[Música] Olá eu sou a Viviane de Paula estou aqui de novo com vocês na árdua tarefa de discutir a instrumentalidade do serviço social da Iolanda guerra estamos no nosso terceiro bloco e vou aprofundar um pouquinho mais a categoria da mediação com vocês entender a categoria da mediação é fundamental para que a gente entenda a instrumentalidade do serviço social Então nesse terceiro bloco eu vou começar dizendo para vocês o que a categoria eh mediação no serviço social não é tá há Muita confusão em relação a isso e pode cair alguma questão eh como pegadinha então assim
mediação no serviço social não é mediação de conflitos tá mediação de conflitos é o outra coisa é um é um processo eh de resolução não violenta de conflitos que tem eh pressuposto nos direitos humanos que envolve eh processos extrajudiciais né que pode ter uma diversidade de aplicação e de possibilidade tá não é mediação em serviço social mediação no serviço social a categoria a mediação como uma das categorias centrais da dialética de marqu é outra coisa tá não é mediação de conflitos isso é importante bom como é que a gente pensa então a categoria mediação no
serviço social a gente pensa a categoria A a essa categoria eh já no serviço social renovado crítico que que é o serviço social renovado é o serviço social eh que tem um projeto ético-político que tem o código de de ética um código de ética eh o serviço social que tem uma fecunda interlocução com as Ciências Sociais em especial a a na da tradição marxista né do legado marxian e tradição marxista é um serviço social que tem as diretrizes curriculares reformuladas em 96 né então a gente tá falando da formação de um perfil de um profissional
crítico tá E aí a mediação vai conversar e vai ser muito útil pra gente fazer a leitura da da realidade social então a gente pensa a categoria da mediação como uma das categorias centrais da dialética marxiana é uma categoria ontológica e reflexiva e o que que significa isso Viviane né bom ontológica trata de um certo tipo de de ser social ou seja da realidade do concreto em suas múltiplas determinações dos processos de produção e reprodução da vida humana então é uma categoria que tá no concreto da vida na concretude da vida é uma categoria objetiva
mas também né Eh uma categoria reflexiva que também faz uso da razão tá é ontológica Então porque trata da relação homem natureza mediatizada pelo trabalho pela sociabilidade humana conformando o ser social tá reflexiva porque é elaborada pela razão é um movimento que a razão faz para capturar o movimento do objeto para saturar as determinações sociais políticas e econômicas do objeto para o qual a gente tá olhando somente o assistente social que conhece a mediação pode fazer uso dela não né na teoria social de Marx a mediação ela vai se apresentar como uma categoria que compõe
o ser social por isso é ontológica ela tá na realidade no concreto né quanto eh se caracteriza numa construção da Razão portanto reflexiva né a gente vai eh elaborando logicamente né para possibilitar a captação do movimento do objeto então Eh o mesaros Vai dizer que não há ser neste mundo que não seja um ser imediato que não seja fruto de mediação né todos os assistentes sociais fazem mediações Independente de ter consciência ou não se a gente tem consciência a gente potencializa esse processo a mediação é a a conexão entre o imediato e o imediato né
entre o mundo da aparência né é a conexão entre o real e o concreto a realidade ela vai ser aprendida através de aproximações sucessivas É por essas aproximações sucessivas que a gente vai fazendo a ultrapassagem da aparência e vai conhecendo né E que a gente vai eh tendo acesso ao conhecimento destrinchando as saturações as determinações da realidade e possibilitando soluções de Praxis tá não há nem nem na natureza e nem na na sociedade nenhum objeto que não seja mediato ou seja que não seja resultado de mediações como é que então a gente pensa a aparência
né a aparência ela é sempre o ponto de partida é um fato ou um conjunto de fatos ela sempre é uma expressão factual da realidade ela revela e oculta ela mostra e esconde conhecer negar a aparência É ultrapassar é ir além né negando a factualidade a gente nega para identificar os processos que estão implicados nessa realidade negar a empiria é um recurso da abstração intelectiva né eu nego então a gente vê lá no daena menino de 14 anos foi preso assaltando armado né a gente Aquilo é aparência né negar é se perguntar que tipo de
