E ai é isso então agora a gente vai dar continuidade à nossa aula a gente tá estudando a parte difícil respiratória fisiocardio né e a gente tá falando dos exames principais que a gente tem nessas áreas tá bom e agora então a gente vai entrar né já deve tá aparecendo na tela para vocês direitinho a gente vai entrar na gasometria tá gasometria um tipo de exame que a gente tem que aparece bastante nas provas é bem importante da Gente conhecer alguns detalhes a maior parte das perguntas são fáceis Mas se a gente não souber e
fica complicado né mas só vamos saber que o que vamos ver que a gente precisa saber de principal tá então assim gente a gasometria é uma medida tá onde a gente vai verificar é o sangue arterial só colocar caneta aqui e a gente vai verificar o sangue arterial tá E aí nesse conteúdo do sangue arterial a gente vai fazer algumas medidas Quais são as medidas Mais importantes que a gente vai ver a gente vai ver então é a quantidade de oxigênio né Chama pressão parcial de oxigênio a quantidade de gás carbônico eo PH tá então
essas três medidas são as medidas principais que a gente tem para a gente entender direitinho a gasometria a gente tem que saber os valores de normalidade Então só pega uma pessoa normal sem nenhuma doença sem nenhum problema o que que a gente espera que encontrar numa gasometria Tá então vamos Lá a gente espera encontrar um PH entre 7,5 e 7,45 tá uma pressão parcial de oxigênio de 80 a 100 uma pressão de há 35 a 45 então aqui já tem uma coisa que facilita a gente para estudar né cheguei na prova logo lá no começo
da prova já vou no cantinho já nosso lá PH 7,35 a 7,45 e daí já com a nossa embaixo gente eo PC o dois o pessoal dois é quanto 45 o normal né 45 há 35 Só que já facilitou para gente né porque a gente tem valores aí Opa tinha que ter Colocado o compra 35 para ficar igualzinho a 45 Então já facilitou porque a gente tem valores próximos e o outro que a gente deve conhecer é o a pressão de O2 maior que 80 Então aí tem entre 80 e 100 a e também pessoal
os valores de hco3 vão ser importante porque porque os um abraço a três eles vão no indicativo para gente em relação ao tipo de problema que a pessoa tá tendo o quê quando ela tiver alterações daqui da Gasometria ela pode ter alterações que a gente chama de alterações é do tipo respiratoris então o sistema respiratório está descompensado e pode guardar aí a doença de Base é uma doença respiratória Ou a gente pode ter alterações do tipo metabólicas E aí nas alterações metabólicas é o sistema metabólico da pessoa sistema renal sistema de glicose de controle de
glicose às vezes pessoal perda de líquidos como vômito a gente vai ter Essa descompensação chamada de descompensação metabólica tá então essas quatro parâmetros são os parâmetros mais importantes que a gente tem que a gente deve conhecer em relação à a bateria tá Para a gente poder fazer a prova ali de uma forma mais tranquila Tá bom é só para gente fixar o PH O pco2 que têm valores ali parecidos né então mais fácil aprender depois a gente vem com o pao2 né pressão de oxigênio e o hco3 que vai dizer muito para gente a Respeito
de um distúrbio metabólico ou até uma compensação do problema respiratório o que o nosso corpo né Ele não vai querer ficar descompensado ele quer ficar compensado Então quer ficar com esses valores aqui né que são os valores de referência E aí muitas vezes eu tenho um problema respiratório mas a minha parte metabólico meu sistema renal reagir equilibrando E essas alterações tá se eu tiver alterações extremas pessoal por exemplo de PH eu posso a Televisão nas células né se eu é de ar se você esquece de base eu vou te lesões então nosso organismo Ele tempo
tá sempre compensar tá a grande dica para o concurso é o seguinte no caso Clínico do concurso apareceu que o paciente foi internado por um problema respiratório Então esse paciente vai ter como doença de base uma doença respiratória o distúrbio dele vai ser um distúrbio respiratório a ai professora mais o paciente teve um PC teve uma Lesão encefálica Beleza a gente de teve um teste é que afetou uma área da respiração tá sendo caso clinico lá no concurso aparecer que esse paciente tem uma doença de base que uma doença metabólica e os mais comuns aparecer
são do diabetes melito a é vômito e o paciente tenha ou uma doença renal são os mais comuns só apareceu lá no caso clinico uma doença como é que você vai entender que o distúrbio ácido-básico dele os Distúrbios de gasometria vai ser um distúrbio respiração metabólica Tá bom mas vamos entender melhor essas variáveis tá Então olha só gente o PH o que que ele vai determinar o PH determina a presença de acidose ou de alcalose então para eu saber se o paciente tem uma acidose ou uma alcalose eu tenho que partir dor PH tá então
isso aqui é claro Tá bom vamos lá o PH normal é de quantos 7:35 até 7:45 só que é normal se ele tiver com um PH maior que 7 45 ele tem uma alcalose a joia alcalose mês que eu não consegui escrever que dia não dá para entender na pessoal se ele tem uma PH menor que 7 35 ele tem uma a acidose a e vamos só fazer a leitura aqui porque é bem interessante para a gente fechando né um PH normal não indica necessariamente o distúrbio porque depende do grau de compensação então cuidado com
as questões de concurso outro disse para vocês às vezes O PH tá normal porque teve um distúrbio respiratório compensado por uma alteração metabólica Então a gente vai ter que olhar os outros dados também tá mas a gente tem que entender isso né Essa primeira característica O desequilíbrio entre ácido e base a modificação do PH é atribuído a um distúrbio respiratório ligado à pressão de CO2 ou um distúrbio metabólico ligado ao hco3 então gente eu vou analisar eu vou ter que olhar o PH eu vou ter que Olhar os valores de pa CO2 e e três
e aí a gente vê se tá no parâmetro normal ou não tá lembrando o seguinte gente o paco2 tá o CO2 ele vai formar ácido A então o excesso de CO2 tende ao ácido a falta de céu dois tende ao básico o hco3 forma a base então o excesso de hclo3 tende a base a falta do a garça três tende ao ácido Tá eu já vou detalhar isso melhor vai ficar mais claro Tá bom então vamos lá é pao2 opo2 na pressão parcial de O2 na artéria seus Níveis determinam a eficácia das trocas de oxigênio
das trocas de gás o que a gente já comentou entre os alvéolos e os capilares tá Então pessoal aqui quando a gente vê o pa o dois a gente vê se está acontecendo a troca gasosa E especialmente não alvéolo-capilar se o O2 tá passando corretamente aqui para o capilar tá por isso que a pressão de O2 ela está diretamente relacionada com a pressão parcial de oxigênio no alvéolo né Então Depende gente de ter oxigênio que não alvéolo certo certo também depende da capacidade de difusão pulmonar que que é difusão vamos lá presta atenção a difusão
passagem do oxigênio do alvéolo aqui para o capilar tá também Oi tá relacionada com a presença distante tá joia então o que que é o chanti o Xande o pessoal é vamos supor o seguinte vou te explicar da forma mais fácil né vamos supor que é o ar o sangue que tá vindo aqui ele tá vindo o rico em CO2 certo o sangue que vai sair aqui depois desse encontro com o alvéolo deve ser um sangue rico em O2 tá a presença de Xande o pessoal quando a gente tem uma alteração e o que que
acontece depois que esse sangue passa por aqui ele continua rico em CO2 Tá então não tá passando não tá fazendo essa comunicação da maneira como deveria fazer a joia está relacionado com problema de troca gasosa pode tá é relacionado um problema da circulação Pode estar tá bom E também o Outro fator que influencia na pao2 que é o último. Qual é a relação desculpa a relação ventilação-perfusão a relação ventilação-perfusão tá ligado ao que gente a relação que a gente tem entre o ar que tá entrando aqui no pulmão tá joia e o sangue que tá
passando aqui no capilar Então vamos supor o seguinte que por algum motivo vamos dar um ponto claro né a gente tem uma atelectasia ela tem uma atelectasia aqui nesse ponto que Teve atelectasia né que os alvéolos são fechados Eu Posso até ter bastante capilar passando ali mas esses capilares vão receber essa valbom ter uma boa relação da ventilação com a perfusão não porque a ventilação que é né Essa que tá no pulmão ela vai estar ruim por conta da telectazia por conta dos alvéolos estarem a chave então assim pessoal para que a troca gasosa aconteça
de maneira eficaz a gente tem que ter esse funcionamento Básico aqui acontecendo muito bem tem que funcionar então a entrada do ar tem que funcionar o alvéolo tem que funcionar o espaço entre alvéolo e o capilar tem que funcionar o capilar né a pressão que tem ali dentro dele a quantidade de sangue a quantidade de hemácia né porque é massa que carrega o oxigênio e assim por diante então a pao2 vão de ter vai ser determinada por essa série de fatores tá claro se algum problema acontecer em qualquer um desses Pontos por exemplo é a
pessoa não tá conseguindo respirar direito ela tem uma fraqueza da musculatura respiratória então a pressão parcial de oxigênio no alvéolo não tá legal não e o oxigênio na novela tá vamos supor que a pessoa tá com espessamento aqui ó dessa membrana desse contato pneumonia por exemplo é edema pulmonar Thaís pesado Então se tá estressado aí pessoal a gente não vai ter uma boa capacidade de difusão tá vamos supor que essa Pessoa tá com uma menininha muito séria tá com um pouco é Márcia Então pode acontecer a presença de chanti não consegue trocar né liberar o
CO2 e pegar o dois carregar ou dois necessário vamos supor que essa pessoa ela tá com problema de hipertensão pulmonar ou uma atelectasia como expliquei Então vai ter uma dificuldade na na ventilação né no alvéolo ou uma dificuldade no capilar mas que tá causando um descompasso nessa relação entre a ventilação EA perfusão Né o capilar Então tudo isso gente afeta o transporte na verdade afeta a pressão de oxigênio tá então isso que eu tenho que guardar eu sei que eu tô me alongando aqui um pouquinho mas como disse para vocês eu já tô trabalhando os
conceitos de anatomia e fisiologia tá então a desculpa aqui tá tá repetido O slide tá entre a em relação a p a 21 Bom dia gente depois a gente tem a pa CO2 a pressão parcial de CO2 no sangue é Ferial exprime a eficácia da ventilação alveolar sendo praticamente a mesma CO2 alveolar dada Grande para passar de difusão desse sangue Então pessoal as paco2 vai estar relacionado muito com essa capacidade do CO2 sair daqui e ir para lá tá então você espera só o seguinte Pensa numa situação onde o seu dois pode ter essa dificuldade
de voltar em uma delas gente é a questão que eu disse para vocês nesse espaço aqui né então problemas nesse espaço certo se a Gente tem uma pneumonia por exemplo a Oi professora no caso do TP Elf isso eu vou fazer isso vou falar dele agora me passa então ó outro caso o pessoal Essa eu tenho já muito céu dois aqui novelo que é justamente de PC então de para você ele vai ter dificuldade de pegar o CO2 que tá aqui dentro e fazer o que colocar para fora certo então aqui dentro do alvéolo dele
já vai ter muito CO2 certo certo lembra sempre gente que o gás né ele vai ir do local de ver se Vocês lembram disso só o local de menor concentração culpa de maior concentração lugar de menor concentração então numa condição normal tá numa condição normal vamos supor aqui pensando no céu dois tá bom então numa condição normal é muito CO2 aqui no capilar certo e pouco CO2 aqui no alvéolo Qual que é a tendência gente dia do lugar onde tem mais para o lugar onde tem menos certo isso aqui ok então isso é o normal
só que o DPS ele tem o que é o de perls Essa e figurinha aqui que eu tentei desenhar ele tem menos CO2 no capilar não sem a pouco mas tem menos em relação essa quantidade que ele retém então vocês entendem que esse CO2 aqui para ele sair do capilar vai ser mais difícil entendeu Jéssica era isso mais ou menos bom Então essas são condições que a gente faz isso Essas são as condições onde a gente tem dificuldade muitas vezes só do nesses exemplos do céu dois voltar tá então se o CO2 não volta Pessoal
