E para isso né então bom eu entendi para para o que serve a guess Qual é o objetivo dela eh que ela consegue ser uma escala que me traz eh um respaldo eh de confiabilidade e de validade na prática Clínica ou cientificamente falando Então OK agora o que eu tenho como que eu tenho que pensar como que eu tenho que estruturar isso na minha cabeça para eu começar dar o fazer o ponto de partida para começar a dar início de uma Gu que seja efetiva uma Gu que esteja dentro da metodologia Smart uma Gu que
consiga trazer os componentes da cif com né o modelo biopsicosocial de participação do então como eu vou conseguir estruturar tudo isso para ser uma escala eficaz nós temos cinco passos né eles nos norteiam para cinco passos que nós devemos seguir pra gente conseguir ter uma guas eh efetiva primeiro deles é a definição dos objetivos terapêuticos e essa definição dos objetivos nós vamos fazer inicialmente com a família com a criança né e com a família então é aquela annese que a gente faz ou a primeira avaliação que nós né fazemos com com os pais cuidadores pra
gente entender e definir Quais são os objetivos que eu preciso iniciar para traçar as minhas metas então Eh isso quando nós definimos o objetivo terapêutico né qual vai ser a meta eh qual vai ser o ponto de partida que eu vou ter com o meu paciente isso é o eh né é falado né se chama como gas basal porque é a base que eu vou ter do meu paciente de onde ele de onde ele está do que ele é capaz do que ele faz hoje que a mãe está me trazendo na na avaliação eh para
eu conseguir ter o meu ponto de partida para estruturar a minha Guess o segundo passo é definir o período de tempo então qual vai ser o meu tempo de intervenção qual vai ser o período com que eu vou avaliar intervir e reavaliar esse meu paciente para com essas metas então a gente já tem precisa definir isso né com a família eh se vai ser semanal quinzenal mensal semestral né as metas na gues ela não tem ela não tem um um limite um período específico a tem que ser metas para tanto para para para tal período
para tanto tempo para para no máximo ser executada a intervenção em TRS meses algumas escalas nós sabemos algumas algumas avaliações nós sabemos que tem esse período já pré-definido mas AAS não quem define somos nós então para aquela meta qual vai ser o meu período Tá muito barulho para vocês aí pessoal ou tá dando para me ouvir não Carol tá dando para ouvir tá ok e e também eu preciso já PR estabelecer com nessa avaliação com a fam e com o paciente fazendo avaliação com o paciente quais vão ser essas condições das metas Porque toda a
meta que eu vou mostrar lá paraa frente mais detalhado para vocês principalmente com a folha quem já conseguiu imprimir vai ver que tem um campo embaixo na folha no canto inferior do lado esquerdo condições nós precisamos sempre já eh sempre eh já inicialmente ter em mente daquele diagnóstico do paciente daquela das dificuldades que a família tá trazendo daquela queixa Clínica eh quais são condições que eu vou precisar necessariamente Obrigatoriamente traçar para com que eu consiga atingir aquela meta com aquele paciente tá então isso a gente já tem que pré-estabelecer isso também já de início juntamente
com o período de tempo de intervenção o terceiro passo eu preciso quantificar o meu o meu não do paciente eu preciso quantificar o desempenho do paciente para com que aquela escala consiga ser mensurável para com que a a escala consiga ser eh eh quantitativamente significativa para que eu consiga ter esse direcionamento essa essa essa eh essa mensuração palpável dos meus resultados estô conseguindo ou não ter efetividade então Eh algum um exemplo é quantificar com o tempo né o tempo é acho que é uma das principais formas de mensuração que nós utilizamos para ser quantificável pra
gente conseguir quantificar então a duração da terapia a duração da atividade né quanto tempo meu paciente leva para andar tal percurso quanto tempo meu paciente leva para levantar quanto tempo meu paciente eh precisa para terminar tal tarefa tal atividade Então essa o tempo acaba sendo muitas vezes a maior maior recurso medida eh quantificável para nossos desempenhos mas tem diversos para ter distância alguns exemplos que eu coloquei também a distância a quantidade né repetições a frequência e lá paraa frente eu vou mostrar para vocês também uma tabela de de medida de sugestões de medidas quantitativas pra
