A gente vai dar uma olhada agora numa criadora de conteúdo que fala sobre o padrão de comportamento de consumo da geração Z. Então isso aqui vai ser uma aula para quem é criador de conteúdo, tá? Porque o jeito que a gente consome é muito diferente como os millenniums consomem.
Isso vai mudar muito o fundamento da criação de conteúdo, do jeito que a gente olha e do jeito que a gente vende. Se você tem um infopruto, tem uma loja física, enfim, qualquer coisa. Cara, eu acho que você vai se beneficiar muito desse vídeo.
Fiquei surpreso. E eu tenho uma uma um achismo meu que é a galera do TikTok que fala sobre criação de conteúdo dá um passo à frente da galera do YouTube. Eles têm uma visão um pouco mais atualizada dos padrões de consumo moderno, algo que no YouTube não tem tanto.
Eu não achei essa informação, por exemplo, no YouTube, então eu tive que pegar, extrair desse TikTok, que é um bom TikTok da Giovana Ferrares, e a gente vai ver o que que ela vai falar sobre o novo estilo de marketing, a próxima onda do marketing da geração Z. Vamos com a Gilvana. Quebrou o funil de marketing tradicional.
Isso tem tudo a ver com o porque muitas marcas ainda estão usando o marketing de influência de forma completamente errônea. Gostaram do meu português refinado? Isso aqui, na verdade, é um estudo feito pela Arch Rival, que é uma agência especializada em cultura jovem dos Estados Unidos.
E eles mapearam como esse funil foi redesenhado. Aqui a gente tem o funil tradicional com um processo compra que eles falam que é mais linear. Então, descoberta, interesse, desejo e ação.
Segundo esse estudo, o caminho de consumo de um cliente da geração Z seria completamente diferente, muito mais fluido, muito mais imprevisível e um loop infinito de inspiração, exploração, comunidade e lealdade. Fazendo comparações práticas, então, nessa primeira fase de awareness, né, da descoberta do produto, o consumidor descobriria as os produtos novos através de propagandas. Hoje ele descobre na no momento de inspiração dele, então rolando o feed do TikTok, por exemplo.
A etapa do interesse. Cara, isso aqui é muito real aqui enquanto ela fala, só para dar exemplos palpáveis para vocês. Fica em inspiração.
Eu tenho o meu canal que vocês conhecem no Instagram, que é um não relacionado com o YouTube que você tá vendo agora, que é o Esquiva Falando, meu canal de box. Esse canal ele serve para ser um projeto de inspiração para quem quer começar em um esporte de combate, uma luta, box, essas coisas. Então aqui eu fui documentando o meu processo aprendendo box.
As pessoas olham aquilo, se identificam comigo e geram essa inspiração. Pô, se ele é um cara gordinho, calvo, que tá ficando velho e quer um esporte para fazer, quer emagrecer, cara, o box foi legal. Então ele entrou no meu funil de vendas, que antigamente era o funil de vendas, tem uma propaganda, um anúncio, ele entrou através da inspiração e entrou no meu ecossistema.
E aí ele vai cair no meu funil. Vamos ver que funil que é esse. Interesse antes.
O consumidor iria, por exemplo, até o YouTube e procuraria no canal da blogueira que ele gosta de assistir um review sobre essa maquiagem que ele quer comprar. Hoje ele precisa validar essas opiniões com a comunidade online, explorar mais essas opiniões. Então lê os comentários desse vídeo, vê opiniões livres de interesse comercial, procurar reviews independentes antes na etapa do des.
Você sabe quem que é o maior influenciador do mundo? É a pessoa mais próxima de você. Isso acontece.
A gente quer ver o boca a boca. a gente quer ver a realidade. E esses dias eu tava pegando para ver a minha sobrinha, como ela consome conteúdo, né?
A irmã mais nova da minha, né? Noiva, não sei como chama isso aí, se é sobrinha, não sei o nome, enfim, tava lá, ela tava consumindo o seu TikTok. E eu falei: "Cara, como que o um geração Z consome TikTok?