volta muito né a tendência é o Fazer o quê se o seu dois não volta eu vou ter aumento do CO2 aumento da paco2 tá só continuando aqui que a gente já vai matando vários vários assuntos né se eu tenho aumento do CO2 eu tenho o aumento de ácido o carbônico eu tenho aumento do ácido aqui que ver o negócio né eu diminuo o PH entenderam seu diminui o PH eu tenho a chamada a acidose então é muito comum a gente Ver essa relação do CO2 o aumento do CO2 com a acidose a tranquilo Ah
então tá bom tá então Vamos lá gente se eu tenho né uma pa vou falar aqui primeiro uma peça é o 2 Mark 45 Então tá com muito CO2 certo Clínica uma gente paciente ta hipoventilando ou seja ele tá com dificuldade nessa troca certo o dedo manter um PH menor que 7 35 caracterizando acidose então gente Guarda essa relação ó a nota ele aumenta CO2 igual diminuir BH O aumento de CO2 valor maior que 45 tá joia entenderam o contrário também acontece eu posso ter o contrário eu posso ter o seguinte ó eu posso ter
pouco CO2 Então na verdade pessoal a pessoa está eliminando muito CO2 Ela tá lavando o seu dois que a gente fala ela tá hiperventilando então quando eu faço muitas respirações Profundas por exemplo assim ó Isso não pode acontecer no momento a gente chegar até uma pequena tontura e Se indica o que a gente que eu tô eliminando muito CO2 porque eu tenho que ter um equilíbrio no meu corpo né então se eu tô eliminando muito CO2 eu tenho pouco CO2 a gente vai ter um quadro caracterizado de hiperventilação podendo levar a PH maiores que 7
45 E caracterizando então a alcalose A então vamos lá aqui ó pouco CO2 é igual a aumento no PH aumentou PH alcalose A então aqui a gente já pode até ficar esperto seguinte gente as doenças onde a Pessoa tem dificuldade de ventilar né Elas tendem a formar a acidose respiratória E essas onde a pessoa hiperventila elas tendem a formar alcalose respiratória essas doenças elas são mais difíceis né pode ser uma crise de pânico uma crise de ansiedade uma alteração do sistema nervoso central tá é mais comum a gente ver esse quadro aqui embaixo Por enquanto
né é isso é então foi tranquilo vamos continuar aqui então agaciel 3 Então Olha só pessoal hco3 Lembra que eu falei que ia gastar ela três é a principal relação que a gente tem com a base então O bicarbonato tá joia E aí eu posso ter muito bicarbonato ou eu posso ter pouco bicarbonato e se eu tiver muito bicarbonato então se eu tiver muito hclo3 que a base aqui eu vou ter uma relação direta o PH aumenta se eu tiver pouco bicarbonato que é a base eu vou ter o meu PH diminuído então é o
que a gente tem aqui é o H só três Marca e 28 vai entender o desvio do PH aumentado determina o caso de alcalose metabólica O que é uma gás só três gente ele tá ligado ao metabolismo a parte metabólica do nosso organismo e já a manutenção da cresceu três menor que 22 com desvio do PH para baixo determina a acidose metabólica já já a gente vai ver ali na frente então alguns quadrinhos Queluz isso bem para gente tá então aqui de novo repetir um slide peço desculpas vamos lá a Então esse aqui uns Parâmetros
que a gente pode ter tá bom o BH valor de referência se tá aumentado ao cala e Mia se tá diminuído a cidadania a já falam paco2 valor de referência aumentado hipercapnia diminuído hipoxemia a tem que guardar esses textos real dois 80 a 100 ao normal se tá aumentado a gente tem uma hiperoxy Mia um excesso de O2 se está diminuído uma hipoxemia uma reação do O2 hco3 22 a 28 se tá aumentado a alcalose metabólica se está diminuído a acidose Metabólica a também pessoal a gente tem uma medida que chama base access e varia
de menos três a mais três algumas literaturas colar com dois a mais dois tá bom se a gente tem retenção de Base a gente tem uma alcalose então se você tiver um valor desse bem maior base excesso né um aumento você tem alcalose e se você tem diminuição de base Você tem uma acidose não costuma aparecer tanto nas provas tá então aqui a Saturação de O2 maior que 92 se está diminuída a gente tem uma hipóxia tá faltando o a dois chegando no tecido mesmo tá E aqui no final tem um ano de 8 a
16 e a gente pode ter então por exemplo a uma acidose por aumento de ácido lático ácido acético que é diferente da acidose por aumento do ácido carbônico tá ou uma perda de bicarbonato gente só que não cai a não lembro de ter visto alguma questão que tratasse dias então vou reforçar para Vocês os quatro pontos principais são esses aqui tá fixando isso gente vamos lá acidose respiratória foi que a gente desenhou né que que acontece com o PH na acidose o hino ido ia com pco2 que o o ácido aumentado o hco3 pode estar
normal alcalose respiratória o que que acontece com PH na alcalose aumenta no caso se for um problema respiratório a gente diminui o ácido pco2 e o hco3 pode estar normal acidose metabólica PH diminuído Hco3 diminuída que a relação é direta né acidose alcalose metabólica PH aumentado e hco3 aumentado e aqui a gente tem uma um resuminho das principais doenças que podem estar relacionados com todo cada distúrbios isso é legal depois de vocês lerem gente com atenção eu vou destacar os principais porque porque muitas vezes na prova de concurso é o quadro clínico não sabe quando
coloca lá o quadro clínico então por exemplo e com quadro clínico de um paciente que Tá com sete acidose diabética o mais provável que a gente tenha é uma acidose metabólica entendeu então aí você já faz essa relação coloca um quadro clínico que a pessoa tá com muito vômito então eu vomito provoca alcalose metabólica tem alguns mais fáceis outras mais difíceis tá o acidose respiratória é importante a gente saber todos mas o que mais cai a d p o c é a que vai mais cair da Joia e a alcalose respiratória quando aparece ela tá
muito ligada a Hiperventilação psicogênica que vai ser uma crise de ansiedade uma crise de pânico Tá bom então aqui para vocês saberem que a gente tem essas principais doenças como característica a professora pode acontecer pó as sessões né Por exemplo a gente ver aqui se eu não me engano é a a asma pneu pneumonia né que são os pneus fatias agudas ela pode cursar com alcalose já as pneumopatias graves crônicas que tem fadiga respiratória com Acidose Mas no geral pessoal guarde essas quatro que a gente eu circulei aí estão as quatro principais tá tudo bem
por enquanto e vamos Higuita o outro assunto que é importante é espirometria aqui também pessoal não dá para gente né Entrar em todos os detalhes mas a gente consegue ver os pontos principais da espirometria tá bom bem a espirometria então virando a página vai ser um exame e vai fazer uma avaliação da função do sistema Respiratório nessa espirometria vão ser obtidos valores de fluxo e de volume E além disso o pessoal é nessa formação né nessa análise dos fluxos de volumes é gerada uma curva expiratória e inspiratória tá joia E essa curva também é analisada
não só para a gente saber né avalia os valores e avalia a curva tá bom vamos ver então permite então espirometria permite medir o diário inspirado expirado o fluxo que é a velocidade sendo especialmente útil Para análise de dados derivados de manobra expiratória forçada então muitas vezes a espirometria ela vai estar né vai ter essa análise realmente da manobra mais forçada tá pode ser realizada durante a respiração lenta forçada mas como disse para vocês muitas vezes o forçado vai chamar mais a atenção é os principais funções que são avaliadas e que não são avaliadas do
espirometria Então essas duas aqui gente a capacidade pulmonar total e o volume Residual não podem ser emitidos diretamente na espirometria então isso aqui é importante vocês guardarem né de decorar mesmo porque muitas vezes o cair na prova de concurso para gente como pegadinha E aí a gente tem que entender tá então vamos falar primeiro do volume residual volume resido Aracuã Bom dia que permanece nos pulmões após a isolação máxima tá então depois a gente soltar tudo permanece uma quantidade de ar no pulmão gente se a espirometria Mede o volume e o fluxo aquilo que resta
no pulmão não é medido diretamente por ela depois pode ser medido por cálculos mas não diretamente tá entenderam a capacidade pulmonar total é a quantidade de ar nos pulmões após uma expiração máxima A então assim a gente tem que pensar que a capacidade pulmonar pulmonar Total ela tá entrando o volume residual volume de reserva ex o volume corrente e volume de reserva em e a capacidade de toda né então também não Dá para medir diretamente pensa só se eu não consigo medir o volume residual como é que eu vou conseguir me de algo que depende
desse volume né então é bom e vocês decore em isso Oi gente se for o caso então decorar tá o quê que é medido então na espirometria Tá bom então é medida a capacidade Vital forçada a capacidade Vital forçada faz número na inspiração força na inspiração e expiração forçada a normal sem ser forçado o volume expiratório forçado Para o volume que expira quando expira forçado o volume expiratório forçado no primeiro segundo Então esse aqui é muito importante para a gente a a relação acaba sagital forçada também a relação do volume é expiratório forçado com a
capacidade funcional da capacidade Vital forçada o fluxo expiratório forçado entre 25 e 75 o fluxo expiratório máximo e o pico de fluxo e a curva fluxo-volume tá pera aí que faltou E aí pessoal que eu achei que estava Aqui é importante também a relação vf-1 cvf tá bom bom Então olha só os pontos mais importantes são cvf tá só isso que estão circulados grupo inspirado do primeiro segundo a curva fluxo-volume e a relação bf-1 cvf tá ou só para vocês terem uma ideia melhor pessoal aqui a gente tem ó o volume expirado do primeiro segundo
Então por que que assim por isso é importante gente porque nesse primeiro segundo da Inspiração normalmente é o Ponto que a gente chega aqui ó a um volume quase o volume máximo e é uma subida rápida tá vendo que é uma subida rápida se a gente tem essa subida rápida tá ok o quê que pode acontecer pessoal de você ter uma subida vai ficar com uma curva que baixa ou uma subida mais lenta então isso vai caracterizar para gente ó as alterações aqui tá bom Então nesse volume expirado os primeiros segundos a gente já vai
explicar Quais são as alterações que ela significa e aqui a Gente tem a famosa curva fluxo-volume A então nessa fluxo nessa curva fluxo-volume nessa dessa Deixa eu ver só citei aqui outra imagem é só um minutinho pessoal já volto lá aqui ah ah não essa vai ser a única a não tá aqui e já volto lá Tá espera só um pouquinho E ai não passei E ai ok E aí E ai ah não não tá aparecendo o que eu queria Então vou escrever aqui que a gente vai conseguir ver direitinho ah ah não apareceu aqui
ó nessa curva pessoal Olha que que é importante tá vendo essa parte de cima a parte de cima é a parte de inspiração e a parte de baixo a parte de inspiração tão chama atenção do press por quê Porque muitas vezes quando tiver parte de cima a gente quer associar com a mim né não é o caso aqui eu só vou voltar aqui onde a gente Tava tá então nessa parte de cima aqui ó eu tenho a fase expiratória bom e na parte de baixo tenha fase inspiratória E aí vai ser feita essa relação do
fluxo que a velocidade com o volume essa aqui é uma curva normal gente a gente tem uma inspiração rápida inicialmente onde a gente atingir aquele pico normalmente aquele pico no primeiro segundo e depois o nosso fluxo expiratório vai diminuindo vamos fazer isso para ver se é verdade eu vou pedir O seguinte a respirar fundo e vai soltar o ar tá forçado ó E aí se Vocês conseguem perceber que quando eu começa a soltar o ar eu só outro rapidamente e depois esse ar ele é soltado mais lentamente É assim então é a curva fluxo-volume tá
