Bom dia pessoal tudo bem com vocês sejam bem-vindos bem-vindas a palestra de hoje é sobre a gues com a nossa querida Caroline eh a Carol ela é fisioterapeuta possui especialização em reabilitação aplicada Neurologia infantil pela Unicamp atualmente ela é diretora técnica do Instituto fluir então fluir fica em ti e Tatuí logo outras unidades né Carol Então seja bem-vinda muito obrigada pela disponibilidade E aí a palavra agora é com você Bom dia pessoal tudo bem Eu agradeço gente dando as reclamadas eu agradeço o convite e a confianç também no trabalho para eu conseguir transmitir um pouquinho
do conhecimento eh compartilhar com vocês também essa experiência da Guess que eu fiz o curso esse ano espero conseguir eh trazer essa bagagem conseguir fazer essa troca com vocês e que seja bem proveitoso para todos nós tá todo mundo ouvindo Tá bom o som tá ótimo belezinha Então vamos iniciar tá certinho para todo mundo slide abriu abriu certinho abriu sim Carol belezinha vou dar umas pausadas gente tomar uma aguinha porque que eu fico facilmente rouca né mas como eu falo bastante que é difícil né só que não eh Então hoje o convite né da clinics
da Priscila eh eu estou aqui para falar um pouco mais sobre a guas que é uma escala que todos nós já estamos tendo eh principalmente por conta das metodologias intensivas que nós trabalhamos Mig train então nós já estamos familiarizados estamos u usando a nossa prática Clínica mas ainda acabam surgindo dúvidas né de como ela deve ser eh ministrada como deve ser elaborada eh se a forma que eu estou elaborando que eu que eu estou eh estruturando dentro do meu plano terapêutico tá sendo eh eficaz tá obtendo eh resultados e objetivos eh específicos para com que
eu tenha um respaldo nessa essa importância dessa dessa validade e confiabilidade dessa escala né então a guess go ela traduzida significa escala de alcance de metas Então nós vamos utilizar essa escala especificamente para traçar as nossas metas sejam elas nas práticas clínicas como também em pesquisas científicas uma apresentação Zinha que a PR já fez né Eu sou a Caroline eu sou fisioterapeuta tenho especialidade em na reabilitação aplicada Neurologia infantil e hoje atualmente sou diretora técnica do Instituto flui vamos lá a escala de alcance de metas elas ela foi desenvolvida por esses dois autores em 1968
e inicialmente ela foi pensada foi eh estruturada para ap em programas de Saúde Mental para para com que eles conseguissem dentro desses programas avaliar os pacientes eh para ter um respaldo do tratamento que eram realizados na época no hospital que eles trabalhavam se estava tendo eh efetividade ou não dos tratamentos a gues é um instrumento um dos instrumentos mais utilizados eh para quantificar o progresso dos objetivos traçado em parceria com o paciente e a família tendo uma pontuação já personalizada da própria escala então mais uma vez eh é uma escala Que olhando para outras que
nós temos eh cada um da sua área né mas eu acabo puxando um pouco paraa fisioterapia é difícil a gente ter uma escala que a gente consiga ter essa participação essa inclusão da família na tomada de decisão pro plano terapêutico óbvio que eh muitas vezes a família acaba pensando eh se baseando em em queixas em eh dificuldades da criança que não cabe a nós de tal área ou que no momento não é algo previsto para um possível prognóstico a curto prazo com o paciente mas mesmo assim a gente tem que levar em consideração a importância
da opinião da família porque são eles que vão conseguir exatamente fazer o o trabalho que é a maior parte fora da clínica porque nós somos instrumentos para conseguir orientar a família para conseguir dar um direcionamento pra família mas quem tem que fazer mesmo vamos se dizer a reabilitação é a família essa família não está sendo incluída não está participando desse plano terapêutico conosco De nada adianta então a gente precisa é importante ter uma escala que a gente consiga trazer essa eh opinião a trazer e mostrar pra família que tem importância a a visão deles para
com o paciente para cri Criança e Adolescente e a guas ela identifica né Ela é possível é uma escala que nos possibilita de identificar objetivos de forma individualizada muitas vezes as escalas elas são direcionadas para grupos específicos para ser avaliados grupos específicos seja pela idade seja pelo diagnóstico pela classificação e ela uma escala que consegue ter um leque gigantesco eh de opções pra gente conseguir avaliar e de forma individualizada então eu vou olhar para aquele paciente daquele diagnóstico daquela idade com aquelas características e vou elaborar uma para ele personalizada individualizada para aquele indivíduo eh a
gu como muitas escalas também né avaliações ela cobre de aspectos da cif né que todos nós conhecemos que é a classificação internacional da funcionalidade incapacidade e saúde que é nada mais do que um instrumento né a muito importante principalmente para nós área da saúde né é um instrumento que foi elaborado para descrever e mensurar a saúde e a capacidade dos indivíduos dentro de componentes que fazem parte da cif eh Que estrutura se um modelo biopsicossocial Então quais são esses componentes como tá na tabela ao lado são as funções estruturas do corpo ah as atividades do
indivíduo a participação do indivíduo os fatores ambientais e os fatores pessoais e também a guas ela se norteia e nós conseguimos eh ter um em eh pode ser baseada as avaliaç as avaliações não os objetivos da gues dentro da metodologia Smart que é também uma metodologia que nós conhecemos que é muito eh citada muito utilizada na nossa vivência clínica da da da reabilitação principalmente que é uma metodologia que se baseia em cinco fatores que nós precisamos ter para ter para para conseguimos eh nós precisamos ter esse direcionamento Para conseguirmos ter objetivos eh com resultados que
nos Tragam eh como Eh desculpa que consiga nos trazer um um direcionamento da nossa prática Clínica sobre os nossos objetivos que estão sendo traçados pro nosso plano terapêutico para pra gente entender se nosso raciocínio Clínico está acompanhando eh e tá sendo eficaz junto a esse plano terapêutico que eu elaborei junto com a família e com a criança adolescente então se ele tá sendo específico que é a letra s se ele está sendo esse plano terapêutico esse objetivo que eu tracei essas metas que eu tracei está sendo mensurável consigo mensurar e isso para me dar um
respaldo para me dar uma confiabilidade para trazer confiabilidade no eh do do teste da do plano terapêutico se tá sendo uma meta um objetivo atingível para aquele paciente família tá sendo uma meta relevante para também né para pra criança né para paciente e paraa família e se tá tendo eh se tem Aliás o objetivo eh e de eh um objetivo direcionado de forma temporal né que tem um tempo para eu conseguir ter uma janela de tempo de intervenção para conseguir também fazer a comparação do pré e pós se tá tendo resultado ou não aquele plano
terapêutico que eu tracei pro paciente