" Porque eu particularmente eu consumo pouco TikTok e o pouco que eu consumo são esses conteúdos de qualidade como da Geovana. E aí eu vi ela consumindo, ela via um vídeo falando de alguma, nem de uma marca, mas citando alguma marca, ela viu o vídeo enquanto liu os comentários. E tem muito disso, daquela aprovação dos comentários.
Eu percebi que a aba de comentários ela ganhou um nível de importância porque é uma pessoa que é isenta a opinião dela da criação de conteúdo, mas ela valida o que o criador tá falando. Se o criador tá falando uma coisa que não tá de acordo com a comunidade que tá comentando, esse conteúdo ele já é invalidado e não funciona no funil de compra. Então eu percebi, eu tô tentando crescer meu TikTok de box também, ela já tá com uns 30.
000 meus seguidores, eu percebo que existe uma correlação óbvia entre os vídeos que t mais visualização com os maiores números de comentário. Eu acho isso completamente maluca. A cunhada, né?
Cunhada é o é a nomenclatura correta para pro termo que eu queria utilizar. Então eu vejo essa correlação. Comentário, ele se tornou uma parte fundamental.
Aqui no YouTube também eu passo muito mais tempo lendo comentário do que eu lia antes. Então fica atento para essa onda, porque todos os vídeos que eu faço, eu faço vídeo aqui de venda também. Tem vídeos aqui que eu vendo muito, tá?
Eu vendo mais aqui do que eu vendo no meu canal no YouTube, os produtos que eu vendo aqui no YouTube. Mas, por exemplo, esse vídeo é vendendo a luva, uma luva que o Popó fez com uma empresa. E eu falo, é um vídeo, é um vídeo de review que tem uma, um comentário da galera falando comprei, o que você fala é real, o encaixe da luva é perfeita.
Cara, uma pessoa olha esse comentário, influencia muito mais do que o influenciador que é patrocinado, porque aqui ele tá validando o que o influenciador falou. Então a chance de eu vender aumenta muito mais. Então um geração Z, um novo padrão de comportamento de consumo, tá totalmente atrelado à de comentários.
Uma pequena pausa para falar com quem é criador de conteúdo ou deseja publicar conteúdo na internet. Eu sugiro fortemente que você não comece a fazer tudo isso sozinho. É uma rotina solitária, você vai demorar muito para aprender e vai bater a cabeça na parede várias vezes.
E é por isso que eu criei o Clube de Criadores, que é uma comunidade de pessoas que se juntaram dentro de um grupo de WhatsApp para crescer juntos. Então, nessa comunidade, além do grupo, você vai também ter um suporte com várias aulas que eu faço, com módulos para YouTube, LinkedIn, Instagram e habilidades para criadores de conteúdo. E também um módulo só de gestão de negócios para quem é criadores.
Eu vou te ensinar a conseguir publicidade, como precificar, como fazer toda a contabilidade dos seus negócios. O clube de criadores é bem completo para quem quer se tornar ou profissionalizar como que você cria conteúdo. O QR code tá aparecendo aqui na tela e o link também está na descrição.
Bora de volta pro vídeo. Desejo. Eu sinto que o bagulho era tipo assim, pô, maneiro esse review, parece ter um bom custo benefício aí esse produto.
Então vou entrar lá no site da marca e vou comprar. Hoje a Jzi precisa se sentir parte de uma comunidade através daquele produto. Aquele produto, aquela marca tem que ser uma ponte para ele se sentir pertencente a algo.
Então, um parte de um movimento estético, parte de uma cultura, se esse produto estiver inserido no hype do momento, a Jeans vai fazer uma compra impulsiva. Na última etapa, cara, compra impulsiva é total geração Z. Eu estou de acordo porque assim, quando eu comecei agora a jogar ping-pong e ping-pong não, tênis de mesa, que é o correto, e jogar tênis também.
E aí agora meu algoritmo em todas as redes sociais é só tênis e tênis de mesa. Eu fico rolando, é só isso. E você começa a enxergar que tem marcas que trabalham muito bem esses funis e que elas falam assim: "Cara, para você participar dessa comunidade, você precisa ter raquete, precisa ter as bolinhas Y, você precisa se vestir de tal maneira para você pertencer à aquela comunidade.