na inspiração eu vou e inspirar mais rapidamente depois mais vagarosamente isso também vai acontecer então só para a gente entender e essa aqui é uma curva normal tá bom tô Chamando atenção disso porque eu já vou passar essa normais tá bem aqui Apareceu aquilo que eu queria a relação a razão vf-1 CV é uma relação entre o volume expirado forçado no primeiro segundo e a capacidade Vital sendo muito importante para agnóstico diagnóstico de distúrbios obstrutivos tá então vf-1 e você vê ea vef1 a cvf qual que é a diferença das duas gente a primeira eu
tô fazendo sem ser forçado a segunda estou fazendo forçado Tá bom então vamos lá aqui passando a gente também tem para chamar atenção aquele fluxo intermediário e esse fluxo intermediário é aquele que vai estar entre 25 e 75 por cento da capacidade Vital forçada vou mostrar aqui ó porque às vezes cai na prova do concurso Tá bom então aqui mais ou menos onde a gente tem entre 25 e 75 por cento desse fluxo tá a gente então vai ter uma curva típica formada Então essa curva bem ascendente se essa curva tiver mais Deitada pessoal vai
significar que a pessoa tá tendo dificuldade de expirar tá o que cai pouco né mas vou trazer para vocês o que mais cai realmente é o vef1 a então vamos ver o que que é normal nisso tudo né gente o normal é que a gente chega segue num cálculo né na soma de tudo não diretamente mas indiretamente a uma capacidade pulmonar total de 5.800 o bf-1 entre 80 e 100 porcento Então significa o que a gente e No primeiro segundo eu inspirei 80 100 porcento do ar a80 a100 é que chega naquele ponto máximo Tá
bom Claro que eu sei gente é praticamente impossível mais tarde a capacidade Vital forçada entre 80 e 100 porcento também dessa desse volume que a gente tem né puxando e expirando o vf-1 por CPF fazendo essa relação 80 a 100 O que é fio 25 80 a 100 isso tudo aqui pessoal são cálculos são valores de referência mas que é importante a gente Guardar vocês pararem para pensar toda normalidade ela vai estar em torno de quanto 80 sendo do esperado para aquela idade para aquele para aquela altura Então existe uma tabela tá que são os
padrões de normalidade e para eu estar dentro do padrão de normalidade eu tenho que estar entre 80 e 100 porcento dos valores que estão naquela tabela certo se eu tiver eu tô bem se eu fugir disso aparecem os problemas e aí que a gente vai ver os problemas que aparece tá Então vamos falar primeiro das doenças obstrutivas E aí vamos lá pessoal exemplo de doença obstrutiva as clássicas e botar no tá aqui ó VLC e a asma certo exemplos de doença obstrutiva Olha só o distúrbio ventilatório obstrutivo é caracterizada por redução no fluxo expiratório em
relação ao volume é pulmonar inspirado Tá bom então gente redução do fluxo expiratório Esse é o principal. A por Quê que reduz por estreitamento de grandes e pequenas vias aéreas então especialmente o a redução estreitamente dessas vias aéreas reduz o ves1 que esse fluxo esse pico de fluxo que a gente tem no primeiro segundo tá especialmente Então vai ter uma alteração de CPF um em relação ao volume que foi inspirado no total isso Vai resultar numa relação vf-1 cvf reduzida ou seja abaixo do limite inferior da O que é esperado esperado para o normal Né
então normal era quando tá fácil aqui 80 a 100 não é quando estiver abaixo disso vai caracterizar para gente uma doença obstrutiva e lá daqui a pouco a gente vai falar de depois você a gente vai ver até os graus né de severidade Tá bom então aqui pessoal a gente teria um gráfico normal Oi e um gráfico de uma doença obstrutiva como a asma quê que vocês conseguem perceber gente não conseguem perceber alguma diferença E olha só tá vendo essa linha traçada aqui E ela tá bem gatinha não tá isso significa a gente que eu
tive o fluxo expiratório de Primeiro Segundo bom né eu consegui fazer aquilo que eu esperado agora essa outra que ela tá deitadinha tá vendo que ela tá mais horizontal então ele teria assim anormal assim a obstrutiva assim mais ou menos isso indica o que pessoal que aqui no primeiro segundo e o não atingir aquela Aquele volume expiratório todo que eu queria atingir tá tá vendo que está se prolongando depois inclusive gente dependendo da gravidade da doença o que que vai acontecer esse paciente vai reter esse volume expiratório porque a gente falou agora pouco ali atrás
ele não elimina todo o CO2 que ele deveria eliminar tá bom nós aqui a característica das doenças obstrutivas Olá pessoal guardando isso já responde maior parte das doenças das questões de Concurso tá então principalmente essa questão da vef1 diminuída e da relação também vf-1 cvf diminuída a com Vamos agora para restritiva já já a gente vai colocar um pouquinho mais denso doença restritiva o distúrbio ventilatório restritivo definido como redução da capacidade pulmonar total e a manutenção da relação vef1 cvf normal ou aumentada a pessoal o distúrbio restritivo a qual me ajuda a fazer um exemplo
né o distúrbio restritivo Vamos colocar o Mais clássico doença a neuron a muscular a doença neuromuscular é uma doença de bomba Não é isso eu sempre falo isso para vocês bomba respiratória é músculo né então a pessoa perde a força do músculo quando ela vai puxar o ar ela não consegue puxar tudo que precisa quando ela vai soltar ela no solta tudo que precisa tá então o que que acontece aqui gente normalmente eu vou passar a figura só para vocês Entender Olha a diferença da curva do normal para uma pessoa que a doença restritiva essa
questão do tamanho né É então o que que tá acontecendo aqui ele faz até o volume expiratório de Primeiro Segundo parecido com que faz né é o a pessoa normal só que é bem menor tá por isso pessoal que quando a gente fala em doença restritiva tanto vf-1 como cvs estão menores então a divisão entre eles não aparece a alteração é diferente da obstrutiva Quando faz algo esportiva o Messi vs um tá muito alterado e isso vai dar alteração Então é isso que a gente tem que guardar tá doença restritiva manutenção da relação vef1 cvf
normal aumentada já a gente vai detalhar mais tá é a gente a espirometria sugere a doença restritiva quando ocorre redução significativa da capacidade de Vital associada a relação bf-1 CBF normal ou aumentada então a capacidade Vital né que vai ser o tamanho da curva como um Todo vai estar diminuído mas essa relação não porque tudo está diminuído tá então aqui a redução da capacidade Vital abaixo do limite relacionam-se é impulso 50.000 cinquenta por cento dos casos a passagem para o manual Total reduzido não se deve tá achar um distúrbio restritivo somente por conta da capacidade
Vital a gente tem que analisar também essa relação é uma vef1 CV CBF tá para a gente ter direitinho Essa área então aqui pessoal Olha a última figura por favor ó tá vendo que a linha aqui a reta né dessa é parecida com a de cima com normal é parecida mas o que que acontece com ela gente ela é menor tá então ela tá toda reduzida tá vendo aqui ó o CPF normal ele vem até aqui e aqui o da doença restritiva menor Então tá diminuído vf-1 tá diminuídos cê vê tá agora no restritivo que
tá muito reduzida ou PS1 você VF até tá mais Próximo do Normal né dependendo do grau Claro gente então por isso que dessas diferenças então é para gente fixar bem isso gente eu preciso muito que vocês Guarda essa relação tá e na doença obstrutiva vou começar aqui ó o vef1 tá muito muito muito diminuído e na doença restritiva ele tá diminuindo entenderam e na doença obstrutiva A CBF pode estar ligeiramente diminuída na doença restritiva ela está bem diminuída tá Quando faz o cálculo vef1 cvf os valores aparecem menores que 80 porcento lembra tem que estar
sempre 80 e sempre ser normal quando faz o cálculo na doença restritiva os valores podem aparecer entre 80 e 100 porque a gente os dois estão diminuídos iguais enquanto aqui o vf-1 tá muito mais diminuído que o CPF Então vai dar alteração na conta tá bom preciso que isso seja guardado gente então isso é o que mais cai nas provas em relação a espirometria toda essa História que eu contei antes se você não quiser né fala assim viajei não quero prestar atenção nisso aqui então você decora ela porque tudo que eu contei antes é pa
e dá a compreensão né então decora essa partezinha aqui são principalmente isso tá obstrutiva vef1 reduzido e relação vef1 cvf reduzida a é restritiva vf-1 reduzido mas relação vef1 cvf normal é basicamente isso que cai gente já que está aparecendo aqui só para gente Caracterizar na doença obstrutiva a capacidade pulmonar Total A que ela vai ser feita por um cálculo indireto ela tá aumentada porque pessoal lembra a capacidade pulmonar Total vou fazer aqui ó a gente vai somar o volume corrente o volume de reserva expiratório Vou colocar até aqui e o volume de reserva final
tá e aqui e mais o volume corrente que tá aqui o volume de reserva inspiratório e aqui Volta certo então o que que acontece gente quando a gente tem a capacidade pulmonar Total eu vou somar desde o volume residual que é o último aqui até o volume de reserva um certo o quê que o paciente de pios e paciente mudança construtiva tem aumentado e o resto lembra que a gente falou Agorinha ele retém seu dois então pulmão dele tá a hiperinsuflado o pulmão dele tá com essa quantidade volume residual mais então só foi fazer uma
conta Simples gente Somando todos os valores se eu tenho um grande aumento aqui mesmo que seja de volume residual que algo que eu não quero ter aumentado né mas se eu tivesse aumento a minha capacidade pulmonar total no sinal ela vai estar aumentada entenderam e na restritiva pensa no paciente que tá com uma fraqueza extrema que não consegue respirar tô na restritiva ele vai ter volume corrente menor volume e reserva menor volume de reserva em menor De reserva e de reserva e residual tudo menor por isso quando vai somar tudo isso a capacidade pulmonar Total
dele também é diminuída gente eu preciso que vocês entendam muito isso porque assim a gente vai tratar ddp u c porque a doença que mais cai mas a gente mal vai falar de distúrbio restritivo então a gente está falando de distúrbio restritivo agora a de novo gente um distúrbio restritivo a mais forma mais fácil da gente lembrar Lembra no paciente com Doença neuromuscular fraco fraco fraco fraco musculatura respiratória fraca ele vai ter dificuldade fraco Oi total aí tá bom Oi tudo bem Ah então tá bom gente pensa aqui é o ponto mais importante de espirometria
tá normalmente é o que vai tá bom gente então continuando aqui a gente vai agora então finalizou essa parte que a gente fala né dos do da avaliação Como eu disse para você só vai de avaliação eu Separei bastante coisa porque grande parte do que a gente saber de anatomia fisiologia e até de várias doenças a gente fala que na avaliação A então aqui a gente já fecha né cerca uma série de assuntos tá gente eu preciso muito depois né não necessariamente agora de um feedback de vocês Professora eu preciso de uma explicação a mais
sobre determinado assunto tá o que é eu vou marcar uma aula mais e eu preciso que vocês me deem esse feedback para ver o Que que eu coloco nessa aula a mais para ajudá-los tá é claro que não dá para colocar tudo né gente mas eu posso pegar a parte do feedback de vocês os assuntos que são mais que mais doem né que têm mais dificuldade e não foram abordados hoje tá bom Bom vamos lá então em reabilitação cardiopulmonar Então a primeira coisa já deixei um recado para vocês antes eu vou deixar aqui para os
Alunos não estão assistindo le ta atualização que a gente teve das diretriz de reabilitação cardiopulmonar at2020 ler com atenção a ela inteira pessoal ela inteira de preferência se puder né se você puder imprimir imprimir grifa marca direitinho para que a gente possa então é ter um conhecimento completo que eu vou passar para vocês aqui é a base a gente apertei no lugar errado aqui só um minutinho que eu vou passar para vocês aqui é a base eu já Coloquei algumas coisas da atualização Acho que até eu mandei o slide depois que eu mandei para vocês