sociedade produz uma objetividade de vida Que leve um adolescente de 14 anos a cometer um ato infracional né É esse o essa ideia a gente é através da negação que a gente abandona o abstrato e eleva o abstrato ao concreto né E para Marx de novo concreto é síntese de múltiplas determinações então vamos fazer um exercício rápido tá vamos descrever essa cadeira Ok essa cadeira de madeira Tem encosto e tem um design conservador é uma madeira de cor escura e é apropriada para ambientes formais Ok qual que é a minha relação imediata com a cadeira
eu me sento eu limpo eu posso subir nela ela é vendida em lojas de móveis né a cadeira para mim tá posta de forma imediata Na aparência Ok vamos ultrapassar a aparência vamos negar essa nessa cadeira né o que que que tá por detrás dessa cadeira Quais são as relações sociais os processos sociais e históricos que perfazem essa cadeira a Viviane Imagina é só uma cadeira não não é pra Construção dessa cadeira tem processos de trabalho tem um circuito produtivo tem um circuito econômico tem relações de trabalho tem extração de mais valia tem pagamentos de
impostos só para citar algumas dasur do objeto cadeira tá capturar as determinações da cadeira significa que a cadeira não tá aposta a mim de forma imediata mas como processo mediato relações de produção consumo e Distribuição São desobscurecer do imediato a síntese de múltiplas determinações só é possível fazer isso por meio das mediações como resultado do movimento do pensamento reproduzindo o movimento do objeto do real para chegar ao concreto como é que a gente pensa isso no serviço social né então a gente pode pensar o cotidiano como o retrato dos objetos em si né a gente
pode pensar o cotidiano no nível da aparência no nível da imediaticidade no nível em que a a a as as situações elas estão despojadas das determinações históricas quando eu nego isso quando eu começo a fazer as mediações eu vou fazer a a articulação da aparência a o quê as grandes determinações gerais da sociedade capitalista em que a gente vive da nossa formação histórica né das nossas práticas culturais eh das relações de trabalho e etc e aí eu já tenho uma nova ah aproximação para depois e pra particularidade né que é onde eu faço a dialética
entre o singular a aparência e Universal as grandes determinações né é a particularidade que é um campo Rico De mediações onde os fatos singulares vão se vitalizar né Eh é a aqui o que que a gente vai ter a gente vai ter as grandes leis tendenciais da universalidade e dialeticamente as leis universais vão se saturar da realidade tá Vamos tornar isso mais inteligível aqui a gente tem um um quadro esse esquema que é do Reinaldo Pontes né ele servi ele escreveu mediação e serviço social em que isso se mostra então a singularidade é aparência né
é a imediaticidade é os fatos neles mesmos as demandas institucionais vêm revestidas disso né O que que eu preciso fazer eu preciso sair da imediaticidade visando reconstruir o meu objeto de intervenção E aí eu preciso fazer uma relação com a universalidade né as demandas sociais uma dada legalidade social que aí eu tô falando da divisão social sexual e racial do trabalho eu tô falando das relações sociais capitalistas eu tô falando da relação capital trabalho eu tô falando da relação estado sociedade das políticas econômicas sociais das determinações macros né E aí faço a relação com a
particularidade que é o grande campo de mediações né É aqui que eu vou particularizar a minha demanda né no processo socioprodutivo nas instituições sociais presentes na correlação de força em presença na política social particularizada na Instituição em que eu estou situada na rede eh de proteção social articulada de determinado território movimentos sociais na relação do indivíduo com a sociedade e outros processos sociais né então vejam aqui eu vou eh através de aproximações sucessivas saturando as determinações da realidade eu vou me eu vou saindo da singularidade da aparência e caminhando pro concreto né eu faço a
