemplo, a gente pode pegar aí o exemplo de algumas aplicações, tipo iFood, até o própria aplicação do Magazine Luía, Amazon, todas as aplicações que eu falo, tanto de site quanto de aplicativo, tem um sistema de navegação. Quem desenvolve esse tipo de interface, né, que desenvolve essa navegação, como que vai ser isso? é justamente o desenvolvedor de frontend, o cara que trabalha especificamente com
essa parte de design e que mostra como que vai ser a jornada do cliente dentro da plataforma, né, do cliente que eu digo cliente usuário, né? Ali você tem todo o processo, desde quando o cara clica no primeiro botão, cor de botão, posição, se a se tá se o fluxo tá eh bem fácil do usuário seguir, se tem alguma coisa que tá interferindo, onde que ele pode colocar uma propaganda ou não pode, né? Então, essas essas decisões de onde você coloca isso dentro da própria plataforma fica eh a critério do cara que é desenvolvedor de
interface. Ele não desenvolve só a interface, né, Anderson? Ele desenvolve produto como um todo, né? Perfeito. Perfeito. É, então isso daí vai depender muito, né? Eh, por exemplo, eh, pras pessoas que estão vendo, né? Você descrevendo essa área específica que trabalha com a interface. De repente a pessoa fala assim: "Ah, mas eu acho que eu não tenho eh muito tato para mexer com isso, né? Porque a gente volta lá na nossa infância, né? Então, quem que desenha melhor?" Sempre tem uma pessoa lá que faz um desenho. "Nossa, esse cara aqui a gente já fala, esse
cara é o cara do design, ele nasceu para fazer isso." Se de repente você tem um pensamento um pouco mais técnico, né? Eh, você é mais da área de exatas, seria legal investir muito na carreira do que a gente chama de back end, né? Então, só para contextualizar, isso que o Luciano falou, tá mais dentro do front end, não é, Luciano? E aí o backend é o cara que vai, né, é a pessoa, enfim, que vai desenvolver a parte lógica, que vai cuidar ali da parte de programação. Então, tudo isso que ele tava dizendo é
a parte de tela, é a interface com o usuário, é algo que hoje em dia os softwares eles têm aquele apelo visual muito grande. A gente sabe, a gente quando pega um aplicativo, pega um sistema para mexer, se for uma tela ruim ali, né, é que não tenha usabilidade, que não trabalha muito bem com as cores, por exemplo, você e abre ali, aparece aquele verde limão, aquele amarelo horrível, né? Então você não consegue ficar muito no sistema. Então tem essa coisa, eh, tem essa, esse cuidado que você tem que ter quando você tá mexendo com
a interface que é o front end, o back end. É, olha, não vou me preocupar tanto com isso. O máximo que ele vai ter que fazer é algumas interfaces para ele mesmo ali, para ele testar, né? E aí depois eu já quero engatar com um outro assunto, né? A gente vai falar sobre muita coisa aqui, mas um outro assunto que é o teste de software, que é super importante. Sim, sim. Eh, mas só para deixar claro, essa essa questão que a gente tá discutindo, né, da carreira de UI UX, ela envolve a questão pouco do
front end. O desenvolvimento de software full stack, ele envolve front end e back end. E a parte de engenheiro de dados é outra linha que é ao pipeline, que é como que o dado anda dentro do sistema. Mas a parte de design, que é o que a gente tava comentando, ele é muito voltado na linha de criação de interfaces fluidas, né? Você tem que ter uma fluidez dentro da interface, você tem que pensar na cor, pensar no desenvolvimento, que é um pouco diferente do do desenvol do front end full stack. Porque qual que é a
diferença específica do cara do design pro cara que é full stack? que o Feck ele cria a plataforma como um todo, ele cria a interface, cria o que roda atrás da interface pro software funcionar, né? E deixa os dados salvos lá de algum jeito para que o usuário consiga acessá-los. A parte de e UI e o X, né? Essa carreira ela é uma carreira mais para você pensar no design dos produtos. Então é que o Anderson falou, o cara que tem mais e facilidade na questão de criação de de criação de imagens na o cara
é mais criativo nesse sentido a pessoa, né? Eu digo com cara, mas assim, a pessoa em si, ela é mais criativa, ela trabalha mais com essa parte de pensamento, como que ficaria melhor, ela é mais observadora para saber como que o como que funcionam as coisas, qual que é qual que é o a trajetória do usuário para ele fazer tal ação, né? Então ela pensa mais nisso. O desenvolvedor full stack, ele já tem uma pegada um pouco diferente. Ele pensa mais na plataforma, na parte de frontend, como que ele vai deixar aquilo lá de um