É mas tá lá vocês não precisam se preocupar com isso tá então só aqui deixa eu ver se eu consigo ler aqui a mensagem justamente agora eu não consigo né mas eu pelo que entendi Jéssica você falou que essa parte que a gente falou agora atrás é bem complicada né Beleza a gente pode vou anotar aqui a joia e a gente poder detalhar mais doenças Obstrutivas e restritiva só me confirma se é isso doenças obstrutivas respectivas ou se a parte mesmo de fisiologia Tá então vamos lá pessoal Deixa eu voltar aqui de novo é reabilitação
cardiopulmonar leitura obrigatória é esse essa atualização que a gente teve tá bom fechado então tá ótimo pessoal é pilares da reabilitação cardiopulmonar tá bom vão ser mudanças no estilo de vida o ênfase na atividade física a adoção de hábitos alimentares Saudáveis remoção do tabagismo do uso de drogas em geral além de estratégias para modular o estresse então a reabilitação cardiopulmonar ela vai ser aplicada essencialmente para pessoa que teve um evento cardiopulmonar tá inclusive o pessoal é a em mente a gente tinha essa reabilitação voltar especialmente para esses quadros aqui ó infarto agudo do miocárdio Síndrome
Coronariana Aguda por exemplo angina instável cirurgia de Revascularização do miocárdio tá essa aqui tá lá na diretriz de 2020 tô Como disse para você estar lá na diretriz não precisa se preocupar o motivo esses lá desde cedo tá gente atualmente vai além Então esse programa pode ser utilizado ó para cá e para o seu pai para reabilitação cardio-pulmonar e metabólica incluindo estão os pacientes submetidos a intervenções coronarianas percutâneas e são os cateterismos cirurgias de válvulas cirurgia para Cardiopatia congênita transplante cardíaco portadores de insuficiência cardíaca doença arterial crônica os médicos hipertensos pneu uma patas né for
prático patas crônicos Então esse a diretriz gente ela serve como base para todos esses quadros tá não só esses quadros aqui de cima que eram que definido como os quadros atendidos por essas diretrizes né pela reabilitação cardiopulmonar mas antigamente tá esse aqui também está lá aqui ficou bem Pequenininho ver se vocês conseguem ver de uma forma maior para a gente determinar né a fase de tratamento a gente vai falar das fases de tratamento elas continuam quatro fases Tá mas para gente trabalhar com as com a reabilitação cardiopulmonar a gente avalia a fase os detalhes que
a gente vai falar que cai bastante nas provas é o que mais cai e avalia também a estratificação de risco tá aqui tem na tabelinha essa estratificação gente E na diretriz tá tudo explicado é por isso que eu falo pra vocês eu preciso que vocês Leiam a diretriz para ir fazer essa prova tranquila Tá então vamos lá a gente tem a classificação de risco para determinar então né a reabilitação a quantidade de exercício o risco alto o risco intermediário e o risco baixo a esse risco alto baixo intermediário gente é o risco para esse paciente
ter um novo evento cardíaco é um risco desse paciente ter uma nova lesão o novo Problema tá isso é para pacientes na fase ambulatorial então a gente já vai ver ali na frente para fazer ambulatorial são as fases dois três e quatro porque a fase um é a fase hospitalar Tá então vamos lá Gente o que que e eu vou deixar isso aqui para vocês estudarem com calma depois tá só para gente passar o quê que é avaliado tá é evento cardiovascular intervenção cardiovascular ou descompensação clínica O tempo que teve a capacidade funcional essa capacidade
funcional medida e mates e no teste de esteira a os sinais e sintomas de isquemia cardíaca então sinais apareceram dor por exemplo aquela dor que irradia que a gente viu lá no começo da aula é relacionado então com a carga que está realizando de exercício com a com a porcentagem do teste de esteira com a porcentagem de capacidade do paciente e a sintomatologia então a que leva em Consideração a insuficiência cardíaca e angina então consistência cardíaca naquelas Claro colocar ela classificação três e quatro alto risco angina na classificação três e quatro A então só para
vocês entenderem para depois vocês fazerem a leitura com tranquilidade e outras características clínicas né então o paciente com doença renal que é que faz diárias e queda na saturação de oxigênio em esforço arritmia ventricular complexa então é essa questão da Estratificação de risco é só para vocês entenderem a gente vai levar em conta se o paciente uma paciente de Alto intermediário ou baixo risco para que a gente possa fazer a prescrição do exercício de uma forma mais tranquila a prescrição das atividades da reabilitação cardíaca Tá então vamos lá e o programa de reabilitação cardíaca ele
tem a fase um que a hospitalar EA fase extra-hospitalar que são a dois três e quatro tá essas fases pessoal Gente também tem que observar que essas fases dois três e quatro uma luta reais são contra-indicadas em algumas situações Tá bom então quando a gente tem contra indicação é importante saber principalmente essas contra indicação recepção absolutas a gente tem uma grande lista tá então presta atenção nisso depois de novo gente Leia com calma Depois dessa aula porque é importante tá contra indicações então para o paciente é participar dessas Fases tá infarto agudo de miocárdio muito
recente menor de 72 horas angina estável o menos de 72 horas de estabilização qual o Pati as graves e sintomáticos é um conjunto com e são cirúrgica Então até indicação da cirurgia mas ainda não realizou hipertensão arterial descontrolada com sistólica maior que 190 e diastólica Marcos 120 insuficiência cardíaca descompensada arritmia ventricular grave suspeitas de lesão de tronco de Coronária esquerda estabilizado o grave que os pacientes que tá tendo né anjinho né e tudo mais e que tá investigação endocardite infecciosa miocardites E pericardites então aqui são as infecções né infecções bacterianas cardiopatias congênitas sintomáticos e severas
não corrigidas então por exemplo que a gente falou lá da tetralogia de fallot ou se tiver com muitos sintomas não foi corrigido na fase aguda de tromboembolismo Pulmonar e Pronto cebit né não é realizado as fases é dois três e quatro tá dissecção de aorta quando a gente já tem um distúrbio grave da horta né de anelismo observação severe sintomática do trato de saída do ventrículo esquerdo com baixo débito de esforço induzido a que cortou diabetes mellitus descontrolada e todo o quadro infeccioso sistêmico alguns Então se o paciente tiver uma condição dessa está contra-indicado tá
ele participar da Fase 2 3 e 4 é mas vamos lá pessoal para prescrição de exercício para esses pacientes vão se levar em consideração a intensidade a duração a frequência modalidade algo cai muito em prova de concurso é isso aqui gente a prescrição deve ser individualizada tá então coloca lá na questão a prescrição deve ser individualizada estão certa a prescrição lá na questão na alternativa coloca sem a prescrição não precisa ser Individualizada estão erradas tá e a intensidade do exercício pode ser definida de diversas maneiras sendo a frequência cardíaca a variável mais recomendada Tá bom
então assim gente na atualização Ele fala também da saturação mas a frequência cardíaca ele continua sendo a variável mas é importante para a gente monitorar esse paciente também pode utilizar a escala de borg né É mas ela é mais subjetiva e assim às vezes a frequência cardíaca ela pode estar sendo Influenciada pelos medicamentos tão paciente usa o medicamento ou por exemplo tem o marcapasso EA frequência cardíaca dele é bem regular né bem certinho mas por conta dessa questão tá bem aqui é algo que eu também já comentei com vocês na aula de fisiologia do exercício
Mas é bem importante eu vou repetir tá a gente vai ter então a deter a frequência cardíaca eu apertei de novo aqui o lugar errado a vaidade a determinação da frequência Cardíaca utilizando-se por exemplo 70 90 porcento da frequência cardíaca máxima atingida durante o teste ergométrico tá então uma das formas de determinar a frequência cardíaca é a partir do teste ergométrico Ok teste ergométrico teste de esteira né ou de bicicleta e a gente tenta a minha fórmula de karno vem lembra onde a gente pega aqui ó a frequência cardíaca de treinamento né que é alvo
ela vai ser calculada a partir dessa dessa cálculo aqui ó a Gente pega frequência cardíaca de repouso e soma com uma porcentagem da frequência cardíaca máxima menos a frequência cardíaca de repouso não por exemplo minha frequência cardíaca de Treinamento eu vou fazer aqui ó vamos supor que coisa que a gente eu postei 60 aí eu faço E aqui nessa frequência cardíaca máxima que é aquele 220 menos a idade né para mim a 180 - a de repouso 120 e aqui a gente usa uma porcentagem essa Porcentagem gente aqui ó 60 a 80 porcento dependendo o
que eu quero trabalhar eu quero trabalhar no limite inferior é 60 anos minutos superior eu entendo não vou fazer essa conta agora a gente eu sou ruim de conta tá mas aí seria né aqui 06 por exemplo vezes 120 mais os 60 e aí eu ia chegar nesse valor de frequência cardíaca de Treinamento tá vou só para a gente ter uma ideia né e lembrar que a frequência cardíaca máxima 220 menos a idade então pode ser Calculado pelo teste ergométrico pela fórmula de ou pela fórmula de carne vem Lembrando que do cardiopata pessoal tem que
ter feito teste ergométrico tá então é feito com o médico tudo mais com todos os cuidados mas é importante para a gente ter segurança depois na reabilitação desses pacientes Tá bom então as fases da reabilitação propriamente dito isso aqui é o pai mais nas provas a gente vai ter a fase um que a fase aguda são as Atitudes de habilitação do tomada durante o período compreendido entre evento para de aves colar até a alta hospitalar então a fase um é a fase hospitalar e depois tem a dois três e quatro atenção fase 2 condutas adotadas
após a alta e o período de Dois a três meses Claro gente que inspiram de Dois a três meses vai depender da gravidade do quadro do paciente lembra aquela questão deve ser alto risco tá então respeita se isso também só que é uma forma geral de Ver a situação a fase 2 fase de manutenção precoce e compreende os procedimentos após o terceiro mês até o sexto mês e nós né o paciente terá alta e faço quatro manutenção tardia início de completar a fase dois e três o prazo indeterminado porque muitas vezes essa pessoa ela vai
ter que tomar cuidado pelo resto da vida dela a Então vamos falar da fase 1 fase 1 hospitalar nessa fase o objetivo principal redução dos Efeitos deletérios do repouso manter ou restaurar a capacidade funcional de modo que obtenha considerável melhora do prognóstico e consequentemente da qualidade de vida também tem outros objetivos né previne perda de capacidade física né o paciente acamado paciente imobilizado imobilismo evitar sintomas depressivos é muito difícil para a pessoa tanto o impacto da doença como impacto da mudança dos hábitos né pessoal envolve muitas vezes hábitos e Vícios alimentação prática de atividade física
uso de cigarro de bebida alcoólica então é bem complicado Oi tá complicações respiratórias e tromboembólicas né então evitar que o paciente complique os exercícios eles são realizados na cama no quarto ou no corredor do hospital né Tá na fase hospitalar pode ser iniciado após a estabilização da doença a normalmente pessoal vai depender do caso mas nas síndromes coronarianas agudas depois de 24 a 48 Horas como ausência de sintoma pensa que também cai muito na prova Síndrome Coronariana Aguda e um Instagram infarto do miocárdio a no caso de insuficiência cardíaca depois da melhoria da dispneia pode