passagem do imediato pro mediato tá então a mediação ela vai movimentar a cadeia de vínculo na relação da totalidade que a inclui seja no plano da política social no plano institucional doss movimentos populares né a gente apreende a existência de vínculos e de suas relações e contradições assim como dos embricamento né Eh é o desenvolvimento de uma ação que ultrapassa a leitura do aparente do imediato e dá conta das múltiplas determinações que nos vinculam profissionalmente sob esta percepção a mediação como uma categoria possibilitadora de transformação E aí depois disso tudo a gente fala da instrumentalidade
da Yolanda querra Então vamos lá a instrumentalidade PR Iolanda é um processo de reflexão no qual o nosso pensamento ele é capaz de aprender né de estabelecer de saturar as determinações sociais históricas de determinada eh realidade é a nossa capacidade através do pensamento de fazer conexão entre a razão e a realidade o que eu penso sobre algo e o que aquilo é realmente né a gente pode inferir que a instrumentalidade é a categoria ontológica pela qual a produção e reprodução da existência humana se se realiza né é a minha capacidade de fazer a leitura do
mundo utilizando todo esse categorial analítico marxiano né fazer uso de todo o arcabouço de conhecimento teórico da tradição marxista é pensar a a a realidade como um processo histórico como um processo social extremamente contraditório dialético em constante transformação né a instrumentalidade ela tá ancorada numa visão de mundo e no projeto ético-político Profissional ou seja ela tem base marxiana e marxista tá E aí eu vou trazendo aqui alguns acertos da Iolanda guerra para tornar isso mais inteligível na afirmação de sua instrumentalidade o assistente social acaba por utilizar-se de um repertório técnico operativo comum a outras profissões
porém a intencionalidade posta na utilização do instrumental técnico porta a tendência de propiciar resultados condizentes com a perspectiva para a qual sua ação se direcionou né então lembrem da teleologia eu utilizo os instrumentos né eu faço uso eh eu estou inserida em processos de trabalho no tribunal de justiça e eu uso instrumentos né almejando um determinado fim é isso que ela tá dizendo o nosso trabalho tem uma direção não é qualquer direção é uma direção de transformação desta sociedade é uma direção da construção de uma sociedade mais justa e igualitária né alinhada ao projeto ético-político
profissional aos valores em princípios que a nossa categoria elegeu é isso que ela tá falando a maneira como o profissional utiliza os instrumentos e técnicas historicamente reconhecidos na profissão encontra-se referenciado pelas expectativas que sustentam suas ações em outras palavras o serviço social possui modos particulares de plasmar suas racionalidades que conformam um modo de operar o qual não se realiza sem instrumentos técnicas eh eh perspectivas políticas teóricas tão pouco sem uma direção finalística e pressupostos éticos que incorporam um projeto profissional n então pensar a instrumentalidade do serviço social é pensar uma categoria ontológica é pensar uma
categoria que nos ajuda a fazer a leitura da realidade mas sobretudo que norteia a nossa ação profissional uma ação profissional que tem teleologia que tem direção né que tem uma dada direção não é qualquer um não é qualquer uma né Eh e essa direção tá dada pelo projeto eh profissional tá ela vai fazer alusão a dois momentos de um mesmo movimento que se materializa na intervenção profissional do assistente social tá o primeiro que tá estreitamente vinculado às condições que marcaram a institucionalização da profissão e aquelas so sobre as quais a a intervenção vem se processando
e a segunda é entendida como uma postura sistemática e coerente de compreensão da profissão dos processos sociais das demandas e requisições que são postas historicamente das políticas sociais das racionalidades que ao mesmo tempo derivam e expressam as formas de existência e consciência dos profissionais que a constroem né ela vai fazer também eh uma crítica eh em relação às políticas sociais né ela vai dizer como que a instrumentalidade ela pode se expressar eh pela política social né ela vai dizer que a instrumentalidade do serviço social ela expressa a legalidade de maior âmbito e validez né já