jeito útil, né? E também como que vai funcionar a parte de backend, que é o que você tava falando. Só que uma coisa que a gente não falou aqui ainda é da engenharia de dados, né? Verdade. A engenharia de dados ela é um é uma outra área aí muito muito grande, né? Eh, e eu digo mais, né, é uma é uma área que tá bombando, né, hoje em dia. Então, você abre Instagram, eh, você abre suas redes sociais, enfim, né? Aí a gente se depara também com muita coisa que você tem que tomar cuidado, que
são os vendedores de cursos, tal, mas tem muito evento que são os bootcamps, né? Eu acredito que o Luciano até tem muito mais bagagem para falar sobre isso aí do que eu, mas tem muito bootcamp legal que dá para você aprender eh coisas assim para você ver o que que é a área, sabe? Então assim, de repente você tá falando assim, área de dados, tá? Mas o que que eu vou fazer nessa área de dados, né? Eh, então para você conhecer, sabe? Assistir um vídeo, eh, ler um artigo ou de repente comprar um livro, né,
que é sobre essa área de dados para você eh ter uma noção, né, do que que é essa área de dados. Então, basicamente, a área de dados ela vai trabalhar com os dados que estão no banco de dados do do seu do seu cliente, do sistema que você está trabalhando no momento ali. Lembra que a gente falou durante o nosso conteúdo todo aí sobre essa área de dados, né? E até a própria IA que o professor Luciano, ele trabalhou com vocês, ela não tem muito o que fazer se não tiver dados. Concorda comigo? Então os
dados eles eles têm que tá ou organizados ou não, que é um outro conceito que a gente tem lá também, né, do o data lake, né, por exemplo, dentro do data warehouse, o data lake ele é mais focado ali para IA, só que ele não vai tá estruturado, né? Então a gente tem dois processos dentro da engenharia de dados que um chama e ETL, que é o extract transformad. Então você extrai todos os dados do banco de do banco de dados, faz a limpeza, faz o tratamento, tira redundância de dados, né, informação duplicada que você
possa ter e depois você carrega ali onde você vai utilizar. E aí você entra, por exemplo, com uma linguagem de programação igual Python, que ela foi criada justamente para esse nicho de análise de dados e vai fazer o que você quer. Você vai criar um dashboard, você vai fazer uma análise dos dados que estão ali. O outro, o outro processo ele inverte, né? é o ELT, é o Struct Load Transform, que daí já é mais o que o professor Luciano precisa, que os dados eles não estejam totalmente organizados, eles podem estar semestruturados, que é o
Data Lake, né? E aí sim a IA vem e aí ela consegue dar um melhor engajamento, não é bem essa palavra, uma um melhor tratamento ali para aquilo que você vai precisar, para aquilo que você vai precisar pro seu cliente. Então essa área de engenharia de dados, ah, professor, beleza, gostei do que vocês estão falando aí. Como é que eu posso começar? Você vai ter que começar estudando banco de dados. E eu indicaria para você começar estudando o banco de dados relacional, né? Porque daí você vai entender de regra de banco, você vai trabalhar, você
vai ter que criar os modelos de banco de dados para você criar a estrutura do seu banco de dados até você chegar lá no modelo eh físico, né? Quando a gente vai estudar só banco de dados, a gente vai se deparar lá. É porque assim, é muita coisa, não dá pra gente falar aqui, né? eh sobre todos os assuntos, tudo que a gente tá dizendo. Então não vai eh adiantar eu ficar explicando aqui que os modelos eles passam lá pelo modelo conceitual, modelo lógico, até chegar no físico. Vão pensar no banco de dados criado, né?
Então até você chegar ali, você tem que ter um entendimento do que que é um banco de dados, do que que é uma tabela de bancos, o que que é um relacionamento, né? Até teve um slide de um conteúdo que eu trabalhei com vocês que eu expliquei ali, mostrei qual é a diferença de uma planilha do Google. A gente trabalhou muito com Google Sheets, professor, né? durante as aulas ali, qual que é a diferença de um banco de dados? Então assim, a diferença é brutal. É brutal. A começar que em banco, banco de dados você
trabalha com milhares, com milhões de registros. numa planilha do Google Sheets, não tem como você fazer isso. Sem contar aqui, a gente não vai nem entrar em detalhes, questão de de segurança, né, que também, né, e eh hoje em dia a gente tem que tomar muito cuidado com isso. Muito se fala em em área de dados, onde estão os dados, os dados estão na nuvem, só que a partir do momento que você começa a colocar os dados na nuvem, a segurança ela tem que ser muito mais, né? Você tem que acompanhar muito mais de perto,
