Começa agora inédita pamonha por instantes felizes, virginais e irrepetíveis. [música] [música] Senhoras e senhores, estamos [música] no ar. Este é o nosso inédita pamonha, oferecimento de Stman Chemical do Brasil e da Insider que nos veste tão bem.
>> [música] >> Nós estamos cuidando [música] do pensamento de Jesus, estamos abordando as parábolas de Jesus e eu gostaria hoje de retomar a parábola dos talentos. Fizemos uma primeira abordagem e agora eu gostaria de mergulhar na parábola para tirar dela algumas inferências suplementares. Em primeiro lugar, lembrar que, tal como dissemos no nosso episódio anterior, os talentos entregues aos servos eram correspondentes [música] a um grande patrimônio.
Para que isso fique mais claro, dizemos que os talentos, né, e e a investigação da época nos permite concluir que um talento corresponde, antes de mais nada a um certo peso, mas também corresponde a uma certa quantidade de dinheiro. Este peso é de 30 a 40 kg e, portanto, diszse que um talento corresponde a 30 ou 40 kg, entre 30 e 40 kg de prata. Como isso é um pouco distante do nosso cotidiano, a referência que nós podemos ter mais concreta é a que corresponde isso do ponto de vista de contraprestação de trabalho.
Um talento correspondia a 6. 000 dinheiros. E por que razão isso nos ajuda?
Porque um dinheiro era o que recebia um trabalhador por uma jornada de trabalho, de tal maneira que um talento corresponde a 6. 000 1 dias úteis [música] de trabalho. Fazendo um cálculo simples, um talento corresponde a 17 anos, um pouco menos, entre 16 e 17 anos de trabalho realizado.
Portanto, três talentos é o dobro disso, não, perdão, é o triplo disso. Isto é, três vezes 16 anos de trabalhos realizados, o que nos leva a 48, um pouco mais. Três talentos correspondem praticamente a 50 anos de trabalho e cinco talentos corresponde, portanto, a a bem mais do que isso.
E nós podemos pensar aí em alguma coisa como 70 [música] ou 80 anos de trabalhos realizados, mais para 80 anos de trabalhos realizados. Portanto, nós podemos dizer que tanto três talentos quanto cinco talentos são improváveis de um trabalhador receber ao longo de toda a sua vida. Então isso ajuda a ter uma ideia do tipo de doação, né, do tipo de entrega que o Senhor fez a esses três servos.
OK? Bom, naturalmente que estas somas enormes, elas indicam antes de mais nada que mesmo o que recebeu menos, recebeu muito. E isso nos interessa, porque sempre é possível dizer: "Ah, mas o terceiro teve um comportamento diferente, porque no final ele recebeu uma miséria e se desinteressou pelo tema, [música] não é verdade?
" né? O estudo do valor do que foi recebido nos ajuda a entender que esse argumento não procede. Aquele que recebeu um talento recebeu 16 anos de trabalho, no mínimo entre 16 e 17 anos de trabalho.
Portanto, é uma soma imensa, a maior soma que terá recebido em toda a sua vida. Essa distribuição foi feita, tal como nós dissemos, segundo as forças de cada um. Ora, quando dizemos, né, ou lemos segundo as forças de cada um, lemos segundo a sua capacidade.
E aqui, claro, podemos entender uma espécie de competência eh demonstrada ali diante do Senhor que observa naquele momento da vida. Portanto, essa força, ela resulta de dons naturais, talentos, mas ela resulta também de um trabalho sobre esses talentos, de uma capacitação desses talentos, de uma atualização dessas possibilidades, né, dessas potências naturais. Então, é disso que nós estamos falando.
Naquele momento e naquele lugar havia mais capacidade para o primeiro, menos em relação ao primeiro para o do meio e menos ainda para o último. Ora, o patrão senhor, ele fez uma escolha racional, ele tomou uma decisão lógica. Ele confiou nos seus servos dentro de uma [música] perspectiva relativa, ou seja, uma confiança relativa a um certo entendimento da capacidade de cada um.
Hum. Portanto, é uma confiança matizada, hum, por esta referência, que é o entendimento [música] que ele tinha do quanto cada um poderia poderia ser confiável ao receber aquela soma. É claro que chega uma hora que é preciso prestar contas e no momento da prestação de contas, o primeiro chega pimpão, chega de peito estufado, chega certo de que ia agradar.