que a necessidade social da profissão localiza-se nas funções de controle e integração que desempenha realizadas pela mediação das políticas sociais estatais e privadas então o que que ela tá colocando aqui que a instrumentalidade do serviço social ela é utilizada né Eh ela vai se se expressar em função de controle e integração da população usuária né através do quê através das políticas sociais né Então essa crítica que a gente faz no sentido de que ainda que tenhamos um pensamento crítico ainda que façamos análise crítica eh somos profissionais somos trabalhadores que vendemos a nossa força de trabalho
para sobreviver ora a gente atende os interesses do Capital ora a gente atende os interesses da classe trabalhadora isso vai depender da da conjuntura da da conjuntura política econômica né por isso que a gente luta pela transformação da estrutura social só que no geral e no limite as políticas sociais são paliativos são respostas paliativas do estado para fazer a manutenção da pobreza né para fazer a manutenção da forma como as as expressões da questão social se colocam na vida das famílias das crianças de idosos de mulheres e da sociedade em geral Então essa crítica que
ela faz no livro tá eh que que é que é mais importante a gente também colocar né voltando aqui aproveitando que eu tenho mais um tempinho aqui com vocês que eu achei que eu não teria né Eh acho que é importante a gente pensar que o serviço social ele tá no âmbito da ele ele é uma profissão inserida na divisão social e técnica do trabalho tá então é o trabalho coletivo no âmbito da reprodução social a profissão é uma totalidade composta por dimensões que se articulam entre si tá o serviço social ele se inserem na
divisão social e técnica eh do trabalho como uma especialização que necessita responder a determinadas necessidades sociais essas demandas específicas que são postas para nós demandam respostas específicas da profissão que respostas é essas que a gente vai dar são respostas quaisquer Não né são respostas que estão ali no conjunto de atribuições e competências do serviço social que estão postas na lei de regulamentação profissional entre outras normativas da da profissão tá então quando a gente pensa a profissão como uma totalidade composta por dimensões que articulam entre si a gente pode pensar nas três dimensões constitutivas da da
profissão a dimensão teórico-metodológica técnico-operativa e ético-política que não podem ser pensadas separadamente Elas têm que ser pensadas dialeticamente na relação entre si isso é importante a gente colocar tá outra outra eh importante informação que a Iolanda vai trazer quando ela trata da instrumentalidade é a gente reconhecer que a nossa profissão ela tá inserida no contexto de relações sociais contraditórias antagônicas que são próprias da sociedade eh capitalista são relações que se contrapõem né por isso me remeto de novo o serviço social tem um significado e uma funcionalidade atribuída pela sociedade capitalista a gente tá o tempo
todo atravessado pela luta de classes pelos acessos não universais por um tipo de vida etc o assistente social ele vende a sua força de trabalho mas não a sua alma né no capitalismo a gente sabe que o o trabalho ele pode ser tanto fonte de uma desculpa o trabalho para marqu ele é fonte de humanização do ser social só que no capitalismo o trabalho é assalariado é alienado é uma mercadoria né a nossa força de trabalho ela se transforma numa mercadoria a gente recebe o salário necessário mas a gente não recebe pelo excedente ou seja
pela mais valia aí Olanda guerra ela vai trazendo todos esses elementos né que eu tô aqui fazendo num num resumão que tá relacionado à instrumentalidade né Essa maneira que a gente tem de perceber e de ler a sociedade eh no geral tá a gente vive na ideologia do Capital sociedade capitalista ideologia do capital né a gente responde à realidade a partir da ideologia do capital e a ideologia do Capital ela é Ela é o Claro E o escuro ela mostra e ela esconde a ideologia do capital é a ideologia que se coloca na aparência e
no no imediatismo né naquilo que ela vai chamar da teoria dos resultados das metas Ok eh ela vai dizer também que a alienação ela não é um fenômeno Mental é a própria condição de vida da gente né ela se coloca na nossa consciência Mas ela tá na objetividade da vida né A gente vive numa sociedade em que a ideologia burguesa a sociedade do Capital ela mostra tudo ao contrário né ela inverte do ser para o ter né ela sobrepõe o sujeito ao objeto e isso faz com que a gente tenha uma coisificação das relações né