porque os dados estão na nuvem. quer dizer, sujeito a ataques, né, de qualquer pessoa, de qualquer equipamento, de qualquer IA, né, de todo lugar do mundo, né? Então, a parte de engenharia de dados, ela é muito legal, tá? E aí você vai ser o quê? Provavelmente você vai ser um DBA, né? Inicialmente ali, que é o database administrator, é o cara que cuida dos dados. Tem outros cargos, tem, né? Mas geralmente você vai entendendo como é que funcionam os dados. para você eh trabalhar com dados, geralmente você vai ter que que criar uma aplicação, você
vai ter que que trabalhar ali com, por exemplo, com Python, né, ou outra linguagem ali. Você vai ter que criar alguma coisa prática para você mexer com os dados, certo? E aí, Luciano, a gente entra muito naquele detalhe que a gente fala, que a gente eh até indica pros nossos alunos, né? Tem aluno que chega pra gente e fala assim: "Ah, professor, não quero, eu não gosto muito de programar, eu quero mexer com banco." Uhum. Que que você acha disso, professor? Cara, tem hoje tem muit tem muitas diferenças, né? Por exemplo, até na própria carreira
de engenharia de dados ali, você vai ver analista de dados, você vai ver cientista de dados e você vai ver engenheiro de dados. São três coisas diferentes ali que a gente pode ver. o cara analista de dados, ele vai cuidar mais assim dos dados em geral, ele vai ficar mais preocupado em em conseguir entender como eh ele fazer limpeza de dados, pegar aquelas informações, gerar um BI ali com uma plataforma bem legal, fazer a interface pro usuário, né? Então, os dashboards, essas coisas, é o cara, é analista de dados que faz, ele limpa os dados
e monta os dashboards. O cara do cientista de dados, ele vai pegar aquelas informações que o engenheiro de dados deu para ele e vai montar a machine learning em cima. Então ele vai trabalhar com a IA em cima do processo mesmo ali estatístico e e gerar resultados a partir dali. O analista ele só mostra o resultado e pega, monta planilha, um um dashboard e mostra pra gerência. É a função dele é mais limpeza, trabalho de dados. É como ele vai apresentar essa pr gestão, né? Pra gestão. O cientista de dados, ele já quer descobrir coisas
com os dados. Então ele vai trabalhar mais nessa linha de machine learning, ó. E aí é um é um negócio muito bacana que ele disse agora que é aquele conteúdo que eu explico a diferença entre dado informação e o conhecimento. Então é aquele é aquele esquema do conhecimento que você tem lá no seu banco de dados. A informação tá lá, só que você desconhece. Por quê? Porque falta ali o profissional daquela área que vai pegar os dados e vai conseguir extrair, seja em gráfico, seja em dashboards, né? você monta um gráfico de barra lá, igual
a gente fez bastante durante as aulas práticas, você já sabe que aquele o produto X ali, ele vendeu muito mais que o produto Y, né? Agora, o porquê disso, né? Então é são coisas assim, né? Que a gente consegue fazer com a análise de dados. Isso isso e a gente usa bastante IA nessa linha. Por isso o cientista de dados hoje ele trabalha diretamente com inteligência artificial, né? O foco dele é o machine learning. Aham. E daí envolve várias técnicas ali, né? não só essa, mas diversas técnicas para conseguir detectar esse tipo de coisa. Facilita
bastante o trabalho dele. E o engenheiro de dados é o cara que é responsável por todo o fluxo dos dados, né? Ele pega o dado desde uma ponta a outra. É o cara que é responsável pelo pipeline, que a gente chama, que é o tubo, né, digamos assim, de informação onde passa ali, que é onde a informação tá no banco, ela entrou ali até é desde onde ela é capturada, né? Porque, por exemplo, se você pega, sei lá, informação de sensor de um avião. Aham. né? Se você quer saber da desde a hora que o
sensor pegou até quando chega lá na estatística pro cara ver se precisa regular o sensor ou não. Então isso é pipeline de dados. É o pipeline de dados. Ele conseguir pegar desde, por exemplo, vamos pensar num estação meteorológica, né, que o cara pega lá quanto que choveu lá, um sensor de chuva que mostra quanto que choveu especificamente e até chegar na na no software que você vai ver a previsão que você vai ver quanto que choveu ontem lá, que aparece no seu telefone, ó, choveu tanto ontem lá. Então assim, até aparecer esse dado do sensor,
até chegar no seu telefone, na parte final, tem um caminho que é feito ali, né? E tem um processo que é feito. O engenheiro de dados cuida todo desse processo de de software e a gente tem eh tudo é um processo, né? Tanto a parte de design, quanto a parte da engenharia de dados, quanto a parte fustec, tudo é um processo. A gente tem que entender os processos para ver qual o processo desses que eu me adeco melhor para essas carreiras, porque todas elas são carreiras muito aquecidas. Hoje tem muita eh muito interesse das empresas.