começar as exercícios suaves movimentação alongamento e tão rápido por possível né o paciente colocado para andar para deambular É nessa fase toda assim como nas outras a gente tem que ter muito cuidado com o Controle dos sinais vitais observar bem né respostas cardiorrespiratórias ao esforço para saber se não tá diz compensando o paciente tá então assim ó casos de sinais de intolerância o exercício deve ser interrompido pela escala de borg paciente com 10 12 leve na categoria né E aquela categoria daquela escala mais antiga ou com pontuação de 6 nessa escala de pontuação de 6
a 20 a joia que é a pontuação mais antiga durante a sessão deve ser Iniciada de 5 a 10 minutos progredindo para 20 a 30 preferencialmente duas vezes do dia nessa fase a necessidade de alongamento preparação das articulações seguida por um protocolo de aquecimento resistência e relaxamento então muitas vezes gente a mesma coisa importante de comentar isso vai se repetir nas outras fases a base da reabilitação cardíaca é a gente trabalhar tá com aquecimento a série principal que resistência que a força e Depois o relaxamento a volta a calma tá isso tanto lá na aventura
das diretrizes quanto aqui nas outras fases vocês vão observar essas questões todas vão estar envolvidas na reabilitação cardíaca então presta atenção gente sempre fase de aquecimento de a fase principal que a fase de exercício de condicionamento exercício resistência exercício fortalecimento EA fase de retorno à Calma que a fase de relaxamento três etapas tá aumenta gradativamente a Frequência cardíaca faz a série principal e depois de noite tá bom basicamente é essa os sinais que está inadequado gente isso aqui é importante também cai muito nas provas tem muitos sinais então vou passar com vocês aqui ó dor
torácica tá que pode ser angina dor isquêmica dispneia palidez náusea queda da pressão arterial maior que 15 MM ou reação hipertensiva o aumento da pressão histórica mais de 200 tá e da diastólica Mais de 110 aumento da frequência cardíaca acima de 20 batimentos por minuto daquilo que tava antes né de você começar uma manutenção de uma frequência cardíaca acima de 120 mais constante taquipineia manifestação de agravamento de arritimias dispneia persistente por mais de 10 minutos hipoglicemia e alguns efeitos tardios que pode aparecer né que o paciente relata depois fadiga insônia ganho de peso retenção hídrica
táxi a taquicardia persistente né é Hipoglicemia até 48 horas após o exercício Então tudo isso indica que tá ruim né não tá bem gozada essa reabilitação a bem essa primeira fase é a fase hospitalar né e depois então a gente entra para fase 2 a fase 2 em geral pessoal vai dar alta até três meses dependendo da gravidade das complicações desse paciente objetivos da fase dois melhora da capacidade funcional modificar os fatores de risco né para que esse paciente não venha Sofrer um novo evento recuperar a auto-confiança muitas espécies com muito medo de se movimentar
de fazer atividade muito medo de ter um novo evento os exercícios deve ser iniciado com baixa intensidade de baixo Impacto nas primeiras semanas uma adaptação inicial do corpo dessa p e não é a cirurgia que ele fez a lesão que ele teve tá deve-se realizar os exercícios aeróbicos de resistência e flexibilidade sempre seguindo aquela Ordem gente prescrição individualizada Com base no teste ergométrico Com base no vo2 Quando possível e monitorado de perto individualmente tá então nessa fase é muito recomendado os exercícios aeróbios deve durar no mínimo 30 e progredir até 60 minutos de acordo com
a forma com o paciente vai evoluindo o teste ergométrico teste cardiopulmonar é utilizado para definir a intensidade uma disse para vocês né o teste de esteira é importante utiliza-se geralmente a Frequência cardíaca o marcador de intensidade estando entre as 60 oitenta por cento da frequência cardíaca máxima do paciente que aquela frequência de treino tá e as sessões iniciam-se com 60 e progride até atingirem 80 progressivamente né Sem forçar os exercícios também são realizados abaixo e Limiar abaixo do Limiar isquêmico ou seja abaixo da frequência cardíaca Que carga que leva a indução de sinais Clínicos no
eletrocardiograma escolha do miocárdio quando no esforço isso gente esses esses lineares aqui são verificados no teste ergométrico tá então por isso que o teste ergométrico ele é tão importante para o paciente realizar a reabilitação cardíaca a reabilitação cardiopulmonar quase dois também exercício de resistência inicia com carga leve que são gradativamente aumentadas e não pode ultrapassar cinquenta a sessenta por cento da força De contração voluntária máxima então aqui aqueles testes de RM que a gente já comentou mais de uma vez tá realizadas duas a três a semana com séries de 6 a 15 repetições em vários
grupos musculares e o intervalo de 30 a 60 segundos entre cada série o objetivo não é hipertrofia mas é família familiarizar o paciente com o exercício é executando posturas corretas e com uma progressão gradual e os Exercícios de flexibilidade o alongamento muscular de maneira progressiva sem desconforto pode ser usado no início no final da sessão pensando naquela questão do alongamento do aquecimento e do encerramento a fases 3 e 4 Então essas fases tem duração definida também possa embora possa variar tá é a fase 3 ela ainda é supervisionada no centro de reabilitação pelo fisioterapeuta a
diferença básica é essa e a fase quatro gente a Reabilitação sem supervisão ou seja são aquelas instruções histórias que você deu o paciente que ele vai ter que manter pelo resto da vida dele para que ele não vol é um evento cardiovascular tá a fase 3 e 4 também é composta muito por exercícios aeróbios e resistidos seguindo aquela lógica de aquecimento série principal e Retorno à calma exercícios de aeróbicos entre 70 e 90 porcento da frequência cardíaca máxima então aqui a gente vai Né Tem um aumento tá pode chegar entre 50 e 80 porcento da
frequência de reserva é que é o Limiar de lactato e os exercícios de resistência deve ser conectados de 8 a 15 repetições com carga progressiva suficiente para causar que fadiga nas últimas três repetições e tomar um cansaço porém sem falha no movimento idealmente realizados três vezes por semana então paciente deve ser orientado tá aqui também gente mantêm-se as questões dos exercícios de Flexibilidade e pó e já também nos exercícios de Equilíbrio principalmente a gente pensar né que é um paciente mais idoso um paciente que pode ter risco de queda mais para frente então pensando em
realizados de uma forma mais gradativa sem sobrecarga também tá e para fechar para falar né da fase 4 chamada de manutenção só inicia quando o paciente For Capaz de realizar a automonitorização tá de forma segura então né é basicamente as pessoas fazem Dois três e quatro são compostas de três partes aqui eu vou dar ênfase nesse Polo aquecimento treinamento e resfriamento tá cada uma respeitando as intensidades do paciente os sinais clínicos dele a monitorização só para vocês terem ideia pessoal aquecimento tá na hora só o aquecimento é o momento no qual se incorpora os grupos
musculares de forma progressiva primeiro Pequenos Grupos depois grupos maiores inicialmente realiza exercícios de forma lenta e Depois aumenta a velocidade a repetição tá depois de cinco minutos realize sem o aquecimento mais intenso 5 e muitas vezes trote né que aquela corrida um pouquinho mais rápida ou a caminhada pouquinho mais rápida um exercício de maior intensidade tá em geral quando o paciente inicia reabilitação aquecimento é mais prolongado antes da primeira sessão conveniente que alguns testes realizados então avaliação né pessoal o teste ergométrico e o teste de caminhada São exemplos importantes tá o treinamento propriamente dito ele
pode ser realizado no cicloergômetro na esteira no escalador que aquele que é tipo o step Zinho né de movimento e se tem uma é simplesmente com caminhadas outros habitualmente começa um treinamento de 15 minutos durante as primeiras sessões e depois vai progredindo de acordo com cada caso essa fase deverá ser premiada com o tempo ao tempo e intensidade de Exercício a frequência cardíaca de treinamento é determinado de acordo com o médico de prescrição que a gente falou antes o teste ergométrico ou é a fórmula de carne nuvem objetivo atingir e manter a frequência cardíaca durante
a execução dos exercícios aeróbios Tá além disso é conveniente agregar esses de resistência Cada sessão o objetivo da frequência de Treinamento sequência que a gente treinamento vai ser calculado pelo método carnoso em foi que a gente disse Ali Ah tá e por último vem a volta a calma que a fase de desaquecimento então atenção gente todas as sessões da me conta aqui nos últimos minutos o paciente deve recuperar os valores de frequência cardíaca e pressão arterial Inicial o método para conseguir esse objetivo é variável mas pode-se usar por exemplo redução da carga utilização de alongamento
repouso em cadeira técnicas de respiração técnicas de meditação e a Então pessoal o mais variado possível Tá Mas eu peço muita atenção de vocês para isso a gente precisa muito ter esses cuidados e em relação às provas né entender bem essas questões de aumentando e depois diminuindo tá então isso tem que ficar bem claro e assim pessoal de novo a repito algo que eu já venho falando para vocês aqui ao longo do nosso curso Pedro esse conhecimento básico e caia o que cair na prova você aplica esse conhecimento tá você usa o Raciocínio clínico e
aplico esse conhecimento que você com certeza vai acertar a questão tá para não ter que ficar decorando um milhão de exercícios que podem ser feio tá bom só beber uma aguinha aqui G1 E aí Olá pessoal agora continuando eu separei também aqui é uma outra parte que fala de exercícios físicos em geral que tá lá na diretriz tá então se não tiver no Slide de você está lá na diretrizes eu não tenho certeza se eu tinha colocado ou não Tá bom então assim é importante para a prevenção de doenças cardíacas de complicações e nessa diretriz
de 2020 tem algumas questões que a gente pensar tá então vamos lá vou comprar aqui ó existe associação entre o tempo de sedentarismo com atividades como assistir televisão e a maior mortalidade por todas as causas bem como a mortalidade cardiovascular tá dança esse Tempo de assistir televisão muitas vezes relaciona com o tempo da pessoa sentada a quantidade de tempo que você fica sentado durante o seu dia e por isso para promoção de saúde e prevenção de doença cardiovascular Atenção se vai cair na prova a as diretrizes médicas recomendam no mínimo uma prática de exercício físico
de intensidade moderada por pelo menos 150 minutos semanais ou de alta intensidade por 70 75 minutos semanais tá E essa Recomendação tem um nível de evidência 1b depois também lá na diretriz pessoal Leiam com calma que tá explicando direitinho os níveis de evidência tá continuando a prática de mais de 300 minutos semanais de exercícios de intensidade moderada à alta pode conferir benefício adicional conforme já foi evidenciado em pacientes com doenças doenças cardiovasculares então gente quê que acontece a prática de exercícios vai ser importante E aqui tá falando as medidas de Promoção e prevenção Eu acho
que isso aqui tem uma grande chance de cair nas provas tá então muita atenção para isso tá bom Aqui a gente vai tem né ah os padrões de exercícios que a gente vai ter só caracterizando o qual o que que é cada um deles tá então a gente tem aqui ó o exercício aeróbio alático é um exercício de grande intensidade e curta duração Então quando você pega um peso muito grande né uma carga muito grande para Hotel pequeno o anaeróbio lático é de grande intensidade e curta duração tá desculpa Ô alático é curtíssimo o exercício
aeróbio é de baixo mede a intensidade de longa duração Essa é a outra outra outro padrão que a gente pode utilizar né no seu exercícios fixo constante eu continuo sem alternância de ritmo ao longo do tempo ou variável intermitente intervalado com alternância de risco ao longo do tempo então assim por exemplo fixo gente é Você fazer uma caminhada uma corrida numa velocidade constante ou variável Você caminha um pouco corre um pouco para mim um pouco carro é baixa intensidade respiração tranquila muito pouco ofegante borg menor que 4 mede o moderado a respiração acelerada ofegante mais