" Não foi à toa que, cara, em um dia eu entrei no Mercado Livre e comprei a [ __ ] de uma raquete de R$ 400 de ping-pong, de tênis de mesa, pô, tô falando totalmente errado. e gastei uma grana numa raquete de TN de mesa, porque eu queria me pertencer à aquela comunidade. E tem muito disso da compra impulsiva, né, de infoprodutos que você compra com preço um pouco mais barato, mas que você não pensa muito para comprar, você simplesmente precisa fazer parte daquela comunidade ou de produtos físicos, principalmente, que tem uma taxa de entrega mais rápida.
Eu sou um cara que prefiro comprar do Brasil pagando R$ 400 do que importar da China e demorar um mês para um mês não, que hoje chega mais rápido, uma, duas semanas para chegar e pagar R$ 200, pagar metade do preço. Eu gosto dessa impulsividade de chegar logo, aproveitar, fazer parte daquilo, daquele movimento. Aí você pode ter o debate ético.
Ah, capitalismo, [ __ ] mas não vou entrar nesse debate também. Tô falando de como é, não como deveria ser. O meu intuito aqui é que você veja esse vídeo como você fazer dinheiro, tá ligado?
Dessa jornada de compra que seria o pós-venda. Antes uma estratégia, OK, seria, cara, [ __ ] perdão aqui interromper, mas vocês me pagam para reagir, né? É, recebi um comentário aqui muito do hype da corrida.
Perfeito. O hype da corrida foi exatamente o exemplo. A galera queria ter aquele bonezinho, queria ter aquele oclinhos lá que era todo dourado lá, tinha todas as cores, tinha que ter o gel da corrida da Z2, tinha que ter um um manguito, tinha que ter o tênis Corre 4 da Olímpicos, tinha toda uma estética do corredor e a pessoa via aquilo, via todos os corredores com aquela mesma estética porque as marcas souberam aproveitar o hype daquele momento.
Cara, a Olímpicos é uma marca de corrida. Eu tenho o tênis da Olímpics, não tá aqui perto. A Olímpicos era uma marca morta e ela era dado como tipo um tênis de merda.
Ninguém curtia a Olímpicos. Uma marca horrível. Hoje em dia a revolução que eles fizeram no branding deles olímpicos é incrível.
E eu particularmente eu sou fascinado nesse tênis. Sou fascinado. Para mim é um dos melhores tênis que eu tenho.
Eu também corro, né? Agora estão na modinha do chinelo pós corrida, que isso aqui tá uma febre no algoritmo de corrida também. Todo mundo falando sobre, todo mundo querendo comprar isso que fazer parte.
Mas o trabalho que eles fizeram é fazer um bom produto com uma boa estética. Entraram nas redes sociais, patrocinaram um monte de influenciadores, os caras colocaram isso no dia a dia deles e aí os caras começaram a consumir. Esse Olímpicos é o tênis de corrida mais vendido no Brasil hoje.
É surreal essa informação. É uma marca que era dada como piada quando a gente falava de comprar tris de corrida, porque a gente queria Mizu no ASX. Hoje é Olímpicos com um trabalho que eu atrelo muito ao sucesso de influenciadores redes digitais e o hype da corrida tá conseguindo, mano, voltar muito forte.
Ah, Johnny, mas vídeo curto não vende, TikTok não vende, meu amigo, está completamente enganado. Quem fala isso é um frustrado que não entrou nesse mundo ainda. A maior parte das minhas vendas de afiliado, de patrocínio, são todas de luta, tá?
De equipamentos de luta que eu vendo, todas, a grande maioria. E é tudo de vídeo curto, eu também produzo vídeo longo. Vídeo longo eu acho que tem um efeito bola de neve muito maior no longo prazo.
Mas cara, vídeo curto é bom para caceta, influencia, faz parte da comunidade. Você tem que saber trabalhar, tem que saber trabalhar o funil, tem que saber vender o seu cupom, tem que saber colocar aqui o cupom na descrição bonitinho, tem que saber ranquear nos termos de pesquisa, quando procurarem cupom aparece o seu conteúdo para você vender mais. Tem todo um trabalho.