Hoje tem um aplicativo mais bonito, tem um aplicativo que ele é criado de uma forma que o usuário consiga gostar do aplicativo, porque o aplicativo que você começa a ter dificuldade de usar, imagina se o WhatsApp cada dia o botão tivesse num lugar diferente ou as funcionalidades mudassem ou o usuário perdesse a a interação dele. Complica muito, cara. Eu não sei se você Eu não sei se você é que nem eu, mas quando atualiza uma versão ali do do whats, né, ou então do seu próprio dispositivo ali, nossa, e muda um pouco, pronto, você já
se perde um pouco, né? É, às vezes, às vezes você tem essa questão, né, de falar: "Putz, mas o que que aconteceu aqui, né? Que que aconteceu nesse aplicativo?" E às vezes fica pior e só que você vê cada vez menos isso em aplicativo grande, né? Que acontece, o pessoal tem, quando o aplicativo começa a crescer muito, você percebe que eles começam a trabalhar muito nessa parte de usabilidade, tem mais esse cuidado, né? E esse cuidado é o pessoal de design que faz, que ele cuida da usabilidade geral, da cores que influenciam, tudo influencia num
aplicativo. Ele não vai deixar mudar assim de uma forma drástica, né, de uma versão para outra ali, do ponto de vista que a pessoa às vezes não sabe nem se é o mesmo aplicativo que ela tá que ela tá usando, né? A não ser que seja uma mudança de de identidade visual, né, da empresa que às vezes acontece. Uhum. Por exemplo, eh, Burger King. O Burger King e, ele muda o ícone quando chega lá no mês de março, que é o mês das mulheres, né? Ou então o outubro rosa e tal, ele vai lá e
muda, coloca rosa, né? Só que é uma coisa que a gente tá cada vez mais acostumado a a se adaptar também, porque existe muito marketing envolvido, né, nessas grandes empresas, porque eles querem vender. Então tudo que eles fazem ali que eles podem gerar valor no negócio, só só saindo assim milimetricamente um pouquinho, né, do do que a gente tá dizendo aqui, porque tudo tem a parte do negócio também, né? Por exemplo, o que que a gente faz aqui? O professor Luciano começou a falar, a gente tá discutindo um pouquinho aqui sobre a área de engenharia
de dados, né? Então, e essa questão do pipeline, né? Então tudo aquilo que você faz, a análise de dados que você faz, que ele citou ali as os três cargos, né, que estão dentro ali para chegar lá no final, ele vai com aquela análise de dados, ele vai mostrar isso daí, ele vai apresentar isso daí pro gestor da empresa, né, para que ele tome decisões. Essas decisões ele vai tomar sim, baseado em tudo isso que a gente construiu, que você fez, né, só que com o fim lá do negócio. Então, se ele tiver que fazer
alguma alteração ali, é claro que ele vai mudar, mas aí já não é mais o nosso papel. O nosso papel é trabalhar e mostrar o que que acontece. É que nem fazer pesquisa, né? Você não pode burlar a pesquisa para ela te dar um resultado que você quer que dê, né? De repente você tá fazendo uma análise lá e e ah, não, pera aí, eu não, esse dado aqui não tá legal. Mostrou um negócio que eu não queria saber. A gente não pode fazer isso. A gente tem que mostrar a realidade dos dados. Ó, a
sua situação é essa. De repente você vai mostrar pro pro seu pro seu cliente ali uma coisa que ele não gostaria de saber, que ele tá perdendo muito dinheiro e tudo mais, né? É. E o, e hoje é muito fácil manipular as coisas, né? Hoje até a própria inteligência artificial, do jeito que você pergunta para ela, algo que a gente viu nas aulas, né? Do jeito que você pergunta para ela, você pode enviazar ela. Então, se você pergunta assim: "Me fale as vantagens de fazer exercício, ele só vai falar as vantagens. Agora me fale por
eu por que fazer exercício? É diferente uma pergunta mais neutra. Me fale porque eu não devo fazer exercícios. Então é outra pergunta. você coloca você envia essa informação. Então, até a forma como você pergunta, você tem que você tem que ficar esperto, porque isso daí pode pode atrapalhar na hora de gerar algum resultado. Exatamente. Tem e tem algo assim que quando você vai usar IA, né, o próprio prompt GPT para fazer alguma coisa para você, de repente você não sabe como como uma coisa deve ser melhor construída. Vamos, vamos dar um exemplo aleatório aqui. Você
quer montar um roteiro de aula, só que você nunca fez isso, né? Então, o que que é melhor você fazer um roteiro e mostrar paraa Iá, ó, será que tá bom? Ela vai pegar esse roteiro com o algoritmo que ela tem, ela vai ela vai aprender e ela vai gerar uma algumas melhorias. Agora, por que não fazer diferente, né? perguntar para ela, ó, se você tivesse que criar um roteiro de aula com tantos minutos, você dá algumas informações básicas e pergunta para ela, ó, qual é o o melhor formato, né? E aí ela vai gerar
e aí você pode passar para ela o que você fez, né? Eu não sei como, eu esqueci o nome agora de como é que chama isso, mas acho que é o passo, é, você passa dois, é, você aquece aí a você faz um aquecimento, você pergunta para ela alguma coisa, nos casos aí qual que seria a melhor forma de fazer um roteiro e tudo mais. Deu agora com base nesse, nessa, nessas suas instruções, corrige o meu roteiro, melhore o meu roteiro, você consegue fazer isso. Acho que é faz toda a diferença aí, né, pro pro
que você vai ter de entrega ali. Uhum. É, não. Inclusive, eh, toda essa parte, né, de de como você projeta as coisas vem desde a IA, né, a gente falou bastante sobre isso na disciplina de IA ali, mas assim, para desenvolvimento de software na carreira do do desenvolvimento de software full stack, a gente tem que pensar desde o começo também. A gente tem que pensar desde a interface do usuário se vai ser usável ou não, se vai ser se aquela interface é uma interface só de aplicativo, só mobile, né, que a gente chama, se aquela