Hum. Tem um comportamento típico do primeiro da classe, né? O comportamento típico do chuchu da professora, né?
E aí diz: "Olha, você me deu cinco, eu tô devolvendo 10, né? " Veja que, segundo a parábola, né, não consta que o senhor tivesse [música] pedido que isso acontecesse, mas o que acabou acontecendo é que esse senhor eh fez um ótimo investimento. Portanto, ele fez um bom uso do seu servo para dobrar o seu capital.
Houve um investimento mesmo. Ele investiu seus bens no servo e foi premiado com esta confiança. Foi premiado por ter tido essa confiança no servo.
O segundo também, o segundo é uma versão aguada do primeiro, hum, mas o segundo [música] tem o mesmo tipo de iniciativa e, portanto, recebe o mesmo tipo de elogio, de cumprimento, de saudação. Portanto, o ponto central da parábola é o terceiro servo e o terceiro servo apenas restitui aquilo que recebeu. E é preciso lembrar que isso terá o seu valor.
Ele poderia ter perdido, ele poderia ter roubado, ele poderia ter ficado com o dinheiro, ele poderia, mas ele apenas restituiu. Naturalmente que nós estamos falando de 17 anos de trabalho, nós estamos falando de 30 a 40 kg de prata. Eh, não é um buraquinho que resolve o problema.
Ele enterrou o dinheiro, tá tudo certo. Fico me imaginando como é que isso se operacionalizaria de fato, né, na cena da narrativa, mas [música] é claro, isso é um problema meu de querer degustar da história até o máximo que eu puder. Olá, eu sou Cloves de Barros e venho aqui propor a você nos apoiar a manter vivos os nossos conteúdos de filosofia na internet.
Para você participar com uma singela colaboração, você deve entrar em apoia. se/inedditapamonha. Repetindo, apoia.
se/inedditapamonha. Você pode nos ajudar demais a honrar os nossos compromissos, pagar nossos editores, as nossas plataformas e manter nosso conteúdo vivo para que ele continue impactando as pessoas como tem feito. A pergunta é: por que que será que o cara ficou [música] tão bravo?
Afinal de contas, né? poderia ter sido pior. Ora, o que há aí é uma discussão sobre o tipo de concepção, de entendimento que cada um dos servos tinha do seu senhor.
Os dois primeiros intuíram que o servo esperava aquele investimento, [música] embora isso não tenha sido expressamente pedido, intuíram que era isso que era para ser feito. O terceiro, não. O terceiro, ele pensa diferente do seu senhor.
Os dois primeiros, então, tiveram uma visão e uma atitude, nós chamaríamos hoje, de proativa, e não ficaram passivos diante do dinheiro recebido. É claro também que há um elemento nessa parábola que raramente é dito: "É mais fácil reproduzir dinheiro quando o dinheiro é muito. dinheiro ou atrai dinheiro.
Claro que o que ganhou menos também ganhou muito. Poderia ter feito alguma coisa, mas não há dúvida que quanto mais você tem, maiores são as chances e as oportunidades de fazer aquilo ganhar corpo. Ora, o terceiro, ele começa dizendo: "Eu sei que o senhor é super exigente.
Eu sei que o senhor espera muito dos seus serviçais. Na verdade, o terceiro servo tem um olhar para o seu senhor, que é um olhar, né, um entendimento de um senhor cruel mesmo, né? Uma pessoa eh demandante em excesso, exigente em excesso, né?
que pretende tirar dinheiro de tudo que é canto, de qualquer jeito. E por conta desse entendimento que eu tenho de você, né, do Senhor, eu tive medo. Eu tive medo, eu tive medo da sua reação.
Agora, claro, eu tive medo da sua reação que está vinculada ao que poderia acontecer. Quer dizer, eu tive medo de me meter a investir e perder, não é? Então, veja que interessante.
Os dois primeiros provavelmente também tiveram medo, porém esse medo não lhes impediu de investir. Ora, isso significa que eles venceram o medo, os dois primeiros. O terceiro não.
Terceiro não venceu o medo. O terceiro foi engessado pelo medo. Terceiro foi imobilizado pelo medo.