Vamos continuar que tem bastante vídeo pela frente ainda. Criar a marca, mandar um e-mail marketing para você com uma um estímulo de compra bem direto, tipo um cupom de desconto. To fideliza aí com nós, compra de novo com nós.
Vou te dar 10% aqui para você fazer a próxima compra. Hoje a J quer fazer parte desse pós-venda, ajudando a criar a reputação dessa marca junto com a comunidade. Isso significa que depois de passar por toda essa jornada de compra, eles querem fazer os próprios reviews, porque isso vai ajudar essa pessoa a reafirmar o próprio senso de identidade.
É só você pensar em quando você era adolescente, tipo, eu queria gritar para todo mundo que eu era emocor e que eu gostava de paramora e de simple plan. Eu queria que todo mundo soubesse. Sem contar com o fato de que uma grande parcela da geração Z sonha em se tornar influenciadora.
Ele quer estar nessa posição de influenciar. Então, colocar a cara dele lá e mostrar que ele faz parte de uma comunidade, gravar um vídeo dando um review com a esperança de inspirar outras pessoas, pode até abrir portas para uma nova carreira. Por isso que esse estudo fala que é um cara, isso aqui é muito forte, tá meio problemático, muito problemático, pensando assim no futuro das profissões, mas tudo bem, não estamos aqui para colocar isso.
Mas você entendeu, eu tenho um pouco disso, tá? Eu sou meio cético e crítico essas essas ideias de você pertencer à marca, mas tem marcas hoje, eu tô tentando procurar aqui, achei marcas hoje que eu sou completamente fascinado e que eu, cara, eu quero pertenciar à marca. Tipo, é um sonho meu ser patrocinado da Riban, cara.
Para mim, a Riban, ela tem um pouco de senso de identidade do que eu curto, de ter um óculos, aquele negócio meio Bob Dyan, meio misterioso. Cara, eu acho muito [ __ ] o senso estético da Rub, por exemplo. Cara, esse bonezinho da Bas Shops também, que é uma loja famosa, cara, eu acho muito da hora essa estética meio pescador, tá ligado?
Tem toda uma estética, marcas que você começa a se identificar e parece que elas fazem parte da sua identidade. Mas cara, são marcas, são CNPJ, mas o trabalho é tão forte de pertencimento, de você querer se pertencer a um grupo que, pô, a geração Z tá voltando muito forte, é um novo jeito que eles estão se inspirando. É muito louco pensar nisso.
Lup infinito de inspiração, exploração, comunidade e lealdade. Eu acredito que esse jeito de consumir através da internet não é exclusivo da geração Z. Creio eu que nós milênios estamos no mesmo barco.
Me conta aqui se você também concorda com isso. Dito tudo isso, eu sinto que as marcas olham para todo esse panorama e falam: "Foda-se". A maioria das marcas até hoje tem uma estratégia de conteúdo das redes sociais que eu fico tipo assim, ó.
"Genz tem dinheiro? Foi uma pergunta que eu recebi, cara. Genz tem acesso ao crédito do Nubank?
se vida, velho. Não precisa ter dinheiro mais para consumir. Ah, tipo assim, só postam conteúdos extremamente duros, extremamente autorreferentes.
É a marca falando sobre ela mesma e sobre os próprios produtos. não conversa com o consumidor. Só que assim, você tá nas redes sociais, você não tá numa propaganda de 30 segundos na TV, onde realmente você vai falar só sobre seu produto.
Tu tem que criar conversa, tem que abrir diálogo, tem que pelo menos finge finge que você quer conversar com o seu consumidor, fica parecendo que você é narcisista, que você só se preocupa com você, entendeu? tem que pelo menos fingir. Aí quando contrata a blogueira é faz mais conteúdo duro.
A gente quer um reals três stories, a gente vai te dar um link, o cupom de desconto e aí você vai te virar para vender. E aí ficam extremamente frustrados com os resultados das estratégias de marketing de influência. Eu posso garantir para vocês que o público também fica e que o influenciador também fica.