interface vai ser usada só no telefone, se vai ser usada em um tablet, se faz usada em um computador, se faz ser usada em um telão, porque tudo isso pode distorcer. A gente viu vários aplicativos aí, às vezes que o cara tem, ele aumenta a letra, só de ele aumentar o tamanho da fonte, quebra o aplicativo. É isso. É questão da responsividade, né, Luciano? A responsividade a gente tem que tomar cuidado também. Então, falando um pouquinho de desenvolvimento de software, né? Eh, quando a gente desenvolve um aplicativo ou a gente vai desenvolver um sistema que
seja, eh, hoje em dia eu não vejo mais como você sair do desenvolvimento web. Antigamente a gente tinha as plataformas, a gente desenvolvia uns os sistemas de mesa, que é o desktop que a gente fala. Hoje em dia cai um pouco, né, de usar de uso isso, porque hoje você quer usar o teu sistema, não importa onde você esteja, se você tiver uma conexão com a internet, você vai usar. Então você é obrigado a desenvolver o web, né? E aí, como é que você inicia aprendendo, né? eh algumas tecnologias básicas para você iniciar nisso. É
o tripé que a gente fala, HTML, CSS e JavaScript, né? Aí daí depois que você tiver essa base, aí você começa a aprender frameworks, né? React e Angular. Ah, e aí eu tenho que desenvolver o aplicativo também, porque hoje em dia não tem mais como você desenvolver só o sistema web. Por quê? Porque a pessoa vai querer usar no celular também, né? E o aplicativo entra outras coisas também, né? Porque no aplicativo envolve uma coisa a mais que a gente tem que pensar, que é muitas vezes o cara que tá no aplicativo, ele vai tá
offline, tá? Às vezes ele vai usar o aplicativo na garagem do prédio onde não pega sinal de celular. Às vezes ele vai tá viajando no meio da estrada e não tem sinal de celular e o seu aplicativo não pode travar. Perfeito. Então, além de tudo, dessa parte que a gente tem que se preocupar com a parte web, a gente tem que se preocupar quando a gente trabalha com mobile, né, com só com celular ou tablet, que eu digo assim, né, nessa parte de de dispositivos móveis, a gente tem que se preocupar no tal do offline,
né? Porque o aplic a aplicação ela tem que continuar funcionando offline. Ah, mas eu vou abro o iFood aqui, ele não vai funcionar não, ele vai carregar para você as coisas. O aplicativo iFood ele não vai travar no meio do do só porque não tem só porque não tem internet ali. É igual é igual o A, né? Que porque acho que o o iFood também usa esse esquema do geor referenciamento, né? Então o ex também você tá na estrada, você vai fazer uma viagem, você coloca a rota no meio, ele vai perder. Em alguns momentos
ali, ele perde. Só que ele não vai. Ó, acabou. Pronto, você não vai, você não sabe mais se vira direita ou esquerda. Carrega antes. Ele carrega antes, né? Tem muito disso. Carrega antes, sabe? Tem, mas tem coisa que se precisar da interação web, ah, preciso pesquisar uma nova rota. Provavelmente não vai trazer, mas o que ele tem carregado ali vai ter que continuar funcionando. Então é uma das coisas que e eu vejo assim de preocupação, principalmente nos desenvolvedores de de celular, né, pessoal que desenvolve isso, essa preocupação também de funcionar no offline ou se a
aplicação tá funcionando, ela funcionar também no offline ou pelo menos dar não dar respostas grotescas, né? Tipo, ela tem que o o básico dela tem que tá funcional, ela tem que conseguir trabalhar na aplicação. Legal, Luciano, vamos falar um pouquinho de carreira, então. Que que você acha? Qual é a dica aí que você tem, né, para essa galera aí que tá começando, né, sobre, por exemplo, ah, eu quero eu quero seguir essa área de design. Gostei muito do que vocês estão falando aí, do front end, dessa parte de interface, como que eu começo a estudar,
como que eu posso me tornar um design, né, para mexer ali com o nosso eh UX e UI? É, tem muito tem muita coisa pra gente eh trabalhar ali, né? O o na verdade a parte de UX e Uy, né? Essa parte de interface e de front end, digamos assim, né? Essa parte ela é é é a melhor assim para começar. eu vejo que é a mais fácil de começar e a que dá um resultado inicial já logo de cara. Você consegue começar a montar telas, consegue começar a montar interfaces e ver resultados rápidos, porque
para você montar algumas as interfaces hoje é simples você fazer isso, né? Você no sentido de eh aprender a montar a primeira interface. Não tô falando para ser um profissional que daí envolve outros estudos, né? Daí vocês seguem a façam a carreira ali da coru que tem na parte de UX. vocês vão entender bastante, tem bastante coisa para ser feita, mas é muito nessa linha de você conseguir ter um resultado rápido e já ver o seu software funcionando. Você consegue montar uma tela e verê ela funcionando no celular, vê ela funcionando na web, já ter
o feedback dos seus amigos, ó, você consegue e olhar que que você acha disso aqui. É, é a mais das carreiras que a gente tem é a que você consegue colocar a mão na massa primeiro e já mostrar algum resultado logo. Então, se você tá querendo já trazer alguma alguma parte já de conseguir rentabilizar isso, essa é a primeira a carreira mais rápida que você tem para iniciar, né? Diferente do fullstack, por exemplo, que daí você vai ter que aprender a parte de design e vai ter que aprender também trabalhar com a parte de servidor
