na nossa aula 3 vamos falar para além dos assuntos que nós já discutimos sobre questão social também falando sobre situações de desigualdade falando sobre números e dados e também falando sobre grupos menores Hoje vamos falar de um assunto que está bem correto a questão das desigualdades que a situação de violência e a partir disso nas próximas aulas vamos também abordar questões relacionadas a diversidade questões relacionadas a sustentabilidade entre outras questões que podem trazer soluções Podem trazer resoluções para essas nossas demandas da sociedade contemporânea moderna bom falando sobre as situações de violência eu imagino que no
seu dia a dia você já tenha se perguntado também o porquê dessas situações por que que elas acontecem o que que de repente são os ocasionadores dessas situações de violência e também nas notícias de rádio TV e internet é comumente fácil de encontrarmos essas notícias esses essas situações que estão sendo exploradas inclusive pelas mídias há pouco tempo vimos alguns manifestos Inclusive das próprias mídias tanto digitais quanto televisivas e das rádios também de fazerem a não de optarem pela não exposição de situações violentas ou de nomes ou de agressores enfim que possam de alguma forma estimular
esse tipo de participação e talvez essa também seja uma das soluções ou uma das situações que possam diminuir o estímulo as situações de violência e aí pode ser que você se pergunte o porquê que isso tem relação com a profissão com a área da tecnologia da informação Talvez uma das contribuições principais desse Profissional ou dessa profissional seja justamente em criar ferramentas em criar estratégias em criar recursos para que situações de violência seja cada vez mais coibidas da nossa mídia das nossas redes e que de alguma forma estimule menos ou desestimule a essas a esse tipo
de situação bom mas quando a gente fala de violência a gente tem algo importante também é refletir bom vamos pensar então sobre algumas situações de violência eu trago aqui algo que é bastante comum no nosso dia a dia talvez na nossa infância ou em diversas situações algo bastante comum da gente ter As cantigas de roda as musiquinhas de criança as nossas brincadeiras e crescemos com isso crescemos com situações de violência e olha só uma das músicas por exemplo que talvez na minha infância talvez na sua infância ou dos Pais é tios enfim talvez a gente
já tenha cantado ouvido algo nesse sentido uma delas por exemplo é a música né do cravo brigou com a rosa por mais que seja Uma cantiga infantil hoje é importante a gente contextualizar e a gente entender que por mais que seja algo simples algo do nosso cotidiano mas é algo que a gente tá colocando na nossa cultura que de repente uma forma violenta uma forma até de estimular a violência contra a mulher esteja embutida em uma música Esteja embutida em uma brincadeira como de repente a gente fala que tem brinquedos para meninos brinquedos para meninas
é ou situações é em que a gente é legitime uma violência mas Cassiana talvez a música possa estar falando ali de uma situação de violência mas o que que uma brincadeira que é de menino ou quer de menina estimula situações de violência olha só aqui a gente tem um triângulo de um autor chamado Yohan Galton que desde 1969 ele estuda situações de violência aqui o Galton coloca uma situação bastante importante ele faz uma triangulação inclusive da do ciclo da violência o que muitas vezes a gente enxerga né O que é visível nesse ciclo da violência
é essa situação né da violência direta que o Galton chama assim como a gente tem uma violência que esse autor coloca que a violência cultural e a estrutural que tem muita relação com essas imagens e com essa música E tantas outras situações que nós trabalhamos e de repente passa um despercebida no nosso dia a dia olha só então dando andamento a isso ou melhor Trabalhando um pouco melhor essa situações de violência O que que a gente vê aqui então essa situação que é observar ela é quantificável e tudo mais que nós chamamos da violência direta
que ela está desde um xingamento desde um discurso de ódio na internet ou uma violência física um assassinato entre outras situações muito tristes e muito trágicas né Essa é uma situação direta que o Galton nos coloca porém o que da base para essa situação direta como está aqui na nossa no nosso desenho tem uma relação com o que nós falamos até a pouco tempo nas nossas aulas como uma situação cultural uma situação estrutural que são né a cultura e a estrutura elas são a base dessa violência é a base para essa violência direta mas essa
estrutura e essa cultura também legitimam a violência seja Então essa violência estrutural ou cultural o nosso desenho demonstra que a situação por exemplo da violência direta que é o que a gente vê muitas vezes em jornais Nas reportagens nos dados nos números a situação da violência direta Então ela tá ligada por exemplo as situações como homicídio estupro roubo a sequestro negligência entre outras questões então a gente consegue quantificar consegue ver tem a vítima tem o agressor tem tem personagens nessa situação e agora uma situação estrutural o que que de repente o gato fala sobre isso
e que também dá base para essa questão direta né quando nós falamos então de uma cultura né de um desculpa como nós falamos de um processo né que está relacionado ao sistema que está relacionado a infraestrutura então quando a gente fala de pessoas sendo privadas né de trabalho de emprego de saúde quando nós falamos de pessoas sendo privadas Vamos pensar lá no caso nosso da pandemia pessoa sendo privadas de oxigênio pessoas sendo privadas de medicação entre outras questões que as estruturas né é falta de escola com qualidade falta de segurança entre outras situações que a
nossa as nossas políticas públicas e até mesmo se a gente for pensar na internet por exemplo no ambiente da internet a falta de segurança a desproteção dos nossos dados entre outras questões Isso faz parte de uma estrutura que também contribui para situações violentas bom se formos pensar nessa situação cultural que Então nesse triangulação da violência a cultura que é o que nós estamos trabalhando aqui também né uma situação cultural o que faz parte do nosso dia a dia a nossa educação a nossa forma de entender a sociedade também legitima a situação de violência e olha