gente conseguir colocar nas nossas metas o quarto passo é a classificação dos resultados esperados então nós precisamos classificar todos os resultados que eu espero com o meu paciente dentro da gues e a guz Ela traz cinco níveis de pontuações de resultados esperados para aquela meta para aquele objetivo né e Os cinco níveis é são -1 -2 perdão -1 0 + 1 e mais 2 Lembrando que o primeiro que é o -2 é a minha guess basal que eu falei anteriormente que é onde o meu o paciente está hoje que ele está iniciando e depois nós
vamos ter que elaborar nós vamos ter que classificar as outras pontuações os outros níveis dos resultados esperados para aquela meta que eu tracei com a família e o último passo é conseguir se for Eh preciso manipular a a eh conseguir manipular a meta né o meu objetivo um fator por subescala eh nessa nesse passo como eu falei para vocês não é algo que é uma regra não é algo que vai ser esperado ou eh vai ser eh vai precisar ser utilizado com todas as crianças Por quê a guas ela a guas não né como qualquer
intervenção que nós fazemos eh na na nas clínicas com as nossas crianças qualquer avaliação pode sofrer qualquer intervenção pode sofrer algum alguma dificuldade no meio desse tempo de intervenção que nós estamos realizando nesse plano terapêutico que nós estamos estamos realizando pode acontecer eh muitas vezes problemas externos com que a criança não consiga ou falte ou eh a criança com eh tem algum problema de saúde ou a família esses problemas essas essas dificuldades né não problemas né mas essas dificuldades muitas vezes podem acontecer e interferir no nosso plano terapêutico e isso eh eh para pra gente
conseguir dar continuidade naquela meta que eu tracei lá atrás no meu percurso nessa intervenção eu tive essa aconteceu esse imprevisto aconteceu essa essa dificuldade da família do paciente essa intercorrência com a criança que acabou mudando o percurso do que estava sendo dos resultados esperados eh da criança naquele níveis que eu já pré estabeleci inicialmente e eu sei que isso vai intervir vai interferir vai prejudicar a criança então a a gues ela consegue nos trazer a a possibilidade de manipular as metas sendo um fator apenas por subescala né que nós vamos dizer que a meta nós
vamos traçar subescalas dessa meta nós podemos traçar eh subescalas desta meta mas nós temos que tomar cuidado para ser um fator apenas manipulado seja adicionado excluído variado né Por subescala Então tem que prestar sempre bem atenção nesse passo que se for preciso se for necessário eu modificar de alguma forma a minha meta eu posso poss fazer mas tem que ser um fator pro subescala Então se atentar sempre eh nessa observação agora eu falando né eu não sei se vocês conseguiram olhar a folhinha ler ou às vezes muitas vezes entender também porque quando eu vi a
primeira vez fiquei um pouco confusa que é bastante informação eh mas na prática isso vai fazer muito mais sentido por isso que eu achei importante colocar a prática aqui na na nossa palestra hoje pra gente conseguir eh entender como ela tem que ser estruturada como ela tem que ser planejada mas que ela também não precisa ser uma regra né ela tem exceções a gente consegue trabalhar com essa escala a gente consegue eh manipular ela e só apenas precisa ter muito Tato muito cuidado com isso para com que ela não perca a efetividade a validade e
a confiabilidade então né anteriormente como eu citei na classificação dos resultados esperados esta tabelinha é a mais Eh conhecida traduzida da gues para nós né como que ela é como ela e foi estruturada né em tabela o que significa cada pontuação né o que eu tenho que eh entender e observar na nas pontuações que a guess traz o que significa cada uma delas para eu conseguir traçar os resultados esperados para aquela meta então como eu falei menos do menos do vai do menos do que a me guas basal vai para o mais do o menos
do significa um muito menos do que o esperado menos um pouco menos que o esperado Zero Grau esperado de resultados Essa é a minha meu objetivo mais um um pouco mais do que o esperado e mais dois muito mais do que o esperado então esses são os níveis de conquistas de resultados possíveis dentro da gues para o plano para as minhas metas né para o plano terapêutico