Não é? Ora, essa vitória sobre o medo, ela pode ser associada a uma virtude de coragem, que é uma virtude moral, um traço de caráter, um jeito de viver que se aprende, né? Então esse é um jeito de você eh entender eh venc medo a partir de disposições intelectivas mesmo, né?
de um de um e e que se convertem em hábito até. O a coragem, como toda virtude, é um hábito. É o hábito de diante do medo enfrentá-lo e e vencê-lo, não?
Não se trata, portanto, de não ter medo. Não é que os dois primeiros não tiveram medo. É claro que eles tiveram medo porque quem tem muito tem medo de perder o que tem, sobretudo quando não é propriamente seu.
Claro que eles têm medo, mas tiveram coragem. Uma outra possibilidade de análise é que houve um enfrentamento entre dois afetos, né? o medo que é você pensar que pode dar ruim e por isso você refugar, né?
Você não agir. E a esperança que é você pensar que pode dar bom e com isso você ser motivado a a agir, né? ser levado a agir.
Então, de duas uma, ou você interpreta os dois primeiros como corajosos ou como esperançosos, nada impede que você considere uma dupla possibilidade, ou seja, que haja aí coragem consequência de um afeto de esperança. Hum. De qualquer maneira, o terceiro não teve nenhum dos dois.
O medo triunfou. Isso não significa que não tenha passado pela cabeça dele a possibilidade de conseguir mais. Com certeza passou.
Mas houve uma vitória da concepção cautelosa. Pelo menos eu vou devolver o que eu recebi. É menos mal do que não devolver nada.
O medo é o medo de não ter o que devolver. O medo é o medo de decepcionar alguém sobre exigente, como é o caso do Senhor. Então, veja, há uma condenação do medo na parábola.
Há uma condenação do medo que é a causa e a justificativa da inanição, da omissão. Haverá quem diga que o medo foi uma desculpa. O medo foi uma falsa desculpa e que o medo foi apresentado como uma justificativa mais aceitável para esconder a verdadeira causa, que seria a preguiça, né?
Dizemos a busca do prazer e do conforto de não fazer nada. Então, como a preguiça seria mal vista, eu coloco no lugar da preguiça o medo. Isso é uma outra interpretação possível, né?
É um vagabundo, né? É medroso nada. Ele é vagabundo mesmo, né?
Ele é vagabundo. Então, quer dizer, a vagabundagem, a preguiça, né? O apreço por ficar de papo pro ar é entendido como menos aceitável do que a covardia, né?
do que a falta de coragem para realizar o que tinha que ser feito. Então, veja como as coisas podem ir se complicando, porque no final das contas o nosso amigo eh terceiro serval, ele ele pagou caro pelo que ele fez. E aqui é é um outro aspecto interessante.
Ele achou que devolvendo não era o ideal, mas era a nota C. Ele achou que devolvendo ele passava de ano. Ele achou que devolvendo ele não seria tido como sendo o máximo, mas ele teria passado raspando.
Ele teria, poderia até levar uma advertência, mas ele continuava no jogo. E o que que [música] ele descobriu? Que não foi bem assim.
Ou seja, a desaprovação da sua falta de iniciativa foi maior do que ele supunha. Naturalmente que ele entendia que poderia ser pior. Talvez o seu senhor também, mas tendo feito o que fez, ele não obteve a aprovação do mesmo jeito, não é?
Então, nesse sentido, a parábola dos talentos é uma parábola que se presta a muitas elocubrações e ela é fundamental para entender, de certo modo, o que é que Deus, né, espera de nós a partir dos talentos que nos concede. >> [música] >> Esta foi a sua inédita pamonha de hoje. Oferecimento de Stman Chemical do Brasil e da Insider.
Eu espero que você tenha gostado. Espero que você tenha aprendido. Espero que você possa ouvir de novo.
E se for o caso de ter gostado muito, você compartilha com alguém que você ama, porque acho que é possível que essa pessoa goste muito também. Um beijo grande, obrigado a todos os apoiadores [música] e até a próxima. Valeu.
[música] Este conteúdo foi [música] trazido até você pelo espaço Ética, a assessoria oficial do Cloves de Barros. Para mais informações sobre cursos, livros e palestras, acesse clovesdebarros. com.
br e siga o professor nas [música] redes sociais.