por trás, né? que daí envolve muito mais eh conhecimento, que daí você vai ter que trabalhar com alguma linguagem de programação, além de trabalhar com UX, UI, você vai ter que trabalhar com alguma linguagem de programação para fazer o back end, que é a parte de serviços que o site vai prover. Porque o front end, né, essa parte de design, ele é uma parte mais voltada para telas. você vai mexer com telas, você vai configurar as telas, qualquer navegação do usuário, os dados vão estar em um banco de dados, vão estar em algum local. Ou
se o o o próprio eh professor Anderson aqui falou com vocês na disciplina de dados, né? Mas ele vai estar em algum local e você vai ter que ter alguma forma de acessar esses dados da tela para essa para esse local. Como que você faz isso? através de uma linguagem, né, de um servidor de aplicação aí que faz isso. Então, a gente usaria ali um Python, um Node, um PHP. Tem várias linguagens, tem muita linguagem, né? Tem linguagem assim, nossa, tem linguagem que surge a todo momento. Eu disse do eh do nossos conteúdos, né, que
a nossa nossa área é um pouco ingrata, né, porque tem muita coisa para você aprender. Então, assim, você vai acabar quase ficando maluco se você quiser abraçar o mundo. Então, as dicas aqui é fundamentais. Se você quiser já fazer alguma coisa ali, ter essa esse desenvolvimento em Passos, né, o autodesenvolvimento em Passos, né, então siga as dicas aqui, ó, começa pelo design, né, porque você já consegue montar uma tela, você já vai ter aquela sensação de eh fazer o input de dados, ou seja, preencher ali aquela tela que você fez. É muito bacana isso, né,
quando você e eh por exemplo, né, imagina ali um simples aplicativo que você fez, você conseguir colocar no seu celular e já fazer um teste. Então, é muito bacana. E aí depois você vai pensando, né, em eh fazer essa ligação com o banco de de dados, tal, porque realmente são eh áreas totalmente distintas e totalmente correlatas, mas são duas macroárias gigantescas que tem muita coisa para você estudar e para você se especializar, né, Lucian? Sim. E o pessoal do EX, por exemplo, eles trabalham com teste AB, por exemplo. Você pode ver, inclusive, isso daí acontece
nas próprias campanhas do de marketing, que o pessoal faz patrocinado e tudo mais no Instagram. O cara faz um design para uma para uma propaganda e um design para outro e coloca as duas e vê e analisa qual delas qual delas que tá rendendo mais views. Então assim, ele consegue pegar e desde design é você pensar, tipo, você vai fazer duas, uma eu vou fazer com a camisa cinza, outra vou fazer com a camisa preta. Às vezes com a camisa preta em pé dá melhor do que a camisa preta ser sentada, entendeu? Então você tem
essa diferença de de design e isso daí acontece tanto para quem vai fazer publicidade, essa parte publicitária de Instagram, Facebook, propaganda, essas coisas, quanto pro cara que vai fazer eh o design ali da tela, né? Então ele pode fazer teste AB, que a gente chama que você testa, você faz dois, você faz dois ou três eh tipos diferentes de framk você falar assim: "Cara, qual que é melhor?" É como você pedir isso pro seu amigo, olha aqui esses dois e qual que você qual tivesse fazendo um simples quiz ali, né? E aí depois do final
da pesquisa você tem o percentual ali, tem percentual qual que converte mais e você vai justamente naquele que converte mais. Esse tipo de coisa o o full stack não trabalha, não é muito a área dele, ele vai montar a tela. O cara do design, ele vai se preocupar mais com essas coisas, tipo, qual que é melhor, como que eu vou fazer, que que vai dar mais público, qual que atrai mais, se eu quero passar uma mensagem mais de felicidade, se eu quero passar uma mensagem, por que que o a a as empresas de comida têm
cores parecidas? O McDonald's é vermelha, amarela, é o Burger King tem as mesmas cores, né? Você começa a perceber isso daí, né? O iFood com cor também. O iFood não é azul, não é? Por que disso, né? Então tem todas essa, tem todo um estudo de cores, tudo mais que o pessoal design faz ergonomia do software e no full stack você vai se preocupar em fazer mais e todo o software funcionar como um si. O cara do design projeta, o cara do Fack programa isso, ele faz faz essa programação. Então ele vai pegar o que
o designer fez lá e vai fazer a programação da parte dos botões que o cara pensou, como que ele pensou e tudo mais. Depois a parte do servidor também para ver funcional. Então tem toda essa linha e o cara do dados ele vai garantir que aquela informação esteja chegando, né? Por exemplo, toda compra que o cara faz no no no iFood, tá dando o exemplo do iFood, mas poderia ser o software eh da pastelaria que a gente fez lá, né? usando IA que ele criou lá o software pra gente, que o cara vai lá fazer
um pedido na pastelaria, o cara aquele aquilo lá poderia se transformar em uma informação que o engenheiro de dados vai pegar, ele vai pegar ali e vai transformar isso daí depois num num gráfico. Ele vai transformar isso daí depois em uma em uma informação para gerência, conseguir analisar, falar eh putz, eu posso aqui trabalhar melhor na minha interface, tem gente deixando coisa no carrinho de compra. Por quê? porque acho que eles estão contendo dificuldade. Você consegue saber onde que a pessoa tá parando. Porque hoje, por exemplo, tem uma eh tem uma coisa na nas telas
que a gente chama de a maioria dos aplicativos hoje eles têm um parte do software chama mapa de calor. Eles conseguem analisar onde você olha e onde você clica e quanto tempo você fica olhando, tá? E cada tela. Por que que o Instagram quando você tá quase saindo, você tá começando a rolar rápido assim, aparece uma foto, alguma coisa, algum vídeo de de algo que você gosta ou que você já curtiu, porque ele sabe, ele consegue saber até quando você vai sair da rede. Ele tem essa essa noção. E isso daí é análise de informação.