O que eu faria no lugar? Eu criaria um universo de marca que gerasse um senso de pertencimento em determinados grupos. Colocaria o foco do conteúdo no consumidor e não no produto.
Faria um mapeamento para encontrar influenciadores que de fato ressoassem com esse universo de marca que eu criei. Criaria uma relação a longo prazo com esses nomes e daria mais liberdade de criação e mais liberdade de trazerem reviews mais honestos também, porque nenhum produto é 100% perfeito. daria mais espaço pros meus clientes fazerem parte de fato da minha plataforma, fazerem parte da construção da minha marca, me ajudarem a desenvolverem produtos, repostar os vídeos que aquele consumidor postou usando o meu produto, que isso sim é UGC, o que estão chamando de UGC aí no mercado não é muito não.
E já tá bom porque eu já dei muita consultoria de graça aqui. Vocês concordem, cara? Muito bom.
Que conteúdo assim espetacular, pô. Se tem crítica ao UGC, tá comigo. Para mim, o GC é o Uber dos influenciadores.
Não sabe o que é o GC, cara? Tem o nosso podcast, a próxima onda. Foi o primeiro episódio que a gente vai destrinchar todas as estratégias de marketing.
A gente fala de SEO, tráfego pago, GC. Eu acredito muito que o GC é subemprego de influenciador e que o GC é realmente isso, a marca republicando o conteúdo de consumidores da marca, falando bem natural ali, apresentando o produto ou de como eles receberam o produto. Mas é impressionante como muitas marcas não estão preparadas.
E como influenciador aí fazendo o que que eu faria se eu fosse influenciador? Muito da das marcas que eu tenho o melhor sucesso trabalhando, mais longevo, são marcas, primeiro de nichos que ainda não entraram pro marketing digital direito, marcas que não tem, não tem esse trabalho, não tem esse tato de falar com o influenciador ainda, nunca trabalharam com influenciador antes. E essas marcas eu prospectei, eu fui lá, busquei, chamei a marca, fiz uma reunião com a marca, apresentei meu projeto, falei assim: "Cara, você tem uma cabeça legal, confia em mim, posso fazer um trabalho aí, vamos testar três meses, vou fazer um trabalho da hora para vocês.
" me provei pra marca. Hoje a gente trabalha junto há muito tempo e eu ensinei para eles como fazer um trabalho que, cara, converte muito em vendas. Então, foi o jeito que eu faço, porque o influenciador ele não tem que saber só sobre o nicho dele, saber criar um bom conteúdo, mas ele tem que saber a vertente de negócios e como funciona marketing de influência por trás, porque ele consegue ajudar a marca de um nicho que talvez não tá preparado a entrar.
Então, eu discordo talvez um pouco dela. Eu acho que hoje a marca tem muita eh muito protagonismo em entrar em contato com o influenciador e falar para ele o que ele tem que fazer. Eu acho que nós influenciadores tínhamos que ter um papel de, cara, marcas podem ser é nossa cliente.
A gente tem que para viver de criação de conteúdo, a gente tem que prospectar as marcas e sugerir para elas trabalhos também. A gente olha de um papel muito passivo. Ah, nós somos influenciadores, só as marcas vão chegar até mim, eles vão me falar o que fazer.
Não é o contrário. Você vai na marca, apresenta o projeto, fala o que você faria, mostra para eles como que você faria diferente e vende o seu projeto para eles. É uma troca mútua, os dois vão se beneficiar.
Não deixe sua marca aí atrás de você. Inclusive, lá no clube de criadores, a gente tem uma aula só de como de como fazer acontecer as publicidades, como prospectar as marcas. Eu vou ensinar você a mandar uma mensagem, qual mensagem mandar, por onde mandar, tudo tá lá no clube de criadores.
Então fica aqui meu jabá feito porque Johão tem que pagar as contas, mas além da aula tem a comunidade. Comunidade precisa interagir em trocar porque não adianta ficar assistindo a aulinha também. Tem que crescer junto com a galera comunidade no WhatsApp.
Muito bom, hein? Bom conteúdo da Giovana. Vou deixar o link dela aí na descrição também.
Yeah.