controlada consegue falar uma frase Barbie entre quatro e seis a que cortou e o alta respiração muito acelerado muito for gant fala com dificuldade eborg maior que 7 essa escala de borg Pela variação de 0 a 10 que eu disse para você será mais moderna o exercício estático não ocorre o movimento apenas tensão e encurtamento muscular não é por exemplo peso e o dinâmico ocorre o movimento com contração muscular realizada tá então gente é isso aqui tá na diretriz lei uma diretriz tá nem vou falar mais que eu já tô chata de tanto que eu
falei isso tudo bem por enquanto tranquilo bom então para gente encerrar esse Conteúdo de hoje o que a gente vai conseguir falar ainda é sobra de o depois cê tá então Aperte os cintos prestem atenção que agora a gente vai tratar do d p o c e o depois você ligando destaque para a gente muito grande porque ele cair muito nas provas Tá então vamos entender essa doença bem para você gente é a doença pulmonar obstrutiva crônica é caracterizada por obstrução do fluxo aéreo que não é totalmente reversível e é progressiva tá Então ó obstrução
ao fluxo aéreo não reversível não completamente Irreversível e progressiva que quer dizer isso gente as alterações que acontecem depois você se a gente fizer por exemplo uso de broncodilatador a gente não reverte o completamente essas alterações e é diferente por exemplo da asma na asma se a gente fizer o uso de broncodilatador muitas vezes a gente revê não muitas vezes não a asma é Reversível tá com os broncodilatador isso para fins de exame a gente sabe que tem casos e casos de asma tá e você pra você é progressivo na uma doença crônica progressiva e
Embora ela seja é prevenir de tratada ainda é uma doença sem cura está associada com uma resposta inflamatória pulmonar normalmente desencadeada por exposição a partículas ou gases tóxicos sendo tabagismo agente agressor mais frequente não principal causador de ter Para você é o tabagismo tá não depois você a gente tem duas modalidades diferentes né duas entidades nosológicas diferentes e que podem estar junto no paciente sendo que às vezes predomina Mais uma ou mais a outra mas elas estão juntas Então as duas partes do processo são a bronquite crônica e enfisema pulmonar vamos entender a diferença bronquite
crônica acomete as vias aéreas tá definida clinicamente pela presença de tosse produtiva por mais de três Meses no período de dois anos consecutivos nos pacientes que tiveram outras a fase crônica excluída tá bom enfisema pulmonar acomete primariamente o parênquima pulmonar caracterizado anatômico patologicamente por destruição da membrana alveolar com estiramento das vias aéreas distais e aumento dos assassinos alveolar Então vou mostrar aqui que vai ficar mais claro pessoal a bronquite crônica atinge as vias aéreas O enfisema atingir o parênquima pulmonar tá o quê que pode ter nas vias aéreas pode ter e sedema tá vendo que
vieram edemaciada essa luz né a luz que essa parte aqui de dentro tá reduzida e a gente tem a presença da secreção tá os alvéolos os alvéolos vão tá aqui a com a sua parede destruída então toda aquela questão que a gente conversou né a troca gasosa sobre passagem de ar sobre a entrada de oxigênio saída de CO2 tudo isso vai ser afetado tá bom Etiologia pessoal e fisiopatogenia os pontos importantes Então os agentes nocivos inalados desencadeia uma resposta inflamatória crônica né então era considerada uma doença inflamatória com a ativação de várias células principalmente neutrófilos
macrófagos e linfócitos e com a liberação de mediadores inflamatórios aquela inflamação que a gente já estudou Então a gente vai tendo né primeiro uma doença é das pequenas vias aéreas passando por Destruição do parênquima alveolar destruição da rede vascular e perda da elasticidade do pulmão então pulmão vai ficando rígido né o hiperinsuflado estirado e rígido tem a capacidade de e aquela de Formação característica do pulmão que vai ser né de abrir e fechar na alça a aumentar e diminuir abrir e fechar ficar muito pesado né como consequência há o desenvolvimento de então com tudo isso
paciente desenvolve limitação ao fluxo Aéreo expiratório pela diminuição do recuo elástico e aumento da resistência das vias aéreas né então gente não é só que tem a resistência da via aérea para o ar sair também aquele recuo ela acho que esse movimento aqui né que o recuo elástico ó puxei o ar a ver com elástico e ele diminuiu Tá então não dá para você isso não acontece espumou tá ficando rígido Lembra que eu te falou ali ó puxo ar A ver com elástico depois você é e permaneceu ali com um monte ainda tá o pulmão
não faz mais esse movimento amplo por alteração das capacidades das propriedades elásticas alteração de elastina e do colágeno tecido conjuntivo e também vai acontecendo aprisionamento aéreo em razão da lentificação do esvaziamento alveolar pulmonar não é inspiração para lentificada gente já viu diminui vf-1 E aí também gente o ar vai ficando preso e a gente até já conversou Das consequências alteração das trocas gasosas resultando em hipoxemia E hipercapnia então reclamando algo que a gente já falou aí Apertei o botão Zinho de novo Só um minuto já vamos voltar então quando eu tenho hipoxemia eu tenho que
me ajudem por favor hipoxemia eu tenho redução do oxigênio Certo certo e hipercapnia eu tenho que ir perca fininha eu tenho aumento de CO2 na circulação sanguínea verificado por meio da gasometria Tá bom também pessoal e Percepção é aquela secreção aumentada ocasionando tosse crônica produtiva e para tosse com catarro e podendo evoluir para hipertensão pulmonar na fase avançada decorrente da destruição do leito vascular E vasoconstrição hipóxica então esses vasos que estão ali no pulmão né os capilares vão sofrendo também lesões e sofrendo O vaso constrição tá joia bem sintomas principais a gente tem ronco Dispneia
dor precordial pode testador na região aqui ao redor do coração só se crônica que produz expectoração podemos ser um Muco branco claro amarelo-esverdeado então se tiver infeccionado infectado vai ficando Amarelo esverdeado cianose que são né as extremidades especialmente arroxeadas infecção respiratória frequente né então vai ter uma tendência maior as infectar falta de energia perda de peso não intencional na fase avançada porque se Paciente consomem uma energia um grande para manter as funções vitais de tá pessoal batendo que a gente dou agora a pouco atrás com aqui é a depois você e a espirometria anos só
que algo cai muito né quando cai espirometria ou cai de para você ou cai doença neuromuscular geralmente Então vamos lá pessoal a gente vai ter né na espirometria relação vef1 cvf normalmente menor que 70 Então essa relação está diminuída a gente viu que o Normal é quanto 80 a 100 tá E aí a gente vai ter caracterizada a presença de obstrução vf-1 menor que 80 avalia a intensidade da doença quanto menor for né em relação ao normal mais grave o CPF menor que 70 vai estar diminuída tal pode ser menor igual bronca o próprio prova
broncodilatadora então a gente faz a espirometria sem o broncodilatador aí vai lá aplico broncodilatadores sair de novo então não tem melhora a prova é negativa lembra Que eu falei ali no começo de p u c é uma doença com características irreversíveis tá é diferente da asma gente normalmente na asma é reversível depois que dá o broncodilatador o paciente melhora então aqui que eu disse para você só quando positivo pensar na possibilidade de asma né quando melhora com o broncodilatador e a relação vef1 cvf menor é igual setenta por cento com cvf reduzida E aí Se
tiver nessa cê vê essa redução muito E deve-se pensar deve-se questionar a a doença restritiva tá pessoal aqui a gente tem uma outra coisa que pode cair nas provas eu preciso que vocês prestem bastante atenção estiver com você aproximar assim tá da tela e são estágios do DPA você essas estágios antes classificação a classificação de Gold Então essa é muito frequente de aparecer nas provas a gente tem estágio um Brando dois moderado três grave quatro muito grave olha como é que a Verificado isso gente pelo vf-1 CBF e pelo vf-1 tá então quando a gente
tem a ver F1 cvs menor QI 07 com uma gf1 maior ou igual a 80 né ainda tá tá boa mas o paciente tem outros sinais é Brando aqui vs 107 E aí a é uma PS1 Entre 50 e 80 porcento do normal já é uma uma dependência e moderada entrave veste um igual Marcos menor 07 e desculpa vvs 1 cm fgs11 de 30 a 50 então a gente já tem estágio grave e aqui no muito grave é que um CBF 07 EA Vs o menor que 30 ou presença de insuficiência respiratória crônica ou insuficiência
cardíaca direita tá então a gente já tem um quadro muito grave pessoal lembra que falou ali atrás que abf1 é utilizada para ver realmente a gravidade Então tá aqui explicar da Tá beleza então tá bom que que é importante para esses pacientes pessoal para todos eles não exposição a fatores de risco e vacinação contra influenza transpasse a tomar vacina da gripe tá também para Todos eles adicionar broncodilatadores de ação breve quando necessário então quando ele estiver descompensado com muitas dificuldades muito Cinéia broncodilatador tá e agora pensando o pessoal no paciente moderado tá vendo aqui ó
paciente moderado Vou colocar aqui adicionar tratamento regular o mais broncodilatadores de ação prolongada e adicionar reabilitação no paciente que era classificado como três Ali ó o paciente que é o paciente grave adicionar corticoesteróides inalatórios em caso de exacerbações repetidos e no paciente que é o quatro e lá em cima tal muito grave adicionar oxigena são por tempo prolongado em caso de insuficiência respiratória crônica considerar tratamento cirúrgico a joia transplante de pulmão forma possível Tudo bem pessoal então isso aqui é importante que a gente tem que saber a respeito do depois você a partir daqui a
Gente passa para o tratamento fisioterapêutico O que é tão ou mais importante para as provas de concurso Tá então vamos lá tratamento fisioterapêutico a fisioterapia no tratamento do portador se você engloba é o paciente na fase de prevenção e de exacerbação a prevenção para a exacerbação né porque a pessoa já tende a crescer a tem vários fatores podem ser considerados a gente vai comentar o primeiro fator que a gente Deve ser lembrar sempre aqui os primeiros aspectos relacionados diretamente com a presença da Paz e na terapia intensiva é a reabilitação pulmonar tá então assim a
gente tem que pensar muito nesse paciente entender a terapia que ele tá fazendo a reabilitação pulmonar é muito melhor vai reagir o paciente ao tratamento em terapia intensiva se ele tiver faz é parte de um programa de reabilitação tá é basicamente como que é esse tratamento Os pacientes são submetidos a condicionamento físico dirigido treinamento de estratégias respiratórias técnicas de conservação de energia e um programa educacional tá tudo isso buscando qualidade de vida então gente qual que é a base da reabilitação pulmonar vamos lá O condicionamento físico estratégia respiratória conservação de energia e técnicas educacionais Essa
vai ser a base da reabilitação pulmonar é a Importância dessa reabilitação pulmonar extremamente discutida já tem bases teóricas muito importantes sobre isso tá e o principal objetivo que a gente tem é permitir que esse paciente tem Independência funcional a joia apesar das limitações ele tem que ele consiga realizar né trabalho atividade de vida diária sem ter esforços muito grandes que ele consiga fazer e quando possível a limitação da dispneia Principalmente nos casos mais graves então a gente está Falando de reabilitação pulmonar a é a gente também tem níveis de evidência e só que é importante