Quem que faz essas análises? O engenheiro de dados. Tudo para fazer com que você fique o maior tempo possível no aplicativo, né? No caso que você deu o exemplo aí do Insta, né? Mas quando você desenvolve um aplicativo, você tem que ter esse cuidado também, né? Por isso essa questão da usabilidade, trabalhar muito bem com as cores, porque aquilo que eu disse, você não pode construir ali uma tela com aquele amarelo, com aquele verde de mão, isso é, isso é isso é bem básico, né? Mas eh existe também como você fazer uma tela bonitinha ali
e tal, só que totalmente desagradável, que o seu usuário ele não consiga e de forma intuitiva achar as informações que ele precisa. Isso é terrível, né? Quando você vai acessar um aplicativo ali, nossa, mas como é que eu faço isso? como é que eu faço aquilo? Pronto, você já desinstala e nunca mais você vai querer usar o aplicativo. O cara já te perdeu ali, né? Então isso é é é muito complicado. Agora, eh qual o que seria uma dica aí, né, para você que tá começando, por exemplo, né, se você for trabalhar, e aí depende
isso que a gente tá falando das áreas, né, que a gente tá dizendo que as áreas são eh gigantescas, a área de dados, área de eh o Y e o X e a área de full stack, né? Só que se você for trabalhar em uma empresa que é uma empresa, não vou usar o termo pequeno, né, mas uma empresa em desenvolvimento com poucos colaboradores, provavelmente o que que vai acontecer, Luciano? Você vai ser os três, né? Então é o que a gente sempre fala, né? Se especialize em uma área. Não, gostei de dados. Se especialize
em dados, mas você não pode negligenciar um conhecimento, né, legal ali das outras áreas, até de infraestrutura. Porque o Luciano falou aqui, ó, você vai ter que ter um um conhecimento, se você for querer estudar banco de de dados, né, eh, aliás, mexer com a com a carreira de full steack, você vai ter que ter um conhecimento de servidor também. E aí entra a área de de infra. Então assim, a área de tecnologia de você desenvolver um produto, ela é imensa. Ela é imensa, né? Então assim, comece, né, aos poucos ali, né? Eh, escolha uma
área, mas fique aberto, né? Fique com seu leque aberto e tenha eh pelo menos um entendimento do que que é uma coisa, do que que é outra. E aí você vai conseguindo se especializar. E e assim, tem coisa que é só o tempo, é só a experiência. Por isso que tem algumas vagas, geralmente para siors, eles já requisitam, ó, pelo menos 3 anos, pelo menos 5 anos de experiência na função. Senão senão você não tá pronto ainda para você, senor. Ah, não. Em um ano eu consegui aqui estudar Python. Eu sou o cara do Python.