só como ela pode se dar através do machismo da cultura do estupro do sexismo da gente entender por exemplo né que tem pessoas que podem ser socialmente melhores que as outras que tem gente que tem direito até acesso à saúde a educação e tudo mais e tem gente que a gente entende culturalmente que pode ser que a gente entenda que essas pessoas não precisam ter acesso elas não precisam de um alimento de qualidade elas não precisam de trabalho elas podem trabalhar de qualquer maneira elas podem enfim não ter acesso à internet por exemplo então trabalhando
né numa hipó que nós vivemos na nesse momento da pandemia a violência estrutural Então se a gente for pensar seria justamente essa falta de acesso ao oxigênio a vacinas há remédio a estrutura em si a estrutura da sociedade das políticas públicas nesse momento na questão cultural se a gente for pensar nessa questão da pandemia É podemos ver que culturalmente tinham grupos que inclusive contrariavam A ciência é sem entender muitas vezes o quanto esse posicionamento poderia influenciar outras pessoas a não se cuidarem de repente ou culturalmente tinha situações que trabalhadores e trabalhadoras que muitas vezes se
colocavam em uma situação de vulnerabilidade e disposição ao risco entre outras coisas e alguns grupos que estavam lá de home office no seu conforto e tudo mais e talvez culturalmente a gente entendesse que determinado público ou não teria o direito de ficar em casa se cuidando e determinado grupo não né então assim culturalmente o que que isso talvez foi colocar e que a gente muitas vezes nem questionou né e eu não digo a gente enquanto eu professora você aluno ou aluna mas eu digo nós enquanto sociedade né que muitas vezes passamos por isso despercebido achamos
que aquilo que tava culturalmente sendo dito por algumas pessoas ou alguns grupos aquilo Seria normal né E esse normal seria Algo que estaria aumentando essa desigualdade entre as pessoas e que isso é claro que resulta numa violência Direta com mortes com perdas desnecessárias inclusive de entes queridos de pessoas queridas entre outras questões enfim o que eu venho trazer aqui para vocês né É claro que com exemplo da pandemia mas nós continuaremos nas nossas aulas discutindo sobre algumas questões relacionadas à diversidade e aqui tem alguns exemplos de violência relacionada a mulher né como por exemplo quando
a gente fala dessa cultura do estupro quando a gente fala desse machismo quando a gente fala do sexismo e quando a gente fala é de números de dados referentes ao homicídio referentes a diversas situações violentas que seja culturalmente seja nas estruturas ou seja inclusive diretamente que são passadas despercebidamente por nós enquanto sociedade e que muitas vezes as tecnologias elas estão aí a favor de questionar e também diminuir esse tipo de violência e para além desse assunto né desse assunto que muitas vezes é denso é pesado nos tira do conforto muitas vezes é então trazendo para
o próximo slide quando nós falamos sobre a violência a gente também fala sobre paz Olha só nos últimos tempos temos falado sobre paz nas mídias nas redes sociais justamente porque a paz ela não é o contrário da Guerra esse autor o hangoutton Ele trabalha muito fortemente além do estudo da violência dessa violência das estruturas da cultura e a violência direta Nós também trabalhamos uma questão relaciona aos estudos para a paz e a paz ao contrário do que muitas pessoas pensam não é a ausência de guerra é claro que não haver guerras também nós teremos paz
mas o Galton ele coloca também que quando a gente trabalha então né das iniciativas para a paz a paz negativa então ter uma paz negativa justamente ver a mediação e esses conflitos da de determinados tipos de violência já a paz positiva ela justamente trabalha a prevenção Então olha só a importância que a profissão é que você está nesse momento estudando pode trazer para essa Prevenção ou justamente para essa mediação da resolução da Paz Talvez é um Talvez seja uma programação Talvez seja no seu dia a dia você refletindo sobre essas desigualdades sociais sobre essa questão
da violência cultural da violência estrutural e da direta talvez na sua atuação Profissional ou enquanto pessoa você também já possa contribuir para essa Prevenção ou para essa mediação da resolução do conflito e justamente aqui nesse momento Nós também fazemos algo bastante importante para a construção da Paz que a formação em uma cultura para a paz a educação para a paz então quando a gente entende que a redução dessas desigualdades ela também contribui para uma formação para uma educação e que através da educação a gente consegue melhorar a qualidade de vida das pessoas e diminuir a
desigualdade também estamos trabalhando para essa Equidade para Essa justiça social e aqui eu trago para finalizar a nossa aula uma fala da Maria Carmelita yazbek que ela diz que nós enquanto profissionais e enquanto pessoas Precisamos sair da nossa lentidão olha só é falamos tanto da tecnologia Que Avança e tudo mais e aí as Beck ela Traz essa reflexão da gente sair dessa lentidão e construir e Reinventar mediações capazes de articular a vida social das classes subalternas das classes minorizadas que Inclusive a maioria de nós participa desses grupos menores como o mundo dos direitos e da
Cidadania é garantir acesso é trazer direitos é buscar a igualdade Não no sentido de nos tornarmos iguais mas no sentido de tornarmos enquanto cidadãos enquanto cidadãs com dignidade com nossos direitos sociais é efetivados e assegurados o que por números e dados aqui que a gente tem estudado Talvez isso não tenha acontecido então além de desejar aqui Bons estudos para você eu quero também deixar essa provocação positiva no sentido de te perguntar o que que de repente a sua atuação Profissional ou enquanto pessoa tem contribuído para redução dessas situações de violência Bons estudos e até a
próxima aula