Se o cai muito nas provas a gente a evidência em relação as técnicas fisioterapêuticas que a gente usa na reabilitação do de PVC pessoal então presta atenção nível A é o que tem melhores evidências tá o que melhora a vida da pessoa com DP o nível A treinamento de membros inferiores e a e técnicas que melhorem a dispneia Então atividades que melhoram a vida a qualidade de vida desempenho funcional capacidade funcional da pessoa que depilar Ser nível A treinamento de membros inferiores e técnicas que melhorem dispneia o nível B treinamento de membros superiores de músculos
respiratórios melhora na qualidade de vida e diminuição de hospitalizações tá então assim o treino de membros superiores e o treino de músculos respiratórios melhora A qualidade de vida e reduz hospitalizações nível B de evidência é bom ainda né e nível você para dar melhora da sobrevida e educação na doença como tendo repercussão aí né nessa qualidade de vida do paciente na melhora da sobrevida dele mas muita atenção gente porque às vezes só que a gente não entende né mas uma das coisas que mais melhoram a vida do paciente com de ter você só os exercícios
para membro inferior para o treino de membros Inferiores Então vamos entender isso olha só treino de membros inferiores né é os resultados então que dão essa evidência são baseadas e os né os programas de reabilitação do em seu maioria entre 6 a 12 semanas com resultados favoráveis principalmente em relação ao indo não se né que é resistência é a representando o melhor dessas variáveis 175 ao sem por cento em relação ao começo da reabilitação são pontos importante aqui pessoal programas De 6 a 12 semanas Vira e Mexe isso cai nas provas tá também pode-se avaliar
a melhora da qualidade de vida por sua mudança de capacidade tá funcional de se manter exercício pelo menos 100 porcento aplicando os resultados nas atividades de vida diária que quer dizer aqui gente que a gente observa a melhora da qualidade de vida porque esses exercícios que ele faz na perna melhora as avidez dele então esse fortalecimento mais inferior melhor A idade deles de realizar as abelhas tá por exemplo imagina paciente caminho só nem 100 metros e para ir para os imitação ventilatória após a reabilitação ele caminho o dobro mais possibilitando a realização duas vezes mais
tempo de atividade com menor índice de dispneia essa pessoa tem que ao mercado né ela tem que sair de casa e ela consegue andar só 100 metros ela tem que parar e esperar um tempo Grande para se recuperar após a reabilitação ela Consegue aumentar esse tempo tá treino de membros superiores então o que que a gente tem aqui a elevação do membro superior aumenta o consumo de oxigênio EA produção de dióxido de carbono diminuindo a participação dos músculos da cintura escapular e pélvica na ventilação do paciente com de PVC o treino de membros superiores tem
potencial mente o objetivo de melhorar a força endurecer e diminuindo a demanda ventilatória Durante o trabalho muscular da cintura escapular tão pessoal o que que acontece normalmente se eu faço atividades né que exigem elevação do membro superior eu vou ter aumentar esse consumo de oxigênio isso se eu não estou preparado se eu sou sedentário se eu faço treino eu vou melhorando essa minha resistência consequentemente nas atividades do dia a dia desse paciente Isso vai ser melhorado também tá o mais comum que a gente tem esse treinamento é pelo Círculo ergômetro de braço ou por movimentos
repetitivos né exercícios da cintura escapular os dois métodos sofrem creme entre de carga de acordo com alimentação individual para o exercício do ar em torno de 20 a 30 minutos sobre o paciente aguentar realizar a 20 a 30 minutos tá e esse treino então ele é bem específico para melhorar a performance é relacionada à atividades desses músculos né superiores mas sem melhora sistêmica Na performance cardiovascular Na verdade o que vai melhorar a pessoal suas habilidades são as capacidades do paciente ta os efeitos podem não ser Claros né no sistema cardiovascular e supõe-se que a sensação
de melhora geral seja por de sensibilização de dispneia melhor adaptação metabólica dos músculos para esses trabalhos que utilizem a elevação foi que eu disse para vocês treinar no ambiente controlado e supervisionado pelo fisioterapeuta para Que depois nas atividades do dia a dia dele o essa percepção de esforço seja menor né essa esse esforço seja menor tá bem o treinamento isolados no menu superior não altera melhora na capacidade física Então na verdade no programa de ré e são gente tem que é conciliar os treinamentos né só tem pesquisa que nossa que só o treinamento isolados membro
superior tem pouca influência a o treino dos músculos respiratórios Então aqui tem um aparelhinho que treinar músculo respiratório que é o trichold tá então vou tentar escrever aqui que é minha caneta já tá falando viu o show hoje Esse é o principal é o principal não é o aparelho usado para fortalecimento de músculo respiratório A então a fraqueza dos músculos respiratórios pode contribuir com o aumento da dispneia e pela limitação do exercício as duas Formas mais comuns de treinamentos são pela intervenção sustentada a forma linear EA resistência respiratória forma linear também tá então a hiperventilação
sustentada está relacionada aos exercícios de rei de respiração tá e a resistência respiratória para fortalecer realmente né Lembrando que a gente tem que tomar muito cuidado pessoal porque esse paciente paciente que tende a hiperinsuflação tá todos os pacientes devem ter a força avaliadas e se lembra Como que avalia a força o mano vacuômetro né se apresentar valores de pressão expiratória máxima abaixo deverá terminar treinar esses músculos é possível também direcionar o tratamento para melhora da capacidade de resistência de Endurance embora durante o treinamento de membros inferiores às de um treinamento indireto de Endurance pela hiperventilação
né provocada por esse exercício a demanda que o exercício mesmo inferior provoca no membro Inferior influencia nessa demanda respiratória e as cargas variante trinta a sessenta por cento e vinte e quarenta por cento para em duras 3060 para força 20 a 40 para em duras respeitando os limites do paciente ta um pouquinho mais pessoal melhor correlação é em relação alteração da sensação de dispneia avaliada por vários instrumentos né em vários estudos como resposta fisiológica índice de dispneia questionário de qualidade de Vida e avaliação da capacidade física pelo teste de caminhada de seis minutos então observou
se essa melhora da sensação de dispneia avaliada por essas formas de avaliação que podem ser utilizar Hoje a gente vai falar agora de uma outra intervenção que é o rpi o uso de um aparelho que chama rtpi que é a respiração com pressão positiva intermitente tá então tá aparecendo aqui gente o aparelhinho vamos entender como É que funciona acompanha aqui comigo a utilização de pressão positiva no tratamento fisioterapêutico da de pelas É frequente uma pressão positiva o pessoal é a Vini por exemplo é Hip tá o objetivo mais comum auxílio na higiene brônquica e otimização
da ventilação pulmonar associada não exercício respiratórios dependendo a colaboração do indivíduo bom então muitas vezes gente essa pressão positiva não é utilizada para Respondir né porque se paciente não precisa respondir ela é utilizada para que para ajudar a mobilizar secreção porque quando a gente altera os fluxos respiratórios a gente mobiliza secreção pode ser associado com técnicas de posição de drenagem lembra a drenagem do drenagem e como é que chama drenagem postural né que vai drenando as extensões direção aos bancos maiores para utilizar eliminação da secreção pulmonar A5 com Para direcionar ventilação nos casos de hipoventilação
tá então aqui pessoal nessa máscara a gente vai ter essa Associação né da rtpi o que que é isso a gente tem um equipamento e manda um fluxo de ar aqui para essa para essa máscara e uma válvula de Pit a valvula de pe pe ela faz o que é é esse fluxo ele faz uma resistência saída de ar então funcionaria de maneira semelhante mais otimizada com o frênulo labial eu já vamos falar dessas duas coisas né Quando eu uso freno labial o que a gente ensinando o paciente ou quando eu uso o pipi tá
quê que eu tô usando gente eu tô dando uma resistência saída de ar eu dando essa resistência saída de ar os alvéolos ficam abertos por mais tempo otimizando as trocas gasosas então não paciente com de pelas e gente isso é muito bom não necessariamente para usar os tá aberto pelos alvéolos normalmente já estão lesionados mas que a gente tem um tempo Maior da permanência do oxigênio lá no alvéolo e permanecendo oxigênio por mais tempo lembra vai entrar mais oxigênio tá eu soprando por mais tempo também eu vou eliminar tendência eliminar mais gás carbônico a joia
então vou ter essa Associação tá a gente já vai falar davene também um pouquinho diferente da do que rppi mas é essa pressão é positiva da RTP está muito ligada a esse arzinho ou mais quente esse fluxo a mais E essa resistência da pipa e ao aparelho um pouco mais simples do que os aparelhos de venir a também pessoal pode fazer parte do tratamento fisioterapêutico o conserva escada aqui as manobras de higiene brônquica tá então a presença de secreção nos exerce paciente depois você é o principal indicativo para a aplicação de técnicas de higiene brônquica
as técnicas mais comuns são tá então Relembrando a drenagem postural O que aquela né que você posiciona o paciente na posição Para que ocorra né a a drenagem mesmo a que essa peça que você seja levada pelos bancos maiores então só para dar um exemplo simples né Eu tô aqui sentada eu que sou posicionar sentado assim apoiado um pouquinho mais para frente a tendência que eu tenho de drenar a secreção do AXE tá para essa região dos brônquios para depois se eliminar Tá bom a gente tem os exercícios respiratórios em gerais Pessoal a gente pode
pensar assim né na percussão nas técnicas de inspiração manual uso de dispositivos como flaterna inaloterapia né que é o uso de inalação seja que só com [Música] e com soro ou com medicação se tiver prescrita a valvula de pe pe que a pressão positiva expiratória que ela estava associada ao fluxo né mas pode ser usada sua válvula o e Pato é papi pelo da água que eu pacientes ou tá no Canudinho na água o Husky em e a tosse associada à compressão torácica Tá eu vou acrescentar aí as técnicas mais modernas gente a gente tem
o cara Esse é o ciclo ativo da respiração e a gente tem a drenagem autógena e são técnicas que caem bastante tá técnicas de desobstrução cai bastante no nos concursos basicamente essas técnicas pois elas vão usar a diferentes fluxos e e volumes respiratórios para ajudar a mobilizar secreção tá então atacar por Exemplo ela usa uma associação de técnicas de respiração abdominal com técnica de alteração de fluxo um técnicas que tem ali aquele aspecto tipo da rede expansão e esse controle respiratório já drenagem autógena ela tem três fases começa com respirações curtas e rápidas vai se
tornar nossas respirações cada vez mais profundas até que termina com é assim que aquela Costa Gold aberta assim da capa E não festa da tosse tão aberta a com dificuldades que agora que a garganta já tá falhando tá vale a pena dar uma olhadinha nisso também tá bom vou anotar até aqui para depois eu passar para você estou anotando aqui e sobre o cá e sobre a drenagem autógena a aí pessoal seguir em frente aqui a gente vai falar de algo que também querem muito nas provas de concurso que são as características da ventilação mecânica
na depois é tanta ventilação Não invasiva como a ventilação invasiva tá então princípios gerais Não se preocupem né É espero que você já entendam tanto disso que é necessário mas você não entender muito na aula que a gente fizer nessa semana sobre ventilação mecânica vocês terminam de fechar o ciclo né mas já começa a entrar em contato com ventilação mecânica na de pela C é o principal mecanismo fisiopatológico da descompensação aguda deve ter pra Você é um aumento da resistência das vias aéreas a ventilação no paciente está indicado de forma geral ante o Episódio de