Não vai, não é assim, né, professor? Não, não é, cara. Tem muita questão da bunda na cadeira que eu falo, né, pessoal? Ali tempo de tela. Bom, então é isso, né? a gente tem que entender ali que é as coisas não vão cair do céu. Você tem que ter o tempo que você tem que se dedicar para você aprender, porque são conteúdos novos, né? E aí a gente pode voltar pros conteúdos, pro curso aqui da Coru, né, que a gente ministrou. Então assim, se você quiser saber um pouco mais, entender um pouco mais da área
de dados, eu acho que vale a pena rever o curso, estudar, né, e estudar meios, né, fazer anotações ali, pesquisar mais sobre o assunto, se aprofundar. Mesma coisa vale pro conteúdo de de IA, né? Acho que o Luciano mostrou muita coisa legal aí, né? Prática, né, Luciano? Eu acredito que a IA, como a gente mesmo viu ali, né, você consegue usar ela para estudar muitas coisas. A gente viu desde você conseguir criar um podcast próprio. A gente mostrou lá no notebook LLM usando a ferramenta da Google lá, que fazia um podcast próprio, você podia colocar
o seu material de estudo, os livros que você queria. Ele gerava um podcast para você em português, né? Você consegue também criar músicas para te lembrar disso. A gente viu no usando aquele su no AI lá para fazer umas músicas, colocou um sertanejo ali e tal para tocar, né? Você consegue legal. Legal demais, né? Essa questão de você fazer música. Nossa, é muito, muito bacana. Esses dias, só não querendo te cortar, Luciano, eh, a gente que a gente eh o o brasileiro, né? Ele é muito ligado a esse negócio de futebol, né? E a gente
não vai entrar aqui em méritos de de times, né? Mas eu eu torço para um time, não vou nem dizer qual é aqui, mas no dia que acabou o jogo, os caras fizeram uma música relatando tudo que aconteceu. O resultado foi 3 a do você pesquisa aí, você vai saber que time que eu que eu torço. Então assim, foi uma história contada narrando todos os gols, os cinco gols que aconteceu no jogo. E a música era muito boa, sabe? tinha introdução, estrofe, quando chegava na parte do refrão tinha vocal e com certeza foi feito com
ia porque foi no mesmo dia. Não tinha como uma música, a gente sabe o trabalho que dá, né? Você tem que ir estúdio, gravar instrumento por instrumento, tem que mixar, masterizar e a Iá faz isso aí. Sim, é absurdo, é absurdo. É absurdo. E a gente pode usar isso para estudar e para conhecer também as outras carreiras, né? a gente sabe que vai ter várias dúvidas sobre isso. Eu me coloco à disposição, vocês podem me seguir lá no Instagram e também perguntar por lá. Eu acredito que o Anderson também tem essa eh e eh a
disposição dele. Depois, editor, coloca os Instagram nosso aqui, né, pra gente poder auxiliar o pessoal se eles tiverem alguma dúvida referente às carreiras. E eu acredito que eh vai surgir dúvidas mesmo e muitas vezes a gente vai ficar um pouco indeciso, mas o importante é você eh o podcast tá justamente pra gente poder ajudar, né, vocês a decidirem aí. Se também tiver alguma outra dúvida, vocês podem olhar e na inteligência artificial, até mesmo nas aulas que a gente deu aqui, que podem ajudar vocês nessa linha. É isso aí, Luciano. Bom, contem muito conosco. Então, vou
deixar na tela aí para vocês os meus os meus contatos, tá? O meu insta é @macedoamg e vocês podem me procurar pelo LinkedIn também, né? Pelo LinkedIn a gente tem bastante engajamento ali e é muito legal para você também conseguir se se recolocar no mercado. Tem muitas dicas ali que a gente pode dar para você também de como você pode configurar o seu LinkedIn ali para atrair recrutadores, como você deve pesquisar as vagas para você se candidatar, tá? também igual o professor Luciano, me coloco à disposição aí de todos e eu já vou fazer aqui
as minhas considerações finais, depois eu faço pro professor Luciano, né? Queria dizer que foi um enorme prazer aí, quero agradecer aí a Coru, agradecer o professor Luciano, essa parceria de trabalho também. Luciano, eu conheço ele há a há há há pouco tempo, né, rapaz, a gente teve alguns anos, né, da escola do do ensino fundamental, que é hoje na nossa época era o primeiro grau ainda, né, Luciano? e a gente fez algumas séries juntas lá, então eu conheci ele já faz tempo já e hoje em dia nós somos da mesma área aí a gente teve
essa oportunidade de trabalhar juntos, demos aulas juntos, né, também e e assim eu sou fã dele, tá? Você pode seguir ele lá que o cara o cara é bom demais mesmo. Bom, então nos colocamos à disposição. Agradeço a todos aí, foi um enorme prazer estar com você nesse projeto, Luciano, agradeço também ao Anderson, a Coru, né, por pela essa oportunidade aí de poder ensiná-los. Eh, o objetivo meu nesse projeto, inclusive junto com o pessoal quando fui convidado, é poder passar um pouco do conhecimento para vocês. Eu acho que conhecimento muda a vida de todos, né?
A minha vida mudou com conhecimento. Eu acredito que a do professor Anderson também mudou com conhecimento. Isso é extremamente importante. Gravem isso. A vida muda com conhecimento. Isso vai fazer total diferença para vocês. Eu também vou deixar os meus contatos para vocês. O meu insta é @lucianosoler. Vocês podem me procurar por lá no LinkedIn também. Inclusive o professor Landon depois pode dar uma dica, várias dicas para vocês aí de LinkedIn, como que vocês fazem para melhorar currículo também a linha de para você, por exemplo, receber, sair uma vaga nova, todo dia o LinkedIn te mandar
vagas que você tá procurando, você consegue programar isso dentro do LinkedIn. Eu, particularmente, tenho uns bots lá no LinkedIn, vocês podem me seguir lá que vai ter também todo dia notícia de inteligência artificial, né? Uma das aulas eu comento sobre isso, acho que foi uma o dos últimos módulos que a gente falou de A, tem essa parte de botes também que mostra como que vocês podem automatizar suas redes sociais. E se vocês quiserem ver mais coisas também, vocês me seguem no Instagram que eu vou estar postando sempre lá para vocês respondendo dúvidas e tudo mais.
Mais uma vez obrigado a Coru, obrigado ao professor Anderson aí pela oportunidade e até mais pessoal. Valeu. Até mais. Ciao. Ciao.