Eh só que há momentos de desalienação e isso vai depender da nossa inserção na sociedade capitalista né Só há uma via o conhecimento o desvelar uma realidade que que é desvelar é tirar o véu é lançar luzes sobre uma determinada realidade é ver essa realidade para além da parência além da imediaticidade pelas mediações né pelo método em Marques instrumentalidade é isso gente tá é desvelar o Real a questão social pra Iolanda ela vai trazer isso aqui né ela não é ela expressa né ela expressa luta de classes ela expressa exploração ela expressa rebeldia né A
questão social ela não expressa só o desemprego a pobreza a falta ela expressa também a luta de classes ela expressa também os movimentos e que engrossam as trincheiras pra construção de uma outra sociedade né de uma outra lógica social eh o nosso trabalho como eu disse é dotado de teleologia a gente tem um projeto um projeto profissional que não tá desarticulado de um projeto de sociedade de um projeto societário né a gente tem então projetos individuais a gente tem projetos coletivos e a gente tem projetos profissionais que estão vinculados à sociedade que a gente quer
construir que sociedade a gente quer né A questão social ela expressa exploração do trabalho mas ela também expressa a nossa resistência né Ela é política ela é econômica ela é social ela vai se expressar de várias maneiras por exemplo na violência tá eh compreender a questão social é compreender o quanto ela é complexa o quanto é preciso identificá-la é muito difícil É nesse sentido que a competência profissional é extremamente importante as necessidades postas pela questão social vem de dois âmbitos do capital e do trabalho a nossa atuação é no enfrentamento das expressões da questão social
né mas ela é mediada pelo Estado ela é mediada por conjunturas políticas por crises planetárias sistêmicas estruturais recentemente a gente teve uma crise sanitária né então o Estado ele não paira Acima das classes sociais ele faz a manutenção da sociedade capitalista or atendendo os interesses da burguesia or atendendo e fazendo concessões à classe trabalhadora nesse sentido que eu volto a afirmar Para retomar eu tô fazendo um resumão do livro tá que as políticas sociais são paliativos para dar conta das expressões da questão social tá é isso que ele vai dizer isso que ela vai dizer
aqui o assistente social está inserido na gestão das políticas né ou seja na gestão da pobreza tá eh a gente tem uma dimensão ético-política da profissão projetos de sociedade de profissão de vida né A gente pode fazer inúmeras leituras da da realidade A instrumentalidade da da profissão é a capacidade que esta profissão tem de se rever né essa capacidade que a profissão tem de de de situar com quem estamos comprometidos Qual é o objetivo a ser alcançado isso coloca uma dimensão ético-política muito importante mas também a dimensão técnico Operativa teórico metodológica né a instrumentalidade é
a capacidade de articular essas dimensões né que são dimensões constitutivas da profissão E aí já pr pra gente ir ir finalizando né é que a instrumentalidade a riqueza da instrumentalidade é que ela que a gente dê respostas complexas né à situações complexas tá ela ela tá articulada a uma capacidade da profissão de dar respostas alinhadas a um projeto societário que Visa a transformação da sociedade ou seja a construção de uma sociedade mais justa e igualitária eh uma sociedade sem preconceito sem discriminação de raça de de de de gênero de classe né e é as nossas
respostas é o nosso fazer profissional quando utilizando da instrumentalidade do serviço social que pode possibilitar essas essas respostas que tem um cunho transformador Claro dentro das possibilidades e dos limites que a gente se encontra em cada em cada instituição em cada política eh institucional acho que era isso que eu tinha para trazer para vocês espero ter ajudado espero ter dado elementos que possam fazer com que vocês ao olhar uma questão consigam utilizar a a racionalidade né on dialética e a instrumentalidade do serviço social para respondê-las eu agradeço a atenção de vocês e desejo uma boa
prova até mais