agudização e sinais de insuficiência respiratória aguda sinais de insuficiência respiratória aguda isso já pode decorar em é a dois menor que 55 paco2 maior que 50 e PH menor que 7 35 tá então cê já pode decorar já pode anotar aí fazer uma anotação a parte tá a decisão determinante ao nível de consciência do paciente se o paciente Está mantendo um nível de consciência muitas vezes tenta se a venir a ventilação não invasiva vocês paciente já tá com alteração de nível de consciência confusão mental aí já pensasse na ventilação invasiva Sá e é não existe
nenhum valor absoluto de pegar o pessoal dois indica a ventilação mas tem aqueles valores de referência para insuficiência respiratória o objetivo vai ser alcançar o retorno do PH o nível normal tá e não Necessariamente do pco2 mas o PH sim até porque algumas vezes paciente paciente a um paciente com esse é o dois alterado cronicamente e às vezes a gente não tem O Valor anterior dele antes da descompensação Em algumas situações o paciente será submetido ao suporte ventilatório não-invasivo dependendo das condições clínicas ao suporte em vazio a utilização da vpni as condições ideais são do
paciente Alerta Então já vão guardando isso davene está pessoal Paciente deve estar Alerta deve ser um paciente consciente ó cooperativo e interativo com reflexos pro e por isso é reflexo de tosse e estabilidade hemodinâmica e não tem atendo no esteja tendo uma alteração muito grande hemodinâmica de frequência cardíaca de débito cardíaco ou arritmia grave a diminuição progressiva do nível de consciência com perda dos reflexos protetores das vias aéreas nade those especial tosse expectoração sinaliza a Indicação de intubação Então se o paciente tiver condições clínicas pessoal tenta se averie se ele não tiver condições clínicas ali
a Gerais né vai então para ventilação mecânica Então não é só o valor de paco2 de PH que determina isso é a condição Geral do paciente tá então aqui VN a joia suporte ventilatório não-invasivo e é quase camente observa-se que os benefícios da ibvn são observados pela melhora na troca gasosa diminuição da Sensação de dispneia diminuição do trabalho muscular respiratório redução do risco de necessidade de suporte ventilatório invasivo então gente começou a wenye verifica-se que o paciente está melhorando especialmente nesse aspectos sinal que a ventilação está dando certo a ventilação não invasiva não teve repercussão
ou paciente tá piorando ventilação mecânica ventilação invasiva tá as formas mais frequentes de aplicação são os cepap tão Cepap é um tipo de venir que tem fluxo contínuo e o modo de pressão de suporte e a ventilação bi-level que é ubbe papi ta o módulo pressão do Sul e o outro modo que só vai dar um suporte paciente e o bipap é que vai ter fluxos diferentes inspiratórios e expiratórios então são formas diferentes o mais comum gente é o se pap e o bipap tá a gente vai ter mais acesso direitinho vamos lá se pap
os pacientes com suspeita de hiperinsuflação dinâmica que alto Pipe o Valor da tela principal que é aquele que permite diminuição hiperinsuflação dinâmica e que melhore resposta terapêutica normalmente pessoal esses valores de 3 a 5 cm de água lembrando o que não se pap esse três a cinco é Ponte no no aparelho Como assim continuo professora Vamos pensar assim o tanto na IMS quanto na esses esse fluxo é continuar nesse mesmo Ah tá então é céu se pap e a indicação no depilar-se 3 a 5 cm de água joia se Isso trazer benefícios para ele ótimo
tá ventilação com pressão de suporte a pressão de suporte a outra opção para aplicação devenir bastante utilizada por ser uma modalidade de presente nos ventiladores convencionais e por isso mais disponíveis na cidade para intensiva a pressão do suporte então gente ela mais utilizada quando o paciente está na UTI mas não tá entubado quando a gente pensa o paciente na enfermaria a gente tem acesso ao se Papel vi pa tá a desvantagem em relação entre fase que deve ser bem ajustada para a menor fuga aérea já que o ventilador habitualmente não tem sistema de compensação de
fluxo porque a gente o ventilador normalmente que é o que vai gerar pressão suporte ele é acoplado ao tubo ou a a e nesse caso aqui vai ter que ser acoplado a máscara Então tem que ter muito cuidado para não tá escapando ar aqui ao redor tá a pressão de suporte Deve ser ajustados a níveis que determinam o volume corrente de 7 ml por quilo lembra que a gente já falou disso hoje 7 ml por quilo 6 a 8 ml por quilo que aquele volume corrente padrão paciente tem que fazer né volume corrente e volume
de ar que entra aqui sai tá a ventilação com dois níveis que é o bipap existe no mercado equipamentos bem específicos ou equipamentos associados ao separar sem tem como princípio a compensação de fogo aérea Que ajusta né Essa interface de uma maneira mais fácil a vantagem de utilizar bi-level é a melhor adaptação do paciente é possibilidade de monitorização melhor equipamentos mais sofisticados ajustes um dois e também disparo automático o seu paciente fizer é uma apneia a só para gente pensar pessoal o bipap ele tem dois níveis diferentes de pressão sem o ipap que a pressão
positiva expiratória e o epap que a pressão Positiva expiratória não lembro aqui no CEPA que eu falei assim ó que é contínuo traindo e para eles aqui não gente eu vou ter aí e a ex diferente normalmente usa-se aí a pressão inspiratória é maior que a pressão está deve-se sempre devemos deixar um grande e três óleo menor que 3 a 5 a diferença entre a Índia EA esses tá entre três e cinco por exemplo ciainfo aims for de 10 a ex até o máximo de cinco entendeu o gradiente essa diferença entre uma e outra tá
Quanto maior o nível o rappi maior o fluxo liberado pela máquina o que pode eventualmente causar desconforto no paciente porque é um ventão né não sei se vocês já experimentaram o uso de hoje é experimentaram a um aparelho tiver em mim é um ventão que fica assim no rosto tá então sugerimos que o níveis mais baixos de papi e pap para facilitar esse acoplamento e depois se for o caso faz os ajustes está bem é E o generalidades nos davene deve-se considerar como indicador de sucesso da bene a melhora do padrão ventilatório da pessoal dois
da saturação após 45 a 60 minutos o desmame da VM deve ser feito de maneira cautelosa vem e ainda tá iniciando pela redução dos níveis que deverá ser suspenso após 120 minutos sem sinal de piora Clínica caso contrário deve retornar os níveis prévios de expressão somente reiniciando o processo de novo né retirada de 24 a 36 horas Depois não isso muito pra com paciente que tá no acompanhamento na UTI o reforço isso tá pessoal é avene pode também ser utilizada como aporte de uma forma de suporte pós-extubação Então esse aqui é o uso muito frequente
para venir que ao método para auxiliar no desmame da ventilação mecânica os problemas com aerofagia que é engoliar hipercapnia por hiperventilar distensão abdominal vômitos broncoaspiração lesões compressivas da Faz inalação inadaptação do paciente podem acontecer tá mas aí depende muito da gente colocar instalar bem avenir monitorar esse paciente acompanhar ele o tempo todo tá bom depois então a gente tem o suporte ventilatório invasivo o suporte ventilatório invasivo o pessoal características principais pro depois você deve ser iniciado em modalidade controlada então Sempre iniciar como ajuste inicial do ventilador controlado o diferencialmente limitado por pressão Tá a pressão
que vai ser mandada para o paciente no mínimo por 12 horas para permitir a recuperação da Fadiga muscular Então para que esse paciente se recupere se ele descompensou o ponto que ele precisa de ventilação significa o quê que a musculatura dele vai estar extremamente fatigada os modos controlados a volumes pode ser utilizado quando não houver possibilidade do modo a pressão assim que atingir essa habilidade clinico paciente só pode ser Contra conduzido ao modo assistido então começa no controlado progride com assistido assim que for possível a suporte ventilatório parâmetros iniciais tá então o padrão de desaceleração
linear é preferido por gerar menores pressões né fórmula da curva que vai oferecer esse arco paciente ta especialmente as pressões respiratórias mas as operações de pó e aquela pressão que chega aqui em cima né que a mãe tira Essa pressão aqui nesse platou em cima e aí pessoal pressões de platô aqui muito elevadas podem causar lesões né lesões do parênquima pulmonar tá é o volume corrente em torno de oito e miligramas por quilo é de quadro para ventilação alveolar e para prevenção de extensão Lembrando que normalmente paciente com depois que ele já tem a hiperinsuflação
Então tem que cuidar muito dessa pressão e nesse volume para não ter os traumas né as lesões do Parênquima os parâmetros ventiladores sugeridos então frequência respiratória iniciada com valores entre 8 e 12 tá para prolongar o tempo expiratório e até no alto Filipe então falando até aquele problema né pessoal de sobrepor né Que Faz assim puxa só um pouquinho só um pouquinho só falta aqui então vai chegando lá no final esse pulmão ele vai ficando muito ele hiperinsuflado e chega o momento que o ar não consegue mais Entrar não consegue mais sair por isso então
que vai ter essa relação pessoalmente a gente pensando então né de valores de 8 a 12 para que tenha ciclos que permitem inspiração EA expiração tá em relação de tempo e eles devem manter uma relação diminuída a partir de um para três um tempo inspiratório para três expiratórios são por exemplo se eu inspiro em 10 segundos e o inspiro em 30 Ah tá E o ajuste da Fiel 22 deve ser feito com valores que mantém a saturação a 90 porcento e até dois de 60 a 100 lembrando gente que pluga é pra você a gente
tem uma diretriz mais moderna que ela fala inclusive pode ser de 88 tá então até corrige aí mas direito de escolha 88 esses 90 muitas vezes atentado nesses parâmetros iniciais quando o paciente está chegando né para deixar esse paciente mais estável a medida da pressão do platô recomendado Nos nossos limitados a pressão deve utilizar valores menores que 35 Então como disse para vocês a pressão de quatro essa pressão máxima que chega aqui ela não pode ser muito alta Porque se ela for muito alta vai causar o trauma no parênquima tá bom e depois pensando já
no desmame desse paciente o desmame deve ser iniciado quando houver condições de estabilidade Clínica condições é multimarcas funcionais respiratórios e Gasométricas e eletrolíticas opção mais favorável utilizando a utilização da pressão de suporte lembra que começou no modo controlado evoluir para o modo de vestidos especialmente para o desmame pessoal paciente já tá no modo de pressão de suporte tá é sozinho ou com separar o desmame também ele pode ser tentado com os a técnica do tubo t que vai fazer o teste de respiração espontânea Então coloque esse tubinho acoplado ali A traqueia né aquele as Traquéias
que saem do ventilador E aí pessoal é possível é como se fosse entre " é desacoplar o paciente do ventilador para que ele respire sozinho e seja verificada essa possibilidade né se ele conseguiu respirar sozinho ao mesmo tempo que se ele descompensar retorna rapidamente para o respirador Tá mas ainda não tem uma técnica que Seja superior isso aqui é a recomendação Tá bom então aqui a gente tem os parâmetros Né que são os parâmetros iniciais para ventilação mecânica e a gente fala né que se tudo correr bem E esse paciente ele consegue reagir melhorar clinicamente
é diminuir esse esforço respiratório dele descansar essa musculatura e sai logo da ventilação então quanto mais rapidamente eles saírem da ventilador que ele sair da ventilação mais importante é tá e a Tatiane Beleza deixa eu só encerrar aqui pessoal